Вы находитесь на странице: 1из 19
3ª FASE DE REPARAÇÃO DOS INJETORES COMMON RAIL DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA
3ª FASE DE REPARAÇÃO DOS INJETORES COMMON RAIL DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA

3ª FASE DE REPARAÇÃO DOS INJETORES COMMON RAIL

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

1

INDICE 1. Introdução 2. Conceito de funcionamento dos injetores Common Rail 3. Características

INDICE

INDICE 1. Introdução 2. Conceito de funcionamento dos injetores Common Rail 3. Características

1.

Introdução

2.

Conceito de funcionamento dos injetores Common Rail

3.

Características técnicas construtivas dos injetores Common Rail Bosch

3.1.

Injetores Common Rail – Primeira Geração (CRI 1).

3.1.1. Cuidados específicos para procedimento de reparação CRI 1

3.2.

Injetores Common Rail – Segunda Geração (CRI 2.1).

3.2.1. Cuidados específicos para procedimento de reparação CRI 2.1

3.3. Injetores Common Rail – Segunda Geração (CRI 2.0 e CRI 2.2).

3.4. Injetores Common Rail – Segunda Geração (CRI 2.5).

4.

Características construtivas dos injetores CRIN

4.1. CRIN 1 e CRIN 1.6

 

4.2. CRIN 2

 

4.3. CRIN 2 e CRIN 3

5.

Pontos de Ajuste

5.1. Ajuste da força da mola (VFK)

5.2. Ajuste da distância da face da bobina à face do prato induzido (RLS)

5.3. Ajuste do curso da válvula (AH)

5.4. Ajuste da força da mola (DFK)

5.5. Ajuste do curso da agulha do injetor (DNH)

6.

Processo de manutenção para injetores CRI 1, CRI 2.0, CRI 2.2

7.

Processo de manutenção para injetores CRI 2.1

8.

Equipamentos e Ferramentais

8.1. Equipamentos

8.2. Ferramentais

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

2

1. INTRODUÇÃO A terceira fase de reparação dos injetores Common Rail permite uma avaliação técnica

1. INTRODUÇÃO

1. INTRODUÇÃO A terceira fase de reparação dos injetores Common Rail permite uma avaliação técnica precisa

A terceira fase de reparação dos injetores Common Rail permite uma avaliação técnica precisa das condições gerais em que os injetores usados se encontram.

Em função desta avaliação, é possível identificar quais componentes apresentam desgastes e necessitam de substituição.

Nesta terceira fase, é possível, após a substituição dos componentes, realizar o ajuste dos valores construtivos dos injetores seguindo os mesmos padrões definidos pelo processo de fabricação Bosch.

2. CONCEITO DE FUNCIONAMENTO DOS INJETORES COMMON RAIL

Cliente: - Bom dia! Gostaria de uma avaliação destes injetores. É possível?

Especialista: - Sim, hoje, com os procedimentos da terceira fase é possível avaliar e ajustar, se necessário, os injetores Common Rail de acordo com as suas características técnicas.

Cliente: - Não quero que desmonte os injetores!

Especialista: - Não será necessário. Primeiro faremos uma avaliação visual e depois, através dos procedimentos indicados pela Bosch, realizaremos dois testes, o primeiro será o teste eletrônico do curso da válvula dos injetores CRI e CRIN. Caso o curso da válvula esteja alterado, aí sim, o injetor deverá ser desmontado.

Cliente: - E se este valor não estiver alterado, o que será feito?

Especialista: - Aí faremos o teste hidráulico, chamado teste de estanqueidade, para checar se não há fuga de combustível. Se houver fuga de combustível o injetor será desmontado para reparo.

Para compreender os procedimentos de reparação da terceira fase é importante relembrar o processo de injeção nestes injetores.

A agulha do bico injetor é acionada indiretamente por um sistema de amplificação de força hidráulica.

Com a válvula fechada, a câmara da válvula e o duto do injetor estão sob a mesma pressão e agulha do bico é forçada contra seu assento por uma mola.

