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CURSO ON-LINE PACOTE DE EXERCÍCIOS COMPLETO ANALISTA ADMINISTRATIVO (NÍVEL SUPERIOR) - MPU DIREITO ADMINISTRATIVO PROFESSOR: ANDERSON LUIZ

AULA 01

ASSUNTOS:

1 Administração pública: princípios básicos.

2 Poderes administrativos: poder vinculado; poder discricionário; poder hierárquico; poder disciplinar; poder regulamentar; poder de polícia; uso e abuso do poder.

(CESPE/ANATEL/2009) O presidente de um tribunal de justiça estadual tem disponível no orçamento do tribunal a quantia de R$ 2.000.000,00 para pagamento de verbas atrasadas dos juízes de direito e desembargadores. Cada juiz e desembargador faz jus, em média, a R$ 130.000,00. Ocorre que o presidente da Corte determinou, por portaria publicada no Diário Oficial, o pagamento das verbas apenas aos desembargadores, devendo os juízes de

direito aguardar nova disponibilização de verba orçamentária para o pagamento

do que lhes é devido. O presidente fundamentou sua decisão de pagamento

inicial em razão de os desembargadores estarem em nível hierárquico superior ao dos juízes. Irresignados, alguns juízes pretendem ingressar com ação popular contra o ato que determinou o pagamento das verbas aos desembargadores.

Considerando a situação hipotética acima apresentada, julgue os itens subsequentes, acerca do controle e dos princípios fundamentais da administração pública.

1. (CESPE/ANATEL/2009) A decisão do presidente do tribunal de justiça

violou o princípio da impessoalidade, na medida em que esse princípio objetiva

a igualdade de tratamento que o administrador deve dispensar aos

administrados que se encontrarem em idêntica situação jurídica.

Comentários:

CERTO. O princípio da impessoalidade relaciona-se com o princípio

da isonomia quando exige tratamento isonômico para todos os administrados,

de modo que sejam tratados com base nos mesmos critérios.

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2. (CESPE/ANATEL/2009) Respeitado o princípio da publicidade, uma vez que a decisão do presidente que determinou o pagamento aos desembargadores foi publicada mediante portaria no Diário Oficial, é correto afirmar que, em consequência, os princípios da moralidade e legalidade não foram violados.

Comentários:

ERRADO. Em relação à Administração, a única vontade que podemos considerar é a vontade da lei, independentemente da vontade pessoal do agente.

Assim, como a lei orçamentária destinou os recursos para pagamento de verbas atrasadas dos juízes de direito e desembargadores, não pode o presidente do tribunal, por vontade própria, determinar o pagamento das verbas apenas aos desembargadores.

Afinal, a Administração Pública não pode conceder direitos, criar obrigações ou impor proibições, por meio de ato administrativo.

Ademais, tal comportamento é incondizente com a ética e a probidade administrativa, razão pela qual viola o princípio da moralidade.

3. (CESPE/AGU/2009) Com base no princípio da eficiência e em outros fundamentos constitucionais, o STF entende que viola a Constituição a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas.

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Comentários:

CERTO. O STF, visando à extinção da prática do nepotismo, aprovou o Enunciado da Súmula Vinculante nº 13 nestes termos: "A nomeação de cônjuge, companheiro, ou parente, em linha reta, colateral ou por afinidade, até

, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa

o

jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta, em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal."

3º grau

4. (CESPE/AGU/2009) Considere que Platão, governador de estado da Federação, tenha nomeado seu irmão, Aristóteles, que possui formação superior na área de engenharia, para o cargo de secretário de estado de obras. Pressupondo-se que Aristóteles atenda a todos os requisitos legais para a referida nomeação, conclui-se que esta não vai de encontro ao posicionamento adotado em recente julgado do STF.

Comentários:

CERTO. Os cargos de caráter político, exercidos por agentes políticos (ministro de Estado, secretário estadual e secretário municipal), desde que respeitados os princípios da moralidade e da impessoalidade, ficaram excluídos da regra estabelecida pela súmula vinculante nº 13.

5. (CESPE/AGU/2009) Segundo entendimento do STF, a vedação ao nepotismo não exige edição de lei formal, visto que a proibição é extraída diretamente dos princípios constitucionais que norteiam a atuação administrativa.

Comentários:

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CERTO. Segundo entendimento do STF, a vedação ao nepotismo não exige edição de lei formal, visto que a proibição é extraída diretamente dos princípios constitucionais que norteiam a atuação administrativa.

JURISPRUDÊNCIA DO STF:

A vedação do nepotismo não exige a edição de lei formal para

coibir a prática, uma vez que decorre diretamente dos princípios

contidos no art. 37, caput, da Constituição Federal. (

AgR-MC, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 4-3-09, Plenário, DJE de 30-4-09)

(Rcl 6.702-

“(

)

).”

6. (CESPE/TRE-GO/2009) Assinale a opção correspondente a princípio constitucional aplicável à administração pública, porém não previsto expressamente na CF, Capítulo VII, Seção I, art. 37, que trata das disposições gerais aplicáveis à administração pública.

a) princípio da moralidade

b) princípio da proporcionalidade

c) princípio da eficiência

d) princípio da impessoalidade

Comentários:

É importante registrar que os princípios tanto podem ser explícitos (o seu nome está taxativamente previsto em normas jurídicas) como implícitos (a sua aplicação está prevista em normas jurídicas). Os princípios que regem a Administração Pública são exemplos de princípios explícitos no sistema constitucional pátrio, previstos no art. 37 da Constituição Federal de 1988, nos seguintes termos:

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CF/88, ART. 37:

A administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:”

Assim, percebemos que os princípios básicos da administração pública estão consubstanciados em cinco regras de observância permanente e obrigatória para o bom administrador: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Se você não os conhecia, pode chamá- los de “LIMPE”.

Princípios da

Princípios da

Administração Pública

Administração Pública

(CF/88, art. 37)

(CF/88, art. 37)

Princípios da Administração Pública (CF/88, art. 37) L egalidade I mpessoalidade M oralidade P ublicidade E

Legalidade

Impessoalidade

Moralidade

Publicidade

Eficiência

ATENÇÃO:

Há questões de prova cujo enunciado cita apenas três ou quatro desses princípios como sendo aplicáveis à administração pública.

Por exemplo: a administração pública direta ou indireta de todas as esferas de governo obedecerá aos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade.

Se vocês se deparassem com essa afirmativa em uma prova, marcariam V ou F?

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Tenho certeza que todos aqui marcariam VERDADEIRO.

É isso mesmo! Parabéns! O item estaria corretíssimo!

Não o seria, porém, se houvesse alguma palavra com significado restritivo

(somente, apenas, exclusivamente

hipotética afirmasse que a administração pública direta ou indireta de todas as esferas de governo obedecerá, somente (apenas, exclusivamente), aos princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade, consideraríamos

Ou seja, se a nossa questão

).

o item como FALSO.

IMPORTANTE:

Os princípios enumerados no art. 37 da CF/88 (“LIMPE”) são de observância obrigatória para os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, quando no exercício de atividades administrativas, e em todas as esferas da federação (U, E, DF e M), alcançando a Administração Direta e a Indireta.

Por fim, saibam que o princípio da proporcionalidade está expressamente previsto na Lei nº 9.784/99, mas não está explícito no texto da Constituição Federal. Não obstante, de acordo com o STF, esse princípio decorre do princípio do devido processo legal, expresso no art. 5º, LIV, da CF.

Pelo exposto, a resposta desta questão é a letra b.

7. (CESPE/OAB-SP/2009) Tanto a administração direta quanto a indireta se submetem aos princípios constitucionais da administração pública.

Comentários:

CERTO. Os princípios enumerados no art. 37 da CF/88 (“LIMPE”) são de observância obrigatória para os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, quando no exercício de atividades administrativas, e em todas as

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esferas da federação (U, E, DF e M), alcançando a Administração Direta e a Indireta.

8. (CESPE/OAB-SP/2009) O rol dos princípios administrativos, estabelecido originariamente na CF, foi ampliado para contemplar a inserção do princípio da eficiência.

Comentários:

CERTO. O princípio da eficiência foi inserido no texto constitucional pela Emenda Constitucional nº 19/1998.

9. (CESPE/OAB-SP/2009) O princípio da legalidade, por seu conteúdo generalizante, atinge, da mesma forma e na mesma extensão, os particulares e a administração pública.

Comentários:

ERRADO. O princípio da legalidade estabelece que toda atividade administrativa imprescinde de previsão em lei. Caso contrário, a atividade será ilícita.

aos

particulares. Pois, enquanto a Administração Pública só pode fazer aquilo que a lei permite, o particular pode fazer tudo aquilo que a lei não proíbe.

Esse significado

não

é

o

mesmo quando o princípio se aplica

10. (CESPE/OAB-SP/2009) Embora vigente o princípio da publicidade para os atos administrativos, o sigilo é aplicável em casos em que este seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.

Comentários:

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CERTO. Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas

no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,

sigilo seja imprescindível à art.5º, XXXIII)

ressalvadas

aquelas cujo

.” (CF,

segurança da sociedade e do Estado

11. (CESPE/FUNDAC-PB/2008) Os princípios fundamentais da administração pública previstos de forma expressa na Constituição Federal não incluem o da:

a) moralidade.

b) publicidade.

c) legalidade.

d) proporcionalidade.

