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MBA em Mercado de Capitais- Turma 2

Módulo:

Análise Fundamentalista-Equity Valuation

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Professor: Marcelo Arantes Alvim

marceloalvim@fgvmail.br

Rio de Janeiro, 31 de Maio de 2011.

Análise Fundamentalista

Critérios de Avaliação do Aluno

Prova:

Valor: 7 pontos

(base para prova: slides/apostila/exercícios)

Exercícios:

Participação em sala (exercícios): valor 1 ponto

Trabalho:

modelagem e avaliação de uma empresa:

valor 2 pontos

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

2

SUMÁRIO DO CURSO

Introdução

SUMÁRIO DO CURSO Introdução • O que é analise fundamentalista • Características de um analista
• O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista • Empreendedorismo e
• O que é analise
fundamentalista
• Características de
um analista
fundamentalista
• Empreendedorismo
e mercado de
capitais
Principais análises da saúde econômica e financeira de uma empresa • Análise do Balanço Patrimonial
Principais análises da saúde
econômica e financeira de uma
empresa
• Análise do Balanço
Patrimonial
• Análise da DRE
• EBITDA (ou LAJIDA)
• Análise da DFC
• Análise do capital de giro e
da liquidez segundo o
modelo Fleuriet
Prof. Marcelo Arantes Alvim
A informação contábil e o mercado de capitais • Demonstrações financeiras produzidas pela contabilidade
A
informação contábil e
o
mercado de capitais
• Demonstrações
financeiras
produzidas pela
contabilidade
financeira
• Informações
relevantes para o
investidor
Valuation •Valor do dinheiro no tempo e principais séries financeira utilizadas em valuation •Modelo de
Valuation
•Valor do dinheiro no tempo e
principais séries financeira
utilizadas em valuation
•Modelo de avaliação por
dividendos descontados –
dividendos em 1 e 2 estágios;
e modelo de Gordon
•Modelo de avaliação pelo
fluxo de caixa descontado
•Modelo de avaliação pelo
EVA/MVA
•Outros modelos de avaliação

Análise Fundamentalista

Gestão baseada em valor • ROE x ROCE x ROA • WACC • EVA e
Gestão baseada em
valor
• ROE x ROCE x ROA
• WACC
• EVA e MVA
• Estratégia e GBV
Simulação de risco na avaliação de empresas •Análise de Sensibilidade •Análise de Risco por Simulação
Simulação de risco na
avaliação de empresas
•Análise de Sensibilidade
•Análise de Risco por
Simulação de Monte Carlo

Introdução

Introdução • O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista •
• O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista • Empreendedorismo e
• O que é analise
fundamentalista
• Características de
um analista
fundamentalista
• Empreendedorismo
e mercado de
capitais
Principais análises da saúde econômica e financeira de uma empresa • Análise do Balanço Patrimonial
Principais análises da saúde
econômica e financeira de
uma empresa
• Análise do Balanço
Patrimonial
• Análise da DRE
• EBITDA (ou LAJIDA)
• Análise da DFC
• Análise do capital de giro e
da liquidez segundo o
modelo Fleuriet
Prof. Marcelo Arantes Alvim
A informação contábil e o mercado de capitais • Demonstrações financeiras produzidas pela contabilidade
A informação contábil e o
mercado de capitais
• Demonstrações
financeiras
produzidas pela
contabilidade
financeira
• Informações
relevantes para o
investidor
Valuation •Valor do dinheiro no tempo e principais séries financeira utilizadas em valuation •Modelo de
Valuation
•Valor do dinheiro no tempo e
principais séries financeira
utilizadas em valuation
•Modelo de avaliação por
dividendos descontados –
dividendos em 1 e 2 estágios;
e modelo de Gordon
•Modelo de avaliação pelo
fluxo de caixa descontado
•Modelo de avaliação pelo
EVA/MVA
•Outros modelos de avaliação

Análise Fundamentalista

Gestão baseada em valor • ROE x ROCE x ROA • WACC • EVA e
Gestão baseada em
valor
• ROE x ROCE x ROA
• WACC
• EVA e MVA
• Estratégia e GBV
Simulação de risco na avaliação de empresas •Análise de Sensibilidade •Análise de Risco por Simulação
Simulação de risco na
avaliação de empresas
•Análise de Sensibilidade
•Análise de Risco por
Simulação de Monte Carlo

Essência da análise fundamentalista

Dizer que existem pessoas que sabem deduzir por investigaç ão, na

contabilidade financeira e em outros dados, a riqueza das empresas, é confirmar que o valor econômico das empresas está , por defini ç ão, no

consumo futuro dos donos do capital, e pode ser calculado por processo analí tico. Se aceitarmos que pessoas com este poder analí tico e investigat ório atuam no mercado de tí tulos, talvez devêssemos concluir, por conseguinte, que existem agentes que enriquecem consistentemente no mercado de aç ões, isto é, que possuem a condiç ão de obter, em suas aplicaç ões, um rendimento

consistentemente anormal , superior ao custo de capital . Para tanto

identificariam a distância entre o preç o das aç ões e seus valores intrí nsecos, vendendo ou comprando conforme a diferen ç a . Algo mais contudo seria necessário para que este esfor ç o de investigaç ão desse lucros. Seria preciso tamb ém que o mercado buscasse o equil í brio do

valor intrí nseco dos papé is de agentes informados atrasadamente. Não

basta marchar num passo próprio, é preciso que os outros marchem junto, logo depois.

[Graciano Sá O valor das empresas Documenta Histórica Editora, 2ª Ed - pág. 324.]

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Análise Fundamentalista

5

Valor intrínseco é aquele valor da empresa

justificado pelos fatos, isto é, pelos

ativos, ganhos, dividendos, e prospectos

definitivos incluindo o fator gerencial”

[Graham, B. Dodd, D.L. e Cottle, S. Security Analisys: principles and techiniques [1934], McGraw Hill, 4ª edição, 1962.]

