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IFBA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

VITÓRIA DA CONQUISTA

Alunos:

Ruan Sales Iasmin Moreira Caren Trancoso Salmen Bukzem

Turma: 2131

Disciplina: Eletrônica Analógica

Professor: Kenedy Marconi

AMPLIFICADOR OPERACIONAL

25 de NOVEMBRO

2013

Sumário

1. Introdução

3

2. Amplificador Operacional

4

2.1 Amplificador Inversor

6

2.2 Amplificador Não-Inversor

6

2.3 Amplificador Somador

7

2.4 Amplificador Diferencial ou Subtrator

7

3. Conclusão

8

4. Referências Bibliográficas

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3

Introdução

Amplificadores operacionais são dispositivos com bastante uso no ramo da eletrônica, considerados fundamentais para a construção de circuitos analógicos. Sua função inicial, logo que foi lançado na década de 40, era realizar operações matemáticas que eram fundamentais para a computação analógica da época. Com o passar do tempo, esse dispositivo sofreu varias melhorias se destacando entre os componentes eletrônicos. Atualmente, o mercado dispõe de milhares de modelos de amplificadores operacionais, com um baixo custo e uma alta confiabilidade e praticidade que podem executar as mais variadas funções utilizando de poucos componentes

externos.

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Amplificadores Operacionais

O Amplificador Operacional é constituído de uma série de transístores,

diodos, capacitores e resistores, formando assim um arranjo complexo. São basicamente parte de circuitos, utilizados como conversor digital-analógico e amplificadores de instrumentação.

digital-analógico e amplificadores de instrumentação. Figura 2.1 Amplificador operacional típico um

Figura 2.1 Amplificador operacional típico

um

encapsulamento de oito pinos em duas linhas. Na Figura 2.2, o terminal 8 não

é utilizado. Os terminais 1 e 5 também não possuem muita relevância no tocante a este trabalho. Os terminais que nos interessam são:

A

Figura

2.1

ilustra

um

amplificador

comum,

formado

por

A Figura 2.1 ilustra um amplificador comum, formado por Figura 2.2 1. Entrada inversora: terminal 2.

Figura 2.2

1. Entrada inversora: terminal 2.

2. Entrada não inversora: terminal 3.

3. Saída: terminal 6.

4. Alimentação positiva V + : terminal 7.

5. Alimentação negativa V - : terminal 4.

A simbologia para o Amp-OP se encontra na Figura 2.3, onde +V cc

equivale ao terminal 7, -V cc ao terminal 4, V o ao terminal de saída, V + representa a entrada não inversora e V - à inversora. As entradas são marcadas com (+) e (-) para sinalizar a não inversora e inversora, respectivamente. De tal maneira, uma entrada aplicada ao terminal não inversor terá a mesma polaridade na saída, assim como uma entrada aplicada ao terminal inversor terá polaridade oposta.

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5 Figura 2.3 O Amp-OP deve ser alimentado por uma fonte de tensão, representado na Figura

Figura 2.3

O Amp-OP deve ser alimentado por uma fonte de tensão, representado na Figura 2.4. A Figura 2.5 por sua vez, mostra um circuito equivalente ao amplificador operacional, onde a seção de saída é controlada por uma tensão em série com uma resistência de saída. O Amp-OP sente a diferença entre os dois terminais de entrada, multiplica por um ganho A e faz com que a tensão resultante chegue à saída.

ganho A e faz com que a tensão resultante chegue à saída. Figura 2.4 Figura 2.5
ganho A e faz com que a tensão resultante chegue à saída. Figura 2.4 Figura 2.5

Figura 2.4

Figura 2.5

A é chamado de ganho de tensão de malha aberta, ou seja, é o ganho do Amp-OP sem a realimentação externa da saída para a entrada. Compreender o que significa a realimentação de um Amp-OP é essencial para o entendimento de circuitos com amplificadores. Temos a amplificação negativa e positiva.

Realimentação Negativa: a saída é

amostrada e parte dela retorna à entrada inversora. O sinal de retorno é combinado

com a entrada original e assim tem-se uma relação saída/entrada definida e estável.

