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Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor
Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor
Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor
Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor
Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor
Programação 2011.  Introdução.  Juros Simples.  Juros Compostos.  Equivalência de Capitais (Valor

Programação 2011.

Introdução.

Juros Simples.

Juros Compostos.

Equivalência de Capitais (Valor Presente e Valor Futuro)

Fluxos de Caixa equivalentes.

Taxas de Juros (Equivalentes, nominais, efetivas e reais).

Inflação e poder de compra.

Séries Uniformes

Sistemas de Amortização.

Análise de Investimentos.

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• Objetivos do curso – Apresentar os principais conceitos de Matemática Financeira a partir do
• Objetivos do curso – Apresentar os principais conceitos de Matemática Financeira a partir do

Objetivos do curso

• Objetivos do curso – Apresentar os principais conceitos de Matemática Financeira a partir do estudo

Apresentar os principais conceitos de Matemática Financeira a partir do estudo do comportamento do dinheiro no tempo.

Fornecer as principais ferramentas matemáticas para as demais disciplinas do curso de Formação em Finanças.

Metodologia

Apresentação de conceitos (expositiva / participativa)

Análise de situações financeiras (expositiva / participativa)

Resolução de exercícios com a HP 12-C e Excel.

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3
3
Regras do Jogo Critério de avaliação  Avaliação Individual (80%)  Avaliações em grupo (20%)
Regras do Jogo Critério de avaliação  Avaliação Individual (80%)  Avaliações em grupo (20%)
Regras do Jogo Critério de avaliação  Avaliação Individual (80%)  Avaliações em grupo (20%)

Regras do Jogo

Critério de avaliação

Avaliação Individual (80%) Avaliações em grupo (20%)

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4
4
Introdução Conceitos Fundamentais  Valor Presente ou Principal: é o quanto vale uma quantia hoje.
Introdução Conceitos Fundamentais  Valor Presente ou Principal: é o quanto vale uma quantia hoje.

Introdução

Conceitos Fundamentais

Introdução Conceitos Fundamentais  Valor Presente ou Principal: é o quanto vale uma quantia hoje. Muitas

Valor Presente ou Principal: é o quanto vale uma quantia hoje. Muitas

vezes é o valor inicial de uma operação.

Representado por VP ou PV

Valor Futuro ou Montante: é o valor de uma quantia numa data futura.

Representado por FV ou VF

Juros: Remuneração paga a quem possui os recursos financeiros, ou seja, custo do dinheiro. Os Juros são geralmente expressos sob a forma de uma

taxa por tempo.

recursos financeiros, ou seja, custo do dinheiro. Os Juros são geralmente expressos sob a forma de
Conceitos Fundamentais Introdução  Prazo: Tempo de duração de uma operação financeira. Representado por n

Conceitos Fundamentais

Introdução

Prazo: Tempo de duração de uma operação financeira. Representado por n ou t

Juros: Remuneração paga a quem possui os recursos financeiros, ou seja, custo do dinheiro. Os Juros são geralmente expressos sob a forma de uma taxa por tempo.

Taxa de juros expressa a razão entre os juros recebidos (ou pagos) e o capital inicial empregado. Normalmente é representada por i ou r.

1) Pode ser expressa na forma percentual ou decimal.

2) Sempre referida a uma unidade de tempo.

Turma 6 Prof. Ivail Muniz.

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Introdução • Operação básica: Empréstimo Capital inicial (PRINCIPAL) Tempo Juros + Capital inicial 7 7
Introdução • Operação básica: Empréstimo Capital inicial (PRINCIPAL) Tempo Juros + Capital inicial 7 7

Introdução

Introdução • Operação básica: Empréstimo Capital inicial (PRINCIPAL) Tempo Juros + Capital inicial 7 7

Operação básica: Empréstimo

Capital inicial (PRINCIPAL)

Tempo
Tempo

Juros

+

Capital inicial

7

7
7
Introdução Exemplo 1. • Marcos tomou um empréstimo de $ 20 000,00. Um ano depois
Introdução Exemplo 1. • Marcos tomou um empréstimo de $ 20 000,00. Um ano depois
Introdução Exemplo 1. • Marcos tomou um empréstimo de $ 20 000,00. Um ano depois

Introdução

Exemplo 1.

Marcos tomou um empréstimo de $ 20 000,00. Um ano depois pagou $ 27 000,00. Qual o valor dos juros pagos? Qual a taxa de

juros da operação?

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de $ 20 000,00. Um ano depois pagou $ 27 000,00. Qual o valor dos juros

8

 Conceito de Juros É indiferente receber R$ 1.000,00 hoje ou daqui a seis meses?
 Conceito de Juros É indiferente receber R$ 1.000,00 hoje ou daqui a seis meses?

Conceito de Juros

 Conceito de Juros É indiferente receber R$ 1.000,00 hoje ou daqui a seis meses? R$

É indiferente receber R$ 1.000,00 hoje

ou daqui a seis meses?

R$ 210 = juros 1 semestre
R$ 210 = juros
1 semestre

capital inicial = R$ 1.000

R$ 1.000 = capital inicial

Recebimento

hoje

Recebimento

daqui a 6 meses

tempo

capital inicial = R$ 1.000 R$ 1.000 = capital inicial Recebimento hoje Recebimento daqui a 6

9

Opções

9
9
Erros comuns:  Achar que $ 27000,00 valem mais que $ 20 000,00.  Achar
Erros comuns:  Achar que $ 27000,00 valem mais que $ 20 000,00.  Achar
Erros comuns:  Achar que $ 27000,00 valem mais que $ 20 000,00.  Achar

Erros comuns:

Achar que $ 27000,00 valem mais que $ 20 000,00.

Achar que R$ 1000,00 têm sempre o mesmo valor que

R$1000,00.

Somar quantias referidas a épocas diferentes. O que é

melhor: comprar em 3 de R$1000,00 ou 6 de R$510,00?

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 Somar quantias referidas a épocas diferentes. O que é melhor: comprar em 3 de R$1000,00
Introdução Os três grande segredos da Matemática Financeira . 1) Como transportar o dinheiro no
Introdução Os três grande segredos da Matemática Financeira . 1) Como transportar o dinheiro no
Introdução Os três grande segredos da Matemática Financeira . 1) Como transportar o dinheiro no

Introdução

Os três grande segredos da Matemática Financeira.

1) Como transportar o dinheiro no tempo.

2) Dinheiro e tempo amigos inseparáveis.

(ao longo do tempo o valor do dinheiro muda devido à inflação, alternativas de investimento, etc.)

3) Somar/subtrair quantias somente se estiverem na mesma época.

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Fator de Atualização Um aliado importante: Fator de atualização. Uma quantia, ao ser aumentada de
Fator de Atualização Um aliado importante: Fator de atualização. Uma quantia, ao ser aumentada de

Fator de Atualização

Fator de Atualização Um aliado importante: Fator de atualização. Uma quantia, ao ser aumentada de uma

Um aliado importante: Fator de atualização.

Uma quantia, ao ser aumentada de uma taxa i, fica multiplicada por (1+ i).

Atenção! Taxa = i Fator = (1 + i)

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. (1 + i)
. (1 + i)
Taxa i C C.(1 + i)
Taxa i
C
C.(1 + i)
de uma taxa i, fica multiplicada por (1+ i). Atenção! Taxa = i Fator = (1
Fator de Atualização Exemplo 2. 13 13
Fator de Atualização Exemplo 2. 13 13

Fator de Atualização

Exemplo 2.

Fator de Atualização Exemplo 2. 13 13
Fator de Atualização Exemplo 2. 13 13

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Fator de Atualização Exemplo 2. 13 13

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Juros Compostos x Juros Simples
Juros Compostos x Juros Simples
Juros Compostos x Juros Simples
Juros Compostos x Juros Simples

Juros Compostos

x

Juros Simples

Juros Simples e Juros Compostos • Regime de Capitalização – refere-se à forma como os
Juros Simples e Juros Compostos • Regime de Capitalização – refere-se à forma como os
Juros Simples e Juros Compostos • Regime de Capitalização – refere-se à forma como os

Juros Simples e Juros Compostos

Regime de Capitalização refere-se à forma como os juros são calculados.

Juros simples a taxa de juros incidirá apenas sobre o principal inicialmente aplicado.

Juros compostos a taxa de juros incidirá sobre o saldo devedor (principal mais os juros acumulados até aquele período)

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15

15

Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em

Juros compostos

Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um

Regime de Juros compostos

Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um banco que lhe paga juros de 10% a.a., no regime de juros COMPOSTOS. Para tal, a aplicação deverá permanecer no banco por 5 anos. Qual o saldo dessa aplicação ao fim dos 5 anos?

Saldo no Ano Início Juros Saldo no Fim 1 R$ 1.000,00 0,10 x 1.000 =
Saldo no
Ano
Início
Juros
Saldo no Fim
1
R$ 1.000,00
0,10 x 1.000 = 100
R$ 1.100,00
2
R$ 1.100,00
0,10 x 1.100 = 110
R$ 1.210,00
3
R$ 1.210,00
0,10 x 1.210 = 121
R$ 1.331,00
4
R$ 1.331,00
0,10 x 1.331 = 133,10
R$ 1.464,10
5
R$ 1.464,10
0,10 x 1.464,10 = 146,41
R$ 1.610,51

16

1.331,00 4 R$ 1.331,00 0,10 x 1.331 = 133,10 R$ 1.464,10 5 R$ 1.464,10 0,10 x

16

Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n
Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n

Juros compostos

Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n períodos,

Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por:

17

C

n

VF

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 17 C n

C .(1

0

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 17 C n

i)

n

De outro modo,
De outro modo,

VP.(1a uma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 17

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 17 C n

i)

n

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 17 C n
Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em

Juros compostos

Juros compostos  Regime de Juros compostos Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um

Regime de Juros compostos

Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um banco que lhe paga juros de 10% a.a., no regime de juros COMPOSTOS. Para tal, a aplicação deverá permanecer no banco por 5 anos. Qual o saldo dessa aplicação ao fim dos 5 anos?

