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01 – ABC
01
– ABC

Activity Based Costing Custeio Baseado em Atividade, o qual considera que as atividades consomem recursos e os produtos consomem atividades.

  • 02 Administração japonesa

Evitar qualquer tipo de desperdício e promover o melhoramento continuo.

  • 03 Análise das variações orçamentárias

Avaliação de desempenho feita com base nos resultados gerados pelas atividades ligadas às áreas de responsabilidade dos gestores, necessitando de mensuração do desempenho tanto

em

termos
termos

físicos quanto monetários. Essas informações são evidenciadas pelas variações do

orçamento quando esse é decomposto em orçamentos originais, orçamentos corrigidos, orçamentos ajustados, padrões, real a valores padrão e real a índices padrão.

  • 04 Análise de sensibilidade

(1) Uma técnica de “e-se” que examina a alteração de certas variáveis chave para avaliar o efeito sobre o resultado original. (2) Análise do efeito de alguma alteração de variáveis críticas, tais como vendas e custos, sobre um projeto.

  • 05 Árvore de decisão

Uma representação gráfica de decisões sequenciais alternativas e dos resultados possíveis dessas decisões.

  • 06 Benchmarking

(1) Uso das melhores práticas como o padrão para avaliar o desempenho da atividade. (2) Nível de Referência; (3) Processo para comparação de indicadores de desempenho. (4) Processo contínuo de mensuração de produtos, serviços ou atividades em relação aos níveis ótimos de desempenho.

  • 07 Break even point

Ponto de Equilíbrio ou Ponto de Ruptura. Volume em que as receitas totais igualam os custos totais. Representa o ponto de encontro entre as retas da função da receita e da função do custo, frequentemente as duas funções não são lineares. O ponto de encontro entre as duas funções representa o “ponto de ruptura” (ou de equilíbrio), a partir do qual a empresa aufere lucro e abaixo do qual incorre em prejuízos.

  • 08 Cálculo de correlação

Cálculo que permite verificar a relação entre dois conjuntos de dados.

  • 09 Cálculo de desvio padrão

Medida da dispersão em torno da média.

  • 10 Cálculo de programação

Técnica que permite calcular um resultado ótimo ou desejado de determinado problema disposto por meio de matrizes ou sistemas de equações e inequações.

11- Cálculo de regressão

Cálculo que permite realizar estimativas por meio de dados previamente estabelecidos e obtidos por funções lineares ou não lineares. Podem ser calculadas pelas funções Ferramentas, Análise de dados e Regressão da planilha do Excel.

12- Capital assetpricingmodel (CAPM)

Uma teoria de formação de preços de ativos em equilíbrio que mostra que as taxas esperadas de retorno de todos os ativos com riscos são função de sua covariância com a carteira de mercado.

13- Cash Flow:

É um termo que se refere à quantidade de dinheiro que é recebido e pago por um negócio durante um determinado período, por vezes associado a um projecto específico.

14- Compound Price e Target Price

Compound price é Considera a composição do preço (interno - preço de transferência - e/ou externo) pela empresa. Assim, o consumo de recursos para se produzir determinado bem/serviço passa a ser a base de cálculo para obtenção do preço pelo qual tal bem/serviço será transferido ou vendido. Target price é o preço alvo, competitivo da empresa que visa a maximização de lucros.

15- Corporação virtual

Trata-se de um modelo de empresa que surgiu no bojo da onda da internet, buscando custos mais baixos e melhor desempenho que as empresas tradicionais em especial na área de informações e serviços.

16- Correção monetária integral

Técnica de conversão das demonstrações financeiras para uma moeda de poder aquisitivo constante. Os ativos, os passivos, as receitas e as despesas são representados em moeda constantes e os ganhos e perdas sobre os itens monetários são evidenciadas.

17- Custeamento direto ou variável

O método de custeio variável ou direto tem o propósito de alocar aos produtos somente os custos identificados como variáveis normalmente compostos pela matéria-prima e mão-de- obra direta, consumidos no processo produtivo.

18- Custeamento por Absorção

Método de custeio por absorção objetiva a apropriação de todos os gastos decorrentes somente de processo produtivo aos produtos, identificando os fixos, variáveis, diretos e indiretos.

19- Custo histórico

É a metodologia de apuração de resultados das atividades de uma empresa por meio da contabilização dos eventos pelos seus respectivos custos originais.

20- Custo corrente

É uma modalidade de avaliação de ativos que representa o preço de troca, que seria exigido para obter o mesmo ativo ou um equivalente.

21- Custo de Oportunidade

É o valor associado a melhor alternativa não escolhida. Ou seja, em outras palavras é o mesmo que o custo referente a uma determinada escolha medido em termos da melhor oportunidade perdida.

22- Custo Fixo

São aqueles custos que não sofrem alteração de valor em caso de aumento ou diminuição da produção. Independem, portanto, do nível de atividade, conhecidos também como custo de estrutura.

23- Custo variável

Ao contrário do termo anterior, esse termo refere-se aqueles custos que variam proporcionalmente de acordo com o nível de produção ou atividades. Seus valores dependem diretamente do volume produzido ou volume de vendas efetivado num determinado período.

