Вы находитесь на странице: 1из 62

FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MINERALOGIA Disciplina: Geotecnia Aplicada (CIV027) Prof.: Geol. MSc.
FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MINERALOGIA Disciplina: Geotecnia Aplicada (CIV027) Prof.: Geol. MSc.
FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MINERALOGIA Disciplina: Geotecnia Aplicada (CIV027) Prof.: Geol. MSc.
FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MINERALOGIA Disciplina: Geotecnia Aplicada (CIV027) Prof.: Geol. MSc.

MINERALOGIA

Disciplina: Geotecnia Aplicada (CIV027) Prof.: Geol. MSc. Fernando E. Boff

Estrutura de Apresentação

Estrutura de Apresentação  Introdução  Objetivos  Minerais  Estrutura cristalina  Origem dos
Estrutura de Apresentação  Introdução  Objetivos  Minerais  Estrutura cristalina  Origem dos

Introdução

Objetivos

Minerais

Estrutura cristalina

Origem dos minerais

Classificação sistemática.

Identificação dos minerais

Identificação macroscópica

Utilidades dos minerais

Introdução

Introdução A compreensão do planeta Terra pressupõem o conhecimento das características dos materiais em especial
Introdução A compreensão do planeta Terra pressupõem o conhecimento das características dos materiais em especial

A compreensão do planeta Terra pressupõem o conhecimento das

características dos materiais em especial aqueles que estão na porção superficial (crosta) com os quais temos maior contato.

Na superfície tanto materiais inconsolidados (tais como o solo as areias dos rios e praias) e as rochas consolidadas podem ser constituídos por minerais.

Os principais usos dos minerais incluem: ferroligas, metais preciosos, metais raros, materiais de construção, materiais para indústria química, fertilizantes, cimento, cerâmica, refratários, abrasivos, isolantes, fundentes, pigmentos, gemas, recursos energéticos (urânio), etc.

Desta maneira pode-se constatar que muitas coisas que utilizamos no dia-a-dia vêm do reino mineral.

3

Objetivos

Serão abordados nesta aula:

 

as características físicas e químicas dos principais minerais formadores de rochas, procurando-se destacar os aspectos característicos para fins de identificação e Classificação dos Minerais.

Também serão destacados alguns exemplos de usos e aplicações dos minerais.

Minerais

Minerais Os minerais são os constituíntes sólidos de todas as rochas ígneas,  

Os

minerais

são

os

constituíntes

sólidos

de

todas

as

rochas

ígneas,

     

sedimentares e metamórficas e ocorrem como cristais.

 

Um mineral pode ser definido como uma substância sólida natural,

inorgânica, que tem uma composição química definida ou uma variação

em sua composição e uma estrutura atômica regular que guarda uma

íntima relação com sua forma cristalina.

 

As características necessárias para ser um mineral são:

Ser sólido;

Ocorrer naturamente;

Ser inorgânico;

Ter composição química definida;

Possuir estrutura interna cristalina;

Gerado através de processos geológicos;

Exclui

substâncias

líquidas

(exceção

ao

gasosas;

mercúrio

em

T ambiente)

e

Exclui substâncias criadas artificialmente (como por exemplos os betões ou os diamantes artificiais).

5

Estrutura Cristalina (reticulo cristalino)

   

interno formado

 

Estrutura Cristalina é o ordenamente tridimensional pelos átomos constituintes dos minerais.

 
 

O hábito cristalino é o ordenamento dessa estrutura na forma geométrica do mineral quando a cristalização ocorre em condições ideais.

A unidade que se repete é denominada de cela unitária, que serve de base para a construção do retículo cristalino.

É importante salientar que na natureza os cristais perfeitos são raros sendo mais comum as formas irregulares.

Este fator juntamente com a composição química é que define um mineral.

 
a composição química é que define um mineral.   Arranjo espacial dos íons de Na +

Arranjo espacial dos íons de Na + e Cl - no composto NaCl (halita). Note-se o hábito cristalino na forma de cubo apresentado pelo mineral.

