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Universidade Federal Fluminense

Módulo de Farmacologia para o 8º período

Prof. Luiz Antonio Ranzeiro de Bragança

para o 8º período Prof. Luiz Antonio Ranzeiro de Bragança Farmacologia do Aparelho Respiratório Objetivo deste

Farmacologia do

Aparelho Respiratório

Objetivo deste material didático é o de promover uma introdução ao estudo de

farmacologia, motivar a leitura do tema em livros textos e consensos ou

diretrizes. Busca contribuir para que o(a) futuro(a) prescritor(a) esteja atento(a) aos critérios da prescrição racional de medicamentos, fundamentado em bases técnicas e éticas.

Solicitamos o envio de sugestões e correções para o aprimoramento do material

para larb@vm.uff.br

Farmacologia do Aparelho

Respiratório

Farmacologia da tosse Antigripais

Antihistamínicos

Farmacologia da asma

Broncodilatadores

Agonistas 2-adrenérgicos Antagonistas muscarínicos Xantinas

Antileucotrienos

antiinflamatórios

Glicocorticóides

Cromoglicato

Antileucotrienos

Xantinas A n t i l e u c o t r i e n o

Farmacologia do Aparelho

Respiratório

Fármacos

empregados no

tratamento da tosse

Antigripais

Farmacologia do Aparelho Respiratório • Fármacos empregados no tratamento da tosse • Antigripais

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO.

Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da

hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente com tosse seca incapacitante, especialmente à noite, poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de potássio. Qual seria as suas explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora de certos tipos de tosse. Justifique sua prescrição.

Estudo dirigido: farmacologia do APARELHO RESPIRATÓRIO.

Os fármacos abaixo estão listados em ordem alfabética divididos em grupos segundo o mecanismo de ação ou afinidade química.

Ao fazer a sua escolha, assinale outros nomes da lista que

pertencem à mesma classe de drogas (ex. anti-tussígenos,

broncodilatadores, mucolíticos, indutor da tosse, xantina metílica, profilático da asma etc.)

(N-) ACETILCISTEÍNA, AMBROXOL, BROMEXINA (Adhatoda vasica planta asiática) ,

GUAIFENESINA;

IODETO DE POTÁSSIO; Brometo de IPRATRÓPIO; CODEÍNA

DIONINA (sal da etilmorfina);

cloridrato de CLOBUTINOL DEXTROMETORFAN l-DROPROPIZINA

Principais Causas de Tosse

Infecções

Infecções virais do trato respiratório superior

Pneumonia Infecções por Chlamydia Infecções por Mycoplasma Coqueluche Tuberculose pulmonar Infecções fúngicas Infestações parasitárias Sinusites

Alergia e hiper-reatividade das vias aéreas

Aspiração de corpo estranho

DRGE

Anomalias congênitas

Fístula traqueoesofágica

Fenda laríngea Anel vascular Cisto broncogênico Sequestro pulmonar

Sind. cílios imóveis

Fibrose cística Bronquiectasia Irritantes pulmonares Insuficiência cardíaca Drogas

Irritantes pulmonares Insuficiência cardíaca Drogas Compressão extrínseca das vias aéreas Tosse psicogênica

Compressão extrínseca das vias aéreas

Tosse psicogênica

Fármacos empregados no tratamento da tosse

medicamentos capazes de causar tosse
medicamentos capazes de causar tosse

É essencial identificar ! como os IECA e os β -bloqueadores.

identificar ! como os IECA e os β -bloqueadores. Os IECA : tosse irritativa, sem expectoração

Os IECA: tosse irritativa, sem expectoração em 10-20% dos

usuários, geralmente é diagnosticada antes de 3 semanas de uso.

geralmente é diagnosticada antes de 3 semanas de uso. Os β -bloqueadores , inclusive na forma

Os β-bloqueadores, inclusive na forma de colírios, por piorarem a obstrução das vias aéreas de pacientes com asma ou DPOC, e

causarem tosse com ou sem dispnéia e chiado.

Em geral, a tosse causada por medicamentos melhora em poucos dias após a suspensão dos mesmos. Quando necessário, deve-se utilizar broncodilatadores e/ou corticosteróides.

