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FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – HAB. EM JORNALISMO

FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – HAB. EM JORNALISMO

CLÁUDIO DE SOUSA TEIXEIRA

ANÁLISE DO PROCESSO DE CONTEXTUALIZAÇÃO DE TEMAS EM CAPAS DA REVISTA ÉPOCA

PATOS, PB

JUNHO DE 2011

CLÁUDIO DE SOUSA TEIXEIRA

ANÁLISE DO PROCESSO DE CONTEXTUALIZAÇÃO DE TEMAS EM CAPAS DA

REVISTA ÉPOCA

Anteprojeto de Pesquisa apresentado à Prof.ª Ms. Ada Kesea Guedes Bezerra, como parte dos requisitos para conclusão da Disciplina Teoria e Método de Pesquisa em Comunicação do Curso de Comunicação Social – Hab. em Jornalismo das Faculdades Integradas de Patos - FIP.

PATOS, PB JUNHO DE 2011 SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 04

2 OBJETIVOS 06

3 JUSTIFICATIVA 07

4 METODOLOGIA 08

5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 09

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 14

1 INTRODUÇÃO

Ao longo das últimas décadas, diversos meios de comunicação tiveram um grande impulso em vias de tecnologia. Com isto, as pessoas constituíram novos padrões de pensamento em meio às suas inúmeras formas de informação presentes na vida cotidiana, emitidas e codificadas por meios verbais e não-verbais. Dentro desta conjuntura, veículos de comunicação que utilizam mídias impressas para propagar estas informações, necessitam de capas atraentes e condizentes com aspectos políticos, intelectuais, ideológicos e culturais, pertencentes aos seus leitores. A partir desta lógica, propomo-nos a analisar as capas da Revista Época , que assim como outras mídias impressas, tem como principal “intenção” a contextualização da principal matéria de seu conteúdo através de ilustração em capa, analisando processos variados de elaboração em seus formatos lingüísticos e imagéticos. A escolha da revista partiu do fato de surgirem premiações relacionadas às melhores capas nacionais por dois anos consecutivos. Suas capas utilizam uma forma de discurso que envolve uma série de elementos tais como imagens fotográficas, textos bem elaborados, dentre outros, dispostos através de métodos diferenciados de elaboração. As premiações foram recebidas nos anos de 2009 e 2010 pelo concurso Melhores Capa do Ano, proposto pela Associação Nacional de Editores de Revistas. Em 2009, a edição 577 trazia em sua matéria de capa o episódio do "Voo Air France 447", do qual o Airbus 330-200 desapareceu na madrugada do dia 1º de junho daquele ano no oceano Atlântico; junto estavam 216 passageiros e 12 tripulantes. Já em 2010, a capa da edição 630, publicada no dia 12 de junho, retratava uma pesquisa que mostrava que muitas famílias não têm orientações relacionadas à procedência de como e onde tratar parentes com dependência química. A revista Época, publicada desde 1998, que é uma cópia da revista alemã Focus (1993), é produzida pela Editora Globo e é considerada uma das maiores revistas semanais do Brasil. Sua maior concorrente, a Veja da Editora Abril disputa vendagem no mercado. Diante disso, a Revista Época, além de buscar um conteúdo de maior qualidade, visa também ilustrar a principal matéria em capa, de modo que a revista se sobressaia diante das outras expostas numa banca ou qualquer outro ponto de venda. Neste sentido, percebe-se que é inerente o uso da linguagem de forma criteriosa, através de elementos textuais e/ou imagéticos, identificados, analisados e conduzidos de

acordo com a necessidade usual de caráter apelativo, reforço etc. com a finalidade de compreender as melhores formas de constituir a mensagem em capa. Este projeto se propõe a entender os processos em que dá a contextualizações dos temas de capa, focados geralmente por matérias que grande repercussão. Para tanto, delimitamos o uso de teorias que tratam da maneira com que se compreende uma imagem, de ambos os lados que percorre a mensagem, com o intuito de mostrar que através do uso destas, obteremos uma análise mais consistente, onde as incertezas passarão a ser menores diante das elaborações de projetos eficientes. As teorias são: semiótica e gestalt; que serão abordas através do desenvolvimento da Análise de Discurso (Escola Francesa), passando a analisar e compreender o não verbal também através do verbal e em conseqüência as relações de eficiência das capas da revista em questão.

2 OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral

Analisar os “elementos sígnicos” e “métodos” utilizados no processo de elaboração

das capas da revista Época, vencedoras do Concurso de Melhor Capa em 2009 e 2010,

promovidos pelo ANER – Associação Nacional dos Editores de Revista.

