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DOENÇAS E PRAGAS DA MANDIOCA

DOENÇAS E PRAGAS DA MANDIOCA
DOENÇAS E PRAGAS DA MANDIOCA
DOENÇAS E PRAGAS DA MANDIOCA

Podridão radicular (Phytophthora sp e Fusarium sp – fungo)

Doença mais limitante da produção na Região Nordeste: Tabuleiros Costeiros (compactação do solo e má drenagem). Redução média de 30% na produtividade (casos de perda total).

Medidas de controle: variedades tolerantes, rotação de culturas, manejo físico e químico do solo, sistemas de cultivo e outras.

Variedades

tolerantes

:

Osso

Duro,

Cedinha,

Bibiana, clone 148/02, Aramaris e Kiriris (Nordeste).

Podridão radicular (Phytophthora sp e Fusarium sp – fungo)

Phytophthora sp (fase adulta): podridões “moles” nas raízes, odores muito fortes, coloração acinzentada (micélios ou esporos do fungo).

Sintomas visíveis: mais frequente em raízes maduras (casos de manifestação de sintomas na base das hastes jovens ou em plantas recém-germinadas, com murcha e morte total).

Podridão radicular (Phytophthora sp e Fusarium sp – fungo)

Fusarium sp: sintomas em qualquer fase do desenvolvimento da planta e raramente causam danos diretos nas raízes. Ataque: haste junto ao solo, causando infecções e muitas vezes obstruindo totalmente os tecidos vasculares, impedindo livre circulação da seiva e provocando podridão indireta das raízes. Sintomas: caracterizados por podridão de seca e sem aparente distúrbio dos tecidos.

Podridão radicular (Phytophthora sp e Fusarium sp – fungo)

Podridão radicular ( Phytophthora sp e Fusarium sp – fungo)

Mancha Parda (Cercospora henningsii) e Mancha parda grande (Cercospora vicosae)

Manchas angulares: cor marrom uniforme, nas faces inferior e na superior das folhas. Depois: folhas afetadas (amareladas, secam e caem).

Controle: uso de material sadio e produtos a base de cobre.

Mancha Parda (Cercospora henningsii) e Mancha parda grande (Cercospora vicosae)

Mancha Parda ( Cercospora henningsii ) e Mancha parda grande ( Cercospora vicosae )
Mancha Parda ( Cercospora henningsii ) e Mancha parda grande ( Cercospora vicosae )

Bacteriose (Xanthomonas campestris pv. manihotis)

Sintomas: manchas angulares, de aparência aquosa (folíolos) murcha das folhas e pecíolos, morte descendente e exsudação de goma nas hastes (necrose dos feixes vasculares e morte da planta).

Prejuízos: condições climáticas, suscetibilidade ou tolerância das variedades, práticas culturais empregadas, épocas de plantio e nível de contaminação do material de plantio.

Bacteriose (Xanthomonas campestris pv. manihotis)

Variação brusca de temperatura entre dia

e noite: mais importante para manifestação severa da doença (amplitude diária de temperatura superior l0ºC durante período > 5 dias é condição ideal para pleno desenvolvimento da doença).

Perdas de produção: 30% em cultivos com

variedades

favoráveis

totais).

suscetíveis

e

para

doença

locais

com

(prejuízos

condições

podem

ser

Bacteriose (Xanthomonas campestris pv. manihotis)

Região Sul: variedades Taquari, Mico, Fibra, Fitinha, Aipim Gigante e Olho Junto.

Região Sudeste: Branca de Santa Catarina, IAC- 12, IAC-13, IAC-14, Mantiqueira e Sonora.

Região Centro-Oeste: IAC-12, IAC-13, IAC-14, Mantiqueira, Branca de Santa Catarina, IAC 24-2, IAC 352-6, IAC 352-7, IAC 12-829, IAC 7-127, Sonora, EAB 81 e EAB 653.

Nordeste (Tabuleiros Costeiros): não existe indicação de variedades resistentes (não constitui- se em problema).

