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SIMULAÇÃO DO DERRAME DE ÓLEO DE SOJA NO MAR

Dr. Georges Kaskantzis Neto

DERRAME DE ÓLEO DE SOJA NO MAR Dr. Georges Kaskantzis Neto MESTRADO PROFISSIONALIZANTE EM MEIO AMBIEN-

MESTRADO PROFISSIONALIZANTE EM MEIO AMBIEN- TE URBANO E INDUSTRIAL

MAIO - 2014

INTRODUÇÃO

Neste texto se encontram descritos o modelo matemá-

tico e resultados das simulações dos cenários hipotéticos do der-

rame de óleo de soja na água marinha.

As simulações da dispersão do produto químico derra-

mado no mar foi executada com o programa de computador de-

nominado SISBAHIA (2014). O programa foi elaborado pelo Dr.

Rosman do Programa de Engenharia Oceânica da UFRJ, sendo

um dos programas mais usados no país para a simulação da mo-

vimentação de correntes de água superficial de maneira detalha-

da e rigorosa.

O objetivo deste estudo é a simulação da dispersão de

óleo de soja na água marinha. Os cenários acidentais analisados

contemplam os efeitos das modificações das alturas do mar com

o tempo, isto é, o comportamento hidrodinâmico da contamina-

ção nos períodos das marés de quadratura e sizígia e nas condi-

ções de enchente e vazante de um ecossistema estuarino.

Os intervalos de tempo escolhidos para avaliar os resul-

tados das simulações dos cenários acidentais foram: 3; 6; 12 e

120 horas, a partir do instante que inicia o vazamento hipotético

do óleo se soja no mar.

1
1

Os resultados da simulação indicaram que o comporta-

mento da dispersão do composto na água é uma função da natu-

reza química do composto e da espessura inicial estimada para a

película do óleo que se forma na superfície da água dó mar.

MODELO HIDRODINÂMICO E DISPERSÃO DE MASSA

A circulação hidrodinâmica de estuários é governada, principal-

mente pela maré astronômica e pela meteorológica, as quais forçam

a elevação da superfície da água, pela ação do vento que induz uma

tensão cisalhante na água e pelas descargas de rios que alteram a

circulação em razão das diferentes de velocidades e densidade que

existem entre as águas doce e salina apresenta.

Considerando os corpos de água costeiros pouco estratificados,

como é o caso do estuário investigado, o modelo de simulação não

requer a inclusão de gradientes de densidade. Na maioria dos casos,

basta a simulação do campo de velocidades vertical e bidimensional

na horizontal.

No entanto, existem casos nos quais o conhecimento dos perfis

verticais de velocidade se torna necessário. Como o caso de vaza-

mentos de óleo em corpos d’água que é transportado principalmente

pela velocidade superficial da água, devendo ser simulados adotando

o sistema tridimensional do campo de velocidade.

2
2

O sistema hidrodinâmico SISBAHIA é composto por um conjun-

to de módulos. O módulo hidrodinâmico do programa constitui a base

do sistema. Os outros módulos que também fazem parte do sistema

são: transporte de sedimentos, o transporte de traçador dissolvido, o

de transporte de partículas e o módulo de ondas geradas por vento.

O módulo hidrodinâmico usa as forçantes: fluxo de calor inter-

face atmosfera oceano; descarga da água, elevação da superfície do

mar, forçantes termodinâmicas e as meteorológicas.

MODELO HIDRODINÂMICO

A equação do modelo de circulação hidrodinâmica que descreve

os campos de velocidade, de elevação, de temperatura e de salinida-

de adota as seguintes hipóteses simplificadoras: (1) aproximação hi-

drostática; (2) aproximação de Boussinesq. Além disso, o modelo

adota o sistema de coordenada curvilínea ortogonal na direção hori-

zontal e na vertical são utilizadas coordenadas.

As coordenadas são empregadas na modelagem de regiões on-

de existem gradientes batimétricos intensos. As equações do modelo

foram definidas para o sistema sigma, o qual tem a capacidade de

adaptar-se ao fundo do domínio, como indicado na Figura 2.

