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Semanário Regional de Informação Director: João Campos www.jornalnordeste.

com
nº 677. 13 de Outubro de 2009 . 0,75 euros

PS 6 - PSD 6
ESPECIAL
AUTÁRQUICAS 2009

- Comentários con-
PS vence em Alfândega da Fé
celho a concelho
e Miranda do Douro.
- Resultados con-
Berta Nunes é a primeira mulher a
celhios e nas fre-
ascender à presidência de uma Câmara
guesias urbanas
Municipal do distrito de Bragança Rª. Abílio Beça, nº 97, 1º
Tel: 273 333 883 - BRAGANÇA
IMOPPI Nº 50426

EXCLUSIVO

Entrevista com
Diana Chaves
RURAL

Avenida
bloqueia bairro
Obras na Avª. Humberto Delgado
Cura para sobreiros
pode salvar dificultam acessos ao bairro
castanheiros da Mãe d’Água (Bragança)

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


VOX POP

“Como-os a todos!”
R: Numa mulher ou num ho-
mem, a desonestidade, a falsidade.
Nem sequer consigo lidar com pesso-
as assim! “What u see is what u get!”
És o que és, quem gosta, tudo bem,
quem não gosta, o problema é deles.
FACTOS
15 @ Se pudesses pedir 3 de-
Nomeada – Diana Chaves sejos ao génio da lâmpada, quais
Tempo – 28 anos seriam?
Lugar – Bragança é Moda R: Pode parecer um cliché mas
Signo – Caranguejo não é. Pedia saúde para todos aque-
Maior Virtude – Paciente les que me são próximos porque,
Maior defeito – Teimosa como tu sabes ou não, eu perdi a mi-
Origem – Lisboa nha mãe por uma questão de saúde,
Ofício – Manequim, actriz portanto, é das coisas que mais me
e apresentadora preocupa. Com saúde, tudo se conse-
gue. Pedia também para que, durante
BRUNO MATEUS FILENA toda a minha vida, conseguisse estar
perto das pessoas de quem eu mais
1 @ Em tempos de ênfase gosto, a minha família, as minhas ir-
política e como, alegadamente, mãs, adorava. E o terceiro, ganhar o
compreenderás, é-me exigido Euro Milhões (risos), fazia uma casa
que te coloque a seguinte ques- para todos.
tão, qual a tua cor de eleição? Ao telefone com César Peixoto?
R: Não digo! 16 @ Por falares em casas,
6 @ És mais de arte ou de um que animal interpretarias? veio recentemente na comuni-
2 @ Então, invertamos a per- bom vinho? R: (risos) Leoa! (risos) Como-os cação social que compraste um
gunta. Sem quaisquer ligações R: (risos) Prefiro um bom sumo a todos! (risos) Estou a brincar! (ri- apartamento com o César Pei-
políticas, qual a tua cor preferi- natural! De laranja… sos) A leoa vai-se safando e eu vou- xoto, no valor de 700 mil euros?
da? me safando! É verdade?
R: Preto e branco. Neutro! 7 @ Os brinquedos são só R: Não!
para crianças ou isso é um 10 @ Uma viagem de sonho
3 @ Se pudesses passar uma mito? contigo teria qual destino? 17 @ Aceitarias despir-te
noite com uma personalidade R: Isso é um mito! Claro que, R: Tailândia e Dubai! Destinos para o mundo através de uma
mundial, seja política, desporti- também depende dos brinquedos (ri- de praia, exóticos! lente como a Playboy?
va, artística ou outra, em quem sos). Mas devemos brincar sempre, R: Neste momento, não o faria!
recairia a tua escolha? pois se levarmos isto tudo muito a 11 @ Eras mulher de montar Não tenho nada contra, a Playboy é
R: (risos) Uma noite com Barack sério, meu Deus! um elefante? uma revista conceituadíssima e os
Obama! R: (risos) Acho que sim! seus trabalhos são sempre lindíssi-
8 @ Se não fosses actriz, nem mos mas, presentemente, para a mi-
4 @ Três características obri- modelo, nem tão pouco apre- 12 @ Acreditas na reencar- nha carreira, não traria benefícios.
gatórias num homem para, em sentadora, que carreira gosta- nação Diana?
potência, ser alvo do teu sexo rias de ter seguido? R: Acredito nalguma coisa, não 18 @? Se tivesses numa praia
feminino? R: Gostaria de, ainda hoje, ser na- sei explicar bem o quê! deserta, afastada de tudo e to-
R: Tem que ser uma pessoa séria, dadora profissional! Infelizmente, no dos, e na água estivessem dois
honesta e ter sentido de humor. nosso país, isso não é possível. Não é 13@ Imaginando que sim, homens, de um lado, um cientis-
como o futebol! Apesar de, existirem, quem desejarias ter sido numa ta com a cura para uma doença
5 @ A música faz parte da tua actualmente, mais apoios, não é de vida passada? grave, do outro, a 500 metros,
vida, seja na passerelle, ou em um dia para o outro que se mudam R: Uma deusa grega ou egípcia! César Peixoto, e só te restassem
qualquer outro lugar. Consegui- as condições. (risos) dois minutos, quem salvarias de
rias viver sem ela? se afogar?
R: Não! Acho que ninguém con- 9 @ Se a vida selvagem fosse 14 @ O que consideras ser R: O César! Cientistas há muitos
seguia viver sem música. um filme, e corremos esse risco, inaceitável numa mulher? e pessoas que amamos não!

OPINIÃO
Nos peixes continuamos com o

Outono
goraz, e o cachucho e a truta com o
seu melhor sabor.
Quanto a carnes o grande desper-
tar da caça que vai da perdiz, à lebre
e ao javali.
Comecemos pelos legumes, ou Nas frutas temos as uvas, grande Esta carne deveria apenas ser
Virgílio Nogueiro Gomes
afins, como os cogumelos e o prazer ícone nacional, para a produção de consumida no período oficial da caça.
da sua descoberta no terreno, os na- vinho. Não só para impedir o açambarca-
Esta é das estações do ano que bos e os brócolos. Há cada vez mais Depois temos ainda as maçãs, os mento como para executar culinaria-
mais nos identifica o período em que interesse pela grande variedade de figos, as nozes, as castanhas, o ana- mente com rigor. A caça tem um re-
estamos. Sentimos a nostalgia do fim cogumelos em Portugal e, finalmen- nás e os marmelos. É neste período ceituário que parece ajustado ao frio
do Verão, sempre associado a férias, te, os restaurantes e os seus chefes que se fazem as deliciosas marmela- que já vai fazendo.
as árvores a perderem as folhas, os criaram novas receitas com sucesso. das e se inicia a grande actividade das Outro elemento desta estação,
dias mais curtos e a necessidade de Há também cada vez mais o interes- compotas. A castanha depois de per- e que os portugueses aprenderam a
uma alimentação mais quente. se de pessoas que querem aprender a der a sua importância para a batata, aproveitar no totalidade, é o porco.
No entanto é nesta estação que identificar e colher cogumelos, parti- desde o século XIX, recupera agora Com o ritual da matança e os produ-
encontramos produtos de grande re- cipante em jornadas de envolvimento em força, multiplicando-se as recei- tos derivados de altíssima qualidade
ferência. com a Natureza. tas em especial na doçaria. e variedade de sabores.

 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


PS vence em Mirandela e Alfândega
TERESA BATISTA justificou o responsável político.
Adão Silva reconheceu, ainda, a
“qualidade” dos candidatos socialis-
Candidatos do PS “foram tas. “Foram superiores. Honra lhes
superiores”, reconhece seja feita”, rematou Adão Silva.
líder distrital do PSD, Adão Na capital de distrito, os sociais-
democratas venceram com maioria,
Silva mas perderam votos e freguesias
para o PS e para a candidatura Inde-
Seis Câmaras para o PS e outras pendente. “O eleitorado estava muito
tantas para o PSD é o resultado das dividido com seis candidaturas, por
eleições de anteontem. Os socialistas outro lado a taxa de abstenção na ci-
conquistaram as autarquias de Alfân- dade foi elevadíssima, o que penali-
dega da Fé e Miranda do Douro aos zou a nossa candidatura”, justificou
sociais-democratas e cantam vitória. Jorge Nunes.
“Sempre afirmámos que um bom Com 48,19 por cento dos votos, o
resultado era ficar com as quatro Câ- PSD elegeu quatro vereadores, o PS
maras que já tínhamos e isso confir- (27,56 por cento) elegeu dois repre-
mou-se. Houve uma vitória clara do sentantes e o candidato independen-
PS”, enalteceu o presidente da distri- te Humberto Rocha (16,14 por cento
Apoiantes do PSD festejam vitória em Bragança
tal, Mota Andrade. dos votos) foi eleito vereador. “ Vou
O socialista enaltece, ainda, o tra- nas autárquicas”, sublinha o presi- 38,16 por cento (37.786 votos). estar presente da primeira à última
balho desenvolvido pelos candidatos dente da distrital. reunião. Queremos ser uma oposição
rosa para alcançarem uma “vitória Mota Andrade enaltece, ainda, o Jorge Gomes não assume a ve- responsável, mas não seremos mule-
inquestionável”. “Os autarcas do PS resultado alcançado pelo partido rosa
reação na Câmara, ao passo que ta de ninguém”, esclareceu o candi-
honraram o partido”, sublinhou Mota em Vinhais (68,4 por cento). “Améri- dato.
Andrade. co Pereira teve a maior vitória do dis- Humberto Rocha garante que
Já o candidato do PS, Jorge Go-
Em Mirandela, os socialistas con- trito em termos percentuais”, enalte- vai estar presente da primeira à mes afirmou que estes resultados não
seguiram um resultado histórico, com ce o responsável. última reunião são uma derrota, mas garantiu que
25,25 por cento da votação, ultrapas- No distrito de Bragança, o PSD não vai assumir a vereação nem vai
sando claramente o CDS (16,6 por perdeu duas Câmaras, diminuiu o Na reacção aos resultados, o pre- voltar a candidatar-se às eleições au-
cento), que, em 2005, foi a segunda número de votos e perdeu mandatos. sidente da distrital do PSD, Adão Sil- tárquicas. “Consegui manter o resul-
força política mais votada. “Partimos Analisando os resultados, os sociais- va, afirma que a principal razão dos tado do PS. Agora a minha vida em
com zero vereadores e conseguimos democratas conseguiram 31,4 por sociais-democratas terem perdido termos do poder autárquico termina
eleger dois vereadores. O PS volta a cento dos votos (31.098 votos), ao votos foi o “efeito de contágio” das hoje (anteontem)”, concluiu o socia-
ser o segundo partido mais votado passo que os socialistas alcançaram legislativas, em que o PSD ganhou lista.
no distrito, mas perdeu no País. “Isto Aquém das expectativas ficou o
verificou-se nas Câmaras em que es- candidato do CDS-PP, Guedes de Al-
Empate em França e Mós távamos taco a taco, como foi o caso meida, que obteve 508 votos, embora
de Alfândega, Miranda e Moncorvo”, o partido regresse à Ass. Municipal.
O PS e o PSD empataram nas freguesias de França (Bragança) e em Mós
(Torre de Moncorvo).
Em França, a percentagem de votos na Assembleia de Freguesia para os so-
cialistas e sociais-democratas situa-se nos 48,29 por cento, o que corresponde a
141 votos. Os partidos rosa e laranja registaram um empate técnico, tendo sido
os partidos com um maior número de votos.
Já em Mós, o cenário repete-se com a diferença do PSD ter concorrido coli-
gado com o CDS. Aqui a coligação alcançou 49,33 por cento da votação, tal como
os socialistas, que conseguiram 110 votos para a Junta de Freguesia. Licença Nº. 1330 AMI
Ainda no concelho de Torre de Moncorvo registou-se um empate técnico
entre o PS e a coligação PSD/CDS para a Câmara Municipal, na freguesia do
Invista com confiança
Larinho. A votação situou-se nos 47,2 por cento (152 votos) para as duas candi- T3 - Eixo Atlântico
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13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


AUTÁRQUICAS 2009

Distrito de Bragança

PS ultrapassa PSD
Doze anos depois, o PS volta a ser que o PSD ou a coligação PSD/CDS-
a primeira força política autárquica PP juntos, números que dão conta de
do distrito de Bragança. uma verdadeira reviravolta rosa no
De 2005 a 2009, os socialistas distrito de Bragança.
igualaram o PSD em número de Câ- Nas Assembleias Municipais e de
maras Municipais, mas a grande dife- Freguesia, o PS também tem mais
rença está nos votos e nos mandatos eleitos, num cenário bem diferente
atribuídos. Sozinho, o PS consegue dos resultados das últimas eleições
ter mais presidentes e vereadores do Legislativas.

Berta Nunes (PS)


Jorge Nunes (PSD)

Alfândega da Fé
A primeira presidente de Câmara
Há 4 anos perdeu por 57 votos, meira presidente de Câmara do distrito
mas desta vez Berta Nunes venceu e
convenceu, com uma diferença de 402
de Bragança e, tal e qual uma dona de
casa, terá que equilibrar as finanças da
Bragança
eleitores. Projectos como o Fun Zone
Village saíram caro ao executivo la-
autarquia e gerir o orçamento munici-
pal ao cêntimo. Eis uma tarefa difícil
Rocha “rouba” vereador a Jorge Nunes
ranja, não só a nível financeiro, como numa das Câmaras mais endividadas Além de ter perdido um vereador penalizado acabou por ser Jorge Nu-
no plano político. Berta Nunes é a pri- do País. na Câmara, Jorge Nunes teve menos nes. Humberto Rocha foi eleito vere-
2.754 votos e “cedeu” 7 Juntas ao PS, ador e, além do triunfo nas Juntas de
que, em contrapartida, perde 3 fregue- Freguesia, ainda elegeu 7 representan-
sias para o PSD. Acresce que movimen- tes na Assembleia Municipal.
Luís Correia to de Humberto Rocha também venceu Guedes de Almeida falhou redon-
em 2 freguesias até à data pertencentes damente a corrida à Câmara, mas o
(PSD/CDS-PP) ao PSD. Pensava-se que esta candida- CDS-PP elege um representante na As-
tura independente ia retirar votos ao sembleia Municipal, tal como o Bloco
socialista Jorge Gomes, mas o grande de Esquerda e a CDU.

Carrazeda de Ansiães
Desempate passa por Augusto Faustino
Apenas 67 travaram a vitória da in- tantos do movimento independente. O
dependente Olímpia Candeias. Fecha- voto do desempate cabe ao socialista
das as urnas, o PS ganha peso na vida Augusto Faustino. Na Assembleia Mu-
do município, apesar de ter perdido um nicipal a dispersão de votos também é
vereador face a 2005. Com um executivo notória, com 8 representantes para o
camarário formado por 5 vereadores, 2 PSD/CDS-PP, 7 para o movimento de
são da coligação PSD-CDS/PP e outros Olímpia Candeias e 5 para o PS.

 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


AUTÁRQUICAS 2009

Freixo de Espada à Cinta


José Santos José Santos dá lição ao PS
(PS)
Além de reforçar a votação em mais que alguns elementos da Comissão Po-
de 100 votos, este resultado dá a José lítica Concelhia do PS-Freixo repudia-
Santos a margem que faltava para obri- ram a equipa escolhida pelo edil, mas
gar alguns militantes socialistas a en- o reforço na vitória deixa-lhes pouca
terrarem o machado de guerra. Sabe-se margem de manobra.

Artur Nunes (PS)

Beraldino Pinto
(PSD/CDS-PP)

Miranda do Douro eleitorado que decidiu o nome do su-


cessor no trono. Com a aposta em Ilídio
O fim da dinastia Rodrigues para vencer na vila de Sen-
dim e um nome de peso à Assembleia
Apoiado numa forte candidatura, Municipal (Jacinta Fernandes), Artur
Artur Nunes pôs cobro à dinastia PSD Nunes venceu, com 516 votos de dife-
na Câmara de Miranda. 12 anos depois, rença, um PSD demasiado confiante,
Manuel Rodrigo queria passar a coroa que não admitia a hipótese de perder
e o ceptro a Américo Tomé, mas foi o a Câmara.

Macedo de Cavaleiros
PSD “entrega” vereador ao PS
Nem a coligação com o CDS-PP sal- os 990 votos do CDS-PP revertessem
vou o PSD de perder um vereador da para o PSD, mas as contas acabaram Mirandela
Câmara. Em 2005, o partido laranja por jogar a favor do socialista Rui Vaz.
concorreu sozinho e elegeu 5 dos 7 ve- Num terreno difícil, o PS elegeu o 3º CDS-PP em queda livre
readores. Quatro anos depois, já num vereador e ainda conseguiu ganhar a
cenário de coligação, esperava-se que Junta de Freguesia da cidade. A caminho do 4º mandato, José Sil-
vano reforça a votação em 1041 votos e
vê o PS ascender a 2ª força política na
vereação. Com o CDS-PP em queda li-
vre, Júlia Rodrigues elege 2 vereadores
José Silvano (PSD) e consegue a maior votação de sempre
do PS em Mirandela. O CDS-PP pro-
tagoniza uma quebra de 3.000 votos e
fica reduzido a um vereador, após ter
eleito 3 em 2005.
Pior do que isso: o partido per-
de larga influência na vila de Torre D.
Chama, que brindava Domingos Dou-
tel com vitórias esmagadoras.
Na Junta de Freguesia de Miran-
dela, Rui Magalhães (PSD) sobe de
1.915 para 2.555 votos e assegura 7 Tlm:
mandatos, mais 2 do que em 2005. 966830231
O CDS-PP desce de 1.654 para 1.029
e cede um lugar ao PS, que fica com
4 representantes na Assembleia de
Lavagens
Freguesia, crescendo de 986 para
1.501 votações. MARQUES
Na vila de Torre D. Chama, antigo
bastião do CDS-PP, os votos dividem- Parque do Feira Nova
se entre o PSD (507) e PS (391). BRAGANÇA

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


AUTÁRQUICAS 2009

Moraes Machado Aires Ferreira


(PSD) (PS)

Torre de Moncorvo
Mogadouro Não passou de um susto
Pacheco eleito vereador Tremeu mas não caiu. Aires Fer-
reira foi reeleito presidente da Câmara
O decano dos autarcas socialistas
no distrito cumpre o seu último man-
O CDS-PP obteve, em Mogadouro, rio. por 165 votos, num município onde o dato num concelho onde a soma dos
PS tem tudo para ganhar, com o movi- votos PSD/CDS-PP ameaçou a hege-
umas das maiores vitórias do distrito A CDU falhou o regresso à Assem-
mento gerado pela construção da bar- monia rosa, mas não ao ponto de can-
de Bragança, traduzida na eleição de bleia Municipal e ainda conseguiu ter
ragem do Baixo Sabor e o IP2 em fase tar vitória, nem sequer na Assembleia
um vereador à Câmara Municipal. pior votação do que em 2005. Inaba-
de montagem de estaleiro. Municipal.
Do lado oposto está o PS, que caiu lável, o PSD mantém os 4 vereadores
mais de 1600 votos e passa de 3 para e apazigua a luta interna que antece-
2 representantes no elenco camará- deu a definição da lista à Câmara.

José Rodrigues (PSD)


Artur Pimentel (PS)

Vimioso
3 votos decidem Argozelo
Vila Flor As diferenças do PS e do PSD face tou o socialista José Sena por apenas 3
a 2005 são mínimas e é José Rodrigues votos. Abertas as urnas, os delegados
PSD reduzido que volta a brindar o partido laranja dos partidos não chegaram a acordo e
com uma das maiores vitórias do dis- os boletins tiveram que ser recontados.
a um vereador embora trito de Bragança. O resultado só foi conhecido ontem,
se reco- Ao longo da campanha, o PSD foi confirmando-se 322 votos para o PSD
Há muito que Artur Pimentel habi- nheça a acusado incluir um elemento de Argo- e 319 para o PS.
tuou o PS a vitórias contundentes, mas Artur Pi- zelo em lugar elegível na lista à Câmara, Surpresa foi a eleição de António
desta vez quis ir mais longe e “arrasou” mentel a mas acabou por ganhar na mais jovem Santos para a Junta de Freguesia de
o PSD com a eleição de mais um verea- capaci- vila do concelho. A Carção, à razão de 183 votos do PS con-
dor na Câmara. dade de Foram 334 votos contra os 296 do tra 161 do PSD. Eis uma vitória consi-
Num elenco camarário formado debater PS, quase a mesma margem de há 4 derada “uma lança em África”, já que, a
por 5 autarcas, 4 são socialistas e ape- projectos anos. par de Angueira (terra natal do candi-
nas 1 é social-democrata. com os Renhida foi a eleição para a Junta dato socialista à Câmara, Jorge Fernan-
Se a voz da oposição já era ténue, seus adversários políticos, que, note- de Freguesia de Argozelo, onde o so- des), Carção é uma das 2 únicas Juntas
agora quase passa à clandestinidade, se, são cada vez menos… cial-democrata Francisco Lopes derro- de Freguesia onde o PS é poder.

