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Os inimigos desencarnados
Fonte: Engelho Segundo o Espiritismo, XII: 5 e 6 -
Mateus, V: 20 + 43-47 - Lucas, VI: 32-36.

Aprendestes que foi dito: “Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos


inimigos.” Eu, porém, vos digo: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos
odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do
vosso Pai que está nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os
maus e que chova sobre os justos e os injustos. - Porque, se só amardes os que vos
amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os
publicanos? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é o que com isso fazeis
mais do que os outros? Não fazem outro tanto os pagãos?” (S. MATEUS, cap. V, vv. 43 a
47.)
- “Digo-vos que, se a vossa justiça não for mais abundante que a dos escribas
e dos fariseus, não entrareis no reino dos céus.”(S. MATEUS, cap. V, v. 20.)
5. Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus inimigos. Sabe ele, primeiramente,
que a maldade não é um estado permanente dos homens; que ela decorre de uma imperfeição temporária e que,
assim como a criança se corrige dos seus defeitos, o homem mau reconhecerá um dia os seus erros e se tornará
bom,
Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo, pois que este o pode
perseguir com o seu ódio, mesmo depois de haver deixado a Terra; que, assim, a vingança, que tome, falha ao seu
objetivo, visto que, ao contrário, tem por efeito produzir maior irritação, capaz de passar de uma existência a outra.
Cabia ao Espiritismo demonstrar, por meio da experiência e da lei que rege as relações entre o mundo visível e o
mundo invisível, que a expressão: extinguir o ódio com o sangue é radicalmente falsa, que a verdade é que o
sangue alimenta o ódio, mesmo no além-túmulo. Cabia-lhe, portanto, apresentar uma razão de ser positiva e uma
utilidade prática ao perdão e ao preceito do Cristo:
Amai os vossos inimigos. Não há coração tão perverso que, mesmo a seu mau grado, não se mostre
sensível ao bom proceder. Mediante o bom procedimento, tira-se, pelo menos, todo pretexto às represálias,
podendo-se até fazer de um inimigo um amigo, antes e depois de sua morte. Com um mau proceder, o homem
irrita o seu inimigo, que então se constitui instrumento de que a justiça de Deus se serve para punir aquele que não
perdoou.
6. Pode-se, portanto, contar inimigos assim entre os encarnados, como entre os desencarnados. Os
inimigos do mundo invisível manifestam sua malevolência pelas obsessões e subjugações com que tanta gente se
vê a braços e que representam um gênero de provações, as quais, como as outras, concorrem para o
adiantamento do ser, que, por isso; as deve receber com resignação e como conseqüência da natureza inferior do
globo terrestre. Se não houvesse homens maus na Terra, não haveria Espíritos maus ao seu derredor. Se,
conseguintemente, se deve usar de benevolência com os inimigos encarnados, do mesmo
modo se deve proceder com relação aos que se acham desencarnados.
Outrora, sacrificavam-se vítimas sangrentas para aplacar os deuses infernais, que não eram senão os
maus Espíritos. Aos deuses infernais sucederam os demônios, que são a mesma coisa. O Espiritismo demonstra
que esses demônios mais não são do que as almas dos homens perversos, que ainda se não despojaram dos
instintos materiais; que ninguém logra aplacá-los, senão mediante o sacrifício do ódio existente, isto é, pela
caridade; que esta não tem por efeito, unicamente, impedi-los de praticar o mal e, sim, também o de os reconduzir
ao caminho do bem e de contribuir para a salvação deles. E assim que o mandamento: Amai os vossos inimigos
não se circunscreve ao âmbito acanhado da Terra e da vida presente; antes, faz parte da grande lei da
solidariedade e da fraternidade universais.