Classificação da Tosse
Classificação da Tosse
Aguda:
Aguda:

é a presença do sintoma por um período de até 3 semanas.

a presença do sintoma por um período de até 3 semanas . Subaguda: tosse persistente por
Subaguda:
Subaguda:

tosse persistente por período entre 3 e 8 semanas.

Crônica:
Crônica:

tosse com duração maior que 8 semanas.

J. Bras. Pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006

II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

American College of Chest Physicians, 2006

até 3 semanas riscos UACS: Upper airway cough syndrome. COPD = DPOC
até 3 semanas
riscos
UACS: Upper airway cough syndrome.
COPD = DPOC

= DPOC

Acute cough algorithm for the management of patients 15 years of age with cough lasting 3 weeks. For diagnosis and treatment recommendations refer to the section indicated in the algorithm. PE pulmonary embolism; Dx diagnosis; Rx treatment;

URTI upper respiratory tract infection; LRTI lower respiratory tract infection.

3 a 8 semanas
3 a 8 semanas

UACS upper airway cough syndrome; GERD gastroesophageal reflux disease. NAEB nonasthmatic eosinophilic bronchitis; AECB acute exacerbation of chronic bronchitis.

Rx (treatment)

> 8 semanas

(esôfago)
(esôfago)

American College of Chest Physicians, 2006 Downloaded from www.chestjournal.org

Anatomia do reflexo da tosse reflexo-protetor: remove material estranho e secreções das vias aéreas, dos

Anatomia do reflexo da tosse

reflexo-protetor:

remove material

estranho e secreções

das vias aéreas, dos brônquios e bronquíolos

CLASSES de fármacos empregados no tratamento da tosse

Classificação 1. "EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" acetilcisteína (fluimucil ® ); Ambroxol (mucoxolan ® )
Classificação
1. "EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"
acetilcisteína (fluimucil ® ); Ambroxol (mucoxolan ® )
Bromexina (bisolvon ® ); Carbocisteína (mucotoss ® )
guaifenesina (vick ® ); Hedera helix (abrilar ® )
2. "EXPECTORANTE IRRITANTE" Iodeto de potássio
2. "EXPECTORANTE IRRITANTE"
Iodeto de potássio
3. ANTI-TUSSÍGENOS codeína (setux ® ); dextrometorfano (silencium ® ); dropropizina (notuss ® , eritós
3. ANTI-TUSSÍGENOS
codeína (setux ® ); dextrometorfano (silencium ® ); dropropizina
(notuss ® , eritós ® , vibral ® ) cloperastina (seki ® )
4. BRONCODILATADORES salbutamol (aerolin ® ), terbutalina (bricanyl ® ), fenoterol (berotec ® ); formoterol,
4. BRONCODILATADORES
salbutamol (aerolin ® ), terbutalina (bricanyl ® ), fenoterol (berotec ® );
formoterol, salmeterol

1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"

Acetilcisteína (fluimucil®); Ambroxol (mucoxolan®) Bromexina (bisolvon®); Carbocisteína (mucotoss®) guaifenesina
Acetilcisteína (fluimucil®); Ambroxol (mucoxolan®)
Bromexina (bisolvon®); Carbocisteína (mucotoss®)
guaifenesina (vick®);
Hedera helix (abrilar ® )
MECANISMO DE AÇÃO Ativação sobre os constituintes bioquímicos do muco, fluidificando a hipersecreção viscosa.
MECANISMO DE AÇÃO
Ativação sobre os constituintes bioquímicos do muco,
fluidificando a hipersecreção viscosa.
EFEITOS COLATERAIS Distúrbios digestivos (gastralgia, náusea, e diarréia)
EFEITOS COLATERAIS
Distúrbios digestivos (gastralgia, náusea, e diarréia)

INDICAÇÕES: Tratamento dos estados de hipersecreção mucosa dos brônquios, das vias aéreas superiores e auriculares médias

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO. Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente com tosse seca incapacitante, especialmente à noite,

poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de

potássio. Qual seria as suas explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora de certos tipos de tosse. Justifique seu uso.

