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11/8/2010

UNESP Biologia Marinha Gerenciamento Costeiro

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

AULA 1

NOÇÕES BÁSICAS DE DIREITO E LEGISLAÇÃO

I- IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO BIÓLOGO E DO GERENCIADOR COSTEIRO

a) Na elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA), que é imposto não só pela
a) Na elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA), que
é imposto não só pela Constituição Federal (art. 225, §1º, IV),
como também pela Lei 6.938/81 e pelas Resoluções CONAMA
01/86 e 237/97.

Constituição Federal. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem

 

de

uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder

Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

 

§1º. Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder

Público:

(

)

IV

– exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente

 

causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade.

Lei 6.938/81. Art. 10 - A construção, instalação, ampliação e funcionamento de

 

estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, considerados efetiva

e

potencialmente poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar

degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento de órgão estadual competente, integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras licenças exigíveis.

Resolução CONAMA 237/97. Art. 3º - A licença ambiental para empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de significativa degradação do meio dependerá de prévio estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiente (EIA/RIMA), ao qual dar-se-á publicidade, garantida a realização de audiências públicas, quando couber, de acordo com a regulamentação

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b) na realização de experiências com animais, bem como com organismos geneticamente modificados, cujos procedimentos
b) na realização de experiências com animais, bem como com
organismos geneticamente modificados, cujos procedimentos
são impostos pela Lei 11.794/08 (que estabelece procedimentos
para o uso científico de animais) e Lei 11.105/05 (que impõe
restrições e procedimentos para atividades e projetos que
envolvam organismos geneticamente modificados).

Lei 11.794/08. Art. 1 o A criação e a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa científica, em todo o território nacional, obedece aos critérios estabelecidos nesta Lei.

§ 1 o A utilização de animais em atividades educacionais fica restrita a:

I – estabelecimentos de ensino superior;

II – estabelecimentos de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica.

Lei 11.105/05. Art. 2 o As atividades e projetos que envolvam OGM* e seus derivados, relacionados ao ensino com manipulação de organismos vivos, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e à produção industrial ficam restritos ao âmbito de entidades de direito público ou privado, que serão responsáveis pela obediência aos preceitos desta Lei e de sua regulamentação, bem como pelas eventuais conseqüências ou efeitos advindos de seu descumprimento.

c) na realização de atividade de assistência, assessoria e consultoria na área ambiental, cabendo ao
c) na realização de atividade de assistência, assessoria e
consultoria na área ambiental, cabendo ao Profissional o
conhecimento dos conceitos jurídicos e limites impostos pela
legislação brasileira como ocorre, por exemplo, no Código
Florestal (Lei 4771/65) que não só apresenta conceitos de
necessário conhecimento do profissional da biologia, como
também impõe limites à realização de atividades, a fim de
proteger o meio ambiente, sujeitando o infrator dessas regras
não só a multas administrativas como também a punições
típicas de direito penal.

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d) no conhecimento da competência de órgãos administrativos em matéria de meio ambiente, bem como
d) no conhecimento da competência de órgãos administrativos
em matéria de meio ambiente, bem como o procedimento
utilizado por tais órgãos para a apreciação e deferimento de
solicitações de natureza. Por exemplo, a Lei 6938/81(que
dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente) cria o
SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente), formado por
um conjunto de órgãos de níveis federal, estadual e municipal,
cujo objetivo é a aplicação da Política Nacional de Meio
Ambiente.

CONSELHO DE GOVERNO Órgão Superior

CONAMA Órgão Consultivo e Deliberativo

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Órgão Central

IBAMA

Órgão Executor

ENTIDADES ESTADUAIS

Órgãos Seccionais

ENTIDADES MUNICIPAIS

Órgãos Locais

II- CONCEITO DE DIREITO

ESTADO

NECESSIDADE DE LIMITAÇÃO DO COMPORTAMENTO HUMANO

DIREITO COMO INSTRUMENTO DO ESTADO

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III – ESTRUTURA DA NORMA JURÍDICA