 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


AUTÁRQUICAS 2009

Américo Pereira (PS)

mero de mandatos. Contas feitas, o


Distrito de Bragança PSD perde um representante na As-
sembleia de Freguesia para o Movi-
Vinhais Os votos das cidades mento de Humberto Rocha.
PS 6 - PSD 1 Sem surpresas, Paulo Xavier foi Já na corrida à Câmara Munici-
pal, houve 641 eleitores da Sé que ne-
reconduzido na freguesia da Sé, a
mais populosa de Trás-os-Montes garam o voto a Jorge Nunes, que pas-
Américo Pereira arrecadou a maior guesia de Celas e, como se isso não
e Alto Douro. O autarca perdeu 184 sa de 4.381 para 3.740, muito abaixo
vitória do PS no distrito de Bragança, bastasse, o PS venceu na sua freguesia.
ao assegurar 68,4 por cento dos votos e O candidato do PSD à Câmara, Carlos votos em relação a 2005, o que lhe dos 4.503 obtidos por Paulo Xavier.
6 dos 7 vereadores na Câmara. O PSD, Costa, também não teve melhor sorte. retira um mandato na Assembleia de Quanto ao PS, sobe de 1.622 para
pelo contrário, colhe o pior resultado Perdeu na sua própria terra natal (Vale Freguesia, que passa de 10 para 9. 2.379, enquanto Humberto Rocha
de sempre. Sobrinho Alves falhou a das Fontes) e esta foi uma das poucas Já o PS seguiu uma tendência in- assegura 1.159.
corrida à Assembleia Municipal, não Juntas onde o partido laranja conse- versa, ao aumentar a contagem em Na Junta de Freguesia de Santa
foi eleito presidente da Junta de Fre- guiu vencer. 314 votos, mas sem reflexos no nú- Maria, Jorge Novo perde 1 mandato
para o PS e outro para o Movimen-
to Sempre Presente, fruto de um de-
créscimo de 1.039 para 910 votos. Já

… em flagrante
a aposta do PS num jovem candidato
resultou numa subida de 392 para
553 eleitores, ao passo que a candi-
datura independente somou 188 vo-
tações.
É o mais forte bastião do PSD do Em Samil, o PSD mantém a
País. Em Boticas, os cinco vereado- Junta, mas perde um mandato na
res da Câmara são todos do partido Assembleia de Freguesia para o PS,
laranja e, nas 16 Juntas de Fregue- que sobe de 142 para 237 votos, re-
gistando-se as mesmas tendências na
sia, o PSD é quase sempre lista
eleição para a Câmara.
única, com votações bem acima dos Na freguesia de Izeda, Humberto
70 por cento. A excepção é Dornelas, Rocha fez o PSD descer de 374 para
muitas vezes comparada à aldeia de 252, e assegurou 222 votos, enquanto
Astérix, dada a resistência dos seus o PS não foi além dos 94 eleitores. Os
mandatos na Assembleia de Fregue-
habitantes ao poder autárquico. Num sia prometem dar que falar, pois cabe
mapa tingido de laranja, a fraqueza ao PS o desempate: 4 para o PSD, 4
do PS eleva a CDU a 2ª força política para o Movimento Sempre Presente
a nível concelhio. e 1 para os socialistas.
Em Miranda do Douro, o PS
ganhou na cidade à razão de 733
contra 559 do PSD, e ainda venceu a
Envie-nos as suas sugestões para geral@jornalnordeste.com
Junta de Sendim por 18 votos (488-
470). Mirandela: ver página 5.
Passando para Macedo de Ca-
valeiros, a Junta de Freguesia da
cidade regressa às mãos do PS, que
cresce de 1.224 para 1.574 votos e
elege 7 dos 13 mandatos. PSD cai de
1.360 para 1.290, mas mantém os 5
representantes, enquanto o movi-
mento independente IV obtém um
mandato e 215 votações.
Na corrida à Câmara, o PS de Rui
Vaz obteve mais 94 votos do que a
coligação PSD/CDS-PP, partidos que
perderam 375 eleitores face a 2005.

Comentários: João Campos

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

BREVES Selecção nas AEC sob suspeita


Montalegre SANDRA CANTEIRO
Feira do Fumeiro Grupo de docentes questio-
agendada na processo de selecção e
De 21 a 24 de Janeiro de recrutamento para Activi-
2010, Montalegre acolhe a dades de Enriquecimento
19ª edição da Feira do Fu-
meiro e Presunto de Barroso. Curricular
O evento, que decorre no Pavilhão
Multiusos de Montalegre, promete Cinco professores licenciados em
reunir, assim, um sem-número de Educação Física e Ciências do Des-
apreciadores da boa gastronomia e porto,
especialidades do Barroso oriun- questionam o processo de selec-
dos de todo o País e da vizinha Es- ção e recrutamento do corpo docen-
panha. te para as Actividades de Enriqueci-
mento Curricular (AEC) do concelho Professores não compreendem processo de selecção e recrutamento
de Bragança.
Desde o ano lectivo de 2006/2007 deração atribuída a cada candidato e veram conhecimento dos critérios da
Bragança que os queixosos têm leccionado nas respectivas classificações finais”. empresa. “São internos, respeitam as
Morte na caça AEC promovidas pela Câmara Mu-
nicipal de Bragança (CMB) mas, no
directivas do Ministério da Educa-
ção, mas não os divulgamos”, asseve-
Professores admitem que “cri-
passado mês de Setembro, ficaram ra. Contudo, admite que, “qualquer
Um militar da GNR, com 31 “surpreendidos por não integrarem o térios de selecção não foram processo de selecção deixa sempre
anos e natural de Vilarelhos (Al- elenco dos seleccionados”. respeitados” pessoas descontentes, mas a escolha
fândega da Fé), morreu em Cova de Os professores questionam, as- é nossa e nós só temos que nos preo-
Lua, no concelho de Bragança, na sim, o motivo da sua exclusão, quan- Os docentes, embora não conhe- cupar com a qualidade de ensino do
sequência de um acidente no pri- do “há vários seleccionados que não çam “o teor da acta do júri”, garantem concelho de Bragança”, acrescentou
meiro dia de caça, no passado dia 4. têm qualquer formação docente ou que “os critérios de selecção propos- Rui Quelhas.
Ao que se supõe, ao sair do veículo pedagógica” naquela área. tos pela empresa e adjudicados pela Já a CMB avança que os critérios
que transportava o grupo de caça- Por isso, os signatários tentaram CMB não foram respeitados”. são definidos pela ZonaMeeting. “A
dores, a vítima disparou sobre si contactar, mas sem sucesso, a Zona- Contactado pelo Jornal Nordeste, autarquia, e seguindo a lei, contratou
própria, na zona do peito, o que lhe Meeting – Actividades Desportivas um dos sócios da ZonaMeeting, Rui a empresa para efectuar este serviço,
provocou morte imediata. e Educativas, Lda., empresa respon- Quelhas, escusou-se a prestar qual- pelo que não tem nada que ver com
sável por todo o processo de recruta- quer esclarecimento, mas explicou este processo”, explicou o presidente
mento, a fim de conhecerem “a pon- porque é que “os professores não ti- da CMB, Jorge Nunes.
Alijó
Habitação social
entregue
A Câmara Municipal de Ali-
jó entregou, no passado mês,
Câmara de Alfândega Já Miranda do Douro ocupa o 11º
lugar do ranking das más pagadoras,
sendo a segunda pior do distrito de

é “má pagadora”
Bragança, com uma média de 366
uma habitação social tipo T3 a
dias para pagar aos fornecedores.
uma família de cinco elementos.
Segue-se Macedo de Cavaleiros, com
A residência, localizada no con-
um prazo médio de 264 dias para sal-
junto habitacional de Carlão, foi
entregue depois de uma rigorosa Dados da Direcção Geral têm dívidas mais atrasadas. dar dívidas.
Dos 115 municípios do País cujo Do distrito de Bragança fazem,
triagem e da avaliação socioeco- das Autarquias Locais colo- prazo de pagamento é superior a 90 ainda, parte da lista os municípios de
nómica dos candidatos, que fo-
ram complementadas com visitas cam o município no topo da dias, Alfândega da Fé aparece no Torre de Moncorvo, que demora, em
topo. média, 238 dias a pagar, Mirandela,
domiciliárias, de modo a selec- lista dos devedores A 30 de Junho deste ano, a autar- que necessita de 222 dias para efec-
cionar as famílias do concelho de
quia liderada pelo social-democrata tuar o pagamento, Carrazeda de An-
Alijó que se encontrem numa si-
A Câmara Municipal de Alfânde- João Carlos Figueiredo demorava siães situa-se nos 214 dias e Freixo de
tuação económica desfavorecida.
ga da Fé é a que demora mais tempo 696 dias, ou seja quase dois anos, a Espada à Cinta demora cerca de 160
Recorde-se que a habitação foi to-
a saldar as dívidas aos fornecedores. pagar as facturas. A saúde financeira dias a liquidar as facturas.
talmente recuperada, dotando-a
A informação é avançada pela Direc- da Câmara piorou, tendo em conta Recorde-se que o município al-
de todas as condições.
ção Geral das Autarquias Locais, que que no primeiro trimestre demorava fandeguense recorreu ao Programa
divulgou a lista das autarquias que 491 dias a pagar. Pagar a Tempo e Horas.

FICHA TÉCNICA
Fundador: Fernando Subtil - Director: João Campos (C.P. Nº 4110) - Secretária de Redacção e Administração: Cidália M. Costa
Departamento de Marketing e Publicidade : Orlando Bragança e Bruno Lopes - Redactores Principais: Fernando Cordeiro,
Toni Rodrigues, Francisco Pinto, Rui Miranda, Bruno Mateus Filena, Vanessa Martins,Teresa Batista (C.P. Nº 7576) e Sandra Canteiro (C.P. Nº 8006)
FOTOGRAFIA: Studio 101
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 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Segurança e Higiene no Trabalho:


um curso com futuro
ISLA e CESPU apostam em leque de saídas profissionais para têm que ter os respectivos técnicos
os graduados do ISLA/CESPU está para fazer o levantamento dos diver-
licenciatura com grande le- o facto das actividades de Higiene e sos riscos nos seus concelhos e é uma
que de saídas profissionais Segurança no Trabalho serem obri- coisa que as autarquias vão ter que
gatórias em todas as organizações, implementar”, alerta o formador.
Numa altura em que avançam mesmo nas de pequena dimensão. Na óptica de João Pinheiro, todas
grandes obras públicas na região, o Neste sentido, a instituição forma estas áreas são janelas de oportuni-
ISLA-Bragança, em parceria com a técnicos superiores de SHT, capazes dade para os recém-licenciados em
CESPU, oferece um curso inovador de desenvolver, coordenar e con- SHT. “O Estado cada vez exige mais
em Trás-os-Montes e Alto Douro. trolar as actividades de prevenção e e a segurança é sempre o item prin-
Trata-se da licenciatura em Segu- protecção contra riscos profissionais. cipal, e tudo passa sempre pela pre-
rança e Higiene no Trabalho (SHT), Por outro lado, a licenciatura tam- venção, para que nunca aconteça o
um curso certificado pela Autoridade bém contempla formação específica acidente”, sublinha João Pinheiro.
para as Condições de Trabalho, que em áreas de grande responsabilida- No entanto, dado que a legislação
permite o acesso ao Certificado de de como a Segurança Contra Risco João Pinheiro é perito em Protecção Civil está em permanente actualização, o
Técnico Superior de Segurança e Hi- de Incêndios em Edifícios, Protecção ISLA e a CESPU criaram uma Pós-
giene no Trabalho (Nível V). Civil e Coordenação de Segurança em ca o responsável. Gradução em SHT, igualmente certi-
Além disso, a licenciatura em Projecto e em Obra. ficada pela ACT.
SHT também está certificada pelo João Pinheiro, docente do cur- Serviços municipais de Protec- Os resultados estão à vista e já há
Instituto do Emprego e Formação so, salienta que as novas exigências técnicos formados pela instituição que
do mercado tornam indispensável a
ção Civil serão uma das boas criaram as suas próprias empresas de
Profissional, o que permite a obten-
ção do CAP – Certificado de Aptidão contratação de técnicos qualificados fontes empregadoras Higiene e Segurança no Trabalho ou
Profissional. nesta área. “Gabinetes de projectos desempenham funções de relevo em
No mercado de trabalho já se en- que queiram respeitar as regras de Além disso, os serviços munici- empreitadas de grande envergadura,
contram os primeiros licenciados em prevenção e intervenção em incên- pais de Protecção Civil também serão tais como barragens ou fiscalização
SHT, que têm vindo a integrar-se no dios em edifícios têm que ter um téc- uma das boas fontes empregadoras, de obras públicas, nomeadamente a
sector empresarial, como técnicos nico em SHT, tal como empresas de fruto da legislação em vigor. “Todos Auto-Estrada Transmontana.
de inspecção, formação, quadros de manutenção de extintores ou que se
comando de bombeiros e técnicos dedique à implementação de medi-
de protecção civil ao nível das autar- das de planos de prevenção ou planos
quias locais. de emergência, tal como as empresas
Na origem do alargamento do com mais de 50 funcionários”, expli-

Perfil do docente
João Pinheiro representa a Autoridade Nacional de Protecção Civil nas
Comissões Mistas de Coordenação dos Planos Directores Municipais no
distrito de Bragança e tem com missão acompanhar os Planos Directores
Municipais no âmbito dos riscos naturais e tecnológicos e outras áreas da
protecção civil. Além disso, também acompanha planos municipais de or-
denamento do território, no que refere ao licenciamento urbano ao nível de
equipamentos de segurança contra risco de incêndios em Edifícios.
Docente do ISLA Bragança há vários anos, assegura as disciplinas de
Gestão da Prevenção e de Projecto de Segurança Contra Incêndios em Edifí-
cios na Licenciatura de Higiene e Segurança no Trabalho.

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13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Ambulâncias voltam
Carvalheira.
A assistência à grávida foi efec-
tuada por dois elementos afectos ao
corpo de bombeiros de Macedo de

a ser “maternidades”
Cavaleiros e pela tripulação da Viatu-
ra Médica de Emergência e Reanima-
ção (VMER).
Anabela Nunes e Nuno Medeiros,
jovens bombeiros que, pela primeira
vez nas suas carreiras, ajudaram à
FRANCISCO PINTO realização de um parto, descrevem a
experiência como” única e gratifican-
Grávida a caminho de Bra- te”.
“Fomos chamados para fazer a
gança teve que dar à luz evacuação de uma grávida para Bra-
em pleno IP4 gança tendo, desde início, o apoio
médico da VMER. Logo à saída de
Em menos de duas semanas, fo- Macedo de Cavaleiros, a médica do
ram efectuados dois partos a bordo INEM diz-me para parar, já que a se-
de ambulâncias de bombeiros em nhora se encontrava em trabalho de
pleno IP4 que transportavam grávi- parto, ficando o resto da missão en-
das para a maternidade da Unidade tregue à equipa médica da VMER e
Hospitalar de Bragança. a uma colega minha que faz parte da
O último nascimento ocorreu, tripulação”, explicou o bombeiro.
na passada terça feira à tarde, quan- Segundo o relato de Anabela Nu-
do os Bombeiros Voluntários foram nes, “ tudo aconteceu de forma muito
chamados ao Hospital de Macedo de rápida. A parturiente sentiu vontade
Cavaleiros para levarem uma par- de puxar e o bebé saiu de imediato. A
turiente. Porém, o bebé “resolveu” médica e a enfermeira fizeram o tra-
ver a luz do dia pouco antes de sair balho que era da sua competência”,
Bombeiros de Macedo tiveram que parar a ambulância para a grávida dar à luz daquela localidade, junto à ponte da explicou.

Infecções com tratamento mais rápido


TERESA BATISTA Enfermagem do Hospital de S. João
(Porto). Cerca de 70 médicos e en-
fermeiros dos serviços de Urgência,
Centro Hospitalar do Nor- Medicina Interna, Cirurgia e Anes-
deste vai implementar a Via tesiologia receberam conhecimentos
Verde da Sépsis até ao final sobre os protocolos terapêuticos que
irão ser postos em prática no CHNE.
do ano Recorde-se que a sépsis é um
grave problema de saúde, que exige
O Centro Hospitalar do Nordeste uma intervenção rápida e adequada.
(CHNE) vai implementar a Via Ver- Por isso, a Administração Regional
de da Sépsis (infecção generalizada de Saúde do Norte está a promover a
do organismo) até ao final do ano. O implementação da Via Verde da Sép-
objectivo desta medida é dar um tra- sis nas unidades hospitalares com
tamento rápido e eficaz aos utentes Urgência Polivalente até ao final do
com esta patologia, de forma a travar, ano, seguindo-se, no próximo ano, os
de imediato, a evolução da doença. hospitais com Urgência Médico-Ci-
No âmbito da implementação do rúrgica. Para antecipar o tratamento
novo serviço, decorreu, na passada na região, o CHNE já está a dar for-
quarta e quinta-feira, formação para mação aos profissionais, para que a
os profissionais de saúde, ministra- Via Verde esteja operacional até ao
da por uma equipa de Medicina e final do ano. Profissionais de Saúde recebem formação

10 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Avenida dificulta acessos VOZES


Luís Mónico

ao bairro da Mãe d`Água “Sou habitan-


te no bairro da Mãe
d`Água, tenho uma
casa comercial aberta
TERESA BATISTA
e sinto que esta obra
prejudicou muito o negócio. Além
Moradores e co- disso, os habitantes também têm a
merciantes des- vida dificultada. Eu não sou contra
as obras. Esta até está bonita, mas
contentes com as não é funcional”.
voltas necessá-
rias para entrar e
Orlando Seixas
sair do bairro
“Esta obra está
Os habitantes e co- a dificultar a vida a
merciantes do bairro da quem vive no bair-
Mãe d`Água, em Bra- ro e a quem nos
gança, queixam-se que visita. Temos que
as obras na Avenida Ge- gastar mais gaso-
neral Humberto Delgado lina para chegar a
lhes cortaram os prin- casa. Antes passava
cipais. A nova via conta em frente à Polícia ou à Segurança
com duas faixas de roda- Social para ir para a cidade e ago-
gem em cada sentido em ra não posso. Sou obrigado a ir ao
frente à escola Augusto ISLA e voltar para trás”.
Moreno e à Segurança Acessos complicados ao bairro da Mãe d’Água
Social e uma passagem
desnivelada na zona dos Bombeiros da Avenida General Humberto Delga- há 39 anos.
Voluntários. do. “Há uma rotunda que só tem uma Luís Mónico também se queixa Isabel Correia
Com esta empreitada, conside- saída e que nos obriga a fazer meio da falta de sinalização, que leva clien-
rada grandiosa, os acessos ao bairro quilómetro para entrarmos noutra tes e fornecedores a contactarem-no “Esta obra pre-
da Mãe d`Água tornam-se mais com- rotunda e podermos virar de direc- para saberem o trajecto para o esta- judica-nos muito,
plicados, visto que quem se desloca a ção. Isto não tem lógica nenhuma”, belecimento comercial. “Na parte co- porque não tem
esta zona tem contornar várias rotun- denuncia Luís Mónico, morador e co- mercial estamos a perder muita gen- acesso directo ao
das para seguir o destino pretendido. merciante no bairro da cooperativa. te. Isto podia ter sido resolvido com centro da cidade.
Por exemplo, os automobilistas que Também Isabel Correia afirma outro sistema, não era preciso ter As pessoas que
se desloquem da zona da GNR são que quem mora naquela zona ficou gasto aqui tanto dinheiro”, sublinha saem do bairro têm que dar voltas
obrigados a percorrer a avenida até mais longe do centro da cidade. “Du- o comerciante e morador. e mais voltas e para entrar é a mes-
ao fim e virar de sentido na rotunda rante 32 anos, em dois minutos es- Descontentes com os acessos ao ma coisa. Para quem mora aqui é
do shopping para entrarem no bair- távamos no centro da cidade e agora bairro, os moradores já fizeram um um transtorno grande”.
ro da Mãe d`Água. Em alternativa, estamos aqui isolados”, lamenta esta abaixo-assinado para entregar à Câ-
podem seguir até à rotunda do mer- moradora e comerciante. mara Municipal de Bragança (CMB).
cado e entrar na passagem desnivela- Confrontado com as queixas da Álvaro Delgado
da para poderem entrar no bairro da Câmara garante a ordenação do população, o vice-presidente da CMB,
Mãe d`Água. Para sair daquela zona Rui Caseiro, realça que a nova via foi
trânsito dentro do bairro, mas “Para vir para
o cenário repete-se e os condutores construída em tempo recorde para o bairro é uma di-
continuam a ser obrigados a andar às não vai criar mais acessos à causar menos transtornos às pessoas ficuldade. Tenho
voltas. Quem sair no sentido da ave- zona da Mãe d`Água e salienta que os cidadãos têm, agora, que andar às vol-
nida só pode escolher a direcção do que fazer ajustamentos em função da tas, e para sair é a
quartel da GNR e, só a partir daqui, A população queixa-se, ainda, de nova via. “Há rotundas para as pesso- mesma coisa. Com
é que os condutores podem seleccio- falta de sinalização nas ruas do bairro, as seguirem os caminhos que preten- a avenida os aces-
nar o caminho mais adequado ao seu o que dificulta a vida, principalmente dem”, acrescenta o autarca. sos ficaram mais
destino. a quem não conhece. “Já me aconte- No interior do bairro da Mãe complicados. Ficou
Esta situação não agrada aos mo- ceu familiares meus que conheciam d`Água, Rui Caseiro afirma que o uma obra bonita, mas os acessos
radores e aos comerciantes instala- bem onde moro não conseguirem cá trânsito vai ser ordenado, de forma a ao bairro da Mãe d`Água ficaram
dos na Mãe d`Água, que dizem estar chegar e ter eu que ir ao encontro de- responder às necessidades da popu- mais difíceis”.
a ser prejudicados com a reabilitação les”, conta Orlando Seixas, morador lação.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 11


NORDESTE REGIONAL

Intervenção Permanente Macedo de Cavaleiros

Depositrão
em Moncorvo no Mercado
Os macedenses já têm ao seu dis-
por um local onde podem depositar
pequenos equipamentos eléctricos e
Cinco elementos da corpo- electrónicos em fim de vida ou sem
ração de bombeiros da vila utilidade.
vão assegurar o socorro O Depositrão, como é designado
este género de contentores, está lo-
durante os 365 dias do ano calizado à entrada do Mercado Mu-
nicipal de Macedo de Cavaleiros.
Os Bombeiros Voluntários de Para o Depositrão poderão ser
Torre de Moncorvo já têm uma Equi- encaminhados pequenos electrodo-
pa de Intervenção Permanente (EIP), mésticos, como varinhas mágicas,
que se destina ao cumprimento das batedeiras eléctricas, secadores de
missões, que no âmbito do Sistema cabelo, fritadeiras, balanças de co-
e Protecção Civil, estão confiadas aos zinha, computadores, impressoras,
soldados da paz. máquinas fotográficas, calculadoras,
Os cinco elementos da Equipa de telefones, telemóveis, relógios, entre
Intervenção Permanente asseguram, outros.
de segunda a sexta-feira, o serviço de A disponibilização de um pon-
socorro às populações do concelho. to de recolha deste tipo de resíduos
Os custos decorrentes da remu- pretende incentivar a população a
Protocolo garante socorro 24 horas por dia, 365 dias por ano
neração da EIP são comparticipados, ter um comportamento ambiental-
equitativamente, pela Câmara Muni- importante no fortalecimento dos re- tários de Torre de Moncorvo, António mente adequado e motivá-la para o
cipal de Torre de Moncorvo (CMTM) cursos humanos da associação, bem Salema, frisou a importância desta correcto encaminhamento dos seus
e pela Autoridade Nacional de Pro- como na capacidade de resposta ao equipa, que vem tornar o parque dos resíduos, de forma a combater o
tecção Civil. longo dos 365 dias do ano”. bombeiros mais robusto, pois a partir abandono nocivo deste tipo de elec-
Segundo o vice-presidente da Já o presidente da Associação de agora possui homens preparados trodomésticos .
CMTM, José Aires, “ este é um passo Humanitária dos Bombeiros Volun- para todas as intervenções.