Bacteriose (Xanthomonas campestris pv. manihotis)

Bacteriose ( Xanthomonas campestris pv. manihotis )

Superalongamento (Sphaceloma manihoticola - fungo)

Sintomas: alongamento exagerado das hastes tenras ou em desenvolvimento, formando ramas finas com longos entrenós.

Casos severos: lesões típicas de verrugoses nas hastes, pecíolos e nervuras; (comum retorcimento das folhas, desfolhamento e morte dos tecidos).

Superalongamento (Sphaceloma manihoticola - fungo)

Disseminação: rápida durante estação chuvosa, pois os (esporos são facilmente transportados longas distâncias pelo vento e chuva).

Estabelecimento: áreas livres da doença ocorre principalmente por meio de manivas- semente contaminadas.

Superalongamento (Sphaceloma manihoticola - fungo)

Prejuízos: dependem da quantidade de inóculo inicial, da suscetibilidade das cultivares utilizadas e das condições climáticas.

Cultivar suscetível originada de plantação afetada, em condições ambientais favoráveis à doença, perdas de produção (70%) e cultivar tolerante (30%).

Medidas de controle: seleção de manivas sadias para plantio, eliminação de plantas infectadas, uso de cultivares tolerantes ou resistentes e rotação de culturas nas áreas anteriormente afetadas.

Superalongamento (Sphaceloma manihoticola - fungo)

Superalongamento ( Sphaceloma manihoticola - fungo)
Superalongamento ( Sphaceloma manihoticola - fungo)

Antracnose (colletotrichum gloeosporioides – fungo)

Clima:

umidade

relativa

do

ar

alta

e

temperaturas entre 18 e 23º C.

Manchas foliares: encharcadas na base das folhas que normalmente caem.

Haste: cancros profundos, desfolha intensa e morte dos ponteiros.

Antracnose (colletotrichum gloeosporioides – fungo)

Ramas armazenadas: ambientes muito úmidos, causa falhas na brotação das ramas e favorece contaminação por outras doenças de solo.

Controle:

maneb.

fungicida

à

base

de

cobre

ou

Antracnose (colletotrichum gloeosporioides – fungo)

Antracnose ( colletotrichum gloeosporioides – fungo)
Antracnose ( colletotrichum gloeosporioides – fungo)
Antracnose ( colletotrichum gloeosporioides – fungo)

Mosaico das nervuras

Ampla abrangência geográfica: semi-árido nordestino e Tabuleiros Costeiros (baixa qualidade dos produtos).

Ataque severo: < produtividade (até 30%) ou < qualidade do teor de amido na raiz).

Sintomas: cloroses intensas entre nervuras 1ª e 2ª. Casos severos comum observar forte retorcimento do limbo foliar.

Couro de sapo

Restrito:

Bahia.

lavouras

no

Manifestação

severa:

Amazonas,

Pará

e

pode

inviabilizar

economicamente produção.

Reduz:

70%

na

produtividade

ou

perdas

totais em variedades suscetíveis.

Reduz: qualidade do produto (teor de amido nas raízes de 10 a 80%).

Tabuleiros Costeiros: não há registro.

Mosaico comum

Temperaturas

mais

amenas:

Sul,

Sudeste

do

Brasil e algumas áreas dos Tabuleiros Costeiros.

Perdas de produção: 10 a 20% e reduções nos teores de amido de 10 a 50%.

Sintomas: clorose da lâmina foliar e retorcimento dos bordos das folhas, especialmente em folhas em formação.

Métodos de controle: seleção de material de plantio, uso de variedades resistentes e eliminação de plantas afetadas dentro do cultivo.

Esquema de caminhamento de visita semanal em área de cultivada

Esquema de caminhamento de visita semanal em área de cultivada

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

Ampla distribuição geográfica: alta capacidade de consumo foliar (Américas).

Severo desfolhamento: < rendimento e até ocasionar morte de plantas jovens.

Jovem: tamanho diminuto (5 mm) e coloração confundindo-se com folha.

Adulto: verde, castanho-escura, amarela e preta, sendo mais freqüentes as de cores verde e castanho-escura.

Eliminação das plantas invasoras: hospedeiras da praga.

