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PROJETO

APRENDER
COM PRAZER
É APRENDER
DIREITO
DIREITO
ADMINISTRATIVO

MÚSICA EXERCÍCIO
S
AUMENTA A CAPACIDADE DE
APRENDIZAGEM DE FORMA
ACELERADA
PARA REVER E FIXAR O
CONTEÚDO
SUMÁRIO

I – MENSAGEM DO PROFESSOR

II – PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
III – MÚSICAS

IV - DIREITO ADMINISTRATIVO - PRINCÍPIOS

V – ESTADO, GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

VI – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

VII – PODERES ADMINISTRATIVOS

VIII – ATOS ADMINISTRATIVOS

IX – LICITAÇÃO

X – CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

XI – SERVIDORES PÚBLICOS – LEI 8.112

XII - GABARITO
I-MENSAGEM

Caríssimo aluno.

Viver é uma arte. E estudar é arte que exige um enorme talento


daqueles que desejam ocupar um cargo ou emprego público.

O grande desafio desta arte está em conciliar o exíguo tempo


que deve ser dedicado à família, ao trabalho, à igreja, com a leitura da lei, da
doutrina e a resolução de exercícios. Por tudo isso é que o aprovado em
concurso público se sente um verdadeiro vencedor.

O projeto APRENDER COM PRAZER É APRENDER


DIREITO oportuniza um dia em que, por meio de resolução de exercícios e
muita música, o concursando possa rever e fixar o conteúdo de vários temas
do Direito Administrativo, sempre com muita alegria e motivação.

A música é utilizada como ferramenta que auxilia na


memorização de princípios e textos legais. Por meio da música buscamos
ainda elevar o espírito do aluno a aprender com alegria. Afinal de contas,
estudar é uma atividade que deve ser encarada de forma prazerosa.

Então, vamos juntos nesta jornada, pois APRENDER COM


PRAZER É APRENDER DIREITO.

Professor Rubens Luiz.


II – PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÍSTICA - PNL

Por meio de ordens verbais, claras e positivas, podemos


programar nosso cérebro a agir conforme desejamos, maximizando assim
nosso aprendizado e impedindo que interferências diversas possam
prejudicá-lo.

Esta é a denominada PROGRAMAÇÃO


NEUROLINGUÍSTICA - PNL, técnica cientificamente comprovada e
amplamente divulgada como uma grande aliada na preparação para
concurso.

Para iniciarmos nosso trabalho então, começaremos nos


valendo desta técnica, repetindo em alto e bom som a frase abaixo transcrita.

“Declaro que este é um dia especial, por meio do qual terei


experiências únicas no aprendizado do direito. Estou calmo, alegre, feliz,
confiante e disposto a estudar. Tudo o que eu estudar eu vou aprender. Tudo
o que eu ver, ouvir e ler eu irei memorizar.”

MÚSICA

2XEu vou estudar, vou aprender


Tudo o que eu ler eu irei memorizar

2XSim, vou estudar


Vou aprender, memorizar
III –MÚSICAS
01. DIREITO ADMINISTRATIVO

Direito Administrativo é o ramo do Direito que estuda


A função administrativa
Mas a função de governo ele não estuda
Na função Administrativa tem o Fomento e o Serviço
A Intervenção e a Polícia Administrativa

Sei que são princípios


Da Administração
Legalidade, Impessoalidade
Princípio da Moralidade
Da Publicidade e da Eficiência

02. FUNDAMENTOS DA CONSTITUIÇÃO (ART. 1º DA CF)

A República Federativa do Brasil, formada pela união dos Estados e Municípios e do Distrito Federal,
constitui-se em Estado Democrático e tem, ah tem por fundamentos: a soberania; a cidadania; a dignidade
da pessoa humana; os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; o pluralismo político. Estes são os
fundamentos do meu Brasil. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos
ou diretamente, nos termos da, nos termos da Constituição.

03. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

A Administração Pública tem dois sentidos


Material ou então formal
E eu vou dizer para você

Que em sentido material constitui a realização


Da própria atividade de administrar
Mas em sentido formal é o conjunto de órgãos
e entidades políticas ou administrativas
Eu sei que são

04. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA (CF, ART. 37, XIX)

Só por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade
de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, no último caso, definir as áreas de sua
atuação. É o que rege o 37 da nossa Constituição.

05. RESPONSABILIDADE OBJETIVA (§6º do ART. 37 DA CF)

As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão
pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra
o responsável nos casos de dolo ou culpa.
06. PODERES ADMINISTRATIVOS

Os poderes do Estado são poderes estruturais


Mas os administrativos são poderes instrumentais
Poder vinculado e poder discricionário. Poder Hierárquico e Poder Disciplinar
Poder Regulamentar e Poder de Polícia
Que é o poder de restringir o uso e gozo de bens
E o exercício de direitos

07. PODER DE POLÍCIA

Peço vênia para falar para você


Que a discricionariedade
Que a Auto-Executoriedade
E a Coercibilidade
São Atributos do Poder . . .

De Polícia
Que é o poder de limitar
O exercício o uso e gozo de bens

A necessidade e a adequação
Junto com a proporcionalidade
Eternamente serão
Os três limites do Poder

Poder de Polícia é o poder de limitar


O exercício dos direitos individuais
De restringir o uso e gozo de bens

08.ATO ADMINISTRATIVO

Competência, Finalidade, Forma, Motivo e Objeto


São os REQUISITOS de todo ato administrativo

Presunção de Legitimidade
Auto-Executoriedade, Imperatividade
São os ATRIBUTOS de todo ato administrativo

Atos normativos e ordinatórios


Enunciativos, negociais e punitivos
Essas são ESPÉCIES
de todo ato administrativo
09. PRINCÍPIOS DE LICITAÇÃO

Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência


são alguns dos princípios da Licitação
Obrigatoriedade, Competitividade e a Probidade Administrativa
estes são, são alguns dos princípios da Licitação

Licitação, Licitação
é um procedimento que busca a proposta vantajosa para Administração

Adjudicação Compulsória ao Vencedor


Sigilo na apresentação das Propostas
Estes são, são alguns dos princípios da Licitação
Vinculação ao Edital e o Julgamento Objetivo
Procedimento formal
Todos estes princípios integram o dever de Licitar eu sei

Mas eu não me esqueço das contratações diretas


que sempre são as exceções ao dever de Licitar, ao dever de Licitar eu sei

Licitação, Licitação, pra comprar ou pra vender o certo é fazer Licitação


Para comprar ou pra vender o certo é fazer Licitação
É o que diz, É o que diz a lei
Licitação

10. PRAZOS DE LICITAÇÃO

São 30 dias prra a concorrência


E são 15 dias pra tomada de preços
Salvo se forem de melhor técnica
Quando serão de quarenta e cinco e trinta dias

Licitação é um processo
Que busca a proposta melhor
Licitação, Licitação
Compra ou venda, tem Licitação
Pra fazer

Cinco dias úteis para o convite


Oito dias úteis para o pregão
Mas são quinze dias para o leilão
E quarenta e cinco são os dias para o concurso

11. LEI 8.112/90

A lei 8112 é o estatuto do servido civil público da união. Das autarquias, inclusive as em regime especial. E
das Fundações Públicas Federais. Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. E cargo é o
conjunto de atribuições ao servidor. Criado por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos
cofres públicos. Essas são características de todo cargo público.
12. FORMAS DE PROVIMENTO 1

Cargo efetivo e não efetivo


só acontece com a nomeação.
Se quiser trabalhar depois de aposentar
só é possível com a reversão.

Se foi um erro a sua demissão


fique de olho na reintegração.
Se tem limitação mental ou física
existe a readaptação.

Mudando de nível ou referência


lhe dá direito a uma promoção.
E a estabilidade dá direito,
lhe dá direito a recondução.

Disponibilidade em todo momento


pode haver um aproveitamento.
Jamais esqueça amigo que essas são
essas são as formas de provimento.

13. FORMAS DE PROVIMENTO 2

Nomeação, promoção, readaptação,


reversão e aproveitamento.
Reintegração e recondução,
essas são as 7 formas de provimento.
Cargo efetivo ou em comissão
só dá provimento com a nomeação.
E a mudança de nível ou de referência é a promoção.
A readaptação é para quem sofre limitação.
E a reversão é o retorno do aposentado, do aposentado.
A reintegração é uma forma de provimento
que decorre da invalidação.
Da pena de demissão por decisão judicial
ou da própria administração.
Sempre com o ressarcimento
de todas vantagens para o servidor.
Sempre com o ressarcimento
de todas vantagens para o servidor.
A recondução é forma
pra quem no estágio tem reprovação
Ou na reintegração do anterior ocupante.
Do anterior ocupante.
Essas são sete formas. Formas de provimento.
Essas são sete formas. Formas de provimento.
14. REMOÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO

Remoção é o deslocamento do servidor


No âmbito do mesmo quadro
Com ou sem mudança de sede
É assim que a lei rege o instituto remoção

Redistribuição é o deslocamento
do cargo público para outro órgão
Ou para outra entidade
É assim que a lei age na redistribuição

15. DIREITOS E VANTAGENS

Vencimento é a retribuição pelo exercício de cargo, com valor fixado em lei.


E a remuneração é o vencimento,
acrescido das vantagens de caráter permanente.
As indenizações não se incorporam
ao vencimento ou provento.
As gratificações e os adicionais,
incorporam-se nos casos e condições previstos em lei.
IV – DIREITO ADMINISTRATIVO - PRINCÍPIOS
01. CONCEITO
a) É ramo do direito público que disciplina a função administrativa e os órgãos que a exercem. (Celso
Antonio Bandeira de Melo)
b) É o conjunto harmônico de princípios jurídicos que regem os órgãos, os agentes e as atividades públicas
tendentes a realizar imediata, concreta e diretamente os fins colimados pelo Estado. (Hely Lopes Meirelles)
c) O ramo do Direito Público que tem por objeto os órgãos, agentes e pessoas jurídicas administrativas que
integram a Administração Pública, a atividade jurídica não contenciosa que exerce e os bens de que se
utiliza para a consecução de seus fins, de natureza política. (Di Pietro)

02. OBJETO
a) Função Administrativa
a1) Fomento;
a2) Serviço Público;
a3) Intervenção Administrativa;
a4) Polícia Administrativa.
b) A função de governo não é objeto de estudo do Direito Administrativo.

03. CARACTERÍSTICAS (DIEZ, Manuel Maria)


a) Direito novo: Disciplina recente com sistematização científica;
b) Direito mutável: porque ainda se encontra em contínua transformação;
c) Direito em formação: até o momento não concluiu todo o seu ciclo de abrangência.

04. FONTES
a) Fonte Material: União, Estados, Municípios e DF.
b) Fonte Formal:
b1) Fonte formal imediata: A lei;
b2) Fontes formais mediatas: doutrinas, jurisprudências, costumes e os princípios gerais do direito.

05. CODIFICAÇÃO
a) O direito administrativo não se encontra codificado em um único diploma legal, mas é formado por leis
esparsas.

06. RELAÇÃO COM OUTROS RAMOS DO DIREITO

07. SISTEMAS ADMINISTRATIVOS


a) Sistema francês ou de jurisdição dupla: França.
b) Sistema inglês ou de jurisdição uma: Brasil
b1) Exaurimento ou utilização inicial da esfera administrativa:
- nas lides desportivas: Art. 217, §1º da CF.
- no habeas data: (STF, HD 22/DF, rel. Min. Celso de Melo)
- xxxxxx

08. REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO


a) Supremacia do interesse público sobre o interesse privado.
b) Indisponibilidade do interesse público.

09. PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


a) Legalidade: O Administrador Público só pode fazer o que a lei manda ou autoriza.
b) Impessoalidade: Dentro deste estão os princípios da finalidade, do interesse público e da isonomia.
c) Moralidade; (não só conveniência e oportunidade, mas justiça em suas ações)
d) Publicidade: Direito de petição e Certidão. CF, art. 5º, XXXIV, a e b.
e) Eficiência: Qualidade e economia. Busca a presteza, perfeição e rendimento funcional.
e1) Eficiência: Modo.
e2) Eficácia: Os meios e instrumentos.
e3) Efetividade: Resultados.

10. DEMAIS PRINCÍPIOS DE DIREITO ADMINISTRATIVO


a) Motivação: Art. 93, X da CF.
b) Tutela;
c) Autotutela;
d) Segurança Jurídica;
e) Hierarquia;
f) Especialidade;
g) Continuidade do Serviço Público;
h) Presunção de Veracidade;
i) Razoabilidade;
j) Proporcionalidade;
l) Isonomia.
Súmula Vinculante 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro
grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de
direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de
função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas,
viola a Constituição Federal.

“Se você acha que pode ou se você acha que não pode, você está absolutamente certo.”
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) - Dentre os princípios de observância
obrigatória pela administração pública, expressamente previstos na Constituição Federal, está o da
(A) proporcionalidade.
(B) autotutela.
(C) eficiência.
(D) razoabilidade.
(E) hierarquia.

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - É INCORRETO afirmar que o
princípio da moralidade administrativa
(A) considera, também, o conteúdo ético do trabalho administrativo, com base na indisponibilidade do
interesse maior da sociedade.
(B) é denunciado pela coerente adequação de meios e fins.
(C) significa, também, não se desviar da finalidade cons-tante da lei (interesse público).
(D) determina que o ato administrativo deve ser atribuí-do à entidade ou ao órgão que o titula, não ao
agente que o pratica.
(E) não diz respeito à moral comum, mas à moral jurídica e tem primazia sobre os outros princípios
constitucionalmente formulados.

3.(Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O princípio da moralidade


administrativa diz respeito
(A) à moral paralela, que, embora ilegítima, deve ser acatada, porque é lícita.
(B) ao próprio princípio da legalidade e se identifica com a moral aceita pelo homo medius.
(C) à economia interna da Administração, excluída sua apreciação pelo Poder Judiciário.
(D) à desonestidade e, portanto, se subordina ao interesse público ou finalidade do ato.
(E) ao conjunto de regras de conduta tiradas da disciplina interior da Administração

4. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - Em relação aos princípios básicos
da Administração Pública, é INCORRETO afirmar que o da
(A) razoabilidade significa que a Administração deve agir com bom senso e de modo proporcional.
(B) especialidade aplica-se mais às autarquias, de modo que estas, de regra, não podem ter outras
funções diversas daquelas para as quais foram criadas.
(C) indisponibilidade consiste no poder da Administração de revogar ou anular seus atos irregulares,
inoportunos ou ilegais.
(D) impessoalidade significa que a Administração deve servir a todos, sem preferências ou aversões
pessoais ou partidárias.
(E) hierarquia refere-se ao fato de que os órgãos e agentes de nível superior podem rever, delegar ou
avocar atos e atribuições.

5. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - É uma decorrência possível do


princípio da impessoalidade aplicado à Administração Pública
(A) serem os atos praticados pelos agentes públicos
imputados à entidade da Administração em nome da qual eles agem.
(B) ser vedado à autoridade que pratica um ato administrativo identificar-se pessoalmente.
(C) não serem os agentes públicos pessoalmente responsáveis pelos atos que praticam em nome da
Administração.
(D) não poder a Administração praticar atos que gerem conseqüências para pessoas nominalmente identi-
ficadas.
(E) não possuir a Administração responsabilidade civil pelos atos praticados por seus agentes, nas hipóteses
em que estejam exercendo competência privativa.

6. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - No que tange ao princípio da
legalidade, a Administração Pública
(A) é limitada em face dos direitos subjetivos, vincu-lando- se à lei como medida de exercício do poder.
(B) deverá, desde que presente o interesse coletivo, atuar praeter legem.
(C) poderá, desde que presente o interesse público, atuar contra legem.
(D) fica restrita à fiscalização e ao controle jurisdicional de sua atuação.
(E) deverá revogar os atos ilegais que praticar, desde que o particular seja indenizado.

7. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Municipal passou a
exibir nas placas de todas as obras públicas a indicação "GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim agindo,
o governante ofendeu o princípio da administração pública conhecido como
(A) moralidade.
(B) impessoalidade.
(C) autotutela.
(D) razoabilidade.
(E) publicidade.

8. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - É expressão do princípio da


legalidade, relativamente à atuação da Administração Pública, a
(A) obrigação de o Administrador praticar apenas os atos que a lei expressamente determinar.
(B) vinculação do Administrador aos textos normativos infralegais, oriundos de autoridades superiores.
(C) possibilidade de o Administrador praticar quaisquer atos que não sejam expressamente vedados pela
lei.
(D) necessidade de os atos administrativos com força de lei estarem em conformidade com as disposições
constitucionais.
(E) permissão para a prática de atos administrativos que sejam expressamente autorizados pela lei, ainda
que mediante simples atribuição de competência.

9. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - Como possível corolário do


princípio da impessoalidade, pode-se afirmar que
(A) é vedado à autoridade administrativa identificar-se pessoalmente na prática de qualquer ato.
(B) a nomeação e o provimento em cargo em comissão não poderão levar em consideração as
características pessoais do nomeado.
(C) deverá a Administração Pública evitar tratar desi-gualmente os administrados, na medida do possível,
em razão de circunstâncias pessoais de cada um deles.
(D) a Administração Pública não poderá identificar-se como tal na divulgação de obras e serviços públicos.
(E) fica vedada a publicidade dos atos praticados pela Administração Pública.

10. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - As afirmações abaixo estão relacionadas à
obrigato-riedade de obediência dos princípios constitucionais pela administração pública.
I . Os princípios devem ser obedecidos pela administração de quaisquer Poderes.
II . A obrigatoriedade de obediência destina-se à administração direta, não alcançando as empresas
públicas.
III . Todas as entidades estatais (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem obediência àqueles
princípios.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) II e III .
(B) I e III .
(C) I e II .
(D) II .
(E) I .

11. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - Considere as afirmações relativas ao regime
jurídico.
I . A administração pública pode submeter-se a regime jurídico de direito público ou a regime jurídico de
direito privado.
II . A administração pública submete-se ao regime jurídico de direito privado nas suas relações com os
particulares.
III . Cabe à administração a prerrogativa de escolha entre o regime de direito público ou o de direito
privado, valendo-se da discricionariedade.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I .
(B) II .
(C) III .
(D) I e II .
(E) I e III .

12. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Considere o que segue:
I.A i mposição ao administrador público de uma ação planejada e transparente, com o fito de prevenir
riscos e corrigir desvios suscetíveis de afetar o equilíbrio das contas públicas.
II. Os atos praticados pela Administração Pública de-vem ser abstratamente genéricos e isonômicos, sem
consagrar privilégios ou situações restritivas injustificadas.
III. A autolimitação do Estado em face dos direitos sub-jetivos e a vinculação de toda atividade administra-
tiva à lei, como medida de exercício do poder.
Tais disposições dizem respeito, respectivamente, aos princípios da
(A) publicidade, legalidade e moralidade.
(B) eficiência, impessoalidade e legalidade.
(C) impessoalidade, publicidade e legalidade.
(D) legalidade, eficiência e impessoalidade.
(E) moralidade, impessoalidade e eficiência.

13. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Municipal passou a exibir
nas placas de todas as obras públicas a indicação "GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim agindo, o
governante ofendeu o princípio da administração pública conhecido como
(A) moralidade.
(B) impessoalidade.
(C) autotutela.
(D) razoabilidade.
(E) publicidade.

14. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) - É uma decorrência possível do princípio
da impessoalidade aplicado à Administração Pública
(A) serem os atos praticados pelos agentes públicos imputados à entidade da Administração em nome da
qual eles agem.
(B) ser vedado à autoridade que pratica um ato administrativo identificar-se pessoalmente.
(C) não serem os agentes públicos pessoalmente responsáveis pelos atos que praticam em nome da
Administração.
(D) não poder a Administração praticar atos que gerem conseqüências para pessoas nominalmente identi-
ficadas.
(E) não possuir a Administração responsabilidade civil pelos atos praticados por seus agentes, nas hipóteses
em que estejam exercendo competência privativa.

15. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - A motivação dos atos administrativos é
apontada pela doutrina como elemento fundamental para o controle de sua legalidade. A Constituição
Federal, por sua vez, previu expressamente a motivação
(A) entre os princípios arrolados para toda a Adminis-tração Pública.
(B) entre os princípios arrolados para toda a Adminis-tração Pública Direta, não se referindo à Indireta.
(C) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Indireta, não se referindo à Direta.
(D) como necessária em todas as decisões adminis-trativas dos Tribunais.
(E) como necessária em todas as decisões políticas do Congresso Nacional.

16. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) - Pode-se afirmar que uma empresa
contratada pela Administração Pública para executar uma obra não pode, de regra, interromper sua
execução e alegar falta de pagamento. Têm-se aí o princípio da
(A) razoabilidade.
(B) finalidade.
(C) autotutela.
(D) continuidade.
(E) impessoalidade.

17. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) - A expressão Administração Pública em sentido


objetivo, material ou funcional, designa a natureza da atividade exercida pelas pessoas jurídicas, órgãos e
agentes públicos. Nesse sentido, a Administração Pública é a própria função administrativa. Portanto, é
INCORRETO afirmar que
(A) está a referida função administrativa sob regime prevalente de direito público, porque o ente público
também pratica atos de direito privado, quando a isso esteja autorizado por lei.
(B) está presente a possibilidade de Legislativo e Judiciário também praticarem função administrativa
atipicamente, bem como outras pessoas jurídicas, a exemplo das concessionários de serviço público.
(C) está contida nessa função administrativa a possibilidade da edição de atos gerais, tais como os decretos
regulamentadores, como também e principalmente, de atos individuais.
(D) os atos praticados pela Administração Pública com-portam revisão pelo Judiciário e pelo Legislativo
que, em suas funções típicas, poderão sempre revogá-los com efeitos ex nunc ou ex tunc, respectivamente.
(E) é ela exercida por meio de atos e comportamentos controláveis internamente e externamente pelo
Legislativo, contando-se com o auxílio dos Tribunais de Contas.

18. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Uma das possíveis aplicações do
princípio da impessoalidade é
(A) considerar que o servidor age em nome da Administração, de modo que a Administração se
responsabiliza pelos atos do servidor, e este não possui responsabilidade.
(B) proibir que constem, na publicidade das obras e serviços públicos, nomes, símbolos ou imagens que
caracterizem promoção pessoal de autoridades.
(C) impedir que servidores públicos se identifiquem pessoalmente como autores dos atos administrativos
que praticam.
(D) impedir que determinadas pessoas recebam tratamento favorecido em concursos públicos, em razão de
deficiência física.
(E) considerar inconstitucionais os critérios de títulos em concursos para provimento de cargos públicos.

19. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - A publicidade de atos,


programas, obras e serviços dos órgãos públicos deverá
(A) ter caráter educativo, informativo ou de orientação social.
(B) promover pessoalmente autoridades ou servidores públicos.
(C) conter nomes, símbolos e imagens que identifiquem as autoridades responsáveis.
(D) ser divulgada apenas por veículo oficial de rádio ou televisão.
(E) seguir o programa político-partidário da autoridade responsável.

20. (Gestor do MARE/1999) - A Constituição brasileira prevê, em certos casos, que os Poderes do Estado
exerçam atipicamente funções que não lhes são próprias. Exemplo disso é o exercício de função
(A) legislativa pelo Poder Executivo, por delegação do Congresso Nacional, nos casos de edição de
medidas provisórias e leis delegadas.
(B) jurisdicional pelo Poder Executivo, quando decreta a perda dos direitos políticos dos servidores
públicos por atos de improbidade administrativa.
(C) jurisdicional pelo Poder Legislativo, quando o Senado Federal processa e julga os Ministérios do
Supremo Tribunal Federal, nos crimes de responsabilidade.
(D) legislativa pelo Poder Judiciário, ao suprir a ausência de lei nos casos de mandado de injunção e
ação direta de inconstitucionalidade por omissão.
(E) jurisdicional pelo Poder Legislativo, quando, por intermédio do Tribunal de Contas, julga as
contas do Presidente a República.

21. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - As decisões administrativas de um tribunal caracterizam exercício de


função.
(A) jurisdicional, podendo formar coisa julgada.
(B) jurisdicional, vinculando todos os órgãos a ele subordinados, mas não formando coisa julgada.
(C) jurisdicional, exigindo-se que sejam sempre motivadas
(D) administrativa, devendo ser tomadas pela maioria absoluta de seus membros se de conteúdo disciplinar
(E) administrativa, não se sujeitando, todavia, aos princípios previstos constitucionalmente para a
Administração Pública.

22. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - Decorre do princípio da impessoalidade, ao


qual está vinculada a Administração Pública, a
(A) impossibilidade de responsabilização pessoal de servidor público por ato que corresponda ao exercício
de sua função, em relação à qual tenha competência privativa.
(B) vedação da identificação nominal da autoridade responsável pela decisão de processos administrativos
disciplinares, sendo a decisão atribuída ao órgão público ao qual pertença a autoridade.
(C) proibição de que constem da publicidade de atos, programas e campanhas de órgãos públicos, símbolos
ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.
(D) impossibilidade de tratamento favorecido de pessoas, pelo critério de condições físicas, para fins de
ingresso nas carreiras públicas.
(E) negação do caráter intuitu personae dos contratos administrativos em geral.

23. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - O princípio da


impessoalidade, próprio do Direito Administrativo, é concebido pelos doutrinadores brasileiros por pontos
de vista diversos, mas compatíveis e complementares. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma
adequada compreensão do princípio da impessoalidade.
(A) Os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão
ou entidade administrativa em nome do qual age o funcionário.
(B) O administrador fica impedido de buscar outro objetivo que não o atendimento do interesse público, ou
de praticar atos no interesse próprio ou de terceiros.
(C) Os atos praticados culposamente por agentes administrativos, no exercício de sua função, geram
responsabilidade à Administração, não acarretando responsabilidade pessoal do agente.
(D) A Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações, benéficas ou
detrimentosas; o princípio em causa não é senão o próprio princípio da igualdade ou isonomia.
(E) Busca-se, desse modo, que predomine o sentido de função, isto é, a idéia de que os poderes atribuídos
finalizam-se ao interesse de toda a coletividade, portanto a resultados desconectados de razões pessoais.

24. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Assinale a alternativa que contém uma
afirmação incorreta:
a) A noção de interesse público encerra conceito jurídico indeterminado.
b) O regime jurídico administrativo é composto por prerrogativas e sujeições.
c) O princípio da finalidade, ou da supremacia do interesse público, está presente no momento da
elaboração da lei, condicionando a atuação do legislador, bem como no momento da sua execução em
concreto pela Administração Pública.
d) Em nome do princípio da eficiência, introduzido na Constituição Federal pela Emenda Constitucional n.
19, de 4/6/98, o administrador passou a ter a disponibilidade sobre os interesses públicos confiados à sua
guarda e realização, relativizando o princípio da legalidade.
e) A Administração Pública pode se submeter a regime jurídico de direito privado ou a regime jurídico de
direito público.

25. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Sobre a função administrativa é correto
assinalar:
a) Caracteriza-se por prover de maneira imediata e concreta às exigências individuais ou coletivas para a
satisfação dos interesses públicos. É imparcial, concreta e subordinada.
b) Existe exclusivamente no seio do Poder Executivo, único apto a editar atos administrativos.
c) O administrador público, no exercício da função administrativa, só deve atuar quando provocado, na
medida em que não dispõe da iniciativa para dar à lei contornos concretos.
d) Tem como pressuposto a satisfação do bem comum. Além de ser exercida pelo Poder Executivo,
também está presente em atos do Poder Judiciário e do Poder Legislativo, podendo, ainda, materializar-se
por meio de atos praticados por terceiros autorizados a agir em nome do Estado, como ocorre com os
concessionários e permissionários de serviços públicos.
e) Na sua abrangência não se incluem as atividades de fomento.
26. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Assinale a alternativa que contém afirmação
inverídica acerca do princípio da razoabilidade:
a) É conceito que está implícito na Constituição Federal;
b) Pode ser considerado em relação à lei, hipótese em que está intimamente relacionado com os princípios
da isonomia e do devido processo legal substantivo e pode ser tomado em relação aos atos da
Administração, quando se confunde com o princípio da proporcionalidade;
c) O princípio da razoabilidade pode ser encontrado no artigo 37, inciso XXI, da Constituição Federal, que,
ao exigir licitação para as compras, alienações, obras e serviços somente admite exigências de qualificação
técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações;
d) Pode, em situações especiais, ser invocado como justificativa para a Administração Pública deixar de
cumprir preceito legal;
e) Serve de limite à discricionariedade do administrador público.

