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Sumário

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

APRESENTAÇÃO

8

Introdução A Eletricidade

9

Energia Elétrica

10

Corrente Elétrica

10

Tomadas

11

Novo Padrão De Tomadas Do Brasil

11

Verificando As Instalações Elétricas

12

Padrão Antigo De Tomadas

13

Instalações Elétricas- Padrão 2011 P2+ T

13

Energia Eletrostática

15

Tensão alternada e

15

SISTEMA DE PROTEÇÃO

16

Filtro de linha

16

Estabilizadores de tensão

16

Módulos isoladores

17

No-breaks

17

Tipos de No-breaks:

17

No-break

off-line

17

No-break

on-line

17

Tensão do Equipamento (capacidade)

17

FONTES DE ALIMENTAÇÃO

18

AT-Advanced Tecnology

19

ATX -Advanced Technology Extended

20

EPS 12 v

20

Fonte SFX

21

Conector ATX

21

Q demonstrativo da tensão dos fios da fonte

21

TIPOS DE CONECTORES

21

Potência Das Fontes De Alimentação

23

Consumo Maximo Por Hardware

26

Exercício de fixação:

27

Gabinetes

28

Mini Torre,

28

1

Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Torre

29

SFF

29

Como escolher um Gabinete Adequado

29

Aquecimento

29

Placa

mãe

30

Placa

AT e ATX

31

Placa

ATX

32

Placa

LPX

32

Placa Mãe- Barramentos

33

Slots De Expansão Ou Barramentos

33

Barramento ISA (Industry Standard Architecture)

33

Barr. PCI (Peripheral Component Interconnect)

33

Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended)

34

Barramento

AGP (Accelerated GraphicsPort)

34

Barramentos AMR, CNR e ACR

37

TIPOS DE TECNOLOGIAS

38

Padrão

ATA- Tecnologia

38

Padrão

IDE- ATA

39

Tecnologia DMA

39

40

O Que É SCSI

40

Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI

41

SATA

42

Velocidade do padrão SATA e Evolução

42

TIPOS DE DVD

44

DVD-ROM

45

DVD-RAM

45

Blu-Ray

45

BARRAMENTO USB UNIVERSAL SERIAL

46

Vantagens do padrão USB

47

USB 1.1 e USB 2.0

48

USB

3.0

48

USB

A

48

USB

Micro-B

49

2

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

FIREWIRE

49

BLUETOOTH

50

PROCESSADOR

51

Barramentos

52

Clock interno e clock externo

53

Bits dos processadores

54

Memória Cache

55

Processadores com dois ou mais núcleos

56

Silício

58

Diferença de Clock

58

Encapsulamento dos processadores

59

Processadores AMD

61

Proc. AMD Phenom X4 utilizam o soquete AM2+:

61

Nomes código dos núcleos

62

Primeiros Processadores

63

Fator Multiplicação

63

Processador

K5

63

Processador

K6

64

Processador

K6-2

64

Processador

Athlon

64

Processador

Duron

65

Processador

Sempron

66

PROCESSADORES ATHLON 64 E ATHLON 64 FX

66

Athlon

64

67

Athlon

64

X2

67

Athlon

64

FX

67

Processador Turion 64

67

Opteron

68

Opteron

Opteron

(130nm SOI)

68

(90 nm SOI)

68

Tabela sobre o Athlon 64

68

3.1.1.1Tabela sobre o Athlon 64 FX

69

Processadores AMD Phenom™ II

69

PROCESSADORES INTEL

69

3

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Pentium®

 

69

Pentium® II

70

Celeron

71

Pentium® III

72

Pentium®

4

73

Pentium®

M

75

Pentium®

D

75

Core

76

Core 2

76

Modelos para Desktop:

76

Core 2 Duo

 

76

Core

2

Quad

76

Core

2

Extreme

76

Core

2

Solo

77

Core 2 Duo

77

Core

Extreme

77

Xeon

77

Itanium 2

77

Core i3

77

Dois modelos disponíveis do i3

79

Core i5

79

O que é e para que serve a tecnologia Turbo Boost?

80

Core

i7

81

Intel

HD

81

Intel

QPI

82

Desempenho

 

83

Características e funcionamento dos HD’s

83

Componentes de um HD

84

Gravação e leitura de dados

86

HD’s externos

88

Nova Tecnologia de HD's

88

O que é SSD?

88

Cooler

Híbrido Silencioso-

91

Cooler

para Pentium IV LGA (775)

91

4

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Cooler para Socket 754/939/940

91

Tipos de Memória

91

Memória ROM

91

PROM

92

EPROM

92

EEPROMs

92

Flash ROM

92

EAROM

92

Memória Cache

93

Operação

93

Princípio da localidade de referência

93

Tipos de memória cache

94

Ausência de conteúdo na cache - CACHE MISS

94

Cache

em níveis

94

Cache

L1

94

Cache

L2

95

Cache

L3

95

Princípio da localidade de referência

96

Memória RAM

96

Tipos de Tecnologia de Memóraia RAM

97

SDR

97

DDR1

98

Dual-Channel

98

DDR2

99

DDR3

99

Visão Geral

100

Diferença Física das

101

RIMM

101

Tecnologia da Memória RAM

101

EDO (Extended Data Output):

101

Periféricos externos

102

Teclado

102

Tipos de Conexão

102

Mouse

103

5

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Placa de

vídeo

104

Monitor

de vídeo

105

Conector VGA (Video Graphics Array)

106

Conector

Setup da

Sistemas

DVI (Digital Vídeo Interface)

107

Placa Mãe

108

Operacionais

109

Ms-DOS

 

109

Comando do Ms-DOS

110

Sistemas De Arquivos

112

Sistema

FAT

112

Sistema

NTFS

113

Windows

95™

114

Windows

98™

115

Windows ME ™ (Millenium Edition)

115

Windows

NT™

115

Windows

2000™

116

Windows

XP™

116

Windows

2003 Server™

117

Windows

Vista™

117

Windows 7™

118

Windows

7

Starter

118

Windows

7

Home

Basic

119

Windows

7

Home

Premium

119

Windows

7

Professional

119

Windows

7

Enterprise*

120

Windows

7

Ultimate

120

Windows

8

121

Linux

122

Ubuntu

123

O

que é o Ubuntu?

123

Instalando o Windows XP™

123

Instalação

do

Windows 7™

128

Instalação

do

Ubuntu 10.10

137

Antivírus

145

6

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Tipos de Antivírus

145

Alguns de tipos de Vírus

146

Vírus

de Boot

146

Time

Bomb

146

Minhocas,

Trojans ou

worm ou

146

cavalos de Tróia

146

Hijackers

148

Vírus no Orkut

148

Estado Zumbi

149

Vírus de Macro

149

Novos meios

149

SPLOG

150

Detectando, prevenindo e combatendo os

150

Antivírus

150

Firewall Pessoal

151

Anti-espiões (antispywares)

151

Engenharia social

152

Dinheiro em forma de

152

Homenagem Steven Paul Jobs

Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido.

7

Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

APRESENTAÇÃO

Bem-Vindo ao Guia do Usuário, este guia contém informações sobre como manusear corretamente equipamentos (Hardware) e instalação de Software.

Montagem e Manutenção de Micro.

Neste curso você vai aprender como manusear equipamento de um computador e como fazer manutenções preventivas de equipamentos e software, além conhecer o mundo da informática e como cada Hardware funcionar e cada software. Temos a plena convicção que esse guia será útil na ampliação de seu conhecimento, portanto não se limite só a este material. Esperamos que você continue o aprendizado na certeza de saber que a informática não para de avançar.

.

EDITOR/AUTOR E PROGRAMAÇÃO VISUAL DE Raul Salustiano

8

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Introdução A Eletricidade

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Para que você instale corretamente os computadores e periféricos à rede elétrica, é importante que conheça um pouco mais sobre este assunto. Em primeiro ligar, a unidade de medida utilizada para averiguar os níveis de tensão das redes elétricas é o volt - representado pela letra "V" como no Brasil podemos encontrar cidades cuja rede é alimentada com 11OV - como a maioria das cidades brasileiras, por exemplo - e outras cuja alimentação é de 220V, o primeiro item a ser checado antes de ligar qualquer equipamento na o nada é se a chave da fonte de alimentação (normalmente esta chave fica localizada próxima ao cabo de alimentação) está selecionada para a tensão da rede onde ele será ligado. Ou, caso o equipamento não possua tal chave, você deve checar no manual do mesmo se ele poderá ou não ser ligado em sua rede.

Além disso, as tomadas elétricas que você encontrará normalmente em casas e escritórios apresentam dois fios: FASE e NEUTRO. A princípio todo computador que for ligado a esta tomada deve funcionar sem maiores problemas. Sendo que os principais fabricantes de microcomputadores, como a HP, DELL, IBM, etc. exigem que seus equipamentos sejam ligados a tomadas elétricas com um terceiro fio, chamado de TERRA. A função desse fio é dar proteção contra eletrostática, choques elétricos e interferências. Se você deseja conhecer maiores detalhes de como deve ser feito um bom aterramento, consulte a norma NBR 5410 da ABNT. No começo, um computador era construído em um prédio, com quilômetros de cabos e fios, queimando dezenas e dezenas de válvulas eletrônicas por hora. Isso mesmo, o primeiro computador conhecido como MARK I usava válvulas e prodigiosamente fazia somente as quatro operações matemáticas (soma, subtração, multiplicação e divisão). Ao longo do tempo a eletrônica avançou, desenvolveu-se e encolheu ao mesmo tempo. Com isso, os computadores foram tornando-se cada vez menores e mais rápidos e funcionais. Até que, num dado momento, a IBM e a Microsoft© se uniram e deram início ao projeto que nos levaria onde estamos hoje. Computadores apelidados de Handhelds enchem os olhos dos aficionados por tecnologia

9

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E MANUTENÇÃO DE MICRO

com seus tamanhos reduzidos e a alta capacidade de processamento. Processadores novos e cada vez mais rápidos são pesquisados e lançados a cada mês, fazendo com que a linha do tempo da evolução dos recursos de informática fique cada vez mais estreita. O que é novidade hoje se torna obsoleto em questão de meses. Por isso mesmo acaba sendo um desafio escrever uma apostila ou um livro sobre Hardware. Por mais atualizada que a literatura esteja, no dia seguinte ao seu lançamento, novas tecnologias surgem, novos modelos de processador, memória, disco rígido, etc. são lançados. Sendo assim, torna-se fundamental para você que está começando a fazer parte desse universo, ter a consciência de manter-se sempre atualizado, seja por meio de cursos, palestras, livros, revistas, Internet, etc. Como no mercado de trabalho você terá contato não só com novas tecnologias, mas também com tecnologias obsoletas e ainda em funcionamento, você aprenderá no decorrer dessa apostila, tanto tecnologias mais antigas, como também o que há de mais moderno nesse fabuloso mundo da informática.

MONTAGEM

Energia Elétrica

A energia elétrica pode ser definida como a capacidade de trabalho de uma corrente elétrica. Como toda Energia, a energia elétrica é a propriedade de um sistema elétrico que permite a realização de trabalho. Ela é obtida através de várias formas. O que chamamos de “eletricidade” pode ser entendido como Energia Elétrica se, no fenômeno descrito a eletricidade realiza trabalho por meio de cargas elétricas. A energia elétrica pode ser um subproduto de outras formas de Energia, como a mecânica e a química. Através de turbinas e geradores podemos transformar estas formas de energia em eletricidade.

Corrente Elétrica

Corrente elétrica, entender este conceito facilita o entendimento de muitos fenômenos da natureza. A corrente elétrica, e a eletricidade propriamente dita, estão presentes a todo tempo ao nosso redor e até em nós mesmos.

Podemos citar vários exemplos:

10

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Na natureza: o relâmpago, uma grande descarga elétrica produzida quando se forma uma enorme tensão entre duas regiões da atmosfera. No corpo humano: impulsos elétricos do olho para o cérebro. Nas células da retina existem substâncias químicas que são sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina estas substâncias produzem impulsos elétricos que são

transmitidos ao cérebro.

MONTAGEM

Além destes exemplos, podemos identificar vários aparelhos e utensílios em nossa casa que foram construídos a partir do domínio da eletricidade: o ferro de passar roupas, o chuveiro, a lâmpada e muitos outros. Para entendermos

o funcionamento destes aparelhos vamos definir o conceito de corrente

elétrica. Se um condutor é ligado aos polos do gerador os elétrons do polo negativo se movimentam ordenadamente para o polo positivo, esse movimento ordenado dos elétrons é denominada corrente elétrica.

Tomadas

Uma tomada elétrica é o ponto de conexão que fornece a eletricidade principal a um plugue macho conectado a ela. As mais comuns têm dois terminais, utilizados em circuitos monofásicos ou bifásicos, um para a fase e outro para o neutro (no caso de monofásico) ou um para cada fase (no caso de bifásico), e algumas também têm um terceiro, denominado "ligação de terra" ou simplesmente "terra". Existem também outras tomadas com mais terminais, de 3 (corrente trifásica), 4 ou mais, normalmente para uso na indústria.

