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Projeto de Instalações Industriais Profª Adriene Artiaga Pfeifer 2013 Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Projeto de Instalações Industriais
Profª Adriene Artiaga Pfeifer
2013
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
ICTE - Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas
Departamento de Engenharia Química
Federal do Triângulo Mineiro ICTE - Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia Química
2 Análise Econômica
2
Análise Econômica
2 Análise Econômica
3 Demanda e Oferta Demanda É uma relação que mostra as várias quantidades de um
3
Demanda e Oferta
Demanda
É uma relação que mostra as várias quantidades de
um bem ou serviço que os consumidores desejariam
comprar, a possíveis preços alternativos, num dado
período de tempo, tudo o mais permanecendo
constante.

Oferta É uma relação que mostra os vários montantes de um bem que os vendedores estariam dispostos a vender a possíveis níveis de preço, num dado intervalo de tempo, tudo o mais permanecendo constante.

4 Oferta Demanda
4
Oferta
Demanda
5 Gráfico de equilíbrio do mercado
5
Gráfico de equilíbrio do mercado

Equilíbrio do mercado

6 Estimativa de Custos Investimento de Capital Fixo: Equipamentos, instalações industriais, operação dos
6
Estimativa de Custos
Investimento de Capital
Fixo: Equipamentos, instalações industriais,
operação dos equipamentos, móveis,
construções civis, transportadores
Capital de Giro: estoque de matérias primas e
componentes e recursos necessários para
sustentar as vendas a prazo.
Capital de Giro: estoque de matérias primas e componentes e recursos necessários para sustentar as vendas
7 Estimativa de Custos Custos de produção Ocorrem até a fabricação do produto. Custo das
7
Estimativa de Custos
Custos de produção
Ocorrem até a fabricação do produto.
Custo
das
matérias
primas
e
custo
de
manutenção.
Diretos
(variam
diretamente
com
a
produção):
embalagens, matérias primas, fretes, mão de obra,
consumo de energia elétrica, combustível.
Indiretos (não variam proporcionalmente a produção):
seguros, manutenção, aluguel).
elétrica, combustível. Indiretos (não variam proporcionalmente a produção): seguros, manutenção, aluguel).
8 CUSTOS FIXOS CUSTOS VARIÁVEIS $ $ Valor total do período Valor total do período
8
CUSTOS FIXOS
CUSTOS VARIÁVEIS
$
$
Valor total do período
Valor total do período
CF
CV
Unidades produzidas
Unidades produzidas
VARIÁVEIS $ $ Valor total do período Valor total do período CF CV Unidades produzidas Unidades
9 Estimativa de Custos Despesas gerais Ocorrem do término da fabricação até a complementação da
9
Estimativa de Custos
Despesas gerais
Ocorrem
do
término da
fabricação
até
a
complementação da venda.
Despesas com vendas e impostos sobre receitas.
Variáveis:
Impostos: ICMS, IPI
Despesas com Vendas: comissão dos vendedores
Despesas
duplicatas
Financeiras
Operacionais:
desconto
de
Fixas:

Despesas administrativas: salários de diretores, gerentes e funcionários, encargos, conta de telefone, xerox Impostos municipais: IPTU e taxas diversas.