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

5 estádios: 12 a 15 dias, consumindo em média,

1.107

cm²

de

área

foliar

(75%

consumida no 5º ínstar).

dessa

área

é

Aração da área para novos plantios: enterrio profundo de pupas, enquanto outras ficam na superfície do solo expostas aos raios solares e aos inimigos naturais).

Ataques contínuos: rotação de cultura.

Inspeções periódicas: lavouras (focos iniciais).

Áreas pequenas: catação manual e destruição das lagartas.

15 a 18 3 a 4 CICLO (dias) 10 a 13 10 a 20
15 a 18
3 a 4
CICLO
(dias)
10 a 13
10 a 20

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

Inseticida biológico: (Bacillus thuringiensis) lagartas com tamanho entre 5 mm e 3,5 cm de comprimento. Baculovirus erinnyis: maceração de lagartas infectadas (perda dos movimentos e da capacidade alimentar, dependuradas nos pecíolos das folhas). 200 l de água + 2 colheres de sopa (20 ml) do líquido coado ha -1 . Aplicar ao final da tarde. Armadilhas luminosas: capturar adultos ( < populações e fornece dados para flutuação populacional).

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)

Beauveria bassiana (fungo) no controle de ácaros e lagartas

Beauveria bassiana (fungo) no controle de ácaros e lagartas

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera)

Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera)

Mandarová (Irinnys ello L. – lepdoptera) morte por baculovirus

Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera) morte por baculovirus
Mandarová ( Irinnys ello L. – lepdoptera) morte por baculovirus

Vespas (inimigos naturais de lagartas)

Vespas (inimigos naturais de lagartas)

Vespas Trichogramma pretiosum parasitando ovos de mandarová

Vespas Trichogramma pretiosum parasitando ovos de mandarová

Ácaro verde (Mononychellus tanajoa)

Seiva dos brotos (parte apical da planta, folhas não expandidas e hastes).

Pequenas

pontuações

amareladas

nas

folhas, que perdem cor verde característica,

crescendo geralmente deformadas.

Ácaro verde (Mononychellus tanajoa)

Folhas

embrionárias

não

alcançam

seu

desenvolvimento normal e há grande redução foliar, induzindo novas ramificações, com hastes de cor marrom.

Desfolha e morte das hastes se iniciam pela parte superior da planta.

Ácaro rajado (Tetranychus neocaledonicus)

Folhas: partes mediana e basal da planta.

Pontos amarelos na base das folhas e ao longo da nervura central, adquirindo coloração marrom-avermelhada ou de ferrugem.

Ácaro rajado (Tetranychus neocaledonicus)

Desfolhamento intenso nas partes mediana e basal até parte terminal, apresentando broto muito reduzido e com grande quantidade de teias de aranha.

Folhas morrer.

secam,

caem

e

plantas

podem

Ácaros verde e rajado - controle

• Cultivares resistentes e/ou tolerantes.

Inimigos naturais: alguns coleópteros e diversos ácaros benéficos da família Phytoseiidae. Fungo Neozygites sp.

1) destruição de plantas hospedeiras; 2) inspeções periódicas (focos); 3) destruição dos restos de cultura; 4) seleção do material de plantio; e 5) distribuição adequada das plantas no campo, para reduzir disseminação dos ácaros.

Ácaro verde

Ácaro verde
Ácaro verde

Percevejo de renda (Vatiga manihotae Drake)

Adulto: cor cinzenta e ninfa (fase jovem do inseto) branca (encontrados na face inferior das folhas medianas e basais da planta).

Ataque severo: até folhas apicais (desfolhamento).

Ninfas e adultos: pontuações amarelas pequenas que se tornam marrom-avermelhada.

Face

inferior

das

folhas:

inúmeros

pontos

pequenos, cor preta (excrementos dos insetos).

Percevejo de renda (Vatiga manihotae Drake)

Reduções

da

cultivar, estágio da planta, intensidade e duração do ataque.

rendimento:

depende

no

Controle: cultivares mais tolerantes.

Uso contínuo de inseticidas: dispendioso

(destrui

insetos

benéficos).

