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5 Centro Universitário Una Wellington Nivaldo Natanael R. Guerra Elias Henrique Nélio Luciano Magnus Vanessa Proposta

Centro Universitário Una

Wellington Nivaldo Natanael R. Guerra Elias Henrique Nélio Luciano Magnus Vanessa

Proposta de Investimento Dentro de uma Empresa

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Belo Horizonte

2013

Proposta de Investimento Dentro de uma Empresa

Projeto Aplicado do Centro Universitário Una como requisito parcial para conclusão do primeiro módulo do curso Tecnólogo em Gestão da Produção Industrial, sob a orientação da Giordani Bruno de Carvalho.

Belo Horizonte

2013

Proposta de Investimento Dentro de uma Empresa

Trabalho aprovado como requisito parcial para conclusão do primeiro módulo do Curso Tecnólogo em Gestão da Produção Industrial, pela comissão formada pelos professores:

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___________________________________________________________ Professor Julio Mappa (Gestão de Negócios)

___________________________________________________________ Professor Geraldo Coelho Lima Neto (Economia)

___________________________________________________________ Professora EAD (Teoria Geral da Administração)

___________________________________________________________ Professora Adriana F. Araujo (Comportamento Organizacional)

___________________________________________________________ Professora Cleiton Geraldo Mendes Miranda (Matemática Financeira)

___________________________________________________________ Professora Giordani Bruno de Carvalho (Projeto Aplicado)

Belo Horizonte,

de

de 2013.

Sumário

 

1.

Introdução

 

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1.1.

Objetivo Geral

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1.2.

Objetivos Específicos

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1.2.1.

Gestão de Negocios Inovação Tecnológica

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1.2.2.

Teoria Da Administração

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1.2.3.

Economia

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1.3.

Matemática Financeira

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1.4.

Comportamento Organizacional

6

2.

Desenvolvimento

 

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2.2.

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  • 2.4. .......................................................................................

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  • 2.5. .......................................................................................

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  • 2.6. .......................................................................................

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  • 2.7. .......................................................................................

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  • 3. Conclusão

.............................................................................

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  • 4. Trabalhos Futuros

..............................................................

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  • 5. Anexo

....................................................................................

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Referências Bibliográficas

.........................................................

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1 Introdução

A industria automotiva brasileira é cobrada pelos seus clientes quanto aos quesitos qualidade. Essa mesma cobrança é repassada para os seus fornecedores. Analisando dados atuais sobre recall encontramos diversos problemas quanto há ausência de diversos componentes que geram grandes transtornos para as montadoras, conseqüentemente ao cliente final. Recall é a forma pela qual um fornecedor vem a público informar que seu produto ou serviço apresenta riscos aos consumidores. Ao mesmo tempo, recolhe produtos, esclarece fatos e apresenta soluções. Fonte: portal.mj.gov.br O processo de fabricação de componentes automotivos depende da mao de obra humana, que por sua vez está sujeita a erros. Os colaboradores em determinas situações de fabricação esquece de montar ou monta de forma incorreta e libera o produto final para a produção, este mesmo produto pode ser um item de muita importância segurança do condutor e passageiros. Este trabalho visa analisar estas situações de falhas e propor investimento para melhoria de processo.

1.1 Objetivo Geral

Proposta de investimento para melhoria no processo de produção de uma industria automobilística.

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1.2 Objetivos Específicos

1º Através da automatização do processo o primeiro objetivo é a redução dos custos da produção, como: Prevenção de processos de ressarcimentos por paradas de linha no cliente, prevenção de recall e retorno de lotes com produtos e componentes não- conformes, redução dos custos associados ao atendimento das reclamações de mercado, detecção imediata de desvios de processo e conseqüente eliminação dos custos com perda de material e re-processos. (Economia) 2º O desafio de inovar é se diferenciar dos outros que operam no mesmo setor, segundo objetivo é apresentar uma solução inovadora. (Gestão de negócios). 3º Para que um investidor possa tomar a decisão de aceitar ou rejeitar um determinado investimento, é indispensável que ele seja economicamente atraente, a automação dos

o

processos de montagem e inspeção se torna cada vez mais

viáveis..