Saldo no Ano Início Juros Saldo no Fim 1 R$ 1.000,00 0,10 x 1.000 =
Saldo no
Ano
Início
Juros
Saldo no Fim
1
R$ 1.000,00
0,10 x 1.000 = 100
R$ 1.100,00
2
R$ 1.100,00
0,10 x 1.100 = 110
R$ 1.210,00
3
R$ 1.210,00
0,10 x 1.210 = 121
R$ 1.331,00
4
R$ 1.331,00
0,10 x 1.331 = 133,10
R$ 1.464,10
5
R$ 1.464,10
0,10 x 1.464,10 = 146,41
R$ 1.610,51

18

1.331,00 4 R$ 1.331,00 0,10 x 1.331 = 133,10 R$ 1.464,10 5 R$ 1.464,10 0,10 x

18

Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n
Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n

Juros compostos

Juros compostos Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n períodos,

Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por:

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C

n

VF

i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 19 C n VF

C .(1

0

i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 19 C n VF

i)

n

De outro modo,
De outro modo,

VP.(1taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 19 C n

i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 19 C n VF

i)

n

i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 19 C n VF

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Juros compostos No sistema de Juros compostos:  A taxa incide sobre o SALDO DEVEDOR
Juros compostos No sistema de Juros compostos:  A taxa incide sobre o SALDO DEVEDOR
Juros compostos No sistema de Juros compostos:  A taxa incide sobre o SALDO DEVEDOR

Juros compostos

No sistema de Juros compostos:

A taxa incide sobre o SALDO DEVEDOR do período anterior.

o crescimento do capital investido/devido é exponencial ao

longo do tempo (o montante cresce em P.G. - Progressão

Geométrica)

20

do capital investido/devido é exponencial ao longo do tempo (o montante cresce em P.G. - Progressão

20

Juros compostos Exemplo 1. Cristina tomou um empréstimo de R$ 5000 , 00 a juros
Juros compostos Exemplo 1. Cristina tomou um empréstimo de R$ 5000 , 00 a juros

Juros compostos

Exemplo 1.

Juros compostos Exemplo 1. Cristina tomou um empréstimo de R$ 5000 , 00 a juros de

Cristina tomou um empréstimo de R$ 5000,00 a juros de 12% ao

mês. Qual será a dívida de Cristina quatro meses depois? E após 1 semestre? Após quanto tempo a dívida de Cristina triplica?

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a dívida de Cristina quatro meses depois? E após 1 semestre? Após quanto tempo a dívida

21

Juros compostos Exemplo 2. 22 22
Juros compostos Exemplo 2. 22 22
Juros compostos Exemplo 2. 22 22

Juros compostos

Exemplo 2.

Juros compostos Exemplo 2. 22 22

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Juros compostos Exemplo 2. 22 22

22

Juros compostos Exemplo 3. Uma empresa aplica R$ 250.000,00 em um investimento que proporciona juros
Juros compostos Exemplo 3. Uma empresa aplica R$ 250.000,00 em um investimento que proporciona juros

Juros compostos

Exemplo 3.

Juros compostos Exemplo 3. Uma empresa aplica R$ 250.000,00 em um investimento que proporciona juros de

Uma empresa aplica R$ 250.000,00 em um investimento que

proporciona juros de 2% a.m., durante 6 meses. Depois dos 6 meses, recebe a oferta de um investimento que rende juros de 5% ao

bimestre, e aplica o montante da aplicação anterior por mais 6 meses nesse novo investimento.

a) Qual o montante após 1 ano dessa dupla aplicação?

b) Qual a taxa de juros anuais da operação?

c) Qual a rentabilidade, em reais, da operação?

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dupla aplicação? b) Qual a taxa de juros anuais da operação? c) Qual a rentabilidade, em
Juros compostos Exemplo 4.  Carlos aplicou uma determinada quantia em um fundo de investimentos
Juros compostos Exemplo 4.  Carlos aplicou uma determinada quantia em um fundo de investimentos

Juros compostos

Exemplo 4.

Juros compostos Exemplo 4.  Carlos aplicou uma determinada quantia em um fundo de investimentos de

Carlos aplicou uma determinada quantia em um fundo de investimentos de modo que após 1 ano e meio o capital aplicado

aumentou de 150%. Qual a taxa média de juros mensais desse

investimento?

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após 1 ano e meio o capital aplicado aumentou de 150 %. Qual a taxa média

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Juros compostos Exemplo 5.  João investiu um capital, nos seis primeiros meses do ano
Juros compostos Exemplo 5.  João investiu um capital, nos seis primeiros meses do ano
Juros compostos Exemplo 5.  João investiu um capital, nos seis primeiros meses do ano

Juros compostos

Exemplo 5.

Juros compostos Exemplo 5.  João investiu um capital, nos seis primeiros meses do ano à

João investiu um capital, nos seis primeiros meses do ano à taxa de 5% a.m. Querendo que o seu capital inicial tenha um rendimento de 120% ao final desse ano, determine a taxa de juros dos próximos seis meses para garantir a rentabilidade desejada?

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de 120% ao final desse ano, determine a taxa de juros dos próximos seis meses para
Juros compostos Exemplo 6.  Um investidor pagou R$ 100.000,00 por um título de renda
Juros compostos Exemplo 6.  Um investidor pagou R$ 100.000,00 por um título de renda
Juros compostos Exemplo 6.  Um investidor pagou R$ 100.000,00 por um título de renda

Juros compostos

Exemplo 6.

Juros compostos Exemplo 6.  Um investidor pagou R$ 100.000,00 por um título de renda fixa,

Um investidor pagou R$ 100.000,00 por um título de renda fixa, com um prazo de 60 meses e taxa de juros de 18% a.a. Dois anos depois precisando dos recursos aplicados, vendeu o título no mercado. Determine o valor recebido pelo investidor, sabendo-se que, no momento da venda, a taxa de juros era de 25% a.a.

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Determine o valor recebido pelo investidor, sabendo-se que, no momento da venda, a taxa de juros
Juros compostos  Observações: – Para a correta utilização dessa fórmula, a taxa de juros
Juros compostos  Observações: – Para a correta utilização dessa fórmula, a taxa de juros

Juros compostos

Observações:

Juros compostos  Observações: – Para a correta utilização dessa fórmula, a taxa de juros i

Para a correta utilização dessa fórmula, a taxa de juros i e o

prazo n devem estar referenciados a uma mesma unidade de tempo; Ex: 2% a.m, num prazo de 1 ano, significa n=12)

O prazo ( n ) pode ser fracionário; por exemplo, se as taxas forem mensais, n = 0,5 corresponde a 15 dias;

Antes de utilizar a HP, verifique se os registradores financeiros

estão limpos;

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n = 0,5 corresponde a 15 dias; – Antes de utilizar a HP, verifique se os
Juros Simples  Regime de Juros Simples Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros Simples  Regime de Juros Simples Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em
Juros Simples  Regime de Juros Simples Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em

Juros Simples

Juros Simples  Regime de Juros Simples Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um

Regime de Juros Simples

Suponha que Sr. Inocêncio tenha depositado R$1.000,00 em um banco que lhe paga juros de 10% a.a., no regime de juros SIMPLES. Para tal, a aplicação deverá permanecer no banco por 5 anos. Qual o saldo dessa aplicação ao fim dos 5 anos?

Ano Saldo no Início Juros Saldo no Fim 1 R$ 1.000,00 2 R$ 1.100,00 3
Ano
Saldo no Início
Juros
Saldo no Fim
1
R$ 1.000,00
2
R$ 1.100,00
3
4
R$ 1.200,00
R$ 1.300,00
5
R$ 1.400,00
0,10 x 1.000 = 100
0,10 x 1.000 = 100
0,10 x 1.000 = 100
0,10 x 1.000 = 100
0,10 x 1.000 = 100
R$ 1.100,00
R$ 1.200,00
R$ 1.300,00
R$ 1.400,00
R$ 1.500,00

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x 1.000 = 100 0,10 x 1.000 = 100 0,10 x 1.000 = 100 R$ 1.100,00
Juros Simples Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n
Juros Simples Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n
Juros Simples Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n

Juros Simples

Um capital inicial C 0 , aplicado a uma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por:

29

C

n

VF

Cuma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 29 C

0

n.i.Ca uma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 29

0

De outro modo,
De outro modo,

VPuma taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 29 C

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 29 C n

n.i.VP

taxa i durante n períodos, transforma-se em um capital C n dado por: 29 C n
Juros Simples Exemplo 1. • Jéssica deseja pagar uma dívida inicial de R$ 3000,00 com
Juros Simples Exemplo 1. • Jéssica deseja pagar uma dívida inicial de R$ 3000,00 com
Juros Simples Exemplo 1. • Jéssica deseja pagar uma dívida inicial de R$ 3000,00 com

Juros Simples

Exemplo 1.

Jéssica deseja pagar uma dívida inicial de R$ 3000,00 com 10 dias

de atraso. Se a taxa cobrada é de 6% ao mês, no sistema de juros

simples, determine o valor do pagamento para quitação. E se o atraso fosse de 30 dias? E de 50 dias?

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sistema de juros simples, determine o valor do pagamento para quitação. E se o atraso fosse
Juros Simples Exemplo 2. Manoel toma um financiamento bancário de R$ 100.000,00 com vencimento em
Juros Simples Exemplo 2. Manoel toma um financiamento bancário de R$ 100.000,00 com vencimento em
Juros Simples Exemplo 2. Manoel toma um financiamento bancário de R$ 100.000,00 com vencimento em

Juros Simples

Exemplo 2.

Manoel toma um financiamento bancário de R$ 100.000,00 com vencimento em 1 semestre, a uma taxa de 3% a.m., no regime de juros simples. Qual o valor a ser pago na data do vencimento?

Exemplo 3.

Um principal igual a 2/3 do Montante foi aplicado a juros simples

por um período de 2 meses. Qual taxa mensal obtida na operação?

