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19/08/2013

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Educação Física Curso de
Universidade Federal de Pernambuco
Centro de Ciências da Saúde
Departamento de Educação Física
Curso de Licenciatura em Educação Física
AtletismoAtletismo
SaltoSalto emem AlturaAltura
Prof. Esp. Luiz Antonio Nunes de Assis
Salto em Altura • História As primeiras referências do salto em altura vem, desde o
Salto em Altura
• História
As primeiras referências do salto em altura vem, desde o
século XIX a.C., que se realizavam os jogos de Tailti (nome
de uma aldeia do condado de Meath). Destes jogos faziam
parte lançamentos e saltos, entre os quais se fazia
referência ao salto em altura.
O salto em altura, propriamente dito, apenas se pratica
desde o século XIX. Os escoceses, irlandeses e ingleses
foram os primeiros atletas com resultados notáveis para a
época. As técnicas básicas de execução do salto em altura
foram evoluindo ao longo dos tempos, fruto da
investigação, das condições técnicas, da zona de queda e
das normas impostas pelo regulamento técnico de
atletismo.

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Salto em Altura • História No salto em altura, o atleta deve pular sobre uma
Salto em Altura • História No salto em altura, o atleta deve pular sobre uma
Salto em Altura
• História
No salto em altura, o atleta deve pular sobre uma
barra horizontal, chamada sarrafo, sem a ajuda de
qualquer aparato.
No início os atletas simplesmente ficavam parados
ao lado do sarrafo e, ao comando do árbitro,
pulavam, mas ao longo do tempo várias técnicas
foram desenvolvidas e aperfeiçoadas para que as
alturas alcançadas fossem cada vez maiores.
Salto em Altura • História
Salto em Altura
• História

O salto em altura durante a sua evolução esportiva teve a abordagem técnica do salto propriamente dito um dos seus destaques , onde poderemos entrar em detalhe mais adiante!

a abordagem técnica do salto propriamente dito um dos seus destaques , onde poderemos entrar em

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Salto em Altura • História O Salto em altura, que conhecemos hoje, faz parte dos
Salto em Altura • História O Salto em altura, que conhecemos hoje, faz parte dos
Salto em Altura
• História
O Salto em altura, que conhecemos hoje, faz parte dos Jogos
Olímpicos desde os primeiros Jogos Olimpicos da era moderna
em Atenas, 1896.
Já a participação das mulheres se iniciou no cronograma
olímpico em 1928 nas Olimpíadas de Amsterdã. Tendo como a
sua primeira campeã olímpica Ethel Catherwood do Canadá.
Salto em Altura • Definições O objetivo do salto para HAY (1978) é "obter o
Salto em Altura
• Definições
O objetivo do salto para HAY (1978) é "obter o máximo deslocamento do Centro de
Gravidade em uma dada direção".

No Atletismo observa-se a transposição, tanto de uma distância horizontal (salto triplo e salto em distância) como de uma altura (salto com vara e salto em altura), que podem ser realizadas com o auxílio de um objeto ou em saltos consecutivos como no caso do salto com vara e o salto triplo respectivamente.

Segundo (SCHMOLINSKY, 1982) a distância percorrida é determinada pela trajetória do centro de gravidade, que resulta da velocidade de saída, do ângulo de saída e da altura da saída.

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Salto em Altura • Prova de saltos Saltos • Salto em Altura Projeção • Salto
Salto em Altura
• Prova de saltos
Saltos
• Salto em Altura
Projeção
• Salto com vara
vertical do
Verticais
corpo
Objetiva alcançar a maior altura possível
em Altura Projeção • Salto com vara vertical do Verticais corpo Objetiva alcançar a maior altura
Salto em Altura • Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos
Salto em Altura
• Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos

Do ponto de vista da mecânica, os saltos podem ser classificados como movimentos do corpo sob a influência da força da gravidade e analisados segundo a lei de lançamento oblíquo.

Existem dois tipos de saltos/lançamentos: vertical, quando o corpo é projetado em função apenas de uma força dirigida para cima, e oblíquo, quando é resultante da composição de duas forças, uma vertical dirigida para cima e outra horizontal dirigida para frente. No contexto do Atletismo, prevalecem os saltos oblíquos, sendo que nos saltos horizontais predomina a componente

horizontal das forças e no saltos verticais irá predominar a componente vertical. O resultado do salto depende inicialmente da velocidade inicial de projeção do corpo e do seu ângulo de saída

(ângulo

de

projeção).

