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9. Amplificador de Sinal   O termo amplificador nos remete ao conceito de ampliar um
9. Amplificador de Sinal   O termo amplificador nos remete ao conceito de ampliar um
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9. Amplificador de Sinal   O termo amplificador nos remete ao conceito de ampliar um
9. Amplificador de Sinal   O termo amplificador nos remete ao conceito de ampliar um

9. Amplificador de Sinal

 

O termo amplificador nos remete ao conceito de ampliar um sinal ou um som através da amplitude.

9.1. TIPOS DE AMPLIFICADORES

 

Os amplificadores podem ser divididos em várias categorias:

Quanto à amplitude dos sinais:

 

Amplificador de Pequeno Sinal ou Baixa Potência são circuitos onde os sinais de entrada são da ordem de centenas de µV a algumas dezenas de mV ou com algumas centenas de mW de potência;

Amplificador de Média Potência são circuitos onde os sinais de entrada são na ordem de centenas de mV ou algumas unidades de Watt de potência;

Amplificador de Potência são circuitos onde as tensões de entrada são ordem de centenas de mV ou com potências na ordem de centenas de Watts.

Quanto à freqüência temos:

 

Amplificadores de baixa freqüência são os que operam com freqüências na faixa de 0,1Hz à 30kHz;

Amplificadores de média freqüência operam com freqüências na faixa de LF (Low Frequency - Baixa Freqüência);

Amplificadores de Alta Freqüência operam com freqüências de VHF (Very High Frequency).

Porém, para efeito de estudo dos amplificadores, eles podem ser divididos apenas em três categorias que são:

- Amplificadores de baixa potência e freqüência;

 

- Amplificadores de Potência;

 

- Amplificadores de alta freqüência.

 
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois
Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois

Vamos a partir de agora enfocar mais os amplificadores de baixa potência e freqüência, pois é o mais utilizado.

9.2. AMPLIFICADOR DE SINAL EMISSOR COMUM

 

Anteriormente, estudamos os três principais circuitos utilizados para a polarização de transistores de junção bipolar. Agora, iremos considerar os transistores devidamente polarizados com seus pontos de operação próximos ao meio da reta de carga para uma máxima excursão do sinal de entrada sem distorção.

O amplificador emissor comum atua como amplificador de tensão em muitos sistemas de áudio e de controle. O objetivo é dar ganho inicial de tensão ao sinal ca proveniente de uma fonte de sinal qualquer.

Ao injetarmos um pequeno sinal ca à base do transistor, ele se somará a tensões cc de polarização e induzirá flutuações na corrente de coletor de mesma forma e freqüência.

Ele será chamado de amplificador linear (ou de alta-fidelidade Hi-Fi) se não mudar a forma do sinal na saída. Desde que a amplitude do sinal de entrada seja pequena, o transistor usará somente uma pequena parte da reta de carga e a operação será linear. Por outro lado se o sinal de entrada for muito grande, as flutuações ao longo da reta de carga levarão o transistor à saturação e ao corte.

 
   
 

Um circuito amplificador é mostrado na figura abaixo. A polarização é por divisor de tensão na base. A entrada do sinal é acoplada à base do transistor via o capacitor Ci e a saída do sinal é acoplada à carga R L através do capacitor Co. O capacitor funciona como uma chave aberta para corrente cc e como chave fechada para a corrente alternada. Esta ação permite obter um sinal ca de uma estágio para outro sem perturbar a polarização cc de cada estágio.