27. (Analista Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) - No que tange aos princípios constitucionais em relação
ao Direito Administrativo, é certo que o princípio da
(A) publicidade é absoluto, sofrendo restrições apenas quando se tratar de promoções e propaganda pessoal
do agente público.
(B) legalidade incide somente sobre a atividade administrativa, ficando excluídas as funções atípicas da
esfera legislativa e da atividade jurisdicional.
(C) impessoalidade nada tem a ver com os princípios da igualdade ou da finalidade, porque os atos
administrativos são sempre imputáveis ao funcionário que os pratica.
(D) moralidade impõe expressamente à Administração Pública a obrigação de realizar suas atribuições com
perfeição, rapidez e rendimento.
(E) eficiência é também boa administração, pois deve-se sopesar a relação de custo-benefício, buscar a
otimização de recursos, em suma, tem-se por obrigação dotar da maior eficácia possível todas as ações
do Estado.

28. (Analista Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) - A Administração Pública obedecerá, dentre outros
princípios, ao da segurança jurídica, que tem como manifestações principais
(A) o contraditório, a liberdade de reunião e a informação dos órgãos públicos, que, embora não sendo
relevantes, sustentam sociologicamente o princípio acima aludido.
(B) o devido processo legal, a liberdade de crença e de trabalho, ofício ou profissão, que se apresentam
como fundamentos elementares desse princípio.
(C) a ampla defesa, a liberdade de locomoção e a livre manifestação do pensamento, que resultam no
fundamento jurídico do supra mencionado princípio.
(D) o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada, que se constituem em elementos de
supino relevo para dar significado eficiente ao supra referido princípio, que se encontra na base do Direito.
(E) a presunção de inocência, a liberdade de associação e a retroatividade que, tendo importância
relativa, encontram-se na base do Direito e da sociedade.

29. (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - Se o Direito Administrativo for conceituado como:
I.O sistema dos princípios jurídicos que regulam a atividade do Estado para o cumprimento de seus
fins.
II.O conjunto de normas que regem as relações entre a Administração e os administrados.
III.O conjunto de princípios que regem a Administração Pública.
seu fundamento repousa nos critérios denominados, respectivamente,
(A) das relações jurídicas, da administração pública e da atividade jurídica ou social do Estado.
(B) negativo ou residual, da atividade jurídica ou social do Estado e teleológico.
(C) do serviço público, do Poder Executivo e residual ou negativo.
(D) da administração pública, do serviço público e do Poder Executivo.
(E) teleológico, das relações jurídicas e da administra- ção pública.

30. (Técnico Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) - A Constituição Federal não se referiu expressamente
ao princípio da finalidade, mas o admitiu sob a denominação de princípio da
(A) impessoalidade.
(B) publicidade.
(C) presunção de legitimidade.
(D) legalidade.
(E) moralidade.

31. (Técnico Judiciário - Adm – TRT 2ª R/2004) - Tendo em vista o entrelaçamento dos princípios
básicos da Administração Pública, observa-se que dos princípios da legalidade e da supremacia do
interesse público e da indisponibilidade desse interesse, decorre, dentre outros, aquele concernente à
idéia de descentralização administrativa, a exemplo da criação de pessoa jurídica administrativa.
Esta situação, diz respeito ao princípio da
(A) razoabilidade.
(B) continuidade do serviço público.
(C) especialidade.
(D) finalidade pública.
(E) proporcionalidade.

32. (Analista Judiciário - Adm – TRT 23ª R/2004) - A adequação entre meios e fins, vedada a imposição
de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao
atendimento do interesse público; e a observância das formalidades essenciais à garantia dos
direitos dos administrados, entre outras, dizem respeito ao princípio da
(A) razoabilidade, sob a feição de proporcionalidade.
(B) motivação, decorrente da formalidade.
(C) finalidade, que se apresenta como impessoalidade.
(D) ampla defesa, somada à segurança jurídica.
(E) segurança jurídica atrelada à legalidade.

33. (Técnico Judiciário - Adm – TRT 23ª R/2004) - As súmulas 346 e 473 do STF estabelecem,
respectiva- mente, que a administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos
e que a administração pode anular os seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem
ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou
oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial. O
princípio básico da Administração Pública que está consagrado nas respectivas súmulas é o princípio da
(A) supremacia do interesse público.
(B) especialidade.
(C) presunção de veracidade.
(D) moralidade administrativa.
(E) autotutela.

34. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) - No que concerne aos princípios
administrativos, é INCORRETO afirmar que
(A) o princípio da moralidade impõe ao administrador o dever de, além de obedecer à lei jurídica,
regrar suas condutas funcionais de acordo com a lei ética e em consonância com regras tiradas da
disciplina interior da Administração, posto que nem tudo o que é legal é honesto.
(B) a busca pelo aperfeiçoamento na prestação de ser- viços públicos, exigindo do administrador resultados
positivos que atendam às necessidades da comunidade e seus membros, caracteriza o princípio da
eficiência.
(C) o princípio da impessoalidade obriga a Administração Pública a agir de modo imparcial em relação
aos administrados, bem como proíbe a promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos sobre
suas realizações.
(D) os princípios administrativos previstos constitucional- mente representam uma relação meramente
exemplificativa de dogmas que deverão ser obrigatoriamente observados pelo administrador público.
(E) o Poder Público pode criar obrigações ou impor vedações aos administrados, independentemente da
existência de lei prévia.

35. (Auditor – TC-PI/2005) - Uma nota característica do regime jurídico comum às entidades de direito
privado integrantes da Administração indireta brasileira é a
(A) não submissão de seus dirigentes às normas da Lei de Improbidade Administrativa.
(B) ausência de subordinação hierárquica, em sentido jurídico, entre seus dirigentes e o chefe do
Poder Executivo.
(C) desnecessidade de licitação para celebrar contratos que caracterizem atos regulares de gestão.
(D) ausência de sujeição de suas contas ao controle externo exercido pelo Poder Legislativo.
(E) possibilidade de contratação, pelo regime da CLT e independentemente de concurso público, dos
empregados integrantes de seus quadros.

36. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - A Administração não pode, na edição de ato administrativo
concreto, deixar de observar norma posta em decreto regulamentar, PORQUE a Administração
Pública está submetida ao direito e o decreto contém norma geral, a ser observada nas situações
concretas que nela se enquadrem, sob pena de ofensa ao princípio da legalidade e da isonomia.
A sentença acima possui duas asserções. Para responder a questão assinale, na folha de respostas,
(A) se as duas asserções forem verdadeiras e a segunda for uma justificativa correta da primeira.
(B) se as duas asserções forem verdadeiras, mas a segunda não for uma justificativa correta da
primeira.
(C) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a segunda uma proposição incorreta.
(D) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a segunda uma proposição verdadeira.
(E) se tanto a primeira como a segunda forem proposições incorretas.

37. (Procurador do Município de São Paulo/2004) - A Administração Pública, no exercício da função


administrativa, está obrigada à atuação regrada ou vinculada quando a
(A) lei estabelece uma única solução possível a ser adotada no caso concreto, sob pena de ilegalidade.
(B) lei estabelece os limites da atuação administrativa, que deverão ser atendidos, exceto se motivada a
adoção de outro procedimento não legalmente prescrito.
(C) situação de fato, a ensejar a medida administrativa, relacionar-se com o poder disciplinar da
Administração.
(D) situação de fato, a ensejar a atuação administrativa, exigir observância dos princípios constitucionais
da moralidade e da eficiência.
(E) medida administrativa a ser adotada implicar o estabelecimento de relação de subordinação
entre as diversas categorias de servidores públicos.

38. (Procurador do Município de São Paulo/2004) - Em face dos princípios informadores do Direito
Administrativo, considere as seguintes afirmações:
I.A impessoalidade, como princípio da Administração Pública, restringe a ampla nomeação de cargos de
confiança e em comissão.
II.A imoralidade administrativa acarreta a invalidade do ato administrativo, podendo ser decretada
pela própria Administração ou pelo Poder Judiciário.
III.A legalidade e a supremacia do interesse público sobre o particular informam todos os ramos do
Direito Público, não sendo específicos do Direito Administrativo.
IV.Evidencia-se a desigualdade jurídica entre a Administração e os administrados e a presunção de
legitimidade dos atos da Administração.
Estão corretas SOMENTE as afirmações
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) I, II e III.
(D) I, III e IV.
(E) II, III e IV.

39. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) - Luís Antônio e Adelaide, servidores públicos do
Poder Judiciário do Estado do Piauí, discutiam temas pertinentes à Administração Pública daquele
Estado, notadamente sobre os princípios que devem nortear as correspondentes atividades. Em
determinado momento, Adelaide inquiriu Luís Antônio sobre qual desses princípios caracteriza o
Estado Democrático de Direito, devendo a resposta correta recair sobre o princípio da
(A) impessoalidade.
(B) legalidade.
(C) probidade administrativa.
(D) presunção de legitimidade.
(E) indisponibilidade de interesse público.

40. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) - Depois de ingressar nos quadros do executivo
federal mediante concurso público, o servidor em estágio probatório foi dispensado por não convir à
Administração a sua permanência, após ter sido apurado, em avaliação especial de desempenho
realizada por comissão instituída para essa finalidade, assegurada a ampla defesa, que realizou atos
incompatíveis com a função do cargo em que se encontrava investido. Referida dispensa está emba-
sada, precipuamente, no
(A) elemento da impessoalidade.
(B) requisito da publicidade.
(C) princípio da eficiência.
(D) princípio da imperatividade.
(E) requisito de presunção de veracidade.
V - ESTADO, GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
1. ESTADO
a) Conceito: Estado é uma nação politicamente organizada.
b) Elementos
b1) povo;
b2) território;
b3) poder soberano;
b4) finalidades definidas.
c) Poderes:
c1) Executivo;
c2) Legislativo;
c3) Judiciário.
d) Formas:
d1) Estado Unitário;
d2) Estado Federal:
d2.1) A descentralização Política é a principal marca do Estado Federal, sendo que as
Entidades Políticas possuem auto-organização, autogoverno e auto-administração,

2. GOVERNO
a) Conceito: Governo é a atividade que fixa os objetivos do Estado ou conduz politicamente os negócios
públicos.
b) Formas de Governo:
b1) Monarquia: Hereditariedade, Vitaliciedade e Irresponsabilidade.
b2) República: Eletividade, Temporariedade e Responsabilidade. (Adotada no Brasil pela
Constituição de 1891)
c) Sistema de Governo:
c1) Parlamentarismo: Separação entre chefe de Estado e Chefe de Governo.
c2) Presidencialismo: O Chefe de Estado também é Chefe de Governo.
d) Regimes de Governo:
d1) Autocracia;
d2) Democracia
d2.1) Estado Democrático de Direito: Ao mesmo tempo em que o Estado cria o direito
deve sujeitar-se a ele.

3. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
a) Conceitos:
a1) Em sentido material, objetivo ou funcional, Administração Pública compreende a realização da
própria atividade administrativa;
a2) Em sentido formal, subjetivo ou orgânico entende-se Administração Pública como o conjunto
de órgãos e entidades que realizam a atividade administrativa, segundo os fins colimados pelo Governo.
a3) Em sentido amplo engloba também a função governamental.
a4) Em sentido estrito alcança apenas a função administrativa.
b) Portanto, “administração pública” com letras minúsculas significa a realização da atividade
administrativa, sendo que “Administração Pública” com iniciais maiúsculas significa o conjunto de órgãos
e entidades que a integram.
c) Entidade: Unidade de atuação da Administração Pública, dotada de personalidade jurídica própria.
b1) Entidades Políticas: União, Estados, Municípios e DF.
b2) Entidades Administrativas: Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas e Sociedades
de Economia Mista.
d) Órgão: Centro de competência, dentro de uma entidade, desprovido de personalidade jurídica própria.
Tanto a criação como a extinção de órgãos dependem de lei.
e) Desconcentração: É a distribuição interna de competências para órgãos de uma mesma entidade.
f) Descentralização: É a delegação ou outorga de serviço público feita por uma entidade política para uma
entidade administrativa por ela criada, ou ainda para concessionária ou permissionária de serviço público.
g) Administração Pública direta: É aquela realizada diretamente pela entidade política.
h) Administração Pública Indireta: É aquela realizada por entidade administrativa criada pela entidade
política, tais como Autarquias, Fundações Públicas, Empresas Públicas ou Sociedades de Economia Mista.
i) Responsabilidade Objetiva: §6º, art. 37 da CF/88.

4. ENTIDADES ADMINISTRATIVAS

4.1. AUTARQUIAS
a) São pessoas jurídicas de Direito Público, criadas por lei de iniciativa do Chefe do Executivo, para
desempenhar atividades típicas do Estado.
b) Possui patrimônio próprio, inalienável, impenhorável e imprescritível, ou seja, não sujeito a aquisição
por usucapião.
c) Sujeitas ao dever de licitar e realizar concurso público.
d) Sujeitas ao controle finalístico, denominado supervisão ministerial.
e) Destinadas a executar atividades típicas da Administração Pública.
f) Seus atos são considerados atos administrativos para efeito de controle judicial.
g) Quanto às Autarquias Federais, suas causas são julgadas pela Justiça Federal.
h) Possuem imunidade tributária (CF, art. 150, § 2º): Vedação de instituição de impostos sobre bens, rendas
e serviços, desde que vinculados a suas finalidades essenciais ou às que delas decorram, não alcançando
aqueles oriundos de atividades diversas, que poderão ser tributados normalmente.
i) Privilégios processuais:
i1) Prazo em quádruplo para contestar (art. 188 do CPC);
i2) Prazo em dobro para recorrer (art. 188 do CPC);
i3) Só pagam custas ao final, se condenadas( art. 27 do CPC);
i3) dispensa de exibição de mandato de seus procuradores em juízo
j) A investidura de seus dirigentes se dá na forma prevista em sua lei instituidora.
k) Prescrição qüinqüenal;
l) Não subordinação à entidade instituidora.
m) Agência Reguladora, corresponde a Autarquia sob regime especial, encarregada do exercício do poder
normativo nas concessões e permissões de serviços públicos, concentrando competências inicialmente
conferidas ao Poder Público. Para a Prof. Di Pietro classificam-se em:
m1) as que exercem Poder de Polícia: ANS e ANVISA.
m2) as que exercem poder regularório e fiscalizatório: ANEEL e ANATEL.
n) Agência Executiva, corresponde ao atributo, ou qualificação, conferido a pessoa jurídica de direito
público que celebre contrato de gestão com o objetivo de otimizar recursos, reduzir custos e aperfeiçoar a
prestação de serviços públicos.

4.2. FUNDAÇÕES PÚBLICAS


a) Podem ter natureza jurídica de direito público ou de direito privado, conquanto a lei crie ou autorize a
sua criação e possuem finalidade social.
b) A Fundação Pública de Direito Público é denominada Fundação Autárquica ou Autarquia Fundacional.
c) A Fundação Pública de Direito Público possui regime jurídico misto. Criada na forma da lei civil, mas
com sujeição a diversas normas de direito público.
c) Em qualquer caso, cabe à Lei Complementar definir as suas áreas de atuação.
d) O STF declarou inconstitucional o §1º do art. 66 do Código Civil. (Informativo 452 do STF)

4.3. EMPRESAS ESTATAIS


a) Lei específica, de iniciativa do Executivo, autoriza a criação;
b) O patrimônio inicial será constituído de recursos oriundos do Poder Público;
c) As exploradoras de atividade econômica só são admitidas quando houver imperiosidade, ou seja,
relevante interesse coletivo ou forem necessárias aos imperativos da segurança nacional;
d) Sujeitas ao dever de licitar;
e) Não há responsabilidade subsidiária do Estado;
f) O capital da empresa pública é totalmente público; o da sociedade de economia mista é parcialmente
público e privado;
g) Quanto à forma societária, a empresa pública adota qualquer forma admitida em direito; as sociedades de
economia mista, apenas a de sociedade anônima, sendo estas reguladas basicamente pela lei das Sociedades
por Ações (Lei 6.404/76);
h) Os servidores são regidos pela CLT mas com vedação de acumulação de cargos públicos;
i) O acesso ao emprego depende de concurso público;
j) As causas da sociedade de economia mista são julgadas pela Justiça Comum, exceto as de natureza
trabalhista;
k) Os empregados não adquirem a efetividade;
l) Não se aplicam oas privilégios processuais;
m) Contra elas cabem Mandado de Segurança e Ação Popular;
n) Na decisão que reconheceu imunidade recíproca a ECT, o STF distingue “Empresa Pública prestadora
de serviço público” de “Empresa Pública exploradora de atividade econômica”.

5. REFORMA ADMINISTRATIVA
a) Afastou o Estado de alguns setores de atuação, como forma de aumentar sua eficiência nas áreas em que
sua participação é considerada imprescindível.
b) A EC 19/98 foi o mais importante instrumento legislativo desta reforma, sendo implementada por leis e
atos infralegais complementares.
c) Contrato de Gestão:
c1) Também denominado acordo-programa, constitui um dos mais importantes postulados da
denominada administração gerencial.
c2) Utilizado em duas hipóteses diversas.
c3) Na primeira é o contrato de gestão firmado entre a Administração Direta Centralizada e
Entidades da Administração Indireta ou mesmo Órgãos da Administração Direta. Pela assinatura do
contrato estes órgãos ou entidades obrigam-se ao atingimento de determinadas metas, neles estabelecida
detalhadamente e, em contrapartida, ganham maior autonomia administrativa, passando a sujeitar-se
basicamente, ao controle sobre o atingimento das metas acordadas. Exemplo: Um acordo entre o Ministério
da Fazenda e a Secretaria da Receita Federal, mediante o qual esta assume o compromisso de atingir
determinadas metas de arrecadação e, em troca, o Ministério a libera de parte dos contratos tradicionais a
que até então estava sujeita, passando o órgão central a controlar basicamente o alcance dos níveis de
arrecadação acordados. O fundamento legal para esta primeira hipótese se encontra na CF, art. 37, § 8º.
c4) A segunda hipótese é o contrato de gestão firmado entra a Administração Direta Centralizada e
entidades privadas sem fins lucrativos, não integrantes da Administração Indireta. A previsão legal para
esta segunda hipótese está contida no art. 5º da Lei 9.637/98.
c5) A primeira e a segunda hipóteses de contratos de gestão se diferenciam porque, a primeira
hipótese de contrato de gestão amplia a autonomia gerencial do órgão ou entidade, conquanto a segunda
hipótese restringe a autonomia da pessoa privada, posto que esta terá de atuar segundo os termos do acordo,
bem como sujeitar-se ao controle administrativo sobre o atingimento das metas acordadas e a gestão dos
recursos públicos que lhe foram repassados.
c6) Alguns doutrinadores negam a natureza contratual do contrato de gestão, afirmando ser este
desprovido de qualquer eficácia jurídica, quando envolve apenas órgãos de uma mesma pessoa jurídica. Tal
crítica tem por fundamentos a falta de personalidade jurídica e de contraposição de interesses. Assim sendo,
para tais doutrinadores, o contrato de gestão seria um mero termo de compromisso.

6. ENTIDADES PARAESTATAIS OU ENTES DE COOPERAÇÃO – TERCEIRO SETOR


a) São pessoas jurídicas de direito privado que cooperam com o Poder Público na prestação de serviço
social e dele recebem fomento por meio de isenções fiscais, dotações orçamentárias, uso de bens públicos e
até mesmo na cessão, sem ônus, de servidores públicos.
b) Não possuem interesse de lucro e não integram o conceito de Administração Pública direta ou indireta.
c) São exemplos dessas entidades os Serviços Sociais Autônomos, as Organizações Sociais – OS e as
Organizações da Sociedade Civil de Interesse Coletivo – OSCIP.
d) SERVIÇOS SOCIAIS AUTÔNOMOS:
d1) Criados por lei;
d2) tem por objetivo uma atividade social, não lucrativa, normalmente direcionada para a
prestação de um serviço de utilidade pública, beneficiando um certo grupo social ou profissional.
d3) são mantidos por contribuições sociais de natureza tributária, recolhidos compulsoriamente
pelos contribuintes definidos em lei, bem como mediante dotações orçamentárias do Poder Público.
d4) Empregados sujeitos à legislação trabalhista.
d5) sujeitas a certas normas de caráter administrativo: controle público, prestação de contas ao
TCU e equiparação de seus empregados aos servidores públicos para efeitos criminais e de improbidade
administrativa.
d6) não gozam de privilégios administrativos e nem processuais, salvo quando a lei instituidora
expressamente lhes conceder.
d7) podem assumir diferentes formas jurídicas: fundação, associação civil, sociedade civil, etc.
d8) O TCU já decidir que os Serviços Sociais Autônomos não se subordinam à Lei de Licitações,
devendo criar e publicar regulamento próprio para suas contratações, observado os princípios gerais que
norteiam as Licitações.

e) ORGANIZAÇÕES SOCIAIS – OS:


e1) A lei nº 9.637/98 afirma que o Poder Executivo poderá qualificar como Organizações Sociais
pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, cujas atividades sejam dirigidas ao ensino, à
pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico, à proteção e preservação do meio ambiente, à cultura
e à saúde.
e2) Organizações Sociais é, portanto, um título jurídico concedido pelo Poder Público a
determinadas entidades privadas, sem fins lucrativos, que atendam a certas exigências legais.
e3) Não é delegatária de serviço público e nem exerce atividades públicas em nome do Estado.
Desempenham atividades privadas, em seu próprio nome, com incentivo do Estado.
e4) A elas poderão ser destinados recursos orçamentários e bens públicos necessários ao
cumprimento de suas finalidades e do contrato de gestão.
c5) A licitação é dispensável para Administração Pública contratar com Organizações Sociais.
c6) O Poder Público poderá proceder a desqualificação da entidade como Organização Social,
quando constatado o descumprimento das disposições contidas no contrato de gestão. A desqualificação
será precedida de processo administrativo, assegurada ampla defesa, respondendo os dirigentes da
organização social, individual e solidariamente, pelos danos e prejuízos decorrentes de sua ação ou
omissão.

f) ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE COLETIVO – OSCIP


f1) Instituídas pela Lei nº 9.790, de 23.3.99, regulamentada pelo Decreto 3.100, de 30.06.99.
f2) Assim como as Organizações Sociais recebem qualificação do Poder Público, desde que
atendidos certos requisitos.
f3) A conferência de Organização Social, nos termos da Lei 9.63798 é ato discricionário. Já a
qualificação de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Coletivo – OSCIP é ato vinculado,
conforme preceitua a Lei 9.790/99.
f4) Na opinião da Prof. Di Pietro, a diferença fundamental é que a OS “recebe ou pode receber
delegação para a gestão de serviço público, enquanto a OSCIP exerce atividade de natureza privada, com
ajuda do Estado.”
f5) A Lei 9.790/90 explica que entidade sem fins lucrativos é aquela que “, não distribui, entre
seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes
operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio,
auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplica integralmente na consecução do
respectivo objeto social.”
f6) Pessoas que não podem ser qualificadas como OSCIP:
f7) Áreas de atuação da OSCIP:
f8) O requerimento da qualificação como OSCIP deverá ser formalizado perante o Ministério da
Justiça que, verificando o atendimento dos requisitos previstos na lei, deferirá o pedido e expedirá o
certificado de qualificação.
f9) Nos termos do Decreto nº 3.100/1999, “o Ministro da Justiça, após o recebimento do
requerimento, terá o prazo de 30 dias para deferir ou não o pedido de qualificação, ato que será publicado
no Diário Oficial da União no prazo máximo de 15 dias da decisão.” Se deferir o Ministro da Justiça
expedirá, no prazo de 15 dias, o Certificado de OSCIP ao requerente.
f10) O vínculo entre o Poder Público e a OSCIP é estabelecido mediante a celebração de termo de
parceria. A execução do termo de parceria será supervisionada pelo órgão do Poder Público da área de
atuação da atividade fomentada e pelos Conselhos de Políticas Públicas das áreas correspondentes de
atuação existentes, em cada nível de governo.
f11) A perda da qualificação de OSCIP ocorrerá mediante processo administrativo, instaurado a
pedido do Ministério Público ou de cidadão, assegurada ampla defesa.
f12) A participação de agentes do Poder Público no conselho de administração é obrigatória na
Organização Social; não essa exigência na OSCIP.
f13) Na Organização Social o vínculo entre a entidade privada e o Poder Público é o Contrato de
Gestão; na OSCIP o vínculo se dá por meio do Termo de Parceria.
g) ENTIDADES DE APOIO:
g1) Para a Profª. Di Pietro entidades de apoio são “as pessoas jurídicas de direito privado, sem fins
lucrativos, instituídas por servidores públicos, porém em nome próprio, sob forma de fundação, associação
ou cooperativa, para a prestação, em caráter privado, de serviços sociais, não exclusivos do Estado,
mantendo vínculo jurídico com entidades da administração direta ou indireta, em regra por meio de
convênio.”
g2) Não possuem uma lei geral que as regule.
g3) As únicas que tem regramento legal são as denominadas “fundações de apoio às instituições
federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica”, que estão disciplinadas na Lei 8.958, de
20.12.94.

Súmula 340 do STF: Desde a vigência do Código Civil, os bens dominicais, como os demais bens
públicos, não podem ser adquiridos por usucapião.

Súmula 516 do STF: O Serviço Social da Indústria – SESI – está sujeito à jurisdição da Justiça
Estadual.

Súmula 517 do STF: As sociedades de economia mista só tem foro na Justiça Federal, quando a
União intervém como assistente ou opoente.

Súmula 556 do STF: É competente a Justiça comum para julgar as causas em que é parte sociedade
de economia mista.

Súmula 620 do STF: A sentença proferida contra autarquias não está sujeita a reexame necessário,
salvo quando sucumbente em execução de dívida ativa.

Súmula 39 do STJ: Prescreve em vinte anos a ação para haver indenização, por responsabilidade
civil, de sociedade de economia mista.

Súmula 42 do STJ: Compete à justiça comum estadual processar e julgar as causas cíveis em que é
parte sociedade de economia mista e os crimes praticados em seu detrimento.

Súmula 45 do STJ: No reexame necessário, é defeso ao Tribunal agravar a decisão imposta à


Fazenda Pública.

Súmula 224 do STJ: Excluído do feito o ente federal, cuja presença levara o Juiz Estadual a declinar
da competência, deve o Juiz Federal restituir os autos, e não suscitar conflito.

Súmula 270 do STJ: O protesto pela preferência de crédito, apresentado por ente federal em
execução que tramita na Justiça Estadual, não desloca a competência para a Justiça federal.

Súmula 324 do STJ: Compete à Justiça Federal processar e julgar as ações de que participa a
Fundação Habitacional do Exército, equiparada a entidade autárquica federal, supervisionada pelo
Ministério do Exército.
Súmula 333 do STJ: Cabe Mandado de Segurança contra ato praticado em licitação por sociedade de
economia mista ou empresa pública.

Súmula 365 do STJ: A intervenção da União como sucessora da rede Ferroviária Federal S/A
(RFFSA) desloca a competência para a Justiça Federal ainda que a sentença tenha sido proferida por
Juízo estadual.