6

Estrutura Cristalina

Estrutura Cristalina Dois ou mais minerais podem ter a mesma composição química, mas estruturas cristalinas
Estrutura Cristalina Dois ou mais minerais podem ter a mesma composição química, mas estruturas cristalinas

Dois ou mais minerais podem ter a mesma composição química, mas

estruturas cristalinas diferentes, sendo nesse caso conhecidos como polimorfos do mesmo composto. Por exemplo, a pirita e a marcassita são ambos constituídos por sulfeto de ferro, embora sejam totalmente distintos em aspecto físico e propriedades. Similarmente, alguns minerais têm composições químicas diferentes, mas a mesma estrutura cristalina, originando isomorfos. Um exemplo é dado pela halita, um composto de sódio e cloro em tudo similar ao vulgar sal de cozinha, a galena, um sulfeto de chumbo, e a periclase, um composto de magnésio e oxigênio. Apesar de composições químicas radicalmente diferentes, todos estes minerais compartilham da mesma estrutura cristalina cúbica.

Na natureza existem 14 arranjos básicos tridimensionais de partículas (neste caso átomos ou moléculas, entenda-se), designados por redes de Bravais, agrupados em 7 sistemas de cristalização distintos, que permitem descrever todos os cristais até agora encontrados.

Sistemas Cristalinos

Sistemas cristalinos, constantes cristalográficas e simetria principal de alguns minerais

8
8

Origem dos Minerais

Está condicionada aos componetes químicos e condições físicas (temperatura e pressão) predominantes no ambiente de
Está condicionada aos componetes químicos e condições físicas
(temperatura e pressão) predominantes no ambiente de formação.
Os minerais originados no interior da Terra são diferentes daqueles
formados na sua superficie (crosta).
Na Tabela a seguir estão relacionadas as composições médias dos
principais componentes e elementos presente na crosta da Terra.
componentes e elementos presente na crosta da Terra. 9 É por isso que os silicatos são

9

É por isso que os silicatos são os principais minerais formadores das rochas

Estrutura e Composição interna da Terra

A estrutura interna é resultante da diferenciação interna devido a densidade do materiais.

interna da Terra A estrutura interna é resultante da diferenciação interna devido a densidade do materiais.
interna da Terra A estrutura interna é resultante da diferenciação interna devido a densidade do materiais.
interna da Terra A estrutura interna é resultante da diferenciação interna devido a densidade do materiais.

10

Classificação Sistemática

A classificação dos minerais é baseada na composição química, sistema de cristalização e usos.

Classes:

Elementos nativos - 20 elementos que ocorrem não combinados. Ex.: ouro (Au), enxofre (S).

Sulfetos - combinação de metais com S, maioria dos minerais metálicos. Ex.: galena(PbS), esfalerita (ZnS), pirita (FeS 2 )

Sulfatos e cromatos - combina elementos com S e O 2 . Ex.: barita (BaSO4), gipsita (CaSO 4 .2H 2 O);

Óxidos e/ou hidróxidos - combina metais c/O y ou (OH) y ; Ex.:

hematita (Fe 2 O 3 ), cassiterita (SnO 2 );

Silicatos - combina elementos com Si x . O y ;

Halóides - inclui cloretos (Cl - ), fluoretos(F - ), brometos (Br - ) e iodetos (I - ). Halita (NaCl), fluorita (CaF 2 );

Carbonatos - inclui a presença de CO 3 . calcita (CaCO 3 ), dolomita [CaMg(CO 3 ) 2 ];

Fosfatos, arseniatos e vanadatos - inclui a presença de PO 4 .apatita [Ca 5 (F,Cl,OH)(PO 4 ) 3 ]

Outros - molibdatos, tungstatos, nitratos e boratos. Scheelita (CaWO 4 )

11

Classificação Sistemática

Classificação Sistemática SILICATOS GRUPO DE MAIOR IMPORTÂNCIA: -25% dos minerais conhecidos - 40% dos minerais mais
Classificação Sistemática SILICATOS GRUPO DE MAIOR IMPORTÂNCIA: -25% dos minerais conhecidos - 40% dos minerais mais

SILICATOS

GRUPO DE MAIOR IMPORTÂNCIA:

-25% dos minerais conhecidos

- 40% dos minerais mais comuns

- 92% do volume da crosta terrestre:

minerais mais comuns - 92% do volume da crosta terrestre: ABUNDÂNCIA DOS PRINCIPAIS MINERAIS: 59,4% -

ABUNDÂNCIA DOS

PRINCIPAIS MINERAIS:

59,4% - Feldspatos;

16,8% - Anfibólios e piroxênios;

12% - Quartzo;

3,8% - Micas;

Identificação dos Minerais

Identificação dos Minerais Métodos  Macroscópicos  Microscopia ótica  Químicos 13
Identificação dos Minerais Métodos  Macroscópicos  Microscopia ótica  Químicos 13

Métodos

Macroscópicos

Microscopia ótica

Químicos

Identificação Macroscópica

Propriedades físicas dos minerais

1. Hábito

2. Transparência

3. Brilho

4. Cor

5. Traço

6. Dureza

7. Clivagem, partição e fratura

8. Tenacidade

9. Peso específico (densidade)

10. Geminação

11. Propriedades elétricas e Magnetismo

14

Hábitos

Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica
Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica

Hábito de um mineral é a aparência externa de um mineral, ou a forma característica e comum, ou a combinação de formas cristalográficas, em que o mineral se cristaliza.

