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TREINAMENTO

POWER*TOOLS FOR WINDOWS - PTW

TREINAMENTO POWER*TOOLS FOR WINDOWS - PTW Av. Brigadeiro Faria Lima, 2894 | 6º andar 01451-000 |
TREINAMENTO POWER*TOOLS FOR WINDOWS - PTW Av. Brigadeiro Faria Lima, 2894 | 6º andar 01451-000 |

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INDICE 1 Introdução   4 1.1 SKM Power*Tools for Windows 4 2 Módulos 5 2.1

INDICE

1 Introdução

 

4

1.1

SKM Power*Tools for Windows

4

2

Módulos

5

2.1

PTW DAPPER

5

2.2

PTW CAPTOR

6

2.3

PTW TMS

7

2.4

PTW

A_FAULT

7

2.5

PTW IEC_FAULT

7

2.6

PTW HI WAVE

8

2.7

PTW EQUIPAMENT EVALUATION

9

2.8

PTW ARC FLASH

9

2.9

PTW

I*SIM

10

2.10

PTW

RELIABILITY

10

3

Usando o PTW

11

3.1

OPÇÕES DO PROJETO

11

3.2

ESTRUTURA DOS DADOS

15

3.2.1

ÍCONES

16

3.3.1

UNIFILAR (ONE LINE)

19

3.3.2

EDITOR DE COMPONENTES

20

3.3.3

REMOVENDO x DESTRUINDO

30

3.3.4

LIBRARY

31

3.4

OPÇÕES DE RELATÓRIOS

32

3.4.1

REPORT

32

3.4.2

CRYSTAL REPORT

33

3.4.3

DATA BLOCK

37

3.5

MULTIPLE SCENARIOS

40

3.6

DATA VISUALIZER

43

3.7

QUERY

45

3.8 COPY AS 47 3.9 BACKUP 49 3.10 MERGE 50 3.11 IMPORT / EXPORT 51

3.8

COPY AS

47

3.9

BACKUP

49

3.10

MERGE

50

3.11

IMPORT / EXPORT

51

3.12

PRINT

59

3.13

FORM

60

4

ESTUDOS DAPPER

65

4.1

ESTUDO DE DEMANDA

65

4.2

ESTUDO DE

DIMENSIONAMENTO

70

4.3

ESTUDO DE FLUXO DE CARGAS

72

4.4

ESTUDO DE CURTO CIRCUITO

78

5

ESTUDOS CAPTOR

84

5.1

BIBLIOTECA

84

5.2

METODOLOGIA DE SEGMENTOS

84

5.2.1

FUSE CURVE

88

5.2.2

TIME-CURRENT POINTS

90

5.2.3

OPENING AND CLEARING CURVE

92

5.2.4

TIME-CURRENT POINT WITH MULTIPLE CURVES

94

5.2.5

PICKUP (LT, ST, INST) WITH SETTINGS IN PER UNIT

96

5.2.6

PICKUP WITH CURRENT SETTINGS IN PER UNIT

99

5.2.7

IEC LTPU

101

5.2.8

PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR CURVE

103

5.2.9

PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR BANDS

106

5.2.10

PICKUP (LT, ST, INST) WITH ADJ. TOLERANCE & OPEN-CLEAR CURVE108

5.2.11

PICKUP (LT, ST, INST) WITH HORIZINTAL DELAY BAND

110

5.2.12

DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH SETTINGS IN SECONDS

113

5.2.13

DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH OPEN-CLEAR TIME IN SECONDS

117

5.2.14

(I^2-T) + HORIZONTAL DELAY WITH OPENCLEAR TIME IN SECONDS 119

5.2.15

T=AD/(I/Ipu)^N-C)+BD+K

121

5.2.16

T=SM(A+B(I/Ipu-C)+D/(I/Ipu-C)^2+E(I/Ipu-C)^3

123

5.2.17 FIX TIME HORIZONTAL LINE 125 6 ESTUDOS TMS 127 6.1 MODELAGEM 129 6.2 MODELOS

5.2.17

FIX TIME HORIZONTAL LINE

125

6

ESTUDOS TMS

127

6.1

MODELAGEM

129

6.2

MODELOS DE MOTOR

130

6.2.1

Modelo Rotor Simples

130

6.2.2

Modelo

Rotor Duplo

131

6.2.3

Modelo

Gráfico

133

6.3

MODELOS DE CARGA

136

6.3.1

Modelo

Exponencial

136

6.3.2

Modelo

Gráfico de Carga

138

6.4

TIPOS DE PARTIDA

139

6.5

EVENTOS

142

6.6

RODANDO TMS

144

6.7

PLOTANDO GRÁFICOS

147

7

ESTUDO DE AVALIAÇÃO DOS RISCOS POR ARCO

151

7.1

DESCRIÇÃO

151

7.2

Study Options (Opções do Estudo)

159

7.3

Report Options (Opções do relatório)

162

7.3.1

Check Upstream devices for mis-coordination (Checar descoordenação de

dispositivos à montante)

164

7.4

Cleared Fault Threshold (Limite de eliminação da falta)

165

7.5

ARC FLASH EVALUATION UTILIZANDO NFPA 70E

165

7.6

ARC FLASH EVALUATION UTILIZANDO IEEE 1584

169

7.7

Bus Detail (Detalhamento da Barra)

179

7.8

Tabela de Equipamentos de Proteção Individuais (EPI´s)

180

7.9

Bus Arc Flash Label (Etiquetas de barras)

180

8

ESTUDOS A_FAULT

183

INSTALANDO PTW

190

ATUALIZANDO PTW

195

IMPORTANTE

197

1 Introdução 1.1 SKM Power*Tools for Windows O SKM Power*Tools for windows é um software

1 Introdução

1.1 SKM Power*Tools for Windows

O SKM Power*Tools for windows é um software para projeto e análise de sistemas elétricos de potência, graficamente interativo e com poderosa base de dados que eficientemente organiza, processa e apresenta os resultados.

2 Módulos 2.1 PTW DAPPER O PTW/Dapper oferece quatro estudos: Estudo de Demanda de Cargas,

2

Módulos

2.1 PTW DAPPER

O PTW/Dapper oferece quatro estudos: Estudo de Demanda de Cargas, Estudo de

Dimensionamento, Estudo de Fluxo de Cargas e Estudo de Curto-Circuito Compreensivo.

DEMAND LOAD

O

Estudo de Demanda de Cargas executa um sumário vetorizado das cargas

através do sistema de potência, calculando as cargas conectadas, cargas demandadas, e cargas projetadas para cada barra de carga e ramo do sistema. O resultado pode ser utilizado como base para o dimensionamento de equipamentos, e totaliza as cargas registradas para o Relatório de Painéis de Cargas. O estudo ainda soma cada categoria de carga demandada e cada tipo de carga energética conforme as instruções definidas no

SETUP do estudo.

SIZING

O

Estudo de Dimensionamento de elementos de ramos, como alimentadores,

neutros, dutos, fiação de aterramento e transformadores são baseados nos resultados do

Estudo de Demanda.

A análise da carga de alimentador é também proporcionada, a qual indica a carga projetada para o alimentador e a corrente projetada para o mesmo. Quando a capacidade de corrente de um alimentador é obtida, a queda percentual de tensão é calculada, a queda limite de tensão, definida pelo usuário, é ultrapassada, o Estudo de Dimensionamento é novamente solicitado para encontrar a dimensão do condutor que atenderá a capacidade de corrente e queda de tensão simultaneamente. Quando o PTW dimensiona cabos, ele utiliza a carga projetada resultante do Estudo de Demanda. Ambas as cargas de demanda e de energia são consideradas, a menos que seja selecionada outra categoria.

∑ LOAD FLOW O Estudo de Fluxo de Cargas calcula a queda de tensão em

LOAD FLOW

O Estudo de Fluxo de Cargas calcula a queda de tensão em cada alimentador, a tensão em cada barra, e o fluxo de carga em todos os ramos. Ainda são calculadas as perdas em cada ramo e perda total do sistema de potência. Para os cálculos de queda de tensão, na adoção de cargas de ramos podem ser incluídas as condições de queda de tensão em cada ramo quando a diversidade da carga é considerada. Uma solução tipo rede é usada para determinar as quedas de tensão nas barras do sistema.

SHORT CIRCUIT

O Estudo de Curto-Circuito calcula as correntes de falta balanceadas e não balanceadas em todas as barras, e examina em detalhes as correntes dos ramos associados com a barra em falta. A análise de curto-circuito segue a técnica convencional da lei de Ohm, usando superposição e análise vetorial complexa. O estudo de curto- circuito calcula valores da falta em RMS simétrico, corrente de pico e valores

assimétricos com componente DC. O estudo emite relatório em valores de fase ou componentes seqüenciais, assim como valores assimétricos para 0.5, 3, 5 e 8 ciclos, e também de duração definida pelo usuário.

2.2 PTW CAPTOR

O Estudo do CAPTOR traça as características tempo-corrente da coordenação (TCC) do componente elétrico assegurando-se que protejam os sistemas elétricos de sobrecarga e curto circuito. Você coordena uma curva do TCC mudando seus ajustes e redesenhando-os, ou arrastando no próprio coordenograma a curva e deixando-a seletiva. Você pode também modificar ou adicionar novos dados de proteções do fabricante à biblioteca.

2.3 PTW TMS O Estudo do TMS é uma simulação que permite a analise transitória

2.3 PTW TMS

O Estudo do TMS é uma simulação que permite a analise transitória do motor.

Esse modela os motores dinamicamente em vários estágios: análise de partida transitória de motores, simulação de partida, mudança de carga, desligamento e re- aceleração de motores, análise de queda de tensão, corrente de partida e torque (motor, aceleração, carga) e simulação de partida de motor com rotor travado. Similar a todos os módulos de estudos do PTW, o TMS usa a mesma base de dados.

2.4 PTW A_FAULT

O módulo A_FAULT fornece o cálculo completo de curto-circuito no sistema elétrico

conforme a norma ANSI C37. O programa oferece soluções separadas para sistemas de baixa, média e alta tensão para cálculos simétricos, transitórios e de interrupção ou perturbação, conforme definições da norma. Para os sistemas de média e alta tensão, os valores transitórios e de perturbação podem ser calculados usando um dos dois métodos permitidos pela norma: E/X ou E/Z.

O estudo utiliza diretamente os segmentos de curva AC e DC requeridos pelas

normas ANSI C37.5 e ANSI C37.010.

2.5 PTW IEC_FAULT

O módulo IEC_FAULT calcula a corrente de curto-circuito usando a tensão equivalente das fontes requerida pela norma IEC 909.