Comentários:

O princípio da proporcionalidade está expressamente previsto na Lei nº 9.784/99, mas não está explícito no texto da Constituição Federal. Não obstante, de acordo com o STF, esse princípio decorre do princípio do devido processo legal, expresso no art. 5º, LIV, da CF.

Princípios da

Princípios da

Administração Pública

Administração Pública

(CF/88, art. 37)

(CF/88, art. 37)

Princípios da Administração Pública (CF/88, art. 37) L egalidade I mpessoalidade M oralidade P ublicidade E
Princípios da Administração Pública (CF/88, art. 37) L egalidade I mpessoalidade M oralidade P ublicidade E

Legalidade

Impessoalidade

Moralidade

Publicidade

Eficiência

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Logo, a resposta desta questão é a letra d.

12. (CESPE/TJ-RJ/2008) Assinale a opção correspondente ao princípio constitucional segundo o qual o ato administrativo visa a proteção do interesse público ou de determinada coletividade.

a) legalidade administrativa

b) impessoalidade

c) publicidade

d) eficiência

e) moralidade administrativa

Comentários:

O princípio da impessoalidade, quando relacionado com o princípio da finalidade, exige que a atividade administrativa seja exercida em atendimento aos interesses da coletividade. Assim, a finalidade de toda atuação da Administração é a defesa do interesse público.

A resposta desta questão, portanto, é a letra b.

13. (CESPE/DFTRANS/2008) Considerada um princípio fundamental da administração pública, a impessoalidade representa a divulgação dos atos oficiais de qualquer pessoa integrante da administração pública, sem a qual tais atos não produzem efeitos.

Comentários:

ERRADO. A divulgação oficial dos atos da Administração Pública está relacionada com o princípio da publicidade.

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ATENÇÃO:

Em provas, é comum haver questão “misturando” o princípio da publicidade com a vedação à promoção pessoal. Vejam a seguinte “pegadinha”: “o princípio da publicidade obriga a presença do nome do administrador nos atos, obras, serviços e campanhas do Poder Público”. FALSO!

O princípio da publicidade exige a publicação oficial dos atos externos da administração pública.

≠

“A publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicas deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos.” (CF, art. 37, §1º)

14. (CESPE/PC-TO/2008) O princípio da vinculação política ao bem comum é, entre os princípios constitucionais que norteiam a administração pública, o mais importante.

Comentários:

ERRADO. Todos os princípios se equivalem juridicamente, isto é, não há hierarquia entre eles. Sempre incidirão de forma conjunta e harmônica. Por exemplo, a Administração não pode, sob alegação de uma atuação mais eficiente, praticar atos não previstos em lei. Ou seja, o princípio da eficiência não pode opor exceção ao da legalidade.

Em uma determinada situação, o que pode ocorrer é a incidência de um princípio em grau maior do que os demais. Ainda assim, todos são observados, já que a aplicação de um princípio não impede a aplicação de outro.

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IMPORTANTE:

Os princípios administrativos se equivalem juridicamente, isto é, não há hierarquia entre eles. A aplicação de um princípio não impede a aplicação de outro.

Portanto, a Administração não pode, sob alegação de uma atuação mais eficiente, praticar atos não previstos em lei.

15. (CESPE/PC-TO/2008) Em toda atividade desenvolvida pelos agentes públicos, o princípio da legalidade é o que precede todos os demais.

Comentários:

CERTO. O princípio da legalidade estabelece que toda atividade administrativa imprescinde de previsão em lei. Caso contrário, a atividade será ilícita. Toa, isso não significa que o princípio da legalidade é mais importante que os demais princípios. Perceberam a diferença?

16. (CESPE/TCU/2007) A declaração de sigilo dos atos administrativos, sob a invocação do argumento da segurança nacional, é privilégio indevido para a prática de um ato administrativo, pois o princípio da publicidade administrativa exige a transparência absoluta dos atos, para possibilitar o seu controle de legalidade.

Comentários:

ERRADO. Nos termos do art.5º, XXXIII da CF: “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.” Ou seja, há exceção ao princípio da transparência.

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17. (CESPE/TCU/2007) O atendimento do administrado em consideração

ao seu prestígio social angariado junto à comunidade em que vive não ofende o princípio da impessoalidade da administração pública.

Comentários:

ERRADO. O princípio da impessoalidade relaciona-se com o princípio da isonomia quando exige tratamento isonômico para todos os administrados, de modo que sejam tratados com base nos mesmos critérios.

18. (CESPE/TSE/2007) De acordo com o art. 37 da Constituição Federal, a

administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios deve obedecer aos princípios de legalidade,

a) qualidade, liberdade, pluralidade e eficiência.

b) impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

c) impessoalidade, moralidade, pluralidade e eficiência.

d) imparcialidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Comentários:

São

princípios

básicos

da

administração

pública:

Legalidade,

Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência. Por isso, a resposta desta questão é a letra b.

19. (CESPE/TCU/2004) O princípio da eficiência relaciona-se com o modo de

atuação do agente e com o modo de organização e estruturação da

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administração pública, aspectos cujo conteúdo identifica-se com a obtenção de melhores resultados na relação custo versus benefícios e com o satisfatório atendimento das necessidades do administrado.

Comentários:

CERTO. O princípio da eficiência possui três interpretações:

Dirigido à Administração: exige que o modo de estruturação, organização e disciplina seja racional, com o objetivo de alcançar os melhores resultados no desempenho da atividade administrativa.

Dirigido aos agentes públicos: exige uma atuação que resulte no melhor desempenho possível de suas atribuições, a fim de obter os melhores resultados.

Relativo ao princípio da economicidade: impõe à Administração uma atuação sob uma adequada relação custo/benefício, com vistas a obter o máximo de benefícios com o mínimo de despesas.

DIRIGIDA À ADMINISTRAÇÃO

(estruturação, organização e disciplina)

EFICIÊNCIA

(3 interpretações)

DIRIGIDA AOS AGENTES PÚBLICOS

(atuação)

ECONOMICIDADE

(custo/benefício)

20. (CESPE/PGE-RR/2004) A administração pública direta dos estados obedecerá aos princípios de legalidade, de impessoalidade, de moralidade e de publicidade, mas o princípio de eficiência ainda não se encontra previsto expressamente na Constituição da República.

Comentários:

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ERRADO. São princípios básicos da administração pública: Legalidade,

Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e

texto constitucional pela

, M oralidade , P ublicidade e texto constitucional pela E ficiência. Este foi inserido no

Eficiência. Este foi inserido no

Emenda Constitucional nº19/1998

.

21. (CESPE/TCE-PE/2004) Um ato administrativo que ofenda o princípio constitucional da moralidade é passível de anulação e, para que esta ocorra, não é indispensável, em todos os casos, examinar a intenção do agente público.

Comentários:

CERTO. O ato inválido deve ser anulado, independentemente da intenção do agente público que o pratocou.

22. (CESPE/TCE-PE/2004) O princípio da moralidade envolve um conceito indeterminado, que é a própria noção de moralidade, a qual não é definida de modo preciso no ordenamento jurídico; por conseguinte, a ocorrência de ofensa ao princípio deve ser elucidada em cada caso, em face do direito e com o fim de realizar a ética na administração pública.

Comentários:

CERTO. A moral administrativa toma como referência um conceito impessoal, geral, primado no grupo social, independente dos valores intrínsecos do indivíduo. Não obstante, esse conceito comporta valores de juízos elásticos, indeterminados. Tal fato decorre da impossibilidade de a lei prever todas as condutas morais e amorais.

23. (CESPE/Delegado-PF/2004) A veiculação do ato praticado pela Administração Pública na Voz do Brasil, programa de âmbito nacional dedicado a divulgar fatos e ações ocorridos ou praticados no âmbito dos Três Poderes da União, é suficiente para ter-se como atendido o princípio da publicidade.

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Comentários:

ERRADO. O princípio da publicidade exige a publicação oficial dos atos externos da administração pública, estabelecendo-a como condição de eficácia (produção de efeitos jurídicos).

A divulgação dos atos praticados pela União, pelos Estados ou pelo

Distrito Federal obedece à mesma regra: publicação no respectivo Diário Oficial.

A divulgação dos atos praticados pelos Municípios obedece a duas regras distintas:

(1) aqueles que possuem Diário Oficial, seguem a regra dos demais entes federativos.

(2) aqueles que não possuem Diário Oficial deverão afixar seus atos na sede da Prefeitura ou da Câmara de Vereadores.

A divulgação do ato na “Voz do Brasil” não é considerada publicação

oficial. Logo, continua ineficaz o ato cuja divulgação ocorra apenas nesses meios.

24. (CESPE/Auditor/INSS/2003) A administração pública direta e indireta

dequalquer dos poderes da União, dos Estados, do DF e dos Municípios

obedecerá os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.

Comentários:

CERTO. São princípios básicos da administração pública: Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

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25. (ESAF/APO/SEFAZ-SP/2009) O princípio da legalidade significa que existe autonomia de vontade nas relações travadas pela Administração Pública, ou seja, é permitido fazer tudo aquilo que a lei não proíbe.