31

31
31
Juros Simples No sistema de Juros simples:  os juros de cada período são calculados
Juros Simples No sistema de Juros simples:  os juros de cada período são calculados
Juros Simples No sistema de Juros simples:  os juros de cada período são calculados

Juros Simples

No sistema de Juros simples:

os juros de cada período são calculados com base no CAPITAL INICIAL(PRINCIPAL).

o crescimento do capital investido é LINEAR ao longo do tempo (crescem em P.A. - Progressão Aritmética).

Juros e tempo são proporcionais Regra de três!

32

longo do tempo (crescem em P.A. - Progressão Aritmética).  Juros e tempo são proporcionais –
Juros mistos (Convenção Linear) Incidência de Juros compostos durante os períodos inteiros de capitalização,
Juros mistos (Convenção Linear) Incidência de Juros compostos durante os períodos inteiros de capitalização,
Juros mistos (Convenção Linear) Incidência de Juros compostos durante os períodos inteiros de capitalização,

Juros mistos (Convenção Linear)

Incidência de Juros compostos durante os períodos inteiros de capitalização, seguida da incidência de juros
Incidência de Juros compostos durante os períodos inteiros de
capitalização, seguida da incidência de juros simples durante os
períodos fracionários (não inteiros) de capitalização.

33

VF

juros simples durante os períodos fracionários (não inteiros) de capitalização. 33 VF VP .(1 i n

VP

.(1

i
i

n

) .(1

r i . )
r
i
.
)

s

juros simples durante os períodos fracionários (não inteiros) de capitalização. 33 VF VP .(1 i n
Juros mistos (Convenção Linear) Exemplo 6. Qual é o montante de um principal de R$
Juros mistos (Convenção Linear) Exemplo 6. Qual é o montante de um principal de R$
Juros mistos (Convenção Linear) Exemplo 6. Qual é o montante de um principal de R$

Juros mistos (Convenção Linear)

Juros mistos (Convenção Linear) Exemplo 6. Qual é o montante de um principal de R$ 5200,00

Exemplo 6. Qual é o montante de um principal de R$ 5200,00 a juros de 6% ao mês após 3 meses e 10 dias de aplicação?

Há duas formas de se calcular:

1 Considerar juros compostos durante os 3 meses e 10 dias. Esta é a chamada convenção exponencial. O montante é 5200*(1+0,06)^(3+10/30) = 6314,75 reais

2 Considerar juros compostos em três meses, e depois juros simples nos dez dias seguintes aplicados a este valor. Esta é a chamada convenção linear, usada quando nos cobram juros. O

montante é 5200*(1+0,06)^3*(1+10/20), o que resulta em 6

34

317,15 reais. Essa é a convenção Linear.

cobram juros. O montante é 5200*(1+0,06)^3*(1+10/20), o que resulta em 6 34 317,15 reais. Essa é
Equivalência de Capitais.
Equivalência de Capitais.
Equivalência de Capitais.
Equivalência de Capitais.

Equivalência de Capitais.

Equivalência de Capitais  O dinheiro varia no tempo  R$ 1.000,00 hoje não são
Equivalência de Capitais  O dinheiro varia no tempo  R$ 1.000,00 hoje não são
Equivalência de Capitais  O dinheiro varia no tempo  R$ 1.000,00 hoje não são

Equivalência de Capitais

O dinheiro varia no tempo

R$ 1.000,00 hoje não são iguais a R$ 1.000,00 daqui a um mês!

Por que?

Para deslocar o dinheiro no tempo, precisamos ter uma

 Para deslocar o dinheiro no tempo, precisamos ter uma Com ela, o dinheiro “ anda

Com ela, o dinheiro anda para frente”, ou seja, é capitalizado.

Com ela, o dinheiro anda para trás”, ou seja, é descontado.

36

anda para frente ”, ou seja, é capitalizado. Com ela, o dinheiro “ anda para trás
Equivalência de Capitais • Dois ou mais capitais são equivalentes se têm o mesmo valor
Equivalência de Capitais • Dois ou mais capitais são equivalentes se têm o mesmo valor
Equivalência de Capitais • Dois ou mais capitais são equivalentes se têm o mesmo valor

Equivalência de Capitais

Dois ou mais capitais são equivalentes se têm o mesmo valor quando referidos à mesma mesma época (comparados em uma

mesma data focal data de comparação).

Se

determinada data focal, serão também equivalentes em

uma

qualquer outra data focal.

dois

(ou

mais)

capitais

forem

equivalentes

em

C1 C2 Cn C3
C1
C2
Cn
C3
 

0

1

2

3

n

(1

C

1

i
i

)

1

(1

(1

C

2

i
i

)

2

(1

(1

C

3

C 3 i ) 3

i ) 3

(1 C 1 i ) 1 (1 C 2 i ) 2 (1 C 3 i
(1

(1

C

n

C n i )

i )

n

37

n (1 C 1 i ) 1 (1 C 2 i ) 2 (1 C 3
Equivalência de Capitais VF VP.(1 i) n Para obter o valor futuro (após n períodos),
Equivalência de Capitais VF VP.(1 i) n Para obter o valor futuro (após n períodos),
Equivalência de Capitais VF VP.(1 i) n Para obter o valor futuro (após n períodos),

Equivalência de Capitais

VF

Equivalência de Capitais VF VP.(1 i) n Para obter o valor futuro (após n períodos), basta

VP.(1

Equivalência de Capitais VF VP.(1 i) n Para obter o valor futuro (após n períodos), basta

i)

n

Para obter o valor futuro (após n períodos), basta multiplicar o presente por

38

x 1 i n n períodos VP VF
x 1
i
n
n períodos
VP
VF
n 1 i
n
1
i
Para obter o valor presente,(voltando n período) basta dividir o futuro por n 1 i
Para obter o valor presente,(voltando n período) basta dividir o futuro por n
1
i
n
1
i
n 1 i Para obter o valor presente,(voltando n período) basta dividir o futuro por n
n períodos VP VF
n períodos
VP
VF
n 1 i Para obter o valor presente,(voltando n período) basta dividir o futuro por n
Equivalência de Capitais Exemplo 1. Francisco pegou uma quantia emprestada em Janeiro, a juros de
Equivalência de Capitais Exemplo 1. Francisco pegou uma quantia emprestada em Janeiro, a juros de
Equivalência de Capitais Exemplo 1. Francisco pegou uma quantia emprestada em Janeiro, a juros de

Equivalência de Capitais

Exemplo 1.

Francisco pegou uma quantia emprestada em Janeiro, a juros de 5% ao mês, com o compromisso de pagar tudo até JUNHO. Para seu espanto, sua dívida em Abril era de R$ 11 576,25. Sabendo que não efetuou nenhum pagamento da dívida nesse período,

responda aos itens abaixo

da dívida nesse período, responda aos itens abaixo JAN FEV MAR ABR MAI JUN 11 576,25

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

11 576,25

responda aos itens abaixo JAN FEV MAR ABR MAI JUN 11 576,25 a) Qual foi o

a) Qual foi o valor do empréstimo feito por Francisco?
b) Preencha a tabela acima com os valores da dívida a cada mês

39

Qual foi o valor do empréstimo feito por Francisco? b) Preencha a tabela acima com os
Equivalência de Capitais Exemplo 2.  Uma duplicata no valor de R$ 50.000,00 a ser
Equivalência de Capitais Exemplo 2.  Uma duplicata no valor de R$ 50.000,00 a ser
Equivalência de Capitais Exemplo 2.  Uma duplicata no valor de R$ 50.000,00 a ser

Equivalência de Capitais

Exemplo 2.

Uma duplicata no valor de R$ 50.000,00 a ser paga daqui a 2 meses e outra de R$ 75.000,00 a ser paga daqui a 6 meses devem ser liquidadas por um pagamento único a ser efetuado daqui a 4 meses. Calcule este pagamento, à taxa de juros de 5% ao mês.

40

por um pagamento único a ser efetuado daqui a 4 meses. Calcule este pagamento, à taxa
Equivalência de Capitais Exemplo 3.  Júlio tomou um empréstimo de R$ 3000,00 a juros
Equivalência de Capitais Exemplo 3.  Júlio tomou um empréstimo de R$ 3000,00 a juros
Equivalência de Capitais Exemplo 3.  Júlio tomou um empréstimo de R$ 3000,00 a juros

Equivalência de Capitais

Exemplo 3.

Júlio tomou um empréstimo de R$ 3000,00 a juros mensais de 5%. Dois meses após, pagou R$ 750,00 e, um mês após esse

pagamento, liquidou seu débito. Qual o valor desse último

pagamento?

41

após, pagou R$ 750,00 e, um mês após esse pagamento, liquidou seu débito. Qual o valor
Equivalência de Capitais Exemplo 4.  Um equipamento está a venda por R$ 20.000,00 de
Equivalência de Capitais Exemplo 4.  Um equipamento está a venda por R$ 20.000,00 de
Equivalência de Capitais Exemplo 4.  Um equipamento está a venda por R$ 20.000,00 de

Equivalência de Capitais

Exemplo 4.

Um equipamento está a venda por R$ 20.000,00 de entrada e R$ 20.000,00 após 6 meses. Um comprador propõe dar uma

entrada e pagar R$ 25.000,00 como segunda parcela, porém

somente depois de 8 meses após a compra. Neste caso, qual o valor da entrada, considerando uma taxa de juros de 2% ao mês?

42

depois de 8 meses após a compra. Neste caso, qual o valor da entrada, considerando uma
Equivalência de Capitais Exemplo 5. Arthur tomou um empréstimo de R$ 10.000,00 a juros mensais
Equivalência de Capitais Exemplo 5. Arthur tomou um empréstimo de R$ 10.000,00 a juros mensais
Equivalência de Capitais Exemplo 5. Arthur tomou um empréstimo de R$ 10.000,00 a juros mensais

Equivalência de Capitais

Exemplo 5.

Arthur tomou um empréstimo de R$ 10.000,00 a juros mensais de 6% ao mês. No primeiro mês, pagou R$ 3.000,00; no segundo mês

pagou R$ 5.000,00 e no quarto mês quitou a dívida. Qual o valor

desse último pagamento?

