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RUÍDO

AGENTES FÍSICOS

  • 1. Conceitos básicos MOVIMENTO ONDULATÓRIO

Movimento Vibratório que se propaga em meios elásticos. Por meio elástico entendemos aquele que deformado, volta ao seu estado primitivo, logo que cessa a causa deformadora. Ex.: gases, líquidos e sólidos.

SOM

Define-se som qualquer vibração ou conjunto de vibrações ou ondas mecânicas que podem ser ouvidas.

RUÍDO

Do ponto de vista subjetivo, o ruído ou barulho pode ser definido como um som desagradável.

“O ruído é o fenômeno físico vibratório com características indefinidas de variações de pressão

(no caso ar) em FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA, isto é, para uma dada frequência podem existir, em

forma aleatória através do tempo, variações de diferentes pressões”.

O ruído e o barulho são interpretações subjetivas e desagradáveis do som.

o

Ruído contínuo ou intermitente

Entende-se por Ruído Contínuo ou Intermitente, para os fins de aplicação de Limites de Tolerância, o ruído que não seja ruído de impacto.

o

Ruído de impacto

Entende-se por ruído de impacto aquele que apresenta picos de energia acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo.

FREQUÊNCIA (f)

Frequência (f) é a número de oscilações por segundo do movimento vibratório do som. Para uma onda sonora em propagação, é o número de ondas que passam por um determinado referencial em um intervalo de tempo

 ESPECTRO SONORO Para a vibração ser ouvida pelo ser humano é necessário que a frequência

ESPECTRO SONORO

Para a vibração ser ouvida pelo ser humano é necessário que a frequência situe-se entre 20 e

20.000 Hz.

 ESPECTRO SONORO Para a vibração ser ouvida pelo ser humano é necessário que a frequência

Todos os sons com frequência inferior a 20 Hz são denominados infrassons.

Todos os sons com frequência superior a 20.000 Hz são denominados ultrassons.

Estes sons não são captados pelo ouvido humano, embora possam ser captados por outros animais.

NÍVEL DE PRESSÃO SONORA

O nível de pressão sonora (NPS) determina a intensidade do ruído. O NPS é medido em N/m². O limiar de audibilidade é de 2 x 10 -5 ou 0,00002 N/m², ou seja, é a intensidade mínima necessária para o som ser audível. Quando o NPS atinge 200 N/m², a pessoa exposta começa a sentir dor no ouvido (limiar da dor). Para não utilizar uma escala em 1 milhão de unidades, utiliza-se uma escala logarítmica, o decibel (dB) como unidade.

Onde:

2 x 10 -5 ou 0,00002 N/m² = 0 dB 200 N/m² = 140 dB.

Por ser uma escala logarítmica, não se pode somar algebricamente dois NPS. Por exemplo 10 dB + 10 dB não é simplesmente 20 dB.

  • 2. EFEITOS DO RUÍDO NO ORGANISMO

Os efeitos do ruído no organismo podem ser diretamente na audição ou extra-auditivos.

 

a)

Efeitos auditivos

A exposição ocupacional ao ruído acima do limite de tolerância pode levar o trabalhador à perda da audição. Essa exposição a um nível de ruído elevado produz excitações excessivas das células ciliadas, responsáveis por transformar as vibrações em estímulos nervosos, causando sua destruição gradual. Depois de destruídas, essas células não mais se regeneram resultando, portanto, na perda irreversível da audição. A Destruição das células ciliadas inicia-se naquelas localizadas na volta inicial da cóclea, no ponto sensível a sons nas frequências de 3000 a 6000 Hz, espalhando progressivamente para as frequências mais altas e mais baixas. Assim, no início do processo, o indivíduo não percebe a alteração da audição, uma vez que não atinge as frequências de comunicação oral, que está compreendida entre 250 e 2000Hz. Todavia, com o aumento da exposição as perdas progridem para a referida faixa de frequência.

Outro efeito direto do ruído na audição é o trauma acústico que é a perda auditiva repentina, após a exposição a um nível de ruído muito intenso, por exemplo, uma explosão. O trauma acústico diferencia-se da surdez, já que esta instala-se paulatinamente (aos poucos), após exposições prolongadas e repetitivas durante meses ou anos ao ruído excessivo.

 

b)

Efeitos extra-auditivos

Os efeitos do ruído não limitam-se ao aparelho auditivo. Também ocorre alterações em vários órgãos e sistemas e também reações psíquicas devido a exposição ao ruído. A exposição ao ruído pode:

 

Alterar o sistema cardiovascular;

Causar distúrbios gastrointestinais;

Causar irritabilidade, nervosismo, vertigens e insônia.

Causar alterações endócrinas.

A suscetibilidade individual tem grande influência nos efeitos do ruído no organismo. Algumas pessoas acostumam-se com a exposição e parecem não sofrer os efeitos, já outras são extremamente sensíveis, sofrendo alterações diversas em locais ruidosos.

3.