Quando o solenóide é energizado, a válvula abre o orifício de retorno, liberando a passagem do combustível para o retorno, e a pressão na cavidade da válvula cai bruscamente.

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

3

Saiba Mais! O orifício de alimentação evita a equalização completa da pressão. A pressão na
Saiba Mais! O orifício de alimentação evita a equalização completa da pressão. A pressão na

Saiba Mais! O orifício de alimentação evita a equalização completa da pressão.

A pressão na agulha do bico injetor supera a força da mola, permitindo que a agulha suba e que a injeção do combustível seja iniciada.

Quando o solenóide deixa de ser energizado, a válvula fecha o orifício de retorno, a pressão aumenta no êmbolo da válvula e a agulha do bico injetor fecha-se finalizando a injeção.

Para que volume e tempo de injeção estejam de acordo com o regime de trabalho do motor, são necessários ajustes muito precisos em vários pontos do injetor.

Estes ajustes são inicialmente realizados durante o processo de fabricação Bosch dos injetores Common Rail CRI e CRIN, de acordo com suas características técnicas construtivas.

3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CONSTRUTIVAS DOS INJETORES COMMON RAIL BOSCH

Os injetores Common Rail possuem características técnicas construtivas específicas que sofreram modificações decorrentes da evolução deste sistema e necessidades do mercado.

3.1. INJETORES COMMON RAIL – PRIMEIRA GERAÇÃO (CRI 1)

3.1. INJETORES COMMON RAIL – PRIMEIRA GERAÇÃO (CRI 1) 1. Arruela que ajusta a força da

1. Arruela que ajusta a força da mola da válvula (VFK)

2. Pino induzido

3. Anel de retenção

4. Placa induzida

5. Arruela que ajusta a distância da bobina a placa induzida (RLS)

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

4

6. Porca tensora da válvula 7. Bucha guia da placa induzida 8. Arruela que ajusta

6. Porca tensora da válvula

7. Bucha guia da placa induzida

8. Arruela que ajusta o curso da válvula (AH)

induzida 8. Arruela que ajusta o curso da válvula (AH) 3.1.1 CUIDADOS ESPECÍFICOS PARA PROCEDIMENTO DE

3.1.1 CUIDADOS ESPECÍFICOS PARA PROCEDIMENTO DE REPARAÇÃO CRI 1

Durante o processo de reparação do injetor CRI 1 é necessário atentar-se ao detalhe de que a placa induzida (4) só pode ser retirada após a remoção do anel de retenção (3), e para a desmontagem da válvula é necessário remover a porca tensora (6) com uma ferramenta especial.

Na área do bico injetor pode existir bucha de pressão (figura 1), ou bucha-guia (DGV) (figura 2):

de pressão (figura 1), ou bucha-guia (DGV) (figura 2): 1. Mola do bico injetor 2. Pistão

1. Mola do bico injetor

2. Pistão da válvula

3. Bucha de pressão que ajusta o curso da agulha

válvula 3. Bucha de pressão que ajusta o curso da agulha 1. Mola do bico injetor

1. Mola do bico injetor

2. Pistão da válvula

3. Bucha guia DGV

4. Pistão da válvula

5. Arruela de ajuste do curso da agulha DGV

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

5

3.2. INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.1) 1. Arruela que ajusta a distância
3.2. INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.1) 1. Arruela que ajusta a distância

3.2. INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.1)

3.2. INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.1) 1. Arruela que ajusta a distância da

1. Arruela que ajusta a distância da face da bobina a peça induzida (RLS)

2. Arruela que ajusta a força da mola da válvula (VFK)

3. Placa induzida

4. Arruela que ajusta o curso da válvula (AH)

5. Bucha guia da placa induzida

6. Porca tensora da válvula

3.2.1.

CUIDADOS

ESPECÍFICOS

PARA

PROCEDIMENTO

DE

REPARAÇÃO

CRI 2.1

PARA PROCEDIMENTO DE REPARAÇÃO CRI 2.1 Ao contrário do procedimento do injetor CRI1, o injetor CRI

Ao contrário do procedimento do injetor CRI1, o injetor CRI 2.1 permite que a peça induzida (3), juntamente com a bucha guia (5), sejam removidas sem soltar a porca tensora da válvula (6).

