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FAQ – Direito Administrativo – OAB/2ª fase 1. É obrigatório o endereçamento no parecer jurídico?

FAQ Direito Administrativo OAB/2ª fase

1. É obrigatório o endereçamento no parecer jurídico?

1. É obrigatório o endereçamento no parecer jurídico? Não. Havendo dificuldade na identificação do consulente a

Não. Havendo dificuldade na identificação do consulente a quem se endereçaria o parecer, recomendamos não fazer, pois é um item facultativo.

2. o que é a ementa no parecer jurídico?

É um resumo do parecer com 10 a 15 palavraschaves do que foi tratado no parecer. Deve ser última coisa a fazer, pula-se 10 linhas e após concluir o parecer, faz-se a ementa entre estas 10 linhas. Não é um elemento obrigatório, mas demonstra uma diferenciação em relação a técnica profissional

3. Na ação ordinária, quando o pólo passivo da ação é uma sociedade de economia mista

controlada pela união, a quem será endereçada a petição?

Art.109, I da CF Competência da Justiça Federal para julgar ações em face da união, autarquias, fundações ou empresas públicas federais. (ATENÇÃO: Sociedade de Economia Mista federal é julgada pela Justiça Estadual pois não consta do Art.109, I da CF.)

4. Na ação ordinária, porque não posso indicar o órgão público como pólo passivo da ação?

Na teoria vigente no Direito Administrativo o órgão não possui personalidade jurídica própria e, por isso, nestes casos figurará no pólo passivo a pessoa jurídica a qual este órgão integra.

5. Na petição inicial, posso no item dos fatos incluir dados não constantes do enunciado que

favoreçam o meu cliente?

Jamais crie ou utilize dados que não foram fornecidos pelo enunciado da questão. Isso pode retirar pontos.

6. No item Do Direito, como inicio a argumentação se não existir artigo de Lei ou da CF que

trate do tema?

Isso pode ocorrer em casos raros, caso ocorra, inicie o item fazendo o chamamento a um Principio de Direito relacionado ao tema e a partir dele desenvolva o raciocínio jurídico e faça a subsunção.

7. O que é subsunção?

Subsunção é o nome que se dá ao enquadramento da norma invocada em sua petição ao caso concreto apresentado. Deve estar presente em seu raciocínio jurídico.

8. Quais são as espécies de desapropriação?

I) Não-Sancionatória

-Art. 5º, XXIV da CF

Segunda Fase OAB XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL

- Independe do cumprimento da Função Social da propriedade - Sempre com o pagamento de
- Independe do cumprimento da Função Social da propriedade - Sempre com o pagamento de

- Independe do cumprimento da Função Social da propriedade

- Sempre com o pagamento de indenização prévia, justa e em dinheiro

-Decorre do Princípio da Supremacia do interesse público sobre o privado

-Competência comum União/Estados/DF/Municípios para ambas.

II) Sancionatória: trata-se de sanção pelo não cumprimento da função social da propriedade - 3

tipos:

a) Urbana Arts. 182 e 183 da CF e Lei 10.2571 Estatuto das Cidades

-É de Competência dos Municípios

Por lei especifica/ Para Área incluída no Plano Diretor/ Nos termos da Lei federal(Estatuto das cidades)

-A indenização é paga por meio de Títulos da Dívida Pública (TDP) em até 10 anos.

- É último recurso do Poder Público para atingir a Função Social, antes da desapropriação o Poder Público deve sucessivamente

1º) notificar o proprietário para que promova: parcelamento ou edificação compulsórios;

2º) instituir o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo;

Não tendo resultado as medidas anteriores pode o Poder Público Desapropriar.

b) Rural Art. 184 da CF Sempre para fins de Reforma Agrária

-E de competência da União (Fase executória poderá ser feita pelo INCRA)

-A indenização é paga por meio de Títulos da Dívida Agrária (TDA) em até 20 anos para a terra nua.

ATENÇÃO! Para as benfeitorias existentes, a indenização será justa, prévia e em dinheiro (e não em títulos)

c) Confiscatória Art. 243 da CF Em razão do uso nocivo da propriedade para a plantação de

ilegal de substâncias psicotrópicas

ATENÇÃO! Se o enunciado mencionar que plantação é autorizada para fins medicinais ou científicos, logo, não é ilegal!!