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Análise Fundamentalista

6

Conceito de análise fundamentalista

“É a técnica que procura analisar com

profundidade a condição financeira e os

resultados operacionais de uma empresa

específica e o comportamento subjacente de

suas ações ordinárias”. Gitman & Joehnk (2005)

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Análise Fundamentalista

7

Subclassificação dos Fundamentalistas

Subclassificação dos Fundamentalistas Growth Investment Value Investment Ciclo de vida da empresa Nascimento Alto
Subclassificação dos Fundamentalistas Growth Investment Value Investment Ciclo de vida da empresa Nascimento Alto
Subclassificação dos Fundamentalistas Growth Investment Value Investment Ciclo de vida da empresa Nascimento Alto
Subclassificação dos Fundamentalistas Growth Investment Value Investment Ciclo de vida da empresa Nascimento Alto

Growth Investment

Value Investment

Ciclo de vida da empresa
Ciclo de vida da empresa

Nascimento

Alto Crescimento

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Análise Fundamentalista

Estabilidade

Declínio

8

Projeções de: Juros Câmbio Inflação PIB Etc
Projeções de:
Juros
Câmbio
Inflação
PIB
Etc

Abordagem

TOP DOWN

Panorama econômico do mundo e do país

Abordagem TOP DOWN Panorama econômico do mundo e do país Análise dos impacto nos diferentes setores
Abordagem TOP DOWN Panorama econômico do mundo e do país Análise dos impacto nos diferentes setores

Análise dos impacto nos

diferentes setores

(Quem ganha? Quem perde?)

Filtragem das empresas com

potenciais ganhos em cada setor

Filtragem das empresas com potenciais ganhos em cada setor Análise Qualitativa (Vantagens competitivas) Análise

Análise Qualitativa (Vantagens competitivas)

em cada setor Análise Qualitativa (Vantagens competitivas) Análise Quantitativa (Valuation) Vantagens competitivas

Análise Quantitativa (Valuation)

Vantagens competitivas Qualidade da administração Governança Indicadores econ-financ Projeções financeiras
Vantagens competitivas
Qualidade da administração
Governança
Indicadores econ-financ
Projeções financeiras
Valuation (valor intrínseco)

Descartar

momentaneamente

|9

9

Sim Não De acordo com o perfil da carteira?
Sim
Não
De acordo
com o perfil
da carteira?

Análise Fundamentalista

Determinar peso de acordo com as preferências de risco e retorno e restrição de capital
Determinar peso de acordo
com as preferências de risco
e retorno e restrição de
capital
Prof. Marcelo Arantes Alvim
Determinar peso de acordo com as preferências de risco e retorno e restrição de capital Prof.

Universo de investimentos

Universo de investimentos •Grandes empresas •Pequenas empresas Temos aproximadamente 500 empresas listadas na
Universo de investimentos •Grandes empresas •Pequenas empresas Temos aproximadamente 500 empresas listadas na
Universo de investimentos •Grandes empresas •Pequenas empresas Temos aproximadamente 500 empresas listadas na
•Grandes empresas •Pequenas empresas Temos aproximadamente 500 empresas listadas na Bovespa
•Grandes empresas
•Pequenas empresas
Temos aproximadamente
500 empresas listadas na
Bovespa

Abordagem BOTTOM UP

Altos dividendos e baixo

crescimento

Setores tradicionais

Baixos dividendos e alto

crescimento

Setores novos e de inovação

e alto crescimento Setores novos e de inovação Primeira listagem Filtrar por indicadores fundamentais de
e alto crescimento Setores novos e de inovação Primeira listagem Filtrar por indicadores fundamentais de

Primeira listagem

Setores novos e de inovação Primeira listagem Filtrar por indicadores fundamentais de mercado (P/L;
Filtrar por indicadores fundamentais de mercado (P/L; RSPL; Dividend Yield, etc) ANÁLISE QUALITATIVA •Qualidade da
Filtrar por indicadores
fundamentais de mercado (P/L;
RSPL; Dividend Yield, etc)
ANÁLISE QUALITATIVA
•Qualidade da administração
•Governança Corporativa
•Vantagens competitivas
Deve conter até 100 empresas
Deve conter até 100 empresas
ANÁLISE QUANTITATIVA •Indicadores econômicos e financeiros sólidos •Valuation deve indicar valor intrínseco
ANÁLISE QUANTITATIVA
•Indicadores econômicos e
financeiros sólidos
•Valuation deve indicar valor
intrínseco bem abaixo do valor de
mercado.

Descartar

momentaneamente

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Análise dos Fundamentos

Sim Não De acordo com o perfil da carteira?
Sim
Não
De acordo
com o perfil
da carteira?

Análise Fundamentalista

Determinar peso de acordo com as preferências de risco e retorno e restrição de capital
Determinar peso de acordo
com as preferências de risco
e retorno e restrição de
capital
Prof. Marcelo Arantes Alvim
Determinar peso de acordo com as preferências de risco e retorno e restrição de capital Prof.

Cálculo do preço justo

Saldo de caixa Valor presente dos fluxos de caixa atual operacionais no período de excesso
Saldo de caixa
Valor presente dos
fluxos de caixa
atual
operacionais no
período de excesso de
retorno
Valor presente do
valor residual da
empresa
Valor Presente das Dívidas
(Debt)
Valor total da empresa
(Entreprise Value)
Valor Intrínseco do Patrimônio Líquido
(valor da empresa para o acionista =
Equity Value)
Valor Intrínseco por Ação
Valor
Intrínseco
por Ação
o acionista = Equity Value) Valor Intrínseco por Ação Maior que o preço de mercado? =>

Maior que o preço de mercado? => COMPRAR

por Ação Maior que o preço de mercado? => COMPRAR Menor que o preço de mercado?

Menor que o preço de mercado? => VENDER

Análise Fundamentalista

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de mercado? => VENDER Análise Fundamentalista Prof. Marcelo Arantes Alvim Número de Ações em Circulação 1
Número de Ações em Circulação
Número de Ações
em Circulação

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Valor intrínseco por ação (exemplo)

Valor intrínseco por ação (exemplo) Prof. Marcelo Arantes Alvim Análise Fundamentalista 12

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Análise Fundamentalista

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Características de um fundamentalista

Excessiva preocupação com a “qualidade do investimento”.

Horizonte de manutenção do investimento: médio e longo prazo

Avesso ao risco.

Acredita na existência do ativo real por trás do ativo financeiro.

Acredita que o ambiente econômico impacta o ativo, mas a

qualidade da empresa é quem dita a decisão.

Mantém o ativo na carteira em ambiente de alta volatilidade e incerteza por causa dos fundamentos da empresa.

Está preocupado com a geração e distribuição do fluxo de caixa.

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Dinâmica do Mercado de Capitais

“O mercado de ações é como uma corrida de cavalos.

Para ganhar dinheiro, sua aposta não deve ser no favorito o cavalo mais veloz. De preferência, deve

ser no cavalo que corre mais rápido do que o

esperado e termina entre os primeiros. Com freqüência o cavalo mais veloz é também o favorito

por causa das altas expectativas, mas paga pouco se

vencer, pois o elevado volume de apostas leva o rateio para baixo e, portanto, também o prêmio.