Após retirar estas peças a porca tensora da válvula é facilmente removida.

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

6

3.3 INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.0) E (CRI 2.2) 1- Arruela que
3.3 INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.0) E (CRI 2.2) 1- Arruela que

3.3 INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.0) E (CRI 2.2)

COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.0) E (CRI 2.2) 1- Arruela que ajusta a força

1- Arruela que ajusta a força da mola da válvula (VFK) 2- Pino induzido 3- Luva de bloqueio 4- Anel de retenção 5- Placa induzida 6- Arruela que ajusta a distância da bobina a placa induzida (RLS) 7- Porca tensora da válvula 8- Bucha guia da placa induzida 9- Arruela que ajusta o curso da válvula (AH)

4.4. INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.5 MV)

INJETORES COMMON RAIL – SEGUNDA GERAÇÃO (CRI 2.5 MV) DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

7

1. Peça induzida 2. Pinos fixos 3. Assento da válvula O injetor CRI 2.5 MV
1. Peça induzida 2. Pinos fixos 3. Assento da válvula O injetor CRI 2.5 MV

1. Peça induzida

2. Pinos fixos

3. Assento da válvula

1. Peça induzida 2. Pinos fixos 3. Assento da válvula O injetor CRI 2.5 MV (válvula

O injetor CRI 2.5 MV (válvula magnética) devido ao seu design, possui o curso da peça induzida reduzido pela metade, proporcionando tempos de atracamento mais rápidos.

Nesta aplicação a pressão compensada na válvula solenóide é dividida para não haver nenhuma força axial sobre a sua peça induzida (1).

4. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS DOS INJETORES CRIN.

4.1. CRIN 1 E CRIN 1.6

CONSTRUTIVAS DOS INJETORES CRIN. 4.1. CRIN 1 E CRIN 1.6 1. Pino induzido 2. Prato induzido

1. Pino induzido

2. Prato induzido

3. Mola

4. Anel de retenção superior

5. Anel de retenção inferior

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

8

Observe que nestas aplicações CRIN 1 e 1.6 a estrutura da válvula permite ser desmontada
Observe que nestas aplicações CRIN 1 e 1.6 a estrutura da válvula permite ser desmontada

Observe que nestas aplicações CRIN 1 e 1.6 a estrutura da válvula permite ser desmontada utilizando ferramenta especial.

4.2. CRIN 2

Existem injetores da geração CRIN 2 com característica construtiva cuja a peça induzida é constituída de um só corpo.

cuja a peça induzida é constituída de um só corpo. 1. Corpo induzido DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

1. Corpo induzido

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

9

4.3. CRIN 2 E CRIN 3 Existem injetores CRIN da geração 2 e 3 que

4.3. CRIN 2 E CRIN 3

Existem injetores

CRIN

da

geração 2

e

4.3. CRIN 2 E CRIN 3 Existem injetores CRIN da geração 2 e 3 que possuem

3 que possuem como característica

construtiva, a peça induzida desmontável,

o que permite atender de maneira mais

eficiente à solicitações de tempo e volume de injeção.

 
à solicitações de tempo e volume de injeção.   1. Pino induzido 2. Prato induzido 3.

1. Pino induzido

2. Prato induzido

3. Mola

4. Anel de retenção

5. PONTOS DE AJUSTE

Os injetores Common Rail, independentemente do modelo CRI ou CRIN, possuem pontos de ajuste. Estes pontos de ajuste permitem ao especialista ajustar medidas importantes que garantem o funcionamento do injetor dentro dos padrões estabelecidos pela Bosch.

