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PROCESSAMENTO DE MATERIAIS

PROCESSAMENTO DE MATERIAIS

PROCESSAMENTO DE MATERIAIS

Processamento

Processo a ser

trabalhado o material.

Estrutura
Estrutura

Arranjo de seus componentes

internos.

Propriedades

Característica

da resposta a um estímulo

específico que

lhe é imposto.

Desempenho

Depende das propriedades.

PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Processamento Processo a ser trabalhado o material. Estrutura Arranjo de seus componentes internos.
PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Processamento Processo a ser trabalhado o material. Estrutura Arranjo de seus componentes internos.
PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Processamento Processo a ser trabalhado o material. Estrutura Arranjo de seus componentes internos.

PORQUE ESTUDAR A CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS?

PORQUE ESTUDAR A CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS?

PORQUE ESTUDAR A CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS?

  • Necessidade do conhecimento dos tipos de materiais existentes:

  • Necessidade do conhecimento do comportamento de cada material;

  • Necessidade do conhecimento de aplicação;

  • Necessidade do conhecimento de resposta;

    • Com esses conhecimentos saberemos definir com segurança os tipos de materiais a serem usados

nos novos projetos.

IMPORTÂNCIA DOS MATERIAIS

IMPORTÂNCIA DOS MATERIAIS Fonte: Engenheiro Químico Industrial Mário J. L. Caetano

Fonte: Engenheiro Químico Industrial Mário J. L. Caetano

CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS

  • Convenientemente os materiais sólidos

foram agrupados em três classificações básicas:

  • Metais;

  • Cerâmicas;

  • Polímeros.

MATERIAIS METÁLICOS

  • Os materiais metálicos são substâncias

inorgânicas compostas por um ou mais

elementos metálicos e podem também conter elementos não metálicos;

  • São bons condutores de eletricidade em calor;

  • Não são transparentes;

  • São muitos resistentes e ao mesmo tempo deformáveis.

MATERIAIS CERÂMICOS

  • Os cerâmicos são materiais inorgânicos constituídos por elementos metálicos e não

metálicos unidos por meio de ligações

químicas;

  • Na maioria das vezes são compostos por

Óxidos, Nitretos e Carbetos;

  • São isolantes à passagem de eletricidade e

calor;

  • São bastante resistentes a altas

temperaturas e ambientes severos.

MATERIAIS POLÍMEROS

  • Os polímeros são compostos orgânicos

que tem sua química baseada no carbono,

no hidrogênio e em outros elementos não metálicos com estruturas moleculares muito

grandes;

  • São péssimos condutores de eletricidade e calor;

  • Possuem baixas densidades e podem ser extremamente flexíveis.

MATERIAIS COMPÓSITOS

  • São combinações de pelo menos dois materiais distintos com uma interface entre

eles;

  • As propriedades dos compósitos

dependem dos materiais usados e do grau

de ligação entre eles através da interface;

  • Materiais que combinam propriedades

complementares;

  • Obtenção de propriedades que não se

conseguem com componentes isolados.

ESTRUTURAS ATÔMICAS

Modelo atômico de John Dalton - 1800

ESTRUTURAS ATÔMICAS • Modelo atômico de John Dalton - 1800 • Modelo atômico de Thomson -

Modelo atômico de Thomson - 1856

  • O átomo de um elemento é

igual ao outro átomo para formar

ligações.

ESTRUTURAS ATÔMICAS • Modelo atômico de John Dalton - 1800 • Modelo atômico de Thomson -
  • O átomo era uma esfera que

tinha massa positivo e os

elétrons, carga negativa.

Modelo atômico de Rutherford- 1911

ESTRUTURAS ATÔMICAS • Modelo atômico de John Dalton - 1800 • Modelo atômico de Thomson -
  • O átomo possui espaços

vazios chamado eletrosfera e

uma região positiva denominada

núcleo (Prótons).