Novo Padrão De Tomadas Do Brasil

Desde 1º de janeiro de 2010, a NBR 14136 (baseada na

norma internacional IEC 60906-1) é o padrão oficial de tomadas no Brasil. A venda de outros tipos de tomada

é proibida pelo Inmetro desde esta data. O padrão foi escolhido por ser mais seguro e por contar com o condutor terra. Há o modelo apropriado para aparelhos que necessitem de corrente até 10A e até 20A, funcionando no segundo modelo, ambos os tipos

11

Professor: Raul Salustiano

necessitem de corrente até 10A e até 20A, funcionando no segundo modelo, ambos os tipos 11

E MANUTENÇÃO DE MICRO

de aparelhos.[1] Os aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos produzidos atualmente e certificados pelos Inmetro devem sair de fábrica com o novo modelo de tomadas. Ainda existe muita reclamação quanto à adaptação ao novo padrão de tomadas, por este ser mais caro e pela dificuldade de encontrar adaptadores para aparelhos no antigo padrão. Além disso, há confusão sobre qual dos pinos laterais é o neutro e qual é a fase (alguns

desenhos não informam a perspectiva, ou se são do plugue ou da tomada).

MONTAGEM

Verificando As Instalações Elétricas

A pergunta é: sua rede elétrica está dentro das normas corretas? Tem duvidas? Quer fazer o teste? Então vamos lá.

Para podermos fazer um simples teste precisaremos de uma chave teste de fase ou um Multímetro, veja se sua tomada é igual a imagem abaixo. Se for, está tudo bem; agora veja se os fios estão ligados nos seus devidos lugares (sem precisar abrir a caixa de tomada), faça este teste colocando a ponta metálica da chave teste dentro do local destinado à fase da rede, que deve acender uma pequena luz de cor laranja.

da rede, que deve acender uma pequena luz de cor laranja. Este teste é para você

Este teste é para você saber se seu computador está ligado de acordo com os padrões FNT (Fase, Neutro e Terra). Com esse pequeno teste você fica sabendo se os componentes de segurança da sua fonte estão funcionando. Saiba que metades dos componentes elétricos de uma boa fonte servem apenas como itens de segurança elétrica e se estes fios fase e neutro estiverem invertidos, os componentes não têm aplicação nenhuma. Apenas o teste de aterramento não pode ser feito. Para esse teste chame um eletricista profissional. E vale lembrar que o fio terra em um PC é de extrema importância.

Forma correta de instalação de uma tomada para computador ou qualquer equipamento eletrônico. Modelo antigo esta tomada não são mais utilizadas para a venda no estabelecimento.

12

Professor: Raul Salustiano

Padrão Antigo De Tomadas.

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Padrão Antigo De Tomadas. MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE MICRO Instalações Elétricas- Padrão 2011 P2+ T A

Instalações Elétricas- Padrão 2011 P2+ T

A rede elétrica deve obedecer às normas de segurança, pois uma rede bem

instalada assegura um perfeito funcionamento de todos os circuitos internos

da impressora e do microcomputador, principalmente as proteções e filtros e

a não observância das instruções dadas por este documento, isentará o

Fabricante e suas representadas na garantia dada a seus equipamentos e na responsabilidade do mau funcionamento da impressora e dos dispositivos a

ela conectada.

Padrão da Tomada Elétrica:

Tomada elétrica padrão 2P+T

dos dispositivos a ela conectada. Padrão da Tomada Elétrica: Tomada elétrica padrão 2P+T 13 Professor: Raul

13

Professor: Raul Salustiano

Instalação Elétrica

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

É recomendável ter um circuito elétrico independente, separado dos equipamentos que provocam quedas e distúrbios na energia, do tipo motores, ventiladores, ar-condicionado, geladeiras, freezer e semelhantes. É recomendável a utilização de estabilizadores ou No-Break, tomando o cuidado de ligar a impressora e o micro a qual está conectada sempre no mesmo lado da instalação elétrica, ou seja, se o micro estiver conectado ao No-Break, ligar a impressora também. Não utilizar o Neutro como Terra e não uni-los próximos aos equipamentos. A união do Terra e o Neutro deve ser conforme prevista em Norma, sendo perto da entrada da rede da concessionária.

Consulte um técnico eletricista para instalar e atestar que sua rede elétrica e seu aterramento estejam conforme a norma vigente da ABNT.

Quadro Elétrico

estejam conforme a norma vigente da ABNT. Quadro Elétrico Este padrão muda totalmente o modo de

Este padrão muda totalmente o modo de instalação elétrica da tomadas, tem que se fica bem atento na hora de instalar uma tomada deste modelo novo e

14

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

do antigo também para não inverter as polaridades da rede, e isto pode levar

a queimar de equipamentos.

MONTAGEM

Energia Eletrostática

A eletricidade estática é a carga elétrica num corpo cujos átomos apresentam

um desequilíbrio em sua neutralidade. O ramo da física que estuda os efeitos

da eletricidade estática é a Eletrostática.

O fenômeno da eletricidade estática ocorre quando a quantidade de elétrons

gera cargas positivas ou negativas em relação à carga elétrica dos núcleos dos átomos. Quando existe um excesso de elétrons em relação aos prótons, diz- se que o corpo está carregado negativamente. Quando existem menos elétrons que prótons, o corpo está carregado positivamente. Se o número total de prótons e elétrons é equivalente, o corpo está num estado eletricamente neutro. Existem muitas formas de "produzir" eletricidade estática, uma delas é friccionar (esfregar) certos corpos, por exemplo, o bastão de âmbar, para produzir o fenômeno da eletrização por fricção, também carpete, lã etc

Então quando for se trabalhar com equipamento eletrônico sempre tomar a máxima atenção e usar equipamento que evite problemas futuros com queima de Memoria RAM e outros tipos de placas.

Equipamento recomendado.

Pulseira eletrostática

Tensão alternada e contínua.

Pulseira eletrostática Tensão alternada e contínua.  Uma corrente elétrica nada mais é que um fluxo

Uma corrente elétrica nada mais é que um fluxo de elétrons (partículas que carregam energia) passando por um fio, algo como a água que circula dentro de uma mangueira. Se os elétrons se movimentam num único sentido, essa corrente é chamada de contínua. Se eles mudam de direção constantemente, estamos falando de uma corrente alternada.

15

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

A Energia que chega às residências e domicílios é uma Tensão Alternada, pois a uma grande variação em sua voltagem, pois bem sabemos que a energia que chega varia de 110 v a 220v, na região Sudeste do Brasil 110 v e na Região Nordestes 220 v, mas ela não disponibilizar os 110 v e 220 v especificado ela fica alternando os 110 v para 117 v ou ate mesmo com 100 v isto em condições normais de uso que pode ate fica acima dos 117 ou muito abaixo dos 110 v, e também acontece à variação com os 220 v que podem ate chega a 230 v ou

cair para 190 v isto tudo vai varia das condições do dia a dia.

MONTAGEM

A Tensão Contínua é diferente da Tensão Alternada com diz já no seu

nome, porque a Tensão Contínua ela disponibilizar aos aparelhos a quantidade especifica que ele precisa para funcionar. Exemplo a fonte de alimentação ela é responsável em transformar tensão Alternada em Contínua para que os componentes do computador não sofram atenuações de frequência em seu funcionamento, pois para um componente eletrônico uma

pequena diminuição ou um aumento de carga pode leva a queimar dele.

SISTEMA DE PROTEÇÃO

São acessórios e equipamentos utilizados para proteger os computadores de eventuais ruídos, picos e quedas de energia da rede elétrica. Exemplo:

Filtro de linha

Proteger seu micro contra picos de energia e ruídos na linha

Estabilizadores de tensão

Este dispositivo protege os seus equipamentos contra interferência e variações nos níveis de tensão da rede elétrica.

16

Professor: Raul Salustiano

equipamentos contra interferência e variações nos níveis de tensão da rede elétrica. 16 Professor: Raul Salustiano
equipamentos contra interferência e variações nos níveis de tensão da rede elétrica. 16 Professor: Raul Salustiano

Módulos isoladores

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Os módulos são bem parecidos com os estabilizadores, mas ele não tem o fio terra externo com os estabilizadores e sim já acoplado no seu próprio sistema eletrônico.

No-breaks

São equipamentos que evitam que o computador seja desligado quando faltar energia, ele tem uma bateria interna que armazenar energia para ser utilizada nestas situações.

que armazenar energia para ser utilizada nestas situações. Tipos de No-breaks: Existem dois tipos de no-breaks
que armazenar energia para ser utilizada nestas situações. Tipos de No-breaks: Existem dois tipos de no-breaks

Tipos de No-breaks:

Existem dois tipos de no-breaks os off-line e os Online.

No-break off-line

Nesse no-break, a alimentação de entrada é fornecida diretamente à saída do equipamento e ao retificador/ carregador. Quando há uma falha no fornecimento de energia, um circuito comutador fará o chaveamento do circuito de saída, que deixará de receber a energia diretamente da entrada, passando a receber alimentação proveniente da bateria.

No-break on-line

Nesse no-break, a alimentação de entrada alimenta diretamente ao retificador/carregador; o mesmo carrega a bateria continuamente e esta fornece energia para o inversor, que irá disponibilizar a alimentação ao circuito de saída. Quando há uma falha no fornecimento de energia, não há chaveamento, porque a carga está sendo alimentada continuamente pela bateria.

Tensão do Equipamento (capacidade)

17

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Antes de você comprar um estabilizador, procure fazer um somatório do consumo dos aparelhos que serão ligados a ele para que você opte por um modelo que possa suportar este consumo total segue uma tabela de

consumo de alguns equipamentos.

MONTAGEM

Equipamentos

Consumo

Monitor “de Vídeo de 14” ou 15”

100

VA

Micro padrão PC

200

VA

Impressora Jato de Tinta

100

VA

Impressora Matricial

200

VA

Esta tabela não apenas serve para um estabilizador mais também para todos os equipamentos que fazem a mesma operação tipo No-break, Módulos Isoladores etc. Lembrando que no mercado na maioria das lojas de suplemento para informática você vai encontra Estabilizadores E Módulos Isoladores com capacidade de 300 VA e isto é muito pouco com você ver acima na tabela então se preocupe também com este equipamento, pois um bom equipamento vai dura mais e manter seu computador em segurança, porque se você utilizar um equipamento com baixa potência você correr um serio risco deste equipamento queimar ou fica desligando diariamente por causa de potência baixa.

Obs.: Comprar um equipamento pelo menos com 600 VA de potência, mesmo que você não var utilizar, mas é bem melhor ter folga do que trabalhar forçado.

mas é bem melhor ter folga do que trabalhar forçado. FONTES DE ALIMENTAÇÃO A fonte de

FONTES DE ALIMENTAÇÃO

A fonte de alimentação é o dispositivo responsável por fornecer energia elétrica aos componentes de um computador. Portanto, é um tipo de equipamento que deve ser escolhido e manipulado com

18

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

cuidado, afinal, qualquer equívoco pode resultar em provimento inadequado

de eletricidade ou em danos à máquina.

MONTAGEM

Elas convertem os 220 v e 110 v da rede elétrica convencional (corrente alternada) para a (corrente contínua), usada pelos componentes eletrônicos do computador, sendo assim é gerado 12 v, 5v, e 3.3v, -5v, -12 v.

As fontes de alimentação são compostas internamente com vários conjuntos de fios e conectores (chicotes) que alimentarão com energia elétrica, a placa mãe e os periféricos internos:

Ex: HD’s, leitor de cartão, drive CD\DVD dentre outros.

Existem dois tipos de fontes, mas conhecida no mercado que AT- e ATX.

AT-

de fontes, mas conhecida no mercado que AT- e ATX . AT- Advanced Tecnology Possui cabo

Advanced Tecnology

Possui cabo de energia da placa mãe separado em 2 partes, nele você deve juntar as duas pontas pretas e liga-las a placa mãe. Possui cabos de energia para serem ligados os leds. É mais usada em computadores mais antigos por atingirem voltagens menores

usada em computadores mais antigos por atingirem voltagens menores P8 e P9 Botão Ligar. 19 Professor:

P8 e P9

usada em computadores mais antigos por atingirem voltagens menores P8 e P9 Botão Ligar. 19 Professor:

Botão Ligar.

usada em computadores mais antigos por atingirem voltagens menores P8 e P9 Botão Ligar. 19 Professor:

19

Professor: Raul Salustiano

Cores do fio do conector AT.

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Cores do fio do conector AT. MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE MICRO ATX -Advanced Technology Extended Cabo

ATX -Advanced Technology Extended

Cabo de energia principal inseparável. Não possui os cabos dos leds. Atinge voltagens muito maiores do que as das fontes AT e é usada na grande maioria dos computadores atuais.

EPS 12 v

EPS12V é definido em SSI, e usado principalmente por SMP / multi-core sistemas como o Core 2, Core i7, Xeon e Opteron. Ele tem um conector de 24 pinos principais (o mesmo que ATX12V v2.x), um conector de 8 pinos secundário, e um conector de 4 pinos opcional terciário. Em vez de incluir o cabo extra, fabricantes fornecemos muitos pode implementar o conector de 8 pinos como dois combináveis 4 pinos conectores para garantir a compatibilidade com placas-mãe ATX12V.