Cúbico, octaédrico, dodecaédrico, romboédrico, etc. mineral caracterizado pela ocorrência frequente de cristais com as formas citadas.

Micáceo ou foliáceo (tabular ou lamelar): cristais tabulares com placas finas (lamelas) que se desprendem facilmente. Ex.:

as micas, talco, hematita especular.

Prismático ou colunar: o mineral forma prismas. Ex.:

turmalinas, rutilo, quartzo.

Fibrosos: que se quebram em prismas muito finos (fibrosos). Quando estas fibras são duras dizemos hábito acicular (igual a agulha). Ex: amianto, gipso, sillimanita.

15

Hábitos

Hábitos  Dentrítico : forma arborescente ou como um emaranhado de raízes, onde de um ramo
Hábitos  Dentrítico : forma arborescente ou como um emaranhado de raízes, onde de um ramo

Dentrítico: forma arborescente ou como um emaranhado de raízes, onde de um ramo central saem ramos secundários, os quais também se dividem em ramos menores. Ex.:

Pirolusita

Mamelonar: apresenta superfícies arredondadas (mamelões). Ex: goethita, pirolusita, hematita.

Botrioidal: Pequenas formas arredondadas e juntas como um cacho de uva.

Granular: Mineral em forma de agregados de grãos.

Reniforme:

formas

arredondadas

iguais

a

rins.

Ex:piromorfita

Estalactítico: forma de estactites. Ex: pirolusita, calcita

Maciço: Mineral compacto de forma irregular. Ex: Carnalita, hematita.

Hábitos

Hábitos
Hábitos
Hábitos

Hábitos

Hábitos Acicular Zeolita (natrolita) – Acicular, radial 18
Hábitos Acicular Zeolita (natrolita) – Acicular, radial 18

Acicular

Hábitos Acicular Zeolita (natrolita) – Acicular, radial 18

Zeolita (natrolita) Acicular, radial

18

Hábitos

Hábitos Colunar 19 Água Marinha (variedade de Berilo)
Hábitos Colunar 19 Água Marinha (variedade de Berilo)

Colunar

Hábitos Colunar 19 Água Marinha (variedade de Berilo)

19

Água Marinha (variedade de Berilo)

Hábitos

Hábitos Botrioidal e maciço Hábito Botrioidal Hábito Maciço 20
Hábitos Botrioidal e maciço Hábito Botrioidal Hábito Maciço 20

Botrioidal e maciço

Hábitos Botrioidal e maciço Hábito Botrioidal Hábito Maciço 20

Hábito Botrioidal

Hábito Maciço

Hábitos

Hábitos Maciço Magnetita - aglomerados maciços 21
Hábitos Maciço Magnetita - aglomerados maciços 21

Maciço

Hábitos Maciço Magnetita - aglomerados maciços 21

Magnetita - aglomerados maciços

Hábitos

Hábitos Botrioidal R o m a n e c h i t a Goethita botrioidal 22
Hábitos Botrioidal R o m a n e c h i t a Goethita botrioidal 22

Botrioidal

Hábitos Botrioidal R o m a n e c h i t a Goethita botrioidal 22

Romanechita

Hábitos Botrioidal R o m a n e c h i t a Goethita botrioidal 22

Goethita botrioidal

Hábitos

Hábitos Mamelonar Goethita 23
Hábitos Mamelonar Goethita 23

Mamelonar

Hábitos Mamelonar Goethita 23

Goethita

Hábitos

Hábitos Tabular Hematita Feldspato (sanidina) 24
Hábitos Tabular Hematita Feldspato (sanidina) 24

Tabular

Hábitos Tabular Hematita Feldspato (sanidina) 24

Hematita

Hábitos Tabular Hematita Feldspato (sanidina) 24

Feldspato (sanidina)

Hábitos

Hábitos Fibroso Crocidolita Wollastonita 25
Hábitos Fibroso Crocidolita Wollastonita 25