    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
    INVERSÃO DE FASE   Devido às variações ca na corrente do coletor, a
 
   
 

INVERSÃO DE FASE

 

Devido às variações ca na corrente do coletor, a tensão de saída da figura a seguir oscila senoidalmente acima da tensão quiescente. Observe que a tensão de saída está invertida relativamente à tensão ca de entrada, significando que ela está defasada em 180º com a entrada. Durante o semiciclo positivo da tensão de entrada, a corrente de base aumenta, fazendo crescer a corrente de coletor. Isto produz uma queda de tensão maior através da resistência do coletor; portanto a tensão do coletor diminui, e obtemos o primeiro semiciclo negativo da tensão de saída. Reciprocamente, no semiciclo negativo da tensão de entrada, flui uma corrente menor do coletor, e a queda de tensão através do resistor do coletor diminui. Por esta razão, a tensão do coletor ao terra aumenta e obtemos o semiciclo positivo da tensão de saída.

diminui. Por esta razão, a tensão do coletor ao terra aumenta e obtemos o semiciclo positivo
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e
TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e

TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO PARA AMPLIFICADORES

Num amplificador transistorizado, a fonte cc estabelece correntes e tensões quiescentes. A fonte ca produz então, flutuações nessas correntes e tensões. O jeito mais simples de análise do circuito é dividindo a análise em duas partes: uma análise cc e uma análise ca.

Em outras palavras, aplica-se o teorema da superposição. O teorema da superposição diz que se pode calcular os efeitos produzidos no diversos pontos de um circuito para cada fonte de alimentação funcionando sozinha. O efeito total será a soma de cada efeito individual.

CIRCUITOS EQUIVALENTES CA E CC

 

O circuito da figura abaixo tem duas fontes de alimentação (V CC e V S ). Cria-se o circuito devido a fonte cc denominado equivalente cc. E depois o circuito devido a fonte ca denominado equivalente ca.

 

EQUIVALENTE CC

 

Análise do circuito considerando a fonte V CC e desprezando a fonte V S . Somente as correntes cc atuam neste caso e, portanto, os capacitores são desprezados. Seqüência:

Reduzir a fonte ca a zero (considerar a fonte V S em curto). Abrir todos os capacitores.

A figura abaixo mostra o circuito equivalente cc.

 
a fonte V S em curto). Abrir todos os capacitores. A figura abaixo mostra o circuito
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc
EQUIVALENTE CA Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc

EQUIVALENTE CA

Análise do circuito considerando a fonte V S e desprezando a fonte cc. Somente as correntes ca atuam neste caso e, portanto, os capacitores são considerados em curto. Seqüência:

Reduzir a fonte cc a zero (considerar a fonte V CC em curto). Todos os capacitores em curto.

A figura abaixo mostra o circuito equivalente ca.

em curto. A figura abaixo mostra o circuito equivalente ca. NOTAÇÃO A partir daqui, é conveniente

NOTAÇÃO

A partir daqui, é conveniente distinguir os sinais contínuos dos alternados. Para isto as variáveis com suas letras e índices passam a ter a seguinte convenção:

letras e índices maiúsculos para as quantidades cc. I C , V E , V CC . letras e índices minúsculos para as quantidades ca. i c , v e , v s .

Sinal negativo para indicar tensões ou correntes senoidais 180°fora de

fase.

v e = - v k

v e v k
v e
v k
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

RESISTÊNCIA CA DO DIODO EMISSOR

 

Ao polarizar corretamente o transistor, o modelo Ebers-Moll é uma alternativa boa e simples de representação do transistor. Até agora, o V BE foi aproximado para 0,7V. O modelo continua válido para pequenos sinais alternados, com uma alteração no diodo emissor.

A figura abaixo mostra a curva do diodo relacionando I E e V BE . Na ausência de um sinal ca o transistor funciona no ponto Q, geralmente localizado no meio da linha de carga cc. Quando um sinal ca aciona o transistor, entretanto, a corrente e a tensão do emissor variam. Se o sinal for pequeno, o ponto de funcionamento oscilará senoidalmente de Q a pico positivo de corrente em A e, a seguir, para um pico negativo em B, e de volta para Q, onde o ciclo se repete.

 
   
 

Um sinal é considerado pequeno quando a oscilação de pico a pico na corrente do emissor (i e ) for menor do que 10% do valor da corrente quiescente do emissor (I E ). Se o sinal for pequeno, os picos A e B serão próximos de Q, e o funcionamento é aproximadamente linear. O arco A e B é quase uma linha reta. Logo, o diodo emissor para pequenos sinais ca se apresenta como uma resistência, chamada de resistência ca do emissor e pela lei de Ohm:

 
   
 

onde:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

r’ e

= resistência ca do emissor;

 

V BE = pequena variação na tensão de base-emissor; I E = variação correspondente na corrente do emissor.