20

Professor: Raul Salustiano

dois combináveis 4 pinos conectores para garantir a compatibilidade com placas-mãe ATX12V. 20 Professor: Raul Salustiano
dois combináveis 4 pinos conectores para garantir a compatibilidade com placas-mãe ATX12V. 20 Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Fonte SFX

Mesma Nomenclatura Interna, mas na parte externa bem diferente ela é menor e é utilizada apenas em gabinetes SFF.

Conector ATX

menor e é utilizada apenas em gabinetes SFF. Conector ATX Existem dois modelos de conector ATX

Existem dois modelos de conector ATX o ATX 20 pinos que foi lançado no ano de 1996 junto com lançamento da fonte ATX, e o atual que de 24 pinos que foi lançado nas correções da fonte ATX em fevereiro de 2003 e chamou de ATX 12 v 24 pinos.

Mas antes disto teve várias mudança na fonte ATX no lançamento Pentium 4. Ao projetar o Pentium 4 de plataforma em 1999/2000, o padrão de 20 pinos ATX conector de alimentação foi considerada inadequada para suprir o aumento requisitos de carga elétrica. Assim, foi significativamente ATX revisto em ATX12V 1.0 padrão (é por isso que às vezes é ATX12V-1.x imprecisamente chamado ATX-P4). ATX12V-1.x também foi adotada por Athlon XP e sistemas Athlon 64. E continuou tendo alterações na arquitetura interna da fonte para que ele suprisse as necessidades dos computadores atuais que estão cada dia mais rápido precisam de potência para trabalhar.

Quadro demonstrativo da tensão dos fios da fonte ATX.

de potência para trabalhar. Quadro demonstrativo da tensão dos fios da fonte ATX. 21 Professor: Raul

21

Professor: Raul Salustiano

TIPOS DE

CONECTORES

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Conector ATX- conecta-se a placa mãe.

Floppy- Para drive de disquete.

P4- alimentador auxiliar do processador e o Chipset. (Potência extra)obs.: só se encontra na fonte ATX

Conector ATA - É um padrão utilizado para ligar drive de CD\DVD ou HD’S, mais atualmente não mais utilizado está sendo substituído pelo padrão SATA.

Conector SATA É um novo padrão de conector que esta substituindo o padrão ATA, ele é utilizado em drive de CD\DVD E HD’S. obs.: só se encontra na fonte ATX

Conector ATA x SATA A diferença entre os dois é a seguinte que os antigos conectores ATA são compostos por 4 pares de fios são eles:Vermelho, preto, preto e amarelo.

Conector SATA é composto em sua entrada vindo da fonte pela mesma composição mais na sua extremidade De saída é diferente, é composta

22
22

por

15

pinos para

Professor: Raul Salustiano

fornecimento de energia.

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Existe um adaptador no mercado que faz a combinação do padrão ATA para o SATA.

que faz a combinação do padrão ATA para o SATA. Conector P4 utilidade do P4. Conector

Conector P4

a combinação do padrão ATA para o SATA. Conector P4 utilidade do P4. Conector P8 parecido
a combinação do padrão ATA para o SATA. Conector P4 utilidade do P4. Conector P8 parecido

utilidade do P4.

Conector P8 parecido com P4 da fonte ATX Tendo a mesma

POTÊNCIA DAS FONTES DE ALIMENTAÇÃO

ATX Tendo a mesma POTÊNCIA DAS FONTES DE ALIMENTAÇÃO As pessoas compram um computador por muitas

As pessoas compram um computador por muitas vezes pela sua capacidade de armazenamento, sua velocidade e até compram também uma placa de Vídeo, mais se esquecem de algo bem importante que sem ela o computador não funcionar e se for de má qualidade o computador pode funcionar de formar prejudicial, e isto pode levar a queima dos equipamentos:

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Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Esse é o aspecto deveria ser mais considerado por qualquer pessoa na hora de comprar uma fonte. E deve ser mesmo. Se adquirir uma fonte com potência mais baixa que a que seu computador necessita, vários problemas podem acontecer como desligamento repentino da máquina ou

reinicializações constantes. O ideal é optar por uma fonte que ofereça certa "folga" neste aspecto. Mas escolher uma requer alguns cuidados.

O principal problema está no fato de que algumas fontes, principalmente as

de baixo custo, nem sempre oferecem toda a potência que é descrita em seu rótulo. Por exemplo, uma fonte de alimentação pode ter em sua descrição 500 W (Watts) de potência, mas em condições normais de uso pode oferecer no máximo 400 W. Acontece que o fabricante pode ter atingindo a capacidade de 500 W em testes laboratoriais com temperaturas abaixo das que são encontradas dentro do computador ou ter informado esse número com base em cálculos duvidosos, por exemplo. Por isso, no ato da compra, é importante se informar sobre a potência real da fonte.

Para isso, é necessário fazer um cálculo que considera alguns aspectos, sendo

o mais importante deles o conceito de potência combinada. Antes de

compreendermos o que isso significa, vamos entender o seguinte: como você

já viu, no que se refere às fontes ATX, temos as seguintes saídas: +3,3 V, +5 V,

+12 V, -5 V e -12 V. Há mais uma chamada de +5 VSB (standby). O fabricante deve informar, para cada uma dessas saídas, o seu respectivo valor de corrente, que é medido em ampères (A). A definição da potência de cada saída é então calculada multiplicando o valor em volts pelo número de ampères. Por exemplo, se a saída de +5 V tem 30 A, basta fazer 5x30, que é igual a 150.

MONTAGEM

A partir daí, resta fazer esse cálculo para todas as saídas e somar todos os resultados para conhecer a potência total da fonte, certo? Errado! Esse, aliás, é um dos cálculos duvidosos que alguns fabricantes usam para "maquiar" a potência de suas fontes.

duvidosos que alguns fabricantes usam para "maquiar" a potência de suas fontes. 24 Professor: Raul Salustiano

24

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Para facilitar na compreensão, vamos partir para um exemplo. Vamos

considerar uma fonte cujo rótulo informa o seguinte:

MONTAGEM

TENSÕES

+3,3 V

+5 V

+12 V

- 12 V

+ 5 VSB

CARGA

28 A

30 A

22 A

0,6 A

3 A

POTENCIA COMBINADA

92,4 W

150 W

264 W

7,2 W

15 W

   

550 W

Esta fonte em seu rotulo descrever as seguintes potência de forma.

+3,3 V

+5 V

+12 V

- 12 V

+ 5 VSB

Estão corretas e cada uma dela com a sua carga, em todas as fontes você irá encontrar esta potência se você não encontra já sabe que esta fonte esta fora de padrão. Lembre o que vai mudar em cada fonte é a carga disponibilizada em cada potência.

Mais voltando ao exemplo acima a fonte diz que a sua potência máxima é de

550 W, mas quando fazemos os cálculos acabamos de descobrir que ela não

dar a potência descrita e sim menos do que deveria. Para descobrir e ela disponibilizar a potência descrita o calculo é bem simples você multiplicar cada tensão pela sua carga descrita abaixo e depois soma os resultados encontrado, com uma observação para você descobrir a potência

combinada você tem que eliminar o menor valor entre o + 3,3 v,+ 5 v . Lembre que nem sempre o + 3,3v vai ser menor o seu valor. Então qual é o valor desta fonte: 436,2 W Ela é uma fonte Nominal, porque não dar exatamente o valor descrito em seu rotulo, se ela desce o valor do seu rotulo ou pelo menos 540 W ou mais que

550 W ela seria uma fonte valor Real.

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Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

CONSUMO MAXIMO POR HARDWARE

Conhecer o consumo de cada equipamento é importante na hora de comprar

consumo de cada equipamento é importante na hora de comprar uma fonte, porque você não vai

uma fonte, porque você não vai fica preocupado se comprar uma fonte com potência baixa ou muito alta. Qual a potência adequada para esta configuração:

R: Uma fonte de 400W, porque vai fica uma folga de 140W, porque este 140W não vão fica sempre sobrando e sim quando a fonte começar aquecer este 140W vai ser utilizado para dar potência à fonte na hora de pico para ela manter a potência para os componentes funcionarem.

Proteções das Fontes

Curto-circuito (SCP- Short circuitprotection);

Sobrecarga de potência (OPP Over powerprotection);

Sobrecarga (OLP- Ofensivelandprotector);

Sobrecarga de corrente (OCP Over currentprotection);

Superaquecimento (OTP- Over TemperatureProtection);

Carga vazia (NLO over no load). Dessas proteções, apenas a proteção contra curto circuito é obrigatória e está disponível em todas as fontes de alimentação.

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Professor: Raul Salustiano

Exercício de fixação:

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

1-

O que é energia estática?

 

2-

Cite os tipos de Fontes de Alimentação.

 

3-

O

que

são

sistema

de

proteção?

E

der

exemplos

 

4-

Cite alguns tipos de conectores das fontes de alimentação.

 

5-

Cite as cores e a potência de cada fio da fonte de alimentação.

 

6-

Faça o seguinte calculo e diga se esta fonte é Nominal ou Real.

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Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE MICRO GABINETES O gabinete, torre de computador ou caixa de computador (não

GABINETES

O gabinete, torre de computador ou caixa de computador (não confundir com CPU), é uma caixa, normalmente de metal, que aloja o computador. Existem vários padrões de gabinete no mercado, sendo que os mais comuns são AT e ATX. O formato do gabinete deve ser escolhido de acordo com o tipo de placa-mãe.

Existem alguns tipos de Modelos de Gabinete:

Desktop/Horizontal/Slim

Mini-Torre

Torre

SFF

Horizontal/Slim.

Os Gabinetes Utilizados na Horizontal, ou sobre a mesa com o Monitor em Cima do Gabinete.

ou sobre a mesa com o Monitor em Cima do Gabinete. Mini – Torre, É utilizado

Mini Torre,

É utilizado na forma vertical ou em cima ou em baixo da mesa, e na sua composição tem apenas duas entradas para Drive de CD/DVD na parte do Gabinete.

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Professor: Raul Salustiano

e na sua composição tem apenas duas entradas para Drive de CD/DVD na parte do Gabinete.

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Torre

Possui as mesmas características do mini-torre, mas tem uma altura maior e mais espaço para instalação de novos periféricos. Muito usado em servidores de rede e com placas que requerem uma melhor refrigeração.

rede e com placas que requerem uma melhor refrigeração . SFF É o acrônimo de Small

SFF

É o acrônimo de Small Form Factor, ou seja um gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na horizontal ou na vertical, mas não pode ser considerado um mini torre nem gabinete(deitado). Utiliza fonte de alimentação padrão SFX.

Utiliza fonte de alimentação padrão SFX. Como escolher um Gabinete Adequado Com o aumento da

Como escolher um Gabinete Adequado

Com o aumento da velocidade dos dispositivos mais novos, como processadores discos rígidos etc. Deu origem a um problema o aquecimento dos componentes. Por isso escolha bem um gabinete.

Aquecimento

Muitas vezes os computadores começam a travar e não se sabe o motivo, mas o motivo é bem simples falta de ventilação interna, causada pelo tamanho do gabinete ou o acumulo de poeira com a quantidade de Hardware adicionada como placas de vídeo, som e outras.

Quantidade de hardware a mais do que o necessário para as situações normais.

e outras. Quantidade de hardware a mais do que o necessário para as situações normais. 29

29

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Para se usar esta configuração precisa-se de um gabinete com o um tamanho

adequado.

MONTAGEM

PLACA MÃE

É o circuito impresso central de um computador pessoal, onde fica a maior parte dos componentes cruciais do sistema e conectores para periféricos. Este componente também pode ser interpretado como a "espinha dorsal" do computador, afinal, é ele que interliga todos os dispositivos do equipamento. Para isso, a placa-mãe (ou, em inglês, motherboard) possui vários tipos de conectores.

inglês, motherboard ) possui vários tipos de conectores. O processador é instalado em seu socket, o

O processador é instalado em seu socket, o HD é ligado nas portas IDE ou SATA, a placa de vídeo pode ser conectada nos slots AGP 8x ou PCI-Express 16x e as outras placas (placa de som, placa de rede, etc) podem ser encaixadas nos slots PCI ou, mais recentemente, em entradas PCI Express (essa tecnologia não serve apenas para conectar placas de vídeo). Ainda há o conector da fonte, os encaixes das memórias, enfim.

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Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Todas as placas-mãe e possuem BIOS (Basic Input Output System). Trata-se

de um pequeno software de controle armazenado em um chip de memória

ROM que guarda configurações do hardware e informações referentes à data

e hora. Para manter as configurações do BIOS, em geral, uma bateria de

níquel-cádmio ou lítio é utilizada. Dessa forma, mesmo com o computador desligado, é possível manter o relógio do sistema ativo, assim como as configurações de hardware.

MONTAGEM

A imagem acima mostra um exemplo de placa-mãe. Em A ficam os

conectores para o mouse, para o teclado, para o áudio, etc. Em B, o slot onde

o processador deve ser encaixado. Em C ficam os slots onde os pentes de

memória são inseridos. D mostra um conector IDE. Em E é possível ser os conectores SATA. Por fim, F mostra os slots de expansão (onde pode-se adicionar placas de som, placas de rede, entre outros), com destaque para o slot PCI Express 16x (azul) para o encaixe da placa de vídeo.

Tipo de Placa de Mãe.

