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Sessão 4

O Modelo de Autoavaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de


operacionalização (Parte I)

“There are many tools and methods to use to evaluate school library media centers. It’s important to
identify the issue you want to address, identify the data you need to collect, match the correct
evaluative method to gather that data, analyze it, and report it to the appropriate people. By
following these steps, you’ll realize many benefits and potential improvements to your program.” (Texto da
sessão 4, p. 1)
Everhart, Nancy. Evaluation of School Library Media Centers: demonstrating quality, Library Media
Connection, March, 2003

“Medir os outcomes (Impactos) significa, no entanto, ir mais além, no


sentido de conhecer o benefício para os utilizadores da sua interacção com
a biblioteca. A qualidade não deriva nesta acepção, da biblioteca em si
mesma ou do seu peso intrínseco, mas do valor atribuído pelos utilizadores
a esse benefício, traduzido numa mudança de conhecimento,
competências, atitudes, valores, níveis de sucesso, bem‐estar, inclusão, etc.
(…) O modelo de auto‐avaliação das bibliotecas escolares procurou orientar‐
se sobretudo segundo uma filosofia de avaliação baseada em
outcomes e de natureza essencialmente qualitativa, reflectindo a
tendência geral das políticas educativas e de gestão e avaliação das
escolas, também elas fortemente orientadas para os resultados” (Texto da
sessão 4, p. 2)
A Auto-avaliação da Biblioteca Escolar tem como pano de fundo essencial aferir o seu
contributo para as aprendizagens, para o sucesso educativo e para a promoção da
aprendizagem ao longo da vida. Pretende dotar a BE de um instrumento indispensável ao
plano de desenvolvimento, e determinar, até que ponto, a missão e os objectivos estabelecidos
para a BE estão ou não a ser alcançados e o valor que a comunidade educativa lhe atribui.

Problema/ Diagnóstico

A BE tem vindo a desenvolver esforços no sentido de promover a literacia de


informação junto aos alunos e professores. Situação que se tem vindo a justificar com a
implementação do Plano Tecnológico de Educação. Assim, a BE tem desenvolvido actividades:
formação dos utilizadores, produção de diversos materiais de apoio, guiões de pesquisa bem
como tentar incentivar a utilização novas tecnologias nas práticas lectivas por parte dos
professores.
Torna-se, por isso, importante aferir o impacto que este trabalho tem tido nas
aprendizagens dos alunos e verificar, até que ponto, a biblioteca tem tido uma acção
incentivadora de mudanças na prática e metodologias dos professores.

Identificação do objecto de avaliação


Para aferir o impacto da BE nas competências tecnológicas de informação dos alunos,
bem como o grau de eficiência dos serviços prestados neste domínio pela BE, será objecto de
avaliação o domínio Promoção da Literacia da Informação, nomeadamente nos subdomínios
A.2.2. Promoção do ensino em contextos de competências de informação da
escola/agrupamento e A.2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas digitais e de
informação dos alunos na escola/agrupamento.

Domínio – A – Promoção da Literacia da Informação

Indicadores Factores Critérios de Evidências Acções para a


sucesso melhoria/
exemplos
PROCESSO

• A BE procede, em ligação com


as estruturas de coordenação
educativa e de supervisão • Plano de Actividades • Introduzir uma
pedagógica, ao levantamento nos da BE; política orientada para
currículos das competências de • Referências à BE: o ensino sistemático e
informação inerentes a cada - no projecto em contexto curricular
departamento curricular/área educativo e curricular de competências de
disciplinar com vista à definição - nos projectos informação.
de um currículo de competências
transversais adequado a cada
curriculares das • Planear
A. 2. 2. Promoção do turmas. antecipadamente com
ano/ciclo de escolaridade.
ensino em contexto • Registos de os docentes o trabalho
de competências de • A BE promove a integração,
reuniões/contactos. de pesquisa a realizar
informação da com as estruturas de na BE.
escola/agrupamento coordenação educativa e • Registos de
supervisão pedagógica e dos projectos/actividades • Incentivar a
formação dos
docentes, de um plano para a • Materiais de apoio
docentes e da equipa
literacia da informação no projecto produzidos e editados.
educativo e curricular e nos da BE na área da
projectos curriculares das turmas literacia da
(decorrente do ponto anterior). informação.
• Estabelecer um
• A BE propõe um modelo de plano articulado e
pesquisa de informação a ser progressivo (ao longo
usado por toda a escola/ dos vários anos/ciclos
agrupamento. de escolaridade) para
o desenvolvimento
das competências de
• A BE estimula a inserção nas informação.
unidades curriculares, áreas de
projecto, estudo
acompanhado/apoio ao estudo e
outras actividades, do ensino e
treino contextualizado de
competências de informação.
• A BE produz e divulga, em
colaboração com os docentes,
guiões de pesquisa e outros
materiais de apoio ao trabalho de
exploração dos recursos de
informação pelos alunos.