10 Outras Despesas e Desembolsos Depreciação contábil Despesas financeiras: juros de financiamentos
10
Outras Despesas e Desembolsos
Depreciação contábil
Despesas financeiras: juros de financiamentos
Amortização
Imposto de Renda
e Desembolsos Depreciação contábil Despesas financeiras: juros de financiamentos Amortização Imposto de Renda
11 Lucro do Empreendimento Receita R $/a Lucro Líquido antes do I.R. Lucro Líquido Após
11
Lucro do Empreendimento
Receita
R $/a
Lucro Líquido
antes do I.R.
Lucro Líquido
Após o I.R.
Lucro Líquido
Após o Risco
Lucro Bruto
LA = LB - D
$/a
LD = LA - IR
$/a
LL = LD - CR
$/a
LB = R - Ctotal $/a
Itotal $
Instalações
h
Itotal
ee
t
i
Físicas
RIR
$
Depreciação
D = e Idireto $/a
Custo Total
Imposto de Renda
Ctotal $/a
IR = t (LB - D)
$/a
Compensação
pelo Risco
Retorno garantido
sobre o
investimento
CR = h Itotal $/a
RI = i Itotal
$/a
Retorno sobre o Investimento + Risco
RIR = (i + h) Itotal = i m Itotal
$/a
CR = h Itotal $/a RI = i Itotal $/a Retorno sobre o Investimento + Risco
CR = h Itotal $/a RI = i Itotal $/a Retorno sobre o Investimento + Risco
12 JUROS E TAXA DE JUROS Fatores de Produção: Fatores de Remuneração: Trabalho Salário Terra
12
JUROS E TAXA DE JUROS
Fatores de Produção:
Fatores de Remuneração:
Trabalho
Salário
Terra
Aluguel
Capital
Juros
E TAXA DE JUROS Fatores de Produção: Fatores de Remuneração: Trabalho Salário Terra Aluguel Capital Juros
13 JUROS E TAXA DE JUROS Uma soma de dinheiro pode ser equivalente a outra,
13
JUROS E TAXA DE JUROS
Uma soma de dinheiro pode ser equivalente a outra,
diferente, mas num ponto diferente no tempo. O que
proporciona a equivalência é o dinheiro pago pelo
uso do dinheiro: os JUROS” .
Enfim, o juro é quem cria o valor do dinheiro no tempo!
O
juro
deve-se,
entre
outros
fatores
de
menor
importância, a:
Oportunidade;
Inflação;
Risco.
no tempo! O juro deve-se, entre outros fatores de menor importância, a: Oportunidade; Inflação; Risco.
14 JUROS E TAXA DE JUROS “ Um real recebido hoje não será equivalente a
14
JUROS E TAXA DE JUROS
“ Um real recebido hoje não será equivalente a um real
recebido dentro de t anos ”
Conceito de Juros:
Pagamento pela oportunidade de dispor de um
capital em determinado período do tempo;
Custo do capital ou custo do dinheiro.
pela oportunidade de dispor de um capital em determinado período do tempo; Custo do capital ou
15 JUROS E TAXA DE JUROS Modalidades de Juros: Simples: São aqueles onde somente o
15
JUROS E TAXA DE JUROS
Modalidades de Juros:
Simples:
São aqueles onde somente o capital renderá juros,
ou seja, os juros irão ser diretamente proporcionais
ao capital requerido.
J = P
i
n
onde:
P =
i =
n =
Principal
Taxa de Juros
Número de períodos de juros
ao capital requerido. J = P i n onde: P = i = n = Principal
16 JUROS E TAXA DE JUROS Modalidades de Juros: Compostos: Irão incorporar ao capital os
16
JUROS E TAXA DE JUROS
Modalidades de Juros:
Compostos:
Irão incorporar ao capital os próprios rendimentos
dos juros do período anterior. Desta forma, quando
compostos, os juros também irão render juros (são
os “juros sobre juros”).
J
=
P
(
1+
i)
n
P
onde:
P =
i =
n =
Principal
Taxa de Juros
Número de períodos de juros
17 JUROS E TAXA DE JUROS NOMINAL Ocorre quando o período referido na taxa de
17
JUROS E TAXA DE JUROS
NOMINAL
Ocorre quando o período referido na taxa de
juros (aplicação) não é igual ao período de
capitalização.
EFETIVA
Ocorre quando os períodos de capitalização
coincidem com a taxa de juros.
ao período de capitalização. EFETIVA Ocorre quando os períodos de capitalização coincidem com a taxa de
18 SIMBOLOGIA DO FLUXO DE CAIXA 0 N P = Principal P F 0 F
18
SIMBOLOGIA DO FLUXO DE CAIXA
0
N
P
= Principal
P
F
0
F
= Montante
N
A
A
A
A
A
A
A
= Uniforme
0
1
2
3
4
5
6

Período de Capitalização: valores serão somente realizados ao final do período

19 SIMBOLOGIA DO FLUXO DE CAIXA Represente o seguinte fluxo de caixa de um projeto:
19
SIMBOLOGIA DO FLUXO DE CAIXA
Represente o seguinte fluxo de caixa de um
projeto:
O projeto consiste de um investimento de $800 hoje e $500
daqui a um ano e renderá $2000 em 4 anos e $1500 dentro
de 5 anos.
2000
1500
0
1
2
3
4
5
500

