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ANO XXII

184

09/10/2014

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING

Nesta edição:

Clipping Geral

estado de minas - m G - P. 21 - 09.10.2014

 estado de minas - m G - P. 21 - 09.10.2014 O parque é uma
 estado de minas - m G - P. 21 - 09.10.2014 O parque é uma

O parque é uma aprazível janela para Belo Horizonte e, além de não ser aproveitado como recurso ambiental, é ignorado como ponto turístico

C ont

estado de minas - m G - P. 21 - 09.10.2014

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F o LH a de s P - s P P. a 4 - 09.10.2014

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diário do ComérCio onLine ( LeGisLação ) - mG - BrasiL - 09.10.2014

STJ planeja reduzir entrada de recursos

 

Brasília - O Superior Tribu-

semelhantes, esses processos fi- caram suspensos nos tribunais inferiores e pararam de chegar

entraram mais de 30 mil proces- sos sobre o tema no Estado. O Nurer gaúcho entrou em contato

“Precisamos de rápida iden-

nal de Justiça (STJ) quer ampliar

ao STJ”, disse ontem o ministro

com o ministro, que é relator de

a

identificação dos recursos re-

Paulo de Tarso Sanseverino.

caso sobre o tema no STJ, que

petitivos, casos com tese seme- lhante que tramitam nos vários tribunais do país, para evitar a subida dos processos à Corte. A proposta é “racionalizar” o traba- lho em coordenação com os tri- bunais estaduais e federais para

Também serão tomadas me-

Desde setembro, o tribunal conta com a Comissão Especial de Recursos Repetitivos, lidera- da por Sanseverino, para discutir o assunto. A preocupação é com o aumento contínuo do número de

Aumento “vertiginiso” - Da-

imediatamente declarou o re- curso como caso representativo de controvérsia, para suspender todas as ações sobre o mesmo tema.

definir de maneira mais rápida

processos em tramitação no país.

tificação do problema e busca

casos semelhantes que chegam

Em 1990, logo após a criação, o

de

soluções”, disse Sanseverino.

na Justiça e, assim que identifi-

STJ recebeu 15 mil processos.

O

recebimento de volume mui-

cados, determinar a “afetação”

No ano passado, o número che-

to

alto de processos no STJ, de

de todos os processos - ou seja,

gou a 310 mil. A distribuição dos

acordo com ele, prejudica a aná-

suspender a tramitação em todas as instâncias até o julgamento pelo STJ.

didas dentro do STJ para evitar a distribuição de número grande de agravos aos ministros e reconhe-

mais de 300 mil processos no STJ corresponde a uma média de 10 mil casos por ano para cada um dos 30 ministros analisar.

dos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que até

lise das demandas individuais “que ficam perdidas na multidão de processos”, disse. Para esti- mular que os núcleos de maneira adequada, o STJ convocou uma reunião para o dia 3 de novem- bro com todos os tribunais do país.

cer a entrada de casos com de-

o

fim do ano a Justiça brasilei-

ra

pode alcançar 100 milhões de

Serão tomadas medidas

manda repetida em cada seção A seção de Direito Privado já con-

ta, desde junho do ano passado, com um núcleo específico para verificar recursos repetitivos. Em um ano, foi possível diminuir em 30% a distribuição de processos aos ministros. A intenção é criar núcleos deste tipo para as outras duas seções da Corte - a de direi-

casos em tramitação. “O aumen- to tem sido vertiginoso”, obser- vou Sanseverino. A maioria dos tribunais do país já conta com núcleos destinados à coordena- ção de processos referentes a re- cursos repetitivos, chamados de Nurer. A intenção é estimular o trabalho de cada núcleo nos 27

também dentro da própria Corte, entre elas a tentativa de evitar a distribuição de número elevado de agravos para os ministros. Os agravos em recurso especial, uma forma de recurso, represen- tam hoje 60% dos processos da Corte.

to

público e a de direito penal.

tribunais estaduais e cinco tribu-

 

Em mais de 90% dos casos,

 

o

tribunal nega o agravo. Para

O núcleo analisa a entrada de recursos ligados a empresas classificadas como “grandes de- mandantes” - da área de telefo- nia e da área financeira. Cerca de 1.500 processos por mês eram dirigidos ao núcleo, mas com a identificação dos temas repetiti- vos o número caiu para 500 em um ano. “No momento que se começa a fazer afetação de temas

nais federais, que abrangem cer- ca de 80% de toda a jurisdição do país.