Calcula-se faltas trifásicas, fase para terra, fase-fase para a terra, e fase-fase. Pode-se definir uma tabela com o fator de tensão para determinar as tensões de pré- falta, corrente de retorno pelo terra para a falta fase-fase-terra.

2.6 PTW HI WAVE No passado a correção do fator de potência combinado com um

2.6 PTW HI WAVE

No passado a correção do fator de potência combinado com um novo equipamento de controle colocava muitos dos sistemas de potência em perigo. Falhas e perdas devido ao aquecimento harmônico e ressonância harmônica são justamente os problemas que se tornam mais comuns. O estudo do sistema com o software HI_WAVE ajuda a examinar e reduzir essas distorções, uma vez que o software pode examinar esses problemas antes da operação de um novo sistema de potência. No caso de sistemas existentes pode-se fazer o estudo com HI_WAVE e assim analisar as possíveis correções, antes da sua instalação. A análise da distorção harmônica pode ser realizada em todos os pontos e ramos do sistema de potência.

O HI_WAVE mostra gráficos em forma de onda das distorções harmônicas, sua magnitude, seu ângulo, e inclui uma biblioteca para um modelamento exato de quase todas as fontes harmônicas que possam ser encontradas em seu sistema.

As fontes harmônicas podem ser determinadas em vários barramentos de um sistema de potência. Banco de capacitores e filtros podem ser incluídos na avaliação da distorção na tensão e corrente.

O HI_WAVE usa métodos de matriz esparsa e injeção de corrente para obter soluções exatas e rápidas. As correntes harmônicas são injetadas no sistema nas fontes harmônicas, de modo a permitir a análise das respostas do sistema durante a simulação da faixa de freqüência.

Os cálculos dos parâmetros dos filtros são fornecidos pelo software para que o usuário possa eliminar a distorção harmônica interativamente. O HI_WAVE possui técnicas de modelagem exclusivas que o torna a solução mais adequada disponível no mercado.

2.7 PTW EQUIPAMENT EVALUATION O módulo de Avaliação de Dispositivos faz um estudo de proteção

2.7 PTW EQUIPAMENT EVALUATION

O módulo de Avaliação de Dispositivos faz um estudo de proteção comparando-os com o cálculo de curto-circuito, verificando quais desses dispositivos podem suportar as correntes de falta. O módulo é bastante flexível, podendo utilizar os resultados de quaisquer um dos estudos de curto-circuito: DAPPER, A_FAULT ou IEC_FAULT. Pode-se ter um bom ajuste de sensibilidade acertando os critérios de tensão, de interrupção e de assimetria. Também pode-se verificar dados de entrada em um projeto e validar equipamentos por níveis de tensão, corrente e fluxo de cargas de uma maneira rápida e ágil.

Em projetos de grandes dimensões, pode-se usar a poderosa função QUERY onde se consegue filtrar os aparelhos que se deseja encontrar baseados no seu tipo, tensão entre outras características. A qualquer momento o usuário poderá imprimir os dados, abrir um relatório do Device Evaluation e imprimi-lo no próprio PTW, ou ainda exportá-lo para o Microsoft Excel.

2.8 PTW ARC FLASH

Permite avaliar a energia incidente da descarga de arco de curto-circuito em painéis e, conseqüentemente, os materiais de proteção humana a serem utilizados nesta situação. O usuário poderá optar em fazer os cálculos de acordo com as especificações das normas NFPA 70E Edição 2004 e a IEEE 1584 Edição 2002.

2.9 PTW I*SIM Um problema comum para administração de sistemas de potência trifásicos é a

2.9 PTW I*SIM

Um problema comum para administração de sistemas de potência trifásicos é a sua instabilidade causada por perturbações na rede. O software I*SIM permite a eliminação dos problemas fornecendo de maneira clara e rápida o estudo do impacto que essas perturbações causam em seu sistema de potência. O I*SIM pode simular todos os tipos de perturbações na rede incluindo isolamento da concessionária, partida de motores, religamentos, queda de geração, queda de excitação, bloqueio de regulador de velocidade, rejeição de carga entre outros.

I*SIM fornece controle total sobre os dados obtidos em gráficos, possibilitando a otimização das características de visualização e impressão das curvas obtidas. Ele também possibilita a simulação de vários casos a serem estudados, podendo-se realizar estudos comparativos.

2.10 PTW RELIABILITY

O módulo Ditribution Reliability Analisys calcula os índices de confiabilidade nos

pontos de carga individuais e no sistema total da distribuição, podendo as configurações do sistema sendo eles radiais ou em malha. Os índices de confiabilidade incluem SAIFI, DAIDI, CAIDI, ASAI, ASUI, ENS, AENS, e ECOST do IEEE Trial-Use Guide for Electric Power Distribution Reliability Indices - 1999. Os fatores de custo são incluídos na análise

para comparar o custo com a confiabilidade para projetos alternativos.

O módulo Reliability calcula os índices de confiabilidade e os efeitos do custo para

estes sistemas. Os cálculos incluem fontes alternativas, configurações de redes alternativas, o equipamento de reposição, tempo de reparo, e o impacto do custo de produção perdida. Existem bibliotecas para taxas de falhas e custos dos componentes, assim o usuário ganha tempo e consegue simplificar o modelamento dos sistemas.

3 Usando o PTW 3.1 OPÇÕES DO PROJETO Cada vez que você inicia o PTW,

3 Usando o PTW

3.1 OPÇÕES DO PROJETO

Cada vez que você inicia o PTW, as opções para instrução de automatização e padronização podem ser ajustadas. Os ajustes aplicam-se sempre ao projeto ativo, assim você deve verificar estas opções cada vez que você começa um projeto novo.

Para abrir clique em: Project>options

um projeto novo. Para abrir clique em: Project>options Obs. Aqui serão tratadas as informações mais usuais

Obs. Aqui serão tratadas as informações mais usuais de opções.

Startup Ao iniciar o PTW, se você quiser abrir o projeto mais recente, selecione a

Startup

Startup Ao iniciar o PTW, se você quiser abrir o projeto mais recente, selecione a opção

Ao iniciar o PTW, se você quiser abrir o projeto mais recente, selecione a opção “Resume with last workspace”.

Se você não quiser iniciar com último projeto, selecione “Start with empty workspace”.

Application

Se você não quiser iniciar com último projeto, selecione “Start with empty workspace”. Application 12
As opções de aplicação controlam a referencia de inserção padrão (ANSI ou IEC), a base

As opções de aplicação controlam a referencia de inserção padrão (ANSI ou IEC), a base de freqüência do sistema e as unidades de medida da distância (inglesa ou métrica) para a introdução de dados no projeto. Estes ajustes são muito importantes para a operação do PTW.

Obs. Durante o projeto é possível alterar as informações padrões de aplicação.

One Line

alterar as informações padrões de aplicação. One Line O One-line (diagrama unifilar) pode ser ajustado a

O One-line (diagrama unifilar) pode ser ajustado a algumas informações, sendo elas: tamanho da fonte, da caixa de texto, nome do componente e do datablock. Podendo também ajustar grades de referências para modelar o unifilar, configurar os componentes para que possam iniciar na vertical ou horizontal, alterar simbologia padrão, cores dos componentes, do status ,entre outros.

Report O Report permite ajustes no relatório RPT do PTW, comportando alterações no tamanho da

Report

Report O Report permite ajustes no relatório RPT do PTW, comportando alterações no tamanho da fonte,

O Report permite ajustes no relatório RPT do PTW, comportando alterações no

tamanho da fonte, tabulações e cores de fundo e fonte.

Library

da fonte, tabulações e cores de fundo e fonte. Library A Opção de biblioteca indica o

A Opção de biblioteca indica o caminho onde o projeto esta buscando as

informações de referência para os componentes listados. Ela pode ser uma biblioteca geral ou um backup de projeto.

3.2 ESTRUTURA DOS DADOS O PTW trabalha com PROJETOS . Um Projeto é um sistema

3.2 ESTRUTURA DOS DADOS

O PTW trabalha com PROJETOS. Um Projeto é um sistema elétrico que o usuário

cria no PTW com barras, transformadores, motores, linhas de transmissão e outros

componentes fornecidos pelo sistema.

Um projeto é constituído de Diagrama Unifilar (One-line) e um Editor de Componente (Component Editor). O mesmo projeto pode ter vários Diagramas Unifilares, porém só pode ter um único Editor de Componentes.

O PTW utiliza a mesma base de dados para todos os módulos de estudo. No

entanto, não há necessidade de entrar com todos os dados no Editor de Componente.

Por exemplo, se o usuário pretende rodar um fluxo de carga ele não precisa entrar com os dados de curto-circuito ou de outros estudos. Conforme o usuário for rodando os outros estudos, ele vai precisar ir complementado os dados que necessitam.

O software ainda apresenta bibliotecas, totalmente editável, para especificar os

componentes durante a criação do projeto. Isso agiliza a construção do sistema.

A figura a seguir exemplifica a estrutura de dados do PTW

criação do projeto. Isso agiliza a construção do sistema. A figura a seguir exemplifica a estrutura
3.2.1 Ícones Para inserirem componentes ou executar alguma função ou ferramenta do PTW, basta utilizar

3.2.1 Ícones

Para inserirem componentes ou executar alguma função ou ferramenta do PTW, basta utilizar os ícones na barra de tarefas. Abaixo segue os ícones da barra de tarefas, assim como sua respectiva função.

os ícones na barra de tarefas. Abaixo segue os ícones da barra de tarefas, assim como
17
17
18
18

18

3.3 PARTES DE UM PROJETO Neste item serão apresentadas as partes de um projeto. 3.3.1

3.3 PARTES DE UM PROJETO

Neste item serão apresentadas as partes de um projeto.

3.3.1 Unifilar (One Line)

O diagrama unifilar é o método mais prático para a montagem de um sistema

é o método mais prático para a montagem de um sistema elétrico e no PTW, o

elétrico e no PTW, o mesmo pode ser iniciado acionando-se o ícone , ou através da janela Document>One-Line (vide figura ao lado esquerdo) Selecionando no one-line um componente qualquer, o mesmo altera sua cor primária e permite o acesso ao editor de componente para entrada dos dados.

qualquer, o mesmo altera sua cor primária e permite o acesso ao editor de componente para
qualquer, o mesmo altera sua cor primária e permite o acesso ao editor de componente para
3.3.2 Editor de Componentes O editor de componentes permite a entrada de dados dos componentes
3.3.2 Editor de Componentes O editor de componentes permite a entrada de dados dos componentes

3.3.2 Editor de Componentes

O editor de componentes permite a entrada de dados dos componentes do

sistema elétrico caracterizando cada um para cada tipo de estudo a ser executado. Em

outras palavras, para um estudo de demanda, por exemplo, não são necessários dados de curto-circuito e assim por diante.