800

20 AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS No pagamento de dívidas, cada parcela de pagamento (prestação) inclui: a.
20
AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS
No pagamento de dívidas, cada parcela de pagamento
(prestação) inclui:
a. Amortização do principal, correspondente ao pagamento
parcial (ou integral) do principal.
b. Juros do período, calculados sobre o saldo devedor da
dívida no início do período.
PRESTAÇÃO = AMORTIZAÇÃO + JUROS
do período, calculados sobre o saldo devedor da dívida no início do período. PRESTAÇÃO = AMORTIZAÇÃO
21 AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS Tipos de sistemas de amortização de dívidas: Financiamento com pagamento único
21
AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS
Tipos de sistemas de amortização de dívidas:
Financiamento com pagamento único no final
Financiamento com pagamento periódico de juros
Financiamento
com
pagamento
de
prestações
iguais
(método francês ou Tabela Price)
Financiamento
com
pagamento
de
amortizações

constantes (SAC)

22 AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS Financiamento com pagamento único no final Neste tipo de financiamento o
22
AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS
Financiamento com pagamento único no final
Neste tipo de financiamento o pagamento é feito ao final
do período de empréstimo, incluindo a amortização e os
juros.
Ex: Empréstimo de R$ 1.000, a uma taxa de juros de 8% a.a.,
com um prazo de pagamento de 4 anos.
F
= P x (1 + i) n
1.000
F
= 1.000 x (1 + 0,08) 4
F
= 1.360,49
1
2
3
4
Prestação = 1.360,49
Amortização = 1.000
Juros = 360,49
F=?
23 AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS Financiamento com pagamento periódico de juros O financiamento será pago da
23
AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS
Financiamento com pagamento periódico de juros
O financiamento será pago da seguinte maneira:
a. Ao final de cada período pagam-se apenas os juros
daquele período;
b. No final do prazo de financiamento, além dos juros
relativos ao último período, paga-se também integralmente
o principal da dívida.
de financiamento, além dos juros relativos ao último período, paga-se também integralmente o principal da dívida.
24 AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS Financiamento com pagamento periódico de juros Ex: Empréstimo de R$ 1.000,
24
AMORTIZAÇÃO DE DÍVIDAS
Financiamento com pagamento periódico de juros
Ex: Empréstimo de R$ 1.000, a uma taxa de juros de 8% a.a.,
com um prazo de pagamento de 4 anos.
P =1.000
Juros = P x i
1
2
3
4
Juros = 1.000 x 0,08
A = 80
1.000
Juros = 80,00
um prazo de pagamento de 4 anos. P =1.000 Juros = P x i 1 2
25 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS Quais alternativas de investimento devem ser escolhidas dentre
25
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
Quais alternativas de investimento devem ser
escolhidas dentre as várias opções existentes em
uma empresa?
Quais alternativas de investimento devem ser escolhidas dentre as várias opções existentes em uma empresa?
26 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS a) Deve haver alternativas de investimentos, pois não
26
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA
DE INVESTIMENTOS
a)
Deve haver alternativas de investimentos, pois não haverá porquê avaliar a
compra de determinado equipamento se não houver condições de financiar
o mesmo.
b)
As alternativas devem ser expressas em dinheiro. Não é possível comparar
diretamente, por exemplo, 300 horas/ mensais de mão-de-obra com 500
Kwh de energia. Busca-se sempre um denominador comum, em termos
monetários;
c)
Serão
somente
relevantes
para
a
análise
as
diferenças
entre
as
alternativas.
As
características
idênticas
das
mesmas
deverão
ser
desconsideradas;
d)
Sempre devem ser considerados os juros sobre o capital empregado, pois
sempre existem oportunidades de empregar o dinheiro de maneira que ele
renda algum valor;
e)
Geralmente, em estudos econômicos, o passado não é considerado.
Interessa apenas o presente e o futuro, pois o que já foi gasto não poderá
ser recuperado.
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS EXEMPLOS DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS • Expandir a planta
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA
DE INVESTIMENTOS
EXEMPLOS DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS
• Expandir a planta ou construir uma nova fábrica;
• Comprar um carro à vista ou a prazo;
• Aplicar seu dinheiro na poupança, em renda fixa ou em
ações;
• Efetuar transporte de materiais manualmente ou comprar
uma correia transportadora;
• Construir uma rede de abastecimento de água com tubos
de menor ou maior diâmetro.