1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"

Acetilcisteína (fluimucil®, NAC®, aires®); Ambroxol (mucoxolan®) Bromexina (bisolvon®); Carbocisteína (mucotoss®)
Acetilcisteína (fluimucil®, NAC®, aires®); Ambroxol (mucoxolan®)
Bromexina (bisolvon®); Carbocisteína (mucotoss®)
guaifenesina (vick®); erdosteína (erdotin ® )
Hedera helix (abrilar ® )
Acetilcisteína 85 citações
Acetilcisteína 85 citações
(mucotoss®) guaifenesina (vick®); erdosteína (erdotin ® ) Hedera helix (abrilar ® ) Acetilcisteína 85 citações
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"

Ambroxol = 102 citações

1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Ambroxol = 102 citações
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Carbocisteína (mucotoss®) - 83 citações
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"
Carbocisteína (mucotoss®) - 83 citações
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Carbocisteína (mucotoss®) - 83 citações

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO.

Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da

hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente com tosse seca incapacitante, especialmente à noite, poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora

mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de

potássio. Qual seria as suas explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora

de certos tipos de tosse. Justifique seu uso.

1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"

Bromexina (bisolvon®)
Bromexina (bisolvon®)
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Bromexina (bisolvon®)
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Hedera helix (abrilar ® )
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs"
Hedera helix (abrilar ® )
1."EXPECTORANTEs MUCOLÍTÍCOs" Hedera helix (abrilar ® )
2. "EXPECTORANTE IRRITANTE" Iodeto de potássio
2. "EXPECTORANTE IRRITANTE"
Iodeto de potássio
MECANISMO DE AÇÃO Irritação das glândulas constituintes mucosas do trato respiratório
MECANISMO DE AÇÃO
Irritação das glândulas
constituintes mucosas do trato respiratório
EFEITOS COLATERAIS iodismo (intoxicação pelo iodeto): leve: simula um resfriado, com coriza, espirros, irritação
EFEITOS COLATERAIS
iodismo (intoxicação pelo iodeto):
leve: simula um resfriado, com coriza, espirros, irritação ocular
e edema palpebral; tosse produtiva;
grave: edema pulmonar.

INDICAÇÕES: discutível.

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO.

Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente com tosse seca incapacitante, especialmente à noite, poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem

melhora mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de potássio. Qual seria as suas

explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora de certos tipos de tosse. Justifique seu uso.

"EXPECTORANTE IRRITANTE"

Iodeto de potássio
Iodeto de potássio
"EXPECTORANTE IRRITANTE" Iodeto de potássio
3. ANTI-TUSSÍGENOS codeína (setux®); dextrometorfano (silencium®); dropropizina (notuss®, eritós®, vibral®);
3. ANTI-TUSSÍGENOS
codeína (setux®); dextrometorfano (silencium®);
dropropizina (notuss®, eritós®, vibral®); cloperastina (seki®);

clobutinol (riscos)

MECANISMO DE AÇÃO Efeito no tronco cerebral, deprimindo o centro da tosse
MECANISMO DE AÇÃO
Efeito no tronco cerebral, deprimindo o centro da tosse
EFEITOS COLATERAIS Redução da atividade mucociliar; diminui as secreções nos bronquíolos  secreção espessa;
EFEITOS COLATERAIS
Redução da atividade mucociliar; diminui as secreções nos
bronquíolos  secreção espessa; constipação; depressão do
SNC; sonolência; xerostomia

INDICAÇÕES:

Tosse irritativa; seca; dolorosa (com cansaço). Coqueluche. Tosse associada a neoplasias brônquicas ou à inflamação da

pleura.

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO. Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente

com

tosse

seca

incapacitante,

especialmente à noite, poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de

potássio. Qual seria as suas explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora de certos tipos

de tosse. Justifique seu uso.

