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Publicação online semanal com sede em Vila Velha de Ródão DirecçãoDirecçãoDirecçãoDirecção dededede J.J.J.J.

Publicação online semanal com sede em Vila Velha de Ródão

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Nº. 119 de 07 de Novembro de 2013 – Neste número: 12 Páginas – Gratuito

EditorialEditorialEditorialEditorial

EditorialEditorialEditorialEditorial Mendes Serrasqueiro Já demos o devido relevo a mais uma realização que decorreu em

Mendes

Serrasqueiro

Já demos o devido relevo a

mais uma realização que

decorreu em Vila Velha de Ródão, com receita a reverter a favor dos Bombeiros Voluntários desta terra. Artistas (excelentes) e voluntários (homens e senhoras) particularmente muitos jovens, todo o

“mundo” arregaçou as man-

gas, uns na confecção dos alimentos para um bom jan-

tar, outros no desenvolvido serviço de mesas, como que acudindo ao toque de um clarim ou de um tambor que se repercutiram a

favor dos “Soldados da Paz”. Muitas dezenas de pessoas disseram presente e com um sorriso naturalmente cativante, quase que seguindo o exemplo dos Bombeiros quando acorrem ao soar da sinistra sirene que os convida a seguirem para missões das quais raramente sabem se irão voltar Nessa bela noite de solida-

riedade alguns faltaram. Os “Soldados da Paz” compre- enderam o porquê. A crise não se compadece da vontade de muitos mais que desejariam estar presentes

mas

não puderam!

FalaFalarFalaFalarrr claroclaroclaroclaro

não puderam! FalaFalarFalaFalarrr claroclaroclaroclaro Escreveu: CÉSAR AMARO Q uem pensava e esperava que no
não puderam! FalaFalarFalaFalarrr claroclaroclaroclaro Escreveu: CÉSAR AMARO Q uem pensava e esperava que no

Escreveu: CÉSAR AMARO

claroclaroclaroclaro Escreveu: CÉSAR AMARO Q uem pensava e esperava que no decorrer de quási quarenta

Quem pensava e esperava que no decorrer de quási quarenta anos, após o 25 de Abril de 1974, iria viver num regime democrático, que tão intensamente foi proclamado, verifica agora, que a cada dia que passou, tal situação não passou de uma grande desilusão. Foram implantados os famigerados Governos Provisórios que destruíram toda a economia nacional, originada pelas nacionalizações, entre outras, o tecido empresa- rial, fonte que mantinha o desenvolvimento e sustentava os postos de trabalho.

e

Continua na página seguinte

os postos de trabalho. e Continua na página seguinte João Paulo Catarino Preside ao Conselho da

João Paulo Catarino

Preside ao Conselho da Comunidade Intermunicipal

Luís Miguel Pereira e António Luís Soares são vice-presidentes

Joaquim Morão será Secretário Executivo

João Paulo Catarino, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova vai presidir ao Conselho da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa. Luís Miguel Pereira e António Luís Soares, presidentes das autarquias de Vila Velha de Ródão e Penamacor, respectivamente, serão vices- presidentes daquele órgão, e Joaquim Morão, ex-presidente da C.M. de Castelo Branco, será o secretário Executivo. Ler na página 11

Fotos:

-António Soares - Luís Pereira -Joaquim Morão

Branco, será o secretário Executivo. Ler na página 11 Fotos: - António Soares - Luís Pereira
Branco, será o secretário Executivo. Ler na página 11 Fotos: - António Soares - Luís Pereira
Branco, será o secretário Executivo. Ler na página 11 Fotos: - António Soares - Luís Pereira

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FalarFalarFalarFalar claroclaroclaroclaro