R$ 3.000,00; no segundo mês pagou R$ 5.000,00 e no quarto mês quitou a dívida. Qual

43

R$ 3.000,00; no segundo mês pagou R$ 5.000,00 e no quarto mês quitou a dívida. Qual
R$ 3.000,00; no segundo mês pagou R$ 5.000,00 e no quarto mês quitou a dívida. Qual
Equivalência de Capitais Exemplo 6.  Uma empresa comprou um equipamento no valor de R$
Equivalência de Capitais Exemplo 6.  Uma empresa comprou um equipamento no valor de R$
Equivalência de Capitais Exemplo 6.  Uma empresa comprou um equipamento no valor de R$

Equivalência de Capitais

Exemplo 6.

Uma empresa comprou um equipamento no valor de R$

opções de

200.000,00.

O

fornecedor

ofereceu

duas

pagamento:

I Pagamento à vista com 5% de desconto;

II Pagamento a prazo em 4 vezes sem juros, para (30, 60, 90 e

120).

Suponha que a empresa tenha o dinheiro para pagar à vista, e que a que tem disponível um taxa de investimento de 2% ao mês.

Qual a melhor opção para a empresa?

44

à vista, e que a que tem disponível um taxa de investimento de 2% ao mês.
Equivalência de Capitais Exemplo 7.  Uma empresa tem 3 dívidas cujos valores de face
Equivalência de Capitais Exemplo 7.  Uma empresa tem 3 dívidas cujos valores de face
Equivalência de Capitais Exemplo 7.  Uma empresa tem 3 dívidas cujos valores de face

Equivalência de Capitais

Exemplo 7.

Uma empresa tem 3 dívidas cujos valores de face e prazo são R$ 100.000,00 a vencer em 180 dias; R$ 220.000,00 a vencer

em 240 dias e R$ 370.000,00 a vencer em 540 dias. Ela deseja liquidar todos os pagamentos daqui a 360 dias. Qual o valor do pagamento, considerando uma taxa de juros de 15% a.a.?

(considere o ano comercial)

45

daqui a 360 dias. Qual o valor do pagamento, considerando uma taxa de juros de 15%
Equivalência de Capitais Exemplo 8. Uma pessoa abre uma conta em uma instituição financeira que
Equivalência de Capitais Exemplo 8. Uma pessoa abre uma conta em uma instituição financeira que
Equivalência de Capitais Exemplo 8. Uma pessoa abre uma conta em uma instituição financeira que

Equivalência de Capitais

Exemplo 8.

Uma pessoa abre uma conta em uma instituição financeira que

paga 2% a.m sobre o saldo credor, depositando R$ 15.000,00. Após 6 meses, necessitando de dinheiro retira R$ 7.000,00. Nos dois meses seguintes, deposita, sendo R$ 1.000,00 no primeiro e R$ 2.000,00 no segundo. Trinta dias após o último depósito, o correntista efetua um saque de R$ 5.000,00. Qual é o saldo desta conta, um ano após a sua abertura, considerando que nenhum

saque ou depósito fora efetuado desde o último saque?

46

conta, um ano após a sua abertura, considerando que nenhum saque ou depósito fora efetuado desde
Taxas de Juros e Descontos “Este assunto causa uma confusão considerável, pois as taxas são
Taxas de Juros e Descontos “Este assunto causa uma confusão considerável, pois as taxas são
Taxas de Juros e Descontos “Este assunto causa uma confusão considerável, pois as taxas são
Taxas de Juros e Descontos “Este assunto causa uma confusão considerável, pois as taxas são

Taxas de Juros e

Descontos

“Este assunto causa uma confusão considerável, pois as taxas são cotadas das maneiras mais diversas possíveis. Algumas vezes a maneira pela qual a taxa é cotada é resultado de alguma tradição, outras vezes é determinado pela legislação. Infelizmente, às vezes as taxas são cotadas de maneira deliberadamente enganosa para confundir tomadores de empréstimos e investidores.

Ross, Westerfield e Jordan

Taxas Equivalentes • Duas taxas são equivalentes se, aplicadas a um mesmo principal, durante um
Taxas Equivalentes • Duas taxas são equivalentes se, aplicadas a um mesmo principal, durante um
Taxas Equivalentes • Duas taxas são equivalentes se, aplicadas a um mesmo principal, durante um

Taxas Equivalentes

Duas taxas são equivalentes se, aplicadas a um mesmo principal, durante um mesmo período de tempo, proporcionarem o mesmo

montante.

Se a taxa de juros relativamente a um determinado período de tempo é igual a i, a taxa de juros equivalente a n períodos de

tempo é I, tal que

48

1 I
1
I
período de tempo é igual a i, a taxa de juros equivalente a n períodos de

(1

i)
i)

n

período de tempo é igual a i, a taxa de juros equivalente a n períodos de
Taxas Equivalentes Exemplo 1. • Considere uma taxa de juros de 5% a.m. Determine as
Taxas Equivalentes Exemplo 1. • Considere uma taxa de juros de 5% a.m. Determine as
Taxas Equivalentes Exemplo 1. • Considere uma taxa de juros de 5% a.m. Determine as

Taxas Equivalentes

Exemplo 1.

Considere uma taxa de juros de 5% a.m. Determine as taxas

bimestral, semestral e anual equivalentes.

Taxa bimestral.

Taxa semestral.

Taxa anual.

49

as taxas bimestral, semestral e anual equivalentes. • Taxa bimestral. • Taxa semestral. • Taxa anual.
Taxas nominais e efetivas  Um erro muito comum é achar que juros de 5%
Taxas nominais e efetivas  Um erro muito comum é achar que juros de 5%
Taxas nominais e efetivas  Um erro muito comum é achar que juros de 5%

Taxas nominais e efetivas

Um erro muito comum é achar que juros de 5% a.m equivalem a juros

de 12x5% = 60% ao ano.

Taxas como 5% ao mês e 60% ao ano são ditas taxas proporcionais, pois a razão entre elas é igual à razão dos períodos aos quais elas se referem.

Taxas proporcionais não são taxas equivalentes!

Um (péssimo) hábito do Mercado é o de anunciar taxas proporcionais como se fossem equivalentes.

50

Exemplos:

12% a.a. capitalizados mensalmente

24% a.a. capitalizados trimestralmente

Clássicos de Mercado no Brasil: Tabela Price e Taxa Over

1% a.m. 6% a.t.

– 24% a.a. capitalizados trimestralmente – Clássicos de Mercado no Brasil: Tabela Price e Taxa Over
Taxas nominais e efetivas  Taxas Nominais  não condizem com os juros efetivamente pagos
Taxas nominais e efetivas  Taxas Nominais  não condizem com os juros efetivamente pagos
Taxas nominais e efetivas  Taxas Nominais  não condizem com os juros efetivamente pagos

Taxas nominais e efetivas

Taxas Nominais

não condizem com os juros efetivamente pagos

precisam ser interpretadas e devidamente convertidas para

TAXAS EFETIVAS, pois essas correspondem aos juros

efetivamente pagos

Taxas nominais são taxas proporcionais e não equivalentes.

51

Exemplos:

12% a.a. capitalizados mensalmente

24% a.a. capitalizados trimestralmente

Clássicos de Mercado no Brasil: Tabela Price e Taxa Over

1% a.m. 6% a.t.

51
51
Taxas nominais e efetivas Exemplo 2.  Caderneta Poupança mensalmente. Qual a taxa anual equivalente?
Taxas nominais e efetivas Exemplo 2.  Caderneta Poupança mensalmente. Qual a taxa anual equivalente?
Taxas nominais e efetivas Exemplo 2.  Caderneta Poupança mensalmente. Qual a taxa anual equivalente?

Taxas nominais e efetivas

Exemplo 2.

Caderneta

Poupança

mensalmente. Qual a taxa anual equivalente?

de

rendendo

6%

ao

ano,

capitalizados

A (falsa) taxa de

A taxa (verdadeira) de

52

ao ano é dita taxa nominal. ao ano é dita taxa efetiva.

52
52
Taxas nominais e efetivas Um dos exemplos mais clássicos que podemos adotar para exemplificar a
Taxas nominais e efetivas Um dos exemplos mais clássicos que podemos adotar para exemplificar a
Taxas nominais e efetivas Um dos exemplos mais clássicos que podemos adotar para exemplificar a

Taxas nominais e efetivas

Um dos exemplos mais clássicos que podemos adotar para exemplificar a utilização de taxas nominais é a tradicional Caderneta de Poupança. Ela oferece atualmente ao aplicador (poupador) uma rentabilidade de 6% ao

ano, capitalizados mensalmente, mais a TR. Ou seja, a poupança tem um

rendimento que é definido por uma taxa nominal, pois mesmo com a TR igual a zero, a poupança não renderá 6% ao ano.

rendimento que é definido por uma taxa nominal, pois mesmo com a TR igual a zero,

53

rendimento que é definido por uma taxa nominal, pois mesmo com a TR igual a zero,
Taxas nominais e efetivas 54
Taxas nominais e efetivas 54
Taxas nominais e efetivas 54

Taxas nominais e efetivas

Taxas nominais e efetivas 54

54

Taxas nominais e efetivas 54
Taxas nominais e efetivas Exemplo 3. Qual a taxa anual equivalente a uma taxa nominal
Taxas nominais e efetivas Exemplo 3. Qual a taxa anual equivalente a uma taxa nominal
Taxas nominais e efetivas Exemplo 3. Qual a taxa anual equivalente a uma taxa nominal

Taxas nominais e efetivas

Exemplo 3.

Qual a taxa anual equivalente a uma taxa nominal de 15% ao ano,

capitalizados bimestralmente?

Exemplo 4.

Um empresário necessitando de capital de giro, resolve captar

recursos. O Banco “A” cobra em seus financiamentos uma taxa de 34% a.a., capitalizados anualmente, enquanto a taxa do Banco “B” é 30% a.a., capitalizados mensalmente (tabela price, por

o

exemplo).

empresário?

