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SUMÁRIO

CAPÍTULO 1 A PROFISSÃO DE CONTADOR E A PERÍCIA CONTÁBIL

1. A profissão de contador e a perícia contábil

21

2. A perícia - Conceito e relacionamento com as demais disciplinas

51

3. Direitos e deveres do perito e penalidades

54

4. A função do assistente técnico, ou seja, do perito-contador assistente

57

5. O relacionamento do perito com o magistrado e com os demais usuários da perícia contábil

61

5.1. Relacionamento do perito com o magistrado

62

5.2. Relacionamento do perito com o cliente em casos de perícia extrajudicial e consultoria pericial contábil

63

5.3. Cadastramento de perito judicial

63

5.4. Formas de tratamento epistolar e pessoal

64

6. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes a este primeiro capítulo

65

7. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

68

8. Normas de Perícia Contábil substituídas pela NBC PP 01 que vigo- ra desde 1 º .01.2010

69

12
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REMO DALLA ZANNA

8.1. NBC P 2 - conforme Resolução CFC n º 857, de 21.10.1999 .

70

8.2. NBC T 13 - conforme Resolução CFC nº 858, de 21.10.1999

74

CAPÍTULO 2 O ESTUDO DA PROVA PERICIAL CONTÁBIL

1. Entendimento do que seja a verdade

81

2. Os meios de prova

86

3. Modalidades de prova pericial com ênfase na perícia contábil

94

3.1. Provas periciais possíveis segundo o CPC

94

3.2. Provas periciais contábeis segundo a NBC TP 01 - Perícia Contábil

95

3.3. Espécies de perícias contábeis

97

3.4. As perícias contábeis segundo as conjunturas em que acon- tecem

98

3.5. Dispensa de prova pericial. Pode o juiz negar a produção da prova pericial?

99

4. O cerne da prova pericial contábil

100

4.1. Características da prova pericial contábil

101

4.2. As fontes de prova em contabilidade

104

4.2.1. Os lançamentos

104

4.2.2. Os livros

104

4.2.3. Os documentos

105

5. Conceitos a respeito da verdade contábil revelada (ou não) pelas fontes de prova pesquisadas

106

5.1. Indícios em contabilidade

106

5.2. Evidências em contabilidade

109

5.3. Erros e fraudes em contabilidade

110

6. O ônus da prova

111

PRÁTICA DE PERÍCIA CONTÁBIL

13
13

8. Artigos do Código do Processo Civil pertinentes a este segundo capítulo

113

9. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

129

CAPÍTULO 3 O OBJETO E O OBJETIVO DA PERÍCIA CONTÁBIL

1. O objeto geral da perícia

133

2. O objeto da perícia contábil

134

2.1. Áreas da perícia contábil

135

2.2. Escrituração contábil, livros e documentos objeto de perídica 137

2.2.1. Formalidades extrínsecas

142

2.2.2. Formalidades intrínsecas

142

2.2.3. Os tradicionais vícios de escrituração contábil

143

2.2.4. O livro Diário e o copiador de cartas (hoje extinto), quando apresentados de forma regular, fazem prova plena

144

2.2.5. Relação de livros e demais documentos contábeis ob- jeto de perícia

144

2.3. Integridade, inviolabilidade e prescrição dos livros e docu- mentos objeto de perícia

153

2.4. Da não obrigatoriedade de exibir livros, documentos e de- monstrações contábeis ao perito

155

2.5. Da qualidade da documentação para servir como prova em juízo

156

3. O objetivo (ou finalidade) da perícia contábil

160

3.1. Significado de objetivo

160

3.2. O objetivo da perícia contábil

161

4. Artigos do Código de Processo Civil e do Código Civil pertinentes a este terceiro capítulo

162

4.1. Código de Processo Civil

162

4.2. Código Civil

164

14
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REMO DALLA ZANNA

CAPÍTULO 4 PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS PERICIAIS E DILIGÊNCIAS (Procedimentos Anteriores à Elaboração do Laudo)

1. O planejamento e a organização do trabalho pericial

167

1.1. O planejamento do trabalho

167

1.2. O programa de trabalho

178

2. Os locais em que o trabalho pericial acontece

179

2.1. O cartório da vara judicial - Caso de perícia judicial

180

2.2. O escritório do(s) contratante(s) dos serviços profissionais quando for o caso de perícia extrajudicial, semijudicial e arbitral

183

2.3. O(s) local(is) onde são coletados os indícios, as evidências e as provas

183

2.4. O escritório do perito

185

3. Os ambientes circunstantes das perícias

185

4. Procedimentos anteriores à elaboração do laudo pericial contábil

187

4.1.