O editor de componentes é acionado pelo ícone

Document>Component Editor.

assim por diante. O editor de componentes é acionado pelo ícone Document>Component Editor. ou através da

ou através da janela

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21
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3.3.2.1 Componentes UTILITY TRANSFORMADOR 22

3.3.2.1

Componentes

UTILITY

3.3.2.1 Componentes UTILITY TRANSFORMADOR 22

TRANSFORMADOR

3.3.2.1 Componentes UTILITY TRANSFORMADOR 22
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23
23
MOTOR 24

MOTOR

MOTOR 24
MOTOR 24
CABO 25
CABO 25

CABO

CABO 25
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26
26
GERADOR 27

GERADOR

GERADOR 27
GERADOR 27
BANCO DE CAPACITORES FILTRO 28

BANCO DE CAPACITORES

BANCO DE CAPACITORES FILTRO 28

FILTRO

BANCO DE CAPACITORES FILTRO 28
FILTROS COMPENSADORES BARRA 29

FILTROS COMPENSADORES

FILTROS COMPENSADORES BARRA 29

BARRA

FILTROS COMPENSADORES BARRA 29
3.3.3 Removendo x Destruindo O PTW apresenta duas funções para desaparecer com um componente. Essas

3.3.3 Removendo x Destruindo

O PTW apresenta duas funções para desaparecer com um componente. Essas funções podem gerar uma pequena confusão para o usuário e causar alguns problemas na simulação.

Com isso, vamos explicar qual a diferença em a função REMOVE e a função DESTROY.

A função REMOVE, remove o componente do Diagrama Unifilar (One-line), porém

o componente continua na base de dados (Componente Editor) do PTW.

Essa função é aplicada para remover componentes que o usuário não queira que apareçam no Diagrama Unifilar.

Atenção! Para essa função o componente continua pertencendo ao projeto, ou seja, os dados do componente vão ser considerados na simulação.

A função DESTROY elimina o componente tanto do Diagrama Unifilar quanto da

Base de Dados. Ou seja, essa função é aplicada quando o usuário quer realmente retirar

o componente do projeto.

A figura a seguir mostra a diferença entre as funções:

o usuário quer realmente retirar o componente do projeto. A figura a seguir mostra a diferença
3.3.4 Library O PTW permite ao usuário a confecção de bibliotecas personalizadas para cabos, demanda,

3.3.4 Library

O PTW permite ao usuário a confecção de bibliotecas personalizadas para cabos,

demanda, centro de controle de motores, transformadores, dispositivos de proteção

(PTW library), modelagem de motores e cargas para estudo de partida de motores.

O acesso às bibliotecas é efetuado pelo ícone

Document>Library.

de partida de motores. O acesso às bibliotecas é efetuado pelo ícone Document>Library . ou através
de partida de motores. O acesso às bibliotecas é efetuado pelo ícone Document>Library . ou através

ou através da janela

de partida de motores. O acesso às bibliotecas é efetuado pelo ícone Document>Library . ou através
3.4 OPÇÕES DE RELATÓRIOS 3.4.1 Report Os relatórios emitidos pelo PTW na forma texto são

3.4 OPÇÕES DE RELATÓRIOS

3.4.1 Report

Os relatórios emitidos pelo PTW na forma texto são acessados pelo ícone através da janela Document>Report.

Os relatórios emitidos pelo PTW na forma texto são acessados pelo ícone através da janela Document>Report
Os relatórios emitidos pelo PTW na forma texto são acessados pelo ícone através da janela Document>Report

ou

Os relatórios emitidos pelo PTW na forma texto são acessados pelo ícone através da janela Document>Report
3.4.2 Crystal Report O Crystal Report é mais uma alternativa para a visualização dos relatórios

3.4.2 Crystal Report

O Crystal Report é mais uma alternativa para a visualização dos relatórios que o PTW gera dos estudos executados. O Crystal Report é um template, ou seja, o PTW fornece um modelo pronto e formatado para cada estudo. Os modelos fornecidos não são editáveis, porém o PTW permite que o usuário exporte os dados com o formato para outros aplicativos, como por exemplo: Word, Excel, HTML entre outros.

Assim que os dados foram exportados para um aplicativo, que o usuário define, pode-se altera-lo no respectivo software que se escolheu.

Se o usuário possuir o software da Crystal pode se criar os relatórios com o formato personalizado pelo usuário, pois o PTW apenas fornece o software da Crystal que permite a visualização dos dados.

Para acessar o Crystal Report clique em Document>Crystal Report.

Crystal que permite a visualização dos dados. Para acessar o Crystal Report clique em Document>Crystal Report
34
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3.4.2.1 Exportar para o Microsoft Word Devido à fácil organização dos modelos que o Crystal

3.4.2.1 Exportar para o Microsoft Word

Devido à fácil organização dos modelos que o Crystal Report fornece, muitas vezes deseja-se incorporá-lo na apresentação do relatório final.

Como normalmente utilizamos o Word para escrever os relatórios, segue o procedimento para exportar o Crystal Report VIII no Word:

segue o procedimento para exportar o Crystal Report VIII no Word: Clique no ícone para Aparecerá

Clique no ícone para

segue o procedimento para exportar o Crystal Report VIII no Word: Clique no ícone para Aparecerá

Aparecerá a seguinte tela:

segue o procedimento para exportar o Crystal Report VIII no Word: Clique no ícone para Aparecerá
Na opção Format selecione Word for Windows document: Selecione o caminho e o nome do

Na opção Format selecione Word for Windows document:

Na opção Format selecione Word for Windows document: Selecione o caminho e o nome do arquivo

Selecione o caminho e o nome do arquivo a serem exportados:

Pasta escolhida onde o arquivo será salvado.

exportados: Pasta escolhida onde o arquivo será salvado. Nome do arquivo. Agora só basta abrir o

Nome do arquivo.

Agora só basta abrir o arquivo no Word.

3.4.3 Data Block Datablock são dados importantes sobre um componente que possa colocar em um

3.4.3 Data Block

Datablock são dados importantes sobre um componente que possa colocar em um diagrama unifilar, uma folha do TCC, no Data Vizualizer ou no subview de Datablock do editor de componente. Quando você necessita de partes de alguma informação muito rapidamente, você pode usar um datablock no lugar de um relatório. Você define os atributos de que componente quer indicar em um formato nomeado do datablock. Cada linha de um datablock contém uma etiqueta customizada, que lhe diga o atributo componente, seguida por um valor para esse atributo. Você decide quanto detalhe quer. A ilustração abaixo mostra o que um datablock pode conter.

A ilustração abaixo mostra o que um datablock pode conter. TR-1 S 4500.0 kVA Vp 11000
A ilustração abaixo mostra o que um datablock pode conter. TR-1 S 4500.0 kVA Vp 11000
A ilustração abaixo mostra o que um datablock pode conter. TR-1 S 4500.0 kVA Vp 11000

TR-1

S 4500.0 kVA Vp 11000 V Vs 3450 V Tap -4.50 % Z= 4.58 %

O Datablock mostra para você as informações consideradas mais importantes. – Nesta caso alguns dados de entrada do transformador.

Você pode ver o Datablock em quatro lugares diferentes do PTW. 1) Em um Diagrama

Você pode ver o Datablock em quatro lugares diferentes do PTW.

1) Em um Diagrama Unifilar, os datablocks são indicados para todos os tipos de componentes que foram definidos ajustes do datablock.

de componentes que foram definidos ajustes do datablock. 2) No subview do Datablock do editor de

2) No subview do Datablock do editor de componente você pode ver o datablock aplicado para o componente selecionado.

2) No subview do Datablock do editor de componente você pode ver o datablock aplicado para
3) No TCC Drawing você pode indicar datablocks para componentes selecionados. PARTES DO DATABLOCK Cada

3) No TCC Drawing você pode indicar datablocks para componentes selecionados.

você pode indicar datablocks para componentes selecionados. PARTES DO DATABLOCK Cada linha de um DataBlock contém

PARTES DO DATABLOCK

Cada linha de um DataBlock contém quatro partes distintas, cada uma é descrita nesta seção. Conhecendo as partes de um DataBlock pode ajudá-lo a lê-los, e definir formatos personalizados.

1 - Direção: Se o atributo tem um componente direcional, como por exemplo, fluxo de
1 - Direção: Se o atributo tem um componente direcional, como por exemplo, fluxo de

1 - Direção: Se o atributo tem um componente direcional, como por exemplo,

fluxo de carga mostrado aqui, uma seta indica o sentido do fluxo. Esta opção está

disponível apenas em One-Line Diagramas e Probe.

2 - Atributo rótulo: Dá um nome descritivo para o componente atributo. Esse rótulo é totalmente personalizável.

3 - Atributo Valor (% 1): Representa o real valor numérico para o atual componente. Este valor vem diretamente do banco de dados do projeto, e utiliza os dados mais atuais disponíveis. Você pode excluir o valor do atributo DataBlock, se assim desejar. E também pode controlar o número de casas decimais exibido em um DataBlock, acrescentando ,0, .1, .2, ou ,3 após o 1% valor atributo local.

4 - Atributo de unidade (% 2): Representa a unidade de medida para o atributo. O exemplo acima exibe “A” para amperes.

3.5 MULTIPLE SCENARIOS

Os Multiple Scenarios de um projeto podem ser armazenados para a comparação. As mudanças feitas no projeto baixo podem automaticamente ser refletidas nos outros cenários.

Por exemplo, seu projeto pode representar o sistema existente quando os cenários

refletirem a expansão de planejamento, mudanças propostas aos ajustes dos dispositivos de proteção, adição de

refletirem a expansão de planejamento, mudanças propostas aos ajustes dos dispositivos de proteção, adição de capacitores para correção de fator de potência, propor ajustes nos tap’s do transformador, alternativas para operação do tié-breaker, etc. Caso você mude o comprimento de um cabo em um dos cenários, a mudança estará armazenada somente no cenário alterado e destacada em uma cor diferente.

cabo em um dos cenários, a mudança estará armazenada somente no cenário alterado e destacada em
1ª 2ª 3ª 1ª - Promove mudanças somente para os campos que não foram modificados
1ª 2ª 3ª
1ª 2ª 3ª 1ª - Promove mudanças somente para os campos que não foram modificados no

1ª - Promove mudanças somente para os campos que não foram modificados no cenário. Por exemplo, se você modificar o comprimento do cabo C1 em Cenário1 e modificar mais tarde o comprimento do cabo C1 no Projeto Base, o comprimento novo é armazenado no Projeto Base e atualizado em todos os Cenários exceto Cenário1.

