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SEL0329 – Conversão Eletromecânica de Energia

1 a) = 1,061 ∙ 10 /

b) ɸ = 1,1 ∙ 10

c) = 9,2 ∙ 10

d) = 6,134

2 a) = 110

b) I = 16,5 A

3 –

Lista 1 - Respostas

= 1,017 ∙ 10 /

=

2 ;

4 –

= 0,353

5 –

a) = 23

= 1,2

 

b)

= 13 ∙ 10 /

= 2,03 ∙ 10 /

c)

= 28,1

d)

=

373

e)

= 10,5

 

6 –

= 30,5

7 a) = 19,2

b) = 1,67

= 8,50

8

a) = 4,27

b) = 71

c) = 0,452

(i) = 30,13

(ii)

= 1,125

(iii) = 0,09

d) = 0,452

(i) = 25,1

(ii)

= 0,9375

(iii) = 0,063

9 –

a) = 12,7

b)

= 48,8

c)

10 –

a) =

b) =

c)

=

d)

= (

e)

f)

)

= 37,11

=

2 ( + ℎ + 2 )

=

2

=

11 –

a)

(i)

 

(ii)

(iii)

b)

(i)

(ii)

(iii)

c)

(i)

(ii)

(iii)

d)

=

=

= +

=

= 0

=

=

=

=

= +

=

( + )

=

= +

=

=

12

a)

13 –

14 –

15 –

b)

c)

=

+ + + ( )

2

= =

+ + + ( )

+ 2( + + ( ))

= =

+ 2( + + ( ))

+ + ( )

= =− =− =

+ 2( + + ( ))

=

a)

b)

=

2

( )

=−

2

2

cos

a) = 38,2

b) = 3,21

c) = 0,168

= 4,39

a)

= 4.76

= 1,69

b) Para

 

= 0,75 ,

= 17,9

Para

 

= 0,25 ,

= 6,0

SEL0329 – Conversão Eletromecânica de Energia

Lista 1

1 – Um circuito magnético com um único entreferro é apresentado na figura abaixo. As dimen- sões do núcleo são:

Área de secção transversal A C = 1.8x10 -3 m 2

Comprimento médio do circuito magnético L C = 0.6 m

Comprimento do entreferro g = 2.3x10 -3 m

N = 83 Voltas

Considere que a permeabilidade magnética do núcleo é μ = 2500 μ 0 e despreze a dispersão de fluxo.

a) Calcule a relutância do núcleo R C e a relutância do entreferro R G .

Para uma corrente i = 1.5A, calcule:

b) o fluxo total ɸ

c) o fluxo concatenado na bobina λ

d) a indutância L da bobina

fluxo concatenado na bobina λ d) a indutância L da bobina 2 – Considerando a figura

2 – Considerando a figura anterior, com as mesmas dimensões do exercício 1, assumindo que a permeabilidade magnética do núcleo é infinita, calcule:

a) o número N de espiras necessárias para uma indutância de 12mH.

b) a corrente necessária para um fluxo de 1.0 T no núcleo.

versal A C e comprimento médio do circuito magnético L C . A área dos dois entreferros A G está função da posição x da parte móvel e pode ser assumida como:

Despreze a dispersão de fluxo:

1

a) Assumindo que μ é infinita, encontre a expressão para a densidade de fluxo magnético no entreferro B G em função da corrente I no enrolamento, sabendo que a posição da parte móvel varia conforme (0 0.8 ).

da parte móvel varia conforme ( 0 0.8 ). 4 – Um indutor com o formato

4 – Um indutor com o formato da figura do exercício 1 com dimensões:

Área de secção transversal A C = 3.6 cm 2

Comprimento médio do circuito magnético L C = 15 cm

N = 75 Voltas

Considerando que a permeabilidade magnética do núcleo é μ = 2100 μ 0 e desprezando a dis- persão de fluxo, calcule o valor do entreferro necessário para uma indutância de 6.0mH.

5 – O circuito magnético da figura abaixo consiste de um anel laminado de altura h. O anel tem raio interno R I e raio externo R O . Considere que o ferro tenha permeabilidade μ = 750μ 0 e des- preze a dispersão de fluxo. Para:

R I = 3.4 cm

R O = 4.0 cm

h

g

Calcule:

= 2 cm

= 0.2 cm

a)

O comprimento médio do caminho magnético L C e a área de secção transversal A C .

b) A relutância do núcleo R C e a relutância do entreferro R G .

Para N = 65 voltas, calcule:

c) a indutância L

d) a corrente I necessária para uma densidade de fluxo magnético no entreferro B G = 1.35 T

e) o fluxo concatenado λ pela bobina.