 

V BE e I E , na verdade são, respectivamente, uma tensão e uma corrente alternada.

Rescrevendo:

 
 
 

v be = tensão ca através dos terminais da base-emissor;

 

i e = corrente ca através do emissor.

 
 

A

figura abaixo mostra o modelo ca Ebers-Moll. Neste modelo, o diodo

base-emissor é substituído pela resistência ca do emissor.

 
 
 

Uma outra maneira de se conseguir o valore de r’ e seguinte fórmula:

Uma outra maneira de se conseguir o valore de r’ e seguinte fórmula:

é através da

Obs.: r’ e depende só de I E de polarização.

 

ββββ CA - GANHO DE CORRENTE ALTERNADA

 
 

A

figura abaixo mostra a curva I C x I B . β CC é a razão entre a corrente de

coletor e a corrente de base. Como o gráfico não é linear, β CC depende do

valor do ponto Q. O ganho de corrente ca (chamado de β CA ou simplesmente

β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação
β ) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação

β) é a relação entre a variação da corrente de coletor e a variação da corrente de base para pequenos sinais em torno do ponto Q.

I C I B B
I C
I B
B
base para pequenos sinais em torno do ponto Q. I C I B B Graficamente β

Graficamente ββββ é a inclinação da curva no ponto Q. Ele pode assumir diversos valores dependendo da posição Q.

GANHO DE TENSÃO

O ganho de tensão é:

Av =

v SAÍDA

v ENTRADA

A figura abaixo mostra o circuito equivalente ca para o amplificador

emissor comum estudado até o momento. O resistor do coletor R C e o resistor R 1 tem um dos lados aterrado, porque a fonte de tensão V CC aparece como um curto em ca. Por causa do circuito paralelo na entrada, a tensão V S

aparece diretamente sobre o diodo emissor.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
 
 

Na figura abaixo, o mesmo circuito ao considerar o modelo Ebers-Moll.

A

tensão de entrada aparece com uma polaridade mais - menos para indicar

o

semiciclo positivo. A lei de Ohm aplicada em r’ e :

 
 
   
 
 
   
 

Obs.: Lembrando que a tensão V SOURCE é a tensão senoidal de entrada aplicada à base do transistor através do capacitor Ci.

Na figura acima, a malha do lado direito tem dois resistores em paralelo R C e R L . O resistor equivalente é:

 

r C = R L // R C

 

Na malha do lado direito a tensão de saída é a tensão sobre o resistor equivalente r C .

 
   
 

então o ganho

 
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
    como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor  
 
   
 

como a corrente do coletor é aproximadamente igual a corrente do emissor

 
   
 

CURVA DE RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA

 

O comportamento de um amplificador em função da sua faixa de freqüência de operação está relacionado, nas freqüências mais baixas, com o valor dos capacitores de acoplamento e desacoplamento e, nas freqüências mais altas com as capacitâncias parasitas para junções coletor-base c c e emissor-base c o , fornecidas pelos manuais dos fabricantes.

Assim a nossa maior preocupação recai sobre o valor dos capacitores de acoplamento e desacoplamento, e o efeito deles na freqüência de corte inferior do amplificador, desconsiderando a freqüência de corte superior natural ou fixando-a através de um outro capacitor externo, como será visto mais adiante.

 

FREQÜÊNCIA DE CORTE INFERIOR

 

Num amplificador emissor comum, existem dois capacitores de acoplamento, C i (de entrada) e C o (de saída), e um capacitor de desvio C E (de emissor). Cada um deles impõe ao amplificador uma freqüência de corte inferior diferente, devendo ser considerada, portanto apenas a maior delas, denominada freqüência de corte inferior dominante f CID .