12 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Floresta é fonte de emprego
TERESA BATISTA
VOZES
Parceria entre ARBOREA
e Regibi proporciona aos Sílvia Macieira
formandos a aquisição de 25 anos
“Este curso foi
conhecimentos técnicos uma oportunidade
para poder fazer o
A Associação Florestal da Terra 9º ano de escolari-
Fria Transmontana (ARBOREA), em dade. Além disso,
parceria com a Regibi, está a qualifi- também adquiro
car pessoas para trabalharem na área conhecimentos so-
florestal. 15 formandos frequentam bre uma área espe-
o curso de Operadores Florestais há cífica que me pode
cerca de um ano, onde adquirem co- ser útil no futuro. Se tiver oportu-
nhecimentos técnicos fundamentais nidade gostaria de trabalhar como
para entrarem no mercado de traba- operadora florestal”.
lho e obtêm equivalência ao nível do
9º ano. Formandos assistem a palestra do escritor Jorge Tuela
Segundo o presidente da ARBO-
REA, Eduardo Roxo, qualificar pes- das. É fundamental que haja pessoas Rodrigues, salienta a dupla certifi-
Rui Sá
soas nesta área é fundamental para qualificadas, com conhecimento das cação e a formação tecnológica espe- 24 anos
garantir o tratamento adequado das novas técnicas, para tratarem a flo- cializada em sala e no terreno. “Há “O que me
árvores e do solo. “Antigamente usa- resta e as restantes árvores”, realça o conteúdos de base, que são comuns motivou a tirar
vam-se regras e técnicas rudimenta- responsável. a qualquer área profissional, e a for- este curso é o gos-
res que têm vindo a ser ultrapassa- Já a mediadora do curso, Sónia mação específica na área florestal”, to pela floresta
explica a responsável. e pelo ambiente
Sónia Rodrigues realça que du- em geral. Duran-
Jorge Tuela enaltece literatura tradicional rante as cerca de 900 horas de for- te a formação ad-
mação são abordadas diversas te- quirimos conhe-
Os formandos do curso de Operado- máticas, que vão desde a higiene e cimentos sobre
res Florestais tiveram, na passada quar- segurança no trabalho, à preparação plantações, devastes, prevenção de
ta-feira, um dia de aulas diferente. No e limpeza de matas ou prevenção do incêndios. Quero continuar nesta
âmbito da componente lectiva, o escritor risco de incêndio. área e arranjar um trabalho”.
transmontano Jorge Tuela deslocou-se Numa altura em que as doenças
à Casa do Lavrador para falar da impor- e pragas são uma ameaça para mui-
tância dos contos que, antigamente, eram tas árvores, com maior incidência no Maria José Pires
contados durante os serões de Inverno à castanheiro, Eduardo Roxo salienta
Jorge Tuela fala sobre literatura lareira. que a prevenção fitosanitária tam- 47 anos
bém é uma componente fundamental “Inscrevi-me
Na sua vasta obra publicada, o escri-
neste curso. “Um operador florestal neste curso para
tor natural da Moimenta (Vinhais) já imortalizou muitas histórias e lendas,
tem que saber fazer o tratamentos aprender mais.
mas lembra que ainda há um longo trabalho a fazer para perpetuar tudo
das árvores no seu todo, incluindo os Sou agricultura e
aquilo que foi sendo transmitido de boca em boca.
seres vivos que a rodeiam, como é o esta formação na
“Muitos dos contos que escrevi no meu primeiro livro ouvi-os na minha
caso dos cogumelos, que devem ser área da floresta é
própria lareira e foram contados pelo meu pai, que tinha o dom da palavra”,
preservados e valorizados. No que interessante. Eu
enaltece Jorge Tuela. Depois do discurso do escritor, alguns formandos ves-
toca à lavra, ela hoje é feita de manei- tenho castanhei-
tiram a pele das personagens de um conto de Jorge Tuela e, de seguida, visi-
ra diferente, o arado foi substituído ros e aprende-se
taram a exposição sobre personalidades do Nordeste Transmontano, como
pelo tractor, e é preciso ter em conta muito. Quero continuar a forma-
Graça Morais, Emídio Garcia, Abade de Baçal, Miguel Torga, Trindade Co-
a danificação das raízes e do próprio ção. A ideia dos agricultores sem
elho e Jorge Tuela.
caule”, concluiu o responsável. formação está ultrapassada”.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 13


NORDESTE RURAL

Produtos que salvaram sobreiros


combatem tinta nos castanheiros
TERESA BATISTA

Tratamento usado para


combater a doença dos
sobreiros está a ser usado
para controlar a tinta que
destrói os soutos da região
Os produtos utilizados para
combater a doença dos sobreiros no
Alentejo e Ribatejo estão, agora, a ser
utilizados para combater a tinta nos
soutos do Nordeste Transmontano.
O presidente da Associação Florestal
da Terra Fria Transmontana (ARBO-
REA), Eduardo Roxo, realça que o
tratamento fortalece as árvores, aju-
dando-as a lutar contra a doença que
tem causado a morte a uma grande
percentagem de castanheiros na re-
gião.
“Neste momento, estamos com
esperança de conseguir controlar a
tinta, que é a doença mais complicada
e com maior dificuldade de controlo”,
realça o responsável.
Castanheiros tratados com os produtos que salvaram os sobreiros
Segundo Eduardo Roxo, a doença
que estava a causar a morte dos so-
breiros é semelhante à tinta que ata- aplicar este sistema é efectuada a pelo que ao lavrar está-se a propagar. dutos químicos, mas também defesas
ca os castanheiros. “Este tratamento pulverização das folhas na época em Além disso, durante este processo criadas pelos próprios castanheiros,
teve grandes resultados nos sobrei- que a árvore tem capacidade de ab- são feridas as raízes, o que debilita as como é o caso das hipovirulências.
ros, pelo que o mesmo princípio está sorver o medicamento e este pode ser próprias árvores”, alerta o presidente “Há dois fungos da mesma família
a ser aplicado nos soutos da região”, integrado no circuito vegetativo. da ARBOREA. que se combatem. O problema é que
salienta o responsável. O cancro é, igualmente, uma do- em Portugal ainda não há produção
O tratamento pode ser aplicado Apostar nos cogumelos e não ença que causa muitos prejuízos nos deste fungo para ser injectado nas
em duas modalidades distintas. Na soutos do Nordeste Transmontano. árvores doentes”, concluiu Eduardo
lavrar os soutos são truques Para controlar esta moléstia há pro- Roxo.
primeira etapa são colocadas uma
espécie de “bananas” no próprio pé
simples que ajudam a controlar
do castanheiro, que são absorvidas a tinta
pela própria árvore e proporcionam
o fortalecimento do castanheiro con- Além disso, Eduardo Roxo lem-
Soutos doentes na Terra Fria
tra a doença. “Nalguns casos, pensa- bra que os cogumelos também são A tinta e o cancro são responsáveis pela morte de uma grande percentagem
mos que como o fungo da tinta não uma grande ajuda para fortalecer os de castanheiros na Terra Fria. Os concelhos de Bragança e Vinhais, os maiores
se consegue alimentar do castanheiro castanheiros. “Por um lado, são seres produtores de castanha do distrito, têm zonas muito afectadas por estas doen-
ças.
é provável que acabe por morrer ou vivos que alimentam a árvore e, por
“A zona do Parâmio e de Parada estão muito afectadas pelo cancro e pela
então que fique debilitado e não con- outro, protegem a própria raiz, não
tinta. O corredor de Vinhais até Rebordelo, seguindo pelo planalto até Vilar de
siga atacar com tanta força”, enaltece deixando que o fungo da tinta ataque
Peregrinos e a zona de Lomba também têm grandes manchas de árvores afecta-
o presidente da ARBOREA. as raízes do castanheiro”, explica o das por estas doenças”, constata Eduardo Roxo.
Através deste medicamento é responsável. Os tratamentos fitosanitários já conhecidos ajudam a controlar estas doen-
possível fortalecer as árvores e, ao Para efectuar o tratamento mais ças quando ministrados após os primeiros sinais, mas ficam caros para os agri-
mesmo tempo, debilitar o fungo que adequado dos soutos, Eduardo Roxo cultores. “Os produtos não são baratos, mas como há uma percentagem grande
lhe pode provocar a morte. lembra que se devem evitar as lavou- de aplicação acaba por compensar”, concluiu o presidente da ARBOREA.
Nos casos em que não é possível ras. “O fungo da tinta está na terra,

14 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


LUGARES

As mantas tecidas VOZES


Francisco Ferraz - 85 anos
“A nossa fregue-

em Fontelonga
sia é muito rica em
água. Temos uma
mãe de água que
transporta a água
de uma nascente
para todos os fon-
TERESA BATISTA tanários da aldeia.
Trabalhei sempre na agricultura. Anti-
Freguesia do concelho de gamente, havia muita gente, trabalha-
va-se noite e dia, mas vendíamos tudo
Carrazeda de Ansiães guar- o que produzíamos. Agora o pouco que
se colhe não se consegue vender”.
da memórias de uma tradi-
ção antiga que foi perdendo Albertina Vieira - 83 anos
importância com o passar “Sou natural de
Fontelonga. Antiga-
dos anos mente, dançávamos,
cantávamos, bailá-
Longe vão os tempos em que a vamos, íamos à fonte
freguesia de Fontelonga, no concelho buscar água, depois
de Carrazeda de Ansiães, era conhe- chegávamos a casa
cida pelo fabrico de mantas artesanal. e deitávamos a água
Vinham mesmo pessoas de aldeias fora para podermos ir ver os namoros.
vizinhas com sacos de lã de ovelha Igreja matriz de Fontelonga ganha pintura de Cristo Era uma vida linda. Trabalhávamos
nas quintas, fazíamos festas, era uma
para as tecedeiras transformarem em a imagem de Cristo na parede dian- teiros também há sempre uma tor- alegria. Agora há menos gente e já não
mantas, cobertores ou tapetes. Na teira do templo, um trabalho que vai neira a correr”, vincou o presidente se faz nada”.
Junta de Freguesia ainda resiste um culminar com a pintura dos vitrais. da Junta. Situada a cerca de quatro
tear antigo, que até já foi usado para
um curso de tecelagem ministrado na
quilómetros de Carrazeda de Ansi- Maria Celeste - 75 anos
aldeia por uma das últimas tecedei-
Fontelonga é uma freguesia rica ães, Fontelonga foi das primeiras al- “Nasci em Fon-
em água e tem as maiores pro- deias a ter Lar de Idosos, mantém o telonga e vivi sempre
ras. Infantário, com cerca de 20 crianças aqui. Antes a tecelagem
Os tempos mudaram, o artesana- duções de maçã do concelho que vêm de outras localidades e até era uma tradição. Eu
to entrou em declínio e a agricultura da sede de concelho, e a escola pri- nunca aprendi, andei
assumiu um papel determinante na A fonte romana é, igualmente, mária também ficou como estabele- sempre à jeira no cam-
economia da freguesia. um local histórico, onde antigamen- cimento de acolhimento, contando, po. Lembro-me de ver
A produção de maçã representa a te as moças iam buscar cântaros de as pessoas mais antigas
actualmente, com 18 alunos. a tecer. Faziam mantas,
maior fatia do bolo agrícola de Fon- água. “Naquele tempo não podíamos Para o futuro, José Silva realça o
telonga. “É uma das freguesias do namorar. Então íamos à fonte buscar cobertores, sacos, tapetes … Tudo de lã
projecto para a construção do Centro de ovelha. Havia muita gente de fora
concelho onde se produz mais maçã. água, depois deitávamos a água no Social, um espaço que contará com que trazia a lã para a tecedeira fazer as
Temos três grandes e quatro médios quinteiro e voltávamos à fonte, onde um salão para festas e uma sala com peças”.
produtores, que colhem cerca de 3 to- os rapazes ficavam à nossa espera”, computadores ligados à Internet.
neladas de maçã”, realça o presidente conta Albertina Vieira, uma habitan-
da Junta de Freguesia, José Silva. te de 83 anos.
A par das lides do campo, que Fontelonga é uma terra com água
ocupam a maior parte do tempo dos de nascente abundante, que é dis-
cerca de 400 habitantes que ainda tribuída pelos quatro fontanários da
resistem em Fontelonga e nas anexas aldeia. “Estamos a substituir a cana-
de Besteiros e Penafria, esta fregue- lização, para que a água chegue às
sia também é rica em história e pos- pessoas com melhor qualidade”, re-
sui património digno de ser visitado. alça o autarca.
No passado, esta terra esteve liga- Esta freguesia conta, ainda, com
da à antiga vila de Ansiães, tendo sido uma barragem que abastece o conce-
berço de figuras ilustres da época. lho de Carrazeda de Ansiães e parte
Actualmente, resiste o patrimó- do concelho de Vila Flor.
nio imponente, como é o caso da Já nas anexas de Besteiros e Pe-
igreja matriz, em granito, datada de nafria, onde as casas antigas de xisto
1875, com uma fachada elegante e são o símbolo da ruralidade, também
duas aberturas laterais e torre sineira há água em abundância. “ Penafria
central. Para dar mais vida a este lo- tem a melhor água do concelho, que
cal de culto e lazer, está a ser pintada até podia ser engarrafada. Em Bes- Fonte secular é ex-líbris da aldeia

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 15


NORDESTE RURAL

Ovelhas mortas na estrada


SANDRA CANTEIRO que seguia em direcção a Argozelo,
embateu contra parte do gado, ma-
tando de imediato sete ovelhas e fe-
Pastor queixa-se da falta de rindo com gravidade outras tantas.
segurança na Estrada Na- “O rebanho ia bem sinalizado,
pois quem o acompanhava levava
cional 218 coletes reflectores e lanternas de ilu-
minação, mas, mesmo assim, o con-
Mais de dez ovelhas mortas e dois dutor diz que não viu nada”, explicou
mil euros de prejuízo é o resultado do o proprietário dos animais, António
último acidente que ocorreu, no pas- Fernandes.
sado mês de Setembro, na Estrada Segundo o lesado, morte das ove-
Nacional (EN) 218, perto da localida- lhas representa avultados prejuízos,
de de Paçó de Rio Frio (Bragança). sendo que este não é a primeira situa-
Ao fim de mais um dia de traba- ção do género. “Nesta zona, já fui víti-
lho, quatro pessoas conduziam o re- ma de quatro acidentes”, recordou o
banho com cerca de 500 animais de responsável que pede que “as autori-
regresso ao estábulo. Contudo, ao dades assegurem uma passagem com
atravessarem a EN 218, um veículo, segurança tanto para animais como
Mais de dez ovelhas mortas é o balanço de um acidente perto de Paçó de Rio Frio

para as pessoas”, acrescentou. a falta de segurança que se verifica,


pois problemas deste género têm que

Caretos de Salsas na Proprietário dos animais exige


uma indemnização
se evitados antes que ocorra alguma
tragédia”, sublinhou António Fer-
nandes.
Presidência da República António Fernandes critica, ainda,
Contactada pelo Jornal Nordeste,
a Estradas de Portugal (EP) esclare-
a inexistência de sinalização naquela ceu que “no local existem sinais de
via no sentido Bragança – Argozelo. travessia de animais” e que, “o pa-
“Antes haviam sinais, mas há uns vimento apresenta-se desempenado
meses que desapareceram, pelo que e em estado de conservação aceitá-
os condutores não são alertados para vel”. Quanto à criação de uma pas-
a possibilidade de encontrarem ani- sagem de animais e peões segura, a
mais neste troço”, lamentou. EP adiantou que está “a analisar a
Assim sendo, o proprietário exi- situação a fim de encontrar a melhor
ge uma indemnização por parte dos solução para consolidar as condições
responsáveis e que “seja solucionada de segurança rodoviária no local”.

Norcaça à porta
Caretos de Salsas foram convidados por Cavaco Silva Abre as portas no próximo dia 22 ra vão decorrer, ainda, demonstra-
mais uma edição da Norcaça & Nor- ções para as crianças das escolas,
Mascarados do Nordeste Transmontano deslocaram-se, mais pesca. A 8ª Feira Internacional do passeios todo-o-terreno, provas de
uma vez a Lisboa, onde visitaram a Norte conta com diversas actividades pesca, montarias ao javali e a I Taça
Transmontano participaram casa presidencial, o museu da pre- ligadas à cinegética e às espécies que Santo Humberto FACIRC – Norcaça
nas comemorações do 5 de sidência (que comemorou 5 anos) e abundam nos rios da região. & Norpesca. Destaque, ainda, para o
Outubro em Lisboa actuaram nas ruas da capital. Na pas- O certame abre com diversas ex- tradicional seminário, que, este ano,
sagem dos caretos, as pessoas aplau- posições de fauna viva, demonstra- é dedicado às zonas de caça e à pesca
Os caretos de Salsas animaram as diram a magnífica demonstração das ções de cetraria, fotografia e pintura nos rios portugueses. Esta iniciativa
comemorações do 5 de Outubro na tradições transmontanas. e com provas de demonstração de conta com a presença de oradores
Presidência da República. O convite No ar ficou a promessa da parte técnicas de pesca ao achigã e truta em da vizinha Espanha, que vão falar da
partiu do Presidente da República, do museu da presidência de propor- lagoa artificial. gestão da pesca da truta em Castilla
Cavaco Silva. cionar aos caretos de Salsas mais idas Durante os quatro dias da fei- e Léon.
Os mascarados do Nordeste à capital.