AVALIAÇÃO DO RUÍDO

A avaliação do ruído pode ser feita com os seguintes objetivos:

 

a)

Avaliação do ruído ocupacional

Visa constatar os possíveis riscos de dano auditivo que podem ser causados pelo ruído e seu respectivo controle.

 

b)

Avaliação do ruído para a caracterização da insalubridade

c)

Avaliação para fins de aposentadoria especial

d)

Avaliação para fins de conforto

4.

MEDIDAS DE CONTROLE

As medidas de controle de ruído podem ser:

a)

Controle na fonte

Controlar na fonte significa evitar a geração do ruído, é possível fazer isso com as seguintes medidas:

Substituir um equipamento ruidoso por outro mais silencioso

Lubrificar o equipamento;

Reduzir impactos;

Regular motores e partes móveis;

Reapertar peças e estruturas;

Substituir materiais ruidosos entre outros.

b)

Controle no meio

Controlar o ruído no meio significa evitar a propagação do ruído ou fazer com que este perca o máximo de energia por absorção.

O isolamento acústico pode ocorrer evitando que o som se propaga a partir da fonte, enclausurando uma máquina por exemplo, ou evitando que o som chegue ao receptor.

c)

Controle no homem

Não sendo possível o controle do ruído na fonte e nem no meio, deve-se, como último recurso, adotar medidas de controle no homem. Essas medidas podem ser adotadas como medidas complementares às anteriormente citadas. O controle no homem pode ocorrer:

Limitação do tempo de exposição

Utilização de EPI Equipamento de Proteção Individual.

VIBRAÇÃO

A vibração é um agente muito próximo do ruído, a diferença essencial das vibrações é a faixa de frequência, uma vez que as vibrações situam-se, basicamente, na faixa de frequências de 0,5 a 1250 Hz.

  • 1. CONCEITO

É um movimento oscilatório de um corpo devido a forças desequilibradas de componentes rotativos e movimentos alternados de uma máquina ou equipamento. Se o corpo vibra, descreve um movimento oscilatório e periódico, envolvendo um deslocamento em um certo tempo.

A vibração é o resultado das trepidações provocadas por diversos tipos de máquinas e equipamentos motorizados, operados nas várias atividades profissionais. É um movimento repetitivo a partir de uma posição de repouso.

Ao contrário de outros agentes, onde o trabalhador é sujeito passivo, expondo-se aos riscos, no caso das vibrações, deve haver, caracteristicamente, o contato entre o trabalhador e o equipamento ou máquina que transmita a vibração.

  • 2. LEIS E NORMAS NR 15 NR 9 NHO 09 VCI NHO 10 VBM

  • 3. CLASSIFICAÇÃO DAS VIBRAÇÕES

    • a) Vibração de corpo inteiro (VCI)

São vibrações transmitidas ao corpo como um todo, geralmente por meio do contato do trabalhador com superfície do equipamento, tal como pés, costas, nádegas, etc. São de baixa frequência e alta amplitude, situam-se na faixa de 1 a 80 Hz, mais especificamente 1 a 20 Hz e são normatizadas pela ISO 2631.

  • b) Vibração de mãos e braços (VMB) Vibração localizada

São vibrações que atingem certas partes do corpo, especialmente mãos e braços, transmitidas normalmente pelo equipamento manual operado. Situam-se na faixa de 6,3 a 1250 Hz e são normatizadas pela ISO 5349.

  • 5. EFEITOS DAS VIBRAÇÕES NO ORGANISMO

Afecções dos músculos, ossos, tendões, articulações e vasos sanguíneos e doenças da coluna.

  • 5.1. Fatores que influenciam os efeitos da vibração no organismo:

Ponto de recebimento no corpo

Aceleração da oscilação

Frequência da oscilação

Tempo de dxposição

Frequência do próprio corpo

Ressonância

  • 6. CARACTERIZAÇÃO DAS VIBRAÇÕES

 Ressonância 6. CARACTERIZAÇÃO DAS VIBRAÇÕES A vibração pode ser caracterizada por deslocamento, velocidade, aceleração ou

A vibração pode ser caracterizada por deslocamento, velocidade, aceleração ou ainda, ser medida em decibéis.

  • 7. AVALIAÇÃO DAS VIBRAÇÕES

As vibrações devem ser avaliadas quantitativamente, uma vez que tem seus limites de tolerância estabelecidos na NR 15. A vibração é largamente medida por meio de sua aceleração em m/s². O equipamento utilizado para a avaliação das vibrações é o medidor de vibração acoplado a um acelerômetro (abaixo).

 Ressonância 6. CARACTERIZAÇÃO DAS VIBRAÇÕES A vibração pode ser caracterizada por deslocamento, velocidade, aceleração ou
  • 8. MEDIDAS DE CONTROLE Controle na fonte: Eliminar a geração de vibrações. Controle no meio: Reduzir a propagação das vibrações através do isolamento da fonte, ou controle da transmissão. Controle no homem: redução da exposição, programas de controle médico, utilização de EPI, utilização de ferramentas antivibração.

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