Ponderações:

1
Estudo dado no Centro Espírita Joana d’Arc a 07/ 07/ 2009.

1
Há pontos a considerar neste estudo: Notemos Moisés nos dando um equilíbrio de justiça ‘dente por dente,
olho por olho’,2 notemos Jesus como uma segunda revelação no adiantamento moral/espiritualmente dizendo:
‘Moisés lhes disse... eu porém vos digo...’ Notamos aqui distintamente a autoridade de Jesus na reforma moral a
mando de Deus Pai, pois a Doutrina não era de Jesus mas do Pai que o enviou.3
Outro ponto é o da revelação que o Espiritismo nos trouxe que é a relação que o mundo material tem com
o mundo espiritual,4 que antes pensávamos de ser uma coisa separada, mas que o Espiritismo nos vem a mostrar
que ‘influenciamos e somos influenciados’ e depois de ter bem a certeza diz-nos Allan Kardec:
“Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus
inimigos.”
“Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu
inimigo, pois que este o pode perseguir com o seu ódio, mesmo depois de haver
deixado a Terra; que, assim, a vingança, que tome, falha ao seu objetivo, visto que,
ao contrário, tem por efeito produzir maior irritação, capaz de passar de uma
existência a outra. Cabia ao Espiritismo demonstrar, por meio da experiência e da
lei que rege as relações entre o mundo visível e o mundo invisível, que a expressão:
extinguir o ódio com o sangue é radicalmente falsa, que a verdade é que o sangue
alimenta o ódio, mesmo no além-túmulo. Cabia-lhe, portanto, apresentar uma razão
de ser positiva e uma utilidade prática ao perdão e ao preceito do Cristo:“
** *
Com a revelação doutrinária de que todos somos irmãos filhos de Deus,5 a concepção que Jesus nos dá
de termos obrigação de nos amarmos uns aos outros, nossos inimigos têem de ser considerados por nós como
nossos irmãos e daí ‘amarmos nossos inimigos’, é certamente uma concepção acertada que Jesus nos indica.
Mais outro ponto que o Espiritismo nos indica é: ‘que antigamente se apaziguava os deuses infernais com
oferendas sanguinais’, daí nos mostra claramente que as rivalidades no mundo obviamente davam continuação no
além. Com o amar os inimigos, Jesus corta pela raiz esse tipo infernal de convivência, pois se não fizermos
inimigos, pela justa razão só faremos amigos. Daí diz-nos Allan Kardec:
.”Mediante o bom procedimento, tira-se, pelo menos, todo pretexto às
represálias, podendo-se até fazer de um inimigo um amigo, antes e depois de sua
morte. Com um mau proceder, o homem irrita o seu inimigo, que então se constitui
instrumento de que a justiça de Deus se serve para punir aquele que não perdoou.“
Convém saber que com a Lei do Progresso Espiritual ao que subseqüentemente os Espíritos de outrora do
antiqüíssimo passado já não devem de ser tão demoníacos como por exemplo nos tempos de Jesus.
Já com os modos orgulhosos do homem, fica difícil, pois o homem em geral diz:
Comigo ninguém brinca. Comigo ninguém mexe. E em seu Ódio às vezes mata sem consideração ou
noção de que a vida continua, e seu inimigo que se tornou invisível, pode se não perdoou vir a ser um inimigo
vingativo de teor insatisfatório com perseguição sedenta e incorrigível.
Um caso que poderia ser evitado se seu inimigo encarnado tivesse aceitado o evangelho de que devemos
nos amar uns aos outros, devemos nos reconciliar, devemos procurar ser tolerantes e compreensivos uns pelos
outros, levando em conta que ofendemos assim como somos ofendidos.
Se fosse para vivermos brutalizados uns contra outros, não precisaria Jesus ter se sacrificado a descer a
este Mundo, mas não, Deus nos ama e permitiu que Jesus viesse nos ajudar, 6 nos abrir os olhos à vida espiritual, à
vida imortal, nos trouxe a Doutrina do Pai, nos exemplificou como viver uma vida digna, 7 sofreu os suplícios da cruz
vergonhosa e perdoou seus algozes recomendando a Seu Pai que os perdoasse porque eles não sabem o que
fazem,8 e nem reconheciam em Jesus um amigo do céu, porque não entenderam as palavras de Jesus:

2
Êxodo, 21: 24.
3
João, VII: 16-29.
4
A Gênese, I: 56.
5
João, XX: 17.
6
João, 3: 16.
7
João, 13: 15.
8
Lucas, 23: 34.