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Continuação da 1ª. página

Alterou-se o regime e sucederam os Governos Constitucionais, que apesar da tentativa de repor a normalidade, para recuperar o funcionamento normal do País, se depararam com enormes dificuldades, para que tal objectivo fosse alcançado. Contudo, o sistema foi melhorando; a produtividade e a economia foram crescendo e os postos de trabalho foram-se recuperando. Registe-se a este propósito que nas primeiras duas décadas os Portugueses estariam convencidos que desfrutavam de uma vivência considerada normal. Porém, infelizmente, tal situação não passou de uma realidade diferente, na medida em que, na última década o País entrou num estado de preocupação e desmoronamento acentuado, proveniente das más gestões, lideradas pelos governos, em alternância do PS; PSD, e CDS. Surge a crise mundial, atingindo fortemente os Países de toda a Europa. Portugal entra em colapso. A produtividade baixa, decresce o desenvolvimento, a economia é afectada, perdendo-se a competitividade com outros países. Portugal entra em rutura financeira, estando à beira da bancarrota, motivada em grande parte pela gestão danosa do Governo Socialista. Por força de circunstância surge o Governo PSD em coligação com o CDS, que herdou uma situação penosa. Portugal não tem outra alternativa que não seja de recorrer ao financiamento de credores externos, o que se verificou através da assinatura do memorandum de compromisso entre o PS; PSD, e CDS., surgindo daí a “encantadora” Troika. Não obstante o Governo instituído, na sua campanha eleitoral, prometeu ao Povo Português que não aumentaria impostos, manteria as mesmas regalias, particularmente aos trabalhadores. Pura imaginação. Procedeu precisamente ao contrário. Impôs o mais severo regime de austeridade, penalizando os que menos podem, levando à pobreza, à miséria e ao desespero da maioria do Povo Português, que aliás, são tratados como meros números e não como pessoas. Está a impor o despedimento dos trabalhadores da função pública; aumenta impostos indiscriminadamente; corta nas pensões de sobrevivência e nas pensões de reforma oriundas da CGA. A dívida soberana em vez de diminuir, vai crescendo, o que porventura levará a mais um resgate financeiro. A conclusão a que se chegou é que o Povo Português vive cada vez com mais dificuldades, sem grande esperança de alcançar melhores dias. O desnorte que se vive no País é de tal forma visível que alguns Órgãos de Soberania já se acusam mutuamente do seu mau funcionamento, com a agravante do Governo em funções passar os dias na acusação à Oposição, com grande destaque para o Partido Socialista de provocar a destabilização do País, iludindo os Portugueses com promessas falsas – será caso para perguntar quem ilude mais, o Governo ou a Oposição – e por fim a descoberta do Vice-Primeiro-Ministro Paulo Portas para a Reforma do Estado. O documento é de tal forma extenso que certamente poucos Portugueses o poderão entender e avaliar. Já se fala em alterar a Constituição Portuguesa. Será que é para pôr fim à DEMOCRACIA? Será para implantar um novo Regime!

CésarCésarCésarCésar Amaro.Amaro.Amaro.Amaro.

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Juiz Rui Teixeira recusa escritos ao abrigo do “Acordo Ortográfico” Embora especialistas continuem divididos sobre

Juiz Rui Teixeira recusa escritos ao abrigo do “Acordo Ortográfico”

recusa escritos ao abrigo do “Acordo Ortográfico” Embora especialistas continuem divididos sobre o Acordo
recusa escritos ao abrigo do “Acordo Ortográfico” Embora especialistas continuem divididos sobre o Acordo

Embora especialistas continuem divididos sobre o Acordo Ortográfico, na agenda do Conselho

Superior de Magistratura consta a recusa do juiz Rui Teixeira em trabalhar com documentos

escritos ao abrigo do acordo ortográfico. Publicamente contra o novo acordo, o magistrado do

tribunal de Torres Vedras obrigou, sob ameaça de coima, os serviços do Ministério da Justiça

a reescreverem o relatório social de um detido, por forma a serem ‘corrigidos’ os “erros

ortográficos” e sustentando que os tribunais não deviam estar obrigados a respeitar a

resolução do Conselho de Ministros, que determina a adopção das novas regras em todos os

serviços da Administração Pública. O jornal Público conta que, em Abril, o juiz Rui Teixeira

escreveu que "nos tribunais, pelo menos neste [de Torres Vedras], os factos não são fatos, as

actas não são uma forma do verbo atar, os cágados continuam a ser animais e não algo

malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário".

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Pag. 3 SERTÃ - Conhecer a Diabetes No próximo dia 17 deste mês o Município da
Pag. 3 SERTÃ - Conhecer a Diabetes No próximo dia 17 deste mês o Município da
Pag. 3 SERTÃ - Conhecer a Diabetes No próximo dia 17 deste mês o Município da

SERTÃ - Conhecer a Diabetes

No próximo dia 17 deste mês o Município da Sertã promove o evento “Conhecer a Diabetes”, em parceria com o Centro de Saúde da Sertã, Bombeiros Voluntários da Sertã, Menarini Diagnósticos, Agrupamento 170 do Corpo Nacional de Escutas, Associação de Pais e Amigos dos Escuteiros da Sertã, Farmácia Lima da Silva e Farmácia Patrício.

A concentração dos participantes realiza-se junto à Casa do Escuteiro, na Alameda da Carvalha, Sertã, às 9h00, onde decorrerão diversos rastreios de saúde. Às 10h00 inicia-se a segunda edição da “Caminhada pela Diabetes” e cerca das 13h00 realiza-se o almoço na Casa do Escuteiro. Às 15h00 inicia-se o colóquio na Casa da Cultura da Sertã, sendo moderador João Marques dos Santos, com as seguintes intervenções: “A prevalência e o conceito da Diabetes” (Márcia Alves); “Uma outra abordagem da Diabetes” (Cecília Farinha); “Qual o papel da alimentação no controlo da Diabetes (Vera Dias); e “A importância da prática de actividade física na Diabetes” (Rui Lourenço).

