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Projeto Acarembó
Avaliação e identificação da degradação e potencial de
reflorestamento da mata ciliar do Arroio Pelotas, RS.

Outubro de 2009
Sumário executivo
O Arroio Pelotas, nomeado Patrimônio Cultural do Estado, possui forte ligação com a
nossa cidade, desde o contexto histórico tradicional até diversos serviços que oferece a
população e ao meio ambiente. Entre eles o uso direto para água potável, atividades de
lazer, manutenção da biodiversidade,etc. No último verão o arroio sofreu eventos de
enchentes excepcionais produzindo grande preocupação em toda a população. Uma
resposta óbvia as causas do desastre é a ação antrópica, e a degradação das matas
ciliares aparece como fator determinante.

As matas ciliares são essenciais para o equilíbrio ambiental. A retirada da cobertura


vegetal das margens dos mananciais acarreta conseqüências negativas. Segundo a
legislação existente (Lei n.° 4.771/65), a mata ciliar é uma Área de Preservação
Permanente (APP) e deve-se manter intocada.

A Associação Pachamama de Pelotas junto com a UCPEL e outros parceiros projetam


avaliar as características gerais da mata ciliar e seu entorno em determinadas áreas do
arroio Pelotas, visando identificar zonas degradadas com necessidade de
reflorestamento.

É do interesse do projeto desenvolver um trabalho multidisciplinar. Ações projetadas


serão divididas em quatro módulos,criando equipes de trabalho abrangendo aspectos da
sócio-economia rural, da ecologia, geoprocessamento,a utilização da educação
ambiental e comunicação audiovisual como meios de engajamento e conscientização
com a comunidade rural.

Os resultados esperados são avaliar as metodologias como ferramenta na tomada de


decisões, produzir mapas multiníveis identificando áreas de degradação, áreas de
potencial de reflorestamento, engajamento e conscientização da população rural,
especialmente os moradores do entorno do arroio. A criação de um Núcleo de Educação
Ambiental na colônia e a produção de um documentário do trabalho, entre outros. A
partir do final do presente projeto, se identificarão os passos necessários para o
encaminhamento de um plano de reflorestamento.

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Introdução
O arroio Pelotas possui uma relação profunda com a sua cidade, originada na sua
tradição histórica de utilização dos diversos recursos que ele oferece. O objetivo do
projeto prevê a recuperação da capacidade de serviço do ecossistema (MA, 2005)
incorporando os conceitos ecológicos de viabilização ambiental, econômica e
sociocultural no arroio Pelotas. Para isto, pretende-se identificar as áreas com sintomas
de degradação na mata ciliar e avaliar o seu potencial de reflorestamento nas margens
de um trecho deste arroio, desde o limite entre os municípios de Canguçu e Pelotas ao
longo de aproximadamente 50 km rio abaixo, compreendendo aproximadamente dois
terços da sua extensão total. Este critério intenta evitar o levantamento da faixa de mata
ciliar em setores urbanizados e em zona de banhados, onde não caberia reflorestamento
nenhum.

Dentro das ações planificadas destaca-se a caracterização da mata ciliar utilizando o


método Avaliação Rápida de Matas Ciliares (RRA adaptado), o levantamento
socioeconômico da comunidade dentro da UC e arredores, utilizando técnicas de
Desenvolvimento Rural Sustentável (metodologia MESMIS, ver abaixo), identificação da
flora e fauna e avaliação das áreas com signos de degradação, tendo especial ênfase no
desmatamento (utilização de técnicas de levantamento GIS). Preveem-se também

Figura 1 Mapa do arroio Pelotas e seus afluentes, indicando o ponto de partida


aproximado do levantamento e seu aproximado final.
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atividades de engajamento com a comunidade, através de educação socioambiental e
difusão das atividades e resultados.

As conclusões e recomendações resultantes deste trabalho serão utilizadas como base


argumental a um futuro plano de reflorestamento da mata ciliar do arroio Pelotas,
acoplada ao plano de produção e manutenção de mudas de árvores nativas que já possui
a Associação Pachamama e parceiros.

Associação Pachamama
A associação Pachamama foi criada pela vontade e por necessidade de servirmos ao
próximo e aos demais reinos. Trabalha em prol da ampliação de consciência em relação à
sustentabilidade do Planeta, cultivando o respeito mútuo entre o ser humano e a
natureza e os seres humanos entre si, através da importância de relacionamentos
baseados no amor e no carinho.

Todos os projetos são fundamentados no despertar de uma consciência ecológica,


humanitária e espiritual, em que se busca desenvolver o sentido de unidade, desfazendo-
se do paradigma separatista onde o ser humano é apartado de um todo maior e divino.
Assim, entre seus objetivos sociais constam:

- promover a assistência social beneficente, entre outras, nas áreas da educação, saúde,
alimentação, infância, adolescência e meio ambiente;

- difundir atividades educativas, culturais, científicas que visem à formação de indivíduos


conscientes de seu papel no mundo como cidadãos e responsáveis pelo
desenvolvimento da vida planetária, no que diz respeito aos aspectos sociais,
econômicos, ecológicos e humanitários;

- estimular o desenvolvimento sustentável;

- promover o voluntariado;

- promover a ética, a paz, a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores


universais;

Projetos e ações voltados para o meio ambiente, crianças e famílias, animais e os


mananciais de água, já foram realizados ou estão em andamento, em diversos locais do
país.