24 - Margem de Contribuição

Quantia em dinheiro que sobra do preço de venda de um produto, serviço ou mercadoria após retirar o valor do gasto variável unitário, este composto por custo variável unitário e despesas variáveis.

25- DFC - (Demonstração do Fluxo de Caixa)

É um termo utilizado na Contabilidade para designar uma peça contábil (relatório fundamental para análise da empresa) que evidencia a posição financeira da empresa. No começo de 2008

passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

26- DVA (Demonstração do Valor Adicionado)

É o informe contábil que evidencia, de forma sintética, os valores correspondentes à formação da riqueza gerada pela empresa em determinado período e sua respectiva distribuição.

27- DOAR (Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos)

Indicará as modificações na posição financeira da companhia. A demonstração das origens e aplicações de recursos é obrigatória para as companhias abertas e para as companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço patrimonial, superior a R$ 1.000.000,00.

28- Debt capital ( Ki)

Capital de terceiros é o capital que uma empresa levanta por tomar um empréstimo. É um empréstimo feito a uma empresa que normalmente é pago em uma data futura. Difere de capital da dívida do patrimônio ou capital social, pois os assinantes de capital de dívida não se tornam proprietários de parte do negócio, mas são apenas os credores e os fornecedores de capital de terceiros geralmente recebem um retorno em percentagem anual fixada contratualmente em seu empréstimo.

29- Equity capital (Ke)

Capital investido que, em contraste com o capital da dívida, não é reembolsado aos investidores no curso normal dos negócios. Ele representa o capital de risco apostado pelos proprietários por meio de compra de ações ordinárias de uma empresa (ações ordinárias).

30- Weigth average cost of capital (WACC) (Custo Médio Ponderado de Capital)

Pode ser definido como “a média ponderada dos custos dos diversos componentes de financiamento, incluindo dívida, patrimônio líquido e títulos híbridos, utilizados por uma

empresa para financiar suas necessidades financeiras”.

  • 31 Ebit e Ebtida

EBIT (Earnings Before Interest and Taxes)É o lucro antes de encargos financeiros (pagamento de juros) e impostos. É mais comumente chamado de LAJIR que seria a Lucro Antes dos Resultados financeiros, Imposto sobre a Renda e outros resultados não Rotineiros. Este indicador reflete os resultados da empresa antes das deduções financeiras e fiscais.

Já o EBITDA é a sigla em inglês para Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, também chamado no Brasil de LAJIDA, ou seja, é o Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização. Essa medida consiste no EBIT tradicional, eliminados ainda os efeitos das provisões da depreciação de ativos tangíveis e da amortização de ativos intangíveis que antes haviam sido deduzidos como despesas do período na demonstração de resultado.

  • 32 Eficácia e Eficiência empresarial

Segundo Demirbag (2009) o conceito de eficiência geralmente se refere aos recursos da organização os quais estão alinhados com as principais oportunidades e ameaças presentes no ambiente organizacional. Já a eficácia se refere ao que a organização executa como uma estratégia escolhida em certos ambientes.

  • 33 EVA (ECONOMIC VALUE ADDED) e MVA (MARKET VALUE ADDED)

O EVA é um indicador do valor econômico agregado que possibilita a executivos, acionistas e investidores uma nítida visão acerca da rentabilidade do capital empregado na empresa. Ou

seja, mostra se este foi bem ou mal investido em termos de geração de riquezas para o empreendimento, possibilita analisar o resultado, os recursos aplicados e a estrutura de capital

O MVA é a medida definitiva de criação de riqueza, evidenciado como a diferença entre entrada e saída de caixa, ou seja, o que investidores colocam na empresa como capital e o que poderiam receber na venda das ações no mercado ativo e líquido.

  • 34 FASB 52

Financial Accounting Standards Board (Comitê de Padrões da Contabilidade Financeira) dos decretos dos padrões de contabilidade financeira Nº 52, também conhecido como FAS 52 ou SFAS 52 (ambos em inglês), faz a revisão de contabilidade e requisitos de informação para a conversão de moedas estrangeiras e demonstrativos financeiros. O padrão também se aplica para demonstrativos financeiros de subsidiárias que empresas-mãe incorporam por consolidação ou outros métodos contábeis.

  • 35 Fifo, Lifo, Média e Nifo

FIFO ”first in first out” (o primeiro a entrar é o primeiro a sair), as primeiras existências a entrar em armazém são também as primeiras a sair, pelo que as existências remanescentes ficam sempre valoradas aos preços mais recentes.

LIFO "last in first out" (o último a entrar é o primeiro a sair), O método LIFO parte da utilização do lote mais recente para a definição do valor do custo de saída das existências.

MÉDIA Representa a ponderação entre os valores de estoques, de forma que sua valorização unitária corresponda a média de cálculo.

NIFO “Next in, First out” (o próximo a entrar é o primeiro a sair). É conhecido como custo de reposição.A utilização deste critério de valorimetria pressupõe um custo diferente na aquisição, tendo a sua maior vantagem em períodos inflacionista.