2
‘Eu vim para que tenham vida e vida mais abundante.’ 9
Não, não entenderam não, andaram com medo de Jesus embora Jesus dissesse:
‘Não vim condenar o mundo’,10 e recomendava:
’Vinde a mim vós que estás cansados e oprimidos e eu vos darei descanso’ 11
A vinda de Jesus ao Mundo foi de maior importância e de valor Universal, pois ensinava que ‘em casa do
Pai há muitas moradas’,12 Ele se esforçou para unir-nos aos dois lados da vida, pois disse:
‘O que fizerdes na Terra será feito no Céu’,13
‘O que fizerdes na Terra será feito no Céu’, e, no Céu significa também no Além, pois o Céu não é lugar
circunstanciado, daí o ‘Influenciarmos e sermos influenciados’, tanto no bem como no mal, e certo da possibilidade
de inimigos desencarnados poderem ser obsessores que nos vêm causar mal, infelizmente ainda há essa causa
em nossos males, se isso acontecer dizem os Espíritos e o próprio Jesus que o melhor é por orações e jejuns, *
que eles podem desistir de seus maus intentos.
A Doutrina Espírita não veio tirar o lugar da doutrina que Jesus trouxe, 14 mas a exercer e à complementar,
daí vejamos um trecho do Livro de Allan Kardec ‘A Gênese, I: 56:
“56. - Qual a utilidade da doutrina moral dos Espíritos, uma vez
que não difere da do Cristo? Precisa o homem de uma revelação? Não
pode achar em si próprio tudo o que lhe é necessário para conduzir-se?
Do ponto de vista moral, é fora de dúvida que Deus outorgou ao homem
um guia, dando-lhe a consciência, que lhe diz: «Não faças a outrem o
que não quererias te fizessem.» A moral natural está positivamente
inscrita no coração dos homens; porém, sabem todos lê-la nesse livro?
Nunca lhe desprezaram os sábios preceitos? Que fizeram da moral do
Cristo? Como a praticam mesmo aqueles que a ensinam? Reprovareis
que um pai repita a seus filhos dez vezes, cem vezes as mesmas
instruções, desde que eles não as sigam? Por que haveria Deus de fazer
menos do que um pai de família? Por que não enviaria, de tempos a
tempos, mensageiros especiais aos homens, para lhes lembrar os
deveres e reconduzi-los ao bom caminho, quando deste se afastam;
para abrir os olhos da inteligência aos que os trazem fechados, assim
como os homens mais adiantados enviam missionários aos selvagens e
aos bárbaros?
A moral que os Espíritos ensinam é a do Cristo, pela razão de que
não há outra melhor. Mas, então, de que serve o ensino deles, se
apenas repisam o que já sabemos? Outro tanto se poderia dizer da
moral do Cristo, que já Sócrates e Platão ensinaram quinhentos anos
antes e em termos quase idênticos. O mesmo se poderia dizer também
das de todos os moralistas que nada mais fazem do que repetir a
mesma coisa em tons e sob todas as formas,

9
João X: 10.
10
João 3: 17.
11
Mateus, XI: 28.
12
João, 14: 2.
13
João, 20: 23. - Livro Espíritos, Q. 1012.
14
João 7: 16.