2.2 Objetivos Específico

Identificar elementos sígnicos utilizados nas ilustrações das capas em questão, tais como elementos gráfico-visuais, fotografias, estilo tipográfico, dentre outros;

Compreender a intenção de cada um desses elementos em relação à matéria principal, na qual ela pretendeu contextualizar em capa;

Especificar quais técnicas exploradas para elaboração/compreensão dos mesmos;

Apreender a proposta teórica que fundamenta a escolha dos mesmos no processo de formação da mensagem como um todo.

3

JUSTIFICATIVA

Uma reflexão teórica em relação ao processo de elaboração destas capas se torna imprescindível para uma melhor compreensão dos “elementos sígnicos” utilizados no seu processo de elaboração. As deficiências cognitivas produzidas por parte dos próprios comunicadores em uma elaboração mal construída são causadas muitas vezes de uma forma inconsciente; elas provêem da dissociação de uma série de fatores, relacionados às várias áreas dos saberes que lidam com a percepção e interpretação humana. Portanto, corrigir estas deficiências implica em uma análise aprofundada de sua composição e dos problemas relacionados à interrupção do caminho que a mensagem percorre, localizando pontos de interferência através da utilização de conceitos que ampliam a capacidade do olhar, causando uma compreensão mais harmônica da informação. Portanto, é necessária uma abordagem de elementos distintos, mas que possuam influência no olhar perceptivo da sociedade. A partir desta lógica, este trabalho contribuirá por um lado, para expandir o meu conhecimento perante as relações dos mecanismos de construção do design editorial junto às ciências relacionadas à percepção e interpretação e/ou significação. É importante frisar, segundo Joly (1996, p. 42) que há uma diferença entre percepção e interpretação. Ou seja, reconhecer este ou aquele motivo não significa que se esteja compreendendo a mensagem. Por outro lado, tal pesquisa suscitará resultados capazes de nortear futuras investigações acadêmicas sobre temática semelhante. Considerando que o conhecimento sistemático é cíclico e agrega conhecimentos anteriores, este estudo constitui também numa proposta de acrescentar perspectivas e informações válidas ao campo do saber da área da comunicação visual.

4 METODOLOGIA

A metodologia a ser empregada passa por várias técnicas de pesquisa para se chegar aos objetivos, perpassando pela pesquisa analítica e descritiva, onde buscaremos analisar os temas empregados, através de seus aspectos de composição. Um outro passo seria analisar a(s) ferramenta(s) teórica(s) que o definiria, verificando suas implicações, Para tanto, uma análise bibliográfica se torna imprescindível para a compreensão e identificação de elementos teóricos aplicados à luz de ciências ligadas à percepção de formas, representações sígnicas e discursos lingüísticos que se relacionam à linguagem não-verbal. Para tanto, autores como Dondis (1991), Gomes Filho (2000), Farina (2000), Santaella (2005a e 2005b), Joly (1996), Niemeyer (2003), Martins (2009), Foucalt (1998), Guimarães (2003), Arnheim (2005), bem como outros autores que possam colaborar com novas articulações de ideias poderão fundamentar a pesquisa relacionada à análise de capas da revista. Com relação à análise em si, as duas capas da revista Época, premiadas nos anos de 2009 e 2010 serão abordadas de forma sistematizada após a bagagem bibliográfica ser avaliada, bem como outras capas que também geraram grande repercussão nos discursos relacionados às suas matérias servirão como estudo.

5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

As capas das revista Época são produzidas através de combinações extremamente criteriosas, com o uso de fotos, cores, tipografia e elementos gráficos que chamam a atenção do leitor. Para compreensão destes mecanismos utilizados na construção, identificaremos os elementos textuais utilizados na capa, bem como linguagem visual, analisando as vertentes que colaboram com maior eficiência/deficiência. Analisar os processos de contextualização de temas em capas da revista implica compreender os mecanismos usados na elaboração das mesmas. Na comunicação há uma disponibilidade de ciências que se dedicam a ampliar o conhecimento destes mecanismos, no intuito de corrigir determinadas inconsistências que interrompem o caminho utilizado para que a mensagem chegue ao receptor. Entretanto, diante de uma harmonização entre conteúdo e capa, se torna imprescindível uma análise mais consistente no que diz respeito ao público que se quer alcançar. Há uma grande exposição de informações visuais produzidas pelos inúmeros meios tecnológicos presentes nos dias atuais. Diante disto, a absorção por parte dos leitores, torna-se cada vez mais insuficiente, por haver uma série concorrências expostas no meio midiático. Os processos de contextualização de capas podem ser buscados em ciências que tratam com eficiência a elaboração de formas compassiva aos olhos do leitor. Diante desta lógica, abordaremos algumas delas. Falar da emissão da mensagem, através da linguagem verbal e não-verbal, sem mencionar o lado receptor ligado ao lado da percepção, é uma aversão ao modo com que a informação percorre, concretizando a comunicação. A percepção, por possuir uma relação psicológica em que o indivíduo, receptor de mensagem, extrai informações daquilo que vê, pode ser estudada através do uso do Gestalt, chamado pelos franceses de La psychologie de La forme, e que auxilia na interpretação em que busca uma solução mais compositiva e eficiente. Segundo Dondis (1997, p. 133) “O conteúdo e a forma constituem a manifestação; o mecanismo perceptivo é o meio para sua interpretação.” Portanto, o tipo de estrutura do design-editorial deverá contemplar uma investigação visual na qual se leva em conta a natureza mental do indivíduo (neste caso, o público-alvo objetivado no editorial da revista em questão). Segundo Gomes Filhos (2000, p. 17):

