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GOVE R NO DO ESTADO SECRET ARIA DE ESTADO DE SÃO PAULO DA EDUC AÇÃO

GOVE R NO DO ESTADO

SECRET ARIA DE ESTADO

DE

SÃO PAULO

DA EDUC AÇÃO

COORDE

NADORIA DE GESTÃ

O DE REC U RSOS HU MANOS

CONCURSO P Ú BLICO 2013 PA R A PROFESSOR D E EDUCAÇÃO B Á SICA II

Pr ova d e C o nhec ime n tos Espe cífico s

A rte

T ipo 2 V e rde

Inform ações G erais

1. Você receberá do fiscal de s a la: a) uma folh a de respos t as destinada à marcação das respostas das questões o bjetivas; b) esse cad e rno de prova contendo 30 (trinta) ques tões objetivas, cada qual com cinco altern a tivas de respo stas (A, B, C, D e E). 2. Verifique se o caderno es tá completo, sem repetição de

questões ou f alhas. Caso con trário, notifiqu e imediatamen te o

fiscal de sala p ara que sejam tomadas as dev idas providênci as.

3. As questões o bjetivas são id entificadas pe lo número situ ado acima do seu e nunciado. 4. Ao receber a f olha de respos tas, você deve : a) conferir s eus dados pe ssoais, em es pecial seu n o me, número d e inscrição e o número d o documento de identidad e ; b) ler atenta mente as inst ruções para o preenchiment o da folha de r e spostas; c) marcar n a folha de respostas o campo relativ o à confirmaç ão do tipo/co r de prova, co nforme o cad e rno que você recebeu; d) assinar se u nome, apen as nos espaço s reservados, com

caneta es f erográfica de t

inta azul ou pr e ta.

5. Durante a apli cação da prov a não será perm itido: a) qualquer t ipo de comuni cação entre os candidatos;

b) levantar d a cadeira sem a devida auto r ização do fisca l de sala; c) portar ap arelhos eletrô nicos, tais co m o bipe , tele f one celular, a g enda eletrôni ca, notebook, palmtop , rece p tor, gravador, máquina de calcular, m á quina fotográ fica digital, co ntrole de ala rme de carro etc., bem c omo relógio d e qualquer mod elo, óculos es c uros ou quais q uer acessório s de chapelaria , tais como ch apéu, boné, g orro etc. e, ai nda, lápis, la p iseira (grafite ), corretor líq u ido

infração pod erá acarreta r a

eliminaçã o sumária do c andidato. 6. O preenchim ento da fo lha de resp ostas, de in t eira

responsabilid a de do candid a to, deverá se r feito com ca n eta

erá

esferográfica d e tinta indelé v el de cor pret a ou azul. Não s

permitida a troca da fol h a de respos tas por erro do candidato.

e/ou bo rracha. Tal

7. O tempo dispo n ível para a realização d a prova é d e du as horas , in c luído o tempo para a marcaç ão da folha d e re s postas. 8. Re s erve tempo s uficiente para o preenchim ento de suas re s postas. Para fins de ava liação, serão levadas em co n sideração ap e nas as marca ções realizad a s na folha d e re s postas, não se ndo permitido anotar inform ações relativas às suas resposta s em qualque r outro meio q ue não seja o pró prio caderno d e prova.

9. Os candidatos in s critos para u m a disciplina te rão duas horas

pa ra realização d a prova e some

ap ós 60 (sessent a) minutos de a plicação, con t udo sem leva r

nte poderão s e retirar da sala

o c aderno de pro v a.

9. 1 . O candidat o poderá levar o caderno de p rova somente nos último s 30 (trinta) minutos que antecedem o término da a plicação.

10. Os candidatos in s critos para du a s disciplinas te rão 4 (quatro ) ho ras para realiza ção da prova e somente po d erão se retira r da sala após 90 (n oventa) minu t os de aplicaçã o, contudo se m

le v

10. 1. O candidat o poderá levar o caderno de p rova somente nos últimos 60 (sessenta ) minutos que antecedem o término da a plicação.

11. Ao terminar a pr ova, entregue a folha de res postas ao fisca l da sala e deixe o local de pr ova. Caso voc ê se negue a

ar o caderno d e prova.

en tregar, será eli m inado do con curso .

