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STF - DJe nº 64/2014

Divulgação: segunda-feira, 31 de março

Publicação: terça-feira, 01 de abril

56

exigência da demonstração formal e fundamentada no recurso extraordinário da repercussão geral das questões constitucionais discutidas só incide quando a intimação do acórdão recorrido tenha ocorrido a partir de 3.5.2007,

data da publicação da Emenda Regimental nº 21, de 30 de abril de 2007.” (DJ de 06.09.2007). Verifico que a intimação do recorrente ocorreu após 3.5.2007 e a interposição do recurso extraordinário não se fez acompanhar da devida demonstração, nas razões recursais, da existência de repercussão geral, o que inviabiliza o apelo extraordinário. Nesse sentido: ARE 667.043-AgR (relator-presidente min. Ayres Britto, Plenário, DJe de 09.08.2012), ARE 692.735-AgR (rel. min. Celso de Mello, Segunda Turma, DJe de 24.08.2012), AI 821.305-AgR (rel. min. Gilmar Mendes, Segunda Turma, DJe de 15.08.2011), AI 780.477-AgR (de minha relatoria, Segunda Turma, DJe de 08.03.2012), ARE 654.250-ED (rel. min. Ricardo Lewandowski, Segunda Turma, DJe de 11.10.2011), AI 853.702- AgR (rel. min. Cármen Lúcia, Primeira Turma, DJe de 13.03.2012), RE 629.255-AgR (rel. min. Dias Toffoli, Primeira Turma, DJe de 10.10.2012), RE 614.223-AgR (rel. min. Luiz Fux, Primeira Turma, DJe de 15.09.2011), ARE 683.660-AgR (rel. min. Rosa Weber, Primeira Turma, DJe de 18.09.2012) e ARE 654.243 (rel. min. Marco Aurélio, DJe de 03.10.2011). Do exposto, nego seguimento ao agravo. Publique-se. Brasília, 25 de março de 2014.

Ministro JOAQUIM BARBOSA

Presidente

Documento assinado digitalmente

(506)

ORIGEM

: PROC - 08062118720128240023 - TJSC - 8ª TURMA

PROCED.

RECURSAL - CAPITAL : SANTA CATARINA

REGISTRADO

:MINISTRO PRESIDENTE

RECTE.(S)

: PRISCILA VANESSA ROSA

ADV.(A/S)

: DULCINÉIA ISRAEL COSTA

RECDO.(A/S)

: ESTADO DE SANTA CATARINA

PROC.(A/S)(ES)

: PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

DECISÃO: O Plenário do Supremo Tribunal Federal, no julgamento do

AI 664.567-QO (rel. min. Sepúlveda Pertence), estabeleceu que “(

...

)

a

exigência da demonstração formal e fundamentada no recurso extraordinário da repercussão geral das questões constitucionais discutidas só incide quando a intimação do acórdão recorrido tenha ocorrido a partir de 3.5.2007, data da publicação da Emenda Regimental nº 21, de 30 de abril de 2007.” (DJ de 06.09.2007). Verifico que a intimação do recorrente ocorreu após 3.5.2007 e a interposição do recurso extraordinário não se fez acompanhar da devida demonstração, nas razões recursais, da existência de repercussão geral, o que inviabiliza o apelo extraordinário. Nesse sentido: ARE 667.043-AgR (relator-presidente min. Ayres Britto, Plenário, DJe de 09.08.2012), ARE 692.735-AgR (rel. min. Celso de Mello, Segunda Turma, DJe de 24.08.2012), AI 821.305-AgR (rel. min. Gilmar Mendes, Segunda Turma, DJe de 15.08.2011), AI 780.477-AgR (de minha relatoria, Segunda Turma, DJe de 08.03.2012), ARE 654.250-ED (rel. min. Ricardo Lewandowski, Segunda Turma, DJe de 11.10.2011), AI 853.702- AgR (rel. min. Cármen Lúcia, Primeira Turma, DJe de 13.03.2012), RE 629.255-AgR (rel. min. Dias Toffoli, Primeira Turma, DJe de 10.10.2012), RE 614.223-AgR (rel. min. Luiz Fux, Primeira Turma, DJe de 15.09.2011), ARE 683.660-AgR (rel. min. Rosa Weber, Primeira Turma, DJe de 18.09.2012) e ARE 654.243 (rel. min. Marco Aurélio, DJe de 03.10.2011). Do exposto, nego seguimento ao agravo. Publique-se. Brasília, 25 de março de 2014.

Ministro JOAQUIM BARBOSA

Presidente

Documento assinado digitalmente

(507)

ORIGEM

: PROC - 08071749520128240023 - TJSC - 8ª TURMA

PROCED.

RECURSAL - CAPITAL : SANTA CATARINA

REGISTRADO

:MINISTRO PRESIDENTE

RECTE.(S)

: MARIA DA GLORIA JOAQUIM

ADV.(A/S)

: DULCINÉIA ISRAEL COSTA

RECDO.(A/S)

: ESTADO DE SANTA CATARINA

PROC.(A/S)(ES)

: PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

DECISÃO : O Plenário do Supremo Tribunal Federal, no julgamento do

AI 664.567-QO (rel. min. Sepúlveda Pertence), estabeleceu que “(

...