Placa AT

É a sigla para Advanced Tecnology. Trata-se de um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 até 1996. Um dos fatores que contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado (e o ATX fosse criado), é o espaço interno reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador (flat cable, alimentação), dificultavam a circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina devido ao superaquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador para aproveitar o espaço disponível

da melhor maneira.

para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Placa AT e ATX Modelo de transição entre

Placa AT e ATX

Modelo de transição entre o AT e o ATX, uma vez que as duas tecnologias são encontradas simultaneamente. Esta é uma estratégia criada pelos

31

Professor: Raul Salustiano

as duas tecnologias são encontradas simultaneamente. Esta é uma estratégia criada pelos 31 Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

fabricantes para obterem maior flexibilidade comercial.

Placa ATX

É a sigla para (Advanced Technology Extended). Pelo nome, é possível notar que se trata do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior.

Placa BTX

É um formato de placa-mãe criado pela Intel e lançado em 2003 para substituir o formato ATX. O objetivo do BTX foi aperfeiçoar o desempenho do sistema e melhorar a ventilação interna. Atualmente, o desenvolvimento desse padrão está parado.

Atualmente, o desenvolvimento desse padrão está parado. Placa LPX Formato de placa-mãe usado por alguns PCs
Atualmente, o desenvolvimento desse padrão está parado. Placa LPX Formato de placa-mãe usado por alguns PCs

Placa LPX

o desenvolvimento desse padrão está parado. Placa LPX Formato de placa-mãe usado por alguns PCs "de

Formato de placa-mãe usado por alguns PCs "de marca" como, por exemplo, Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots. Os slots estão localizados em uma placa a parte, também chamada "backplane", que é encaixada à placa- mãe através de um conector especial. Seu tamanho padrão é de 22 cm x 33 cm. Existe ainda um padrão menor, chamado Mini LPX, que mede 25,4 cm x 21,8 cm.

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MONTAGEM

Placa Mãe- Barramentos

Slots De Expansão Ou Barramentos

E MANUTENÇÃO DE MICRO

É basicamente uma via de comunicação entre os periféricos e a placa mãe.

Esta comunicação pode ser feita através de slots (conectores onde as placas são encaixadas) como ISA, PCI, AGP e PCI Express ou através de conectores

que ficam na própria placa mãe, como USB etc.

Durante anos os computadores sofreram grande mudança na sua parte física

e logica, e com isto os barramentos das Placas Mãe mudaram drasticamente para que as velocidades nos cálculos fossem eficazes.

Barramento ISA (Industry Standard Architecture)

Este foi o primeiro barramento de expansão a surgir e operava a 8 bits, devido ao barramento de dados utilizado pelos processadores da época que também eram de 8 bits. O barramento ISA é um padrão não mais utilizado, sendo encontrado apenas em computadores antigos. Seu aparecimento se deu na época do IBM PC e essa primeira versão trabalha com transferência de 8 bits por vez e clock de 8,33 MHz (na verdade, antes do surgimento do IBM PC-XT, essa valor era de 4,77 MHz).

do surgimento do IBM PC-XT, essa valor era de 4,77 MHz). Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect)

Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect)

Desenvolvido pela Intel para substituir os barramentos mais antigos, está presente em todas as placas mãe atual e não depende do tipo de processador utilizado, funcionando inclusive em plataformas não PC, como POWERMAC. O

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Professor: Raul Salustiano

de processador utilizado, funcionando inclusive em plataformas não PC, como POWERMAC. O 33 Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

barramento PCI surgiu no início de 1990 pelas mãos da Intel. Suas principais

características são a capacidade de transferir dados a 32 bits e clock de 33 MHz, especificações estas que tornaram o padrão capaz de transmitir dados

a uma taxa de até 132 MB por segundo.

MONTAGEM

Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended)

Muita gente confunde o barramento PCI-X com o padrão PCI Express (mostrado mais abaixo), mas ambos são diferentes. O PCI-X nada mais é do que uma evolução do PCI de 64 bits, sendo

compatível com as especificações anteriores. A versão PCI-X 1.0 é capaz de operar nas frequências de 100 MHz e 133 MHz. Neste último, o padrão pode atingir

a taxa de transferência de dados de 1.064 MB por

segundo. O PCI-X 2.0, por sua vez, pode trabalhar também com as

frequências de 266 MHz e 533 MHz.

trabalhar também com as frequências de 266 MHz e 533 MHz. Barramento AGP (Accelerated GraphicsPort) Se

Barramento AGP (Accelerated GraphicsPort)

Se antes os computadores se limitavam a exibir apenas caracteres em telas escuras, hoje eles são capazes de exibir e criar imagens em altíssima qualidade. Mas, isso tem um preço:

quanto mais evoluída for uma aplicação gráfica, em geral, mais dados ela consumirá. Para lidar com

em geral, mais dados ela consumirá. Para lidar com o volume crescente de dados gerados pelos

o volume crescente de dados gerados pelos processadores gráficos, a Intel

anunciou em meados de 1996 o padrão AGP, cujo slot serve exclusivamente às placas de vídeo. A primeira versão do AGP (chamada de AGP 1.0) trabalha

a 32 bits e tem clock de 66 MHz, o que equivale a uma taxa de transferência

de dados de até 266 MB por segundo, mas na verdade, pode chegar ao valor de 532 MB por segundo. Explica-se: o AGP 1.0 pode funcionar no modo 1x ou 2x. Com 1x, um dado por pulso de clock é transferido. Com 2x, são dois dados

por pulso de clock.

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Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE MICRO Em meados de 1998, a Intel lançou o AGP 2.0, cujos

Em meados de 1998, a Intel lançou o AGP 2.0, cujos diferenciais estão na possibilidade de trabalhar também com o novo modo de operação 4x (oferecendo uma taxa de transferência de 1.066 MB por segundo) e alimentação elétrica de 1,5 V (o AGP 1.0 funciona com 3,3 V). Algum tempo depois surgiu o AGP 3.0, que conta com a capacidade de trabalhar com alimentação elétrica de 0,8 V e modo de operação de 8x, correspondendo a uma taxa de transferência de 2.133 MB por segundo. Além da alta taxa de transferência de dados, o padrão AGP também oferece outras vantagens. Uma delas é o fato de sempre poder operar em sua máxima capacidade, já que não há outro dispositivo no barramento que possar, de alguma forma, interferir na comunicação entre a placa de vídeo e o processador (lembre-se que o AGP é compatível apenas com placas de vídeo). O AGP também permite que a placa de vídeo faça uso de parte da memória RAM do computador como um incremento de sua própria memória, um recurso chamado Direct Memory Execute.

Barramento PCI Express

O padrão PCI Express (ou PCIe ou, ainda, PCI-EX) foi concebido pela Intel em 2004 e se destaca por substituir, ao mesmo tempo, os barramentos PCI e AGP. Isso acontece porque o PCI Express está disponível em vários

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Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

segmentos: 1x, 2x, 4x, 8x e 16x (há também o de 32x, mas até o fechamento

deste artigo, este não estava em uso pela indústria). Quanto maior esse número, maior é a taxa de transferência de dados. Como mostra a imagem abaixo, esse divisão também reflete no tamanho dos slots PCI Express:

MONTAGEM

O PCI Express 16x, por exemplo, é capaz

de trabalhar com taxa de transferência de cerca de 4 GB por segundo, característica que o faz ser utilizado por placas de vídeo, um dos dispositivos que

mais geram dados em um computador.

O PCI Express 1x, mesmo sendo o mais

"fraco", é capaz de alcançar uma taxa de transferência de cerca de 250 MB por segundo, um valor suficiente para boa parte dos dispositivos mais simples. Com o lançamento do PCI Express 2.0, que aconteceu no início de 2007, as taxas de transferência da tecnologia

praticamente dobraram.

taxas de transferência da tecnologia praticamente dobraram. A Intel é uma das grandes precursoras de inovações

A Intel é uma das grandes precursoras de inovações tecnológicas. No início de 2001, em um evento próprio, a empresa mostrou a necessidade de criação de uma tecnologia capaz de substituir o padrão PCI: tratava-se do 3GIO (ThirdGeneration I/O - 3a geração de Entrada e Saída). Em agosto desse mesmo ano, um grupo de empresas chamado de PCI-SIG (composto por companhias como IBM, AMD e Microsoft) aprovou as primeiras especificações do 3GIO. Entre os quesitos levantados nessas especificações, estão os que se seguem: suporte ao barramento PCI, possibilidade de uso de mais de uma lanes, suporte a outros tipos de conexão de plataformas, melhor gerenciamento de energia, maior proteção contra erros, entre outros.

plataformas, melhor gerenciamento de energia, maior proteção contra erros, entre outros. 36 Professor: Raul Salustiano

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Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

A tecnologia PCI Express conta com um recurso que permite o uso de uma ou

MONTAGEM

conta com um recurso que permite o uso de uma ou MONTAGEM mais conexões seriais, isto

mais conexões seriais, isto é, "caminhos" (também chamados de lanes) para transferência de dados. Se um determinado dispositivo usa um caminho, então diz que este utiliza o barramento PCI Express 1X. Se utiliza 4 conexões, sua denominação é PCI Express 4X e assim por diante. Cada lane pode ser bidirecional, ou seja, pode receber e enviar dados. Cada conexão usada no PCI Express trabalha com 8 bits por vez, sendo 4 bits em cada direção. A frequência usada é de 2,5 GHz, mas esse valor pode variar. Assim sendo, o PCI Express 1X consegue trabalhar com taxas de cerca 250 MB por segundo, um valor bem mais alto que os 132 MB do padrão PCI. Atualmente, o padrão PCI Express trabalha com até 16X, o equivalente a 4000 MB por segundo. Possivelmente, com o passar do tempo, esse limite aumentará. Já se sabe inclusive que a implementação de um barramento com 32 bits é possível. A tabela ao lado mostra os valores das taxas do PCI Express comparadas às taxas do padrão AGP:

Barramentos AMR, CNR e ACR.

Os padrões AMR (Audio Modem Riser), CNR (Communications and Network Riser) e ACR (Advanced Communications Riser) são diferentes

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Professor: Raul Salustiano

CNR (Communications and Network Riser) e ACR (Advanced Communications Riser) são diferentes 37 Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

entre si, mas compartilham da ideia de permitir a conexão à placa-mãe de dispositivos HostSignal Processing (HSP), isto é, dispositivos cujo controle é feito pelo processador do computador. Para isso, o chipset da placa-mãe precisa ser compatível. Em geral, esses slots são usados por placas que exigem pouco processamento, como placas de som, placas de rede ou placas

MONTAGEM

de

modem simples.

O

slot AMR foi desenvolvido para ser usado

especialmente para funções de modem e áudio. Seu projeto foi liderado pela Intel. Para ser usado, o

chipset da placa-mãe precisava contar com os circuitos AC'97 e MC'97 (áudio e modem,

respectivamente). Se comparado aos padrões vistos

até agora, o slot AMR é muito pequeno:

aos padrões vistos até agora, o slot AMR é muito pequeno: Estes barramentos são bem parecidos

Estes barramentos são bem parecidos mais não iguais e não ficam juntos na placa mãe um fica perto do Slot AGPo CNR e AMR fica no rodapé da Placa Mãe, agora o ACR ele é bem parecido com Slot PCI.

Em relação ao ACR, trata-se de um padrão cujo desenvolvimento tem como principal nome a AMD. Seu foco principal são as comunicações de

rede e USB. Esse tipo foi por algum tempo comum

de ser encontrado em Placas-mãe da Asus e seu

slot é extremamente parecido com um encaixe PCI, com a diferença de ser posicionado de forma contrária na placa-mãe, ou seja, é uma espécie de "PCI invertido".

ou seja, é uma espécie de "PCI invertido". TIPOS DE TECNOLOGIAS Padrão ATA- Tecnologia Um acrônimo

TIPOS DE TECNOLOGIAS

Padrão ATA- Tecnologia

Um acrônimo para a expressão inglesa Advanced Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como

38

Professor: Raul Salustiano

Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como 38 Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais. A

evolução do padrão fez com que se reunissem em si várias tecnologias antecessoras, como:

MONTAGEM

(E)IDE - (Extended) Integrated Drive Electronics ATAPI - Advanced Technology Attachment Packet Interface UDMA - Ultra DMA

Com a introdução do Serial ATA em 2003, o padrão ATA original foi retroativamente renomeado para Parallel ATA (ATA Paralelo, ou PATA). Este padrão apenas suporta cabos até 19 polegadas (450 mm), embora possam ser adquiridos cabos de maior comprimento, e é a forma menos dispendiosa e mais comum para este efeito.

é a forma menos dispendiosa e mais comum para este efeito. Padrão IDE- ATA Embora o

Padrão IDE- ATA

Embora o standard tenha tido a designação ATA desde sempre, o mercado inicial divulgou a tecnologia como IDE (e sucessora E-IDE). Embora estas designações fossem meramente comerciais e não standards oficiais, estes termos aparecem muita s vezes ao mesmo tempo:

IDE e ATA. O termo Integrated Drive Electronics (IDE) refere-se não somente à definição do conector e interface, mas também ao fato do controlador estar integrado no drive, não estando separado na/ou ligado à placa-mãe. Com a introdução do Serial ATA em 2003, esta configuração foi retroativamente renomeada para Parallel ATA (ou PATA, ATA Paralelo) referindo-se ao método como os dados eram transferidos pelos cabos desta interface.