“Sonhos são gratuitos. Transformá-los em realidade tem um preço.” (E. J. Gibis)


1. (Analista Judiciário – Área Administrativa - TRE BA/2003) - Incluem-se entre as entidades estatais
(A) os Estados e as Autarquias.
(B) a União e os Municípios.
(C) as empresas públicas e as sociedades de economia mista.
(D) as fundações públicas e o Distrito Federal.
(E) as administrações indiretas de qualquer dos Poderes.

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Nos termos da Constituição Federal, uma
empresa pública que explore atividade econômica deve se sujeitar ao regime jurídico próprio das empresas
privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários. Uma
empresa como essa
(A) pode criar suas subsidiárias independentemente de autorização legislativa.
(B) está dispensada da realização de concurso público para contratação de seu pessoal.
(C) está sujeita à regra da licitação para suas contratações de obras, serviços, compras e alienações.
(D) pode ser instituída independentemente de autorização legislativa.
(E) sujeita-se à execução de suas dívidas mediante o sistema de precatórios.

3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Ao definir a organização da Administração


Federal, o Decreto-Lei n o 200/67 determina que a execução das atividades da Administração deverá ser
amplamente descentralizada e que tal descentralização ocorra em alguns planos. NÃO é exemplo desse
princípio de descentralização
(A) a concessão de atividades da Administração para entes privados.
(B) a distinção entre o nível de execução e o nível de direção, dentro dos quadros da Administração.
(C) a descentralização mediante convênio das atividades da Administração Federal para a Administração
das entidades federadas.
(D) a transferência, mediante lei ordinária, de competências constitucionais da União para os Estados,
Distrito Federal e Municípios.
(E) a descentralização de atividades da Administração para a órbita privada mediante contratos.

4. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Integram a Administração Indireta


Federal, nos termos do Decreto-Lei n o 200/67,
(A) as fundações públicas e os ministérios, as primeiras, com personalidade jurídica de direito privado e, os
segundos, com personalidade jurídica de direito público.
(B) os ministérios e as autarquias, os primeiros e as segundas com personalidade jurídica de direito público.
(C) as fundações públicas e as organizações sociais, as primeiras e as segundas podendo possuir tanto
personalidade jurídica de direito público, como de direito privado.
(D) as empresas públicas e as organizações da socie-dade civil de interesse público, as primeiras, com
personalidade jurídica de direito privado e, as segun-das, com personalidade jurídica de direito público.
(E) as autarquias e as sociedades de economia mista, as primeiras, com personalidade jurídica de direito
público e, as segundas, com personalidade jurídica de direito privado.

5. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - A administração pública pode ser
efetivada, imedia-tamente pela União, através de seus próprios órgãos. Pode, também, ser realizada
mediatamente por meio de entes (personalizados) a ela vinculados. Nesses dois casos, estamos nos
referindo, quanto ao aspecto funcional ou operacional, respectivamente, à administração
(A) indireta e direta.
(B) direta e indireta.
(C) contratada e direta.
(D) indireta e terceirizada.
(E) terceirizada e contratada.

6. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - De acordo com o ensinamento


predominante na doutrina brasileira, pode-se identificar na organização administrativa pátria, como fruto da
desconcentração, no plano federal,
(A) uma fundação pública.
(B) um ministério.
(C) uma autarquia qualificada como agência executiva.
(D) uma sociedade de economia mista.
(E) uma agência reguladora.

7. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) - Uma empresa que exerça atividade
econômica, com 70% de seu capital votante nas mãos da União, sendo o restante de seu capital de
propriedade de um Estado,
(A) enquadra-se na definição legal de empresa pública, tendo personalidade jurídica de direito público.
(B) enquadra-se na definição legal de sociedade de economia mista, tendo personalidade jurídica de direito
público.
(C) enquadra-se na definição legal de empresa pública, tendo personalidade jurídica de direito privado.
(D) enquadra-se na definição legal de sociedade de economia mista, tendo personalidade jurídica de direito
privado.
(E) não se enquadra em nenhuma definição legal quanto às entidades da Administração indireta.

8. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) - A repartição de funções entre os vários
órgãos (despersonalizados) de uma mesma Administração, sem quebra de hierarquia, em que a prestação de
serviços é direta e imediata; e a atribuição de Poderes da Administração a outrem, distinta da do Estado,
que age por outorga do serviço (mas sempre em nome próprio), referem-se, respectivamente, à
(A) descentralização e desconcentração administrativa.
(B) desconcentração administrativa e descentralização.
(C) descentralização e delegação de serviço público.
(D) delegação de serviço público e execução direta.
(E) execução indireta e desconcentração administrativa.

9. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRE BA/2003) - São entidades estatais


(A) as Empresas Públicas.
(B) as Autarquias.
(C) as Fundações de direito público.
(D) os Municípios.
(E) os Territórios Federais.

10. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - A organização da Administração Pública
federal distingue a Administração direta da indireta. São exemplos de integrantes da Administração direta e
da indireta, respectivamente,
(A) a Presidência da República e um Ministério.
(B) um Ministério e uma empresa pública.
(C) uma autarquia e uma sociedade de economia mista.
(D) uma autarquia e uma empresa privada concessionária de serviço público.
(E) uma fundação pública e uma fundação privada.

11. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - Uma sociedade de economia mista, que explore atividade
econômica,
a) não se submete ao regime de licitação para contratação de obras, serviços, compras e alienações.
b) não está sujeita à falência.
c) submete-se ao mesmo regime jurídico trabalhista das pessoas jurídicas de direito público.
d) pode ser instituída por decisão do poder Executivo, independentemente de lei.
e) submete-se ao mesmo regime jurídico tributário das empresas privadas.

12. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002 - adaptada) - A sentença abaixo é composta por duas
asserções. Para respondê-las assinale, na folha de respostas,
a) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a Segunda uma preposição verdadeira.
b) se tanto a primeira como a Segunda forem proposições incorretas.
c) se as duas asserções forem verdadeiras e a Segunda for uma justificativa correta da primeira.
d) se as duas assertivas forem verdadeiras, mas a Segunda não for uma justificativa correta da primeira.
e) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a Segunda uma proposição incorreta.
No regime constitucional vigente, a característica diferencial entre atividades econômicas e serviços
públicos está no fato de estes últimos deverem ser prestados exclusiva e diretamente pelo Poder Público
PORQUE a Constituição estabelece que, ressalvados dos casos nela previstos, a exploração direta de
atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança
nacional ou a relevante interesse coletivo.

13. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) - Determinado Município adquire, no mercado de


bolsa de valores, ações representativas de 60% (sessenta por cento) do capital votante de uma sociedade
anônima, passando a exercer o respectivo controle. Não houve, porém, lei específica aprovada pela Câmara
Municipal, autorizando a operação. Nessa hipótese, a sociedade anônima em tela
(A) passará a ser considerada sociedade de economia mista municipal, integrante da Administração Direta.
(B) apenas passará a integrar a Administração Indireta se se transformar em empresa pública, na forma da
legislação aplicável.
(C) passará a ser considerada empresa pública municipal, integrante da Administração Indireta.
(D) integrará a Administração Indireta, como entidade sui generis, sujeita ao regime jurídico geral de
direito privado.
(E) não integrará a Administração Direta, nem a Indireta, sendo apenas uma companhia sob controle
municipal.

14. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) - Suponha o seguinte trecho de uma ementa
de acórdão:
“Dispensa-se de autorização legislativa a criação de empresas públicas subsidiárias, desde que haja
previsão para esse fim na própria lei que instituiu a empresa de economia mista matriz. A lei criadora é a
própria medida autorizadora.” Esse texto
(A) contraria a Constituição Federal, pois é necessária a edição de lei autorizativa para a criação de cada
subsidiária de empresa pública ou sociedade de economia mista.
(B) é compatível com a Constituição Federal, já tendo até mesmo o Supremo Tribunal Federal decidido
nesse sentido.
(C) contraria a Constituição Federal, pois é constitucionalmente vedada a criação de subsidiárias de
empresa pública ou sociedade de economia mista.
(D) contraria a Constituição Federal, pois empresas públicas e sociedades de economia mista não têm sua
instituição dependente de autorização legislativa.
(E) contraria a Constituição Federal, pois é desnecessária a autorização legislativa para a criação de
subsidiárias de empresa pública ou sociedade de economia mista, sendo essa matéria de decisão
discricionária do Presidente da República.

15. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - Integram a Administração Pública
indireta
(A) os serviços sociais autônomos (Senai, Senac etc.).
(B) os partidos políticos.
(C) as concessionárias de serviço público em geral.
(D) as fundações instituídas pelo Poder Público, com natureza jurídica de direito público.
(E) as organizações sociais.

16. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - NÃO se ajusta ao regime jurídico
das empresas estatais:
(A) a empresa pública poderá ser constituída sob qualquer forma admitida em direito.
(B) a criação de subsidiárias das sociedades de economia mista depende de autorização legislativa.
(C) o regime de pessoal é o da legislação trabalhista.
(D) a sociedade de economia mista não poderá usufruir de privilégios fiscais não extensíveis às empresas
da iniciativa privada.
(E) a empresa pública depende de prévia autorização legislativa para alienação de bem imóvel.

17. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - Uma sociedade de economia mista, prestadora
de serviço público, por meio de um empregado seu que agiu com negligência ao desenvolver o serviço,
causa danos a um terceiro. O terceiro pretende cobrar os prejuízos da sociedade; e esta pretende se ressarcir
junto ao empregado. Nessa situação, a responsabilidade civil da sociedade e a do empregado são,
respectivamente,
(A) objetiva e objetiva.
(B) subjetiva e subjetiva.
(C) objetiva e subjetiva.
(D) subjetiva e inexistente.
(E) inexistente e subjetiva.

18. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - A descentralização dos serviços
públicos por colaboração ocorre mediante
(A) contrato ou ato administrativo unilateral, transferindo a execução de determinado serviço público à
pessoa jurídica de direito privado, conservando o poder público a titularidade.
(B) ato administrativo unilateral, transferindo a titularidade e a execução de determinado serviço público à
pessoa jurídica de direito público.
(C) ato bilateral e precário, transferindo a titularidade de determinado serviço público à pessoa jurídica de
direito público.
(D) ato unilateral, discricionário e precário, transferindo a titularidade e execução de determinado serviço
público à pessoa jurídica de direito privado.
(E) ato bilateral e discricionário, transferindo a execução de determinado serviço público à pessoa física ou
jurídica.

19. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - Considerando-se a


organização administrativa brasileira, há relação de hierarquia entre
(A) um Ministro do Supremo Tribunal Federal e um Ministro do Tribunal de Contas da União.
(B) um Senador e um Deputado Federal.
(C) um Governador de Estado e um Prefeito Municipal.
(D) o Presidente da República e um Ministro de Estado.
(E) um Presidente de Assembléia Legislativa e um Presidente do Tribunal de Justiça do mesmo Estado.

20. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - É regra própria do regime
constitucional de uma sociedade de economia mista que exerça atividade econômica a
(A) não incidência da obrigatoriedade de licitação para contratar obras, serviços, compras e alienações.
(B) não sujeição ao controle pelo Tribunal de Contas.
(C) sujeição ao regime próprio das empresas privadas quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais e
trabalhistas.
(D) possibilidade de gozo de privilégios fiscais não extensíveis ao setor privado.
(E) não incidência da obrigatoriedade de realização de concurso público para contratação de seus
empregados.

21. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Descentralização administrativa por


colaboração é:
a) a transferência por meio de contrato ou ato administrativo unilateral da execução de determinado serviço
público a pessoa jurídica de direito privado, conservando o poder público a titularidade do serviço.
b) a transferência por meio de contrato ou ato administrativo unilateral da execução e da titularidade de
determinado serviço público a pessoa jurídica de direito privado.
c) a transferência por lei da titularidade e da execução de determinado serviço público para pessoa jurídica
de direito público ou privado.
d) atribuição de personalidade jurídica própria, de direito público, a uma entidade local, geograficamente
delimitada, com capacidade administrativa genérica.
e) faculdade legal de celebração de contratos de prestação de serviços relativos a atividades materiais
acessórias.

22. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Assinale a alternativa que contém uma
afirmação incorreta.
a) Não existe poder de tutela entre a entidade descentralizada e a pessoa jurídica que a instituiu sem
expressa previsão legal, na medida em que o poder de controle não pode invadir a liberdade de auto-
administração atribuída ao ente descentralizado.
b) A tutela não se presume; ela se constitui de uma soma de competências particulares atribuídas
explicitamente por lei, que não podem ser acrescidas, nem por analogia.
c) Entes descentralizados não estão hierarquicamente subordinados à Administração Direta. Existe apenas
uma vinculação para fins de controle.
d) O recurso hierárquico é dirigido a autoridade superior àquela que proferiu a decisão atacada, para
reexame da questão. Sua interposição pressupõe a existência de vinculação hierárquica.
e) Recurso hierárquico impróprio é aquele dirigido a autoridade de órgão diverso daquele que proferiu a
decisão atacada. Sua interposição é sempre possível, independente de expressa previsão legal, sendo
decorrência do princípio do contraditório e da ampla defesa.

23. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - Sobre as autarquias, assinale a afirmação
correta:
a) Só podem ser criadas por lei, podendo assumir personalidade de direito público ou privado.
b) Contra seus atos cabe mandado de segurança mas não ação popular.
c) Têm plena capacidade de auto-administração, o que lhes confere poder para criar o próprio direito.
d) Podem ser conceituadas como serviço público descentralizado.
e) Não se sujeitam à lei de licitações.

24. (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - É certo que na organização administrativa da União a
administração direta compreende
(A) os órgãos públicos da Presidência da República, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
assim como as agências executivas e reguladoras, entre outras.
(B) os serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e na dos
Ministérios, assim como os serviços administrativos que estão a cargo do Legislativo, Judiciário e Tribunal
de Contas.
(C) todas as entidades e serviços vinculados à Presidência da República, à exceção dos Ministérios,
visto que estes integram a administração indireta.
(D) todos os órgãos e entidades como as autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista
vinculadas aos Ministérios.
(E) também as fundações, as concessionárias e permissionárias de serviço público, entre outras, sendo que
os Ministérios e Secretarias integram a administração indireta.

(Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder à questão:


Para contratar, pelo regime da Lei no 8.666/93, a compra de materiais de escritório, no valor de R$
12.000,00, e uma obra no valor de R$ 20.000,00, uma sociedade de economia mista federal decide
pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. Posteriormente, invocando nulidade nos
contratos assim celebrados, a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício.
Todavia, alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação, tal autoridade não o motiva. Em sua
defesa, as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que, sendo
autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista, poderia, em nome da
imperatividade dos atos administrativos, reconsiderar a decisão de seu subordinado.

25. (Analista Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - Quanto à afirmação de ser o Presidente da República
autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista, essa noção
(A) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto que, segundo esta, não há relação de
hierarquia entre autoridades da Administração direta e autoridades da Administração indireta.
(B) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto que a relação hierárquica se estabelece entre
um Ministro e as autoridades da Administração indireta vinculadas ao respectivo Ministério.
(C) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto que a noção de hierarquia apenas se aplica
aos órgãos militares da Administração Pública.
(D) está harmônica com a regra consagrada pela dou- trina, posto que se trata do Presidente da
República e de sociedade de economia mista federal.
(E) está harmônica com a regra consagrada pela doutrina, posto que o Presidente da República é a
autoridade de máxima hierarquia da Administração do País, independentemente de se cogitar de
sociedade de economia mista federal, estadual ou municipal.

26. (Técnico Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - Segundo expressamente dispõe a Constituição brasileira, a
administração pública direta e indireta, para decidir qualquer processo administrativo, deve observar os
princípios da
(A) legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
(B) legalidade, eficiência, interesse público e motivação.
(C) moralidade, publicidade, igualdade e dignidade da pessoa humana.
(D) proporcionalidade, eficácia, do contraditório e do devido processo legal.
(E) moralidade pública, eficácia, razoabilidade e do interesse social.

27. (Procurador – TC-PI/2005) - A União Federal deseja criar sociedade de economia mista destinada
ao exercício da atividade de pesquisa, lavra, beneficiamento e comercialização de minerais do país.
Os bens dessa sociedade
(A) podem ser revestidos da característica de impenhorabilidade, se declarada na lei de sua criação.
(B) são inalienáveis e impenhoráveis por natureza.
(C) são considerados bens públicos, independentemente de sua personalidade jurídica ser de direito privado
ou de direito público.
(D) não podem ser considerados impenhoráveis.
(E) possuem o mesmo regime jurídico aplicável aos bens das autarquias.

28. (Procurador – TC-PI/2005) - A forma de controle denominada supervisão ministerial aplica-se aos
órgãos da administração indireta
(A) que extrapolem dos objetivos para os quais foram criados.
(B) como forma de recurso hierárquico das decisões de seus órgãos superiores.
(C) para a aplicação de sanções disciplinares a seus servidores.
(D) para garantia do poder hierárquico do Ministro de Estado sobre a administração indireta.
(E) apenas por solicitação dos dirigentes dos órgãos su- pervisionados, como conseqüência de sua
autonomia.

29. (Procurador do Município de São Paulo/2004) - No direito brasileiro, os principais traços


diferenciadores entre as empresas públicas e as sociedades de economia mista são os relativos à
(A) composição do capital e forma de organização. (B) forma de criação e personalidade jurídica.
(C) personalidade jurídica e natureza da atividade a ser desempenhada.
(D) natureza da atividade a ser desempenhada e forma de organização.
(E) composição do capital e personalidade jurídica.

30. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) - Em relação às entidades que integram a


Administração Indireta, é correto afirmar que
(A) as autarquias de regime especial, ainda que qualificadas como agências executivas, necessariamente
submetem-se às regras gerais de dispensa de licitação estabelecidas pela Lei no 8.666/93,
inclusive quanto a limites de valor.
(B) a qualificação de agência executiva autoriza dispensa de licitação para contratações de valor
superior à regra geral, ainda que o contrato de gestão que confere aquela qualidade à pessoa
jurídica em questão tenha sido celebrado com fundação ou autarquia preexistentes.
(C) a autarquia é pessoa jurídica de direito público, à qual aplica-se integralmente o regime jurídico
de direito público, sendo, portanto, pessoa pública política e administrativa.
(D) a autarquia submete-se integralmente ao regime jurídico público, mas como possui poder de
auto-administração, não se submete a controle da Administração, somente do Poder Judiciário.
(E) as autarquias ditas agências reguladoras assim se denominam em razão da impossibilidade de
revisão judicial de suas decisões acerca de conflitos entre aqueles que se submetem à sua gestão.
VI – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
1. ÓRGÃO
a) Conceito: É um centro de competência, dentro de uma entidade, desprovido de personalidade jurídica
própria.
b) Desconcentração: É a distribuição interna de competências a órgãos de uma mesma entidade.
c) Fundamento: Ã divisão da entidade em órgãos e distribuição de suas atribuições é uma questão de
organização administrativa.
d) Teorias:
d1) Teoria do Mandato;
d2) Teoria da Representação;
d3) Teoria do Órgão, atualmente adotada, da lavra de Otto Gierke, Berlim, 1857. Caracteriza-se no
princípio da imputação objetiva.

2. TEORIAS DE CARACTERIZAÇÃO DO ÓRGÃO (Celso Antonio Bandeira de Melo)


a) Teoria subjetiva: órgãos públicos seriam os próprios agentes públicos.
b) Teoria objetiva: órgãos públicos seriam as unidades funcionais.
c) Teoria eclética: não rechaça qualquer dos dois elementos.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS ÓRGÃOS


a) Quanto à posição hierárquica:
a1) Órgãos independentes: Previstos constitucionalmente, estando no ápice da pirâmide
organizacional, sendo dotados de autonomia política.
a2) Órgãos autônomos: No alto da pirâmide organizacional, logo abaixo dos independentes,
possuindo autonomia administrativa, financeira e técnica.
a3) Órgãos superiores: São órgãos de planejamento, direção e controle, possuindo autonomia
técnica.
a3) Órgãos subalternos: São órgãos de execução, com reduzido poder decisório.
b) Quanto à sua estrutura:
b1) Órgãos simples: Não existe outro igual a ele na entidade.
b2) Órgãos compostos: Existem vários da mesma espécie na entidade.
c) Quanto à atuação funcional:
c1) Órgãos singulares: Suas decisões emanam da vontade de um único agente público.
c2) Órgãos colegiados: Suas decisões emanam do voto da maioria de seus membros.
d) Quanto à pessoa federativa: federais, estaduais, municipais e distritais.

4. FUNÇÃO PÚBLICA
a) É o conjunto de atribuições cometidas a um agente público.

5. CARGO PÚBLICO
a) Conceito: É o conjunto de atribuições e responsabilidade cometidas a um servidor.
b) Características: Acessíveis a todos os brasileiros, criados por lei, com denominação própria e
vencimento pagos pelos cofres públicos.
b) Espécies:
b1) Cargo Efetivo: Concurso Público e Estabilidade.
b2) Cargo em Comissão: De livre nomeação e exoneração.
b3) Vitalícios: Assim declarados pela Constituição Federal.
b4) Eletivos: Seus ocupantes são eleitos pelo voto do povo.
c) Criação e extinção;
d) Investidura e Vacância.

6. AGENTES PÚBLICOS
a) Conceito: É toda pessoa física incumbida definitiva ou transitoriamente, remunerado ou não, de um
múnus público.
b) Classificação:
b1) Agentes Políticos: Membros dos Poderes, membros do MP e dos Tribunais de Contas.
b2) Agentes Administrativos: Servidores e Empregados Públicos.
b3) Agentes Honoríficos: Jurados no Tribunal do Júri e Mesários da Justiça Eleitoral.
b4) Agentes Delegados: Permissionários de Serviço Púiblico.
b5) Agentes Credenciados: Cidadão convocado para representar o país internacionalmente.
c) Direitos;
d) Deveres:
d1) Lealdade;
d2) Obediência;
d3) Conduta Ética.

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.”
Eduardo Galeano
1. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Diz-se que os órgãos públicos
autônomos são aqueles
(A) que têm origem na Constituição, colocados no ápice da pirâmide organizacional, sem qualquer
subordinação hierárquica ou funcional, com ampla capacidade administrativa, financeira e política.
(B) de direção, controle, decisão e comando em assuntos da respectiva competência, tendo funções técnicas
e de planejamento na área de suas correspondentes atribuições, com capacidade política e administrativa.
(C) situados no alto da estrutura organizacional da Administração Pública logo abaixo dos independentes e
a estes subordinados, tendo ampla capacidade administrativa, financeira e técnica.
(D) dotados de um único centro de competências ou atri-buições ou aqueles integrados por outros órgãos
públi-cos, no qual estão embutidos outros órgãos menores, todos com capacidade administrativa e
estrutural.
(E) que decidem e agem pela manifestação de um só agente público, que é seu titular ou que decidem e
agem pela manifestação de vontade da maioria de seus membros, todos com capacidade administrativa e
técnica.

2. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - Na classificação dos órgãos públicos adotada
pela doutrina, os Ministérios são considerados
(A) colegiados.
(B) superiores.
(C) independentes.
(D) subalternos.
(E) autônomos.

3. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) - Os Tribunais Regionais Federais, a


Advocacia-Geral da União e as Coordenadorias, quanto à posição estatal são considerados,
respectivamente, órgãos
(A) superiores, autônomos e independentes.
(B) independentes, autônomos e superiores.
(C) autônomos, independentes e superiores.
(D) superiores, independentes e autônomos.
(E) independentes, superiores e autônomos.

4.(Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª Região/2001) - Os membros do Poder Judiciário, os


jurados e os leiloeiros pertencem, respectivamente, à espécie ou categoria dos agentes
(A) delegados, políticos e administrativos.
(B) administrativos, credenciados e honoríficos.
(C) políticos, honoríficos e delegados.
(D) credenciados, administrativos e delegados.
(E) políticos, delegados e credenciados.

5 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) - Diz-se que os agentes públicos de
colaboração são as pessoas que
(A) prestam serviços, sob regime de dependência à Administração Pública direta, autárquica ou fundacional
pública, sob relação de trabalho profissional transitório ou definitivo.
(B) detêm os cargos de elevada hierarquia da organização da Administração Pública, ou seja, que ocupam
cargos que compõem a cúpula da estrutura constitucional.
(C) se ligam, por tempo determinado à Administração Pública para o atendimento de necessidades de
excepcional interesse público, sob vínculo celetista.
(D) se ligam, contratualmente às empresas paraestatais da Administração indireta, sob um regime de depen-
dência e mediante uma relação de trabalho, não eventual ou avulso.
(E) prestam serviços à Administração por conta própria, por requisição ou com sua concordância,
exercendo função pública, mas não ocupando cargo ou emprego público.

6. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - O órgão administrativo possui as


características a seguir, EXCETO:
(A) decorre do fenômeno da desconcentração.
(B) possui funções, cargos e agentes.
(C) constitui centro de competência administrativa.
(D) pode ser, quanto à estrutura, simples ou composto.
(E) constitui pessoa jurídica de direito público interno.

7. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) - Dentre as formas de classificação dos órgãos
públicos, diz-se que são compostos aqueles que
(A) são constituídos por um só centro de competência, os quais podem ser identificados com o cargo
de seu agente.
(B) se identificam sempre como unipessoais, cuja atuação e decisão é atribuída a um único agente,
que é o seu representante.
(C) têm a sua atuação e decisão sempre decorrentes da manifestação conjunta e majoritária da vontade
de seus membros.
(D) reúnem em sua estrutura outros órgãos menores, com função principal idêntica, realizando a
atividade- fim de maneira desconcentrada.
(E) detêm poderes de direção, controle, decisão e co- mando dos assuntos de sua competência
específica.
VII – PODERES ADMINISTRATIVOS
1. PODER-DEVER
a) Enquanto os poderes do Estado são estruturais, os poderes administrativos são instrumentais.
b) O Prof. José dos Santos Carvalho Filho conceitua Poderes Administrativos como “conjunto de
prerrogativas de direito público que a ordem jurídica confere aos agentes administrativos para o fim de
permitir que o Estado alcance seus fins.”

2. DEVERES DO ADMINISTRADOR PÚBLICO


a) Poder-dever de agir:
b) Dever de Eficiência;
c) Dever de Probidade;
d) Dever de Prestar Contas.

3. ABUSO DE PODER
a) Desvio de finalidade;
b) Excesso de poder;
c) Omissão:
c1) Omissões genéricas: A moderna doutrina denomina reserva do possível para indicar que nem
todas as metas governamentais podem ser alcançadas, principalmente pela costumeira escassez de recursos
financeiros.
c2) Omissões específicas: São exemplos os artigos 49 da Lei 9.784/99 e art. 7º da Lei
11.417/2006.

4. CARACTERÍSTICAS DOS PODERES ADMINISTRATIVOS


a) São irrenunciáveis;
b) Devem ser obrigatoriamente exercidos pelos titulares.
c) “Se para o particular o poder de agir é uma faculdade, para o administrador público é uma obrigação de
atuar, desde que apresente o ensejo de exercitá-lo em benefício da comunidade.” (Hely Lopes Meirelles)

5 PODERES EM ESPÉCIE
a) Poder vinculado;
b) Poder discricionário;
c) Poder hierárquico;
d) Poder disciplinar;
e) Poder regulamentar;
f) Poder de polícia.

6 PODER DE POLÍCIA
a) Conceito: É o poder de limitar o exercício de direitos e liberdades individuais, bem como de restringir o
uso e gozo de bens, em prol do interesse público.
b) Atributos:
b1) Discricionariedade;
b2) Auto-Executoriedade;
b3) Coercibilidade.
c) Limites:
c1) Necessidade;
c2) Adequação;
c3) Proporcionalidade.
d) Meios de atuação:
d1) Poder de Polícia originário;
d2) Poder de Polícia delegado.
e) Prescrição:
e1) Em 5 anos.
e2) Art. 1º da Lei 9.873/99.
Súmula 645 do STF: é competente o Município para fixar o horário de funcionamento de
estabelecimento comercial.

