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As Bases Bioquímicas

presentes na
Leucemia

Daniela Bessa
As Bases Bioquímicas
presentes na Leucemia

• O Cancro - Aspectos gerais

O termo Cancro é aplicado e utilizado genericamente


para identificar um vasto conjunto de doenças que
são os tumores malignos, também designamos por
neoplasias.
Existem dois tipos de tumores:
- Os benignos;
- Os malignos.
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• A divisão celular e o crescimento
descontrolado das células
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• O Cancro e o Ciclo Celular
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• As fases do ciclo celular são quatro:
– G1 (e G0);
– S;
– G2;
– M.

Existem várias proteínas que regulam e controlam o


ciclo celular, estas efectuam sinais para que haja ou
não progressão do ciclo celular.
A lesão genética mais comum no cancro é no gene
codificante da proteína supressor tumoral p53, esta
proteína é essencial para o controlo do ciclo celular
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• Genes supressores de tumores - p53

Os genes supressores de tumor encontram-


encontram-
se normalmente em células que danificadas
por mutações não codificam as proteínas que
controlam os processos de divisão celular,
inibindo assim a proliferação células. Um
exemplo de um gene supressor de tumor é a
p53.
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Acção da Proteína p53


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• As Oncogenes e a transdução de sinal

– Genes promotores do Cancro são designados de


oncogénes.. Quando as células recebem uma
oncogénes
“ordem” de divisão celular “errada” origina-
origina-se o
seguinte:

• A divisão celular pode tornar-


tornar-se descontrolada ;
• As células “filhas” são geralmente menos especializadas do
que as células normais a que correspondem, sendo incapazes
de desempenhar as funções destas;
• células cancerosas ao romperem o seu tecido podem
alcançar um vaso sanguíneo ou um canal linfático
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– Os Cancros podem classificar-


classificar-se de acordo
com o tipo de células avaliando-
avaliando-se pela
anatomia patológica, em:

• Carcinoma;
• Sarcoma;
• Linfoma;
• Leucemia.
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• A Leucemia – Aspectos Gerais

A leucemia é uma doença maligna que envolve um


aumento do número dos percursores dos leucócitos
no sangue e na medula óssea. As leucemias
caracterizam--se, portanto, por uma proliferação
caracterizam
anormal e desordenada de glóbulos brancos anormais
que provoca grandes alterações das células do
sangue.
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• Sintomas gerais da Leucemia:

• Anemias (devido á baixa produção de


hemoglobina);
• Fraqueza (devido à anemia e subsequente
oxigenação deficiente dos tecidos);
• Palidez (devido à anemia) ;
• Hemorragias (devido à produção diminuída no
número de plaquetas);
• Sangramentos no nariz e na gengiva;
• Manchas vermelhas na pele e infecções
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• Tratamento Geral da Leucemia
Na grande maioria das leucemias agudas, o
tratamento começa pela quimioterapia, que consiste
no uso de medicamentos para destruir as células
cancerosas.
O grande progresso para obter recuperação total da
leucemia foi conseguido através da associação de
medicamentos (poliquimoterapia) que controla as
complicações infecciosas e hemorrágicas na
prevenção ou combate da doença no sistema nervoso
central.
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• Tipos de Leucemia
– As Leucemias podem ser agrupadas em duas classes
maiores, sendo estas, mielóide (granulócitica e
monócitica) e linfóide (linfócitica).

– Desta forma, define-


define-se que os quatro tipos principais
de Leucemia são:

• Leucemia Mielóide Crónica;


• Leucemia Mielóide Aguda;
• Leucemia Linfóide Aguda;
• Leucemia Linfóide Crónica.
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• Tipos principais de leucemia:

– Leucemia Mielóide Crónica (LMC):

• A Leucemia mielóide crónica resulta de uma lesão


adquirida no DNA de uma célula da medula óssea.
Esta lesão anormal altera a produção de leucócitos
na medula óssea, que normalmente é bem
controlada e causando um aumento descontrolado
do número de leucócitos
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A LMC caracteriza-
caracteriza-se pela presença na maioria
dos casos de uma anormalidade genética
adquirida e que foi chamada de Cromossoma
Philadelphia..
Philadelphia
O Cromossoma Philadelphia representa uma
anormalidade genética que envolve os
cromossomas de números 9 e 22. Estes
cromossomas quebram e trocam material
genético entre si.
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Esta alteração entre os dois cromossomas é
chamada translocação e o novo cromossoma
que se forma é chamado Philadelphia. O
resultado desta translocação é a proteína p210
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• Sinais e Sintomas
Geralmente, a maioria dos doentes apresenta:
– um certo mal-
mal-estar;
– insuficiências respiratórias em actividades físicas;
– palidez devido à anemia;
– um desconforto no lado esquerdo do abdómen
devido ao aumento do tamanho do baço e das células
imaturas “blastos”;
– suores excessivos;
– perda de peso.
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• Diagnóstico:

Normalmente é feito no exame de sangue e


na maioria dos casos confirmados pelo estudo
da medula óssea.
Esta análise pode ser feita através de um
hemograma (exame de sangue)
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• Tratamento:

O aparecimento dos chamados inibidores de tirosina


cinase (substância importante na progressão da
célula leucêmica, uma vez que a proteína p210 tem
actividade tirosina cinase), estes receptores de
proteínas transmembranares têm uma grande
importância nos processos de sinalização celular,
permitiu uma alteração dos receptores de tirosina
cinase
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• Leucemia Mielóide Aguda (LMA):