Tecnologia DMA

A evolução do acesso PIO para o DMA marcou uma nova transição no processamento de CPUs mais rápidos, já que o método obrigava ao CPU a ler

39

Professor: Raul Salustiano

E MANUTENÇÃO DE MICRO

aswords individualmente, muito problemático quando o acesso se fazia a endereços fora da memória cache. Esta era a principal razão do fraco desempenho do ATA face ao SCSI ou outros interfaces. Assim, o DMA (e o sucessor Ultra DMA ou UDMA) reduziam drasticamente o consumo de CPU necessário para operações de leitura ou escrita nos discos, permitindo transferências de dados diretas entre o dispositivo e a memória, evitando

sobrecarregar o CPU.

MONTAGEM

Limitações.

O ATA foi progressivamente esbarrando em limite da quantidade de dados que podia transferir. No entanto, a maioria seria suplantada por soluções de novos sistemas de endereçamento e técnicas de programação. Algumas destas barreiras incluem: 504 MB, 8 GB, 32 GB e 137 GB. Várias outras barreiras resultavam da má concepção de drivers e camadas de entrada/saída nos sistemas operacionais. Inclusive, as barreiras enunciadas surgiram devido a fracas implementações da BIOS, o que se compreende já que a evolução dos discos entre o intervalo 1GB e 8GB se dava de forma muito lenta, pelo que era razoável pensar-se que esse limite não seria excedido durante o tempo de vida da controladora.

O Que É SCSI

durante o tempo de vida da controladora. O Que É SCSI SCSI é sigla para S

SCSI é sigla para Small Computer System Interface. Trata-se de uma tecnologia criada para acelerar a taxa de transferência de dados entre dispositivos de um computador, desde que tais periféricos sejam compatíveis com a tecnologia. O padrão SCSI é muito utilizado para conexões de HD (disco rígido), scanners, impressoras, CD-ROM ou qualquer outro dispositivo que necessite de alta transferência de dados.

40

Professor: Raul Salustiano

Funcionamento do SCSI

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Para funcionar no computador, o SCSI precisa de um dispositivo conhecido como "host adapter". Esse aparelho é quem realiza a conexão com o computador e pode utilizar dois modos de transmissão: normal e diferenciado. O primeiro utiliza apenas um condutor para transmitir o sinal, enquanto o segundo utiliza dois. No modo diferenciado, um condutor transmite o sinal original e o outro transmite o sinal inverso. Isso evita erros causados por interferência.

É possível conectar até 15 periféricos numa única implementação SCSI. Cada

um recebe um bit que o identifica (ID SCSI). No entanto, a comunicação somente é possível entre dois dispositivos ao mesmo tempo. Isso porque é necessário que um dispositivo inicie a comunicação (iniciador ou emissor) e outro a receba (destinatário).

Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI

receba (destinatário). Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI É possível encontrar adaptadores Wide SCSI e Narrow

É possível encontrar adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI. Ambos permitem

uma velocidade maior no barramento (de 5 a 10 MHz). No entanto, o Wide SCSI usa um cabo adicional de 16 ou 32 bits de largura para enviar dados, o que permite o dobro ou quádruplo da velocidade, respectivamente. Já o Narrow SCSI usa somente 8 bits de largura. A tabela abaixo mostra o

comparativo entre esses adaptadores:

41

Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

SATA

O padrão SATA é uma tecnologia para discos rígidos, unidades ópticas e outros dispositivos de armazenamento de dados que surgiu no mercado no ano 2000 para substituir a tradicional interface PATA (Paralell ATA ou somente ATA ou, ainda, IDE).

interface PATA (Paralell ATA ou somente ATA ou, ainda, IDE). O nome de ambas as tecnologias

O nome de ambas as tecnologias já indica a principal diferença entre elas:

Velocidade do padrão SATA e Evolução

A primeira versão do SATA trabalha com

taxa máxima de transferência de dados de 150 MB por segundo (MB/s). Essa versão recebeu os seguintes nomes: SATA 150, SATA 1.0, SATA 1,5 Gbps (1,5 gigabits

por segundo) ou, simplesmente, SATA I.

Gbps (1,5 gigabits por segundo) ou, simplesmente, SATA I. Não demorou muito para surgir uma versão

Não demorou muito para surgir uma versão denominada SATA II (ou SATA 3Gbps - na verdade, SATA 2,4 Gbps -, ou SATA 2.0, ou SATA 300) cuja principal característica é a velocidade de transmissão de dados a 300 MB/s, o dobro do SATA I. Alguns discos rígidos que utilizam essa especificação contam com um jumper que limita a velocidade do dispositivo para 150 MB/s, uma medida aplicada para fazer com que esses HDs funcionem em placa-mãe que suportam apenas o SATA I.

É necessário fazer uma observação quanto ao aspecto de velocidade: na

prática, dificilmente os valores mencionados (150 MB e 300 MB) são alcançados. Essas taxas indicam a capacidade máxima de transmissão de dados entre o HD e sua controladora (presente na placa-mãe), mas dificilmente são usadas em sua totalidade, já que isso depende de uma combinação de fatores, como conteúdo da memória, processamento, tecnologias aplicadas no disco rígido, etc.

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Há outra ressalva importante a ser feita: a entidade que controla o padrão SATA (formada por um grupo de fabricantes e empresas relacionadas) chama-se, atualmente, SATA-IO (SATA International Organization). O problema é que o nome anterior dessa organização era SATA-II, o que gerava certa confusão com a segunda versão da tecnologia. Aproveitando essa situação, muitos fabricantes inseriram selos da SATA II em seus HDs SATA 1.0 para confundir os usuários, fazendo-os pensar que tais discos eram, na verdade, da segunda geração de HDs SATA. Por isso é necessário olhar com cuidado as especificações técnicas do disco rígido no momento da compra, para não levar "gato por lebre".

Felizmente, poucos modelos de HDs se encaixam nessa situação

MONTAGEM

poucos modelos de HDs se encaixam nessa situação MONTAGEM Em 2009, foi lançado o conjunto final

Em 2009, foi lançado o conjunto final de especificações da terceira versão da tecnologia Serial ATA, chamada de SATA-III (ou SATA 6 Gbps; ou SATA 3.0). Esse padrão permite, teoricamente, taxas de transferências de até 768 MB por segundo. O SATA-III também utiliza uma versão melhorada da tecnologia NCQ (abordada no próximo tópico), possui melhor gerenciamento de energia e é compatível com conectores de 1,8 polegadas específicos para dispositivos de porte pequeno. O padrão SATA-III se mostra especialmente interessante a unidades SSD, que por utilizarem memória do tipo Flash pode alcançar taxas de transferências elevadas.

Os fabricantes de HDs SATA podem adicionar tecnologias em seus produtos para diferenciá-los no mercado ou para atender a uma determinada demanda, o que significa que certos recursos podem não ser necessariamente, obrigatórios em um disco rígido só por este ser SATA. Vejamos alguns deles:

NCQ (NativeCommandQueuing): o NCQ é tido como obrigatório no SATA II e no SATA III, mas era opcional no padrão SATA I. Trata-se de uma tecnologia que permite ao HD organizar as solicitações de gravação ou leitura de dados numa ordem que faz com que as cabeças se movimentem o mínimo possível,

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aumentando (pelo menos teoricamente) o desempenho do dispositivo e sua vida útil. Para usufruir dessa tecnologia, não só o HD tem que ser compatível com o recurso, mas também a placa-mãe, através de uma controladora apropriada;

MONTAGEM

eSATA: proveniente do termo "external SATA", o eSATA é um tipo de porta que permite a conexão de dispositivos externos a uma interface SATA do computador. Essa funcionalidade é particularmente interessante aos usuários que desejam aproveitar a compatibilidade de HDs externos com a tecnologia SATA para obter maiores taxas de transferência de dados. Muitos fabricantes oferecem computadores que contam com uma porta que funciona como eSATA e também como USB;

Link Power Management: esse recurso permite ao HD utilizar menos energia elétrica. Para isso, o disco rígido pode assumir três estados: ativo (active), parcialmente ativo (partial) ou inativo (slumber). Com isso, o HD recebe energia de acordo com sua utilização no momento;

Staggered Spin-Up: esse é um recurso muito útil em sistemas RAID, por exemplo, pois permite ativar ou desativar HDs trabalhando em conjunto sem interferir no funcionamento do grupo de discos. Além disso, a tecnologia Staggered Spin-Up também melhora a distribuição de energia entre os discos;

Hot Plug: em sua essência, essa funcionalidade permite conectar o disco ao computador com o sistema operacional em funcionamento. Esse é um recurso muito usado em HDs do tipo removível.

TIPOS DE DVD

O DVD (Digital VersatileDisc ou Digital VideoDisc) tirou, com merecimento, o lugar das tradicionais fitas VHS em aplicações de vídeo. Com os custos cada vez menores dos gravadores e mídias, agora é a vez dos CDs graváveis e regraváveis (CD-R e CD-RW, respectivamente) perderem parte de seu

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mercado. O problema é que, ao contrário do que acontece com os CDs, os

DVDs possuem vários tipos de mídia. Veja os mais comuns:

MONTAGEM

DVD-ROM

O DVD-ROM é o tipo mais comum, pois é usado, por exemplo, para armazenar filmes. Assim como um CD de programa ou de música, já vem com seu conteúdo gravado de fábrica. Não é possível apagar ou regravar dados nesse tipo de DVD.

DVD-RAM

Este é um tipo de DVD gravável e regravável. Sua principal vantagem em relação aos outros padrões é sua vida útil: um DVD-RAM suporta mais de 100 mil gravações, sendo muito útil para backups (cópias de segurança) periódicos. Além disso, esse tipo de DVD geralmente pode ser usado sem um programa de gravação, como se fosse um HD.

Os primeiros DVDs do tipo possuíam 2,9 GB de capacidade e ficavam dentro de uma capa protetora, devido a sensibilidade da mídia à sujeira e a marcas de dedo. Versões seguintes surgiram oferecendo capacidade de gravação de 4,7 GB à 9,4 GB, não necessitando mais de tal capa.

Blu-Ray

GB à 9,4 GB, não necessitando mais de tal capa. Blu-Ray A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida

A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida pela Blu-rayDiscAssociation (DBA), entidade formada por empresas como LG, Pionner, Sony, Samsung, Dell e HP. Assim como o HD- DVD, tem grande potencial para ser o substituto natural do DVD. Seu principal diferencial é sua capacidade de armazenamento de dados: 25 GB em uma única camada, equivalente a 6 horas de vídeo em alta definição.O nome dessa tecnologia é oriundo de seu laser de 405 nanômetros (o DVD utiliza laser de 650 nanômetros,

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aproximadamente) de cor violeta, que permite gravar mais dados em uma mídia do mesmo tamanho de um CD, já que o feixe é mais fino. A denominação "Blu-ray" faz referência ao termo "raio azul". Na verdade, azul em inglês é blue, mas a letra "e" foi retirada do nome porque em alguns países a expressão "blue ray" é comumente usada, sendo proibido registrá-la.

MONTAGEM

BARRAMENTO USB UNIVERSAL SERIAL BUS.

Diante de situações desse tipo, a indústria entendeu a necessidade de criar um padrão que facilitasse a conexão de dispositivos ao computador. Assim, em 1995, um conjunto de empresas - entre elas, Microsoft, Intel, NEC, IBM e Apple - formou um consórcio para estabelecer um padrão. Surgia então o USB Implementers Forum. Pouco tempo depois disso, as primeiras especificações comerciais do que ficou conhecido como Universal Serial Bus (USB) surgiram. A imagem ao lado mostra o símbolo da tecnologia.

surgiram. A imagem ao lado mostra o símbolo da tecnologia. Na verdade, a tecnologia já vinha

Na verdade, a tecnologia já vinha sendo trabalhada antes mesma da definição do consórcio como USB Implementers Forum. As primeiras versões estabelecidas datam de 1994:

- USB 0.7: novembro de 1994;

- USB 0.8: dezembro de 1994;

- USB 0.9: abril de 1995;

- USB 0.99: agosto de 1995;

- USB 1.0: janeiro de 1996;

- USB 1.1: setembro de 1998;

- USB 2.0: abril de 2000.

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Vantagens do padrão USB

MONTAGEM

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Um dos principais motivos que levou à criação da tecnologia USB é a necessidade de facilitar a conexão de variados dispositivos ao computador. Sendo assim, o USB oferece uma série de vantagens:

Padrão de conexão: qualquer dispositivo compatível como USB usa padrões definidos de conexão

Plug and Play (algo como "Plugar e Usar"): quase todos os dispositivos USB são concebidos para serem conectados ao computador e utilizados logo em seguida. Alimentação elétrica: a maioria dos dispositivos que usam USB não precisa ser ligada a uma fonte de energia, já que a própria conexão USB é capaz de fornecer eletricidade.