ANTECEDENTE

Descrição Abstrata

de um comportamento

CONSEQUENTE

Sanção

Lei 11.794/08 (impõe restrições à utilização de animais em pesquisa científica)

Realizar experiências com animais Respeitando os procedimentos

Impostos pela Lei 11.794/08 a R$ 5.000,00, suspensão temporária,

Exemplo:

Aplicação de pena administrativa de advertência, multa de R$ 1.000,00

interdição definitiva

IV- A estrutura dos enunciados veiculadores de normas jurídicas

Artigo………………………. Art. + número

Inciso………………………

I, II, III, III

Parágrafo…………………

§ 1°

Parágrafo único

Alínea…………………………. a, b, c, d, e

Item……………………………. 1,2,3,4,5

Lei 11.794/08.

Artigo

Artigo Art. 4 o Fica criado o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal – CONCEA.”

Art. 4 o Fica criado o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal – CONCEA.”

Lei 11.794/08

Art. 18. Qualquer pessoa que execute de forma indevida atividades reguladas por esta Lei ou participe de procedimentos não autorizados pelo CONCEA será passível das seguintes penalidades administrativas:

Divisão

em incisos

I – advertência; II – multa de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 5.000,00 (cinco

I – advertência;

II – multa de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 5.000,00 (cinco mil reais);

III – suspensão temporária; IV – interdição definitiva para o exercício da atividade regulada nesta Lei.

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Lei 6938/81

Art. 6º Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituirão o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, assim estruturado:

Divisão em incisos e parágrafos

I

- órgão superior: o Conselho de Governo, com a função de assessorar o

II - órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente

)

Presidente da República na formulação da política nacional e nas diretrizes

governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais;

(CONAMA), com a finalidade de assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar, no âmbito de sua competência, sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida;

III - órgão central: a Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da

República, com a finalidade de planejar, coordenar, supervisionar e controlar,

como órgão federal, a política nacional e as diretrizes governamentais fixadas

para o meio ambiente; (

§ 1º Os Estados, na esfera de suas competências e nas áreas de sua

jurisdição, elaboração normas supletivas e complementares e padrões relacionados com o meio ambiente, observados os que forem estabelecidos pelo CONAMA.

§ 2º O s Municípios, observadas as normas e os padrões federais e

estaduais, também poderão elaborar as normas mencionadas no parágrafo anterior.

Lei 4.771/65 (Código Florestal). Art. 1° As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do País, exercendo-se os direitos de propriedade, com as limitações que a legislação em

geral e especialmente esta Lei estabelecem.(

)

§

2 o Para os efeitos deste Código, entende-se por: (

)

II

- área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o

e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas;

Inciso dividido

em alíneas

das populações humanas; Inciso dividido em alíneas IV - utilidade pública: ( ) c) demais obras,

IV - utilidade pública: (

)

c) demais obras, planos, atividades ou projetos previstos em resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA;

V - interesse social:

a) as atividades imprescindíveis à proteção da integridade da vegetação

nativa, tais como: prevenção, combate e controle do fogo, controle da erosão, erradicação de invasoras e proteção de plantios com espécies nativas, conforme

resolução do CONAMA;

b) as atividades de manejo agroflorestal sustentável praticadas na pequena

propriedade ou posse rural familiar, que não descaracterizem a cobertura vegetal e não prejudiquem a função ambiental da área; e

c) demais obras, planos, atividades ou projetos definidos em resolução do

CONAMA;

V- Os enunciados veiculadores de normas jurídicas federais

a) CONSTITUIÇÃO FEDERAL

“Art. 69. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta.”

“Art. 68. As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da República, que deverá solicitar a delegação ao Congresso Nacional. ( )

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b) EMENDA COMPLEMENTAR

“ Emenda Constitucional no. 5, de 15 de agosto de 1995

Altera o §2º do art. 25 da Constituição Federal.