[Tom Copeland e Aaron Dolgoff Superando expectativas de retorno com

EBM. Ed. Bookman, 2009. Pá. 34]

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O Mercado de Capitais e as Corporações

Idéia inovadora

O Mercado de Capitais e as Corporações Idéia inovadora Modelo de Negócio Mercado de Capitais CAPITAL

Modelo de Negócio

e as Corporações Idéia inovadora Modelo de Negócio Mercado de Capitais CAPITAL EMPREGADO Métrica: ROCE
e as Corporações Idéia inovadora Modelo de Negócio Mercado de Capitais CAPITAL EMPREGADO Métrica: ROCE

Mercado

de Capitais

Idéia inovadora Modelo de Negócio Mercado de Capitais CAPITAL EMPREGADO Métrica: ROCE NCG ATIVOS FIXOS

CAPITAL

EMPREGADO Métrica: ROCE

NCG
NCG
ATIVOS FIXOS
ATIVOS
FIXOS

FINANCIAMENTO

Métrica: WACC

DEBT
DEBT
EQUITY
EQUITY
FIXOS FINANCIAMENTO Métrica: WACC DEBT EQUITY 1. Decisão de Investimento 2. Decisão de Capital de Giro

1. Decisão de Investimento

2. Decisão de Capital de Giro

3.Decisão de Financiamento

2. Decisão de Capital de Giro 3.Decisão de Financiamento Busca Dividendos + Valorização do preço da

Busca Dividendos + Valorização do preço da ação no mercado

Dividendos + Valorização do preço da ação no mercado Acionista (Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo
Acionista (Principal) 15
Acionista
(Principal)
15

Administrador

(Agente)
(Agente)
no mercado Acionista (Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0
no mercado Acionista (Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0
no mercado Acionista (Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0
no mercado Acionista (Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0

Objetivo maior

(Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0 Maximizar o valor da
(Principal) 15 Administrador (Agente) Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0 Maximizar o valor da

Busca ROCE>WACC => EVA > 0

Objetivo maior Busca ROCE>WACC => EVA > 0 Maximizar o valor da empresa para o acionista
Maximizar o valor da empresa para o acionista
Maximizar o valor da empresa para o acionista

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Análise Fundamentalista

Ciclo de vida das empresas

Ciclo de vida das empresas Você encontrará Nascedouro / Alto crescimento Crescimento Estabilidade Declínio

Você encontrará

Nascedouro / Alto crescimento

Crescimento

Estabilidade

Declínio

Moderado

Taxa de crescimento das Receitas

Alta

Moderada

Estável

Declinante

Lucros e Fluxo de Caixa

Negativo

Moderadamente

Altamente positivo

Declinante

positivo

Volatilidade no

Alta

Moderada

Estável

Alta

preço das ações

Custo de

Capital

Alto

Alto com tendência para baixo

Estável

Alto

Endividamento

Baixo ou nulo

Médio com tendência para alto

Alto

Alto com tendência para baixo

Política de

Payout

nulo

Payout crescente

Payout alto

Payout declinante

dividendos

(Payout= Dividendos sobre o Lucro)

Alavancagem

Operacional

Alta

Moderada

Estável

Alta

Alavancagem

financeira

Baixa

Moderada

Alta

Alta

 

Fluxo de Caixa

 

Fluxo de Caixa

 

Modelo de Valuation

Descontado + Opções Reais

Fluxo de Caixa Descontado

Descontado

Opções Reais

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Introdução • O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista •
Introdução
• O que é analise
fundamentalista
• Características de
um analista
fundamentalista
• Empreendedorismo
e mercado de
capitais
Principais análises da saúde
econômica e financeira de
uma empresa
• Análise do Balanço
Patrimonial
• Análise da DRE
• EBITDA (ou LAJIDA)
• Análise da DFC
• Análise do capital de giro e
da liquidez segundo o
modelo Fleuriet

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A informação contábil e o mercado de capitais • Demonstrações financeiras produzidas pela contabilidade
A
informação contábil
e
o mercado de
capitais
Demonstrações
financeiras
produzidas pela
contabilidade
financeira
Informações
relevantes para o
investidor
Valuation
•Valor do dinheiro no tempo e
principais séries financeira
utilizadas em valuation
•Modelo de avaliação por
dividendos descontados –
dividendos em 1 e 2 estágios;
e modelo de Gordon
•Modelo de avaliação pelo
fluxo de caixa descontado
•Modelo de avaliação pelo
EVA/MVA
•Outros modelos de avaliação

Análise Fundamentalista

Gestão baseada em valor • ROE x ROCE x ROA • WACC • EVA e
Gestão baseada
em valor
• ROE x ROCE x ROA
• WACC
• EVA e MVA
• Estratégia e GBV
Simulação de risco na
avaliação de empresas
•Análise de Sensibilidade
•Análise de Risco por
Simulação de Monte Carlo

Demonstrações Financeiras

Nova estrutura dos balanços pela lei 11.638/07

Demonstração do Resultado do Exercício e o

conceito de lucro operacional genuíno

Demonstração do fluxo de caixa e sua utilidade para análise das decisões financeiras da empresa

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Principais Demonstrações Financeiras

Antes da Lei 11.638/07

Após a Lei 11.638/07

Balanço Patrimonial-BP

Balanço Patrimonial-BP

Demonstração do Lucro o

Demonstração de Lucros

Prejuízo Acumulado-DLPA Demonstração do Resultado do Exercício-DRE

ou Prejuízos Acumulados- DLPA Demonstração do Resultado do Exercício-DRE Demonstração do Fluxo de Caixa-DFC

Se Cia Aberta,

Demonstração de Origens e Aplicação de Recursos

Demonstração do Valor Adicionado-DVA

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Balanço Patrimonial pela antiga lei 6.404/76

ATIVO

PASSIVO + PL

Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Investimentos Imobilizado

Circulante Exigível a Longo Prazo Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido

Diferido

Capital Social

Reservas de Capital Reservas de Reavaliação

Reservas de Lucros

Lucros ou Prejuízos Acumulados

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Balanço Patrimonial pela nova lei 11.638/07

ATIVO

PASSIVO + PL

Circulante

Circulante

Não Circulante Realizável a Longo Prazo Investimentos

Não Circulante Exigível a Longo Prazo Resultados Não Realizados

Imobilizado

Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital

 