  • 36 Fim do emprego intrapeneuring

Fim do emprego se refere ao fim da forma de trabalho como existe hoje, dando espaço para um modelo mais dinâmico de trabalho e com mais liberdade para as partes envolvidas. São empreendedores que trabalham dentro de uma organização, transformando sonhos em soluções, idéias em negócios e metas em resultados. Desta forma, eles geram soluções impactantes para a organização. 37 Função atingir metas do excel:

É utilizado quando o resultado que deseja obter de uma fórmula já é conhecido, mas não se tem certeza sobre o valor de entrada necessário para chegar a esse resultado. Ao utilizar essa função, é possível chegar ao valor de entrada.

  • 38 Função solver do excel

Com o Solver, você pode encontrar um valor ideal (máximo ou mínimo) para uma fórmula em uma célula chamada célula de objetivo conforme restrições, ou limites, sobre os valores de outras células de fórmula em uma planilha.

  • 39 - Função tabela do excel

A função tabela sempre utiliza como base a estrutura de uma outra fórmula ou função qualquer, já pré-determinada, alterando os seus componentes e simulando novos resultados. Calculando assim, de forma organizada e crescente os novos resultados, apresentando uma tabela estruturada baseada nas novas premissas. Por ser apresentada em formato de matriz, ela não pode ser editada individualmente, pois neste caso irá gerar uma mensagem de erro.

  • 40 GAO e GAF

O grau de alavancagem operacional (GAO) é um indicador utilizado para medir o risco do negócio da empresa. Quanto maior for o GAO, tanto maior será o risco do negócio. Por outras palavras, um alto grau de alavancagem operacional para uma empresa significa que uma pequena variação do seu volume de vendas ocasionará uma grande alteração dos seus resultados operacionais.

O grau de alavancagem financeira (GAF) de uma empresa é um importante indicador do grau de risco a que empresa está submetida. Se existe a presença de capital de terceiros de longo prazo na estrutura de capital, a empresa estará "alavancada", ou seja, corre risco financeiro.

  • 41 - Goodwill

Fundo de comércio, bens intangíveis, tais como o bom relacionamento com os clientes, moral elevado dos empregados, bom conceito nos meios empresariais, boa localização. Entretanto, o conceito de goodwill vai além do bom relacionamento comercial. O goodwill pode ser definido como um lucro anormal, além do esperado, sendo que a dificuldade reside na mensuração do valor atual dos benefícios futuros esperados. Aproxima-se do conceito econômico de ativo, no entanto o lucro contábil toma por base o custo como base de valor, que pela legislação atual não é corrigido pela variação do poder aquisitivo da moeda. No entanto é uma forma de calcular o Valor de uma empresa, com seus ativos intangíveis. Há dois tipos de Goodwill: o Objetivo que é a diferença positiva entre o valor de mercado líquido dos ativos e passivos e o custo de aquisição da parte líquida dos ativos e passivos pelo investidor e o Subjetivo que é a diferença entre o valor presente dos fluxos futuros de caixa menos o valor de mercado dos ativos e passivos.

  • 42 Impostos

Imposição de um encargo financeiro ou outro tributo sobre o contribuinte (pessoa física ou jurídica) por um estado ou o equivalente funcional de um estado a partir da ocorrência de um fato gerador, calculada mediante a aplicação de uma alíquota a uma base de cálculo, de forma que o não pagamento deste, acarreta irremediavelmente sanções civis e penais impostas à entidade ou indivíduo não-pagador, sob forma de leis . O imposto é uma das espécies do gênero tributo.

  • 43 Índice de crescimento do valor agregado (ICVA)

Modelo de análise de balanços. Questiona o valor das ações como determinante no valor de uma empresa. Também é um modelo e uma contribuição às técnicas de análises de balanços. Permite, além de mensurar o nível de especulação no valor de um investimento, simular outras situações, como as análises reversas com variáveis envolvidas.

  • 44 Intersecção de Fischer

Num gráfico VPL (Valor Presente Líquido) x TMA (Taxa Mínima de Atratividade), o ponto no qual as curvas de dois investimentos se cruzam, é denominado de interseção de Fischer. Este ponto identifica a taxa para a qual os VPLs dos dois investimentos são iguais. Assim, a interseção de Fischer é dada pela taxa para a qual o VPL do investimento incremental é nulo, ou seja, pela TIR do investimento incremental.

  • 45 JIT Kaizen e Kanban

Just in time: A filosofia Just-in-Time (JIT) foi introduzida na Toyota (Japão), ao final da década de 50, com o objetivo de eliminar as atividades que não adicionavam valor à cadeia produtiva compras/fabricação/distribuição, possibilitando fabricar automóveis a custos menores. A idéia contida na filosofia JIT é o envolvimento dos clientes, fornecedores e transportadores, como forma de diminuir os custos de produção com base na redução do nível dos estoques, tempos de preparação, inspeções de qualidade etc. A premissa básica é acoplar a demanda ao suprimento, reduzindo os custos com a manutenção de estoques e possibilitando que estes estejam disponíveis na hora e local necessários à produção.