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do §3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Artigo único, O §2º do art. 25 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:

“Cabe aos Estados explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma da lei, vedada a edição de medida provisória para a sua regulamentação.” “

c) LEI COMPLEMENTAR

Constituição Federal. Art. 146. Cabe à lei complementar:

I- Dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;

II - Regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. ( )”

d) LEI ORDINÁRIA

A maior parte da legislação ambiental brasileira é introduzida no direito brasileiro através de lei ordinária como, por exemplo: Lei 11.794/08 (que estabelece procedimentos para o uso científico de animais), Lei 11.105/05 (Lei de Biossegurança), Lei 4.771/65 (Código Florestal), Lei 6938/81(que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente), entre outros

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e) MEDIDA PROVISÓRIA

Medida Provisória no. 366/07, que dispunha sobre a “criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e dá outras providências”, e que for convertida na Lei 11.516/07.

e)

DECRETO

-

Decreto

Presidencial

no.

5.975,

de

30/11/2006,

que

regulamenta

alguns

artigos

do

Código

Florestal

(Lei

4771/65);

- Decreto Presidencial no. 97.632, de 10/04/1989, que regulamenta artigo da Lei 6938/81 (Política Nacional de Meio-Ambiente).

f) REGIMENTO

Regimento interno do CONAMA

Regimento interno do IBAMA

Regimento interno do CNRH

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g)

RESOLUÇÃO

-

Resolução no. 237, de 19/12/1997, do CONAMA(que trata de licenciamento ambiental);

-

Resolução no. 113, de 10/06/2010, do CNRH (que aprova os parâmetros para usos de pouca expressão para isenção da obrigatoriedade da outorga de uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco;

h)

PORTARIA

- Portaria no. 319/2003 do Ministério do Meio Ambiente ("Estabelece os requisitos mínimos quanto ao credenciamento, registro, certificação, qualificação, habilitação, experiência e treinamento profissional de auditores ambientais para execução de auditorias ambientais que especifica" )

i) INSTRUÇÃO NORMATIVA

- Instrução Normativa no. 65, de 13/04/2005, do IBAMA (que organiza os procedimentos de licenciamento ambiental dos empreendimentos geradores de energia elétrica);

- Instrução Normativa no. 06/2000 do DNPM (que disciplina e uniformiza os procedimentos a serem observados na fiscalização da CFEM - Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais - ).

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VI – Os Tratados Internacionais

1) Conceito: acordo resultante da convergência das vontades de dois ou mais sujeitos de direito internacional formalizada num texto escrito, objetivando produzir efeitos jurídicos no plano internacional

2) Fases de celebração:

Negociação

Assinatura

Ratificação

Promulgação

Publicação

Registro

3)

EFEITOS JURÍDICOS

4)

AS RESERVAS

5)

DENÚNCIA

 

Principais Conferências Internacionais envolvendo meio ambiente e documentos delas resultantes

a)

“Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano”, realizada em junho de 1972 em Estocolmo

Declaração sobre o Meio Ambiente Humano

b)

Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em junho de 1992 no Rio de Janeiro

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento

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VII - As competências dos entes federativos

a) Os entes federativos

b) Autonomia e Competências

c) Espécies de competência

Competência Material

Competência Legislativa

d) A competência em matéria de meio ambiente

Consta do artigo 24 e respectivos incisos VI, VII e VIII da Constituição Federal que:

Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

VI- florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;”

VII – proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico;

VIII- responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;”

Artigo 25, §1º, da Constituição: aponta a chamada competência residual dos Estados, isto é, são reservadas aos Estados as competências material e legislativa de todas matérias que não tenham sido destinadas especificamente à União e aos Municípios;

“Art. 30. Compete aos Municípios:

I – legislar sobre assuntos de interesse local;

II- suplementar a legislação federal e a estadual no que couber; (

)”

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VIII- As principais legislações federais em matéria de meio ambiente