Terceiro objetivo,

encontrar uma solução econômica (Matemática). 4º O quarto objetivo é propor um ambiente motivador, através da prevenção do risco de Lesão por Esforço Repetitivo (LER) em atividades de inspeção e montagem, a automação permite a simplificação da estrutura organizacional e da gestão de pessoas, os períodos dedicados ao trabalho e á vida pessoal se tornou obscura, provocando conflitos pessoais e estresse.(Comportamento Organizacional). 5º O quinto objetivo é permitir ao administrador ter controle sobre o processo automáticos, pois tendem a ser muito mais rápidos e consistentes, eliminando os gargalos, proporcionando geração de informações em tempo real sobre a estabilidade do processo, permitindo rápidas tomadas de decisão. Com isso, aprimoram-se os controles de inventário e de produção. (Teoria da administração).

  • 1.2.1 Fundamentação teórica

  • 1.2.2 Gestão de Negócios Inovação Tecnológica

Roger A. Blais (1985) Afirma que o desafio de inovar é se diferenciar dos outros que operam no mesmo setor, o que interessa é agregar valor para o cliente, apresentar uma boa solução para um problema importante e recorrente.

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Segundo Roger A. Blais (1985) Inovação é o que detona o impulso de empreender e, na outra ponta, garante o sucesso da iniciativa. Quem diz inovação diz algo de novo, útil, necessário. Qualquer coisa, pois inovações existem de todos os tipos: científicas, comerciais, organizacionais e tecnológicas. Sendo assim, podemos definir inovação como a introdução original e comercialmente bem-sucedida de um novo produto, processo ou sistema em resposta a uma necessidade específica da empresa. Fonte: Boa Idéia! E agora? Autor: BLAIS, R.A. (1985)

  • 1.3 Matemática Financeira

    • 1.3.1 “Payback” descontado (PBD)

Segundo Abelardo de Lima Puccini (2011) Payback descontado (PBD) é o tempo necessário para a recuperação do investimento, levando-se em consideração o custo de oportunidade do capital investido. Ele é medido pelo tempo decorrido entre a data inicial do fluxo de caixa (ponto zero) e a data futura mais próxima até a qual o valor do investimento inicial é coberto pela soma dos valores presentes das parcelas positivas do fluxo de caixa. Para a obtenção do PBD, precisamos calcular o valor presente de cada parcela futura do investimento, descontada com a taxa e comparar o valor acumulado dessas parcelas com o valor do investimento inicial. As parcelas do fluxo de caixa que ocorrem após o PBD não são consideradas, o que torna o PBD apenas uma medida parcial de desempenho financeiro, não podendo ser considerado um método independente e completo para analise de qualquer investimento. O PBD é a rigor um indicador adicional aos métodos do VPL e TIR, que informa o tempo em que o investimento inicial é recuperado. Deve, portanto, ser utilizado apenas como método auxiliar para informar a mobilidade do capital e não como método para tomada de decisão.

Fonte: Matemática Financeira Objetiva e aplicada Autor: PUCCINI, Abelardo Lima

(2011)

  • 1.3.2 Taxa mínima de Atratividade i min

Segundo Abelardo de Lima Puccini (2011), Para que um investidor possa tomar a decisão de aceitar ou rejeitar um determinado investimento, é indispensável que ele tenha um elemento de comparação à sua disposição.

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Assim, vamos considerar que, em qualquer situação, o investidor esteja com o seu capital aplicado numa alternativa Z com uma taxa de juros igual a i mm, que representa, portanto, o custo de oportunidade do seu capital investido. Essa taxa de juros será denominada taxa mínima de atratividade e, como ela representa a taxa interna de retorno da alternativa Z, podemos, escrever:

VPL Z ( i min) = 0 Em qualquer análise de investimento, essa alternativa Z deve ser considerada, já que o investidor poderá sempre utiliza-la para a aplicação de seu capital. Os seus parâmetros são os seguintes:

  • a) A quantia a ser aplicada na alternativa Z pode ser de qualquer valor;

  • b) O prazo de aplicação na alternativa Z também poder ser qualquer um;

  • c) A taxa de retorno dos recursos aplicados em Z é sempre igual a i mm. O fato de a alternativa Z apresentar a flexibilidade dos itens a e b permite que ela seja comparada com qualquer investimento, bastando para isso:

  • a) Considerar o montante investido na alternativa Z igual ao valor do investimento em analise;