Conexão de vários aparelhos ao mesmo tempo: é possível conectar até 127 dispositivos ao mesmo tempo em uma única porta USB. Isso pode ser feito, por exemplo, através de hubs, dispositivos que utilizam uma conexão USB para oferecer um número maior delas. Mas, isso pode não ser viável, uma vez que a velocidade de transmissão de dados de todos os equipamentos envolvidos pode ser comprometida. No entanto, com uma quantidade menor de dispositivos, as conexões podem funcionar perfeitamente;

Ampla compatibilidade: o padrão USB é compatível com diversas plataformas e sistemas operacionais. O Windows, por exemplo, o suporta desde a versão 98. Sistemas operacionais Linux e Mac também são compatíveis. Atualmente, é possível encontrar portas USB em vários outros aparelhos, como televisores, sistema de comunicação de carros e até aparelhos de som.

Hot-swappable: dispositivos USB podem ser conectados e desconectados a qualquer momento. Em um computador, por exemplo, não é necessário reiniciá-lo ou desligá-lo para conectar ou desconectar o dispositivo;

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Cabos de até 5 metros: os cabos USB podem ter até 5 metros de tamanho, e esse limite pode ser aumentado com uso de hubs ou de equipamentos capazes de repetir os sinais da comunicação.

MONTAGEM

USB 1.1 e USB 2.0

Tal como ocorre com outras tecnologias, o padrão USB passa periodicamente por revisões em suas especificações para atender as necessidades atuais do mercado. A primeira versão do USB que se tornou padrão foi a 1.1. Essa versão, lançada em setembro de 1998, contém praticamente todas as características explicadas no tópico anterior, no entanto, sua velocidade de transmissão de dados não é muito alta: nas conexões mais lentas, a taxa de transmissão é de até 1,5 Mbps (Low-Speed), ou seja, de cerca de 190 KB por segundo. Por sua vez, nas conexões mais rápidas, esse valor é de até 12 Mbps (Full-Speed), cerca de 1,5 MB por segundo.

USB 3.0

As especificações desse padrão foram definidas no final de 2008, no entanto, os primeiros produtos compatíveis com o novo padrão começaram a chegar aos consumidores no segundo semestre de 2010. Eis as principais características do USB 3.0 (SuperSpeed):

Transmissão bidirecional de dados: até a versão 2.0, o padrão USB permite que os dados trafeguem do dispositivo A para o B e do dispositivo B para o A, mas cada um em sua vez. No padrão 3.0, o envio e a recepção de dados entre dois dispositivos pode acontecer ao mesmo tempo;

USB A

É o tipo mais comum, estando presente na maioria absoluta dos computadores atuais. É também o tipo mais utilizado para os dispositivos de armazenamento de

atuais. É também o tipo mais utilizado para os dispositivos de armazenamento de 48 Professor: Raul

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MONTAGEM dados conhecidos como "pendrives":

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Maior velocidade: a velocidade de transmissão de dados é de até 4,8 Gbps, equivalente a cerca de 600 MB por segundo, um valor absurdamente mais alto que os 480 Mbps do padrão USB 2.0;

Alimentação elétrica mais potente: o padrão USB 3.0 pode oferecer maior quantidade de energia: 900 miliampéres contra 500 miliampéres do USB 2.0;

Compatibilidade: conexões USB 3.0 poderão suportar dispositivos USB 1.1 e USB 2.0

USB 3.0 poderão suportar dispositivos USB 1.1 e USB 2.0 USB Micro-B Semelhante ao formato Micro-A,

USB Micro-B

Semelhante ao formato Micro-A, no entanto, seu encaixe é ligeiramente diferente e a tendência é a de que este seja, entre ambos, o mais popular

é a de que este seja, entre ambos, o mais popular FIREWIRE FireWire é uma tecnologia

FIREWIRE

é a de que este seja, entre ambos, o mais popular FIREWIRE FireWire é uma tecnologia

FireWire é uma tecnologia que permite a conexão e a comunicação em alta velocidade de vários dispositivos entre si, especialmente entre um computador e um ou mais aparelhos compatíveis. Por trás de seu desenvolvimento está ninguém

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menos que a Apple (embora outras entidades e empresas tenham participado de sua criação), que trabalhou nessa tecnologia durante os anos de 1990. Em 1995, a tecnologia recebeu a padronização IEEE 1394, razão pela qual alguns fabricantes utilizam essa denominação ao invés de FireWire, já que este último nome é, na verdade, registrado pela Apple. Nesse contexto, é importante frisar que a Sony, umas das primeiras empresas (além da própria Apple) a utilizar essa tecnologia, a denomina i.LINK.

MONTAGEM

a utilizar essa tecnologia, a denomina i.LINK. MONTAGEM As imagens abaixo mostram os conectores e as

As imagens abaixo mostram os conectores e as entradas FireWire que são padrão de mercado. Note que é possível encontrar cabos com conectores de 9 vias em uma ponta e 4 ou 6 vias na outra. Assim, dispositivos FireWire 400 podem ser usados em aparelhos com FireWire 800, quando há compatibilidade

em aparelhos com FireWire 800, quando há compatibilidade BLUETOOTH O Bluetooth é uma tecnologia que permite

BLUETOOTH

com FireWire 800, quando há compatibilidade BLUETOOTH O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma

O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos

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comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais

algumas de suas características?

MONTAGEM

Bluetooth é um padrão global de comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia. Para sso, uma combinação de hardware e software é utilizada para permitir que essa comunicação ocorra entre os mais diferentes tipos de aparelhos. A transmissão de dados é feita através de radio frequência, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente de suas posições, desde que estejam dentro do limite de proximidade.

Para que seja possível atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance máximo do Bluetooth foi dividido em três classes:

Classe 1: potência máxima de 100 mW, alcance de até 100 metros; Classe 2: potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros; Classe 3: potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro

Existe 7 versões do padrão Bluetooth

Bluetooth 1.0

Bluetooth 2.1

Bluetooth 1.1

Bluetooth 3.0:

Bluetooth 1.2

Bluetooth 4.0

Bluetooth 2.0

PROCESSADOR

O processador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomado de decisão de um computador, por isso é considerado o cérebro do mesmo. Ele também pode ser chamado de Unidade Central de Processamento (em inglês CPU: Central Processing Unit). Nos computadores de mesa (desktop) encontra-se alocado dentro do gabinete juntamente com

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a placa-mãe e outros elementos de hardware. No passado, os processadores eram constituídos de elementos discretos e ocupavam grandes espaços físicos. Com o advento da microeletrônica, a válvula foi substituída pelo transistor, e este por sua vez, permitiu integração em alta escala, originando os microprocessadores. Os processadores trabalham apenas com linguagem de máquina (lógica booleana). Realizam as seguintes tarefas: Busca e execução de instruções existentes na memória. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes) são transferidos para a memória. Uma vez estando na memória, o processador pode executar os

programas e processar os dados.

MONTAGEM

Barramentos

A imagem a seguir ilustra a

comunicação entre o processador, a

memória e o conjunto de dispositivos

de entrada e saída. Note que a

conexão entre esses itens é indicada

por setas. Isso é feito para que você

possa entender a função dos

barramentos. De maneira geral, estes

são os responsáveis pela interligação e

comunicação dos dispositivos em um computador. Note que, para o processador se comunicar com a memória e com o conjunto de dispositivos de entrada e saída, há 3 setas, isto é, barramentos: um se chama barramento de endereços (address bus); outro, barramento de dados (data bus); o terceiro, barramento de controle (control bus).

bus ); o terceiro, barramento de controle ( control bus ). O barramento de endereços, basicamente,

O barramento de endereços, basicamente, indica de onde os dados a serem processados devem ser retirados ou para onde devem ser enviados. A

comunicação por esse barramento é unidirecional, razão pela qual só há seta

em uma das extremidades da linha no gráfico que representa a sua

comunicação. Como o nome deixa claro, é pelo barramento de dados que os dados transitam. Por sua vez, o barramento de controle faz a sincronização

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das referidas atividades, habilitando ou desabilitando o fluxo de dados, por

exemplo.Para você compreender melhor, imagine que o processador necessita de um dado presente na memória. Pelo barramento de endereços, ele obtém a localização desse dado dentro da memória. Como precisa apenas acessar o dado, o processador indica pelo barramento de controle que esta é uma operação de leitura na memória. O dado é então localizado e inserido no barramento de dados, por onde o processador, finalmente, o lê.

MONTAGEM

Clock interno e clock externo

Em um computador, todas as atividades necessitam de sincronização. O clock serve justamente para isso, ou seja, basicamente, atua como de sinal de sincronização. Quando os dispositivos do computador recebem o sinal de executar suas atividades, dá-se a esse acontecimento o nome de "pulso de clock". Em cada pulso, os dispositivos executam suas tarefas, param e vão para o próximo ciclo de clock.

A medição do clock é feita em hertz (Hz), a unidade padrão de medidas de frequência, que indica o número de oscilações ou ciclos que ocorre dentro de uma determinada medida de tempo, no caso, segundos. Assim, se um processador trabalha à 800 Hz, por exemplo, significa que é capaz de lidar com 800 operações de ciclos de clock por segundo. Repare que, para fins práticos, a palavra kilohertz (KHz) é utilizada para indicar 1000 Hz, assim como o termo megahertz (MHz) é usado para indicar 1000 KHz (ou 1 milhão de hertz). De igual forma, gigahertz (GHz) é a denominação usada quando se tem 1000 MHz, e assim por diante. Com isso, se um processador tem, por exemplo, uma frequência de 800 MHz, significa que pode trabalhar com 800 milhões de ciclos por segundo.

As frequências com as quais os processadores trabalham são chamadas também de clock interno. Neste ponto, você certamente já deve ter entendido que é daí que vem expressões como Pentium 4 de 3,2 GHz, por exemplo. Mas, os processadores também contam com o que chamamos de clock externo ou Front Side Bus (FSB) ou, ainda, barramento frontal.

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O FSB existe porque, devido a limitações físicas, os processadores não

podem se comunicar com a memória (mais precisamente, como a ponte norte - ou northbridge - do chipset, que contém o controlador da memória)

usando a mesma velocidade do clock interno. Assim, quando essa comunicação é feita, o clock externo, de frequência mais baixa, é que é usado. Note que, para obter o clock interno, o processador usa uma multiplicação do clock externo. Para entender melhor, suponha que um determinado processador tenha clock externo de 100 MHz. Como o seu fabricante indica que esse chip trabalha à 1,6 GHz (ou seja, tem clock interno

de 1,6 GHz), seu clock externo é multiplicado por 16: 100 x 16 = 1600 MHz ou

1,6 GHz.

MONTAGEM

É importante deixar claro, no entanto, que se dois processadores

diferentes - um da Intel e outro da AMD, por exemplo - tiverem clock interno

de mesmo valor - 2,8 GHz, para exemplificar -, não significa que ambos trabalham à mesma velocidade. Cada processador tem um projeto distinto e conta com características que determinam o quão rápido é. Assim, um determinado processador pode levar, por exemplo, 2 ciclos de clock para executar uma instrução. Em outro processador, essa mesma instrução pode

requerer 3 ciclos. Além disso, muitos processadores - especialmente os mais recentes - transferem 2 ou mais dados por ciclo de clock, dando a entender que um processador que faz, por exemplo, transferência de 2 dados por ciclo e que trabalha com clock externo de 133 MHz, o faz à 266 MHz. Por esses e outros motivos, é um erro considerar apenas o clock interno como parâmetro

de comparação entre processadores diferentes.

Bits dos processadores

O número de bits é outra importante característica dos processadores e,

naturalmente, tem grande influência no desempenho desse dispositivo. Processadores mais antigos, como o 286, trabalhavam com 16 bits. Durante muito, no entanto, processadores que trabalham com 32 bits foram muitos comuns, como as linhas Pentium, Pentium II, Pentium III e Pentium 4 da Intel, ou Athlon XP e Duron da AMD. Alguns modelos de 32 bits ainda são encontrados no mercado, todavia, o padrão atual são os processadores de 64 bits, como os da linha Core 2 Duo, da Intel, ou Athlon 64, da AMD.

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Em resumo, quanto mais bits internos o processador trabalhar, mais rapidamente ele poderá fazer cálculos e processar dados em geral, dependendo da execução a ser feita. Isso acontece porque os bits dos processadores representam a quantidade de dados que os circuitos desses dispositivos conseguem trabalhar por vez. Um processador com 16 bits, por exemplo, pode manipular um número de valor até 65.535. Se esse processador tiver que realizar uma operação com um número de 100.000, terá que fazer a operação em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular números de valor até 4.294.967.295 em uma única operação. Como esse valor é superior a 100.000, a operação será possível em uma única vez.

Memória Cache

Os processadores passam por aperfeiçoamentos constantes, o que os tornam cada vez mais rápidos e eficientes. No entanto, o mesmo não se pode dizer das tecnologias de memória RAM. Embora estas também passem por constantes melhorias, não conseguem acompanhar os processadores em termos de velocidade. Assim sendo, de nada adianta ter um processador rápido se este tem o seu desempenho comprometido por causa da "lentidão" da memória.

comprometido por causa da "lentidão" da memória. Uma solução para esse problema seria equipar os

Uma solução para esse problema seria equipar os computadores com um tipo de memória muito mais rápida, a SRAM (Static RAM). Estas se diferenciam das memórias convencionais DRAM (Dynamic RAM) por serem muito rápidas, por outro lado, são muito mais caras e não contam com o mesmo nível de miniaturização, sendo, portanto, inviáveis. Apesar disso, a ideia não foi totalmente descartada, pois foi adaptada para o que conhecemos como memória cachê. Os processadores trabalham,

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basicamente, com dois tipos de cache: cache L1 (Level 1 - Nível 1) e cache L2

(Level 2 - Nível 2). Este último é ligeiramente maior em termos de capacidade

e passou a ser utilizado quando o cache L1 se mostrou insuficiente.