2ª - Promove todas as mudanças feitas no Projeto Base a todos os Cenários. Toda a mudança relacionada a componentes feita no Projeto Base é feita automaticamente em cada Cenário Clone existente.

3ª - Não promove mudanças na base de dados dos Cenários.

3.6 DATA VISUALIZER datablock, porém os campos indicados têm uma ligação direta com a base

3.6 DATA VISUALIZER

datablock, porém os campos

indicados têm uma ligação direta com a base de dados do projeto, ou seja, o que alteramos no “Data Visualizer” ateramos na base do projetos (Editor de Componentes).

O Data Visualizer é similar

a

um

relatório do

As mudanças feitas a todos os campos de dados indicados no visualizer são atualizadas na base de dados do projeto.

no visualizer são atualizadas na base de dados do projeto. O Data Visualizer pode ser usado

O Data Visualizer pode ser usado fazer mudanças globais aos dados do projeto. Selecionando um grupo de informações e utilizando através da janela Visualizer > Global Change, você pode substituir ou multiplicar os valores selecionados. Neste caso, por exemplo, reduzirá o comprimento dos cabos selecionados em 10% no cenário 1.

O Data Visualizer é também útil para comparar resultados entre cenários. Quaisquer combinações dos cenários,
O Data Visualizer é também útil para comparar resultados entre cenários. Quaisquer combinações dos cenários,

O Data Visualizer é também útil para comparar resultados entre cenários. Quaisquer combinações dos cenários, dos componentes e dos campos de dados podem ser indicadas. Neste exemplo uma comparação da corrente de curto circuito trifásico entre o projeto base e o cenário 1 é mostrada. No cenário 1, o comprimento do cabo C1 foi mudado de 60 metros a 30 metros, e o tap do transformador foi alterada de 2.5% a 5%, tendo como resultado uma corrente de curto mais elevada.

30 metros, e o tap do transformador foi alterada de 2.5% a 5%, tendo como resultado
Para controlar a lista dos componentes indicados no data Visualizer, você pode selecionar componentes da

Para controlar a lista dos componentes indicados no data Visualizer, você pode selecionar componentes da lista ou trabalhar com Query. Os atributos indicados no visualizer são selecionados no Datablock format.

3.7

QUERY

Se você trabalha com uma base de dados de computador, provavelmente se familiarize com o termo “Query” (do inglês – pergunta). Query é uma função limitando comparações de todos os registros em uma base de dados, a um jogo de critérios definidos pelo usuário e indica somente os registros encontrados com aqueles critérios.

No PTW cada componente no projeto representa um único objeto (e um componente pode ser um componente literal, como um motor, ou um componente teórico, como uma impedância equivalente Pi. Cada um destes componentes associa características tais como a tensão, comprimento, kVA, dentre outras. O PTW fornece uma função sofisticada de busca/pergunta que permite encontrar qualquer componente na base de dados do projeto usando quaisquer associações de características ligadas a ele(s).

qualquer componente na base de dados do projeto usando quaisquer associações de características ligadas a ele(s).
Por exemplo, usando uma Query, você pode olhar todos os motores grandes, ou transformadores de

Por exemplo, usando uma Query, você pode olhar todos os motores grandes, ou transformadores de três enrolamentos, ou cabos maiores que 100 metros, ou todo o componente que você quiser listar. Em seqüência de um estudo terminado; por exemplo, o estudo do curto-circuito, você pode construir uma Query para analisar todas as barras com um curto momentâneo maior do que um valor pré-selecionado.

pode construir uma Query para analisar todas as barras com um curto momentâneo maior do que
A função Query está disponível em ambos os ambientes de edição no PTW: no Component
A função Query está disponível em ambos os ambientes de edição no PTW: no Component

A função Query está disponível em ambos os ambientes de edição no PTW: no

Component Editor, no One-Line Diagrams e no Data Visualizer. Quando você abrir a caixa de diálogos da Query, encontrará diversas perguntas predefinidas que procuraram nos critérios os mais comuns. É possível também criar suas próprias Query com apenas alguns cliques no mouse.

3.8 COPY AS

Durante a elaboração de um projeto, pode ser necessário conservar uma cópia do projeto num determinado estágio ou criar um projeto ligeiramente diferente para simular uma determinada circunstância de operação.

Usando a função “Copy As”, é possível criar uma cópia com todos os dados, que utiliza as mesmas bibliotecas de referência do projeto original.

O objetivo deste comando é representar um projeto num determinado momento,

não é recomendado para se fazer cópias de Backup, pois, não copia bibliotecas

necessárias para se recuperar o projeto inteiro no caso de perda de dados.

Para utilizar a função “Copy As”, siga as seguintes instruções: Com o projeto aberto, entre

Para utilizar a função “Copy As”, siga as seguintes instruções:

Com o projeto aberto, entre em “Project > Copy As”.

o projeto aberto, entre em “Project > Copy As” . Digite o nome da pasta onde

Digite o nome da pasta onde deseja que a cópia seja armazenada.

aberto, entre em “Project > Copy As” . Digite o nome da pasta onde deseja que
3.9 BACKUP Para fazer o Backup completo de um projeto, é necessário copiar todos os

3.9

BACKUP

Para fazer o Backup completo de um projeto, é necessário copiar todos os seus arquivos e bibliotecas, só assim será possível restaurar o projeto e reproduzir os mesmos resultados gerados pelo original. A função “Backup” copia todos os arquivos e bibliotecas de referência do projeto, permitindo sua completa restauração.

Não se deve usar a função “Copy As” para fazer o Backup do projeto. A função “Copy As” copia somente a base de dados do projeto, não copia os arquivos de biblioteca.

Para fazer o Backup de um projeto, siga as seguintes instruções:

Com o projeto aberto, entre em “Project > Backup”.

Com o projeto aberto, entre em “Project > Backup”. Escolha o local onde o projeto será

Escolha o local onde o projeto será arquivado.

3.10 MERGE A função Merge permite que você junte dois ou mais projetos dentro de
3.10 MERGE A função Merge permite que você junte dois ou mais projetos dentro de

3.10 MERGE

A função Merge permite que você junte dois ou mais projetos dentro de um. O

Merge não permite nomes componentes duplicados, portanto durante a junção se ambos

os projetos contenham um componente com o mesmo nome, você será alertado a re- nomear ou ignorar o componente duplicado.

O comando será executado através da janela Project>Merge

a re- nomear ou ignorar o componente duplicado. O comando será executado através da janela Project>Merge
3.11 IMPORT / EXPORT A partir de um projeto contendo motores, por exemplo, é possível

3.11 IMPORT / EXPORT

A partir de um projeto contendo motores, por exemplo, é possível exportar uma base de dados segundo um datablock editado e/ou criado (vide item 3.4.3). Obs. Se o motor já existe, suas informações serão atualizadas e se o motor não existe, ele será criado. Segue abaixo um exemplo:

a) Tendo um projeto.

UT IL-0001

P XF2-0001 S CBL-0002 PD-0003 PD-0002 PD-0004 CBL-0001
P
XF2-0001
S
CBL-0002
PD-0003
PD-0002
PD-0004
CBL-0001

MTRI-0001

BUS-0001

Projeto inicial com motor completamente modelado.

b) Cria-se um datablock contendo os atributos necessários, por exemplo: Tensão nominal, potência nominal, fator

b) Cria-se um datablock contendo os atributos necessários, por exemplo: Tensão nominal, potência nominal, fator de potência, corrente nominal, etc.

Entre em: Menu Run> Datablock Format…> New

etc. Entre em: Menu Run> Datablock Format…> New c) Escolha um nome para este formato, defina

c) Escolha um nome para este formato, defina os atributos para o motor de indução e “OK”. Aplique este novo datablock em seu projeto se preferir.

d) Exporte os dados para criar a máscara. Entre em: Menu Project> Export : 53
d) Exporte os dados para criar a máscara. Entre em: Menu Project> Export : 53

d) Exporte os dados para criar a máscara.

Entre em: Menu Project> Export:

d) Exporte os dados para criar a máscara. Entre em: Menu Project> Export : 53
Em “Export File” defina nome do arquivo (com extensão .rpt) e seu destino. Em “Datablock

Em “Export File” defina nome do arquivo (com extensão .rpt) e seu destino.

Em “Datablock Format” vá a Datablock edit e crie seu datablock ou adicione um datablock existente (no caso o que você criou nos itens b e c). Na coluna Type, selecione One-Line, na coluna Formats for One-Line and Probe selecione o formato que você criou e a sua direita clique em copy. Na coluna “Type” selecione “Import/Export” e a sua direita clique em paste> close e selecione o nome do novo datablock (como na figura acima).

e) Em “Query” selecione o componente desejado (em nosso exemplo, todos os motores

de indução).

f) Em “Format” marque as opções marcadas acima.

g) Clique em “Export” depois em “Finished”.

h) Vá até a pasta onde o arquivo foi salvo e abra-o no Excel.

i) Para cada linha completa criada tem-se um novo motor. Quando esta planilha é

importada pelo PTW, os motores novos ficam na base de dados e só aparecerão no unifilar através do comando Existing (Ctrl+I no diagrama unifilar). Para complementar

nosso exemplo, vamos inserir 3 novos motores e alterar o número de pólos do motor MTRI-0001 para 6.

Identificação para motores (“100”) para reconhecimento do PTW na Importação/Exportação de dados. j) Feche e
Identificação para motores (“100”) para reconhecimento do PTW na Importação/Exportação de dados.
Identificação para motores (“100”)
para reconhecimento do PTW na
Importação/Exportação de dados.
do PTW na Importação/Exportação de dados. j) Feche e o programa pedirá para salvar. Clique em

j) Feche e o programa pedirá para salvar. Clique em sim e aparecerá a tela abaixo.

Clique em sim novamente.

de dados. j) Feche e o programa pedirá para salvar. Clique em sim e aparecerá a
k) No PTW vá ao menu Project> Import datablock. Veja tela abaixo. Clique em Import

k) No PTW vá ao menu Project> Import

datablock. Veja tela abaixo. Clique em Import e depois em Finished.

Escolhas as mesmas de caminho de arquivo e

em Finished. Escolhas as mesmas de caminho de arquivo e l) Na tela do diagrama unifilar

l) Na tela do diagrama unifilar clique com o botão direito do mouse e existing. Com a tecla Ctrl pressionada selecione todos os componentes com Exists? em “No” e clique em “OK”. Os motores irão aparecer na tela.

