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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 0 Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC MANUAL DE ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS URUAÇU –

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MANUAL DE ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS
MANUAL DE ELABORAÇÃO E
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
ACADÊMICOS

URUAÇU GOIÁS

2013

By Faculdade Serra da Mesa FASEM

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2 Av. Juscelino Kubitschek, Quadra U5, Setor Sul II, CEP:www.fasem.edu.br E-mail: secretaria@fasem.edu.br Este documento é de uso exclusivo da Faculdade Serra da Mesa destinado à normatização e regulamentação da apresentação dos trabalhos acadêmicos da instituição. É permitida a cópia, reprodução e citação desde manual de apresentação de trabalhos acadêmicos desde que seja citada a fonte. Elaboração do conteúdo Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim Projeto gráfico, capa e diagramação Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim Divulgação Diretoria de Imagem e Comunicação – DIC Diretorias Prof. Ms. Rodrigo Gabriel Moisés – Diretor Geral Esp. Sr.ª Sheila Santos C. Ribeiro – Diretora acadêmica Ms. Christiane Marques Moisés Cardoso – Diretora de Imagem e Comunicação Prof. Ms. Jessé Silva de Araújo – Diretor Administrativo Financeiro Cursos da Instituição Bacharelado em Administração Curso Superior Tecnológico em Gestão da Tecnologia da Informação Bacharelado em Enfermagem Bacharelado em Farmácia Curso Superior Tecnológico em Tecnologia de Alimentos Licenciatura Plena em Educação Musical Licenciatura Plena em Filosofia Parceiros Cursos Telepresenciais Luís Flávio Gomes – LFG Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd. U-5, Setor Sul II, Uruaçu (GO) Fone: (62) 3357-7272 / Site: www.fasem.edu.br " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">

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Elaboração do conteúdo

Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim

Projeto gráfico, capa e diagramação

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Divulgação Diretoria de Imagem e Comunicação – DIC
Divulgação
Diretoria de Imagem e Comunicação – DIC

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 3 A524m Amorim, Rodrigo de Freitas. Manual de Elaboração e

A524m

Amorim, Rodrigo de Freitas. Manual de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Acadêmicos /

Rodrigo de Freitas Amorim. Uruaçu: Faculdade Serra da Mesa, 2013.

61p. : il. ; 29 cm.

Ficha catalográfica

1.Trabalhos acadêmicos. 2. Normalização de trabalhos acadêmicos. 3. O uso das citações. 4. Referências. I. Faculdade Serra da Mesa. II. Título.

CDU: 001.8

Catalogação na publicação: Sabrina Gisele S. Felix CRB 1 / 2561

SUMÁRIO

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 3 A524m Amorim, Rodrigo de Freitas. Manual de Elaboração e

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 4 1 TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS ……………………………… .. 08 1.1

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  • 1 TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS ………………………………

..

08

  • 1.1 Trabalhos de leitura e compreensão de texto ………………………… 08

    • 1.1.1 A técnica do sublinhado …………………………………………………. 09

    • 1.1.2 O esquema ou esquematização ………………………………………… 10

    • 1.1.3 O

resumo …………………………………………….………………………. 12

  • 1.1.4 O fichamento ………………………………………………………………

..

13

1.2

Trabalhos acadêmicos de produção técnica-científica ……

..

………

16

  • 1.2.1 Os relatórios ………………………………………………………………… 17

  • 1.2.2 As resenhas ………………………………………………………………… 18

  • 1.2.3 O projeto de pesquisa …………………………………………….………. 19

  • 1.2.4 A monografia, a dissertação e a tese …………………………

..

……….

20

  • 1.3 O trabalho de conclusão de curso ……………………………….……. 22

2 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS ……………………… .. 23 2.1 Parte externa – capa ……………………………………………………… .. 23
2
ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS ………………………
..
23
2.1
Parte externa – capa ………………………………………………………
..
23
2.2
Parte externa – lombada ……………………………………………
……
24
2.3
Parte interna …………………………………………………………
…….
25
2.3.1
Elementos pré-textuais …………………………………………………… 25
2.3.1.1
Folha de rosto …………………………………………………………….…
..
25
2.3.1.2
Errata ……………………………………………………………………….…. 26
2.3.1.3
Folha de aprovação …………………………………………………………. 26
  • 2.3.1.4 Dedicatória………………………………………………………………….… 27

  • 2.3.1.5 Agradecimento …………………………………………………………….…. 27

  • 2.3.1.6 Epígrafe ………………………………………………………………………. 27

  • 2.3.1.7 Resumo na língua vernácula ………………………………………………. 27

  • 2.3.1.8 Resumo em língua estrangeira ………………………………………….…. 28

  • 2.3.1.9 Lista de tabelas ……………………………………………………………… 28

  • 2.3.1.10 Lista de ilustrações ………………………………………………………

..

28

 
  • 2.3.1.11 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos …………………………………

..

28

  • 2.3.1.12 Lista de anexos e apêndices ……………………………………………

....

29

 
  • 2.3.1.13 Sumário ………………………………………………………………………. 29

2.3.1.13 Sumário ………………………………………………………………………. 29
  • 2.3.2 Elementos textuais ………………………………………………………… 29

    • 2.3.2.1 Introdução ……………………………………………………………………

..

29

  • 2.3.2.2 Desenvolvimento ……………………………………………………………. 30

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 5 2.3.2.3 Conclusão ……………………………………………………………………. 31 2.3.3 Elementos pós-textuais ……………………………………………… ...

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5

  • 2.3.2.3 Conclusão ……………………………………………………………………. 31

2.3.3

Elementos pós-textuais ………………………………………………

.......

31

  • 2.3.3.1 Referências …………………………………………………………………

..

31

  • 2.3.3.2 Glossário ……………………………………………………………………… 32

  • 2.3.3.3 Apêndice ……………………………………………………………………… 32

  • 2.3.3.4 Anexo …………………………………………………………………………. 32

    • 2.4 Formatação …………………………………………………………………. 33

      • 3 O USO DAS CITAÇÕES …………………………………………………… 34

  • 3.1 Citações indiretas ………………………………………………………

......

35

  • 3.2 Citações diretas ……………………………………………………………

..

37

  • 3.3 Citação da citação …………………………………………………………

..

39

  • 4 AS REFERÊNCIAS ………………………………………………………… 41

REFERÊNCIAS …………………………………………………………… .. 47 ANEXO A – Modelo de capa ……………………………………………… 49 ANEXO B – Modelo
REFERÊNCIAS ……………………………………………………………
..
47
ANEXO A – Modelo de capa ……………………………………………… 49
ANEXO B – Modelo de folha de rosto ……………………………………. 50
ANEXO C – Modelo de errata ……………………………………………
...
51
ANEXO D – Modelo de folha de aprovação ……………………………… 52
ANEXO E – Modelo de dedicatória ………………………………………
..
53
ANEXO F – Modelo de agradecimento …………………………………
ANEXO G – Modelo de epígrafe …………………………………………
...
54
..
55

ANEXO H Modelo de resumo para monografias, dissertações e teses …… 56 ANEXO I Modelo de resumo para artigos científicos …………………. 57

ANEXO J Modelo de lista de tabelas …………………………………

..

58

ANEXO K Modelo de lista de ilustrações ……………………………… 59

ANEXO L Modelo de lista de abreviaturas e siglas …………………… 60

ANEXO M Modelo de sumário …………………………………………

..

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC APRESENTAÇÃO 6 A Faculdade Serra da Mesa (FASEM) vem se

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APRESENTAÇÃO

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A Faculdade Serra da Mesa (FASEM) vem se consolidando na região norte de Goiás, como Instituição de Ensino Superior (IES) voltada para uma formação empreendedora, cidadã e com forte ênfase na responsabilidade social e ambiental. Assim, no presente vem se destacando como instituição de ensino sólida e diferenciada, cujo futuro se revela promissor diante dos compromissos e valores assumidos com a sociedade. No âmbito acadêmico, a instituição tem crescido com a consolidação de seus cursos pioneiros, Administração e Gestão em Tecnologia da Informação, e a oferta de novos cursos, Enfermagem, Farmácia e Tecnologia de Alimentos. Porém, seu crescimento não para: iniciaram-se os cursos de licenciatura em Filosofia e Música, que são um marco para a formação de professores. Este crescimento, associado à necessidade de organizar melhor os processos de ensino e aprendizagem que garantam a qualidade da formação dos acadêmicos, trás consigo a exigência de se trabalhar a área da construção do conhecimento através da elaboração de trabalhos acadêmicos que sejam produzidos conforme o espírito científico, a partir da investigação criteriosa e crítica dos problemas e, conforme as normas técnicas próprias do trabalho científico, normatizadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Deste modo, com o objetivo de padronizar em um único documento normas para produção e apresentação de trabalhos acadêmicos e suprimir esta lacuna que ainda existe no interior da instituição, é que apresentamos este Manual de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Acadêmicos, que deverá ser utilizado como documento norteador da produção científica a ser utilizado pelo corpo docente e discente da instituição. Para elaboração deste manual foram consultados diversos livros de metodologia da pesquisa científica, documentos eletrônicos de importantes instituições de ensino superior espalhadas pelo Brasil e todas as normas específicas da ABNT que tratam da informação e documentação relacionadas à produção de trabalhos acadêmicos e científicos. Portanto, o objetivo deste manual é que a produção acadêmica e científica local seja lapidada com o uso padrão das normas e exigências para produção de trabalhos acadêmicos.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 7 A partir de agora, todos, professores e alunos, poderão

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A partir de agora, todos, professores e alunos, poderão se orientar melhor quando solicitar a produção de um trabalho acadêmico. Esperamos, assim, que este documento seja uma ferramenta valorosa para direcionar todas as produções acadêmicas, desde as graduações até as pós-graduações, lembrando que não é o simples fato de formatar um trabalho segundo as normas que determina sua qualidade, mas sobretudo, a dedicação incansável do acadêmico/pesquisador em buscar o conhecimento através da investigação séria que lê, analisa, sintetiza, critica, escreve e reescreve, até alcançar o produto final o trabalho acadêmico! A todos, bons trabalhos!

Prof. Esp. Rodrigo de Freitas Amorim Faculdade Serra da Mesa FASEM

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 8 1 TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS E xistem variados tipos

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TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS

E xistem variados tipos de trabalhos acadêmicos, cada um com objetivos diferentes. Apesar desta variedade, todos tem como

finalidade colaborar com o crescimento acadêmico e intelectual do estudante do ensino superior, conduzindo-o à leitura
finalidade colaborar com o crescimento acadêmico e intelectual do
estudante do ensino superior, conduzindo-o à leitura de textos filosóficos, técnicos e
científicos, à investigação, reflexão e à produção intelectual no campo das ciências.