Procedimentos preliminares

187

44.4.

Atendimento ao artigo 431-A do CPC

189

4.5.

Cuidados com o artigo 433 do CPC

192

5. Diligências

194

5.1. O que são e para que servem as diligências

194

5.2. O cuidado com a formalização das diligências, com as infor- mações e com os documentos coligidos

196

5.3. Seis tipos de diligências importantes do trabalho pericial

197

5.4. Planejamento das diligências

199

5.5. Realização das diligências

199

6. Termo de diligência - Conteúdo

199

6.1. Objetivos do termo de diligência

199

6.2. Estruturas do termo de diligência

201

PRÁTICA DE PERÍCIA CONTÁBIL

15
15

8. Exemplos de petições e outros documentos produzidos na fase que antecede a elaboração do laudo

203

9. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes a este quarto capí- tulo

220

10. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

223

CAPÍTULO 5 PAPÉIS DE TRABALHO E QUESITOS (Procedimentos Durante a Elaboração do Laudo)

1. “Papéis de trabalho” na prova pericial contábil

227

1.1. Documentação do trabalho realizado ou “papéis de trabalho”

227

1.2. A qualidade das provas documentais (exame de livros e do- cumentos)

232

2. Registro do tempo gasto com os trabalhos periciais

233

3. Quesitos

236

3.1. Momentos para apresentação dos quesitos

236

3.2. O que são quesitos?

236

3.3. Quesitos suplementares

239

3.4. Categorias ou classes e tipos de quesitos

240

3.5. Sigilo dos quesitos e busca e apreensão de livros e docu- mentos

246

3.6. Ausência de quesitos

247

4. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes a este quinto capí- tulo

247

5. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

248

6. Exemplo de laudo pericial contábil sem quesitos das partes e ela- borado com base em “autoquesitos”

249

16
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REMO DALLA ZANNA

CAPÍTULO 6 LAUDO PERICIAL CONTÁBIL E PARECER TÉCNICO

1. A confecção do laudo pericial contábil

267

1.1 Conceitos e definições (o que é o laudo pericial contábil?)

267

1.2 Da necessidade do laudo pericial contábil

270

1.3 Requisitos extrínsecos

271

1.4 Requisitos intrínsecos

273

1.5 Consignação do laudo e do parecer técnico

278

2. Tipos de laudos e suas estruturas

280

2.1. Por que se chama laudo pericial contábil?

280

2.2. Estruturas para laudos e pareceres periciais contábeis

281

2.3. Laudos extrajudiciais

284

2.4. Resumo

285

3. Uso da linguagem contábil

286

3.1. Linguagem acessível ao leitor leigo

286

3.2. Estilo (estilo e estética são coisas diferentes)

288

3.3. Um lembrete

289

4. Metodologia aplicada na investigação dos fatos objeto de perícia contábil: dois exemplos

289

5. O parecer técnico

300

5.1. Conceitos e definições

300

5.2. Estética, estrutura e estilo do parecer técnico

303

5.3. Requisitos e limites do parecer técnico contábil

304

6. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes a este sexto capí- tulo

306

7. Exemplos de laudos

307

7.1. Exemplo de laudo pericial contábil em matéria financeira

307

7.2. Exemplo de laudo pericial contábil em matéria econômica:

danos morais e lucros cessantes

328

PRÁTICA DE PERÍCIA CONTÁBIL

17
17

8. Exemplos de pareceres técnicos contábeis

349

8.1. Exemplo de parecer técnico divergente em matéria tributária

349

8.2. Exemplo de parecer técnico convergente em matéria finan- ceira

389

9. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

392

CAPÍTULO 7 ESCLARECIMENTOS, NOVA PERÍCIA E PROCEDIMENTOS POSTERIORES À JUNTADA DO LAUDO

1. Ciência do laudo pericial contábil e pareceres técnicos

395

1.1. Atitudes do autor: concordar ou discordar do laudo

396

1.2. Atitudes do réu: concordar ou discordar do laudo

397

1.3. Atitudes coincidentes: tanto do autor como o réu concor- dam ou discordam do laudo de maneira coincidente

397

2. Laudo de esclarecimentos

397

2.1. Formas de intimação para prestar esclarecimentos

397

2.2. Esclarecimentos

398

2.3. Quesitos elucidativos x quesitos suplementares

401

3. Laudo complementar

402

4. Esclarecimentos em audiência

404

5. Impugnação e rejeição do laudo

404

6. Nomeação de novo perito e nova perícia

406

7. Conclusões sobre os assuntos vistos acima

407

8. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes ao sétimo capítulo .