Figura 2.6 Realimentação Negativa
Figura 2.6 Realimentação Negativa

Aplicações típicas do Amp-OP com realimentação negativa são: filtros ativos, retificadores de precisão, inversores, não inversores, buffers, integradores e diferenciadores, somadores e subtratores, etc.

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6 Figura 2.7  Realimentação Positiva: assemelha-se à realimentação negativa , entretanto, parte do sinal de

Figura 2.7

Realimentação Positiva: assemelha-se

à realimentação negativa, entretanto, parte do sinal de saída volta à entrada não inversora. Esta realimentação acarreta alguns inconvenientes como instabilidade do circuito.

Algumas aplicações comuns do amplificador com realimentação positiva são: osciladores, comparadores com histerese e osciladores. Uma limitação prática do Amp-OP é que a magnitude da tensão de saída não pode exceder |V cc |, ou seja, a tensão de saída é dependente e limitada pela tensão de alimentação.

Amplificador Inversor

Figura 2.8
Figura 2.8

O amplificador inversor é o circuito com Amp-OP mais básico. Usa uma realimentação negativa para estabilizar o ganho de tensão total. O motivo pelo qual se faz necessária tal estabilização desse ganho é devido a A vol ser demasiado alto e instável para

utilizá-lo sem uma forma de realimentação. Por exemplo, o 741C tem um A vol

mínimo de 20.000 e máximo de 200.000.

Amplificador Não-Inversor

O amplificador não-inversor é um outro circuito básico com Amp-OP. Por sua vez, este utiliza realimentação negativa para estabilizar o ganho de tensão total. Usando este tipo de amplificador, a realimentação negativa também aumenta a impedância de entrada e diminui a impedância de saída.

a realimentação negativa também aumenta a impedância de entrada e diminui a impedância de saída. Figura

Figura 2.9

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Amplificador Somador

7 Amplificador Somador Figura 2.10 (a) Amplificador somador inversor Figura 2.10 (b) Amplificador somador não-inversor

Figura 2.10 (a) Amplificador somador inversor

Somador Figura 2.10 (a) Amplificador somador inversor Figura 2.10 (b) Amplificador somador não-inversor Sempre

Figura 2.10 (b) Amplificador somador não-inversor

Sempre que for preciso combinar dois ou mais sinais analógicos em uma única saída, o amplificador somador é a melhor opção. Ele pode ter quantas entradas forem necessárias para a aplicação. O ganho de cada canal ou entrada é dado pela razão entre a resistência de realimentação e a resistência de entrada desejada. O circuito somador combina com todos os sinais de entrada em uma única saída. A tensão de entrada é multiplicada pelo ganho do canal correspondente e os valores são somados originando a saída total. O mesmo resultado se aplica a qualquer número de entradas.

Amplificador Diferencial ou Subtrator

número de entradas. Amplificador Diferencial ou Subtrator Figura 2.11 Este circuito proporciona uma tensão de saída

Figura 2.11

Este circuito proporciona uma tensão de saída igual à diferença entre os sinais aplicados, multiplicados por um ganho.

Desta forma temos que:

V o =R 2 /R 1 (V 2 -V 1 )

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Conclusão

Os amplificadores operacionais ou Amp-OP têm várias aplicações e podem ser combinados com os mais variados circuitos. Algumas de suas aplicações são os circuitos diferenciadores e integradores, que possuem características variadas e características que devem ser observadas, como em alguns casos de desequilíbrio de frequência, para melhor resultado em determinada aplicação.

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Referências Bibliográficas

1. Alexander, Charles K. e Sadiku, Matthew N. O. Fundamentos de Circuitos

Elétricos. [trad.] Gustavo Guimarães Parma. Porto Alegre : Bookman, 2003.

2. Silva, Clodoaldo. Amplificadores Operacionais I. s.l. : Clube da Eletrônica,

2012.

3. Malvino, Albert e Bates, David J. Eletrônica. [trad.] José Lucimar do Nascimento. 7. s.l. : Bookman, 2007. Vol. 2.