Kaisen: tem como foco principal identificar melhorias no processo produtivo através da eliminação de desperdícios de forma reduzir o tempo de ciclo do processo e aumento de produtividade. Para atingir aos objetivos de melhoria, O Kaisen tem como foco a redução de inventário, eliminação de gargalos de processo, balanceamento das operações, otimização da relação mão de obra e máquinas e o aumento do valor agregado das atividades. Kaisen significa melhoria contínua em busca da qualidade. A estratégia Kaisen é focada em esforços continuados na busca de melhorias.

Kanban: o Kanban é uma metodologia de programação de compras, de produção e de controle de estoques extremamente precisa e ao mesmo tempo barata, que se utiliza de cartões que permitem o controle visual da posição de estoque de qualquer item, a qualquer momento. é uma ferramenta de controle do fluxo de materiais no chão de fábrica. Ele é um sinal visual que informa ao operário o que, quanto e quando produzir. Sempre de trás para frente, puxando a produção. Não só isso, ele também evita que sejam feitos produtos não requisitados, eliminando perdas por estoque e por superprodução.

  • 46 Kinkushi:

Trata-se de um conjunto de canaletas, verticais e paralelas, que armazenam milhares de bolinhas, jogadas ao acaso, de forma que a probabilidade de cada uma dessas bolinhas cair em

qualquer daquelas canaletas é exatamente a mesma. Ao final, e para nossa surpresa, as bolinhas formam uma figura bastante conhecida: a Curva Normal "chapéu de Napoleão", comprovando de forma empírica o Teorema de La Place.

  • 47 lucro contábil e lucro econômico

Lucro Contábil

Números de lucros contábeis consideram realizados ou reais ganhos e perdas financeiras. Lucro contábil é o total de todas as receitas da empresa menos o caixa pagamentos para todos os custos da empresa explícitas e recursos adquiridos. Esses recursos incluem matérias-primas, materiais de transporte, salários e benefícios dos funcionários, aluguel pago em propriedade da empresa e juros sobre o capital.

Lucro Econômico

Ao contrário do lucro contábil, lucro econômico considera o custo de uma organização recursos internos que são utilizados na produção dos seus produtos ou serviços. Esses itens também são referidos nas finanças como recursos implícitos. Recursos implícitos ou auto- propriedade pode incluir de propriedade da empresa bens, equipamentos, recursos de auto- emprego, de propriedade da empresa de veículos e iniciativas de formação conduzidas independentemente pessoal.

  • 48 lucro operacional

Será considerado como lucro operacional o resultado das atividades, principais ou acessórias, que constituam objeto da pessoa jurídica. A escrituração do contribuinte cujas atividades com preendam a venda de bens ou serviços deve discriminar o lucro bruto, as despesas operacionai s e os demais resultados operacionais. É todo resultado que direta ou indiretamente está relacionado com a atividade da empresa. O lucro ou prejuízo operacional é dado com base na operação algébrica: Lucro Bruto - Despesas Operacionais + Receitas Operacionais = Lucro/Prejuízo Operacional.

  • 49 manutenção do capital financeiro

Por este conceito um lucro só é obtido se a quantia financeira (ou dinheiro) dos ativos líquidos no fim do período exceder a quantia financeira (ou dinheiro) dos ativos líquidos do começo do período, depois de excluir quaisquer distribuições aos, e contribuições dos, proprietários durante o período. A manutenção do capital financeiro pode ser mensurada quer em unidades monetárias nominais quer em unidades de poder de compra constante.

  • 50 manutenção do capital físico

Por este conceito um lucro só é obtido se a capacidade física produtiva (ou capacidade operacional) da entidade (ou os recursos ou os fundos necessários para conseguir essa capacidade) no fim do período exceder a capacidade física produtiva no começo do período, depois de excluir quaisquer distribuições aos, e contribuições dos, proprietários durante o período.

  • 51 - Margem de contribuição objetivada

A soma dos custos e despesas fixos comuns mais a remuneração do capital correspondem ao montante global de margem de contribuição a ser coberta pelos diversos serviços analíticos. Essa margem é denominada de Margem de Contribuição Objetivada pela Estrutura.

  • 52 Markup

É um termo usado para indicar quanto do preço do produto está acima do seu custo de produção e distribuição. Significa diferença entre o custo de um bem ou serviço e seu preço de

venda 1 Pode ser expressado como uma quantia fixada ou como percentual. O valor representa a quantia efetivamente cobrada sobre o produto a fim de obter o preço de venda.

Um markup é adicionado ao custo total incorrido pelo produtor de um bem ou serviço com propósito de gerar um lucro.

  • 54 Missão da empresa

É razão de existir da organização e torna possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa. É necessário que a missão da empresa seja clara, para seu melhor desempenho. Assim como que as crenças e valores dos principais executivos que compõem o sistema institucional da empresa sejam aceitos de um modo geral por todos os que dela fazem parte.