Comentários:

ERRADO. O princípio da legalidade, que é uma exigência decorrente do Estado de Direito, estabelece que toda atividade administrativa só poderá ser exercida em conformidade absoluta com a lei. Caso contrário, a atividade será ilícita.

aos

particulares. Pois, enquanto a Administração Pública só pode fazer aquilo que a lei permite, o particular pode fazer tudo aquilo que a lei não proíbe.

Para os particulares, o princípio da legalidade está previsto no art. 5º, II, da CF. Segundo o dispositivo constitucional, a eles é permitido praticar quaisquer atos que não sejam expressamente proibidos por lei. Nessa acepção, o princípio da legalidade também é chamado de princípio da autonomia da vontade.

Vejam que os particulares têm liberdade para agir, exceto quando há vedação em lei. Por isso, diz-se que essa é a interpretação negativa do princípio da legalidade. É negativa porque a lei surge para proibir, negar a prática de determinado ato.

Por outro lado, em relação à Administração, a única vontade que podemos considerar é a vontade da lei, independentemente da vontade pessoal do agente. Em outras palavras, não existe autonomia de vontade nas relações travadas pela Administração Pública.

Assim, para a Administração agir, não basta inexistir norma proibitiva. Isto é, a Administração Pública só pode atuar quando autorizada (nas competências discricionárias) ou determinada (nas competências vinculadas) por lei.

Esse significado

não

é

o

mesmo quando o princípio se aplica

PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

(positiva)

LEGALIDADE

(2 interpretações)

PARA O PARTICULAR

(negativa)

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26. (ESAF/APO/SEFAZ-SP/2009) O ato administrativo em consonância com a lei, mas que ofende os bons costumes, as regras da boa administração e os princípios de justiça, viola o princípio da moralidade.

Comentários:

CERTO. Por oportuno, reproduzo um importante entendimento de Maria

Sylvia Zanella Di Pietro acerca do

ao referido princípio sempre que em matéria

administrativa se verificar que o comportamento da Administração Pública ou do administrado que com ela se relacione juridicamente,

ilustre autora, haverá

. Segundo a

princípio da moralidade

ofensa
ofensa

embora em consonância com a lei, ofende a moral, os bons costumes,

as regras da boa administração, os princípios de justiça e de equidade,

administração, os princípios de justiça e de equidade, ou a idéia comum de honestidade” . Assim,

ou a idéia comum de honestidade”.

Assim, podemos concluir que a moralidade não se confunde com a legalidade. Pois, um ato praticado pela Administração pode estar perfeitamente legal, mas moralmente falho, caso viole os preceitos da ética e da boa-fé.

27. (ESAF/APO/SEFAZ-SP/2009) O modo de atuação do agente público, em que se espera melhor desempenho de suas funções, visando alcançar os melhores resultados e com o menor custo possível, decorre diretamente do princípio da razoabilidade.

Comentários:

ERRADO. O princípio da eficiência, que integra o caput do art. 37 da Constituição Federal por força da Emenda Constitucional nº 19/98, possui três interpretações:

Dirigido à Administração: exige que o modo de estruturação, organização e disciplina seja racional, com o objetivo de alcançar os melhores resultados no desempenho da atividade administrativa.

Dirigido aos agentes públicos: exige uma atuação que resulte no melhor desempenho possível de suas atribuições, a fim de obter os melhores resultados.

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Relativo ao princípio da economicidade: impõe à Administração uma atuação sob uma adequada relação custo/benefício, com vistas a obter o máximo de benefícios com o mínimo de despesas.

Já os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade limitam a atu-

ação e a discricionariedade dos poderes públicos. Ou seja, vedam que a Administração Pública aja com excesso, praticando atos desproporcionais ou desarrazoados.

A razoabilidade e a proporcionalidade são consideradas as maiores limitações às competências discricionárias da Administração Pública. Pois, exigem que os atos discricionários praticados pela Administração sejam necessários, adequados e proporcionais, a partir do critério do homem médio (homem ponderado, comum, racional).

28. (ESAF/APO/SEFAZ-SP/2009) É decorrência do princípio da publicidade

a proibição de que conste nome, símbolos ou imagens que caracterizem

promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos em divulgação de atos,

programas ou campanhas de órgãos públicos.

Comentários:

ERRADO. Em

impessoalidade reporta-se à vedação à promoção pessoal, prevista no art.

interpretações, o princípio da

uma

de

suas

37, § 1º, da Constituição Federal.

CF, ART. 37, § 1º:

“A publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos.”

De acordo com essa acepção do princípio da impessoalidade, os agentes públicos, no exercício de suas atividades, atuam em nome da Administração. Deste modo, não poderão promover-se pessoalmente. Vejam o exemplo abaixo:

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Na divulgação de apreensões feitas pela Polícia Federal não pode haver menção ao nome dos
Na divulgação de apreensões
feitas pela Polícia Federal não
pode haver menção ao nome
dos policiais responsáveis pela
operação.

JURISPRUDÊNCIA DO STF:

Publicidade de Atos Governamentais e Impessoalidade

O art. 37, caput, e seu § 1º, da CF,

identificação

que haja qualquer tipo de

entre a publicidade e os titulares dos cargos alcançando

impedem

os partidos políticos a que pertençam. (

atos

governamentais, que devem voltar-se exclusivamente para o interesse social, sendo incompatível com a menção de nomes, símbolos ou imagens, aí incluídos slogans que caracterizem a promoção pessoal ou de

objetiva

)

A referida regra constitucional

da

divulgação

dos

impessoalidade

assegurar

a

servidores públicos. (

)

A possibilidade de vinculação do conteúdo da

divulgação

com o partido político a que pertença o titular do cargo público

ofende o

princípio da impessoalidade

e desnatura o caráter educativo,

informativo ou de orientação que constam do comando imposto na Constituição. RE 191668/RS, rel. Min. Menezes Direito, 15.4.2008. (RE-

191668)

IMPORTANTE:

O princípio da publicidade exige a publicação oficial dos atos externos

da administração pública.

≠

“A publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicas deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem a promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos.” (CF, art. 37, §1º)

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29. (ESAF/APO/SEFAZ-SP/2009) A Administração Pública pode, por ato administrativo, conceder direitos de qualquer espécie, criar obrigações ou impor vedações aos administrados.

Comentários:

ERRADO. Não existe autonomia de vontade nas relações travadas pela Administração Pública. Deste modo, ela não pode, por exemplo, conceder direitos, criar obrigações ou impor proibições, por meio de ato administrativo.

Para tanto, deve haver previsão em lei. Aí, sim, um ato administrativo poderá regulamentar essa lei. Nas situações em que essas normas legais não existem, a administração está impedida de agir, já que ela é integralmente subserviente a lei. Essa é a interpretação positiva do principio da legalidade. Diz-se positiva porque a lei surge para permitir a prática de determinado ato.

30. (ESAF/AFRFB/RFB/2005) O princípio da moralidade administrativa incide apenas em relação às ações do administrador público, não sendo aplicável ao particular que se relaciona com a Administração Pública.

Comentários:

ERRADO. Segundo Maria Sylvia Zanella Di Pietro, haverá ofensa ao princípio da moralidade “sempre que em matéria administrativa se verificar que o comportamento da Administração Pública ou do administrado que com ela se relacione juridicamente, embora em consonância com a lei, ofende a moral, os bons costumes, as regras da boa administração, os princípios de justiça e de equidade, ou a idéia comum de honestidade”.

Ou seja, o princípio da moralidade deve ser observado não só pelos administradores, mas também pelos particulares que se relacionam com a Administração Pública.

Por exemplo: sabe-se que, nas contratações públicas, a apresentação de propostas em conluio ocorre quando os proponentes, em vez de competirem, como seria de se esperar, conspiram secretamente para aumentar os preços ou baixar a qualidade dos bens e serviços para compradores que desejem adquirir produtos ou serviços por meio de concursos, licitações ou leilões.

Então, em matéria de licitação, quando uma auditoria realizada pela CGU ou pelo TCU constata a ocorrência de conluio entre os licitantes fica caracterizada a violação do princípio da moralidade praticada por particulares.

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31. (FCC/TJ-PA/2009) O princípio da publicidade apresenta dupla acepção:

exigência de publicação dos atos administrativos em órgão oficial como requisito de eficácia e exigência de transparência da atuação administrativa

Comentários:

CERTO. O princípio da publicidade pode ser interpretado de duas maneiras. Na primeira delas, faz referência ao princípio da publicação oficial dos atos administrativos. Na segunda, refere-se ao princípio da transparência.

PUBLICIDADE

(2 interpretações)

PUBLICAÇÃO OFICIAL (condição de eficácia)

TRANSPARÊNCIA

De acordo com a primeira interpretação, o princípio da publicidade exige a publicação oficial dos atos externos da administração pública, estabelecendo-a como condição de eficácia (produção de efeitos jurídicos).

Pela segunda interpretação, o princípio da publicidade exige uma atividade administrativa transparente (princípio da transparência) a fim de que o administrado tome conhecimento dos comportamentos administrativos do Estado.

Assim, todos têm o direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral. Embora essa seja a regra, a Constituição Federal cria exceções, seja por exigência dos interesses sociais, seja por imperativos da segurança do Estado.