16 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


CULTURA

Coral Brigantino comemora AGENDA CULTURAL


BRAGANÇA
Cinema

Bodas de Prata
Forum Theatrum
Assalto ao Metro 1 2 3
Até dia 14 de Outubro, Sala 1
Taking Woodstock + Arena
Até dia 14 de Outubro, Sala 2
Sacanas sem Lei
TERESA BATISTA Até dia 14 de Outubro, Sala 3
Exposições
Centro de Arte Contemporânea
“Outono Polifónico” conta Graça Morais
Graça Morais
com espectáculos alusivos Sagrado e Profano
De 30 de Junho a 15 de Outubro
aos 25 anos da Associação Paula Rego
Na Colecção Manuel de Brito
De 30 de Junho a 15 de Outubro
A música coral vai regressar ao
Música
Mundo Rural no próximo mês de No- Teatro Municipal
vembro. Johannes Krieger’s Chibanga Groove
O “Outono Polifónico”, uma ini- Dia 15 de Outubro, às 21h30
Groove 4Tet
ciativa da Associação Coral Brigan- Dia 17 de Outubro, às 21h30
tino Nossa Senhora das Graças, teve
início, no passado sábado, com um MACEDO DE CAVALEIROS
concerto na Igreja da Sé, em Bragan- Teatro
ça, com o coro da Casa de Gaia – Ar- Centro Cultural
As Calcinhas Amarelas
goncilhe (Santa Maria da Feira). TZM - Tozé Martinho Produções
Este ano, a grande novidade são Dia 17 de Outubro, às 21h45
as comemorações do 25º aniversário
da Associação inseridas no “Outono Cândida Martins fala sobre as novidades do “Outono Polifónico” MIRANDELA
Polifónico”. O ponto alto está marca- Cinema
Cinema
do para o próximo dia 24, o dia em três coros da Associação, designada- o dia 21 de Novembro, com um es- Up-Altamente
que o Coral Brigantino comemora as mente o Infantil, Infanto-juvenil e o pectáculo em Coelhoso. Dias 16 e 17 de Outubro, às 21h30
bodas de prata. Sénior. A par da música, também vai Durante os meses de Outubro e
“Vamos ter o nosso 22º Encon- ser lançado um livro com a história Novembro vai estar, ainda, patente TORRE DE MONCORVO
tro Internacional de Coros com um do Coral Brigantino. ao público uma exposição com foto- Cinema
Cine-Teatro
grande espectáculo no Teatro Muni- As comemorações continuam no grafias e trajes do coro, no Mercado Hanna Montana: O Filme
cipal de Bragança (TMB)”, enaltece dia seguinte, com uma missa de acção Municipal de Bragança. Dias 15 e 17 de Outubro, às 21h30
a presidente da Associação, Cândida de graças na Igreja de Nossa Senhora Já as comemorações das bodas de Música
das Graças e um almoço de confrater- prata encerram no dia 19 de Dezem- Cine-Teatro
Martins.
Padre Victor
Este evento conta com gente jo- nização entre os coralistas que já pas- bro, com um espectáculo no TMB, Dia 16 de Outubro, às 21h30
vem a cantar, para demonstrar aos saram pela Associação bragançana. em que a Associação vai enaltecer Exposição
mais novos que a música coral é O “Outono Polifónico” prossegue as componentes menos conhecidas, Museu do Ferro
com um concerto agendado para o como é o caso do Grupo de Cantares Vestígios... Património Arqueológico e
transversal a todas as idades. Ao pal-
Arquitectónico da Região de Moncorvo
co vão subir o coro de Léon (Espa- dia 7 de Novembro, em Gondesende, “Pedra d `Ara” e do Grupo Etnográfi- Até dia 31 de Outubro
nha) e o coro da UTAD, bem como os e o encerramento está marcado para co “Viva Voz”.
VIMIOSO
Exposições
Casa da Cultura
Artesanato Local
Exposição permanente

“Palavras” em Moncorvo VILA REAL


Exposições
Museu do Som e da Imagem
Cinco décadas de televisores em Portugal
Padre Victor promove o seu acolhe o espectáculo de apresenta- melodias, como “Palavras” e “Mu- De 2 de Agosto a 31 de Outubro
ção do primeiro trabalho do padre dar de Lugar”, os seus primeiros
primeiro trabalho no Victor. singles.
Teatro de Vila Real
Sala de Exposições
Cineteatro moncorvense O álbum “Palavras” alia, assim, Editado no passado mês de Se- Douro Jazz 2008
Exposição de Fotografia
a música pop à missão religiosa do tembro, o padre Victor aborda, com de José Luís Santos
Nos próximos dias 16 e 17, o sacerdote que pretende transmitir sinceridade e frontalidade, temas Até dia 31 de Outubro
Cineteatro de Torre de Moncorvo a sua mensagem de paz através de associados a toda a humanidade. Biblioteca Municipal
Sete séculos de livros
Até dia 31 de Outubro
Música
Teatro de Vila Real - Café Concerto
M&M
Dia 13 de Outubro, às 23h00

Tertúlia socialista Adriana Miki e Paulo Barros


Dia 14 de Outubro, às 23h00
Jazz Harbour
Dia 15 de Outubro, às 23h00
Teatro de Vila Real
JS-Mirandela debate a à Câmara Municipal de Mirandela,
Frank Gambale
Júlia Rodrigues, o ex-vice – presi-
Implantação da República dente do Parlamento Europeu, Ma-
Dia 17 de Outubro, às 22h00

nuel dos Santos, e o secretário-geral


A Implantação da República Por- da JS, Duarte Cordeiro, foi recorda- de se apostar em eventos dirigidos à
tuguesa foi celebrada pela Juventude do o ano de 1910 e a maneira como juventude, como festivais, concertos e
Socialista (JS) de Mirandela com uma a Cidade do Tua viveu aquela data. actividades desportivas, entre outros.
PS e JS viajaram pelo passado
tertúlia, no passado 5 de Outubro. Júlia Rodrigues falou, ainda, do pa- Já Duarte Cordeiro destacou a inte-
Ao longo do evento, que reuniu pel importante dos jovens para Mi- dade. Além do emprego e inovação, gração de jovens e mulheres nas lis-
o presidente da JS mirandelense, randela e as suas propostas para a educação e formação dos mais novos, tas socialistas do concelho de Miran-
Ricardo Lino, a candidata socialista fixação de juventude naquela locali- a candidata sublinhou a necessidade dela.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 17


18 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE
ESPECIAL FEIRA DOS GORAZES 2009

Gorazes enchem Mogadouro


FRANCISCO PINTO grande procura por parte dos empre-
sários.
Este ano, tivemos de deixar de
136 expositores marcam fora 20 potenciais expositores”, la-
presença no tradicional mentou responsável do Departamen-
to de Feiras da Associação Comercial,
certame Industrial e Serviços de Mogadouro
(ACISM), João Pires.
Mogadouro recebe, até ao próxi- Anualmente, a Feira dos Gora-
mo domingo, mais uma tradicional zes recebe cerca de 25 mil visitantes,
Feira dos Gorazes. números que a ACISM tem em conta
Nesta edição, o certame conta para fazer “mais e melhor”.
com a presença de 136 expositores
oriundos de Portugal e Espanha, que
Recinto da Feira dos Gorazes
dão a conhecer produtos como má-
quinas agrícolas e industriais, vestu- será ampliado para receber
ário, artesanato, agricultura e pecuá- mais expositores
ria, entre muitos outros.
Orçada em cerca de 120 mil eu- Em curso está a elaboração de um
ros, a iniciativa integra, ainda, a Feira projecto que permitirá o alargamento Apresentação da Feira dos Gorazes 2009
Franca de Produtos da Terra e Feira do recinto e a construção de módulos
de Artesanato. destinados à restauração, já que um
A gastronomia ocupa um lugar de dos pontos fortes da Feira do Gorazes atrair um maior números de exposi- garante que haverá alterações na es-
destaque neste certame, com a parti- é a gastronomia. tores, de forma a alargar o leque de trutura do recinto já no próximo ano,
cipação de dois restaurantes prepara- Apesar da crise que se faz sentir ofertas”, afiançou o responsável. de modo a albergar mais expositores.
dos para servir pratos como a posta em alguns sectores da economia, os Este certame pode, assim, ser um O embelezamento do espaço será ou-
de vitela ou a famosa marrã (carne de responsáveis da ACISM mostram-se complemento à economia da região tra das novidades.
porco entremeada assada na brasa). optimistas em relação aos negócios a do Planalto Mirandês, sendo uma das “Em apenas três ou quatro anos,
“Apesar do espaço da feira ter realizar. formas de escoamento de alguns pro- o novo recinto esgotou as suas capa-
boas condições para a instalação dos “Quem vem à Feira dos Gorazes dutos de origem agrícola e pecuária. cidades, o que demonstra a força e a
mais diversos expositores, começa vem para fazer negócio e, por isso, há O presidente da Câmara Munici- projecção do certame”, sublinhou o
a ser pequeno, uma vez que há uma que investir num espaço que consiga pal de Mogadouro, Moraes Machado, autarca.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 19


INFORMAÇÃO COMERCIAL

Aveleda é «International
Winery of the Year»
A prestigiada revista norte- te wine vintage” e pontuado com 90 bem como pelo destaque prestado às mais vezes ga-
valores, o Quinta da Aveleda foi um técnicas de viticultura e enologia uti- lardoado com
americana Wine & Spirits dos vinhos mais destacados pela re- lizadas na Aveleda”. esta distinção
distinguiu a Quinta da Ave- vista Wine & Spirits ao longo dos úl- O trabalho desenvolvido pela internacional,
timos doze meses. Este vinho tinha equipa de viticultura e enologia da alia tradição e
leda já integrado a restrita lista das «Top Aveleda foi realçado pelo prestigia- inovação com
Brand Values of the Year» (na qual fi- do crítico de vinhos Joshua Green o objectivo de
A atribuição desta importante guram apenas dois vinhos portugue- nesta última edição da revista Wine continuar a
distinção contemplou apenas 65 em- ses) em virtude da sua consistente e & Spirits. Pode ler-se no seu artigo competir com
presas de todo o mundo (de entre as reconhecida relação preço-qualidade: “They produce the most affordable sucesso nos
quais cinco são portuguesas), cujos http://www.wineandspiritsmagazi- great wine in the world», opinião já mercados na-
vinhos melhor se comportaram em ne.com/pages/values/0609VBrands expressa durante o programa “Wine cional e inter-
prova cega e que foram, por isso, De acordo com o enólogo Manuel Library TV”: http://tv.winelibrary. nacional sob o
mais vezes recomendados pelo painel Soares “temos muito orgulho nesta com/2009/09/23/wine-spirits-top- lema Our Wine,
de especialistas da revista. distinção pelo reconhecimento atri- 100-part-1-episode-741/ Our Love, Our
Apresentado como “a terrific whi- buído à qualidade dos nossos vinhos A Aveleda, produtor português Life.

OPINIÃO

e um estimulo para o alargar de ho-

Turismo idiomático
rizontes.
Sendo o Nordeste Transmontano
rico em Património cultural, históri-
co e edificado, chegou a hora de fazer
algo de forma a alterar o estado real
novo conceito de turismo, o TURIS- das coisas, sob pena de ficarmos defi-
MO IDIOMÁTICO. nitivamente perdidos no espaço e no
Carlos Afonso São ministrados no interior das tempo.
casas de turismo
rural e durante o
Há dias realizei um passeio pelo período de estadia
Parque Natural de Montesinho na dos turistas, cursos
companhia de alguns familiares, com de espanhol ou até
o intuito de reviver momentos e sen- mesmo inglês, para
sações ali vividas aquando do meu es- particulares ou em-
tágio de curso ali realizado há 14 anos presas, tudo com o
atrás. Volvidos que estão tantos anos, apoio do Gover-
foi com enorme tristeza e nostalgia, no espanhol. Com
que assisti à degradação, abandono e este novo concei-
completo esquecimento, de algumas to, assiste-se a um
das “Casas Abrigo” ali existentes e desenvolvimento
com a gestão atribuída ao Parque Na- Junta de Turismo da Extremadura cultural enorme,
tural de Montesinho. e da Universidade de Cáceres e na bem como, a uma
Isto para não falar das casas an- presença de empresários locais, a divulgação da lín-
teriormente destinadas a servir de evidente preocupação de preservação gua, da cultura, do
abrigo aos guardas florestais… do património através de projectos património e da
Foi uma visão triste, um patrimó- financiados pelo Governo espanhol e gastronomia.
nio riquíssimo em verdadeiro estado com a participação de fundos comu- O maior be-
de decomposição. nitários. neficiado de tudo
Quando se fala em criar rique- Assisti a uma enorme sensibiliza- isto é o turista, que
za, gerar recursos que permitam a ção, sentida por parte das entidades adquire um co-
fixação das populações, bem como a competentes para a preservação e nhecimento mais
Auto-Subsistência das instituições e reedificação dos monumentos, bem profundo sobre o
agora que vivemos em verdadeiro pe- como das casas típicas ai existentes e local que visita, ao
ríodo eleitoral, eu pergunto. que outrora permitiu o glorioso pas- mesmo tempo que
Que politicas têm sido seguidas sado e ajudou a escrever a riquíssima enriquece os seus
no Nordeste Transmontano para que história daquele povo. O pior que conhecimentos,
tal situação não aconteça? pode acontecer a um povo, é este per- isto para não falar
Em verdadeiro contra ciclo, en- der a sua identidade. nos proprietários
contram-se nuestros hermanos, no Mas, como se a excelente preser- dos imóveis que
passado mês de Setembro, pude as- vação e conservação do património vêem neste tipo de
sistir in loco, num percurso realiza- não basta-se, agora, utilizam o mes- conceito, um au-
do pela Extremadura, a convite da mo património para levar a cabo um mento das receitas

20 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Tierra, Giente i Lhéngua

FALAR YE BIBIR,
campannha pula fala de la lhéngua mirandesa
Apuis de l testo que eiqui publique- se bai passando. A todo nós se derige l anátema que Amadeu Ferreira
mos ne l númaro antes deste, ampeça-se Yá hai muito mais de cien anhos (an stá ne l mesmo poema i nun queremos
eiqui ua campanha para abibar i zambol- 1884) que José Leite de Vasconcelos que caia anriba de nós, quando diç:
ber la fala de la lhéngua mirandesa, cha- screbiu ne l sou lhibrico Flores Mirande- Zgraciado daquel, q’abandonando
mada FALAR YE BIBIR. sas: La pátria an que naciu, la casa i l hu- Deiqui apelamos a que aparéçan ei-
Essa camapanha será alhargada a Mostre-se i fale-se essa lhéngua, fi- orto, niciatibas por todos ls lhados. Esta ye ua
outros sítios i eiqui eiran sendo feitas lha Tamien se squece de la fala! Quando campanha que nunca se puode morrer i l
perpuostas i apersentados teçtemunhos i Dun pobo que ten neilha l choto i l L furdes ber, talbeç que steia muor- lema FALAR YE BIBIR nunca se puode
tamien eiremos deando cuonta de l que canto! to! squecer.

Bamos a falar mirandés


Bamos a falar mirandés porque ye florir, ten que star al lhado nesta purma- tura, i las pessonas mais motibadas pa la
ourgente, puis la fala ye cada beç menos bera de la scrita. Na scrita, las pessonas queston ténen que ampurrar las cousas, Faustino Antão
ousada cumo eilemiento de quemuni- botórun manos de l que tenien, Cum- puxá-las cumo se fusse d’arreata. Assi
caçon, i la lhéngua nun queda cumpleta bençon, recuolha de bocabulairo, cursos cumo pormobírun cursos d’ansino, adon- mien eiqui puode i debe ser aporbeitada,
solo cula scrita. Puode dezir-se, sien dú- d’ansino, palhestras, lheituras, anternete, de nun solo se daprendie a poner lhetras puis ye un meio mui querido por muitos
bedas, que todo l património lhenguísti- traduçones. Cula fala tamien hai que bo- uas apuis outras, tamien se fazien lhei- que queremos que séian falantes.
co stá an peligro se nun se dir la buolta tar manos de l que tenemos. turas i se falaba, tamien nestes assuntos Isto de la fala stá loinge de quedar-
al stado de las cousas, tornando a la fala Tenemos pessonas que fálan, i son se puoden i dében cuntinar a pormober. mos assossegados. Al alrobés, debe ser
cun cumbicçon. Podemos fazer ua buona muitas, muitas mais que scríben. A miu Quien sabe se cursos para melhorar la rezon de muita preocupaçon para todos
caminada na scrita, mas nun fur sustenta- ber, l que fai falta ye ua cuncéncia de l scrita, que bien percisa puis inda muita nós. Ten que haber un sfuorço cunjunto
da, amparada, acumpanhada, acunchega- peligro que cuorre este património, fai giente nun l fai segundo la Cumbencon de todos ls que fálan.
da, de manos dadas cula fala, l feturo ye falta ganhar las pessonas i motibá-las a Ourtografica Mirandesa i sues Adendas i
ancierto i puode quedar pul camino. falar, ajudá-las a perder l acanhamiento las lheituras i fala séren grabadas i apuis
Son grandes las chancadas que la de falar, a ganhar baidade an falar miran- publicadas n’anternete... Alguns de ls
scrita an mirandés dou ne ls redadeiros dés i esso fai-se falando uns culs outros, trabalhos (crónicas, testos d’oupenion, Reglas de scrita
anhos apuis la sue oufecializaçon, ber- passando la mensaige nas fiestas, cumbí- cuontas) que bénen na Fuolha Mirande-
dade se diga fruito de muito sfuorço i bios, quando stamos culs cunterráneos, sa, habien de tener boç i salir an bídeo. LA FUOLHA MIERANDESA faç
trabalho de alguas pessonas, que bien ne ls ajuntoros, an casa cula família, ne l L blogue “frolesmirandesas” cumo parte antegrante de l Jornal Nordeste i
cedo tomórun cuncéncia de l muito que café, ne ls jogos populares an todo l lha- ye an mirandés, que a miu ber se rebelou respeita l sou statuto eiditorial.
habie que fazer. La sue oufecializaçon fui do. i se rebela ua berdadeira jinela al mundo, Neilha solo se publícan testos que
sien dúbeda un marco i l trabalho apuis Cuido que estas son buonas ouportu- cun culidade, bien feito, adonde tantas séian screbidos an mirandés, cunsante la
zambolbido un trabon ne l arrebalar de nidades que nun se dében perder, son ca- scritoras i scritores aparcírun, cuido que Cumbençon Ourtográfica de la Lhéngua
la lhéngua pa l afundamiento. Quaije se chicos d’ouro pa la fala, se las pessonas serie buono fazer un sítio armano pa la Mirandesa i las sues Adendas.
podie dezir que la fala percisaba dua ou- ls aporbeitáren. Son cachicos que dan fala. Quien screbir an sendinés, cunsante
fecializaçon, porque se la scrita fui capaç buonas upas al falar que tanto percisa. An pequeinhos bídeos, çque seia un la 1ª Adenda, ten que andicar esso al fin
de l testo, querendo dezir que nun se usa
de dar la buolta la fala inda nun fui. Mas tamien nun chega deixar l tiempo trabalho feito cun seriedade i tenendo
lh- an ampeço de palabra.
Agora, quando digo que ye ourgen- correr a jeito i que faga todo. Nun pode- solo cumo oujetibo ajudar a ganhar l gus-
te tornar a la fala, tamien l digo porque mos quedar sperando que estes eibentos to pula fala, quedar cun treino i familia- Cordenador - Amadeu Ferreira
eilha ten que bibir todo este oupir, este aparéçan, tamien las associaçones de cul- rizaçon de l bocabulairo. L’anternete ta- - amadeuf@gmail.com

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 21


LA FUOLHA MIRANDESA

La fala ye la bida dua lhéngua


La fala ye la bida dua lhéngua. Se dialeto cumo muitos antendidos querien nuossa mano.
nós nun la falamos nun le damos bida. Se fazer crer. Senhores de fuora, cumo fui l A mi parece-me que nun ye assi tan
nun le damos bida, eilha nun la ten i ten causo de José Leite de Vasconselos, pe- custoso. I muito menos ye bergonha de
que se morrer. Ye assi que le stá a passar górun neilha i la studórun, que juntamen- falar la lhéngua que mos ansinórun nuos-
a la lhéngua mirandesa. La lhéngua que te cun outros deiqui mos deixórun scri- sos pais. Eilhes teneran proua de nós. Se
you ardei de mius pais, que por sue beç tos i decumientos arrecadados por ende calha mais qu’assi que dében star a dar
José António
yá la tenien ardado de mius abós i estes adonde ls nuossos eilustres ambestiga- buoltas alhá ambaixo adonde ls metimos Esteves
de mius bisabós i yá benie de muito mais dores ancuntrórun adonde se agarrar i la de bergonha de nós por nun sermos ca-
atrás. Cumo podeis ber l que eilha yá ye studar i saca-la até acá riba tal qual cumo pazes de aguantar la maior riqueza que
de belhica! Mas aguantou-se até als dies hoije la tenemos. Inda nun ye muito mas qu’eilhes mos deixórun. 
de hoije. Porquei?  yá ye algue cousa. Agora pregunto you: Por isso, bamos alhá a falar l miran- ua mano cun ganas i sien bergonha. Di-
Porque siempre la falórun. Nunca será que assi chega para eilha nun se mu- dés an casa culs filhos i nietos, nas scuo- reis bós, para quei se yá tenemos l Pertu-
deixórun de la falar miesmo quando nai- orrer? Ye ende adonde you querie chegar. las, ne ls cafés, ne l trabalho, quando ba- és? You digo-bos que hai çpacho pa las
de ls antendie a nun ser porqui por tierras Penso que nó. Se nun la falarmos nun se mos al doutor, ó al dentista ó a la cámara dues i depuis esta ye la nuossa de todos
de Miranda. Falórun-la i mos la ansinó- bai a ningun lhado.  a tratar de papeles, ó a las finanças, al re- ls mirandeses i de todos ls que la quejíren
run a nós a falar. Nun mos la ansinórun Cumo yá dixe antes la fala ye la bida gistro cebil, al notário, an todo quanto ye daprender. Que juntamente culas lhén-
a screbir porque eilhes tamien nun la sa- dua lhéngua. Se ls nuossos antrepassados sítio. Pus agora que yá ua buona manada guas armanas, cumo l lhionés i outras
bien screbir. Senó, seguro que lo tenerien nun la tubíssen falado yá muitá qu’eilha deilhes la sabe screbir, ban seguramente que hai bien aparecidas cun esta nuossa,
feito. Mas fúrun capazes de la aguantar se tenerie muorto. Agora digo you, se a ansinar ls outros qu’inda nun l sáben inda habemos de ber esta nuossa lhéngua
cun bida todos estes anhos, miesmo cun sabemos  qu’assi ye, porquei deixá-la screbir. I you sei que ls hai cun muitas mirandesa bien biba para muita proua de
poucos recursos nunca la deixórun mor- muoré-se? Mirai que la muorte ye mui ganas de daprender. Mas tamien bos digo todos ls mirandeses. Por isso, toca a falá-
rer. Nien sequier se amantaba na muorte triste. Nun mos custa assi tanto falá-le que ye muito, muito amportante cuntiná- la inda que seia an mimória de ls nuossos
de la lhéngua mirandesa. als nuossos ninos an mirandés i splicále la a falar als nuossos filhos i nietos.  antrepassados i proua de todos nós.
Quando alguns studiosos las rezones i las bantaiges que l mirandés Ye a falá-la que le damos bida. Se Bamos palantre, que palantre ye que
s’antressórun por eilha ye que benírun a ten. Se cada un de nós mos sforçarmos un nun quereis qu’eilha se muorra, i seguro ye l camino.
saber que se trataba dua lhéngua i nó dun cachico eilha bai a subrebibir. Stá todo na que nun quereis.  Anton bamos a botá-le I biba la lhéngua mirandesa!