Intangível

Diferido

Reservas de Lucros

Reservas de Reavaliação Ajustes de Variação Patrimonial Ações em Tesouraria

Prejuízos Acumulados

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Demonstração do Resultado em 31/12/XXXX nova lei 11.638/07

Receita Líquida de Vendas (-) Custo dos Produtos, Mercadorias ou Serviços Vendidos (=) Lucro ou Prejuízo Bruto (+-) Receitas (despesas) operacionais

(-) Comerciais

(-) Gerais e administrativas (-) Honorários da administração (+-) Resultado da Equivalência Patrimonial (-) Participação a empregados

(+-) Outras receitas (despesas) operacionais (=) Lucro (Prejuízo) Operacional antes do resultado financeiro (-) Despesas financeiras (+) Receitas financeiras

(=) Lucro (Prejuízo) antes do IR+CS

(-) Provisão para IR+CS (=) Lucro antes da participação de acionistas não controladores (-) Participação de acionistas não controladores

(=) Lucro Líquido do Exercício

Receita Bruta de Vendas e Impostos/Deduções sobre vendas são partes integrantes

das Notas Explicativas

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DFC pela nova lei 11.638/07

a) Fluxo de Caixa Operacional Lucro Líquido (+) Depreciação do Período (-) Var. Duplicadas a
a) Fluxo de Caixa Operacional
Lucro Líquido
(+) Depreciação do Período
(-) Var. Duplicadas a Receber
(+) Var. de Duplicatas a Pagar
(+) Variação de Impostos sobre Venda a Pagar
(+) Variação de outras contas oper. a pagar
b) Fluxo de Caixa de Investimentos
(-) Desembolso (Reembolso) com Imobilizados
(-) Desembolsos com RLP
c ) Fluxo de Caixa de Financiamentos
(+) Ingressos (Pagamentos) de Novos Financiamentos LP
(-) Amortização de Financiamentos (principal)
(+)Aumento (diminuição) do capital social
(-) Pagamento de dividendos
Superávit (Déficit) de Caixa no Período (a - b + c)

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23

DFC como deveria ser

a) Fluxo de Caixa Operacional EBIT (+) Depreciação do período (=) EBITDA (-) Var. NCG
a) Fluxo de Caixa Operacional
EBIT
(+) Depreciação do período
(=) EBITDA
(-) Var. NCG
b) Flx Caixa de Investimentos
(-) Desembolso (Reembolso) com Imobilizados
(-) Desembolsos com RLP
c ) Flx Caixa de Financiamentos
(+) Ingressos (Pagamentos) de Novos Financiamentos LP
(-) Amortização de Financiamentos (principal)
(+)Aumento (diminuição) do capital social
(-) Pagamento de dividendos
(-) Pagamento (recebimento) de juros
(-) Pagamento de IR+CS
Superávit (Déficit) de Caixa no Período (a - b + c)

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A DFC ajuda a identificar o estágio do ciclo de vida da empresa

Padrões de Fluxo de Caixa para análise Tipos de Empresa A B C D FCO
Padrões de Fluxo de Caixa para análise
Tipos de Empresa
A
B
C
D
FCO ($)
-3
7
15
8
(-) FCI ($)
15
12
8
2
(+) FCF ($)
18
5
-7
-6
(=) FC gerado
0
0
0
0

A = empresa na fase de nascedouro

B = empresa na fase de alto crescimento

C = empresa na fase de estabilidade

D = empresa na fase de declínio

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Informação relevante para o analista/investidor

Balanço oficial

ATIVO

PASSIVO

Circulante Não Circulante Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Intangível

Circulante Não Circulante Exigível a Longo Prazo Resultados Não Realizados Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital Reservas de Lucros Ajustes de Variação Patrimonial Ações em Tesouraria Prejuízos Acumulados

Balanço contábil gerencial

CAPITAL

FINANCIAMENTOS

OPERACIONAL

EMPREGADO

Necessidade de Capital

DEBT Financiamentos de Curto Prazo Financiamentos de Longo Prazo

de Giro

EQUITY

Ativo Não Circulante

Capital Social Reservas de Capital Reservas de Lucros

Ajustes de Variação

Patrimonial Ações em Tesouraria Prejuízos Acumulados

CAPITAL NÃO

FINANCIAMENTOS

OPERACIONAL

EMPREGADO

Excesso de Caixa Outros ativos não operacionais

Normalmente EQUITY

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Informação relevante para o investidor

Balanço contábil gerencial

CAPITAL

OPERACIONAL

EMPREGADO

FINANCIAMENTOS

Necessidade de Capital de Giro

Ativo Não Circulante

DEBT

Financiamentos de

Curto Prazo Financiamentos de Longo Prazo

EQUITY

Valor contábil por ação x quantidade de ações

Balanço a preço de mercado

CAPITAL

OPERACIONAL

EMPREGADO

FINANCIAMENTOS

Valor de mercado do

capital operacional

DEBT Valor de mercado da dívida de CP

Valor de mercado da

dívida de LP

EQUITY

Valor de mercado do

PL = quantidade de

ações x preço de mercado da ação

Se valor de mercado > valor contábil => MVA positivo => Goodwill positivo

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27

Resumo

Resumo Prof. Marcelo Arantes Alvim Análise Fundamentalista 28

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28

Introdução • O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista •
Introdução
• O que é analise
fundamentalista
• Características de
um analista
fundamentalista
• Empreendedorismo
e mercado de
capitais
Principais análises da saúde
econômica e financeira de
uma empresa
• Análise do Balanço
Patrimonial
• Análise da DRE
• EBITDA (ou LAJIDA)
• Análise da DFC
• Análise do capital de giro e
da liquidez segundo o
modelo Fleuriet

Prof. Marcelo Arantes Alvim

A informação contábil e o mercado de capitais • Demonstrações financeiras produzidas pela contabilidade
A
informação contábil
e
o mercado de
capitais
Demonstrações
financeiras
produzidas pela
contabilidade
financeira
Informações
relevantes para o
investidor
Valuation
•Valor do dinheiro no tempo e
principais séries financeira
utilizadas em valuation
•Modelo de avaliação por
dividendos descontados –
dividendos em 1 e 2 estágios;
e modelo de Gordon
•Modelo de avaliação pelo
fluxo de caixa descontado
•Modelo de avaliação pelo
EVA/MVA
•Outros modelos de avaliação