• A equipa da BE participa, em
cooperação com os docentes, nas
actividades de ensino de
competências de informação com
turmas/grupos/alunos.
Indicadores Factores Critérios de Evidências Acções para a
sucesso melhoria/
exemplos
IMPACTO

• Os alunos utilizam, de acordo


com o seu ano/ciclo de • Introduzir uma
escolaridade, linguagens, política na escola
suportes, modalidades de • Observação de orientada para o
recepção e de produção de utilização da BE ensino sistemático e
informação e formas de (O1). em contexto curricular
A.2.4 Impacto da BE comunicação variados, entre os • Trabalhos escolares de competências
nas competências quais se destaca o uso de dos alunos (T1). tecnológicas, digitais e
tecnológicas digitais ferramentas e media digitais. • Estatísticas de de informação.
e de informação dos utilização da/s BE.
alunos na • Os alunos incorporam no seu
• Questionário aos
• Incentivar a
escola/agrupamento. trabalho, de acordo com o formação dos
docentes (QD1).
ano/ciclo de escolaridade que docentes e
frequentam, as diferentes fases • Questionário aos da equipa da BE na
do processo de pesquisa e alunos da (QA1). área das TIC e da
tratamento de informação: • Análise diacrónica literacia da
identificam fontes de informação e das avaliações dos informação.
alunos.
seleccionam • Adoptar um modelo
informação, recorrendo quer a de pesquisa uniforme
obras de referência e materiais para toda a escola.
impressos,
quer a motores de pesquisa, • Produzir guiões e
directórios, bibliotecas digitais ou outros materiais de
outras fontes de informação apoio à pesquisa e
electrónicas, organizam, utilização da
sintetizam e comunicam a informação pelos
informação tratada e avaliam os alunos.
resultados do trabalho realizado. • Reforçar a
• Os alunos demonstram, de articulação entre a BE
acordo com o seu ano/ciclo de e o trabalho de sala
escolaridade, compreensão sobre de aula.
os problemas éticos, legais e de
responsabilidade social
associados ao acesso, avaliação
e uso da informação e das novas
tecnologias.
• Os alunos revelam em cada
ano e ao longo de cada ciclo de
escolaridade, progressos no uso
de competências tecnológicas,
digitais e de informação nas
diferentes disciplinas e áreas
curriculares.
Etapas do Processo de Auto-avaliação da BE

Etapas do processo Intervenientes Calendarização

Avaliação diagnóstica, elaboração do perfil da BE e


Equipa da BE
selecção do domínio a avaliar. Setembro

Professores Bibliotecários
Envolvimento da Direcção da Escola na selecção do
Directora do Agrupamento Setembro/Outubro
domínio. Elaboração do Plano de Avaliação.

Referências à BE no projecto educativo e curricular e


nos projectos curriculares das turmas. Professores Bibliotecários Setembro/Outubro

Divulgação do Plano de Avaliação ao Conselho


Coordenadora da BE
Pedagógico Novembro
Conselho Pedagógico

Professores Bibliotecários
Produção de materiais de apoio e edição dos
Coordenadora do PTE Contínuo
mesmos

Elaboração dos instrumentos e Recolha de Professores Bibliotecários


evidências ( questionários a alunos e professores, Equipa da BE
Novembro/Dezembro
grelhas de observação de utilização, estatísticas de Coordenadora do PTE
Maio/Junho
utilização, …) Professores
Alunos

Professores Bibliotecários No final de cada período


Análise diacrónica das avaliações dos alunos.
Equipa da BE lectivo

Tratamento e análise dos dados recolhidos:


Professores Bibliotecários
identificação dos pontos fortes e fracos; benchmarks
Equipa da BE Janeiro a Junho
(relação com os standards de desempenho),
Coordenadora do PTE
definição de níveis de desempenho e perfil da BE

Elaboração do relatório
Professores Bibliotecários Julho

Reunião com a Direcção Executiva para avaliação Professores Bibliotecários


dos resultados obtidos e definição de acções para a Directora do Agrupamento
Julho
melhoria Coordenadora do PTE

Apresentação do relatório ao Conselho Pedagógico e Professores Bibliotecários


definição de acções para a melhoria Conselho Pedagógico Julho

Divulgação do Relatório de Avaliação da BE Professores Bibliotecários


Julho a Setembro

Apresentação do Planos de desenvolvimento Professores Bibliotecários


estratégico da BE (plano de melhoria) Conselho Pedagógico Setembro / Outubro

Possíveis constrangimentos
- Dificuldade em aferir a contribuição directa da BE no sucesso educativo e na mudança de
atitude dos professores face às novas tecnologias;
- Fraca motivação da alguns elementos da equipa devido a falta de formação específica;
- Alguma dificuldade em dedicar a atenção apenas a um domínio, quando na realidade temos
de desenvolver um pouco dos quatro;
- Alguma resistência da comunidade educativa em colaborar em todas estas acções;
- Possíveis dificuldades no tratamento de alguns dados recolhidos.

A FORMANDA: MARIA TERESA TOMÁS JORGE PEDRO