Antigamente, um tipo distinguia do outro pelo fato da memória cache L1 estar localizada junto ao núcleo do processador, enquanto que a cache L2 ficava localizada na placa-mãe. Atualmente, ambos os tipos ficam localizados dentro do chip do processador, sendo que, em muitos casos, a cache L1 é dividida em duas partes: "L1 para dados" e "L1 para instruções".

MONTAGEM

para dados" e "L1 para instruções". MONTAGEM Vale ressaltar que, dependendo da arquitetura do

Vale ressaltar que, dependendo da arquitetura do processador, é possível o surgimento de modelos que tenham um terceiro nível de cache (L3). Mas, isso não é novidade: a AMD chegou a ter um processador em 1999 chamado K6-III que contava com cache L1 e L2 internamente, algo incomum à época, já que naquele tempo o cache L2 se localizava na placa-mãe. Com isso, esta última acabou assumindo o papel de cache L3.

A foto mostra um processador AMD Athlon, com 64 KB de cache L1 para instruções, 64 KB de cache L1 para dados e 512 KB de cache L2. Note que a capacidade de cada tipo de cache varia conforme o modelo do processador.

Processadores com dois ou mais núcleos

Há tempos que é possível encontrar no mercado placa-mãe que contam com

dois ou mais slots para processadores. A maioria esmagadora dessas placas são usadas em computadores especiais, como servidores e workstations, que são utilizados em aplicações que exigem grandes recursos de processamento. Para aplicações domésticas e de escritório, no entanto, computadores com dois ou mais processadores são inviáveis devido aos elevados custos que esses equipamentos representam razão pela qual é conveniente a esses nichos de mercado contar com processadores cada vez mais rápidos.

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Até um passado não muito distante, o usuário tinha noção do quão rápido eram os processadores de acordo com a taxa de seu clock interno. O problema é que, quando um determinado valor de clock é alcançado, torna- se mais difícil desenvolver outro chip com clock maior. Limitações físicas e tecnológicas são os motivos para isso. Uma delas é a questão da temperatura: quanto mais megahertz um processador tiver, mais calor ele gerará.

MONTAGEM

Uma das formas encontradas pelos fabricantes para lidar com essa limitação é fabricar e disponibilizar processadores com dois núcleos (dual-core) ou mais (multi-core). Mas, o que isso significa? Processadores desse tipo contam com dois ou mais núcleos distintos no mesmo circuito integrado, como se houvesse dois processadores dentro de um. Dessa forma, o processador pode lidar com dois processos por vez, um para cada núcleo, melhorando o desempenho do computador como um todo. Note que, em um chip de único núcleo, o usuário pode ter a impressão de que vários processos são executados simultaneamente, já que a máquina está quase sempre executando mais de uma aplicação ao mesmo tempo. Na verdade, o que acontece é que o processador dedica determinados intervalos de tempo a cada processo e isso ocorre de maneira tão rápida, que se tem a impressão de processamento simultâneo.

Pelo menos teoricamente, é possível fabricar processadores com dezenas de núcleos.É importante ressaltar que ter processadores com dois ou mais núcleos não implica, necessariamente, em computadores que são proporcionalmente mais rápidos. Uma série de fatores influencia nesse quesito, como as velocidades limitadas das memórias e dos dispositivos de entrada e saída, e as formas como os programas são desenvolvidos.

Na imagem abaixo, uma montagem que ilustra o interior de um processador Intel Core 2 Extreme Quad-Core (com 4 núcleos):

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Silício

MONTAGEM

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O primeiro passo na fabricação de processadores

consiste, obviamente, na obtenção de matéria-prima. Geralmente, os chips

por

silício, e com os processadores não é diferente. O silício é um elemento químico extremamente abundante, tanto que é considerado o segundo mais comum na Terra. É possível extraí-lo de areia, granito, argila, entre outros. Esse elemento químico é utilizado para a constituição de vários materiais resistentes, como vidro e cerâmica. No entanto, é também semicondutor, isto é, tem a capacidade de conduzir eletricidade. Essa característica somada à sua existência em abundância faz com que o silício seja um elemento extremamente utilizado pela indústria eletrônica.

elemento extremamente utilizado pela indústria eletrônica. são formados Diferença de Clock Quando os processadores

são

formados

Diferença de Clock

Quando os processadores chegam ao mercado, eles são classificados em linhas, por exemplo, Intel Core 2 Duo, AMD Phenom II e assim por diante. Cada uma dessas linhas é constituída por processadores de diversas velocidades de processamento. Como exemplo, a linha Intel Core 2 Duo possui os modelos E8400, E8500 e E8600. O que os diferencia é que o clock do primeiro é de 3 GHz, o clock do segundo é de 3,16 GHz e, por fim, o clock do terceiro é de 3,33 GHz.

Todos esses processadores são oriundos do mesmo projeto, portanto, têm a mesma arquitetura. O que torna um modelo mais rápido que o outro é que a fabricação do mais veloz foi mais perfeita que a dos modelos imediatamente inferiores. Pequenos detalhes durante todo o processo de fabricação fazem com que, dentro de um mesmo wafer, as "pastilhas" sejam ligeiramente

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diferentes uma das outras. Isso pode acontecer, por exemplo, em virtude de

pequenos desvios nas camadas, em pequenas diferenças na passagem do feixe de luz, entre outros.

MONTAGEM

Por esse motivo, os wafers passam por testes que apontam com qual frequência cada chip pode utilizar. Apenas depois disso é que o wafer é cortado e os chips passam para a fase de encapsula mento. Esses testes também apontam quais chips deverão ser descartados por não terem condições de uso.

Encapsulamento dos processadores

Nas etapas de Encapsulamento, o processador é inserido em uma espécie de "carcaça" que o protege e contém contatos metálicos para a sua comunicação com os componentes do computador. Cada modelo de processador pode contar com tipos de encapsulamento diferentes, que variam conforme o seu projeto. Em geral, os processadores possuem em sua parte superior uma espécie de "tampa" metálica chamada "IntegratedHeatSpreader" (IHS), que serve para protegê-lo e, muitas vezes, para facilitar a dissipação de calor. Esse componente normalmente cobre toda a parte superior do chip e, dentro dele, no centro, fica o processador em si (também chamado de "die"). No entanto, em alguns modelos, o IHS não é utilizado. Nesses casos, a ausência dessa proteção pode facilitar a dispersão de calor devido ao contato direto do die com o cooler (ventoinha) do processador e reduzir custos de fabricação.

É importante frisar que há várias tecnologias usadas no encapsulamento dos processadores. A aplicação de cada uma varia conforme o projeto do chip. Eis os tipos principais, tendo como base tecnologias da Intel:

PGA: sigla de Pin Grid Array (algo como "matriz de pinos"), esse é um tipo de Encapsulamento que faz com que o processador utilize pinos de contato que devem ser inseridos em um encaixe adequado na placa-mãe do computador (ver soquete, logo abaixo). Seu material básico pode ser cerâmica (Ceramic Pin Grid Array - CPGA) ou plástico (Plastic Pin Grid Array - PPGA). Há também

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um tipo chamado Flip Chip Pin Grid Array (FC-PGA) onde a pastilha fica

parcialmente exposto na parte superior do chip;

MONTAGEM

parcialmente exposto na parte superior do chip; MONTAGEM Intel Pentium 4 - Encapsulamento FC-PGA2, que é

Intel Pentium 4 - Encapsulamento FC-PGA2, que é semelhante ao FC-PGA, mas conta com um IHS (não presente no FC-PGA)

SECC: sigla para Single Edge Contact Cartridge, este tipo faz com que o processador utilize um encaixe linear (ligeiramente semelhante aos slots de memória, por exemplo) ao invés de contatos em formato de pinos. Para isso, o processador é montado dentro de uma espécie de cartucho;

o processador é montado dentro de uma espécie de cartucho; Intel Pentium II - Encapsulamento SECC

Intel Pentium II - Encapsulamento SECC - Imagem por Intel

SEPP: sigla para Single Edge Processor Package, este tipo é semelhante ao SECC, no entanto, o processador fica acoplado em um placa que não é protegida por um cartucho;

LGA: sigla para Land Grid Array, esse é um padrão recente da Intel. Tem alguma semelhança com os padrões PGA, tendo como principal diferença o fato de que os processadores não utilizam pinos de contato em sua parte inferior, mas sim pontos metálicos. Quando o processador é encaixado na placa-mãe, esses pontos ficam em contato com pinos existentes no soquete (lembrando que nos padrões PGA há furos ao invés de pinos no soquete). No que se refere ao

60

Professor: Raul Salustiano

que nos padrões PGA há furos ao invés de pinos no soquete). No que se refere

E MANUTENÇÃO DE MICRO

chamado FC-LGA4 (Flip Chip Land Grid

MONTAGEM

tipo

Array,onde o número 4 indica o número de revisão do padrão)

LGA,

a

Intel

utilizava

um

Processador com encapsulamento FC-LGA4 - Repare que não há pinos, somente contatos metálicos - Na parte inferior dos processadores com Encapsulamento nos padrões PGA e semelhantes, ficam expostos uma série de contatos metálicos que fazem a comunicação entre o processador em si e os componentes do computador. Para isso, esses contatos são encaixados em uma área apropriada na placa- mãe da máquina, chamada de soquete (ou socket). Acontece que a quantidade e a disposição desses pinos variam conforme o modelo do processador. Por exemplo, a linha Intel Core 2 Duo e alguns dos modelos mais recentes da linha Pentium 4 utilizam o soquete 775 (LGA 775):

Soquete LGA 775 - Imagem por Intel

Processadores AMD

775): Soquete LGA 775 - Imagem por Intel Processadores AMD Processadores AMD Phenom X4 utilizam o

Processadores AMD Phenom X4 utilizam o soquete

AM2+:

AMD Processadores AMD Phenom X4 utilizam o soquete AM2+: Soquete Processador Phenom X4 - Imagem po

Soquete

Processador Phenom X4 - Imagem por AMD

AM2/AM2+

-

Isso deixa claro que é necessário utilizar placa- mãe e processador com o mesmo soquete no momento de montar um computador. Porém, é importante frisar que isso não é garantia de compatibilidade entre ambos. É possível, por exemplo, que uma determinada placa-mãe utilize o mesmo soquete de um processador lançado depois de sua chegada ao mercado. Apesar de ambos terem o mesmo soquete, uma incompatibilidade pode

61

Professor: Raul Salustiano

ocorrer, já que o chipset da placa- mãe pode não ter sido preparado para receber aquele processador. Por essa razão, é importante checar sempre no site do fabricante ou no manual da placa- mãe quais processadores este suporta.

E MANUTENÇÃO DE MICRO

MONTAGEM
MONTAGEM

Note que a disposição de pinos (ou pontos de contato, no caso de chips com Encapsulamento do tipo LGA) é feita de forma que o usuário tenha apenas uma forma de encaixar o processador na placa-mãe. Com isso, impede-se inserções erradas que possam resultar em danos ao computador. Por essa razão, se o usuário não estiver conseguindo encaixar o processador, deve evitar esforços e procurar no manual da placa-mãe a orientação correta.

Nomes código dos núcleos

Todo processador chega ao mercado tendo um nome que permita facilmente identificá-lo, como Pentium 4, Core 2 Duo, Itanium, Athlon 64, Phenom, etc. O que pouca gente sabe é que o núcleo dos processadores recebe outra denominação antes mesmo de seu lançamento oficial: o nome-código.A utilização de nomes-código é importante porque permite distinguir as características de arquitetura de cada chip. Mesmo dentro de uma determinada linha é possível encontrar processadores com diferenças em seu projeto. Podemos utilizar como exemplo os primeiros modelos da linha Intel Core 2 Duo, que são baseados nos núcleos de nomes Conroe e Merom. O primeiro é direcionado a desktops, enquanto que o segundo é voltado a computadores portáteis (como notebooks). Sendo assim, o Merom possui recursos que otimizam seu desempenho para exigir menos energia (por exemplo, utiliza voltagem menor e FSB reduzido, se comparado ao Conroe).

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Professor: Raul Salustiano

MONTAGEM

Primeiros Processadores

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Os primeiros processadores do mercado foram os 8086 e o 8088. O primeiro computador pessoal AT foi lançado pela IBM e utilizava um processador 286 da Intel. Depois seguiram os processadores da mesma família, que foram os 386 e os 486.

Fator Multiplicação

Desde os modelos 486 ate os atuais os processadores trabalham com o esquema de multiplicação de frequência, onde a frequência interna de operação dele é obtida multiplicando-se a frequência de operação da placa mãe. Por exemplo, o processador Athlon XP2000+ da AMD possui frequência de operação interna de 1.666 MHz e utiliza a frequência externa de 133 MHz da placa mãe. Ele obtém a sua frequência interna multiplicando a da placa mãe por 12,5, ou seja, o fator de multiplicação deste processador é 12,5 x.