1.1 Trabalhos de leitura e compreensão de textos

A leitura e compreensão dos textos de caráter filosófico, técnico e científico constituem o primeiro grande desafio aos estudantes do ensino superior, que no ensino médio estão mais acostumados às leituras da literatura brasileira e textos informativos da atualidade (SEVERINO, 2002). Compreender as novas teorias relacionadas a uma área específica do conhecimento científico não é tarefa fácil, exigindo certo nível de abstração e disciplina mental que nem sempre se obtém no ensino médio. Nesta categoria da leitura e compreensão de textos estão certas atividades de estudo que são denominadas de trabalhos ou atividades acadêmicos, como: a técnica do sublinhado, a elaboração de esquemas ou esquematização, as sínteses e os resumos, dentre outros.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 1.1.1 A técnica do sublinhado 9 Sublinhar significa “marcar com

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1.1.1 A técnica do sublinhado

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Sublinhar significa “marcar com um traço” sob o texto. É preciso

compreender que um texto é formado de elementos primários e secundários. Os elementos primários são as ideias centrais, as teorias e conceitos que são afirmados pelos autores dos textos científicos em forma de postulados e afirmações. Geralmente, estas afirmações são bastante conceituais e abstratas. Então, os elementos secundários constituem explicações adicionais às ideias centrais que tem como objetivo esclarecer a teoria defendida. Neste momento, os autores utilizam-se de citações de outros autores, relatam fatos históricos e do cotidiano e, mesmo, exemplos para elucidar a ideia central. Sublinhar, como técnica de estudo acadêmico, significa identificar as ideias centrais e marcá-las, distinguindo-as das secundárias. Este exercício parece bastante elementar, mas é fundamental para compreensão correta de um texto acadêmico evitando-se, assim, os desvios e traições às ideias dos autores. 1 É preciso se certificar da ideia central e, só assim, sublinha-la. Caso o estudante continue em dúvida, deve reler o texto até estar convencido de que encontrou a ideia principal. Por exemplo, observe o seguinte trecho extraído do livro “Como elaborar projetos de pesquisa, do autor Antônio Carlos Gil. O estudante poderá lê-lo e fazer alguns sublinhados, como segue:

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A pesquisa bibliográfica inicia-se com a escolha de um tema. É uma tarefa considerada fácil, porque qualquer ciência apresenta grande número de temas potenciais para pesquisa. No entanto, a escolha de um tema que de fato possibilite a realização de uma pesquisa bibliográfica requer bastante energia e habilidade do pesquisador.

É muito comum

a

situação

de

estudantes

que

se sentem

completamente desorientados ao serem solicitados a escolher o

tema de sua monografia de conclusão de curso ou dissertação de

mestrado. É claro que

o

papel

do

orientador

nesta etapa é

fundamental importância. Com base em sua experiência, ele é capaz de sugerir temas de pesquisa e indicar leituras que auxiliem o aluno no desenvolvimento dos primeiros passos. Além disso, é capaz de

1 Paulo Freire em seu texto, “Considerações em torno do ato de estudar”, afirma que quando o leitor não compreende corretamente um texto ele pode incorrer no erro de trair o autor do texto. Esta traição pode levar a afirmações falsas sobre as ideias de um autor e mesmo de uma teoria. Então, é preciso se instrumentalizar, buscando uma compreensão sólida e aprofundada do texto. (FREIRE,

1982).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 10 advertir quanto às dificuldades que poderão decorrer da escolha

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10

advertir quanto às dificuldades que poderão decorrer da escolha de determinados temas. No entanto, por mais capacitado que seja o orientador, o papel mais importante nesta etapa do trabalho, assim como nas demais, é desempenhado pelo próprio estudante. (GIL, 2010, p. 45-46, grifo nosso)

Observe que os grifos ou sublinhados acima não são do autor do livro, mas do leitor que buscou selecionar o que é mais importante no texto. Estas seleções devem focar as ideias centrais e deixar de lado ideias secundárias. As ideias centrais são os conceitos ou fatos mais importantes, são o núcleo do raciocínio do autor. Portanto, ao identificá-las o leitor atento deverá sublinhá-las.

1.1.2 O esquema ou esquematização

O esquema ou esquematização consiste na identificação da estrutura lógica de um texto. Todo texto acadêmico é escrito a partir de ideias centrais que se desdobram em argumentos cuja finalidade é comprovar o raciocínio e a tese defendida pelo estudioso. Esta forma de escrever exige um raciocínio lógico, além de coesão e coerência textuais. Depois de identificar as ideias centrais pela técnica do sublinhado, o estudante já pode esquematizar o texto. Isso significa apresentar de forma sintética o raciocínio lógico do autor. Isso pode ser feito utilizando-se tópicos e subtópicos com numeração progressiva ou marcadores; pode-se também utilizar diagramas com setas e caixas explicativas; os famosos mapas conceituais são um bom exemplo de esquematização 2 ; enfim, não existe uma única regra, o importante é que o estudante desenvolva seu próprio jeito de compreender e esquematizar textos. Por exemplo, tomemos novamente um fragmento de texto do autor Antônio Carlos Gil, como segue:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 10 advertir quanto às dificuldades que poderão decorrer da escolha

Escolha do tema

A pesquisa bibliográfica inicia-se com a escolha de um tema. É uma tarefa considerada fácil, porque qualquer ciência apresenta grande número de temas potenciais para pesquisa. No entanto, a escolha de

2 “De uma maneira ampla, mapas conceituais são apenas diagramas que indicam relações entre conceitos. Mais especificamente, podem ser interpretados como diagramas hierárquicos que procuram refletir a organização conceitual de um corpo de conhecimento ou de parte dele. Ou seja, sua existência deriva da estrutura conceitual de um conhecimento.” (MOREIRA, 2006, p. 9)

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 11 um tema que de fato possibilite a realização de

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11

um tema que de fato possibilite a realização de uma pesquisa bibliográfica requer bastante energia e habilidade do pesquisador.

É muito comum

a

situação

de

estudantes

que

se sentem

completamente desorientados ao serem solicitados a escolher o

tema de sua monografia de conclusão de curso ou dissertação de

mestrado. É claro que

o

papel

do

orientador

nesta etapa é

fundamental importância. Com base em sua experiência, ele é capaz de sugerir temas de pesquisa e indicar leituras que auxiliem o aluno no desenvolvimento dos primeiros passos. Além disso, é capaz de advertir quanto às dificuldades que poderão decorrer da escolha de determinados temas. No entanto, por mais capacitado que seja o orientador, o papel mais importante nesta etapa do trabalho, assim como nas demais, é desempenhado pelo próprio estudante.

Primeiramente, deve-se considerar que a escolha de um tema deve estar relacionada tanto quanto for possível com o interesse do estudante. Muitas das dificuldades que aparecem neste momento decorrem simplesmente do fato de não apresentarem interesse pelo aprofundamento em qualquer dos temas com que o estudante teve contato ao longo do curso de graduação ou mesmo de pós- graduação. Para escolher adequadamente um tema, é necessário ter refletido sobre diferentes temas. Assim, algumas perguntas poderão auxiliar nessa escolha, tais como: Quais os campos de sua especialidade que mais lhe interessam? Quais os temas que mais o instigam? De tudo o que você tem estudado, o que lhe dá mais vontade de se aprofundar e pesquisar?

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 11 um tema que de fato possibilite a realização de

Não basta, no entanto, o interesse pelo assunto. É necessário também dispor de bons conhecimentos na área de estudo para que as etapas posteriores da monografia ou dissertação possam ser adequadamente desenvolvidas. Quem conhece pouco dificilmente faz escolhas adequadas. Isso significa que o aluno só poderá escolher um tema a respeito do qual já leu ou estudou. (GIL, 2010, p. 45-46, grifo nosso)

A partir do sublinhado feito pelo leitor, pode-se fazer o esquema do texto. Veja abaixo como ficaria um esquema utilizando-se marcadores para destacar os tópicos e as relações hierárquicas dos conceitos entre si:

Escolha do tema Inicia-se com uma pesquisa bibliográfica o Requer energia e habilidade do pesquisador O papel do orientador o Sugerir temas de pesquisa o Indicar leituras o Advertir quanto às dificuldades O papel do estudante o Buscar um tema de acordo com seus interesses o Refletir sobre temas diferentes

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 12 o Fazer perguntas o Dispor de bons conhecimentos na

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12

o Fazer perguntas o Dispor de bons conhecimentos na área de estudo

Este esqueleto acima é o esquema ou esquematização do texto. A partir de um esquema pode-se, por exemplo, redigir o resumo do texto. Não é preciso copiar os trechos sublinhados literalmente. Pode-se simplesmente explicar com as próprias palavras, a partir do esquema, as ideias centrais do autor do texto.

1.1.3 O resumo

O trabalho de resumir é um ótimo exercício de análise e síntese. O estudante precisa ler com compreensão, encontrar as ideias centrais do texto, de

preferência usando a técnica do sublinhado e, então, redigir sinteticamente os conceitos fundamentais sem fugir da estruturação lógica do autor, isto é, manter a fidelidade das ideias do autor não afirmando aquilo que ele não diz.

Segundo a ABNT NBR 6028 (2003), um resumo é a “apresentação concisa

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dos pontos relevantes de um documento”, podendo ser crítico, indicativo ou informativo. O resumo crítico é redigido por especialistas que emitem uma visão crítica sobre determinado documento, geralmente denominado de resenha. No resumo indicativo, faz-se apenas a indicação dos pontos principais do texto, sem a preocupação com a apresentação de informações qualitativas ou quantitativas. O resumo informativo, por sua vez, vai além do indicativo, pois se preocupa em informar as finalidades, a metodologia, os resultados e as conclusões de um determinado texto, podendo até dispensar consultas ao texto original. É importante salientar que, o resumo, não é cópia! Muitos estudantes

copiam trechos dos textos estudados acreditando que estão fazendo um resumo. O resumo é uma construção pessoal, precisa ser o resultado de uma análise e síntese produzida pelo próprio estudante. De acordo com Leda Miranda Huhne (1995), um resumo precisa manter fidelidade às ideias originais do autor, apresentar o plano lógico ou a estrutura redacional do texto, demonstrar capacidade de síntese ao apresentar os conceitos fundamentais e ter um cunho pessoal que evidencie o esforço do estudante.

Vamos tomar o texto acima, “Escolha do tema”, de Antônio Carlos Gil, e

fazer um resumo, como segue:

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 13 Para se escolher um tema deve-se começar com a

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13

Para se escolher um tema deve-se começar com a pesquisa bibliográfica. Trabalho relativamente fácil, mas que exige esforços e habilidades do pesquisador. O orientador pode auxiliar com a sugestão de temas de pesquisa, indicação de leituras, além de advertir quanto às possíveis dificuldades relacionadas aos temas. Porém, é do estudante a maior responsabilidade, devendo buscar entre vários temas aquele que seja do seu interesse. Contudo, só interesse não basta é preciso também ter bons conhecimentos prévios na área de estudo.

Observe que o resumo sintetizou as ideias principais do texto, de forma clara, concisa e coerente, não fugindo do raciocínio original do autor. Através de exercícios como esse, o estudante vai de apropriando das teorias e conceitos fundamentais de sua área de conhecimento. Portanto, mãos à obra! Aproveite para se exercitar resumindo os textos mais importantes das disciplinas de seu curso.