Identificação do projeto
Os recentes eventos de enchentes que assolaram a comunidade da Colônia despertam
interesses para determinar as suas causas. Por conseguinte, o estudo do problema da
redução da mata ciliar por ação antrópica vem-se mostrando cada vez mais necessário

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(Venzke, et al., 2008). Esses esforços são encaminhados à produção de programas de
proteção e reflorestamento.

O presente trabalho nasce da proposta de dois estudantes de Ecologia da UCPEL,


preocupados pela falta de informação sobre o arroio Pelotas em relação aos estudos de
degradação e reflorestamento. Os dois vem trabalhando em conjunto com a Diretoria de
Projetos da Associação para pré-viabilizar essas ideias. A Associação desenvolve um
trabalho em parceria com o Projeto Terra Pura, para a produção e manutenção de mudas
de árvores nativas com a finalidade de serem usadas em programas de reflorestamento e
educação ambiental.

Muitas vezes os programas de reflorestamento carecem de estudos prévios de


identificação e priorização das áreas degradadas a replantar. A partir desta situação,
avaliou-se a importância de desenvolver um trabalho multidisciplinar no estudo dessas
áreas, intentando determinar as metodologias que sirvam como ferramentas de tomada
de decisões.

Para determinar os elementos presentes no projeto, serão realizadas tarefas de pesquisa


com entrevistas e contatos com pesquisadores e conhecedores da área, assim como a
valoração profissional da equipe de projetos da Associação Pachamama.

Arroio Pelotas – sua cultura até os


dias de hoje.
Por lei então da assembléia Provincial –
lei n: 5 , de 1835 – a vila de Rio Grande e
a vila de São Francisco de Paula foram
elevadas à condição de cidades. Para
aquela, ficou a mesma, para esta, o
nome foi alterado: passou a ser cidade
de Pelotas.

A origem do nome Pelotas se


deu através das charqueadas que
ficavam estabelecidas nas margens do
arroio. Pela produção do charque que ali
era feita, frequentemente era usada
para travessia do produto uma embarcação feita com tira de couro de boi chamada
pelota. Graças à produção do charque, Pelotas em tempos passados ganhava destaque
no cenário econômico, pois sua produção era exportada para todo o Brasil.

Além de toda história cultural que o arroio nos deixou, ele também exerce um papel
fundamental para nossa cidade e ecossistema nos tempos atuais, considerado
Patrimonio Cultural do Estado. Nos seus quase 60 km de extensão, além de sua força

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turística, é responsável aproximadamente por 30 % do abastecimento de água da nossa
cidade, e tem ao seu longo trajeto uma vasta flora e mais de 300 espécies de animais.

Matas ciliares, suas funções e proteção


As matas ciliares são extensões vegetativas que ocorrem nas margens de cursos de água
ao longo do terreno. Incluem tanto a ribanceira de um rio ou córrego, de um lago ou
represa, como também as superfícies de inundação chegando até às margens do corpo
d'água pela própria natureza do ecossistema formado pela mata ciliar.

Essas matas são essenciais para o equilíbrio ambiental. O manejo adequado do solo e a
sua conservação e recuperação possibilita manutenção da qualidade da água. A
formação ciliar ajuda a minimizar os efeitos das enchentes, pois aumenta a infiltração da
água no solo, diminuindo o escoamento superficial. Junto a isso, reduz o assoreamento
do manancial, controlando a erosão nas margens do curso d’água. Devido à formação
radicular, ela filtra possíveis resíduos de produtos químicos como agrotóxicos e
fertilizantes, serve também como abrigo e auxilia na dispersão da fauna.

A retirada da cobertura vegetal das margens dos mananciais tem conseqüências


negativas, como enchentes e precário abastecimento do lençol freático devido à pouca
infiltração no solo. O carregamento de partículas de solo devido ao escoamento
superficial pode vir a iniciar um processo de erosão e esses sedimentos carregados pela
água podem causar assoreamento do manancial. As principais causas para retirada da
mata de galeria são as instalações de plantações e de áreas de pasto para a pecuária.

Segundo a legislação existente (Lei n.° 4.771/65), a mata ciliar é uma Área de Preservação
Permanente (APP) e deve-se manter intocada. Caso esteja degradada, deve-se prever a
imediata recuperação. A lei prevê a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada
relacionada com a largura do curso d'água. A tabela 1 apresenta as dimensões das faixas
de mata ciliar em relação à largura dos rios, lagos, represas e nascentes.