Outrossim, a todos são assegurados, independentemente do pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder; e a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal.

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CF, ART. 5º, XXXIII:

Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.”

CF, ART. 5º, XXXIV, “a” e “b”:

A todos são assegurados, independentemente do pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder; e a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal.

32. (FCC/PGE-RJ/2009) O reconhecimento de circunstâncias excepcionais, como estado de sítio e estado de defesa, autoriza a Administração a praticar atos discricionários e arbitrários, isentos de controle jurisdicional

Comentários:

ERRADO. Em situações especiais e expressamente previstas na Constituição Federal, o princípio da legalidade pode sofrer supressões provisórias e excepcionais. São exemplos, o Estado de Defesa e o Estado de Sítio (artigos 136 a 141). Contudo, isso não significa que a Administração Pública está autorizada a praticar atos discricionários e arbitrários, isentos de controle jurisdicional.

33. (CESPE/TRE-MT/2010) Há excesso de poder quando o agente público decreta a remoção de um servidor não como necessidade do serviço, mas como punição.

Comentários:

ERRADO. De acordo com Hely Lopes Meirelles, “o abuso de poder ocorre quando a autoridade, embora competente para praticar o ato, ultrapassa os limites de suas atribuições ou se desvia das finalidades administrativas”.

Portanto, o abuso de poder pode ocorrer em duas hipóteses:

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Vício no elemento competência: o agente público atua fora dos limites de sua competência. Nesse caso, diz-se que ocorreu abuso de poder na modalidade excesso de poder.

Vício no elemento finalidade: o agente público, embora competente, atua de forma contrária à satisfação do interesse público. Nesse caso, diz- se que ocorreu abuso de poder na modalidade desvio de poder (ou desvio de finalidade).

Abuso de poder

Desvio de poder

(ou desvio de finalidade)

Excesso de poder

Vício no elemento finalidade.

Vício no elemento competência.

IMPORTANTE:

A remoção de ofício só pode ser praticada com o objetivo de suprir carência de pessoal. Assim, independentemente das justificativas apresentadas, a remoção de ofício de servidor realizada com propósito diverso desse ofenderá, sempre, o princípio da finalidade.

Todo ato da Administração deve ser praticado com o propósito de satisfazer o interesse público. Qualquer ato praticado em desacordo com o interesse da coletividade será inválido por desvio da finalidade.

34. (CESPE/TRE-MT/2010) É possível a delegação do poder de polícia a particular mediante celebração de contratos administrativos, em especial nos locais em que a presença do poder público seja deficiente.

Comentários:

ERRADO. Segundo o STF, apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

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IMPORTANTE:

Apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

35. (CESPE/TRE-MT/2010) Poder regulamentar é a prerrogativa conferida à administração pública de editar atos de caráter geral que visam complementar ou alterar a lei, em face de eventuais lacunas e incongruências.

Comentários:

ERRADO. O poder regulamentar é aquele que a Constituição Federal confere aos chefes do Poder Executivo poder para editar normas gerais e abstratas que explicam a lei, complementando-a e dando sua correta aplicabilidade (sem, contudo, alterá-la).

Com efeito, cabe ao Poder Executivo a tarefa de expedir regulamentos para dar a fiel execução da lei (art. 84, IV, CF/88). São os chamados decretos de execução.

Ressalta-se que após a EC nº 32/01, excepcionalmente, o Poder Executivo pode editar decretos que inovem o ordenamento jurídico, isto é, criando novas regras diretamente da Constituição, independentes de qualquer lei. São os chamados decretos autônomos.

Desta forma, segundo o art. 84, VI da CF, o Presidente da República pode dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da Administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos, e a extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

Ademais, o parágrafo único do art. 84 da CF permite que o Presidente da República delegue tais atribuições aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União.

36. (CESPE/TRE-MT/2010) No exercício do poder disciplinar, cabe à administração apurar e aplicar penalidades aos servidores públicos e às demais pessoas sujeitas à disciplina administrativa.

Comentários:

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CERTO. O poder disciplinar pode ser definido como a prerrogativa que possui a Administração Pública de punir seus próprios agentes e particulares que com ela mantenham um vínculo específico.

IMPORTANTE:

O poder disciplinar não recai apenas sobre os agentes públicos, mas também sobre os particulares que tenham um vínculo específico com a Administração Pública (por exemplo: celebração de um contrato com a Administração).

37. (CESPE/TRE-MT/2010) A hierarquia é atribuição exclusiva do Poder Executivo, que não existe na esfera do Poder Judiciário e do Poder Legislativo, pois as funções atribuídas a esses últimos poderes são apenas de natureza jurisdicional e legiferante.

Comentários:

ERRADO. O poder hierárquico é aquele exercido em função da relação de subordinação entre órgãos e agentes dentro de uma mesma pessoa da Administração Pública. São exemplos de exercício desse poder:

O superior dar ordens para o subordinado;

A delegação e a avocação de competências;

Logo, a hierarquia é atribuição dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo.

38. (CESPE/TRE-MT/2010) Poder de polícia administrativa manifesta-se por meio de atos concretos e específicos, mas não de atos normativos, pois estes não constituem meios aptos para seu adequado exercício.

Comentários:

ERRADO. O Poder de polícia (ou poder de polícia administrativa) é prerrogativa que possui a Administração Pública para condicionar e limitar o

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exercício de direitos e atividades individuais em prol do interesse coletivo.

O exercício desse poder fundamenta-se no princípio da supremacia do interesse público sobre o privado e manifesta-se não somente por meio de atos concretos e específicos, mas também mediante atos normativos.

Diferentemente do poder disciplinar e do poder hierárquico, o poder de polícia não se baseia na existência de qualquer vínculo específico entre as partes.

IMPORTANTE:

O poder de polícia não se baseia na existência de qualquer vínculo específico entre as partes, razão pela qual alcança terceiros, fora de sua estrutura funcional da Administração Pública.

39. (CESPE/TRE-MT/2010) No exercício do poder de polícia, a administração age sempre com auto-executoriedade, não dependendo de outro poder para torná-lo efetivo.

Comentários:

ERRADO. São atributos do poder de polícia: a discricionariedade (a administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato), a auto-executoriedade (os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial) e a imperatividade (as medidas podem ser adotadas são impostas independentemente do consentimento do administrado).

Nem todo ato de polícia goza de auto-executoriedade. Por exemplo: a Administração Pública não pode se valer da auto-executoriedade (ou executoriedade) em relação à cobrança de multas não quitadas espontaneamente pelo administrado.

40. (CESPE/PM-DF/2010) Ao apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos, a administração pública exerce o poder hierárquico.

Comentários:

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ERRADO. O poder disciplinar pode ser definido como a prerrogativa que possui a Administração Pública de punir seus próprios agentes e particulares que com ela mantenham um vínculo específico.

IMPORTANTE:

Ao apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos, a administração pública exerce o poder disciplinar.

41. (CESPE/DPE-PI/2009) Em razão da impossibilidade de que as leis prevejam todas as contingências que possam surgir na sua execução, em especial nas diversas situações que a administração encontrar para cumprir as suas tarefas e optar pela melhor solução, é necessária a utilização do poder administrativo denominado poder

a) hierárquico.

b) de polícia.

c) vinculado.

d) regulamentar.

e) disciplinar.

Comentários:

O poder regulamentar é aquele que a Constituição Federal confere aos chefes do Poder Executivo poder para editar normas gerais e abstratas que explicam a lei, complementando-a e dando sua correta aplicabilidade.

Logo, a resposta desta questão é a letra d.

42. (CESPE/TRT-17ªRegião/2009) A administração exerce o poder de polícia por meio de atos e operações materiais de aplicação da lei ao caso concreto, compreendendo medidas preventivas e repressivas. A edição, pelo Estado, de atos normativos de alcance geral não pode ser considerada meio adequado para o exercício do poder de polícia.

Comentários:

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ERRADO.

IMPORTANTE:

O exercício do poder de polícia fundamenta-se no princípio da supremacia do interesse público sobre o privado e manifesta-se não somente por meio de atos concretos e específicos, mas também mediante atos normativos.

43. (CESPE/TRE-MG/2009) Considerando que há verdadeira relação de coordenação e de subordinação entre os órgãos integrantes da administração pública, não constitui decorrência do poder hierárquico

a) a possibilidade de dar ordens aos subordinados.

b) controle da atividade de órgãos inferiores para exame quanto à legalidade de atos e ao cumprimento de obrigações.

c) a possibilidade de avocação de atribuições não-exclusivas do órgão subordinado.

d) a delegação de atribuições não-privativas.

e) a limitação ao exercício de direitos individuais em benefício do interesse público.

Comentários:

O Poder de polícia (ou poder de polícia administrativa) é prerrogativa que possui a Administração Pública para condicionar e limitar o exercício de direitos e atividades individuais em prol do interesse coletivo.

Logo, a resposta desta questão é a letra e.