57
57
m) Agora é só alocar os motores na posição desejada. Veja exemplo abaixo: PD-0003 PD-0007

m) Agora é só alocar os motores na posição desejada. Veja exemplo abaixo:

PD-0003 PD-0007 PD-0011 PD-0015 PD-0002 PD-0006 PD-0010 PD-0014 PD-0004 PD-0008 PD-0012 PD-0016 CBL-0001
PD-0003
PD-0007
PD-0011
PD-0015
PD-0002
PD-0006
PD-0010
PD-0014
PD-0004
PD-0008
PD-0012
PD-0016
CBL-0001
CBL-0003
CBL-0004
CBL-0005
MTRI-0001
MOT OR 01
Rat edVoltage 480 V
Rat edSize 200.000 hp
Rat ed HP 200.0 hp
Rat edAmps 241.2 A
PF 0.800000 Lag
Poles 6
Data State Incomplete
MOT OR 03
RatedVoltage 480 V
RatedSize 70.000 hp
Rated HP 70.0 hp
RatedAmps 86.6 A
PF 0.780000 Lag
Poles 2
Dat a State Verified
Rat edVoltage 480 V
Rat edSize 50.000 hp
Rat ed HP
50.0 hp
Rat edAmps 56.1 A
PF 0.860000 Lag
Poles 4
Data St ate Complete
MOT OR 02
RatedVoltage 480 V
RatedSize 60.000 hp
Rated HP 60.0 hp
RatedAmps 64.3 A
PF 0.900000 Lag
Poles 4
Dat a State Estimat ed

Para os demais componentes o procedimento é o mesmo.

3.12 PRINT relatório executado através da janela Document>Print . Qualquer impressão seja de ou formulário

3.12 PRINT

relatório

executado através da janela Document>Print.

Qualquer

impressão

seja

de

executado através da janela Document>Print . Qualquer impressão seja de ou formulário padronizado pode ser 59

ou

formulário

padronizado

pode

ser

3.13 FORM Uma vez criado One-Line Diagrams, Reports, TCC Drawings e TMS Plots, você pode

3.13 FORM

Uma vez criado One-Line Diagrams, Reports, TCC Drawings e TMS Plots, você pode incorporá-los em um único relatório impresso.

você pode incorporá-los em um único relatório impresso. Forma simples de plotar TCC, One-Line, Title Blok

Forma simples de plotar TCC, One-Line, Title Blok e Logo

Um FORM é um molde impresso (isto é, uma malha de instruções para impressão) que molda determinadas áreas em uma página, veja as opções:

• One-Line Diagrams

• Reports

• TCC Drawings

• TMS Plots

• I*SIM Plots • HI_WAVE Plots • user-definable Title Blocks (para incluir data, hora e

• I*SIM Plots

• HI_WAVE Plots

• user-definable Title Blocks (para incluir data, hora e cabeçalho)

• Bitmaps (para incluir logotipo da empresa e outros gráficos)

Segue abaixo procedimento para gerar folha de impressão no PTW.

Menu “Document> Form Layout”

outros gráficos) Segue abaixo procedimento para gerar folha de impressão no PTW. Menu “Document> Form Layout”
Clique em “New” e defina o nome para a sua Folha de Impressão Na pasta

Clique em “New” e defina o nome para a sua Folha de Impressão

em “New” e defina o nome para a sua Folha de Impressão Na pasta “Page” defina

Na pasta “Page” defina o tamanho da folha em Page “Size”

“Page” defina o tamanho da folha em Page “Size” A seguir vá para a pasta “Areas”.

A seguir vá para a pasta “Areas”. Aqui definirá quais as áreas desejadas e suas devidas posições na folha de impressão. Para tanto clique em “New”

Em “ New”, defina o tipo de área que você deseja apresentar e dê um
Em “ New”, defina o tipo de área que você deseja apresentar e dê um

Em “ New”, defina o tipo de área que você deseja apresentar e dê um nome a ela

Em “ New”, defina o tipo de área que você deseja apresentar e dê um nome
Para cada tipo de área (One-Line, Reports, TCC, Title Block, Plot e Pictures) você poderá

Para cada tipo de área (One-Line, Reports, TCC, Title Block, Plot e Pictures) você poderá escolher algumas características específicas para sua apresentação, como por exemplo escolha de um desenho qualquer (em Picture), determinação de fonte, determinação de texto e posições para estes (em Title Block), etc.

Para a exportação desta folha vá no menu Document> Form Preview e você verá a tela abaixo. Nesta tela você pode mandar imprimir direto pela impressora (Printer), ou gerar uma imagem na área de transferência (Clipboard), ou ainda gerar um arquivo independente com extensão bmp (Enhanced Metafile).

arquivo independente com extensão bmp (Enhanced Metafile). Para cada uma das áreas criadas em “Form Layout”

Para cada uma das áreas criadas em “Form Layout” deverá ser indicado um arquivo através do botão “Select Data”, a menos que você esteja com uma folha de seletividade (TCC) aberta no momento, por exemplo, onde o PTW entenderá que o TCC aberto irá para a folha de impressão e todos os campos ficarão preenchidos.

4 ESTUDOS DAPPER O estudo de demanda soma cargas individuais através do sistema de potência

4 ESTUDOS DAPPER

O estudo de demanda soma cargas individuais através do sistema de potência

para dimensionar cabos e transformadores, provendo dados para o estudo de

fluxo de potências, e calcula as cargas totais dos circuitos reportando no

Sumário do Centro de Cargas.

4.1 ESTUDO DE DEMANDA

O

que é um Estudo de Demanda de Cargas?

O

estudo de demanda soma cargas individuais através do sistema de potência para

dimensionar cabos e transformadores, provendo dados para o estudo de fluxo de potências, e calcula as cargas totais dos circuitos reportando no Sumário do Centro de Cargas.

O estudo de demanda requer que o sistema seja radial com uma fonte de potência.

Se o sistema contém "malhas fechadas", o programa as detecta, e temporariamente as

abre, continuando o cálculo e restaurando as configurações originais quando completado

o estudo. O estudo de demanda pode analisar até dez sistemas de potência independentes em um único projeto.

Iniciando da barra mais longe da fonte, o estudo de demanda calcula a soma vetorial de todos os valores de cargas na barra e reporta os valores de cargas conectadas, demandadas e projetadas. Este processo é repetido para cada ramo do sistema elétrico. Cargas demandadas e projetadas são baseadas nos princípios da NEC (National Eletric Code). A premissa básica da NEC é que as cargas dos ramos servidos através de um alimentador não necessariamente operam de forma concorrente. Este conceito é chamado de diversidade. O estudo de demanda considera a diversidade calculando os

valores de cargas dos alimentadores (NEC). 66

valores de cargas dos alimentadores (NEC).

Fluxograma do Estudo de Demanda Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a

Fluxograma do Estudo de Demanda

Fluxograma do Estudo de Demanda Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER. Clicando

aparecerá a caixa de

dialogo do DAPPER. Clicando em Setup do Demand Load como é apresentado a seguir:

Aparecera a caixa de dialogo das configurações do estudo de demanda como é apresentado a
Aparecera a caixa de dialogo das configurações do estudo de demanda como é apresentado a

Aparecera a caixa de dialogo das configurações do estudo de demanda como é apresentado a seguir:

69
69
4.2 ESTUDO DE DIMENSIONAMENTO A finalidade do estudo de dimensionamento é recomendar o dimensionamento de

4.2 ESTUDO DE DIMENSIONAMENTO

A finalidade do estudo de dimensionamento é recomendar o dimensionamento de

alimentadores e transformadores baseado em cálculo de valores de carga demandada e projetada para o sistema de potência. Uma vez que a capacidade de condução é determinada, o estudo de dimensionamento recomenda um consistente conjunto de condutores e o dimensionamento do condutor de aterramento. O estudo de dimensionamento produz “schedules” de alimentadores e transformadores, relatórios a respeito de capacidade de alimentadores e transformadores, e relatórios de queda de tensão percentual dos alimentadores.

O estudo de dimensionamento segue os procedimentos da NEC (National Eletrical

Code), contudo os critérios de projeto, que pertencem ao usuário, podem ser

especificados de acordo com as normas locais.

Fluxograma do Estudo de Dimensionamento 71

Fluxograma do Estudo de Dimensionamento

Fluxograma do Estudo de Dimensionamento 71
4.3 ESTUDO DE FLUXO DE CARGAS O estudo de fluxo de carga é executado para

4.3 ESTUDO DE FLUXO DE CARGAS

O estudo de fluxo de carga é executado para um sistema de potência com objetivo de se verificar a distribuição de cargas. Utilizado para identificar sobrecargas em cabos, transformadores e dispositivos de proteção. O estudo pode ainda ser usado para determinar antecipadamente os níveis baixo e alto de tensão em várias seções do sistema de potência sobre várias condições de carregamento. Esta informação pode depois determinar o impacto de tensão sobre o aparato elétrico. O estudo pode ser instrumento na avaliação de partida de motores, e pode auxiliar na recomendação de dimensionamentos econômicos do equipamento de geração local e equipamentos de correção de fator de potência.

Fluxograma do Estudo de Fluxo de Carga 73

Fluxograma do Estudo de Fluxo de Carga

Fluxograma do Estudo de Fluxo de Carga 73
Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER.

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER. Clicando

aparecerá a caixa de

dialogo do DAPPER. Clicando em Setup do Load Flow como é apresentado a seguir:

Clicando em Setup do Load Flow como é apresentado a seguir: Aparecerá a caixa de dialogo

Aparecerá a caixa de dialogo das configurações do estudo de fluxo de carga como é apresentado a seguir:

System Modeling Se o usuário selecionar o item Include Source Impedance for Utility and Swing
System Modeling Se o usuário selecionar o item Include Source Impedance for Utility and Swing

System Modeling

Se o usuário selecionar o item Include Source Impedance for Utility and Swing Generator, o PTW usará a capacidade de corrente de curto circuito trifásica para calcular uma impedância de seqüência positiva. Nesta situação a queda de tensão na barra swing também é calculada.

Se não estiver selecionada a caixa de Transformer Phase Shift, o PTW reporta os ângulos das tensões relativos ao ângulo da tensão da barra swing. Caso ao contrário, o PTW modela a defasagem angular das conexões dos transformadores.