3
Pois bem! os Espíritos vêm, muito simplesmente, aumentar o
número dos moralistas, com a diferença de que, manifestando-se por
toda parte, tanto se fazem ouvir na choupana, como no palácio, assim
pelos ignorantes, como pelos instruídos.
O que o ensino dos Espíritos acrescenta à moral do Cristo é o
conhecimento dos princípios que regem as relações entre os mortos e
os vivos, princípios que completam as noções vagas que se tinham da
alma, de seu passado e de seu futuro, dando por sanção à doutrina
cristã as próprias leis da Natureza. Com o auxílio das novas luzes que o
Espiritismo e os Espíritos espargem, o homem se reconhece solidário
com todos os seres e compreende essa solidariedade; a caridade e a
fraternidade se tornam uma necessidade social; ele faz por convicção o
que fazia unicamente por dever, e o faz melhor.
Somente quando praticarem a moral do Cristo, poderão os homens
dizer que não mais precisam de moralistas encarnados ou
desencarnados. Mas, também, Deus, então, já não lhos enviará.”
***
Observemos e guardemos em mente o ponto importante que o ‘Item, 56’ nos traz:
“O
que o ensino dos Espíritos acrescenta à moral do Cristo é o
conhecimento dos princípios que regem as relações entre os mortos e
os vivos, princípios que completam as noções vagas que se tinham da
alma, de seu passado e de seu futuro, dando por sanção à doutrina
cristã as próprias leis da Natureza.”
Com este conhecimento nossas concepções mudam totalmente e nossas atitudes perante a vida deviam
mudar também, pois é nosso Espírito que governa nosso corpo, e se a pessoa aceite que seu verdadeiro destino
não é a morte do corpo ou a vida material,. Seu viver dentro das concepções espirituais o deve influenciar para
atitudes bem mais espiritualizadas, o problema é que nem todos acreditam em se espiritualizar, pois o fardo
grosseiro da matéria lhes dá cegueira à vida espiritual e se conseguem ver algo é com olhos suspeitosos de forma
enovoeirada, duvidosa, céptica, desacreditada, desconfiada e desaceitável, ou seja, inaceitável na condição em
que se encontram, devido às irregularidades da forma em que as boas notícias do Evangelho chegaram aos seus
olhos e ouvidos, possivelmente destorcidos com os dogmas e exemplos de homens imerecedores das
responsabilidades evangélicas atravez dos tempos, isso infelizmente parece ter sido o ocorrido.

Daí, só Deus sabe quanto tempo levará aos homens a se espiritualizarem, a se moralizarem, a se
transformarem e a se equilibrarem nas Leis de Deus seja a de moral ou a de inteligência conceituosamente
espiritualizada. ***
Como apoio a este estudo vejamos no Livro dos Espíritos a questão n° 531:
“531. Extingue-se-lhes com a vida corpórea a malevolência dos seres que nos
fizeram mal na Terra?
“Muitas vezes reconhecem a injustiça com que procederam e o mal que
causaram.
Mas, também, não é raro que continuem a perseguir-vos, cheios de
animosidade, se Deus o
permitir, por ainda vos experimentar.”
a) - Pode-se pôr termo a isso? Por que meio?