Farmacologia da Tosse

Farmacologia da Tosse J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006 II Diretrizes brasileiras no

J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006

II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

Indicações diversas dos opióides

Indicações diversas dos opióides

codeína

codeína

Farmacologia da Tosse

Farmacologia da Tosse J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6. São Paulo Nov. 2006 II Diretrizes brasileiras no

J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6. São Paulo Nov. 2006 II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

dextrometorfano
dextrometorfano
dextrometorfano cloperastina
cloperastina
cloperastina
dextrometorfano cloperastina

35 citações em 28/10/2008

35 citações em 28/10/2008
35 citações em 28/10/2008
DROPROPIZINA
DROPROPIZINA
DROPROPIZINA 1 de junho de 2010

1 de junho de 2010

DROPROPIZINA - VIBRAL - CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade conhecida à dropropizina ou a qualquer componente da

DROPROPIZINA - VIBRAL - CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade conhecida à dropropizina ou a qualquer componente da fórmula.

VIBRAL - PRECAUÇÕES Embora não tenham sido descritos efeitos teratogênicos com a dropropizina, evitar seu uso no 1º trimestre de gravidez 1 . Em pacientes diabéticos deve- se considerar o conteúdo de açúcar presente em cada apresentação (vide item "COMPOSIÇÕES").

VIBRAL - INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Ainda não foram descritas interações medicamentosas com dropropizina.

VIBRAL - REAÇÕES ADVERSAS Ainda não são conhecidas a intensidade e frequência das reações adversas com a posologia recomendada. Em doses elevadas, pode haver náuseas e sonolência, mas não ocorrem hipotensão, sedação ou indução ao sono.

VIBRAL - POSOLOGIA

XAROPE - Adultos: 1 copo-medida, 4 vezes ao dia. XAROPE PEDIÁTRICO - Crianças até 3 anos: 1/4 a 1/2 copo-medida, 4 vezes ao dia. Acima dessa idade: 1 copo- medida, 4 vezes ao dia. GOTAS - Crianças até 3 anos: 4 a 8 gotas, 4 vezes ao dia. Acima dessa idade: 15 gotas, 4 vezes ao dia.

Adultos: 30 gotas, 4 vezes ao dia.

http://www.bulas.med.br/p/vibral-3810.html

Farmacologia da Tosse

Farmacologia da Tosse J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006 II Diretrizes brasileiras no

J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006

II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

Esta decisão foi tomada a partir de resultados de estudos experimentais e de um estudo
Esta decisão foi tomada a partir de resultados de estudos experimentais e de um estudo

Esta decisão foi tomada a partir de resultados de estudos experimentais e de um estudo clínico realizado em voluntários sãos, realizado pela empresa, que mostraram um risco de prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma

após a administração do clobutinol. Tal alteração potencialmente pode levar a

alterações graves do ritmo cardíaco.

Brasília, 31 de agosto de 2007 Anvisa informa sobre recolhimento voluntário dos medicamentos Silomat® e Silomat Plus®, da Boehringer-Ingelheim

1 de junho de 2010

1 de junho de 2010

Antitussígenos (inibidores): suprimem apenas os

sintomas, sem influenciar a afecção subjacente.

na bronquiectasia ou bronquite crônica, podem causar espessamento e retenção prejudiciais do escarro

atuam no tronco encefálico (“centro da tosse”) analgésicos narcóticos: ação antitussígena eficaz em doses inferiores àquelas necessárias para alívio da dor

doses inferiores àquelas necessárias para alívio da dor  CODEÍNA (metilmorfina): menos tendência a produzir

CODEÍNA (metilmorfina):

menos tendência a produzir dependência supressor eficaz da tosse, mas tb as secreções nos bronquíolos espessamento do escarro

inibição da atividade ciliar (depuração do escarro espessado)

ef. indesejáveis: constipação; excitação

DEXTROMETORFANO:
DEXTROMETORFANO:

potência equivale à da codeína constipação e inibição da depuração mucociliar

Rang & Dale 5ª Edição

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO. Os fármacos abaixo estão listados em ordem alfabética divididos em grupos segundo o mecanismo de ação ou afinidade química. Ao fazer a sua escolha, assinale outros nomes da lista que pertencem à mesma classe de drogas (ex. anti-tussígenos, broncodilatadores, mucolíticos, indutor da tosse, xantina metílica, profilático da asma etc.)