44. (CESPE/TRE-GO/2009) Um açougue recebeu a visita de agentes da Vigilância Sanitária, que pretendiam aferir as condições de higiene do estabelecimento. Constataram diversas irregularidades, entre as quais: carnes acondicionadas indevidamente e sem comprovação de procedência; funcionários não utilizavam os equipamentos básicos exigidos por lei; péssimas condições de limpeza das geladeiras. Diante desse quadro, os agentes públicos multaram o dono do açougue e fecharam o estabelecimento até que as irregularidades fossem sanadas.

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Considerando a atuação da administração na situação hipotética acima, assinale

a opção correspondente ao poder administrativo exercido no caso descrito.

a) poder hierárquico

b) poder disciplinar

c) poder discricionário

d) poder de polícia

Comentários:

São exemplos de exercício do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário); interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa etc.

Portanto, a resposta desta questão é a letra e.

45. (CESPE/IBAMA/2009) O poder de polícia é delegável a particulares e a outros órgãos e entidades públicas, apesar de decorrer da imperatividade do poder estatal e da própria força de coerção sobre os administrados.

Comentários:

ERRADO. Segundo o STF, apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado. Por conseguinte, as autarquias e as fundações públicas de direito público, que têm personalidade

jurídica de direito público, podem exercer o poder de polícia administrativa, que

é uma atividade típica de Estado.

IMPORTANTE:

Apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

As autarquias e as fundações públicas de direito público podem exercer poder de polícia administrativa. Porém, as fundações públicas de direito privado e os particulares não podem.

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46. (CESPE/IBAMA/2009) A administração pública pode exercer o seu poder de polícia por meio de atos administrativos gerais, de caráter normativo, ou por meio de atos concretos, como o de sancionamento.

Comentários:

CERTO. De novo!!! Notem como o CESPE gosta desta assertiva.

IMPORTANTE:

O exercício do poder de polícia fundamenta-se no princípio da supremacia do interesse público sobre o privado e manifesta-se não somente por meio de atos concretos e específicos, mas também mediante atos normativos.

47. (CESPE/IBAMA/2009) Os atos praticados com esteio no poder de polícia administrativa possuem os atributos da presunção de legitimidade, auto- executoriedade e imperatividade.

Comentários:

ERRADO. São atributos do poder de polícia: a discricionariedade (a administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato), a autoexecutoriedade (os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial) e a imperatividade (as medidas podem ser adotadas são impostas independentemente do consentimento do administrado).

48. (CESPE/ABIN/2008) Decorre do poder disciplinar do Estado a multa aplicada pelo poder concedente a uma concessionária do serviço público que tenha descumprido normas reguladoras impostas pelo poder concedente.

Comentários:

a

Administração Pública de punir seus próprios agentes e particulares

que com ela mantenham um vínculo específico.

CERTO.

O

poder

disciplinar

é

a

prerrogativa

que

possui

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IMPORTANTE:

O poder disciplinar não recai apenas sobre os agentes públicos, mas também sobre os particulares que tenham um vínculo específico com a Administração Pública (por exemplo: celebração de um contrato com a Administração).

49. (CESPE/ABIN/2008) O poder de polícia do Estado pode ser delegado a particulares.

Comentários:

ERRADO. Novamente!!!! Segundo o STF, apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

IMPORTANTE:

Apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

As autarquias e as fundações públicas de direito público podem exercer poder de polícia administrativa. Porém, as fundações públicas de direito privado e os particulares não podem.

50. (CESPE/OAB/2008) Poder de polícia somente pode ser exercido de maneira discricionária.

Comentários:

ERRADO. São atributos do poder de polícia: a discricionariedade (a administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato), a auto-executoriedade (os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial) e a imperatividade (as medidas podem ser adotadas são impostas independentemente do consentimento do administrado).

No exercício do poder de polícia, ainda que a discricionariedade seja regra, é possível que a lei estabeleça, em relação a determinados atos, total vinculação da atuação administrativa a seus preceitos.

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51. (CESPE/OAB/2008) Uma autarquia ou uma empresa pública estadual está ligada a um estado-membro por uma relação de subordinação decorrente da hierarquia.

Comentários:

ERRADO. Na descentralização não há hierarquia entre a Administração Direta e a Indireta. Esta relação é caracterizada pela vinculação (e não pela subordinação). Pois, a Administração Direta exerce sobre a Administração Indireta o chamado controle finalístico, tutela administrativa ou supervisão (também chamada, na esfera federal, de “supervisão ministerial”).

52. (CESPE/OAB/2008) No exercício do poder regulamentar, a administração não pode criar direitos, obrigações, proibições, medidas punitivas, devendo limitar-se a estabelecer normas sobre a forma como a lei vai ser cumprida.

Comentários:

CERTO. O poder regulamentar é aquele que a Constituição Federal confere aos chefes do Poder Executivo poder para editar normas gerais e abstratas que explicam a lei, complementando-a e dando sua correta aplicabilidade (sem, contudo, alterá-la).

No exercício do poder regulamentar, a Administração Pública não pode, por exemplo, conceder direitos, criar obrigações ou impor proibições. Para tanto, deve haver previsão em lei. Aí, sim, um ato administrativo poderá regulamentar essa lei.

53. (CESPE/Natal-RN/2008) Poder de polícia, regido pelo direito administrativo, é o meio pelo qual a administração pública exerce atividade de segurança pública, seja por meio da polícia civil, seja pela polícia militar, a fim de coibir ilícitos administrativos.

Comentários:

ERRADO. A atividade de polícia administrativa não se confunde com a de polícia judiciária. Pois:

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A polícia administrativa é exercida sobre atividades privadas, bens ou direitos, enquanto a polícia judiciária incide diretamente sobre pessoas.

A polícia administrativa é desempenhada por órgãos administrativos de caráter fiscalizador integrantes dos vários setores de toda a Adminisração Pública. Por outro lado, a polícia judiciária é executada por corporações específicas (polícia civil ou militar).

Será atividade de polícia administrativa a que incida na seara das infrações administrativas e atividade de polícia judiciária a que concerne ao ilícito de natureza penal.

Polícia Administrativa

Polícia Judiciária

Atua sobre bens, direitos ou atividades

Atua apenas sobre as pessoas

É desempenhada por órgãos administrativos de caráter fiscalizador

É privativa de corporações especializadas (polícia civil e militar)

Incide na seara das infrações administrativas

Pune infratores da lei penal

54. (CESPE/Natal-RN/2008) As sanções impostas aos particulares pela administração pública são exemplos de exercício do poder disciplinar.

Comentários:

ERRADO. O poder disciplinar não recai apenas sobre os agentes públicos, mas também sobre os particulares que tenham um vínculo específico com a Administração Pública (por exemplo: celebração de um contrato com a Administração).

Diferentemente do poder disciplinar e do poder hierárquico, o poder de polícia não se baseia na existência de qualquer vínculo específico entre as partes, razão pela qual alcança terceiros, fora de sua estrutura funcional da Administração Pública.

55. (CESPE/Natal-RN/2008) Com o estado de direito, passou-se a afirmar a existência de uma função de natureza administrativa cujo objeto é a proteção

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do bem-estar geral, mediante a regulação dos direitos individuais, expressa ou implicitamente reconhecidos no sistema jurídico. Nesse contexto, o poder público, além de impor certas limitações, emite atos preventivos de controle, aplica penalidades por eventuais infrações e, em determinados contextos, exerce coação direta em face de terceiros para preservar interesses sociais. Raquel M. U. de Carvalho. Curso de direito administrativo. Salvador:

Juspodivum, 2008, p. 327 (com adaptações ).

O texto acima trata do poder

a) discricionário.

b) de polícia.

c) regulatório.

d) disciplinar.

Comentários:

O Poder de polícia (ou poder de polícia administrativa) é prerrogativa que possui a Administração Pública para condicionar e limitar o exercício de direitos e atividades individuais em prol do interesse coletivo.

Por isso, a resposta desta questão é a letra b.

56. (CESPE/Teresina-PI/2008) Tendo por base norma constitucional estadual, João, fiscal de tributos, reteve temporariamente mercadorias que estavam em poder de Maria, com o objetivo de arrolar bens encontrados em situação de ilícito tributário até a comprovação da posse legítima dos bens por parte de Maria. Na situação descrita, João atuou no exercício do poder de polícia.

Comentários:

CERTO. São exemplos de exercício do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário); interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa etc.

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57. (CESPE/TJDFT/2008) No exercício do poder de polícia, a administração pública está autorizada a tomar medidas preventivas e não apenas repressivas.

Comentários:

CERTO. O poder de polícia pode ser exercido em caráter preventivo ou repressivo. O exercício é preventivo quando visa a evitar que o ilícito ocorra. Por outro lado, é repressivo quando o exercício ocorre após a ocorrência de dano ao interesse público.

São exemplos de exercício preventivo do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário).

São

exemplos

de

exercício

repressivo

do

poder

de

polícia:

interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa

58. (CESPE/TJDFT/2008) Do objeto do poder de polícia exige-se tão- somente a licitude. A discussão acerca da proporcionalidade do ato de poder de polícia é matéria que escapa à apreciação de sua legalidade.

Comentários:

ERRADO.

Os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade

limitam a atuação e a discricionariedade dos poderes públicos. Ou seja, vedam que a Administração Pública aja com excesso, praticando atos

desproporcionais ou desarrazoados.

