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III Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação

Recife - PE, 27-30 de Julho de 2010 p. 001 - 007

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA A ANÁLISE DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO URBANO NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE

VANESSA COSTA MARANHÃO ANGELA MARIA BARBOSA DE SOUZA

ANDREA FLÁVIA TENÓRIO CARNEIRO

Universidade Federal de Pernambuco - UFPE Centro de Tecnologia e Geociências - CTG Departamento de Engenharia Cartográfica, Recife, PE vanessa.maranhao@oi.com.br

angelabarbosa2000@yahoo.com.br

aftc@ufpe.br

RESUMO - As metrópoles brasileiras crescem exageradamente e de modo desordenado. Numa tentativa de controlar a ocupação o solo urbano, em 19 de dezembro de 1979, foi criada a Lei Federal nº 6.766, como um instrumento orientador acerca dos procedimentos a serem adotados no Parcelamento do Solo Urbano. No estado de Pernambuco, a legislação urbanística compreende o Decreto Estadual nº6.347/80 e da Lei Estadual nº9.990/87, que outorgou competência à Agência CONDEPE/FIDEM para realização de análises e se estabeleceram as normas para a concessão de anuência prévia de projetos de parcelamento do Solo da RMR. O SIUS (Sistema de Informações de Uso e Ocupação do Solo) é um aplicativo baseado em SIG, planejado de maneira a permitir o relacionamento e a análise espacial dos elementos de estudo e dos loteamentos através de operações de geoprocessamento. O desenvolvimento do sistema foi realizado em plataforma WEB, na linguagem de programação ASP, contendo um API (Application Program Interface) do MapGuide, que permite armazenamento (inserção) e manipulação (atualização e consultas), além do SQL Server, para a modelagem e armazenamento no banco de dados. O sistema mostrou-se eficaz proporcionando resposta ao Parcelamento do Solo na RMR de forma rápida e com maior precisão.

ABSTRACT – The Brazilian cities grow excessively and so cluttered. In an attempt to keep the relationship on 19 December 1979, was created by Federal Law No. 6766, as a guiding document on the procedures to be adopted at the Urban Land Installment; In the metropolitan area of Recife - RMR additions to the Law Federal 6766/79 gave up through the State Decree 6347/80 and the State Law No. 9990/87. Powers granted to the Agency CONDEPE / FIDEM for analysis and to set standards for the granting of prior informed consent of projects installment of the Ground of RMR. The Sius (Information System Use and Land Use) is a GIS-based application, designed so as to allow the relationship and spatial analysis of the elements of study and lots through geoprocessing operations. The system development was carried out on web platform, the programming language ASP, containing an API (Application Program Interface) MapGuide, which allows storage (integration) and handling (and update queries), and SQL Server, modeling and storing the database. The system has proved to provide effective response to the division of land in RMR quickly and with greater precision.

1 INTRODUÇÃO

As metrópoles brasileiras crescem exageradamente e de modo desordenado. Numa tentativa de acompanhar a relação, nem sempre lógica, entre os fatores relacionados ao parcelamento, ao uso e à ocupação do solo, em 19 de dezembro de 1979 foi criada a Lei Federal nº 6.766, como um instrumento orientador acerca dos procedimentos a serem adotados no Parcelamento do Solo Urbano, deixando à disposição dos Estados, Distrito Federal e

Municípios a criação de normas complementares para adequações desta Lei às suas realidades e peculiaridades locais e regionais (Uso do Solo legislação básica, 1987). O parcelamento do solo urbano é uma atividade econômica regulamentada por leis, decretos, códigos, medidas provisórias, instruções normativas, resoluções, provimentos, além das normas contidas na Constituição Federal, especialmente as que tratam da política urbana nacional. (Amadei, 2010).

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No Estado de Pernambuco, as complementações à Lei Federal 6.766/79 deram-se através do Decreto Estadual nº6.347/80 e da Lei Estadual nº9.990/87. A partir destes, coube à extinta Fundação de Desenvolvimento da Região Metropolitana – FIDEM, atual Agência Estadual de Planejamento e Pesquisa de Pernambuco – CONDEPE/FIDEM, a competência para realização de análises e se estabeleceram as normas para a concessão de anuência prévia de projetos de parcelamento do Solo da RMR.