Fibroso

Hábitos Fibroso Crocidolita Wollastonita 25

Crocidolita

Hábitos Fibroso Crocidolita Wollastonita 25

Wollastonita

Hábitos

Hábitos Micáceo ou Foliáceo Minerais de moscovita Mineral de biotita 26
Hábitos Micáceo ou Foliáceo Minerais de moscovita Mineral de biotita 26

Micáceo ou Foliáceo

Hábitos Micáceo ou Foliáceo Minerais de moscovita Mineral de biotita 26
Hábitos Micáceo ou Foliáceo Minerais de moscovita Mineral de biotita 26

Minerais de moscovita

Hábitos Micáceo ou Foliáceo Minerais de moscovita Mineral de biotita 26

Mineral de biotita

Hábitos

Hábitos Prismático Quartzo 27
Hábitos Prismático Quartzo 27

Prismático

Hábitos Prismático Quartzo 27

Quartzo

Hábitos

Hábitos Granular Calcita 28
Hábitos Granular Calcita 28

Granular

Hábitos Granular Calcita 28

Calcita

Transparência

 Transparentes : minerais que não absorvem ou absorvem pouco a luz  Translúcidos :
 Transparentes : minerais que não absorvem ou absorvem pouco a luz  Translúcidos :
 Transparentes : minerais que não absorvem ou absorvem pouco a luz  Translúcidos :
 Transparentes : minerais que não absorvem ou absorvem pouco a luz  Translúcidos :

Transparentes: minerais que não absorvem ou absorvem pouco a luz Translúcidos: absorvem consideravelmente a luz (transparente quando em lâminas muito finas) Opacos: absorvem totalmente a luz (elementos nativos, óxidos e sulfetos)

muito finas)  Opacos : absorvem totalmente a luz (elementos nativos, óxidos e sulfetos) Diamante transparente

Diamante

transparente

29

Brilho

Brilho  Brilho – Trata-se da quantidade de luz refletida pela superfície de um mineral. Os
Brilho  Brilho – Trata-se da quantidade de luz refletida pela superfície de um mineral. Os

Brilho Trata-se da quantidade de luz refletida pela

superfície de um mineral. Os minerais que refletem mais de 75% da luz exibem brilho metálico.

Quanto ao brilho dividem-se os minerais em:

Brilho Metálico - Característico de determinados minerais que apresentam elevado índice de refração, como por exemplo metais nativos (ouro, prata). Têm aparência brilhante dos metais. Brilho Não Metálico - Característico dos minerais de cor clara, em geral transparentes ou translúcidos.

Brilho

Brilho brilho metálico Galena b r i l h o v í t r e o
Brilho brilho metálico Galena b r i l h o v í t r e o

brilho metálico

Brilho brilho metálico Galena b r i l h o v í t r e o

Galena

brilho vítreo

Brilho brilho metálico Galena b r i l h o v í t r e o

Topázio

Cor

Cor – A cor exibida por um mineral é o resultado da absorção seletiva da
Cor – A cor exibida por um mineral é o resultado da
absorção seletiva da luz e está relacionada com defeitos
estruturais, composição química ou impurezas no mineral.
Os principais fatores que colaboram para a absorção
seletiva são a presença de elementos químicos de
transição como Fe, Cu, Ni, V e Cr.
Pode ser muito importante, quando é típica de um
mineral, como, por exemplo, a cor amarelo-latão da pirita.
Mas no geral é variavel para um mesmo mineral. O
quartzo pode apresentar uma ampla variedade de cores,
correspondendo as variedades denominadas ametista
(lilás), citrino (amarelo-queimado), etc.

Cor

Vanadinita Pb 5 (VO 4 ) 3 Cl Azurita Cu 3 (CO 3 ) 2
Vanadinita
Pb 5 (VO 4 ) 3 Cl
Azurita
Cu 3 (CO 3 ) 2 (OH) 2
33
Cor Vanadinita Pb 5 (VO 4 ) 3 Cl Azurita Cu 3 (CO 3 ) 2

Cor

Cor Variedades de quartzo Quartzo puro incolor Quartzo róseo (Mn) Quartzo exposto à radiação - marrom

Variedades de quartzo

Quartzo puro incolor
Quartzo puro
incolor

Quartzo róseo (Mn)

de quartzo Quartzo puro incolor Quartzo róseo (Mn) Quartzo exposto à radiação - marrom Ametista (quartzo
de quartzo Quartzo puro incolor Quartzo róseo (Mn) Quartzo exposto à radiação - marrom Ametista (quartzo