  • b) Considerar o prazo de aplicação na alternativa Z igual à duração do investimento em analise; A taxa mínima de atratividade ( i min) que representa o custo de oportunidade do capital investido, pode corresponder:

  • a) À taxa de aplicação básica no mercado (caderneta de poupança etc.), no caso de pessoas físicas;

  • b) Ao custo médio ponderado de capital entre

capital próprio de terceiros, no caso de

empresas. Fonte: Matemática Financeira Objetiva e aplicada Autor: PUCCINI, Abelardo Lima

(2011)

  • 1.3.3 Método do custo-benefício

Segundo Carlos Patrício Samanez (2010), O índice custo-benefício (B/C) é um indicador que resulta da divisão do valor atual dos benefícios pelo valor atual dos custos do projeto (incluindo o investimento inicial). Ele permite descobrir a viabilidade econômica de um empreendimento, bastando para isso observar se o índice é maior que 1.

12

O índice não reflete necessariamente a maior ou menor conveniência de um projeto com relação a outros. Pode ocorrer que dois projetos com diferentes rentabilidades tenham o mesmo índice custo - beneficio. O índice pode ser expresso da seguinte forma:

Onde:

12 O índice não reflete necessariamente a maior ou menor conveniência de um projeto com relação

B/C = índice custo beneficio c t = custo do período t

b t = benefícios de período t n = horizonte de planejamento

K = custo do capital Fonte: Matemática Financeira Samanez Autor: SAMANEZ, Carlos Patricio (2010)

  • 1.4 Teoria da administração

Segundo Stoner (1999, p. 7): “através da função de controlar o administrador mantém a organização no caminho escolhido”. De maneira semelhante, Chiavenato (2000) fala que

a finalidade do controle é assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem tanto quanto possível aos objetivos previamente estabelecidos.

Portanto, com base nesse conceito não podemos admitir uma falha tão significativa em nosso processo de produção, pois reduz drasticamente as chances de chegarmos a nosso objetivo final (reduzir custos) desenvolver bem ou melhora um processo produtivo e propor ações corretivas ou novos direcionamentos. (Automatização de processo)

Conceito de administração e Abordagem clássica de administração.

A rapidez com que as mudanças no ambiente externo ocorrem é assustadora, a cada dia novas tecnologias vão surgindo e, em contrapartida as antigas vão sendo abandonadas; novas regras vão tomando forma numa economia instável e incerta, novas leis são criadas e incorporadas, enfim, umas séries de mudanças vão influenciando o desempenho organizacional.

A administração de empresas de maneira eficiente e eficaz é considerada como a chave para que comerciantes e profissionais liberais obtenham sucesso em seus empreendimentos. Qualquer pessoa que de algum modo envolva-se no mundo dos negócios, oferecendo bens ou serviços no cenário atual economia mundial, necessita ter conhecimentos de administração, principalmente neste mundo moderno globalizado e complexo. Administração é um processo de tomar decisões e realizar ações que

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compreende quatro processos principais interligados: Planejamento, Organização, Execução e controle. A função produção é central para a organização porque produzem os bens e serviços que são a razão de sua existência, todas as empresas possuem particularidade e assim sendo planejam e controlam sua produção de maneira totalmente ajustada e adaptada para sua realidade de trabalho, ou seja, e de extrema importância para obtenção de melhores resultados a nivel de aumento da produtividade. Chiavenato(1997, P. 60) afirma que as máquinas não substituiríam totalmente o homem, mas deram-lhe melhores condições de produção. O homen foi substituido pelas máquinas naquelas tarefas em que se podia automatizar e acelera pela repetição. Controlar a produção é saber se o que foi planejado e organizado esta dando resultado esperados, é medir o sucesso ou insucesso de todo o processo administrativo. É fundamental o controle para garantir a eficiência e eficácia da administração. Segundo Stone (1999) divida a função de controle em quatro elementos: (1) estabelecer padrões de desempenho; (2) medir o desempenho atual (3) comparar esse desempenho com os padrões estabelecidos; e (4) caso sejam detectados desvios, executar ações corretivas.

