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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

NÚCLEO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA
ELE30011 ELETRICIDADE BÁSICA – LABORATÓRIO

EXPERIÊNCIA N° 01
RESISTORES, OHMÍMETRO E VOLTÍMETRO

1 Objetivos  Fator de potência;


 Energia.
 Introduzir as noções básicas sobre o Os instrumentos normalmente
voltímetro e amperímetro C.C e C.A. utilizados na medição elétrica são do tipo:
 Dar ao aluno o conhecimento  Bobina móvel (A, V, Ω);
adequado para realizar uma medição  Ferro móvel (A, V);
de corrente e tensão.  Eletrodinâmicos (W, A, V, cos φ);
 Mostrar as não-idealidades dos  Lâminas vibratórias (Hz);
instrumentos de medida.  Indução (kΩ);
 Eletrostáticos (V);
 Dar conhecimento ao aluno sobre o
 Eletrônicos (A, V, Hz).
erro de inserção em uma medida.

3 ERROS EM MEDIDAS
2 Introdução
3.1 Algumas definições importantes
A tecnologia moderna exige que as
avaliações das grandezas que tomam parte Erro: É o desvio observado entre o
nos fenômenos físicos sejam feitas com valor medido e o valor verdadeiro (ou
precisão e exatidão cada vez maiores. Na aceito como verdadeiro).
engenharia elétrica, a medida de certas Valor verdadeiro: É o valor exato da
grandezas é de fundamental importância medida de uma grandeza obtido quando
tanto na pesquisa, quanto na monitoração, nenhum tipo de erro incide na medição.
funcionamento seguro, proteção e Na prática é impossível eliminar todos os
controle de equipamentos erros e obter um valor aceito como
eletroeletrônicos e redes elétricas. verdadeiro. Utiliza-se uma medida de uma
Um dos objetivos desta disciplina é amostra de um determinado número de
fornecer noções básicas para as medições medidas técnicas, usando o mesmo
elétricas, estudando os instrumentos mais material e mantendo-se as mesmas
comumente empregados nestas medições. condições ambientais, usando então este
Na medição elétrica as grandezas valor como verdadeiro.
fundamentais são: Exatidão: É a característica de um
 Corrente; instrumento de medida que exprime o
 Tensão; afastamento entre a medida nele
 Freqüência; observada e o valor de referência aceito
 Potência. como verdadeiro.
Além disso, existem outras grandezas Precisão: Refere-se à maior ou menor
que podem ser medidas, tais como: aproximação da medida em termos de
 Resistência; casas decimais. A precisão, portanto,
 Capacitância; revela o rigor com que um instrumento de
 Indutância; medida indica o valor de certa grandeza.
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Classe de exatidão: É o limite de erro, Grosseiros: são frutos da pouca prática


garantido pelo fabricante de um e de descuidos do experimentador em
instrumento, que se pode cometer em leituras, cálculos e manuseio do material.
qualquer medida efetuada pelo mesmo, ou Erros grosseiros afetam
seja, é uma classificação do instrumento significativamente a acurácia de qualquer
de medida para designar a sua exatidão. O aplicação que use dados medidos.
número que a designa chama-se índice de Portanto, eles devem ser detectados e
classe. removidos usando-se técnicas de
Índice de classe (IC): Número que filtragem ou controle estatístico.
designa a classe de exatidão, o qual deve Sistemáticos: ocorrem sempre num
ser tomado como uma porcentagem do mesmo sentido. Podem ser devido ao
valor de plena escala de um instrumento. experimentador, como atraso (ou
Escala de um instrumento: É o antecipação) ao acionar um cronômetro; a
intervalo de valores que um instrumento um erro de paralaxe ou erro de calibração.
pode medir. Normalmente vai de zero a Acidentais, aleatórios ou residuais:
um valor máximo que se denomina decorrem de fatores imprevisíveis, e são
calibre ou valor de plena escala. compensados pela teoria dos erros.
Calibre: é o valor máximo da
grandeza mensurável, que o instrumento é 4 RESISTORES
capaz de medir. Há a se considerar dois
casos: O resistor é um dispositivo cujo valor
 Instrumento de um só calibre: o de resistência, sob condições normais
valor do calibre corresponde, permanece constante. Comercialmente,
normalmente, ao valor marcado podem ser encontrados resistores com
no fim da sua escala. diversas tecnologias de fabricação,
 Instrumentos de múltiplo aspectos e características. Das
calibre: os valores dos características dos resistores, duas
respectivos calibres bem merecem uma explicação mais detalhada.
indicados nas varias posições  Potência: Representa a potência
das chaves de comutação de máxima, informada pelo fabricante,
calibres, podendo haver no
mostrador apenas uma escala que o resistor suporta sem alterar seu
graduada. O valor de uma valor além da tolerância prevista e sem
grandeza medida num dos danificá-lo.
calibres será obtido pela  Tolerância: Os resistores não são
relação: componentes ideais. Para isso, os
fabricantes fornecem o seu valor
𝐶. 𝑈.
𝑉. 𝐺. = ∗𝐿 nominal acompanhada da tolerância,
𝑉. 𝑀 que representa margem de erro prevista
Onde V.G. é o valor da grandeza, para ele, tanto para mais como para
C.U. é o calibre utilizado, V.M. é o menos.
numero de divisões máxima e L é
a leitura. 4.1 Código de cores