Particularmente, a importância da mata ciliar responde a necessidade de estabelecer


uma conectividade das fragmentadas áreas que ainda mantêm flora e fauna de relevante
importância de conservação (Rosa et al, 2006).

Situação Largura mínima da faixa

Cursos de água com até 10m 30m em cada margem

Cursos d água de 10 a 50m de largura 50m em cada margem

Cursos d água de 50 a 200m de largura 100m em cada margem

Cursos d água de 200 a 600m de largura 200m em cada margem

Cursos d água com mais de 600m de largura 500m em cada margem

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Lagos ou reservatório em zona urbana 30m ao redor do espelho d água

Lagos ou reservatórios em zona rural (com menos de 20 ha) 50m ao redor do espelho d água

Lagos ou reservatórios em zona rural (a partir de 20 ha) 100m ao redor do espelho d água

Represas de hidroelétricas 100m ao redor do espelho d água

Nascentes (mesmo intermitentes) e olhos d água Raio de 50 m

Educação ambiental como ferramenta de conscientização ambiental


A Educação Ambiental se encontra dentro da grande área que chamamos de educação,
porém aquela se reveste de diversas faces e relações interdependentes com a práxis
educacional como um todo. O que queremos dizer com isso é que não há como preservar
e conservar o ambiente natural se não nos percebemos como seres da natureza e da
cultura.

Com isso, a Educação Ambiental abrange as três ecologias ou ecosofia, que é a ecologia
ambiental, a ecologia social e a ecologia mental. A ecologia ambiental compreende o que
chamamos pelo senso comum de ambiente natural, mais especificamente os recursos
naturais; a ecologia social é o modo como vivemos e nos relacionamos em sociedade, e a
ecologia mental o modo como pensamos e agimos na sociedade a partir dos nossos
sonhos e anseios, o que permite observarmos, muitas vezes, as nossas contradições. As
relações nas três ecologias proporcionam a reflexão de que o modelo social que estamos
vivendo não comporta o sistema ecológico de maneira sustentável e por isso não se trata
de uma crise ambiental meramente natural.

A sustentabilidade significa sustentar algo ao longo do tempo. Tem como um de seus


critérios básicos a não interferência humana acima dos limites da capacidade de suporte
da natureza. Portanto, no que corresponde ao tema deste projeto, a sustentabilidade é
ter consciência ambiental de que somos natureza e por isso devemos nos responsabilizar
pelos danos ambientais causados pelo ser humano, minimizar os impactos, e recuperar
áreas degradadas, a fim de que possamos conviver em um ambiente mais equilibrado.

Para Enrique Leff (1999), a consciência ambiental se manifesta como uma angústia da
separatividade cultural do homem da natureza e uma necessidade de reintegração para
uma convivência mais harmoniosa, mais justa e mais pacífica. A consciência Ambiental é a
busca constante de valores na forma de viver e de se relacionar com o mundo, como por
exemplo, a ciência, a cultura e a tecnologia.

Nesse sentido, o propósito da Educação Ambiental é produzir reflexões no ser humano


com parte da natureza e como este está se relacionando nela. Refletir a cultura humana
como sendo na e com a natureza permite a visão de interligação, respeito e percepção
de que as problemáticas atuais estão ocorrendo devido a essa visão desintegrada. O
planeta terra, Gaia, é um superorganismo e como qualquer organismo possui as suas

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relações de dependência entre as partes e o todo, o que garante o seu funcionamento e
equilíbrio.

Assim, a educação ambiental auxilia na percepção da consciência ambiental, que


questiona o modelo sócio-econômico atual e o seu fator de desequilíbrio, os padrões de
consumo e o componente residual, renováveis ou não, das sociedades.

A Educação Ambiental é utilizada em Unidades de Conservação (UC) como uma das


principais ferramentas para a criação de um plano de manejo. Portanto, o plano de
manejo é um instrumento de grande importância para viabilizar os propósitos das UC.
Esse é um documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de
uma unidade de conservação, estabelecem-se o seu zoneamento e as normas que devem
presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das
estruturas físicas necessárias à gestão das unidades (CHAGAS et al. 2003).

No plano de manejo, uma de suas demandas, necessita-se conhecer a comunidade do


entorno com o objetivo de verificar e analisar as carências da população, as
problemáticas locais e o impacto. Uma das metodologias utilizadas são questionários
sócio-ambientais.

Paralelamente ao levantamento das questões acima citadas, por meio da Educação


Ambiental, há a necessidade de criação de um espaço comunitário, um Núcleo de
educação ambiental (NEA), o qual tem por objetivo promover conscientização ambiental,
pertencimento, alternativas viáveis de minimização de impactos e possíveis trabalhos de
geração de renda com estratégias sustentáveis. A criação do NEA é imprescindível no que
tange a questão da preservação e conservação das UC a médio e longo prazo.