8 a 15 CICLO (dias) 12 a 17 23 a 90
8 a 15
8 a 15
8 a 15 CICLO (dias) 12 a 17 23 a 90
CICLO (dias)
CICLO
(dias)
12 a 17
12 a 17
8 a 15 CICLO (dias) 12 a 17 23 a 90

23 a 90

Percevejo de renda (Vatiga manihotae Drake)

Percevejo de renda ( Vatiga manihotae Drake)

Percevejo de renda (Vatiga manihotae Drake)

Percevejo de renda ( Vatiga manihotae Drake)

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Mela: substância açucarada excretadas pelos insetos da ordem homóptera que provoca enrolamento das folhas. Desfolhamento progressivo e secamento das hastes de cima para baixo.

Tamanho da infestação e condições do manejo da cultura: até 100% de desfolha.

• Diminuição plantio.

de

estacas-sementes

para

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Danos indiretos: desenvolvimento sob superfície foliar, estabelecido e desenvolvido dos excrementos da mosca-branca - Fumagina (Capnodium sp). Fungo: cresce sobre camada superior das folhas, com redução da área fotossintética e com dificuldades na respiração das plantas.

Formas

adultas

imaturas

da

e

praga:

mesmos danos.

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Detergente neutro + óleo vegetal: (1% de concentração): dirigir jato para porção inferior das folhas e repetir operação em intervalos de 5 dias.

Pulverização: efetuada no final da tarde ou em dias nublados.

Pulverizar: não só plantas atacadas como também próximas a estas para impedir disseminação da praga no mandiocal;

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Pulverização: início da constatação dos primeiros sintomas;

Vistorias: no plantio para identificar novos focos da praga;

Não abandonar cultura afetada: para não servir de criatórios da mosca branca;

Queimar: restos culturais após colheita;

Pousio da área: interromper ciclo de infestação da praga;

Evitar: estacas ou manivas de áreas afetadas pela praga;

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Evitar: plantio próximo ás áreas afetadas;

Evitar:

afetadas e

transportar praga para áreas isentas da mesma;

abandonados

e

outras pragas e/ou doenças;

trafegar

áreas

em

Eliminar:

(focos

plantios

velhos

da

e

de

infestação

mosca-branca

Evitar: uso indiscriminado de inseticidas;

Controle: logo após constatação dos primeiros surtos e ou focos da praga.

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Evitar: implantar a cultura próximas ás áreas com histórico de pragas e de doenças e ou mau manejados e próximos a cultivos abandonados;

Evitar: áreas de cultivo, cujos ventos dominantes sejam no sentido da área infestada para nova área a ser implantada;

Variedades resistentes e consórcio com gramíneas:

como o milho e o sorgo para diminuir infestações da mosca branca;

Utilizar: fungo Cladosporium cladosporioides em pulverização para controle de formas jovens (controle natural de ninfas).

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)
Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)
Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)
Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera)

Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)
Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera)

Mosca branca (Aleurothrixus aepim – diptera) ninfas.

Mosca branca ( Aleurothrixus aepim – diptera) ninfas.

Joaninha predadora da fase jovem da mosca branca (jovem e adulto)

Joaninha predadora da fase jovem da mosca branca (jovem e adulto)
Joaninha predadora da fase jovem da mosca branca (jovem e adulto)
Joaninha predadora da fase jovem da mosca branca (jovem e adulto)

Fumagina e mela sobre folhas

Fumagina e mela sobre folhas
Fumagina e mela sobre folhas

Desfolhamentos progressivos e seca das hastes

Desfolhamentos progressivos e seca das hastes
Desfolhamentos progressivos e seca das hastes

Percevejo predador da mosca branca, tripes e percevejo da renda

Percevejo predador da mosca branca, tripes e percevejo da renda

Mosca do broto (Silba pendula Bezzi - diptera)

• Das mais importantes pragas.

Adulto: 4 mm de comprimento, coloração preto- azulada de brilho metálico.

Larvas: brancas, sem asas.

Brotos: larvas os broqueiam e abrem galerias (sai exsudação escura e desenvolvimento de microorganismos), murcham e secam, causando morte dos ponteiros.