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

10

1 2 3 4 5 SLIDES 51 e 52 1. Arruela de Ajuste: Ajuste da
1 2 3 4 5 SLIDES 51 e 52 1. Arruela de Ajuste: Ajuste da
1 2 3 4 5
1
2
3
4
5

SLIDES 51 e 52

1. Arruela de Ajuste: Ajuste da força da mola (VFK)

2. Arruela de Ajuste: Ajuste da distância da face da bobina à face do prato induzido (RLS)

3. Arruela de Ajuste: Ajuste do curso da válvula (AH)

4. Arruela de Ajuste: Ajuste da força da mola (DFK)

5. Bucha de Ajuste: Ajuste do curso da agulha do injetor (DNH)

5.1. AJUSTE DA FORÇA DA MOLA (VFK) O ajuste da força da mola (VFK) deve ser realizado quando houver a substituição dos seguintes componentes:

1. Solenóide

2. Mola

3. Peça induzida (pino e prato induzido)

4. Esfera e da base

5. Válvula

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

11

5.2. AJUSTE DA DISTÂNCIA DA FACE DA BOBINA À FACE DO PRATO INDUZIDO (RLS) O
5.2. AJUSTE DA DISTÂNCIA DA FACE DA BOBINA À FACE DO PRATO INDUZIDO (RLS) O
5.2. AJUSTE DA DISTÂNCIA DA FACE DA BOBINA À FACE DO PRATO INDUZIDO (RLS) O

5.2. AJUSTE DA DISTÂNCIA DA FACE DA BOBINA À FACE DO PRATO INDUZIDO (RLS) O ajuste da distância da face da bobina à face do prato induzido (RLS) deve ser realizado quando houver a substituição dos seguintes componentes:

1. Solenóide

2. Injetor

3. Peça induzida (pino e prato induzido)

4. Esfera e base

5. Válvula

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

12

5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH) O ajuste do curso da válvula (AH) deve
5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH) O ajuste do curso da válvula (AH) deve
5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH) O ajuste do curso da válvula (AH) deve
5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH) O ajuste do curso da válvula (AH) deve
5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH) O ajuste do curso da válvula (AH) deve

5.3. AJUSTE DO CURSO DA VÁLVULA (AH)

O ajuste do curso da válvula (AH) deve ser realizado quando houver substituição dos

seguintes componentes:

1. Peça induzida (pino e prato induzido)

2. Válvula

3. Esfera e da base

(pino e prato induzido) 2. Válvula 3. Esfera e da base 5.4. AJUSTE DA FORÇA DA
(pino e prato induzido) 2. Válvula 3. Esfera e da base 5.4. AJUSTE DA FORÇA DA

5.4. AJUSTE DA FORÇA DA MOLA (DFK)

O ajuste da força da mola (DFK) deve ser realizado quando houver substituição dos

seguintes componentes:

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

13

1. Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Mola 4. Bucha guia (DGV) 5.5. AJUSTE

1. Corpo do injetor

2. Bico injetor

3. Mola

4. Bucha guia (DGV)

Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Mola 4. Bucha guia (DGV) 5.5. AJUSTE DO CURSO
Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Mola 4. Bucha guia (DGV) 5.5. AJUSTE DO CURSO

5.5. AJUSTE DO CURSO DA AGULHA DO INJETOR (DNH) O ajuste do curso da agulha do injetor (DNH) deve ser realizado quando houver substituição dos seguintes componentes:

1. Corpo do injetor

2. Bico injetor

3. Válvula

componentes: 1. Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Válvula DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH
componentes: 1. Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Válvula DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH
componentes: 1. Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Válvula DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH
componentes: 1. Corpo do injetor 2. Bico injetor 3. Válvula DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

14

Importante! Nos injetores CRI 2.0 e 2.2 se faz necessário ajustar o excesso de curso,
Importante! Nos injetores CRI 2.0 e 2.2 se faz necessário ajustar o excesso de curso,

Importante! Nos injetores CRI 2.0 e 2.2 se faz necessário ajustar o excesso de curso, através do anel de retenção, quando houver substituição da peça induzida (pino e prato induzido).

substituição da peça induzida (pino e prato induzido). 6. PROCESSO DE MANUTENÇÃO PARA INJETORES CRI 1,

6. PROCESSO DE MANUTENÇÃO PARA INJETORES CRI 1, CRI 2.0 E CRI 2.2

O terceiro conceito de reparação define o processo de manutenção para os injetores Common Rail.