3.2 Classificação dos erros: Os resistores de maior potência por


terem maiores dimensões, podem ter
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gravado em seus corpos os seus valores  A ausência da faixa de tolerância


nominais e tolerância. Porém os resistores indica que esta é de ± 20%.
de baixa potência são muito pequenos,  Os resistores de precisão
tornando inviável essa gravação. Como apresentam cinco faixas, onde as três
alternativa, gravam-se nos resistores anéis primeiras representam o primeiro,
coloridos que, a partir de um código de segundo e terceiro algarismos
cores preestabelecido, informa seus significativos e as demais,
valores nominais e tolerância. respectivamente, o fator multiplicativo
O código de cores é ilustrado pela Fig. e a tolerância.
2, que está associada com a Tabela 1.
Observações:

Figura 1 Código de Cores para Resistores

Cor 1º Anel 2º Anel 3º Anel 4º Anel


Preto - 0 100 -
Marrom 1 1 101 1%
Vermelho 2 2 102 2%
Laranja 3 3 103 -
Amarelo 4 4 104 -
Verde 5 5 105 -
Azul 6 6 106 -
Roxo 7 7 107 -
Cinza 8 8 108 -
Branco 9 9 109 -
Dourado - - 10-1 5%
Prata 0 0 10-2 10%
Sem cor - - - 20%

4.2 Potenciômetro brilho, o contraste e a cor dos


televisores. Na realidade o nome usado
Os potenciômetros são usados para por técnicos para este componente
ajustar o volume em circuitos de depende da maneira como ele é
amplificação sonora, para controlar o empregado no circuito.
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Quanto a estrutura eles podem variar A resistência principal de um


muito, dependendo da aplicação que potenciômetro pode ser um filme de
terão e até da estética do aparelho em carbono ou uma bobina feita com fios
que serão usados. Modernamente os de alta resistividade. Normalmente os
potenciômetros estão sendo substituídos potenciômetros de filme de carbono
por circuito integrados que direcionam a possuem uma resistência principal entre
corrente para diferentes resistores fixos, 50W e 100MW com tolerância de
isto facilita o uso de controle remoto, 10% ou 20%. Os potenciômetros feitos
mas nestes casos não se possui uma com fio de alta resistividade possuem
variação continua das propriedades que resistência entre 50W e 50kW com
se deseja controlar. tolerância de 5% ou 10%. Os
A maioria dos potenciômetros é feita potenciômetros logarítmicos são usados
com uma resistência circular cujos para a regulagem do volume dos
extremos estão ligados a terminais aparelhos sonoros porque a resposta do
fixos, existindo um cursor que pode ouvido humano ao som não varia de
percorrer toda a extensão da resistência maneira linear, mas sim logarítmica.
e que está ligado a um terceiro terminal. Para que tenhamos a sensação de que o
Nos aparelhos sonoros antigos um volume emitido por uma caixa acústica
mesmo botão permite ligar o aparelho e dobrou não basta dobrar a potência
ajustar o volume, isto é feito por emitida por esta caixa, mas sim teremos
potenciômetros com interruptor. que dobrar o logaritmo da potência
Provavelmente você já viu algum emitida por esta caixa acústica.
aparelho em que o volume é ajustado Os potenciômetros podem ser
empurrando um pino, isto é possível ligados de diferentes maneiras em um
com potenciômetros lineares, onde a circuito, conforme as figuras, e
resistência principal é reta a o cursor conforme a ligação que é feita eles
que a percorre em um movimento recebem diferentes nomes da eletrônica.
retilíneo está ligado ao pino. Um potenciômetro e todas as suas
partes são apresentados na Fig. 2