1.5 ECONOMIA

1.5.1 A EMPRESA E A PRODUÇÃO

Segundo Troster, Num sistema de economia de mercado, a empresa privada realiza a função produtiva fundamental. A empresa é a unidade de produção por excelência, encarregada de combinar os fatores de produção- trabalho, capital e recursos naturais-, para produzir bens e serviços que, posteriormente, serão vendidos no mercado. Assim por exemplo, na produção de um automóvel, tem de empregar grande quantidade de produtos intermediários, como ferro, vidros, equipamentos eletrônicos, tintas, pneus etc. Desse modo, é necessário contratar um grande numero de especialistas, tais como mecânicos, torneiros, soldadores, técnicos em eletricidades, administradores etc. Alem disso a empresa precisa de instalações maquinarias e recursos financeiros. Todos os recursos citados se juntam segundo um processo produtivo que os engenheiros e técnicos desenham, levando em conta a tecnologia disponível, e o resultado de todo o processo é o automóvel, a atividade fundamental da empresa é a produção, e seu principal objetivo é maximizar o lucro. Para isso, a empresa deverá ajustar os fatores que emprega- isto é, trabalho maquinaria e planta- de forma tal que minimize o custo de produção da quantidade oferecida.

3.1.2 CAPACIDADE TECNOLÓGICA: De acordo com Rossetti, conceituada como fator de

produção, a

capacidade

tecnológica

é

constituída

pelo

conjunto

de

conhecimentos

e

habilidades

que

dão

sustentação

ao

processo

de produção.

Os franceses sintetizam na expressão savoir faire (saber fazer) o conceito de tecnologia. Uma

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síntese que corresponde a expressão inglesa know-how (como fazer). Como o conjunto de conhecimentos e habilidades de saber fazer e de como fazer evoluindo na direção de formas operacionais de crescentes sofisticações- desde os primeiros conhecimentos dominados pelo homem até os mais recentes avanços resultantes do binômio pesquisa e desenvolvimento. Como conjunto de conhecimentos e habilidades, é o elo de ligação entre o capital, a força de trabalho. Isso significa que as novas habilidades, ou novos conhecimentos acumulados estão simultaneamente incorporadas aos bens de capital e ao conjunto de das capacitações da força de trabalho. Convencionalmente as habilidades e conhecimentos que abrange esse fator de produção são agrupáveis em três grandes categorias. A primeira é a capacitação para pesquisa e desenvolvimento. Esta categoria é a fonte da capacidade tecnológica. A segunda é a capacitação para desenvolver e implantar projetos, de novos processos ou de novos produtos. È ai que se da a passagem da inveção a inovação. E a terceira é a capacitação para operar as atividades de produção propriamente ditas.

Segundo Rossetti,os recursos aplicados em pesquisas e desenvolvimento, o numero de instituições e pessoas envolvidas nessas atividades, as invenções patenteadas pelos pesquisadores e cientistas nacionais e os contratos de licenciamento e de absorção de tecnologias desenvolvidas. E seus resultados aparentes traduzem-se pelo numero de inovações introduzidas no mercado. Nas economias modernas, as inovações multiplicam-se e a velocidade de mudanças tecnológicas acelera-se , seja como resultado de desenvolvimentos próprios, seja pela absorção de capacidade externa. Mas nem todas as inovações e mudanças são assimiladas: as reações dos usuários é que validam ou não os novos desenvolvimentos levado ao mercado, um estudo realizado por Booz, Allen e Hamlton nos Estados Unidos evidenciou que, para chegar a uma inovação, descartam-se seis entre sete pesquisas desenvolvidas. Ainda sim, o êxito com inovações é estimado em 65%. A cada geração, os avanços tecnológicos assumem importância equivalente, ou mesmo maior , que a disponibilidade de reservas naturais economicamente mobilizáveis, na explicação do crescimento econômico das nações. São esses novos padrões tecnológicos, materializados sob a forma de novas maquinas e equipamentos, de novas técnicas de organizações de produção e de novos produtos finais, que explicam a expansão econômica.