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As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas até ao dia 12 na Câmara Municipal da Sertã, Casa da Cultura da Sertã, Casa do Escuteiro – Associação de Pais e Amigos dos Escuteiros da Sertã, Farmácia Lima da Silva e Farmácia Patrício. A participação no almoço tem um custo de 3€.

Os participantes deverão vestir uma camisola azul, estando à venda, no local, t-shirts azuis evocativas do Dia da Diabetes, cujo valor (5€) reverterá a favor da Associação de Pais e Amigos dos Escuteiros da Sertã.

SÃO MIGUEL D’ ACHA

São Miguel d’ Acha recebe este fim-de- semana, dias 9 e 10, a quarta edição do Festival dos Vinhos e Licores, nomeadamente uma feira de produtos regionais que inclui ainda muitas atracções e oferece boas perspectivas para atrair muitos visitantes.

e oferece boas perspectivas para atrair muitos visitantes. O evento, segundo noticia o Diário Digital de

O evento, segundo noticia o Diário Digital de Castelo Branco, é organizado pela Junta de

Freguesia de São Miguel d’ Acha em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e tem inauguração prevista para as 14h00 de Sábado. Funcionarão as tradicionais “Tasquinhas” e o certame contará ainda com a animação dos grupos de percussão e gaita-de-foles “Tok'Avacalhar” e de Concertinas “Farra da Cortiçada”. Pelas 16h00 sobe ao palco o “Grupo

de Cantares Tradicionais de São Miguel d’ Acha”, e, cerca das 17h00, actuará o Grupo “Adufes

e Cantares de Oledo”. A tarde prosseguirá com um momento de “live cooking” com o Chef

António Sequeira, da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, que vai preparar iguarias com fusão de vinhos e produtos tradicionais. Entretanto, o Sábado termina com a actuação de “Pedro Mestre & Campaniça Trio” e a animação musical do Dj Viktor Saint.

O Domingo inicia-se com o percurso pedestre “Rota das Vindimas”, pelas 8h30m (inscrições –

277937252/ 961589262). Hora e meia depois abre a Feira de Vinhos, Licores e Produtos Regionais com arruada pelo grupo “Pifaradas e Zabumbadas”, de Álvaro Pessoa, continuando o programa, às 15h00 com o IV Concurso de Vinhos e Licores, orientado pela Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, e, pelas 16h00, será a hora do Magusto Tradicional com prova de jeropigas. Na altura actuará o grupo “Moda Mãe”. Finalmente, à noite, pelas 21h00 haverá Fados e Guitarradas com as vozes de Valéria Carvalho, Luís Capão e Teresa Tapadas, encerrando o festival com a entrega de prémios aos produtores do melhor vinho e do melhor licor apresentado no certame.

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Pag. 4 Portugueses só querem gastar 114 euros em prendas de Natal Um inquérito bastante curioso
Pag. 4 Portugueses só querem gastar 114 euros em prendas de Natal Um inquérito bastante curioso
Pag. 4 Portugueses só querem gastar 114 euros em prendas de Natal Um inquérito bastante curioso

Portugueses só querem gastar 114 euros em prendas de Natal

Portugueses só querem gastar 114 euros em prendas de Natal Um inquérito bastante curioso revela que

Um inquérito bastante curioso revela que este ano o cinto do Pai Natal está cada vez mais apertado

E segundo um recente inquérito, os portugueses

têm já traçadas as suas metas para o Natal. Não

gastar mais de 114 euros, dar presentes apenas a quatro pessoas e não gastar dinheiro consigo próprio, a não ser que necessite de um novo

A meta já está definida: em média

cada português pretende gastar cerca de 114 euros com presentes de Natal e não se inclui nessa lista. No que toca ao número de pessoas que irão receber um presente, este ano serão só quatro, com uma média de 29 euros por cada oferta. De acordo com o tal inquérito, as compras em loja continuam a ser as preferidas, porque os cartões de crédito estão fora dos planos. Mas, mesmo assim, (talvez indo ao Chinês) os portugueses já estabeleceram um limite de gastos pelo Natal: 260 euros! No inquérito não foi revelado quais os cidadãos portugueses que poderão dispor de 260 euros este Natal!

smartphone

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A TAP com voo directo para

novas cidades brasileiras em

2014

O vice presidente da TAP, Luiz Mór, anunciou que

a partir de 3 de Junho de 2014, vai começar a ser

feito o primeiro voo directo de Lisboa-Manaus-Be-

lém, no norte do Brasil. Será os 11º. e 12º. destinos no Brasil. A transportadora aérea portu- guesa fará esses percursos aéreos três vezes por semana, com saída de Lisboa às 09.30h e chega- da a Manaus às 13h40 – um voo de nove horas e dez minutos. Sairá depois de Manaus às 14h40h e chegará a Belém às 17h40.

A TAP promete depois descolar às 19h10h de Be-

lém para chegar a Lisboa às 06h45 do dia seguin-

te a Lisboa, com um tempo de voo de sete horas

e 20 minutos.