Esses princípios exigem a adequação entre meios e fins, sendo vedado à Administração impor obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público. Assim, se o ato implicar limitações inadequadas, desnecessárias ou desproporcionais (não razoáveis) deverá ser anulado.

O exame da proporcionalidade do ato ocorre conforme o caso concreto, um mesmo ato pode ser considerado proporcional em uma situação e desproporcional em outra, em função da variação do interesse público.

Por exemplo: o ato de interdição de uma padaria poderá ser proporcional ou não, a depender do interesse público a ser protegido pelo referido ato. Se a padaria é situada em um prédio que corre risco de desabar, o ato será proporcional.

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Porém, será desproporcional se resultar da comercialização de um tipo de queijo fora do prazo de validade. Nessa segunda hipótese, a aplicação de uma multa seria menos gravosa para a população, que continuaria a usufruir dos serviços da padaria.

59. (CESPE/TJDFT/2008) Programa de restrição ao trânsito de veículos automotores, em esquema conhecido como rodízio de carros, é ato que se insere na conceituação de poder de polícia, visto ser uma atividade realizada pelo Estado com vistas a coibir ou limitar o exercício dos direitos individuais em prol do interesse público.

Comentários:

CERTO. O Poder de polícia (ou poder de polícia administrativa) é prerrogativa que possui a Administração Pública para condicionar e limitar o exercício de direitos e atividades individuais em prol do interesse coletivo.

60. (CESPE/TRT-9ªRegião/2008) Pelo atributo da coercibilidade, o poder de polícia tem execução imediata, sem dependência de ordem judicial.

Comentários:

ERRADO.

D iscricionariedade I mperatividade (ou coercibilidade) A utoexecutoriedade Atributos do poder de polícia

Discricionariedade

Imperatividade

(ou

coercibilidade)

Autoexecutoriedade

mperatividade (ou coercibilidade) A utoexecutoriedade Atributos do poder de polícia (“DIA”) A

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

A administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato

As

medidas

podem

ser

adotadas

são

impostas

independentemente

do

consentimento

do

administrado

 

Os atos são executados direta e imediatamente,

não
não

dependendo de ordem judicial

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61.

administrativa

(CESPE/TSE/2008)

Caracteriza

exercício

de

poder

de

polícia

a) a aplicação de uma penalidade de suspensão a servidor que infringiu reiteradamente deveres funcionais.

b) a realização de uma sindicância para apurar a culpa de um servidor, acerca de dano causado ao patrimônio da repartição em que ele trabalha.

c) a aplicação de uma multa a restaurante que infringiu normas ligadas à proteção da saúde pública.

d) a apreciação de um recurso contra decisão que indeferiu pedido de concessão de licença para tratar de interesses particulares.

Comentários:

A

aplicação de uma penalidade de suspensão a servidor que

Poder disciplinar

infringiu reiteradamente deveres funcionais

A

realização de uma sindicância para apurar a culpa de um

Poder disciplinar

servidor, acerca de dano causado ao patrimônio da repartição em que ele trabalha

A

aplicação de uma multa a restaurante que infringiu normas

Poder de polícia

ligadas à proteção da saúde pública

A apreciação de um recurso contra decisão que indeferiu

Poder hierárquico

pedido de concessão de licença para tratar de interesses

particulares

Com efeito, a resposta desta questão é a letra c.

62. (CESPE/TSE/2008) Um servidor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a seus subordinados que eles deveriam tomar mais cuidado com o horário e que atrasos superiores a dez minutos não seriam tolerados. Tal determinação constitui exercício de

a) poder disciplinar.

b) poder hierárquico.

c) poder de polícia.

d) poder regulamentar.

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Comentários:

O poder hierárquico é aquele exercido em função da relação de subordinação entre órgãos e agentes dentro de uma mesma pessoa da Administração Pública. São exemplos de exercício desse poder:

O superior dar ordens para o subordinado;

A delegação e a avocação de competências;

Assim, a resposta desta questão é a letra b.

63. (CESPE/PF/2008) O poder de policia incide sobre pessoas e atividades, mas não sobre bens.

Comentários:

ERRADO.

Polícia Administrativa

Polícia Judiciária

Atua sobre bens, direitos ou atividades

Atua apenas sobre as pessoas

É desempenhada por órgãos administrativos de caráter fiscalizador

É privativa de corporações especializadas (polícia civil e militar)

Incide na seara das infrações administrativas

Pune infratores da lei penal

64. (CESPE/PF/2008) A expedição de autorização de porte de arma de fogo constitui exercício de poder administrativo regulamentar.

Comentários:

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ERRADO. São exemplos de exercício do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário); interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa etc.

65. (CESPE/TJ-AC/2002) Atos praticados por servidor público no exercício

de poder discricionário não podem ser objeto de qualquer ação judicial.

Comentários:

ERRADO. Se provocado, o Poder Judiciário pode controlar a legalidade de um ato discricionário, em relação a qualquer elemento deste ato. Os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade limitam a atuação e a discricionariedade dos poderes públicos.

Ou seja, os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade vedam que a Administração Pública aja com excesso, praticando atos desproporcionais ou desarrazoados.

66. (CESPE/TJ-AC/2002) A auto-executoriedade e a coercibilidade são

atributos do poder de polícia.

Comentários:

CERTO.

 

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

Discricionariedade

 

A administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato

Imperatividade

(ou

As

medidas

podem

ser

adotadas são impostas consentimento do

coercibilidade)

independentemente

do

administrado

 

Autoexecutoriedade

 

Os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial

 

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67. (CESPE/TJ-AC/2002) Se um funcionário da prefeitura de Rio Branco

apreender mercadorias deterioradas em feira no centro da cidade, ele não estará exercendo poder de polícia e, sim, poder vinculado e hierárquico.

Comentários:

ERRADO. São exemplos de exercício do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário); interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa etc.

68. (CESPE/INSS/1998) Em decorrência do poder de polícia de que é

investida, a administração pública pode condicionar e restringir o uso e o gozo

de bens, atividades e direitos individuais, independentemente de prévia autorização judicial.

Comentários:

CERTO. O Poder de polícia (ou poder de polícia administrativa) é prerrogativa que possui a Administração Pública para condicionar e limitar o exercício de direitos e atividades individuais em prol do interesse coletivo.

São atributos do poder de polícia: a discricionariedade (a administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato), a auto- executoriedade (os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial) e a imperatividade (as medidas podem ser adotadas são impostas independentemente do consentimento do administrado).

69. (CESPE/INSS/1998) O acatamento do ato de polícia administrativa é

obrigatório ao seu destinatário. Para fazer valer o seu ato, a administração pode

até mesmo empregar força pública em face da resistência do administrado, sem que, para isso, dependa de qualquer autorização judicial.

Comentários:

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CERTO.

 

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

Discricionariedade

 

A

administração pode valorar a conveniência e a

oportunidade da prática do ato

 

Imperatividade

 

As medidas

podem

ser

do

adotadas são impostas consentimento do

independentemente

administrado

Autoexecutoriedade

 

Os atos são executados direta e imediatamente,

não
não
 

dependendo de ordem judicial

 

70. (CESPE/INSS/1998) As sanções decorrentes do exercício do poder de polícia administrativa) por exemplo, a interdição de atividade, o fechamento de estabelecimento, a demolição de construção, a destruição de objetos e a proibição de fabricação de determinados produtos, só podem ser aplicadas após regular processo judicial, haja vista a dimensão da restrição de direitos individuais implementada.

Comentários:

ERRADO.

 

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

Discricionariedade

 

A

administração pode valorar a conveniência e a

oportunidade da prática do ato

 

Imperatividade

 

As medidas

podem

ser

do

adotadas são impostas consentimento do

independentemente

administrado

Autoexecutoriedade

 

Os atos são executados direta e imediatamente,

não
não
 

dependendo de ordem judicial

 

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71. (CESPE/INSS/1998) Considerando a natureza e os efeitos da atuação da polícia administrativa, os atos administrativos praticados nessa esfera são estritamente vinculados.

Comentários:

ERRADO.

 

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

 

Discricionariedade

   

A administração

pode valorar a conveniência

e

a

 

oportunidade

da prática do ato

 

Imperatividade

 

As medidas

podem

ser

adotadas são impostas consentimento do

independentemente

do

administrado

Autoexecutoriedade

 

Os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial

72. (CESPE/BACEN/1997) O poder disciplinar abrange as sanções impostas a particulares, tais como: multa, interdição de atividade, fechamento de estabelecimento e destruição de objetos.

Comentários:

ERRADO. São exemplos de exercício do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário); interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição de mercadorias e aplicação de multa etc.

73. (CESPE/BACEN/1997) São atributos do poder de polícia: a discricionariedade, a auto-executoriedade e a coercibilidade.

Comentários:

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CERTO.

 

Atributos do poder de polícia (“DIA”)

 

Discricionariedade

 

A administração pode valorar a conveniência e a oportunidade da prática do ato

 

Imperatividade

(ou

 

As

medidas

podem

ser

adotadas são impostas

coercibilidade)

independentemente

do

consentimento

do

administrado

 

Autoexecutoriedade

 

Os atos são executados direta e imediatamente, não dependendo de ordem judicial

 

74. (CESPE/BACEN/1997) Do exercício do poder hierárquico decorrem as faculdades de fiscalizar, rever, delegar, dar ordens e avocar.