ÁTOMO

ÁTOMO Formado por duas regiões:  Uma com uma carga elétrica positiva que é chamado de

Formado por duas

regiões:

  • Uma com uma carga elétrica positiva que é chamado

de Núcleo:

  • Constituído por Nêutrons e Prótons.

  • E a outra região ocupada por Elétrons que possuem

carga elétrica negativa e gira ao redor do Núcleo.

ÓRBITAS DOS ELÉTRONS

ÓRBITAS DOS ELÉTRONS  Átomo de Lítio – 3 Prótons e 4 Nêutrons no Núcleo e
  • Átomo de Lítio 3 Prótons e 4 Nêutrons no Núcleo e

3 Elétrons sendo 2 na órbita K e 1 na órbita L;

  • Átomo de Neon 10 Prótons e 9 Nêutrons no Núcleo

e 10 Elétrons sendo 2 na órbita K e 8 na órbita L;

ESTADOS DA MATÉRIA

Estados Físicos da matéria:

ESTADOS DA MATÉRIA • Estados Físicos da matéria:

ESTRUTURAS SÓLIDAS

  • Sob o ponto de vista interno, os sólidos

são formados por partículas que permanecem muito próximas umas das

outras, devido as forças atrativas existentes entre elas;

  • Os sólidos seguem uma ordem geométrica muito bem definida a qual

chamamos de Reticulado Cristalino.

ESTRUTURAS METÁLICAS

  • A Grafite e o Diamante são formas

alotrópicas naturais do Carbono.

ESTRUTURAS METÁLICAS  A Grafite e o Diamante são formas alotrópicas naturais do Carbono.

ESTRUTURAS METÁLICAS

  • Redes cristalinas são matrizes tridimensionais de postos que coincidem

com as posições dos átomos.

ESTRUTURAS METÁLICAS  Redes cristalinas são matrizes tridimensionais de postos que coincidem com as posições dos

ESTRUTURAS CRISTALINAS DOS METAIS

 

ESTRUTURA

 

ESTRUTURA

METAL

CRISTALINA

METAL

CRISTALINA

Alumínio

CFC

Níquel

CFC

Cádmio

HC

Ouro

CFC

Chumbo

CFC

Platina

CFC

Cobalto

HC

Prata

CFC

Cobre

CFC

Tântalo

CCC

Cromo

CCC

Titânio

HC

Ferro

CCC

Tungstênio

CCC

Molibdênio

CCC

Zinco

HC

CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

Baixo Teor de Carbono - 0,25% C:

  • Ferrita e Perlita;

  • Baixa dureza e resistência;

  • Alta ductilidade e tenacidade;

  • Aplicações: Carcaças de automóveis,

Formas estruturais, chapas de tubulações,

edificações de pontes.

CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

Médio Teor de Carbono 0,25 á 0,60% C:

  • Martensita revenida;

  • Mais resistentes que os aços baixo C;

  • Baixa ductilidade e tenacidade;

  • Aplicações: Rodas e trilhos de trens,

engrenagens, virabrequins, peças de

máquinas.

CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

Alto Teor de Carbono - 0,60 á 1,40% C:

  • Ferrita e Perlita;

  • Mais Duros e resistentes;

  • Menos dúcteis;

  • Resistente ao desgaste;

  • Mantém o fio de corte afiado;

  • Aplicação: Ferramentas de cortes e matrizes,

facas, lâminas de corte, lâminas de serras,

molas, arames de alta resistência.

AÇOS LIGAS

  • Aços ferramentas (alto teor de Carbono):

    • Utilizados em operações de corte, formação, afiação;

    • Possuem elevadas durezas, resistência á abrasão e boa

tenacidade;

  • Características obtidas com a adição de Carbonos e ligas como:

    • Tungstênio;

    • Molibdênio;

    • Vanádio;

    • Manganês.

    • Cromo.

  • Esses aços são em sua maioria forjados, porém alguns são

  • fabricados em fundição de precisão ou por metalurgia do pó;

    • Os custos destes aços são maiores do que dos aços

    comuns.