VIDIGAL, 2012

da velocidade inicial de projeção do corpo e do seu ângulo de saída (ângulo de projeção).

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Salto em Altura • Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos Para o atleta saltador
Salto em Altura • Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos Para o atleta saltador
Salto em Altura
• Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos
Para o atleta saltador em altura é importante,
primeiro, a força de impulsão e a flexibilidade,
bem como a capacidade de aprender uma das
técnicas modernas. A força de impulsão (absoluta)
é, pois, condição prévia para aprendizagem do
rolamento ventral e do “Técnica do Flop”, as
técnicas do salto em altura mais utilizadas. As
descrições que se referem, limitam-se, por isso, a
estas duas técnicas, nas quais devem ser
empregues os principais aspectos biomecânicos
do salto em altura.
A marca
do
salto
em
altura
é
formada
pelo
resultado de três componentes:
A1+A2+A3 = Altura do salto .

Disponível em: http://www.omundodacorrida.com/Altura.htm

Salto em Altura • Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos Então podemos ver que
Salto em Altura
• Provas de Saltos – Mecânica dos Saltos
Então podemos ver que os parâmetros que
determinam a distância e altura do voo são:
Força de impulsão
Sentido rítmico
Capacidade de reação
Flexibilidade e destreza
Sendo assim podemos analisar que a realização
do movimento como todo no salto em distância
pode se dividir em:
1 - Corrida de Balanço;
2- Chamada;
3- Voo;
4- Queda

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Salto em Altura • Provas de Saltos
Salto em Altura
• Provas de Saltos

O salto em altura consiste numa sequencia de movimentos cujo objetivo é a transposição de um obstáculo vertical. A força da gravidade é vencida por uma poderosa impulsão que lança o saltador em voo sobre o obstáculo. Nesse voo o centro de gravidade do atleta percorre uma trajetória de acentuada inclinação e de forma parabólica, que é predeterminada pela velocidade de saída, pelo ângulo de saída e pela altura de saída e que nenhum movimento do atleta no ar pode já modificar.

MORETTI,

saída, pelo ângulo de saída e pela altura de saída e que nenhum movimento do atleta
Salto em Altura • Área de Prova Corredor e área de impulsão O comprimento mínimo
Salto em Altura
• Área de Prova
Corredor e área de impulsão
O comprimento mínimo do corredor será de 15m,
exceto em competições realizadas sob a Regra 1.1 (a),
(b) , (c) e (f), onde o mínimo será de 20m.
Onde as condições permitirem, o comprimento mínimo
será de 25m.

A inclinação máxima do corredor nos últimos 15m do corredor e da área de impulsão, não deverá exceder de 1:250 no sentido de qualquer raio do centro da área semicircular entre os postes e ter um raio mínimo especificado na Regra 182.3 A área de queda deve ser colocada de forma que a aproximação do atleta seja acima da inclinação.

A área de impulsão deverá ser nivelada ou qualquer

inclinação deverá estar de acordo com os requisitos da Regra 182.4 e o Manual de Instalação de Pista e Campo

da IAAF.

CBAT,2012

deverá estar de acordo com os requisitos da Regra 182.4 e o Manual de Instalação de

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pt BR Salto em Altura Aparelhos • Área de prova Podem ser usados quaisquer tipos
pt BR
Salto em Altura
Aparelhos
• Área de prova
Podem ser usados quaisquer tipos de postes desde
que sejam rígidos. Eles deverão ter suportes para a
barra firmemente fixados a eles. Deverão ter altura
suficiente para exceder a altura atual em que a barra
está elevada em, pelo menos 10 cm. A distância
entre os postes não deverá ser menor que 4,00m
nem maior que 4,04m.
Os postes não deverão ser removidos durante a
competição, a menos que o Árbitro Geral considere
que as áreas de impulsão e queda estejam
impraticáveis. Neste caso a mudança só será feita
após uma fase ter sido completada.
CBAT, 2012
Salto em Altura Suportes para a barra • Área de prova Os suportes serão planos
Salto em Altura
Suportes para a barra
• Área de prova
Os suportes serão planos e retangulares, com 4cm de
largura e 6cm de comprimento. Eles devem ser fixados
firmemente aos postes e imóveis durante os saltos e
ficarão de frente para o poste oposto. As extremidades
da barra repousarão sobre eles de tal modo que, se a
barra for tocada por um atleta, ela cairá facilmente no
chão tanto para frente quanto para trás.
Os suportes não podem ser cobertos com borracha ou
com outro material que tenha o efeito de aumentar o
atrito entre eles e a superfície da barra, nem poderão
ter qualquer tipo de mola. Os suportes deverão ser da
mesma altura acima da área de queda imediatamente
abaixo de cada extremidade do sarrafo.
Deverá haver um espaço de pelo menos 1cm entre as
extremidades da barra e os postes.
CBAT, 2012