CUSTOS DEFINIÇÃO E FUNDAMENTOS Segundo o IF( Instituto Federal de Minas Gerais), existe relação positiva entre preço e a quantidade ofertada. O que resulta em uma curva positivamente inclinada. O objetivo da firma é maximizar lucros, quanto maior a receita maior a possibilidade de ter um lucro maior. Mas esse resultado depende da estrutura de custos. RECEITA TOTAL: Quantia total que a empresa recebe pela venda de seus produtos. Preço de venda x Quantidade vendida. CUSTO TOTAL: Quantia total gasta pela empresa ao comprar e utilizar insumos de produção. Visando viabilizar a quantidade produzida. LUCRO TOTAL: É diferença entre a receita total e custo total. Lucro Total = Receita total Custo Total. CUSTOS COMO CUSTOS DE OPORTUNIDADES

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Os custos de produção de uma empresa devem incluir todos os custos de oportunidades envolvidos na produção. Ou seja, incluir custos associados a desembolso e pagamentos, e custos que se efetivam sem que ocorra o desembolso efetivo (EX: deixar de ganhar um rendimento mensal de 6,3 % ao ano da poupança para investir o dinheiro em um novo empreendimento). O custo de produção é compostos por custos explícitos e custos implícitos. Custos explícitos envolve o pagamento efetivo ( desembolso real) para aquisição de fatores produtivos. Ex: Compra de Maquinas e Equipamentos. Custos implícitos não envolve desembolso efetivo por parte da empresa mas constituem um custos de oportunidade. Ex; deixar de trabalhar ganhando 20 reais por hora para gerenciar sua própria empresa. O custo total de produção podem ser divididos em fixos ou variáveis. Custo Total = Custo Fixo Total + Custo Variável Total. CUSTO FIXO: são custos que não variam conforme alteramos a quantidade produzidas. Ex; aluguel da fabrica. CUSTOS VARIAVEIS: são custos que variam conforme alteramos a quantidade produzida. Ex: gastos com insumos. Custo total médio (CTM):é o custo de produção de cada unidade padrão produzida, podemos obtê-lo ao dividir o Custo total pelo numero de unidades produzidas. CTM = CFM + CVM. Custo fixo médio (CFM): Custo fixo total dividido pelo numero de unidades produzidas.

Custos variáveis médio (CVM): custo variável total divididos pelo numero de unidades produzidas. Custo marginal Cmg: o quanto o custo total de um firma aumenta quando aumenta se a produção em mais uma unidade. Ou seja, qual o aumento de custos para se produzir uma unidade adicional. Custo marginal é importante para identificar mos se vale a pena produzir mais uma unidade do produto ou não:

Cmg = ΔCT ΔQ

1.6 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

Segundo Robbins, o funcionário típico dos anos 1960 e 1970, comparecia ao trabalho de segunda á sexta feira e cumpria uma jornada diária de oito a nove horas claramente definidas. Isso não acontece no dia de hoje com grande parte de força de trabalho. Os trabalhadores se queixam, cada vez mais, de que a linha divisória entre os períodos dedicados ao trabalho e á vida pessoal se tornou obscura, provocando conflitos pessoais e estresse. Como surgem os conflitos trabalho versos vida pessoal? Segundo Robbins, os trabalhadores percebem que o trabalho vem tomando cada vez mais espaços de suas vidas pessoais e não estão satisfeitas com isso. Estudos recentes sugerem que os trabalhadores desejem empregos com maior flexibilidade de horários para que eles possam compatibilizar melhor seus assuntos pessoais e profissionais.

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Satisfação com o trabalho e desvios de conduta no ambiente de trabalho: Segundo Robbins, A insatisfação no trabalho e a relações antagônicas com os colegas são causadoras de muitos comportamentos que as organizações consideram indesejáveis. Os pesquisadores defendem que esses comportamentos são indicadores de uma síndrome maior, desvio de comportamento no ambiente de trabalho. Se os empregados não gostam de seu ambiente de trabalho, de alguma maneira eles iram reagir embora não seja fácil saber como. Um empregado pode pedir demissão. Outro pode usar o horário de trabalho para navegar na internet ou levar para casa materiais de uso pessoal. Os trabalhadores que não gostam de seu trabalho se vingam de varias formas. Satisfação com o trabalho e desempenho: Segundo Robbins, funcionários felizes provavelmente também são mais produtivos. Alguns pesquisadores acreditavam que a relação entre satisfação no trabalho e desempenho era um mito. Porem, uma revista de mais 300 estudos sugeriu que a correlação é realmente forte. A medida que mudamos do nível individual para o organizacional, também encontramos bases para suportar a relação satisfação desempenho. Quando dados de satisfação e produtividade são coletadas para a organização como um todo, vemos que organizações com um numero maior de funcionários satisfeitos tendem a ser mais eficientes que aquelas com um numero menor deles. De acordo com a revista Exame, verificou-se que os resultados das empresas consideradas melhores para se trabalhar foram superiores aos das melhores e maiores empresas que, por si só, já obtêm resultados significativos. Essa observação sugere que as empresas onde prevalece a satisfação com o trabalho tendem a obter melhor desempenho.