O voo será circular- Lisboa-Manaus-Belém, mas o

objectivo é, no futuro, conseguir ter dois voos “in- dependentes e directos” – referiu Luiz Mór.

A captação de tráfego directo entre o norte do

Brasil e a Europa vai “permitir a libertação de

lugares noutras rotas operadas pela TAP no Brasil que apresentam escassez de oferta.

Nova entidade vai fiscalizar preço dos combustíveis

O secretário de Estado da Energia, Artur

Trindade, revelou ontem ao Diário Económico que o Governo pretende criar uma Entidade Nacional para o Mercado dos Combustíveis por forma a “proteger os

consumidores”, assegurando “um maior controlo dos custos”. O Governo vai alargar

as competências da Egrep, empresa que gere as reservas estratégicas nacionais de produtos petrolíferos, no sentido de já no início do próximo ano começar também a fiscalizar o mercado dos combustíveis.

A informação

secretário de Estado da Energia, Artur

próprio

foi

avançada

pelo

que “apesar do

mercado de distribuição de combustíveis estar liberalizado, carece de uma atenção e monitorização específica”, pelo que, “é preciso proteger os consumidores e assegurar um maior controlo dos custos

energéticos”. À Egrep caberá a fiscalização

de todos os produtos do sector, começando

pelo gasóleo e gasolina, passando pelos biocombustíveis, e até ao gás de botija e propano. Artur Trindade esclarece, porém, que “não

se justifica a integração da Egrep na Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, que supervisiona a electricidade e o gás natural,” assim como “não poderá ficar apenas sob a alçada da Direcção-Geral de Geologia e Energia”.

Assim sendo, para esta nova entidade será deslocado um conjunto de trabalhadores qualificados que, neste momento, estão divididos pela Direcção-Geral de Geologia e Energia e pelo Laboratório Nacional de Energia e Geologia. Ao Diário Económico, o secretário de Estado refere ainda que esta é uma medida que faz parte da reforma do Estado e que o Governo pretende que esteja a laborar em pleno já no início de 2014.

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Mais quatro Canais na calha para a RTP

O ministro Adjunto Miguel Poiares Maduro revelou no Parlamento que o Governo está a analisar a possibilidade de criar quatro novos canais de televisão pública. No âmbito da Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, aquele membro do Governo anunciou que o Executivo está a estudar aquela possibilidade, para novos canais dedicados às áreas infanto-juvenil, música, educação e sociedade civil. Para acompanhar este processo o Governo nomeou Ponces Leão,Pedro Machado, Júlio Gomes e Ricardo Correia.

Trindade,

sustentando

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Tudo que seja a favor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários nunca é demais! E justa- mente porque os

“Soldados da Paz”

bem merecem todo o carinho e todo o apreço que lhes são dispensados, não surpreendendo que as mais diferentes realiza- ções levadas a efeito por uma das causas mais nobres, como é a de apoiar os Bombeiros, continuem a encontrar eco por parte das populações. Vila Velha de Ródão é disso exemplo, acorrendo sempre ao chamamento das iniciativas promovidas a favor dos bombeiros, sejam elas culturais, recreativas ou desportivas, fazendo-o com a tradicio- nal abertura e com o mesmo fim – reconhecen- do as generosas activida- des de quem privilegia e respeita o “slogan” de

Vida por Vida!

Ao longo dos anos, os testemunhos prosseguem evidentes: a favor dos bombeiros enchem-se

salões de festas, graças, também, à generosidade das pequenas ou grandes audiências, reflectidas entre portugueses que conhecem e também sofrem com as dores daqueles “Soldados” que

vão

expectativa de poderem

voltar

do destino, algumas vezes, por lá ficam! Desta vez, felizmente, os “briosos”puderam conviver numa festa muito bonita.

Mas que, por ironia

sempre na

Mendes Serrasqueiro

Vila Velha de Ródão

Mais uma festa de homenagem aos

Bombeiros Rodenses

Amália disse que o que interessa é sentir o Fado Ana Paula disse, na sua

Amália disse que o que

interessa é sentir o

Fado

Ana Paula disse, na

sua bela voz,

que o Fado acontece!

Tina Colaço

outra bela voz do Fado

complementou o que

foi um belo encontro

com o Fado

complementou o que foi um belo encontro com o Fado Apoio Técnico: Apresentação e sonorização Nuno
complementou o que foi um belo encontro com o Fado Apoio Técnico: Apresentação e sonorização Nuno
complementou o que foi um belo encontro com o Fado Apoio Técnico: Apresentação e sonorização Nuno
Apoio Técnico: Apresentação e sonorização Nuno Mendes
Apoio Técnico:
Apresentação
e sonorização
Nuno Mendes
Rui Aziago (Ruca) brindou o auditório com excelentes interpretações de Fados de Coimbra Os Artistas
Rui Aziago (Ruca) brindou o auditório com excelentes interpretações de Fados de Coimbra Os Artistas