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O Decreto Estadual nº7.269/81 estabelece a decisiva participação da Companhia Pernambucana de Controle da Poluição Ambiental e Administração de Recursos Hídricos – CPRH, no processo de licenciamento de projetos de loteamento no Estado de Pernambuco, em relação às questões de prevenção, controle e estudos aos impactos ambientais causados pelo parcelamento do solo. A figura 1 apresenta as etapas do processo de aprovação de loteamentos na RMR.

as etapas do processo de aprovação de loteamentos na RMR. Figura 1- Etapas do processo de

Figura 1- Etapas do processo de aprovação de loteamentos na RMR.

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Atualmente, a aplicação das legislações vigentes em relação ao controle, planejamento e organização territorial contam com uma forte ferramenta de apoio, que auxilia na rapidez de análises e precisão de informações territoriais: a Geotecnologia. As geotecnologias, segundo Fitz (2008) e Silva (2003), podem ser entendidas como um conjunto de tecnologias possuindo uma ou mais funções como coleta, processamento, análise e disponibilidade de informação com referência geográfica. Trata-se de soluções de hardware (plataforma computacional utilizada), software (programas, módulos e sistemas) e peopleware (profissionais ou usuários especializados). Dentre as geotecnologias de uso corrente no planejamento e gestão do território destacam-se os Sistemas de Informações Geográficas (SIG/GIS), Sensoriamento Remoto, Cartografia Digital, Sistema de Posicionamento Global (GPS), Topografia, dentre outros.

2 HISTÓRICO, CONCEITOS E FUNDAMENTOS DO SIG PARA PARCELAMENTO DO SOLO URBANO NA RMR

A preocupação governamental com o controle

do uso do solo coincide com uma preocupação técnica

em dotar agentes do desenvolvimento metropolitano de instrumentos catalisadores do processo decisório em torno do uso do solo na RMR.

O CACI (Cadastro de Áreas Comprometidas

com Intervenções) é um desses instrumentos, que consiste na coleta, tratamento, lançamento e registro descritivo e cartográfico de programas, planos, projetos, (de instituições federais, estaduais e municipais), de forma sistemática, e articulada com os órgãos com poderes de intervir no espaço metropolitano, de modo que todas as áreas objeto de intervenção sejam analisadas às normas e parâmetros de ocupação (Fidem,1981). O CACI era até então alimentado com ortofotocartas analógicas nas quais eram lançados temas pertinentes às interferências no parcelamento do solo da RMR. A análise aos pleitos era realizada em mesa de luz, sobre as ortofotocartas contendo as

interferências. Partindo da necessidade de uma resposta ágil, moderna e eficiente para tramitação, fornecimento de informações e análise dos pleitos de parcelamento do solo, surgiu a proposta de desenvolvimento de um sistema informatizado para suporte a ações de controle e gestão do uso do solo na RMR, mais precisamente um SIG. O SIUS (Sistema de Informações de Uso e Ocupação do Solo) é um aplicativo baseado em SIG que foi planejado de maneira a permitir o relacionamento e a análise espacial dos elementos de estudo e dos loteamentos através de operações de

geoprocessamento. Foi elaborado com o cruzamento dos dados descritivos e gráficos espacialmente referenciados, num mecanismo que substitui a análise de solicitações ou pleitos realizada manualmente na Agência Estadual de Planejamento e Pesquisa de Pernambuco – CONDEPE/FIDEM.

3 PROCEDIMETOS METODOLOGICOS

3.1 Área de Estudo

A Região Metropolitana do Recife –RMR está situada no centro da faixa litorânea nordestina e representa cerca de 3% da área do território Pernambucano, possui uma população de 3.787.667 habitantes (IBGE/2009), e concentração de 65% do PIB Estadual. A RMR, foi estabelecida originalmente em 08 de junho de 1973, através da Lei Complementar Federal nº14, constituída de 9 (nove) municípios. Em 1982 A partir dos desmembramentos dos municípios de Abreu e Lima / Paulista, Camaragibe / São Lourenço da Mata e Itapissuma / Igarassu, a RMR passa a ser formada por 12 (doze) municípios. A Lei Complementar Estadual nº10 de 1994 que institucionalizou a RMR estabelece 13 (treze) municípios Metropolitanos. Em 1995, com a Lei Estadual nº11.230 que desmembra do município de Igarassu o então distrito de Araçoiaba, a RMR passa a ser constituída pelos seguintes municípios: Araçoiaba, Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Ilha de Itamaracá, Igarassu, Itapissuma, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife e São Lourenço da Mata. (FIDEM, 1996). A Figura 2 ilustra a evolução da formação da RMR.