)

a

exigência da demonstração formal e fundamentada no recurso extraordinário da repercussão geral das questões constitucionais discutidas só incide quando a intimação do acórdão recorrido tenha ocorrido a partir de 3.5.2007, data da publicação da Emenda Regimental nº 21, de 30 de abril de 2007.” (DJ

de 06.09.2007). Verifico que a intimação da recorrente ocorreu após 3.5.2007 e a interposição do recurso extraordinário não se fez acompanhar da devida demonstração, nas razões recursais, da existência de repercussão geral, o que inviabiliza o apelo extraordinário. Nesse sentido: ARE 667.043-AgR (relator-presidente min. Ayres Britto, Plenário, DJe de 09.08.2012), ARE 692.735-AgR (rel. min. Celso de Mello, Segunda Turma, DJe de 24.08.2012), AI 821.305-AgR (rel. min. Gilmar Mendes, Segunda Turma, DJe de 15.08.2011), AI 780.477-AgR (de minha relatoria, Segunda Turma, DJe de 08.03.2012), ARE 654.250-ED (rel. min. Ricardo Lewandowski, Segunda Turma, DJe de 11.10.2011), AI 853.702- AgR (rel. min. Cármen Lúcia, Primeira Turma, DJe de 13.03.2012), RE 629.255-AgR (rel. min. Dias Toffoli, Primeira Turma, DJe de 10.10.2012), RE 614.223-AgR (rel. min. Luiz Fux, Primeira Turma, DJe de 15.09.2011), ARE 683.660-AgR (rel. min. Rosa Weber, Primeira Turma, DJe de 18.09.2012) e ARE 654.243 (rel. min. Marco Aurélio, DJe de 03.10.2011). Do exposto, nego seguimento ao agravo. Publique-se. Brasília, 26 de março de 2014.

Ministro JOAQUIM BARBOSA

Presidente

PLENÁRIO

Decisões

Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade

(PUBLICAÇÃO DETERMINADA PELA LEI Nº 9.868, DE 10.11.1999)

JULGAMENTOS

(508)

ORIGEM :ADI - 69905 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

PROCED. : DISTRITO FEDERAL

RELATOR :MIN. JOAQUIM BARBOSA

REQTE.(S) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

INTDO.(A/S)

:PRESIDENTE DA REPÚBLICA

ADV.(A/S) :ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO INTDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa (Relator), que julgava improcedente a ação relativamente ao inciso IV e § 1º do artigo 2º e a julgava procedente quanto às alíneas “d” e “g” do inciso VI do mesmo artigo 2º da Lei nº 8.745, de 09 de dezembro de 1993, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Celso de Mello, Carlos Britto e, neste julgamento, o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Falaram, pelo Ministério Público Federal, o Dr. Antônio Fernando Barros e Silva de Souza, Procurador-Geral da República e, pela Advocacia- Geral da União, o Ministro José Antônio Dias Toffoli. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, 11.06.2007.

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), julgou parcialmente procedente a ação direta para declarar a inconstitucionalidade das alíneas “d” e “g” do inciso VI do art. 2º da Lei nº 8.745/1993, com a redação dada pela Lei nº 9.849/1999, limitando-se os efeitos da declaração de inconstitucionalidade para que ocorram um ano após a publicação da decisão final desta ação no Diário Oficial da União quanto à alínea “d”, e, quanto à alínea “g”, após quatro anos. Impedido o Ministro Dias Toffoli. Ausentes, justificadamente, o Ministro Celso de Mello e, neste julgamento, a Ministra Rosa Weber. Plenário,

26.03.2014.

(509)

ORIGEM :ADI - 73637 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : MARANHÃO

RELATORA :MIN. CÁRMEN LÚCIA

REQTE.(S) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

INTDO.(A/S)

:GOVERNADOR DO ESTADO DO MARANHÃO

INTDO.(A/S)

:ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO

Decisão: O Tribunal, por maioria, julgou parcialmente procedente a ação direta para dar interpretação conforme a Constituição Federal, nos termos do voto da Relatora, vencidos em parte os Ministros Marco Aurélio e Joaquim Barbosa (Presidente), que a julgavam totalmente procedente. Impedido o Ministro Dias Toffoli. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Falou pelo Ministério Público Federal o Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros, Procurador-Geral da República. Plenário, 26.03.2014.

STF - DJe nº 64/2014

Divulgação: segunda-feira, 31 de março

Publicação: terça-feira, 01 de abril

 

57

 
 

INTDO.(A/S)

:PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

(510)

ADV.(A/S)

:ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

ORIGEM

: PROCESSO - 122000004197200718 - MINISTÉRIO

 

INTDO.(A/S)

: CONGRESSO NACIONAL

PUBLICO FEDERAL PROCED. : DISTRITO FEDERAL

 

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa (Relator),

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

que julgava improcedente a ação relativamente ao inciso IV e § 1º do artigo 2º

REQTE.(S)

: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

e a julgava procedente quanto às alíneas “d” e “g” do inciso VI do mesmo

PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA INTDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

 

artigo 2º da Lei nº 8.745, de 09 de dezembro de 1993, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros

ADV.(A/S)

: ADVOGADO-GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Celso de Mello, Carlos Britto e, neste julgamento, o Senhor Ministro Gilmar

INTDO.(A/S)

: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Mendes. Falaram, pelo Ministério Público Federal, o Dr. Antônio Fernando Barros e Silva de Souza, Procurador-Geral da República e, pela Advocacia-

ADV.(A/S) : SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS

 

Geral da União, o Ministro José Antônio Dias Toffoli. Presidência da Senhora

AM. CURIAE.