é

a

menor

taxa

de

financiamento

para

Qual

55

a.a., capitalizados mensalmente (tabela price, por o exemplo). empresário? é a menor taxa de financiamento para
Inflação e poder de compra  Inflação: perda do poder de compra por parte de
Inflação e poder de compra  Inflação: perda do poder de compra por parte de
Inflação e poder de compra  Inflação: perda do poder de compra por parte de

Inflação e poder de compra

Inflação: perda do poder de compra por parte de uma

moeda

Correção Monetária: atualização (incremento em geral) do valor do dinheiro no tempo a fim de manter o poder de compra daquela quantia.

Correção Monetária e Inflação: conceitos irmãos

Jamais confunda Juros com Correção Monetária!!!

56

 Correção Monetária e Inflação: conceitos irmãos  Jamais confunda Juros com Correção Monetária!!! 56
Inflação e poder de compra Considere: • Inflação de 5% ao ano; • Investimento com
Inflação e poder de compra Considere: • Inflação de 5% ao ano; • Investimento com
Inflação e poder de compra Considere: • Inflação de 5% ao ano; • Investimento com

Inflação e poder de compra

Considere:

Inflação de 5% ao ano;

Investimento com retorno de 15,5% a.a (chamada taxa nominal)

Você tem R$ 100,00. 20 pizzas de R$ 5,00

taxa nominal) Você tem R$ 100,00. 20 pizzas de R$ 5,00 57 1 ano Você tem

57

1 ano
1 ano

Você tem R$ 115,50.

Mas a pizza custa R$5,25

Quantas pizzas agora? 22 pizzas

Aumento de 10% no poder de compra.
Aumento de 10% no poder de compra.
Essa taxa é chamada de taxa de juros real!
Essa taxa é chamada de taxa de juros real!
R$5,25 Quantas pizzas agora? 22 pizzas Aumento de 10% no poder de compra. Essa taxa é
Taxa real e taxa aparente  Efeito Fisher: Relação entre taxa de retorno real, nominal(aparente)
Taxa real e taxa aparente  Efeito Fisher: Relação entre taxa de retorno real, nominal(aparente)
Taxa real e taxa aparente  Efeito Fisher: Relação entre taxa de retorno real, nominal(aparente)

Taxa real e taxa aparente

Efeito Fisher:

Relação entre taxa de retorno real, nominal(aparente) e inflação

1
1
i
i

Nominal

1 j
1
j
1
1
r
r

A taxa nominal de um investimento representa a variação percentual da quantidade de dinheiro que você possui;

A taxa real de um investimento representa a variação do quanto você pode comprar com o dinheiro, ou seja, a variação percentual do poder aquisitivo.

58

a variação do quanto você pode comprar com o dinheiro, ou seja, a variação percentual do
Taxa real e aparente - o efeito da Inflação Exercício 1.  Uma pessoa emprestou
Taxa real e aparente - o efeito da Inflação Exercício 1.  Uma pessoa emprestou
Taxa real e aparente - o efeito da Inflação Exercício 1.  Uma pessoa emprestou

Taxa real e aparente - o efeito da Inflação

Exercício 1.

Uma pessoa emprestou R$ 1.000,00 por um mês, combinando receber

R$ 1.100,00 em um mês. Se a inflação naquele mês for de 2%, qual a

taxa real de juros nesta operação?

Exercício 2.

Ao final de um ano, João teve um aumento de salário de 20%. Mas a inflação mensal foi de 0,5% a.m. Qual o aumento real do poder de compra de João em um ano?

59

de salário de 20%. Mas a inflação mensal foi de 0,5% a.m. Qual o aumento real
Taxa real e nominal - o efeito da Inflação Exercício 3.  Seja uma aplicação
Taxa real e nominal - o efeito da Inflação Exercício 3.  Seja uma aplicação
Taxa real e nominal - o efeito da Inflação Exercício 3.  Seja uma aplicação

Taxa real e nominal - o efeito da Inflação

Exercício 3.

Seja uma aplicação que paga 1,2% a.m. Levando-se em conta o Imposto de Renda (20%) pago na fonte e uma inflação mensal de

0,5%, calcule a taxa real de juros da aplicação.

Refaça o exercício anterior para o caso da poupança, supondo que esta tenha um rendimento mensal de 0,6%.

E se a poupança render os mesmos 0,6% contra 1% de inflação?

60

que esta tenha um rendimento mensal de 0,6%.  E se a poupança render os mesmos
Descontos • As operações de desconto representam a antecipação do recebimento ou pagamento de valores
Descontos • As operações de desconto representam a antecipação do recebimento ou pagamento de valores
Descontos • As operações de desconto representam a antecipação do recebimento ou pagamento de valores

Descontos

As operações de desconto representam a antecipação do recebimento ou pagamento de valores futuros, representados por títulos (nota promissória, duplicata etc.).

O desconto é a diferença entre o valor nominal de um título (o seu valor no vencimento) e o valor pago antecipadamente (valor descontado).

61

D

o valor nominal de um título (o seu valor no vencimento) e o valor pago antecipadamente

VF

o valor nominal de um título (o seu valor no vencimento) e o valor pago antecipadamente

VP

o valor nominal de um título (o seu valor no vencimento) e o valor pago antecipadamente
Desconto Bancário 62 62
Desconto Bancário 62 62
Desconto Bancário 62 62

Desconto Bancário

Desconto Bancário 62 62

62

62
62
Desconto Bancário  É calculado aplicando-se a taxa de desconto sobre o valor nominal (valor
Desconto Bancário  É calculado aplicando-se a taxa de desconto sobre o valor nominal (valor
Desconto Bancário  É calculado aplicando-se a taxa de desconto sobre o valor nominal (valor

Desconto Bancário

É calculado aplicando-se a taxa de desconto sobre o valor nominal (valor futuro) do título, no regime de juros simples

(valor futuro) do título, no regime de juros simples  A taxa de juros implícita da

A taxa de juros implícita da operação é sempre maior que a taxa de desconto e cresce com o tempo!

sempre maior que a taxa de desconto e cresce com o tempo! VP VF 1 d

VP VF

1
1
maior que a taxa de desconto e cresce com o tempo! VP VF 1 d n

d

n
n

A diferença VF VP é chamada de desconto.

63

maior que a taxa de desconto e cresce com o tempo! VP VF 1 d n
Desconto Bancário Exemplo 1. Joana quer descontar uma nota promissória de R$ 5.000,00, com vencimento
Desconto Bancário Exemplo 1. Joana quer descontar uma nota promissória de R$ 5.000,00, com vencimento
Desconto Bancário Exemplo 1. Joana quer descontar uma nota promissória de R$ 5.000,00, com vencimento

Desconto Bancário

Exemplo 1.

Joana quer descontar uma nota promissória de R$ 5.000,00, com vencimento em 90 dias, em um banco cuja taxa de desconto é 4% ao

mês. Quanto Joana receberá hoje? Qual taxa mensal de juros que Joana

está pagando?

64

Resolução:

VP = VF.(1- d.n) VP = 5000*(1 - 0,04*3) = 4 400,00

De outro modo:

Desconto = VF*n*d=5000*3*0,04 = 600 Valor Resgatado = VF D = 5000 600 = 4 400,00

600 Valor Resgatado = VF – D = 5000 – 600 = 4 400,00 Logo Joana

Logo Joana receberá agora 4400 reais para pagar 5000 reais em 90 dias. Se i é a taxa

mensal de juros, 5000=4400.(1+i) 3. Daí, i

agora 4400 reais para pagar 5000 reais em 90 dias. Se i é a taxa mensal

4,35%.

agora 4400 reais para pagar 5000 reais em 90 dias. Se i é a taxa mensal
Desconto Bancário 65
Desconto Bancário 65

Desconto Bancário

Desconto Bancário 65
Desconto Bancário 65

65

Desconto Bancário 65
Desconto Bancário Exemplo 2. Rita, uma micro empresária, deseja antecipar os valores dos cheques que
Desconto Bancário Exemplo 2. Rita, uma micro empresária, deseja antecipar os valores dos cheques que
Desconto Bancário Exemplo 2. Rita, uma micro empresária, deseja antecipar os valores dos cheques que

Desconto Bancário

Exemplo 2.

Rita, uma micro empresária, deseja antecipar os valores dos cheques que recebeu de seus clientes, que somavam R$ 5.000,00 ao todo. Antes de falar com o gerente do BIGBANK, acessou o site desse banco, obtendo as

seguintes informações

a) Qual o valor do resgate com o

desconto?

b) Qual taxa mensal de juros que Rita realmente está pagando?

66

informações a) Qual o valor do resgate com o desconto? b) Qual taxa mensal de juros
informações a) Qual o valor do resgate com o desconto? b) Qual taxa mensal de juros
Desconto racional composto  O desconto racional composto é exatamente uma operação inversa da capitalização
Desconto racional composto  O desconto racional composto é exatamente uma operação inversa da capitalização
Desconto racional composto  O desconto racional composto é exatamente uma operação inversa da capitalização

Desconto racional composto

O desconto racional composto é exatamente uma operação

inversa da capitalização composta.

A taxa de desconto é igual à taxa anunciada.

67

VF

inversa da capitalização composta.  A taxa de desconto é igual à taxa anunciada. 67 VF

VP

1
1
inversa da capitalização composta.  A taxa de desconto é igual à taxa anunciada. 67 VF

d

VP

VF n 1 d
VF
n
1
d
n
n
inversa da capitalização composta.  A taxa de desconto é igual à taxa anunciada. 67 VF
Desconto racional composto Exemplo 3. Joaquim tem uma aplicação para resgate de R$ 1.500,00 em
Desconto racional composto Exemplo 3. Joaquim tem uma aplicação para resgate de R$ 1.500,00 em
Desconto racional composto Exemplo 3. Joaquim tem uma aplicação para resgate de R$ 1.500,00 em

Desconto racional composto

Exemplo 3.

Joaquim tem uma aplicação para resgate de R$ 1.500,00 em 4

meses e deseja antecipar a retirada. Determine o valor de

resgate, a uma taxa de 6% ao mês no regime de desconto racional composto.