Solution Method O PTW utiliza os métodos Exact ou Approximate . É recomendado simular os

Solution Method

O PTW utiliza os métodos Exact ou Approximate. É recomendado simular os estudos usando o método de solução Exact primeiramente. Isto porque este método de solução usualmente converge na maioria dos sistemas de potência. Nos casos em que o sistema não converge, o usuário deverá simular novamente usando o método Approximate, que o PTW temporariamente converte todas as cargas para impedância constante, fazendo com que o sistema tenha perdas menores do que cargas com característica de potência constante. Uma saída de dados é gerada e enviada para a base de dados. Com isso, esse método de solução deve ajudar a identificar as razões para a não convergência.

Depois de identificado as razões para a não convergência, deve-se simular

novamente utilizando o método Exact.

Load Specification

O usuário pode selecionar quatro opções para modelar a carga. Estas opções são divididas em 2 grupos: Directly Connected Loads e From the Demand Load Study.

Directly Connected Loads

Está opção pode ser modelada como Connected Load ou 1st Level Demand or Energy Factor

Quando modelada como Connected Load, o estudo de fluxo de carga calcula as cargas sem considerar o seu fator de carga ou demanda. Se as cargas, como motores

são identificadas, e se múltiplos motores são modelados em um único motor, a carga total

são identificadas, e se múltiplos motores são modelados em um único motor, a carga total dos motores conectada é o número de motores multiplicado pela potência nominal do motor. O valor nominal da carga é o valor da carga conectada. Motores expressos em HP são convertidos para unidades elétricas dividindo pela eficiência.

Quando modelada como 1st Level Demand or Energy Factor, o estudo de fluxo de carga calcula as cargas multiplicando o fator de carga pela potência nominal da carga.

From the Demand Load Study

Está opção pode ser modelada como Demand Load ou Design Load. O estudo de fluxo de carga modela as cargas baseado nos resultados do último estudo de demanda simulado. Se o usuário nunca simulou o estudo de demanda para o sistema em análise, o estudo de fluxo de carga retornará uma mensagem de erro.

Solution Criteria

Os dois fatores de aceleração permitem ao usuário controlar como o estudo de fluxo de carga converge para a solução. Geralmente, esses valores não necessitam ser alterados dos valores que vem como padrão do PTW. No entanto, se uma não convergência ocorrer, depois de escolhida o Approximate como método de solução, o usuário deve tentar mudar o Generation Acceleration Factor e/ou o Load Acceleration Factor para um fator entre 0.1 e 1.0.

O Bus Voltage Drop e Branch Voltage Drop fornecem um método rápido para identificar barras ou ramos que violaram o valor pré-estabelecido pelo usuário no relatório. No relatório, o PTW informa as barras e os ramos que excederam as quedas de tensão com o símbolo ($).

4.4 ESTUDO DE CURTO CIRCUITO O estudo de curto-circuito modela a corrente que fluí em

4.4 ESTUDO DE CURTO CIRCUITO

O estudo de curto-circuito modela a corrente que fluí em um sistema de potência durante condições anormais e determina um panorama das correntes de falta de um sistema de elétrico de potência. Como o PTW trabalha em uma mesma Base de Dados o resultado do estudo fica disponível para ser usado no estudo de seletividade dos dispositivos de proteção.

Fluxograma do estudo de curto-circuito

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER.
Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER.

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone

Clicando em Run>Balanced System Studies ou no icone aparecerá a caixa de dialogo do DAPPER. Clicando

aparecerá a caixa de

dialogo do DAPPER. Clicando em Setup do SC como é apresentado a seguir:

Aparecerá a caixa de dialogo das configurações do estudo de curto circuito compreensivo como é
Aparecerá a caixa de dialogo das configurações do estudo de curto circuito compreensivo como é

Aparecerá a caixa de dialogo das configurações do estudo de curto circuito

compreensivo como é apresentado a seguir:

Fault Type Como padrão, o PTW seleciona a falta trifásica ( Three Phase Fault )
Fault Type Como padrão, o PTW seleciona a falta trifásica ( Three Phase Fault )

Fault Type

Como padrão, o PTW seleciona a falta trifásica (Three Phase Fault) e a falta fase- terra (Single Line to Ground) para os cálculos dos tipos de curto circuito. O usuário pode selecionar também a falta fase-fase (Line to Line Fault) e a fase-fase-terra (Line to Line to Ground).

Faulted Bus

Como padrão, o PTW seleciona todas as barras do sistema (All buses) para calcular o curto circuito. Se o usuário desejar aplicar a falta em algumas determinadas barras, selecione Selected Buses e clique no botão Select. Aparecerá uma lista com todas as barras do sistema. Selecione as barras desejadas simplesmente clicando no nome das barras com a tecla Control apertada.

Calculation Models

O usuário seleciona o modelo de cálculo que deseja utilizar. Para considerá-los na simulação basta

O usuário seleciona o modelo de cálculo que deseja utilizar. Para considerá-los na

simulação basta clicar e selecioná-los.

Report Specification

A forma com que o relatório é elaborado tem sua especificação seguindo o

seguinte critério:

Bus Voltage

Como padrão, o PTW calcula e reporta as tensões para a primeira barra da falta (First Bus From Fault). O usuário pode selecionar mais 3 opções: segunda barra da fault (Second Bus From Fault), todas as barras (All Buses) e nenhuma barra (None).

Lembre que ao selecionar todas as barras, dependendo da quantidade de barras que o sistema apresentar, o relatório ficará muito extenso.

Branch Currents

Como padrão, o PTW calcula e reporta as correntes para a primeira barra da falta (First Branch From Fault). O usuário pode selecionar mais 3 opções: segunda barra da fault (Second Branch From Fault), todas as barras (All Branches) e nenhuma barra (None).

Lembre que ao selecionar todas as barras, dependendo da quantidade de barras que o sistema apresentar, o relatório ficará muito extenso.

Phase or Sequence

Como padrão, o PTW reporta componentes de fase (A, B e C). O usuário pode selecionar reportar em componentes seqüenciais (positiva, negativa e zero).

Fault Current Calculation Como padrão, o PTW calcula a corrente de falta como Initial Symmetrical

Fault Current Calculation

Como padrão, o PTW calcula a corrente de falta como Initial Symmetrical RMS Only (No DC offset). O usuário também pode selecionar para calcular Asymmetrical Peak ou Asymmetrical RMS with DC offset and Decay.

A opção Initial Symmetrical RMS Only calcula as tensões nas barras e as correntes nos ramos como valores complexos. A opção Asymmetrical Peak calcula a corrente de falta assimétrica de pico ou crista no tempo especificado. O usuário deve entrar com o tempo em ciclos. A opção Asymmetrical RMS calcula a corrente total assimétrica rms (dc offset) no especificado tempo que também deve ser entrado em segundos.

5 ESTUDOS CAPTOR ESTUDO DE COORDENAÇÃO DA PROTEÇÃO O estudo da coordenação da proteção CAPTOR

5 ESTUDOS CAPTOR

ESTUDO DE COORDENAÇÃO DA PROTEÇÃO

O estudo da coordenação da proteção CAPTOR tem por objetivo auxiliar o

engenheiro a criar as folhas de verificação gráfica tempo x corrente dos dispositivos de proteção para verificação da seletividade do sistema de proteção. O programa permite o lançamento das correntes obtidas nos estudos de curto-circuito Compreensivo, A_FAULT ou IEC_FAULT. O acesso aos dispositivos de proteção é efetuado através de biblioteca personalizada pelo usuário. A biblioteca permite a criação de fusíveis, disjuntores com sensor, relés de sobrecarga, relés de proteção, re-ligadores e dispositivos especiais.

O CAPTOR utiliza os dados dos fabricantes de dispositivos de proteção para

modelar suas curvas. Com isso, o usuário pode definir os ajustes de proteção dos dispositivos.

5.1 BIBLIOTECA

O PTW permite que o usuário edite um dispositivo existente ou crie um novo

dispositivo de proteção na biblioteca do CAPTOR. O CAPTOR trabalha com uma estrutura

que separa os dispositivos de proteção por categorias.

5.2 METODOLOGIA DE SEGMENTOS

IMPORTANTE: Os fabricantes dos dispositivos de proteção devem fornecer a curva tempo-corrente e informações adicionais de condições técnicas de operação e manutenção no seu manual. O usuário deve consultar ambos para um modelamento

correto do equipamento. O CAPTOR permite uma flexibilidade te usar diferentes tipos de segmentos para

correto do equipamento. O CAPTOR permite uma flexibilidade te usar diferentes tipos de segmentos para o mesmo dispositivo de proteção.

Todos os dispositivos de proteção da biblioteca são modelados usando segmentos. Por exemplo, um típico disjuntor seria modelado com cinco segmentos: LTPU (Long Time Pick-Up), LTD (Long Time Delay), STPU (Short Time Pick-Up), STD (Short Time Delay) e Instantâneo. Um relé eletromecânico seria modelado com três segmentos: Tap, Time Dial e Instantâneo. No entanto, quando o usuário entra na biblioteca com os dispositivos, os nomes destes segmentos são definidos por ele. Existe uma significante diferença entre segment name e segment type.

O segment name, como dá nome ao componente, é meramente o nome do

segmento definido pelo usuário e não tem nenhum valor nos cálculos do PTW. No entanto, o segment type, como é um tipo de componente, controla os cálculos do PTW. Por exemplo, o usuário coloca o nome de um transformador de “CABO”. Enquanto o nome “CABO” identifica o transformador erroneamente, isso é somente um incômodo visual. O PTW sabe que o componente é um transformador em todos os cálculos e

estudos.

O

mesmo é verdadeiro para os segmentos. Quando o usuário esta colocando o

segment name, o qual meramente representa um segment type. Onde, o segment type identifica as propriedades matemáticas por trás do segmento.

Por exemplo, quando o usuário utiliza o nome do segmento de LTPU ou STD para um dispositivo de proteção, o usuário está meramente colocando um nome o qual representa um tipo de segmento. Neste caso do LTPU, este está atualmente com o segment type Pickup (LT, ST, INST) with Settings in Per Unit o qual faz um segmento vertical. No caso do STD, este está com o segment type Delay Band (I^Slope-T) with Open-Clear Time in Seconds.

Usuário poderia renomear os segmentos para “Segmento 1”, “Segmento 2” que as propriedades do segment type permaneceriam porém o segment name seria alterado. O usuário pode ter múltiplos segmentos em um mesmo dispositivo de proteção com diferentes segments names.

Esta é a curva que é determinada pelo nome do seguimento escolhido pelo usuário a
Esta é a curva que é determinada pelo nome do seguimento escolhido pelo usuário a
Esta é a curva
que
é determinada pelo
nome do seguimento
escolhido pelo usuário
a qual é definida por
um segment tipe da
biblioteca.
Estes são os segment types que o PTW utiliza para modelar os dispositivos de proteção.