Análise Fundamentalista

Gestão baseada em valor • ROE x ROCE x ROA • WACC • EVA e
Gestão baseada em
valor
• ROE x ROCE x ROA
• WACC
• EVA e MVA
• Estratégia e GBV
Simulação de risco na
avaliação de empresas
•Análise de Sensibilidade
•Análise de Risco por
Simulação de Monte Carlo

ROA = Return on Asset

Medida de rentabilidade do ativo total

Lucro Líquido / Ativo total

ROA=

Receita: 200 (-) Custos e despesas operacionais: 100

(-) Despesas

financeiras: 20

(-) IR:

(=) Lucro Líquido: 60

20

financeiras: 20 (-) IR: (=) Lucro Líquido: 60 20 Circulante: 100 Caixa: 20 Estoques: 80 Não

Circulante: 100

Caixa: 20 Estoques: 80

Não Circulante Imobilizado: 500

Total do Ativo:

600

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= 10%

30

ROE = Return on Equity

Medida de rentabilidade do acionista

Lucro Líquido / Patrimônio Líquido

ROE=

Receita: 200 (-) Custos e despesas operacionais: 100

(-) Despesas financeiras: 20

(-) IR:

(=) Lucro Líquido: 60

20

financeiras: 20 (-) IR: (=) Lucro Líquido: 60 20 Patrimônio Líquido: 300 = 20% ROE deve

Patrimônio Líquido: 300

= 20%

ROE deve ser comparado com o custo de capital próprio (Ke)

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31

Alavancagem

Medida de alavancagem do retorno do acionista

Circulante: 100

Caixa: 20

Estoques: 80

Não Circulante Imobilizado: 500

Total do Ativo:

600

DEBT: 300

EQUITY: 300

Total :

600

Alavancagem contábil = Ativo /Equity

Alavancagem contábil = 600 / 300 = 2,0

ROE = ROA x ALAV. CONT. = 10% x 2,0 = 20%

Se multiplicarmos ROA por Vendas/Vendas teremos:

ROA x V/V = LL/AT x V/V = LL/V x V/AT = Margem Líquida x Giro do Ativo Total

Logo

ROE = Margem Líquida x Giro do Ativo Total x Alavancagem Contábil

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32

ROCE = Return on Capital Employed

Mede a rentabilidade do ativo operacional empregado

Lucro Operacional / Capital Empregado

Receita: 200 (-) Custos e despesas operacionais: 100 (=) EBIT: 100

200 (-) Custos e despesas operacionais: 100 (=) EBIT: 100 Caixa: 20 Estoques: 80 Não Circulante

Caixa: 20 Estoques: 80

Não Circulante Imobilizado: 500

CAP. EMPREG:

580

ROCEpré IR=

NCG + ATIVO NÃO CIRCULANTE OPERACIONAL

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

LO antes do IR = EBIT LO após IR = NOPAT

= 17,24%

33

ROCE pós IR

EBIT x (1-t ) = NOPAT: 75

ROCE pós IR EBIT x (1-t ) = NOPAT: 75 Caixa: 20 Estoques: 80 Não Circulante

Caixa: 20 Estoques: 80

Não Circulante

Imobilizado: 500

CAP. EMPREG:

580

ROCEpós IR=

NCG + ATIVO NÃO

CIRCULANTE

OPERACIONAL

= 12,93%

ROCE pós IR deve ser comparado com o WACC
ROCE pós IR deve ser comparado com o WACC

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

34

Prof. Marcelo Arantes Alvim Análise Fundamentalista ROCE por setor EUA Fonte: McKinsey 35

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

ROCE por setor

EUA

Fonte: McKinsey

35

A alavancagem deve ser favorável ao acionista.

Vamos analisar a seguinte fórmula:

favorável ao acionista. Vamos analisar a seguinte fórmula: ROE = (1 – t) x [ ROCE

ROE = (1 t) x [ ROCEpré IR + ( ROCEpré IR Ki ) x (D/E) ]

t) x [ ROCE pré IR + ( ROCE pré IR – Ki ) x (D/E)

A alavancagem (D/E) só é favorável ao acionista se ROCEpré IR > Ki.

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Análise Fundamentalista

36

Endividamento ótimo

CAPITAL EMPREGADO

1.000

1.000

1.000

1.000

1.000

1.000

% EQUITY

100%

70%

50%

30%

20%

18%

% DEBT

0%

30%

50%

70%

80%

82%

EQUITY

1.000

700

500

300

200

180

DEBT

0

300

500

700

800

820

D / E

0

0,43

1,00

2,33

4,00

4,56

EBIT

150,00

150,00

150,00

150,00

150,00

150,00

ROCE antes do IR

15,00%

15,00%

15,00%

15,00%

15,00%

15,00%

Ki

11,00%

11,43%

12,00%

13,33%

15,00%

15,56%

Juros

0,00

34,29

60,00

93,33

120,00

127,56

Lucro antes do IR

150,00

115,71

90,00

56,67

30,00

22,44

IR (34%)

51,00

39,34

30,60

19,27

10,20

7,63

Lucro Líquido

99,00

76,37

59,40

37,40

19,80

14,81

ROE (LL/PL)

9,90%

10,91%

11,88%

12,47%

9,90%

8,23%

Aplicação da fórmula estendida

9,90%

10,91%

11,88%

12,47%

9,90%

8,23%

PONTO ÓTIMO =>

     

X

   

ENDIVIDAMENTO

0,00%

30,00%

50,00%

70,00%

80,00%

82,00%

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Análise Fundamentalista

37

16,00% 14,00% 12,00% 10,00% 8,00% 6,00% 0% 30% 50% 70% 80% 82% Endividamento ROE com
16,00%
14,00%
12,00%
10,00%
8,00%
6,00%
0%
30%
50%
70%
80%
82%
Endividamento
ROE com alavancagem
Ki
ROCE pré IR
ROE sem alavancagem

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Análise Fundamentalista

38

EVA e Gestão Baseada em Valor

EVA (ECONOMIC VALUE ADDED)

O que é

Métrica utilizada pela maioria das empresas para acompanhamento do desemepenho econômico das empresas e suas unidades estratégicas.