Quartzo exposto à

radiação -

marrom

Ametista (quartzo roxo) íons de Fe

34

Traço

 Traço – Trata-se da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o
 Traço – Trata-se da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o

Traço Trata-se da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o

Trata-se da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou
mineral contra uma placa ou uma fragmento de porcelana de cor branca.

mineral contra uma placa ou uma fragmento de porcelana de cor branca.

mineral contra uma placa ou uma fragmento de porcelana de cor branca.
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
da cor do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma
do pó do mineral, sendo obtida riscando o mineral contra uma placa ou uma fragmento de

35

Clivagem

Clivagem Clivagem - está relacionada com o rompimento da estrutura cristalina do produzindo-se
Clivagem - está relacionada com o rompimento da estrutura cristalina do produzindo-se superfícies planas

Clivagem - está

relacionada

com

o

rompimento

da

estrutura cristalina

do

produzindo-se

superfícies planas

definidas.

paralelamente aos

mineral,

Se

planos

de

maior

coesão.

Tipos:

perfeita,

boa,

regular, indistinta.

dá mineral, Se planos de maior coesão. Tipos: perfeita, boa, regular, indistinta. 36

Clivagem

Clivagem 37
Clivagem 37
Clivagem 37
Clivagem 37
Clivagem 37
Clivagem 37

37

Fratura

Fratura : superfície de quebra do mineral,

Fratura: superfície de quebra do mineral,

independente do plano de clivagem, podendo ser do tipo

irregular (turmalina), concóide ou conchoidal (vidro,

quartzo), dentada e estilhaçada.

ilustração da clivagem e fratura dos Minerais:

(vidro, quartzo), dentada e estilhaçada. ilustração da clivagem e fratura dos Minerais: Clivagem Fratura 3 8

Clivagem

Fratura

38

Fratura

Fratura fratura conchoidal (concóide) Quartzo Obsidiana 39
Fratura fratura conchoidal (concóide) Quartzo Obsidiana 39

fratura conchoidal (concóide)

Fratura fratura conchoidal (concóide) Quartzo Obsidiana 39

Quartzo

Fratura fratura conchoidal (concóide) Quartzo Obsidiana 39

Obsidiana

Dureza

Dureza Dureza: está relacionada com a resistência que a superfície do mineral oferece ao ser riscada.
Dureza Dureza: está relacionada com a resistência que a superfície do mineral oferece ao ser riscada.

Dureza: está relacionada com a resistência que a superfície do mineral oferece ao ser riscada. É está relacionada com a resistência que a superfície do mineral oferece ao ser riscada. É definida pela Escala de Mohs. É relacionada à coesão entre os átomos. Pode não ser igual em

todas as direções é portanto uma propriedade

vetorial.

quanto mais forte as forças de união entre os átomos, mais duro o mineral. É determinada pela facilidade ou dificuldade de ser riscado por outro mineral, canivete, unha, etc.relacionada à coesão entre os átomos. Pode não ser igual em todas as direções é portanto

Dureza

Escala de Mohs

Dureza Escala de Mohs 41
Dureza Escala de Mohs 41
Dureza Escala de Mohs 41

41

Dureza

Dureza Avaliação Expedita da Dureza dos Minerais 42
Dureza Avaliação Expedita da Dureza dos Minerais 42

Avaliação Expedita da Dureza dos

Minerais

Dureza Avaliação Expedita da Dureza dos Minerais 42

Escala de Mohs

43
43

Peso Específico

Peso Específico: Também definido pela densidade : Também definido pela densidade

relativa. Exprime a relação entre o peso

e o volume

 

ocupado por um mineral em comparação com a água

destilada a 4 o C.

Os minerais, normalmente tem peso específico entre 2 e 4 g/cm 3 . quando acima de 4, são denominados de pesados. 3 . quando acima de 4, são denominados de pesados.

Densidade de alguns minerais

peso específico entre 2 e 4 g/cm 3 . quando acima de 4, são denominados de

Peso Específico

Peso Específico  Densidade relativa Cassiteria (SnO 2 ) – densidade relativa: 6,8 – 7,1 45
Peso Específico  Densidade relativa Cassiteria (SnO 2 ) – densidade relativa: 6,8 – 7,1 45

Densidade relativa

Peso Específico  Densidade relativa Cassiteria (SnO 2 ) – densidade relativa: 6,8 – 7,1 45

Cassiteria (SnO2) densidade relativa: 6,8 7,1

Propriedades Elétricas

Muitos minerais são bons condutores de eletricidade, como é o caso dos elementos nativos (Cu, Au, Ag, etc.) e outros, são classificados como semicondutores (sulfetos). Alguns minerais são classificados como magnéticos, como é o caso da magnetita e da pirrotita, pois geram um campo magnético em sua volta com intensidade variável.