1.1.4 O fichamento
1.1.4 O fichamento

O fichamento é um tipo de trabalho ou atividade acadêmico que pode ser denominado de apoio. Ele serve como apoio para a realização de trabalhos acadêmicos mais complexos como o artigo científico, a monografia, o relatório técnico-científico, etc., que exigirão do estudante não só a simples compreensão do texto, mas, sobretudo, a capacidade de articular e relacionar suas ideias às teorias e conceitos científicos defendidos pelos teóricos de sua área de conhecimento. O fichamento deve ser explorado pelo estudante desde o início do curso superior. Leituras importantes e textos clássicos de sua área de conhecimento devem ser lidos e fichados para melhor compreensão do assunto e fixação das ideias, de forma que, quando solicitado para escrever um trabalho, em que seja importante o uso das teorias, o estudante está apto a fazê-lo sem grandes dificuldades, pois já possui um conjunto de leituras arquivas em forma de fichamento.

Mas, o que é o fichamento? Ele provém do verbo “fichar”, que significa “registrar” e do substantivo “ficha”, que identifica o objeto no qual era feito no passado, em fichas de papel com pauta em que o estudante “fichava”, “registrava” as principais ideias de um determinado texto, além de fazer cópias literais de trechos

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importantes chamados de citações. Com o uso destas antigas fichas, o estudante reunia todas as informações necessárias sobre a bibliografia, tais como: referência, resumos, citações, além de anotar seus comentários pessoais e ideias, que poderiam servir de apoio à escrita de outros trabalhos. Atualmente, com a popularização dos computadores pessoais e dos editores de texto eletrônicos (Word, Writter etc.), os fichamentos podem ser feitos eletronicamente, o que facilitará na hora de redigir um trabalho acadêmico, pois com as informações já coletadas e registradas eletronicamente, fica mais fácil produzir novos trabalhos, especialmente na hora de copiar as citações, bastando um ctrl-c e um ctrl-v. Mas, como fazer um fichamento? No modelo manual, feito à mão, pode-se usar a antiga ficha (figura 1) para elaborar o fichamento. Na parte superior da ficha deve-se colocar a referência bibliográfica ou o tema que vai ser fichado. No corpo da ficha, deve-se registrar as principais ideias do texto por meio de breves resumos e citações, tendo o cuidado de marcar o número da página em que se encontra as citações.

Figura 1 – Ficha pautada para fichamento
Figura 1 – Ficha pautada para fichamento

Fonte: http://comofas.com/como-fazer-fichamento/

Estas fichas podem ser arquivadas em fichários em ordem alfabética e, com o tempo, se transformam em um verdadeiro itinerário científico para o estudante, uma espécie de biblioteca de fichas contendo os registros de livros e temas estudados no decorrer de sua vida acadêmica. Conseguiu perceber a importância desta ferramenta na hora de produzir o seu TCC?!

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 15 No caso do fichamento eletrônico, pode-se inserir uma tabela

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No caso do fichamento eletrônico, pode-se inserir uma tabela simples (figura 2) no documento em branco e separar as informações com as linhas da própria tabela. A estrutura é a mesma do modelo manual. A diferença é que o formato eletrônico permite uma série de funcionalidades, especialmente de formatação e tamanho da ficha, que o formato manual não possui. Geralmente, pode-se usar uma linha vertical recuada a 3cm da margem esquerda para separar as categorias contidas no fichamento resumo, citações, comentário ou ideias (HUHNE, 1995), o que facilitará a busca da informação quando necessário. Abaixo, apresentamos um modelo de tabela eletrônica 3 :

Figura 2 Tabela para fichamento no modelo eletrônico

Referência ou Tema Resumo Citações Comentário Ideia
Referência ou Tema
Resumo
Citações
Comentário
Ideia

Fonte: (próprio autor)

Antes de terminar, é bom lembrar que o fichamento pode ter várias formas. As duas categorias básicas de um fichamento são denominadas de: bibliográfico e temático ou de conteúdo. O fichamento bibliográfico é aquele que ficha, registra, as informações de um único texto (livro, capítulo etc.), por isso, no topo da ficha deve ser indicada a referência do texto de acordo com as normas da ABNT para referências (NBR 6023:2002). O fichamento temático ou de conteúdo é aquele

3 Para usar este recurso no Microsoft Word 2010, siga as seguintes orientações: 1º) localize a barra

de menus na parte superior da tela; 2º) selecione a opção “Inserir”; 3º) selecione a opção “tabela”; 4º)

marque a tabela no tamanho 2x2 (duas linhas e duas colunas); 5º) clique com o botão esquerdo do mouse assim que estiver tabela 2x2.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 16 que ficha, registra, as ideias centrais sobre um determinadohttp://bdtd.ibict.br/ ) , que vem indexando e disponibilizando material para consulta em parceira com as universidades. O site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) disponibiliza diversos banners de periódicos eletrônicos científicos confiáveis (Vide: http://www.capes.gov.br/ ) . Quanto à famosa enciclopédia digital livre a Wikipédia, deve-se observar que esta tem um valor informacional, porém não deve ser base para pesquisas acadêmicas e científicas, visto que por ser de livre autoria não existe uma avaliação oficial rigorosa sobre as informações que são ali disponibilizadas. Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd. U-5, Setor Sul II, Uruaçu (GO) Fone: (62) 3357-7272 / Site: www.fasem.edu.br " id="pdf-obj-16-2" src="pdf-obj-16-2.jpg">

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que ficha, registra, as ideias centrais sobre um determinado tema utilizando vários autores (livros, capítulos etc.). Em outras palavras, no fichamento bibliográfico utiliza-se um único texto para fichar as várias ideias do autor e, no temático, utilizam- se vários autores para fichar suas ideias sobre um único tema.

1.2 Trabalhos acadêmicos de produção técnica-científica

Os trabalhos acadêmicos de produção técnica-científica são produções intelectuais que exigem do estudante a compreensão das teorias, fatos e fenômenos estudados, bem como o domínio das regras de registro científico, procedimentos para coleta de dados, métodos de pesquisa e normas de produção e formatação de textos.

Tais trabalhos se constituem como uma fase posterior aos trabalhos de leitura e compreensão de textos. Nestes, o estudante aprende a analisar as teorias de sua área do conhecimento por meio de revisões bibliográficas, que consistem na busca das informações através dos livros e, também, da Internet, em sítios especializados como os bancos de teses e dissertações das Instituições de Ensino Superior. 4 Por sua vez, os trabalhos acadêmicos de produção técnica-científica exigem uma síntese pessoal das teorias e, por conseguinte, sua discussão e argumentação por meio da produção de textos dissertativos e explicativos. Dada esta característica, tais trabalhos são uma ótima oportunidade para o estudante amadurecer sua capacidade intelectual e acadêmica. São exemplos de trabalhos acadêmicos de produção técnica-científica: os relatórios (de eventos, de atividades laboratoriais, de estágio etc.), as resenhas críticas, os projetos de pesquisa, as monografias, os artigos científicos, as dissertações, as teses dentre outros. Para matéria deste manual, segue abaixo uma descrição dos trabalhos mais correntes no meio universitário.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 16 que ficha, registra, as ideias centrais sobre um determinadohttp://bdtd.ibict.br/ ) , que vem indexando e disponibilizando material para consulta em parceira com as universidades. O site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) disponibiliza diversos banners de periódicos eletrônicos científicos confiáveis (Vide: http://www.capes.gov.br/ ) . Quanto à famosa enciclopédia digital livre a Wikipédia, deve-se observar que esta tem um valor informacional, porém não deve ser base para pesquisas acadêmicas e científicas, visto que por ser de livre autoria não existe uma avaliação oficial rigorosa sobre as informações que são ali disponibilizadas. Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd. U-5, Setor Sul II, Uruaçu (GO) Fone: (62) 3357-7272 / Site: www.fasem.edu.br " id="pdf-obj-16-18" src="pdf-obj-16-18.jpg">

4 Para consultas online de textos acadêmicos e científicos, tais como teses e dissertações dos programas de pós-graduação strictu sensu, pode-se pesquisar nos sites das próprias IES, bem como na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (Vide: http://bdtd.ibict.br/), que vem indexando e disponibilizando material para consulta em parceira com as universidades. O site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) disponibiliza diversos banners de periódicos eletrônicos científicos confiáveis (Vide: http://www.capes.gov.br/). Quanto à famosa enciclopédia digital livre a Wikipédia, deve-se observar que esta tem um valor informacional, porém não deve ser base para pesquisas acadêmicas e científicas, visto que por ser de livre autoria não existe uma avaliação oficial rigorosa sobre as informações que são ali disponibilizadas.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 1.2.1 Os relatórios 17 Os relatórios são trabalhos acadêmicos comuns

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1.2.1 Os relatórios

17

Os relatórios são trabalhos acadêmicos comuns à realidade dos estudantes do ensino superior. A ideia básica de um relatório é o registro fidedigno dos fatos e acontecimentos ocorridos em um determinado espaço acadêmico, que pode ser um evento como um seminário ou congresso, ou uma aula prática de laboratório, bem como as atividades próprias do estágio curricular supervisionado. Cada uma destes espaços possui características próprias e objetivos específicos, que deverão ser considerados na elaboração do relatório. Isso implica dizer que, os relatórios apresentam conteúdos e estruturas diferentes de acordo com a complexidade do evento ou fato a ser registrado. De forma geral, todo relatório deverá conter uma parte introdutória contendo a exposição objetiva do evento ou fato observado, com as seguintes informações: nome do evento, local, data, horário de início e término, responsáveis pela realização, instituição, participantes, dentre outros que se julgar relevante para que o leitor entenda do que se trata; o desenvolvimento deverá expor de forma objetiva, lógica e ordenada, os principais fatos ocorridos, geralmente segundo uma ordem cronológica. Neste momento, o que se pede é a descrição do ocorrido. Por exemplo, no caso de uma aula prática de laboratório, deverá ser informado o experimento, seus objetivos, os métodos e materiais utilizados e os resultados apresentados; a conclusão do relatório deve registrar comentários de cunho pessoal, em que o estudante informa ao leitor as contribuições colhidas da participação no evento bem como tece discussões sobre os resultados encontrados. Uma dica importante é observar os requisitos e critérios estabelecidos pelos professores quando solicitam relatórios. Peça ao professor para explicar o tipo de relatório que ele deseja receber e se há uma estrutura específica a ser apresentada. Se ele deixar a redação do trabalho livre, então, deve-se seguir as orientações acima descritas. Veja a opinião de Mendonça, Rocha e Nunes (2013, p. 66-67):

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 1.2.1 Os relatórios 17 Os relatórios são trabalhos acadêmicos comuns

Geralmente, os professores elaboram roteiros de participação do aluno em atividades das quais se espera que o aluno apresente um relatório. Nesse caso, o relatório deve contemplar as solicitações pré- estabelecidas no roteiro. Não havendo roteiro prévio, o relatório deve conter apenas os pontos mais significativos.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 18 Não nos ateremos neste manual em descrever as diversas

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Não nos ateremos neste manual em descrever as diversas possibilidades existentes, por isso, o diálogo com o professor é o melhor caminho para dirimirem-se as dúvidas.