407

9. Dois exemplos de laudo de esclarecimentos

409

10. Um exemplo de laudo complementar

424

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REMO DALLA ZANNA

CAPÍTULO 8 HONORÁRIOS PERICIAIS

1. Honorários conforme NBC TP 01 - Perícia Contábil (Resolução CFC n º 1.243, de 10.12.2009)

435

2. A questão dos honorários periciais nas normas que antecederam a NBC TP 01

437

 

2.4.1. Considerações iniciais

437

2.4.2. Elaboração de orçamento

439

2.4.3. Quesitos suplementares

440

2.4.4. Quesitos de esclarecimentos

440

2.4.5. Requerimento dos honorários

440

2.4.6. Levantamento dos honorários

441

2.4.7. Execução de honorários periciais

441

2.4.8. Despesas supervenientes na execução da perícia

441

3. Honorários em perícias judiciais

442

3.1.

Clientes do trabalho pericial contábil e a discussão sobre o valor dos honorários

442

3.1.1.

Na função de perito oficial

444

 

3.1.2.1. Planejamento e estimativa de honorários - Importância, responsabilidade e risco

444

3.1.2.2. Informações às partes e ao perito a respeito dos honorários

451

3.1.2.3. Críticas ao valor arbitrado

453

3.1.2.4. Honorários provisórios - Arbitramento e depósito

459

3.1.2.5. Honorários provisórios - Quase sempre in- suficientes

460

3.1.2.6. Honorários provisórios complementares - O efeito dos quesitos suplementares

461

3.1.2.7. Honorários definitivos - Arbitramento e de- pósito

462

PRÁTICA DE PERÍCIA CONTÁBIL

19
19

3.1.2.9.

Honorários periciais em casos de recupera- ção judicial, extrajudicial e falência

464

3.1.2.10. Honorários periciais na Justiça do Trabalho

464

3.1.2.11. Honorários em ação civil pública - Cabentes

465

3.1.2.12. Levantamento dos honorários periciais

466

3.1.2.13. Pode o perito receber honorários direta- mente da parte?

467

3.1.2.14. Execução de honorários periciais

468

3.2. Na função de assistente técnico

470

3.3. Planilhas para esclarecer o valor dos honorários pleiteados

473

3.3.1. Como calcular a taxa/hora

476

4. Responsabilidade pelo depósito dos honorários periciais

481

4.1. Generalidades

481

4.2. Agravo do valor de honorários arbitrados

482

4.3. Justiça gratuita e honorária periciais

484

4.4. Honorários em casos de perícias no Fórum das Fazendas no Estado de São Paulo

488

5. Honorários em perícias extrajudiciais, semijudiciais e arbitrais

488

6. Reembolso de despesas havidas com os trabalhos periciais

489

7. Alguns exemplos de petições e um exemplo real de cálculo de horas

489

8. Artigos do Código de Processo Civil pertinentes a este oitavo capí- tulo

522

9. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

524

CAPÍTULO 9 PERÍCIA CONTÁBIL EM MATÉRIA TRABALHISTA

1. Prolegômenos

527

2. Alguns conceitos

528

20
20

REMO DALLA ZANNA

4. Capacitação profissional para atuar como perito-contador em ma- téria trabalhista

537

5. Critérios adotados na elaboração do laudo pericial contábil em ma- téria trabalhista

538

5.1. Critérios Legais

538

5.2. Critérios Operacionais

540

6. Estudo de um caso como exemplo de cálculos trabalhistas

541

7. Conjunto de perguntas para revisão deste capítulo

548

CAPÍTULO 10 PERÍCIA E AUDITORIA CONTÁBEIS:

DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE AS ATIVIDADES DE AUDITOR EXTERNO E DE PERITO-CONTADOR

1. A análise comparada dos textos da NBC P 1 e NBC P 2 permitiu conhecer as seguintes diferenças

549

1.1. Introdução

549

1.2. Comparação dos termos da NBC P 1 com a NBC P 2 sobre a formação, as habilidades e a responsabilidade dos contado- res que atuam em auditoria e em perícia contábeis

551

1.2.1. Comparação quanto à duração do trabalho

560

1.2.2. Comparação quanto à forma de atuação

561

1.2.3. Comparação quanto à forma de contratar os serviços:

“compromisso” e/ou “contrato”

562

1.2.4. Comparação quanto aos fins

563

2. Definições comparadas, ambas do saudoso e mui honrado mestre Hilário Franco

564

Bibliografia

565