Estes são os segment types que o PTW utiliza para modelar os dispositivos de proteção.

Estes são os segment types que o PTW utiliza para modelar os dispositivos de proteção. 87
5.2.1 FUSE CURVE Este tipo de segmento é usado como pontos selecionados na curva do

5.2.1 FUSE CURVE

5.2.1 FUSE CURVE Este tipo de segmento é usado como pontos selecionados na curva do fusível.

Este tipo de segmento é usado como pontos selecionados na curva do fusível. O usuário fornece os pontos localizados no gráfico da curva do fabricando em Ampéres (no eixo X) e segundo (no eixo Y).

Se o usuário fornecer os pontos da curva de opening e clearing, CAPTOR completará a curva no espaço entre elas. Se entrar somente com o opening uma linha nas coordenadas será inseridas.

Para cada cartridge é necessário entrar com os pontos da curva do fusível.

Este segmento está diponível para os seguintes dispositivos de proteção:

89
89
5.2.2 TIME-CURRENT POINTS Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento do CAPTOR.

5.2.2 TIME-CURRENT POINTS

5.2.2 TIME-CURRENT POINTS Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento do CAPTOR. Existem

Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento do CAPTOR. Existem duas diferenças: este segmento não permite uma faixa de tolerância, ou seja, é desenhada somente uma linha; e os deslocamentos para a direita e para a esquerda são baseados no tipo de função que o usuário atribuiu.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

91
91
5.2.3 OPENING AND CLEARING CURVE Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento

5.2.3 OPENING AND CLEARING CURVE

5.2.3 OPENING AND CLEARING CURVE Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento do

Este segmento é parecido com o FUSE CURVE no modelamento do CAPTOR. Existe somente uma diferença: os deslocamentos para a direita e para a esquerda são baseados no tipo de função que o usuário atribuiu.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

93
93
5.2.4 TIME-CURRENT POINT WITH MULTIPLE CURVES Este segmento modela uma única linha que é ajustada

5.2.4 TIME-CURRENT POINT WITH MULTIPLE CURVES

5.2.4 TIME-CURRENT POINT WITH MULTIPLE CURVES Este segmento modela uma única linha que é ajustada verticalmente.

Este segmento modela uma única linha que é ajustada verticalmente. O usuário escolhe um valor em ampéres (eixo X), o qual está fixo – ele determina a distância entre os pontos da direita e esquerda da linha. O usuário deve escolher o valor em segundos (eixo Y) para cada segmento. Como a linha de cada segmento segue os pontos selecionados, fornecidos pelo usuário, pode ser horizontal, vertical ou angular, tipicamente formando uma curva. O campo Dial Value e Dial Desc são usados para descrição, não sendo usados para cálculos do PTW.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

95
95
5.2.5 PICKUP (LT, ST, INST) WITH SETTINGS IN PER UNIT Este segmento é uma linha

5.2.5 PICKUP (LT, ST, INST) WITH SETTINGS IN PER UNIT

5.2.5 PICKUP (LT, ST, INST) WITH SETTINGS IN PER UNIT Este segmento é uma linha na

Este segmento é uma linha na vertical com ou sem faixa de tolerância. O usuário especifica os valores em ampéres (eixo X), o qual determina a localização do segmento (o campo Desc é somente para descrição, não é usado para cálculos). O usuário deve especificar a faixa de tolerância do pickup em porcentagem.

Adicionalmente aos ajustes, este segmento se deslocará para a direita ou esquerda baseado na função escolhida.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

97
97
98
98
5.2.6 PICKUP WITH CURRENT SETTINGS IN PER UNIT Este segmento funciona exatamente como o Pickup

5.2.6 PICKUP WITH CURRENT SETTINGS IN PER UNIT

5.2.6 PICKUP WITH CURRENT SETTINGS IN PER UNIT Este segmento funciona exatamente como o Pickup (LT,

Este segmento funciona exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Settings in Per Unit exceto pelo fato que o usuário especifica o pickup settings e current settings. Isto muda a localização do segmento porque, como mostra a tabela a seguir, o CAPTOR usa o produto do pickup settings e o current settings como pontos da curva

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

100
100
5.2.7 IEC LTPU Este segmento funciona exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Settings

5.2.7 IEC LTPU

5.2.7 IEC LTPU Este segmento funciona exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Settings in

Este segmento funciona exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Settings in Per Unit exceto que o usuário também especifica um valor de corrente para o secundário do TC, um valor para a relação de Corrente e um fator K. Estes valores mudam a localização do segmento porque, como mostra a tabela a seguir, esta função usa os valores para desenhar o segmento.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

102
102
5.2.8 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR CURVE Este segmento combina um segmento vertical (com

5.2.8 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR CURVE

5.2.8 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR CURVE Este segmento combina um segmento vertical (com ou

Este segmento combina um segmento vertical (com ou sem faixa de tolerância) com uma linha declinando descendente (com ou sem a faixa de clearing). A entrada de dados para a parte vertical é exatamente igual à Pickup (LT, ST, INST) with Settings in Per Unit. A entrada de dados da parte da linha descendente é exatamente igual à Opening and Clearing Curve.

Existem duas funções para selecionar: uma parte do pickup e outra parte da

curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

104
104
105
105
5.2.9 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR BANDS Este segmento trabalha exatamente como o Pickup

5.2.9 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR BANDS

5.2.9 PICKUP (LT, ST, INST) WITH OPEN-CLEAR BANDS Este segmento trabalha exatamente como o Pickup (LT,

Este segmento trabalha exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Open-Clear Curve exceto que o usuário deve especificar mais pontos do que uma parte da curva, o qual faz a curva se ajustar para cima ou para baixo.

Existem duas funções para selecionar: uma parte do pickup e outra parte da

curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

parte do pickup e outra parte da curva. Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos
107
107
5.2.10 PICKUP (LT, ST, INST) WITH ADJ. TOLERANCE & OPEN- CLEAR CURVE Este segmento trabalha

5.2.10 PICKUP (LT, ST, INST) WITH ADJ. TOLERANCE & OPEN-

CLEAR CURVE

(LT, ST, INST) WITH ADJ. TOLERANCE & OPEN- CLEAR CURVE Este segmento trabalha exatamente como o

Este segmento trabalha exatamente como o Pickup (LT, ST, INST) with Open-Clear Curve exceto que o usuário deve especificar tolerâncias distintas para cada parâmetro, ao contrário de se aplicar uma única porcentagem de tolerância para todos os parâmetros. Com isso, a faixa de tolerância muda com cada parâmetro.

Existem duas funções para selecionar: uma parte do pickup e outra parte da

curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

parte do pickup e outra parte da curva. Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos
109
109
5.2.11 PICKUP (LT, ST, INST) WITH HORIZINTAL DELAY BAND Este segmento combina um segmento vertical

5.2.11 PICKUP (LT, ST, INST) WITH HORIZINTAL DELAY BAND

5.2.11 PICKUP (LT, ST, INST) WITH HORIZINTAL DELAY BAND Este segmento combina um segmento vertical (com

Este segmento combina um segmento vertical (com ou sem faixa de tolerância) com um segmento horizontal (fixo). A entrada de dados da parte vertical trabalha exatamente como Pickup (LT, ST, INST) WITH Settings in Per Unit . A entrada de dados da parte horizontal requer da curva um tempo de abertura e outro de fechamento (em segundos). A parte horizontal não tem a característica chamada fillet radius.

Existem duas funções para selecionar: uma parte do pickup e outra parte da

curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

111
111
Esta característica permite ao usuário modelar elementos arredondados encontrados em faixa horizontal de alguns
Esta característica permite ao usuário modelar elementos arredondados encontrados em faixa horizontal de alguns

Esta característica permite ao usuário modelar elementos arredondados encontrados em faixa horizontal de alguns dispositivos de proteção. As figuras a seguir ilustram essa característica:

5.2.12 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH SETTINGS IN SECONDS Este segmento modela uma curva inclinada com
5.2.12 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH SETTINGS IN SECONDS Este segmento modela uma curva inclinada com

5.2.12 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH SETTINGS IN SECONDS

5.2.12 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH SETTINGS IN SECONDS Este segmento modela uma curva inclinada com ou

Este segmento modela uma curva inclinada com ou sem faixa de tolerância. Para cada settings o usuário específica um tempo (eixo Y) em segundos, o qual determina a

localização do segmento (o campo Desc é usado somente como descritivo, ele não é usado

localização do segmento (o campo Desc é usado somente como descritivo, ele não é usado para cálculo do PTW).

O usuário deve especificar a porcentagem de tolerância do pickup. Ele também precisa entrar com a inclinação do segmento. Para calcular a inclinação, basta pegar 2 pontos do segmento, clique no botão Calculate na caixa Slope e entre com os pontos. O PTW calculará a inclinação.

O deslocamento deste segmento é para esquerda ou direita baseado na função escolhida.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

115
115
116
116
5.2.13 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH OPEN-CLEAR TIME IN SECONDS Este segmento trabalha exatamente como o

5.2.13 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH OPEN-CLEAR TIME IN SECONDS

5.2.13 DELAY BAND (I^SLOPE-T) WITH OPEN-CLEAR TIME IN SECONDS Este segmento trabalha exatamente como o Delay

Este segmento trabalha exatamente como o Delay Band (I^Slope-T) with Settings in Secounds exceto que o usuário entra com os dados do tempo de abertura e fechamento (eixo Y) em segundos para cada settings, em vez de entrar com uma porcentagem de tolerância para todos os settings. Assim, cada settings deve ter isso para possuir a largura da faixa de tolerância. Adicionalmente, a abertura e fechamento devem possuir suas inclinações, em vez de uma única inclinação para ambos. Para calcular a inclinação de abertura basta pegar dois pontos da curva e usar o botão Calculate. Depois, da mesma forma, basta pegar dois pontos da curva de fechamento e usar o botão Calculate.

O deslocamento deste segmento é para esquerda ou direita baseado na função escolhida.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

118
118
118
5.2.14 (I^2-T) + HORIZONTAL DELAY WITH OPENCLEAR TIME IN SECONDS Este segmento combina uma inclinação

5.2.14 (I^2-T) + HORIZONTAL DELAY WITH OPENCLEAR TIME IN SECONDS

(I^2-T) + HORIZONTAL DELAY WITH OPENCLEAR TIME IN SECONDS Este segmento combina uma inclinação i2t e

Este segmento combina uma inclinação i2t e um segmento horizontal dentro de um mesmo segmento. Trabalha como o modelo Short Time Delay (STD) combinado com um segmento i2t.