(N-) ACETILCISTEÍNA,

AMBROXOL, BROMEXINA (Adhatoda vasica planta asiática) , GUAIFENESINA; IODETO DE POTÁSSIO; Brometo de IPRATRÓPIO;

CODEÍNA (belacadid, setux, tussaveto), cloridrato de CLOBUTINOL (silomatdeveria ser retirado), DEXTROMETORFAN (silencium), l-DROPROPIZINA (gotas binellizyplo).

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO.

Ao fazer a sua escolha, identifique a classe terapêutica e mec. ação:

1. Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibioticoterapia (amoxicilina) e broncodilatadores. Além da

hidratação poderia ser prescrito

2. Paciente com tosse seca incapacitante, especialmente à noite, poderia fazer uso de

3. Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora mesmo utilizando (por automedicação) um xarope de iodeto de potássio. Qual seria as suas explicação?

4. Um derivado sintético de um alcalóide da planta asiática Adhatoda vasica pode ser usado para melhora de certos tipos de tosse. Justifique seu uso.

Rinossinusite (RS) aguda
Rinossinusite (RS) aguda

Não tratar a RS viral que apresenta sintomas leves e resolução espontânea (D) (A). Em RS leves ou moderadas, preconiza-se a amoxicilina de 7-

RS leves ou moderadas , preconiza-se a amoxicilina de 7- 10d. Apesar de níveis crescentes de

10d. Apesar de níveis crescentes de resistência bacteriana, a

associação sulfametoxazol-trimetoprim pode ser utilizada em casos leves ou moderados (D). A amoxicilina pode ser substituída na dependência da evolução

clínica por amoxicilina em associação com o ácido clavulânico ou por uma cefalosporina de 2 a (cefaclor, cefprozil, axetil- cefuroxima) ou 3 a geração (cefpodoxima proxetil) por 7 a 14 dias. Novos macrolídeos (azitromicina e claritromicina) e

quinolonas mais recentes (levo, moxifloxacino) em adultos

podem também ser utilizados (D)

Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia Elaboração Final: 21 de Junho de 2001

Rinossinusite crônica

Na RS crônica, preconiza-se a amoxicilina com ác. clavulânico,

a clindamicina ou a associação metronidazol com cefalosporinas de 1 a ou 2 a geração, ativos contra S. aureus e aneróbios.

O tempo de tratamento dependerá das outras medidas

terapêuticas, incluindo o tratamento cirúrgico, podendo ser

recomendada uma duração de 3 a 5 semanas.

Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia Elaboração Final: 21 de Junho de 2001 www.projetodiretrizes.org.br

Tratamento coadjuvante

Tratamento coadjuvante Solução salina isotônica ou hipertônica podem ser utilizadas no tratamento da rinossinusite

Solução salina isotônica ou hipertônica podem ser utilizadas no tratamento da rinossinusite aguda ou crônica (D).

Mucocinéticos:
Mucocinéticos:
da rinossinusite aguda ou crônica ( D ). Mucocinéticos: N ão existem estudos comprovando a eficácia

Não existem estudos comprovando a eficácia no tratamento coadjuvante da rinossinusite. Podem ser utilizados, embora seus efeitos benéficos não

cheguem a superar as vantagens da ingestão de água ou do uso

de vapor de água que apresentam comprovado efeito mucolítico (D).

Soro fisiológico 0,9% ou 3%: Rinosoro®, Salsep®, Maresis®
Soro fisiológico 0,9% ou 3%: Rinosoro®, Salsep®, Maresis®

Soro fisiológico

0,9% ou 3%:

Rinosoro®,

Salsep®,

Maresis®

Tratamento coadjuvante Os vasoconstrictores tópicos podem ser utilizados com tempo restrito de até 7 dias.

podem ser utilizados com tempo restrito de até 7 dias. A utilização de vasoconstrictores sistêmicos é
podem ser utilizados com tempo restrito de até 7 dias. A utilização de vasoconstrictores sistêmicos é

A utilização de vasoconstrictores sistêmicos é controversa. Se

utilizados, devem ser prescritos por, no máximo, 6 a 7 dias.

devem ser prescritos por, no máximo, 6 a 7 dias . Os corticóides sistêmicos são utilizados

Os corticóides sistêmicos são utilizados quando existe edema

importante da mucosa nasal importante, cefaléia intensa, pólipos

ou quadro de sinusite alérgica ou eosinofílica não-alérgica. Devem ser prescritos por via oral e por no máximo 7 dias. No caso em que o uso prolongado for indicado (alergia,

dias. No caso em que o uso prolongado for indicado (alergia, poliposes, pós cirúrgico), preconiza-se o

poliposes, pós cirúrgico), preconiza-se o uso dos tópicos.