1996). A Figura 2 ilustra a evolução da formação da RMR. Figura 2 – Processo de

Figura 2 – Processo de formação da RMR, fonte : FIDEM.

Atualmente, a RMR destaca-se como um dos principais centros do terciário moderno do Nordeste, com predominância do setor de serviços, e funciona como centro distribuidor de mercadorias É um espaço estratégico, tanto por sua localização privilegiada, quanto pela sua influência direta sobre parcela

V. C. Maranhão, A. M. B. Souza, A. F. T. Carneiro

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significativa do Nordeste brasileiro (Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – AD DIPER, 2010).

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Hidrografia: feições unifilares e bifilares, nomes de rios, lagos, açudes, entre outros.

Declividade: As manchas de declividades acima de 30% foram obtidas por métodos semi- automáticos através do software Autodesk civil

3.2

Materiais

2009.

Para a criação da Base Cartográfica Geral da RMR, foram utilizadas 125 ortofotocartas da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco – CONDEPE / FIDEM na escala 1:10.000, datadas entre 1974 e 1988, com sistema geodésico de referência no elipsóide de Hayford e datum Córrego Alegre. Além disso, foram utilizados materiais cartográficos, legislações, resoluções e normas adquiridos em órgãos setoriais do governo federal e estadual, prefeituras, concessionárias de serviços públicos estaduais e federais.

3.3 Metodologia

3.31 Digitalização das Ortofocartas

Foram realizados procedimentos de controle de qualidade na etapa de escanerização e tratamento das ortofotocartas digitalizadas (raster), procurando-se corrigir as variações de tonalidades.

3.32 Georreferenciamento

O georreferenciamento das ortofotocartas digitalizadas foi realizado através do software Autodesk Raster 2006, utilizando ferramentas de processamento digital de imagens. Para cada ortofotocarta foi gerada uma grade de coordenadas no sistema de projeção e datum original, possibilitando o seu georreferenciamento através de pontos de controle coletados nas interseções da grade de coordenadas. Posteriormente, foi realizada a transformação do Sistema Geodésico para o datum SAD-69 (South American Datum-1969).

3.33 Vetorização

A

etapa

de

vetorização

foi

realizada

no

Autodesk Map 2006.

 

As

feições

vetorizadaas

a

partir

das

ortofotocartas foram:

Altimetria: pontos cotados, curvas mestras e intermediarias. A metodologia utilizada na vetorização da altimetria foi semi-automática e foram atribuídos valores de cotas (z) no arquivo digital.

Planimetria: Todas as informações da rede planimétrica foram atualizadas a partir de plantas do projeto UNIBASE na escala 1.1.000, produzidas entre 1983 e 1998.

Além destas informações, obtidas com o apoio das ortofotocartas da RMR, foram levantados dados adicionais em órgãos setoriais, referentes às interferências, planos e projetos, como apoio e embasamento para respostas aos pleitos de Parcelamento do Solo Urbano na RMR. Tais informações foram distribuídas em cinco temas segundo sua qualificação:

TEMA 10:

Nomenclatura: Transporte/Energia/Comunicação. Características: Informações de órgãos como Infraero, Departamento de Estradas e Rodagens (DER), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF), Metrô do Recife (METROREC),

entre outros. A Figura 3 exemplifica uma das consultas relativas a esse tema. A partir de tais órgãos foram obtidas informações referentes a linhas de transmissão, sub-estações de energia, planos de vôo, ferrovias, sistema viário, etc. Distribuição de Subtemas no banco de dados:

11 Energia

12 Comunicação

13 Transporte Hidroviário

14 Transporte Aéreo

15 Transporte Ferroviário

16 Transporte Rodoviário

Aéreo 15 Transporte Ferroviário 16 Transporte Rodoviário Figura 3 - Análise do Tema 10 no SIUS.