Constituição Federal Destacam-se os artigos 23(incisos VI e VII) 24(incisos VI, VII e VIII), 25 (§1º) e 30(incisos I e II) que tratam de competência em matéria de meio ambiente e o artigo 225 que traz normas jurídicas a respeito não só do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, como também aos meios para assegurar tal direito Lei 6.938/81 Institui a Política Nacional do Meio Ambiente, criando o SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) e disciplinando os principais órgãos desse sistema, quais sejam: o “Conselho de Governo”, o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, além dos órgãos estaduais e municipais. Lei 4.771/65 Institui o CÓDIGO FLORESTAL, composto por normas jurídicas que objetivam a proteção da flora nacional (apesar da denominação “Código Florestal”) o foco da Lei 4.771/65 não se resume às florestas, mas se estende também às demais formas de vegetação, como se verifica do artigo 1º da referida lei (“As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do País, exercendo-se os direitos de propriedade, com as limitações que a legislação em geral e especialmente esta Lei estabelecem.”)

Lei 9.433/97 Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, criando o SNRH (Sistema Nacional de Recursos Hídricos) e disciplinando os principais órgãos desse sistema, quais sejam: o CNRH (Conselho Nacional de Recursos Hídricos), a ANA (Agência Nacional de Águas), os Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal, os Comitês de Bacia Hidrográfica, os órgãos federais, estaduais e municipais cujas competências se relacionem com a gestão dos recursos hídricos e as Agências de Água. Lei 9.605/98 Trata-se da “ Lei de Crimes Ambientais ”, dispondo sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências. Lei 7.661/88 Institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, fixando os seus objetivos e instrumentos a serem utilizados. Lei 7.805/89 Cria normas jurídicas objetivando regular a atividade de extração mineral

Lei 8.617/93 Trata-se da comumente denominada LEI DO MAR e que dispõe sobre o mar territorial, a zona contígua, a zona econômica exclusiva e a plataforma continental brasileiros

Lei 10.257/01 Trata-se do ESTATUTO DA CIDADE, contendo normas jurídicas que visam regular a política urbana

Lei 6.902/81 Cria normas jurídicas objetivando regular a criação de Estações Ecológicas e de Áreas de Proteção Ambiental

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Lei 11.428/06 Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, e dá outras providências

Lei 11.959/09 Dispõe sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca e regula as atividades pesqueiras

IX- Conceito de Direito Ambiental

conjunto de princípios, normas e regras destinado à proteção preventiva do meio ambiente, à defesa do equilíbrio ecológico, à conservação do patrimônio cultural e à viabilização do desenvolvimento harmônico e socialmente justo, compreendendo medias administrativas e judiciais, com a reparação material e financeira dos danos causados ao ambiente e aos ecossistemas, de um modo geral”

X – Princípios aplicáveis ao Direito Ambiental

a)

Princípio do direito ao meio ambiente equilibrado:

b)

Princípio do direito à sadia qualidade de vida

c)

Princípio do acesso equitativo aos recursos naturais

d)

Princípio do usuário- pagador

e) Princípio do poluidor-pagador

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f) Princípio da precaução

g) Princípio da Reparação

h) Princípio da Informação

i) Princípio da Participação

j) Princípio da obrigatoriedade da intervenção do Poder Público

XI – Responsabilidade Civil, Responsabilidade Penal e Responsabilidade Administrativa

1) Responsabilidade Civil:

a) Conceito

b) Responsabilidade Subjetiva

c) Responsabilidade Objetiva

 

Moral

d) Dano

d) Dano

Material

2) Responsabilidade Penal:

a) Delito

b) Tipos de pena:

- restritiva de liberdade

- restritiva de direito

- multa.

c) Lei 9.605/98 Lei de Crimes Ambientais

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3) Responsabilidade Administrativa

a) Conceito

b) Sanção

- advertência; multa simples; multa diária; apreensão dos animais, produtos e subprodutos da fauna e da flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do produto; embargo de obra ou atividade; demolição de obra; suspensão parcial ou total de atividades; restritiva de direitos, entre outras

c) Procedimento Administrativo

XII – Descentralização e Administração Pública Indireta

AUTARQUIAS

FUNDAÇÕES PÚBLICAS

EMPRESAS PÚBLICAS

SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

XIII – ESPÉCIES DE BENS PÚBLICOS

a) Conceito de bens públicos

b) Espécies

- Bens de uso comum

- Bens de uso especial

- Bens dominiais