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MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS a. Reconhecimento da existência de um problema Sr. Roberto
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA
DE INVESTIMENTOS
a. Reconhecimento da existência de um problema
Sr. Roberto sempre chega atrasado ao trabalho.
b. Definição do problema
Necessidade
de
um
meio
de
locomoção
para
ir
ao
trabalho.
c. Procura de soluções alternativas
Comprar um carro, uma moto ou ir de ônibus.
d. Análise das alternativa
Buscar informações relativas às alternativas definidas.
e. Síntese das alternativas
Em termos de custos, consumo, conforto, rapidez, etc.
f. Avaliação das alternativas
Comparação e escolha da alternativa mais conveniente.
g. Apresentação dos resultados

Relatório final.

28

MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS Na avaliação de alternativas de investimento, deverão ser
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO ECONÔMICA
DE INVESTIMENTOS
Na avaliação de alternativas de investimento, deverão ser
levados em conta:
a. Critérios econômicos:
Rentabilidade dos investimentos.
b. Critérios financeiros:
Disponibilidade de recursos.
c. Critérios imponderáveis:
Segurança, status, beleza, localização, facilidade de
manutenção, meio ambiente, qualidade, entre outros.

29

MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS Este custo refere-se diretamente aos riscos que o
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
Este custo refere-se diretamente aos riscos que o investidor
irá correr ao optar por determinado investimento, e,
consequentemente, ao retorno que o mesmo irá esperar
por tal ação.
Taxa Mínima de Atratividade (TMA)

A TMA pode ser definida como a taxa de desconto resultante de uma política definida pelos dirigentes da empresa. Esta taxa deve refletir o custo de oportunidade dos investidores, que podem escolher entre investir no projeto que está sendo avaliado ou em outro projeto similar empreendido por uma outra empresa.

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MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS Taxa Mínima de Atratividade (TMA) taxa de juros
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
Taxa Mínima de Atratividade (TMA)
taxa de juros da empresa no mercado
+
incerteza dos valores de fluxo de caixa

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MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS PRINCIPAIS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ALTERNATIVAS
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
PRINCIPAIS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ALTERNATIVAS
1. Método do valor presente líquido (VPL)
2. Método do valor uniforme equivalente (VUE)
3. Método da taxa interna de retorno (TIR)
4. Método da taxa interna de retorno modificada (TIRM)
5. Método do tempo de recuperação do capital (pay-
back)

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MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) O método
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
O método VPL calcula o valor presente líquido de
um projeto através da diferença entre o valor presente
das entradas líquidas de caixa do projeto e o
investimento inicial requerido para iniciar o mesmo.
A taxa de desconto utilizada é a TMA da empresa.
X
TMA (%)
Z
VPL = ?
Y
T
W
=

0

1

2

3

4

0

1

2

3

4

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MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Análise de
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
Análise de alternativas com diferentes tempos de vida:
Quando as alternativas têm vidas úteis diferentes,
deve-se considerar:
a. Um período de tempo igual ao menor múltiplo
comum das vidas;

b. Ou o tempo de vida do projeto com um todo, quando ele for maior do que o anterior e múltiplo das vidas.

34

MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE) Todos os
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE)
Todos os fluxos de caixa são transformados, a uma certa
TMA, numa série uniforme equivalente.
A melhor alternativa será aquela que apresentar:
- o maior benefício anual, ou
- o menor custo anual.
Z
VUE
Y
TMA (%)
W
=
0
1
2
3
4
0
1
2
3
4
T
35
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE) Análise
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE)
Análise de alternativas com diferentes tempos de vida:
Quando as alternativas têm vidas úteis diferentes,
deve-se supor que:
a. A duração da necessidade é indefinida ou igual
a um múltiplo comum da vida das alternativas;
b. Tudo que é estimado para ocorrer no primeiro
ciclo de vida do projeto irá ocorrer também em
todos os ciclos de vida subsequentes.