3
3

z = 0

η

z = H(x,y)
z = H(x,y)

σ =

0

σ =

−1

Figura 2 - Sistema de coordenadas sigma utilizada no modelo

As equações do modelo estão baseadas nas seguintes transforma- ções:

*

x

=

x

,

y

*

=

y

,

σ

=

z -

η

H +

,

t

*

=

t

η (1)

onde: os asteriscos denotam o novo sistema de coordenadas; x, y, z são as coordenadas cartesianas; D H + η representam a coordena- da H (x,t), isto é, a batimetria ou a profundidade em relação ao nível médio; η(x, y, t) é a elevação da superfície da água. Assim, σ varia de σ = 0 em z = η até σ = -1 em z = H.

Após a conversão para o sistema de coordenadas sigma, remo- ve-se o asterisco das variáveis para simplificar a notação, resultando nas equações:

∂DU ∂DV ∂ω ∂η + + + = 0 ∂x ∂y ∂σ ∂t (2) ∂UD
∂DU
∂DV
∂ω
∂η
+
+
+
=
0
∂x
∂y
∂σ
∂t
(2)
∂UD
∂U 2 D
∂UVD
∂Uω
+
+
+
- fVD
+ gD ∂η
∂t
∂x
∂y
∂σ
∂x
gD 2
o
∂ρ′
− σ′
∂D ∂ρ′
∂U
+
=
 K M
   + F x
σ
 
   dσ′
∂x
D ∂x ∂σ′
∂σ
 ∂σ
D
ρ o
4

(3)

TD

t

VD

+

t

gD 2

ρ o

UVD

+

o

σ

x

  

∂ρ

y

+

V 2 D

y

+

σ

D ∂ρ

D y ∂σ

Vω

 

∂σ

dσ′ =

+ fUD +

gD η

y

∂σ

 

  

K M

V

D ∂σ

D ∂σ

+

F y

TUD

TVD

Tω

+

SD

t

x

+

y

+

∂σ

SUD

x

SVD

y

+

+

+

∂σ

K

H

T

=

Sω

∂σ

D

∂σ 

∂σ

K H

D

=

+

S

∂σ

F T

+

F S

R

z

(4)

(5)

(6)

Onde: u, v são as componentes x e y da velocidade; ρ 0 é a densidade

de referência, ρ é uma perturbação sobre a densidade; S é a salini-

dade; T é a temperatura potencial; q é o módulo da velocidade, ω é

velocidade vertical transformada, a qual representa a componente da

velocidade perpendicular às coordenadas sigma.

A difusão horizontal é calculada com a função de Smargorinsk,

mas, pode também ser utilizada a difusão constante ou biharmônica.

A difusão de Smargorinsk é definida como:

onde:

A M

= Cxy

1 2
1
2

V + (V) T

(7)

V + (V) T /2 = [(u / x) 2 +(v / x + ∂u / y) 2 / 2 + (v / y) 2 ] 1/2

Os valores da constante

C podem variar

na faixa

de

(8)

0,10

-

0,20, mas, se o espaçamento da grade for pequeno C pode ser nulo.

A equação para a superfície livre tem a forma:

5
5

∂η

+

UD

+

VD

t

x

y

= 0

(9)

MODELO DE TRANSPORTE CONVECTIVO E DIFUSIVO

A posição de qualquer partícula do fluido no instante seguinte

(P n+1 ) é obtida pela expansão da série Taylor a partir da posição an-

terior conhecida (P n ):

P n + 1

= P

n

+ ∆ t

dP

n

t

2

d

2

P

n

+

dt

2!

dt

2

+ T . A

. D .

(10)

onde: T.A.D. são termos de alta ordem desprezados.

