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Actividade 2: Análise e comentário crítico

A Formanda: Maria Teresa Tomás Jorge Pedro

Seleccionei para esta análise e comentário crítico os relatórios de Avaliação Externa do


Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira e Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes
Lopes, realizados nos anos lectivos de 2007/2008.

Agrupamento de Escolas Professor Paula Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes


Nogueira Lopes
II - Caracterização do Agrupamento II - Caracterização do Agrupamento
“(…)no bloco principal (…) localizam-se 11 salas de aula, “(…) No “bloco novo”(…) funcionam a biblioteca
um ginásio, a biblioteca escolar/centro de escolar/centro de recursos(BE/CRE), o auditório, cinco
recursos(BE/CRE).” salas de informática (…)”

IV – Avaliação por factor IV – Avaliação por factor


2.1. Articulação e sequencialidade 2. Prestação do serviço Educativo
“(…) salienta-se, pela positiva, a participação dos alunos “(…) O estabelecimento de estratégias de remediação para
do 1º CEB em actividades da BE/CRE e na Mostra alunos que revelam maiores dificuldades (…) e os “Grupos
Cultural que têm lugar na escola-sede. Sublinhe-se, de Apoio” que funcionam na BE/CRE.(..)”
igualmente, o facto de uma docente do 2º CEB se 2.3. Diferenciação e apoios
deslocar à EB1, para contar histórias aos alunos, no “(…) de muitas dinâmicas de apoio, tais como a BE/CRE,
âmbito das interacções entre BE/CRE do Agrupamento. onde funcionam os “Grupos de Apoio(…)”
(..)” 3.2. Gestão dos recursos humanos
4.1. Abertura à inovação “(…) Quanto ao pessoal auxiliar, são considerados,
“(…)Na EB 2/3, apenas no bloco principal há acesso à prioritariamente, o perfil e a preparação para determinadas
Internet, através da “wireless” e o número de áreas como a BE/CRE, a reprografia (…)”
computadores disponíveis para os alunos, na BE/CRE, é 3.3. Gestão dos recursos materiais e financeiros
insuficiente(…)” “(…) A acrescentar, aos espaços de Informática já
existentes, foi equipada uma sala para computadores
portáteis, ampliando as áreas de trabalho disponíveis para
a utilização dos alunos que consideram a BE/CRE como a
“jóia da coroa”, quer pelos recursos disponíveis, quer
porque constitui um bom espaço de trabalho onde podem
recorrer, em caso de dificuldade, aos “Grupos de
Apoio(…)”
4.2. Motivação e empenho
“(…) quer na sua entrega a projectos e actividades que têm
vindo a alterar positivamente as dinâmicas internas e a
projecção no exterior, através da BE/CRE e do Núcleo de
Ambiente, para além da Semana Cultural(…)”
4.3. Abertura à inovação
“(…) a existência de um sistema de impressão
centralizado, sendo possível, através da ordem dada nos
espaços de trabalho dos docentes, recolher testes e outros
documentos impressos na reprografia ou na BE/CRE, sem
necessidade dos funcionários(…)”

Pela análise destes dois relatórios constatei que as referências à Biblioteca são
mínimas/escassas, sendo essencialmente referida como uma espaço físico e como um espaço de
trabalho com acesso a computadores e internet ou, ainda, que presta apoio aos alunos e que conta
histórias. Verifiquei que nesta avaliação externa foi ignorada a importância que a biblioteca exerce
na escola/agrupamento junto dos alunos, docentes e comunidade, em geral. Com o novo Modelo de
Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, pretende-se colocar a biblioteca no centro do processo de
ensino-aprendizagem. Contudo, para que a biblioteca seja valorizada é necessário mudar as
atitudes/mentalidades dos docentes e da direcção das escolas.

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