PNDS: postnasal drip syndrome URTI : upper respiratory tract infection
PNDS: postnasal drip syndrome URTI : upper respiratory tract infection
PNDS: postnasal drip syndrome URTI : upper respiratory tract infection

PNDS:

postnasal drip syndrome

URTI :

upper respiratory tract infection

Bronfeniramina = bromofeniramina

Bronfeniramina = bromofeniramina http://www.consultaremedios.com.br em 16/05/2009
Diagnóstico da coqueluche :
Diagnóstico da coqueluche :

1. manifestações clínicas,

2. isolamento da B. pertussis por meio de cultura do material obtido de esfregaço da nasofaringe (o padrão ouro). O exame tem rendimento maior (60% a 70% de crescimento) dentro das primeiras 4 semanas da doença.

3. O exame sorológico pelo método ELISA para demonstrar aumento de IgG antitoxina pertussis é o critério sorológico mais aceito para confirmar o diagnóstico.

Tratamento:
Tratamento:

eritromicina (de escolha), de preferência o estolato de em doses de 40 mg/Kg/dia para crianças e 2 g/dia para adultos, ambas divididas em quatro tomadas, ou claritromicina a 1 g/dia, durante dez dias, ou azitromicina a 500 mg/dia, durante cinco dias. Antitussígenos, hidratação oral e expectoração por fisioterapia respiratória estão indicados.

por fisioterapia respiratória estão indicados. J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006 II

J. bras. pneumol. vol.32 suppl.6 São Paulo Nov. 2006

II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

Farmacologia do Aparelho

Respiratório

Antigripais

-

“Tratamento Sintomático da Gripe”

Farmacologia do Aparelho Respiratório Antigripais - “Tratamento Sintomático da Gripe”
Provocando a releitura de ANTI-HISTAMÍNICOS • Quais os usos gerais dos anti-histamínicos? Liste  Cite

Provocando a releitura de ANTI-HISTAMÍNICOS

Quais os usos gerais dos anti-histamínicos? Liste Cite um fármaco para cada uso.

Como você prescreveria para um paciente

com quadro de rinite alérgica?

com rinossinusite viral e intenso sintoma respiratório?

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Resolução RDC nº 40, de 26 de fevereiro de 2003

CONCLUSÕES FINAIS 1) Os medicamentos anteriormente classificados como "Anti-

gripais" passarão a sê-lo como "Tratamento Sintomático da Gripe“

(CT-10.07.01-7), exceto as monodrogas anti-virais destinadas ao tratamento da gripe ou vacinas contra a influenza.

2) Os grupos concluíram, por unanimidade que, à luz dos

conhecimentos terapêuticos atuais, não é mais aceitável a utilização de formulações ditas anti-gripais de uso injetável, especialmente considerando a desfavorável razão risco/benefício. Este grupo de

medicamentos deverá ser imediatamente retirado do mercado.

3)- Os grupos concluíram pela a coerência fisiopatológica

e farmacológica de formulações contendo:

analgésicos/antiinflamatórios+ descongestionantes sistêmicos+antihistamícos+ estimulante(cafeína). Logo, com base neste posicionamento, seriam aceitáveis fórmulas com até quatro princípios ativos.

4)- Os medicamentos anti-gripais de uso oral ou tópico

nasal, que contenham na sua fórmula fármacos vasoconstritores, serão comercializados sob prescrição médica.

5)- Os medicamentos contendo na sua fórmula antihistamínicos

de primeira geração deverão trazer em destaque no frasco e bula

a seguinte advertência:

"ESTE MEDICAMENTO INDUZ SONOLÊNCIA, NÃO DEVENDO SER UTILIZADO POR CONDUTORES DE VEÍCULOS, OPERADORES DE MÁQUINAS OU AQUELES DE CUJA ATENÇÃO DEPENDA A SEGURANÇA DE OUTRAS PESSOAS." .