As derivadas de P são determinadas a partir do campo de velo-

cidades hidrodinâmico, ou de larga escala, a saber:

 

dP

dt

= V (u,v,w)

 
 

2

 

d

P

dV

V

V

V

V

 

=

=

+ u

 

+ v

 

+ w

 

dt

2

dt

t

x

y

y

(11)

A função que define a quantidade de massa da partícula genéri-

ca “a”, no domínio modelado, é definida como:

M

=

Q C

i

ai

t

a N

(12)

Onde: Q é a descarga de fluido da fonte, C ai é a concentração da substância “a” na descarga; N é o número de partículas que entram no domínio a cada intervalo de tempo t.

6
6

A quantidade de massa da partícula que se encontra localizada

em uma determinada célula i do campo de concentração, cujo centro

encontra-se na posição (x, y, z) i é calculada com seguinte expressão:

m

a

=

M

a

K

(

t

v

)

f

(

x

,

y

,

z

)

NP

n = 1

f

(

x

,

y

,

z

)

n

(13)

onde: f(x,y,z) é a função distribuição espacial; K(t v ) é a reação ciné- tica; t v é o tempo de vida da partícula, NP é o número de partículas que contribuem para uma quantidade de massa de uma célula da malha de concentrações.

O resultado fornecido pela simulação é o campo de concentra-

ções em função do tempo e da concentração da partícula genérica

“a”. A espessura da pluma, mancha ou nuvem de contaminação pode

ser relacionada a concentração do produto derramado com a relação:

C o (kg/m 3 ) = 1000 x e(m) (kg/m 3 ) e(mm) (kg/m 3 )(14)

Onde: C o é concentração inicial do composto; e é espessura do óleo

Para usar de modo correto o modelo hidrodinâmico acima des-

crito, devem ser utilizadas as forçantes, como, por exemplo, a maré

astronômica. A fronteira aberta, no presente caso, é forçada através

de 12 constituintes da maré astronômica, que se encontram indicadas

na tabela 2.

7
7

Além disso, a batimetria adotada na simulação se encontra ilus-

trada na Figura 4, a qual foi obtida através de digitalização de carta

náutica da região Com as constituintes astronômicas é possível obter

a curva da maré que estará forçando a elevação na fronteira aberta

do domínio, empregando a 15. A Figura 3 apresenta a curva de maré.

η

( ) =

t

N

j = 1

ς

j

sen

2

π

T

j

t + Φ

j

(15)

Onde: η = elevação; Φ = fase; ζ= amplitude.

Observa-se que o uso deste modelo é apenas para a estimativa

inicial do comportamento hidrodinâmico dos produtos no mar na re-

gião em estudo. Para a obtenção de resultados rigorosos e realistas

será necessário que o modelo seja previamente calibrado.

Tabela 2. Constantes harmônicas usadas na fronteira aberta

Constituinte Astronômica

Amplitude (m)

Fase (graus)

K1

0,076

181,0

P1

0,027

186,8

O1

0,110

119,4

Q1

0,027

98,8

K2

0,078

172,3

S2

0,233

176,8

M2

0,337

172,8

N2

0,057

229,7

M3

0,072

-4,3

MS4

0,027

55,4

M4

0,063

-20,2

MN4

0,027

-48,1

8
8
Figura 3. Curva de maré utilizada no domínio da modelagem. CENÁRIOS HIPOTÉTICOS INVESTIGADOS Neste estudo

Figura 3. Curva de maré utilizada no domínio da modelagem.

CENÁRIOS HIPOTÉTICOS INVESTIGADOS

Neste estudo foram analisados os campos das concentrações na água

do mar decorrentes dos vazamentos hipotéticos dos compostos seguintes: óleo

de soja; ácido sulfúrico e hidróxido de sódio. Para o citado composto os cam-

pos das concentrações foram analisados nos instantes do tempo: 3, 6, 120 ho-

ras após o início do derrame, nas de maré de enchente e de vazante, na qua-

dratura e na sizígia.

VAZAMENTO DE ÓLEO DE SOJA:

Volume de óleo derramado: 25,0 m 3 .

Densidade relativa do óleo: 0,922 (a 20°c).

Intervalos de tempo: 3,0; 6,0 e 120 horas após o derrame.

Concentração da solução: somente óleo.