Dar las manos i ounir l que stá debedido: Miranda,


Bumioso i Bergáncia pula sue ardança stur-lhionesa
Cun muita rezon se ten dezido que ls mioso i de Bergáncia para la defénsia i i culturales.
sfuorços pul mirandés ándan debedidos i zambolbimiento de las spressones lhen- Esses acordos habien de cuntar cul
esso quier dezir que tamien son mais fra- guísticas i culturales stur-lhionesas an apoio i la colaboraçon de las bárias ans-
cos. Tenendo esso an cuonta falemos ei- Pertual. tituiçones de ansino de las nuossas tier-
qui nua anstituiçon central de la lhéngua Cumo ye sabido, fala-se mirandés ras, an special l Anstituto Politécnico de
i la cultura mirandesas, seia qual fur l sou an todas las tierras de l cunceilho de Mi- Bergança que mos parece que ten stado
nome. Hoije queremos abançar cun mais randa, menos an dues, i fala-se an trés buolto de cuostas para esta rialidade i
ua perpuosta que bai ne l mesmo sentido aldés de l cunceilho de Bumioso. Mas para esta riqueza.
de ounir sfuorços, de dar las manos a fa- tamien ye sabido que ne l cunceilho de Esta eideia que eiqui lhançamos i
bor de la lhéngua i la cultura mirandesas Bergáncia, na region de la Lhumbada, que gustariemos de cuncretizar an próxi-
i, de modo mais lhargo, stur-lhionesa. hai aldés adonde se falou até hai pouco mos númaros, nun ye fácele de lhebar a
Desta beç falamos na necidade dun tiempo (inda se fala an algue?) ua fala la prática, até porque algues de las anti-
acordo que seia celebrado antre las Cá- stur-lhionesa i que habie que mantener, dades que habien de anterbenir nun quie-
maras de Miranda de l Douro i de Bu- assi cumo las sues spressones culturales. ren saber destas cousas para nada. Por
mioso para defénsia i zambolbimiento Se inda furmos a tiempo, essa ye ua ri- esso hai que bencir eigoismos i ambei-
de la lhéngua mirandesa an todos ls sous queza mui grande que poderie premitir jas i, subretodo, ganas de nun fazer nada atores cun eilha. A eilha tornaremos se
domínios. Mas poderie inda ir-se mais ua programaçon mais lharga i ampregar para balorizar las riquezas que tenemos cundiçones houbir.
loinge i celebrar-se un acuordo antre las mais meios i mais pessonas na lhuita pula andrento la nuossa casa. Assi i todo, hai
Cámaras de Miranda de l Douro, de Bu- defénsia dessas spressones lhenguísticas lhuitar por eilha i cunfruntar ls possibles Amadeu Ferreira

22 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


SAÚDE

Livre-se das dores nas articulações


se dor e desconforto. Existe envolvidos na manutenção e Um “bloco de constru-
uma forma de evitar que isto reparação da cartilagem ar- ção” biológico
aconteça, ou pelo menos de ticular, permitindo a recons-
limitar os danos. Investiga- trução do tecido danificado. A função principal da gluco-
dores conseguiram extrair do samina no organismo é par-
marisco algumas substâncias Pode substituir o tra- ticipar no fabrico de gluco-
capazes de, segundo estudos tamento convencional saminoglicanos (GAGs) que
clínicos, prevenirem a perda mantêm o funcionamento
progressiva de cartilagem e A terapêutica utilizada na saudável do tecido articular.
até reparar uma parte da car- osteoartrose passa normal- Também conhecidos como
tilagem já danificada. mente por analgésicos ou mucopolissacáridos, os GAGs
Até recentemente, o sulfato ibuprofeno, além de outros são cadeias complexas de car-
Dr.ª Inês Veiga* de glucosamina, nome pelo anti-inflamatórios não este- boidratos que formam a estru-
qual o extracto de marisco é róides (AINE), sendo a ci- tura da cartilagem, tendões e Sulfato de condroitina
conhecido, era desconhecido rurgia de substituição por liquido sinovial. Promovem a para mais benefícios

À
medida que pelo público. Hoje, a maioria prótese articular a última op- saúde das articulações e são
envelhece- das pessoas com osteoartro- ção. No entanto, a descober- essenciais para a sua repara- Outra substâncias natural é
mos, a car- se (nome clínico da doença ta do sulfato de glucosamina ção e regeneração. Uma vez o sulfato de condroitina. Ti-
tilagem das degenerativa que afecta as oferece aos reumatologistas que a glucosamina é o bloco picamente extraída da carti-
articulações articulações) estão familiari- e outros médicos uma nova de construção dos GAGs, a lagem de tubarão ou bovina,
começa lentamente a degra- zadas com os benefícios desta alternativa que tem os mes- sua presença é essencial na a condroitina também par-
dar, causando dor e dificul- substância que se encontra mos benefícios dos fármacos manutenção de uma cartila- ticipa na construção da car-
tando os movimentos. Inves- disponível em farmácias. Não sintéticos mas sem efeitos se- gem saudável. tilagem pois é necessária na
tigadores descobriram que reduz apenas a dor mas esti- cundários. síntese de GAGs, que formam
existe uma forma de reverter mula os processos biológicos Os estudos com sulfato de Sem sulfato não há o tecido conectivo e a cartila-
este processo, estimulando glucosamina (e já existem efeito gem articular. Estudos mos-
os processos biológicos res- bastantes neste momento) tram que os efeitos do sulfato
ponsáveis pela reparação da documentam que a sua ca- A glucosamina encontra-se de condroitina são sentidos
cartilagem. pacidade de reduzir a dor ar- comercialmente disponível ao fim de 8 a 16 semanas.
ticular é tão, e por vezes até sob 3 formas: cloridrato de Quando tomado em combi-
Uma parte do processo de mais, eficaz quanto os AINE. glucosamina (HCl), sulfato nação com o sulfato de glu-
envelhecimento envolve a de- Estes estudos documentam de glucosamina e N-acetilglu- cosamina, é possível observar
terioração sistemática do re- também a capacidade de me- cosamina. A única forma que mais benefícios.
vestimento cartilagíneo que lhorar a mobilidade articular demonstrou ter efeitos fiáveis A combinação de sulfato de
protege as articulações e evi- ao fim de 8 a 12 semanas de foi o sulfato de glucosamina. glucosamina e sulfato de con-
ta que os ossos friccionem um tratamento. Adicionalmente, A explicação é a seguinte: droitina encontra-se disponí-
contra o outro. é o único tratamento capaz a glucosamina necessita do vel em farmácias.
Quando a erosão do tecido de travar a progressão da os- grupo sulfato (que contém
cartilagíneo começa, instala- teoartrose. enxofre) para funcionar. * Farmacêutica

CORREIO DO LEITOR

Surpresa!...
Surpresa!!?... qual onda plásmica de luz, que meus sentidos Vem ser, Tu, inteiro e longo poema… em mim rimado verso!!...
Tocou todos tão intensos!... e me lançando no espaço Pedaço de vida, sol nascente, lua cheia em noites tormentosas!...
Como à procura daquele todo tempo infinito, do teu abraço, És sonho só no ventre!!... no pensamento és pureza, és verdade!!...
Do teu corpo, onde ecoando ainda que surdos os gemidos!...
Deixa que te envolva numa lágrima, cristalina de universo!...
Prolongaste-me naqueles rubros lábios de ígneo desejo, Passeia-te livre na minha alma… qual perfume de rosas!!....
Naqueles olhos ternos, abertos para o infinito imenso!... Não, não sei quem és?!!!... mas já te sinto Saudade!!!...
Fizeste-me eternidade num só oásis, me fazendo tenso,
Incendiado, me absorvendo inteiro, adormecido no teu beijo!...
JoséAgostinhoFins
(fins.707@gmail.com)

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 23


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Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 677 de 13 VERBA OITO - Prédio rústico, composto de trigo, com a área de
de Outubro de 2009 noventa metros quadrados, sito no lugar de Travessa, da freguesia de
Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com Caminho, de
nascente com Álvaro Augusto Pereira, de sul com Fernando Alves e
de poente com Aníbal António Teles, não descrito na Conservatória do
Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome
do justificante marido, sob o artigo 2355, sendo de 0,90 euros o seu
valor patrimonial, a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS.
VERBA NOVE - Prédio rústico, composto de centeio, com a área de
seis mil trezentos e oitenta metros quadrados, sito no lugar de Tojo,
da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO António Manuel Reis, de nascente com Fernando Alves, de sul e de
poente com António Manuel Reis, não descrito na Conservatória do
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es- Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome
critura lavrada neste Cartório, no dia de hoje, de folhas cento e quatro do justificante marido, sob o artigo 2469, sendo de 11,06 euros o seu
a folhas cento e oito verso, do livro de notas para escrituras diversas valor patrimonial, a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS.
número, Cinquenta e Cinco - A, JOÃO VASCO PEREIRA e mulher VERBA DEZ - Prédio rústico, composto de pastagem com três Casta-
MARIA CÂNDIDA SILVA PEREIRA, casados sob o regime da co- nheiros, com a área de dois mil quinhentos e vinte metros quadrados,
munhão geral, ele natural da freguesia de Edral e ela da freguesia de sito no lugar de Mosqueiro, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais,
Quirás, ambas do concelho de Vinhais, residentes no lugar de Cisterna a confrontar de norte com Caminho, de nascente com Domingas Fer-
de Lomba, freguesia de Quirás, concelho de Vinhais, fizeram as decla- nandes, de sul com Fernando Alves e de poente com António dos Reis,
rações constantes da certidão anexa, que com esta se compõe de sete não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas ins-
laudas e vai conforme o original. crito na respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo
Paços de Ferreira e Cartório Notarial, dois de Outubro de dois mil e 2136, sendo de 4,47 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o
nove valor de CINQUENTA EUROS.
Notária, VERBA ONZE - Prédio rústico, composto de vinha, com a área de
Lic Sónia de Jesus Pires Fernandes mil e trezentos metros quadrados, sito no lugar de Vale, da freguesia
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com Caminho,
seguintes bens imóveis: de nascente com António Manuel dos Reis, de sul com António Ma-
VERBA UM - Prédio rústico, denominado “Poulo”, composto de pas- nuel dos Reis e de poente com Aníbal António Teles P., não descrito na
tagem com seis castanheiros, com a área de mil duzentos e cinquenta Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na respectiva
metros quadrados, sito no lugar de Poulo, da freguesia de Edral, con- matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2289, sendo de
celho de Vinhais, a confrontar de norte com António Manuel Reis, de 12,29 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de CIN-
nascente com Estrada, de sul com João Anastácio Martins e de poente QUENTA EUROS.
com Viriato de Sá, não descrito na Conservatória do Registo Predial VERBA DOZE - Prédio rústico, composto de pastagem com dois Cas-
de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome do justificante tanheiros, com a área de dois mil e duzentos metros quadrados, sito
marido, sob o artigo 2006, sendo de 7,26 euros o seu valor patrimo- no lugar de Ameirinho, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a
nial, a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS. VERBA DOIS confrontar de norte com Limite Vilar Seco, de nascente com Caminho,
- Prédio rústico, composto de pinhal e pastagem, com a área de três mil de sul com Caminho e de poente com Maximino Santos G., não des-
duzentos e quarenta metros quadrados, sito no lugar de Amieirinha, crito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na
da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2080,
Ribeiro, de nascente com Aníbal A. Teles P., de sul com Maximino sendo de 36,99 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de
5. Gomes e de poente com Octávio Augusto Gomes, não descrito na CINQUENTA EUROS.
Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na respectiva VERBA TREZE - Prédio rústico, composto de pastagem, com a área
matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2056, sendo de de quatro mil quatrocentos e cinquenta metros quadrados, sito no lugar
3,80 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de CIN- de Fontelas, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de
QUENTA EUROS. norte com Junta de Freguesia, de nascente com Aníbal António Teles
VERBA TRÊS - Prédio rústico, composto de pinhal e pastagem, com Pereira, de sul com Dinis Augusto e de poente com Limite Vilar de
a área de nove mil e oitocentos metros quadrados, sito no lugar de Lomba, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais,
Amieirinha, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar mas inscrito na respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob
de norte com Limite Vilar Seco, de nascente com Aníbal António Te- o artigo 1946, sendo de 2,02 euros o seu valor patrimonial, a que atri-
les, de sul com Ribeiro e de poente com Octávio Augusto G., não des- buem o valor de CINQUENTA EUROS.
crito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na VERBA CATORZE - Prédio rústico, composto de centeio, com a área
respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2060, de três mil metros quadrados, sito no lugar de Partilha, da freguesia de
sendo de 5,81 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com Viriato de Sá, de
CINQUENTA EUROS. nascente com Dinis Augusto, de sul com Junta de Freguesia e de poente
VERBA QUATRO - Prédio rústico, composto de pastagem com um com Fernando Alves, não descrito na Conservatória do Registo Predial
castanheiro, com a área de duzentos e vinte metros quadrados, sito no de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome do justificante
lugar de Bodiegos, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a con- marido, sob o artigo 1998, sendo de 2,91 euros o seu valor patrimonial,
frontar de norte com Domingos Fernandes, de nascente com António a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS.
M. dos Reis, de sul com Domingos Fernandes e de poente com Do- VERBA QUINZE - Prédio rústico, composto de centeio, com a área de
mingos Fernandes, não descrito na Conservatória do Registo Predial quatro mil e trezentos metros quadrados, sito no lugar de Carrazedo,
de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome do justificante da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com
marido, sob o artigo 2070, sendo de 6,82 euros o seu valor patrimonial, Servidão Particular, de nascente com Estrada, de sul com Manuel dos
a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS. Santos e de poente com Juca Gomes, não descrito na Conservatória do
VERBA CINCO - Prédio rústico, composto de pastagem, com a área de Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome
oitocentos e vinte metros quadrados, sito no lugar de Vale dos Palhei- do justificante marido, sob o artigo 3739, sendo de 9,16 euros o seu
ros, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte valor patrimonial, a que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS.
com João Anastácio Martins, de nascente com Mazília dos Anjos, de Que não são detentores de qualquer título formal que legitime o domí-
sul com Caminho e de poente com Aníbal António Teles P., não des- nio dos referidos prédios. Que entraram na posse dos referidos prédios,
crito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na ainda no estado de solteiros, por doação que lhes foi feita por António
respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2359, André Pereira e mulher Lídia Laura Pires, residentes que foram na fre-
sendo de 0,56 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor guesia de Quirás, concelho de Vinhais, em data que não podem preci-
de CINQUENTA EUROS. VERBA SEIS - Prédio rústico, composto sar mas sabem ter sido no ano de mil novecentos e sessenta e quatro,
de centeio, com a área de novecentos e quarenta metros quadrados, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita
sito no lugar de Tentai, da freguesia de Edral, concelho de Vinhais, a o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, desde
confrontar de norte com João Anastácio Martins, de nascente com Fer- logo entraram na posse e fruição dos identificados prédios, em nome
nando Alves, de sul com Adelino Nascimento e de poente com António próprio, posse que assim detêm há mais de vinte anos, sem interrupção
Manuel dos Reis, não descrito na Conservatória do Registo Predial de ou ocultação de quem quer que seja. Que essa posse foi adquirida e
Vinhais, mas inscrito na respectiva matriz, em nome do justificante ma- mantida sem violência e sem oposição, ostensivamente, com conheci-
rido, sob o artigo 2408, sendo de 0,90 euros o seu valor patrimonial, a mento de toda a gente em nome próprio e com aproveitamento de todas
que atribuem o valor de CINQUENTA EUROS. as utilidades dos prédios, adubando-os, amanhando-os, cultivando-os
VERBA SETE - Prédio rústico, composto de horta, centeio, lameiro, e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente
pastagem com doze castanheiros, com a área de trinta e três mil duzen- ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os
tos e oitenta metros quadrados, sito no lugar de Travessa, da freguesia imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os
de Edral, concelho de Vinhais, a confrontar de norte com Servidão respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições
Particular e Outros, de nascente com Caminho e Outros, de sul com e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira disponibilidade.
Mazília dos Anjos e de poente com Aníbal A. Teles Pereira, não des- Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, condu-
crito na Conservatória do Registo Predial de Vinhais, mas inscrito na ziu à aquisição dos imóveis por usucapião, que invocam, justificando
respectiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 2343, o direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma
sendo de 140,45 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título formal
de DUZENTOS EUROS. extrajudicial.

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 677 de 13 Número três: Prédio rústico, composto de quintal, sito no lugar de
de Outubro de 2009 Escorripa, freguesia de Urros, concelho de Torre de Moncorvo, com
CARTÓRIO NOTARIAL DE CAMINHA a área de vinte e oito metros quadrados, que confronta do norte com
Maria Jacinta Muxagata, do sul e poente com caminho público e do
Branca Catarina de Abreu Pereira Cardoso nascente com Américo Augusto Gonçalves, não descrito na Conser-
Pinto Figueira Henriques vatória do Registo Predial de Torre de Moncorvo e inscrito na respec-
NOTÁRIA tiva matriz, sob o artigo 1781, em nome de José Joaquim Canastra,
desconhecendo o artigo da anterior matriz, o que declaram sob sua
EXTRACTO inteira responsabilidade, com o valor patrimonial de 0,75 euros, ao
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia seis de Outubro de qual atribuem igual valor;
dois mil e nove, lavrada de folhas oito a folhas dez, do Livro de Notas Que, a soma dos valores patrimoniais dos indicados prédios é de qua-
para Escrituras Diversas número Trinta e Seis - E, do Cartório Notarial trocentos e quarenta e três euros e trinta e sete cêntimos, igual ao valor
de Caminha, foi outorgada uma escritura de JUSTIFICAÇÃO na qual atribuído.
ANTÓNIO SÉRGIO GOIOS MINA, NIF 143848410 casado com Ana Que os referidos prédios, foram adquiridos pelo justificante marido,
Paula Lucas Fernandes, sob o regime da comunhão de adquiridos, na- ainda no estado de solteiro, maior, no ano de mil novecentos e oitenta
tural da freguesia de Viana do Castelo (Santa Maria Maior), concelho e sete, em dia e mês que não consegue precisar, por doações verbais
de Viana do Castelo, residente na Rua da Liberdade, número 1392, não formalizadas, feitas, respectivamente, por Maria Jacinta Muxaga-
freguesia de Lanhelas, concelho de Caminha, declarou: ta, Horácio Alberto Trigo e José Joaquim Canastra, todos solteiros,
Que, é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, dos se- maiores, residentes que foram na indicada freguesia de Urros, sem que
guintes bens imóveis: no entanto ficasse a dispor de título formal que lhe permita o respecti-
Número um: Prédio urbano, composto de casa térrea destinada a pa- vo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo entrou
lheiro, sito no lugar de Escorripa, freguesia de Urros, concelho de Tor- na posse e fruição do referido bem, em nome próprio, posse que assim
re de Moncorvo, com a superfície coberta de trinta metros quadrados, detém há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem
que confronta do norte com José Maria Neto, do sul com caminho quer que seja.
público, do nascente com António Joaquim Alves, e do poente com Que a posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição,
Manuel Joaquim Veríssimo, não descrito na Conservatória do Registo ostensivamente, com conhecimento de toda a gente, em nome próprio
Predial de Torre de Moncorvo e inscrito na respectiva matriz, sob o e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, quanto aos
artigo 383, em nome de Maria Jacinta Muxagata, desconhecendo o urbanos, guardando palha, e quanto ao rústico, cultivando-o, colhen-
artigo da anterior matriz, o que declaram sob sua inteira responsa- do os respectivos frutos e agindo sempre de forma correspondente ao
bilidade, com o valor patrimonial de 221,31 euros, ao qual atribuem exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os imó-
igual valor; veis quer suportando os respectivos encargos.
Número dois: Prédio urbano, composto de casa de rés do chão, des- Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, desde
tinada a palheiro, sito na Rua do Arrabalde, freguesia de Urros, con- o ano de mil novecentos e oitenta e sete, conduziu à aquisição dos
celho de Torre de Moncorvo, com a superfície coberta de trinta me- referidos prédios, por usucapião, que invoca, justificando o seu di-
tros quadrados, que confronta do norte com Rua, do sul com Manuel reito de propriedade para efeito de registo, dado que esta forma de
Adérito Damas, do nascente com José Ponte e do poente com Maria aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título formal
Jacinta Muxagata, não descrito na Conservatória do Registo Predial extrajudicial.
de Torre de Moncorvo e inscrito na respectiva matriz, sob o artigo Está conforme com o original, na parte transcrita.
519, em nome de Horácio Alberto Trigo, desconhecendo o artigo da Cartório Notarial de Caminha, seis de Outubro de dois mil e nove.
anterior matriz, o que declaram sob sua inteira responsabilidade, com A Notária,
o valor patrimonial de 221,31 euros, ao qual atribuem igual valor; Branca Pinto

24 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


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Jornal Nordeste –Semanário Regional de Informação Nº 677 de


13 de Outubro de 2009

TRIBUNAL JUDICIAL DE BRAGANÇA


2° Juízo

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2ª e última Publicação

Processo: 1195/04.OTBBGC
Execução Comum
(custas/multa/Coima)
N/Referência: 1347526
Data: 08-09-2009

Exequente: Ministério Público


Executado: Paulo Jorge Cristino Garrido

Agente de Execução (0.J.): Maria do Carmo, Endereço: Tribunal


Judicial da Comarca de Bragança, Praça Cavaleiro de Ferreira,
5301-860 Bragança
Nos termos do disposto no artigo 890 do Código de Processo Civil,
anuncia-se a venda dos bens adiante indicado, para o próximo dia
26-10-2009 pelas 14:00 horas, neste Tribunal
Bens em venda:
TIPO DE BEM: Imóvel
DESCRIÇÃO: Parcela de terreno para construção urbana, Lote n° 8
com a área de 930 ml, sito no Loteamento Municipal Industrial de
Vimioso, Lugar de Redondelha da freguesia de Vimioso.
PENHORADO EM: 15-11-2005 00:00:00
INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
EXECUTADO: Paulo Jorge Cristino Garrido. Documentos de
identificação: BI - 10840419. Endereço: Av. da Dinastia Lote 89
- 4° Dt°, Bragança, 5300-000 Bragança MODALIDADE DA VEN-
DA: Venda mediante proposta em carta fechada VALOR BASE DA
VENDA: € 55.000,00
A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário
Está pendente oposição à execução
Está pendente oposição à penhora
Nota: No caso de venda mediante proposta em carta fechada, os
proponentes devem juntar à sua proposta, como caução, um cheque
visado, à da secretaria, no montante correspondente a 20% do valor
base dos bens ou garantia bancária no mesmo valor (n° 1 ao Art°
897° do CPC).
O Agente de Execução,
(Assinatura ilegível)