1.2.2 As resenhas

Em geral, resenhar significa resumir ou sintetizar uma obra (livro, filme, artigo etc.) com o objetivo de simplesmente informar o leitor sobre os pontos principais da obra e/ou fazer uma apreciação crítica da mesma. No caso da simples informação, a resenha se aproxima do resumo informativo. Sendo assim, o resenhista tem apenas o objetivo de apresentar as teses centrais, seus desdobramentos e resultados para que o leitor tenha uma visão sucinta e geral da obra. Este tipo de resenha é denominada resenha descritiva. No caso da apreciação crítica (também denominada de recensão crítica), a resenha tem como objetivo informar e opinar sobre a obra. Além da apresentação dos elementos essenciais informativos o resenhista busca tecer uma série de críticas que apontam para aspectos positivos e negativos da obra, extraídos de análises internas da obra por meio da identificação de lacunas, contradições ou incoerências teóricas e textuais. Pode-se também utilizar outras bibliografias para auxiliar na elaboração da crítica. Este tipo é denominada resenha crítica. Quanto à apresentação da resenha, é fundamental que se contemple os seguintes elementos textuais:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 18 Não nos ateremos neste manual em descrever as diversas

Título da resenha;

Referência bibliográfica da obra;

Dados biográficos do autor da obra;

Resumo ou síntese do conteúdo com foco nas teses centrais;

Apreciação crítica da obra;

Indicação da obra, referindo-se a que público ela se destina.

Com relação ao título, o resenhista deve criar um título próprio para sua resenha que identifique seu trabalho. Por exemplo, imaginemos uma resenha do livro “Metodologia do Trabalho Científico”, de Antônio Joaquim Severino. Ela poderia

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 19 ter o título “Princípios de Estudos acadêmicos: como estudar

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ter o título “Princípios de Estudos acadêmicos: como estudar e elaborar trabalhos

acadêmicos na universidade”, ou “Métodos e procedimentos de trabalhos acadêmicos: uma iniciação ao estudo da metodologia científica”. Vejam que, o título é uma criação pessoal do resenhista, que tanto aponta para a ideia principal da obra resenhada como para sua visão interpretativa.

1.2.3 O projeto de pesquisa

O projeto de pesquisa é um trabalho de planejamento da pesquisa científica. É importante lembrar que o processo de produção do conhecimento científico se dá por meio de esforços e trabalhos de desenvolvimento da própria ciência. Este desenvolvimento está estruturado em três fases básicas: o planejamento, a execução e a avaliação da pesquisa (MENDONÇA, 2003). Na fase de planejamento, deve-se elaborar um projeto de pesquisa que definirá o tema que será pesquisado, sua delimitação e o problema que motivou o estudo do assunto. Em torno deste problema objeto da pesquisa, o projeto deve também apresentar os objetivos (geral e específicos), uma justificativa, o referencial teórico e a metodologia para realização da pesquisa. Por fim, a duração da pesquisa e os recursos necessários para sua execução devem ser expressos em forma de um cronograma de atividades e de um orçamento. A fase da execução da pesquisa consiste na implementação prática do que foi planejado e expresso no projeto de pesquisa, o que implicará na coleta de dados por meio de procedimentos como levantamentos, aplicação de questionários, realização de entrevistas, observações sistemáticas, estudos de casos, etc. Com os dados coletados, o pesquisador passará à sua análise para identificação dos resultados da pesquisa, que serão posteriormente redigidos em forma de um relatório científico. 5 Por fim, a fase da avaliação da pesquisa é a última do processo de produção do conhecimento científico. Ela será realizada por bancas

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 19 ter o título “Princípios de Estudos acadêmicos: como estudar

5 Toda pesquisa científica só é concluída quando se redigi os seus resultados em forma de relatórios científicos. Tais relatórios científicos podem ser elaborados em diversos formatos dependendo-se dos objetivos da pesquisa. Por exemplo, se a pesquisa faz parte de um processo de trabalho de conclusão de curso, o relatório científico poderá ser uma monografia, um artigo científico, um memorial e mesmo um relatório técnico. O que determina estas diferenças é o projeto pedagógico dos cursos superiores. No caso de um programa de pós-graduação, o relatório pode ser um artigo científico, uma dissertação de mestrado ou mesmo uma tese de doutorado.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 20 examinadoras que julgaram a qualidade da pesquisa e de

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examinadoras que julgaram a qualidade da pesquisa e de seus resultados apresentados. Neste sentido, é fundamental que o estudante compreenda o projeto de pesquisa como um documento formal que delimita o planejamento da pesquisa. As normas da ABNT NBR 15287 (2011) define os requisitos mínimos para a apresentação de um projeto de pesquisa, com elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais (que serão abordados mais a frente). Quanto aos elementos textuais veja o que a norma afirma:

O texto deve ser constituído de uma parte introdutória, na qual devem ser expostos o tema do projeto, o problema a ser abordado, a(s) hipótese(s), quando couber(em), bem como o(s) objetivo(s) a ser(em) atingido(s) e a(s) justificativa(s). É necessário que sejam indicados o referencial teórico que o embasa, a metodologia a ser utilizada, assim como os recursos e o cronograma necessários à sua consecução. (ABNT, 2011b, p. 5)

1.2.4 A monografia, a dissertação e a tese
1.2.4 A monografia, a dissertação e a tese

Etimologicamente, monografia é a junção de duas palavras gregas, mono que significa umou único, e grafein que significa escritoou registro. Portanto, uma monografia é o escrito/registro de um único assunto. Tecnicamente, todo trabalho acadêmico com exceção dos resumos, esquemas, fichamentos ou resenhas, podem ser caracterizados como monografias (KOCHE, 2003), pois registram os resultados de pesquisas sobre um único problema. De acordo com Marconi e Lakatos (2004, p. 262), uma monografia consiste

em:

[…] um estudo sobre um tema específico, particular com suficiente

valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. Investiga determinado assunto não só em profundidade, mas também em todos os seus ângulos e aspectos, dependendo dos fins a que se destina.

Comumente, as monografias são exigências acadêmicas do ensino superior tidas como trabalhos de conclusão de cursos de graduação, aperfeiçoamento e pós- graduação lato sensu. É interessante observarmos que o termo “monografia” perdeu

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 21 seu uso na mais atual norma da ABNT que

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seu uso na mais atual norma da ABNT que versa sobre a apresentação de trabalhos acadêmicos a ABNT NBR 14724 (2011). Provavelmente, isso se deve pelo fato de que “monografia”, num sentido amplo, pode se referir ao escrito de qualquer trabalho

acadêmico, desde um trabalho para finalização de uma disciplina de graduação ou pós-graduação, até mesmo para as teses de programas de doutorado. Neste sentido, o termo “trabalho de conclusão de curso – TCC” tem se tornado cada vez mais usual, consistindo em:

Documento que apresenta o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa, e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador. (ABNT, 2011, p. 4)

A dissertação, por sua vez, é exigência para obtenção do título de mestre em programa de pós-graduação stricto sensu. “Seu objetivo maior é aprimorar a formação acadêmica do estudante, exigindo dele o domínio de padrões

metodológicos e de apresentação estabelecidos pela comunidade científica” (MENDONÇA; ROCHA; NUNES, 2008, p. 73) dentro de
metodológicos e de apresentação estabelecidos pela comunidade científica”
(MENDONÇA; ROCHA; NUNES, 2008, p. 73) dentro de uma área específica do
conhecimento científico (ciências humanas, sociais, exatas etc.).
Segundo as normas da ABNT 14724 (2011, p. 6), uma dissertação é:

Documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando à obtenção do título de mestre.

No caso da tese, é um trabalho acadêmico exigido para obtenção do título de doutor em programa de pós-graduação stricto sensu. Também é exigência para obtenção do cargo de professor titular livre docente, que é o último degrau da carreira profissional acadêmica (MENDONÇA; ROCHA; NUNES, 2008). De acordo com as normas da ABNT 14724 (2011, p. 8), uma tese é:

Documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 22 questão. É feito sob a coordenação de um orientador

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questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção do título de doutor, ou similar.

1.3 O trabalho de conclusão de curso

O trabalho de conclusão de curso, mais comumente conhecido como “TCC”, é um trabalho acadêmico de produção técnica-científica que pressupõe o domínio do estudante do ensino superior de diversas teorias relacionadas à sua área do conhecimento, bem como competências e habilidades para utilizar métodos e procedimentos de pesquisa capazes de serem aplicados a situações problemas em busca de uma resposta que atenda aos requisitos científicos de sua ciência. Neste sentido, a expressão “TCC” é genérica, pois os cursos superiores podem definir diferentes tipos de trabalhos para conclusão de seus cursos em seus projetos pedagógicos. Por exemplo, monografias, relatórios de estágio supervisionado, artigos científicos, estudos de casos, ensaio clínico, dentre outros, podem ser definidos como TCCs pelos diferentes tipos de cursos superiores existentes. A fim de normatizar a apresentação de tais trabalhos, a ABNT por meio da terceira edição da NBR 14724 (2011), definiu um padrão para apresentação de tais trabalhos, o que será exposto objetivamente no próximo capítulo.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 23 2 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS T odo trabalho acadêmico

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ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS

T odo trabalho acadêmico científico possui uma estrutura básica para apresentação, seja ele um trabalho acadêmico com a finalidade de

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cumprir requisitos para avaliação de uma disciplina, ou mesmo os denominados trabalhos de conclusão de cursos TCC, para obtenção dos títulos de bacharéis, tecnólogos, licenciados, especialistas, mestres ou doutores. Esta estrutura básica foi revista e normalizada na terceira edição da ABNT NBR 14724 no ano de 2011, que dividiu o trabalho em duas partes básicas externa e interna. Sendo a parte interna, subdividida em três elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Observe na figura 3 o esquema de estrutura do trabalho acadêmico. Deste modo, capa e lombada passaram a fazer parte da parte externa do trabalho acadêmico, como segue:

2.1 Parte externa - Capa

Elemento obrigatório que deve conter as principais informações do trabalho revestindo-o exteriormente (Anexo A). Deve conter:

Nome da instituição (deve vir em letras maiúsculas, sem negrito, centralizado, fonte Arial ou Times New Roman 12); Nome do autor (letras maiúsculas, sem negrito, centralizado, fonte 12);

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 24 Título (letras maiúsculas, negrito, centralizado, fonte 12); Subtítulo (quando

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Título (letras maiúsculas, negrito, centralizado, fonte 12); Subtítulo (quando houver deve aparecer logo abaixo do título em letras maiúsculas, sem negrito, centralizado, fonte 12); Número do volume (quando houver mais de um volume deve apresentar o número do volume em cada uma das partes, por exemplo, Vol. I - para o primeiro volume, Vol. II - para o segundo, e assim por diante. Centralizado, sem negrito, fonte 12); Local (nome da cidade) onde o trabalho foi apresentado (maiúsculas, centralizado, sem negrito, fonte 12); Ano de depósito data da entrega do trabalho (deve vir logo abaixo do local em letras maiúsculas, centralizado, sem negrito, fonte 12).

Figura 3 Esquema da estrutura do trabalho acadêmico

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 24 Título (letras maiúsculas, negrito, centralizado, fonte 12); Subtítulo (quando

Fonte: (ABNT, 2011, p. 9)

2.2 Parte externa - Lombada

É um elemento opcional cujas informações estão normatizadas pela ABNT NBR 12225:2004. Consiste em uma parte da capa do trabalho que reúne as margens internas das folhas, sejam elas coladas, grampeadas, costuradas ou

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 25 mantidas juntas de outra maneira. Nos livros, é aquela

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mantidas juntas de outra maneira. Nos livros, é aquela parte externa que apresenta o nome da obra e do autor de forma verticalizada. No caso de ser utilizada em trabalhos acadêmicos deve ser impressa no formato de paisagem e deve conter:

O nome da instituição ou sigla na margem superior;

O nome do autor(es) e o título da obra na posição longitudinal;

Elementos alfanuméricos (se houve), por exemplo: Vol. 2;

O ano do depósito na margem inferior.