2.

Metodologia

2.1 Método de pesquisa: Survey

  • 1. Survey pode ser descrita como obtenção de dados ou informações sobre

características, ações ou opiniões de determinado grupo de pessoas, indicado como representante de um grupo alvo, por meio de um instrumento de pesquisa. (Bickman, LB & Filder, EP How to conduct self-administered and mail surveys, Thousand Oaks,

Sage,1995.223p.)

3.

Desenvolvimento

1. Através de dados obtidos sobre recall encontramos diversos problemas quanto há

ausência de diversos componentes que geram grandes transtornos as montadoras, conseqüentemente ao cliente final.

  • 2. FALHA ECONTRADA: Ausência do componente na “longarina”

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  • 4. Num veículo propriamente dito existem dois conjuntos de longarinas: as

Longarinas dianteiras e as longarinas traseiras. Sendo um dos componentes que constitui a

carroceria de um veículo, as longarinas de modo genérico são vigas de secção variável montadas longitudinalmente que servem de suporte ao motor, ás caixas de rodas e á todo o

com

junto

de

suspensão.

Sob o ponto de vista estrutural, o papel da Longarina vai muito além do que servir de

suporte; ela tem papel importante tanto na rigidez estrutural do veículo como também no comportamento deste no caso de um crash, pois será umas primeiras partes do veículo que absorverá a energia do impacto.

  • 5. Em geral utilizam os perfis “U” e “C” para a construção das vigas e a escolha

do perfil tem muito mais á haver com a preferência do construtor do que com o seu

comportamento propriamente dito, ambos os perfis funcionam satisfatoriamente. De acordo com os objetivos de segurança impostos pelo projeto, o construtor implementa zonas de deformação programada que ajudarão no comportamento deste num crash.

6. No processo de fabricação da longarina são soldados quatro porcas “BOCCOLAS” que são responsáveis pela
6.
No
processo
de
fabricação
da
longarina
são
soldados
quatro
porcas
“BOCCOLAS”
que
são
responsáveis
pela
fixação
da
suspenção
traseira
de
um

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determinado veículo automotor, por se tratar de um item de segurança é extremamente importante que o mesmo seja fabricado de forma que garanta a eficiência e a qualidade.

  • 7. O processo de soldagem das Boccolas é realizado por colaboradores em um

processo manual, o que permite erros de processo.

  • 8. Solução Encontrada:

  • 9. Os investimentos na automação dos processos de montagem e inspeção são

opcionais - uma decisão dos executivos da empresa. Sempre existirá a alternativa de

utilizar pessoas nestas tarefas, sem investimentos maiores em bens de capital.

  • 10. Investimento: Na Economia pode-se definir como a ciência que estuda como as

sociedades usam os recursos escassos e os processos de produção, a troca ou intercâmbio e consumo de bens e de serviços. O que quer dizer é que estuda o comportamento humano que deriva da relação existente entre as necessidades humanas e os recursos disponíveis

que

se

precisam

para satisfazê-las.

  • 11. Com o aumento dos requisitos da produção (volume e qualidade) e a elevação

dos custos de mão-de-obra, a automação dos processos de montagem e inspeção se torna cada vez mais necessarios.

  • 12. Componentes e produtos defeituosos que geram recalls e retornos de lotes

resultam em grandes prejuízos para as empresas. Somam-se a estes elevados custos as despesas para atender os clientes insatisfeitos e também o risco de processos judiciais.

13.

Sistemas

automatizados

de

inspeção

são

mais

eficientes

e

seguros.

Inspecionam 100% da produção de forma consistente e eliminam o erro humano no

processo.

  • 14. Automação: Foi criado para designar um conjunto de estudos, métodos e

princípios destinados a substituir a atuação do homem em certas atividades. O emprego das máquinas automatizadas na fabricação de produtos diminuiu os casos de fadigas comuns nas atividades repetitivas e nas longas jornadas de trabalho e criou padrões de fabricação aumentando a qualidade do produto final e reduzindo custos. A automação tomou o lugar do homem em diversas atividades que exigiam concentração e raciocínio, por exemplo, as funções de controle e correção de erros durante o processo de fabricação.