    AÇOS LIGAS

    Aços rápidos:

    • São desenvolvidos para aplicação de usinagem em elevadas velocidades;

    Aços para trabalho a quente:

    • São desenvolvidos para operações de punçonamento, cisalhamento e forjamento de

    metais em altas temperaturas;

    Aços para deformação a frio;

    • Não contém elementos de liga para resistência

    a quente com aplicação em faixas de 205 a

    260ºC.

    AÇOS LIGAS

    • Aços resistentes ao choque:

      • Seus principais elementos de liga são Manganês,

    Silício, Cromo, tungstênio, Molibdênio com

    aproximadamente 0,5% de Carbono;

    • Aços para moldagem:

    Esses aços possuem Cromo e níquel como elementos de ligas;

    • Possuem baixas resistência ao amolecimento em

    altas temperaturas;

    • Aços temperáveis em água;

      • Nestes aços o Carbono é o principal elemento com

    pequenas quantidade de Cromo para aumentar a

    temperabilidade.

    ELEMENTOS DE LIGAS

    É através da adição de elementos de ligas que podemos obter melhoras de algumas propriedades como diminuição ou aumento do ponto de fusão,

    aumento da dureza, aumento da resistência

    mecânica e/ou outras características desejadas de

    acordo com o uso do metal.

    ELEMENTOS DE LIGAS  É através da adição de elementos de ligas que podemos obter melhoras

    EFEITOS DOS ELEMENTOS DE

    LIGAS NOS AÇOS

    EFEITOS DOS ELEMENTOS DE LIGAS NOS AÇOS

    CROMO

    • Forma carbonetos. Acelera o crescimento dos grãos;

    • Aumenta a resistência à corrosão e à oxidação. Aumenta a resistência à altas temperaturas;

      • Aplicações: Aços para construção mecânica, aços- ferramenta e aços inoxidáveis

      • Produtos para indústria química, talheres, válvulas, peças para fornos e ferramentas de corte.

    CROMO  Forma carbonetos. Acelera o crescimento dos grãos;  Aumenta a resistência à corrosão e
    CROMO  Forma carbonetos. Acelera o crescimento dos grãos;  Aumenta a resistência à corrosão e
    CROMO  Forma carbonetos. Acelera o crescimento dos grãos;  Aumenta a resistência à corrosão e

    TUNGSTÊNIO

    • Forma carbonetos muito duros.

    • Aumenta a dureza e aumenta a resistência a altas

    temperaturas.

    • Aplicações: Aços rápidos e aços ferramentas.

    • Produtos: Ferramentas de corte.

    TUNGSTÊNIO  Forma carbonetos muito duros.  Aumenta a dureza e aumenta a resistência a altas
    TUNGSTÊNIO  Forma carbonetos muito duros.  Aumenta a dureza e aumenta a resistência a altas

    MOLIBDÊNIO

    • Influência na estabilização do carboneto.

    • Aumenta a resistência à tração. Aumenta a

    temperabilidade.

    • Aumenta resistência em altas temperaturas.

      • Aplicações: Aços-ferramenta, aços-cromo-níquel

    e substituto do tungstênio em aços rápidos.

    • Produtos: Ferramentas e ferramentas de corte.

    MOLIBDÊNIO  Influência na estabilização do carboneto.  Aumenta a resistência à tração. Aumenta a temperabilidade.
    MOLIBDÊNIO  Influência na estabilização do carboneto.  Aumenta a resistência à tração. Aumenta a temperabilidade.

    VANÁDIO

    • Inibe o crescimento dos grãos. Forma carbonetos.

    • Aumenta resistência mecânica e aumenta a resistência

    à fadiga e à abrasão.

    • Aplicações: Aços cromo-vanádio

    • Produtos: Chaves de fixação.