  • 55 Modelo DuPont

O modelo de análise DuPont tem sido usado pela administração financeira como um arcabouço para analisar as demonstrações contábeis e avaliar a situação financeira da empresa. O Modelo DuPont faz uma fusão entre o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado do Exercício em duas medidas sínteses da lucratividade: a taxa de retorno sobre o ativo total (ROA) e a taxa de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE).

56 - Net working capital

Capital de Giro Líquido.

A medida de eficiência de uma empresa e sua saúde financeira de curto prazo. Esse índice indica se a empresa tem ativos suficientes de curto prazo para cobrir a sua dívida de curto prazo.

  • 57 - Orçamento de caixa

(1) Orçamento que mostra o fluxo de caixa antecipado, e o momento de recebimentos e desembolsos baseado em vendas projetadas, custos de manufatura, e outras despesas. (2) Plano detalhado que delineia todas as origens e aplicações de caixa. (3) Previsão de recebimentos e pagamentos para um período futuro.

  • 58 Orçamento de despesas e custos fixos

Orçamento de despesas consiste de despesas estimadas para a organização e operação geral da empresa.

Orçamento de custos fixos consiste no orçamento de um custo que, em determinado período e faixa de atividade chamada faixa relevante, não se altera em seu valor total, mas vai ficando cada vez menor em termos unitários com o aumento do volume de produção.

  • 59 Orçamento de investimentos

O orçamento de investimentos envolve decisões de aplicação de recursos com prazos longos (maiores que um ano), com o objetivo de propiciar retorno adequado aos proprietários desse capital.

  • 60 Orçamento de mão de obra

Orçamento que mostra o total de horas de mão-de-obra necessárias, e o custo associado, para o número de unidades no orçamento de produção.

  • 61 Orçamento de matéria-prima

O orçamento de matéria-prima é um plano que especifica as quantidades de matéria-prima, inclusive tipo do material a ser adquirido, períodos, preços e unidades de negócios a serem atendidas.

É elaborado a partir das necessidades de material informadas pela área de fabricação, tendo o setor de compras a incumbência de adquirir as quantidades estimadas. Premissas: a área de compras adquire o material no momento certo e quantidades certas, ao preço planejado; a quantidade deve ser o suficiente para suprir os estoques mínimos planejados; o orçamento de matéria-prima indica padrões de consumo ou as relações (quocientes) entre a quantidade de cada matéria-prima e o volume físico de produção, entre o consumo de matéria-prima e de horas de MOD ou de horas-máquina.

  • 62 Orçamento de produção

(1) Instrumento utilizado para o acompanhamento da produção, origina-se no orçamento de vendas e na política de estoque ao fim do período orçamentário. (2) Orçamento que mostra quantas unidades devem ser produzidas para satisfazer as necessidades de vendas e de estoque final.

  • 63 Orçamento de resultado

O núcleo conceitual do Orçamento por Resultados se assenta sobre a ideia básica de que a informação sobre o desempenho de órgãos, agências e programas deve ser desenvolvida, integrada ao processo orçamentário e principalmente utilizada como elemento relevante do processo de tomada de decisão. Ao contrário desse razoável grau de coerência do marco conceitual, existe uma multiplicidade de dilemas a serem enfrentados no processo de sua introdução e também diferentes arranjos e abordagens para fazer face àqueles, permitindo-se afirmar que a implementação do modelo é o principal desafio.

  • 64 Orçamento de vendas

(1) Fixação prévia das vendas, em quantidade e em valor, tendo em conta as limitações impostas à empresa e a ação desta sobre tais limitações. O orçamento de vendas implica na decisão voluntária por parte do empresário, em vista das circunstâncias de mercado em que este se encontra. (2) Orçamento que descreve as vendas esperadas em unidades físicas e unidades monetárias para o período vindouro.

  • 65 Orçamento fixo e flexível

ORÇAMENTO FIXO. (1) Orçamento para um nível específico de atividade. (2) Orçamento que é preparado para apenas um nível de atividade; quando as variações são calculadas ao final do exercício, não se faz ajuste dos valores orçados.

ORÇAMENTO FLEXÍVEL. (1) Orçamento que pode especificar custos para uma amplitude de atividade. (2) Orçamento que mostra os custos esperados a níveis diferentes de produção. (3) Orçamento elaborado com a utilização de valores orçados de receitas ou de custos; quando as variações são determinadas, os valores orçados são ajustados (flexionados) para se reconhecer o nível real de saída e as quantidades verdadeiras dos direcionadores de custo e de receita.

  • 66 Orçamento original, corrigido, ajustado e realizado

Original: diz respeito ao plano operacional conforme concebido em t0 (novembro/03);

Corrigido: contempla as modificações nos preços originalmente orçados em t0 (janeiro/04);

Ajustado: modificações no orçamento corrigido decorrentes de ajustes no plano no curto prazo (volume, eficiência etc).

Realizado: plano econômico e financeiro de operação empresarial. É um plano coordenado de ações financeiras para a empresa executar. Estimativa de receita e de despesa para um período determinado.

  • 67 Padrões

Norma, ou critério, contra a qual o desempenho pode ser medido. (2) Valor preestabelecidos através de técnicas.