2.3 Parte interna

Está fundamentada em três elementos básicos e se aplicam a todas as modalidades de trabalhos acadêmicos acima mencionados, que são:

   Elementos pré-textuais; Elementos textuais; Elementos pós-textuais. 2.3.1 Elementos pré-textuais
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Elementos pós-textuais.
2.3.1 Elementos pré-textuais

São denominados elementos pré-textuais todos os itens, obrigatórios e/ou opcionais, que antecedem a apresentação da produção científica propriamente dita. Constituem-se elementos pré-textuais:

2.3.1.1 Folha de rosto

É elemento obrigatório do trabalho acadêmico devendo aparecer logo após a capa e contendo informações essenciais para a identificação do trabalho (Anexo B). As informações deverão aparecer na seguinte ordem e formatos:

Autoria: centralizado, maiúsculas, sem negrito, fonte 12;

Título da obra: em negrito, centralizado, maiúsculas, fonte 12;

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 26 Subtítulo da obra (quando houve): sem negrito, abaixo do

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Subtítulo da obra (quando houve): sem negrito, abaixo do título, centralizado, maiúsculas, fonte 12; Nota explicativa: deve aparecer recuada a 8 cm da margem esquerda à direita da página, justificada, especificando o tipo de trabalho, finalidade, grau pretendido (em caso de TCC), instituição responsável, nome do orientador(a) e coorientadores(as) antecedido da abreviação do título de professor (Prof. / Prof.ª) e de sua titularidade (Esp. = especialista / Ms. = mestre / Dr. = doutor), espaçamento entre linhas simples (1,0), sem negrito, fonte 11; Local (nome da cidade) onde o trabalho foi apresentado (maiúsculas, centralizado, sem negrito, fonte 12); Ano de depósito data da entrega do trabalho (deve vir logo abaixo do local em letras maiúsculas, centralizado, sem negrito, fonte 12).

2.3.1.2 Errata
2.3.1.2
Errata

É um elemento eventual, que geralmente é produzido depois de apresentado o trabalho, que consta uma lista de folhas e linhas indicando a ocorrência de erros e suas devidas correções. Aparece, na maioria das vezes, em papel avulso, que é anexado logo após a folha de rosto do trabalho (Anexo C).

  • 2.3.1.3 Folha de aprovação

É elemento obrigatório para trabalhos de conclusão de curso, como graduações, especializações, mestrados e doutorados. Apresenta-se com os mesmos itens da folha de rosto, exceto a menção do local e data das últimas linhas, acrescido de (Anexo D):

Data de aprovação (dia / mês / ano):

Nome dos membros da banca examinadora com suas respectivas titularidades e instituições a que pertencem.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.3.1.4 Dedicatória 27 Elemento opcional, cujo objetivo principal é o

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

  • 2.3.1.4 Dedicatória

27

Elemento opcional, cujo objetivo principal é o de dedicar o trabalho a determinado tipos de pessoas escolhidos pelos autores que desejam expressar sua estima (Anexo E).

  • 2.3.1.5 Agradecimento

Elemento opcional, em que o(s) autor(es) agradece(m) as pessoas ou instituições por contribuições significativas que deram à realização do trabalho. Deve ser escrito de modo simples, sóbrio e discreto (Anexo F).

  • 2.3.1.6 Epígrafe

Elemento opcional. Trata-se de uma página em que o autor apresenta uma citação, seguida da indicação do autor, referente à temática abordada no trabalho (Anexo G).

2.3.1.7 Resumo na língua vernácula
2.3.1.7 Resumo na língua vernácula

Elemento opcional para trabalhos acadêmicos cuja finalidade é a avaliação parcial de uma disciplina específica. Elemento obrigatório para trabalhos acadêmicos tais como: artigos científicos, monografias, dissertações e teses. Deve apresentar uma síntese objetiva elaborada pelo próprio autor do trabalho contendo as informações mais importantes do trabalho e suas conclusões. Deve ser um instrumento prático para consulta rápida evitando-se a leitura completa do texto para o caso de uma busca de informações por outrem. Em caso de monografias, dissertações e teses, deverá ser redigido em página separada, com espaçamento entre linhas 1,5 cm e fonte 12 (Anexo H), seguida das palavras chaves. Poderá conter de 150 a 500 palavras. Em caso de artigos científicos, o resumo aparece logo após o título e o autor da obra, sendo redigido com espaçamento simples entre linhas e fonte 11 (Anexo I).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 28 Deverá conter entre parágrafo. 100 e 250 palavras, sendo

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

28

Deverá conter entre parágrafo.

100

e

250 palavras, sendo escrito em um único

As palavras-chave

devem

retratar

os

principais

temas

e

matérias

relacionados ao trabalho. Deverão ser redigidas abaixo do resumo, com o mesmo

tamanho da fonte, sendo de no mínimo três e no máximo seis.

  • 2.3.1.8 Resumo em língua estrangeira

É elemento obrigatório. Trata-se da versão do resumo em idioma estrangeiro de divulgação internacional. Em inglês denomina-se Abstract, em espanhol Resumen e em francês Résumé, por exemplo. Segue as mesmas características de formato do resumo na língua vernácula, seguido das palavras chaves.

  • 2.3.1.9 Lista de tabelas

É elemento opcional. Deve constar todas as tabelas com seus nomes e respectivas páginas na ordem
É elemento opcional. Deve constar todas as tabelas com seus nomes e
respectivas páginas na ordem em que aparecem na obra. (Anexo J)
2.3.1.10 Lista de ilustrações

Também é elemento opcional. É uma listagem de acordo com a ordem apresentada na obra de todos os tipos de ilustrações que objetivam exemplificar fenômenos, relacionar fatos, elucidar resultados obtidos, etc. Por exemplo, são ilustrações: esquemas, plantas, fotografias, desenhos, gráficos, mapas, organogramas, fluxogramas, quadros e outros. (Anexo K) Em casos de quantidade numerosa de um determinado item, recomenda-se uma lista separada para o item em destaque.

  • 2.3.1.11 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos

É elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas pelo autor da obra em sua produção, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. Os símbolos, por sua vez,

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 29 devem aparecer de acordo com a ordem apresentada no

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

29

devem aparecer de acordo com a ordem apresentada no texto, seguido de sua designação ou significado grafado por extenso. (Anexo L)

  • 2.3.1.12 Lista de anexos e apêndices

Elemento opcional. É descrita de acordo com a ordem apresentada no texto seguido da respectiva página.

  • 2.3.1.13 Sumário

Elemento obrigatório, que apresenta as partes, títulos ou seções do trabalho, com seus desdobramentos, subtítulos, subtópicos ou subseções, de acordo com a ordem apresentada no texto com a indicação da respectiva página. Caso o trabalho possua mais de um volume, em cada volume deve ser apresentado um sumário completo da obra e não apenas o sumário do volume em particular. O sumário é o elemento que precede a apresentação dos elementos textuais, portanto, não deverá constar no sumário os elementos pré-textuais, mas além de todos os elementos textuais, incluirá os elementos pós-textuais, como referências, glossário, apêndices e anexos. (Anexo M)

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 29 devem aparecer de acordo com a ordem apresentada no

2.3.2 Elementos textuais

Os

elementos

textuais

de

um

trabalho

acadêmico

consistem

fundamentalmente de: introdução, desenvolvimento e conclusão.

2.3.2.1 Introdução

A introdução do trabalho deve apresentar o assunto ou tema do objeto da pesquisa, sua problemática, a justificativa com os objetivos do estudo, além dos procedimentos, métodos e técnicas que foram utilizados para tratamento do problema e breve menção dos resultados alcançados. Sua leitura deve proporcionar ao leitor uma apreensão global da obra e seus desdobramentos permitindo-lhe a opção da continuidade ou não da leitura.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.3.2.2 Desenvolvimento 30 É a parte principal do trabalho que

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2.3.2.2 Desenvolvimento

30

É a parte principal do trabalho que consiste na apresentação do conteúdo em ordem, com seus títulos, tópicos ou seções, conforme a natureza da pesquisa, do tema, das técnicas e métodos utilizados. Geralmente, o desenvolvimento apresenta as seguintes partes básicas, porém, estas partes podem variar de trabalho para trabalho de acordo com a natureza do assunto e dos métodos empregados, quais sejam:

Fundamentação teórica: apresenta o estágio de desenvolvimento do tema ou objeto de pesquisa no campo dos saberes pertinentes a cada área do conhecimento. Também é denominada de revisão da literatura ou referencial teórico. Toda pesquisa é realizada a partir do conjunto de conhecimentos preexistentes e, antes de apresentar os métodos e resultados de uma pesquisa é necessário fundamentá-los com as teorias existentes. Procedimentos metodológicos: apresenta os métodos e técnicas de pesquisa que foram utilizados para realização da pesquisa, isto é, para coleta e análise dos dados. Pode variar desde uma simples pesquisa bibliográfica e exploratória sobre determinado assunto para escrever uma monografia de cunho descritivo ou informativo até a observação de um fenômeno em laboratório com o uso de experimentações, observações e controle de variáveis para descoberta de uma nova substância que irá tratar uma doença, por exemplo. Sendo assim, deve-se explicar quais procedimentos metodológicos foram utilizados e como eles auxiliaram na obtenção dos dados. Resultados da pesquisa: apresenta os dados, as análises e interpretações dos resultados obtidos com a pesquisa. Podem confirmar, ampliar ou mesmo contradizer um conhecimento já existente sobre determinado assunto. Geralmente, podem incluir o uso de técnicas estatísticas com o uso de gráficos e tabelas para apresentação dos resultados. Podem, também, ser apresentados em categorias de análise ou tópicos. Discussão: é a parte final do desenvolvimento, em que o autor discute os resultados encontrados à luz das teorias apresentadas inicialmente.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.3.2.2 Desenvolvimento 30 É a parte principal do trabalho que

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 31 Esta discussão é importante momento da produção intelectual do

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

31

Esta

discussão

é

importante

momento

da

produção

intelectual

do

pesquisador,

em

que

revela

capacidade

de

análise

e

síntese,

relacionando

os

fatos

e/ou

fenômenos

com

os

conhecimentos já

consolidados.

  • 2.3.2.3 Conclusão

A conclusão deve retomar o tema inicial e o problema científico que conduziu à pesquisa apresentando em síntese os resultados obtidos de forma direta e objetiva. Acrescenta qual foi a contribuição da pesquisa para o conhecimento do assunto, se seus resultados foram positivos e se os objetivos foram alcançados, fazendo relação do referencial teórico que foi utilizado na pesquisa com os resultados alcançados. Neste momento, é especialmente importante retomar o problema central que motivou a pesquisa e responde-lo para o leitor.

2.3.3 Elementos pós-textuais
2.3.3 Elementos pós-textuais

Segundo a ABNT NBR 14724:2011, os elementos pós-textuais para apresentação dos trabalhos acadêmicos são: referências, glossário, apêndice e anexo.