68

antecipar a retirada. Determine o valor de resgate, a uma taxa de 6% ao mês no
Desconto racional composto Exemplo 4. Marcos pegou um financiamento no IVABANK, para pagar em 30
Desconto racional composto Exemplo 4. Marcos pegou um financiamento no IVABANK, para pagar em 30
Desconto racional composto Exemplo 4. Marcos pegou um financiamento no IVABANK, para pagar em 30

Desconto racional composto

Exemplo 4.

Marcos pegou um financiamento no IVABANK, para pagar em 30 parcelas de R$ 477,34, que vencem dia 04 de cada mês. Após pagar 26 parcelas, deseja pagar as 4 restantes no dia 04 de novembro de 2010. Para saber quanto deveria pagar a quitar a dívida, Iranildo acessa o site do BANCO, no dia 04, e imprime a tabela abaixo .

o site do BANCO, no dia 04, e imprime a tabela abaixo . Como poderíamos ter

Como poderíamos ter certeza que os valores da tabela, calculados pelo BANCO, estão corretos, se a taxa desse financiamento foi de 2,24% ao mês?

69

que os valores da tabela, calculados pelo BANCO, estão corretos, se a taxa desse financiamento foi
Descontos Exemplo 5. (Especial) Um banco efetua descontos de promissórias, dois meses antes do vencimento,
Descontos Exemplo 5. (Especial) Um banco efetua descontos de promissórias, dois meses antes do vencimento,
Descontos Exemplo 5. (Especial) Um banco efetua descontos de promissórias, dois meses antes do vencimento,

Descontos

Exemplo 5. (Especial)

Um banco efetua descontos de promissórias, dois meses antes do vencimento, à taxa de 4% ao mês, mas exige que 10% do valor da

face da promissória sejam aplicados em um CDB (certificado de

depósito bancário) que rende 3% nesses dois meses. Determine a taxa mensal de juros para quem toma financiamento nesse banco.

70

bancário) que rende 3% nesses dois meses. Determine a taxa mensal de juros para quem toma
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )

Séries Uniformes

“Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, ) têm como
“Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos,
empréstimos consignados, imobiliários,
)
têm como
característica uma série de prestações constantes, geralmente
mensais” (Ross, 2008, p. 134)
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )
Séries Uniformes “Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, )

Séries Uniformes

“Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos consignados, imobiliários, ) têm como
“Quase todos os financiamentos a consumidores (veículos, empréstimos
consignados, imobiliários,
)
têm como característica uma série de prestações
constantes, geralmente mensais” (Ross, 2008, p. 134)

Série

é

uma

sequência

de

quantias

(pagamentos,

prestações,

termos, etc) referidas a épocas diversas.

A Série é dita uniforme quando as quantias possuem o mesmo valor e estão igualmente distribuídos no tempo. As séries uniformes,

também chamadas de Anuidades, podem ser:

Postecipadas;

Antecipadas;

Diferidas.

72

As séries uniformes, também chamadas de Anuidades, podem ser:  Postecipadas;  Antecipadas;  Diferidas. 72
Séries Uniformes  Se a primeira prestação for paga um mês após a compra(final do
Séries Uniformes  Se a primeira prestação for paga um mês após a compra(final do
Séries Uniformes  Se a primeira prestação for paga um mês após a compra(final do

Séries Uniformes

Se a primeira prestação for paga um mês após a compra(final do período), as prestações são ditas postecipadas.

PMT PMT PMT PMT 0 1 2 n VP
PMT
PMT
PMT
PMT
0
1
2
n
VP

Se a primeira for paga no ato da compra, as prestações são ditas

antecipadas.

PMT PMT PMT PMT PMT 0 1 2 n -1 VP
PMT
PMT
PMT
PMT
PMT
0
1
2
n -1
VP

73

73
73
Séries Uniformes PV i 1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i
Séries Uniformes PV i 1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i
Séries Uniformes PV i 1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i

Séries Uniformes

PV

i

1

2

3

4

n- 1

n

0

Uniformes PV i 1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT 

PV

i

PMT

i 1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1

n- 1

n

1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1 n
1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1 n
1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1 n
1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1 n
1 2 3 4 n- 1 n 0  PV i PMT  n- 1 n

1

2

3

4

0

 

PMT

 
 

i

0

1

2

3

4

 
n- 1

n- 1

   
     

 
 

PMT

 

FV

i

PMT

n- 1
n- 1
n- 1                PMT   FV i PMT 
n- 1                PMT   FV i PMT 
n- 1                PMT   FV i PMT 
n- 1                PMT   FV i PMT 
n- 1                PMT   FV i PMT 

0

1

2

3

4

n

n

FV

74

74
74
Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1
Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1
Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1

Séries Uniformes

P

P

P

P

P

Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV

75

0

1

2

3

n 1

PV

P

Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV
i)
i)

(1

P

Séries Uniformes P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV

(1

i)
i)

2

P

P P P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV P i)

(1

i)
i)

3

P P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV P i) (1

P

P P P 75 0 1 2 3 n – 1 PV P i) (1 P

(1

i)
i)

n

1
1

PV

P

3 n – 1 PV P i) (1 P (1 i) 2 P (1 i) 3

(1

i)
i)

n

n (1 i) 1 . i
n
(1
i)
1
.
i

PV

n PMT j (1 i) j 1
n
PMT
j
(1
i)
j
1
P (1 i) 3 P (1 i) n 1 PV P (1 i) n n (1

PMT .

n 1 i 1 n 1 i .i
n
1
i
1
n
1
i
.i

n

P

P (1 i) 3 P (1 i) n 1 PV P (1 i) n n (1

(1

i)
i)

n

P (1 i) 3 P (1 i) n 1 PV P (1 i) n n (1
Séries Uniformes • Se a primeira for paga no ato da compra (prestações antecipadas) basta
Séries Uniformes • Se a primeira for paga no ato da compra (prestações antecipadas) basta
Séries Uniformes • Se a primeira for paga no ato da compra (prestações antecipadas) basta

Séries Uniformes

Se a primeira for paga no ato da compra (prestações antecipadas) basta dividir o valor de cada prestação postecipada por (1+ i).

P`

P’

P’

P’

P’

P’

prestação postecipada por (1+ i). P` P’ P’ P’ P’ P’ 76 0 0 1 P'

76

0

0

1

P'

2

n 2

P 1 i
P
1
i

n 1

n

76
76
Séries Uniformes Exemplo 1. Um bem, cujo preço à vista é R$ 20 . 000
Séries Uniformes Exemplo 1. Um bem, cujo preço à vista é R$ 20 . 000
Séries Uniformes Exemplo 1. Um bem, cujo preço à vista é R$ 20 . 000

Séries Uniformes

Exemplo 1.

Um bem, cujo preço à vista é R$ 20.000,00, é vendido em seis

prestações mensais iguais. Se os juros são de 5% a.m. determine as prestações:

a) sendo a primeira um mês após a compra;

b) com a primeira no ato da compra.

c) com a primeira dois meses após a compra.

77

a primeira um mês após a compra; b) com a primeira no ato da compra. c)
Séries Uniformes Exemplo 2. Uma empresa contrai um empréstimo no valor de $ 100.000,00, com
Séries Uniformes Exemplo 2. Uma empresa contrai um empréstimo no valor de $ 100.000,00, com
Séries Uniformes Exemplo 2. Uma empresa contrai um empréstimo no valor de $ 100.000,00, com

Séries Uniformes

Exemplo 2.

Uma empresa contrai um empréstimo no valor de $ 100.000,00, com um banco, que lhe ofereceu três possibilidades de financiamento. Determinar o valor das prestações, sabendo-se que

o financiamento deve ser pago em 24 prestações mensais e iguais,

com um taxa de 2% a.m., se

a) a primeira prestação for paga um mês após a compra;

b) a primeira prestação for paga três meses após a compra;

c) uma entrada de 15% for dada, e o financiamento iniciado quatro

meses após a compra.

78

três meses após a compra; c) uma entrada de 15% for dada, e o financiamento iniciado
Séries Uniformes Exemplo 3. Os computadores de sua empresa precisam ser trocados a cada 2
Séries Uniformes Exemplo 3. Os computadores de sua empresa precisam ser trocados a cada 2
Séries Uniformes Exemplo 3. Os computadores de sua empresa precisam ser trocados a cada 2

Séries Uniformes

Exemplo 3.

Os computadores de sua empresa precisam ser trocados a cada 2 anos a

um custo de R$ 25.000,00. Estime o valor a ser depositado mensalmente em um fundo pré-fixado (taxa de 1,25% a.m.) a fim de cobrir tais gastos.

Obs. A aplicação no fundo se dá no início do período.

79

(taxa de 1,25% a.m.) a fim de cobrir tais gastos. Obs. A aplicação no fundo se
Séries Uniformes Exemplo 4. Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações mensais de
Séries Uniformes Exemplo 4. Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações mensais de
Séries Uniformes Exemplo 4. Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações mensais de

Séries Uniformes

Exemplo 4.

Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações mensais de R$ 500,00, com a primeira sendo paga um mês após a compra, e 4 semestrais de R$ 1.500,00, sendo a primeira semestral paga 6 meses após a compra. A taxa acertada foi de 1,5% ao mês. Determine o valor do equipamento à vista.

80

semestral paga 6 meses após a compra. A taxa acertada foi de 1,5% ao mês. Determine
Séries Uniformes Exemplo 5. Uma empresa deseja reprogramar o pagamento dos 3 compromissos abaixo em
Séries Uniformes Exemplo 5. Uma empresa deseja reprogramar o pagamento dos 3 compromissos abaixo em
Séries Uniformes Exemplo 5. Uma empresa deseja reprogramar o pagamento dos 3 compromissos abaixo em

Séries Uniformes

Exemplo 5.

Uma empresa deseja reprogramar o pagamento dos 3

compromissos abaixo em 12 parcelas mensais e iguais vencendo a primeira hoje. Determine o valor mensal do refinanciamento, considerando uma taxa de juros composta de ganho real de 2% para o financiado com uma inflação anual estimada em 6,0% a.a.

1) NP de R$ 1.500,00 a vencer em 10 meses

2) Empréstimo de R$ 400,00 com 6 meses de prazo contraído há 2 meses a 5% de juros ao mês;

3) NP de R$ 2.000,00 com vencimento em 1 ano.