Rui Aziago (Ruca)

brindou o auditório com

excelentes interpretações de

Fados de Coimbra

Os Artistas instrumentais

da noite:

Guitarra – Hugo Ramos

Viola de Fado: Rui Marques

Viola Baixo: Prof.Alísio Sa-

raiva

instrumentais da noite: Guitarra – Hugo Ramos Viola de Fado: Rui Marques Viola Baixo: Prof.Alísio Sa-

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Pag. 6 ExposiçãoExposiçãoExposiçãoExposição dededede EsculturaEsculturaEsculturaEscultura Casa de Artes e Cultura

ExposiçãoExposiçãoExposiçãoExposição dededede EsculturaEsculturaEsculturaEscultura

Casa de Artes e Cultura de V.V. de Ródão

AutAutAutAutor:or:or:or: JoséJoséJoséJosé FernandesFernandesFernandesFernandes

JoséJoséJoséJosé FernandesFernandesFernandesFernandes s Abertura ao Público : Sábado, dia 9 de Novembro. pelas

s

Abertura ao Público: Sábado, dia 9 de Novembro. pelas 16.00 horas

Biografia do Autor: - José da Silva Fernandes, natural de S. Pedro do Sul, em 1953. Com forma ção de Desenho, Escultura e Fotografia, a sua actividade profissional, enquanto Projectista, sempre esteve ligado à pesquisa e à experimentação na área do Desenho.

A sua ligação à natureza, leva-o a privilegiar as suas esculturas materiais pertencentes à terra,

como a pedra. a madeira, ou o osso.

É a partir desses materiais, a que acrescenta o ferro e o aço, que dá forma às interpretações que

povoam a sua imaginação.

Actividades de Escultura em que participou:

2002

– “Tronos de Santo António”, Associação dos Artesãos de Lisboa

2003

– “Presépios”, Associação dos Artesãos de Lisboa

2005

– Selecção Concurso de Artes do INATEL, na categoria de Escultura

2007

– Primeiro Prémio Concurso de Artes do INATEL na categoria de Escultura

2008

– Primeiro Prémio Concurso de Artes do INATEL

2013

– “Animais e Lendas em Arruda” Galeria Municipal Arruda dos Vinhos

2013

– “Santos Populares e outros” Exposição Colectiva. Galeria Municipal Arruda Vinhos

O autor está representado em algumas colecções particulares em Portugal e no Estrangeiro

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Teatro no CDRC – Centro Desportivo Recreativo e Cultural VILA VELHA DE RÓDÃO

O Regresso de Ortov

- De Jaime Rocha

Sábado, dia 9 de Novembro, 16.00 Horas

- De Jaime Rocha Sábado, dia 9 de Novembro, 16.00 Horas Uma leitura encenada da peça

Uma leitura encenada da peça de Jaime

Rocha que nos conta

Quem é Ortov?

Personagem dramática disfuncional, Ortov simboliza o homem contemporâneo com os seus medos, sonhos, violência e obsessões. Ora imagina que cometeu um crime, ora que o tentam

matar, ora que se vai suicidar. A realidade à sua volta é tão intensa e absurda que leva o seu pensamento à desintegração, originando nele uma espécie de loucura,

Venha assistir e conhecer o resto

um olhar singular da história.

Intérpretes: Almerinda Marques, Dulce Santana, Albertina Oliveira e Pilar Medrano.

resto um olhar singular da história. Intérpretes: Almerinda Marques, Dulce Santana, Albertina Oliveira e Pilar Medrano.
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Rua de Santa Maria, 100 – Telemóvel 96 709 1076 - Castelo Branco

Santa Maria, 100 – Telemóvel 96 709 1076 - Castelo Branco Exposição Dando continuidade à divulgação

Exposição

Exposição Dando continuidade à divulgação do trabalho de artistas contemporâneos de primeiro plano, a 102-100

Dando continuidade à divulgação do trabalho de artistas contemporâneos de primeiro plano, a 102-100 Galeria de Arte mantém aberta esta exposição de SOFIA AREAL intitulada “Paisagem com Branco ao Fundo”. Para a visitar estabeleça um contacto pelo telemóvel 96 709 1076.

Sofia Areal é uma das mais importantes artistas plásticas da sua geração. Iniciou a formação em Inglaterra, em 1979, no Hertsfordshire College of Art and Design, em St. Albans, regressando a Portugal para estudar nos ateliers de Gravura e Pintura do Ar.Co. (Centro de Arte e Comunicação Visual), em Lisboa. Expõe colectivamente desde 1982 e individualmente desde 1990 em Portugal e no estrangeiro. Além da pintura e do desenho, desenvolve também a sua investigação plástica nas áreas da ilustração, tapeçaria, design gráfico e cenografia. Em 2011, apresentou na Galeria do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional em Lisboa, com produção dos Artistas Unidos, uma exposição antológica dos seus últimos dez anos de trabalho e em 2012 foi vencedora do Prémio Fémina para as Artes Visuais.