-E de competência da União

- Não há qualquer indenização. NADA! E além disso, a desapropriação se estende a qualquer

bem envolvido com o tráfico de drogas. Por exemplo: carros, aviões, barcos, balanças etc.

9. De quem é a competência para promover desapropriação?

- Não-Sancionatória: -Competência comum União/Estados/DF/Municípios para ambas.

Segunda Fase OAB XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL

- Sancionatória: a) Urbana – Arts. 182 e 183 da CF e Lei 10.2571 –

- Sancionatória:

- Sancionatória: a) Urbana – Arts. 182 e 183 da CF e Lei 10.2571 – Estatuto

a)

Urbana Arts. 182 e 183 da CF e Lei 10.2571 Estatuto das Cidades

de Competência dos Municípios

b)

Rural Art. 184 da CF Sempre para fins de Reforma Agrária

-E

de competência da União (Fase executória poderá ser feita pelo INCRA)

c)

Confiscatória Art. 243 da CF Em razão do uso nocivo da propriedade para a plantação de

ilegal de substâncias psicotrópicas

ATENÇÃO! Se o enunciado mencionar que plantação é autorizada para fins medicinais ou científicos, logo, não é ilegal!!

-E de competência da União

10. Pode haver desapropriação de bem público?

Sim. Obedecida à seguinte regra: União pode desapropriar bens dos Estados e Municípios, os Estados podem desapropriar bens dos municípios que o integram geograficamente. O inverso não é admitido.

11. No mandado de segurança, quem deve figurar no pólo passivo da ação?

Deve figurar a autoridade coatora e a pessoa jurídica a qual a autoridade esteja vinculada.

12. O que é direito liquido e certo para fins de impetração de M.S?

O direito liquido e certo consiste na certeza quanto à situação de fato. É o direito certo quanto

à sua existência, delimitado na sua extensão e apto a ser exercido no momento de sua impetração. Deve haver prova pré-constituída, vez que este remédio constitucional não admite dilação probatória.

13. E se a prova pré-constituida estiver em poder da autoridade coatora, como proceder?

No caso em que o documento necessário a prova do alegado se acha em repartição ou estabelecimento publico, ou em poder de autoridade que recuse fornece-lo por certidão, o juiz ordenará, preliminarmente, por oficio, a exibição desse documento em original ou em cópia autêntica e marcará para cumprimento da ordem o prazo de dez dias. Se a autoridade que tiver procedido dessa maneira for a própria coatora, a ordem far-se-á no próprio instrumento da notificação. O escrivão extrairá cópias do documento para juntá-las à segunda via da petição

14. Por que não posso pedir a condenação em honorários advocatícios no mandado de

segurança?

Segunda Fase OAB XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL

Não cabe condenação em honorários advocatícios – Súmula 105/STJ 15. E quais ações devo colocar
Não cabe condenação em honorários advocatícios – Súmula 105/STJ 15. E quais ações devo colocar

Não cabe condenação em honorários advocatícios Súmula 105/STJ

15. E quais ações devo colocar o valor da causa?

O valor da causa deve ser colocado em toda a petição que for inicial.

16. Edital de concurso público pode limitar idade de participante?

STF Súmula nº 683 - Limite de Idade - Inscrição em Concurso Público - Natureza das Atribuições do Cargo a Ser Preenchido O limite de idade para a inscrição em concurso público só se legitima em face do art. 7º, XXX, da CF, quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo a ser preenchido.

17. Quem deve figurar no pólo passivo da ação popular?

-Réu/Requerido (art. 6.º da Lei 4.717/65) São 3:

I) as pessoas cujo patrimônio se pretende proteger (pública ou privada que recebe subvenção);

II) aqueles que causaram a lesão; (agente público)

III) beneficiários diretos. (pode ser o mesmo que causou a lesão)

18. É cabível pedido de liminar em ação popular?