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Salto em Altura • Área de prova
Salto em Altura
• Área de prova

A área de queda deverá medir não menos que 5m x 3m atrás do plano vertical da barra. É recomendado que a área de queda seja no mínimo de 6m x 4m x 0,7m. Nota: Os postes e a área de queda deverão ser projetados de modo que haja um espaço entre eles de, pelo menos 10cm quando em uso, para evitar o deslocamento da barra caso haja um contato da área de queda com os postes pelo movimento daquela. CBAT, 2012

evitar o deslocamento da barra caso haja um contato da área de queda com os postes
Salto em Altura • Regulamentação Técnica
Salto em Altura
• Regulamentação Técnica

Um atleta pode começar a saltar em qualquer altura previamente anunciada pelo Árbitro Chefe e pode saltar, à sua escolha, em qualquer altura subsequente. Três falhas consecutivas, independentemente da altura na qual tais falhas ocorreram, desclassificam o competidor para outros saltos, exceto no caso de um empate no primeiro lugar. O efeito desta Regra é que um atleta pode rejeitar sua segunda ou terceira tentativa em uma particular altura (após falhar pela primeira ou segunda vez) e ainda saltar em uma altura subsequente. Se um atleta rejeita uma tentativa em uma certa altura, ele não pode saltar qualquer tentativa subsequente naquela altura, exceto no caso de empate no primeiro lugar. No caso do Salto em Altura e Salto com Vara, se um atleta não se apresentar quando todos os demais que estão presentes tenham terminado de competir, o Árbitro geral julgará que tal atleta(s) abandonou a competição, uma vez que o período para uma nova tentativa já se expirou.

CBAT,2012

que tal atleta(s) abandonou a competição, uma vez que o período para uma nova tentativa já

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Salto em Altura • Regulamentação Técnica 3. Mesmo após todos os outros atletas terem falhado,
Salto em Altura • Regulamentação Técnica 3. Mesmo após todos os outros atletas terem falhado,
Salto em Altura
• Regulamentação Técnica
3. Mesmo após todos os outros atletas terem falhado, um
atleta tem o direito de continuar saltando até que tenha
perdido esse direito de continuar competindo.
4. A menos que reste somente um atleta e que ele tenha
vencido a competição:
(a) a barra nunca será elevada em menos de 2cm no
Salto em Altura e 5cm no Salto com Vara, após cada fase;
e
(b) nunca deverá se aumentada a medida pela qual a
barra está sendo elevada.
Esta Regra 181.4 (a) e (b) não será aplicada uma vez que os
atletas que ainda estejam competindo concordem em
elevar a barra diretamente à altura de um Recorde Mundial.
Após um atleta ter vencido a competição, a altura ou
alturas para a qual a barra será elevada deve ser decidida
pelo atleta, após consulta com o Árbitro ou Árbitro Geral.
CBAT,2012
Salto em Altura • Tipos de prova
Salto em Altura
• Tipos de prova

As realizações das provas de saltos verticais como em outras demais modalidades do atletismo pode ser realizada da seguinte forma: Estádio aberto (outdoor) e Estádio fechado (Indoor); porem vale lembrar que não há diferenciação entre provas; com exceção algumas regras normativas

fechado (Indoor); porem vale lembrar que não há diferenciação entre provas; com exceção algumas regras normativas
fechado (Indoor); porem vale lembrar que não há diferenciação entre provas; com exceção algumas regras normativas

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Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica O salto em altura, nos últimos
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Evolução Histórica
O salto em altura, nos últimos anos, experimentou uma grande progressão, não só
pelo nível de marcas obtidas mas também pela evolução da metodologia de treino,
pela captação de indivíduos para esta prova e pela evolução técnica para atingir um
maior rendimento.
Até ao ano de 1968, praticamente não houve evolução no que diz respeito aos

resultados e, além do mais, verifica-se uma grande diferença entre o melhor saltador e a melhor saltadora.