B G = 1.35 T e) o fluxo concatenado λ pela bobina. 6 – O indutor

6 – O indutor da figura abaixo tem as seguintes dimensões:

A C = 1.0 cm 2

L

C = 15 cm

g

= 0.8 mm

N = 480 voltas

Considere que a permeabilidade magnética do núcleo é μ = 1000μ 0 e despreze a dispersão de fluxo. Calcule a indutância da bobina.

a dispersão de fluxo. Calcule a indutância da bobina. 7 – O indutor da figura do

a) Considerando desprezível a resistência da bobina, calcule a tensão eficaz (RMS) correspon-

dente a densidade de fluxo magnético de 1.5 T no núcleo.

b) Calcule a corrente eficaz (RMS) e a energia armazenada.

8 – Considere o circuito magnético das figuras abaixo. Esta estrutura é conhecida como pot- core, tipicamente montada em duas metades. A bobina de N voltas é enrolada em um carretel cilíndrico e pode ser facilmente inserida no núcleo. Assuma a permeabilidade de μ = 2500μ 0 e N = 200 voltas. As dimensões do núcleo são dadas:

R 1 = 1.5 cm

R 2 = 4 cm

l = 2.5 cm

h = 0.75 cm

g = 0.5 mm

= 1.5 cm R 2 = 4 cm l = 2.5 cm h = 0.75 cm
= 1.5 cm R 2 = 4 cm l = 2.5 cm h = 0.75 cm

a) Determine o valor de R 3 de maneira que a densidade de fluxo magnético na parede externa

do núcleo seja igual à densidade no cilindro interno.

b) Apesar da densidade de fluxo na secção radial do núcleo (secção de espessura h) diminua

com o raio, assuma que a mesma seja uniforme. I) Apresente a expressão para a indutância da

bobina; II) Determine a indutância a partir da expressão apresentada em I) com os dados do exercício.

c) O núcleo opera com densidade de fluxo de 0.8 T à 60Hz. Encontre I) o valor de tensão indu-

zida eficaz (RMS); II) a corrente eficaz (RMS); III) a energia armazenada.

9 – Um mecanismo de armazenamento de energia, constituído de N voltas enroladas em um toróide de material não magnético é apresentado na figura abaixo. Como pode ser visto na figura, o toróide tem secção transversal circular de raio a e o raio do toróide é r. Pode-se con- siderar que o campo magnético fora do toróide é zero. Considerando que , o campo magnético H dentro do toróide é orientado acompanhando o toro e que tenha magnitude uniforme:

2

Para N = 1000 voltas, r = 10 m, a = 0.45 m:

a) Calcule a indutância L da bobina

b) A bobina opera com densidade de fluxo magnético 1.75 T. Calcule a energia armazenada.

c) Se a bobina for carregada a uma taxa constante (di/dt = cte), calcule a tensão terminal ne-

cessária para atingir a densidade de fluxo de 1.75 T em 30 segundos. Despreze a resistência da

bobina.

de 1.75 T em 30 segundos. Despreze a resistência da bobina. 10 – A figura abaixo

10 – A figura abaixo mostra um indutor enrolado em um núcleo de ferro laminado, com secção transversal retangular. Considere que a permeabilidade do ferro seja infinita e despreze a dis- persão de fluxo nos dois entreferros (comprimento total de entreferro = g). A bobina de N voltas é feita de cobre cuja resistividade é ρ Ω.m. Suponha que uma fração f W do espaço de enrolamento esteja disponível para o cobre e que o restante do espaço seja usado na isolação.

cobre e que o restante do espaço seja usado na isolação. a) Calcule a área da

a) Calcule a área da seção reta e o volume do cobre no espaço de enrolamento.

b) Escreva uma expressão para a densidade de fluxo B no indutor, em termos da densidade de

corrente J COBRE no enrolamento de cobre.

c)

Escreva uma expressão para a densidade de corrente J COBRE no cobre, em termos da corrente

I do enrolamento, do número de espiras N e da geometria da bobina.

d) Deduza uma expressão para a potência elétrica da dissipação na bobina, em termos da den-

sidade de corrente J COBRE .

e) Deduza uma expressão para a energia magnética armazenada no indutor, em termos da

densidade de corrente aplicada J COBRE .

f) A partir das partes (d) e (e), deduza uma expressão para a constante de tempo L/R do indu-

tor. Observe que essa expressão é independente do número de espiras da bobina e não se altera quando a indutância e a resistência da bobina são alteradas ao se variar o número de

espiras.