Figura 3 - Análise do Tema 10 no SIUS.

TEMA 20:

Nomenclatura:

Saneamento Ambiental Características: Informações da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) e das Empresas de Limpeza Urbana, tais como Estação de tratamento de Água e Esgoto (ETAs e ETEs) ,

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adutoras, barragens projetadas e existentes, lixões e aterros sanitários. As Reservas Ecológicas, Zonas Estuarinas e Áreas de Proteção de Mananciais foram obtidas a partir dos limites definidos nas Leis Estaduais nº 9989 de 13/01/1987, nº99931 de 11/12/1986, nº 9860 de 12/08/1986, respectivamente. A Figura 4 mostra uma consulta a sistemas de abastecimento d´água. Distribuição de Subtemas no banco de dados:

21 Abastecimento d'Água

22 Esgotamento Sanitário

23 Drenagem e Controle de Enchentes

24 Limpeza Urbana

25 Preservação Ambiental e Controle de Poluição

Urbana 25 Preservação Ambiental e Controle de Poluição Figura 4 - Análise do Tema 20 no

Figura 4 - Análise do Tema 20 no SIUS.

TEMA 30:

Nomenclatura: Atividades produtivas

Características: Informações como Distritos Industriais, Jazidas minerais, entre outros. A Figura 5 mostra o resultado de uma consulta a elementos do setor terciário, os limites do Distrito Industrial do Curado. Distribuição de Subtemas no banco de dados:

31 Setor Primário

32 Setor Secundário

33 Setor Terciário

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TEMA 40:

Nomenclatura:Infraestrutura Social Características: Informações da Companhia Estadual de Habitação (CEHAB), Gerência Regional de Educação Recife (GERE), Secretaria de Saúde do Estado, Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. O Sistema de Parques Metropolitanos e o Plano de Preservação dos Sítios Históricos (PPSH) foram lançados a partir de publicações da antiga Fundação de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Recife (FIDEM), onde estudos delimitaram as áreas dos Parques da RMR, além de levantamentos junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

(IPHAN) que possuem informações sobre Engenhos, Igrejas, Fortes e outras entidades de Sítios Históricos tombados em Pernambuco. Como exemplo, a Figura 6 destaca o Sítio Histórico Monte dos Guararapes. Distribuição de Subtemas no banco de dados:

41 Habitação

42 Educação

43 Saúde

44 Lazer/Cultura

45 Preservação Histórico - Cultural-Paisagística

46 Segurança Pública

Histórico - Cultural-Paisagística 46 Segurança Pública Figura 6 - Análise do Tema 40 no SIUS. Figura

Figura 6 - Análise do Tema 40 no SIUS.

Segurança Pública Figura 6 - Análise do Tema 40 no SIUS. Figura 5 - Análise do

Figura 5 - Análise do Tema 30 no SIUS.

TEMA 50:

Nomenclatura: Especiais

Características: Engloba informações pertinentes à organização e planejamento territorial. Dentre eles, o Mercado Imobiliário Informal, contendo loteamentos regulares, irregulares e clandestinos, Zoneamento Ecológico Costeiro, Metrópole 2010, Planos Diretores Municipais. A Zona Portuária de Suape é mostrada na Figura 7, como exemplo de consulta ao tema 50. Distribuição de Subtemas no banco de dados:

51 Organização Territorial

52 Urbanização/Reurbanização

53 Outros

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de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação Figura 7 - Análise do Tema 50 no SIUS.

Figura 7 - Análise do Tema 50 no SIUS.

4 DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA – ESTRUTURAÇÃO EM SIG.

O desenvolvimento do sistema foi realizado em plataforma WEB, na linguagem de programação ASP, contendo um API (Application Program Interface) do MapGuide, que permite armazenamento (inserção) e manipulação (atualização e consultas), e do SQL Server, que permite modelagem e armazenamento do banco de dados. As informações do banco de dados foram “linkadas” a cada entidade vetorial, através de uma tabela criada em Microsoft Access, que permite, com o comando “Object Data” do Autodesk Map, fazer estruturação e ligação de informações entre vetores e dados correspondentes. Posteriormente, os dados são importados à plataforma MapGuide no servidor.