Significado

Economic Value Added (Valor Econômico Adicionado)

EVA = (% Retorno do Capital Empregado % Custo de Capital) x CAPITAL EMPREGADO

Empregado – % Custo de Capital) x CAPITAL EMPREGADO Retorno = Lucro Operacional / Capital Empregado

Retorno = Lucro Operacional / Capital Empregado

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Análise Fundamentalista

Operacional / Capital Empregado Prof. Marcelo Arantes Alvim Análise Fundamentalista Custo de Oportunidade do Capital 39

Custo de Oportunidade do

Capital

39

EVA e Valor da Empresa

Presente Futuro Ano 1 2 3 N Lucro Operacional após IR (-) Custo de Capital
Presente
Futuro
Ano 1
2
3
N
Lucro Operacional após IR
(-) Custo de Capital
xxx
xxx
xxx xxx
(xx)
(xx ) (xx)
MVA (Market
Value Added)
(xx)
Valor
(=) EVA
x
x
x
x
Econômico
da Empresa
Descontado a valor
presente pelo custo
médio de capital
Hoje
Quanto maior a base de
Valor
Contábil do
Capital
Empregado
Hoje
capital empregado, maior o
custo de capital, menor o
EVA e MVA.
Só se deve aumentar a base
se prever aumentos mais
que compensadores no lucro
operacional.
média é de 15%
para médias e
grandes empresas
40
Prof. Marcelo Arantes Alvim
Análise Fundamentalista

Estratégias corporativas e valor da empresa

400 350 70 300 60 250 45 200 360 45 150 40 100 50 100
400
350
70
300
60
250
45
200
360
45
150
40
100
50
100
ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS
0
VALOR

Valor hoje

A

B

C

D

E

Valor

potencial

VALOR Valor hoje A B C D E Valor potencial Novas oportunidades de negócios Novos Melhorias
VALOR Valor hoje A B C D E Valor potencial Novas oportunidades de negócios Novos Melhorias

Novas oportunidades de negócios

D E Valor potencial Novas oportunidades de negócios Novos Melhorias operacionais clientes Engenharia financeira

Novos

Melhorias

operacionais

clientes

Engenharia

financeira

Desinvestimentos

Novos sócios

41

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Análise Fundamentalista

Decisão em Fusões & Aquisições

Sinergia é o aumento de valor pela combinação de duas entidades.

Há ganhos de sinergia quando:

Valor (A+B) > Valor (A) + Valor (B)

Valor da Custos de transação sinergia Valor da empresa Alvo Valor antes da fusão das
Valor da
Custos de transação
sinergia
Valor
da
empresa
Alvo
Valor
antes da
fusão
das
empresas
Valor
integradas
da
empresa
Quanto pagar pela sinergia?
adquirente
antes da
fusão

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42

Análise Fundamentalista

Decisão dos controladores

Reflexo

Decisão dos controladores Reflexo Valor Valor da Criado Sinergia Esperada Prêmio pago Bom negócio Prêmio pago
Decisão dos controladores Reflexo Valor Valor da Criado Sinergia Esperada Prêmio pago Bom negócio Prêmio pago
Valor Valor da Criado Sinergia Esperada Prêmio pago
Valor
Valor da
Criado
Sinergia
Esperada
Prêmio pago
Bom negócio
Bom
negócio
da Criado Sinergia Esperada Prêmio pago Bom negócio Prêmio pago Preço pago na aquisição da firma-alvo
Prêmio pago Preço pago na aquisição da firma-alvo
Prêmio pago
Preço pago na
aquisição da firma-alvo

Goodwill

(MVA)

Goodwill (MVA)
Goodwill (MVA)

Valor de mercado

Justo da firma-alvo

Valor Contábil Valor contábil da firma-alvo
Valor
Contábil
Valor contábil da
firma-alvo
firma-alvo Valor Contábil Valor contábil da firma-alvo Preço das ações da compradora Preço das ações da
firma-alvo Valor Contábil Valor contábil da firma-alvo Preço das ações da compradora Preço das ações da

Preço das ações

da compradora

Preço das ações da compradora
Preço das ações
da compradora
ações da compradora Preço das ações da compradora Mau negócio Valor Destruído Valor da Prêmio pago
ações da compradora Preço das ações da compradora Mau negócio Valor Destruído Valor da Prêmio pago
Mau negócio
Mau
negócio
Valor Destruído Valor da Prêmio pago Sinergia Esperada
Valor
Destruído
Valor da
Prêmio pago
Sinergia
Esperada

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Análise Fundamentalista

43

WACC

Custo médio ponderado dos capitais = média ponderada

CAPITAL

EMPREGADO

600

DEBT: 300 a valor de mercado

EQUITY: 300

a valor de mercado

a valor de mercado EQUITY: 300 a valor de mercado Ki = custo de capital de
a valor de mercado EQUITY: 300 a valor de mercado Ki = custo de capital de

Ki = custo de capital de terceiros (dívidas onerosas) antes do IR

Ke = custo de capital próprio

Alíquota do IR sobre o lucro

Ke = custo de capital próprio Alíquota do IR sobre o lucro WACC = Ke x

WACC = Ke x (E/D+E) + Ki(1-t) x (D/D+E)

Modelo CAPM:

Ke = Rf + Beta da empresa x (RM Rf)

Modelo CAPM: Ke = Rf + Beta da empresa x (RM – Rf) Se dívida bancária:

Se dívida bancária: custo do contrato Se título de dívida: YTM do título

44

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Análise Fundamentalista

Ke = Custo de Capital Próprio

Geralmente duas abordagens:

CAPM (Markowitz & Sharpe) => mais usado

APT (Ross)

(Markowitz & Sharpe) => mais usado • APT (Ross) CAPM => Ke = Prêmio pela espera
(Markowitz & Sharpe) => mais usado • APT (Ross) CAPM => Ke = Prêmio pela espera
(Markowitz & Sharpe) => mais usado • APT (Ross) CAPM => Ke = Prêmio pela espera

CAPM => Ke = Prêmio pela espera + Prêmio pelo risco

CAPM => Ke = Prêmio pela espera + Prêmio pelo risco Ke = Risk Free rate

Ke = Risk Free rate + Beta x (Prêmio de risco histórico de mercado)

Obs.: adaptamos este modelo para o Brasil acrescentando mais dois fatores de risco: risco-país e risco cambial ( a ser estudado no módulo valuation)

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Análise Fundamentalista

45

Prêmio de Risco Histórico de Mercado EUA (RM-Rf) ≈ 5%

Prêmio de Risco Histórico de Mercado EUA (RM-Rf ) ≈ 5% Prof. Marcelo Arantes Alvim Análise