A partir do ano de 1968, com o aparecimento da técnica que se denomina actualmente

de Fosbury Flop, praticamente os resultados tiveram uma progressão contínua, em curtos intervalos de tempo, até aos dias de hoje.

A partir do ano de 1973, à excepção dos anos de 1977 e 1978, o recorde sempre esteve

nas mãos da técnica de Fosbury Flop. Por outro lado, hoje em dia seria um dado pitoresco e talvez mesmo anedótico encontrar um saltador que utilize outra técnica. Na alta competição há já 40 anos que não aparece nenhum atleta que utilize uma técnica distinta.

Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica 1 2 3 4 5 6
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Evolução Histórica
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2
3
4
5
6
7
8
9
1- Salto de tesoura ( 1,97m 1898 )
2- Salto Cortado ( 1,99.5m 1908 )
3- Rolamento Californiano ( 2,02m 1914 )
4- Variante do Rolamento Californiano ( 2,04m 1933 )
5- Variante do Rolamento Californiano ( 2,07m 1936 )
6- Rolamento Ventral ( 2,07m 1936 )
7- Variante do Rolamento Ventral ( 2,22m 1960 )
8- Variante do Rolamento Ventral ( 2,28m 1963 )
9- Flop ( 2,32m 1976 )
Disponível em: http://www.omundodacorrida.com/Altura.htm

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Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica Então podemos ver que o salto
Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica Então podemos ver que o salto
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Evolução Histórica
Então podemos ver que o salto em altura
teve uma evolução técnica significativa em
sua execução ao transpor o sarrafo.
Onde iremos abordar três tipos de
transposição ao sarrafo.
1- Tipo Tesoura;
2 – Tipo rolamento ventral;
3- Tipo
Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Evolução Histórica

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Salto em Altura • Aspecto Técnico – Evolução Histórica 1- Tipo Tesoura; 2 – Tipo
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Evolução Histórica
1- Tipo Tesoura;
2 – Tipo rolamento ventral;
3- Tipo Fosbury Flop
Salto em Altura • Aspecto Técnico – Tipo Tesoura
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Tipo Tesoura

A partir de uma corrida, primeiro em linha reta (em diagonal à fasquia) e depois em curva, fazer o salto com a técnica da tesoura, tendo como preocupações técnicas principais a chamada ativa, a extensão da perna de impulsão e a subida muito ativa da perna livre. A recepção é feita em pé, no colchão ou mesmo no solo (em alturas mais baixas).

Federação Portuguesa de Atletismo ,

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Salto em Altura • Aspecto Técnico – Rolamento Ventral No rolamento ventral, a corrida de
Salto em Altura • Aspecto Técnico – Rolamento Ventral
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Rolamento Ventral

No rolamento ventral, a corrida de balanço é uma corrida em progressão retilínea, feita do lado da perna de impulsão e que forma em relação à fasquia um ângulo de cerca de 45 graus. A ponta do pé neste caso, aponta para fora. Na corrida de balanço, com comprimento entre sete a nove passadas, acelera-se primeiramente e nas últimas passadas mantém-se a velocidade e prepara-se a impulsão. Isto sucede frequentemente através de uma antepenúltima passada alongada. Agora o tronco encontra- se inclinado fortemente para trás: a penúltima passada é igualmente alongada e o centro de gravidade do corpo desce favoravelmente (até 45 cm ). A perna é ligeiramente fletida na antepenúltimo contato. Através desta «passada de impulso», a bacia ultrapassa sob os ombros e prepara uma posição vertical do tronco. Na penúltima passada, o braço de dentro ( do lado da perna de balanço ) é fixado à frente, enquanto o braço de fora ( do lado da perna de impulsão ) oscila preparando o chamado impulso simultâneo dos braços.

) oscila preparando o chamado impulso simultâneo dos braços. Disponível em: http://www.omundodacorrida.com/Altura.htm

Disponível em: http://www.omundodacorrida.com/Altura.htm

Salto em Altura • Aspecto Técnico – Tipo Fosbury Flop Em 20 de outubro de
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Tipo Fosbury Flop
Em 20 de outubro de 1968, o atleta norte-americano
de 21 anos, Dick Fosbury, ganha a medalha de ouro
na prova de salto em altura dos Jogos Olímpicos da
Cidade do México, ao saltar 2m24, estabelecendo
novo recorde olímpico, mas não o mundial. Foi a
primeira vitória de um atleta norte-americano neste
evento desde 1956. Foi também a estreia
internacional do estilo peculiar de salto de Fosbury,
conhecido como “Fosbury Flop” (Movimento de
Mudança Súbita Fosbury).