: ASSOCOAÇÃO DE PROFESSORES PÚBLICOS DE MINAS GERAIS - APPMG

 

Ministra Ellen Gracie. Plenário, 11.06.2007. Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do

ADV.(A/S)

: DÁCIO

FERNANDO JULIANI E OUTRO(A/S)

Relator, Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), julgou parcialmente

Decisão: O Tribunal, por unanimidade, rejeitou as preliminares. Em seguida, o Tribunal conheceu da ação direta, julgando-a parcialmente procedente para declarar a inconstitucionalidade dos incisos I, II, IV e V do art. 7º da Lei Complementar nº 100/2007, do Estado de Minas Gerais, vencidos em parte os Ministros Joaquim Barbosa (Presidente) e Marco Aurélio, que a julgavam totalmente procedente. O Tribunal, por maioria, modulou os efeitos

 

procedente a ação direta para declarar a inconstitucionalidade das alíneas “d” e “g” do inciso VI do art. 2º da Lei nº 8.745/1993, com a redação dada pela Lei nº 9.849/1999, limitando-se os efeitos da declaração de inconstitucionalidade para que ocorram um ano após a publicação da decisão final desta ação no Diário Oficial da União quanto à alínea “d”, e, quanto à alínea “g”, após quatro anos. Impedido o Ministro Dias Toffoli. Ausentes, justificadamente, o Ministro Celso de Mello e, neste julgamento, a Ministra Rosa Weber. Plenário,

da declaração de inconstitucionalidade para, em relação aos cargos para os quais não haja concurso público em andamento ou com prazo de validade em

26.03.2014.

curso, dar efeitos prospectivos à decisão, de modo a somente produzir efeitos

(512)

a partir de doze meses, contados da data da publicação da ata de julgamento, tempo hábil para a realização de concurso público, a nomeação e a posse de

ORIGEM :ADI - 73637 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PROCED. : MARANHÃO

novos servidores, evitando-se, assim, prejuízo aos serviços públicos

RELATORA :MIN. CÁRMEN LÚCIA

essenciais prestados à população. Em relação aos cargos para os quais

REQTE.(S) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

exista concurso em andamento ou dentro do prazo de validade, a decisão

INTDO.(A/S)

:GOVERNADOR DO ESTADO DO MARANHÃO

deve surtir efeitos imediatamente. Ficam ressalvados dos efeitos desta

INTDO.(A/S)

decisão: a) aqueles que já estejam aposentados e aqueles servidores que, até a data de publicação da ata deste julgamento, tenham preenchidos os requisitos para a aposentadoria, exclusivamente para efeitos de aposentadoria, o que não implica em efetivação nos cargos ou convalidação da lei inconstitucional para esses servidores; b) os que se submeteram a concurso público quanto aos cargos para os quais foram aprovados; e c) a estabilidade adquirida pelos servidores que cumpriram os requisitos previstos no art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal. Vencidos o Ministro Joaquim Barbosa, que modulava os efeitos da decisão em menor extensão, e o Ministro Marco Aurélio, que não modulava

:ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO

Decisão: O Tribunal, por maioria, julgou parcialmente procedente a ação direta para dar interpretação conforme a Constituição Federal, nos termos do voto da Relatora, vencidos em parte os Ministros Marco Aurélio e Joaquim Barbosa (Presidente), que a julgavam totalmente procedente. Impedido o Ministro Dias Toffoli. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Falou pelo Ministério Público Federal o Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros, Procurador-Geral da República. Plenário, 26.03.2014.

seus efeitos. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Falaram:

(513)

pelo Governador do Estado de Minas Gerais, o Dr. Marco Antônio Rebelo Romanelli, Advogado-Geral do Estado; pela Assembléia Legislativa do Estado

ORIGEM

:PROCESSO - 122000004197200718 - MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL

de Minas Gerais, o Dr. Carlos Frederico Gusman Pereira, Procurador da

PROCED. : DISTRITO FEDERAL

Assembleia, e, pelo amicus curiae Associação de Professores Públicos de

RELATOR :MIN. DIAS TOFFOLI

Minas Gerais, o Dr. Dácio Fernando Juliani. Plenário, 26.03.2014.

REQTE.(S) : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

INTDO.(A/S)

 

SECRETARIA JUDICIÁRIA PATRÍCIA PEREIRA DE MOURA MARTINS

 

ADV.(A/S)

:GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS :ADVOGADO-GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

SECRETÁRIA

INTDO.(A/S)

:ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

 
 

ADV.(A/S) :SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS

 

SESSÃO ORDINÁRIA

AM. CURIAE.

:ASSOCOAÇÃO DE PROFESSORES PÚBLICOS DE MINAS GERAIS - APPMG

Ata da 7ª (sétima) sessão ordinária, realizada em 26 de março de

 

ADV.(A/S)

: DÁCIO

FERNANDO JULIANI E OUTRO(A/S)

2014.

 

Presidência do Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Presentes à sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Roberto Barroso. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Procurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot Monteiro de

 

Decisão: O Tribunal, por unanimidade, rejeitou as preliminares. Em seguida, o Tribunal conheceu da ação direta, julgando-a parcialmente procedente para declarar a inconstitucionalidade dos incisos I, II, IV e V do art. 7º da Lei Complementar nº 100/2007, do Estado de Minas Gerais, vencidos em parte os Ministros Joaquim Barbosa (Presidente) e Marco Aurélio, que a julgavam totalmente procedente. O Tribunal, por maioria, modulou os efeitos

Barros.

da declaração de inconstitucionalidade para, em relação aos cargos para os

Secretário, Luiz Tomimatsu.

 

quais não haja concurso público em andamento ou com prazo de validade em

Abriu-se a sessão às quatorze horas, sendo lida e aprovada a ata da sessão anterior.

 

curso, dar efeitos prospectivos à decisão, de modo a somente produzir efeitos a partir de doze meses, contados da data da publicação da ata de julgamento,

REGISTRO

 

tempo hábil para a realização de concurso público, a nomeação e a posse de

O SENHOR MINISTRO JOAQUIM BARBOSA (PRESIDENTE) - Senhores Ministros, comunico a Vossas Excelências que estão presentes, neste Plenário, os alunos dos cursos de Direito das seguintes Instituições:

 

novos servidores, evitando-se, assim, prejuízo aos serviços públicos essenciais prestados à população. Em relação aos cargos para os quais exista concurso em andamento ou dentro do prazo de validade, a decisão

UniCEUB - Centro Universitário de Brasília e UNIEURO - Centro Universitário, também de Brasília. Sejam todos bem-vindos e espero que esta

deve surtir efeitos imediatamente. Ficam ressalvados dos efeitos desta decisão: a) aqueles que já estejam aposentados e aqueles servidores que, até

Sessão seja do proveito de todos.