12. A F GV realizará a coleta da im p ressão digital dos candidato s na folha de respo s tas. 13. Os candidatos po d erão ser subm etidos a siste a de detecçã o de metais quan d o do ingress o e da saída de sanitário s du rante a realiza ção da prova. A o sair da sala, ao término d a

pro va, o candidat

o não poderá u sar o sanitário .

14. Os gabaritos p reliminares d a s provas o b jetivas serã o div ulgados no d ia 18/11/20 1 3, no ender eço eletrônico

w w w.fgv.br/fgvp rojetos/concu rsos/pebsp.

15. O prazo para in t erposição de recursos contr a os gabarito s pre liminares será das 0h00min do dia 19/1 1/2013 até a s

23 h 59min do dia 20/11/2013, o bservado o ho rário oficial, n o

en d ereço www .fgv.br/fgvpro j etos/concurs o s/pebsp , po r m e io do Sistema Eletrônico de I n terposição de Recurso

etos/concurs o s/pebsp , po r m e io do Sistema Eletrônico de I n terposição

FGV-Projetos

Concurso Público para a Secretaria de Estado de Educação – 2013

A r te

01

Co m relação ao e nsino da Arte n o Brasil, anali s e as afirmativ as a s e guir.

O uso da Arte como saber i nstituído, bas e ado no valor d o objeto artísti co em si m e smo, foi u m a característi ca marcante do ensino de Arte no Brasil, ao longo do sécu lo

XIX.

II. O modernism o em Arte/Edu cação difundi u uma concepç ã o de arte com o desenvolvim e nto da criativi dade, apoiand o

I.

se, entre outr os, na ideia de evolução gráfic a das crianças.

III. As experiênc ias das Escoli n has de Arte incentivaram a oficialização d o ensino de Educação Artí s tica em escol as públicas, a p a rtir dos anos 1970, ao prop or as habilidad es de leitura, in terpretação e contextualiza ção da obra d e arte.

As s inale: (A) se somente a afirmativa I es t iver correta. (B) se somente a afirmativa II es tiver correta. (C) se somente a afirmativa III e s tiver correta. (D) se somente a s afirmativas I e II estiverem c orretas. (E) se todas as af i rmativas estiv e rem corretas.

02

A e ducação em a rte inclui expe riências de pe r cepção e análi se de produções vis u ais, sejam orig inais, se j am re produções, b e m co m o o conheci m ento de dife rentes obras de artes visu a is ma rcantes na cult ura nacional e internacional.

Figu ra I F igura II Figur a III F igura IV
Figu ra I F igura II Figur a III F igura IV

Figu ra I

F

igura II

Figu ra I F igura II Figur a III F igura IV
Figu ra I F igura II Figur a III F igura IV

Figur a III

F igura IV

An a lise as image n s acima e assi n ale a alternati va que se refe re

cor

retamente a e x emplos da pro dução artístic a contemporân e a

bra

sileira em sua m ultiplicidade d e manifestaçõ es.

(A) I e II (B) II e III (C) I e III (D) II e IV (E) III e IV

03

As mãos f alam

Dete rminados ges tos, como o de manter a mão direit a

leva n tada, dobrand o os dedos an ular e mindinh o junto com o

pole

Um e xemplo da m ão que fala é o gesto da benção cristã ,

exe m plificada no S alvator mund i ( 1499), de Leo n ardo da Vinci.

Reis e imperadores se apropriara m desse gesto simbólico e d e

seu s ignificado, com o é o caso de Napoleão, que se faz retratar

segu rando a mão da justiça ”, tel a de Jean Augi Ingre s , Napoleão e m seu trono im perial (1806).

ste Dominique

g ar, codificam v alores e atitud

es em diversas sociedades.

alores e atitud es em diversa s sociedades. e sociedade , teste munhadas na s reproduções

e sociedade ,

teste munhadas na s reproduções a cima estão lis tadas a seguir,

à ex c eção de uma. A ssinale a.

Cara cterísticas d a relação e ntre arte

(A) A mão de Crist o que abenço a é transforma d a em símbol o d o poder régio , indicando c omo a arte f oi usada para

(B) S em pronuncia r palavras, Cr isto fala para o observador

s acralizar o pod er temporal.

a

través do gest o, o que pressu

põe que o olh a r dos fruidore s

e

ra capaz de tra duzir esses cód igos.