Magnetita

(Fe3O4)

46
46

Composição química e principais características de alguns minerais silicáticos e não- silicáticos

47
47

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos QUARTZO – SiO 2 Propriedades Físicas - Dureza – 7 - Densidade
Descrição de alguns Silicatos QUARTZO – SiO 2 Propriedades Físicas - Dureza – 7 - Densidade

QUARTZO SiO 2

Propriedades Físicas -Dureza 7

- Densidade 2,65

- Brilho Vitreo

- Cor Variado

- Hábito prismático a maciço

- Traço Incolor -Fratura - Conchoidal

- Cor – Variado - Hábito – prismático a maciço - Traço – Incolor - Fratura

48

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos FELDSPATOS FELDSPATO ORTOCLÁSIO – K(AlSi 3 O 8 ) Propriedades Físicas -
Descrição de alguns Silicatos FELDSPATOS FELDSPATO ORTOCLÁSIO – K(AlSi 3 O 8 ) Propriedades Físicas -

FELDSPATOS

FELDSPATO ORTOCLÁSIO K(AlSi 3 O 8 )

Propriedades Físicas -Dureza 6

- Densidade 2,57

- Brilho Vitreo

- Cor Vermelho carne

- Hábito prismático

- Traço Incolor

- Clivagem - boa

– Vitreo - Cor – Vermelho carne - Hábito – prismático - Traço – Incolor -

49

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos FELDSPATOS FELDSPATO PLAGIOCLÁSIO – Na,Ca(Al 2 Si 2 O 8 ) Propriedades
Descrição de alguns Silicatos FELDSPATOS FELDSPATO PLAGIOCLÁSIO – Na,Ca(Al 2 Si 2 O 8 ) Propriedades

FELDSPATOS

FELDSPATO PLAGIOCLÁSIO Na,Ca(Al 2 Si 2 O 8 )

Propriedades Físicas -Dureza 6

- Densidade 2,62-2,76

- Brilho Vitreo

- Cor Branco e cinza

- Hábito prismático

- Traço Incolor

- Clivagem - boa

– Vitreo - Cor – Branco e cinza - Hábito – prismático - Traço – Incolor

50

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos MICAS BIOTITA – K(Mg,Fe) 3 (AlSi 3 O 1 0 )(OH) 2
Descrição de alguns Silicatos MICAS BIOTITA – K(Mg,Fe) 3 (AlSi 3 O 1 0 )(OH) 2

MICAS

BIOTITA K(Mg,Fe) 3 (AlSi 3 O 10 )(OH) 2

Propriedades Físicas

-Dureza 2,5 - 3

- Densidade 2,8 3,2

- Brilho Vitreo

- Cor Castanho- escuro a preto

- Hábito lamelar

- Traço Incolor

- Clivagem - perfeita

- Cor – Castanho- escuro a preto - Hábito – lamelar - Traço – Incolor -

51

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos MICAS MUSCOVITA – KAl 2 (AlSi 3 O 1 0 )(OH) 2
Descrição de alguns Silicatos MICAS MUSCOVITA – KAl 2 (AlSi 3 O 1 0 )(OH) 2

MICAS

MUSCOVITA KAl 2 (AlSi 3 O 10 )(OH) 2

Propriedades Físicas -Dureza 2,0 2,5

- Densidade 2,76 3,1

- Brilho Vitreo

- Cor Incolor

- Hábito lamelar

- Traço Incolor

- Clivagem - perfeita

52
52

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos TALCO TALCO – Mg 3 Si 4 O 1 0 (OH) 2
Descrição de alguns Silicatos TALCO TALCO – Mg 3 Si 4 O 1 0 (OH) 2

TALCO

TALCO Mg 3 Si 4 O 10 (OH) 2

Propriedades Físicas -Dureza 1,0

- Densidade 2,7 2,8

- Brilho gorduroso

- Cor Verde, cinza ou branco

- Hábito fibroso

- Traço branco

- Clivagem perfeita

- Untoso ao tato

cinza ou branco - Hábito – fibroso - Traço – branco - Clivagem – perfeita -

Descrição de alguns Silicatos

Descrição de alguns Silicatos ZEÓLITAS NATROLITA – Na 2 Al 2 Si 3 O 1 0
Descrição de alguns Silicatos ZEÓLITAS NATROLITA – Na 2 Al 2 Si 3 O 1 0