De acordo com o Gestalt, a arte se funda no princípio de pregnância de forma. Ou seja, na formação de imagens, os fatores de equilíbrio, clareza e harmonia visual constituem para o ser humano uma necessidade e, por isso, consideramos indispensáveis – seja numa obra de arte, num produto industrial, numa peça gráfica, num edifício, numa escultura ou em qualquer outra manifestação visual.

É importante ressaltar que, no uso da análise de imagem, Joly (1996, p. 41) refere-se à arte como algo desnaturado à análise e ao intelecto, por estar mais ligada ao afetivo ou emotivo. Entretanto, percebe-se a presença massiva de arte em junção com as capas contemporâneas, ao ponto de layout ser chamado costumeiramente de arte.

Segundo Gomes Filho (2000, p.65):

As cores, dependendo de como se organizam, podem fazer algo recuar ou avançar de acordo com o contexto em que atuam. O próprio volume do objeto pode ser alterado pelo uso da cor. A cor pode ser um elemento de pes; uma composição, por exemplo, pode ser equilibrada dentro de um espaço bidimensional, pelo jogo das cores que nele atuem. O uso proposital, por exemplo, do claro-escuro e de cores quentes-frias pode fazer com que os objetos pareçam mais leves ou mais pesados, mais amenos ou mais agressivos.

A forma com que dispomos os elementos na capa de uma revista, além de ter uma função semiótica, também tem uma função no Gestalt em alguns casos. A gestalt, diferentemente da semiótica, tem como principal finalidade a leitura de projetos visuais mais complexos, que vão além das experiências realizadas no âmbito da visão. Este tipo de complexidade utilizada em revista é introduzido quando o leitor possui uma bagagem cultural relacionada aos elementos propostos na capa. Daí, sua complexidade acaba se tornando nítida aos leigos, mas não para quem tem um determinado conhecimento do tema. Através de relações que trabalham ilusoriamente trabalham a perspectiva da forma, bem como outros elementos presentes. Outro método de análise visual que também busca nuances na produção de interpretações e percepções de mensagens visuais é a Semiótica, que através da manipulação de elementos sígnicos busca alavancar representações. Para Santaella (2005a, p. 07):

O nome semiótica vem da raiz grega semeion, que quer dizer signo. Semiótica, portanto, é a ciência dos signos, é a ciência de toda e qualquer linguagem […] A semiótica é a ciência que tem por objeto de

investigação todas as linguagens possíveis, ou seja, que tem por objetivo o exame dos modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido.

Nesta ciência, o tratamento das representações é feito através de teorias aplicadas através da comunicação. Para Niemeyer (2003, p. 14), a semiótica ilumina o processo no qual ocorre a construção de um sistema de significação. Para a autora, os signos se organizam em códigos que constituem sistemas de linguagem, onde a principal função é analisar sua estrutura sígnica. Seguindo este raciocío, podemos afirmar no uso da semiótica, pode-se buscar construir significações ou representações, através de um conjunto de signos. Na capa da revista, os elementos sígnicos são representados através de tipologias, cores, fotos etc. e este conjunto de signos, relacionados entre si, podem causar uma representação da temática proposta no editorial da revista. Ou seja, a análise semiótica, em poucas palavras busca abordar a imagem através da significação. Conforme afirma Joly (1996) “um signo só é um ‘signo’ se ‘exprimir idéias’ e se provocar na mente daquele ou daqueles que o percebem uma atitude interpretativa.”

O modo de atingir o leitor através do uso eficiente da linguagem visual perpassa pela compreensão de como interpretante percebe na banca da revista algo que lhe chame a atenção, mesmo que esta expressão esteja intrínseca, de modo complexo. Peirce (apud Joly, 1996) afirma que:

Um signo tem uma materialidade que percebemos com um ou vários de nossos sentidos. É possível vê-lo (um objeto, uma cor, um gesto), ouvi-lo (linguagem articulada, grito, música, ruído), senti-lo (vários odores:

perfume, fumaça) tocá-lo ou ainda saboreá-lo. Essa coisa que se percebe está no lugar de outra; esta é a particularidade essencial do signo; estar ali, presente, para designar ou significar outra coisa, ausente, concreta ou abstrata. (PEIRCE apud JOLY, 1996, p. 32).