  • 2.3.3.1 Referências

Elemento obrigatório. Deve apresentar as referências do conjunto das obras e documentos que foram utilizadas para elaboração e fundamentação do trabalho. São elementos descritivos que permitem a identificação individual de cada obra. Estão normalizadas pela NBR 6023:2002, que apresenta a ordem abaixo como básica para as referenciais bibliográficas, no entanto, há inúmeros documentos que possuem sua própria norma de descrição, exigindo a consulta à norma sempre que houver dúvidas. Veja os elementos essenciais abaixo:

SOBRENOME, Nome do Autor. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: editora, ano.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.3.3.2 Glossário 32 Elemento opcional. Trata-se de um conjunto de

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  • 2.3.3.2 Glossário

32

Elemento opcional. Trata-se de um conjunto de palavras e termos técnicos ou de sentido obscuro ao leitor que são utilizados no trabalho e que o autor julga necessário oferecer a devida explicação dos significados dos mesmos. Deve vir em ordem alfabética.

  • 2.3.3.3 Apêndice

Elemento opcional. São documentos ou textos adicionais que o autor elaborou e julga necessário apresentar sem prejuízo para o sentido nuclear do trabalho. Por exemplo, modelo de questionários, formulários, entrevistas, etc.

Deve ser identificado pela palavra “APÊNDICE”, seguido das letras do

alfabeto quando houver mais de um e acrescido de expressão que o identifique. Por

exemplo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.3.3.2 Glossário 32 Elemento opcional. Trata-se de um conjunto de

APÊNDICE A Avaliação numérica dos resultados obtidos com a observação exploratória do comportamento do consumidor diante das promoções do setor varejista.

APÊNDICE B Avaliação qualitativa do comportamento do consumidor diante das promoções do setor varejista.

  • 2.3.3.4 Anexo

Elemento opcional. Diferentemente do apêndice, o anexo é um conjunto de materiais não elaborados pelo autor que servem de apoio à fundamentação do trabalho, além de ilustrar dados que se julguem relevantes. São exemplos de anexo:

documentos, textos, ilustrações, comprovações, fotos e outros.

Deve ser identificado pela palavra “ANEXO”, seguido das letras do alfabeto

quando houver mais de um e acrescido de expressão que o identifique. Por

exemplo:

ANEXO A Gráfico demonstrativo da distribuição de renda da população conforme o censo IBGE 2010.

ANEXO B Fotografia aérea da região metropolitana de Goiânia GO.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 2.4 Formatação 33 O padrão para formatação dos trabalhos acadêmicos

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2.4 Formatação

33

O padrão para formatação dos trabalhos acadêmicos deve seguir as orientações abaixo:

 Papel: A4; Fonte: Arial ou Times New Roman; Tamanho da fonte: 12 para todo o
Papel: A4;
Fonte: Arial ou Times New Roman;
Tamanho da fonte: 12 para todo o trabalho, inclusive capa, com exceção
da nota de finalidade da folha de rosto, citações com mais de três linhas,
notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação,
legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, que deverão ter fonte
menor e uniforme;
Espaçamento: 1,5 para todo o trabalho, com exceção da nota de
finalidade da folha de rosto, citações com mais de três linhas, notas de
rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas, que devem
ser em espaço simples. As referências deverão ser separadas entre si
por um espaço em branco;
Parágrafo: 1,5 cm da margem esquerda;
Margens: 3 cm para superior e esquerda e 2 cm para inferior e direita;
Numeração das páginas: as páginas dos elementos pré-textuais devem
ser contadas, mas nunca enumeradas. A numeração aparecerá sempre a
partir dos elementos textuais, no canto superior direito a 2 cm da borda
superior e 2 cm da borda direita da folha;
Numeração progressiva: todos os tópicos e subtópicos devem ser
enumerados progressivamente, além do uso de destaque como negrito,
itálico ou sublinhado;
Seções primárias: usar letras maiúsculas e negrito. Ex: 1 INTRODUÇÃO;
Seções secundárias: usar negrito. Ex.: 1.1 Delimitação do tema;
Seções terciárias: usar negrito e itálico. Ex.: 1.1.1 Linha de pesquisa;
Seções quaternárias: usar só itálico. Ex.: 1.1.1.1 Ciências Humanas;
 Seções quinárias: só a numeração. Ex.: 1.1.1.1.1 Filosofia;
 Ilustrações: centralizadas, precedidas da denominação e descrição (Ex:

Figura 1 Mapa de Goiás) e, sucedidas da fonte (Ex.: ATLAS DO BRASIL, 2012, p. 15).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 34 3 O USO DAS CITAÇÕES S egundo a ABNThttp://www.proppi.uff.br/portalagir/sites/default/files/cartilha_autoria_-_digital.pdf . Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd. U-5, Setor Sul II, Uruaçu (GO) Fone: (62) 3357-7272 / Site: www.fasem.edu.br " id="pdf-obj-34-2" src="pdf-obj-34-2.jpg">

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34
34

3

O USO DAS CITAÇÕES

S

egundo a ABNT NBR 10520 (2002, p. 1), uma citação é a “menção de uma informação extraída de outra fonte”. Isso significa que todas as informações que são extraídas dos livros, dos artigos científicos, dos

periódicos, mesmo da Internet, são propriedade autoral de outros e devem ser citadas conforme a normatização estabelecida pela ABNT para que sejam respeitados os créditos e direitos de propriedade intelectual de seus autores. Não citar as fontes de pesquisa na produção dos trabalhos acadêmicos é plágio! 1 Todo trabalho acadêmico deve se basear em outras fontes, sejam primárias (dicionários ou enciclopédias) ou secundárias (livros, compêndios, artigos eletrônicos), para ser elaborado e construído. A atividade científica é uma atividade criadora, porém, diferentemente da produção literária em que a imaginação e a fantasia são abundantemente usadas, a produção científica prima pela objetividade, pela veracidade e fidedignidade das informações, sempre se remetendo à realidade mediante o uso de conhecimentos já consolidados e comprovados cientificamente. Isso significa que, o trabalho acadêmico precisa de embasamento nas diversas teorias e campos dos saberes. Esses conhecimentos estão registrados nas fontes, disponíveis em bibliotecas e, atualmente, também na rede mundial de computadores a Internet.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 34 3 O USO DAS CITAÇÕES S egundo a ABNThttp://www.proppi.uff.br/portalagir/sites/default/files/cartilha_autoria_-_digital.pdf . Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd. U-5, Setor Sul II, Uruaçu (GO) Fone: (62) 3357-7272 / Site: www.fasem.edu.br " id="pdf-obj-34-26" src="pdf-obj-34-26.jpg">

1 Para compreender melhor o plágio no meio acadêmico, a Comissão de Avaliação de Casos de Autoria (Biênio 2008-2010), do Departamento de Comunicação Social Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS), da Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ), elaborou uma cartilha

intitulada de “Nem tudo que parece é: entenda o que é plágio”. Acesse a cartilha na íntegra em:

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 35 Portanto, fazer uso de citações é fundamental para a

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35

Portanto, fazer uso de citações é fundamental para a produção de trabalhos acadêmicos, pois o estudante pesquisador, deve demonstrar capacidade de análise e síntese das diversas teorias para produzir seus trabalhos e, as citações serão ferramentas indispensáveis para consolidação desse processo. Em linhas gerais, as citações são classificadas em indiretas, diretas e citação da citação. Vejamos adiante as características, aplicações e formas de uso de cada uma delas.

3.1 Citações indiretas

As citações indiretas também são denominadas de paráfrase. Trata-se da produção de um texto em que as ideias são baseadas na obra de outro autor. Quem escreve, escreve com suas próprias palavras, usando seu vocabulário e estruturas gramaticais habituais, porém preservando a ideia original do autor. Nestes casos, o nome do autor e ano de sua obra serão citados pelo sistema de chamada (autor-data ou notas de rodapé) 2 , ou no início do parágrafo como parte do texto, ou no final do parágrafo entre parênteses. Veja os exemplos:

Exemplo A – citação indireta com chamada do autor no início do parágrafo:
Exemplo A – citação indireta com chamada do autor no início do parágrafo:
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 35 Portanto, fazer uso de citações é fundamental para a

Exemplo B citação indireta com a chamada do autor no final do parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 35 Portanto, fazer uso de citações é fundamental para a

2 Este manual utiliza o modelo do sistema de chamada autor-data. Portanto, não será matéria deste documento a explicação do sistema de notas no rodapé, conhecido também como Vancouver. Vide ABNT NBR 10520 (2002).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 36 Observação importante! Quando o autor é referido no termo

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36

Observação importante! Quando o autor é referido no termo da oração, ou seja, no texto do parágrafo, deve ser redigido normalmente, como um nome próprio (com a 1ª letra maiúscula). Mas, quando não se menciona o nome do autor dentro do parágrafo, deve-se coloca-lo juntamente com o ano de sua obra, sem o número da página, entre os parênteses e com todas as letras maiúsculas.

Exemplo C Citação indireta com chamada de dois autores no início do parágrafo:

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Exemplo D Citação indireta com a chamada de dois autores no final do parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 36 Observação importante! Quando o autor é referido no termo
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 36 Observação importante! Quando o autor é referido no termo

Exemplo E Citação indireta com a chamada de três autores:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 36 Observação importante! Quando o autor é referido no termo

Quando

os

autores forem mais de

três, então,

deve-se citar apenas o

primeiro autor seguido da expressão et al., que vem do latim e significa “e outros”.

Por exemplo: “O planejamento é vital para o sucesso do trabalho acadêmico”

(MENDONÇA et al., 2008).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 3.2 Citação direta 37 No estudo das teorias e conhecimentos

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3.2 Citação direta

37

No estudo das teorias e conhecimentos das diversas áreas da ciência, encontram-se diversos autores que são fontes referenciais destes conhecimentos. Em determinados momentos da investigação bibliográfica, o estudante pesquisador se depara com conceitos, afirmações ou comentários que são singulares. Daí decorre a necessidade de se transcrever literalmente aquele trecho consultado a isto se denomina citação direta. Portanto, a citação direta é a transcrição textual literal de trechos de outros autores consultados (ABNT 10520, 2002). As citações diretas são classificadas em curta e longa. Uma citação direta

curta é aquela em que a transcrição textual vai até 3 linhas. Nestes casos, a citação

deverá ser destacada entre aspas (“…”) antecedida ou sucedida do sistema de

chamada autor-data, incluindo-se sempre o número da página. Veja os exemplos:

Exemplo A Citação direta curta com chamada do autor no início:

Exemplo B – Citação direta curta com chamado do autor no final do
Exemplo
B
Citação direta
curta com chamado
do autor
no final
do

parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 3.2 Citação direta 37 No estudo das teorias e conhecimentos

Ambos os exemplos demonstram que o autor consultado pode ser citado no início ou no final da citação. O que diferencia uma forma da outra é simplesmente o estilo literário de quem escreve. No exemplo A, o escritor preferiu inserir o autor consultado no termo da frase conferindo assim autoridade ao seu argumento relacionando-o diretamente com o autor. Enquanto isso, no exemplo B, o escritor

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 38 prefere enfatizar primeiro o argumento e deixa a chamada