Comentários:

CERTO. O poder hierárquico é aquele exercido em função da relação de subordinação entre órgãos e agentes dentro de uma mesma pessoa da Administração Pública. São exemplos de exercício desse poder:

O superior dar ordens para o subordinado;

A delegação e a avocação de competências;

75.

Administração:

(ESAF/ATA/MF/2009)

a) poder normativo.

b) poder de polícia.

c) poder hierárquico.

d) poder independente.

e) poder disciplinar.

Comentários:

Não

se

pode

enumerar

como

poder

da

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Segundo a doutrina, os principais poderes administrativos são:

Poder vinculado;

Poder discricionário;

Poder hierárquico;

Poder disciplinar;

Poder regulador; e

Poder de polícia

vinculado

discricionário

hierárquico

Poderes Adminstrativos

disciplinar

regulador

de polícia

Logo, a resposta desta questão é a letra d.

76. (ESAF/Auditor/TCE-GO/2007) No que tange ao poder disciplinar, relativamente aos servidores aposentados e aos em disponibilidade,

a) tais servidores não poderão sofrer penalidade administrativa, por não ocuparem cargo público.

b) ambos os servidores, aposentados e em disponibilidade, estão sujeitos ao poder disciplinar da Administração.

c) a depender da gravidade da conduta, o servidor em disponibilidade sujeita-se à pena de demissão.

d) apenas os servidores aposentados poderão sofrer penalidade.

e) tecnicamente, mesmo o aposentado está sujeito à pena de demissão, considerada sua conduta quando ainda permanecia em atividade na Administração.

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Comentários:

Conforme o art. 127 da Lei nº 8.112/90, são penalidades disciplinares:

Advertência;

Suspensão;

Demissão;

Cassação de aposentadoria ou disponibilidade;

Destituição de cargo em comissão;

Destituição de função comissionada.

Ou seja, os servidores aposentados e os em disponibilidade estão sujeitos ao poder disciplinar da Administração Pública.

Com efeito, a resposta desta questão é a letra b.

77. (ESAF/Auditor/SEFAZ-CE/2007) A aplicação da penalidade de advertência a servidor público infrator, por sua chefia imediata, é ato administrativo que expressa a manifestação do poder

a) hierárquico.

b) regulamentar.

c) de polícia.

d) disciplinar.

e) vinculado.

Comentários:

O poder disciplinar é a prerrogativa que possui a Administração Pública de punir seus próprios agentes e particulares que com ela mantenham um vínculo específico.

Por isso, a resposta desta questão é a letra d.

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78. (ESAF/Administrador/ENAP/2006) Incluem-se entre os denominados poderes administrativos, o poder

a) de controle jurisdicional dos atos administrativos.

b) de representação decorrente de mandato.

c) de veto do Presidente da República.

d) hieráquico no âmbito da Administração Pública.

e) legislativo exercido pelo Congresso Nacional.

Comentários:

vinculado

discricionário

hierárquico

Poderes Adminstrativos

disciplinar

regulador

de polícia

Por isso, a resposta desta questão é a letra d.

79. (ESAF/Advogado/IRB/2006) Tício, servidor público de uma Autarquia Federal, aprovado em concurso público de provas e títulos, ao tomar posse, descobre que seria chefiado pelo Sr. Abel, pessoa com quem sua família havia cortado relações, desde a época de seus avós, sem que Tício soubesse sequer o motivo. Depois de sua primeira semana de trabalho, apesar da indiferença de seu chefe, Tício sentia-se feliz, era seu primeiro trabalho depois de tanto estudar para o concurso ao qual se submetera. Qual não foi sua surpresa ao descobrir, em sua segunda semana de trabalho, que havia sido removido para a cidade de São Paulo, devendo, em trinta dias adaptar-se para se apresentar ao seu novo chefe, naquela localidade.

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Considerando essa situação hipotética e os preceitos, a doutrina e a jurisprudência do Direito Administrativo Brasileiro, assinale a única opção correta.

a) A conduta do Sr. Abel não merece reparos, posto que amparada pela lei.

b) O Sr. Abel agiu com excesso de poder, razão pela qual seu ato padece de vício.

c) O Sr. Abel agiu corretamente, na medida em que Tício ainda se encontrava em estágio probatório.

d) O Sr. Abel incidiu em desvio de finalidade, razão pela qual o ato por ele praticado merece ser anulado.

e) Considerando que o ato do Sr. Abel padece de vício, o mesmo deverá ser revogado.

Comentários:

Abuso de poder

Desvio de poder

(ou desvio de finalidade)

Excesso de poder

Vício no elemento finalidade.

Vício no elemento competência.

IMPORTANTE:

A remoção de ofício só pode ser praticada com o objetivo de suprir carência

de pessoal. Assim, independentemente das justificativas apresentadas, a

remoção de ofício de servidor realizada com propósito diverso desse ofenderá, sempre, o princípio da finalidade.

Todo ato da Administração deve ser praticado com o propósito de satisfazer

o interesse público. Qualquer ato praticado em desacordo com o interesse

da coletividade será inválido por desvio da finalidade.

Pelo exposto, a resposta desta questão é a letra d.

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80. (ESAF/Advogado/IRB/2006) Considerando que o poder de polícia pode incidir em duas áreas de atuação estatal, a administrativa e a judiciária, relacione cada área de atuação com a respectiva característica e aponte a ordem correta.

(1) Polícia Administrativa

(2) Polícia Judiciária

(

) Atua sobre bens, direitos ou atividades.

(

) Pune infratores da lei penal.

(

) É privativa de corporações especializadas.

(

) Atua preventiva ou repressivamente na área do ilícito administrativo.

(

) Sua atuação incide apenas sobre as pessoas.

a) 1/2/2/1/2

b) 2/1/2/1/2

c) 2/2/2/1/1

d) 1/2/1/1/2

e) 1/2/2/2/1

Comentários:

Polícia Administrativa

Polícia Judiciária

Atua sobre bens, direitos ou atividades

Atua apenas sobre as pessoas

É desempenhada por órgãos administrativos de caráter fiscalizador

É privativa de corporações especializadas (polícia civil e militar)

Incide na seara das infrações administrativas

Pune infratores da lei penal

Com efeito, a resposta desta questão é a letra a.

81. (ESAF/AFC/CGU/2006) Em tese, na estrutura organizacional, da Administração Pública Direta Federal, onde vigora o regime jurídico da disciplina hierarquizada, a autoridade de nível superior pode rever os atos da que lhe seja

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subordinada, bem como pode delegar-lhe competência ou avocar o exercício de suas atribuições e das que delegou.

a) Correta essa assertiva.

b) Incorreta essa assertiva, porque a delegação é irretratável.

c) Incorreta, porque a delegação não opera entre autoridades, com vínculo hierárquico de subordinação.

d) Incorreta, porque não cabe avocação, para a prática de atos delegados, nem de atribuições do subordinado.

e) Incorreta, porque na Administração Pública não vigora o regime da disciplina hierárquizada.

Comentários:

A desconcentração administrativa é a distribuição de competências, no âmbito de uma mesma pessoa jurídica (ou seja, há hierarquia), com vista a agilizar a prestação dos serviços. Em outras palavras, é a distribuição interna de competências no âmbito de uma pessoa jurídica.

de

subordinação entre órgãos e agentes dentro de uma mesma pessoa da Administração Pública. São exemplos de exercício desse poder:

O

poder

hierárquico:

é

exercido

em

função

da

relação

O superior dar ordens para o subordinado;

A aplicação de sanções disciplinares aos servidores públicos; e

A delegação e a avocação de competências;

Por isso, a resposta desta questão é a letra a.

82. (ESAF/AFC/CGU/2006) Por decorrência do poder hierárquico da Administração Pública, surge o instituto da delegação de competências. Assinale, entre as atividades abaixo, aquela que não pode ser delegada.

a) Matéria de competência concorrente de órgão ou entidade.

b) Edição de atos de nomeação de servidores.

c) Decisão de recursos administrativos.

d) Homologação de processo licitatório.

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e) Aplicação de pena disciplinar a servidor.

Comentários:

De acordo com o art. 13 da Lei nº 9.784/99, não podem ser objeto de delegação:

A edição de atos de caráter normativo;

A decisão de recursos administrativos;

As matérias de competência exclusiva.

Logo, a resposta desta questão é a letra c.

83. (ESAF/AFRF/SRF/2005) Considerando-se os poderes administrativos, relacione cada poder com o respectivo ato administrativo e aponte a ordem correta.

1) poder vinculado

2) poder de polícia

3) poder hierárquico

4) poder regulamentar

5) poder disciplinar

(

) decreto estadual sobre transporte intermunicipal

(

) alvará para construção de imóvel comercial

(

) aplicação de penalidade administrativa a servidor

(

) avocação de competência por autoridade superior

(

) apreensão de mercadoria ilegal na alfândega

a) 3/2/5/4/1

b) 1/2/3/5/4

c) 4/1/5/3/2

d) 2/5/4/1/3

e) 4/1/2/3/5

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Comentários:

Atos Administrativos

Poderes

decreto estadual sobre transporte intermunicipal

4) regulamentar

alvará para construção de imóvel comercial

1) vinculado

aplicação de penalidade administrativa a servidor

5) disciplinar

avocação de competência por autoridade superior

3) hierárquico

apreensão de mercadoria ilegal na alfândega

2) de polícia

Assim, a resposta desta questão é a letra c.