Capacitor de Entrada

 

O circuito de entrada equivalente ao modelo ac do amplificador emissor comum, considerando a influência do capacitor de entrada C i na freqüência de corte inferior, é mostrado na figura abaixo:

Amplificador Pelo circuito de entrada simplificado, vê-se que ele é um filtro passa- altas. O
Amplificador
Pelo circuito de entrada simplificado, vê-se que ele é um filtro passa-
altas.
O capacitor C i deve ser considerado um curto-circuito para freqüência
acima da freqüência mínima de operação f m , desejada para o amplificador.
Para isso a reatância capacitiva deve ser bem menor que (R iG + Z ENT ), de
modo que não haja atenuação apreciável do sinal de entrada. Quanto menor
a reatância capacitiva, melhor será o acoplamento, naturalmente não é
possível uma reatância nula. Se a reatância for no máximo 10% da
resistência total tem-se um acoplamento estabilizado.
1
(R iG + Z ENT )
X Ci
<
X Ci >
N
2π x f x C i
Das expressões acima tiramos a fórmula abaixo:
N
C i >
2π x f m x (R iG + Z ENT )
Onde N é o numero de vezes menor que a freqüência mínima de operação
desejada. Portanto, o valor de N deve ser escolhido conforme a freqüência
de corte da resposta em freqüência desejada.
Então podemos definir a freqüência de corte inferior da seguinte forma:
1
f Ci >
2π x (R iG + Z ENT ) x C i
Exemplo: Suponha o projeto de um estágio com transistor na faixa de áudio,
20Hz a 20kHz. O sinal de entrada entra no estágio via capacitor de
acoplamento. Qual o valor mínimo para o capacitor se ele perceber uma
resistência total de 10 kΩ?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Solução:

 
 

Utilizaremos um fator N=10 para termos um acoplamento estabilizado.

A escolha da freqüência recai sobre a de menor valor f=20Hz.

 
 

N

Substituindo os valores na equação, temos:

C i >

2π x f m x (R iG + Z ENT )

 
 

1

C i >

0,2π x 20 x (10.000)

 

A capacitância deve ser igual ou maior que 79,6µF.

 

Capacitor de Saída

 

O capacitor C o pode representar o circuito de saída do modelo híbrido do amplificador emissor comum para a freqüência de corte inferior da seguinte forma:

 
   
 
 

Analogamente à análise feita no circuito de entrada, tem-se:

 

X Co >

 

1

X Co <

 

(R L + Z S )

2π x f x C o

   

N

Portanto o valor de C o e da freqüência de corte inferior que ele impõe (em valor comercial) podem ser determinados por:

 

C

 

N

f Ci >

 

1

O >

2π x f m x (R L + Z S )

 

2π x (R L + Z S ) x C o

 

Capacitor de Desvio do Emissor

 

Um capacitor de desvio é semelhante a um capacitor de acoplamento, exceto pelo fato de ele acoplar um ponto qualquer a um ponto aterrado,

como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um
como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um

como mostra a figura ao lado. O capacitor funciona idealmente como um curto para um sinal ca. Para determinar o capacitor de desvio do emissor, um cuidado importante deve ser tomado com relação à freqüência de corte inferior. Como o capacitor C E serve para manter a tensão de R E constante durante toda a banda de freqüência, se a freqüência de corte inferior imposta por ele for dominante, no intervalo correspondente a queda de 3dB, o capacitor C E pode provocar a realimentação negativa do sinal ca através de R E reduzindo ainda mais o ganho do amplificador. Isto pode ser evitado impondo-se para C E uma freqüência de corte inferior pelo menos quatro vezes menor que a freqüência de corte inferior dominante f CID

(imposta por C i ou C O ), ou seja,

determinado-se o valor de C E a partir da expressão:

determinado-se o valor de C E a partir da expressão: f C i (C E )

f Ci (C E )