Súmula 646 do STF: Ofende o princípio da livre concorrência lei municipal que impede a instalação
de estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em determinada área.

Súmula 19 do STJ: A fixação de horário bancário, para atendimento ao público, é da competência da


União.

Súmula 312 do STJ: No processo administrativo para imposição de multa de trânsito, são necessárias
as notificações da autuação e da aplicação da pena decorrente da infração.

“Concurso não se faz para passar, mas até passar.”


William Douglas
1. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A ocorrência de desvio de finalidade
manifesta-se quando o ato administrativo é praticado
(A) com objetivo diverso daquele explicitado na motivação, ou previsto na lei.
(B) sem observância dos requisitos de legalidade quanto à matéria de mérito.
(C) a despeito de terem sido verificados inexistentes os fatos que ensejaram sua edição.
(D) de modo que seu resultado importa em violação de lei, regulamento ou outro ato normativo.
(E) sem a observância das regras aplicáveis de competência, ou com excesso de poder.

2. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - No que se refere aos poderes
administrativos, é certo que
(A) não há hierarquia nos Poderes Judiciário e Legislativo, tanto nas funções constitucionais, como
nas administrativas.
(B) o termo polícia judiciária tem o mesmo significado de polícia administrativa.
(C) o poder disciplinar confunde-se com o poder hierárquico.
(D) o poder discricionário não se confunde com a arbitrariedade.
(E) o poder será vinculado quando o Administrador pode optar dentro de um juízo de conveniência e
oportunidade.

3. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - O decreto


I.será autônomo quando produza efeitos gerais e discipline matéria não regulamentada em lei.
II. inominado é ato normativo originário quando com-parado à lei.
III. que produzir efeitos gerais será regulamentar, quando expedido nos termos da Constituição Federal,
para fiel execução da lei.
IV. somente poderá ser considerado ato administrativo propriamente dito quando tiver efeito concreto,
enquanto que o decreto geral é ato normativo.
V. é a forma de que se revestem os atos individuais ou gerais emanados dos chefes dos Poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I, II e III.
(B) I, II e IV.
(C) I, III e IV.
(D) II, III e V.
(E) III, IV e V.

4. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) - A fim de explicar o modo de execução de uma
lei, o Chefe do Poder Executivo deve expedir
(A) uma resolução, que é ato administrativo do poder normativo ao qual os administrados devem
obediência e que não depende de aprovação de outro órgão.
(B) um projeto de lei sobre a matéria, que é manifes-tação expressa da legitimidade de seu poder-dever de
iniciativa legislativa.
(C) uma circular, que é ato administrativo interno e geral baseado no poder hierárquico e que explica o
necessário para a aplicação da lei.
(D) um decreto, que é ato administrativo geral e norma-tivo e manifestação expressa de seu poder
regulamentar.
(E) uma instrução normativa, que é ordem escrita, geral, oriunda do poder disciplinar e determinadora do
modo pelo qual a lei será aplicada.

5. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - O poder hierárquico


(A) permite a avaliação subjetiva da legalidade de ordens emanadas do superior.
(B) determina o cumprimento de todas as ordens ex-pressas emanadas do superior.
(C) impõe o cumprimento de ordem superior, salvo se manifestamente ilegal.
(D) confunde-se com o poder disciplinar, do qual é de-corrência.
(E) aplica-se também às funções próprias do Poder Judiciário e do Poder Legislativo.

6. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - A revisão dos atos subordinados configura uma
das faculdades do poder
(A) discricionário.
(B) de polícia.
(C) disciplinar.
(D) hierárquico.
(E) regulamentar.

7. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) - É exemplo de atividade própria do poder de
polícia, entendido como polícia administrativa,
(A) a aplicação de multa contratual, em contrato administrativo, pela Administração ao particular
contratado.
(B) a restrição imposta, por agentes administrativos, à realização de uma passeata nas vias públicas.
(C) o policiamento ostensivo realizado nas ruas pela polícia militar.
(D) a atividade investigativa realizada pela polícia civil em um inquérito policial.
(E) a prisão em flagrante de um criminoso por qualquer do povo.

8. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) - NÃO é conseqüência do poder


hierárquico de uma autoridade administrativa federal, o poder de
(A) dar ordens aos seus subordinados.
(B) rever atos praticados por seus subordinados.
(C) resolver conflitos de competências entre seus subordinados.
(D) delegar competência para seus subordinados editarem atos de caráter normativo.
(E) aplicar penalidades aos seus subordinados, observadas as garantias processuais.

9. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - É exemplo de exercício do poder


hierárquico da Administração a
(A) aplicação de uma multa de trânsito.
(B) aplicação de uma sanção contratual pela Administração em um contrato Administrativo.
(C) revogação de um ato administrativo pela autoridade superior ao agente administrativo que o praticou.
(D) anulação de um ato administrativo pelo Poder Judiciário.
(E) anulação de um ato administrativo pelo próprio agente que o praticou.

10. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - Ocorre desvio de finalidade na
prática do ato administrativo, quando
(A) o ato não se incluir nas atribuições legais do agente que o praticou.
(B) o ato for omisso em relação a formalidades indispensáveis à sua existência.
(C) a matéria de fato que fundamenta o ato é juridicamente inadequada ao resultado obtido.
(D) o agente pratica o ato visando a objetivo diverso do estabelecido na regra de competência.
(E) o resultado do ato importa em violação de lei, regulamento ou outro ato normativo.

11. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - Quando a Administração pode
escolher entre duas ou mais opções, no caso concreto, segundo critérios de oportunidade e conveniência,
pratica ato
(A) discricionário.
(B) vinculado.
(C) arbitrário.
(D) jurisdicional.
(E) imperativo.

12. (Defensor Público – Maranhão/2003) - As limitações ao direito de propriedade decorrentes do poder de


polícia da Administração
(A) independem de lei, uma vez que compete à Administração definir as razões de interesse público
ensejadoras de sua instituição.
(B) dependem de um fundamento de interesse público e devem se restringir ao estritamente necessário ao
seu atendimento.
(C) são ilegais em razão do caráter absoluto do direito de propriedade.
(D) podem ser instituídas por entidades privadas, que exerçam o poder de polícia por delegação.
(E) independem de um fundamento de interesse público, pois subordinam-se às razões de conveniência e
oportunidade do órgão competente.

13. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) - “Considera-se poder de polícia a atividade da


adminis-tração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de
ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público (...)”.
A partir da definição constante do art. 78 do Código Tribu-tário Nacional, é correto afirmar que o poder de
polícia
(A) é atividade estritamente vinculada, que não admite discricionariedade por parte da Administração.
(B) compreende a faculdade de editar regulamentos disciplinadores dos direitos individuais, observados os
limites legais.
(C) pode ser objeto de delegação de competência, in-clusive para entidades externas à Administração
Pública.
(D) restringe-se à prática de atos materiais pela Admi-nistração, condicionadores de direitos, tais como
licenças e autorizações.
(E) não pode ter por objeto direitos e liberdades indi-viduais garantidos pela Constituição, que estão imunes
à atuação do Poder Executivo.

14. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) - No exercício de seu poder normativo, o Presidente
da Repú-blica, por decreto, disciplina aspectos do funcionamento da Administração Pública federal, sem,
com isso, importar aumento de despesas, extinguindo, aliás, cargos públicos ocupados por servidores cuja
remuneração elevava os índices de despesa com pessoal para além dos limites fixados pela Lei de
Responsabilidade Fiscal. O decreto em questão
(A) violou o ordenamento constitucional, por disciplinar o funcionamento da Administração, o que é
matéria de reserva legal.
(B) violou o ordenamento constitucional, por extinguir os cargos em questão, o que contraria disposição
expressa da Constituição Federal.
(C) está de acordo com a Constituição, que prevê ex-pressamente essa medida em defesa da respon-
sabilidade fiscal.
(D) está de acordo com a Constituição, ainda que não amparado expressamente por nenhum de seus dis-
positivos, pois se enquadra genericamente na com-petência do Presidente da República para editar de-
cretos autônomos, que possuem eficácia imediata.
(E) está de acordo com a Constituição, ainda que não amparado expressamente por nenhum de seus
dispositivos, pois se enquadra genericamente na competência do Presidente da República para editar
decretos autônomos, que devem ser aprovados pelo Congresso Nacional para produzir efeitos.

15. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) - Considere as relações jurídicas estabelecidas


entre:
I. O Presidente da Republica e o Prefeito de um Município.
II. O Prefeito de um Município e um Secretário desse Município.
III. O Prefeito de um Município e o Presidente de uma autarquia desse Município.
Conforme a doutrina administrativista, há vínculos de hierarquia
(A) nas relações mencionadas nos itens I, II e III.
(B) apenas nas relações mencionadas nos itens I e II.
(C) apenas nas relações mencionadas nos itens II e III.
(D) apenas na relação mencionada no item II.
(E) apenas na relação mencionada no item III.

16. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - De acordo com a Constituição Federal, configura hipótese
de atuação do poder normativo do Poder Executivo, por decreto, independentemente de lei, a
a) criação de Ministérios.
b) extinção de cargos públicos vagos.
c) criação de cargos públicos.
d) fixação dos efetivos das Forças Armadas.
e) definição da organização administrativa dos Territórios.
17. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) - Considere um dispositivo constitucional
que crie obrigação aos indivíduos, mas cuja aplicação dependa de disciplina legal. Suponha que ainda não
exista lei a respeito dessa matéria. Numa situação hipotética, o Presidente da República, pretendendo ver
aplicado tal dispositivo, formula consulta a parecerista que apresenta, entre outras, as seguintes conclusões:
(i) o Presidente da República pode diretamente regulamentar a matéria por decreto, posto que o Direito
brasileiro, com a Emenda Constitucional no 32/01, passou a acolher o regulamento autônomo;
(ii) a competência do Presidente da República para expedir decretos regulamentares pode, como regra
geral, ser delegada aos Ministros;
(iii) os decretos regulamentares, por serem atos de competência privativa do Presidente da República, não
são passíveis de controle pelo Poder Legislativo, submetendo-se apenas ao controle judicial de
constitucionalidade. Das conclusões acima
(A) apenas a (i) está de acordo com a Constituição Federal.
(B) apenas a (ii) está de acordo com a Constituição Federal.
(C) apenas a (iii) está de acordo com a Constituição Federal.
(D) todas estão de acordo com a Constituição Federal.
(E) nenhuma está de acordo com a Constituição Federal.

18. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) - Determinada autoridade administrativa presencia
a prática de um ato ilícito por parte de um cidadão, passível de sanção no âmbito administrativo. Sendo
assim, tratando-se de autoridade competente, decide aplicar-lhe e executar diretamente a pena. Tal
procedimento
(A) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro, fundamentando-se na auto-executoriedade
dos atos administrativos.
(B) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro, fundamentando-se na auto-tutela dos atos
administrativos.
(C) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro, fundamentando-se na imperatividade dos
atos administrativos.
(D) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro, fundamentando-se na presunção de
legalidade dos atos administrativos.
(E) viola as disposições constitucionais acerca do devido processo legal, também aplicáveis no âmbito
administrativo.

19. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) - Constitui manifestação do poder
de polícia administrativa:
(A) rescisão unilateral de contratos administrativos.
(B) avocação de atribuições, desde que não sejam da competência exclusiva do órgão subordinado.
(C) edição de atos visando a disciplinar a restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais.
(D) expedição de atos normativos, com o objetivo de ordenar a atuação dos órgãos subordinados.
(E) aplicação de sanções disciplinares.

20. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - O desvio de poder, em matéria de atos
administrativos, configura vício relativo ao elemento
(A) agente.
(B) forma.
(C) objeto.
(D) motivo.
(E) finalidade.

21. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) - Determinada autoridade presencia a prática de
um ilícito administrativo por um subordinado seu. Nesse caso, a aplicação da penalidade ao autor do ilícito
(A) não depende de processo administrativo, incidindo a regra da "verdade sabida".
(B) não depende de processo administrativo, incidindo o princípio da autotutela administrativa.
(C) ainda assim depende de processo administrativo, no qual pode ser dispensada a manifestação do autor
do ilícito, a critério da autoridade.
(D) ainda assim depende de processo administrativo, no qual, porém, não será admitido recurso, incidindo a
regra da "verdade sabida".
(E) ainda assim depende de processo administrativo, no qual devem ser assegurados ao autor do ilícito o
contraditório e a ampla defesa.

22. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - Observe o que segue:
I. Poder regrado é aquele que a lei confere à Administração Pública para a prática de ato de sua
competência, mediante livre valoração quanto à conveniência.
II. Poder discricionário é aquele que o Direito concede à Administração, de modo implícito, para a prática
de atos administrativos com liberdade na escolha de sua qualidade, competência e finalidade.
III. Poder vinculado é aquele que o Direito Positivo confere à Administração Pública para a prática de ato
de sua competência, determinando os elementos e requisitos à sua formalização.
IV. Poder discricionário é o que o Direito concede à Administração, de modo explicito ou implícito, para a
prática de atos administrativos com liberdade de escolha de sua conveniência, oportunidade e conteúdo.
V. Poder vinculado consiste naquele concedido implicitamente pelo Direito à Administração, para a prática
de atos administrativos mediante certo grau de liberdade quanto à conveniência e oportunidade.
Em matéria de poderes administrativos, APENAS são corretas as assertivas
(A) I e II
(B) I e V
(C) II e III
(D) III e IV
(E) IV e V

23. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) - No exercício de seu poder
regulamentar, cabe ao chefe do Poder Executivo federal
(A) sancionar leis cujos projetos foram aprovados pelo Congresso Nacional.
(B) decretar o estado de defesa e o estado de sítio.
(C) celebrar tratados e convenções internacionais.
(D) expedir decretos para a execução das leis.
(E) decretar e executar a intervenção federal.

24. (Advogado – DESENBAHIA/2002) - A avocação de um ato decorre do poder


(A) de polícia, quando houver motivos que levem o administrador público a limitar qualquer atividade
privada ou estatal.
(B) discricionário, podendo ser avocada qualquer atribuição, ainda que conferida a determinado órgão ou
agente.
(C) regulamentar, em que se substitui a competência inferior pela superior, com todas as conseqüências
dessa substituição.
(D) vinculado, mas que não desonera o inferior de toda a responsabilidade pelo ato avocado pelo superior.
(E) hierárquico, não podendo ser avocada atribuição que a lei expressamente confere a determinado órgão
ou agente.

25. (Advogado – DESENBAHIA/2002) - O ato de polícia administrativa tem como características, dentre
outras,
(A) incidir nas pessoas e em todos os setores da sociedade.
(B) submeter-se apenas ao controle judicial por ser sempre vinculado.
(C) ser editado pela Administração Pública ou por quem lhe faça as vezes.
(D) ser essencialmente repressivo, não cabendo em caráter preventivo.
(E) comportar sanções desde que estejam previstas em decretos.

26. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) - A atividade do Estado consistente em limitar o
exercício dos direitos individuais em benefício do interesse público é chamada de:
a) Poder hierárquico.
b) Poder de polícia.
c) Serviço público.
d) Atividade de fomento.
e) Poder regulamentar.
27. (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - No que tange aos poderes administrativos, é INCORRETO
afirmar que
(A) o conceito legal de poder de polícia encontra-se no Código Tributário Nacional, por ser o exercício
desse poder um dos fatos geradores da taxa.
(B) a principal diferença, embora não absoluta, entre as polícias administrativa e a judiciária está no caráter
preventivo, de regra, da primeira e no repressivo da segunda.
(C) os meios de atuação do poder de polícia são os atos normativos em geral e os atos administrativos e
operações materiais de aplicação da lei ao caso concreto.
(D) o poder de polícia é exercido pelo Estado nas áreas administrativa e judiciária, sendo que a polícia
administrativa é privativa de corporações especializadas como a polícia civil e a militar.
(E) são atributos do poder de polícia a discricionariedade, a auto-executoriedade e a coercibilidade,
além do fato de corresponder a uma atividade negativa.

28. (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - O poder disciplinar na Administração Pública é


cabível para
(A) regulamentar lei ou ato normativo de forma independente ou autônoma, inovando a ordem jurídica
por estabelecer normas ainda não disciplinadas em lei.
(B) instaurar inquérito administrativo, processar e aplicar penalidades apenas aos servidores públicos que
infringem os respectivos estatutos.
(C) apurar infrações e aplicar penalidades aos servido- res públicos e demais pessoas sujeitas à
disciplina administrativa a exemplo das pessoas que com ela contratam.
(D) investigar irregularidades e aplicar penas aos servi- dores públicos e particulares, mesmo aqueles
não sujeitos à disciplina interna da Administração Pública.
(E) limitar ou disciplinar direito, interesse ou liberdade, com o objetivo de regular a prática de ato ou
abstenção de fato, em razão do interesse público.

29. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) - No que tange aos poderes administrativos,
considere as seguintes proposições:
I.A prerrogativa de que dispõe o Executivo para ordenar e rever a atuação de seus agentes, estabelecendo
uma relação de subordinação, corresponde ao poder disciplinar.
II.O poder regulamentar autoriza os Chefes dos Poderes Executivos a explicar a lei para sua correta
e fiel execução.
III.O poder de polícia autoriza a Administração a condicionar, frenar o uso e gozo de bens, atividade e
direitos individuais, em prol da coletividade ou do próprio Estado.
IV.A discricionariedade permite que o administrador público pratique o ato com liberdade na escolha de
sua conveniência, oportunidade, conteúdo e forma.
Estão corretas APENAS as afirmações
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) I, III e IV.
(D) II e III.
(E) II, III e IV.

30. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - As medidas de polícia administrativa


(A) são marcadas pelo atributo da exigibilidade, que dispensa a Administração de recorrer ao
Poder Judiciário para executá-las.
(B) podem ser apenas implementadas mediante prévia autorização judicial, por não serem auto-
executórias.
(C) podem ser auto-executórias, de acordo com a decisão arbitrária da autoridade administrativa.
(D) são auto-executórias, se necessárias para a defesa urgente do interesse público.
(E) tipificam hipótese de indevida coação administrativa, quando auto-executadas pelo administrador
sem autorização legal.
VIII – ATOS ADMINISTRATIVOS
1. CONCEITO
a) É toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha
por fim imediato, adquirir, resguardar, transferir, modificar ou extinguir direitos, ou impor obrigações a si
ou aos seus administrados.

2. REQUISITOS
a) Competência;
b) Finalidade;
c) Forma;
d) Motivo;
e) Objeto.

3. ATRIBUTOS
a) Presunção de legitimidade;
b) Auto-executoriedade
c) Imperatividade;
d) Exigibilidade e Executoriedade (Celso Antonio Bandeira de Mello);
e) Tipicidade (Di Pietro).

4. PERFEIÇÃO, VALIDADE E EFICÁCIA


a) É perfeito o ato administrativo que superou todas as suas fase de formação.
b) É valido todo ato perfeito que não contrarie a lei, a moral ou os bons costumes.
c) É eficaz todo ato perfeito que preencha condição legal e essencial à sua exeqüibilidade.

5. CLASSIFICAÇÃO
a) Quanto aos seus destinatários:
a1) Atos gerais;
a2) Atos individuais:
a2.1) Plúrimo;
a2.2) Singular.
b) Quanto ao alcance de seus efeitos:
b1) Atos internos;
b2) Atos externos.
c) Quanto ao seu objeto:
c1) Atos de Império;
c2) Atos de Gestão;
c3) Atos de Expediente.
d) Quanto ao seu regimento:
d1) Atos vinculados;
d2) Atos discricionários.
e) Quanto à composição de vontade:
e1) Atos simples;
e2) Atos complexos;
e3) Atos compostos.
f) Quanto à natureza das situações jurídicas que criam
f1) Atos-regra;
f2) Atos subjetivos;
f3) Atos-condição.
g) Quanto à estrutura do ato
g1) Atos concretos;
g2) Atos abstratos.
h) Quanto aos efeitos:
h1) Atos constitutivos;
h2) Atos declaratórios.
i) Quanto aos resultados sobre a esfera jurídica dos administrado:
i1) Atos Ampliativos;
i2) Atos restritivos

6. ESPÉCIES
a) Atos Normativos: Decretos, Resoluções, Regimento Interno, Instruções Normativas, etc.
b) Atos Ordinatórios: Portarias, Avisos, Ofícios, Memorandos, etc.
c) Atos Enunciativos: Atestados, Certidões, Declarações, Pareceres, etc.
d) Atos Negociais: Licenças, Alvarás, Autorizações, etc.
e) Atos Punitivos: Multa, Demissão, Advertência, etc.

7. ATOS DA ADMINISTRAÇÃO
a) Atos de Governo;
b) Atos de Direito Civil;
c) Fatos materiais;
d) Contratos;
e) Ato administrativo propriamente dito.

OBSERVAÇÃO: Todo Ato Administrativo é um ato da Administração, mas nem todo ato da
Administração é Ato administrativo.

8. EXTINÇÃO DOS ATOS ADMINISTRATIVOS


a) Extinção natural:
a1) Exaurimento de seus efeitos: Quando o ato produz todos os efeitos desejados (ato consumado).
a2) Extinção Subjetiva: Quando extingue o destinatário do ato.
a3) Extinção Objetiva: Quando extingue o objeto sobre o qual recai o ato.
b) Extinção volitiva:
b1) Revogação: Conveniência e Oportunidade.
b2) Anulação: Ilegalidade, Imoralidade ou quando os motivos não forem determinantes.
b3) Cassação: Descumprimento de obrigações por parte do administrado.
b4) Caducidade; Quando uma nova lei é contrária ao ato administrativo.
b5) Contraposição: Quando um novo ato é contrário ao ato anterior (Exoneração/Nomeação).
b6) Renúncia.

9. ANULAÇÃO e REVOGAÇÃO

ANULAÇÃO REVOGAÇÃO
É forma de extinção volitiva do IDEM
ato administrativo
Anula-se ato ilegal, imoral ou Revoga-se ato bom e válido,
cujos motivos não forem mas inconveniente e
determinantes inoportuno.
Pode ser feita pela própria Só pode ser feito pela própria
Administração Pública ou pelo Administração Pública que
Poder Judiciário praticou o ato
Opera efeitos Opera efeitos
ex tunc ex nunc

10. TEORIA DOS MOTIVOS DETERMINANTES

Súmula 346 do STF: A Administração Pública pode declarar a nulidade de seus próprios atos.
Súmula 473 do STF: A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que
os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência
ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, em todos os casos, a apreciação
judicial.

Súmula 280 do STJ: O artigo 35 do Decreto-Lei 7.661/45, que estabelece a prisão administrativa, foi
revogado pelos incisos LXI e LXVII do artigo 5º da Constituição Federal de 1988.

“Se você quer ser bem sucedido, precisa dar o melhor de si.” (Ayrton Sena)
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - Na matéria sobre os elementos do
ato administrativo, pode-se dizer que
(A) as competências são derrogáveis e não podem ser objeto de avocação.
(B) basta apenas sua capacidade, seja o sujeito agente político ou pessoa pública.
(C) a competência decorre sempre da lei, mas no âmbito federal pode ser definida por decreto.
(D) o objeto será sempre lícito e moral, mas cabível ou não, certo ou incerto.
(E) a finalidade é o efeito jurídico imediato que o ato produz, o objeto é o efeito mediato.

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - Considere os seguintes atos
administrativos:
I.O Secretário de Estado aprova o procedimento licitatório.
II. O Senado Federal decide a respeito da destituição do Procurador Geral da República.
III. A Administração Municipal faculta a proprietário de terreno a construção de edifício.
Esses atos referem-se, respectivamente, à
(A) aprovação, homologação e concessão.
(B) homologação, aprovação e licença.
(C) admissão, dispensa e permissão.
(D) dispensa, homologação e autorização.
(E) licença, dispensa e aprovação.

3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - No que tange à anulação e à
revogação dos atos adminis-trativos, considere o que segue:
I.A incompetência relativa do agente ou a incapacidade relativa do contratante são causas de anulação.
II. O recurso ex officio interposto pela autoridade que houver praticado o ato pode resultar na revogação.
III.Os vícios resultantes de erro, dolo, simulação ou fraude são causas de revogação.
IV. O pedido de reconsideração feito pela parte pode resultar na revogação.
V. O recurso voluntário, interposto pela parte a quem tiver prejudicado o ato, e a avocação, são causas de
anulação.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I, II e IV.
(B) I, II e V.
(C) I, III e V.
(D) II, III e IV.
(E) III, IV e V.

4. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O motivo, um dos requisitos do ato
administrativo, pode ser conceituado como o
(A) fim público último ao qual se subordina o ato da Administração, que é nulo na sua ausência.
(B) objeto do ato, que deve coincidir sempre com a vontade da lei.
(C) conteúdo intransferível e improrrogável que torna possível a ação do Administrador.
(D) pressuposto de fato e de direito em virtude do qual a Administração age.
(E) revestimento imprescindível ao ato, visto que deixa visível sua finalidade para ser aferida pelos
administrados.

5. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Totonho Filho,
cumprindo todas as formalidades, desapropriou um imóvel para construir uma escola no local. Esse ato
administrativo pode ser classificado como ato
(A) de expediente.
(B) vinculado.
(C) de gestão.
(D) complexo.
(E) de império.

6. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - Uma resolução é um ato
administrativo que pode ser classificado como
(A) permissivo, podendo ser interno ou externo, quanto aos efeitos.
(B) ordinatório e seus efeitos são internos à Administração.
(C) normativo, podendo ser interno ou externo, quanto aos efeitos.
(D) enunciativo, podendo ser vinculado ou não, conforme a extensão de sua eficácia.
(E) punitivo e seus efeitos podem ser a interdição de atividade ou a imposição de multa.

7. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) - No que tange a invalidação do ato
administrativo é certo que
(A) à Administração cabe revogar ou anular o ato, e ao Judiciário somente anulá-lo.
(B) ao Judiciário cabe revogar ou anular o ato, e à Administração somente anulá-lo.
(C) cabe tanto à Administração como ao Judiciário revogar ou anular o ato.
(D) à Administração cabe somente a revogação do ato, enquanto que ao Judiciário apenas sua anulação.
(E) ao Judiciário cabe somente a revogação do ato, enquanto à Administração apenas sua anulação.

8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - No Direito brasileiro, a anulação,
pelo Poder Judiciário, de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo,
(A) apenas é possível com a concordância da Admi-nistração.
(B) é possível, independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração.
(C) não é possível.
(D) apenas é possível por provocação da Administração.
(E) apenas é possível por provocação do destinatário do ato.

9. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A motivação dos atos
administrativos é apontada pela doutrina como elemento fundamental para o controle de sua legalidade. A
Constituição Federal, por sua vez, previu expressamente a motivação
(A) como necessária em todas as decisões administrativas dos Tribunais.
(B) como necessária em todas as decisões políticas do Congresso Nacional.
(C) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública.
(D) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Direta, não se referindo à Indireta.
(E) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Indireta, não se referindo à Direta.

10. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A imposição, de modo unilateral
pela Administração, de um ato administrativo a terceiros, independentemente da concordância destes, em
tese
(A) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade.
(B) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela.
(C) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando exercício arbitrário das
próprias razões.
(D) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando abuso de autoridade.
(E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade.

11. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) - É INCORRETO afirmar que a anulação
do ato administrativo
(A) produz efeitos ex tunc, ou seja, retroativos.
(B) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade.
(C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública.
(D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros, se ambos de boa-fé.
(E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz, de natureza abstrata ou concreta.

12. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) - A circunstância de fato ou de direito que
autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao
(A) conceito do objeto.
(B) tipo da forma.
(C) elemento da finalidade.
(D) requisito do motivo.
(E) atributo do sujeito.

13. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A anulação de um ato

administrativo diferencia-se de sua revogação porque

(A) conduz à perda da eficácia do ato anulado desde o momento da anulação, ao passo que o ato revogado
perde seus efeitos desde a origem.
(B) diz respeito apenas a atos vinculados, ao passo que a revogação diz respeito apenas a atos
discricionários.
(C) é providência que pode ser tomada facultativamente pela Administração, enquanto a revogação é
obrigatória.
(D) diz respeito a razões de legalidade do ato administrativo, ao passo que a revogação é efetuada por
motivos de conveniência e oportunidade.
(E) pode ser efetuada a qualquer tempo, ao contrário da revogação, que somente pode ser realizada no
prazo prescricional de 5 (cinco) anos a contar da edição do ato.

14. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - A qualidade do ato


administrativo que impele o destinatário à obediência das obrigações por ele impostas, sem necessidade de
qualquer apoio judicial, refere-se ao atributo da
(A) tipicidade.
(B) auto-executoriedade.
(C) imperatividade.
(D) exigibilidade.
(E) razoabilidade.

15. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - Considere as proposições que se
seguem:
I.O Poder Judiciário ao escolher um advogado ou membro de Ministério Público para compor o quinto
constitucional pratica um simples ato administrativo.
II.O Poder Legislativo ao elaborar o regimento interno disciplinando o funcionamento do Plenário pratica
um ato interna corporis.
III.O Poder Executivo ao vetar um projeto de lei pratica um ato político.

Conclui-se que APENAS


(A) II e III são corretas.
(B) I e II são corretas.
(C) III é correta.
(D) II é correta.
(E) I é correta.

16. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - No que tange ao ato
discricionário, pode-se afirmar que
(A) discricionários são os meios e modos de administrar, assim como os fins a atingir.
(B) a discricionariedade é sempre relativa ou parcial, porque quanto à finalidade do ato, por exemplo,
a autoridade está subordinada ao que a lei dispõe.
(C) o ato resultante de poder discricionário da Administração pode prescindir dos requisitos da forma
e da competência.
(D) ele é prescindível ao normal desempenho das funções administrativas, diante da peculiaridade
inerente à sua essência.
(E) as imposições legais absorvem, quase que por completo, a liberdade do administrador, porque a
ação deste está adstrita à norma legal.
17. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - É INCORRETO afirmar que o
conceito de ilegalidade ou ilegitimidade, para fins de invalidação do ato administrativo,
(A) compreende à relegação dos princípios gerais de direito.
(B) abrange o abuso por excesso de poder.
(C) se estende ao abuso por desvio de poder.
(D) se restringe somente à violação frontal da lei.
(E) envolve o abuso de poder e respectivas espécies.

18. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - NÃO é conseqüência do poder
hierárquico de uma autoridade administrativa federal, o poder de
(A) dar ordens aos seus subordinados.
(B) rever atos praticados por seus subordinados.
(C) resolver conflitos de competências entre seus subordinados.
(D) delegar competência para seus subordinados editarem atos de caráter normativo.
(E) aplicar penalidades aos seus subordinados, observadas as garantias processuais.

19. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - Se um agente público praticar
um ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência, tal ato
estará maculado pelo vício de
(A) incompetência do agente.
(B) forma.
(C) ilegalidade do objeto.
(D) inexistência de motivos.
(E) desvio de finalidade.

20. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - Segundo ensInamento


doutrinário, no Brasil, a revogação, pelo Poder Judiciário, de um ato administrativo discricionário praticado
por autoridade do Poder Executivo
(A) é amplamente possível.
(B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração.
(C) é possível desde que se trate de ato motivado.
(D) não é possível.
(E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva.

21. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - Para definir o ato
administrativo é necessário considerar, dentre outros dados, que
(A) é sempre passível de controle privado.
(B) é manifestação exclusiva do Poder Executivo.
(C) produz efeitos administrativos mediatos, asseme-lhando- se à lei.
(D) produz efeitos jurídicos imediatos.
(E) sujeita-se de regra, ao regime jurídico civil.

22. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - Um dos efeitos decorrente da
presunção de veracidade do ato administrativo é o de que
(A) haverá imposição a terceiros em determinados atos, independentemente de sua concordância ou aquies-
cência.
(B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova, cabendo à Administração Pública demonstrar
sua legitimidade.
(C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato, tendo em vista o interesse público relevante.
(D) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido, enquanto não decretada sua invalidade
pela própria Administração ou pelo Judiciário.
(E) o destinatário será impelido à obediência das obriga-ções por ele (ato) impostas, sem necessidade de
qualquer outro apoio.

23. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - Considere as espécies de ato
administrativo:
I. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial.
II.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições
para mandatos políticos.
III. O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas
integradas do Nordeste.
Esses atos referem-se, respectivamente,
(A) ao alvará, à resolução e à circular.
(B) à resolução, à circular e à instrução.
(C) ao alvará, à instrução e ao aviso.
(D) à ordem de serviço, à portaria e à resolução.

(E) ao alvará, ao aviso e à portaria.

24. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - Em relação ao ato
administrativo,
I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial.
II. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial.
III. sua revogação é ato da própria Administração.
IV. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial.
V. a revogação gera efeito ex nunc, enquanto que anulação produz efeito ex tunc.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I, II e III.
(B) I, IV e V.
(C) II, III e IV.
(D) II, III e V.
(E) III, IV e V.

25. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Considere as afirmativas
abaixo:
I. Quando dizemos que a Administração, tomando conhecimento de ilícito administrativo, está obrigada a
apurá-lo, sob pena de condescendência crimino-sa, estamos nos referindo à atuação vinculada.
II.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática.
III. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal, se o fizer dentro
do prazo legal para tanto.
A vinculação está presente APENAS em
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) I e III.

26. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Um dos atributos do ato
administrativo é a
(A) exigibilidade, segundo a qual a Administração executa unilateralmente suas determinações, que são
válidas, desde que dentro da legalidade.
(B) imperatividade, segundo a qual a Administração faz cumprir suas determinações, até com o uso da
força, se necessário.
(C) presunção de legitimidade, segundo a qual, até que se faça prova em contrário, é legítimo, conforme à
lei, o ato da Administração.
(D) auto-executoriedade, segundo a qual a Administra-ção impõe suas determinações, com imediatidade.
(E) presunção de veracidade, segundo a qual o fato alegado pela Administração é considerado absolu-
tamente verdadeiro.

27. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - A assessoria jurídica, chamada
a opinar, informou aoM Prefeito Totonho Filho que ele poderia praticar certo ato com integral liberdade de
atuação, conforme a conveniência e oportunidade, devendo apenas observar os limites traçados pela
legalidade. Dentre as alternativas possíveis, o Prefeito escolheu a solução que mais lhe agradou e praticou o
ato. Pelas indicações dadas, sabe-se, com certeza, que se tratava de um ato
(A) de império.
(B) discricionário.
(C) enunciativo.
(D) de mero expediente.
(E) homologatório.

28. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - Ao analisar a validade de um


ato administrativo discricionário, um juiz percebe que seus requisitos legais estão presentes. Contudo,
verifica que a medida tomada pelo Administrador viola o princípio da proporcionalidade e que o mesmo
efeito poderá ser obtido mediante medida menos gravosa para o particular. Nessa hipótese, o juiz
(A) não poderá anular, mas poderá revogar o ato administrativo, por ser discricionário.
(B) poderá anular o ato administrativo, em razão de vício de forma.
(C) poderá revogar o ato administrativo, por discordar dos motivos de conveniência e oportunidade invoca-
dos pelo Administrador.
(D) poderá anular o ato administrativo, ou as medidas excessivas desproporcionais.
(E) não poderá anular nem revogar o ato administrativo, pois não cabe ao Judiciário analisar ato discri-
cionário.

29. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) - Quanto aos elementos do ato administrativo,
pode-se afirmar que
(A) "sujeito é aquele a quem o ato se destina ou sobre quem ele versa".
(B) "motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato".
(C) "objeto é a finalidade a ser alcançada pelo ato".
(D) "fim é o efeito jurídico imediato que o ato produz".
(E) "competência é o modo pelo qual o ato se exterioriza ou deve ser feito".

30. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - A competência para a revogação do ato
administrativo é
(A) de seu autor e do Poder Judiciário, ante a inafas-tabilidade da jurisdição.
(B) do superior hierárquico e do Poder Judiciário, ante a inafastabilidade da jurisdição.
(C) do superior hierárquico, somente mediante recurso, pois lhe é vedado agir de ofício.
(D) de seu autor ou de quem tenha poderes para conhecer de ofício ou por recurso.
(E) de seu autor, apenas na hipótese de ato vinculado, desde que agindo de ofício.
11/09/03 - 13:14
31. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - Da apreciação da conveniência e oportunidade
do ato administrativo pode resultar a
(A) revogação.
(B) nulidade.
(C) anulação.
(D) invalidação.
(E) repristinação.

32. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - No que diz respeito à
discricionariedade, é INCORRETO afirmar que
(A) não há um ato inteiramente discricionário, dado que todo ato administrativo está vinculado à lei, pelo
menos no que respeite ao fim e à competência.
(B) está presente o juízo subjetivo do administrador quando da escolha da conveniência e da oportuni-dade.
(C) a oportunidade e a conveniência do ato administra-tivo compõem o binômio denominado pela doutrina
de mérito.
(D) mérito é a indagação da oportunidade e da conve-niência do ato administrativo, representando a sede de
poder discricionário.
(E) o Poder Judiciário pode examinar o ato discricioná-rio, inclusive apreciando os aspectos de conveniên-
cia e oportunidade.
33. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Um dos efeitos decorrente da
presunção de veracidade do ato administrativo é o de que
(A) haverá imposição a terceiros em determinados atos, independentemente de sua concordância ou aquies-
cência.
(B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova, cabendo à Administração Pública demonstrar
sua legitimidade.
(C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato, tendo em vista o interesse público relevante.
(D) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido, enquanto não decretada sua invalidade
pela própria Administração ou pelo Judiciário.
(E) o destinatário será impelido à obediência das obriga-ções por ele (ato) impostas, sem necessidade de
qualquer outro apoio.

34. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Considere as espécies de ato
administrativo:
I. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial.
II.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições
para mandatos políticos.
III. O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas
integradas do Nordeste.
Esses atos referem-se, respectivamente,
(A) ao alvará, à resolução e à circular.
(B) à resolução, à circular e à instrução.
(C) ao alvará, à instrução e ao aviso.
(D) à ordem de serviço, à portaria e à resolução.
(E) ao alvará, ao aviso e à portaria.

35. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Em relação ao ato administrativo,
I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial.
II. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial.
III. sua revogação é ato da própria Administração.
IV. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial.
V. a revogação gera efeito ex nunc, enquanto que anulação produz efeito ex tunc.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I, II e III.
(B) I, IV e V.
(C) II, III e IV.
(D) II, III e V.
(E) III, IV e V.

36. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - No que tange à vinculação, é correto
afirmar que
(A) o ato vinculado, por ser decorrente do poder, não está sujeito a qualquer controle.
(B) a Administração pode negar o benefício, ainda que implementada a condição legal.
(C) o particular, preenchidos os requisitos, tem o direito subjetivo de exigir a edição do ato.
(D) é prerrogativa do Poder Executivo e seus órgãos, não tendo aplicabilidade aos demais poderes.
(E) ela se confunde com a discricionariedade do ato administrativo, sendo irrelevante a distinção.

37. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - "X", Secretário Municipal de
Habitação, adotou as providências necessárias para a venda de lotes no Município, adquirindo um deles,
contíguo ao seu, na mesma oportunidade, beneficiando-se da valorização decorrente da agregação de área.
O ato foi justificado com a singela menção de um dispositivo legal e a expressão "notória urgência".
Nesse caso,
(A) o interesse público sobrepõe-se ao particular em razão da valorização da área e a motivação é sufi-
ciente.
(B) o interesse particular sobrepõe-se ao interesse públi-co e apresenta falta de motivação, ocorrendo
desvio de finalidade.
(C) o Secretário Municipal não agiu com desvio de finali-dade ou de poder, porque era competente para a
prática do ato.
(D) o interesse particular confunde-se com o interesse público em razão da "notória urgência" para o
interes-se municipal.
(E) o ato é legal porque o Secretário era competente, estava presente a adequação do ato ao seu fim legal e
o objeto era possível.

38. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - Considere as afirmativas abaixo.
I. Quando dizemos que a Administração, tomando conhecimento de ilícito administrativo, está obrigada a
apurá-lo, sob pena de condescendência crimino-sa, estamos nos referindo à atuação vinculada.
II.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática.
III. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal, se o fizer dentro
do prazo legal para tanto.
A vinculação está presente APENAS em
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) I e III.

39.(Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) - Caso se detecte, após dois anos de sua
edição, uma ilegalidade em um ato administrativo discricionário, praticado privativamente pelo Presidente
da República, sua anulação pelo Poder Judiciário
(A) não é possível em face do tempo decorrido desde sua edição.
(B) não é possível, sendo sim caso de revogação.
(C) é possível, em tese.
(D) não é possível por se tratar de ato privativo do Presidente da República.
(E) não é possível por se tratar de ato discricionário.

40. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) - Se um agente público praticar um ato
visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência, tal ato estará
maculado pelo vício de
(A) incompetência do agente.
(B) forma.
(C) ilegalidade do objeto.
(D) inexistência de motivos.
(E) desvio de finalidade.

41. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) - Segundo ensinamento doutrinário, no
Brasil, a revogação, pelo Poder Judiciário, de um ato administrativo discricionário praticado por autoridade
do Poder Executivo
(A) é amplamente possível.
(B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração.
(C) é possível desde que se trate de ato motivado.
(D) não é possível.
(E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva.

42. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - É matéria que se encontra excluída da
regra geral de auto-executoriedade dos atos administrativos a
(A) aplicação de multas pelo descumprimento de posturas edilícias.
(B) demissão de servidor público estável.
(C) aplicação de sanções pela inexecução de contratos administrativos.
(D) cobrança da dívida ativa da União, Estados ou Municípios.
(E) tomada de medidas preventivas de polícia administrativa.
43. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - Pela teoria dos motivos determinantes,
(A) os motivos alegados pela Administração integram a validade do ato e vinculam o agente.
(B) todo ato administrativo deve conter motivação.
(C) todo ato administrativo deve conter motivo.
(D) os objetivos perseguidos pelo ato não precisam decorrer dos motivos alegados.
(E) os motivos alegados pela Administração não podem ser apreciados pelo Poder Judiciário.

44. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - A imposição, de modo unilateral pela
Administração, de um ato administrativo a terceiros, independentemente da concordância destes, em tese
(A) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando exercício arbitrário das
próprias razões.
(B) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando abuso de autoridade.
(C) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade.
(D) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade.
(E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos
administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela.

45. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - No Direito brasileiro, a anulação, pelo
Poder Judiciário, de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo,
(A) não é possível.
(B) apenas é possível por provocação da Administração.
(C) apenas é possível por provocação do destinatário do ato.
(D) apenas é possível com a concordância da Admi-nistração.
(E) é possível, independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração.

46. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - A doutrina aponta a licença como
exemplo de ato administrativo vinculado. É coerente com essa posição afirmar que uma licença
(A) envolve direito subjetivo do interessado ao exercício da atividade licenciada.
(B) não pode ter sua concessão sujeita ao controle juris-dicional.
(C) não pode ser cassada pela Administração.
(D) pode ser revogada pelo Poder Judiciário.
(E) pode ter sua concessão negada, a juízo da Administra-ção, sob argumentos de conveniência e
oportunidade.

47. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) - O ato administrativo, vinculado ou
discricionário, segundo o qual a Administração Pública outorga a alguém, que para isso se interesse, o
direito de prestar um serviço público ou usar, em caráter privativo, um bem público, caracteriza-se como
(A) licença.
(B) autorização.
(C) concessão.
(D) permissão.
(E) homologação.

48. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) - É INCORRETO afirmar que a anulação do ato
administrativo
(A) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade.
(B) produz efeitos ex tunc, ou seja, retroativos.
(C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública.
(D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros, se ambos de boa-fé.
(E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz, de natureza abstrata ou concreta.

49. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) - A circunstância de fato ou de direito que
autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao
(A) conceito do objeto.
(B) tipo da forma.
(C) elemento da finalidade.
(D) requisito do motivo.
(E) atributo do sujeito.

50. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRT 21ª Região/2003) - Considere os seguintes atributos
do ato administrativo:
I. Determinados atos administrativos que se impõem a terceiros, independentemente de sua concordância.
II. O ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas Na produzir
determinados resultados.
Esses atributos dizem respeito, respectivamente, à
(A) imperatividade e à tipicidade.
(B) auto-executoriedade e à legalidade.
(C) exigibilidade e à legalidade.
(D) legalidade e à presunção de legitimidade.
(E) tipicidade e à imperatividade.
IX – LICITAÇÃO
1. INTRODUÇÃO
a) Conceito: Licitação é um procedimento administrativo que visa selecionar a proposta mais vantajosa à
Administração Pública.
b) Objetivos:
b1) Seleção da proposta mais vantajosa;
b2) Atender ao interesse público;
b3) Possibilitar que qualquer interessado possa validamente participar da disputa pelas
contratações.
c) Definições legais: Art. 6º da Lei.

2. DEVER DE LICITAR
a) Art. 37, XXI da CF;
b) Contratação direta.

3. LEGISLAÇÃO
a) “normas gerais”, União (CF, art. 22, XXVII);
b) “normas específicas”, Estados, Municípios e DF;
c) Estão subordinados a Lei:
c1) Os Órgãos da Administração Direta;
c2) Os Fundos Especiais;
c3) As Autarquias;
c4) As Fundações Públicas;
c5) As Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista;
c6) Demais Entidades controladas direta e indiretamente pela União, Estado, Distrito Federal e Municípios.

4. PRINCÍPIOS
a) Legalidade;
b) Impessoalidade;
c) Moralidade;
d) Isonomia ou Igualdade: Recebe destaque especial na lei, especialmente nos § 1 o do art. 3o da Lei
8.666/93.
e) Publicidade: “Art. 4º - Qualquer cidadão pode acompanhar o seu desenvolvimento, desde que não
interfira de modo a perturbar ou a impedir a realização dos trabalhos. Art. 7o, § 8o - Qualquer cidadão
poderá requerer à Administração Pública os quantitativos das obras e preços unitários de determinada
obra pública.”
f) Eficiência: Implícito na lei e previsto expressamente no art. 37 da CF.
g) Vinculação ao Edital;
h) Julgamento objetivo;
i) Procedimento formal;
j) Sigilo na apresentação da proposta;
k) Adjudicação compulsória ao vencedor+
l) Eficiência;
m) Competitividade;
n) Obrigatoriedade;
f) Probidade Administrativa;

5. OBJETOS:
a) Obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, locações, concessões e permissões,
quando contratadas pela Administração.
b) Requisitos para licitação: Art. 7o, §§ 1o e 2o da Lei.
c) Vedações: §§ 3o a 7o do Art. 7o da Lei.
6. CONTRATAÇÕES DIRETAS
a) Espécies:
a1) Licitação dispensada (art. 17, I e II da Lei 8.666/93);
a2) Licitação dispensável (art. 24, I a XXVI da Lei 8.666/93);
a3) Licitação inexigível (art. 25, I a III da Lei 8.666/93).
b) A dispensa ou declaração de inexigibilidade deve ser justificada e comunidade em três dias autoridade
superior, a esta cabendo ratificar e publicar a justificativa no prazo de cinco dias, a fim de que o ato tenha
eficácia.

7. MODALIDADES DE LICITAÇÃO
a) Concorrência; d) Concurso;
b)Tomada de preços; e) Leilão;
c) Convite; f) Pregão.

7.1. CONCORRÊNCIA, É modalidade obrigatória para:


a) obra, serviço e compras de maior valor, segundo limites fixados por lei federal;
b) obra e serviço de engenharia de maior valor;
c) compra e alienação de bem imóvel, independentemente do valor;
d) concessão de direito real de uso;
e) licitações internacionais, admitindo-se, nesse caso, também a tomada de preços e o convite;
f) alienações de bens móveis de maior valor;
g) para o registro de preços.

*Quanto a concorrência internacional, não se admite tratamento diferenciado entre empresa nacional e
estrangeira.

São requisitos da concorrência:


a) Universalidade; d) habilitação preliminar;
b) Ampla publicidade; e) Julgamento por comissão.

7.2 TOMADA DE PREÇOS, é modalidade utilizada para:


a) contratações de vulto médio;
b) interessados previamente cadastrados;
c) aqueles que apresentem documentos exigidos para a inscrição até o terceiro dia anterior à data do
recebimento das propostas.

7.3 CONVITE
a) Modalidade utilizada para contratações de menor vulto, onde três interessados, no mínimo, são
chamados para apresentar suas propostas no prazo de 05 dias úteis;
b) Demais cadastrados poderão participar, desde que manifestem interesse em até 24 horas antes da data de
apresentação das propostas.
c) O julgamento poderá ser feito por comissão ou por um único servidor;
d) A ordem de serviço ou a nota de empenho podem substituir o instrumento do contrato.

7.4 CONCURSO
a) Modalidade reservada para a escolha de trabalhos intelectuais (técnicos, científicos ou artísticos),
mediante a instituição de prêmio ou remuneração aos vencedores;
b) O edital deve ser publicado com antecedência mínima de 45 dias.
c) Serviços Técnicos Profissionais Especializados: Art. 13 da Lei.

7.5 LEILÃO, modalidade obrigatória para:


a) venda de bens móveis inservíveis para a administração;
b) venda de produtos legalmente apreendidos ou penhorados;
c) venda de bens imóveis cuja aquisição tenha derivado de procedimentos judiciais ou de dação em
pagamento;
* Em qualquer caso exige prévia avaliação do bem posto a venda e ampla publicidade.
7.6 PREGÃO
a) Modalidade de Licitação criada pela Lei 10.520/2002 e destinada a aquisição de bens e serviços comuns.
b) Bens e serviços comuns são assim compreendidos aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade
possam ser objetivamente definidos no edital, por meio de especificações usuais do mercado.”
b) Critério obrigatório de julgamento: menor preço.
c) Prazo para apresentação da propostas: 8 dias úteis.
c) Fase interna:
c1) justificação da necessidade da contratação;
c2) definição do objeto;
c3) designação de leiloeiro.
d) Fase externa:
d1) Edital
d2) Aviso: convocação dos interessados;
d3) Sessão de julgamento: conhecimento e julgamento das propostas.
d4) Homologação
d5) Adjudicação

8. PROCEDIMENTO –FASES (LEI 8.666/93)


a) Fase interna:
a1) Abertura do procedimento;
a2) Caracterização da razão de contratar;
a3) Definição do objeto a ser contratado;
a4) reserva de recursos orçamentários.

b) Fase externa:
b1) Edital ou convite; b4) Julgamento;
b2) Habilitação; b5) Homologação;
b3) Classificação; b6) Adjudicação.

8.1. EDITAL
a) É o instrumento convocatório e nele devem constar todas as regras da Licitação.
b) É publicado em aviso resumido.
c) Qualquer retificação deve ser publicada da mesma forma que o Edital.
d) Qualquer cidadão pode impugnar o edital desde que o faça em até 5 dias antes da data de abertura dos
envelopes.
e) O Licitante poderá impugnar o edital desde que o faça até o 2º dia útil anterior à data de abertura dos
envelopes.
f) A Comissão é composta de três membros, sendo pelo menos dois deles servidores qualificados, com
mandato de um ano, proibida a recondução da totalidade de seus membros para o período subseqüente.

8.2. HABILITAÇÃO
a) Recebimento da documentação e da proposta;
b) A documentação deverá comprovar a habilitação jurídica, a capacidade técnica, a idoneidade financeira,
a regularidade fiscal do licitante e o cumprimento do disposto no inciso XXXIII do art. 7º da CF.
c) A proposta preço é apresentada em envelope distinto, opaco, fechado e rubricado;
d) Se a documentação não for apresentada ou estiver irregular, a proposta de preço daquele concorrente não
será analisada e o licitante desqualificado;
e) A habilitação é ato vinculado.
f) Não podem participar, direta ou indiretamente da Licitação:
f1) o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica.
f2) empresa, isoladamente ou em consórcio, responsável pela elaboração do projeto básico ou
executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente, acionista ou detentor de mais de
5% do capital com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou subcontratado;
f3) servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela Licitação.
8.4. CLASSIFICAÇÃO
a) Verificação da proposta e conseqüente classificação dos proponentes;
b) A habilitação restringe-se ao proponente; a classificação a proposta.
c) A proposta que não estiver de acordo com o edital ou que apresentar preços excessivos ou inexeqüíveis,
será desclassificada.
d) Se todas as propostas forem desclassificadas, a Administração tem a faculdade de dar aos competidores
o prazo de 08 dias úteis para apresentação de outras sem vícios, podendo ser reduzido para três no caso do
convite.

8.5. JULGAMENTO
a) Ocorre após a classificação das propostas e nele há a confrontação daquelas que foram selecionadas. O
julgamento é objetivo e segue o tipo de licitação adotada.
b) Critérios de desempate: Art. 3º, § 2º.
c) Tipos de licitação:
c1) Menor preço;
c2) Melhor técnica;
c3) Preço e técnica;
c4) Maior oferta e lance.
d) 2Cabe recurso hierárquico no prazo de 5 dias úteis, a contar da intimação do ato ou da lavratura da ata,
contra: a habilitação ou inabilitação do licitante; o julgamento das propostas; a anulação ou revogação da
licitação; e o indeferimento do pedido de inscrição em registro cadastral, sua alteração ou cancelamento.
e) No caso de convite, reduz-se para dois dias úteis o prazo para recurso contra habilitação ou inabilitação e
contra o julgamento das propostas.

8.6. HOMOLOGAÇÃO
a) Aprovação e resultado do certame;
b) Nesta fase o agente público pode:
b1) homologar o resultado, adjudicando o objeto ao vencedor;
b2) anular o certame diante de qualquer ilegalidade;
b3) revogar o certame se presente causa que o autorize;
b4) sanar os vícios ou irregularidades que não contaminem o certame;

8.7. ADJUDICAÇÃO
a) É a entrega do objeto ao vencedor.

“Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando deixa de focalizar as suas metas.”
Anônimo
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - No que diz respeito aos registros
cadastrais para fins da Lei Nº 8.666, de 02/06/1993, que dispõe sobre as Licitações e os Contratos
administrativos, é certo que
(A) o chamamento público para o ingresso de novos interessados a cada dois anos é facultado à
Administração Pública.
(B) aos inscritos será fornecido certificado e, em qualquer hipótese, não estará sujeito à renovação.
(C) o registro do inscrito pode ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo, a critério da administração.
(D) as unidades administrativas não podem utilizar os registros cadastrais de outros órgãos da Administra-
ção Pública.
(E) os referidos registros cadastrais, para efeito de habilitação, serão válidos por, no máximo, um ano.

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - Em certame licitatório, dois
licitantes restaram empatados em primeiro lugar, mesmo depois de utilizados os critérios legais de
preferência. Nesse caso, a classificação
(A) será definida pelo órgão licitante, por livre escolha apenas dentre os dois licitantes empatados.
(B) se fará, obrigatoriamente, por sorteio, em ato público, para o qual todos os licitantes serão convocados.
(C) não poderá ser feita, declarando-se frustrada a licitação e abrindo-se uma nova para o mesmo objeto.
(D) se fará por acordo entre os vencedores, no prazo de 24 horas, sob pena de livre escolha pelo órgão
licitante.
(E) beneficiará o licitante que primeiro protocolou sua proposta, em razão dos princípios da prioridade e da
precedência.