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MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) O
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
O método da TIR requer o cálculo de uma taxa que
zera o VPL dos fluxos de caixa do projeto de
investimento avaliado.
Para o gestor determinar se o projeto é rentável ou
não para a empresa, deverão ser comparadas a TIR
resultante do projeto e a TMA desejada pela
empresa.
X
VPL = 0
W

Y

Z

T

= TIR (%)

0

1

2

3

4

0

1

2

3

4

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EXEMPLO Exemplo: Um investimento tem as seguintes características: - custo inicial = $25.000,00 - vida
EXEMPLO
Exemplo: Um investimento tem as seguintes características:
- custo inicial = $25.000,00
- vida útil estimada = 5 anos
- valor residual = $5.000,00
- receitas anuais = $6.500,00
- TMA da empresa: 12% ao ano
Veja se o investimento é interessante para a empresa.

38

MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Solução: 11.500 6.500 6.500 6.500 6.500 0 1 2
MÉTODO DO VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
Solução:
11.500
6.500
6.500
6.500
6.500
0
1
2
3
4
5
VPL (12%) =
-25.000 + 6.500 (P/A; 12%; 4) + 11.500 (P/F; 12%; 5)
VPL (12%) = 1.268,18
Como VPL > 0, o investimento:
25.000

- é vantajoso (viável) economicamente, e

- rende mais do que 12% ao ano!

MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE) 11.500 6.500 6.500 6.500 6.500 0 1 2 3
MÉTODO DO VALOR UNIFORME EQUIVALENTE (VUE)
11.500
6.500
6.500
6.500
6.500
0
1
2
3
4
5
VPL (12%) =
-25.000 + 6.500 (P/A; 12%; 4) + 11.500 (P/F; 12%; 5)
VPL (12%) = 1.268,18
VUE (12%) = 1.268,18 (A/ P; 12%; 5)
VUE (12%) = 351,81
25.000
Como VUE > 0, o investimento:

- é vantajoso (viável) economicamente, e

- rende mais do que 12% ao ano!

MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) Solução: 11.500 6.500 6.500 6.500 6.500 0 1
MÉTODO DA TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)
Solução:
11.500
6.500
6.500
6.500
6.500
0
1
2
3
4
5
VPL (TIR) = 0
-25.000 + 6.500 (P/A; TIR; 4) + 11.500 (P/F; TIR; 5)= 0
TIR = 13,86% a.a.
25.000 Como TIR >= TMA, o investimento:
- é vantajoso e viável economicamente, e

- rende 13,86% a.a.

42 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL
42
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL
(PAY-BACK)
O período de pay-back é o tempo necessário para que o valor dos
fluxos de caixa previstos e acumulados seja igual ao valor inicialmente
investido. Ou seja, é o tempo que um projeto leva para se pagar.
A escolha de um projeto está ligada diretamente ao período de
retorno do capital mínimo exigido pela empresa, isto é, o ponto de
corte.
É um dos métodos mais simples de avaliação, porém ainda muito
utilizado pelas empresas, por incorporar riscos e proporcionar à
mesma, a escolha de projetos que retornam o capital investido o
quanto antes.
por incorporar riscos e proporcionar à mesma, a escolha de projetos que retornam o capital investido
43 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL
43
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL (PAY-BACK)
Exemplo:
2.500
3.333
A)
B)
3
10
10.000
10.000
Períodos
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Payback
Projeto A
(10.000,00)
3.333
3.333
3.334
-
-
-
-
-
-
-
3 anos

Projeto B

(10.000,00)

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

2.500

4 anos

44 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL
44
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
MÉTODO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL (PAY-BACK)
Pay-back com atualização:
TMA = 10% a.a.
2.500
3.333
A)
B)
3
10
10.000
10.000
A) -10.000 + 3.333 (P/F; 10%;1) + 3.333 (P/F; 10%; 2) +
n > 3, o investimento não se paga.
= 0

B) -10.000 + 2.500 (P/F; 10%;1) + 2.500 (P/F; 10%; 2) + n = 5,37 anos

= 0

45 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Métodos
45
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Métodos do VPL e VUE - VANTAGENS
1) São métodos baseados no fluxo de caixa dos investimentos;
2) Fazem uso do conceito do valor do dinheiro no tempo;
3) A decisão de investir ou não em um investimento reflete
exatamente as necessidades da empresa, e não
depende do julgamento arbitrário do gestor;
4) Incorporam no seu cálculo todo o fluxo de caixa do projeto;

5) Fornecem uma estimativa direta das mudanças na riqueza do acionista, derivadas do investimento realizado.