4
“Podeis. Orando por eles e lhes retribuindo o mal com o bem, acabarão
compreendendo a injustiça do proceder deles. Demais, se souberdes colocar-vos
acima de suas maquinações, deixar-vos-ão, por verificarem que nada lucram.”
A experiência demonstra que alguns Espíritos continuam em outra existência
a exercer as vinganças que vinham tomando e que assim, cedo ou tarde, o homem
paga o mal que tenha feito a outrem.”
***
Como apoio sobre jejum vejamos o ‘Dicionário de Filosofia Espírita’ de L. Palhano Jr. Editado pela CELD.:
* “JEJUM. Abstinência total ou parcial de alimentação em determinados dias,
por penitência, obrigação, ou prescrição religiosa ou médica. O Espiritismo não
prescreve nenhum tipo de jejum ou de obrigações religiosas, todo e qualquer regime
que surge no Movimento Espírita está por conta da deliberação dos Espíritas, que
particularmente têm essa ou aquela tendência religiosa ou têm atavismos e
sedimentações psicológicas do passado. A Doutrina Espírita quando fala do
equilíbrio do corpo e da mente, sugere apenas que todos tenham uma vida sóbria,
na alimentação ou em qualquer outro campo do comportamento, e isso não deve
ser só em dias especiais, mas sempre:”Reconhece-se o verdadeiro Espírita por sua
transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más tendências” (n°
4 do capítulo XVII de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec). No
sentido figurado, o termo é muito usado pelos Espíritas por causa das palavra de
Jesus -- “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo
jejum.“ -- quer-se dizer, então, jejum espiritual e não material, isto é, sobriedade no
viver retamente, moral ilibada, dedicação religiosa.”
***
Se tivermos inimigos desencarnados somos nós mesmos os responsáveis por essa desavença, e não que
haja demônios criados por Deus como uma criação que desse errada no passado, mas entes que às vezes nos
foram queridos, gente como nós que por razões esquisitas se tornaram inimigas e querem provar que estão certas,
e tão convencidas, que mesmo que estejam erradas não arredam pé, e às vezes nem sabem que já estão
desencarnados, mas é que também o orgulho pessoal os mantém em desagrado até que um fio de luz ou amor
lhes toque e caiem em si.
Bem, que o Evangelho do amor e compreensão de sermos imortais e vivendo em relação uns com
os outros pelo melhor que possível, na paz, na tolerância ou na melhor maneira de suportarmos uns aos
outros, nos toque o coração e que possamos influenciar uns aos outros no bem, na paz e no amor.
Que Deus seja conosco, assim como outrora, hoje e sempre.
***

Com este conhecimento nossas concepções mudam totalmente


e nossas atitudes perante a vida deviam mudar também,
pois é nosso Espírito que governa nosso corpo
e se a pessoa aceite que seu verdadeiro destino não é a morte do
corpo
ou a vida material,. Seu viver dentro das concepções espirituais
o deve influenciar para atitudes bem mais espiritualizadas,

5
o problema é que nem todos acreditam em se espiritualizar,
pois o fardo grosseiro da matéria lhes dá cegueira à vida espiritual
e se conseguem ver algo é com olhos suspeitosos de forma
enovoeirada,
duvidosa, céptica, desacreditada, desconfiada e desaceitável,
ou seja, inaceitável na condição em que se encontram
devido às irregularidades da forma em que as boas notícias do
Evangelho
chegaram aos seus olhos e ouvidos possivelmente destorcidos
com os dogmas e exemplos de homens imerecedores das
responsabilidades evangélicas
atravez dos tempos, isso infelizmente parece ter sido o ocorrido.
Daí, só Deus sabe quanto tempo levará aos homens a se
espiritualizarem,
a se moralizarem, a se transformarem e a se equilibrarem nas
Leis de Deus
seja a de moral ou a de inteligência conceituosamente
espiritualizada.
***
Se tivermos inimigos desencarnados somos nós mesmos os
responsáveis
por essa desavença,
e não que haja demônios criados por Deus
como uma criação que desse errada no passado,
mas entes que às vezes nos foram queridos,
gente como nós que por razões esquisitas se tornaram inimigas
e querem provar que estão certas,
e tão convencidas, que mesmo que estejam erradas não arredam
pé,
e às vezes nem sabem que já estão desencarnados,
mas é que também o orgulho pessoal os mantém em desagrado
até que um fio de luz ou amor lhes toque e caiem em si.
Bem, que o Evangelho do amor e compreensão de sermos
imortais
e vivendo em relação uns com os outros pelo melhor que
possível,
na paz, na tolerância ou na melhor maneira de suportarmos
uns aos outros,
nos toque o coração

6
e que possamos influenciar uns aos outros no bem, na paz e
no amor.

(Extrato do estudo dado no Centro Espírita Joana d’Arc, a 07/ 07/ 2009.)

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