81

400,00 com 6 meses de prazo contraído há 2 meses a 5% de juros ao mês;
Séries Uniformes Exemplo 6. Um empresário tomou um financiamento de $ 75.000,00, para ser pago
Séries Uniformes Exemplo 6. Um empresário tomou um financiamento de $ 75.000,00, para ser pago
Séries Uniformes Exemplo 6. Um empresário tomou um financiamento de $ 75.000,00, para ser pago

Séries Uniformes

Exemplo 6.

Um empresário tomou um financiamento de $ 75.000,00, para ser pago em 15 prestações mensais, iguais e postecipadas a uma taxa de 1% a.m. Imediatamente após o nono pagamento, o empresário propôs uma renegociação ao banco, que REFINANCIOU O SALDO DEVEDOR em 12 prestações

mensais iguais, todas de mesmo valor, a serem pagas três meses após essa data

do refinanciamento. Determinar o valor das novas prestações mensais, sabendo que a taxa de juros da operação aumentou 50% em relação à taxa do financiamento anterior.

82

mensais, sabendo que a taxa de juros da operação aumentou 50% em relação à taxa do
Séries Uniformes - Perpetuidades.  Definição: trata-se de uma extrapolação da anuidade até o infinito
Séries Uniformes - Perpetuidades.  Definição: trata-se de uma extrapolação da anuidade até o infinito
Séries Uniformes - Perpetuidades.  Definição: trata-se de uma extrapolação da anuidade até o infinito

Séries Uniformes - Perpetuidades.

Definição: trata-se de uma extrapolação da anuidade até o infinito

VP (perpetuidade) = PMT / i

PMT PMT PMT PMT 0 1 2 3
PMT
PMT
PMT
PMT
0
1
2
3

VP

83

de uma extrapolação da anuidade até o infinito  VP (perpetuidade) = PMT / i PMT
Séries Uniformes - Perpetuidades. “Eterno enquanto ” Exemplo Determinar o valor do investimento necessário para
Séries Uniformes - Perpetuidades. “Eterno enquanto ” Exemplo Determinar o valor do investimento necessário para
Séries Uniformes - Perpetuidades. “Eterno enquanto ” Exemplo Determinar o valor do investimento necessário para

Séries Uniformes - Perpetuidades.

“Eterno enquanto

Exemplo

Determinar o valor do investimento necessário para garantir recebimento mensal postecipado de R$ 10.000,00, sabendo-se que a taxa de juros é de 1% a.m.

84

necessário para garantir recebimento mensal postecipado de R$ 10.000,00, sabendo-se que a taxa de juros é
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 1 Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 1 Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 1 Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 1

Uma micro empresa compra um equipamento em 24 prestações mensais de R$ 500,00, com a primeira sendo paga um mês após a compra, e 4 semestrais de R$ 1500,00, sendo a primeira semestral paga 6 meses após a compra. A taxa acertada foi de 1,5% ao mês. Determine o valor do equipamento à vista

85

semestral paga 6 meses após a compra. A taxa acertada foi de 1,5% ao mês. Determine
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 2 Numa compra efetuada, o cliente teve o saldo devedor
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 2 Numa compra efetuada, o cliente teve o saldo devedor
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 2 Numa compra efetuada, o cliente teve o saldo devedor

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 2

Numa compra efetuada, o cliente teve o saldo devedor financiado em 3 prestações quadrimestrais de R$ 5.000,00. Contudo, para evitar esta concentração nos desembolsos, o cliente solicitou a transformação do

financiamento em 12 prestações mensais. Se a taxa de juros da loja for

de 2% a.m., qual o valor das prestações mensais?

86

em 12 prestações mensais. Se a taxa de juros da loja for de 2% a.m., qual
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 3 A empresa Beta quer alugar um equipamento, cujo preço
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 3 A empresa Beta quer alugar um equipamento, cujo preço
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 3 A empresa Beta quer alugar um equipamento, cujo preço

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 3

A empresa Beta quer alugar um equipamento, cujo preço à vista é

de R$ 300.000,00. As condições do fornecedor são: 36 prestações mensais e iguais, sendo o valor residual após o pagamento da 36ª prestação igual a R$ 51.274,19. Se a taxa do financimento é de

1,5% a.m., determine o valor da prestação mensal?

87

prestação igual a R$ 51.274,19. Se a taxa do financimento é de 1,5% a.m., determine o
Séries Uniformes Exercício 4. Na compra de um carro zero, a família AFOBADA, está prestes
Séries Uniformes Exercício 4. Na compra de um carro zero, a família AFOBADA, está prestes
Séries Uniformes Exercício 4. Na compra de um carro zero, a família AFOBADA, está prestes

Séries Uniformes

Exercício 4.

Na compra de um carro zero, a família AFOBADA, está prestes a fazer o seguinte negócio:

Valor do carro À vista: R$ 30.000,00

Valor do carro da família = R$ 14.000,00. (em bom estado de conservação, e com baixo custo de manutenção)

Taxa do financiamento = 1,5% ao mês.

Número de prestações = 48 mensais, com a primeira para daqui a 30 dias.

TAC Taxa de abertura de crédito = 800,00 (pode ser paga à vista ou somada ao valor a

ser financiado).

Especialistas dizem que uma família não deve comprometer mais de 30% da renda familiar com um financiamento.

Determine:

a)

o valor da prestação, se a família pagou o TAC à vista;

 

b)

o valor da prestação, se a família optou por financiar a TAC junto com o saldo devedor;

c)

Se

a renda

mensal da família é

de

R$ 1500,00, a

opção de

compra do carro é

recomendável?

 

d)

De quanto deveria ser a renda mensal para que a prestação representasse apenas 20% da Renda mensal dessa família?

88

De quanto deveria ser a renda mensal para que a prestação representasse apenas 20% da Renda
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 5 – Alugar ou comprar? Júlia tem duas alternativas para
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 5 – Alugar ou comprar? Júlia tem duas alternativas para
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 5 – Alugar ou comprar? Júlia tem duas alternativas para

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 5 Alugar ou comprar?

Júlia tem duas alternativas para obter uma copiadora:

a) Alugá-la por R$ 360,00 ao ano, ficando a manutenção por conta do

locador;

b) Comprá-la por R$ 1500,00. Nesse caso, Julia ficará responsável pelas

despesas de manutenção, que são de R$ 50,00 por ano, nos dois

primeiros anos, e de R$ 80,00 por ano, nos anos seguintes. Considere que a máquina tem vida econômica de 5 anos, com valor residual de R$ 200,00(venderá a máquina nesse preço).

Se a taxa mínima de atratividade é de 7% ao ano, qual deve ser a opção de Júlia?

89

a máquina nesse preço). Se a taxa mínima de atratividade é de 7% ao ano, qual
Exercício 5 – Alugar ou comprar? ALUGAR OU COMPRAR? – Fluxos que ajudam! -1500 -
Exercício 5 – Alugar ou comprar? ALUGAR OU COMPRAR? – Fluxos que ajudam! -1500 -

Exercício 5 Alugar ou comprar?

Exercício 5 – Alugar ou comprar? ALUGAR OU COMPRAR? – Fluxos que ajudam! -1500 - 50

ALUGAR OU COMPRAR? Fluxos que ajudam!

-1500 - 50 - 50 - 80 - 80 120 0 1 2 3 4
-1500
- 50
- 50
- 80
- 80
120
0
1
2
3
4 5
P P
P
P
P
0 1 2 3 4 5
0
1
2
3
4 5

90

OU COMPRAR? – Fluxos que ajudam! -1500 - 50 - 50 - 80 - 80 120
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 6 – Previdência Privada. Qual é a quantia que uma
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 6 – Previdência Privada. Qual é a quantia que uma
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 6 – Previdência Privada. Qual é a quantia que uma

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 6 Previdência Privada.

Qual é a quantia que uma pessoa que acabou de completar 30 anos de idade deve depositar mensalmente num fundo de investimento que rende 1% a.m., de modo a assegurar uma renda mensal após sua

aposentadoria de $ 5.000,00 durante 30 anos? Suponha que a

aposentadoria desta pessoa ocorra aos 55 anos e que as prestações

pagas e recebidas ocorram no final de cada mês.

91

91
91
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 7 – Determinação da vida econômica de um bem! A
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 7 – Determinação da vida econômica de um bem! A
Séries Uniformes Exercícios Complementares Exercício 7 – Determinação da vida econômica de um bem! A

Séries Uniformes

Exercícios Complementares
Exercícios Complementares

Exercício 7 Determinação da vida econômica de um bem!

7 – Determinação da vida econômica de um bem! A tabela abaixo mostra o valor de

A tabela abaixo mostra o valor de um carro com k anos de uso, com 0 k 5, bem como os gastos anuais de manutenção e operação. O valor do carro refere-se ao início do ano e os gastos são efetuados ao longo do ano. Os valores estão calculados a preços de hoje e considera-se uma taxa de juros de 6% a.a.

Época

Valor (milhares de reais)

Manutenção (milhares de reais)

Operação (milhares de reais)

0

20

-

-

1

16

1,0

1,2

2

14

1,6

1,2

3

12

1,6

1,2

4

9

2,4

1,4

5

8

2,0

1,6

Você decidiu comprar um carro novo, usá-lo por algum tempo, vendê-lo e comprar novamente um carro novo, vendê-lo, etc. Por quanto tempo você deve usar o carro antes de vendê-lo?

92

e comprar novamente um carro novo, vendê-lo, etc. Por quanto tempo você deve usar o carro
Sistemas de Amortização.
Sistemas de Amortização.
Sistemas de Amortização.
Sistemas de Amortização.

Sistemas de Amortização.

Sistemas de Amortização  Quando se paga parceladamente um débito, cada pagamento efetuado tem (geralmente)
Sistemas de Amortização  Quando se paga parceladamente um débito, cada pagamento efetuado tem (geralmente)
Sistemas de Amortização  Quando se paga parceladamente um débito, cada pagamento efetuado tem (geralmente)

Sistemas de Amortização

Quando se paga parceladamente um débito, cada pagamento

efetuado tem (geralmente) uma dupla finalidade:

1) Parte quita os juros.