Beneficiários do projeto

Comunidade Produtores Comunidade


Prefeitura Setor Privado
Rural agropecuarios educativa

Objetivos geral e específicos, ações resultados

Objetivo geral
Avaliar as características gerais da mata ciliar e seu entorno em determinadas áreas do
arroio Pelotas, visando identificar zonas degradadas com necessidade de
reflorestamento.

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Objetivos específicos
 Conscientização da população no entorno das áreas estudadas sobre a
importância do cuidado com o meio ambiente. Com especial ênfase na mata ciliar
e os objetivos do presente estudo. Os moradores são parte essencial para a
compreensão das causas da degradação e as possíveis soluções.

 Avaliar as condições da flora, da fauna e do substrato da mata ciliar existente na


área de estudo.

 Delimitação das Áreas de Preservação segundo a legislação vigente utilizando


técnicas de geoprocessamento.

 Mapeamento das áreas preservadas com mata ciliar e as áreas degradadas.

 Examinar a qualidade da água e sua relação com a mata ciliar na zona de foco.

 Realizar um levantamento de dados, sistemático e participativo sobre a situação


sócio – econômica da população rural ao redor da área estudada.

 Quantificar e determinar espacialmente as zonas de maior potencial de


reflorestamento.

 Difundir de maneira acessível à população rural, as conclusões alcançadas pelas


pesquisas desenvolvidas.

Ações e metodologias

Módulo ecológico
1. Executar o método de Avaliação Rápida de Matas Ciliares (Riparian Rapid
Assessment, RRA segundo (Stancey, et al 2006) adaptado para as condições
locais. Esta metodologia propõe uma avaliação qualitativa de 2 a 7 indicadores em
5 categorias ecológicas: qualidade de água, geomorfologia fluvial, habitats
aquáticos, composição e estrutura vegetal e habitats terrestres. Cada uma das
variáveis são pontuadas em uma escala de 1 a 5, representando valores desde
altamente impactado a funcionalmente sano. O protocolo foi desenhado para ser
utilizado por especialistas como por interessados com devido treinamento.
O RRA será desenvolvido ao largo de 20 km de arroio em sectores de 1 km e
pontos de amostragem cada 200 metros. A equipe de trabalho realizará saídas
quinzenais amostrando em cada uma delas, aproximadamente, 2 km de arroio
durante 6 meses. Uma vez determinadas as áreas de maior relevância, volver-se-
ão a amostrar essas áreas nos restantes 2 meses.
2. Desenvolver um levantamento de dados sobre a qualidade da água através do
estudo dos Macroinvertebrados Bentônicos - Índice BMWP. Este índice ordena as
famílias de macroinvertebrados aquáticos em 9 grupos, seguindo uma gradiente

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de menor a maior tolerância dos organismos quanto à poluição orgânica. A cada
família se fez corresponder uma pontuação, que oscila de 10 a 1, sendo que as
famílias mais sensíveis à contaminação recebem as pontuações maiores,
chegando, em ordem decrescente, até 1, onde estão aquelas mais tolerantes. O
baixo curso do arroio Pelotas já foi estudado com esta metodologia (Tillmann, et
al., 2003) com resultados alentadores.
A equipe de trabalho amostrará pontos estratégicos ao longo do arroio,
paralelamente com as tarefas de RRA.
3. Coletar informação do posicionamento geográfico em cada unidade referencial de
levantamento ecológico, as quais servirão de base para a criação de um mapa de
múltipla entrada, qualitativo e quantitativo da zona em enfoque. Diversas técnicas
de levantamento GIS com base a dados provenientes do uso de GPS em cada uma
das atividades do projeto vincularão os resultados da pesquisa e sua referência
espacial. Por último, se construirá um mapa de múltipla referência indicando, por
exemplo, zonas de degradação, população de renda baixa e escolas com alto
índice de participação em programas eco-sociais. Dar-se-á especial ênfase ao uso
do Google Earth, ferramenta que cada vez mais se reconhece como indispensável
na planificação territorial e na gestão ambiental. Em relação aos aspectos
operativos, tanto os levantamentos de RRA como de BMWP serão monitorados
com GPS. Portanto, as atividades serão quinzenais durante o período de pesquisa.

Módulo de geoprocessamento
Este módulo é dedicado ao levantamento, mapeamento e quantificação da mata ciliar.
Será realizado através da construção de banco de dados georeferenciado em software
livre de geoprocessamento (SPRING 5.0). Neste banco, será importada imagem de
satélite CBERS-2B instrumento HRC, com órbita/ponto cobrindo a área de estudo. Esta
imagem possui resolução espacial de 2m, sendo assim, possível à individualização de
corpos naturais (árvores, processos erosivos, corpos fluviais, etc) superiores a tal
dimensão. Através da imagem serão delimitadas as áreas atualmente recobertas com
mata-ciliar. Posteriormente, a partir das nascentes e drenagem serão plotadas as áreas
de preservação permanente, através da técnica de buffer, de acordo com os critérios da
legislação pertinente. Com auxilio de GPS, serão plotados os pontos com amostragem e
levantamento de campo que auxiliarão na precisão dos dados. E por fim, a quantificação
das áreas preservadas e degradadas, por técnica de polígonos por overlays.