9
9

CONDIÇÕES INICIAIS DO CENÁRIO

Visando o estabelecimento das condições iniciais do modelo para cada

cenário de simulação, inicialmente deve-se analisar o campo de velocidades

hidrodinâmico e a situação da maré. Em seguida serão estabelecidas as condi-

ções da fonte do derrame. Além disso, deve-se considerar a batimetria do

campo de concentrações, para então simular o cenário a ser analisado.

Nas figuras 1 - 4 se encontra ilustrado o campo das velocidades das cor-

rentes d´água, em diferentes situações da maré, assim como, o local do vaza-

mento. Nesse estudo foram identificados, através das cartas náuticas e tábuas

de maré, os instantes do tempo em que ocorrem as mudanças das marés.

Observa-se que em todas as figuras apresentadas na sequencia, os va-

lores das coordenadas dos eixos de referência estão em (m), as concentrações

do composto na água estão expressas em (kg m -3 ), o tempo está expresso em

segundos (s) e a velocidade das correntes da água em (m s -1 ). Observa-se que

o campo das velocidades é vetorial e cada vetor indica de modo proporcional o

valor da velocidade da água em determinado local.

O comportamento das curvas de maré se encontram apresentadas nas

figuras 2 – 4. Na figura 2 verifica-se que no período de 0 a 240 horas a maré se

encontrava na condição de enchente e no período de sizígia. Na figura seguin-

te, a maré encontrava-se na condição de vazante e no período de sizígia.

Na figura 4 a maré estava na condição de enchente e período de quadratura.

10
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Figura 1. Indicação do ponto onde é suposto ocorrer o vazamento hipotético acidental. 1.2 Curva

Figura 1. Indicação do ponto onde é suposto ocorrer o vazamento hipotético acidental.

1.2

Curva de Maré

0.8 0.4 0 -0.4 -0.8 0 50 100 150 200 250 (mElev )ação
0.8
0.4
0
-0.4
-0.8
0
50
100
150
200
250
(mElev )ação

Tempo (h)

Figura 2. Comportamentos da maré no primeiro período do mês (0 – 240h).

11
11

Curva de Maré

0.8 0.4 0 -0.4 -0.8 200 250 300 350 400 450 500 Elevação (m)
0.8
0.4
0
-0.4
-0.8
200
250
300
350
400
450
500
Elevação (m)

Tempo (h)

Figura 3. Comportamento da maré no segundo período do mês (240 - 480h).

1.2

Curva de Maré

0.8 0.4 0 -0.4 -0.8 450 500 550 600 650 700 750 Elevação (m)
0.8
0.4
0
-0.4
-0.8
450
500
550
600
650
700
750
Elevação (m)

Tempo (h)

Figura 4. Comportamento da maré no terceiro período do mês (480 – 720h).

12
12

BALANÇO DE MASSA

O volume de produto supostamente derramado na água foi 25 m 3 . Con-

siderando a densidade do óleo igual a 0,922, a massa de óleo derramado foi da

ordem de 23.050 kg. Neste caso, as vazões volumétrica e mássica do derrame

foram 0,043 m3 s -1 e 38,42 kg s -1 , respectivamente para o tempo de escoamen-

to igual a 10 min.

A célula do domínio ocupava 3650m 2 e a profundidade média era 9,33

metros. Nas figuras 5 e 6 encontram-se indicados os campos de velocidade

das correntes na situação de enchente e de vazante no período de sizígia.

situação de enchente e de vazante no período de sizígia. Figura 5. Campo de velocidades da

Figura 5. Campo de velocidades da água na situação de enchente e período de sizígia

13
13
Figura 6. Campo de velocidade do canal de Paranaguá na vazante e sizígia. RESULTADOS DAS

Figura 6. Campo de velocidade do canal de Paranaguá na vazante e sizígia.

RESULTADOS DAS SIMULAÇÕES

Os resultados apresentados nos gráficos e nas tabelas, indicam os

campos de velocidades das correntes de água; os valores das concentra-

ções do óleo e a variação do tamanho da poça com o tempo.