(C) N a tradição vis u al ocidental, o s símbolos do p oder tempora l e espiritual tes temunham u m a apropriação recíproca do s

c

ódigos do pod er.

(D) A leitura e inte rpretação dos gestos são im portantes para

s

ituar o fazer ar

tístico em sua p rópria histori c idade.

(E) O gesto da mã o que abenço a está present e em todas as c ulturas, indica ndo elemento s universais e atemporais d a rte humana.

a

Concurso Público para a Secretaria de Estado de Educação – 2013

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04

Pa r a proporciona r experiências que desperte m a curiosida d e do s alunos sobre o patrimôni o material e i material de s ua cid a de, o docent e organiza visi tas a alguns m useu e casas d e cul tura de São P aulo: o Muse u da Cidade de São Paulo , a Pin acoteca e a Ca sa de Cultura d o Butantã . Co m relação aos objetivos de e ducação patri m onial present es

ne s ta atividade, a ssinale V para a afirmativa ve rdadeira e F pa ra

a f a lsa.

( ) Compreender a função

espaços ond e se guardam as criações d o passado, pa ra

oferecer um t estemunho m a terial e um re gistro preciso d e

contemporâne a dos muse u s,

como era a vi d a das socieda d

es pretéritas.

( ) Identificar as transformaçõ es da cidade e da socieda d e

através da an á lise da arquit e tura dos muse us e dos acerv os

que lhes fora m destinados. ( ) Estabelecer a ligação entre o saber escolar e o comunitár i o, permitindo q ue os aluno s se aproprie m do univer s o artístico e cult ural em sua di mensão local e regional.

As afirmativas são , respectivame nte, (A) F V F. (B) F V V. (C) V F F. (D) V V F. (E) F F V.

05

Pe n sar a discip l ina Arte em um process o de formaç ã o

con tinuada de

art iculação com o s três eixos n orteadores est abelecidos pel os

PC N ’s: produzir , a preciar e conte xtualiza r.

as

ori e ntações curr iculares da d isciplina Arte em seus eix os

no rteadores.

(A) O produzir se refere à fruiç ã o de arte e d o universo a e la relacionado, p ossibilitado p e la realização d e atividades q u e

cação artística e museologia.

(B) O contextuali za r consiste e m analisar a p rodução artísti ca individual e do outro, d ecodificando seus element os compositivos e simbólicos em oficinas de atualizaç ã o metodológica .

pressupõe e s tabelecer u m a

professores

As s inale a alte rnativa que

descreve c orretamente

articulam edu

(C) O apreciar é a decodificaçã o e fruição da arte, através da análise dos a t ributos estétic os que uma s ociedade asso c ia

às manifestaç ões artísticas.

(D) O f azer artísti co é o process o de aquisição d e competênci as técnicas obtid as mediante o exercício da im itação das obr dos grandes m estres. (E) O apreciar é a ção de inserir o próprio tra b alho artístico n o contexto socia l, histórico e c u ltural ao qual se refere.

as

06

Com o objetivo d e exercitar a l eitura e a in t erpretação d e insta lações de artis tas contempo râneos, o doc e nte organizo u uma incursão virtu al ao portifól i o da artista A ninha Duarte , tend o selecionado a reproduçã o da instala ç ão Analgesia s Votiv as.

o da instala ç ão Analgesia s Votiv as . (Aninh a Duarte, Analgesi as votivas

(Aninh a Duarte, Analgesi as votivas (5 x 33 x 0,3 m), 2003, ins talação no MUNA , Uberl â ndia (MG) Estr u tura em cruz lati na com peças de parafina, bonecas ,

roupa s , remédios, cartas,

troféu, objetos art esanais e industriai s.)

Com base na ima g em, assinale a alternativa que identific a corre tamente um aspecto da p oética visual na linguage m cont e mporânea da instalação.

(A) A nalgesias Voti v as utiliza obj e tos das salas de promessas , c omo ex votos, para estimul a r a devoção cristã entre os

e

spectadores.

(B) É próprio da modalidade d a instalação apresentar a o p úblico obras que mostre m sinais evid e ntes que a s c aracterizam c o mo obra de arte, como a moldura e o p edestal.