3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Totonho Filho pretende
construir um Teatro público em seu Município, embora não saiba quando será possível construí-lo. Precisa
escolher um bom projeto, artística e tecnicamente, e, não tendo na Prefeitura um profissional de gabarito
para tanto, entende estar obrigado a licitá-lo. Nesse caso, o adequado é a licitação do projeto mediante
(A) concurso entre quaisquer interessados que atendam aos critérios constantes do edital, mediante
instituição de prêmio ao vencedor.
(B) convites aos profissionais afetos à área e nela tecnicamente habilitados, no mínimo três, cadastrados ou
não no Município.
(C) concorrência entre quaisquer interessados que comprovarem os requisitos técnicos exigidos no edital.
(D) leilão do direito de projetar o Teatro, aberto a qualquer interessado que tenha a habilitação técnica
exigida no edital.
(E) tomada de preços entre quaisquer profissionais habilitados na fase preliminar e que tenham o gabarito
exigido no edital.

4. (Analista Judiciário – Área Administrativa– TRE CE/2002) - A União Federal pretende realizar
licitações para a contratação de uma obra no valor de R$ 180.000,00 e uma compra no valor de R$
700.000,00. Tais licitações, segundo as regras gerais da Lei n o 8.666/93, poderão ocorrer, respectivamente,
nas modalidades
(A) concorrência e concorrência.
(B) tomada de preços e convite.
(C) convite e tomada de preços.
(D) convite e concorrência.
(E) tomada de preços e tomada de preços.

5. (Analista Judiciário – Área Administrativa - TRE CE/2002) - Considerado o regime da Lei n o 8.666/93,
NÃO está configurada hipótese de dispensa de licitação em
(A) um caso de compras de hortifrutigranjeiros, pão e outros gêneros perecíveis, no tempo necessário para
a realização dos processos licitatórios correspondentes, realizadas diretamente com base no preço do dia.
(B) um caso havido durante guerra ou grave perturbação da ordem.
(C) uma situação em que não acudiram interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder
ser repetida sem prejuízo para a Administração.
(D) uma situação em que houver inviabilidade de competição.
(E) havendo necessidade de a União intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o
abastecimento.
6. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) - Considerando a fase de qualificação ou
habilitação nas licitações, observa-se que a aptidão efetiva para exercer direitos e contrair obrigações, com
responsabilidade absoluta ou relativa por seus atos, refere-se à
(A) qualificação técnica.
(B) habilitação jurídica.
(C) qualificação profissional.
(D) habilitação econômica.
(E) qualificação financeira.

7. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - O prazo que deverá mediar a
publicação de aviso de edital de concorrência para compra, em que usado o critério de julgamento de
menor preço, e a data do recebimento das propostas deverá ser, no mínimo, de
(A) 5 (cinco) dias.
(B) 10 (dez) dias.
(C) 15 (quinze) dias.
(D) 30 (trinta) dias.
(E) 45 (quarenta e cinco) dias.

8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - NÃO figura entre os documentos
exigíveis para a fase de habilitação em uma licitação, previstos pela Lei n º 8.666/93, documento
(A) que comprove possuir o licitante sede ou filial no local em que se realiza a licitação.
(B) que comprove a prestação, pelo licitante, de garantia, sob uma das formas previstas na lei e respeitado o
limite legal.
(C) relativo ao cumprimento, pelo licitante, da norma constitucional que proíbe em determinadas
circunstâncias o trabalho dos menores de 18 anos.
(D) de inscrição do licitante pessoa física no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda.
(E) consistente em certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede do
licitante pessoa jurídica.

9. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) - Nas licitações, sempre que possível, deve
ser atendido o princípio pelo qual à entidade compradora cumpre observar as regras que levam à adoção de
um standard que, vantajosamente, possa satisfazer às necessidades que estão a seu cargo. Esse princípio é
conhecido como da
(A) padronização.
(B) competitividade.
(C) vinculação ao instrumento convocatório.
(D) imparcialidade ou impessoalidade.
(E) fiscalização da licitação por terceiros.

10. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Publicado o edital de concorrência
pública, poderá ele ser impugnado
(A) apenas pelos participantes da licitação, no prazo de 5 (cinco) dias posterior à abertura dos envelopes de
habilitação.
(B) apenas pelos participantes da licitação, no prazo de 5 (cinco) dias anterior à abertura dos envelopes de
habilitação.
(C) por qualquer cidadão, no prazo de 5 (cinco) dias anterior à abertura dos envelopes de habilitação.
(D) apenas pelos participantes da licitação, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas anterior à abertura dos
envelopes contendo as propostas comerciais.
(E) por qualquer cidadão, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas posterior à abertura dos envelopes de
habilitação.

11. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Se, no curso de um processo
licitatório, todos os partici-pantes forem desclassificados, caberá ao poder licitante
(A) reconhecer a inexigibilidade da licitação.
(B) declarar a licitação deserta, o que permitirá a contratação direta por dispensa de licitação.
(C) assinalar prazo para a entrega de novas propostas, que corrijam os vícios anteriormente constatados.
(D) anular a licitação, devendo repetir o procedimento desde o início.
(E) contratar diretamente qualquer um dos particulares que participaram do procedimento, à sua livre
escolha.

12. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Em regra, a Administração está
proibida de exigir do particular, como condição para a habilitação em licitação para realização de obra
pública, a comprovação de
(A) registro na entidade de classe respectiva, fiscalizadora do exercício profissional.
(B) que o particular não possui títulos protestados.
(C) regularidade fiscal.
(D) que o particular não está cumprindo concordata preventiva.
(E) aptidão profissional para realização da obra objeto da licitação

13. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - Para a contratação de serviços
relativos ao patrimônio ou defesa de causas judiciais ou administrativas, a licitação
(A) é facultativa, ficando a critério do Administrador, que poderá utilizar-se das modalidades de convite ou
de concurso.
(B) será obrigatória, a fim de que seja assegurada a observância do princípio constitucional da isonomia.
(C) é dispensável, desde que o profissional ou sua empresa sejam de notória especialização.
(D) será dispensada, porém é imprescindível a natureza singular do serviço.
(E) é inexigível, desde que o profissional seja de notória especialização e o serviço de natureza singular.

14. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - O edital de determinada


concorrência pública foi impug-nado por um particular, potencial licitante, no segundo dia anterior à data
designada para a abertura dos envelopes de habilitação. Na sessão de abertura desses envelopes, a
impugnação ainda não havia sido julgada, mas o particular não apresentou envelopes. Posteriormente, com
a licitação ainda em andamento e analisando as razões da impugnação, a comissão de licitação verificou
que era ela procedente e que as condições do edital poderiam levar à anulação do certame. Face a essa
situação, espera-se que a comissão de licitação
(A) acolha a impugnação porque regularmente apre-sentada, uma vez que seu autor declarou-se na ocasião
interessado em particular da concorrência.
(B) desacolha a impugnação, pois o não compare-cimento do particular à sessão de abertura dos envelopes
automaticamente torna a irresignação intempestiva.
(C) acolha a impugnação, mesmo que o seu autor não participe da licitação, invocando a possibilidade de a
Administração anular ex-officio os seus atos ilegais.
(D) acolha a impugnação, pois apresentada tempesti-vamente pelo particular.
(E) desacolha a impugnação, pois o não compare-cimento do particular à sessão de abertura dos envelopes
equivale à desistência tácita.

15. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - Em uma licitação, conduzida
sob a modalidade de concorrência, participavam dois licitantes. Após ambos terem sido declarados
habilitados, e a abertura dos envelopes contendo as propostas comerciais, um dos licitantes argumentou que
a qualificação técnica do outro não fora suficientemente comprovada, por dúvida quanto ao teor de um
atestado apresentado. Como conseqüência,
(A) a licitação poderá ser revogada, a pedido do licitante faltoso, para que tenha oportunidade de apresentar
nova documentação comprobatória da qualificação técnica.
(B) deverá o licitante faltoso ser considerado inabilitado e a licitação ser considerada deserta, pois não é
possível conduzir licitação apenas com um licitante.
(C) deverá o licitante faltoso ser considerado desclas-sificado, conduzindo à contratação direta do outro
licitante, por impossibilidade de competição.
(D) a Comissão de Licitação poderá anular os atos praticados a partir da entrega dos envelopes de
habilitação, facultando-se aos participantes apre-sentar nova documentação.
(E) a licitação deverá prosseguir, em razão de já terem sido abertos os envelopes com as propostas
comerciais e de o motivo da suposta inabilitação não ter sido ocultado, nem decorrer de fato superveniente.
01/04/03 - 09:06
16. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - Uma vez encerrada a licitação
e adjudicado o seu objeto ao vencedor do certame,
(A) poderá ele recusar-se a assinar o contrato, hipótese em que a Administração deverá revogar a licitação.
(B) poderá ele recusar-se a assinar o contrato, sem ônus.
(C) poderá ele recusar-se a assinar o contrato, desde
que comunique essa intenção com antecedência mínima de 15 dias.
(D) não poderá ele recusar-se a assinar o contrato, podendo a Administração pleitear judicialmente a
execução específica da obrigação de fazer correspondente.
(E) não poderá ele recusar-se a assinar o contrato, sob pena de ser considerado inadimplente e sofrer as
sanções correspondentes.

17. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - NÃO pode ensejar a dispensa
de licitação
(A) a intervenção da União no domínio econômico.
(B) a possibilidade de comprometimento da segurança nacional.
(C) o pequeno valor de seu objeto.
(D) a impossibilidade absoluta de competição.
(E) a ocorrência de calamidades públicas.

18. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) - Em uma concorrência pública pela melhor
técnica, as empresas "Bleu", "Jaune" e "Vert", previamente qualifica-das, apresentaram suas propostas.
Abertos os envelopes contendo as propostas técnicas, "Vert" foi classificada em primeiro lugar e "Bleu" em
terceiro. Abertos os envelopes contendo as propostas de preço, "Bleu" ficou em primeiro "Vert" em
terceiro. Nesse caso,
(A) "Jaune" deverá ser contratada, pelo princípio do in medio virtus, visto que sua técnica e seu preço são
razoáveis e atendem ao edital.
(B) deverá ser feita nova licitação, visto que melhor técnica e melhor preço não foram propostos pela
mesma empresa.
(C) dar-se-á a contratação de "Vert", que propôs a melhor técnica, uma vez que seu preço, embora
perdedor, está dentro do previsto no edital.
(D) "Bleu" será contratada porque ofereceu melhor preço, e não houve coincidência de melhor técnica e
melhor preço pela mesma empresa.
(E) passar-se-á à negociação do preço com "Vert", melhor classificada, tendo como base o preço oferecido
por "Bleu".

19. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) - O jornal X, alegando ter recebido informações
que comprometem a lisura de uma licitação, cuja fase de habilitação dos licitantes está em curso, e
invocando o princípio da publicidade, postula do Presidente da Comissão o imediato conhecimento do teor
das propostas.
O Presidente deve
(A) rejeitar o pedido, visto que foi formulado por quem não é parte no certame e não tem legítimo interesse
jurídico.
(B) negar a divulgação, preservando o sigilo do conteúdo das propostas que é igualmente assegurado.
(C) autorizar a divulgação, desde que de todas as propostas, ante o princípio cogente da publicidade.
(D) submeter a questão à autoridade responsável pela homologação, única com atribuição para quebrar o
sigilo das propostas.
(E) autorizar a divulgação apenas da proposta ofertada pelo licitante envolvido na denúncia, preservando a
imagem dos demais.

20. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) - Na licitação objetivando a construção
de dependência para a instalação de Junta de Conciliação e Julgamento, as empresas "A", "B" e "C"
participarão em consórcio.
Nesse caso, dentre outras normas, dever-se-á observar
(A) a comprovação de compromisso público ou particu-lar de constituição do consórcio, subscrito pelos
consorciados.
(B) que a responsabilidade será exclusiva da empresa a que coube a liderança pelos atos praticados em
consórcio, na fase de licitação.
(C) a possibilidade de participação da empresa consor-ciada, na mesma licitação, através de mais de um
consórcio ou isoladamente.
(D) que, no consórcio de empresa brasileira e estran-geira, a liderança será exercida por livre escolha,
inclusive por uma empresa estrangeira.
(E) que a liderança será exercida pela empresa que possuir maior tempo de funcionamento e valor patri-
monial.

21. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - A Administração Pública expediu
cartas-convite para três interessados do ramo pertinente ao objeto da licitação. Um quarto cadastrado, na
mesma especialidade, manifestou interesse a 48 horas da data da apresentação das propostas. Nesse caso,
(A) tão-só os três primeiros cadastrados poderão participar, porque esse é o limite máximo de participantes
nessa modalidade de licitação.
(B) o quarto interessado só poderá participar de futura licitação, em face da perda do prazo legal.
(C) o quarto interessado poderá participar da licitação, em razão do interesse público em aumentar o rol dos
licitantes.
(D) a proposta do quarto interessado só poderá ser aceita em caso de desistência de um dos três anteriores.
(E) para evitar ofensa ao direito adquirido, a proposta do quarto interessado só será aberta se houver
concordância dos outros licitantes.

22. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - Em se tratando de licitação, a lei
considera dispensável o certame em certos casos. Nesses casos,
(A) embora haja possibilidade de competição, a lei defere a realização da licitação à discricionariedade do
administrador.
(B) não há possibilidade de competição, assim como ocorre na licitação inexigível, sem embargo de terem
diversos outros traços distintivos.
(C) a lei defere a licitação à discricionariedade do admi-nistrador e o rol legal é meramente exemplificativo.
(D) não há possibilidade de competição, razão pela qual a lei arrola os casos em que a licitação não pode
ser realizada.
(E) a lei equipara, quanto aos efeitos e ao procedimento, a licitação dispensável com a dispensada e com a
inexigível.

23. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) - A União Federal pretende realizar licitações
para a contratação de uma obra no valor de R$ 180.000,00 e uma compra no valor de R$ 700.000,00. Tais
licitações, segundo as regras gerais da Lei n o 8.666/93, poderão ocorrer, respectivamente, nas modalidades
(A) tomada de preços e tomada de preços.
(B) concorrência e concorrência.
(C) tomada de preços e convite.
(D) convite e tomada de preços.
(E) convite e concorrência.

24. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) - Considerado o regime da Lei n o 8.666/93,
NÃO está configurada hipótese de dispensa de licitação em
(A) havendo necessidade de a União intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o
abastecimento.
(B) um caso de compras de hortifrutigranjeiros, pão e outros gêneros perecíveis, no tempo necessário para a
realização dos processos licitatórios correspondentes, realizadas diretamente com base no preço do dia.
(C) um caso havido durante guerra ou grave perturbação da ordem.
(D) uma situação em que não acudiram interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder
ser repetida sem prejuízo para a Administração.
(E) uma situação em que houver inviabilidade de competição.

25. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - Faculta-se à Administração Pública
revogar uma licitação em curso sempre que
(A) verificar a ocorrência de ilegalidade no instrumento convocatório.
(B) lhe convier, por motivos de conveniência e oportunidade.
(C) verificar a ocorrência de ilegalidade em um ou mais atos do procedimento.
(D) constatar, para tanto, motivo de interesse público, superveniente ao início do procedimento.
(E) verificar o descumprimento das condições do edital pela maioria dos participantes da licitação.

26. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - A concorrência distingue-se da tomada
de preços pelo fato de
(A) dispensar a publicação de editais, podendo a convocação ser efetuada por meio de instrumentos
informais.
(B) poder ser aplicável em qualquer caso, independen-temente do valor envolvido.
(C) exigir condições mínimas para habilitação dos potenciais participantes.
(D) ser considerado vencedor aquele participante que oferecer a proposta de melhor preço ou melhor
técnica, conforme o critério de julgamento.
(E) ser obrigatória para a alienação de bens públicos, móveis e imóveis.

27. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - Em determinada licitação, um
participante impugnou previamente determinada exigência do instrumento convocatório, que considerou
abusiva. Desacolhida a impugnação e desejando submeter a questão à autoridade administrativa superior,
deverá interpor a medida denominada
(A) agravo de instrumento.
(B) pedido de reconsideração.
(C) recurso.
(D) mandado de segurança.
(E) representação.

28. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - NÃO é hipótese de dispensa de
licitação a
(A) contratação de prestação de serviços por sociedade de economia mista, com uma de suas subsidiárias.
(B) exclusividade do fornecimento dos produtos objeto de licitação.
(C) locação de imóvel para instalação de escola pública, em localização privilegiada.
(D) compra de bens em caso de guerra ou calamidade pública.
(E) intervenção no domínio econômico pela União Federal, para normalização do abastecimento.

29. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - Conforme previsão da Lei nº 8.666/93,
o autor do projeto, básico ou executivo, não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da
execução da respectiva obra. O disposto nessa regra
(A) impede que a Administração contrate o autor do projeto para prestar-lhe o serviço de gerenciar a
execução da obra.
(B) não impede a licitação ou contratação de obra que inclua a elaboração de projeto executivo como
encargo do contratado.
(C) não se aplica caso o autor do projeto, pessoa física, comprove vínculo trabalhista anterior com o futuro
licitante ou executor da obra.
(D) não se aplica caso o autor do projeto seja pessoa jurídica.
(E) não impede que o autor do projeto, pessoa jurídica, preste serviços de consultoria técnica ao futuro
licitante ou executor da obra.

30. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - NÃO figura entre os documentos
exigíveis para a fase de habilitação em uma licitação, previstos pela Lei nº 8.666/93, documento
(A) relativo ao cumprimento, pelo licitante, da norma constitucional que proíbe em determinadas circuns-
tâncias o trabalho dos menores de 18 anos.
(B) de inscrição do licitante pessoa física no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda.
(C) consistente em certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede do
licitante pessoa jurídica.
(D) que comprove possuir o licitante sede ou filial no local em que se realiza a licitação.
(E) que comprove a prestação, pelo licitante, de garan-tia, sob uma das formas previstas na lei e respeitado
o limite legal.
31. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - Em uma licitação do tipo menor preço,
regida pela Lei nº 8.666/93, compareceram três licitantes. O licitante A foi classificado em primeiro lugar,
oferecendo o preço de R$ 30 000,00. Em segundo lugar foi classificado o licitante B, com preço de R$ 35
000,00, e em terceiro, o licitante C, com preço de R$ 40 000,00. Regularmente convocado, dentro do prazo
de validade das propostas, A recusa-se a assinar o termo de contrato por R$ 30.000,00, pois alega ter errado
em seus cálculos e ser seu preço correto R$ 34.000,00, ainda assim menor do que o de B. Nesse momento,
C informa à Administração estar disposto modificar seu preço para R$ 33 000,00. Ante a recusa definitiva
de A em contratar por R$ 30 000,00, e considerando que no caso não houve necessidade de atualização
monetária dos preços, a Administração poderá contratar
(A) B por R$ 35 000,00.
(B) A por R$ 34 000,00.
(C) C por R$ 33 000,00, independentemente de ouvir B.
(D) C por R$ 33 000,00, desde que B não aceite esse preço.
(E) B, desde que aceite o preço de R$ 30 000,00.

32. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) - Nas licitações, sempre que possível, deve ser
atendido o princípio pelo qual à entidade compradora cumpre observar as regras que levam à adoção de um
standard que, vantajosamente, possa satisfazer às necessidades que estão a seu cargo. Esse princípio é
conhecido como da
(A) padronização.
(B) competitividade.
(C) vinculação ao instrumento convocatório.
(D) imparcialidade ou impessoalidade.
(E) fiscalização da licitação por terceiros.

33. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) - Em matéria de licitação, quando se fala em
princípio do julgamento objetivo, têm-se em mente que o julgamento será feito
(A) sempre pelo critério do menor preço oferecido.
(B) segundo os critérios fixados no edital.
(C) pela Comissão de Licitações designada previamente.
(D) com justificação sobre a proposta vencedora.
(E) de modo transparente, com admissão de recurso aos perdedores insatisfeitos.

34. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRE BA/2003) - Embora determinando a estrita obediência
a vários princípios básicos, a Lei de Licitações dá especial relevância a um deles, dispondo que a licitação
destina-se a garantir a observância do princípio da
(A) probidade administrativa.
(B) legalidade.
(C) publicidade.
(D) isonomia.
(E) moralidade.

35. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRE BA/2003) - Para venda de bens móveis inservíveis à
administração, a modalidade de licitação adequada é
(A) o pregão.
(B) o leilão.
(C) a tomada de preços.
(D) o convite.
(E) a concorrência.

36. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRT 21ª Região/2003) - Para os fins da Lei nº 8.666, de
21/06/93 (Lei de Licita-ções e Contratos Administrativos), NÃO é considerado serviço técnico profissional
especializado, entre outros, o trabalho relativo a
(A) projetos básicos e executivos.
(B) fiscalização de obras e serviços.
(C) restauração de bens de valor histórico.
(D) aquisição de material com observância ao princípio da padronização.
(E) avaliações em geral.

37. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - A União Federal pretende realizar a
contratação de uma obra no valor de R$ 10.000,00. Para essa contratação, nos termos da Lei n o 8.666/93, a
licitação
(A) é inexigível.
(B) terá de ocorrer na modalidade convite.
(C) terá de ocorrer na modalidade tomada de preços.
(D) terá de ocorrer na modalidade concorrência.
(E) poderá ocorrer na modalidade convite, ou tomada de preços, ou concorrência.

38. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Quando todos os licitantes forem
inabilitados em uma licitação,
(A) a Administração poderá conceder prazo a todos os licitantes para que apresentem nova documentação.
(B) a Administração poderá afastar algumas exigências do edital que não tenham sido atendidas,
habilitando os licitantes.
(C) essa licitação deverá ser revogada pela Administração, considerando-se deserta.
(D) essa licitação deverá ser anulada pela Administração, considerando-se deserta.
(E) essa licitação deverá ser revogada pela Administração, considerando-se fracassada.

39. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Para a Administração celebrar contrato,
tendo por objeto o remanescente de uma obra, em conseqüência da rescisão de contrato anterior,
(A) poderá contratar mediante dispensa de licitação, escolhendo a seu critério empresa que preencha os
requisitos da anterior licitação, observando as mesmas condições do contrato rescindido.
(B) poderá contratar mediante dispensa de licitação, respeitando a ordem de classificação da anterior
licitação e observando as mesmas condições do contrato rescindido.
(C) terá de realizar nova licitação, considerando o valor total do contrato para definir a modalidade de
licitação.
(D) terá de realizar nova licitação, considerando o valor do remanescente para definir a modalidade de
licitação.
(E) terá de contratar diretamente, por inexigibilidade de licitação.

40. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - De acordo com a Lei, a venda de
produtos legalmente apreendidos ou penhorados deve ser feita por licitação, na modalidade de
(A) concorrência.
(B) concurso.
(C) convite.
(D) leilão.
(E) tomada de preços.

41. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) - As licitações para a contratação
de uma obra orçada em R$ 300 000,00 e de uma compra orçada em R$ 800 000,00 poderão ocorrer,
respectivamente, sob as modalidades
(A) convite e concorrência.
(B) convite e tomada de preços.
(C) concorrência e concorrência.
(D) tomada de preços e tomada de preços.
(E) concorrência e tomada de preços.

42. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) - Se, em uma concorrência, todos
os licitantes forem inabilitados, a Administração
(A) poderá imediatamente passar todos os licitantes à próxima fase da licitação, julgando suas propostas
comerciais.
(B) poderá alterar as exigências do edital, que levaram às inabilitações, considerando todos os licitantes
habilitados.
(C) terá de considerar a licitação como deserta e iniciar nova licitação.
(D) terá de considerar a licitação como fracassada e iniciar nova licitação.
(E) poderá conceder mais prazo para que todos os licitantes apresentem nova documentação.

43. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) - Quanto à noção geral de licitação, pode-se
dizer que
(A) deverá atender exclusivamente aos princípios da vinculação ao edital, da publicidade e da probidade
administrativa dos licitantes.
(B) suas modalidades se restringem à concorrência, tomada de preços e convite.
(C) é obrigatória para a administração direta e facultativa para a indireta, sendo incabível para os
particulares.
(D) em razão do peculiar interesse público não pode ser dispensada ou considerada inexigível.
(E) deverá seguir as fases de abertura, habilitação, clas-sificação, julgamento, homologação e adjudicação.

44. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) - Considere as proposições que seguem, a
respeito das licitações.
I.São próprios da concorrência pública, entre outros, os contratos de vulto médio e a participação de
interessados previamente cadastrados.
II. Na tomada de preços, entre outros requisitos, é permitida a participação de qualquer interessado e a
presença de contratos de grande vulto.
III. O convite, entre outras características, é destinado a contratos de pequeno vulto e a facultar a
participação de cadastrados, que manifestarem interesse com antecedência de até 24 horas da apresentação
das propostas.
Está correto SOMENTE o que se afirma em
(A) I
(B) II
(C) III
(D) I e II
(E) II e III

45. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A modalidade de licitação,
prevista na Lei nº 8.666/93, entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou
artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, diz-se
(A) convite.
(B) leilão.
(C) concurso.
(D) pregão.
(E) consulta.

46. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - Nas concorrências sujeitas à Lei
nº 8.666/93, quando todas as propostas forem desclassificadas, a Adminis-tração
(A) deverá revogar o procedimento.
(B) deverá anular o procedimento.
(C) poderá escolher, dentre as propostas, a que mais condições tem de atender ao interesse público,
classificando-a.
(D) poderá realizar sorteio para definir a proposta vencedora.
(E) poderá conceder prazo a todos os licitantes para sanar os vícios que levaram à desclassificação.

47. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) - Quando há


impossibilidade jurídica de competição entre contratantes, quer pela natureza específica do negócio, quer
pelos objetivos sociais visados pela Administração, diz-se que a licitação é
(A) ineficaz
(B) dispensável.
(C) vedada.
(D) inexigível.
(E) inexeqüível.

48. (Gestor do MARE/1999) - O princípio da igualdade, de observância obrigatória nas licitações


realizadas pelo Poder Público, não impede que
(A) os órgãos públicos restrinjam às empresas, devidamente inscritas nos respectivos registros
cadastrais, a participação em tomadas de preços para fornecimento de bens.
(B) seja dada preferência aos serviços prestados por empresas de pequeno porte, constituídas sob as
leis brasileiras e com sua sede e administração no País, como critério de desempate.
(C) se exclua a participação de empresas estrangeiras nas concorrências para fornecimento de material
bélico destinado às Forças Armadas.
(D) se restrinja às empresas sediadas no local da prestação dos serviços a participação nas licitações.
(E) as empresas públicas e sociedades de economia mista sejam dispensadas de licitar para a prestação
de serviços públicos, sob regime de concessão.

49. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - Para a contratação de remanescente de uma obra, em
conseqüência de rescisão contratual, a Administração
a) estará em face hipótese de dispensa de licitação, estando livre para escolher a empresa a ser contratada,
desde que apresente a razão da escolha e justificativa do preço.
b) terá de realizar nova licitação, na modalidade correspondente ao valor da obra integral.
c) terá de realizar nova licitação, na modalidade correspondente ao valor do remanescente da obra.
d) estará em face de hipótese de dispensa de licitação, desde que atendida a ordem de
classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor.
e) estará em face de hipótese de inexigibilidade de licitação, desde que atendida a ordem de classificação da
licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor.

50. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - Em uma concorrência regida pela Lei nº 8.666/93, já
ultrapassa a fase de habilitação e abertos os envelopes de proposta dos licitantes, vem ao conhecimento da
comissão de licitação um fato superveniente, que levaria à inabilitação de um dos licitantes. Nessa situação,
a) a Administração deve anular o processo de licitação.
b) o licitante em questão pode ser desclassificado com base em tal fato, sem prejuízo para a validade do
processo.
c) o licitante em questão não pode ser desclassificado com base em tal fato, devendo a Administração
valer-se da tutela jurisdicional para eliminá-lo do certame.
d) o licitante em questão não pode ser desclassificado com base em tal fato, nem mesmo judicialmente,
tendo operado a preclusão.
e) a Administração deve revogar o processo de licitação.