5 FERRAMENTAS E APLICATIVOS

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Apoio – Cadastra os usuários e técnicos que terão acesso ao sistema, bem como limitações de acesso de segurança; Cadastros – Contém os seguintes tópicos de comando:

Tipos de Solicitação: Interferência de Planos e Projetos, Consulta Prévia, Parecer Técnico, Pronunciamento de Plano Diretor Urbanístico, Anuência Prévia a Loteamento / Condomínio, Regularização de Loteamento / Condomínio, entre outros.

Usos Pretendidos: Residencial, Comercial, Misto.

Municípios.

Técnico Responsável. Processos – Cadastra solicitante (pessoa física ou jurídica que dará entrada ao processo), e sua solicitação (tipo de processo que será solicitado); Mapas – Permite visualizar e/ou alterar os mapas associados aos processos; Relatórios – Mostra todos os processos que já foram cadastrados no Sistema e gráficos correspondentes. As Figuras 9 e 10 mostram a interface de mapas e uma análise de processo de aprovação.

de mapas e uma análise de processo de aprovação. Foram desenvolvidos aplicativos do sistema, com a

Foram desenvolvidos aplicativos do sistema, com a finalidade de fornecer ao usuário informações detalhadas e responder às consultas especificas, associados a funcionalidades especializadas.A Figura 8 apresenta a página inicial do SIUS.

Figura 8 apresenta a página inicial do SIUS. Figura 8 - Interface do SIUS. Figura 9

Figura 8 - Interface do SIUS.

Figura 9 - Interface dos mapas do SIUS.

- Interface do SIUS. Figura 9 - Interface dos mapas do SIUS. Figura 10: Análise de

Figura 10: Análise de processo no SIUS.

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6 RESULTADOS E CONSIDERAÇÕES FINAIS

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

O sistema permite ao usuário realizar uma

análise rápida, integrada e visual de cada pleito ao Parcelamento do Solo Urbano, proporcionando:

cadastrar e obter dados do proprietário e técnico responsável pelo projeto, importar o projeto de Levantamento Planialtimétrico da área georreferenciada em SAD- 69 com extensão “dwg”, verificar todas as interferências, bem como zoneamentos contidos na área analisada, possibilitando gerar “buffer” de áreas non- aedificandi, gerar ofício-resposta ao pleito analisado, mapas temáticos e planta de localização para impressão, verificar históricos da área ou do proprietário, realizar cruzamento de informações, personalizar layout, elaborar gráficos de quantidade de processos mensais ou anuais analisados na RMR ou por municípios, permite a realização de cálculos de áreas, distâncias, faixas de domínio, entre outros.

O sistema mostra-se eficaz, proporcionando

maior rapidez e precisão à análise de projetos de parcelamentos de solo submetidos à CONDEPE/FIDEM.

No momento estão sendo realizadas atualizações

dos temas do CACI, bem como a transformação da sua base cartográfica para SIRGAS 2000 (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas-2000), com a finalidade de atender ao Decreto Federal nº5334/2005 de 6 de janeiro de 2005. Para melhor funcionalidade do sistema, as atualizações deverão ocorrer de forma contínua e sistemática.

7 AGRADECIMENTOS

As autoras deste artigo agradecem aos órgãos públicos e privados que contribuíram no fornecimento de dados para elaboração e atualização da base cartográfica do CACI, às equipes técnicas da GROE (Gerência de Regulação e Ordenamento Espacial), GMET (Gerência de Estudos metropolitanos, GCAR (Gerência de Cartografia e Geoprocessamento) da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisa de Pernambuco, à Empresa Studio Cad e à GEOSERE/FADURPE.

FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECFE – FIDEM. Uso do Solo Legislação Básica, Série Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Recife- PE, 1987. 11-13p.

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AMADEI V.C. PSU – Parcelamento do Solo Urbano: Loteamento e desmembramento; Como gerenciar o empreendimento em todas as suas fases. Campina-SP: Milennium editora, 2010. 5-33p.

COELHO A.L.N. Sistema de Informações Geográficas (SIG) como suporte na elaboração de Planos Diretores Municipais. Uberlândia-MG

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