46 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Métodos
46
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Métodos do VPL e VUE - DESVANTAGENS
1)
Aparentam
ser
menos
palpáveis
para
os
envolvidos
no
processo de decisão;
2) Taxa de reaplicação dos fluxos de caixa envolvidos no projeto.
para os envolvidos no processo de decisão; 2) Taxa de reaplicação dos fluxos de caixa envolvidos
47 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Método
47
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Método da TIR - VANTAGENS
1) Apelo psicológico e intuitivo que a mesma proporciona = não
exige cálculo do custo de capital da empresa e é facilmente
interpretado;
2) Leva em consideração o valor do dinheiro no tempo;
3) Proporciona a eliminação da decisão subjetiva e baseada em
opiniões arbitrárias de gestores;
4) Baseia-se nos fluxos de caixa do projeto.
da decisão subjetiva e baseada em opiniões arbitrárias de gestores; 4) Baseia-se nos fluxos de caixa
48 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Método
48
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Método da TIR - DESVANTAGENS
1) Difícil de calcular;
2) Pode proporcionar múltiplas taxas internas de retorno;
3) Taxas de reinvestimento dos fluxos de caixa envolvidos.
2) Pode proporcionar múltiplas taxas internas de retorno; 3) Taxas de reinvestimento dos fluxos de caixa
49 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Método
49
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Método do pay-back - VANTAGENS
1) Simples cálculo e interpretação;
2) Incorpora na sua aplicação o risco envolvido no projeto;
3) Se descontado, pode levar em consideração o valor do
dinheiro no tempo.
aplicação o risco envolvido no projeto; 3) Se descontado, pode levar em consideração o valor do
50 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: Método
50
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
Método do pay-back - DESVANTAGENS
1) simples, não considera o valor do dinheiro no tempo;
2) Desconsidera os fluxos de caixa posteriores ao período de pay-
back;
3) Subjetividade, ligada ao ponto de corte.
2) Desconsidera os fluxos de caixa posteriores ao período de pay- back; 3) Subjetividade, ligada ao
51 MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS: MÉTODO
51
MÉTODOS EQUIVALENTES PARA AVALIAÇÃO
ECONÔMICA DE INVESTIMENTOS
ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS APRESENTADOS:
MÉTODO DO VPL
Adequado a investimentos que envolvam o curto prazo, ou que se
realizem num pequeno número de períodos.
MÉTODO DO VUE
Adequado a análises que envolvam atividades operacionais da
empresa, e especialmente para os investimentos que são
normalmente repetidos.
MÉTODO DA TIR
Permite uma maior transparência à análise de investimentos,
facilitando a comparação com índices gerais e/ ou setoriais.

MÉTODO DO PAY-BACK Somente como método complementar.

52 Depreciação Um equipamento, com o uso e o desgaste, tem seu valor diminuído. Com
52
Depreciação
Um equipamento, com o uso e o desgaste, tem seu valor diminuído.
Com o tempo, o valor do imobilizado vai decrescendo e, para
viabilizar sua reposição, torna-se necessário acumular uma reserva,
que permitirá no fim de certo tempo a aquisição de um novo
equipamento.
Essa reserva é denominada depreciação, e o tempo necessário
para repor o equipamento é chamado vida útil. Logo, a depreciação
não é uma quantia gasta, mas um ‘fundo de reserva’ que deverá
permitir à empresa realizar investimentos de reposição do seu ativo
fixo.
mas um ‘fundo de reserva’ que deverá permitir à empresa realizar investimentos de reposição do seu
53 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CONCEITO DE DEPRECIAÇÃO: Na prática, fora
53
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CONCEITO DE DEPRECIAÇÃO:
Na prática, fora as limitações impostas pela legislação do
Imposto de Renda, o que se faz é estimar o prazo ao longo do
qual se supõe que o bem terá uma utilização econômica, prazo
esse que é chamado de vida útil, reservando-se, no final de
períodos pré-determinados (geralmente o ano), quantias, cujos
valores são determinados através de diferentes métodos, e que
acumulam uma soma suficiente para a recomposição do bem
no fim de sua vida útil.
de diferentes métodos, e que acumulam uma soma suficiente para a recomposição do bem no fim
54 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CONCEITO DE VIDA ÚTIL Corresponde, em
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DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CONCEITO DE VIDA ÚTIL
Corresponde, em anos, ao tempo que em geral a
legislação estabelece para a sua depreciação fiscal.
Ex: Máquina comprada por R$ 100.000, depreciada a
10% a.a., significa que sua vida útil pela contabilidade é
de 10 anos!
Máquina comprada por R$ 100.000, depreciada a 10% a.a., significa que sua vida útil pela contabilidade
55 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CONCEITO DE VIDA ÚTIL A limitação
55
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CONCEITO DE VIDA ÚTIL
A limitação das taxas de depreciação em níveis baixos (vida útil
longa) provoca a descapitalização da empresa, numa
economia inflacionária. Nesse sentido, a substituição do
conceito de vida útil física pelo de vida útil econômica produz
a reposição geradora de progresso, permitindo a substituição
periódica dos equipamentos e um grau maior de aproveitamento
tecnológico. É por isso que, nos países industrializados, o
problema das depreciações é tratado com grande liberalismo,
permitindo maior aceleração das depreciações e,
consequentemente, maior desenvolvimento industrial.
liberalismo, permitindo maior aceleração das depreciações e, consequentemente, maior desenvolvimento industrial.
56 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CONCEITO DE VIDA ÚTIL EQUIPAMENTOS PRAZO
56
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CONCEITO DE VIDA ÚTIL
EQUIPAMENTOS
PRAZO DE DEPRECIAÇÃO
de uso geral
moderadamente especiais
especializados
altamente especiais
10 anos
05 anos
03 anos
01 ano
A vida útil de um bem poderá, ainda ser acelerada em função do seu grau de
utilização.
REGIME DE TRABALHO
Um turno de 8h
Dois turnos de 8h
COEF. MULTIPLICADOR
1,0
1,5