Gabarito:
X – CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
1. CONCEITO
a) Contrato Administrativo corresponde ao contrato firmado pela Administração Pública, segundo normas
de Direito Público, com o propósito de solver suas necessidades.
b) Segundo o parágrafo único do art. 2º da Lei 8.666/93, contrato é todo e qualquer ajuste entre órgãos ou
entidades da Administração Pública e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação
de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada.

2. CARACTERÍSTICAS
a) Pluripartes;
b) Formais;
c) Consensuais;
d) Onerosos;
e) Comutativos;
f) Intuitu Personae.

3.ESPÉCIES
a) Contrato de Adesão;
b) Contratação Semi-Pública ou Contrato Administrativo atípico;
c) Contrato Administrativo propriamente dito;
d) Contrato de colaboração;
e) Contrato de Atribuição.

4. VIGÊNCIA E EFICÁCIA
a) A vigência do contrato tem início com a formalização da avença.
b) A publicação resumida do contrato é condição de sua eficácia.
c) Com a extinção do contrato, extingue-se a eficácia do mesmo.

5. PRAZO DE DURAÇÃO

6. GARANTIAS
a) Visa assegurar a fiel execução do contrato;
b) O limite será de até 5% do valor do contrato, salvo se se referir a obras, serviços e fornecimento de
grande vulto, quando será de até 10% do valor do contrato;

7. CLÁUSULAS EXORBITANTES
a) Poder de alterar e rescindir unilateralmente o contrato;
b) Manutenção do equilíbrio econômico-financeiro;
c) Revisão de preços e tarifas contratualmente fixadas;
d) Inoponibilidade da exceção de contrato não cumprido;
e) O controle da avença por estranho a relação;
f) Aplicação de penalidades;
g) Exigência de garantias.

8. INTRUMENTO

9. EXECUÇÃO DO CONTRATO

10. EXTINÇÃO DO CONTRATO


a) Extinção do objeto (Conclusão da obra);
b) Término do prazo;
c) Rescião:
c1) Amigável;
c2) Administrativa;
c3) Anulação Judicial.

11. INEXECUÇÃO CONTRATUAL

12. TEORIA DA IMPREVISÃO


a) Mutabilidade;
b) Álea (risco) administrativa ou econômica;
c) Teoria da imprevisão, requisitos:
c1) Anormalidade;
c2) Ausência de desejo das partes.
d) Caso fortuito: Greve;
e) Força maior: Enchentes, Terremotos;
f) Fato do Príncipe (Fait du prince);
g) Fato da Administração;
h) Interferências imprevistas.

13. MODALIDADES – CONTRATOS EM ESPÉCIE


a) Contrato de Obra pública:
a1) Empreitada;
a2) Tarefa.
b) Contrato de serviço:
b1) Serviços comuns;
b2) Serviços profissionais:
b2.1) Serviços profissionais generalizados;
b2.2) Serviços profissionais especializados.
c) Contrato de fornecimento:
c1) Fornecimento integral;
c2) Fornecimento parcelado;
c3) Fornecimento contínuo.
d) Contrato de concessão:
d1) Concessão de obra pública;
d2) Concessão de serviço pública;
d3) Concessão de uso de bem público.
e) Contrato de gerencimento;
f) Contrato de adesão ou permissão;
g) Convênios;
h) Consórcios.

“A diferença entre o sonho e a realidade é a quantidade certa de tempo e trabalho.”


William Douglas
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) - Considere as afirmações relativas aos
contratos da administração.
I . A imprevisão não encontra amparo na lei que instituiu normas para licitações e contratos na
administração pública, tratando-se de teoria largamente aceita.
II . O fato do príncipe caracteriza-se pela alteração unilateral do contrato pela administração pública.
III . Tanto a teoria da imprevisão quanto o fato do príncipe podem, por acordo das partes, ensejar a
alteração dos contratos pertinentes a obra, serviço ou fornecimento à administração pública.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I .
(B) II .
(C) III .
(D) I e II .
(E) II e III .

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) - NÃO é modalidade de garantia na


contratação de obras, serviços e compras pela administração:
(A) hipoteca.
(B) caução em dinheiro.
(C) seguro-garantia.
(D) caução em títulos da dívida pública.
(E) fiança bancária.

3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) - A garantia para assegurar o cumprimento
dos contratos administrativos
(A) depende de previsão no instrumento convocatório e a modalidade não depende de opção por estar
expressamente prevista em lei.
(B) não depende de previsão no instrumento convocatório e a modalidade é escolhida pela administração.
(C) é exigida apenas na fase da habilitação, quando apurada a qualificação econômico-financeira.
(D) é imposta unilateralmente pela administração, ante o princípio da legalidade.
(E) depende de previsão no instrumento convocatório, cabendo ao interessado a opção por uma das
modalidades previstas em lei.

4. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - O instrumento de contrato


administrativo é obrigatório, dentre outros casos,
(A) no convite e pregão, assim como em todas as hipóteses de inexigibilidade de licitação.
(B) na tomada de preços, assim como em algumas hipóteses de inexigibilidade de licitação.
(C) na tomada de preços e no leilão, assim como em todas as dispensas de licitação.
(D) no concurso, assim como em todas as hipóteses de dispensa e inexigibilidade de licitação.
(E) no pregão e concurso, assim como em algumas dis-pensas de licitação.

5. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O contrato administrativo pode ser
rescindido amigavelmente, por acordo entre as partes, devendo ser reduzido a termo no processo da
licitação. Nesse caso, a condição sine qua non exigida é que
(A) os pagamentos devidos pela Administração estejam atrasados há mais de 90 dias.
(B) tenha havido comprovado prejuízo por três meses consecutivos para o contratado.
(C) haja conveniência para a Administração.
(D) as cláusulas contratuais estejam tendo insatisfatório cumprimento.
(E) ocorra alteração social da empresa contratada que prejudique a execução do contrato.

6. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - Minha empresa foi vencedora na
licitação cujo objeto era realizar, em 60 dias, o cabeamento lógico e energético para os computadores em
novo prédio do Tribunal. Todavia, passados mais de 90 dias da assinatura do contrato, o prédio ainda não
está pronto e o local não me foi entregue para os trabalhos. Nesse caso, não tenho culpa em razão de
(A) fato da Administração.
(B) fato do príncipe.
(C) caso fortuito.
(D) força maior.
(E) interferência imprevista.

7. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - Os contratos administrativos devem


adotar a forma escrita, salvo se
(A) resultantes de licitação efetuada sob a modalidade de convite.
(B) destinados a compras de pequeno valor e pronto pagamento.
(C) destinados a compras e serviços de valor para o qual é dispensada a licitação.
(D) houver autorização expressa da autoridade superior.
(E) essa exigência não constar do edital da respectiva licitação.

8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - A Administração contrata com


determinada sociedade de prestação de serviços de engenharia a execução da obra de um edifício,
definitivamente recebido em 13 de março de 2002. Em 30 de maio de 2003, dentro do prazo de garantia
previsto pela legislação civil, percebe-se que o edifício apresenta rachaduras e vícios estruturais, que
comprometem a solidez e segurança da obra. Nessa hipótese, a Administração
(A) pode exigir do prestador de serviços o pagamento da indenização correspondente.
(B) pode rescindir o contrato e executar a respectiva garantia.
(C) pode devolver o prédio, recebendo do prestador de serviços o respectivo preço.
(D) nada pode fazer, pois o objeto do contrato fora objeto de vistoria, previamente ao recebimento
definitivo.
(E) deverá providenciar os reparos às suas próprias expensas e voltar-se regressivamente contra o servidor
que recebeu o objeto do contrato.

9. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - Entendem-se por cláusulas


exorbitantes dos contratos administrativos aquelas que
(A) são resultado de alterações efetuadas no contrato, unilateralmente ou por mútuo consentimento entre as
partes, após a sua celebração.
(B) conferem à Administração poderes especiais de alteração e rescisão do contrato, que não são aplicáveis
aos contratos no direito privado.
(C) são nulas de pleno direito por conferirem ao particu-lar posição dominante, contrária ao interesse
público.
(D) não se compreendem no objeto principal da contra-tação e dizem respeito a obrigações acessórias, tanto
do particular quanto da Administração.
(E) decorrem do conteúdo mínimo do contrato, disposto tanto pela lei quanto pelo respectivo edital, e que
não podem ser objeto de discussão entre as partes.

10. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - O rol de cláusulas necessárias em
todo contrato, previsto na Lei nº 8.666/93, NÃO inclui cláusula que preveja
(A) o crédito pelo qual correrá a despesa, com a indicação da classificação funcional programática e da
categoria econômica.
(B) a vinculação ao instrumento convocatório da licita-ção ou ao termo que a dispensou ou a inexigiu e à
proposta do licitante vencedor.
(C) o prazo de vigência do contrato, seja ele determinado ou indeterminado.
(D) os critérios, data-base e periodicidade de reajusta-mento de preços.
(E) os casos de rescisão.

11. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A alteração das cláusulas de um
contrato administrativo pode ser efetuada
(A) unilateralmente pela Administração, se verificada necessidade de aumentar ou diminuir o objeto do
contrato, dentro dos limites legais.
(B) de comum acordo entre a Administração e o particular, se verificada necessidade de aumentar ou
diminuir o objeto do contrato, sem observância de limites.
(C) unilateralmente pela Administração, sempre que constatada a existência de circunstância de interesse
público que o justifique.
(D) de comum acordo entre a Administração e o particular, sem restrições.
(E) unilateralmente pelo particular, com o objetivo de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do
contrato.

12. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - O descumprimento de um contrato


administrativo pode sujeitar o particular às seguintes sanções administrativas, dentre outras:
(A) suspensão temporária ou definitiva de participação em licitação e interdição temporária de
estabelecimento.
(B) advertência, multa e suspensão temporária de participação em licitação.
(C) advertência, suspensão temporária de participação em licitação e interdição temporária de estabele-
cimento.
(D) perda de licença de funcionamento, restrição de direitos e declaração de inidoneidade para contratar
com a Administração.
(E) multa, prestação pecuniária e lacração de estabe-lecimento.

13. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) - A rescisão unilateral de


contrato de prestação de serviços à Administração, por razão de interesse público e sem culpa do
contratado, NÃO ensejará
(A) o pagamento ao contratado das quantias que lhe sejam devidas pelos serviços prestados até a data da
rescisão.
(B) o pagamento ao contratado das quantias que lhe seriam devidas até o termo final original do contrato.
(C) a indenização do contratado pelos prejuízos comprovados, decorrentes da rescisão.
(D) a extinção do contrato administrativo.
(E) o pagamento ao contratado do custo de desmobilização.

14. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) - A Administração Pública e a empresa
vencedora da concorrência pública assinaram um contrato para fornecimento de bens, que vem sendo
executado normalmente. Tendo refeito os cálculos de suas necessidades, a Administração Pública, com a
devida justificação, pretende alterar o contrato para diminuição quantitativa de vinte por cento do objeto do
contrato. Nesse caso, a Administração poderá
(A) alegar a cláusula rebus sic stantibus e obter, apenas pela via judicial, a diminuição pretendida.
(B) solicitar e obter a diminuição pretendida, o que so-mente ocorrerá se houver acordo com a contratada.
(C) fazê-lo, mas deverá indenizar a contratada mesmo que esta não tenha efetuado gastos para
cumprimento do contrato.
(D) fazê-lo unilateralmente, porque a diminuição preten-dida está dentro do percentual legalmente previsto.
(E) fazê-lo unilateralmente, porque a prevalência do interesse público determina a liberdade de cancelar
qualquer parcela do contrato a cumprir.

15. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) - Quanto ao contrato administrativo, é
INCORRETO afirmar que ele
(A) gera, para a Administração Pública, obrigação soli-dária ao contratado, pelos encargos previdenciários
resultantes da sua execução.
(B) pode ser alterado unilateralmente pela Administra-ção, quando houver modificação do projeto, para
melhor adequação técnica aos seus objetivos.
(C) contém a obrigação de o contratado manter pre-posto, aceito pela Administração, no local da obra, para
representá-lo na execução do contrato.
(D) pode ser alterado por acordo das partes, quando for conveniente a substituição da garantia de execução.
(E) deve sempre ser realizado por escrito e formalizado com as assinaturas das partes.

16. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) - A inexecução parcial, pelo particular,
de um contrato de prestação de serviços à Administração poderá ensejar a
(A) rescisão amigável do contrato administrativo, caso em que o particular estará necessariamente isento da
aplicação de sanções ou do pagamento de indenização.
(B) rescisão unilateral do contrato pela Administração, vedadas a aplicação de sanções ao particular e sua
responsabilização por perdas e danos.
(C) rescisão do contrato administrativo, que se operará necessariamente pela via judicial, sem prejuízo da
aplicação das sanções cabíveis pelo juiz e a responsabilização do particular por perdas e danos.
(D) aplicação de sanções ao particular pela Administração, não sendo o caso de rescisão do contrato, que
apenas se aplicaria na hipótese de inexecução total.
(E) rescisão unilateral do contrato pela Administração, sem prejuízo da aplicação de sanções ao particular e
sua responsabilização por perdas e danos.

17. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) - O rol de cláusulas necessárias em todo
contrato, previsto na Lei nº 8.666/93, NÃO inclui cláusula que preveja
(A) o prazo de vigência do contrato, seja ele determi-nado ou indeterminado.
(B) os critérios, data-base e periodicidade de reajusta-mento de preços.
(C) os casos de rescisão.
(D) o crédito pelo qual correrá a despesa, com a indicação da classificação funcional programática e da
categoria econômica.
(E) a vinculação ao instrumento convocatório da licita-ção ou ao termo que a dispensou ou a inexigiu e à
proposta do licitante vencedor.

18. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRT 21ª Região/2003) - Pela inexecução total ou parcial do
contrato, a Adminis-tração Pública poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado, dentre outras,
as sanções de
(A) multa e impedimento definitivo de contratar com a Administração.
(B) suspensão temporária de participação em licitações e multa prevista no contrato.
(C) declaração de inidoneidade, desde que para licitar, e multa, de qualquer valor, a critério da
Administração.
(D) suspensão e impedimento definitivos de participação em licitações.
(E) advertência e apreensão de bens e equipamentos do contratado.

19. (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRT 21ª Região/2003) - Nos contratos administrativos
podem ocorrer, entre outras situações:
I. supressões dos serviços e compras;
II.acréscimos no caso particular de reforma de edifícios.
O contratado sujeita-se-á às supressões, considerando o valor inicial atualizado do contrato, e aos
acréscimos, nas mesmas condições contratuais, respeitados os limites de até
(A) 15% e 30%
(B) 20% e 40%
(C) 25% e 50%
(D) 30% e 15%
(E) 50% e 25%

20. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - É possível a alteração unilateral
do contrato administrativo pela Administração, quando
(A) conveniente a substituição da garantia de execução.
(B) necessária a modificação do modo de fornecimento do serviço, por verificação técnica da
inaplicabilidade dos termos contratuais originais.
(C) houver modificação do projeto, para melhor adequação técnica aos seus objetivos.
(D) necessária a modificação da forma de pagamento, em decorrência de circunstâncias posteriores à
contratação.
(E) se pretender antecipar o pagamento ao contratado, antes do término da execução do serviço ou obra.

Gabarito:
XI – SERVIDORES PÚBLICOS LEI 8.112/90
1. OBJETO DA LEI
a) É o estatuto dos servidores públicos civis da União, das autarquias, inclusive as regime especiais e das
fundações públicas federais.

2. CONCEITOS
a) Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público;
b) Cargo Público:
b1) É o conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um servidor;
b2) Acessível a todos os brasileiros, criado por lei, com denominação própria e vencimento pago
pelos cofres públicos.
b3) Espécies: Cargo Efetivo e Cargo em Comissão.
c) É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei.

3. REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA


a) Nacionalidade brasileira;
a1) brasileiro nato ou naturalizado?
a2) Contratação de estrangeiros.
b) Gozo dos direitos políticos;
c) Quitação com as obrigações militares eleitorais;
d) Nível de escolaridade exigido para o cargo;
e) Idade mínima de dezoito anos;
f) Aptidão física e mental.

4. INVESTIDURA (Posse) e PROVIMENTO (Nomeação)

5. DO CONCURSO PÚBLICO
a) Espécies: De provas ou de provas e Títulos.
b) O concurso terá validade de até dois anos, prorrogável uma única vez por igual período.
c) Serão reservadas até 20% das vagas às pessoas portadoras de deficiência.

6. DA POSSE
a) Forma;
b) Prazo: 30 dias, contados da publicação da nomeação no D.O.U.
c) Se o servidor não tomar posse no prazo legal tornar-se-á sem efeito o ato de seu provimento.
d) A posse pode se dar por procuração específica.
e) Algumas condições
e1) Declaração de bens e valores, bem como de acumulação ou não de cargos públicos.
e2) Inspeção médica oficial.

7. DO EXERCÍCIO
a) Conceito: Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo.
b) Prazo: 15 dias, contados da posse.
c) Se o servidor tomar posse, mas não entrar em exercício no prazo legal será exonerado.
d) Assentamento individual.
e) Duração máxima do horário de trabalho semanal e diário.

8. DO ESTÁGIO PROBATÓRIO
a) Prazo de duração: 24 meses.
b) Objetos de avaliação: Aptidão e capacidade física.
c) Fatores de avaliação:
c1) Assiduidade;
c2) Disciplina;
c3) Capacidade de iniciativa;
c4) Produtividade;
c5) Responsabilidade
d) Reprovação no estágio probatório:
d1) Exoneração;
d2) Recondução.
e) Ao servidor em estágio probatório é permitido o exercício de cargo em comissão ou função de direção;
f) Serão concedidas as seguintes licenças e afastamentos no estágio probatório:
f1) Licença por motivo de doença em pessoa da família;
f2) Licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;
f3) Licença para o serviço militar;
f4) Licença para a atividade política;
f5) Afastamento para o exercício de mandato eletivo;
f6) Afastamento para estudo ou missão no exterior;
f7) Afastamento para servir em organismo internacional;
f8) Afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para
outro cargo na Administração Pública Federal.

9. DA ESTABILIDADE
a) O servidor adquirirá estabilidade após 3 anos de efetivo exercício.
b) Da perda do cargo pelo servidor estável.

9. FORMAS DE NOMEAÇÃO
9.1. NOMEAÇÃO
9.2. PROMOÇÃO
9.3. READAPTAÇÃO
9.4. REVERSÃO
9.5. APROVEITAMENTO (Disponibilidade)
9.6. REINTEGRAÇÃO
9.7. RECONDUÇÃO

10. FORMAS DE VACÂNCIA


10.1. EXONERAÇÃO;
10.2. DEMISSÃO;
10.3. PROMOÇÃO;
10.4. READAPTAÇÃO;
10.5. APOSENTADORIA;
10.6. POSSE EM OUTRO CARGO INACUMULÁVEL;
10.7. FALECIMENTO.

11. DA REMOÇÃO
a) Conceito: Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro,
com ou sem mudança de sede.
b) Modalidades:
b1) De ofício, no interesse da Administração;
b2) A pedido, a critério da Administração;
b3) A pedido, para outra localidade, independentemente do interesse da Administração:
b3.1) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou militar, de
qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no
interesse da Administração;
b3.2) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas
expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por Junta Médica Oficial;
b3.3) em virtude de processo seletivo promovido, na hipótese em que o número de interessados
seja superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que
aquelas estejam lotados.
12. DA REDISTRIBUIÇÃO
a) Conceito: Redistribuição é o deslocamento do cargo, provido ou não, para outro órgão ou entidade do
mesmo Poder.
b) Requisitos:
b1) interesse da Administração;
b2) equivalência de vencimentos;
b3) manutenção da essência das atribuições do cargo;
b4) vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades;
b5) mesmo nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional;
b6) compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou
entidade.

13. DA SUBSTITUIÇÃO

14. DOS DIREITOS


a) Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei.
b) Remuneração é o vencimento, acrescido das vantagens de caráter permanente.
c) Poderão haver descontos sobre o vencimento, a remuneração ou provento.

15. DAS VANTAGENS


a) Indenizações:
a1) Ajuda de custo;
a2) Diárias;
a3) Transporte;
a4) Auxílio-moradia.
b) Gratificações:
b1) Retribuição pelo exercício de função de direção, chefia ou assessoramento;
b2) Gratificação Natalina;
b3) Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso.
c) Adicionais:
c1) Adicional pelo exercício de atividade insalubre, perigosa ou penosa;
c2) Adicional pela prestação de serviço extraordinário;
c3) Adicional noturno;
c4) Adicional de férias.
d) Da incorporação ao vencimento ou provento.

16. DAS FÉRIAS


a) O servidor adquirirá direito ao primeiro período de férias após 12 meses de efetivo exercício.
b) As férias são concedidas por 30 dias consecutivos.
c) Se o servidor solicitar as férias poderão ser parceladas em até 3 etapas.
d) As férias só serão acumuladas por até 2 períodos.
e) O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo
período
f) O servidor que opera direta e permanentemente com Raio X fará jus a 20 dias consecutivos de férias por
semestre.
g) Interrupção das férias
g1) Calamidade Pública;
g2) Comoção Interna
g3) Convocação para Júri;
g4) Serviço Militar ou Eleitoral;
g5) Por necessidade do serviço, declarada pela autoridade máxima do órgão ou da entidade.

17. DAS LICENÇAS


a) Licença por motivo de doença em pessoa da família;
b) Licença por motivo de afastamento do cônjuge;
c) Licença para o serviço militar;
d) Licença para a atividade política;
e) Licença para capacitação;
f) Licença para tratar de interesses particulares;
g) Licença para o desempenho de mandato classista;
h) Licença para tratar da própria saúde;
i) Licença por acidente em serviço;
j) Licença gestante e à adotante;
k) Licença paternidade;
l) Licença em caso de aborto involuntário e em caso de natimorto.

18. DOS AFASTAMENTOS


a) Afastamento para servir em outro órgão ou entidade;
b) Afastamento para o exercício de mandato eletivo;
c) Afastamento para o estudo ou missão no exterior.
d) Afastamento para cursar pós-graduação strito sensu;
e) Afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo
na Administração Pública Federal.

19. DAS CONCESSÕES


a) 01 (um) dia para doação de sangue;
b) 02 (dois) dias para se alistar como eleitor;
c) 08 (oito) dias consecutivos em razão de:
c1) Casamento (Licença Gala);
c2) Falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta, padrasto, filhos, enteados, menor sob
guarda ou tutele e irmãos.

20. DO TEMPO DE SERVIÇO


a) Contagem: Art. 101.
b) Para todos os efeitos: Art. 100 e 102.
c) Só para Aposentadoria e Disponibilidade: Art. 103.

21. DO DIREITO DE PETIÇÃO


a) Conceito: É o direito do servidor de requerer à autoridade em defesa de seus direitos.
b) O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser
despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias.
c) Prazo para recurso e pedido de reconsideração: 30 dias.
d) Da prescrição do direito de petição: Art. 110 e 112.

22. DOS DEVERES: Art. 116 da Lei 8.112/90

23. DAS PROIBIÇÕES: Art. 117 da Lei 8.112/90

24. DA ACUMULAÇÃO
Cargos acumuláveis;
A quem se estende a proibição;
Compatibilidade de horário.

25. DAS RESPONSABILIDADES


Espécies
Ação omissiva ou comissiva;
Dolo e culpa;
Independência das responsabilidades.

26. DAS PENALIDADES


Advertência: É a penalidade mais branda e é aplicada no caso de infringência dos incisos I a VIII e XIX do
art. 117 da Lei 8.112/90;
Suspensão: É penalidade intermediária, e tem este nome porque quando aplicada suspende o exercício do
servidor. Pode ser convertida em multa equivalente a 50% por dia de suspensão sobre a remuneração ou
vencimento, ficando o servidor obrigado a permanecer no serviço. É aplicada nas seguintes hipóteses:
b1) Reincidência de falta já punida com advertência;
b2) Infringência dos incisos XVII e XVIII do art. 117;
b3) Recusar-se a ser submetido a inspeção médica, caso em que será de 15 dias.
Demissão: É a penalidade mais grave e importa na perda do cargo. É aplicada nas hipóteses do art. 132 da
Lei 8.112/90.
Cancelamento das penalidades:
d1) Advertência: 03 anos;
d2) Suspensão: 05 anos;
d3) Demissão: Não cancela.

27. APLICAÇÃO DAS PENALIDADES


a) Sindicância: É um procedimento célere. A autoridade, tomando ciência da ocorrência do fato, colhe as
provas, intima o servidor a apresentar defesa e em seguida profere decisão. É utilizada para aplicação das
penalidades de advertência e suspensão de até 30 dias.
b) Rito Sumário: É procedimento utilizado para aplicação da penalidade de demissão nos seguintes casos:
Acumulação ilegal de cargos, abandono de cargo e inassiduidade habitual.
c) Rito Comum ou Ordinário: É o procedimento mais formal, utilizado para aplicar penas de suspensão
superior a 30 dias e demissão.

28. REVISÃO DO PROCESSO


a) Prazo: a qualquer tempo;
b) Forma: a pedido ou de ofício
c) Requisitos: quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do
punido ou a inadequação da penalidade aplicada.
d) Legitimados a requerer:
d1) o próprio servidor;
d2) caso de falecimento, ausência ou desaparecimento do servidor, qualquer pessoa da família
poderá requerer a revisão do processo.
d3) No caso de incapacidade mental do servidor, a revisão será requerida pelo respectivo curador.
e) O ônus da prova cabe ao requerente.
f) O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente,
que, se autorizar a revisão, encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o
processo disciplinar.
g) Correrá em apenso ao processo originário.
h) Prazo para conclusão dos trabalhos: 60 (sessenta) dias.
i) Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade.

29. BENEFÍCIOS DO PLANO DE SEGURIDADE SOCIAL

29.1. QUANTO AO SERVIDOR


a) Aposentadoria:
a1) Por invalidez;
a2) Compulsória;
a3) Voluntária.
b) Auxílio-natalidade:
b1) Valor do benefício;
b2) Em caso de parto múltiplo.
c) Salário-família;
d) Licença para tratamento da saúde;
e) Licença à gestante, à adotante e licença-paternidade;
f) Licença por acidente em serviço;
g) Assistência à saúde;
Garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias.
29.2 QUANTO AO DEPENDENTE
a) Pensão:
a1) vitalícia;
a2) temporária;
b) Auxílio-funeral:
b1) Valor do benefício;
b2) A quem se destina.
c) Auxílio-Reclusão:
c1) Valores:
c1.1) 2/3 (dois terços) da remuneração, quando afastado por motivo de prisão, em
flagrante ou preventiva, determinada pela autoridade competente, enquanto durar a prisão;
c1.2) 1/2 (metade) da remuneração, durante o afastamento, em virtude de condenação,
por sentença definitiva, a pena que não determine a perda do cargo.
d) Assistência à saúde.

“Sem o esforço da busca, torna-se impossível a alegria da conquista.”


William Douglas
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER BA/2003) - A apuração de irregularidade no serviço
público, da qual possa resultar ao servidor a imposição de pena de demissão, será feita por meio de
(A) investigação sumária.
(B) sindicância.
(C) inquérito administrativo.
(D) processo judicial.
(E) processo administrativo disciplinar.

2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER BA/2003) - A investidura em cargo público ocorrerá
com
(A) o provimento.
(B) a nomeação.
(C) o aproveitamento.
(D) a posse.
(E) a aprovação em concurso.

3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE BA/2003) - O inquérito administrativo é


(A) a investigação prévia ao processo administrativo disciplinar.
(B) a fase inicial da sindicância.
(C) meio de imposição de penalidade de advertência.
(D) fase do processo administrativo disciplinar.
(E) meio de imposição de suspensão de até 30 dias.

4. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - João Victor, técnico judiciário,
injustificadamente recu-sou- se a ser submetido à inspeção médica determinada por Luiza, Diretora de sua
unidade. A mesma Diretora mantém sua irmã Rozana sob sua chefia imediata, em cargo de confiança.
Nesse caso, João Victor e Luiza estão sujeitos, respectivamente, às penas de
(A) suspensão de até 30 dias e multa com base em 1/3 por dia de vencimento.
(B) suspensão de até 15 dias e advertência por escrito.
(C) advertência por escrito e suspensão de até 30 dias.
(D) advertência verbal e demissão.
(E) multa, com base em 1/3 por dia de vencimento, e destituição do cargo em comissão.

5. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - O servidor público investido em
mandato eletivo está sujeito a várias disposições. Tratando-se de mandato
(A) federal, ficará afastado de seu cargo ou função e com prejuízo de vencimentos.
(B) para prefeito, será afastado do cargo e terá a remuneração desse cargo político.
(C) para vereador, não será afastado do cargo, em nenhuma hipótese, mantendo a remuneração deste.
(D) estadual, não será afastado do cargo ou função e terá a remuneração desse cargo político.
(E) distrital, não ficará afastado do cargo ou função, mas poderá optar pela sua remuneração.

6. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Conforme regra da Lei n o 8.112/90, o
servidor em débito com o erário, que for exonerado, terá o prazo de 60 dias para quitar o débito. A não
quitação do débito nesse prazo implicará
(A) revogação da exoneração.
(B) inscrição do débito em dívida ativa.
(C) penhora administrativa de bens do servidor.
(D) abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor, visando à conversão da exoneração
em demissão.
(E) anulação da exoneração.

7. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Considere o seguinte caso prático:
“Numa situação de urgência, a União, por decreto do Presidente da República, cria 30 novos cargos
públicos. Para o preenchimento desses cargos, é aberto concurso público de títulos, cujo edital prevê prazo
de validade de dois anos, sem possibilidade de prorrogação.”
Nesse caso, está
(A) correta a previsão de não prorrogação do prazo de validade.
(B) correta a forma de criação dos cargos em situação de urgência.
(C) correto o critério de julgamento do concurso.
(D) incorreta a realização do concurso em lugar de procedimento licitatório.
(E) incorreto o prazo de validade do concurso.

8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Nos termos da Lei n o 8.112/90, a posse de
um servidor público federal ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento.
Caso a posse não ocorra nesse prazo, a conseqüência prevista é
(A) anular-se a classificação do servidor no respectivo concurso.
(B) a demissão do servidor.
(C) a exoneração do servidor.
(D) a disponibilidade do servidor.
(E) tornar-se sem efeito o ato de provimento.

9. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - No regime da Lei n o 8.112/90, a


reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, quando
invalidada a sua demissão por decisão administrativa,
(A) é possível e se chama reintegração.
(B) não é possível, pois tal invalidação depende de decisão judicial.
(C) não é possível, pois tal reinvestidura depende de novo concurso público.
(D) não é possível, devendo a reinvestidura se dar em outro cargo que estiver vago.
(E) é possível e se chama reversão.
18/08/03 - 16:31

10. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Conforme regra da Lei n o 8.112/90, o
servidor em débito com o erário, que for exonerado, terá o prazo de 60 dias para quitar o débito. A não
quitação do débito nesse prazo implicará
(A) revogação da exoneração.
(B) inscrição do débito em dívida ativa.
(C) penhora administrativa de bens do servidor.
(D) abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor, visando à conversão da exoneração
em demissão.
(E) anulação da exoneração.

11. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Considere o seguinte caso prático:
“Numa situação de urgência, a União, por decreto do Presidente da República, cria 30 novos cargos
públicos. Para o preenchimento desses cargos, é aberto concurso público de títulos, cujo edital prevê prazo
de validade de dois anos, sem possibilidade de prorrogação.”
Nesse caso, está
(A) correta a previsão de não prorrogação do prazo de validade.
(B) correta a forma de criação dos cargos em situação de urgência.
(C) correto o critério de julgamento do concurso.
(D) incorreta a realização do concurso em lugar de procedimento licitatório.
(E) incorreto o prazo de validade do concurso.

12. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - Nos termos da Lei n o 8.112/90, a posse
de um servidor público federal ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento.
Caso a posse não ocorra nesse prazo, a conseqüência prevista é
(A) anular-se a classificação do servidor no respectivo concurso.
(B) a demissão do servidor.
(C) a exoneração do servidor.
(D) a disponibilidade do servidor.
(E) tornar-se sem efeito o ato de provimento.
13. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE CE/2002) - No regime da Lei n o 8.112/90, a
reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, quando
invalidada a sua demissão por decisão administrativa,
(A) é possível e se chama reintegração.
(B) não é possível, pois tal invalidação depende de decisão judicial.
(C) não é possível, pois tal reinvestidura depende de novo concurso público.
(D) não é possível, devendo a reinvestidura se dar em outro cargo que estiver vago.
(E) é possível e se chama reversão.

14. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TER - CE/2002) - A nomeação para cargo em comissão
(A) depende de prévia aprovação em concurso público e o servidor pode ser livremente exonerado pela
Administração Pública.
(B) independe de aprovação em concurso público e o servidor pode ser livremente exonerado pela
Administração Pública a qualquer tempo.
(C) independe de aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado pela
Administração Pública mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho.
(D) independe de aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado pela
Administração Pública antes de adquirir estabilidade.
(E) depende de prévia aprovação em concurso público e o servidor somente pode ser exonerado mediante
regular processo administrativo.

15. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) - Em matéria de acumulação de cargo, é
certo que
(A) os princípios que regem essa acumulação não se aplicam aos empregos e funções nas empresas
paraestatais.
(B) vige a regra da permissividade da acumulação de cargos, empregos e funções públicas, sendo exceção a
proibição.
(C) vige a regra da não-acumulação de cargos, empregos e funções públicas, sendo exceção a acumulação.
(D) não será necessário atender à compatibilidade de horários, quando a acumulação for de cargo em
comissão ou de caráter temporário.
(E) o aposentado pode, sempre e livremente, acumular provento e remuneração decorrente do exercício de
cargo titularizado após a aposentadoria.

16. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) - Dentre outras, constituem penas
disciplinares aplicáveis aos servidores públicos, a
(A) repreensão e férias obrigatórias sem abono.
(B) cassação de aposentadoria e a exoneração.
(C) advertência verbal e licença para fins militares.
(D) destituição de cargo em comissão e o afastamento para outros órgãos.
(E) destituição de função comissionada e a cassação de disponibilidade.

17. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - Abelardo é titular do cargo de
médico em hospital mantido por autarquia estadual, no qual trabalha de segunda a quarta-feira, toda
semana. Paralelamente, ocupa cargo semelhante em hospital mantido pela Administração direta municipal,
no qual trabalha às quintas e sextas-feiras. A acumulação de cargos, nessa hipótese, é
(A) permitida, por se tratar de dois cargos de profissional da área da saúde.
(B) permitida, por se tratar de hospitais mantidos por diferentes entes federativos.
(C) permitida, pois a proibição de acumulação não se estende a cargos da Administração indireta.
(D) proibida, pois a acumulação somente é permitida para cargos de professor.
(E) proibida, pois não se podem acumular cargos públicos.

18. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - A exoneração de servidor que ocupa
cargo em comissão, por decisão da autoridade superior,
(A) depende da oitiva prévia do servidor.
(B) deve ser precedida de regular processo administrativo.
(C) depende da verificação de hipótese prevista taxativamente na lei.
(D) é sanção aplicável aos casos de falta grave no exercício da função.
(E) é ato administrativo discricionário.

19. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - NÃO é proibição aplicável ao
servidor público:
(A) aceitar emprego ou comissão de Estado estrangeiro.
(B) valer-se do cargo para obter proveito pessoal, em detrimento da dignidade da função pública.
(C) delegar funções a pessoas estranhas à repartição, fora dos casos previstos em lei.
(D) ser membro do Conselho de Administração de sociedade de economia mista federal.
(E) retardar injustificadamente a tramitação de processo administrativo.

20. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) – Determinado servidor ausenta-se do
serviço, sem causa justificada, pelo período de 45 dias alternados, no prazo de 4 meses. Posteriormente, o
servidor retoma normal-mente suas atividades. Em razão desse fato, é instaurado processo administrativo
disciplinar, que poderá culminar com a aplicação da pena de
(A) demissão por inassiduidade habitual.
(B) advertência ou suspensão, por inassiduidade habitual.
(C) demissão por abandono de cargo.
(D) advertência, sem prejuízo da posterior demissão caso o servidor falte mais 15 dias nos próximos 12
meses.
(E) advertência, sem prejuízo da posterior demissão caso o servidor falte mais 15 dias nos próximos 8
meses.

21. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 5ª região/2003) - A revisão de processo


administrativo disciplinar pode ser realizada a qualquer tempo,
(A) de ofício ou a requerimento do interessado, sem necessidade de alegação de novos elementos para o
julgamento.
(B) apenas a requerimento do interessado, sem neces-sidade de alegação de novos elementos para o
julgamento.
(C) de ofício ou a requerimento do interessado, havendo alegação de novos elementos para o julgamento.
(D) apenas de ofício, havendo alegação de novos elementos para o julgamento.
(E) apenas a requerimento do interessado, havendo alegação de novos elementos para o julgamento.

22. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - É elemento compatível com o
regime jurídico dos servidores públicos civis da União, traçado pela Lei nº 8.112/90,
(A) a criação de cargos públicos sem denominação própria.
(B) a impossibilidade de provimento em comissão em se tratando de cargos públicos.
(C) a prestação de serviços gratuitos, desde que prevista em lei.
(D) a criação de cargos públicos por ato administrativo.
(E) o pagamento dos vencimentos decorrentes de cargo público com verbas da iniciativa privada.

23. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A Lei nº


8.112/90 oferece um rol de atos dos quais decorre a vacância do cargo público. É estranha a esse rol a
(A) promoção.
(B) aposentadoria.
(C) exoneração.
(D) reintegração.
(E) readaptação.

24. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A vantagem paga ao servidor
público federal, destinada a compensar suas despesas de instalação quando, no interesse do serviço, passar
a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente, chama-se
(A) adicional pela prestação de serviço extraordinário.
(B) adicional de atividades penosas.
(C) diária.
(D) indenização de transporte.
(E) ajuda de custo.

25. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) - Carreira profissional é


(A) uma seqüência de instruções que podem ser utilizadas ao longo da vida.
(B) uma combinação de objetivos e resultados ocorridos no decorrer de uma vida.
(C) o conjunto de aptidões, temperamento e qualidades de um indivíduo dentro da organização.
(D) o conjunto de habilidades, interesses, necessidades e valores relacionados ao trabalho.
(E) a seqüência de cargos ocupados por uma pessoa durante o curso de sua vida.

26. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Um servidor, ocupante de cargo
efetivo, recebe “licença por motivo de doença em pessoa da família”, justificada por doença de seu
padrasto, devidamente comprovada por junta médica oficial. Essa licença é deferida, sem prejuízo da
remuneração, por 30 dias, prorrogável por até 30 dias, e, excedidos esses prazos, por mais 22 meses, mas,
nesse último caso, sem remuneração. Está errado o deferimento dessa licença, pois
(A) o período da segunda prorrogação se dá com pagamento de remuneração proporcional ao tempo de
serviço.
(B) doença de padrasto não é motivo que o justifique.
(C) essa licença, desde o início, se dá com prejuízo da remuneração.
(D) o período da segunda prorrogação é de até 90 dias.
(E) essa licença não é prorrogável.

27. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Antônio é aprovado em concurso
público, para provimento de cargo efetivo. O resultado do concurso é divulgado no dia 1º de março e a
nomeação de Antônio é publicada no dia 20 de março. No dia 30 de abril do mesmo ano, Antônio ainda
não compareceu para tomar posse. Nessa situação, considerando-se a regra geral da Lei, o prazo para
Antônio tomar posse
(A) já se esgotou, devendo o ato de provimento de Antônio ser tornado sem efeito.
(B) é ainda de 1 dia.
(C) é ainda de 5 dias.
(D) é ainda de 20 dias.
(E) já se esgotou, devendo Antônio ser exonerado.

28. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A investidura de um servidor em


cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com limitação que tenha sofrido em sua capacidade
física, verificada em inspeção médica,
(A) é admitida na Lei e se diz recondução.
(B) não é admitida na Lei, salvo por novo concurso, restando ao servidor a opção da aposentadoria por
invalidez.
(C) é admitida na Lei e se diz readaptação.
(D) é admitida na Lei e se diz reversão.
(E) é admitida na Lei e se diz reintegração.

29. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Considere que no mês atual, em que
o salário mínimo é de R$ 200,00, um servidor público federal recebeu vencimento de R$ 180,00, acrescido
de ajuda de custo de R$ 70,00, que se incorporou ao vencimento. A situação assim descrita
(A) contraria o disposto na Lei, pois ajuda de custo não pode ser acrescida ao vencimento.
(B) não contraria o disposto na Lei.
(C) contraria o disposto na Lei, pois o vencimento não pode ser inferior ao salário mínimo, mesmo que haja
a incorporação da ajuda de custo.
(D) contraria o disposto na Lei, pois nela não há previsão de pagamento de ajuda de custo.
(E) contraria o disposto na Lei, pois o vencimento não pode ser inferior ao salário mínimo e a ajuda de cus-
to, sendo indenização, não se incorpora ao ven-cimento.

30. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Um servidor público, punido com
penalidade de suspensão, que tenha, depois disso, passado por 5 anos de efetivo exercício sem praticar nova
infração disciplinar,
(A) não terá direito a benefício em relação à penalidade aplicada.
(B) terá direito à anulação da penalidade de suspensão.
(C) terá direito à revogação da penalidade de suspensão.
(D) terá direito a ter o registro da penalidade de suspensão cancelado.
(E) terá direito a ter a penalidade de suspensão convertida em advertência.

31. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - A apuração do tempo de serviço
será feita em
(A) dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 365 dias.
(B) meses, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 12 meses.
(C) dias, que serão convertidos em meses, considerado o mês como de 31 dias.
(D) dias, que serão convertidos em meses, considerado o mês como de 30 dias.
(E) dias, que serão convertidos em semanas, consi-derada a semana como de 7 dias.

32. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) - Em matéria de responsabilidade do


servidor público, ocorrendo a prática de um mesmo fato delituoso,
(A) a aplicação de uma sanção, seja civil, penal ou administrativa, exclui a aplicação das demais.
(B) as sanções civil, penal e administrativa poderão cumular-se.
(C) a sanção administrativa exclui a aplicação da sanção penal e da civil, mas estas são cumuláveis entre si.
(D) a sanção penal exclui a aplicação da sanção civil e da administrativa, mas estas são cumuláveis entre si.
(E) a sanção civil exclui a aplicação da sanção penal e da administrativa, mas estas são cumuláveis entre si.

33. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Considerando o cargo público,
é INCORRETO afirmar que sua posse
(A) poderá dar-se mediante procuração específica.
(B) só ocorrerá nos casos em que o provimento for por nomeação.
(C) depende de prévia inspeção médica para o cargo efetivo, dispensada esta para o cargo em comissão.
(D) terá seu prazo também contado do término da licença para capacitação.
(E) ocorrerá, de regra, no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.

34. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Dentre outras proibições
impostas aos servidor público, observa-se que não poderá, em nenhuma hipótese,
(A) opor resistência ao andamento de processo.
(B) receber propina, presente ou vantagem de qualquer espécie.
(C) exercer o comércio.
(D) cometer a outro servidor atribuição estranha ao cargo que ocupa.
(E) manter sob sua chefia imediata em função de confiança o parente até o segundo grau civil.

35. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Na revisão do processo


administrativo disciplinar, diz-se que
(A) o ônus da prova cabe ao Poder Público competente.
(B) não constitui fundamento do pedido a simples alegação de injustiça da penalidade.
(C) o pedido, que sempre depende de caução, correrá em autos apartados do processo originário.
(D) o pedido pode ser feito pelo respectivo tutor, se o requerente estiver mentalmente insano.
(E) poderá resultar no agravamento da penalidade, desde que justificado pelo surgimento de fato novo.

36. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) - Os servidores nomeados para
cargos de provimento efetivo em virtude de concurso público adquirem estabilidade após o efetivo
exercício de
(A) dois anos, mas podem perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado.
(B) dois anos, mas podem perder o cargo mediante processo administrativo em que lhes seja assegurada
ampla defesa.
(C) três anos, mas só podem perder o cargo mediante sentença judicial transitada em julgado.
(D) três anos, mas podem perder o cargo mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, a
critério da autoridade administrativa.
(E) três anos, mas podem perder o cargo mediante processo administrativo em que lhes seja assegurada
ampla defesa.

37. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - No que tange à remuneração e
ao provento do servidor, observa-se que
(A) não poderão ser objeto de penhora, salvo no caso de prestação alimentícia resultante de decisão
judicial.
(B) não poderão sofrer desconto, ainda que por mandado judicial.
(C) poderão ser objeto de seqüestro em qualquer hipótese.
(D) não poderão sofrer consignação em folha de pagamento a favor de terceiros.
(E) não poderão ser objeto de arresto em qualquer hipótese.

38. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - É certo que, no processo
administrativo disciplinar, o afastamento preventivo do exercício do cargo, poderá ser imposto ao servidor,
pelo prazo de até
(A) noventa dias, prorrogável por igual prazo.
(B) noventa dias, improrrogável.
(C) sessenta dias, prorrogável por igual prazo.
(D) sessenta dias, improrrogável.
(E) trinta dias, prorrogável até a conclusão do processo.

39. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - Será cassada a aposentadoria ou
a disponibilidade do inativo que houver praticado, na
(A) inatividade, falta punível com demissão ou suspensão de sessenta a noventa dias.
(B) atividade, falta punível com demissão ou suspensão de sessenta a noventa dias.
(C) atividade, falta punível com demissão ou suspensão de cento e vinte dias.
(D) inatividade ou atividade, falta punível com demissão.
(E) atividade, falta punível com demissão.

40. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - Considere os seguintes direitos
sociais:
I.Seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário.
II.Irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.
III.Décimo terceiro salário, com base na remuneração integral.
IV.Remuneração do trabalho noturno superior à do diurno.

São aplicáveis aos ocupantes de cargos públicos APENAS


(A) III e IV.
(B) II e IV.
(C) I e IV.
(D) I e III.
(E) I e II.

41. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) - O "tempo de contribuição"


(A) não é base para efeito de aposentadoria por invalidez do servidor público, pois seus proventos
serão proporcionais ao "tempo de serviço".
(B) fictício, criado em lei federal especial, pode ser contado para efeito de aposentadoria ou de
disponibilidade.
(C) federal, estadual ou municipal identifica-se a "tempo de serviço", conforme a Constituição
Federal.
(D) é a base para aposentadoria dos trabalhadores urbanos e rurais, e o "tempo de serviço" é a base
para aposentadoria dos servidores públicos.
(E) federal, estadual ou municipal deve ser contado para
42. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - Um servidor público federal,
que exerça remuneradamente cargo público de médico junto à Administração Direta, acumulando, de modo
também remunerado, um cargo público de professor junto a uma autarquia federal,
(A) não pode acumular, remuneradamente, mais nenhum cargo ou emprego público, em nenhuma das
esferas da Federação.
(B) pode ainda, remuneradamente, acumular um cargo público de médico ou de professor na esfera federal.
(C) pode ainda, remuneradamente, acumular um cargo público de médico ou de professor, desde que na
esfera estadual ou na municipal.
(D) pode ainda, remuneradamente, acumular um emprego público de médico ou de professor em qualquer
das esferas da federação.
(E) pode ainda, remuneradamente, acumular um emprego público de médico ou de professor, desde que na
esfera estadual ou na municipal.

43. (Analista Judiciário – Execução de Mandados - TRF 5ª Região/2003) - Um servidor público federal
comete um ato que supostamente configura, ao mesmo tempo, ilícito penal e administrativo. São
instaurados processos distintos para apurar as duas ordens de responsabilidade, mas o processo penal
encerra-se primeiro, com a absolvição do servidor pela negativa da existência do fato. Assim sendo, o
servidor foi automaticamente absolvido na esfera administrativa. Na situação acima,
(A) está errada a instauração simultânea dos dois processos, pois isso caracteriza o chamado bis in idem.
(B) está correta a instauração simultânea dos dois processos, todavia, o processo penal deveria ter restado
sobrestado até a decisão do processo administrativo.
(C) foi corretamente absolvido o servidor na esfera administrativa, em face da decisão penal que negou a
existência do fato.
(D) a absolvição do servidor no processo administrativo não poderia ter sido automática, pois uma conduta
que não configura ilícito penal ainda assim pode configurar ilícito administrativo.
(E) está errada a instauração simultânea dos dois processos, pois deveria ter sido instaurado apenas um,
perante a autoridade judicial, competente para apreciar as duas ordens de ilícitos.

44. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - A vacância do cargo público
poderá acontecer
(A) sob a forma de exoneração, a exemplo do desliga-mento do servidor da Administração com caráter
punitivo.
(B) com ou sem extinção do vínculo, a exemplo da aposentadoria e da readaptação, respectivamente.
(C) como espécie de demissão, que consiste no desligamento do servidor da Administração, sem caráter
punitivo.
(D) com a posse em outro cargo, não acumulável, caracterizando a transferência como forma de
provimento.
(E) também na qualidade de reversão, reintregração ou recondução do servidor em outro cargo.

45. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - "Y", servidor público do
Tribunal Regional do Trabalho foi designado para substituir "Z", que está regularmente afastado de sua
função de dirigente de unidade. Nesse caso, "Y"
(A) assume isolada ou cumulativamente, com ou sem prejuízo do cargo que ocupa, o exercício do cargo de
"Z", e com a remuneração acrescida de vinte por cento.
(B) não poderá assumir o exercício do cargo de "Z", porque essa unidade administrativa está organizada em
nível de assessoria.
(C) deve assumir isoladamente, com prejuízo do cargo que ocupa, o exercício do cargo de "Z", devendo
optar pela remuneração de um deles.
(D) assumirá automática e cumulativamente, sem prejuí-zo do cargo que ocupa, o exercício do cargo de
"Z", devendo optar pela remuneração de um deles.
(E) pode assumir o exercício isolado do cargo de "Z", porque a unidade está organizada em nível de as-
sessoria, mas sua remuneração original não pode ser alterada.

46. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) - O servidor público que, a
serviço, afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para
o exterior, fará jus à passagens e
(A) indenização de serviço extraordinário.
(B) ajuda de custo.
(C) diárias.
(D) indenização especial.
(E) gratificação de moradia. judicial.

47. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Quando o servidor público
passa a ocupar cargo ou emprego público de maior grau de responsabilidade e maior complexidade de
atribuição, diz-se que ele
(A) recebeu uma promoção, que é uma forma derivada de provimento.
(B) sofreu transposição ex officio, que é uma forma derivada de provimento.
(C) passou por investidura inicial, uma vez que a dificuldade de exercício do novo cargo é originária.
(D) foi beneficiado com o aproveitamento, que lhe reco-nhece capacidade superior à posição anteriormente
ocupada.
(E) mereceu readaptação à sua real capacidade pessoal, um dos modos legais de provimento.

48. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Os irmãos Theodomiro e
Theobaldo foram aprovados em concurso e foram nomeados para certo cargo público. Ambos tomaram
posse, mas Theodomiro não entrou em exercício no prazo de lei. Já Theobaldo entrou em exercício, mas,
decorrido o necessário prazo, não satisfez as condições do estágio probatório. Como não mais trabalham
em cargo público, conclui-se que
(A) Theobaldo foi demitido e Theodomiro foi exonerado a pedido, visto que se presume a desistência
voluntária do decurso do prazo para entrar em exercício.
(B) ambos foram demitidos após o devido processo legal que a Administração lhes moveu.
(C) Theobaldo foi demitido após o devido processo legal e Theodomiro foi exonerado de ofício.
(D) Theodomiro foi demitido após o devido processo legal e Theobaldo foi exonerado de ofício.
(E) ambos foram exonerados de ofício pela Administração.

49. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Um conjunto de atribuições e
responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. Trata-se
(A) do provimento.
(B) da estabilidade.
(C) do cargo público.
(D) da investidura.
(E) do exercício.

50. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) - Theodósio, servidor público,
foi convidado a cursar pós-graduação no exterior. Foi-lhe deferido o requerimento de afastamento para
realizar esse estudo. Nesse caso,
(A) os vencimentos serão suspensos, visto que o afastamento é concedido para tratar de interesse particular.
(B) uma futura ausência do país só será possível se decorrido um ano de seu retorno.
(C) jamais lhe será concedida exoneração antes de decorrido, após o retorno, período igual ao do
afastamento.
(D) essa ausência terá prazo de até três anos, permitida uma prorrogação, por igual período.
(E) o prazo máximo de ausência não excederá a quatro anos.
XII - GABARITO

Princípios Adm. Organização Poderes Ato Licitação Contrato Servidores


Pública Adm. Adm. Adm. Adm. Públicos
1. C 1. B 1. C 1. A 1. C 1. E 1. C 1. E
2. D 2. C 2. E 2. D 2. B 2. B 2. A 2. D
3. E 3. D 3. B 3. C 3. A 3. A 3. E 3. D
4. C 4. E 4. C 4. D 4. D 4. A 4. B 4. B
5. A 5. B 5. E 5. C 5. E 5. D 5. C 5. A
6. A 6. B 6. E 6. D 6. C 6. B 6. A 6. B
7. B 7. C 7. D 7. B 7. A 7. D 7. B 7. A
8. E 8. B 8. D 8. B 8. A 8. A 8. E
9. C 9. D 9. C 9. A 9. A 9. B 9. A
10. B 10. B 10. D 10. E 10. C 10. C 10. B
11. A 11. E 11. A 11. B 11. C 11. A 11. A
12. B 12. A 12. B 12. D 12. B 12. B 12. E
13. B 13. E 13. B 13. D 13. E 13. B 13. A
14. A 14. B 14. B 14. D 14. C 14. D 14. B
15. D 15. D 15. D 15. A 15. E 15. E 15. C
16. D 16. E 16. B 16. B 16. E 16. E 16. E
17. D 17. E 17. E 17. D 17. D 17. A 17. A
18. B 18. A 18. E 18. D 18. E 18. B 18. E
19. A 19. D 19. C 19. E 19. B 19. C 19. D
20. * 20. C 20. D 20. D 20. A 20. C 20. E
21. D 21. A 21. C 21. D 21. C 21. C
22. E 22. E 22. D 22. D 22. A 22. C
23. C 23. D 23. D 23. A 23. B 23. D
24. D 24. B 24. E 24. E 24. E 24. E
25. D 25. A 25. C 25. D 25. D 25. E
26. D 26. A 26. B 26. C 26. B 26. D
27. E 27. D 27. D 27. B 27. E 27. A
28. D 28. A 28. C 28. D 28. B 28. C
29. E 29. A 29. D 29. B 29. E 29. E
30. A 30. B 30. D 30. D 30. D 30. D
31. C 31. A 31. E 31. A
32. A 32. E 32. A 32. B
33. E 33. D 33. B 33. C
34. E 34. A 34. D 34. E
35. B 35. E 35. B 35. B
36. A 36. C 36. D 36. E
37. A 37. B 37. E 37. A
38. E 38. D 38. A 38. C
39. B 39. C 39. B 39. E
40. C 40. E 40. D 40. A
41. D 41. C 41. E
42. D 42. E 42. A
43. A 43. E 43. C
44. C 44. C 44. B
45. E 45. C 45. D
46. A 46. E 46. C
47. D 47. D 47. A
48. A 48. C 48. E
49. D 49. D 49. C
50. A 50. B 50. E