Nas figuras 8 a 10, apresentam-se as variações das concentrações

do óleo na poça em função do tempo, o qual é suposto acontecer em dez

minutos. Os dados da figura 8 indicam que as concentrações máxima e mí-

nima do óleo na poça eram 0,18 kg m -3 (centro da poça) e 2,83x10 -3 kg m -3

(borda da pluma), respectivamente, após três horas do início do vazamento.

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Figura 8. Detalhe da situação da pluma 3h depois do lançamento do óleo no mar.

Figura 8. Detalhe da situação da pluma 3h depois do lançamento do óleo no mar.

da pluma 3h depois do lançamento do óleo no mar. Figura 9. Detalhe da situação da
da pluma 3h depois do lançamento do óleo no mar. Figura 9. Detalhe da situação da

Figura 9. Detalhe da situação da pluma 6h depois do lançamento do óleo no mar.

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15

A situação da poça de óleo no mar seis horas depois do início do va-

zamento pode ser observada na figura 9. Neste caso as concentrações má-

xima e mínima do óleo, calculadas pelo programa, eram 0,1 kg m -3 e 1,57 x

10 -3 kg m -3 , respectivamente. Seis horas após o início do derrame ocorrerá

a diminuição de, cerca de, 30% da concentração inicial do óleo da poça de-

vido ao espalhamento. É importante citar que neste estudo não estão foram

considerados outros fenômenos que podem influenciam a concentração do

óleo, como, por exemplo, a evaporação do óleo a partir da superfície da

poça líquida de óleo formada no mar. Apesar da concentração do óleo dimi-

nuir com o tempo, a dimensão longitudinal da poça não se modifica de for-

ma significativa. Nas figuras 10-11, apresentam-se a situação da poça nos

instantes do tempo de simulação de 2 e 120 h, desde de o início do vaza-

mento as quais indicam que a área da poça aumentou significativamente e

por consequência a concentração do óleo na água salina diminui.

a concentração do óleo na água salina diminui. Figura 10. Situação da poça doze horas depois

Figura 10. Situação da poça doze horas depois do suposto vazamento do óleo.

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Figura 11. Situação da poça 120 horas depois do vazamento hipotético de óleo. Figura 12.

Figura 11. Situação da poça 120 horas depois do vazamento hipotético de óleo.

da poça 120 horas depois do vazamento hipotético de óleo. Figura 12. Situação da poça de

Figura 12. Situação da poça de óleo 3h após o derrame no período de quadratura

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Figura 13. Situação da poça de óleo 6h após o derrame no período da quadratura.

Figura 13. Situação da poça de óleo 6h após o derrame no período da quadratura.

poça de óleo 6h após o derrame no período da quadratura. Figura 14. Situação da poça

Figura 14. Situação da poça 120h após o derrame no período da quadratura.

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Observando as figuras 10 e 11 verifica-se que após 120 h do início

do derrame as concentrações máxima e mínima do óleo na poça eram 4,8 x

10 -2 e 7,6 x 10 -3 kg m -3 , respectivamente.

Os resultados apresentados nas figuras 13 e 14 indicam que na con-

dição de enchente e de quadratura as concentrações, máxima e mínima, do

óleo na água eram 0,1 e 2,4 x 10 -3 kg m -3 , respectivamente, 3 h após o iní-

cio do derrame eram 0,11 e 2,64 x 10 -3 kg m -3 , 6 horas depois do início do

derrame eram 2,4x10 -2 e 6,5x10 -4 kg m -3 , respectivamente.

REFERÊNCIA

Rosman, P. A. e Paulo C. C. Rosman. “Guia do Usuário do SisBAHIA – Sistema Base de Hidrodinâmica Ambiental”. Relatório COPPETEC- PENO-565, 08/2000. COPPE/UFRJ

Rosman, P. C. C. “Referência Técnica do SisBAHIA – Sistema Base de Hidrodinâmica Ambiental”. Relatório COPPETEC-PENO-565, 08/2000. COPPE/UFRJ.

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