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38

prefere enfatizar primeiro o argumento e deixa a chamada do autor para o final. A regra básica a ser observado é a seguinte: ao iniciar a escrita de um trabalho acadêmico utilizando-se um determinado estilo (como o exemplo A), então, deve-se proceder assim até o final do trabalho. No caso das citações diretas longas, esta regra também se aplica. Porém, as citações longas possuem uma peculiaridade: elas devem ser destacadas do texto com um duplo enter (antes e depois), recuadas 4 cm da margem esquerda, com espaçamento simples e um ponto a menos do que a fonte do texto (fonte 11). Veja os exemplos abaixo:

Exemplo C Citação direta longa com chamada do autor no início:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 38 prefere enfatizar primeiro o argumento e deixa a chamada

Exemplo D Citação direta longa com chamada do autor no final:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 38 prefere enfatizar primeiro o argumento e deixa a chamada

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC (continuação do exemplo) 3.3 Citação da citação A citação da

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(continuação do exemplo)

3.3 Citação da citação

A citação da citação pode ser uma “citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original” (ABNT 10520, 2002, p. 2). As regras gerais para

fazer uma citação da citação são as mesmas mencionadas acima. No entanto, deve- se ater a um detalhe importante o uso da expressão latina apud que significa “citado por, conforme, segundo”. Veja alguns exemplos:

Exemplo A – Citação da citação direta curta com chamada dos autores no início do parágrafo:
Exemplo A – Citação da citação direta curta com chamada dos autores no
início do parágrafo:
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC (continuação do exemplo) 3.3 Citação da citação A citação da

Exemplo B Citação da citação direta curta com chamada dos autores no final do parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC (continuação do exemplo) 3.3 Citação da citação A citação da

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 40 Exemplo C – Citação da citação indireta com a

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40

Exemplo C Citação da citação indireta com a chamada dos autores no início do parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 40 Exemplo C – Citação da citação indireta com a

Exemplo D Citação da citação indireta com chamada dos autores no final do parágrafo:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 40 Exemplo C – Citação da citação indireta com a

Em todos os exemplos, é importante observar que o nome do primeiro autor citado é exatamente aquele do qual não se teve acesso à obra original, portanto, ele foi citado pelo segundo autor, que é o autor cuja obra é consultada. No caso, das citações das citações diretas longas, as regras são as mesmas, devendo-se ter o cuidado de não esquecer a expressão latina apud. 3

3 A expressão latina apud quando utilizada na elaboração de citação da citação, deve ser digitada normalmente, sem o uso do itálico. Por exemplo: (DEMO, 1996 apud RAMOS, 2009).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 41 4 AS REFERÊNCIAS O uso das referências é fundamental

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

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41

4

AS REFERÊNCIAS

O uso das referências é fundamental para a elaboração e apresentação dos trabalhos acadêmicos no contexto do ensino superior. Para muitos estudantes é encarada como uma parte “chata” do trabalho, repleta de regras e normas que muitas vezes confunde a cabeça dos desavisados. Porém, para compreender sua necessidade é preciso entender sua importância, que está diretamente relacionada às citações. Produzido os elementos textuais do trabalho acadêmico, as referências constituem o primeiro dos elementos pós-textuais. Todos os autores e fontes citados na parte textual deverão estar presentes nas referências. Assim, os leitores do trabalho poderão averiguar e conferir a fidelidade e veracidade das informações. Por meio das referências, pode-se identificar que tipo de posicionamento teórico e

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 41 4 AS REFERÊNCIAS O uso das referências é fundamental

metodológico o autor do trabalho assume. Também, pode-se averiguar o grau de profundidade da pesquisa, se o autor do trabalho se dedicou a uma quantidade relativamente considerável ou não de outros textos e, mesmo se, os autores citados são referência ou não para o assunto em discussão.

De acordo com as normas da ABNT a referência é um “conjunto

padronizado de elementos descritivos retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (ABNT 14724, 2011, p. 3), que possui elementos essenciais e complementares. Os elementos essenciais dizem respeito aos dados indispensáveis para identificação dos documentos (autoria, título da obra, edição, local, editora e ano de publicação). Os elementos complementares, por sua vez, dizem respeito a uma melhor caracterização do documento (subtítulos, números de

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

42

páginas, dimensões físicas etc.). Quanto aos elementos essenciais, veja o modelo e algumas observações:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 42 páginas, dimensões físicas etc.). Quanto aos elementos essenciais, veja

O último sobrenome deve sempre iniciar a referência sendo digitado em caixa alta, isto é, todas as letras maiúsculas;

O título da obra consultada deve ser destacado (negrito, sublinhado ou itálico). O modelo utilizado na primeira referência deverá ser padrão para as demais;

A edição só é mencionada a partir da segunda;

O local refere-se à cidade. Quando se tratar de cidades homônimas, deve-se indicar a sigla da unidade federativa. Ex.: Viçosa, AL; Viçosa, MG; Viçosa, RJ;

 Em editora deve-se indicar apenas o nome principal. Não é necessário redigir toda a razão
Em editora deve-se indicar apenas o nome principal. Não é necessário redigir
toda a razão social da editora. Por exemplo: Editora Atlas Ltda. = Atlas;
O ano deve ser registrado em algarismos arábicos.
Abaixo,
passaremos
para
uma
lista
de exemplos
que
caracterizam
a

utilização mais usual de referências em trabalhos acadêmicos. 1

Exemplo A Referências de livros contendo um único autor:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 42 páginas, dimensões físicas etc.). Quanto aos elementos essenciais, veja

1 Esta lista de exemplos não é exaustiva. A ABNT 6023 (2002) possui uma lista detalhada com os diversos tipos de documentos e a forma de referenciá-los. Sempre que houver dúvidas, sua consulta é indispensável.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

43

Exemplo B Referências de livros contendo dois e três autores:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e

Exemplo C Referências de livros contendo mais de três autores:

menciona-se apenas o primeiro autor e acrescenta-se a expressão latina et al., que significa “e outros”.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e

Exemplo D Referências de livros contendo vários autores em que a organização é realizada por um, dois ou três autores: nestes casos, segue-se o padrão dos exemplos A e B, seguidos da abreviatura “Org.”, organizador(a), entre

parênteses. Veja:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e

Exemplo E Referências de livros traduzidos para o português:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 43 Exemplo B – Referências de livros contendo dois e

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 44 Exemplo F – Referências de partes de livros de

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44

Exemplo F Referências de partes de livros de vários autores, tais como capítulos e outros: nestes casos, inicia-se a referência com o autor do texto consultado e o título, depois, insere-se a expressão inglesa “In:”, que significa “em, dentro”, e acrescenta-se a referência do livro. Veja:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 44 Exemplo F – Referências de partes de livros de

Observação: o título em destaque (negrito) deve estar sobre o nome do livro principal.

Exemplo G Referências de partes de livros de vários autores, em que o capítulo citado é do mesmo autor do livro: neste caso, depois da expressão “In:deve-se utilizar um traço (underline) com o tamanho de seis toques (6x o underline), que representará o mesmo nome do autor citado. Veja:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 44 Exemplo F – Referências de partes de livros de
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 44 Exemplo F – Referências de partes de livros de

Exemplo H Referências de obras consultadas online: além dos elementos essenciais, é indispensável o uso da expressão “Disponível em: < >”, indicando o endereço eletrônico da obra dentro dos sinais de < >, seguido de “Acesso em: dd mês ano”. O mês deve ser abreviado.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 44 Exemplo F – Referências de partes de livros de

Observação: [S.l.] abreviatura de sine loco, do latim que significa “sem local determinado”.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 45 Exemplo I – Referências de obras em que o

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45

Exemplo I Referências de obras em que o autor não é uma pessoa, mas uma entidade: nestes casos, a autoria será identificada com o nome da entidade, seguindo-se as mesmas regras anteriores. Veja:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 45 Exemplo I – Referências de obras em que o

Exemplo J Referências de monografias, trabalhos de conclusão de cursos, dissertações de mestrado e teses de doutorado, em meios físicos ou

eletrônicos: a regra é a mesma para o meio físico ou eletrônico, lembrando-se que o que irá variar é o acréscimo das expressões “Disponível em: < >” e “Acesso em:”

para o meio eletrônico. Veja:
para o meio eletrônico. Veja:
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 45 Exemplo I – Referências de obras em que o

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 46 Exemplo K – Referências de documentos jurídicos e legislação:

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46

Exemplo K Referências de documentos jurídicos e legislação:

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 46 Exemplo K – Referências de documentos jurídicos e legislação:
Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 46 Exemplo K – Referências de documentos jurídicos e legislação:

Outros tipos de documentos, tais como fotografias, mapas, músicas, filmes, dentre outros também são objeto de normalização pela ABNT, no entanto, como não são alvo do presente manual, o leitor deverá buscar estas informações na consulta pessoal às normas pertinentes.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC REFERÊNCIAS 47 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

REFERÊNCIAS

47
47

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023. Informação e documentação Referências Elaboração. 2. ed. Rio de Janeiro:

ABNT, 2002.

ABNT NBR 6024. Informação e documentação Numeração progressiva

______. das seções de um documento Apresentação. 2. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.

______.

ABNT NBR 6027. Informação e documentação Sumário Apresentação.

  • 2. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.

______.

ABNT NBR 6028. Informação e documentação Resumo Apresentação.

  • 2. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.

ABNT NBR 10520. Informação e documentação Citações em

______. documentos Apresentação. 2. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

______. ABNT NBR 14724. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. 3. ed. Rio de
______.
ABNT NBR 14724. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos –
Apresentação. 3. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
______.
ABNT NBR 15287. Informação e documentação – Projeto de pesquisa –
Apresentação. 2. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
FREIRE, Paulo. Considerações em torno do ato de estudar. In:
______.
Ação

cultural para a liberdade e outros escritos. 6. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,

  • 1982. p. 9-12.

HUHNE, Leda Miranda (org.) Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.

  • 6. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1995.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2010.

INSTITUTO DE ARTE E COMUNICAÇÃO SOCIAL (IACS). Nem tudo que parece é: entenda o que é plágio. Departamento de Comunicação Social. Universidade

Federal

Fluminense,

2010.

Disponível

em:

<http://www.proppi.uff.br/portalagir/sites/default/files/cartilha_autoria_-_digital.pdf>. Acesso em: 05 dez. 2013.

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 21. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

MENDONÇA, Alzino Furtado de (Org.) Metodologia Científica: guia para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Goiânia: Faculdades ALFA,

2003.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 48 MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Cláudia Regina Ribeiro; NUNES,

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48

MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Cláudia Regina Ribeiro; NUNES, Heliane Prudente. Trabalhos acadêmicos: planejamento, execução e avaliação. Goiânia:

Faculdades Alves Faria, 2008.

MOREIRA, Marcos Antônio. Mapas conceituais e diagramas V. Porto Alegre, RS:

Instituto

de

Física/UFRGS,

2006.

Disponível

em:

<

http://www.if.ufrgs.br/~moreira/Livro_Mapas_conceituais_e_Diagramas_V_COMPLE TO.pdf>. Acesso em: 17 out. 2013.

OLIVEIRA, Paulo de Salles (Org.). Metodologia das ciências humanas. São Paulo:

Hucitec/UNESP, 1998.