Figura 2 Potenciômetro e suas partes


5 INSTRUMENTOS ELÉTRICOS multímetro analógico pode apresentar
DE MEDIÇÃO leituras imprecisas devido a erros de
calibração dos instrumentos. Uma grande
vantagem dos aparelhos analógicos é não
5.1 Instrumentos elétricos de medição
depender de uma fonte interna para realizar
analógicos
medidas de corrente ou tensão.
A precisão típica de um multímetro
Os instrumentos empregados na medição
analógico é de ± 2% ou ± 3% da escala
das grandezas elétricas apresentam um
total. Durante a medição da corrente
conjunto móvel que é deslocado
elétrica é necessário um manuseio cauteloso
aproveitando um dos efeitos da corrente
já que a mudança de escala do equipamento
elétrica: efeito térmico, efeito magnético,
deve ser realizada sem que por ele circule
efeito dinâmico, etc. Preso a um conjunto
corrente, pois se a chave desconectar os
móvel, está um ponteiro que se desloca na
resistores ligados em paralelo com o
frente de uma escala graduada de valores da
resistor interno (shunt), toda a corrente
grandeza que o instrumento é destinado a
circulará pelo galvanômetro, danificando-o.
medir (galvanômetro).
Os instrumentos mais utilizados são os
A leitura é feita através do deslocamento
instrumentos de bobina móvel e imã
angular do ponteiro, podendo ocorrer,
permanente (BMIP), os de ferro móvel
durante este processo, erros grosseiros por
(FM).
parte do experimentador como o engano na
leitura. Além disso, a utilização do

Instrumento de bobina móvel e imã permanente

Figura 3 Instrumento de bobina móvel e imã permanente


As principais partes deste instrumento estão
descritas a seguir: Quando um condutor é percorrido por uma
 Imã permanente de peças polares corrente I, na presença de um campo magnético
cilíndricas; (B), fica submetido a uma força F cujo sentido é
 Núcleo cilíndrico de ferro doce, com a dado pela regra da mão direita. Assim a
finalidade de tornar radiais as linha de corrente I a medir, ao percorrer a bobina “b” vai
fluxo magnético; dar origem às forças F e o descolamento do
 Quadro retangular de metal condutor, ponteiro será proporcional à corrente a ser
em geral feito de alumínio, com a medida. Esses instrumentos não são adequados
finalidade de servir de suporte à bobina para medir correntes que variam rapidamente
e produzir amortecimento por corrente no tempo, mais propícios então para medir
de Foucault (corrente parasita); sinais contínuos.
 Bobina de fio de cobre, enrolada sobre
o quadro de alumínio, por onde
circulará a corrente a medir.

Figura 4 Princípio de funcionamento do instrumento de bobina móvel e imã permanente.