Para que esta compreensão do intrínseco/complexo seja possível, o público da revista também deve ser compreendido, levando-se em conta política, religião, tradição, mitos, cultura etc. quanto mais compreensão o designer de capa tiver em relação ao público-alvo, saberá também o nível de complexidade em que o layout da capa deverá chegar, de modo que as múltiplas interpretações também sejam previstas. Para Joly (1996, p. 59) “A imagem deve servir de instrumento de intercessão entre o homem e o próprio mundo”.

A característica de semelhança entre o signo da imagem e seu objeto de referência é também uma das causas para a polissemia do conceito de imagem”. A diferença entre a imagem e a linguagem é a linguagem discursiva. Ou seja, a maneira com que é abordada, em sua forma generalizada, depende também da bagagem cultural do interpretante. (SANTAELLA 1997, p. 38).

Seguindo este pensamento, percebemos que no caso da capa de revista, é fundamental que ela seja condizente com os indivíduos que se identificam com o produto editoral, notada suas relações sócio-culturais com o mesmo. Conforme Martine Joly (1996), essa imagem depende da produção de um sujeito: imaginária ou concreta, a imagem passa por alguém que a produz ou reconhece. Reafirmando a necessidade de que a imagem precisa ter uma relação de forma bem definida. Essa utilização das metodologias semiótica e gestalt para uma melhor eficiência em formas de comunicação e na análise da estrutura de capas passam a colaborar de forma ostensiva na análise de objetos, formas e fenômenos à luz de várias áreas do conhecimento. Segundo Dondis (1991, p. 16):

Os sistemas de símbolos que chamamos de linguagem são invenções ou refinamentos do que foram, em outros tempos, percepções do objeto dentro de uma mentalidade despojada de imagens. Daí a existência de tantos sistemas de símbolos e tantas línguas, algumas ligadas entre si por derivação de uma mesma raiz, e outras desprovidas de quaisquer relações desse tipo.

Portanto, em nossa busca pela compreensão da “gramática visual” relacionada ao discurso verbal, devemos nos ater a várias áreas de análises, que possuem relações diferentes, mas significantes na intermediação da comunicação sócio-cultural da sociedade. Poderíamos nos estender ao campo da semiótica francesa elaborada por Algirdas Julien Greimas, que trata dos signos verbais, relacionados à lingüística, mas neste sentido optamos por um terceiro método, que também está trata do discurso verbal, a “análise de discurso”, que abrange uma gama de estudos direcionados à comunicação da mídia. A análise de discurso é mais uma ciência que trata da produção social de sentidos e que tem como objetivo principal o estudo de elaborações de identidades.

Estar em relação com um domínio de objetos, prescrever uma posição definida a qualquer sujeito possível, estar situado entre outras

performances verbais, estar dotado, enfim, de uma materialidade repetível. (FOUCAULT, 2004, p. 121-122).

Neste sentido, o uso de discursos verbais relacionados ao conteúdo lingüístico e a tipografia, auxiliada pelas suas formas e cores, em manchetes e chamadas, podem criar identidades falsas, assim como pode criar imagens que beneficie determinado objeto. Este “parecer verdadeiro” possui um poder de conduzir sentimentos de acordo com a forma que ele é manipulado. Para Foucaut (2005a, p. 55) o discurso é o espaço aonde vão se alojar o saber e o poder. O autor defende “que a análise de discurso “consiste em não mais tratar os discursos como conjuntos de signos (elementos significantes que remetem a conteúdos ou a representações), mas como práticas que formam sistematicamente os objetos de que falam”. Neste sentido, ele pretende entender como as regras produzem os objetos sobre os quais falam.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora: nova versão. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

JOLY, Martine. Introdução à análise de imagem. Campinas: Papirus, 1996.

NIEMEYER, Lucy. Elementos de semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB,

2003.

SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1996.

SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. São Paulo: Thomson, 2002.

DONDIS, A. Sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

MARTINS, José de Souza. Sociologia da fotografia e da imagem 1ª ed. São Paulo:

Contexto, 2009.

GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: sistema de leitura visual da forma. 6. ed. São Paulo: Escrituras, 2004.

FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. São Paulo: Loyola, 1998

FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. 5° ed. São Paulo: Edgard Blusher, 2000.

GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia: a organização da cor-informação no jornalismo. São Paulo: Annablume. 2003.