 

a data de publicação da ata deste julgamento, tenham preenchidos os

JULGAMENTOS

requisitos para a aposentadoria, exclusivamente para efeitos de aposentadoria, o que não implica em efetivação nos cargos ou convalidação da lei inconstitucional para esses servidores; b) os que se submeteram a

(511)

concurso público quanto aos cargos para os quais foram aprovados; e c) a

ORIGEM

: ADI - 69905 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

 

estabilidade adquirida pelos servidores que cumpriram os requisitos previstos

PROCED. : DISTRITO FEDERAL

 

no art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição

RELATOR

:MIN. JOAQUIM BARBOSA

Federal. Vencidos o Ministro Joaquim Barbosa, que modulava os efeitos da

REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

decisão em menor extensão, e o Ministro Marco Aurélio, que não modulava seus efeitos. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de Mello. Falaram:

STF - DJe nº 64/2014

Divulgação: segunda-feira, 31 de março

Publicação: terça-feira, 01 de abril

58

 

pelo Governador do Estado de Minas Gerais, o Dr. Marco Antônio Rebelo Romanelli, Advogado-Geral do Estado; pela Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, o Dr. Carlos Frederico Gusman Pereira, Procurador da Assembleia, e, pelo amicus curiae Associação de Professores Públicos de Minas Gerais, o Dr. Dácio Fernando Juliani. Plenário, 26.03.2014.

imediato trânsito em julgado da decisão condenatória, independentemente da publicação deste acórdão, com o lançamento do nome do réu no rol dos culpados, determinando a expedição imediata do competente mandado de prisão e da guia de execução penal para ser cumprida pela Vara de Execução Penal da Circunscrição Judiciária de Brasília-DF, a quem ficam delegados

 

Brasília, 26 de março de 2014. Luiz Tomimatsu Assessor-Chefe do Plenário

 

poderes para decidir sobre eventuais incidentes no curso da execução (CF, art. 102, I, “m”, e RISTF, art. 21, XIII); determinando também a comunicação a este Supremo Tribunal Federal da prisão do réu, tão logo efetivada, e à Vara de Execução Penal da Circunscrição Judiciária de Brasília-DF; e que se oficie,

SESSÃO EXTRAORDINÁRIA

nos termos do que anteriormente determinado, à Mesa Diretiva da Câmara dos Deputados para fins de deliberação a respeito de eventual perda de

Ata da 6ª (sexta) sessão extraordinária, realizada em 20 de março de

mandato pelo sentenciado, em conformidade com o preceituado no art. 55, inciso VI e § 2º, da Constituição Federal. Vencido o Ministro Marco Aurélio que

2014.

Presidência do Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Presentes à sessão os Senhores Ministros Celso de Mello, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Roberto Barroso.

tão somente não conhecia dos embargos de declaração. Votou o Presidente, Ministro Joaquim Barbosa. Ausente a Ministra Cármen Lúcia, em viagem oficial para participar da 98ª Comissão de Veneza, na cidade de Veneza, Itália. Plenário, 20.03.2014.

Ausente a Ministra Cármen Lúcia, em viagem oficial para participar da

(517)

98ª Comissão de Veneza, na cidade de Veneza, Itália.

ORIGEM

: INQ - 3780 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Procurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot Monteiro de

PROCED.

: DISTRITO FEDERAL

Barros.

RELATOR

:MIN. TEORI ZAVASCKI

Secretário, Luiz Tomimatsu.

 

AUTOR(A/S)(ES)

: MARCO POLO DEL NERO

Abriu-se a sessão às quatorze horas, sendo lida e aprovada a ata da

ADV.(A/S)

: JOSE MAURO COUTO DE ASSIS E OUTRO(A/S)

sessão anterior.

INVEST.(A/S)

: ROMARIO DE SOUZA FARIA

REGISTRO

ADV.(A/S)

: DEFENSOR PÚBLICO-GERAL FEDERAL

O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (VICE-

JULGAMENTOS

ADV.(A/S)

: LUIZ SÉRGIO DE VASCONCELOS JÚNIOR

PRESIDENTE NO EXERCÍCIO DA PRESIDÊNCIA) - Nós temos aqui um comunicado da Assessoria do Cerimonial informando que estão presentes, neste Plenário, os alunos do curso de Direito da Fundação Carmelitana Mário Palmério, de Monte Carmelo, Minas Gerais. Sejam todos muito bem-vindos.

Decisão: Preliminarmente, o Tribunal, por maioria, indeferiu o pedido de adiamento do julgamento, vencido o Ministro Marco Aurélio. Votou o Presidente. Em seguida, o Tribunal, por unanimidade, e com base no art. 6º, caput, da Lei nº 8.038/1990, julgou improcedente a acusação. Votou o Presidente, Ministro Joaquim Barbosa. Falou pelo investigado o Dr. Gustavo de Almeida Ribeiro, Defensor Público Federal. Ausente a Ministra Cármen

(514)

Lúcia, em viagem oficial para participar da 98ª Comissão de Veneza, na

ORIGEM

: AP - 541 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

cidade de Veneza, Itália. Plenário, 20.03.2014.

PROCED.

: SÃO

PAULO

RELATOR

:MIN. LUIZ FUX

 

(518)

REVISORA

:MIN. ROSA WEBER

ORIGEM

: RCL - 50493 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

AUTOR(A/S)(ES)

: JOSÉ URSÍLIO DE SOUZA E SILVA

PROCED.