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Análise Fundamentalista

46

Exemplo de apuração do Beta da empresa

(empresa ALL) => Beta = 1,10

COTAÇÕES ALLL1 X IBOVESPA ( 2007 e 2008)
COTAÇÕES ALLL1 X IBOVESPA ( 2007 e 2008)
Dia Ibovespa % Ibov A L L % A L L
Dia
Ibovespa
% Ibov
A L L
%
A L L
( 2007 e 2008) Dia Ibovespa % Ibov A L L % A L L 02/01/2007
02/01/2007 45382 0,00% 22,40 0,00% 03/01/2007 44445 -2,06% 22,55 0,67% 04/01/2007 44019 -0,96% 22,01 -2,39%
02/01/2007
45382
0,00%
22,40
0,00%
03/01/2007
44445
-2,06%
22,55
0,67%
04/01/2007
44019
-0,96%
22,01
-2,39%
05/01/2007
42245
-4,03%
21,95
-0,27%
08/01/2007
42829
1,38%
21,97
0,09%
09/01/2007
42006
-1,92%
21,70
-1,23%
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
27/07/2009
54548
0,17%
11,08
-1,25%
28/07/2009
54471
-0,14%
11,02
-0,54%
29/07/2009
53734
-1,35%
11,36
3,09%
30/07/2009
54478
1,38%
11,67
2,73%
31/07/2009
54765
0,53%
11,78
0,94%

Obs: os parâmetros da regressão precisam passar nos testes estatísticos normalmente exigidos em econometria.

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Análise Fundamentalista

47

Beta Alavancado x Beta Não-Alavancado

(equação de Hamada)

Trata-se da incorporação do risco de alavancagem financeira no custo de capital próprio (Ke). Quanto maior D/E maior o risco e maior o custo de capital próprio.

11

A

NA

t

D E

/

N A

A

11

t

D E

/

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Análise Fundamentalista

48

CAPM no Brasil

Ke em moeda americana = Rf + BetaAlavancado x (RM Rf + RB)

americana = Rf + Beta Alavancado x (RM – Rf + RB) RB = Risco Brasil

RB = Risco Brasil

Parâmetros Americanos, portanto, em US$

Conversão de KeUS$ para KeR$

K em moeda brasileira

e

  1

K

 

1

Inflação BR

 

eUS$


1

Inflação EUA

  1

Fundamento: válido para projeções de longo prazo, horizonte o qual é razoável aceitar a teoria da Paridade do Poder de Compra.

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Análise Fundamentalista

49

Ki = Custo de Capital de Terceiros

Kd = Ki x (1-t) = custo da dívida após IR

Lógica do retorno requerido pelo credor:

Taxa Básica (taxa livre de risco) Spread do credor + Remuneração pela espera (fator tempo)
Taxa Básica
(taxa livre de risco)
Spread do credor
+
Remuneração pela
espera
(fator tempo)
Ki
Remuneração pela
probabilidade de
falência
(fator risco)

D/ (D + E)

Classificação de Risco

Spread

0%

AAA

0,30%

10%

AAA

0,30%

20%

A+

1,00%

30%

A-

1,50%

40%

BB

2,50%

50%

B+

3,00%

60%

B-

5,00%

70%

CCC

6,00%

80%

CC

7,50%

90%

C

9,00%

O credor faz um rating da empresa
O credor faz um rating
da empresa
7,50% 90% C 9,00% O credor faz um rating da empresa 50 Prof. Marcelo Arantes Alvim

50

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Análise Fundamentalista

TÍTULO DE DÍVIDA

Se a dívida for composta por títulos emitidos no mercado, seu custo é determinado

pela YTM (a taxa de juros efetiva calculada pela TIR do fluxo prometido)

Exemplo de um título de dívida:

CUPONS VALOR DE FACE VP = ? 0 1 2 10 . . . .
CUPONS
VALOR DE
FACE
VP = ?
0
1
2
10
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Cupom = R$100
R$100
R$100
R$100
R$100
R$100
R$100
R$100
R$100
R$100

R$1.000

Valor do Título (VP da Dívida) = VP dos Cupons + VP do Valor de Face

VP

1

PMT

k

i

1

k

i

(1

k

i

)

t

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ANUIDADE

Análise Fundamentalista

F

(1

K

i

)

t

51

Ki = YTM para títulos de dívidas corporativas com mercado

secundário ativo (com liquidez)

corporativas com mercado secundário ativo (com liquidez) $1.000 $80 A n o 1 Ano 20 $1.000

$1.000

$80

com mercado secundário ativo (com liquidez) $1.000 $80 A n o 1 Ano 20 $1.000 YTM
com mercado secundário ativo (com liquidez) $1.000 $80 A n o 1 Ano 20 $1.000 YTM
com mercado secundário ativo (com liquidez) $1.000 $80 A n o 1 Ano 20 $1.000 YTM

Ano 1

Ano 20

$1.000

YTM = Yield to Marurity = TIR = custo bruto efetivo do título

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Análise Fundamentalista

Introdução

Introdução • O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista •
• O que é analise fundamentalista • Características de um analista fundamentalista • Empreendedorismo e
• O que é analise
fundamentalista
• Características de
um analista
fundamentalista
• Empreendedorismo
e mercado de
capitais
Principais análises da saúde
econômica e financeira de
uma empresa

Análise do Balanço Patrimonial

Análise da DRE

EBITDA (ou LAJIDA)

Análise da DFC

Análise do capital de giro e da liquidez segundo o

modelo Fleuriet

do capital de giro e da liquidez segundo o modelo Fleuriet Prof. Marcelo Arantes Alvim A

Prof. Marcelo Arantes Alvim

A informação contábil e o mercado de capitais • Demonstrações financeiras produzidas pela contabilidade
A
informação contábil
e
o mercado de
capitais
Demonstrações
financeiras
produzidas pela
contabilidade
financeira
Informações
relevantes para o
investidor
Valuation
•Valor do dinheiro no tempo e
principais séries financeira
utilizadas em valuation
•Modelo de avaliação por
dividendos descontados –
dividendos em 1 e 2 estágios;
e modelo de Gordon
•Modelo de avaliação pelo
fluxo de caixa descontado
•Modelo de avaliação pelo
EVA/MVA
•Outros modelos de avaliação

Análise Fundamentalista

Gestão baseada em valor • ROE x ROCE x ROA • WACC • EVA e
Gestão baseada em
valor
• ROE x ROCE x ROA
• WACC
• EVA e MVA
• Estratégia e GBV
Simulação de risco na
avaliação de empresas
•Análise de Sensibilidade
•Análise de Risco por
Simulação de Monte Carlo

Demonstrações Contábeis EXEMPLO S.A.