Instrumentos de ferro móvel (FM)  Instrumento de “atração” ou de


“núcleo mergulhador”;
Os instrumentos de ferro móvel são  Instrumento de “repulsão” ou de
também conhecidos como instrumentos “palheta móvel”.
ferromagnéticos ou eletromagnéticos.
O seu princípio de funcionamento é A figura 5 a seguir mostra as partes
baseado na ação do campo magnético, essenciais do instrumento. A corrente I
criado pela corrente a medir percorrendo circulando pela bobina fixa, faz surgir um
uma bobina fixa, sobre uma peça de ferro campo magnético que atrai o núcleo de
doce móvel. Existem dois tipos de ferro doce, dando uma leitura proporcional
instrumentos básicos de ferro móvel: à corrente circulante.
Figura 5 Instrumento de ferro móvel com núcleo mergulhador

5.2 Instrumentos elétricos de medição analógicos, e também têm uma grande


digitais vantagem sobre os analógicos.
apresentarem uma grande resistência de
entrada ( a ). Este fato permite
Até a última década, as medidas de praticamente eliminar a influência do
tensão eram realizadas com aparelhos aparelho de medida no valor obtido na
de medida com agulha, bobina e ferro medição. Uma propriedade dos
móvel, como visto anteriormente. Hoje, multímetros digitais é o fato de só
em todas as aplicações foram ou estão medirem tensões de forma direta (os
sendo substituídas por multímetros analógicos medem correntes de forma
digitais. direta).
Uma das vantagens dos multímetros Um voltímetro digital, na sua forma
digitais sobre os analógicos é a sua mais simples, reduz-se a um circuito
facilidade de utilização, de fato, o valor integrado que inclui um conversor do
medido é diretamente apresentado como tipo AD (Analógico→Digital), uma
uma série de dígitos facilmente legíveis, alimentação de baixa tensão (bateria) e
o que permite sempre a mesma um visor de cristal líquido (LCD). O
interpretação, independente do elemento principal do multímetro é o
observador (não há paralaxe). Além conversor AD, que converte a tensão do
disso, alguns multímetros possuem sinal analógico de entrada em pulsos
posicionamento automático da vírgula, regulares de amplitude fixa que podem
detecção automática da polaridade e até ser contados e cujo número é
mesmo busca e mudança automática da proporcional ao valor da tensão. É esta
escala de medida. contagem que será convertida em
A mudança automática de escala é caracteres alfanuméricos e apresentada
importante na medida em que permite no visor.
ao multímetro realizar medições sempre Um multímetro, como o nome
com a resolução otimizada, sem a indica, também mede outros sinais
intervenção do operador, quaisquer que correspondentes a correntes contínuas
forem as circunstâncias. ou alternadas, resistência, continuidade
A precisão dos multímetros digitais de um circuito, ganho de transistores,
pode ser muito superior à dos etc.
5.3 Ohmímetro
O instrumento que mede resistência com as mãos, pois a resistência do
elétrica é chamado de ohmímetro. Para corpo humano pode interferir na
medir a resistência fixa ou variável, ou medida, causando erro.
ainda de um conjunto de resistores No ohmímetro digital, após a escolha
interligados é preciso que eles não do valor de fundo adequada, a leitura da
estejam submetidos a qualquer tensão, resistência é feita diretamente no
pois isso poderia acarretar em erro de display. No ohmímetro analógico, a
medida ou até danificar o instrumento. escala graduada é invertida e
Desta forma é necessário desconectar o logarítmica, iniciando com resistência
dispositivo do circuito para medida de infinita ( R   ) na extremidade
sua resistência. esquerda (correspondendo aos terminais
Para a medida, os terminais do do ohmímetro em aberto e ponteiro na
ohmímetro devem ser ligados em posição de repouso) e terminando com
paralelo com o dispositivo ou circuito a resistência nula ( R  0 ) na extremidade
ser medido sem se importar com a direita (correspondendo aos terminais
polaridade dos terminais do ohmímetro. do ohmímetro em curto e ponteiro
IMPORTANTE: Não se devem totalmente defletido).
segurar os dois terminais do dispositivo

Figura 6 Escala de um multímetro analógico

Assim sendo, o procedimento pra a 5. A leitura é feita multiplicando o


realização da medida com ohmímetro valor indicado pelo ponteiro pelo
analógico deve ser: múltiplo da escala selecionada.