(C) A instalação pr ovoca a intera ç ão com os vis itantes a partir d a capacidade de os objeto s votivos func ionarem com o e lementos que , em nossa c u ltura, podem anestesiar ou d iminuir a dor f í sica e mental. (D) A nalgesias Vot ivas propõe retratar, com veracidade e f idelidade, a v ida e os an s eios das cla s ses populare s b rasileiras, util izando, para isso, os pró p rios ex voto s

(E) A instalação é uma obra c onceitual cuj o propósito é

p reservar prátic as culturais d e nossa históri a em process o d e desapareci m ento, guard a ndo sua me mória para a s

d ispostos de m odo artístico.

g

erações futura s.

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Concurso Público para a Secretaria de Estado de Educação – 2013

07

As duas imagen s são exemplo s de uma lin g uagem da a r te con temporânea inserida na d inâmica da cultura urba n a: o g rafite . A prim eira, Swept u nder the carp e t”, é do artis ta plá stico Bansky e se encontra em uma ru a de Londres; a se g unda é O es trangeiro ”, de Osgêmeos e f oi realizada e m fac hada lateral d e prédio no Vale do Anha n gabaú, em S ã o Pa u lo (SP).

do Anha n gabaú, em S ã o Pa u lo (SP). Co m relação aos
do Anha n gabaú, em S ã o Pa u lo (SP). Co m relação aos

Co m relação aos g rafites reprod uzidos, analis e as afirmativas a se g uir.

I.

fora de espa ç os tradicionai s , superando a dicotomia ent re

Os dois grafi tes proporcio n am uma exp e riência estéti ca

arte de rua e arte para m useu

”.

II. Os dois grafit es produzem uma nova est é tica urbana, a o introduzir aç õ es familiares e m situações im plausíveis ou a o hiperdimensio nar figuras hu m anas.

III. Os dois grafit e s são manifes t ações de cont e stação polític a e ideológica pró prias da contr acultura inicia d a na década de

1960.

As s inale: (A) se somente a afirmativa I es t iver correta. (B) se somente a afirmativa II es tiver correta. (C) se somente a afirmativa III e s tiver correta. (D) se somente a s afirmativas I e II estiverem c orretas. (E) se todas as af i rmativas estiv e rem corretas.

08

Em u m exercício d e apreciação e l eitura de imag ens, o docente eleg e a estratégia da intertextu alidade para d esencadear o proc e sso criativo em seus alu nos, relacion ados imagens cons a gradas de hist ória da arte co m elementos d o cotidiano.

da arte co m elementos d o cotidiano. Michelangelo, 1499. Capa da Revis ta Isto é,

Michelangelo, 1499.

m elementos d o cotidiano. Michelangelo, 1499. Capa da Revis ta Isto é, n. 1334, 26

Capa da Revis ta Isto é, n. 1334,

26

de ma io de 1995.

Com relação à in tertextualidad e como proce dimento para prod uzir conhecim e nto sobre a a rte, com bas e nas imagens acim a , analise as af i rmativas a seg u ir.

situação d e

i n tertextualida d e permite es tabelecer um diálogo entre e las, através dos elemento s de aproxim ação estético f ormais e dos v alores e atitu d es que social m ente lhes sã o a tribuídos.

II. A intertextualid ade pressupõ e a releitura d a obra de arte , i n centivando a capacidade de reelaborar e r e organizar, e m u ma nova com posição, os ele m entos visuais que estão sob e III. O ensino da ar te mediante a intertextualid a de promove o d iálogo entre d iversas áreas d o conhecime n to, estabelece u ma relação entre diferen tes linguagen s artísticas e

I. A eleição d as duas im agens em

xame.

d

iversifica o re p ertório simból i co.

Assin ale: (A) s e somente a af irmativa I estiv er correta. (B) s e somente a af irmativa II esti v er correta. (C) s e somente a af irmativa III esti ver correta. (D) s e somente as a firmativas I e I I estiver corret a . (E) s e todas as afir m ativas estiver em corretas.

09

São e stratégias us a das para tran s formar os do centes de arte

em m ediadores cult

(A) P romover ofici nas, como es paço de que s tionamento e r e ssignificação d as ações educ ativas.

(B) P ropor jogos, a ções e dinâmic as que permit a m percorrer o

urais, à exceç ã o de uma. Assi nale a.

e

spaço expositi vo, problemati zando o.

(C) U tilizar mídias digitais para promover e x periências d e

c

aptação e proj e ção de image ns.

(D) V alorizar a