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Pag. 8 “Donos” da falsa filosofia “Só nesta Santa Terra é possível encontrar Gente com mentalidade
Pag. 8 “Donos” da falsa filosofia “Só nesta Santa Terra é possível encontrar Gente com mentalidade

“Donos” da falsa filosofia

“Só nesta Santa Terra é possível encontrar

Gente com mentalidade para acreditar

Que uma ideologia é uma opção nimética

Capaz de anular a realidade e negar a própria biologia”

Miguel Torga

Por AURÉLIO CRUZ

Miguel Torga P o r A U R É L I O C R U Z

Assentou arraiais no seu anterior burgo e, como quem não quer a coisa, abalou

a estabilidade do meio, não pelo lançamento de mais preocupações tanto para

os progressistas como para os conservadores, mas por defender uma tese

filosófica de utilização de termos linguísticos à portuguesa.

Esta nova atitude de filosofia política causou alheamento em alguma percentagem da população por, a mesma, já enfrentar situação calamitosa no campo social que actualmente vive mas, acalentou e organizou a roda de amigos que, aos poucos, se desfazia.

O entusiasmo demonstrado por estes não teve limites mesmo quando o tema apresentado foi o da “tortura”, tortura essa que foi esquecida durante o seu percurso e devido às eminências praticadas a quando da nacionalização do BPN (sem ter a noção das consequências daí resultantes) ou, quando, os cofres estatais se encontravam incapazes de suportar despesas com salários e aposentações dos funcionários públicos

Este entusiasmo, mais não é que a sintonia entre as ideias bafejadas tortuosamente contra todo um desafio do abalar da estabilidade de um povo bastante próximo da miséria e que, mais tarde, se iria repercutir. Ideias essas de quem não soube organizar o equilíbrio de uma nação, sem um mínimo de organização governamental, principal- mente com início no ano de 2010.

Toda esta situação de imbróglios, mais não é do que uma “vingança” política, consequência da derrota do famigerado PEC/ 4. Mas, uma coisa é certa, e bem vistas as atitudes lançadas para o exterior todos os PEC’s apresentados e falhados, mais não eram do que os orçamentos actuais. Trata-se de uma situação bastante surreal apresentada por alguém que procura afincadamente

a sua beatificação, totalmente apoiada pela brigada do reumático de 2010.

Será que esta embrulhada filosófica/ política pensada e lançada contra os actuyais mandantes troikistas é o terceiro mundismo replecto de ressentimentos

e dirigidos aos “estupores” “bandalhos”, “bandidos”, “ladrões” e outros

quejandos?

Quem, hoje, escreve “tortura” e nunca se debruçou na área do povo, nas preocupações justiciais dos povos e oprimidos, é porque sempre escolheu essa área para dissertação. Toda esta caminhada de filosofia existente neste personagem é bastante complexa com adesão ao insólito e ao inédito

Aurélio Cruz

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Pag. 9 Benf. e C. Branco em destaque CDRC/ Vila Velha de Ródão, enfrenta as más

Benf. e C. Branco em destaque

CDRC/ Vila Velha de Ródão, enfrenta as más arbitragens no seu Estádio

É verdade que os adeptos do CDRC de Vila Velha de Ródão têm estado a reagir a algumas más arbitragens que se têm constatado no seu reduto, Estádio Municipal. Contra factos não tem havido argumentos e o que já se tornou evidente é o pormenor de que alguns

árbitros, necessariamente do Conselho Regional da AFCB, parecem apostados em “favorecer” as equipas com mais “posição” no respectivo “distrital”. “Parecem” apostados, dizemos nós, na perspectiva de que Ricardo Alexandre, dirigente sem mácula, que, na cir- cunstância, bem pode (e deve) analisar o que se tem visto em Vila Velha de Ródão. Desta vez o clube covilhanense – Associação Desportiva da Covilhã, jogando bem, praticando um futebol mais “adulto” nem necessitaria dos tais “ratinhos por cordas” por parte de dualidade de critérios da arbitragem, para levar daqui os três pontos O resultado estava em 0-4 e, nos últimos instantes do jogo, Duarte Amaro, que dirigiu o

o “penalty”

que favoreceu a minha equipa não é penalty em lado nenhum do mundo, o árbitro quis com-

pensar qualquer coisa”

encontro fez isto que Francisco Lopes, treinador dos rodenses, comentou: “

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Benfica e Castelo Branco retomou, em Manteigas (0-3) a sua posição de líder