A Leucemia Mielóide Aguda caracteriza-


caracteriza-se por um
crescimento descontrolado e exagerado das células
chamadas “Blastos Leucemicos” ou “Mieloblastos”.
Estas células deixam de funcionar, e não apresentam
as funções normais dos leucócitos.
Doenças raras, como a Anemia de Fanconi e
Síndrome de Down podem estar associadas no
aparecimento da LMA. Esta doença não é hereditária
ou transmissível.
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• Sinais e sintomas:

As células leucemicas (denominadas de


blastos), não realizam as funções normais do
sangue, como combate a infecção (realizada
pelos leucócitos), o transporte de oxigénio
para os tecidos (realizado pela hemoglobina),
e a dificuldade para coagulação (realizado
pelas plaquetas).
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• Diagnóstico:

– O diagnóstico da leucemia mielóide aguda é


feito através da análise do aspecto das
células em microscópio e da identificação das
células leucemicas e do estudo da medula
óssea.
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• Tratamento:
O tratamento da LMA é feito logo que o diagnóstico seja
possível, assim o doente é submetido a tratamento de
quimioterapia inicial, chamado indução da remissão. O principal
objectivo deste tratamento é a obtenção do desaparecimento
das células blásticas na medula óssea.
Recentemente, investigadores do IPO-
IPO-Porto descobriram um
novo gene que causa um tipo agressivo de leucemia, o que
permite antecipar a terapia mais adequada, melhorando as
possibilidades de cura.
O novo gene, localiza-
localiza-se no cromossoma 2 e chama-
chama-se Septina.
Os investigadores descobriram que uma alteração cromossómica
faz com que o gene da Septina se junte ao gene MLL, localizado
no cromossoma 11, dando origem a um novo gene de fusão que
causa um tipo de leucemia muito agressivo, a leucemia mielóide
aguda.
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• Leucemia Linfóide Aguda (LLA):

– A Leucemia Linfóide Aguda também


conhecida de Leucemia Linfocítica Aguda,
resulta numa produção descontrolada de
blastos leucemicos de características linfóide,
com uma elevada diminuição na produção
normal de leucócitos, éritrócitos e plaquetas.
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• Sinais, sintomas e Diagnóstico:

A leucemia linfoide aguda apresenta sintomas e


sinais idênticos à leucemia mielóide aguda.
Ao princípio é difícil diagnosticar a LLA, mas
também neste tipo de leucemia o diagnóstico é
feito através da análise microscópica do sangue
e da medula óssea.
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• Tratamento:

O principal tratamento para a leucemia linfoide aguda


é a quimioterapia ou em certos casos a radioterapia.
No tratamento da LLA, a combinação de vários
medicamentos é utilizada para o controlo da doença,
assegurando que a escolha de tratamento é
adequada ás características do doente.
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• Leucemia Linfóide Crónica (LLC):

A Leucemia Linfóide Crónica resulta de uma


lesão adquirida (não hereditária) no DNA, que
produz um crescimento descontrolado de
células linfóciticas na medula óssea, levando a
um aumento de linfócitos no sangue.
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• Sinais e sintomas:

Os sintomas da Leucemia Linfóide Crónica


desenvolvem--se de uma forma gradualmente.
desenvolvem
Neste tipo de leucemia os doentes
apresentam mais cansaço e falta de ar
durante as actividades físicas.
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• Diagnóstico:

O diagnóstico da Leucemia Linfóide Crónica é


feito por um exame de sangue (hemograma).
Para confirmação do diagnóstico é necessária
avaliação medula óssea (através da realização
de mielograma), mostrando aumento do
número de linfócitos no sangue.
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• Tratamento:
– No decorrer do tempo, alguns doentes com leucemia linfóide
crónica, têm mínimas mudanças nas contagens sanguíneas, um
discreto aumento nos linfócitos e pouca ou nenhuma diminuição
nos éritrócitos, nos leucócitos e nas plaquetas.

– No processo de decisão de tratar ou não um doente, devem-


devem-se
considerar os seguintes aspectos:

• Elevação do número de linfócitos no sangue e na medula óssea;


• Tamanho do baço;
• Presença de anemia e/ou decréscimo da contagem das plaquetas.
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• Novos tratamentos de Leucemia
– O uso de L-
L-Asparaginase no tratamento
da Leucemia
• A asparagina é um dos vinte aminoácidos presentes na
produção de uma proteína. A asparagina pode ser produzida
dentro de uma célula através de uma enzima chamada de
“synthetase asparagina”.
• L-Asparaginase é uma enzima que destrói a asparagina das
células. As células normais têm a capacidade de produzir
toda a asparagina que necessitam, enquanto que, as células
cancerosas esgotam rapidamente a asparagina e como não
possuem a capacidade de produzir mais, acabam por morrer
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• Efeitos após o uso de L-
L-Asparaginase no
tratamento:

Os efeitos podem ser diferentes consoante as semanas


de tratamento.

Modelo VRML da L-asparaginase


As Bases Bioquímicas
presentes na Leucemia

Daniela Bessa

1º Ano Bioquímica
Instituto Superior Ciências da Saúde - Norte

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