Controle: iscas (9 L de mel de rapadura e 25 ml

litros d’água).

de

Folidol

para

18

Mosca do broto (Silba pendula Bezzi - diptera)

Mosca do broto ( Silba pendula Bezzi - diptera)
Mosca do broto ( Silba pendula Bezzi - diptera)

Mosca do broto (Silba pendula Bezzi - diptera)

Mosca do broto ( Silba pendula Bezzi - diptera)

Brocas do caule

Larvas: hastes (presença de excrementos e serragem das galerias).

Períodos secos: plantas atacadas podem perder folhas e secar (reduz qualidade do material para plantio).

Infestação severa: plantas podem morrer.

Vistorias periódicas: durante verão (remover e queimar partes ou plantas).

Utilizar: manivas sadias.

Brocas da haste ( A - Sternocoelus manihoti e B - Tropidozineus fulveolus - coleoptera)

Brocas da haste ( A - Sternocoelus manihoti e B - Tropidozineus fulveolus - coleoptera) A

A

Brocas da haste ( A - Sternocoelus manihoti e B - Tropidozineus fulveolus - coleoptera) A

B

Brocas do caule

Brocas do caule
Brocas do caule

Brocas do caule

Brocas do caule

Tripes (Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera)

• Diminutos insetos (1,0 a 1,5 mm).

succionam

conteúdo celular. Danos: regiões apicais da planta (brotações novas) com pequenas manchas cloróticas nas folhas, má formação e encarquilhamento das mesmas e redução significativa na área foliar do ponteiro apical.

brotações

laterais com redução da área fotossintética.

• Quebra

Danos:

folhas

raspam

e

de

dominância

apical:

Tripes (Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera)

NINFA

ADULTO

Tripes ( Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera) NINFA ADULTO

Tripes (Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera)

Tripes ( Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera)
Tripes ( Frankliniella williamsi e Scirtothrips manihoti - thysanoptera)

Cupins

Atacam: material de propagação armazenado, penetrando pela parte seca, podendo destruí-lo totalmente.

Plantas jovens: constroem galerias entre medula e córtex, impedindo transporte de nutrientes (secamento progressivo descendente e morte.

Atacam: raízes de plantas desenvolvidas.

Maior dano: atacam as manivas, plantas adultas (afeta estabelecimento da cultura, especialmente em épocas de secas prolongadas).

Cupins

Manter: campos limpos.

Proteger:

manivas

plantio (garantir boa brotação e bom desenvolvimento das plantas).

Incorporar: inseticida ao solo, abaixo das manivas, no sulco ou na cova, por

ocasião

do

plantio.

por

ocasião

do

Formigas (Atta - saúva e Acromyrmex - quenquén)

Formigas ( Atta - saúva e Acromyrmex - quenquén)
Formigas ( Atta - saúva e Acromyrmex - quenquén)
Formigas ( Atta - saúva e Acromyrmex - quenquén)

SAÚVA

Medição do formigueiro

Medição do formigueiro

Ingrediente ativo

Nome Comercial

Dose

Formulação

   

S=8-10g m -2 formigueiro

 

Mirex S

Isca

QQ=10-12g formigueiro

S=6-10g m -2 formigueiro

Fluramim

Isca

Sulfluramida

QQ=10-30g ormigueiro

Formicida Gran.Dinagro-S

S=6-10g m -2 formigueiro

Isca

Formicida Gran.Pikapau-S

S=6-10g m -2 formigueiro

Isca

Isca Formicida Atta Mex-S

S=6-10g m -2 formigueiro

Isca

Isca Tamanduá Bandeira-S

S=6-10g m -2 formigueiro

Isca

Fipronil

Blitz

S=10g m -2 ; QQ=5g form.

Isca

Isca Formicida Landrin

QQ=8-10g/formigueir

Isca

Clorpirifós

Isca Formicida Pyrineus

S=5-10g m -2 formigueiro

Isca

Isca Formifos

S=10g m -2 formigueiro

Isca

Deltametrina

K-Othrine 2 P

S e QQ=10g m -2 formigueiro

Aplicação de formicida

BOMBA INSUFLADORA

Aplicação de formicida BOMBA INSUFLADORA

Formigas

Formigas
Formigas

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Autor: Professor Luiz Henrique Fonte: www.luizhenriquebs.com.br