Módulo socioeconômico
Implementar a metodologia MESMIS (Astier, 2000)para a avaliação do sistema de
manejo dos produtores rurais com aceso ao arroio. O Marco para a Avaliação dos
Sistemas de Manejo Incorporando Indicadores de Sustentabilidade (MESMIS sigla em
espanhol) é uma ferramenta metodológica que permite avaliar a sustentabilidade dos
agros sistemas, concebido originalmente para ser desenvolvido junto a produtores

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campesinos latinos americanos. A partir de uma análise participativa do conceito de
sustentabilidade, trata-se de gerar uma visão multilateral ao trabalho avaliador, baseado
nos pilares ecológico, econômico e sociocultural dentro da filosofia do desenvolvimento
sustentável.

1. Realizar um levantamento de dados mediante entrevistas personalizadas e questionário


como parte integral da metodologia MESMIS. As visitas se limitarão aos produtores aos
redores da UC Parque Municipal Farroupilha. As saídas a campo serão de 2 dias por
semana durante 3 meses.
2. Produzir um pequeno documento com os resultados da pesquisa em linguagem acessível
ao morador rural. Este incluirá informação enfocada no cuidado da mata ciliar com a
estratégia de proteger por um meio ambiente melhor e cumprir com a legalidade. Este
documento se realizará no terceiro mês depois do levantamento de dados e durante 2
semanas.
3. Organização de um evento comunitário onde se compartirão experiências e unificarão
conclusões. Neste se trabalharão conceitos como desenvolvimento sustentável, a
agricultura como meio de subsistência, degradação do meio ambiente, técnicas
de agro ecologia, etc.

Módulo de educação ambiental e difusão


1. Procurar um lugar de interesse da comunidade de entorno para formação de um
Núcleo de Educação Ambiental (NEA). Espaço que permitirá reuniões periódicas
da população envolvendo oficinas, discussões sócio-ambientais, e palestras para a
busca de autonomia comunitária e coletiva. Tem como objetivo instigar os
sujeitos a serem re-construtores de sua própria comunidade e história. Além de
produzir pertencimento, esse espaço consistirá em possibilidades de pensar a
aplicação de interações de trabalho sustentáveis com o Arroio Pelotas.

2. Instigar lideranças, participação e gestão democrática para que o NEA continue


seu funcionamento mesmo após término do projeto.

3. Documentar todas as etapas do trabalho através de fotos e vídeo, com o objetivo


de criar um pequeno documentário que resuma os processos desenvolvidos
durante a pesquisa e as conclusões alcançadas. Serão necessárias 4 saídas a
campo por parte da equipe de filmagem, que captará todas as atividades
desenvolvidas na pesquisa e realizará entrevistas aos participantes. O resultante
vídeo será reproduzido no evento final do projeto.

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Tabela 1 Inter-relação objetivos, ações e resultados do projeto Acarembó.

Objetivos específicos Ações Resultados esperados

Qualitativos Quantitativos

Avaliar as condições da flora, da Executar o método de Avaliação Rápida de A metodologia implantada oferece 100 % dos pontos de referência
fauna e do substrato da mata Matas Ciliares (RRA) uma resposta funcional e efetiva para a oferecem informação significativa para
ciliar existente na área de estudo determinação das características da a caracterização da mata ciliar na área
mata ciliar de estudo
Módulo ecológico

Examinar a qualidade da água Desenvolver estudo dos Macro Invertebrados A metodologia implantada oferece 100 % dos pontos de referência
Bentônicos Índice BMWP uma resposta funcional e efetiva para a oferecem informação significativa para
determinação da qualidade da água a determinação da qualidade da água

Quantificar e determinar Coletar informação do posicionamento O mapa produzido mostrando inter- Total da área de estudo demarcada.
espacialmente as zonas com geográfico (GPS) relação dos dados de pesquisa Baseado em informação de
potencial de reflorestamento ecológica e geográfica ajuda na posicionamento geográfico
identificação de áreas degradadas e
suas possíveis causas.

Realizar um levantamento de dados mediante Os dados levantados oferecem uma 100% dos moradores ao redor da UC
entrevistas personalizadas e questionário visão amplia e completa da realidade Parque Farroupilha são entrevistados
Realizar um levantamento de dos moradores da Colônia
dados sobre a situação sócia –
Módulo socioeconômico

econômica da população rural Produzir um pequeno documento com os O folheto contém informação útil e de 100% dos moradores entrevistados
utilizando a metodologia MESMIS resultados da pesquisa em linguagem fácil acesso aos moradores recebem uma cópia do documento
acessível ao morador rural