  • 68 - Paradigmas

Paradigma é a representação do padrão de modelos a serem seguidos.

  • 69 Payback

Período de Recuperação do Investimento. O processo de tomar decisões de investimento de capital.

  • 70 Planejamento estratégico

Projeto pelo qual se assegura o cumprimento da missão da empresa. Essa fase do processo de gestão gera um conjunto de diretrizes estratégicas de caráter qualitativo que visa orientar a

etapa de Planejamento Operacional. O Planejamento Estratégico contempla a análise das variáveis do ambiente externo e do ambiente interno da empresa.

  • 71 - Planejamento operacional

Ele elabora as atividades a serem realizadas, o que torna mais segura a realização dos objetivos, já que prevê os custos, o tempo e os ricos envolvidos.É projetado para o curto prazo. Envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas especificas . Cada planejamento devem conter recursos necessários para o desenvolvimento e implantação, os procedimentos básicos a serem adotados, os resultados finais esperados , os prazos estabelecidos, os responsáveis pela sua execução e implantação.

  • 72 - Orçamento

É a parte de um plano financeiro estratégico que compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de determinado exercício. Aplica-se tanto ao setor governamental quanto ao privado, pessoa jurídica ou física.

  • 73 - Programação

Idealizar e ordenar as ações que vão ser realizadas no âmbito de um projeto.

  • 74 - Plano anual de resultados

No último trimestre de cada ano, as empresas se preparam para repetir um ritual muito conhecido: a elaboração do orçamento para o próximo ano, incluindo planos de ação que podem avançar para os anos seguintes. O que acontecerá com os planos de ação para o próximo ano vai depender da disposição dos dirigentes da empresa para sair da conhecida zona de conforto e enfrentar os desafios que levarão aos resultados esperados.

  • 75 - Plano estratégico

O Planejamento Estratégico é a atividade que responde a três perguntas que, hoje, são fundamentais serem respondidas para a própria sobrevivência da empresa:

  • - ONDE NÓS ESTAMOS?

  • - AONDE QUEREMOS IR?

  • - COMO CHEGAR LÁ?

Quais são os melhores caminhos para chegarmos aos nossos objetivos, para alcançarmos nossas metas?

  • 76 - Pontos fortes e fracos

Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho no “melhor de si”. Nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza – o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou atividade em questão.

  • 77 - Pré-orçamentação

Contabilização de custos antes da execução de um projeto.

  • 78 - Pró-forma statements

É um termo aplicado a práticas ou documentos que são feitas como pura formalidade, superficialmente, ou procurar satisfazer os requisitos mínimos ou estar de acordo com uma convenção ou doutrina. Ele tem diferentes significados em diferentes campos. A contabilização pro forma é uma declaração de atividades financeiras da empresa, excluindo "operações inusitadas e não recorrentes" ao afirmar quanto dinheiro a empresa realmente fez. Despesas muitas vezes excluídos do pro forma resultados incluem custos de reestruturação da empresa, um declínio no valor dos investimentos da empresa, ou outros encargos contábeis, como o ajuste do balanço atual para corrigir práticas contábeis defeituosos em anos anteriores.

  • 79 - Probabilômetro

Existe um aparelho, denominado probabilômetro, que é muito simples e permite uma demonstração do conceito de probabilidade, sem os rigores das formulações matemáticas.

  • 80 - Reegenharia e downsizing

A reengenharia, criada pelos americanos Michael Hammer e James Champy, no início da década de 90, é um sistema administrativo utilizado pelas organizações para se manterem competitivas no mercado e alcançarem as suas metas, reformulando o seu modo de fazer negócios, suas atividades e tarefas e/ou processos. A metodologia da implementação de processos de reengenharia pode-se estruturar em quatro fases:

1ª Fase: Preparação: consiste em listar os processos da empresa, selecionar um ou mais processos a redefinir e mobilizar recursos para o projeto;

2ª Fase: Planejamento: devem-se garantir os meios (tempo, pessoas e orçamento(recursos)),

estruturar

as

equipes

de

trabalho

e

distribuir tarefas;

3ª Fase: Implementação: analisar os processos selecionados (responsável, envolvidos, pontos fracos e pontos fortes), reinventar os processos (visão cliente/resultado esperado), avaliar o

impacto

da

mudança

e

implementar esses processos;

4ª Fase: Avaliação: medir e comunicar os resultados, controlar o processo e gerir o impacto das alterações nos outros processos. Downsizing (em português: achatamento ou diminuição de tamanho) é uma das técnicas da Administração contemporânea, que tem por objetivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária. Trata-se de um projeto de racionalização planejado em todas as suas etapas, que deve estar consistente com o Planejamento estratégico do negócio e cuja meta global é construir uma organização o mais eficiente e capaz possível, privilegiando práticas que mantenham a organização mais enxuta possível.

81- Risco

O risco designa uma possível alteração futura numa ou mais taxas de juro, preços de instrumentos financeiros, preços de mercadorias, taxas de câmbio, índices de preços ou taxas, notações de crédito ou índices de crédito ou outra variável especificada, desde que, no caso de uma variável não financeira, a variável não seja específica de uma parte do contrato.