:ACRE

ADV.(A/S)

: TELÊMACO LUIZ FERNANDES JÚNIOR

RELATOR

:MIN. GILMAR MENDES

RÉU(É)(S)

: JOSÉ ABELARDO GUIMARÃES CAMARINHA

RECLTE.(S)

: DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO

ADV.(A/S)

: JOSÉ DE SOUZA JÚNIOR E OUTRO(A/S)

PROC.(A/S)(ES)

: DEFENSOR PÚBLICO-GERAL FEDERAL

 

RECLDO.(A/S)

: JUIZ DE DIREITO DA VARA DE EXECUÇÕES PENAIS

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, absolveu o réu por atipicidade da conduta, com base no art. 386, III, do Código de Processo Penal. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, a Ministra Cármen Lúcia, em viagem oficial para participar

DA COMARCA DE RIO BRANCO (PROCESSOS NºS 00102017345-9, 00105012072-8, 00105017431-3, 00104000312-5, 00105015656-2, 00105013247-5, 00102007288-1, 00106003977-0, 00105014278-0 E

da 98ª Comissão de Veneza, na cidade de Veneza, Itália, e, neste julgamento,

00105007298-7)

os Ministros Joaquim Barbosa (Presidente) e Celso de Mello. Presidiu o

INTDO.(A/S)

:ODILON ANTONIO DA SILVA LOPES

julgamento o Ministro Ricardo Lewandowski (Vice-Presidente no exercício da

INTDO.(A/S)

:ANTONIO EDINEZIO DE OLIVEIRA LEÃO

Presidência). Plenário, 20.03.2014.

INTDO.(A/S)

:SILVINHO SILVA DE MIRANDA

INTDO.(A/S)

: DORIAN ROBERTO CAVALCANTE BRAGA

(515)

INTDO.(A/S)

: RAIMUNDO PIMENTEL SOARES

ORIGEM

: AÇÃO PENAL - 0010092195691 - JUIZ DE DIREITO

INTDO.(A/S)

: DEIRES JHANES SARAIVA DE QUEIROZ

PROCED.

: RORAIMA

INTDO.(A/S)

:ANTONIO FERREIRA DA SILVA

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

INTDO.(A/S)

:GESSYFRAN MARTINS CAVALCANTE

AUTOR(A/S)(ES)

: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

INTDO.(A/S)

: JOÃO ALVES DA SILVA

PROC.(A/S)(ES)

: PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

INTDO.(A/S)

:ANDRÉ RICHARDE NASCIMENTO DE SOUZA

RÉU(É)(S)

: FRANCISCO VIEIRA SAMPAIO

 

ADV.(A/S)

: AMARO CARLOS DA ROCHA SENNA E OUTRO(A/S)

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, resolveu a questão de ordem no sentido de declarar nula a sentença condenatória, retornando os autos ao gabinete do Relator para prosseguimento do feito com base na legislação aplicável. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, a Ministra Cármen Lúcia, em viagem oficial para participar da 98ª Comissão de Veneza, na cidade de Veneza, Itália, e, neste julgamento, os Ministros Joaquim Barbosa (Presidente) e Celso de Mello. Presidiu o julgamento o Ministro Ricardo Lewandowski (Vice-Presidente no exercício da Presidência). Plenário, 20.03.2014.

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Gilmar Mendes (Relator), julgando procedente a reclamação, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário,

1º.02.2007.

Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Eros Grau, que julgava procedente a reclamação, acompanhando o Relator; do voto do Senhor Ministro Sepúlveda Pertence, julgando-a improcedente, mas concedendo habeas corpus de ofício para que o juiz examine os demais requisitos para deferimento da progressão, e do voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa, que não conhecia da reclamação, mas igualmente concedia o habeas corpus, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello e

(516)

a Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presidência da Senhora Ministra Ellen

ORIGEM

: INQ - 1132004 - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA

Gracie. Plenário, 19.04.2007.

PROCED.

FEDERAL : PARÁ

Decisão: Colhido o voto-vista do Ministro Ricardo Lewandowski, que não conhecia da reclamação, mas concedia habeas corpus de ofício, pediu

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

vista dos autos o Ministro Teori Zavascki. Não votam os Ministros Luiz Fux e

EMBTE.(S)

: ASDRÚBAL MENDES BENTES

Dias Toffoli. Presidência do Ministro Joaquim Barbosa. Plenário, 16.05.2013.

ADV.(A/S)

: MARCOS CRISTIANO CARINHANHA CASTRO

Decisão: O Tribunal, por maioria, conheceu e julgou procedente a

EMBDO.(A/S)

: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

reclamação, vencidos os Ministros Sepúlveda Pertence, Joaquim Barbosa,

PROC.(A/S)(ES)

: PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio, que não conheciam da reclamação,

Decisão: O Tribunal, nos termos do voto do Relator, não conheceu dos embargos de declaração, afirmando-os protelatórios, e reconheceu o

mas concediam habeas corpus de ofício. Não participaram da votação os Ministros Luiz Fux e Dias Toffoli, que sucederam aos Ministros Eros Grau e Sepúlveda Pertence. Ausentes, justificadamente, a Ministra Cármen Lúcia, em

STF - DJe nº 64/2014

Divulgação: segunda-feira, 31 de março

Publicação: terça-feira, 01 de abril

 

59

 

viagem oficial para participar da 98ª Comissão de Veneza, na cidade de Veneza, Itália, e, neste julgamento, o Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), que votou em assentada anterior. Presidiu o julgamento o Ministro Ricardo Lewandowski (Vice-Presidente no exercício da Presidência). Plenário,

mesma ação penal. Não há previsão de cabimento dos Embargos Infringentes contra apenas parte do acórdão condenatório, como a dosimetria. O art. 333, I, do RISTF, restringe o âmbito recursal ao juízo de procedência da ação penal,

 

20.03.2014.

oferecendo ao réu uma nova chance de obter a absolvição, e não de rediscutir

 

Brasília, 20 de março de 2014. Luiz Tomimatsu Assessor-Chefe do Plenário

todas as decisões proferidas no acórdão. Descabida a pretensão de aplicar o art. 333, I, parágrafo único, à luz disposto no art. 609 do Código de Processo Penal, pois a norma geral não derroga a norma especial. O direito ao duplo grau de jurisdição não dispensa a necessidade de

ACÓRDÃOS

que sejam observados os requisitos impostos pela legislação para o cabimento de um recurso, qualquer que seja ele. É a lei que cria o recurso

Quadragésima Ata de Publicação de Acórdãos, realizada nos termos do art. 95 do RISTF.

cabível contra as decisões e estabelece os requisitos que autorizam a sua interposição, ausente previsão de recurso ex officio ou reexame obrigatório, independentemente do preenchimento dos pressupostos recursais específicos.