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(Modificação professor) Para todo retrabalho ocorrido na montadora os custos relacionados ,recaem sobre Os fornecedores São ELES CONFORM TABELA1

No processo de fabricação da longarina existe um problema recorrente na soldagem das porcas onde é efetuado a montagem da suspensão do veiculo x , a ausência da mesma proporciona a não montagem da suspensão, gerando produtos defeituosos que geram recalls e retornos de lotes, ocasionar até mesmo a perda total do veiculo, estes resultam em grandes prejuízo para a empresa. A empresa que fornece o produto longarina tem que arcar com o prejuízo total (Preço do Veiculo R$39.000,00), mais o preço da mão de obra das pessoas envolvidas no processo de retirada e verificação do veiculo, estima um prejuízo final de R$45.000.00. Atualmente o processo de fabricação da longarina é realizado por operações manuais e posteriormente liberado para o Cliente final sem uma inspeção confiável. O produto longarina é vendido a R$65,00 para a Montadora de Veículos. Estima se que o custo de produção é R$58,50 e o lucro de R$6,50 por peça. Para todo retrabalho ocorrido na montadora os custos relacionados ,recaem sobre o fornecedor.

Descrição

Quantidades

Preços

Preço de venda

  • 1 R$65,00

 

Peças por Veiculo

  • 2 R$130,00

 

Custo Estimado

  • 2 R$118,00

 

produção

Lucro Estimado

  • 2 R$13,00

 

produção

20

Valor estimado do veiculo

  • 1 R$39.000,00

 

Mao de Obra da montadora

  • 1 R$6.000,00

 

Tabela 1 Demonstrativo de valores.

Dezembro Agosto 1 2 1 1 3 2 1 Junho Maio Abril Março Fevereiro Janeiro Falhas
Dezembro
Agosto
1
2
1 1
3
2
1
Junho
Maio
Abril
Março
Fevereiro
Janeiro
Falhas
Setembro
Julho
4
4
Outubro
Setembro
Agosto
Julho
Junho
Abril
Março
Fevereiro
Janeiro
Novembro
3
2
1
0
Maio
Dezembro
Novembro
Outubro

Gráfico Indicador de Falhas ao longo de um ano.

Janeiro Outubro Dezembro Agosto Julho Junho Maio Abril Março Fevereiro Novembro Prejuízo Setembro R$ 60.000,00
Janeiro
Outubro
Dezembro
Agosto
Julho
Junho
Maio
Abril
Março
Fevereiro
Novembro
Prejuízo
Setembro
R$ 60.000,00
R$ 40.000,00
R$ 20.000,00
R$ 0,00
Janeiro
Outubro
Setembro
Agosto
Julho
Junho
Maio
Março
Fevereiro
Novembro
R$ 180.000,00
R$ 160.000,00
R$ 140.000,00
R$ 120.000,00
R$ 100.000,00
R$ 80.000,00
Abril
Dezembro

Gráfico Indicador de Prejuízos ao longo de um ano.

Estima se que a empresa no decorrer de um ano obteve um prejuízo R$675.000,00, A proposta de automatizar o processo de verificação da presença das porcas na longarina

será de R$ 12.600,00 eliminando a falha no processo de fabricação.

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Porcas da Longarina

21 Porcas da Longarina Figura 1 Porcas Longarina

Figura 1 Porcas Longarina

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22 Figura 2 Longarina

Figura 2 Longarina

22 Figura 2 Longarina

23

Figura 3 Longarina

23 Figura 3 Longarina Figura 4 Longarina Proposta de melhoria Sistemas automáticos de inspeção são mais

Figura 4 Longarina

Proposta de melhoria

Sistemas automáticos de inspeção são mais eficientes e seguros. Inspecionam 100% da produção de forma consistente e eliminam o erro humano no processo.

Após estudos realizados concluímos que a melhor solução seria adotar a inspeção através de

sensores indutivos, onde comissionados

em um CLP(Controlador Lógico Programável) uma

lógica de programação, as porcas serão supervisionadas no ato da montagem .