  • 82 RKW ( Obs A sigla original segundo consta no trabalho seria RKV, depois de muito

pesquisar cheguei a conclusão que a mesma não existe e foi um erro de digitação na qual deveria ter sido escrita a siga RKW )

Custeio por Absorção é o método derivado da aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade. Esse método foi derivado do sistema desenvolvido na Alemanha no início do século 20 conhecido por RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit). Consiste na apropriação de todos os custos (diretos e indiretos, fixos e variáveis) causados pelo uso de recursos da produção aos bens elaborados, e só os de produção, isto dentro do ciclo operacional interno. Todos os gastos relativos ao esforço de fabricação são distribuídos para todos os produtos feitos.

  • 83 ROA

O termo ROA (sigla da expressão inglesa return on assets e que em português pode ser traduzido por rácio de rendibilidade líquida dos activos) é um indicador de rentabilidade utilizada nas análises econômicas e financeiras das empresas e que procura avaliar a eficiência e capacidade de gestão dos ativos detidos pela empresa em termos de produção de resultados financeiros. Quanto maior o valor do ROA, melhor será o desempenho da empresa na utilização dos seus ativos.

  • 84 ROE

O Return on Equity (ROE), ou Retorno sobre Patrimonio Liquido, representa uma taxa de retorno do investimento dos acionistas de uma empresa. Este indicador e calculado tornando-se o Lucro liquido indicado na DRE e dividindo-o pelo Patrimônio Liquido declarado no Balanço Patrimonial do período contábil imediatamente anterior ao atual.

  • 85 ROI

Relaciona o lucro operacional com o investimento da empresa. O retorno sobre o investimento, também denominado de ROI, mostra a taxa de retorno obtida pela empresa para seus financiadores, seja capital próprio ou capital de terceiros.Quanto maior o ROI, maior o retorno obtido.

  • 86 Simulação

É a representação fictícia de uma determinada operação contábil de um processo do mundo real ao longo do tempo.

  • 87 Taxa Efetiva

A taxa efetiva pratica a mesma unidade de tempo que o período de capitalização e abrange todos os custos associados, como por exemplo, as comissões praticadas pelos bancos seguros para além dos juros e inclusive os impostos.

  • 88 Taxa Mínima de Atratividade

Entende-se por Taxa Mínima de Atratividade (TMA) a taxa mínima a ser alcançada em determinado projeto; caso contrário o mesmo deve ser rejeitado. É, também, a taxa utilizada para descontar os fluxos de caixa quando se usa o método do Valor Presente Líquido (VPL) e o parâmetro de comparação para a Taxa Interna de Retorno (TIR).

  • 89 Taxa Nominal de Descontos

A taxa nominal de descontos, também chamada as vezes de taxa de juros. Esta taxa e usada para determinar o valor, em alguma data futura, de um investimento feito no presente.

  • 90 - Técnicas de Analogias Historicas

cnicas de analogias históricas consistem na utilização de informação histórica sobre os custos realizados em atividades semelhantes já realizadas no âmbito de outros projetos. Esta técnica é geralmente menos cara que as restantes técnicas, mas também menos precisa.

  • 91 Técnicas de dramatização de cenários

Dramatização de cenários, simulação de locais agradáveis.

  • 92 Técnica de painel de especialistas

Analogamente à técnica Delphus, esta técnica consiste em obter um consenso sobre determinado assunto, através da opinião de um grupo deespecialistas, escolhidos previamente e convocados para algumas reuniões.

A vantagem desta técnica em relação à técnica Delphus, KASSAI (2000),cita a de que como o contato é direto e pessoal, o resultado desejado é obtido emmenos tempo e com um custo menor. Em contrapartida o resultado refletirá muitomais a dinâmica do grupo do que um consenso propriamente dito, uma vez que a opinião de alguns participantes, pode ser afetada pela opinião de outros com personalidades mais fortes ou por diferenças hierárquicas.

  • 93 Técnica de pesquisa de mercados:

É um conjunto de técnicas usadas em marketing e nas ciências sociais, pelas quais são obtidos dados de um número relativamente pequeno de respondentes dependendo da escala com que se trabalha, os quais não são analisados com técnicas estatísticas. Isto diferencia estas técnicas da pesquisa de mercado quantitativa, na qual um grande número de respondentes fornece os

dados que são analisados estatisticamente. Um exemplo deste tipo de técnicas são os focusgroups.

  • 94 Técnica Delphi:

Trata-se de uma técnica que pode ser usada para obter consenso a respeito dos riscos de um projeto. Note que a técnica de Delphi pode ser usada para obter qualquer tipo de consenso entre pessoas. Não é uma técnica apenas para identificação de riscos. Ou seja, Técnica Delphi, um método para o planejamento em situações de carência de dados históricos ou nas quais pretende-se estimular a criação de novas ideias.

O Delphi poderá se mostrar muito útil quando quer-se realizar uma análise qualitativa do mercado, permitindo que se projetem tendências futuras em face de descontinuidades tecnológicas e mudanças sócio-econômicas.