    VANÁDIO  Inibe o crescimento dos grãos. Forma carbonetos.  Aumenta resistência mecânica e aumenta a
    VANÁDIO  Inibe o crescimento dos grãos. Forma carbonetos.  Aumenta resistência mecânica e aumenta a

    ELEMENTOS LIGAS NÃO

    FORMADORES DE CARBONETOS

    ELEMENTOS LIGAS NÃO FORMADORES DE CARBONETOS Silício Manganês Níquel Cobre Cobalto
    ELEMENTOS LIGAS NÃO FORMADORES DE CARBONETOS Silício Manganês Níquel Cobre Cobalto

    Silício

    Manganês

    Níquel

    Cobre

    Cobalto

    ELEMENTOS LIGAS NÃO FORMADORES DE CARBONETOS Silício Manganês Níquel Cobre Cobalto
    ELEMENTOS LIGAS NÃO FORMADORES DE CARBONETOS Silício Manganês Níquel Cobre Cobalto

    SILÍCIO

    • Auxilia na desoxidação e na grafitização. Aumenta a fluidez.

    • Aumento da resistência à oxidação em temperaturas elevadas,

    melhora da temperabilidade e da resistência à tração.

    • Aplicações: Aços com alto teor de carbono. Aços para fundição em areia.

    • Produtos: Peças fundidas.

    SILÍCIO  Auxilia na desoxidação e na grafitização. Aumenta a fluidez.  Aumento da resistência à
    SILÍCIO  Auxilia na desoxidação e na grafitização. Aumenta a fluidez.  Aumento da resistência à

    MANGANÊS

    • Estabiliza os carbonetos. Ajuda a criar microestrutura dura por meio

    de têmpera. Diminui a velocidade de resfriamento.

    • Aumenta a resistência mecânica, a temperabilidade da peça e a

    resistência ao choque.

    • Aplicações: Aço para construção mecânica.

    • Produtos: Peças para automóveis e peças para uso geral em engenharia mecânica.

    MANGANÊS  Estabiliza os carbonetos. Ajuda a criar microestrutura dura por meio de têmpera. Diminui a

    NÍQUEL

    • Refina o grão e diminui a velocidade de transformação na estrutura

    do aço

    • Aumenta da resistência à tração.

      • Aplicações: Aço para construção mecânica, aço inoxidável, aço

    resistente a altas temperaturas.

    • Produtos: Peças para automóveis, utensílios domésticos e caixas para tratamento térmico.

    NÍQUEL  Refina o grão e diminui a velocidade de transformação na estrutura do aço 
    NÍQUEL  Refina o grão e diminui a velocidade de transformação na estrutura do aço 
    NÍQUEL  Refina o grão e diminui a velocidade de transformação na estrutura do aço 

    COBALTO

    • Aumenta a dureza. Aumenta a resistência à tração,

    resistência à corrosão e à erosão.

    • Aplicações: Aços rápidos e elementos de liga em aços magnéticos.

    • Produtos: Lâminas de turbina de motores a jato.

    COBALTO  Aumenta a dureza. Aumenta a resistência à tração, resistência à corrosão e à erosão.
    COBALTO  Aumenta a dureza. Aumenta a resistência à tração, resistência à corrosão e à erosão.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

    • Aços inoxidáveis 0,08 á 0,25% C:

      • Austeníta, Ferrita ou Martensita;

      • Altamente resistente á corrosão;

      • Contém altas % de Cr e o Níquel entre 6 e 7%;

      • Aplicação: Turbinas a gás, caldeiras de vapor para altas temperaturas, fornos para

    tratamentos térmicos, aeronaves, mísseis.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

    • Aços inoxidáveis Martensíticos Ligas de Fe-Cr-C:

      • Possui uma estrutura cristalina martensítica na condição endurecida;

      • São ferromagnéticos, endurecidos por tratamento térmico;

    Resistentes á corrosão em meios de média agressividade;

    • Contém entre 10,5 a 18% Cr e até 1,2% C;

    • Aplicação para elevadas resistência à tração, à fluência e à fadiga (turbinas a vapor,motores a

    jato turbinas gás, esferas de rolamento, etc).