CLP Controlador Lógico Programável

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24 Figura 1 http://organonautomacao.com.br/organon/index.php?option=com_content&view=article&id= 51&Itemid=56 Controlador Lógico Programável segundo a <a href=ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association), é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas, tais como lógica, sequenciamento, temporização, contagem e aritmética, controlando, por meio de módulos de entradas e saídas, vários tipos de máquinas ou processos. " id="pdf-obj-19-4" src="pdf-obj-19-4.jpg">

Figura 1 http://organonautomacao.com.br/organon/index.php?option=com_content&view=article&id=

51&Itemid=56

Controlador Lógico Programável segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association), é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas, tais como lógica, sequenciamento, temporização, contagem e aritmética, controlando, por meio de módulos de entradas e saídas, vários tipos de máquinas ou processos.

Sensores Indutivos

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Sensores Indutivos 25 Figura 2 <a href=http://www.balluff.com.br/produtos/linha.asp?codLinha=1 Sensor indutivo é dispositivo eletrônico que é capaz de reagir a proximidade de objetos metálicos, esses dispositivos exploram o princípio da impedância de uma bobina de indução, que ao conduzir uma corrente alternada tem esta alterada quando um objeto metálico ou corrente elétrica é posicionado dentro do fluxo do campo magnético radiante. 1° Caso. Se houver a ausência de uma das porcas imediatamente e acionado um LED indicador de falha, demonstrando aos Operadores que existe um erro no processo de fabricação, automaticamente para toda a linha de produção. 2° Caso. No ato da fabricação da longarina , Se as 4 porcas de fixação da suspensão estiverem presentes a longarina e liberada para o processo de fabricação onde é acionado um LED indicador de condição OK. Gastos com a Implantação Sistema Automatizado Item Quantidade Preço CLP - Controlador Lógico 1 R$10.500,00 Programável Sensores indutivos 4 R$ 80,00 Cabos elétricos 4 R$50,00 " id="pdf-obj-20-6" src="pdf-obj-20-6.jpg">

Sensor indutivo é dispositivo eletrônico que é capaz de reagir a proximidade de objetos metálicos, esses dispositivos exploram o princípio da impedância de uma bobina de indução, que ao conduzir uma corrente alternada tem esta alterada quando um objeto metálico ou corrente elétrica é posicionado dentro do fluxo do campo magnético radiante.

1° Caso. Se houver a ausência de uma das porcas imediatamente e acionado um LED indicador de falha, demonstrando aos Operadores que existe um erro no processo de fabricação, automaticamente para toda a linha de produção.

2° Caso. No ato da fabricação da longarina , Se as 4 porcas de fixação da suspensão estiverem presentes a longarina e liberada para o processo de fabricação onde é acionado um LED indicador de condição OK.

Gastos com a Implantação Sistema Automatizado

Item

Quantidade

Preço

CLP

-

Controlador

Lógico

  • 1 R$10.500,00

 

Programável

Sensores indutivos

 
  • 4 R$ 80,00

 

Cabos elétricos

 
  • 4 R$50,00

 

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Mao

de

obra

Assistência

10horas

R$150,00

Técnica

Led´s indicadores

 

2

R$40,00

Total

 

R$12.600,00

Tabela 2 Demonstrativo de valores.

Conclusão

Sabemos que hoje a necessidade de automatização de máquinas e processos, é uma grande necessidade das empresas visando melhorias no processo e qualidade no produto. Após a proposta de melhoria concluímos que o índice de eficácia será de 100% logo economicamente viável . Há interesses da empresa, dentro de suas condições, melhorar o seu processo para melhorar a qualidade do produto e trazer segurança para o cliente. Proporcionando um processo produtivo eficaz e confiável. Entretanto, o principal fator está relacionado à capacidade da empresa de fornecer grandes quantidades de produtos com alta qualidade e preços competitivos, o que normalmente requer alto grau de automação. Automação proporciona menores custos unitários, qualidade uniforme, melhorias na entrega e precificação estratégica.

Bibliografia

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ROBBINS, STEPHEN P. 1943-COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL, 14º EDIÇÃO-2010 Boa Idéia! E agora? Autor: BLAIS, R.A. (1985) Matemática Financeira Objetiva e aplicada Autor: PUCCINI, Abelardo Lima (2011)

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Fonte: Matemática Financeira Samanez Autor: SAMANEZ, Carlos Patricio (2010)

IF- ESTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS, HORA E DATA DA PESQUISA -03/11/2013, 00:28.