(519)

Agravo regimental desprovido.

ORIGEM

: PROC - 684407120075030106 - TRIBUNAL SUPERIOR

 

DO TRABALHO

 

(521)

PROCED.

: DISTRITO FEDERAL

ORIGEM

:AC - 10024015978612001 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA

 

RELATOR

:MINISTRO PRESIDENTE

ESTADUAL

 

AGTE.(S)

: HSBC SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES LTDA

PROCED. : MINAS GERAIS

ADV.(A/S)

: MANUELA SIMÕES FALCÃO ALVIM DE OLIVEIRA E

RELATOR

:MIN. TEORI ZAVASCKI

OUTRO(A/S)

AGTE.(S)

: IMPERIAL EXPRESSO LTDA

 

AGDO.(A/S)

: RODRIGO RODRIGUES FONTANA

ADV.(A/S)

: HÉLIO JOSÉ

FIGUEIREDO

ADV.(A/S)

: SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS

AGDO.(A/S)

: HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO

 
 

ADV.(A/S)

: JAIME OLIVEIRA PENTEADO E OUTRO(A/S)

 

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), negou provimento ao agravo regimental. Ausente, neste julgamento, o Ministro Roberto Barroso. Plenário,

INTDO.(A/S)

:TERCEIRA VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

27.02.2014.

EMENTA : AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUSÊNCIA DE PEÇAS OBRIGATÓRIAS À FORMAÇÃO DO INSTRUMENTO. SÚMULA 288/STF E ART. 544, § 1º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (REDAÇÃO ANTERIOR À LEI 12.322/2010). Não consta do instrumento a cópia da procuração outorgada à subscritora da petição do agravo de instrumento, bem assim as cópias do acórdão recorrido, da certidão da respectiva intimação, da petição de interposição do recurso extraordinário, da decisão agravada e da certidão da respectiva intimação, peças essenciais para compreensão da controvérsia . Nos termos da jurisprudência deste Tribunal, cabe à parte agravante fiscalizar a correta formação do instrumento. Impossibilidade de aplicação ao presente caso da sistemática

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, negou provimento ao agravo regimental. Votou o Presidente, Ministro Joaquim Barbosa. Ausentes, neste julgamento, os Ministros Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Roberto Barroso. Plenário, 27.02.2014. EMENTA: CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO INADMITIDO NA ORIGEM. APLICAÇÃO DA SISTEMÁTICA DA REPERCUSSÃO GERAL. ALEGAÇÃO DE USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIA DO STF. INADMISSIBILIDADE. PRECEDENTES. 1. Não se admite reclamação contra decisão que, nos tribunais de origem, aplica a sistemática da repercussão geral, ressalvada a hipótese de negativa de retratação. Precedentes. 2. Agravo regimental a que se nega provimento.

estabelecida pela Lei 12.322/2010. Isso porque, no momento da interposição

 

(522)

do agravo de instrumento, as novas disposições ainda não estavam em vigor.

ORIGEM

: RO - 01430004420095040701 - TRIBUNAL REGIONAL

 

Agravo regimental a que se nega provimento.

PROCED.

DO TRABALHO DA 4º REGIÃO : RIO GRANDE DO SUL

 

(520)

RELATOR

:MIN. CELSO DE MELLO

 

ORIGEM

: INQ - 200538000249294 - JUIZ FEDERAL

AGTE.(S)

: UNIÃO

 

PROCED.

: MINAS GERAIS

ADV.(A/S)

:ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

RELATOR

:MIN. JOAQUIM BARBOSA

AGDO.(A/S)

:SINDICATO DOS VIGILANTES E DOS EMPREGADOS

AGTE.(S)

: VINÍCIUS SAMARANE

EM EMPRESAS DE SERVIÇO DE SEGURANÇA E

ADV.(A/S)

: JOSÉ CARLOS DIAS

VIGILÂNCIA DE SANTA MARIA

ADV.(A/S)

: MAURÍCIO DE OLIVEIRA CAMPOS JÚNIOR

ADV.(A/S)

:ANDRESSA LUTZ SCHIAFFINO

AGDO.(A/S)

: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

INTDO.(A/S)

:TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO

PROC.(A/S)(ES)

: PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

 

Decisão: O Tribunal, por maioria e nos termos do voto do Relator,

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, negou provimento ao agravo regimental. Votou o Presidente, Ministro

 

Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), desproveu o agravo regimental, vencidos os Ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio. Os Ministros Teori Zavascki e Dias Toffoli, com ressalva de seu ponto de vista, acompanharam o Relator. Ausente, justificadamente, o Ministro Celso de

Joaquim Barbosa. Ausente, neste julgamento, o Ministro Roberto Barroso. Plenário, 27.02.2014. E M E N T A: RECLAMAÇÃO – ALEGAÇÃO DE DESRESPEITO À AUTORIDADE DA DECISÃO PROFERIDA, COM EFEITO VINCULANTE, NO EXAME DA ADC 16/DF INOCORRÊNCIA RESPONSABILIDADE

Mello. Plenário, 13.02.2014. EMENTA: PENAL E PROCESSUAL PENAL. AGRAVO REGIMENTAL

SUBSIDIÁRIA

DA

ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

POR

DÉBITOS

NOS EMBARGOS INFRINGENTES. REQUISITO OBJETIVO DE

TRABALHISTAS (LEI

8.666/93, ART.