Os albicastrenses, que também se têm queixado de más arbitragens (unicamente com trios do Conselho Regional de Árbitros as AF de Portalegre) prosseguem, entretanto, na sua posição no topo da tabela classificativa e a fazerem um bom campeonato. Desta vez na sua deslocação a Manteigas averbaram um 0-3 concludente que os fez regressar a um lugar mais cimeiro por onde tem passeado alguma superioridade na série E do Campeonato Nacional de Seniores. No próximo Domingo, os comandados pelo jovem técnico Ricardo António, recebem no Estádio Municipal de Castelo Branco, a equipa da Naval de Figueira da Foz, clube que já militou entre os maiores, mas que na presente temporada viu desfeita o que era uma boa equipa e, por enquanto, está a sentir algumas dificuldades, muito próxima da linha da despromoção. Ainda que seja cedo para conjecturas mais desagradáveis. ***************

O Talentoso Blatter

Talentoso e excelente jornalista é quem escreveu, muito a propósito, uns remoques visan-

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do o presidente da FIFA, Mr. Joseph Blatter, pela deselegância com que mimoseou o internacional português Cristiano Ronaldo, o “nosso” CR7. Com a devida vénia vamos transcrever umas passagens. Escreveu assim, a quem nunca a mão lhe doa

“Aquilo do Blatter com Cristiano Ronaldo? Não, não vou lá por indignação patriótica. Sim, suspeito que os países menos ricos como Portugal sejam desprezados pela multinacional

FIFA. É a vida, sorte a nossa não sermos o Burundi, ainda mais desprezado. Não, o que retiro da cena de Joseph Blatter, falando entre universitários de Oxford, é outra coisa. Um homem barrigudo levanta-se e permite-se mimar um jovem que quando tira a camisola faz suspirar milhões de mulheres. Um careca permite-se criticar os gastos no cabeleireiro de um ídolo mundial. Um incompetente que marca um evento desportivo para o Qatar com temperaturas de 60 graus, esse (cuja única desculpa à tolice só pode ser o suborno), permi te-se criticar um tipo que não sei se é o primeiro ou quarto dos melhores, mas que é, seguramente, um admirável profissional com ganas de perfeição (tudo o diz quando joga,

sobretudo quando falha)

Então, porquê o desaforo de Blatter?”.

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Pag. 10 Um artigo escrito por MIA COUTO, lido nos “States” e enviado pela Lusodescendente Maria
Pag. 10 Um artigo escrito por MIA COUTO, lido nos “States” e enviado pela Lusodescendente Maria

Um artigo escrito por MIA COUTO, lido nos “States” e enviado pela Lusodescendente Maria Rodrigues, de Elizabeth, NewJersey, Comunidade Portuguesa dos Estados Unidos da América

Um dia isto tinha que acontecer

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa,

protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se

dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos. Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre

mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos

locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada. Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes. Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego. A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais. São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração. São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar! A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas. Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional. Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere. Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam. Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio. Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca,como todos nós). Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem atirariam ao tapete os seus conterrâneos que trabalham bem, os que são Continua na página seguinte

(já lá vamos

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Pag 11 R.do Arrabalde,28 6030-235 Vila Velha de Ródão Nº, 119 de 07 de Novembro de
R.do Arrabalde,28 6030-235 Vila Velha de Ródão Nº, 119 de 07 de Novembro de 2013

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Vila Velha de Ródão

Nº, 119 de 07 de Novembro de

2013

Neste número: 12 Páginas Semanário Regionalista Editado em Vila Velha de Ródão Director

J. Mendes Serrasqueiro

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Instalado o Conselho da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa
Instalado o Conselho da Comunidade
Intermunicipal da Beira Baixa

Continuação da 1ª. página

O presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino, vai presidir ao Conselho da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa. Por sua vez, Luís Miguel Pereira, presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão e António Luís Soares, Autarca de Penamacor, são os dois vice-Presidentes eleitos numa reunião convocada, na última Sexta-feira, dia 1 de Novembro, para a constituição do Conselho Intermunicipal, para um mandato coincidente com os quatro anos nos respectivos municípios.

Além dos três municípios representados no órgão deliberativo, a Comunidade integra os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Oleiros. Na reunião de constituição do órgão intermunicipal, participaram os seis presidentes de Câmara, que foram unânimes quanto à apreciação do nome escolhido para ocupar o cargo de Secretário Executivo, tendo, por proposta de João Paulo Catarino, sido aprovada a indicação do ex-presidente da autarquia de Castelo Branco, comendador Joaquim Morão.

A proposta do Conselho Intermunicipal será agora sujeita

a eleição pela Assembleia Intermunicipal, constituída por

eleitos das diversas Assembleias Municipais. Apesar da lei que regula as comunidades intermunicipais prever a possibilidade de estas terem até três elementos no secretariado executivo, esta comissão intermunicipal irá ter, por agora, apenas um secretário.

Na reunião da semana passada foi ainda decidida a periodicidade das reuniões do Conselho, que irão decorrer na primeira quinta-feira de cada mês, a partir das 11h00. O novo regime das comunidades intermunicipais entrou em vigor no dia após as eleições autárquicas.

entrou em vigor no dia após as eleições autárquicas. Continuação da página 10 empreendedores, os que

Continuação da página 10

empreendedores, os que conseguem bons resultados aca- démicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida. E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!! Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens. Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. Haverá mais triste prova do que o nosso falhanço?