ZEÓLITAS

NATROLITA Na 2 Al 2 Si 3 O 10 .2H 2 O

– Na 2 Al 2 Si 3 O 1 0 .2H 2 O Cristais aciculares de

Cristais aciculares de natrolita

3 O 1 0 .2H 2 O Cristais aciculares de natrolita Cristais aciculares de mesolita Propriedades

Cristais aciculares de mesolita

Propriedades Físicas

-Dureza 3,5 a 5,5

- Densidade 2,1 a 2,3

- Brilho vitreo

- Cor incolor a branca, amarelo a vermelho

- Hábito grupos de cristais distribuidos radialmente, fibrosa, maciça, granular ou compacta

- Traço branco

- Clivagem perfeita

Óxidos

PIRITA

Óxidos PIRITA Fórmula Química - FeS 2 Propriedades – Hábito - Cúbico, octaédrico, dodecaédrico pentagonal
Óxidos PIRITA Fórmula Química - FeS 2 Propriedades – Hábito - Cúbico, octaédrico, dodecaédrico pentagonal

Fórmula Química - FeS 2

Propriedades

Hábito - Cúbico, octaédrico, dodecaédrico pentagonal

Clivagem - Muito fraco {001}

Dureza - 6,0 - 6,5

Densidade relativa - 4,95 - 5,10

Fratura - Conchoídal a irregular

Brilho Metálico

Cor - Amarelo-claro, amarelo-latão a preto

Associação - Muito variada.

Propriedades Diagnósticas - Duzera alta, brilho, forma, cor amarela.

- hidrotermais e

Ocorrência

por processos metamórficos, magmáticos,

Gerado

sedimentares ou diagenéticos em ambiente redutor.

Usos - Obtenção de ácido sulfúrico e ferro. Possui aplicação em joalherias.

Óxidos

Óxidos HEMATITA Fórmula Química – FeO 3 – Hábito - Romboédrico, tabular, granular, laminar, botroídal,
Óxidos HEMATITA Fórmula Química – FeO 3 – Hábito - Romboédrico, tabular, granular, laminar, botroídal,

HEMATITA

Fórmula Química FeO 3

Hábito - Romboédrico, tabular, granular, laminar,

botroídal, compacto, terosso

Dureza - 5,5 - 6,5

Densidade relativa - 4,9 - 5,3

Fratura - Subconchoídal a ausente

Partição - Romboédrica e basal.

Brilho - Metálico a esplêndido

Cor - Vermelho-sangue, cinza metálico a preto

Usos - Importante fonte de ferro e o principal mineral de minério da grande maioria das jazidas.

fonte de ferro e o principal mineral de minério da grande maioria das jazidas. Hematita botroídal

Hematita botroídal (preta e castanha)

Utilidade dos Minerais

A

- Cerâmica, Vidro, Esmalte

 
   

   

Argila (caolinita): tijolos, telhas, porcelanas, cerâmicas

 

Quartzo: base da manufatura do vidro

Feldspato: manufatura do vidro, vitrificação sobre a cerâmica, porcelana, telha e etc

Nefelina: manufatura do vidro

Fluorita: revestimento de esmalte

B

Fertilizantes:

Apatita e rocha fosfatada: fósforo

Silvita: potássio

Salitre do chile : nitrogênio

C

- Aparelhos Óticos e Científicos

Quartzo: osciladores de rádio, prismas, lentes especiais, fibra ótica

 

Fluorita: lentes transparentes em luz ultravioleta e no infravermelho

Gipso e micas: usadas em microscópios

Turmalina: manômetros para pressões momentâneas altas

57

Utilidade dos Minerais

D

- Refratários

 

Magnesita: revestimento de fornos

Dolomita: para revestimento de fornos

Cianita: porcelanas de alta qualidade, como as velas usadas nos motores

Grafita: cadinhos para a manufatura do aço

Talco: placas grossas para tampos de mesa de laboratórios

Cromita, zircão e argila: tijolos para revestimento de fornos

Asbestos: produtos resistentes ao calor, para fins de isolamento

Mica (moscovita): para fins de isolamento elétrico

E

- Abrasivos

Diamante: brocas perfuratrizes, corte do vidro e etc

Coríndon: esmeril

Quartzo: lixas

58

Utilidade dos Minerais

F - Minérios de Metais

   
     