<

f CID

/ 4,

C E >

4

2π x f CID x R E

FREQÜÊNCIA DE CORTE SUPERIOR

Como já mostrado anteriormente, a freqüência de corte superior é imposta pelas capacitâncias parasitas das junções do transistor, tendo uma ordem de grandeza muito maior que 30KHz, que é a freqüência máxima considerada para amplificadores de baixa freqüência. Portanto, em principio, seu cálculo pode ser desconsiderado, já que os transistores garantem uma resposta de freqüência plana até 30KHz. Por outro lado, muitas vezes é necessário fixar a freqüência de corte superior de um amplificador, para que ele tenha uma banda de freqüência bem determinada. Isso é comum, por exemplo, quando se deseja restringir a faixa de freqüência de áudio à faixa correspondente aos alto-falantes para sons graves (woofer – 20 a 100Hz), médios (mid range – 100Hz a 10KHz) ou agudos (tweeter – 10KHz a 200KHz). Para isso, pode-se acrescentar um capacitor C L em paralelo com a carga R L , ficando o circuito equivalente na saída do amplificador na figura abaixo:

C L em paralelo com a carga R L , ficando o circuito equivalente na saída
C L em paralelo com a carga R L , ficando o circuito equivalente na saída
Porém como C O pode se considerado um curto para as freqüências acima da freqüência
Porém como C O pode se considerado um curto para as freqüências
acima da freqüência de corte inferior, o capacitor C L enxerga somente uma
resistência de Thèvenin, dada por Z S || R L , Como mostra o seu circuito
simplificado que nada mais é que um filtro passa-baixa.
Assim, adotando uma freqüência máxima de operação desejada (f M )
como freqüência de corte superior (f M = f Cs ), chega-se ao valor de C L e da
freqüência de corte superior resultante (usando C L comercial) pelas
expressões:
1
1
C L >
f Cs >
2π x f M x (R L || Z S )
2π x (R L || Z S ) x C L
CURVA DE RESPOSTA EM FREQUÊNCIA
A figura abaixo mostra como geralmente varia o ganho de um
amplificador em função da freqüência. Observe que há uma faixa
intermediária onde o ganho é constante, que se estende aproximadamente
desde uma década acima da freqüência f Ci até uma década abaixo da
freqüência f Cs . Esta é a faixa de freqüências médias ou intermediárias do
amplificador.
Ganho em dB
ganho máximo
A
3 dB
A/√√√√2
Banda Passante
log f
f Ci
f Cs
As freqüências f Ci e f Cs são conhecidas como freqüências de corte, e
representam as freqüências onde o ganho é atenuado em √2/2 = 0.707
vezes o ganho em freqüências médias. Ou, em termos de decibéis, cai 3 dB
em relação ao ganho em freqüências médias (pois 20.log (0,707) = –3dB).
Chamamos de banda passante, ou banda “B”, a diferença entre as
freqüências de corte superior e inferior.

EXERCÍCIOS

1) A fonte ca da figura abaixo pode ter uma freqüência entre 100Hz e 200Hz. Para ter um acoplamento estabilizado ao longo desta faixa, que valor deve ter o capacitor de acoplamento?

desta faixa, que valor deve ter o capacitor de acoplamento? 2) Desenhe o circuito cc equivalente

2) Desenhe o circuito cc equivalente para o amplificador da figura abaixo. Rotule as três correntes com a notação cc padronizada. A seguir, desenhe o circuito ca equivalente.

padronizada. A seguir, desenhe o circuito ca equivalente. 3) Desenhe os circuitos cc e ca equivalente

3) Desenhe os circuitos cc e ca equivalente para a figura 4.

padronizada. A seguir, desenhe o circuito ca equivalente. 3) Desenhe os circuitos cc e ca equivalente

4) Calcule o valor de r´ e para cada uma destas correntes cc do emissor: 0,01mA, 0,05mA, 0,1mA, 0,5mA, 1mA e 10mA.

5) Qual o valor de r´ e no amplificador do exercício 3?

6) E no circuito abaixo?

no amplificador do exercício 3? 6) E no circuito abaixo? 7) Se v e n t

7) Se v ent = 1mV na figura abaixo, qual o valor de v saída ?

exercício 3? 6) E no circuito abaixo? 7) Se v e n t = 1mV na