84. (ESAF/Gestor/SEFAZ-MG/2005) Não se pode falar em utilização de poder de polícia pela Administração indireta.

Comentários:

ERRADO. Segundo o STF, apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado. Por conseguinte, as autarquias e as fundações públicas de direito público, que têm personalidade jurídica de direito público, podem exercer o poder de polícia administrativa, que é uma atividade típica de Estado.

IMPORTANTE:

Apenas as pessoas jurídicas de direito público podem exercer atividades típicas de Estado.

As autarquias e as fundações públicas de direito público podem exercer poder de polícia administrativa. Porém, as fundações públicas de direito privado não podem.

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85. (ESAF/Gestor/SEFAZ-MG/2005) Como regra, o poder de polícia será

discricionário

Comentários:

CERTO.

a

discricionariedade seja regra, é possível que a lei estabeleça, em relação a determinados atos, total vinculação da atuação administrativa a seus preceitos.

No

exercício

do

poder

de

polícia,

ainda

que

86. (ESAF/Gestor/SEFAZ-MG/2005) O meio de ação que concretize a

atuação do poder de polícia encontra limites no princípio da proporcionalidade.

Comentários:

CERTO. Os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade limitam a atuação e a discricionariedade dos poderes públicos. Ou seja, vedam que a Administração Pública aja com excesso, praticando atos desproporcionais ou desarrazoados.

Esses princípios exigem a adequação entre meios e fins, sendo vedado à Administração impor obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público.

87. (ESAF/Gestor/SEFAZ-MG/2005) Nem sempre as ações atinentes ao

poder de polícia serão auto-executáveis.

Comentários:

CERTO. Nem todo ato de polícia goza de auto-executoriedade. Por exemplo: a Administração Pública não pode se valer da auto-executoriedade (ou executoriedade) em relação à cobrança de multas não quitadas espontaneamente pelo administrado.

88. (ESAF/Gestor/SEFAZ-MG/2005) O poder de polícia não abrange apenas medidas repressivas.

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Comentários:

CERTO. O poder de polícia pode ser exercido em caráter preventivo ou repressivo. O exercício é preventivo quando visa a evitar que o ilícito ocorra. Por outro lado, é repressivo quando o exercício ocorre após a ocorrência de dano ao interesse público.

São exemplos de exercício preventivo do poder de polícia: a edição de atos normativos pela Administração, regulamentando as condições e restrições estabelecidas em lei; a fiscalização do cumprimento destas normas; concessão de licença (ato vinculado) e autorização (ato discricionário).

São

exemplos

de

exercício

repressivo

do

poder

de

polícia:

interdição de atividade, demolição de obra irregular, apreensão/destruição

de mercadorias e aplicação de multa

89. (ESAF/Analista/MPU/2004) No âmbito do poder hierárquico, insere-se a faculdade de revogar-se atos de órgãos inferiores, considerados inconvenientes, de ofício ou por provocação.

Comentários:

CERTO. São exemplos de exercício do poder hierárquico:

O superior dar ordens para o subordinado;

A aplicação de sanções disciplinares aos servidores públicos;

A delegação e a avocação de competências; e

A anulação e a revogação de atos de órgão inferiores

90. (ESAF/AFC/CGU/2004) O mérito administrativo, na atuação do administrador público, cujo controle jurisdicional sofre restrições, condiz em particular com o exercício regular do seu poder

a) disciplinar

b) hierárquico

c) de polícia

d) discricionário

e) vinculado

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Comentários:

Mérito administrativo é a margem de liberdade, nos limites da lei, que a Administração Pública possui na valoração da conveniência e oportunidade para a prática de ato administrativo discricionário. Decorre, portanto, do poder discricionário.

Assim a resposta desta questão é a letra d.

91. (ESAF/Analista/MPU/2004) O poder disciplinar pode alcançar particulares, desde que vinculados ao Poder Público mediante contratos.

Comentários:

CERTO.

IMPORTANTE:

O poder disciplinar não recai apenas sobre os agentes públicos, mas também sobre os particulares que tenham um vínculo específico com a Administração Pública (por exemplo: celebração de um contrato com a Administração).

92. (ESAF/AFC/CGU/2004) Uma determinada autoridade administrativa, de um certo setor de fiscalização do Estado, ao verificar que o seu subordinado havia sido tolerante com o administrado incurso em infração regulamentar, da sua área de atuação funcional, resolveu avocar o caso e agravar a penalidade aplicada, no uso da sua competência legal, tem este seu procedimento enquadrado no regular exercício dos seus poderes

a) disciplinar e vinculado

b) discricionário e regulamentar

c) hierárquico e de polícia

d) regulamentar e discricionário

e) vinculado e discricionário

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Comentários:

Uma determinada autoridade administrativa, de um certo setor de fiscalização do Estado (poder de polícia), ao verificar que o seu subordinado havia sido tolerante com o administrado incurso em infração regulamentar, da sua área de atuação funcional, resolveu avocar (poder hierárquico) o caso e agravar a penalidade aplicada, no uso da sua competência legal

Logo, a resposta desta questão é a letra c.

93. (ESAF/TRF/SRF/2003) O ato de autoridade administrativa que aplica uma penalidade de advertência a servidor seu subordinado, pela inobservância de um determinado dever funcional, estará contido no contexto, particularmente, do exercício regular de seu poder

a) discricionário e de polícia.

b) discricionário e de império.

c) disciplinar e hierárquico.

d) regulamentar e de polícia.

e) vinculado e de gestão.

Comentários:

O ato de autoridade administrativa que aplica uma penalidade de

seu subordinado (poder

advertência a servidor (poder disciplinar) hierárquico)

Por isso, a resposta desta questão é a letra c.

94. (ESAF/AFT/MTE/2003) Tratando-se dos poderes administrativos, correlacione as duas colunas, vinculando a cada situação o respectivo poder:

1) poder hierárquico

2) poder disciplinar

3) poder discricionário

4) poder de polícia

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(

) penalidade em processo administrativo

(

) nomeação para cargo de provimento em comissão

(

) delegação de competências

(

) limitação do exercício de direitos

a) 2/3/1/4

b) 4/2/1/3

c) 4/3/2/1

d) 2/1/3/4

e) 4/2/3/1

Comentários:

Atos Administrativos

Poderes

penalidade em processo administrativo

2) disciplinar

nomeação para cargo de provimento em comissão

3) discricionário

delegação de competências

1) hierárquico

limitação do exercício de direitos

4) de polícia

A resposta desta questão, portanto, é a letra a.

95. (ESAF/Auditor/Recife-PE/2003) Considerando-se os poderes administrativos, relacione cada poder com o respectivo ato administrativo e aponte a ordem correta:

1) poder vinculado

2) poder de polícia

3) poder hierárquico

4) poder regulamentar

5) poder disciplinar

( ) decreto estadual sobre ICMS

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(

) ato de autorização para funcionamento de estabelecimento comercial

(

) apreensão de mercadoria estragada em depósito alimentício

(

) aplicação de penalidade administrativa a servidor desidioso

(

) delegação de competência a autoridade inferior

a) 3/2/5/4/1

b) 4/1/2/5/3

c) 1/2/3/5/4

d) 2/5/4/1/3

e) 3/1/2/4/5

Comentários:

 

Atos Administrativos

 

Poderes

decreto estadual sobre ICMS

 

4) regulamentar

ato

de

autorização

para

funcionamento

de

1) vinculado

estabelecimento comercial

apreensão

de

mercadoria

estragada

em

depósito

2) de polícia

alimentício

 

aplicação

de

penalidade

administrativa

a

servidor

5) disciplinar

desidioso

 

delegação de competência a autoridade inferior

 

3) hierárquico

Portanto, a resposta desta questão é a letra b.

96. (ESAF/Procurador/BACEN/2002) Conforme a doutrina, o poder de polícia administrativa não incide sobre:

a) direitos

b) atividades

c) bens

d) pessoas

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e) liberdades

Comentários:

Polícia Administrativa

Polícia Judiciária

Atua sobre bens, direitos ou atividades

Atua apenas sobre as pessoas

Por isso, a resposta é a letra d.

97. (ESAF/Oficial de Chancelaria/MRE/2002) O poder de comando, que autoriza o titular de um órgão público a expedir determinações gerais ou específicas a determinados subalternos, sobre cujas atividades mantém permanente autoridade, quanto ao modo de executar certos serviços, comporta-se mais propriamente no campo da(do)

a) descentralização administrativa.

b) poder disciplinar.

c) poder hierárquico.

d) poder regulamentar.

e) poder de polícia.

Comentários:

São exemplos de exercício do poder hierárquico:

O superior dar ordens para o subordinado;

A aplicação de sanções disciplinares aos servidores públicos;

A delegação e a avocação de competências; e

A anulação e a revogação de atos de órgão inferiores.

Assim, a resposta desta questão é a letra c.