Alumínio: bauxita (fabricação de chapas, tubos e peças fundidas, utensílios de cozinha, aparelhos domésticos, mobílias, tintas,

 

folhas, sais, refratários aluminosos e etc

);

Antimônio: estibnita (fabricação de ligas, fogos de artificiais, fósforos e cápsulas detonantes, vulcanização da borracha, pigmento. Usado na medicina como tártaro emético);

Chumbo: galena (principal ingrediente de muitas tintas brancas,

fabricação do vidro, brilho a cerâmica, tubos, folhas, ligas como a solda, proteção contra radiação);

Cobre: cobre nativo (fios elétricos, ligas como o latão, bronze e

prata alemã entre outros)

Cromo: cromita (metalurgia, refratários, química, liga, aço inoxidável, resistências de equipamentos elétricos, tijolos refratários, tintas, indústria farmacêutica);

Estanho: cassiterita (folha de flandres e latas para acondicionamento de alimentos);

59

Utilidade dos Minerais

Ferro: hematita (chapas, barras, folhas, vigas,

pigmentos para tintas, entre

(chapas, barras, folhas, vigas, pigmentos para tintas, entre outros);  Manganês : pirolusita (fabricação do aço,
(chapas, barras, folhas, vigas, pigmentos para tintas, entre outros);  Manganês : pirolusita (fabricação do aço,

outros);

Manganês: pirolusita (fabricação do aço, ligas, desinfetante no permanganato de

potássio, como secante nas tintas, para descorar o vidro, nas pilhas e baterias);

Mercúrio: cinábrio (termômetros, barômetros, tintas para cascos de navios);

Níquel: pentlandita (aço, ligas, molas de relógios e etc

Zinco: esfarelita (galvanização do ferro, latão, tintas, preservação da madeira, medicina);

Titânio: ilmenita (pigmentos, material de estruturas como motores, aviões e etc

Tungstênio: wolframita (ferramentas, válvulas, molas, formões, limas, filamentos de lâmpadas);

G - Gemas

diamante, coríndon (rubi-vermelho e safira-azul), berilo (esmeralda-verde, água- marinha-azul-verde, morganita-rosa, berilo dourado-amarelo), espudomênio (kunzita-rosa, hiddenita-verde), turmalina (rubelita-vermelha, esmeralda brasileira- verde, indicolita-azul escuro), espinélio (rubi espinélio-vermelho intenso), granada (vermelha), topázio (vinho, amarelo, azul, rosa), zircão (incolor), opala, turquesa (verde a azul), quartzo (cristal de rocha-incolor, ametista-púrpura a violeta, quartzo rosa, citrino-amarelo), feldspato (pedra da lua-branca leitosa, amazonita-verde)

);

,)

Bibliografia Consultada

Bibliografia Consultada • Milovsky, A,V. & kononov, O. V. Mineralogy. Mir Publishers Moscow, 320p. 1985. •
Bibliografia Consultada • Milovsky, A,V. & kononov, O. V. Mineralogy. Mir Publishers Moscow, 320p. 1985. •

Milovsky, A,V. & kononov, O. V. Mineralogy. Mir Publishers Moscow,

320p. 1985.

Schumann, W. Gemas do Mundo: traduzido por: Rui Ribeiro Franco e Mario Del Rey. 2a ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1983.

Teixeira, Wilson et al. Decifrando a Terra. Oficina de Textos. USP. São

Paulo. 568p. 2000

Skinner, B. J. & Porter, S. The Dynamic Eath. An Introduction to Physical Geology. John Wiley & Sons, Inc. 3a Edition. New York. 1995.

Machado, F.B.; Moreira, C.A.; Zanardo, A; Andre, A.C.;Godoy, A.M.; Ferreira, J. A.; Galembeck, T.; Nardy, A.J.R.; Artur, A.C.; Oliveira,

M.A.F.De. Enciclopédia Multimídia de Minerais e Atlas de Rochas. [on- line]. Disponível na Internet via WWW. URL:

http://www.rc.unesp.br/museudpm. Arquivo capturado em

de

Cap.:

2

de

200

61

Próxima Aula Formação e Classificação das Rochas 62
Próxima Aula Formação e Classificação das Rochas 62

Próxima Aula Formação e Classificação das Rochas