RAMOS, Albenides. Metodologia da pesquisa científica: como uma monografia pode abrir o horizonte do conhecimento. São Paulo: Atlas, 2009.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 48 MENDONÇA, Alzino Furtado de; ROCHA, Cláudia Regina Ribeiro; NUNES,

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 49 ANEXO A – Modelo de capa FACULDADE SERRA DA

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49

ANEXO A Modelo de capa 1

FACULDADE SERRA DA MESA

ANTÔNIO JOAQUIM SEVERINO

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO NO ENSINO SUPERIOR:

DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ESTUDANTE DA FACULDADE SERRA DA MESA
DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ESTUDANTE DA FACULDADE SERRA
DA MESA

URUAÇU GO

2013

1 Observação: a borda ao redor da capa e dos demais anexos abaixo é só um recurso para visualização dos limites da margem do papel (3cm para as margens esquerda e superior, e 2cm para as margens direita e inferior). Portanto, o trabalho acadêmico não deverá ter bordas.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 50 ANEXO B – Modelo de folha de rosto ANTÔNIO

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50

ANEXO B Modelo de folha de rosto

ANTÔNIO JOAQUIM SEVERINO

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO NO ENSINO SUPERIOR:

DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ESTUDANTE DA FACULDADE SERRA DA MESA
DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ESTUDANTE DA FACULDADE SERRA
DA MESA

Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito final para obtenção do título de Licenciatura em Filosofia, da Faculdade Serra da Mesa, sob orientação do Prof. Ms. Fulano de Tal.

URUAÇU GO

2013

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 51 ANEXO C – Modelo de errata ERRATA FERRIGNO, C.

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51

ANEXO C Modelo de errata 2

ERRATA

FERRIGNO, C. R. A. Tratamento de neoplasias ósseas apendiculares com reimplantação de enxerto ósseo autólogo autoclavado associado ao plasma rico em plaquetas: estudo crítico na cirurgia de preservação de membro em cães. 2011. 128 f. Tese (Livre-Docência) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.

Folha Linha Onde se lê Leia-se 16 10 auto-clavado autoclavado
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
16
10
auto-clavado
autoclavado

2 Exemplo extraído da ABNT NBR 14724 (2011, p. 11).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 52 ANEXO D – Modelo de folha de aprovação ANTÔNIO

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52

ANEXO D Modelo de folha de aprovação

ANTÔNIO JOAQUIM SEVERINO

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO NO ENSINO SUPERIOR:

DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ESTUDANTE DA FACULDADE SERRA

DA MESA

Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito final para obtenção do título de Licenciatura em
Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito final para obtenção do
título de Licenciatura em Filosofia, da Faculdade Serra da Mesa, na área de
concentração de Estudos Metodológicos, sob orientação do Prof. Ms. Fulano de Tal,
de _________.
aprovado em
de
______________________
______

_____________________________________________ Prof.(a) Orientador(a) Titulação Instituição

_____________________________________________

Prof.(a)

Titulação

Instituição

_____________________________________________

Prof.(a)

Titulação

Instituição

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 53 ANEXO E – Modelo de dedicatória Dedico este trabalho

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53

ANEXO E Modelo de dedicatória 3

Dedico este trabalho a Deus, que me tem sustentado com seu fôlego de vida e graças

Dedico este trabalho a Deus, que me tem sustentado com seu fôlego de vida e graças diárias.

Dedico também aos meus pais, cônjuge, filhos, amigos e todos aqueles que de modo especial participaram de minha trajetória estudantil e acadêmica.

3

A

dedicatória é

14724:2011).

um

elemento sem

título

e

sem

indicativo numérico (cf. item 5.2.4, ABNT

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 54 ANEXO F – Modelo de agradecimento AGRADECIMENTO Aos meus

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54

ANEXO F Modelo de agradecimento

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO Aos meus professores e mestres que sempre serviram de suporte e motivação, especialmente, nos momentos

Aos meus professores e mestres que sempre serviram de suporte e motivação, especialmente, nos momentos em que dúvidas precisavam ser sanadas e superadas.

Aos meus singulares colegas de classe, com quem teci relacionamentos sinceros e transparentes, sempre marcado pelo companheirismo e cumplicidade.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 55 ANEXO G – Modelo de epígrafe Não é difícil

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55

ANEXO G Modelo de epígrafe 4

Não é difícil encontrar quem conceitue método como um conjunto de técnicas, mas isso significaria operar

Não é difícil encontrar quem conceitue método como um conjunto de técnicas, mas isso significaria operar uma enorme redução naquilo que ele pode representar. Método envolve, sim, técnicas que devem estar sintonizadas com aquilo que se propõe; mas, além disso, diz respeito a fundamentos e processos, nos quais se apoia a reflexão.

Paulo de Salles Oliveira

4 A epígrafe é um elemento sem título e em indicativo numérico (cf. item 5.2.4, ABNT 14724:2011).

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 56 ANEXO H – Modelo de resumo para monografias, dissertações

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56

ANEXO H Modelo de resumo para monografias, dissertações e teses 5

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo investigar as relações de causalidade entre o fenômeno do marketing nas propagandas de produtos natalinos sobre o comportamento do consumidor nas festividades de final de ano. O estudo teve como problema central a pergunta: a quantidade de publicidade oferecida pelas empresas através das agências de marketing sobre o consumidor tem efeitos positivos que compensam os investimentos nas campanhas? Foi realizada uma pesquisa explicativa com ênfase em aspectos quantitativos por meio de questionários com questões fechadas aplicados de forma aleatória a um público de dois mil e trezentos e sessenta consumidores do Shopping Água Branca, na capital do Estado de Goyanases. A amostra previu uma confiabilidade de 95% dos dados coletados, conforme calcula estatístico baseado em amostragem simples e aleatória. Os resultados encontrados apontaram para um aumento de 30% a 40% de consumo nos períodos de festas natalinas decorrente das campanhas publicitárias, o que significou um acréscimo líquido de 12% do lucro das empresas que investiram em marketing.

RESUMO O presente trabalho tem como objetivo investigar as relações de causalidade entre o fenômeno do

Palavras-chave: Marketing. Propaganda. Publicidade. Consumidor. Vendas.

5 As informações contidas neste resumo são fictícias e tem o objetivo de ilustrar a forma de um resumo na língua vernácula para monografias, dissertações e teses. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 57 ANEXO I – Modelo de resumo para artigos científicos

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57

ANEXO I Modelo de resumo para artigos científicos

O PODER DO MARKETING SOBRE O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Nome do autor do artigo 1

RESUMO: O presente artigo tem como objetivo demonstrar os resultados da investigação das relações de causalidade entre o fenômeno do marketing nas propagandas de produtos natalinos sobre o comportamento do consumidor nas festividades de final de ano. O estudo teve como problema central a pergunta: a quantidade de publicidade oferecida pelas empresas através das agências de marketing sobre o consumidor tem efeitos positivos que compensam os investimentos nas campanhas? Foi realizada uma pesquisa explicativa com ênfase em aspectos quantitativos por meio de questionários com questões fechadas aplicados de forma aleatória a um público de dois mil e trezentos e sessenta consumidores do Shopping Água Branca, na capital do Estado de Goyanases. A amostra previu uma confiabilidade de 95% dos dados coletados, conforme calcula estatístico baseado em amostragem simples e aleatória. Os resultados encontrados apontaram para um aumento de 30% a 40% de consumo nos períodos de festas natalinas decorrente das campanhas publicitárias, o que significou um acréscimo líquido de 12% do lucro das empresas que investiram em marketing.

Palavras-chave: Marketing. Propaganda. Publicidade. Consumidor. Vendas.
Palavras-chave: Marketing. Propaganda. Publicidade. Consumidor. Vendas.

1 Informar a formação acadêmica do autor. Instituição. E-mail para contato.

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 58 ANEXO J – Modelo de lista de tabelas LISTA

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58

ANEXO J Modelo de lista de tabelas

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 Balanço patrimonial da Empresa A ………………………………….

12

Tabela 2 Balanço patrimonial da Empresa B ………………………………….

15

Tabela 3 Demonstrativo de resultado de exercício da Empresa A ………….

18

Tabela 4 Demonstrativo de resultado de exercício da Empresa B ………….

23

LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Balanço patrimonial da Empresa A …………………………………. 12 Tabela 2 –

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 59 ANEXO K – Modelo de Lista de Ilustrações LISTA

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59

ANEXO K Modelo de Lista de Ilustrações

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 Mapa da região do Lago Serra da Mesa …………………………….

08

Figura 2 Composição dos córregos afluentes do Lago Serra da Mesa …….

12

Figura 3 Quadro explicativo de doenças contagiosas …………………………

15

Figura 4 Foto de ferimento exposto …………………………………………….

25

Figura

5 Gráfico A …………………………………………………………………

30

LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Mapa da região do Lago Serra da Mesa ……………………………. 08

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 60 ANEXO L – Modelo de lista de abreviaturas e

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60

ANEXO L Modelo de lista de abreviaturas e siglas

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANA APP CAF CER CO 2 Conama DOU FMI GEE Agência
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ANA
APP
CAF
CER
CO 2
Conama
DOU
FMI
GEE
Agência Nacional de Águas
Área de Preservação Permanente
Certificado de Crédito Florestal
Certificado de Emissões Reduzidas
Dióxido de carbono
Conselho Nacional do Meio Ambiente
Diário Oficial da União
Fundo Monetário Internacional
Gases de Efeito Estufa
MDL
ONG
PIB
VET
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo
Organização não governamental
Produto Interno Bruto
Valor Econômico Total

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 61 ANEXO M – Modelo de sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

61

ANEXO M Modelo de sumário

SUMÁRIO

  • 1 INTRODUÇÃO …………………………………………………………

..

08

..……………………………………………..

  • 2 DESENVOLVIMENTO

10

..……………………………………………

  • 2.1 Teoria A ……………………

12

  • 2.1.1 Hipótese alfa ……………….…………………………………………

...

13

  • 2.1.2 Hipótese beta …………………………………………………………

...

14

..…………………………………………..

  • 2.1.2.1 Aplicações …………………

15

  • 2.1.2.2 Implicações práticas ………………………

..…………………………..

16

  • 2.2 Teoria B ……………………………………

..…………………………...

18

  • 2.2.1 Hipótese gama …………………………….…………………………… 19

  • 2.2.2 Hipótese delta …………………………….……………………………. 20

APÊNDICES………………………………………………………..……. 35 34 30 25 21 GLOSSÁRIO CONCLUSÃO 2.2.2.2 Implicações práticas ……………………………………………………. 22 .. REFERÊNCIAS ………………………………………………………….
APÊNDICES………………………………………………………..…….
35
34
30
25
21
GLOSSÁRIO
CONCLUSÃO
2.2.2.2 Implicações práticas ……………………………………………………. 22
..
REFERÊNCIAS …………………………………………………………. 33
2.2.2.1 Aplicações ………………………………………………………………
2.3 Resultados do confronte entre Teoria A e Teoria B ……………
3
………………………………………………………...…
…………………………………………………………..
..

ANEXOS ………………………………………………………………… 40 ÍNDICE …………………………………………………………………… 50

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Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC 62 Faculdade Serra da Mesa – FASEM Av. JK, Qd.

Credenciada pela Portaria 1.095/006 do MEC

62

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