Organização de um evento comunitário onde O evento permite a integração entre os 100% dos entrevistados na pesquisa
se compartirão experiências e unificarão moradores e entre eles e os participam do evento
conclusões pesquisadores
Conscientização da população no Criação de um NEA Emancipação e autonomia comunitária; Criar um centro de mobilização de
entorno sobre o cuidado com o espaço educativo de conscientização interessados em participar do NEA
meio ambiente. ambiental
Módulo de educação ambiental

Difundir de maneira acessível à Criar um pequeno documentário O documentário abrange de forma Todos os participantes das atividades
população rural, as conclusões integrativa a realidade da comunidade de envolvimento comunitário assistam
alcançadas em relação à preservação das matas ao documentário
ciliares

Delimitar as Áreas de Preservação Construção de banco de dados O mapa produzido referencia Toda a superfície da área de
Módulo geoprocessamento

segundo a legislação vigente georeferenciado em software livre de informação direita e indireta sob preservação permanente pertencente à
utilizando técnicas de geoprocessamento degradação que servirá como ponto de mata ciliar é delimitada.
geoprocessamento. partida dos trabalhos de campo.

Mapeamento das áreas Quantificação das áreas preservadas e O mapa final produzido conte O total da extensão da mata ciliar
preservadas com mata ciliar e as degradadas, por técnica de polígonos por informação significativa que servirá de relevada é referenciada num mapa
áreas degradadas com a overlays e posterior produção do mapa base para um plano de reflorestamento multiníveis, indicando degradação e
informação de campo produzida. multiníveis. das áreas degradadas. prioridade de reflorestamento.
Matriz de planificação
A avaliação permanente durante o transcurso do trabalho se realizará em reuniões
quinzenais com os coordenadores de cada módulo. As reuniões de trabalho gerais com
os diferentes agentes do projeto (parceiros, colaboradores, representantes dos
beneficiários, lideranças locais, representantes dos entes financiadores) se concretizarão
antes do começar as tarefas, para depois repeti-la de forma trimestral. Ao final do ano se
fará um evento de conclusão donde se discutirão todos os aspectos desenvolvidos nos
trabalhos e as vias de sustentabilidade das melhoras alcançadas.

Em cada reunião se utilizará o seguinte formato de avaliação priorizando:

 Resultados: se avaliarão si os resultados projetados nesse estagio sejam


cumpridos. Se verificarão também si os indicadores de impacto, devidamente
documentados com fotos, mapas, relatórios, são válidos.

 Conteúdo e processo: se analisarão documentos entrego por as coordenações


focando nas tendências identificáveis e no andamento do projeto com as
atividades propostas. Este análise tem por objetivo ajustar metodologias para ser
mais eficiente a pesquisa.

Objetivos específicos Indicadores de impacto Fontes de verificação Hipóteses ou Riscos

Examinar a qualidade da 100% dos pontos de Resultados do As condições meteorológicas


água e sua relação com a levantamento produzem levantamento Índice são favoráveis. Não existem
mata ciliar na zona de foco informação significativa BMWP restrições ao acesso dos
pontos de referência

Conscientização da 100% dos participantes Avaliação informal Produza-se um ambiente de


população sobre a compreendem conceitos durante as atividades engajamento e boa vontade
importância do cuidado básicos de cuidado com
com o meio ambiente o meio ambiente

Avaliar as condições da 100% dos pontos de Resultados do As condições meteorológicas


mata ciliar existente na levantamento produzem levantamento RRA são favoráveis. Não existem
área de estudo informação significativa restrições ao acesso dos
pontos de referência

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Quantificar e determinar 100% do trecho do arroio Produção do mapa de As condições meteorológicas
espacialmente as zonas estudado é mapeado zonas degradadas são favoráveis. Não existem
com potencial de com GPS e um mapa restrições ao acesso dos
reflorestamento a traves multinível e producido pontos de referência
da metodologia RRA

Difundir de maneira Todos os assistentes ao Avaliação por Os moradores da Colônia


acessível à população documentário questionário de opinião mostram interesse em assistir
rural, as conclusões compreendem conceitos aos assistentes a um documentário
alcançadas básicos sobre matas relacionado à suas vidas
ciliares, suas funciones e
importância

Realizar um levantamento de 80% dos moradores Numero de famílias Os moradores não mostram
dados, sobre a situação sócia rurais ao redor da UC cadastradas na zona preconceitos negativos em
– econômica da população Parque Farroupilha são relação a este tipo de
rural
entrevistados pesquisa

Delimitar as Áreas de 100% da extensão ou Km lineais ou Km2 Existe dados de diferente


Preservação utilizando área pode ser clasificada levantados. origem como mapas de
técnicas de com índices de satélites, informação
geoprocessamento.
degradação ambiental. secundaria de outras
pesquisas, etc., que servem
para geoprocessar a área de
trabalho

Mapeamento das áreas 100% da extensão ou Km lineais ou Km2 Se induz que os trabalhos de
preservadas com mata ciliar e área levantada a campo levantados. campo produzem toda a
as áreas degradadas com a é referenciada no mapa é informação necessaria.
informação de campo
produz informação
produzida.
relevante ao plano de
reflorestamento.