Sanseverino mencionou o núcleo do TJ do Rio Grande do Sul como exemplo de bom fun- cionamento. Foi a Justiça gaúcha que identificou o crescimento de processos que questionam nota de crédito dada a consumidores por empresas. Em um único dia,

mudar esse cenário, o tribunal pretende criar um núcleo espe- cial para fazer a triagem prévia destes recursos e rejeitar de ime- diato o que não deve prosperar. “Queremos também aprimorar o cadastro dos recursos para facili- tar a comunicação geral aos tri- bunais quando há decisão sobre um assunto afetado”, afirmou. (AE)

FoLHa de sP - sP - on Line - 09.10.2014

Prefeitura decide quando abolir sacola plástica

segundo Justiça, executivo fixará data para fiscalização; ainda cabe recurso à decisão

CLAUDIA ROLLI PAULO

DE SÃO

A Prefeitura de São Paulo de-

cidirá quando a proibição das saco- linhas plásticas deve começar para valer nos supermercados da cidade, informou o Tribunal de Justiça do Estado São Paulo.

No último dia 1º, o órgão espe- cial do TJ decidiu que a lei é cons- titucional e informou à Prefeitura, no dia seguinte da decisão, em fax enviado ao gabinete do prefeito Fer- nando Haddad.

Até o início da noite desta quar- ta-feira (8), porém, a Prefeitura de São Paulo não sabia informar sobre o prazo em que deve começar a fis- calizar a proibição de sacolinhas.

A decisão da Justiça de São Pau-

lo não é definitiva, e o Sindiplast (Sindicato da Indústria do Material Plástico do Estado de São Paulo) já

informou que irá recorrer.

“Estamos aguardando a publi- cação do acórdão para pedir a sus- pensão dessa decisão absurda”, diz Jorge Luiz Kaimoti Pinto, advogado do sindicato. “Em 42 outras cidades do Estado há decisões contrárias a essa, a lei foi considerada inconsti- tucional.”

Procurada, a Apas (Associação Paulista dos Supermercados) não se pronunciou sobre a questão.

A lei das sacolinhas (nº 15.374)

foi criada em 2011 e prevê que a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente fiscalize a distribui- ção das embalagens plásticas, consi- deradas danosas ao meio ambiente, nos supermercados paulistanos.

Para o Procon-SP, a Prefeitura deve estipular um prazo para que o consumidor seja informado pelos es- tabelecimentos sobre a não distribui- ção de sacolas plásticas.

“Os supermercados que ofere- cem as sacolas devem fixar carta- zes em lugar visível, informando as pessoas sobre o encerramento da oferta”, informa o órgão, que está acompanhando os desdobramentos do assunto.

Segundo o Procon-SP, o consu- midor não pode ser prejudicado pela lei.

CONSTITUIÇÃO

A disputa sobre o uso ou não das sacolinhas na capital paulista come- çou em 0, quando o Sindiplast entrou com uma ação questionando a constitucionalidade da lei e conse- guiu uma liminar que permitia o uso das embalagens na cidade.

Com a decisão publicada nes- ta terça, a liminar fica teoricamente suspensa.

Segundo a assessoria de impren- sa do TJ, como o acórdão não foi pu- blicado, não é possível definir o pra- zo em que a decisão judicial entrará em vigor. Por isso, a decisão cabe à Prefeitura.

“Em cidades como Guarulhos, Osasco e Barueri, a lei foi considera- da inconstitucional, e o uso foi per- mitido”, diz o advogado do sindicato sobre as cidades da região metropo- litana de São Paulo. “O TJ tem que uniformizar suas decisões. Vamos pedir isso, se não essa questão vai virar um bagunça.”

estado de minas - mG - P. 08 - 09.10.2014

 estado de minas - mG - P. 08 - 09.10.2014

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