Observe que, de acordo com o fluxograma abaixo, a primeira avaliação a ser realizada nestes tipos de injetores usados é a verificação eletrônica do curso da válvula (AHE). Caso o valor encontrado esteja dentro da tolerância indicada no programa de reparação CRR 920, prosseguir com a realização do teste hidráulico (estanqueidade).

Se o valor encontrado no decorrer da verificação eletrônica do curso da válvula (AHE) não estiver dentro da tolerância indicada no programa de reparação CRR 920, o especialista deverá desmontar o injetor Common Rail.

920, o especialista deverá desmontar o injetor Common Rail. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

15

1 2 3 4 5 Atenção! Durante o procedimento do teste hidráulico, os pontos que
1 2 3 4 5 Atenção! Durante o procedimento do teste hidráulico, os pontos que
1 2 3 4 5
1
2
3
4
5

Atenção! Durante o procedimento do teste hidráulico, os pontos que podem comprometer a estanqueidade e por isso devem ser avaliados com atenção no injetor são:

1. Sede da válvula

2. Anel de vedação da válvula

3. Corpo do pistão da válvula

4. Corpo da agulha do bico injetor

5. Sede de vedação da agulha do bico injetor

7. PROCESSO DE MANUTENÇÃO PARA INJETORES CRI 2.1

Os procedimentos de ajustes para os injetores CRI e CRIN são semelhantes na maioria dos passos, mas existem algumas características construtivas diferentes de acordo com a geração de cada injetor Common Rail.

de acordo com a geração de cada injetor Common Rail. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

16

Foram criados procedimentos específicos de calibração e medição para a reparação da terceira fase, de
Foram criados procedimentos específicos de calibração e medição para a reparação da terceira fase, de

Foram criados procedimentos específicos de calibração e medição para a reparação da terceira fase, de acordo com as características técnicas de cada injetor Common Rail.

Existem dois programas básicos que foram desenvolvidos para a realização destes procedimentos:

- Programa CRR 920, no qual estão armazenados os dados de calibração e medição para cada tipo de injetor Common Rail com válvulas magnéticas.

- Programa CRR 320, responsável pela calibração e uso do torquímetro digital CRR

320.

Observação: O programa CRR 920 informa quais as ferramentas e procedimentos necessários para realizar a calibração e medição de cada procedimento.

8. EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAIS

São necessários alguns equipamentos e ferramentais para realizar a terceira fase de reparação dos injetores Common Rail.

8.1 EQUIPAMENTOS:

CRR 120 – Equipamento de teste pneumático: Utilizado para os procedimentos de medição juntamente com o relógio comparador digital e tem a função de tornar as medições mais precisas.

e tem a função de tornar as medições mais precisas. CRR 220 – Equipamento pulsador: Utilizado

CRR 220 – Equipamento pulsador: Utilizado para realizar o teste eletrônico do curso da válvula.

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

17

CRR 420 – Relógio Comparador Digital Milesimal: Utilizado para efetuar a leitura dos procedimentos de
CRR 420 – Relógio Comparador Digital Milesimal: Utilizado para efetuar a leitura dos procedimentos de
CRR 420 – Relógio Comparador Digital Milesimal: Utilizado para efetuar a leitura dos procedimentos de

CRR 420 – Relógio Comparador Digital Milesimal: Utilizado para efetuar a leitura dos procedimentos de calibração e medição.

a leitura dos procedimentos de calibração e medição. CRR320 Torquímetro Digital: Utilizado para realizar os

CRR320 Torquímetro Digital: Utilizado para realizar os torques durante os procedimentos de calibração e medição.

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

18

8.2. FERRAMENTAL Maletas com arruelas de ajustes DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA
8.2. FERRAMENTAL Maletas com arruelas de ajustes DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA
8.2. FERRAMENTAL Maletas com arruelas de ajustes DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA

8.2. FERRAMENTAL

Maletas com arruelas de ajustes

8.2. FERRAMENTAL Maletas com arruelas de ajustes DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA

DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PARA ROBERT BOSCH LIMITADA http://www.superprofissionaisbosch.com.br

19