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Cronograma físico de atividades
Meses

Atividades 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Pre-avaliação a través
geomofológico

de técnicas de
geoprocessamento
Módulo

Levantamento GPS

Produção do mapa
multinivel
Modulo ecológico

Planificação e
aquisição de materiais
Avaliação Rápida de
Matas Ciliares (RRA)
Estudo de
Macroinvertebrados
BMWP
Levantamento a
campo MESMIS
socioeconômico
Modulo

Processamento de
dados

Evento comunitário
participativo

Preparação
documentário
Módulo de educação

Atividades de
ambiental

engajamento
comunitario
Criação do NEA

Evento final com


participantes

Relatório Preparação da
Final documentação final
Orçamento: recursos requeridos
Item Quantidade Valor Meses Total
Unitário
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

1. Recursos Humanos

Consultor esp. Desenvolvimento Rural 1 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 14.400
10h/semana

Consultor esp. Educação Ambiental * 1 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 14.400
10h/semana

Consultor esp. Ecología e Gestão de Vida 1 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 14.400
Silvestre 10h/semana

Estagiários 20h/semana 4 500 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 24.000

2. Material Permanente

GPS 12 canais 1 800 800 800

Radio Motorola Talkabout T9500, Par 2-Way 1 200 200 200


Vibracall

Trena 2 80 160 160

Bota pescador 4 150 600 600

Impressora 1 800 800 800

Clinômetro tipo Clinomaster 360 Brunton 1 500 500 500

3. Material de Consumo

Combustível 2400 2,6 (Maio 2009) 520 520 520 520 520 520 520 520 520 520 520 520 6.240
Material didático e de escritório 5 100 100 100 100 100 100 500

Alimentação (saídas a campo e eventos XXdiárias 10 980 980 980 1280 980 980 980 980 980 980 980 1280 12.360
comunitários)

4. Outros

Despesas honorários contador 1 2400 200 200 200 200 200 200 200 200 200 200 200 200 2.400

5. Taxa administrativa Associação Pachamama 10 % 9.176

TOTAL solicitado R$ 100.936

Orçamento: contrapartida
Item Quantidade Valor Meses Total
Unitário
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

1. Recursos Humanos

Coordenador geral 20h/semana 1 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 2.400 28.800

Secretario 5h/semama 1 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 4.800

Consultor esp. Geoprocessamento 1 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 2.880
2h/semana

Consultor esp. Ecología do Paisajem 1 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 2.880

2h/semana
Consultor advogado 2h/semana 1 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 2.880

Consultor macroinvertebrados UCPEL 1 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 2.880
2h/semana

Consultor produtores pecuários 2h/semana 1 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 240 2.880

Equipe de Filmagem 2h/semana 1 240 240 240 240 240 960

Equipe de teatro e musica para eventos Trilha 1 500 500 500 1.000
Jardim

2. Material

Carro de transporte de materiais e pessoal 1 Estimado 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 5.400
Associação Pachamama

Mini ônibus de transporte de pessoal e 1 Estimado 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 24.000
voluntários UCPEL 1200

Computador Dell XPS Intel Core2Duo, incl. 1 Estimado 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 2.700
ArcGIS 9, Google Earth Pro, Sketch-up
Associação Pachamama

Kit de campo de amostragem dos 1 500 500 500 500 500 500 500 500 500 500 500
Macroinvertebrados

Laboratório para processamento de mostras 1 Estimado 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 16.000
Macroinvertebrados UCPEL 2.000

Laboratório de geoprocessamento UCPEL 1 Estimado 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 1.500 18.000
1.500

TOTAL R$ 116.060
Sustentabilidade
Os resultados do trabalho de pesquisa servirão para determinar áreas de potencial de
reflorestamento. A partir do final do presente projeto, se identificarão os passos
necessários para o encaminhamento de um plano de reflorestamento. A Associação
Pachamama e parceiros paralelamente possuem um programa de produção e
manutenção de mudas de arvores nativas para fornecer este tipo de empreendimentos.
Todos os produtores locais que irão participar das atividades deste projeto serão
invitados a participar do programa de replantação das zonas da mata ciliar com
necessidade de recuperação. O módulo de educação ambiental visa ao envolvimento
comunitário a fim de que se possa promover a sustentabilidade local em longo prazo.
Como estratégia de futuro, Pachamama tem como objetivo colaborar na construção do
Plano de manejo da UC Parque Municipal Farroupilha, fortalecer a comunidade pela
continuidade do NEA e os potenciais postos de trabalho com estratégias de
sustentabilidade.

Plano de Avaliação
Prevêem-se diferentes atividades de avaliação durante e ao final do projeto (tabela 6). Os
critérios utilizados serão por resultado (cumprimento das metas planejadas nos objetivos
específicos no período de tempo previsto), conteúdo (tendências verificáveis por
documentos da eficácia do trabalho), processo (forma de trabalho, condução e reajustes
na metodologia) e impacto (segundo planejado na matriz de planificação).