CLASSIFICAÇÃO DOS

BLOQUEADORES DOS RECEPTORES H1

Classe

Drogas

Anti-histamínicos de Primeira Geração

Etanolaminas
Etanolaminas

Carbinoxamina

Naldecon®

Etilenidiaminas
Etilenidiaminas

Difenidramina notuss; caladril; benalet; alergofilinal

Difenilpiralina

Dimenidrinato

Doxilamina

Antazolina Clemizol Mepiramina (Pirilamina)

Dramin® Silomat Plus®

Alquilaminas
Alquilaminas
Piperazinas
Piperazinas

Tripelenamina Bronfeniramina = bromofeniramina

Decongex, Dimetapp®

Clorfeniramina

Dexclorfeniramina

Dimetindeno

Feniramina

Triprolidina

Ciclizina

Hidroxizina

Benegrip, Apracur, Descon, Fluviral®

Polaramine®

 

Meclizina

Fenotiazinas

Isotipendila

Piperidina de 1ª Ger.
Piperidina de 1ª Ger.

Prometazina

Ciproeptadina

Fenindamina

Fenergan®

6)- Os seguintes fármacos foram considerados como de utilização

ou de eficácia questionáveis, ou, eventualmente dotados de

algum potencial deletério para o tratamento dos sintomas da gripe, devendo ser retirados das respectivas fórmulas:

a) Gomenol; b) Eucaliptol; c) Salicilamida; d) Extrato seco de limão bravo; e) Cinarizina; f) Canfossulfonato de sódio; g) Alho; h) Extrato de suprarrenal; i)Corticosteróides(exceto os de uso tópico nasal); j) Antibióticos; k)Vitamina C; l) Cloreto de amônio; m) Guaifenesina; n) Anestésicos locais; o) Creosoto de Faia; p) Hidróxido de alumínio; q) Bloqueadores H2; r) Óleos essenciais; s) Mucolíticos; u) Fitoterápicos; v) Bloqueadores da bomba de prótons.

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária Resolução RDC nº 40, de 26 de fevereiro de 2003

sorine

ALERTA

A contrição intensa das arteríolas da mucosa nasal pode causar lesão estrutural. Evitar uso crônico: dessensibilização de receptores e lesão de mucosa

da mucosa nasal pode causar lesão estrutural. Evitar uso crônico: dessensibilização de receptores e lesão de
Provocando a releitura de ANTI-HISTAMÍNICOS • Quais os usos gerais dos anti-histamínicos? Liste  Cite

Provocando a releitura de ANTI-HISTAMÍNICOS

Quais os usos gerais dos anti-histamínicos? Liste Cite um fármaco para cada uso.

Como você prescreveria para um paciente

com quadro de rinite alérgica?

com rinossinusite viral e intenso sintoma respiratório?

Farmacologia do Aparelho

Respiratório

Farmacologia da tosse Antigripais

Antihistamínicos

Farmacologia da asma

Broncodilatadores

Agonistas 2-adrenérgicos Antagonistas muscarínicos Xantinas

Antileucotrienos

antiinflamatórios

Glicocorticóides

Cromoglicato

Antileucotrienos

Xantinas A n t i l e u c o t r i e n o

Farmacologia do Aparelho

Respiratório

Próxima semana:

Anti-histamínicos

Farmacologia da asma

Farmacologia do Aparelho Respiratório Próxima semana: Anti-histamínicos Farmacologia da asma

Caso infecção pela B. pertussis na comunidade, ou história recente de contato com

doentes com diagnóstico firmado de coqueluche, ou na presença de sintomas característicos de coqueluche, isto é, episódios de tosse ou "quintas" com "guinchos" seguidos de expectoração mucóide, várias vezes ao dia, espasmódica, principalmente à noite, associados a sudorese abundante, exaustão, congestão das

conjuntivas, turgência dos vasos do pescoço, sufocação e perda da consciência

(crianças maiores), devemos considerar o diagnóstico de coqueluche. A criança entra em apnéia e sobrevém uma inspiração forçada, ruidosa e estridente, conseqüente à glote semicerrada, após uma expiração fixa. Vômitos após as crises de tosse (whooping cough) são muito comuns em qualquer idade e é um

importante indício da doença em adolescentes e adultos. Não costuma haver febre.