Três turnos de 8h

2,0

57 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO Existem diversos métodos
57
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO
Existem diversos métodos para calcular a depreciação anual de
um ativo. Entre estes métodos cabe mencionar-se os seguintes:
• Método Linear
• Método da Soma dos Dígitos
• Método da Soma Inversa dos Dígitos
• Método por Produção
• Método Exponencial
da Soma dos Dígitos • Método da Soma Inversa dos Dígitos • Método por Produção •
58 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO Método Linear É
58
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO
Método Linear
É o método utilizado pela contabilidade fiscal.
Consiste de um valor de depreciação constante para toda a
vida útil do ativo, idêntico de ano para ano, obtido a partir da
divisão do valor do equipamento pela vida útil.
Em consequência da inflação, tanto o valor do equipamento
como os valores acumulados da reserva, constituintes do fundo
de depreciação, deverão ser avaliados pelos índices fornecidos
pelo governo.
da reserva, constituintes do fundo de depreciação, deverão ser avaliados pelos índices fornecidos pelo governo.
59 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO Método Linear Para
59
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO
Método Linear
Para calcular o valor da depreciação deve-se dividir o valor de
compra do ativo pela sua vida útil estimada, ou multiplicar o
valor de compra pela taxa de depreciação do ativo:
Depreciação anual = Valor de compra do ativo
Vida útil contábil
ou
Depreciação anual = Valor de compra do ativo x Taxa depreciação
= Valor de compra do ativo Vida útil contábil ou Depreciação anual = Valor de compra
60 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO P (ANOS) SALDO
60
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO
P (ANOS)
SALDO ATUAL
DEPRECIAÇÃO
RESERVA ACUM.
Método Linear
0
100.000
-
0,00
1
90.000
10.000
10.000
P = 100.000
2
80.000
10.000
20.000
Taxa: 10%a.a.
3
70.000
10.000
30.000
4
60.000
10.000
40.000
D
= 100.000
10 anos
5
50.000
10.000
50.000
6
40.000
10.000
60.000
7
30.000
10.000
70.000
D
= 10.000/ano
8
20.000
10.000
80.000
9
10.000
10.000
90.000
10
0,00
10.000
100.000
61 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA NAS
61
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA NAS ANÁLISES
Assim como as pessoas físicas, uma empresa também deve
pagar imposto de renda e contribuição social sobre o resultado
de seu período!
O cálculo do pagamento do IR/CS no caso de uma análise de
investimento é:
Lucro do Período (LP) = Receitas (R) – Custos (C)
Imposto a pagar = LP x Alíquota IR/CS

Lucro real (L´) = (R – C) x (1- IR/CS)