 

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO - HISTÓRICO

 

2006

2007

2008

2009

2010

Receita de Vendas de Mercadorias

1.315

1.389

1.375

1.540

1.756

(-) Impostos s/ Vendas (PIS/ICMS/COFINS/ISS)

250

292

316

316

404

(=) Receita Líquida de Vendas de Merc .

1.065

1.097

1.059

1.224

1.352

(-) CMV, CPV ou CSP (exceto depreciação ) *

693

735

741

734

744

(-) Depreciação alocada ao CPV

127

139

146

221

222

(=) Lucro Bruto

246

223

171

268

386

(-) Despesas Operacionais

75

77

74

86

95

(-) Depreciação alocada às despesas operacionais

37

41

43

67

68

(=) EBIT

134

105

54

115

224

(-) Despesas Financeiras

54

16

23

296

376

(+) Receita Financeira

79

56

70

0

0

(=) Lucro Antes do Imposto de Renda

159

145

101

-181

-151

(-) Imposto de Renda

54

49

34

0

0

(=) Lucro (Prejuízo) Líquido

105

95

66

-181

-151

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

CAGR
CAGR

4

7,5%

12,7%

6,1%

1,8%

15,0%

12,0%
12,0%
6,1% 15,9%
6,1%
15,9%

13,8%

62,3%

-100,0%

12,0% 6,1% 15,9% 13,8% 62,3% -100,0% #NÚM! -100,0% #NÚM!

#NÚM!

-100,0%

#NÚM!
#NÚM!

54

6,75
6,75

2,25

1,5

1

2

4,5 3 1,5 2 1 1 2 2
4,5
3
1,5
2
1
1
2
2

2

Ano 1

Ano 2

Ano 3

Ano 4

1 2 4,5 3 1,5 2 1 1 2 2 2 Ano 1 Ano 2 Ano

Crescimento de

50%

Crescimento de

50%

Crescimento de

50%

CAGR  

0

i

último

primeiro

1/

n

1

6,75

2

 

1

1/ 4

Média Simples

Prof. Marcelo Arantes Alvim

último

primeiro

  1

n 1

Análise Fundamentalista

6,75

1

2

 

4

1

1

1

50%

79,17%

55

Análise Horizontal da DRE

 

ANÁLISE HORITONTAL - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (%)

 

2007

2008

2009

2010

Receita de Vendas de Mercadorias

5,6%

-1,0%

12,0%

14,0%

(-) Impostos s/ Vendas (PIS/ICMS/COFINS/ISS)

16,7%

8,4%

0,0%

27,7%

(=) Receita Líquida de Vendas de Merc.

3,0%

-3,5%

15,6%

10,5%

(-) CMV, CPV ou CSP (exceto depreciação) *

6,2%

0,8%

-0,9%

1,3%

(-) Depreciação alocada ao CPV

9,4%

5,3%

51,4%

0,3%

(=) Lucro Bruto

-9,2%

-23,2%

56,4%

44,1%

(-) Despesas Operacionais

3,0%

-3,5%

15,6%

10,5%

(-) Depreciação alocada às despesas operacionais

9,4%

5,3%

55,9%

0,3%

(=) EBIT

-21,3%

-48,6%

112,8%

94,6%

(-) Despesas Financeiras

-69,7%

41,1%

1181,9%

26,8%

(+) Receita Financeira

-29,7%

25,2%

-100,0%

NA

(=) Lucro Antes do Imposto de Renda

-9,0%

-30,4%

-280,0%

-16,3%

(-) Imposto de Renda

-9,0%

-30,4%

-100,0%

NA

(=) Lucro (Prejuízo) Líquido

-9,0%

-30,4%

-372,7%

-16,3%

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Análise Fundamentalista

56

Análise Vertical da DRE

   

Análise Vertical da DRE

 
 

2006

2007

2008

2009

2010

Itens

(=) Receita Líquida de Vendas de Merc.

100,0%

100,0%

100,0%

100,0%

100,0%

(-) Custo das Mercadorias Vendidas

76,9%

79,7%

83,8%

78,1%

71,4%

(=) Lucro Bruto

23,1%

20,3%

16,2%

21,9%

28,6%

(-) Despesas Operacionais

7,0%

7,0%

7,0%

7,0%

7,0%

(-) Depreciação

3,5%

3,7%

4,1%

5,5%

5,0%

(=) EBIT

12,6%

9,6%

5,1%

9,4%

16,6%

(-) Despesas Financeiras

5,1%

1,5%

2,2%

24,2%

27,8%

(=) Lucro Antes do Imposto de Renda

14,9%

13,2%

9,5%

-14,8%

-11,2%

(-) Imposto de Renda

5,1%

4,5%

3,2%

0,0%

0,0%

(=) Lucro (Prejuízo) Líquido

9,8%

8,7%

6,3%

-14,8%

-11,2%

Prof. Marcelo Arantes Alvim

Análise Fundamentalista

57

BALANÇO PATRIMONIAL HISTÓRICO

2006

2007

2008

2009

2010

Itens (R$ mil)

ATIVO

Ativo Circulante

897

1.081

411

702

2.077

Caixa & Aplicações Financeiras

 

555

695

-

-

1.262

Duplicatas a Receber

180

190

188

380

433

Estoques

129

161

188

253

303

Outros Ativos Circulantes

   

3

3

3 5

3 4

6 9

7 9

Ativo Não Circulante

2.061

1.990

3.284

2.961

2.647

Realizável a Longo Prazo

   

3

0

3 0

3 0

3 0

3 0

Ativo Imobilizado+Intangível Bruto

 

2.563

2.698

4.208

4.221

4.245

(-) Depreciação/Amortização Acumulada

533

738

954

1.291

1.628

(=) Imobilizado Líquido

 

2.031

1.960

3.254

2.931

2.617

Total do ATIVO

2.958

3.071

3.695

3.663

4.723

PASSIVO

 

Passivo Circulante

311

320

912

1.052

1.128

Empréstimos para Cob. Caixa (hot mone

-

-

610

783

783

Fornecedores

 

8

1

8 6

8 6

8 6

8 7

Obrigações Sociais e Fiscais

   

3

6

4 2

4 6

4 6

5 8

Financiamentos CP

   

1

6

1 0

2

4

6 4

Juros sobre CP + Dividendos a Pagar

 

5

2

4 8

3 3

-

-

Outros Passivos Circulantes

 

126

134

135

134

135

Passivo Não Circulante

2.647

2.752

2.783

2.611

3.595

Exigível a Longo Prazo

110

167

165

175

611

Financiamentos

LP

110<