A infecção por B. pertussis é reconhecida por causar tosse persistente em crianças, adolescentes e adultos, e é conhecida como "tosse dos cem dias". Trata-se de uma infecção altamente contagiosa. Vem apresentando aumento de incidência desde os anos 1980 em todas as faixas etárias, pelo declínio imunológico da vacinação. O

aumento da incidência tem ocorrido na faixa etária de dez a dezenove anos. Em

um estudo prospectivo no Canadá, em 19,9% dos adolescentes e adultos com tosse pós-infecciosa a etiologia era B. pertussis.

J. bras. pneumol. vol.32. 2006 II Diretrizes brasileiras no manejo da tosse crônica

Estudo dirigido 3: APARELHO RESPIRATÓRIO. Os fármacos abaixo estão listados em ordem alfabética divididos em grupos segundo o mecanismo de ação ou afinidade química. Ao fazer a sua escolha, assinale outros nomes da lista que pertencem à mesma classe de drogas (ex. anti-tussígenos, broncodilatadores, mucolíticos, indutor da

tosse, xantina metílica, profilático da asma etc.)

(N-) ACETILCISTEÍNA, AMBROXOL (metabólito VIII da bromexina), BROMEXINA, GUAIFENESINA; CETOTIFENO, CROMOGLICATO DISSÓDICO; AMINOFILINA (TEOFILINA), PENTOXIFILINA, FENOTEROL, SALBUTAMOL; IODETO DE POTÁSSIO; Brometo de IPRATRÓPIO; NAFAZOLINA e OXIMETAZOLINA; FENILEFRINA, FENILPROPANOLAMINA e PSEUDOEFEDRINA; da mesma classe: CODEÍNA (belacadid, gotas binelli, setux, tussaveto), DIONINA, citrato de BUTAMIRATO (besedan), cloridrato de CLOBUTINOL (silomat), DEXTROMETORFAN (silencium), LEVODROPROPIZINA (zyplo).

Estudo dirigido: APARELHO RESPIRATÓRIO. Ao fazer a sua escolha, assinale outros nomes da lista que pertencem à mesma classe de drogas Paciente com bronquite aguda, com muita secreção, em uso de antibiotiocoterapia (amoxicilina), broncodilatadores. Poderia ser adicionado Paciente com tosse seca incomodativa, especialmente à noite, poderia fazer uso de Paciente refere que está com tosse persistente e sem melhora mesmo utilizando um xarope

muito comum (não éticos = uso por automedicação) que, aliás, parece ter aumentado a

tosse. O agente provável é

Qual seriam as suas indicações?

Paciente com história de crise de asma sazonal. Criança de 20 kg apresenta virose respiratória acompanhada de broncoespasmo. Poderiam ser combinados Membro da família das xantinas metílicas que é utilizada para diminuir a viscosidade do

sangue. Pesquise as indicações e a dose preconizadas.

Tempo de resfriados comuns aumentam o consumo de descongestinantes de ação sistêmica

como descon, dimetapp, naldecone sinutab. Um fármaco é componente comum

destes nomes. Discuta posologia, riscos e benefícios. qual o componente descongestionante utilizado comumente em anti-gripais que tem nome comercial. Observe como atua e quais os seus riscos.

Descongestionantes nasais de uso tópico.

Pode causar alucinações em crianças, em associação com anti-histamínicos, quando em doses altas e em condições febris. No entanto, produz menos frequentemente HAS e estímulo SNC que a efedrina. Usado em associação com loratidina e terfenadina. Derivado sintético de um alcalóide derivado da planta asiática Adhatoda vasica, nome comercial bisolvon. Algumas vezes associado a antibióticos. Justifique. Siga o roteiro padrão do exercício. Seu uso na asma pode ser isolado na forma de cápsulas inalatórias (com 50 mcg) ou associado com a fluticasona (seretide)

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