Sim, há Previsão de LIMINAR para suspensão do ato lesivo impugnado § 4º, Art.5º (“Fumus Boni iuris” + “Periculum In Mora”)

19. Qual é a diferença entre pedido de liminar e pedido de tutela antecipada?

- Só caberá liminar nas ações em que houver previsão legal. Ex: M.S, Ação Popular, ACP

Requisitos: “Fumus boni iuris” (usar: argumentos fáticos e jurídicos acima expostos) +

“Periculum in mora” (descrever a lesão iminente.)

- Em qualquer Ação Ordinária que exija medida de urgência, o Art. 273 do CPC prevê a

possibilidade antecipação dos efeitos da Tutela, desde que havendo prova inequívoca do alegado cumpra os requisitos: Verossimilhança das alegações (usar: argumentos fáticos e

jurídicos acima expostos)

(descrever a lesão iminente.)

+ Fundado receio de dano irreparável ou difícil reparação

20. Quando o cliente é uma associação, como diferenciar se cabe Ação Civil Pública ou M.S

Coletivo?

- Ação Civil Pública: para a defesa do patrimônio público, pedido será em favor do interesse público.

- M.S Coletivo: para a defesa de seus membros ou associados, pedido será em favor de seus membros ou associados.

Segunda Fase OAB XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL

21. Quem pode propor ação de improbidade administrativa? Só pessoa jurídica lesada ou Ministério Público

21. Quem pode propor ação de improbidade administrativa?

Só pessoa jurídica lesada ou Ministério Público.

22. Qual é o pedido de sentença na ação de improbidade?

22. Qual é o pedido de sentença na ação de improbidade? Seja julgado procedente o pedido

Seja julgado procedente o pedido para condenar o réu pela prática de atos de improbidade administrativa previstos no art. (9.º ou 10 ou 11) da citada lei, aplicando-lhe as seguintes sanções: (respectiva aos atos praticados);

23. Na licitação, quando cabe impugnação ao edital e quando cabe recurso administrativo?

A impugnação cabe nas hipóteses do art. 41, parágrafo 10 da lei 8666/93:

Art. 41. A Administração não pode descumprir as normas e condições do edital, ao qual se acha estritamente vinculada.

§ 1o Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar edital de licitação por irregularidade na

aplicação desta Lei, devendo protocolar o pedido até 5 (cinco) dias úteis antes da data fixada

para a abertura dos envelopes de habilitação, devendo a Administração julgar e responder à impugnação em até 3 (três) dias úteis, sem prejuízo da faculdade prevista no § 1o do art. 113.

Já o recurso administrativo cabe nas hipóteses do art. 109 da lei 8666/93:

Art. 109. Dos atos da Administração decorrentes da aplicação desta Lei cabem:

I - recurso, no prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar da intimação do ato ou da lavratura da ata, nos casos de:

a)

habilitação ou inabilitação do licitante;

b)

julgamento das propostas;

c)

anulação ou revogação da licitação;

d)

indeferimento do pedido de inscrição em registro cadastral, sua alteração ou cancelamento;

e)

rescisão do contrato, a que se refere o inciso I do art. 78 desta lei;

e)

rescisão do contrato, a que se refere o inciso I do art. 79 desta Lei;

f) aplicação das penas de advertência, suspensão temporária ou de multa;

II - representação, no prazo de 5 (cinco) dias úteis da intimação da decisão relacionada com o objeto da licitação ou do contrato, de que não caiba recurso hierárquico;

III - pedido de reconsideração, de decisão de Ministro de Estado, ou Secretário Estadual ou

Municipal, conforme o caso, na hipótese do § 4o do art. 87 desta Lei, no prazo de 10 (dez) dias

úteis da intimação do ato.

Segunda Fase OAB XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL

24. No processo administrativo disciplinar (PAD), a falta de defesa por advogado Gera nulidade? Súmula
24. No processo administrativo disciplinar (PAD), a falta de defesa por advogado Gera nulidade? Súmula

24. No processo administrativo disciplinar (PAD), a falta de defesa por advogado Gera

nulidade?

Súmula vinculante nº 5 - A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a constituição.