Disponível em: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/16080/hoje+na+historia+1968++dick+fosbury+estreia+salto+na+cidade+do+mexico.shtml

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Salto em Altura • Aspecto Técnico – Tipo Fosbury Flop
Salto em Altura • Aspecto Técnico – Tipo Fosbury Flop
Salto em Altura
• Aspecto Técnico – Tipo Fosbury Flop
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida Objetivo: Atingir uma velocidade
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida
Objetivo: Atingir uma velocidade ótima (velocidade não máxima)
A corrida de balanço é feita em forma de “J”, com
a primeira parte em linha reta (3-6 passadas) e
depois em curva (4-5 passadas);
Nas primeiras passadas o apoio é feito pela planta
do pé;
Nas primeiras passadas o atleta inclina-se
moderadamente para frente;
A velocidade deve aumentar progressivamente na
corrida
Objetivos: - produzir uma velocidade horizontal que possa ser convertida em velocidade vertical ; -
Objetivos:
- produzir uma velocidade horizontal que possa ser convertida em velocidade vertical ;
- preparar uma impulsão equilibrada e eficiente;
- proporcionar um ângulo de saída favorável.

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Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida Objetivo: Preparar a chamada
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida Objetivo: Preparar a chamada
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida
Objetivo: Preparar a chamada
A frequência da passada deve aumentar
progressivamente;
O centro de gravidade baixa moderadamente na
penúltima passada;
O pé de apoio deve ser muito ativo na penúltima
passada
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida Sub-fases: - aceleração; -adaptação
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases da corrida
Sub-fases:
- aceleração;
-adaptação para impulsão – passos finais.
· Observações técnicas:
- a velocidade deve ser controlada de modo a permitir
uma eficiente impulsão;
- a direção da aproximação varia de acordo com a técnica
a ser utilizada e a perna de impulso.
· Aproximação:
- rolo ventral – do mesmo lado da perna de impulsão;
- tesoura – lado oposto ao da perna de impulsão;
- “flop” – lado oposto ao da perna de impulsão.

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Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da chamada Objetivo: Maximizar a velocidade
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases da chamada Objetivo: Maximizar a velocidade
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases da chamada
Objetivo: Maximizar a velocidade vertical e iniciar as rotações necessárias
para a transposição da fasquia
O pé deve fazer um apoio rápido e ativo em
“griffé” (1);
O pé de chamada deve apontar para a área
de queda (colchão);
O tempo de apoio do pé no chão, assim
com o a flexão da perna de chamada devem
ser minimizados;
O joelho da perna livre é lançado para cima
até que a coxa esteja paralela ao chão;
O tronco deve estar vertical no fim da
chamada. (2)
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases de voo Objetivo: Transpor a fasquia
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases de voo
Objetivo: Transpor a fasquia
A posição de chamada é mantida
enquanto o corpo se eleva (1);
O braço do lado da perna de chamada
sobe em direção a fasquia;
A bacia passa a fasquia ao mesmo
tempo que o atleta arqueia as costas e
baixa as pernas e as cabeça;
O atleta deve afastar os joelhos para
permitir dobrar melhor as costas.

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Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases de voo Objetivo: Evitar lesões A
Salto em Altura • Tipo Fosbury Flop – Fases de voo Objetivo: Evitar lesões A
Salto em Altura
• Tipo Fosbury Flop – Fases de voo
Objetivo: Evitar lesões
A cabeça é colocada junto ao peito;
A queda é feita sobre os ombros e as costas;
Os joelhos devem estar afastados no
momento da queda.
Salto em Altura
Salto em Altura

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Salto em Altura • Categorização do Movimento Natureza do • Técnico Movimento Especifico Riqueza •
Salto em Altura • Categorização do Movimento Natureza do • Técnico Movimento Especifico Riqueza •
Salto em Altura
• Categorização do Movimento
Natureza do
• Técnico
Movimento
Especifico
Riqueza
• Velocidade
Motriz
acíclica linear
Sistema
• Anaeróbico
Energético
alático
Salto em Altura • Sistema Energético
Salto em Altura
• Sistema Energético

Prova de salto com vara é uma modalidade de salto caracterizada pela realização de esforços explosivos com elevada potência da contração muscular num intervalo muito curto de tempo. Daí que esta prova de atletismo se classifica como um exercício de força rápida a qual possui um abastecimento energético anaeróbico alático.

se classifica como um exercício de força rápida a qual possui um abastecimento energético anaeróbico alático.