71,

§ 1º) – ATO JUDICIAL

 

ADMISSIBILIDADE. REGRA DO ART. 333, I, DO REGIMENTO INTERNO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. IMPUGNAÇÃO DAS PENAS. INADMISSIBILIDADE. CABIMENTO DO RECURSO APENAS QUANTO AO

RECLAMADO PLENAMENTE JUSTIFICADO, NO CASO, PELO RECONHECIMENTO DE SITUAÇÃO CONFIGURADORA DE CULPA “IN VIGILANDO”, “IN ELIGENDOOU IN OMITTENDO” – DEVER LEGAL DAS

JUÍZO DE PROCEDÊNCIA DA AÇÃO PENAL, QUANDO EXISTENTES, NO MÍNIMO, QUATRO VOTOS ABSOLUTÓRIOS. CONSTITUCIONALIDADE DO REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE DO RECURSO. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DE AMPLIAÇÃO DA HIPÓTESE LEGAL DE CABIMENTO. INCOMPETÊNCIA DO STF PARA LEGISLAR. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.

ENTIDADES PÚBLICAS CONTRATANTES DE FISCALIZAR O CUMPRIMENTO, POR PARTE DAS EMPRESAS CONTRATADAS, DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS REFERENTES AOS EMPREGADOS VINCULADOS AO CONTRATO CELEBRADO (LEI Nº 8.666/93, ART. 67) – PRECEDENTES RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO.

É manifestamente incabível a interposição de embargos infringentes

 

(523)

sem que existam, no mínimo, quatro votos absolutórios, como estabelecido no

ORIGEM

:AIRR - 1206403420085090662 - TRIBUNAL SUPERIOR

 

artigo 333, I, parágrafo único, do Regimento Interno do Supremo Tribunal

DO TRABALHO

 

Federal. Precedentes.

PROCED.

:PARANÁ

O agravante, em nenhuma das condenações objeto do presente

RELATOR

:MIN. CELSO DE MELLO

recurso, atende a esse requisito legal de cabimento dos embargos

AGTE.(S)

: UNIÃO

 

infringentes.

ADV.(A/S)

:ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

A pretensão do agravante de ver suprimida a expressão “sessão

AGDO.(A/S)

: MAURA APARECIDA ALVES DOS REIS

secreta”, para permitir os embargos infringentes em todos os julgamentos

ADV.(A/S)

: CLEVERSON TOMAZONI MICHEL

criminais, independentemente do quórum de votos vencidos, já foi rejeitada

AGDO.(A/S)

:PROVIBRAS LIMPEZA E CONSERVAÇÃO LTDA

por esta Corte no julgamento de agravo regimental interposto por corréu nesta

ADV.(A/S)

:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS

STF - DJe nº 64/2014

 

Divulgação: segunda-feira, 31 de março

Publicação: terça-feira, 01 de abril

60

 

INTDO.(A/S) : TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO

 

ADV.(A/S) : JOSÉ EYMARD LOGUERCIO

 

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, negou provimento ao agravo regimental. Votou o Presidente, Ministro Joaquim Barbosa. Ausente, neste julgamento, o Ministro Roberto Barroso.

 

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do relator. Unânime. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. Primeira Turma, 18.2.2014.

Plenário, 27.02.2014.

 

EMENTA

E M E N T A: RECLAMAÇÃO – ALEGAÇÃO DE DESRESPEITO À AUTORIDADE DA DECISÃO PROFERIDA, COM EFEITO VINCULANTE, NO

Agravo regimental no agravo de instrumento. Processual. Ação rescisória. Pressupostos de admissibilidade. Legislação

EXAME DA ADC 16/DF INOCORRÊNCIA RESPONSABILIDADE

infraconstitucional. Repercussão geral. Ausência. Precedentes.

 

SUBSIDIÁRIA

DA

ADMINISTRAÇÃO

PÚBLICA

POR

DÉBITOS

1.

Inviável em recurso extraordinário a análise da legislação

TRABALHISTAS

(LEI

8.666/93, ART.

71,

§ 1º) – ATO JUDICIAL

infraconstitucional e o exame de ofensa reflexa à Constituição Federal.

 

RECLAMADO PLENAMENTE JUSTIFICADO, NO CASO, PELO

2.

O Plenário desta Corte, no exame do AI nº 751.478/SP, de minha

RECONHECIMENTO DE SITUAÇÃO CONFIGURADORA DE CULPA “IN VIGILANDO”, “IN ELIGENDOOU IN OMITTENDO” – DEVER LEGAL DAS ENTIDADES PÚBLICAS CONTRATANTES DE FISCALIZAR O

Relatoria, concluiu pela ausência de repercussão geral do tema relativo a pressupostos de admissibilidade da ação rescisória no âmbito da Justiça do Trabalho, dado o caráter infraconstitucional da matéria.

CUMPRIMENTO, POR PARTE DAS EMPRESAS CONTRATADAS, DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS REFERENTES AOS EMPREGADOS

3.

Agravo regimental não provido.

VINCULADOS AO CONTRATO CELEBRADO (LEI Nº 8.666/93, ART. 67) –

(527)

PRECEDENTES RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO.

ORIGEM

:AC - 10024082410945002 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA ESTADUAL

(524)

PROCED.

: MINAS GERAIS

ORIGEM

: MI - 4038 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

PROCED.