11 – O circuito magnético da figura abaixo tem dois enrolamentos e dois entreferros. Pode-se supor que o núcleo tenha permeabilidade infinita. As dimensões do núcleo são indicadas na figura.

infinita. As dimensões do núcleo são indicadas na figura. a) Supondo que a bobina 1 esteja

a) Supondo que a bobina 1 esteja conduzindo uma corrente I 1 e a corrente na bobina 2 seja

zero, calcule (i) a densidade de fluxo magnético em cada um dos entreferros; (ii) o fluxo conca-

tenado do enrolamento 1 e (iii) o fluxo concatenado do enrolamento 2.

b) Repita a parte (a), supondo uma corrente zero no enrolamento 1 e uma corrente I 2 no enro-

lamento 2.

c) Repita a parte (a), supondo que a corrente do enrolamento 1 seja I 1 e a corrente do enrola-

mento 2 seja I 2 .

d) Encontre as indutâncias próprias dos enrolamentos 1 e 2,

enrolamentos.

e a indutância mútua entre os

12 – O circuito magnético simétrico da figura abaixo tem três enrolamentos. Os enrolamentos A e B têm N espiras cada um e são enrolados nas duas pernas inferiores do núcleo. As dimen- sões do núcleo estão indicadas na figura.

a) Encontre a indutância própria de cada um dos enrolamentos.

b) Encontre as indutâncias mútuas entre os três pares de enrolamentos.

c) Encontre a tensão induzida no enrolamento 1 quando as correntes i A (t) e i B (t) dos enrola-

mentos A e B estão variando no tempo. Mostre que essa tensão pode ser usada para medir o

desequilíbrio (diferença) entre duas correntes senoidais de mesma frequência.

entre duas correntes senoidais de mesma frequência. 13 – O gerador alternador da figura abaixo tem

13 – O gerador alternador da figura abaixo tem um êmbolo móvel (de posição x) montado de tal modo que desliza para dentro e para fora de uma estrutura magnética, conhecida como yoke, mantendo o espaçamento g constante nos dois lados entre o êmbolo e o yoke. Esses dois podem ser considerados como tendo permeabilidade infinita. O movimento do êmbolo está restringido de tal modo que sua posição limita-se a 0 .

Há dois enrolamentos nesse circuito magnético. O primeiro enrolamento tem N 1 espi- ras e conduz uma corrente CC constante I 0 . O segundo de N 2 espiras está em circuito aberto e pode ser conectado a uma carga.

a) Desprezando os efeitos de espraiamento, encontre a indutância mútua entre os enrolamen-

tos 1 e 2 em função da posição x do êmbolo.

b) O êmbolo é acionado por uma fonte externa de tal modo que o seu movimento é descrito

por

1

2

Onde 1. Encontre uma expressão para a tensão senoidal gerada como resultado desse movimento.

a tensão senoidal gerada como resultado desse movimento. 14 – As bobinas do circuito magnético mostrado

14 – As bobinas do circuito magnético mostrado na figura abaixo são conectadas em série de modo que os valores de FMM dos caminhos A e B tendam ambos a estabelecer fluxos na perna central C com o mesmo sentido. As bobinas são enroladas com o mesmo número de espiras, N 1 = N 2 = 100.

As dimensões são:

Área das seções retas das pernas A e B = 7 cm 2

Área da seção reta da perna C = 14 cm 2

Comprimento do caminho A = 17 cm

Comprimento do caminho B = 17 cm

Comprimento do caminho C = 5.5 cm

Entreferro = 0.4 cm

17 cm Comprimento do caminho C = 5.5 cm Entreferro = 0.4 cm O material é

O material é do tipo aço elétrico M-5 de 0.012 polegadas, com um fator de empilha- mento de 0.94. Desconsidere o espraiamento e a dispersão.

a) Quantos ampères são necessários para produzir uma densidade de fluxo de 1.2 T no entre- ferro? (Nota, B = 1.2 T H = 14A/m).

b) Dada a condição da parte (a), quantos joules de energia são armazenados no campo magné-

tico do entreferro?

c) Calcule a indutância.

15 – No entreferro do circuito magnético da figura abaixo, deseja-se obter uma densidade de fluxo magnético variável no tempo de acordo com

Onde 0.5T e 0.25T. O campo CC deve ser criado por um ímã de neodímio-ferro- boro, ao passo que o campo variável no tempo deve ser criado por uma corrente variável no tempo.

Para 6 cm 2 , g = 0.4 cm e N = 200 espiras, encontre:

a) O comprimento de ímã d e a área que permitirão obter a densidade de fluxo desejada

no entreferro e minimizar o volume de ímã.

b) Os valores mínimo e máximo da corrente variável necessários para se obter a densidade de

fluxo variável n o entreferro. Essa corrente irá variar de forma senoidal no tempo?

Essa corrente irá variar de forma senoidal no tempo? (Nota: O máximo produto de energia para

(Nota: O máximo produto de energia para neodímio-ferro-boro ocorre à = 0.63 T e = - 470 kA/m. A curva de magnetização do ímã pode ser descrita por:

Onde 1.26 T e 1.067 )