MiaMiaMiaMia CoutoCoutoCoutoCouto

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Secção Jurídica
Secção
Jurídica
Pelos Advogados Ana Cristina Santos A. Ferreira da Rocha Escreveu: CRUZ DOS SANTOS
Pelos Advogados
Ana Cristina Santos
A. Ferreira da Rocha
Escreveu: CRUZ DOS SANTOS
“International Wine Chalenge” premiou Vinhos Portugueses
“International Wine Chalenge” premiou Vinhos Portugueses
“International Wine Chalenge” premiou Vinhos Portugueses Temos as mais bonitas e portentosas Vilas e Aldeias,

Temos as mais bonitas e portentosas Vilas e Aldeias, povoações, dignas de serem visitadas, não só devido ao seu extraordinário clima, como pela sua magnífica e saborosa gastronomia. Portugal, é o melhor país para visitar!

Aliás, o portal de viagens “Globe Sports”, atribuiu ao território português o destaque especial no ranking dos dez melhores destinos para o Turismo (em primeiro lugar), inserido na

categoria de "melhor destino para grandes paisagens". Bom

“copito” de vinho com todos vós (Leitores e Amigos) do "ECOS DE RÓDÃO"! Sabiam que os vinhos portugueses, foram premiados no concurso “International Wine Challenge”, em

Londres, com medalhas de ouro (57, mais duas que o ano passado), prata e de bronze?

vinhos premiados em maior número foram os generosos, seguidos dos tintos (maioritariamente do Douro e Dão) e dos brancos. Foram provados por um painel de quase 400 júris de vários países. Nos anos 70, encontrar bons vinhos no comércio e nos restaurantes, era fruto de investigação meticulosa. Os vinhos a granel (em garrafão, oriundos do produtor), eram de qualidade medíocre, sem gosto nem carácter. O “Barca Velha”, o “Frei João”, o “Luís Pato” ou os vinhos do Buçaco, eram excepções. Hoje, tudo mudou! Produzem-se excelentes vinhos, capazes de comparar com os melhores do mundo. Os Portos, os do Douro, Alentejo, Dão, da Estremadura e até os “verdes”, figuram – honrosamente – nas listas internacionais dos melhores vinhos do mundo! Segundo o Instituto da Vinha e do Vinho, o 2.º trimestre de 2013 registou uma subida das exportações, em volume e em valor, registando um aumento de 5,2% em valor face ao período homólogo de 2012. Com essa evolução, a exportação de vinhos durante os primeiros seis meses de 2013 mantém uma subida face ao período homólogo de 2012, de mais de 2,6% em valor e mais de 7,7% em preço médio. As exportações para países extracomunitários são 42% do valor, com quatro destinos (Angola, EUA, Canadá e Brasil) a figurarem no grupo dos 10 principais mercados de exportação dos vinhos nacionais, na Europa (Polónia e para Espanha), com crescimentos de 27,4% e 37%. E até para a China! Como se fez isto? - Com empresários dedicados, enólogos e agrónomos qualificados. Com escolas superiores empenhadas nos tratamentos da vinha; na selecção de castas e uvas; na ciência e tecnologia; adegas decentes, boas rolhas, estratégia comercial, com muito trabalho e responsabilidade. Tudo mudou? - Quase tudo! Ainda há dezenas de milhares de produtores sem qualificação e sem capacidade, que pensam, que a Natureza dá e que não é preciso trabalharem. Foi no vinho que se resistiu à moda de fazer igual ao estrangeiro. O que se está a fazer, não começou nas leis, nem em planos ordenados pelo FMI ou pela Troika. Começou pelos Trabalhadores ao sol e à chuva, nos Empresários honestos e nas quintas. É por isso, que não basta ter cheque, “fundo europeu” e lei. Por vezes, isso até atrasa.

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hoje, é dia de beber um

mas

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E pronto! Vai um “copito”, à nosssa saúde e, (a propósito, que a Senhora bem merece) em homenagem à ex-Presidente da Câmara Drª. Maria do Carmo Sequeira, para que agora continue Feliz e tenha muitos êxitos no futuro, na companhia de toda a sua Família. E bem haja pelo muito que já fez pelo seus Concelho segundo chegou ao meu conhecimento.

Fecho com uma notícia que após o concurso “International Wine Challenge”, que decorreu em Londres,
Fecho com uma notícia que após o concurso “International
Wine Challenge”, que decorreu em Londres, o XVI World Wine
Contest vai realizar-se em Portugal, no Estoril, Portugal, nos
dias 27, 28, 29 e 30 de Março/ 2014, conforme se confirma no
logotipo que está a ser apresentado em vários países, o qual
aqui também se divulga.
Cruz dos Santos // Coimbra
no logotipo que está a ser apresentado em vários países, o qual aqui também se divulga.