: DISTRITO FEDERAL

 

AGTE.(S)

:ESTADO DE MINAS GERAIS

RELATOR

:MIN. MARCO AURÉLIO

ADV.(A/S)

:ADVOGADO-GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

EMBTE.(S)

: UNIÃO

 

AGDO.(A/S)

: REINALDO FRANCISCO DOS SANTOS

ADV.(A/S)

: ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

ADV.(A/S)

: RODRIGO DUMONT DE MIRANDA

EMBDO.(A/S)

: MARIA FLORIPES SOARES VIEGAS

 

ADV.(A/S)

: GENAURO BESERRA DA SILVA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos

INTDO.(A/S)

: PRESIDENTE DA REPÚBLICA

termos do voto do relator. Unânime. Presidência do Senhor Ministro Marco

INTDO.(A/S)

: PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL

Aurélio. Primeira Turma, 18.2.2014.

INTDO.(A/S)

: PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

 

EMENTA

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, acolheu os embargos de declaração. Votou o Presidente, Ministro

 

Agravo regimental no agravo de instrumento. Servidor público. Aposentadoria por invalidez. Doença grave. Proventos integrais. Precedentes.

Joaquim Barbosa. Ausentes, neste julgamento, a Ministra Cármen Lúcia e o

1.

É firme a jurisprudência desta Corte de que o servidor público faz

Ministro Roberto Barroso. Plenário, 27.02.2014. EMBARGOS DECLARATÓRIOS – ESCLARECIMENTOS. Uma vez

jus à aposentadoria por invalidez com proventos integrais quando o afastamento decorrer de acidente de trabalho, moléstia profissional ou doença

suscitado enfoque a reclamar esclarecimentos, cumpre prover os embargos declaratórios sem emprestar-lhes eficácia modificativa.

grave, contagiosa ou incurável, desde que prevista em lei, conforme dispõe o art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal.

 

2.

Agravo regimental não provido.

(525)

(528)

ORIGEM

: AC - 70030774533 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA ESTADUAL

 

ORIGEM

: REOMS - 20070041227 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO

PROCED.

: RIO GRANDE DO SUL

ESTADO DO AMAZONAS

RELATOR

:MINISTRO PRESIDENTE

 

PROCED.

:AMAZONAS

EMBTE.(S)

:A N DASSI - TRANSPORTES

 

RELATOR

:MIN. ROBERTO BARROSO

ADV.(A/S)

: ERNANI DAVI RODRIGO DASSI

AGTE.(S)

: MUNICÍPIO DE MANAUS

EMBDO.(A/S)

: BANCO MONEO S/A

PROC.(A/S)(ES)

:PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS

ADV.(A/S)

: FELIPE HASSON E OUTRO(A/S)

AGDO.(A/S)

: MÁRIO BARBOSA DOS SANTOS

 

ADV.(A/S)

:FLÁVIO CORDEIRO ANTONY E OUTRO(A/S)

Decisão: O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto do Relator, Ministro Joaquim Barbosa (Presidente), não conheceu dos embargos de declaração. Ausente, neste julgamento, o Ministro Roberto Barroso. Plenário, 27.02.2014. EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. PROCESSO ELETRÔNICO. VEDAÇÃO DO ENVIO DE PETIÇÕES POR MEIO FÍSICO, SALVO NAS HIPÓTESES AUTORIZADAS PELA RESOLUÇÃO 427/2010. No processo eletrônico, as petições devem ser produzidas eletronicamente, conforme determina a Resolução 427/2010 desta Corte. Somente em casos excepcionais admite-se o envio de documentos por meio físico. Embargos de declaração não conhecidos.

 

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do relator. Unânime. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. Primeira Turma, 18.2.2014. EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AUSÊNCIA DE PRELIMINAR FUNDAMENTADA DE REPERCUSSÃO GERAL DA MATÉRIA CONSTITUCIONAL ALEGADA NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. EXIGÊNCIA DA DEMONSTRAÇÃO. A parte recorrente não apresentou mínima fundamentação quanto à repercussão geral das questões constitucionais discutidas, limitando-se a fazer observações genéricas sobre o tema. A peça de recurso, portanto, não atende ao disposto no art. 543-A, § 2º, do CPC. Precedente: RE 596.579-AgR,

 

Brasília, 28 de março de 2014.

 

Rel. Min. Ricardo Lewandowski. Agravo regimental a que se nega provimento.

Guaraci de Sousa Vieira Coordenador de Acórdãos

(529)

 

ORIGEM

: REsp - 967076 - SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTICA

 

PRIMEIRA TURMA

 

PROCED.

: DISTRITO FEDERAL

 

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

 

ACÓRDÃOS

 

AGTE.(S)

: JOSÉ BENEDITO DOS PRAZERES

ADV.(A/S)

:ANTONIO ROBERTO DE MOURA FERRO JÚNIOR

 

AGDO.(A/S)

: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

   

PROC.(A/S)(ES)

:PROCURADOR-GERAL FEDERAL

Quadragésima Ata de Publicação de Acórdãos, realizada nos termos do art. 95 do RISTF.

(526)

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos

ORIGEM

: ROAR - 55140200100001009 - TRIBUNAL SUPERIOR

termos do voto do relator. Unânime. Presidência do Senhor Ministro Marco

EMENTA

1.

É pacífica a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal no sentido

da impossibilidade da conjugação das regras mais benéficas de regimes de

PROCED.

DO TRABALHO : RIO DE JANEIRO

 

Aurélio. Primeira Turma, 18.2.2014.

RELATOR

:MIN. DIAS TOFFOLI

Agravo regimental no recurso extraordinário. Previdenciário.

AGTE.(S)

: BANCO DO BRASIL S/A

Aposentadoria. Revisão da renda mensal inicial. Pretensão de utilização

ADV.(A/S)

: MAYRIS FERNANDEZ ROSA

 

de regras de regimes diversos. Sistema híbrido. Impossibilidade.

ADV.(A/S)

AGDO.(A/S)

: JAIRO WAISROS : DIANA LUFTI ALBUQUERQUE NOGUEIRA

Legislação infraconstitucional. Ofensa reflexa. Precedentes.