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

    • Aços inoxidáveis Ferríticos Ligas de Fe e Cr:

      • Possui uma estrutura cristalina cúbica de corpo

    centrado;

    • São ferromagnéticos, não são endurecidos por

    tratamento térmico;

    • Possui boa ductilidade e conformabilidade e sua

    tenacidade pode ser limitada a baixas temperaturas;

    • Contém entre 11 a 30% Cr;

    • Aplicação em sistemas de exaustão de automóveis, recipientes de alimentos, trocadores de calor,

    tubulações com soluções de cloretos e água do mar.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS AÇOS

    • Aços inoxidáveis Austeníticos Ligas de Fe- Cr-Ni-Mn:

      • Possui uma estrutura cristalina cúbica de corpo

    centrado;

    • São ferromagnéticos, não são endurecidos por

    tratamento térmico;

    • Possui boa ductilidade, conformabilidade e sua

    tenacidade pode ser limitada a baixas temperaturas;

    • Contém entre 16 a 26% Cr, >= a 35% Ni e >= a 15%

    de Mn;

    • Podem resistir á corrosão atmosférica em várias

    soluções aquosas, na presença de alimentos, em

    ácidos oxidantes, fosfóricos e acéticos.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS FERROS FUNDIDOS

    • FOFO Cinzento 2,5 á 4% C, 1 á 3% Si e 0,4 á 1% Mn :

      • Grafita envolvida em Ferrita e Perlita;

      • Pouco resistente e frágil em tração;

      • Resistência e ductilidade alta sob compressão;

      • Excelente capacidade de amortecimento de

    vibração e elevada resistência ao desgaste

    mecânico;

    • Aplicados em componentes estrutural de máquinas

    e equipamentos pesados sujeitos à vibração,

    pequenos blocos cilíndricos, discos de embreagens

    e peças fundidas de motores a diesel.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS FERROS FUNDIDOS

    • FOFO Nodular 2,8 á 4% C, 1,7 a 2,8% Si e 0,1 á 0,50 de Mn :

      • Cementita e Grafita;

      • Boa ductilidade, alta resistência á tração;

      • Suas características são muito próximas do

    aço;

    • Elevado limite de escoamento;

    • Aplicáveis em carcaças de bombas,

    virabrequins, engrenagens, pinhões, cilindros.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS FERROS FUNDIDOS

    • FOFO Branco 1,8 á 3,6% C, 0,5 á 1,9% Si e 0,25 á 0,8% Mn :

      • Extremamente Duro e frágil (Cementita);

      • É o de maior resistência mecânica;

      • Alta resistência á abrasão;

      • Elevada resistência ao desgaste;

      • Utilizado para fabricação de cilindros de laminação.

    CLASSIFICAÇÃO DOS METAIS FERROS FUNDIDOS

    • FOFO Maleável FOFO branco tratado :

      • Alta ductilidade boa usinabilidade;

      • Boa resistência á tração, á fadiga e ao desgaste;

      • Sua aplicação é em conexões para tubos, peças para válvulas ferroviárias e navais,

    flanges e peças para industria pesada.

    SOLIDIFICAÇÃO DO FERRO PURO

    Ferro alfa Ferro gama Ferro delta
    Ferro alfa
    Ferro gama
    Ferro delta

    ESTRUTURA DO AÇO NO RESFRIAMENTO LENTO

    • A presença de Carbono faz com que o

    ferro mude de estrutura:

    • Cúbica de Face Centrada (austenita);

    • Para Cúbica de Corpo Centrado (ferrita);

    • A uma temperatura diferente de 911ºC;

    • Essa temperatura varia em função do Carbono no Ferro representado pela linha A3 no gráfico.