1. Escolhe-se a escala desejada, que Observações:


é um dos múltiplos dos valores da  Por causa da não-linearidade da
escala graduada: X1, X10, X100, escala, as leituras mais precisas no
X1k, X10k e X100k.; ohmímetro analógico são feitas na
2. Curto-circuitam-se os terminais região central da escala graduada.
do ohmímetro, provocando a  No procedimento de ajuste zero,
deflexão total do ponteiro; caso o ponteiro não atinja o ponto
3. Ajusta-se o potenciômetro de zero, significa que a bateria esta fraca,
ajuste de zero até que o ponteiro devendo ser substituída.
indique R=0; O procedimento de ajuste zero deve
4. Abrem-se os terminais e mede-se ser repedido a cada mudança de escala.
a resistência;
5.4 Voltímetro:
6. Material utilizado
O voltímetro é conectado em
paralelo com o elemento para o qual se
pretende medir a tensão, devendo o  Fonte de tensão variável (DC
circuito deve estar ativo no ato da Power Suply);
medida.  Resistores: 330Ω, 1kΩ,
10kΩ, 56kΩ, e 100kΩ;
A resistência interna do voltímetro é  Potenciômetro
um dos parâmetros que o caracteriza.
 Multímetro Analógico
Quanto maior a resistência interna ri,
mais próximo o voltímetro está do ideal. (Ohmímetro e Voltímetro);
Logo, a corrente que será desviada do  Multímetro Digital
circuito para dentro do voltímetro será (Ohmímetro e Voltímetro)
mínima. Para efeitos práticos, a  Protoboard.
resistência interna do voltímetro é
considerada igual a infinito caso ele seja
corretamente utilizado.

7. PARTE EXPERIMENTAL

7.1 - Leituras de resistores

-Fazer leitura de três resistores, R1=100kΩ, R2=1kΩ e R3=330Ω, comparando os valores


teóricos e os valores experimentais obtidos entre o multímetro digital e o analógico e faça uma
comparação com os resultados encontrados e discorra sobre a diferença entre eles.

Resistor Valor Teórico Valor do analógico Valor do digital Erro1 [%] Erro2 [%]
R1
R2
R3
Tabela 1 Dados das resistências individuais.

Obs.: Os erros encontrados são em relação aos valores teóricos impressos nos resistores.

-Obter a resistência equivalente dos resistores dispostos nos esquemas a seguir e fazer a
comparação entre os resultados obtidos pelo multímetro digital e o multímetro analógico.

Figura 7 Esquema 1 Figura 8 Esquema 2 Figura 9 Esquema 3


Resistor Valor Teórico Valor do analógico Valor do digital Erro1 [%] Erro2 [%]
R1
R2
R3
Tabela 2 Dados das resistências dos esquemas.

7.2 Curva característica de potenciômetro

Utilizando o ohmímetro, obtenha a curva característica do potenciômetro, deflexão angular vs.


resistência, utilizando como ponto de prova uma das pontas fixas e o cursor e compare o resultado
obtido com aquele dito teórico.

Medição Deflexão Angular Resistência


1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Tabela 2 Dados do potenciômetro.

7.3 Voltímetro:

- Ajustar a fonte de tensão para os valores de 5, 10, 15 e 20 V e medir a tensão entre os


pontos AB, AC, AD, BC e CD com R1= 330Ω, R2 = 1kΩ e R3 = 56kΩ. Depois, obtenha
matematicamente os valores da potência teórica e experimental dissipada em cada ponto e
compare. Use: P = V2/R. Para os valores teóricos utilize uma simulação computacional.
Tensão na fonte 5 [V] 10 [V] 15 [V] 20 [V]
Tensão AB
Tensão AC
Tensão AD
Tensão BC
Tensão CD
Tabela 2 Dados das quedas de tensão encontradas.
.

Tensão na fonte 5 [V] 10 [V] 15 [V] 20 [V]


P. AB
Teórica [W]
Real [W]
Erro [%]
P. AC
Teórica [W]
Real [W]
Erro [%]
P. AD
Teórica [W]
Real [W]
Erro [%]
P. BC
Teórica [W]
Real [W]
Erro [%]
P. CD
Teórica [W]
Real [W]
Erro [%]