25. As universidades públicas podem efetuar a cobrança de taxa de matrícula?

Súmula vinculante nº 12 - A cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas viola o disposto no art. 206, iv, da constituição federal.

26. Qual é a lei que regula a vedação ao nepotismo no Brasil?

O STF decidiu que a vedação ao nepotismo decorre dos Princípios Constitucionais,

independendo de existência de lei formal sobre o tema.

Súmula vinculante nº 13 - A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a constituição federal.

27. É possível que um ministro de Estado nomeie um primo seu como assessor?

É possível. Sendo parente de 4º grau, a nomeação de primos está fora do alcance da sumula vinculante n. 13.

28. É possível que um governador de Estado nomeie sua esposa como Secretaria de Estado

em seu governo?

É possível. O STF não incluiu na Súmula Vinculante n. 13 a nomeação para cargos de natureza política.

29. O que são cargos de natureza política?

São considerados cargos de natureza política: Ministros de Estado no âmbito federal. Secretários Estaduais no âmbito estadual e secretários municipais no âmbito municipal e secretários distritais no âmbito do DF.

30. Em que consiste a emcampação prevista na lei geral das concessões?

Consiste na retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização

31. O que é preterição no concurso público?

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É a nomeação/admissão de candidato aprovado desrespeitando a ordem de classificação do concurso. 32. Qual
É a nomeação/admissão de candidato aprovado desrespeitando a ordem de classificação do concurso. 32. Qual

É a nomeação/admissão de candidato aprovado desrespeitando a ordem de classificação do concurso.

32. Qual o direito do candidato preterido?

SÚMULA Nº 15 - DENTRO DO PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO, O CANDIDATO APROVADO TEM O DIREITO À NOMEAÇÃO, QUANDO O CARGO FOR PREENCHIDO SEM OBSERVÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO.

33. O que é teoria dos motivos determinantes?

teoria pela qual o motivo do ato administrativo deve sempre guardar compatibilidade com a situação de fato que gerou a manifestação de vontade. Caso o interessado comprove que inexistiu a realidade fática que fundamentou o ato como determinante da vontade da administração, o ato conterá vicio insanável. É o caso, por exemplo, da Administração pública revogar uma permissão de uso concedida ao particular, sob a motivação de que a permissão teria se tornado incompatível com a destinação do bem público objeto da permissão, e logo em seguida conceder a permissão uso do mesmo bem a um terceiro interessado. Em tal circunstância hipotética restará demonstrado que o ato de revogação foi ilegal por vício quanto ao motivo.

34. Quais são os casos de impedimento no processo administrativo?

É impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que: tenha interesse

direto ou indireto na matéria; que tenha participado ou venha a participar como perito, testemunha ou representante, ou se tais situações ocorrem quanto ao cônjuge, companheiro ou parente e afins até o terceiro grau; esteja litigando judicial ou administrativamente com o

interessado ou respectivo cônjuge ou companheiro.

Caso a autoridade ou servidor que se enquadre em alguma hipótese de impedimento deverá comunicar o fato à autoridade competente, abstendo-se de atuar naquele processo administrativo. Importante ressaltar que a omissão da autoridade ou servidor no dever de comunicar o impedimento constitui falta grave, para efeitos disciplinares de acordo com a Lei.

35. Quais são os casos de suspeição no processo administrativo?

A suspeição da autoridade ou servidor para a participação ou para o julgamento do processo

administrativo pode ser argüida caso ele tenha amizade íntima ou inimizade notória com algum dos interessados no processo administrativo ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau. Ressalte-se que o indeferimento de alegação de suspeição poderá ser objeto de recurso pelo interessado, contudo, sem efeito suspensivo.

36. Qual a diferença entre recurso hierárquico próprio e impróprio?

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O recurso hierárquico próprio é aquele dirigido à autoridade hierarquicamente superior àquela que proferiu a
O recurso hierárquico próprio é aquele dirigido à autoridade hierarquicamente superior àquela que proferiu a

O recurso hierárquico próprio é aquele dirigido à autoridade hierarquicamente superior àquela que proferiu a decisão, trata-se de uma decorrência do poder hierárquico, não necessitaria de previsão legal para tanto, embora a Lei geral o preveja.