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Salto em Altura • Sistema Energético Sistema Anaeróbico Alático Energético O sistema anaeróbio alático é
Salto em Altura • Sistema Energético Sistema Anaeróbico Alático Energético
Salto em Altura
• Sistema Energético
Sistema
Anaeróbico
Alático
Energético
O sistema anaeróbio alático é solicitado com maior ênfase para dar suporte e produzir energia
O sistema anaeróbio alático é solicitado com maior ênfase para dar suporte e produzir energia em
exercícios de intensidade muito alta em que o organismo recorre a reservas de ATP e de Fosfocreatina
(PC). Nestas situações a absorção de oxigênio não é suficiente para as necessidades do esforço.
Apesar de se classificar este sistema como Alático, cada vez mais se assume que já existe uma grande
produção de lactato ao nível destes esforços. Mas para melhor sistematização, continuemos a classificá-lo
como Alático.
Exemplos: os esforços máximos até cerca de 7 a 15 segundos de duração.
Salto em Altura • Sistema Energético No atletismo as modalidades em que a fonte energética
Salto em Altura
• Sistema Energético
No atletismo as modalidades em que a
fonte energética predominante é a
anaeróbia alática são:
-Saltos (Horizontais e verticais)
-Saltos Horizontais ( Distância e Triplo)

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Salto em Altura • Recorde Mundiais Outdoor RANK MARK COMPETITOR DOB NAT POS VENUE DATE
Salto em Altura • Recorde Mundiais Outdoor RANK MARK COMPETITOR DOB NAT POS VENUE DATE
Salto em Altura
Recorde Mundiais
Outdoor
RANK
MARK
COMPETITOR
DOB
NAT
POS
VENUE
DATE
1
2.45
Javier Sotomayor
13
OCT 1967 (25)
CUB
1
Salamanca
27
JUL 1993
1
2.09
Stefka Kostadinova
25
MAR 1965 (22)
BUL
1
Roma
30
AUG 1987
Indoor
RANK
MARK
COMPETITOR
DOB
NAT
POS
VENUE
DATE
1
2.43
Javier Sotomayor
13
OCT 1967 (21)
CUB
1
Budapest (SC)
04
MAR 1989
1
2.08
Kajsa Bergqvist
12
OCT 1976 (29)
SWE
1
Arnstadt
04
FEB 2006
(21) CUB 1 Budapest (SC) 04 MAR 1989 1 2.08 Kajsa Bergqvist 12 OCT 1976 (29)
(21) CUB 1 Budapest (SC) 04 MAR 1989 1 2.08 Kajsa Bergqvist 12 OCT 1976 (29)
(21) CUB 1 Budapest (SC) 04 MAR 1989 1 2.08 Kajsa Bergqvist 12 OCT 1976 (29)
Salto em Altura • Recordes Olímpicos DISCIPLINE PERF WIND COMPETITOR DOB NAT VENUE DATE High
Salto em Altura
• Recordes Olímpicos
DISCIPLINE
PERF
WIND
COMPETITOR
DOB
NAT
VENUE
DATE
High Jump
2.39
Charles Austin
19
DEC 1967 (28)
USA
Atlanta, GA
28
JUL 1996
High Jump
2.06
Elena Slesarenko
28
FEB 1982 (22)
RUS
Athína
28
AUG 2004
(Olympic
Stadium)
GA 28 JUL 1996 High Jump 2.06 Elena Slesarenko 28 FEB 1982 (22) RUS Athína 28
GA 28 JUL 1996 High Jump 2.06 Elena Slesarenko 28 FEB 1982 (22) RUS Athína 28
GA 28 JUL 1996 High Jump 2.06 Elena Slesarenko 28 FEB 1982 (22) RUS Athína 28

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Salto em Altura
Salto em Altura
Salto em Altura
Salto em Altura
Salto em Altura

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Salto em Altura
Salto em Altura
Salto em Altura
Obrigado!
Obrigado!

luiz.assis.edf@gmail.com

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