Actividade Meses

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Reuniões
quinzenais dos
times segundo
módulos de
trabalho

Reuniões mensais
da coordenação
com parceiros e
líderes locais

Reuniões
trimestrais com
parceiros, entes
financeiros e lideres
locais

Reunião final de
fechamento do
projeto, incluindo
todos os atores no
projeto
Entidades parceiras
Secretaría de Qualidade Ambiental, Prefeitura de Pelotas, RS

Univerdidade Católica de Pelotas, UCPEL, Pelotas, RS.

Instituto Trilha Jardim, Colônia, Pelotas, RS.

Recursos humanos
Responsável Financeiro

Ana Luiza Patella, Engenheira Civil e de Segurança do Trabalho, Universidade Católica de


Pelotas/RS, engenheira civil da Prefeitura de Pelotas(1977-1981), Assessora da Gerência
de Infra-Estrutura Urbana do Projeto Especial Cidades de Porte Médio-COM/BIRD-
Subprojeto Pelotas(1981/1986), Diretora do Departamento de Planejamento
Governamental da Secretaria Municipal de Governo da Prefeitura Municipal de Pelotas –
DEPLAG(1986/1993), Auditor-Fiscal da Previdência Social –Portaria 171 de 03/06/93, Chefe
da Seção de Fiscalização da Gerência Executiva Pelotas –PT MPAS 996 de 07/02/2000,
aposentada como auditora fiscal da Previdência Social PT 175 de 28/10/03-DOU 08/12/03,
atuação como Engenheira de Segurança do trabalho, na Justiça do trabalho, atuando
como perita trabalhista, presidente da Associação Pachamama.

Responsável Técnico

Rama Bastos, Engenheiro Agrícola, Universitat Politécnica de Catalunya, Espanha,


postgraduate diploma em Gestão Ambiental pela Sheffield Hallam University, Reino
Unido. Consultoria em Sheffield Wildlife Trust (ONG ambientalista), 2008 no Reino Unido.
Consultoria em ECUS, consultora ambiental, 2007-2008 no Reino Unido. Técnico na Área
de Relações Internacionais, 2006-2007 Universitat Politécnica de Catalunya, Espanha.
Técnico executor em programas de cooperação internacional no CCD, 2004-2006
Universitat Politécnica de Catalunya, Espanha.

Equipe técnica

Pedro Vieira Bastos – graduando em ecologia da UCPEL

Pablo de Campos Ribeiro - graduando em ecologia da UCPEL

Diandra Dutra Corbelini – graduando em ciências biológicas UCPEL

Maria Cristina Treptow Marques – bióloga, mestre em educação ambiental - FURG

Mara Agripina – mestranda em educação ambiental – FURG, professora de geografia

Tomas Bretanha – advogado

21
Lucia Treptow Marques – doutora em produção animal – UFPEL, veterinária, bolsista
CNPQ

Thomas Stephenson , ecólogo, MSc Gestão de Vida Silvestre, Newcastle University, Reino
Unido.

Vinicuis Terres, graduando Bacharelado em Ecologia , Universidade Católica de Pelotas-


UCPel, RS

Referencias
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MESMIS. Mexico DF : Editorial Mundiprensa, 2000.

Chagas, A. 2003. Roteiro metodológico para a elaboração de plano de manejo para florestas
nacionais. Brasilia : IBAMA, 2003.

MA, Millennium Ecosystem Assessment. 2005. Ecosystems and Human Well-being: A


Framework for Assessment. Islandia : Island Press, 2005.

Megiato, Érica Insaurriaga, Dadalt, Anderson Martins Koester, Ednei, Garrastaz, Marilice
Cordeiro e Filippini Alba, José Maria. 2007. Aplicação do Indice RDE (Relação Declividade-
Extensão) na Bacia do Arroio Pelotas paradetecção de deformações neotectônicas. s.l. :
UFPEL, 2007.

Rosa, Clarissa, LARGUE, Cristiane, BAGER, Alex. 2006. ÁREAS DE LACUNAS E ÁREAS
PRIORITÁRIAS PARA A CONSERVAÇÃO DA MASTOFAUNA NO MUNICÍPIO DE PELOTAS.
Pelotas : UFPEL, 2006.

Stancey, Peter, et al. 2006. User's guide for the rapid assesment of the functional condition
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Tillmann, R and Silveira Vianna, E. 2003. Qualidade da água de baixo curso do arroio
Pelotas mediante bioindicadores bentônicos. Arroio Pelotas: diario de um patrimônio. 1,
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Venzke, Tiago Schuch e Costa, Maria Antonieta Décio da. 2008. DIVERSIDADE FLORÍSTICA
DE ESPECIES ARBORESCENTE EMUM TRECHO DE MATA CILIAR DE UM AFLUENTE DO ARROIO
PELOTAS, PELOTAS, RS. Pelotas : XVII Congreso de Iniciação Científica, 2008.

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