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 677 de


13 de Outubro de 2009
CARTÓRIO NOTARIAL DE ALFÂNDEGA DA FÉ
JUSTIFICAÇÃO
Certifico, para efeitos de publicação, que por escritura de justifica-
ção, lavrada neste Cartório na data de hoje, exarada a folhas sessen-
ta e oito, do Livro de Notas para Escrituras Diversas número cento
e vinte e três- “`D”, ANGELO DE DEUS JACOB, NIF 182388310
e mulher MARIA MARGARIDA PIRES JACOB, NIF 182388328,
casados no regime -da comunhão .de adquiridos, naturais ele da
freguesia de Gouveia, ela da freguesia de Soeima, ambas do conce-
lho de Alfândega da Fé, residentes na Rua das Eirinhas, Gouveia,
Alfândega da Fé, declararam que, com exclusão de outrem, são do-
nos e legítimos possuidores do seguinte prédio sito na freguesia de
Eucisia, concelho de Alfândega da Fé:
Terra para centeio com oliveiras, sito em Barreiro, com a área de
seis mil metros quadrados, a confrontar do Norte com ribeiro, Sul
com Luís Filipe Pinto, Poente com Ramiro César Teixeira, Nascen-
te com José Pedro Trindade, inscrito na matriz sob o artigo 654,
com o valor patrimonial igual ao atribuído de dezanove euros e
trinta cêntimos.
Que tal prédio não se encontra descrito na Conservatória do Registo
Predial de Alfândega da Fé.
Que o prédio veio à sua posse por compra verbal que fizeram, por
volta do ano de mil novecentos e oitenta e dois, a Manuel Joaquim
Jacob, residente em Sambade, Alfândega da Fé, não tendo nunca
sido celebrada a competente escritura.
Que, assim, possuem o prédio, há mais de vinte anos, em nome
próprio, de boa fé, na convicção de serem os únicos donos e ple-
namente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de
outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem
quer que fosse desde o início dessa posse, a qual sempre exerceram
sem interrupção, cultivando-o, plantando-o, pagando as respectivas
contribuições, tudo como fazem os verdadeiros donos, sendo por
isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e pública, pelo que
o adquiriram por usucapião, não tendo todavia, dado o modo de
aquisição, documento que lhes permita fazer prova do seu direito
de propriedade perfeita.
Está conforme o original, na parte transcrita.
Cartório Notarial de Alfândega da Fé, 08 de Outubro de dois mil
e nove.
A Ajudante,
Maria Luísa Fonseca Lopes Legoinha

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 677 de


13 de Outubro de 2009

TRIBUNAL DO TRABALHO
DE BRAGANÇA
Secção Única

ANÚNCIO
1ª Publicação
Processo: 122/09.2TTBGC
Acção de Processo Comum
N/Referência: 280189
Data: 06-10-2009
Autor: Nuno Miguel Afonso Pereira
Réu: Hidromapa, Lda- Topografia Hidrografia Unipessoal

Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados


da data da segunda e última publicação do anúncio, citando o(a)
ré(u) Réu: Hidromapa, Lda- Topografia Hidrografia Unipessoal,
NIF - 505322668, domicílio: Sante, Paderne, 4960-270 Melgaço
do art°. 401 aplicável ex vi do art°. 432° ambos CPT.
com última residência conhecida na(s) morada(s) indicada/s), para
no prazo de 10 dias, decorrido que seja o dos éditos, contestar, que-
III-
a) - € 426,00 de retribuições de férias vencidas em Janeiro de 2008
Soluções do Passatempo de 07/10/2009
rendo, a acção, com a cominação de que a falta de contestação não
b) - € 225,00 relativo a diferenças de férias de 2009
importa a confissão dos factos articulados pelo(s) autor(es) sendo
c) - € 145,23 referente à retribuição do proporcional de férias e
logo proferida sentença a julgar a causa conforme for de direito e
inerente subsídio pelo trabalho prestado no ano da cessação do
que em substância o pedido consiste
contrato
I-
d) - juros de mora à taxa legal
a) ser declarado ilícito o despedimento de que a autor foi vítima
Tudo como melhor consta do duplicado da petição inicial que se
b) serem os réus condenados a pagar ao autor a retribuição corres-
encontra nesta Secretaria, à disposição do citando.
pondente aos 30 dias que antecederam a propositura da acção
Deve, com a contestação, juntar os documentos, apresentar o rol de
c) as retribuições que se vencerem até á data da douta sentença
Sudoku
testemunhas e requerer quaisquer outras provas.
d) e a pagar a indemnização de ? 1.350,00, a que alude o art° 439°
Fica advertido de que é obrigatória a constituição de mandatário
n° 1 e 2 CPT.
judicial.
II-
O Juiz de Direito,
Subsidiariamente, para a hipótese de não proceder o pedido em I
Dr(a). Clementina de Jesus Ferreira
(despedimento ilícito), tem então o autor direito a receber os dois
O Oficial de Justiça,
meses de aviso prévio em falta e a compensação, a que alude o n° 3
Manuel Ressurreição Neves

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 25


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13 de Outubro de 2009 13 de Outubro de 2009 13 de Outubro de 2009 13 de Outubro de 2009

EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO
escritura lavrada no dia seis de Outubro de dois mil e nove no Car- CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que tório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves An- escritura lavrada no dia dois de Outubro de dois mil e nove no escritura lavrada no dia um de Outubro de dois mil e nove no Car-
por escritura lavrada no dia seis de Outubro de dois mil e nove drade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves tório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves
no Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gon- exarada de cento e dezoito a folhas cento e cento e vinte do livro Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bra- Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bra-
çalves Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 de notas para escrituras diversas número “Setenta –B” VITORINO gança, exarada de noventa e oito a folhas noventa e nove verso do gança, exarada de noventa e cinco a folhas noventa e sete do livro
em Bragança, exarada de cento e catorze a folhas cento e quinze MANUEL MAGALHÃES SEQUEIRA e mulher MARIA ALME- livro de notas para escrituras diversas número “Setenta –B” CAR- de notas para escrituras diversas número “Setenta –B”, ANTÓNIO
verso do livro de notas para escrituras diversas número “Setenta RINDA PEREIRA RAMOS, casados sob o regime da comunhão LOTA AUGUSTA FERNANDES, viúva, natural da freguesia de DE JESUS FERNANDES CORREIA, solteiro, maior, natural da
–B” ISABEL MARIA ESTEVES PIRES e marido FERNANDO de adquiridos, ele natural da freguesia de Tabuaço e ela natural da Donai, concelho de Bragança, e residente em Bragança na Rua Dr freguesia de Sortes, concelho de Bragança e residente em Bragança
ROGÉRIO PRETO PIRES, casados sob o regime de comunhão freguesia de Paradela, ambos concelho de Tabuaço, residentes na Sá Alves, nº 25, NIF 102 776 806, fizeram as declarações constan- na Av. das Forças Armadas, lote 115, 1º esquerdo, NIF 157 484
adquiridos, ela natural da freguesia de Carragosa e ele natural da freguesia de Parada, concelho de Bragança, NIFS 177 897 678 e tes desta certidão, que com esta se compõe de duas laudas e vai 580, fizeram as declarações constantes desta certidão, que com esta
freguesia de Babe, ambas do concelho de Bragança, e residen- 189 994 290, fizeram as declarações constantes desta certidão, que conforme o original. se compõe de duas laudas e vai conforme o original.-
te na rua Cónego Albano Falcão, nº 4, em Bragança, NIFS 143 com esta se compõe de duas laudas e vai conforme o original. Bragança, Cartório Notarial, dois de Outubro de dois mil e nove. Bragança, Cartório Notarial, um de Outubro de dois mil e nove.
Bragança, Cartório Notarial, seis de Outubro de dois mil e nove. A Colaboradora Autorizada A Colaboradora Autorizada
644 734 e 123 057 035, fizeram as declarações constantes desta
A Colaboradora Autorizada Bernardete Isabel C. Simões Afonso Bernardete Isabel C. Simões Afonso
certidão, que com esta se compõe de duas laudas e vai conforme
Bernardete Isabel C. Simões Afonso Que é dona e legítima possuidora, com exclusão de outrem, prédio Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do pré-
o original.
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, rústico, sito em Lagos, freguesia de Donai, concelho de Bragança, dio rústico, sito em Vale de Bogalhos, freguesia de Sortes, concelho
Bragança, Cartório Notarial, seis de Outubro de dois mil e nove.
do prédio urbano, sito na Rua de São Genisio, freguesia de Parada, composto por horta, com a área de cento e sessenta metros quadra- de Bragança, composto pastagem e oito castanheiros, com a área
concelho de Bragança, composto por casa de habitação de rés do dos, a confrontar do norte com Maria Eugénia Rodrigues, do nas- de cinco mil e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com
A Colaboradora Autorizada
chão e primeiro andar, com a área de noventa metros quadrados e cente com José Luís Feitor, do sul com caminho e do poente com Estrada Camarária, do nascente com caminho, do sul com Adria-
Bernardete Isabel C. Simões Afonso no Correia e do poente com António de J. F. Correia, não descrito
logradouro com a área de cento e quarenta e cinco metros quadra- José Marcelino Martins, não descrito na Conservatória do Registo
dos, a confrontar do norte com João Teixeira Machado, do nascente Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na
Que são donos e legítimos possuidor, com exclusão de outrem, matriz respectiva, sob o artigo 481, sendo de 7,29 euros o seu valor
com Junta de Freguesia, do sul com Amadeu Esteves e do poente 4927, sendo de 2,51 euros o seu valor patrimonial, a que atribui o
do prédio rústico, sito em covos, freguesia da Baçal, concelho patrimonial, a que atribui o valor de quinhentos euros.
com Caminho Publico, descrito na Conservatória do Registo Pre- valor de cinco euros.
de Bragança, composto por cultura e carvalhos, com a área de Que entrou na posse do referido prédio, em mil novecentos e oiten-
dial de Bragança, sob o número quatrocentos e treze, da referida Que entrou na posse do referido prédio, em mil novecentos e oi-
mil metros quadrados, a confrontar do norte com Maria Leonidia ta e quatro, por compra verbal que dele fez a Manuel Dos Ramos
freguesia de Parada, onde se mostra registada a penhora a favor da tenta e cinco, já no estado de viúva por compra verbal que dele
Esteves, do nascente com estrada, do sul com Godofredo Mariz fez a José Francisco Cerqueira, residente na referida freguesia de Carvalho, residente na mencionada freguesia de Sortes sem que no
Moncorvauto, Sociedade Comercial de automóveis, LDA, confor-
e do poente com Adosinda Augusta Fernandes não descrito na Donai, sem que no entanto ficasse a dispor de título formal que lhe entanto ficasse a dispor de título formal que lhe permita, o respec-
me inscrição AP seis de 2000/01/24, cujo cancelamento, segundo
Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; tivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo,
declaram, se encontra assegurado e inscrito na matriz respectiva,
matriz respectiva, sob o artigo 5783 sendo de 1,39 euros o seu mas, desde logo, entrou na posse e fruição do identificado prédio, entrou na posse e fruição do identificado prédio, em nome próprio,
sob o artigo 614, sendo de 4 734,82 euros o seu valor patrimonial,
valor patrimonial, a que atribuem o valor cinco euros. em nome próprio, posse e composse assim detém há muito mais de posse assim detém há muito mais de vinte anos, sem interrupção ou
a que atribuem o valor de cinco mil euros.
Que entraram na posse do referido prédio, em mil novecentos e Que entraram na posse e domínio do terreno, onde posteriormente vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. ocultação de quem quer que seja.
oitenta e quatro, ainda no estado de solteiros, por doação verbal construíram a casa, em mil novecentos e oitenta e cinco, por com- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi-
que dele lhes fez, Mário de Jesus Esteves e Maria Leonida Este- pra verbal que dele fizeram à Junta de freguesia de Parada, sem que ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome
ves, residentes que foram na referida freguesia de Baçal, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita o próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, no- próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, no-
no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, desde meadamente, amanhando-o, adubando-o, cultivando-o e colhendo meadamente, amanhando-o, adubando-o, cultivando-o e colhendo
respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, des- logo, entraram na posse e fruição do identificado prédio, em nome os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente ao exercí- os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente ao exercí-
de logo, entraram na posse e fruição do identificado prédio, em próprio, posse e composse que assim detêm há muito mais de vinte cio do direito de propriedade, quer usufruindo como tal o imóvel, cio do direito de propriedade, quer usufruindo como tal o imóvel,
nome próprio, posse assim detêm há muito mais de vinte anos, anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os res- quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os res-
sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi- pectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições pectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições
Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem opo- ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade. e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade.
sição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do prédio, no- Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública,
nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades do pré- meadamente, fazendo obras de melhoramento e habitando-o, guar- conduziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invoca, justi- conduziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invoca, justi-
dio, nomeadamente, amanhando-o, adubando-o, cultivando-o e dando ali os seus haveres e diversos bens móveis, agindo sempre ficando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado ficando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado
colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal quer usufruindo como tal o imóvel, quer beneficiando dos seus outro título formal extrajudicial. outro título formal extrajudicial.
o imóvel, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer supor- rendimentos, quer suportando os respectivos encargos e as referi-
tando os respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas das obras de melhoramento e conservação, quer ainda pagando as
contribuições e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira dis- respectivas contribuições e impostos, mantendo-o sempre na sua
ponibilidade. inteira disponibilidade.
Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, Que esta posse em nome próprio, pacifica, contínua e pública,
conduziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, conduziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, jus-
justificando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, tificando o direito de propriedade, para o efeito de registo, dado
dado que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
qualquer outro título formal extrajudicial. outro título formal extrajudicial.

AGRADECIMENTO
Alberto dos Santos
Lopes Martins
Pai:
Manuel Emílio Martins e João Cláudio Martins,
das Construções Sucesso (Emiclaus)
A família, na impossibilidade de o fazer, pessoal e individualmente, como era
Quinta - Bem Saúde
seu desejo, vem, por este meio, agradecer reconhecidamente a todas as pessoas
que directa ou indirectamente lhe manifestaram o seu pesar e a acompanharam Farmácias Sexta - M. Machado

de Serviço
na sua dor e saudade. Sábado - Mariano
Santulhão (Vimioso), 8 de Outubro de 2009 Domingo - Confiança
Segunda- Atlântico
- Bragança -

AGRADECIMENTO Hoje: Atlântico


Amanhã - Vale d’Álvaro
Mais informações em
www.jornalnordeste.com

Alberto dos Santos


Lopes Martins Leia,
A família vem, por este meio, agradecer reconhecidamente ao INEM e assine
à Equipa de Saúde das Urgências e Medicina Homens do C.H.N.E. pelo
afecto e dedicação demonstrados nesta hora de pesar. e
Santulhão (Vimioso), 8 de Outubro de 2009 divulgue

26 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


III Divisão Série A 0 STA. MARIA
MIRANDELA 3 III Divisão Série A 1 GD BRAGANÇA
MARINHAS 0
Estádio Municipal Bragança
Árbitro – Sérgio Soares (Porto)

Mirandela assume que Demasiado


pobre
EQUIPAS
Ximena
Ice
Muchacho
Tiago Gomes

é candidato natural
Rui Gil Miguel
Sílvio Mário Martins
O melhor jogador em Toni Vale
campo foi Fábio Pinto e por (Valadares 61”) (Nuno Gomes 70”)
Marco Móbil Sobrinho
uma simples razão: foi o mar-
(Carlitos 18”) Palheiras
cador de um golo de livre di- Fábio Pinto Gil
recto que valeu três pontos. Bádará (Keniano 90”)
No entanto, ao longo da Mirco Rúben
partida viram-se más joga- (Luís Rodrigues 84”) Paulo Nóvoa
das, o que é um mau exemplo Pedrinha Rodrigo
para o futebol, pois foi um Pinhal (Chora 77”)
jogo atabalhoado, descren- TREINADORES
te, sem força, nem técnica e António Miranda Mário Souto
muito menos foi táctico. Os
jogadores das duas equipas Golos: Miguel 17”, Vale 29”, Pedrinha
ainda tiveram 10” de bons 38”, Toni 45”.
pormenores, mas, a partir Disciplina: Fábio Pinto 20”.

daí, só a falta sobre Badará, e


que resultou no golo, foi o que
se pode ver de bom. Também lioso se viu foi o sofrimento
Ximena numa ou duas ocasi- dos jogadores da casa a tenta-
ões aproveitou para mostrar rem tirar bolas da sua defesa
a sua atenção. bombeadas pelos minhotos.
Na verdade, é muito di- Já em desespero de causa,
fícil encontrar palavras que quando faltavam 10” para o
descrevam a pobreza deste final, mas mais pobre foi ver
jogo. Valeu três pontos ao duas equipas que a 35” da 2ª
Bragança e nada mais. parte não conseguiram fazer
Na 2ª parte, o que de va- um único remate à baliza.

Alvi-negros estão mais fortes em campo

Os alvi-negros, com a gueiro, que espera a evo- duas excelentes situações e


batuta de Carlos Correia, lução e tranquilidade im- chegaram ao descanso com
regressaram ao seu estatuto prescindíveis a um conjunto a vantagem de 2 bolas.
de equipa forte e são nova- muito jovem, o Mirandela Na etapa complementar,
mente candidatos, conse- deu uma excelente réplica e marcaram mais um golo e
guindo aliar aos resultados até proporcionou a primeira continuaram a ser superio-
às grandes exibições. alegria aos seus associados. res, ajustando-se o resul-
Na deslocação ao reduto Gerindo o jogo num tado à exibição e ao maior
do Santa Maria, um clube meio campo muito forte e poderio e construções de
que pese embora o seu lugar criativo, que desequilibrou jogo ofensivo, com muitas
actual na tabela classifica- o jogo com a naturalidade e aproximações e situações de
tiva, é um conjunto forte e a condição de candidato na- ruptura.
equilibrado, bem orientado tural confere, os pupilos de Quanto aos árbitros nada
pelo seu ex-atleta João Sal- Carlos Correia construíram a assinalar.
O golo do Bragança

1 7 16 20 30 40 48

7 11 29 46 50 4 7

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 27


NORDESTE DESPORTIVO

III Divisão Série A 1 MORAIS


VALENCIANO 1
Campo do Santo André

Vitória ou derrota?
 Árbitro: Arnaldo Araújo (Vila Real) 
EQUIPAS
Armando Vítor Nuno
Inácio Ricardinho
Ismael Hélder
Genê Luís Carlos
(Rui, 83´) Linhares
Reis (C) (Nuno Gomes, 59´)
Stigas Ramos
Renato Tiago Lenho (C)
(Filipe II, 56´) David
Alex Ruizinho
Lixa Tchocamar
Rudi (Fusco, 65´)
(Passy, 71´) Everton
Arrábidas (Baciro, 76´)

TREINADORES
Bola do Morais teimou em não entrar
Fernandinho Berto Fernandes
O Morais ganhou ou per- e problemas para Armando. Golos: 0-1 (Tiago Lenho, 67´), 1-1 (Ismael,
deu um ponto? Uma questão Na repartição de oportuni- 90´+4´)
que pode ser explicada de dades, a diferença esteve na Disciplina: amarelos - Linhares 33”, Luís
duas maneiras, pois a tur- qualidade do Morais, que fa- Carlos (78´), Rui (86´)
ma de Fernandinho gosta de lhou muito, e na perspicácia
ter a bola nos pés e joga com minhota que acabou por não área, veio realçar a bola aper-
muita arte, mas, na hora de resultar com alguma sorte tada já no último minuto de
marcar, a bola teima em não para os donos da casa. Se a compensação.
entrar por falta de pontaria e vantagem do Valenciano, ad- O resultado acaba por ser
de alguma calma na hora de quirida ao minuto 22” da 2ª justo e para o campo pelado
festejar. parte, não pode ser colocada de S. André foi um bom jogo,
Os minhotos foram quase de parte, a grande reacção muito intenso e profissional.
sempre mais perigosos num dos transmontanos e o golo Resultado e juiz acaba-
jogo com muita postura física de Ismael, já na pequena ram bem.