62 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA NAS
62
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA NAS ANÁLISES
A legislação tributária (artigo 186 do Decreto nº 58.400, de 10 de
maio de 1966) permite que o valor atribuído à depreciação no
período seja computado como custo; isto é, para fins de
pagamento de imposto de renda.
Desta forma, o cálculo do pagamento do IR/CS no caso de uma
análise de investimento ficaria:
Lucro Tributável (LT) = Receitas (R) – Custos (C) – Depreciação (D)
Imposto Tributável (IT) = LT x Alíquota IR/CS
Tributável (LT) = Receitas (R) – Custos (C) – Depreciação (D) Imposto Tributável (IT) = LT
63 DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO IMPOSTO DE RENDA DEVE-SE CONSIDERAR O IMPACTO DO IMPOSTO
63
DEPRECIAÇÃO E O IMPACTO DO
IMPOSTO DE RENDA
DEVE-SE CONSIDERAR O IMPACTO DO IMPOSTO DE
RENDA E DA DEPRECIAÇÃO NO FC, POIS A
ANÁLISE DO PROJETO PODE FICAR DISTORCIDA,
PREJUDICANDO AS ESCOLHAS DA EMPRESA!!
RENDA E DA DEPRECIAÇÃO NO FC, POIS A ANÁLISE DO PROJETO PODE FICAR DISTORCIDA, PREJUDICANDO AS
64 M i  Q i  I = I   Ei Ebi ISBL
64
M
i
Q i 
I
=
I
Ei
Ebi
ISBL = f T f D f L I Ei
Q
bi
f T , f D , f L : fatores empíricos.
f T : transforma o preço de compra na região em que foi levantado no
preço de compra na região em que será construída a planta.
(considera frete, armazenamento, alfândega, etc.)
f D : transforma preço de compra levantado no ano A no preço de compra
no ano em que está sendo executado o projeto.
(utiliza Índices de Preços IC. Ex.: Ch.Eng. Cost Index)
f D = IC a / IC b (a: ano da avaliação; b: ano da tabela)
Exemplo:
preço tabelado em 1960: 1.350 $
preço estimado em 2000: 1.350 x (IC 2000 / IC 1960 ) = 1.350 (394/102) =
5.215 $
f L (fator de Lang): transforma preço de compra em custo instalado.

(inclui estrutura, pintura, instalação elétrica, instrumentação,

)

65 Correlações de Custo para Alguns Equipamentos Típico (Rudd & Watson) Equipamento IE b ($,
65
Correlações de Custo para Alguns Equipamentos Típico (Rudd & Watson)
Equipamento
IE b ($, 1961)
Faixa de Q
M
Q b
Sopradores
1
psi
360
70 cfm
70
- 1400
0,46
7
psi
6900
1400
1400
- 6000
0,35
Caldeira
9800
4000
4000 - 20000
0,67
Centrífugas
Aço carbono
Aço inoxidável
28700
40 in.(cesta)
40
- 66
0,81
43000
40
in.
40
- 66
0,63
Compressor de ar
80000
240
hp
240
- 2000
0,29
Cristalizador
22100
10
t/d
10
- 1000
0,63
Evaporadores
(película)
9200
4
ft2
4 - 9
0,24
11200
9
ft2
9 - 33
0,36
17900
33
ft2
33
- 66
0,55
Filtros-prensa
800
10
ft2
10
- 300
0,85
Trocadores de Calor
casco-e-tubo
tubos aletados
refervedor
1350
50
ft2
50
- 300
0,48
5400
700
700
- 3000
0,58
4070
400
400
- 600
0,25
Misturador
3900
15
hp
15
- 25
0,19
Vasos de pressão
(aço carbono)
Bombas centrífugas
(ligas)
1060
3000 lb
3000
- 6000
0,60
4830
30000 lb
30000 - 100000
0,80
1300
10
hp
10
- 25
0,68
2480
25
hp
25
- 100
0,86
Tanques
Aço carbono
Aço inoxidável
240
300
gal
300
- 1400
0,66
730
150
150
- 500
0,69
Projeto de Instalações Industriais Profª Adriene Artiaga Pfeifer 2013 Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Projeto de Instalações Industriais
Profª Adriene Artiaga Pfeifer
2013
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
ICTE - Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas
Departamento de Engenharia Química
Federal do Triângulo Mineiro ICTE - Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia Química