    ESTRUTURA DO AÇO NO RESFRIAMENTO LENTO

    ESTRUTURA DO AÇO NO RESFRIAMENTO LENTO

    DIAGRAMA FERRO-CARBONO

    1600 1538 ºC A L J B 1400 δ 1394 ºC N D 1200 γ +
    1600
    1538 ºC
    A
    L
    J B
    1400
    δ
    1394 ºC
    N
    D
    1200
    γ + L
    E
    C
    L + Fe 3 C
    γ, austenita
    F
    2,14
    Solidus
    4,30
    1148 ºC
    1000
    Fe 3 C
    912 ºC
    γ + Fe 3 C
    G
     + γ
    A 3
    800
    727 ºC
    K
    P
    S
    A 1
    0,76
    600
    0,022
     + Fe 3 C
    Q
    400
    0
    1
    2
    3
    4
    5
    6
    6,7
    Temperatura, ºC
    Fe

    Composição, %p C

    DIAGRAMA FERRO-CARBONO

    • FERRITA: solução de carbono em FERRO ALFA - (CCC). Apresenta solubilidade de 0,008% C a temperatura ambiente e de no máximo, 0,02% C a 727 ºC. Apresenta boa plasticidade.

    • AUSTENITA: solução de carbono em FERRO GAMA - γ (CFC).

    Consegue dissolver um teor de C muito mais alto do que a ferrita (até 2,11% C a 1148 ºC).

    • CEMENTITA: (Fe 3 C) composto intermediário, o CARBETO DE FERRO, é representado por uma linha vertical passando pela composição de 6,7% C. É muito duro e frágil.

    • PERLITA: é uma mistura eutetóide de duas fases (Ferrita e Cementita), possui um teor médio de Carbono 0,86% C é mutio frágil e duro e muito resistente ao cisalhamento.

    • MARTENSITA: é uma solução sólida supersaturada de Carbono em FERRO ALFA - (CCC) é o constituinte estrutural da têmpera dos aços.

    DESENVOLVIMENTO DAS

    MICROESTRUTURAS EM LIGAS FeC

    AÇO

    %p

    Microconstituintes

    Fases

    C

    HIPOEUTETÓIDE

    < 0,76

    FERRITA PRÓ- EUTETÓIDE + PERLITA

    FERRITA () e CEMENTITA (Fe 3 C)

    EUTETÓIDE

    = 0,76

    PERLITA

    FERRITA () e CEMENTITA (Fe 3 C)

       

    CEMENTITA PRÓ-

    FERRITA () e

    HIPEREUTETÓIDE

    > 0,76

    EUTETÓIDE + PERLITA

    CEMENTITA (Fe 3 C)

    PROPRIEDADES ESPECÍFICAS DOS SÓLIDOS

    • Os sólidos apresentam certas propriedades

    específicas decorrentes de suas estruturas cristalinas,

    onde há forças intensas mantendo as partículas

    unidas.

    • Enquanto a força aplicada for menor que a força que mantém os Átomos juntos, a deformação do

    metal apresentará um caráter temporário ao que chamamos de DEFORMAÇÃO ELÁSTICA.

    • Entretanto se o esforço aplicado for maior que a

    força que mantém os Átomos juntos, a deformação

    do metal apresentará um caráter permanente ao que chamamos de DEFORMAÇÃO PLÁSTICA.

    PROPRIEDADES ESPECÍFICAS DOS SÓLIDOS

    • Outras propriedades plásticas também devem ser

    estudadas como a :

    • Maleabilidade É a propriedade que faz com que os metais se deformem para que sejam modificadas suas

    formas através da Laminação ou Forjamento;

    • Ductilidade É a propriedade que faz com que os metais possam ser reduzidos a fios, estirados, isto é

    deformados plasticamente sem se romper;

    • Tenacidade Esta propriedade relaciona com a capacidade que os metais apresentam de absorver

    energia de deformação no regime plástico, sem que com

    isso se rompam.

    • Dureza Que é a resistência que os metais apresentam ao ser riscados, cortados ou penetrados.

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