Por outro lado o recurso hierárquico impróprio é dirigido à autoridade que não é hierarquicamente superior à que decidiu, trata-se de um meio de controle interno da administração, que não tem relação com o poder hierárquico. Para isto é necessária a previsão legal para ser cabível tal recurso.

37. Por que não posso utilizar o mandado de segurança para cobrar divida da Administração

pública com particular?

SÚMULA Nº 269/STF- O MANDADO DE SEGURANÇA NÃO É SUBSTITUTIVO DE AÇÃO DE COBRANÇA.

38. O prazo decadencial de 120 dias para impetração do M.S é constitucional?

Sim, súmula 632/STF.

39. Cabe mandado de segurança contra ato praticado em licitação promovida por sociedade

de economia mista ou empresa pública?

Sim, conforme legislação e súmula 333/STJ.

40. Proprietário de bem tombado pode aliená-lo?

Pode alienar o bem, desde que o ofereça, pelo mesmo preço, à União, bem como ao estado e

ao

município em que se encontre o bem, a fim de que possam exercer o direito de preferência

da

compra do bem.

41.

Por que agencias reguladoras são autarquias em regime especial?

Agências Reguladoras são Autarquias em regime especial Especial pela forma de provimento

e destituição dos dirigentes. Dirigente tem mandato fixo e após sair precisa cumprir

“quarentena” sem atuar no Poder Público ou em empresa que fiscalizou.

42. Qual a diferença entre desconcentração e descentralização administrativa?

Desconcentração administrativa: Ocorre a chamada desconcentração quando a entidade da

Administração, encarregada de executar um ou mais serviços, distribui competências, no

âmbito de sua própria estrutura, a fim de tornar mais ágil e eficiente a prestação dos serviços.-

Há hierarquia. Tem-se Administração Pública Direta ou Centralizada.

Descentralização administrativa: Ocorre a chamada descentralização administrativa quando o

Estado desempenha algumas de suas funções por meio de outras pessoas jurídicas- Não há

hierarquia. Tem-se Administração Pública Indireta ou Descentralizada.

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43. Cabe mandado de segurança contra ato disciplinar? Em regra não, salvo quando praticado por

43. Cabe mandado de segurança contra ato disciplinar?

43. Cabe mandado de segurança contra ato disciplinar? Em regra não, salvo quando praticado por autoridade

Em regra não, salvo quando praticado por autoridade incompetente ou com inobservância de formalidade essencial

44. Quais são os casos de competência originária dos tribunais quando se trata de Habeas

Data?

Os casos de competência originaria dos Tribunais para julgamento de Habeas Data que estão pulverizados por vários artigos da CF, foram reunidos pelo Legislador no Art. 20 da Lei 9.507/

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45.

Um ente legitimado pode propor Ação Civil Pública para a defesa de direito de diversos

contribuintes?

NÃO CABE Ação Civil Pública em pretensões sobre tributos, contribuições previdenciárias, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS ou outros fundos de natureza institucional cujos beneficiários podem ser individualmente determinados (Parágrafo único, Art. 1º Lei

7.347/85)

46. Em que casos haverá responsabilidade objetiva do Estado?

Como regra, nos casos em que o dano decorra de uma ação estatal.

47. Em que casos haverá responsabilidade subjetiva do Estado?

Como regra, nos casos em que o dano decorra de uma omissão estatal.

48. Em Ação Civil Pública qual é a regra de competência para propositura da ação?

É o Foro do local onde ocorrer o dano Art. 2º da Lei 7.347/85

49. Em Ação Civil Pública qual é previsto pedido de medida liminar?

Sim, preenchidos os requisitos - Art. 12º da Lei 7.347/85.

50. O que é a preempção prevista no Estatuto das Cidades?

O direito de preempção confere ao Poder Público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares. Lei municipal, baseada no plano diretor, delimitará as áreas em que incidirá o direito de preempção e fixará prazo de vigência, não superior a cinco anos, renovável a partir de um ano após o decurso do prazo inicial de vigência.

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Segunda Fase OAB – XI EXAME UNIFICADO DIREITO PENAL
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