2) Parte amortiza (abate) a dívida.

Existem várias formas para se pagar um empréstimo;

Algumas ficaram conhecidas com o tempo ou por serem simples

de se entenderem ou por serem racionais;

Estudaremos alguns exemplos aqui.

94

com o tempo ou por serem simples de se entenderem ou por serem racionais;  Estudaremos
Sistemas de Amortização Exemplo 1. Ricardo tomou um empréstimo de $ 100,00 a juros de
Sistemas de Amortização Exemplo 1. Ricardo tomou um empréstimo de $ 100,00 a juros de
Sistemas de Amortização Exemplo 1. Ricardo tomou um empréstimo de $ 100,00 a juros de

Sistemas de Amortização

Exemplo 1.
Exemplo 1.

Ricardo tomou um empréstimo de $ 100,00 a juros de 10% ao mês. Quitou-o em três meses, amortizando 30% da dívida inicial no primeiro mês, 30% e 40% nos dois meses seguintes e pagando a cada

mês os juros.

Época

Prestação

Amortização

Juros

Saldo

Devedor

0

-

-

-

100

1

 

30

   

2

 

30

   

3

 

40

   

95

- - 100 1   30     2   30     3   40
Sistemas de Amortização mais utilizados • Sistema Francês (tabela Price) • Sistema de Amortizações Constantes
Sistemas de Amortização mais utilizados • Sistema Francês (tabela Price) • Sistema de Amortizações Constantes
Sistemas de Amortização mais utilizados • Sistema Francês (tabela Price) • Sistema de Amortizações Constantes

Sistemas de Amortização mais utilizados

Sistema Francês (tabela Price)

Sistema de Amortizações Constantes

Sistema Bullet.

Sistema Americano

96

Sistema Francês (tabela Price) • Sistema de Amortizações Constantes • Sistema Bullet. • Sistema Americano 96
Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97
Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97
Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97

Comparação entre sistemas de amortização.

Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00:

Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97
Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97

97

Comparação entre sistemas de amortização.  Suponha que você precise tomar emprestado R$ 1.000,00: 97
Comparação entre sistemas de amortização. Planos Equivalentes de Pagamentos Características Principal: R$
Comparação entre sistemas de amortização. Planos Equivalentes de Pagamentos Características Principal: R$
Comparação entre sistemas de amortização. Planos Equivalentes de Pagamentos Características Principal: R$

Comparação entre sistemas de amortização.

Planos Equivalentes de Pagamentos

Características

Principal:

R$ 1.000,00

Taxa de Juros:

8% a.a.

Prazo: 4 anos

Ano

Plano A

Plano B

Plano C

Plano D

0

-R$ 1.000,00

-R$ 1.000,00

-R$ 1.000,00

-R$ 1.000,00

1

R$ 0,00

R$ 80,00

R$ 301,92

R$ 330,00

2

R$ 0,00

R$ 80,00

R$ 301,92

R$ 310,00

3

R$ 0,00

R$ 80,00

R$ 301,92

R$ 290,00

4

R$ 1.360,49

R$ 1.080,00

R$ 301,92

R$ 270,00

O Plano A é conhecido como Sistema Bullet.

O Plano B é conhecido como Sistema de Amortização Americano (S.A.A.)

O Plano C é conhecido como Sistema de Amortização Francês (S.A.F.) ou, no

Brasil, Sistema Price

O Plano D é conhecido como Sistema de Amortizações Constantes (S.A.C.)

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(S.A.F.) ou, no Brasil, Sistema Price  O Plano D é conhecido como Sistema de Amortizações
Sistemas de amortização Francês (PRICE) • Prestações constantes • Equivale a uma série uniforme de
Sistemas de amortização Francês (PRICE) • Prestações constantes • Equivale a uma série uniforme de
Sistemas de amortização Francês (PRICE) • Prestações constantes • Equivale a uma série uniforme de

Sistemas de amortização Francês (PRICE)

Prestações constantes

Equivale a uma série uniforme de pagamentos

Juros decrescentes

Amortizações crescentes

Inicialmente deve-se calcular o valor da prestação

99

• Juros decrescentes • Amortizações crescentes • Inicialmente deve-se calcular o valor da prestação 99
Sistema de amortização Francês (Price) Exemplo 2. Calcule o valor da prestação e monte a
Sistema de amortização Francês (Price) Exemplo 2. Calcule o valor da prestação e monte a
Sistema de amortização Francês (Price) Exemplo 2. Calcule o valor da prestação e monte a

Sistema de amortização Francês (Price)

Exemplo 2.
Exemplo 2.

Calcule o valor da prestação e monte a planilha de financiamento para um financiamento de R$ 100.000,00 em 5 prestações mensais com uma taxa de juros de 10% am utilizando o Sistema PRICE.

Mês

Prestação

Amortização

Juros

Saldo Devedor

0

       

1

       

2

       

3

       

4

       

5

       

100

    3         4         5      
Sistemas de Amortização Constante SAC • Amortizações constantes • Juros decrescentes • Prestações
Sistemas de Amortização Constante SAC • Amortizações constantes • Juros decrescentes • Prestações
Sistemas de Amortização Constante SAC • Amortizações constantes • Juros decrescentes • Prestações

Sistemas de Amortização Constante SAC

Amortizações constantes

Juros decrescentes

Prestações decrescentes

Inicialmente deve-se calcular o valor das

amortizações

101

• Juros decrescentes • Prestações decrescentes • Inicialmente deve-se calcular o valor das amortizações 101
Sistema SAC Exemplo 3.  Calcule a planilha de financiamento para um valor financiado de
Sistema SAC Exemplo 3.  Calcule a planilha de financiamento para um valor financiado de
Sistema SAC Exemplo 3.  Calcule a planilha de financiamento para um valor financiado de

Sistema SAC

Exemplo 3.
Exemplo 3.

Calcule

a planilha de

financiamento para um valor financiado de R$ 100.000,00 em 5

prestações mensais utilizando o SAC.

am

o

valor

da

prestação

e

monte

com

uma

taxa

de

juros

de

10%

Mês

Prestação

Amortização

Juros

Saldo Devedor

0

       

1

       

2

       

3

       

4

       

5

       

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    3         4         5      
Sistema SAC Exemplo 4.  Um caminhão no valor de R$ 300.000,00 foi adquirido pelo
Sistema SAC Exemplo 4.  Um caminhão no valor de R$ 300.000,00 foi adquirido pelo
Sistema SAC Exemplo 4.  Um caminhão no valor de R$ 300.000,00 foi adquirido pelo

Sistema SAC

Exemplo 4.
Exemplo 4.

Um caminhão no valor de R$ 300.000,00 foi adquirido pelo sistema SAC, em 5 prestações anuais, a uma taxa de 10% ao ano. Construa a planilha de amortização abaixo.

 

Ano 0

Ano 1

Ano 2

Ano 3

Ano 4

Ano 5

Valor do Principal Início (R$ mil)

-

         

Amortização

-

         

(R$ mil)

Valor do Principal Final (R$ mil)

225

         

Juros Pagos Final (R$ mil)

-

         

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225           Juros Pagos Final (R$ mil) -        
Sistemas de Amortização Exemplo 5 – Financiamento com carência (BNDES) Uma empresa adquiriu um financiamento,
Sistemas de Amortização Exemplo 5 – Financiamento com carência (BNDES) Uma empresa adquiriu um financiamento,
Sistemas de Amortização Exemplo 5 – Financiamento com carência (BNDES) Uma empresa adquiriu um financiamento,

Sistemas de Amortização

Exemplo 5 Financiamento com carência (BNDES)

Uma empresa adquiriu um financiamento, no início de 2011, no valor de $ 500.000,00 em um banco de desenvolvimento, se comprometendo a pagar em 5 prestações anuais, a uma taxa de juros de 6% a.a. No

entanto, a empresa só começará a pagar as prestações no início de

2013, pois conseguiu negociar com a instituição de fomento esse período de carência. Montar as tabelas de amortização nos seguintes sistemas: Americano, SAC e price. Refaça o problema, mas agora

considerando que a taxa no período de carência seja subsidiada pelo

governo sendo, portanto, menor que a taxa do financiamento, e igual a 3% a.a

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Análise de Investimentos “Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e dizer
Análise de Investimentos “Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e dizer
Análise de Investimentos “Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e dizer
Análise de Investimentos “Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e dizer

Análise de Investimentos

“Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e dizer quais hão de
“Se tens o dom de ler as sementes do tempo, e
dizer quais hão de germinar e quais não, falai.
William Shaskespare
William Shaskespare
Análise de Investimentos Análise de Investimentos  A análise de investimentos consiste em determinar se
Análise de Investimentos Análise de Investimentos  A análise de investimentos consiste em determinar se

Análise de Investimentos

Análise de Investimentos

A análise de investimentos consiste em determinar se o projeto é atrativo do ponto de vista financeiro ao investidor.

O investidor, ao aplicar recursos em determinado projeto, deseja ma

rentabilidade no mínimo igual ao seu custo de oportunidade.

O custo de oportunidade é o retorno disponível ao investidor em uma alternativa de investimento com nível de risco comparável.

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é o retorno disponível ao investidor em uma alternativa de investimento com nível de risco comparável.
Análise de Investimentos Métodos de análise de investimento  Critérios de cálculo de valor e
Análise de Investimentos Métodos de análise de investimento  Critérios de cálculo de valor e

Análise de Investimentos

Métodos de análise de investimento

Critérios de cálculo de valor e decisão de investimento

Processo de cálculo

Critério de decisão

Métodos analisados

Valor Presente Líquido (VPL)

Taxa Interna de Retorno (TIR)

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Critério de decisão  Métodos analisados  Valor Presente Líquido (VPL)  Taxa Interna de Retorno
Análise de Investimentos Valor Presente Líquido (VPL)  Critério do Valor Presente Líquido Projetar os
Análise de Investimentos Valor Presente Líquido (VPL)  Critério do Valor Presente Líquido Projetar os

Análise de Investimentos