Nas placas mãe mais antigas este fator era configurado via jumper na própria placa. Dependendo do modelo das placas mais novas, esta configuração pode ser feita exclusivamente via setup ou também através de jumpers. Muitas placas possuem também a capacitação de detectar e configurar automaticamente as informações do processador.

TIPOS DE PROCESSADORES AMD

Processador K5

do processador. TIPOS DE PROCESSADORES AMD Processador K5 Foi o primeiro processador da AMD lançado depois

Foi o primeiro processador da AMD lançado depois da família 486. Apesar de utilizar o mesmo soquete do Pentium da Intel o soquete 7 ele possui recursos internos que só a geração seguintes de processadores Intel passou a usar. Alem disto possui 24 KB de cache L1, divididos em 16 KB para instruções e 8 KB para dados. Segue uma tabela com os fatores de

divididos em 16 KB para instruções e 8 KB para dados. Segue uma tabela com os

63

Professor: Raul Salustiano

multiplicação

processadores k5:

e

a

frequência

MONTAGEM

interna

e

E MANUTENÇÃO DE MICRO

dos

externa

de

operação

Processador K6

Este processador substituiu o K5 e foi o primeiro a superar o processador Pentium em termos de desempenho (o K6 200 MHz superou o Pentium 200 e

200 MMX nos testes feitos). Possui 64 KB de cache L1

divididos em 32 KB para instruções e 32 KB para dados, além de também suportar a tecnologia MMX. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as freqüência internas e

externas de operação dos processadores K6.

internas e externas de operação dos processadores K6. Processador K6-2 Este processador foi o primeiro a

Processador K6-2

de operação dos processadores K6. Processador K6-2 Este processador foi o primeiro a trabalhar com frequência

Este processador foi o primeiro a trabalhar com frequência externa de 100 MHz. Possui cache L1 de

64 KB e suporta, além da tecnologia MMX a

Tecnologia 3DNow! Com 21 novas instruções. Apesar de este processador utilizar o soquete 7, nem todas as placas mãe deste modelo operam a 100 MHz, apenas as conhecidas com Super. 7 . se o processador for instalado em uma dessas

placas, ele funcionará na frequência da placa.

Teve também o K6 III que completou esta família de processadores, ele foi o primeiro processador sem ser da Intel a ter cache L2 integrado, além de possuir 256 KB de cache interno.

Processador Athlon

Este processador que também é conhecido com K7 possui arquitetura interna diferente da utilizada pela família K6, e serviu de base para os processadores posteriores.

64

Professor: Raul Salustiano

diferente da utilizada pela família K6, e serviu de base para os processadores posteriores. 64 Professor:

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Seu primeiro modelo foi de cartucho fisicamente igual ao cartucho SEC,

Pentium II e III embora incompatível devido aos seus padrões de barramento ser diferentes. Este modelo possui cache L1 de 128 KB (64 KB para instruções

e 64 KB para dados) e cache L2 de 256 KB trabalhando na frequência do

processador ou 512 KB à metade de sua frequência. E é encontrado em modelos a partir de 500 MHz.

O outro modelo físico do Athlon é de soquete

com 462 pinos conhecido com Soquete A ou Soquete 462. Neste mesmo padrão de soquete são feitos os modelos mais novos deste processador, o Athlon XP. Um detalhe interessante a ser observado a partir deste modelo nos processadores da AMD é que os valores comerciais de frequência estampados em seu corpo não corresponde a frequência interna de operação e sim um comparativo de desempenho entre eles e os processadores da Pentium 4 da Intel.

MONTAGEM

eles e os processadores da Pentium 4 da Intel. MONTAGEM Segue esta tabela PROCESSADORES FREQUENCIA INTERNA

Segue esta tabela

PROCESSADORES

FREQUENCIA INTERNA

Athlon XP 1500 +

1,33 GHz

Athlon XP 1600 +

1,40 GHz

Athlon XP 1700 +

1,47 GHz

Athlon XP 1800 +

1,53 GHZ

Athlon XP 1900 +

1,60 GHz

Athlon XP 2000 +

1,67 GHz

Athlon XP 2100 +

1,73 GHz

Athlon XP 2800 +

2,03 GHz

Athlon XP 3000 +

2,13 GHz

Athlon XP 3200 +

2,15 GHZ

Processador Duron

Este processador foi lançado com objetivo de ser uma opção de baixo custo, pois na realidade trata-se de uma Athlon com apenas 64 KB de memória cache L2. Seu concorrente direto é Celeron da Intel, já que o

65

Professor: Raul Salustiano

com apenas 64 KB de memória cache L2. Seu concorrente direto é Celeron da Intel, já

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Athlon concorre com os processadores Pentium III e Pentium 4. Foi lançado

em modelos a partir do Duron 550 até o Duron 1800.

MONTAGEM

Processador Sempron

A AMD lançou este processador como substituto

dos processadores Duron e Athlon XP e para ser um concorrente direto do Celeron D. Possui cache L1 de

125 KB e cache L2 de 256 KB e seu soquete é o PGA

754.

A taxa máxima teórica de transferência do seu

barramento de sistema é de 6,4 GB/s, enquanto a taxa máxima de transferência do controlador de memoria é de 3,2 GB/s. Segue uma tabela com os modelos de processadores Sempron e suas frequências internas de operações.

Sempron e suas frequências internas de operações. PROCESSADORES FREQUENCIA INTERNA Sempron 2200 +

PROCESSADORES

FREQUENCIA INTERNA

Sempron 2200 +

1,5 GHz

Sempron 2300 +

1,583 GHz

Sempron 2400 +

1,667 GHz

Sempron 2500 +

1,750 GHz

Sempron 2600 +

1,833 GHz

Sempron 2800 +

2,0 GHz

Sempron 3100 +

1,8 GHz

PROCESSADORES ATHLON 64 E ATHLON 64 FX

É o microprocessador de oitava geração da AMD, conhecendo com Hammar ou K8. introduziu o processamento de 64 bits para computadores de mesa, mantendo compatibilidade com programas de 32 bits. O lançamento desses modelos de processadores veio para o mercado competir com os processadores Pentium 4 da Intel. As grandes características desses processadores é que eles podem acessar até 1 TB de memória física de 256 TB de memória virtual, suportam instruções 3Dnow! MMX, SSE, SSE2 e a SSE3 nos modelos mais novos desses processadores e a tecnologia Hyper Transport.

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MONTAGEM

E MANUTENÇÃO DE MICRO

Esta geração de processadores possui três modelos.

Athlon 64

Processador de núcleo único que temo encaixe para os soquetes 754, 939, e AM2 possui 128 KB de cache L1 (64 para instruções e 64 KB para dados), 512 KB ou 1 MB de cache L2.

Athlon 64 X2

Processador de dois núcleos (Dual Core) que tem

o encaixe par aos soquetes 939 e AM2. Possui

128 KB de cache L1 (64 KB para instruções e 64

KB para dados), 512 KB ou 1 MB de cache L2. Tem barramento Hyper Transport em 1 GHz.

1 MB de cache L2. Tem barramento Hyper Transport em 1 GHz. Athlon 64 FX Processador

Athlon 64 FX

Processador de dois núcleos (Dual Core) que tem o encaixe par aos soquetes 939 e AM2. possui 128 KB

e cache L1 (64 KB para instruções e 64 KB para

dados), 1 MB cache L2. Tem o barramento Hyper

Transport em 800 MHz ou 1 GHz.

L2. Tem o barramento Hyper Transport em 800 MHz ou 1 GHz. Processador Turion 64 Este

Processador Turion 64

Este processador é um dos processadores da AMD, essa linha ele tem um baixo consumo de energia e foi desenvolvida para o mercado de computadores moveis, para concorrer diretamente com as linhas de processadores Pentium M da Intel.

É a linha mais avançada de processadores de núcleo duplo da AMD para

computadores moveis, oferecendo desempenho multitarefa, desempenho em 32 e 64 bits e compatibilidade com Windows Vista e Windows 7 ™, o sistema operacional da Microsoft Windows de 64® bits. Possui 128 KB de memória cache L1 (64 para instruções e 64 para dados), 256 ou 512 KB de

Possui 128 KB de memória cache L1 (64 para instruções e 64 para dados), 256 ou

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E MANUTENÇÃO DE MICRO

cache L2 por núcleo, barramento Hyper Transport trabalhando a 800 MHz,

suporta as tecnologias MMX, 3Dnow!, SSE e SSE2 e SSE3 e dissipam entre 31

a 35 W.

MONTAGEM

Opteron

O processador Opteron é um dos módulos que utiliza

a arquitetura AMD 64, ele é aplicado para utilização

em servidores e para estações de trabalho de alta performance. Tem como características um controlador de memória integrada, com capacidade para endereçar até um TB de memória física e 256 TB de memória virtual. Cache L1 de 128 KB ( 64 KB para instruções e 64 KB para dados e a cache L2 de 1 MB.

para instruções e 64 KB para dados e a cache L2 de 1 MB. Opteron (130nm

Opteron (130nm SOI)

Processador de um núcleo que tem encaixe para os soquetes 940, tensão de alimentação1,50 V -1,55 V, frequência de 1400 MHz 240 MHz.

Opteron (90 nm SOI)

Processador de um e dois núcleos que tem encaixe par aos soquetes 939 e

940, a diferença entre esses modelos é a frequência de operação e tensão de alimentação. Quando um núcleo, a tensão é de 1,35 V 1,40 V e a frequência

d e1600 MHz 3000 MHz e, quando com dois núcleos, a tensão é de 1,30 v 1,35 v e a frequência de 1800 MHz 2600 MHz.

Tabela sobre o Athlon 64

MODELO

FREQUENCIA

CACHE L2

SOQUETE

3000

+

2,0 GHz

512

KB

754

3000

+

1,8 GHz

512

KB

939

3200

+

2,0 GHz

1 MB

754

3200

+

2,0 GHz

512

KB

939

3400

+

2,4 GHz

512

KB

754

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MONTAGEM

Tabela sobre o Athlon 64 FX

E MANUTENÇÃO DE MICRO

MODELO

FREQUENCIA

CACHE L2

SOQUETE

3500

+

2,2 GHz

512

KB

939

3700

+

2,4 GHz

1

MB

754

3800

+

2,4 GHz

512

KB

939

FX - 53

2,4 GHz

1 MB

939

FX - 55

2,6 GHz

1 MB

939

Processadores AMD Phenom™ II

Benefícios imbatíveis dos múltiplos núcleos com os processadores AMD Phenom™ II. Eles oferecem a melhor experiência visual para entretenimento de alta definição, desempenho avançado em multitarefa e inovações de economia de energia, proporcionando máquinas menores e mais refrigeradas, com uso eficiente da energia. Recursos e benefícios Uma experiência mais rápida e suave, mesmo com a execução de aplicativos complexos, graças à tecnologia de múltiplos núcleos nativa. Tecnologia de múltiplos núcleos Desempenho dimensionado para economizar energia do PC com a Tecnologia HyperTransport® 3.0 Ouça música e não seu PC com a Tecnologia Cool’n’Quiet Impeça a disseminação de determinados vírus e fortaleça a integridade da sua rede com a Proteção Avançada contra Vírus (EVP)*

PROCESSADORES INTEL

Pentium®

Ao contrario da nomenclatura 486 que por ser um número não pode ser patenteado, a Intel passou a utilizar, a partir do Pentium, nomes e não mais números, para que eles pudessem ser patenteados.

69

Professor: Raul Salustiano

a partir do Pentium, nomes e não mais números, para que eles pudessem ser patenteados. 69

E MANUTENÇÃO DE MICRO

O Pentium foi o primeiro processador da Intel a surgir depois da família

80X86, apesar de em termos Software funcionar como seus antecessores. Já do ponto de vista do Hardware eles são incompatíveis, ou seja, você não podia instalar um processador Pentium numa placa mãe de um 486. Seu cache L1 é de 16 KB, acessa a memória a 64 bits ( dois dados 32 bits pro vez) possui co-processadores matemáticos mais veloz que seus antecessores e pode ser instalado em placas mães de soquete 7.

MONTAGEM

A partir do Pentium® 186, a Intel lançou processadores que utilizam a

tecnologia MMX®, que era um conjunto de instruções internas que estes processadores possuíam a mas que os Pentium padrão. Esta tecnologia beneficiou principalmente as aplicações multimídia. Esta tabela abaixo com os fatores de multiplicação e as frequência internas e externas de operação dos processadores Pentium® e Pentium MMX®.

Frequência

60

66

60

66

60

66

Externa

MHz

MHz

MHz

MHz

MHz

MHz

Fator

1,5 X

1,5 X

2,0 X

2,5 X

3,0 X

3,5 X

Multiplicação

Frequência

90

100

133

166

200

233

Interna

MHz

MHz

MHz

MHz

MHz

MHz

Pentium® II

A primeira diferença desse processador para o anterior é com relação ao seu Encapsulamento, que passou a ser de cartucho chamado SEC (Single Edge Contact) e o conector da placa Mãe onde ele é encaixado é o 1. Seu cache L2 é de 512 KB e não fica dentro do próprio processador, mas ao lado dele, operando a metade da frequência interna do processador e seu cache L1 é de 2 KB.

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E MANUTENÇÃO DE MICRO

Aqui esta uma tabela com os fatores de multiplicação e as frequências

internas e externas de operação do Pentium II.

MONTAGEM

Frequência