Em linhas gerais, o método Delphi consulta um grupo de especialistas a respeito de eventos futuros através de um questionário, que é repassado continuadas vezes até que seja obtida uma convergência das respostas, um consenso, que representa uma consolidação do julgamento intuitivo do grupo.

Pressupõe-se que o julgamento coletivo, ao ser bem organizado, é melhor do que a opinião de um só indivíduo. O anonimato dos respondentes, a representação estatística da distribuição dos resultados, e o feedback de respostas do grupo para reavaliação nas rodadas subsequentes são as principais características deste método.

  • 95 Termômetro de insolvência de Kanitz:

É um instrumento utilizado para prever a possibilidade de falência de empresas. A sua utilização tem sido, via de regra, relativa a empresas isoladas. Procura-se analisar se determinada empresa tem possibilidade ou não de falir, principalmente a curto prazo.

Em seu estudo, Stephen Charles Kanitz analisou aproximadamente 5.000 demonstrações contábeis de empresas brasileiras. Após o estudo, ele escolheu aleatoriamente 21 empresas, que haviam falido entre 1972 e 1974, e analisou os balanços referentes aos dois anos anteriores a falência. Utilizou, como grupo de controle, também de forma aleatória, 21 demonstrações contábeis, referentes aos mesmos anos, de empresas que não faliram.

Após analisar e estudar estas empresas, ele criou o termômetro de insolvência, com a utilização de uma fórmula.

  • 96 TIR:

A Taxa Interna de Retorno (TIR), em inglês IRR (Internal Rate of Return), é a taxa necessária para igualar o valor de um investimento (valor presente) com os seus respectivos retornos futuros ou saldos de caixa. Sendo usada em análise de investimentos significa a taxa de retorno de um projeto. A TIR é o lucro que você obteve ao investir num certo projeto

  • 97 TIRM:

É basicamente a mesma que a TIR, exceto que ela assume que o rendimento (fluxo de caixa) do projeto são reinvestidos de novo na empresa, e são compostos pelo custo de capital da empresa, mas não são diretamente reinvestidos de novo no projeto do qual eles vieram.

  • 98 Teorema de Descartes e de Norstrom:

Formulação geral de equivalência de fluxos de caixa em diferentes momentos do tempo é dada pela expressão:

Após analisar e estudar estas empresas, ele criou o termômetro de insolvência, com a utilização de
onde (actualização).
onde
(actualização).

representa

o

fluxo

de

caixa

do

momento

e
e

a

taxa

de

juro

Genericamente o cálculo da T.I.R. implicará resolver a seguinte equação:

Após analisar e estudar estas empresas, ele criou o termômetro de insolvência, com a utilização de

de grau e número de raízes igual ao número

Após analisar e estudar estas empresas, ele criou o termômetro de insolvência, com a utilização de

de períodos considerados.

Pelo teorema de Descartes sabe-se que:

"O número de raízes positivas da equação

Após analisar e estudar estas empresas, ele criou o termômetro de insolvência, com a utilização de

não ultrapassa o número de variações na sequência dos sinais dos coeficientes, e se for inferior diferirá de um número par." [cit. por Faro, 1979, pag.61].

Em geral, só terão significado económico e financeiro taxas positivas. Ora, como raízes

positivas daquela equação implicam

a

existência

de

taxas

superiores

a - 100%

(

como

não ultrapassa o número de variações na sequência dos sinais dos coeficientes, e se for inferior

), para saber qual o número máximo de taxas positivas, será

necessário formular a equação em ordem a

.
.

Condições de Norstrom:

Considerando:

,
,

se houver exactamente uma variação de sinal na sequência de fluxos acumulados e se o

não ultrapassa o número de variações na sequência dos sinais dos coeficientes, e se for inferior

produto for negativo, então existirá uma única TIR positiva.

99 Visão holística:

O termo holismo origina-se do grego holos, que significa todo, inteiro; composto. Segundo o dicionário, holismo é a tendência a sintetizar unidades em totalidades, que se supõe seja própria do universo. Sintetizar é reunir elementos em um todo; compor.

No geral, quer dizer que o ser humano vai julgar qualquer proposta ou assunto como um todo, e não por partes. A visão holística de uma empresa equivale a se ter uma "imagem única", sintética de todos os elementos da empresa, que normalmente podem ser relacionados a visões parciais abrangendo suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização (estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas interrelações).

100 VPL:

O valor presente líquido (VPL) é uma função utilizada na análise da viabilidade de um projeto de investimento. Ele é definido como o somatório dos valores presentes dos fluxos estimados de uma aplicação, calculados a partir de uma taxa dada e de seu período de duração.

Os fluxos estimados podem ser positivos ou negativos, de acordo com as entradas ou saídas de caixa. A taxa fornecida à função representa o rendimento esperado do projeto. Caso o VPL encontrado no cálculo seja negativo, o retorno do projeto será menor que o investimento inicial, o que sugere que ele seja reprovado. Caso ele seja positivo, o valor obtido no projeto pagará o investimento inicial, o que o torna viável.

Bibliografias

http://www.significados.com.br/