28 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

III Divisão Série B 3 MONCORVO


PEDROUÇOS 1 III Divisão Série A 2 FÃO
MACEDO 3
Complexo Desportivo Eng.º José Aires Complexo Desportivo de Fão

Bis de Jaime
Árbitro – Jorge Fernandes (AF Braga)
EQUIPAS Festival Árbitro – Carlos Duarte (Porto)
EQUIPAS

de futebol
Vítor Bruno Carlos Pinho Hugo

dá vitória
Fernando Jorginho Rúben Corunha
Zé Borges Bruno Pimenta Pedro Silva Bernardino
Glauber Ângelo Fiel Didácio
Alexandre Tino Jerónimo Eurico
Filipe Mesquita Flávio Tiago Branquinho
Paulo Dores Jorginho II Carlos Viana Gancho
Flávio (Pedro Nuno 62´´) (Ruca 59”) Toninho
Elísio Márcio Hélder Silva (Tó Mané 77”)
(Pedro Borges Chico Luís Pedro Luís Carlos
90´´+3´´) Paulinho Macedo triunfante (Quirino 81”) (Hugo Ribeiro 74”)
Jaime (Pedrosa 52´´) Carlinhos Nuno Meia
Rafa (Joca 29´´) Mário Grande hino ao futebol no (Nandinho 62”) Luizinho
(Teixeira 56´´) (Fabú 45´´+2´´) Complexo do Fão. Aos 7” veio Carioca (Jálo 88”)
o golo dos golos. Branquinho,
TREINADORES TREINADORES
a 35 metros da baliza, chutou
Sílvio Carvalho Ricardo Silva Jó Faria Rui Vilarinho
ao ângulo superior esquerdo
Golos: Pedro Mesquita 22´´ (GP); Jaime de Pinho e fez levantar todo o Golos: Branquinho 7”, Luizinho 17”, Nuno
41´´ e 48´´ e Flávio 83´´; complexo. Estava dado o avi- Meia (gp) 29”, Luís Pedro 46”, Ruca71”
Disciplina: Amarelos – Paulo Dores 1´´; so de que o jogo prometia e Disciplina: Hugo 17”, Carlos Viana 29”,
Ângelo 22´´; Alexandre 42´´ e 72´´; assim foi. Luís Carlos 52”, Luís Pedro 53”, Ruben 80”,
Tino 56´´; Vermelho – Alexandre 72´´ (por Carioca 81”, Ruca 82”, Bernardino 90+4
Moncorvo dificultou o avanço do Pedrouços Bola cá, bola lá, com os jo-
acumulação) e Ricardo Silva 58´´;
gadores sempre interventivos
VITOR ALEIXO termédio de Flávio, mas a e o golo do empate a esprei- Depois disto, os trans-
vitória viria a sorrir ao Mon- parte. tar. Hugo, guardião do Mace- montanos ganharam confian-
Os quatro golos apon- corvo, que realizou uma exi- A equipa de arbitragem do, fez asneira e cometeu um ça e foram à procura do 2-0,
tados vieram dar brilho a bição q.b. para levar de venci- não teve qualquer influência penalti aos 17”, tendo visto, que se deu aos 27”. Este re-
um jogo em que a equipa do da uma equipa do Pedrouços no resultado, estando bem no ainda, amarelo. Redimiu-se sultado era um bom tranqui-
Moncorvo foi quase sempre que teve bastante dificulda- lance da grande penalidade, ao fazer uma grande defesa lizante, mas nada de excesso
superior ao adversário, pra- de em se encontrar no jogo, mas cometendo alguns erros ao remate de Carioca. de confiança, pois Branqui-
ticando um futebol simples principalmente na primeira no capítulo disciplinar. nho, depois de levantar o
e eficaz, perante uma equipa estádio aos 7”, fez o pior aos

3 3
que, embora tivesse criado al- GD BRAGANÇA 33”.
gumas situações de golo, teve Juniores A VIZELA Passou por toda a defesa
muita dificuldade em contor- minhota, depois pelo guarda
Campo da CEE
nar o futebol praticado pelos – redes Pinho e, incrivelmen-
pupilos de Sílvio Carvalho. Juiz britânico Árbitro – Marco Cardoso (Vila Real)
EQUIPAS
te, não acertou na baliza já na
pequena área.
Filipe Mesquita adiantou
Apesar das faltas no gru- Louçano F Pereira Penalti para o Macedo de-
o Moncorvo no marcador Jaime Diogo Lopes
através de uma grande pe- po inicial, Paulo Lima, Fran- pois da mão de Pedro Silva e
Alex Marcos Pinto
nalidade aos 22 minutos e, cisco, Nélio e Nelson (gr), o V Hugo João Pedro
Nuno Meia fez o 3-0 de gran-
a partir daqui, o Pedrouços Bragança conseguiu, mais Capello Costa de penalidade.
começou a criar perigo atra- uma vez, marcar três golos. Vizela acabou com 10 em campo Valdo Neto Na 2ªparte, logo ao 1”,
vés de jogadas de contra-ata- Mas, aos 10”, a equipa já per- Padrão Ferreira viu-se o único erro do juiz
dia por 0-2, com duas graves muita desatenção. Ricardo Grilo do Porto. Hugo defende e foi
que.
desconcentrações defensivas, Guerra Emanuel derrubado por Carioca, Luís
Antes do intervalo, Jai- A equipa do Minho nunca
Eduardo Tiago Vilela
me ainda fez o segundo golo, mas houve calma suficiente se sentiu inferiorizada com Pedro aproveita e reduz. O
Abel Nuno Almeida
permitindo à sua equipa uma para pegar no jogo e esperar menos um elemento. O Bra- J Gomes Paiva Fão arrancou para cima do
vantagem de dois golos para pela atitude inconsciente de gança marcou por V Hugo e Ruben Rogério meio campo macedense e
o intervalo. Nuno Almeida, que, ao agre- renasceu a esperança, num Nelson acabou por fazer o 3-2, num
Logo a abrir o segundo dir um jogador da casa, viu remate raso a 25 metros, em golo de Ruca.
TREINADORES
tempo, Jaime volta a marcar cartão vermelho directo. que Pereira não terá visto Na verdade, o Macedo
O Vizela ficou, apenas, M Alves Luís Castro sofreu, mas acabou por ga-
bisando no jogo e ampliando a bola partir. Os jogadores
e J Genésio
a vantagem transmontana com 10 jogadores em campo. da casa poderiam ampliar o rantir três pontos de ouro,
para 3-0. Os rapazes da casa animaram marcador, não conseguiram Golos: João Pedro 6”, Nuno Almeida 10”, num autêntico festival de fu-
Com a expulsão de Ale- e marcaram dois golos ainda e viram o Vizela empatar por Capello 31”, Padrão 42”, V Hugo 67”, Diogo tebol, com o juiz a cometer
xandre, aos 72 minutos, Pe- antes do final da 1ª parte, por Diogo Lopes. Mais tarde ain- Lopes 76” um único erro, que poderia
Capello e Padrão. Não havia da fizeram o 4º golo, que foi Disciplina: vermelho directo – Nuno ser grave, mas não interferiu
drouços subiu no terreno e
Almeida 30”.
reduziu o marcador por in- muito futebol, mas sobrou anulado, de imediato, por no resultado final.
vontade e, acima de tudo, fora de jogo de Grilo.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 29


NORDESTE DESPORTIVO


CLASSIFICAÇÕES Juniores B 6 DIOGO CÃO
CACHÃO 0
Liga Sagres Liga Vitalis III Divisão Série A Campo Mão de Homem

7ª. Jornada 6ª. Jornada 4ª Jornada


Uma escola Árbitro – F. C. (Porto)
EQUIPAS
Classificação Classificação Classificação com formação Faceira Ricardo
Clubes P J Clubes P J Clubes P J Cipriano Diogo
1 Mirandela 12 4 Este resultado não tem
1 Sp. Braga 21 7 1 Portimonense 13 6 Zé Miguel Rafael
2 Benfica 19 7 2 Feirense 11 6
2 Maria da Fonte 10 4
3 Macedo de Cavaleiros 9 4
nada de anormal. Uma equipa
3 Santa Clara 11 6 Lordelo Daniel
3 FC Porto 16 7
4 Gil Vicente 11 6
4 Amares 7 4 como a Escola Diogo Cão tem
4 Sporting 11 7 5 Limianos 7 4 Cameira Isco
5 Rio Ave 10 7 5 Sp. Covilhã 9 6
6 Valenciano 6 4 uma boa formação e, ao longo Pedrinho Vila Franca
6 Nacional 8 6 6 Beira-Mar 9 6
7 Marítimo 8 7 7 Oliveirense 8 6
7 Bragança 6 4
8 Marinhas 4 4
dos vários campeonatos, bate- Fábio Ruca
8 Desp. Aves 8 6
8 Leixões
9 U. Leiria
8
7
7
7 9 Carregado 8 6
9 Montalegre 4 4 se com os grandes da sua série, Zé Carvalho Fábio
10 Fão 1 4
10 P. Ferreira 7 7 10 Freamunde 8 6
11 Morais FC 1 4 como Vitória de Guimarães e o Jorginho Tó-Zé
11 Naval 7 7 11 Estoril Praia 6 6
12 V. Guimarães 6 7 12 Chaves 6 6
12 Santa Maria FC 0 4
Braga. Miguel Carlos Eduardo
13 Penafiel 6 6
13 Olhanense
14 Belenenses
6
6
7
6 14 Fátima 5 6 Resultados Os golos foram aparecendo Conde Zé Miguel
15 V. Setúbal 4 7 15 Varzim 5 6 conforme o melhor futebol era M Pedro Chibanga
16 Académica 3 7 16 Trofense 4 6
Limianos  3-1  Montalegre
exibido em campo e, daí, es- Topinha Freixedo
Resultados Resultados Morais FC  1-1  Valenciano
Bragança  1-0  Marinhas tes 6-0. Recorde-se que, nesta Guedes Furos
Sp. Braga  2-0  V. Setúbal Oliveirense  1-3  Chaves Santa Maria FC  0-3  Mirandela
Académica  2-4  Marítimo Estoril Praia  2-0  Beira-Mar Fão  2-3  Macedo de Cavaleiros categoria e na época passada, TREINADORES
Sporting  0-0  Belenenses Desp. Aves  2-2  Gil Vicente Maria da Fonte  1-0  Amares
o Bragança perdeu com esta
Olhanense  0-3  FC Porto Fátima  1-2  Carregado José Maria Hermínio e
Leixões  3-2  U. Leiria Sp. Covilhã  2-1  Trofense equipa em casa por 6-1, que
Naval  3-2  Rio Ave Portimonense  1-0  Freamunde Próxima Jornada Salvador
Nacional  2-0  V. Guimarães Feirense  1-1  Penafiel tem experiência nos nacionais.
P. Ferreira  1-3  Benfica Varzim  1-2  Santa Clara Limianos  25/10  Morais FC
Valenciano  25/10  Bragança
Já em relação ao Cachão, Golos: Pedrinho 12”, Fábio 32”, Guedes
Próxima Jornada Próxima Jornada Marinhas  25/10  Santa Maria FC tem feito grandes exibições e 44”,56”,Conde 76”,80+1
Mirandela  25/10  Fão
V. Guimarães  25/10  Sporting Gil Vicente  25/10  Varzim
Penafiel  25/10  Portimonense Macedo de Cavaleiros  25/10  Maria da Fonte perde sem se perceber porquê.
V. Setúbal  25/10  Leixões
Carregado  25/10  Sp. Covilhã Montalegre  25/10  Amares
Benfica  25/10  Nacional
U. Leiria  25/10  Naval Desp. Aves  25/10  Fátima
FC Porto  25/10  Académica Beira-Mar  25/10  Chaves
Belenenses  25/10  Olhanense Freamunde  25/10  Feirense Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação com quatro divisões assoalhadas, uma cozinha , duas
Marítimo  25/10  P. Ferreira Trofense  25/10  Oliveirense Nº 677 de 13 de Outubro de 2009 casas de banho, um hall, uma varanda, uma garagem
Rio Ave  25/10  Sp. Braga Santa Clara  25/10  Estoril Praia e um logradouro; águas furtadas com uma divisão para
arrumos. Tem um anexo, destinado a cozinha regional,
Nacional Juniores C com área de 84m2, tendo o referido prédio a área de
284m2 mais logradouro com 1 1760,00m2, sito em

III Divisão Série B Nacional Juniores B 5ª. Jornada Quinta da Granja - Vale de Alvaro de Baixo, inscrito
na matriz sob o art.° 7084 e descrito na Conservatória

4ª. Jornada 7ª. Jornada Classificação ANÚNCIO DE VENDA (1ª Publicação)


do Registo Predial de Bragança sob o n° 2786/020998.
Confronta a Norte com Inácio Rodrigues; a Sul com

Classificação Classificação Clubes


1 V. Guimarães
P
15
J
5
Processo 924/06.1TBBGC-A
Francisco Gomes; a Nascente com Inácio Rodrigues e a
Poente com Estrada Nacional 103.
Bragança - Tribunal Judicial - 2° Juízo PENHORADO EM : 2007-02-03.
Clubes P J Clubes P J 2 Bragança 12 5 Execução Comum Ref. lnterna: PE/288/2006 INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
1 Fafe 9 4 1 Varzim 17 7 3 Sp. Braga 11 5 Data: 10-09-2009 EXECUTADO: José da Cruz Gonçalves Afonso. Esta-
2 Vila Meã 8 4 2 Padroense 15 7 4 Vizela 9 5 do civil: Casado, NIF - 125718276, Endereço: Av. João
3 Joane 7 4 3 Freamunde 15 7 5 Varzim 9 5 Exequente: Banco Espírito Santo, S.A. da Cruz , n°162 - 5300 Bragança.
4 Serzedelo 7 4 4 V. Guimarães 13 7 6 Gil Vicente 7 5 Executado(s): José da Cruz Gonçalves Afonso MODALIDADE DA VENDA: Venda mediante pro-
5 Rebordosa 7 4 5 Rio Ave 12 7 7 Famalicão 6 5 posta em carta fechada, a serem entregues na Secretaria
6 Torre Moncorvo 7 4 6 Sp. Braga 11 7 8 AD Barroselas 6 5 Agente de Execução, Solicitador de Execução, Ale- do supra mencionado Tribunal, pelos interessados na
7 Amarante 5 4 7 Diogo Cão 11 7 9 Marinhas 6 5 xandra Gomes CP 4009, com endereço profissional em compra, ficando como data para abertura das propostas
8 Leça 4 4 8 Vizela 10 7 10 Ribeirão 4 5 Av. João da Cruz, n.° 70, Edifício S. José - 2.° Esq. Fren- o dia 04 de Novembro de 2009, pelas 14:00 Horas.
9 AD Oliveirense 4 4 9 Régua 7 7 11 Chaves 3 5 te, 5300-178 Bragança. VALOR BASE DA VENDA: 61.200,00 €
10 Famalicão 4 4 10 Fafe 6 7 12 ARC Paçô 0 5 Será aceite a proposta de melhor preço, acima do va-
11 Infesta 2 4 11 Limianos 3 7 Nos termos do disposto no artigo 890° do Código de lor de 42.840,00 furos, correspondente a 70% do valor
12 Pedrouços 1 4 12 GD Cachão 0 7 Processo Civil, anuncia-se a venda dos bens adiante base.
Resultados designados:
Resultados Resultados A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não
Está pendente oposição à execução Não
Marinhas  0-2  Famalicão Bens em Venda
Rebordosa  3-2  Leça Ribeirão  2-3  Gil Vicente Está pendente oposição à penhora Não
V. Guimarães  5-0  Fafe TIPO DE BEM: Imóvel
Serzedelo  1-1  Infesta Sp. Braga  2-0  Chaves
Rio Ave  3-1  Vizela ARTIGO MATRICIAL: 7084 - Finanças de Bragança
Famalicão  4-1  Amarante Bragança  0-3  Varzim Solicitador de Execução,
Régua  1-3  Varzim DESCRIÇÃO: Prédio urbano destinado a habitação,
Torre Moncorvo  3-1  Pedrouços V. Guimarães  3-0  AD Barroselas Alexandra Gomes
Padroense  2-2  Sp. Braga composto por cave com uma arrecadação; rés-do-chão
Vila Meã  3-0  AD Oliveirense Vizela  3-0  ARC Paçô
Fafe  3-0  Joane Diogo Cão  6-0  GD Cachão
Limianos  1-3  Freamunde

Próxima Jornada Próxima Jornada Próxima Jornada


Infesta  25/10  Rebordosa Fafe  01/11  Limianos Famalicão  18/10  Vizela
Amarante  25/10  Serzedelo Vizela  01/11  V. Guimarães Gil Vicente  18/10  Marinhas
AD Oliveirense  25/10  Famalicão Varzim  01/11  Rio Ave Chaves  18/10  Ribeirão
Fafe  25/10  Torre Moncorvo Sp. Braga  01/11  Régua Varzim  18/10  Sp. Braga
Joane  25/10  Leça GD Cachão  01/11  Padroense Bragança  17/10  AD Barroselas
Pedrouços  25/10  Vila Meã Freamunde  01/11  Diogo Cão ARC Paçô  18/10  V. Guimarães

Resultados
Futsal - I Divisão Boticas  1-2  Belenenses
Freixieiro  2-3  Mogadouro
SL Olivais  3-1  Vila Verde
5ª. Jornada Onze Unidos  4-2  Alpendorada
AAUTAD/Real Fut  5-5  FJ Antunes
Classificação Ins. D.João V  3-5  Sporting
Benfica  3-0  AD Fundão
Clubes P J Clubes P J
1 Belenenses 15 5 8 AAUTAD/Real Fut 5 5 Próxima Jornada
2 Mogadouro 12 5 9 Onze Unidos 4 5
3 Benfica 9 3 10 Boticas 4 4 Belenenses  17/10  Benfica
4 Sporting 9 4 11 FJ Antunes 4 5 Mogadouro  17/10  Boticas
5 AD Fundão 9 5 12 Alpendorada 4 5 Vila Verde  17/10  Freixieiro
6 Ins. D.João V 9 5 13 SL Olivais 3 5 Alpendorada  17/10  SL Olivais
7 Freixieiro 6 5 14 Vila Verde 3 5 FJ Antunes  17/10  Onze Unidos
Sporting  17/10  AAUTAD/Real Fut
AD Fundão  17/10  Ins. D.João V

Resultados
A.R.C.A.  17/10  Amanhã Criança
Futsal - III Divisão - Série A Santa Luzia  17/10  Guimarães Futsal
Barranha SC  17/10  Junqueira
1ª. Jornada Macedense  17/10  Mondim de Basto
Paredes  17/10  Pioneiros Bragança
Contacto  17/10  Merelinense
Classificação
Clubes P J Clubes P J
1 Junqueira 3 1 8 Barranha SC 0 1 Próxima Jornada
2 Chaves Futsal 3 1 9 Merelinense 0 1 A.R.C.A.  24/10  Santa Luzia
3 Guimarães Futsal 3 1 10 Pioneiros Bragança 0 1 Guimarães Futsal  24/10  Barranha SC
4 Monte Pedras 3 1 11 Contacto 0 1 Junqueira  24/10  Macedense
5 Macedense 3 1 12 A.R.C.A. 0 1 Mondim de Basto  24/10  Paredes
6 Paredes 3 1 13 Amanhã Criança 0 1 Pioneiros Bragança  24/10  Contacto
7 Mondim de Basto 3 1 14 Santa Luzia 0 1 Merelinense  24/10  Chaves Futsal

30 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Juniores C 0 BRAGANÇA
VARZIM 3
Campo do CEE

Bragança sabe perder


Árbitro – Ambrósio Vara (Bragança)
EQUIPAS
André Reis Tiago
Esteves Cadilhe
Foi um jogo de boa qua- na primeira parte, dois joga- fesa e Nuno Silva frente a An- (Pantaleão 56”) Roberto
Saraiva Torres
lidade técnica nos primeiros dores que, mais tarde, viriam dré não perdoou. A turma da
Gonçalo Bruno Sousa
10” por parte da equipa cana- a desequilibrar o marcador. casa estava adiantada no ter- Luís Trigo Lemos (25” Morei-
Intervalo foi fatal
rinha, mas que, aos poucos, Moreira deu muito ca- reno e a velocidade de Nuno Chiquinho ra)
foi perdendo equilíbrio no lor para a maior enchente de deixou tudo para trás. O mal na bola e Tiago defendeu. (Sérgio 45”) Inácio (25” Nelson)
meio campo e acabou por dar sempre neste sintético. Não Bragança reagiu pouco, sem Foram os dois únicos remates Rui Alves Andrade
ordens ao Varzim para pegar houve oportunidades para chama, mas com vontade e, à baliza do Varzim. Mais tar- Zé Portugal Nuno Silva
no jogo. animar a malta, mas viu-se a depois de Nelson fazer o 2-0 Nuno Moca
de, na marcação de um livre
Luís Lisboa (42” Almeida)
Apesar do ponto forte da classe dos jogadores a respei- aos 10”, houve duas grandes apareceu Moreira de cabeça a César
equipa da casa não estar ao tarem-se mutuamente e um oportunidades para o marca- sentenciar a partida e dar ao (58” Miranda)
seu nível, André Reis e a de- juiz em clara ascensão na sua dor ficar mais curto. Varzim uma justa vitória.
fesa foram tomando conta do carreira. Sérgio, isolado por um O Bragança está na segun- TREINADORES
recado. O intervalo não poderia defesa poveiro e de baliza es- da posição, a três pontos do Bétinho Antas Abílio Novais
O treinador do Varzim viu ter sido pior para os donos da cancarada, não foi feliz. Logo líder Vitória de Guimarães.
Golos: Nuno Silva 41”, Nelson 55”,
bem o jogo e colocou, ainda casa. Aos 5”, falhanço da de- a seguir, Zé Portugal acerta Nota dez para o árbitro. Moreira 66”

Futsal I Divisão 2 FREIXEIRO


3
AC MOGADOURO
Pavilhão do Choradinho Futsal III Divisão 0 PIONEIROS
MACEDENSE 3
O sonho
Árbitros – Romeu Afonso (Castelo
Pavilhão Municipal de Macedo de
Branco) e Luís Marques (Coimbra)
EQUIPAS
Hino ao futsal Cavaleiros
Árbitros: Hugo Frades e Agostinho
Rodrigues (A. F. Vila Real)

comanda
Piu Pina
Néne Ricardinho EQUIPAS
Ricardo Mancuso
Serginho Paulo Santos
Eric Neysinho
André Leonardo
Daniel Maniche
que o mais difícil ainda está Machado Patrick
Luís Silva Wallace
Matos (cap) Ricardinho
por vir. Mas, o que importa Paulinho Faria
Papa – Tagarela Play – Paxa
para já são os pontos amea- Tiago Brito Pin
Paulinho Camané
lhados que somam 12, dando André Gomes Bruno
Estrela Capulho
Boi Equipas mostraram muita táctica
um confortável segundo lugar Paquito Lino
isolado na tabela nacional. De TREINADORES Podemos dividir este ex- Cortinhas Diogo
salientar que, só o Benfica, ZG Artur Pereira celente jogo, em que as equi- Silva Ruben
por ter ainda duas jornadas a Rafa Azevedo
Golos: Tiago Brito 8”, Mancuso 19”,
pas foram muito idênticas
menos, pode quebrar esta se- Neyzinho 24”, Boi 25”, Nene 35” táctica e estrategicamente em TREINADORES
gunda posição. Disciplina: Nené, Tiago Brito, Vigário três partes muito distintas. Manuel Rodrigues Costinha
No início da contenda, Os índices de concretização
Faria reforça plantel do CAM a equipa da casa conseguiu foram decisivos para encon- Golos: 0-1 ao intervalo – 0-1 Patrick, 0-2
Play, 0-3 Ruben
entrar melhor em campo, brasileiro, Piu. trar o justo vencedor embora
O Académico de Moga- bastante mais ofensiva, che- No segundo tempo, a o resultado acabe por ser pe-
douro conseguiu, em Matosi- gando, mesmo, a marcar o equipa transmontana voltou sado dado o equilíbrio. abertura no reinício.
nhos, a quarta vitória seguida primeiro golo aos 8 minutos bastante concentrada, não A primeira parte mostrou- Os Pioneiros procuraram
em cinco jornadas. Depois do do primeiro tempo por Tiago deixando erros na marcação se muito táctica com ambas o golo do prejuízo que lhe
jogo inaugural que terminou Brito. e, aos 4 e 5 minutos, com as equipas bem encaixadas permitisse lutar, no mínimo,
com a derrota no reduto do Depois disso, o Académi- mais duas excelentes joga- uma na outra a demonstra- pela divisão de pontos, e o
Instituto, o emblema trans- co acertou a marcação e saiu das de contra-ataque, o CAM rem segurança defensiva, Macedense a tranquilidade.
montano tem subido noto- mais determinante no contra- abriu a vantagem de dois go- criatividade do meio campo e A 1’ do final, Rúben ma-
riamente de rendimento e ataque. Surgiram algumas los pelos pés de Neysinho e um ataque intenso, mas a não tou o jogo com o 0-3.
galga posições. Recorde-se chances não concretizadas, Boi respectivamente neutra- encontrar espaços para alve- Deste jogo, além do es-
que iniciou num modesto 14º mas ao primeiro minuto do lizando as acções ofensivas jar as balizas. pectáculo desportivo compe-
lugar e está num confortável fim da primeira etapa, numa do Freixieiro. A inspiração de Patrick titivo, sobressaiu o excelente
segundo lugar. jogada de contra-ataque, Aos 27 minutos, Nené re- a aproveitar o único erro de- relacionamento entre os dois
Apesar deste grande iní- Mancuso rematou à meia duziu a vantagem do marca- fensivo dos Pioneiros, mesmo grémios trasmontanos.
cio de campeonato, os atletas distância num isolado frente dor para 3-2 para os rapazes em cima do apito para o des- Quanto aos árbitros, um
e Comissão técnica sabem a frente com o guarda-redes do Planato. canso, obrigou a uma maior excelente trabalho.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 31


NORDESTE DESPORTIVO

Veteranos Futsal

Ganhou a amizade Mirandela quer subir


O Futsal Clube Mirande-
la apresentou-se aos adeptos
num jogo frente à equipa da
Casa do Povo de Vilarandelo.
Os convidados ganharam por
2-3, mas não estragaram a
festa, principalmente porque
o técnico extraiu excelentes
ilações do jogo onde fez rodar
todo o plantel.
No final ficou a ideia que
o plantel tem tudo aquilo que
é preciso para fazer uma boa
O melhor foi mesmo a “3ª parte”, no jantar-convívio equipa, equilibrada e com ca-
pacidade para os vários siste-
Foi o melhor jogo de fu- pois, com Hilário a enganar o
mas utilizados num campeo- Plantel do Futsal Clube Miranjdela 2009-2010
tebol que Bragança alguma seu guarda – redes João e a
nato muito competitivo.
vez recebeu no plano da ami- marcar na sua baliza. O em-
Esta é a opinião do técni- pre as coisas correm como se rematou o treinador. Já o se-
zade, com fortes laços dentro pate veio na 2ª parte, por Rui
co, que espera que a simbiose quer e são planeadas e depois gredo é “entrar bem no cam-
do campo de jogo. Castelo e, finalmente, o momento do
veteranos-juventude venha todos se ‘esfolam’ para ganhar peonato e andar na frente”. “
Branco, ao lado do Clube de jogo ao lado do golo de Vieira.
a funcionar bem e com ca- ao Mirandela”, reconheceu o Vamos ver como os mais no-
Bragança, deu um exemplo Marco recebe na área, roda
pacidade para encarar todos técnico Miguel Ângelo. vos vão reagir à pressão dos
de categoria e capacidade de sobre a defesa albicastrense e
os adversários e os seus sis- jogos, como se vão ambientar
saber estar, mesmo quando marcou o golo da vitória bra-
ninguém quer perder. gançana. Tudo não passou de
temas de jogo. “Temos gente Equipa de futsal de e entrosar com os colegas do
nova, que só está a começar esqueleto base. Em princípio
O resultado acabou por 90” de bola, porque na parte Mirandela quer andar
este ano. Dá prazer ensiná- temos a juventude em quan-
nem ser lembrado na “3ª final todos ganharam.
los, por um lado, porque não no cimo da tabela tidade com qualidade e ambi-
parte”, apesar de Bragança Uma palavra para o juiz
têm nenhum tipo de vício de classificativa ção para correr. Os veteranos
ter ganho por 3-2, com golos João Custódio, que apitou,
futebol de onze. A única coisa já os conhecemos, como é o
dignos de um estádio monu- pela última vez, os veteranos.
a que se dedicavam era a ma- Este ano, o campeonato caso de Lino, Pedro Clemen-
mental. Por exemplo, Vieira, Cansaço, muitas horas de-
ratonas e torneios de futsal. tem muitos “galos para um te, Diogo ou Chaves”, afirma
ex- jogador do Sporting, mar- dicadas aos amigos e à vida
Depois temos os veteranos, só poleiro”. “No ano passado, o responsável.
cou a 50 metros da baliza. profissional ditaram a saída
em que perdemos o Tiago ficamos em 5º lugar, pelo que As lesões também con-
Depois Katsoarnis empatou de uma homem que deu mos-
para o Valpaços, mas acho temos de considerar que estão tam, assim como os castigos e
num canto. O 1-2 para Caste- tras de total desinteresse por
que temos aqui quantidade e quatro equipas à nossa fren- o próprio calendário, por ve-
lo Branco veio um minuto de- questões materiais...
qualidade para fazer melhor te. O Carrazeda, os Pioneiros zes, ajuda, mas também pode
que o ano passado”, enfatiza e todos com reforços, fazen- complicar.
o técnico. do boas equipas, a treinar há Apesar da consciência das
Na próxima época, o Mi- algum tempo e sei que estão dificuldades e do valor dos

Basquete das randela quer lutar para subir


de divisão. “Este é um clube
com tradições e ambições de
bem. Agora cabe-nos a nós fa-
zer jus ao nosso prestígio e o
nosso percurso nas quadran-
adversários, a esperança do
técnico Miguel Ângelo para
este campeonato é enorme. “
Estrelas Brigantinas andar sempre lá em cima na
tabela. É um clube que quer
gulares, com equipas da divi-
são maior do futsal durante o
É isso que nos dá força para
trabalhar”, remata.
subir, porque o seu lugar é Verão dá-nos boas indicações
A equipa Estrelas Bri- defrontará, logo na primeira nos nacionais, mas nem sem- para um bom campeonato”, Fernando Cordeiro
gantinas iniciou no passado jornada, o Sporting Clube de
mês de Setembro a sua nova Braga, seguindo-se os grupos
época basquetebolista com de Monção, Escola André So-
uma grande novidade: a for- ares de Braga, Santo Cristo
mação da equipa de seniores de Moncorvo, Basket Clube que já trabalham com o ver- pa que existiu na cidade há já ticipação dos “Lobos” num
masculinos, que irá disputar de Vila Real, Lousada, Diogo sado treinador há bastantes alguns anos atrás. torneio em Espanha que du-
o campeonato nacional da 2ª Cão e Escola Limiana. anos. Para além desses jo- A preparação do grupo, rou dois dias.
Divisão. O plantel é formado, na vens jogadores, integram as orientado por Nuno Lopes, Para além dos seniores, os
Nesta primeira partici- sua grande maioria, por atle- fileiras do clube atletas mais teve início ainda no mês de Estrelas Brigantinas contam,
pação, a equipa de Bragança tas oriundos de Bragança e experientes da anterior equi- Agosto e culminou com a par- ainda, com outros escalões.

32 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


RODAS & MOTORES

Vila Real so entre a polícia mundial e o maior


Fantasticable do Mundo. Este meio

GNR e PSP em formação


de transporte por gravidade permite
atravessar de um ponto ao outro a
cerca de 130 quilómetros/hora atra-
vés de um cabo suspenso a 150 me-
tros de altura.
Além da formação, os elementos Recorde-se que o evento decor-
da GNR e PSP puderam participar reu no Pena Aventura Park, em Ri-
em actividades, como o paintball, tiro beira de Pena, e permitiu que todos
ao arco, slide e rappel, ou experimen- os activos da PSP e GNR recebessem
tar os Segways que já são um suces- formação e preparação física.

Douro

III Raid Aventura Ranger


passa pelo Douro
É já no próximo fim-de-semana aventura que decorre no Douro e que
que a região do Douro recebe as Cor- reúne os melhores atletas portugue-
ridas de Aventura – Campeonato do ses e espanhóis, estando, no entanto,
Exército e Campeonato Ibérico 2009, aberta a todos que queiram experi-
da Federação Portuguesa de Orienta- mentar actividades como o rappel,
Agentes em acção ção. Apoiada pela Turismo do Douro, slide e ponte funicular, entre outras.
a iniciativa arranca em São João da A iniciativa contará, assim, com a
Cem elementos da GNR e da PSP de Defesa pessoal assegurados pela Pesqueira. Posteriormente, passará presença de 60 equipas que dinami-
marcaram presença, no passado sába- Academia Israeli Krav Maga, do Por- por Alijó, Armamar, Santa Marta de zarão a região vitivinícola mais anti-
do, numa formação de Condução De- to. Penaguião, Régua, Castro Daire, Re- ga regulamentada do mundo, o Alto
fensiva promovida pelo Instituto de A iniciativa, proposta pela MCou- sende, terminando em Lamego. Douro Vinhateiro.
Investigação e Formação Rodoviária tinho e a Ford, reuniu forças de segu- A III Raid Aventura Ranger é, as- Os interessados podem informar-
do Porto, bem como em workshops rança do norte do País. sim, uma competição desportiva de se em www.raidranger.com.

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 33


LAZER

TECNOLOGIA & INTERNET PASSATEMPOS

Serviços Sociais , Sudoku


do Pessoal da Câmara
Municipal de Bragança
O objectivo é preen-
www.sspcmb.org cher um quadrado
9x9 com números
de 1 a 9, sem repetir
números em cada
linha e cada coluna.
Também não se pode
repetir números em
cada quadrado de
3x3.

A partir de www.sspcmb.org, os funcionários da Câmara Municipal de Bra-


gança podem conhecer alguns dos membros dos órgãos directivos dos Serviços
Sociais da autarquia.
Informações sobre a cantina ou o mini-mercado da CMB, entre outras,
também estão disponíveis no site. Soluções no próximo número

HORÓSCOPO Por Maysa

CARNEIRO GÉMEOS LEÃO BALANÇA SAGITÁRIO AQUÁRIO


Morte Mundo Julgamento Carro Papa Ermita
“ Dizem que o tempo mudas as coi- “Aprenda a olhar para si com amor “ A vida não se compõe só de amor “A vida ensina que o amor não con- “Não seja escravo do passado e de “ Não te detenhas no mal que por
sas, mas quem tem que muda-las e respeito. Pense em si como algo e abraços, mas sim de perdão e desa- siste em olhar um para o outro, mas recordação tristes”. ventura fizeste; caminha no bem
será você” precioso” bafos” sim olhar juntos para fora na mesma É importante que saiba distinguir, que possas fazer” Toda
Talvez sinta dificuldade em aceitar Esta carta poderá representar na sua direcção”. a ponderação é benéfica, mas fi-
Poderá estar tão envolvido na sua se quando tenta ajudar alguém, tem
as mudanças que neste momento são vida o despertar, a voz que não con- Existem novas relações, que lhe tra- car parado no tempo com medo
tão gritantes, que já não há maneira solidão, que nem deixa espaço para a sabedoria para escutar!.. estando
que as pessoas se aproximem, e ten- segue ignorar, calar e que o incentiva zem uma lufada de ar fresco em tudo o atento aos sinais emitidos, aos de agir, não é de modo algum o
de as fazer parar. Elas irão trazer-lhe
a sair da escuridão, de modo a voltar que o rodeia. No entanto convém con- ideal para ninguém, principal-
grandes transformações no campo tem o contacto. Sente-se auto-sufi- quais a maior parte das vezes nem
encontrar a riqueza de uma vida com duzir a situação com inteligência, pro- mente para si que necessita de
afectivo. É bom que mantenha a cal- ciente com experiência e sabedoria, presta atenção. Nada é por acaso,...
ma, tenha a certeza que o universo sentido. Talvez sinta a sensação de curando manter um caminho estável, abrir mão, desses medos dessas
para iluminar o seu caminho. Não “até que enfim” que lhe trás um sen- de modo a poder enfrentar e controlar
se á sua frente tem desmotivação, é incertezas. Dê um grito para a
não conspira contra si, antes pelo se feche no seu mundo, antes pelo porque o seu interior vive da mes-
contrário, só pretende oferecer-lhe timento de alívio, deixando para trás os obstáculos, que serão minimos se vida e tenha coragem de avançar.
contrário envolva-se e tire partido o passado, sabendo perdoar os outros ambos souberem caminhar na mesma ma maneira. Ou não será? Tem que ter uma certa prudência,
melhores oportunidades.
Perspectivam-se melhorias profissio- do que tem á sua volta. e a si proprio. direcção. No plano material possibili- No plano material não tenha pres- pois o dinheiro não abunda.
nais, que serão de certo positivas. Prevêem-se bons retornos de tudo o Seja justo a resolver situações impre- dade de atingir os objectivos. sas, será avaliado sobretudo pela Sente-se um pouco frágil, mas
Procure descansar mais, e faça uma que fizer neste periodo. vistas. Não tenha receios de fazer um Não se distraia, principalmente quan- qualidade. não tenha medo não é nada de
alimentação saudável. Cuide da sua imagem. exame geral á sua saúde. do conduz. Faça uma vida mais activa. cuidado.

TOURO CARANGUEJO VIRGEM ESCORPIÃO CAPRICÓRNIO PEIXES


Lua Imperatriz Sol Torre Temperança Força
“O melhor está sempre em si, “ Eu faço o possível e o poder Uni- “A Vida é bela para quem a faz “ Há pessoas que amam o poder e “Feliz daquele que é capaz de ouvir “ O certo é deixar-se amar”
não procure fora”. Existem versal faz o impossível” Talvez bela” outras tem o poder de amar” Tal- a mente e o coração ao mesmo tem- Deixa que o amor o toque e
muitas armadilhas dentro de si. sinta maturidade, domínio interior e Alegria e a boa disposição são sem vez sinta que as suas crenças, opi- po. Não erra e não comete excessos.” não se defenda dele, antes pelo
Acha que é necessário criar tan- vontade de desfrutar as coisas boas dúvida a sua melhor opção para niões, e atitudes, estão cimentadas Neste momento já fez uma avalia- contrário, procure alguém com
tos obstáculos escondendo-se da da vida, com alguem por quem nu- esta semana. Se o Sol é o centro do numa estrutura demasiado rigida. ção e sabe exactamente o que lhe é quem compartilhar suas lutas
felicidade, arranjando desculpas tre sentimentos muito belos. Não nosso sistema solar, você poderá De tal forma que de um momento, mais necessário, tendo a noção real que o possa entender, que lhe
que apenas encobrem a sua inse- retarde decisões que poderão ser ser o centro do seu proprio uni- para o outro, tudo á sua volta parece daquilo que pretende. No fundo é dê apoie, o acompanhe e a quem
gurança? Aproveite, liberte-se e importantes para o seu futuro, seja verso, desde que saiba mostrara os ter ficado do avesso. Algo o pode- apenas harmonia, amor, paz na sua se possa entregar de olhos fe-
não se esqueça só a experiência claro e transparente. seus sentimentos as suas emoções rá estar alertar, que essa segurança relação. Mas não se deixe arrastar chados. Não vale a pena lutar,
vivida nos dá sabedoria. Dê atenção algumas propostas pois com luz amor, sabendo desfrutando pode ser transformada, trazendo- pela rotina, movimente a sua rela- antes pelo contrário deixe fluir
Tenha alguma atenção, pois nem todas serão bem intenciona- de tudo o que o rodeia. lhe dissabores com os quais não está ção. as emoções. No plano material
pessoas que andam ao seu redor das. Maior vitalidade, para realizar al- á espera. Procure estar mais atento Algumas alterações a nível profis- seja muito frontal na abordagem
poderão aproveitar-se de si. Tendência a dores lombares. guns dos seus objectivos. no seu local de trabalho. sional, que lhe poderão trazer um das situações doa a quem doer.
Organize a sua vida de modo a Boa, mas não exagere nos esfor- Estará susceptivel a incidentes e pouco mais de tranquilidade. Alguma estabilidade emocio-
ter tempo para relaxar. ços. complicações. Beba muitos liquidos. nal.

34 13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


INZONICES

INCLINÓMETRO Pelourinho
O
POSITIV Consigo – Contados os votos, descobre-se agora o significado do slogan
de campanha de Jorge Gomes. Ou seja, tudo o que o candidato conseguiu foi
IVO igualar o resultado do PS em 2005,
NEGAT apesar de ter virado algumas Juntas
do PSD. Sendo certo que não assume
o lugar na Vereação, veremos o que
consegue Jorge Gomes no cenário
pós-eleitoral…

Cobrança difícil – Não só as


bandeiras e a música animaram o
Mota Andrade comício de encerramento do PSD em
Presidente da Federação Vale das Fontes (Vinhais). Vários ho-
Guedes de Almeida Distrital do PS mens vestidos de negro e de gravata
Candidato do CDS-PP amarela tentaram marcar encontro
à Câmara de Bragança O PS concorreu sozinho e com o candidato laranja à Câmara de
soma mais 2 Câmaras Muni- Vinhais, mas Carlos Costa fez uma
O advogado e militante cipais no distrito de Bragança, retirada estratégica para não ter en-
do PSD ficou pelos 508 votos. igualando o PSD no mapa dis- contros indesejáveis…
Após as polémicas interven- trital. Valeu a magra vitória da
ções na Assembleia Municipal coligação de direita em Carra- Parapente laranja – Sofreu-
de Bragança e o consequente zeda de Ansiães, senão o parti- se e muito. O ambiente na sede do
mediatismo, esperava-se que do laranja já teria menos uma PS em Moncorvo foi impróprio para
Guedes de Almeida fosse mais autarquia do que o PS, após ter cardíacos, mas Aires Ferreira acabou
além. Ainda assim, o CDS-PP falhado a sua principal aposta, por abrir o champanhe. “Nem a fazer
cresceu quase o dobro face a que era Torre de Moncorvo. campanha de parapente o PSD conseguiu extinguir o Dinossaires”, atalha o
2005. meu compadre Zeferino.

Nas reuniões de
Câmara faz falta um
bigode como o meu!
Adriano, deixa-o
vir que nós ainda
somos 4! foto
Novela

Se tenho relançado
o “Cardo”...
Câmara? Não quero
ouvir falar mais
nisso!

13 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 35


Última Hora
Distrito de Bragança

O último
mandato

Aires Ferreira reconduzido no 7º mandato

Sete dos autarcas reeleitos no


distrito de Bragança não poderá
recandidatar-se em 2013.
Com a lei da limitação de man-
datos, cada presidente de Câmara
só pode cumprir 12 anos de execu-
tivo, equivalentes a 3 mandatos.
Aires Ferreira, por exemplo, é
um dos presidentes que se despede
da cadeira do poder, neste caso de
Torre de Moncorvo, após ter sido
reeleito para um sétimo mandato.
Artur Pimentel, autarca de
Vila For, é o segundo presidente
de Câmara mais antigo do distrito
de Bragança e acaba de ser recon-
duzido no município que dirige há
16 anos, onde cumprirá o último
mandato.
Na mesma situação está José
Silvano, eleito, pela primeira vez,
em 1997. No entanto, desde 1996
que o edil assumiu a presidência da
Câmara de Mirandela, pois substi-
tuiu José Gama, eleito deputado à
Assembleia da República.
Jorge Nunes segue o mesmo
caminho em Bragança, pois já foi
eleito há 12 anos.
Embora com menos “anos de
casa”, Beraldino Pinto (Macedo
de Cavaleiros), Moraes Machado
(Mogadouro) e José Rodrigues
(Vimioso) também já não podem
concorrer novamente, já que, em
2013, completam três mandatos
consecutivos.
José Santos (Freixo de Espa-
da à Cinta) e Américo Pereira (Vi-
nhais), por seu turno, ainda podem
avançar dentro de 4 anos, mas só
mais essa vez.
Quanto aos estreantes de Al-
fândega da Fé, Carrazeda de Ansi-
ães e Miranda do Douro começam
agora do zero e podem concorrer
até 2017.

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