A entrada de dados da parte i2t do segmento é exatamente igual ao segmento Delay Band (I^Slope-T) with Open-Clear Time in Seconds. Para a parte horizontal seleciona um tempo de abertura e um de fechamento para cada setting. (O campo Desc é um descritivo, não é usado nos cálculos do PTW).

O deslocamento deste segmento é para esquerda ou direita baseado na função escolhida.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

direita baseado na função escolhida. Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção: 119
120
120
5.2.15 T=AD/(I/Ipu)^N-C)+BD+K Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação, onde T é

5.2.15

T=AD/(I/Ipu)^N-C)+BD+K

5.2.15 T=AD/(I/Ipu)^N-C)+BD+K Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação, onde T é o

Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação, onde T é o tempo, D é o Dial listado no campo da tabela e A, B, C, K e N são constantes que o usuário define. O campo Desc é um descritivo, não é usado nos cálculos do PTW.

O valor do Minimun Pickup é um múltiplo para determinar qual ponto o CAPTOR começará a desenhar a curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

122
122
5.2.16 T=SM(A+B(I/Ipu-C)+D/(I/Ipu-C)^2+E(I/Ipu-C)^3 Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação,

5.2.16

T=SM(A+B(I/Ipu-C)+D/(I/Ipu-C)^2+E(I/Ipu-C)^3

5.2.16 T=SM(A+B(I/Ipu-C)+D/(I/Ipu-C)^2+E(I/Ipu-C)^3 Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação,

Este segmento desenha uma curva temporizada que segue uma equação, onde T é o tempo, S é o Deslocador listado no campo da tabela, M é o Multiplicador listado na tabela e A, B, C, D e E são constantes e definidos pelo usuário.

O campo Desc é um descritivo, não é usado nos cálculos do PTW. O valor do Minimun Pickup é um múltiplo para determinar qual ponto o CAPTOR começará a desenhar a curva.

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

124
124
5.2.17 FIX TIME HORIZONTAL LINE Este segmento trabalha como uma linha na horizontal, ou seja,

5.2.17 FIX TIME HORIZONTAL LINE

5.2.17 FIX TIME HORIZONTAL LINE Este segmento trabalha como uma linha na horizontal, ou seja, como

Este segmento trabalha como uma linha na horizontal, ou seja, como um tempo fixo. Os valores no campo setting in segundos determinam a localização do segmento.

O campo Desc é um descritivo, não é usado nos cálculos do PTW

Este segmento está disponível para os seguintes dispositivos de proteção:

126
126
6 ESTUDOS TMS O estudo de análise transiente de partida de motores (TMS - Transient

6 ESTUDOS TMS

O estudo de análise transiente de partida de motores (TMS - Transient Motor Starting) é uma simulação de computador avançada que a ajuda na analise de problemas começando pelo motor. O estudo de TMS modela múltiplos motores dinamicamente em vários estágios como partindo, parando, ou reagindo à mudança de carga, e também pode representar os motores que já estão funcionando na planta da simulação. Como todos os módulos de estudo do PTW, o TMS usa a mesma base de dados, assim você pode examinar todos seus projetos existentes.

Fluxograma do estudo de TMS 128

Fluxograma do estudo de TMS

Fluxograma do estudo de TMS 128
6.1 MODELAGEM A imagem abaixo representa o Editor de Componente do motor “ Component Subviews>Trasient

6.1

MODELAGEM

A imagem abaixo representa o Editor de Componente do motor “Component Subviews>Trasient Motor Starting”, onde se encontram os campos de Modelo de Motor (Motor Model) e Modelo de Carga (Load Model) a serem preenchidos de acordo com a biblioteca existente.

de Motor ( Motor Model ) e Modelo de Carga ( Load Model ) a serem
6.2 MODELOS DE MOTOR Os modelos de motor de rotor simples, ou rotor duplo, necessitam

6.2 MODELOS DE MOTOR

Os modelos de motor de rotor simples, ou rotor duplo, necessitam de pouca

informação para serem criados, já os modelos gráficos necessitam de muito mais

informação para serem modelados.

6.2.1 Modelo Rotor Simples

Na biblioteca de modelos de motores, clique em “Single Rotor” e na tela da direita

clique com o botão direito do mouse e escolha “New”. Veja a tela baixo.

Corrente Fator de P tên i Torque
Corrente
Fator de
P
tên
i
Torque

Os valores das impedâncias internas do motor Ra, R1, La, L1 e Lm são dados em

PU.

Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice: Definitions of Basic Per-Unit Quantities
Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice: Definitions of Basic Per-Unit Quantities

Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice:

Definitions of Basic Per-Unit Quantities of AC Rotating Machines.

Uma vez escolhidos os parâmetros corretos para o modelo, clique em Update e as curva se modificarão.

6.2.2 Modelo Rotor Duplo

Na biblioteca de modelos de motores, clique em “Double Rotor” e na tela da direita clique com o botão direito do mouse e escolha “New”. Veja a seguir.

Corrente Fator de Potência Torque Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice:
Corrente Fator de Potência Torque
Corrente
Fator de
Potência
Torque
Corrente Fator de Potência Torque Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice: Definitions
Corrente Fator de Potência Torque Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice: Definitions

Valores típicos segundo a IEEE Std 86-1987 IEEE Recommended Practice:

Definitions of Basic Per-Unit Quantities of AC Rotating Machines.

Uma vez escolhidos os parâmetros corretos para o modelo, clique em Update e as curva

se modificarão.

6.2.3 Modelo Gráfico Freqüentemente os fabricantes fornecem as características do motor em um formato gráfico.

6.2.3 Modelo Gráfico

Freqüentemente os fabricantes fornecem as características do motor em um formato gráfico. Este modelo permite que tais dados sejam inseridos diretamente na biblioteca do TMS. Você pode inserir até 50 pontos de dados para definir as curvas. Confirme os dados inseridos antes de clicar em “Update”. Clicando em “Update” as curvas refletirão os pontos novos.

em “Update” as curvas refletirão os pontos novos. Em alguns casos é necessário derivar o gráfico

Em alguns casos é necessário derivar o gráfico de impedância do motor como visto no terminal do motor, a fim de modelar determinados controladores. Esta impedância é calculada baseada na tensão dos terminais do motor, na corrente do estator do motor e no Fator de Potência do motor. Estas quantidades são todas em função da velocidade do motor. O TMS usa a interpolação linear para adquirir dados de velocidades do motor entre os pontos de dados que representam o modelo gráfico do motor.

Caso você não tenha dados suficientes, ou adequados do fabricante existem modelos típicos de motor

Caso você não tenha dados suficientes, ou adequados do fabricante existem modelos típicos de motor para serem escolhidos. A seguir é apresentada a lista de modelos gráficos típicos de motor disponíveis na biblioteca do PTW.

típicos de motor disponíveis na biblioteca do PTW. A seguir é apresentada uma janela de um

A seguir é apresentada uma janela de um modelo gráfico típico de motor com resultados em pu.

Estes valores são baseados nos dados inseridos abaixo (S ecifications) Entrada de
Estes valores
são baseados
nos dados
inseridos abaixo
(S ecifications)
Entrada
de

Clique aqui

para

atualizar os

gráficos

após inserir

os dados

para atualizar os gráficos após inserir os dados Importante : É recomendável usar valores de entrada

Importante: É recomendável usar valores de entrada em pu, mas se o fabricante não os tiver você poderá entrar com os valores absolutos e o PTW os converterá em pu. Siga os passos abaixo:

1. (Com a opção “Show in Per Unit” desmarcada). Entre com RPM sincrona, Torque Base

1. (Com a opção “Show in Per Unit” desmarcada). Entre com RPM sincrona, Torque Base e Corrente Base.

2. Entre com os pontos das curvas.

3. Concluído os passos 1 e 2, marque a opção “Show in Per Unit” e os valores dos pontos das curvas converterão para pu.

6.3 MODELOS DE CARGA Esta seção descreve como editar dois tipos modelos de Carga: Exponencial

6.3 MODELOS DE CARGA

Esta seção descreve como editar dois tipos modelos de Carga: Exponencial e Load Graphic. Você encontrará no modelo exponencial mais facilidade por necessitar de pouca informação e por este modelo fornecer dados típicos, mas o modelo gráfico de informações exatas só serve se as informações completas estiverem disponíveis.

6.3.1 Modelo Exponencial

Modelo indicado quando se tem pouca informação disponível a respeito da carga. A seguir é apresentada a janela do modelo de carga exponencial.

Estas equações determinam o torque da carga. A 1ª é definida pelo torque de partida
Estas equações
determinam o
torque da carga. A
é definida pelo
torque de partida e
a segunda é
d
fi
id
d
Entrada de dados.
Este gráfico mostra
a curva de Carga
t
lt
Use este botão para
calcular os
t
fi
i
A
B
E
Clique neste botão para
usar dados típicos do
d
l
E
i
l
Clique neste botão para atualizar a
curva de Carga toda vez que alterar
d
d
d
t
d

Quando não sabemos quais os valores das constantes (A, B, and C) das equações apresentadas na janela anterior, mas sabemos qual o valor do torque para velocidade

zero e para a velocidade síncrona, podemos usar o calculador de Modelo de Carga (Botão

zero e para a velocidade síncrona, podemos usar o calculador de Modelo de Carga (Botão “Calculate”). Abaixo é apresentada a janela que aparece quando clicamos no botão “Calculate” da janela acima.

Resultados. Este gráfico mostra a curva de Carga Entrada de
Resultados.
Este gráfico mostra
a curva de Carga
Entrada de
Este gráfico mostra a curva de Carga Entrada de Clique neste botão para atualizar a curva

Clique neste botão para atualizar a curva de Carga toda vez que

Quando não temos dados suficientes do fabricante podemos clicar no botão “Typical Data” da janela principal da Curva de Carga. Nesta Janela (indicada a seguir) podemos escolher 6 modelos de cargas diferentes.

Resultados Este gráfico mostra a curva de Clique na barra de rolagem para especificar o
Resultados Este gráfico mostra a curva de Clique na barra de rolagem para especificar o
Resultados
Este gráfico
mostra a curva de
Clique na barra
de rolagem para
especificar o
Entrada de
Clique na barra de rolagem para especificar o Entrada de Clique neste botão para atualizar a

Clique neste botão para atualizar a curva de Carga toda vez que alterar

Seguem abaixo os modelos de carga disponíveis no Modelo de Carga Exponencial.

Pump (inércia do motor multiplicado por 1, torque de partida de 40%)

Motor Gen Sen (inércia do motor multiplicado por 3, torque de partida de 25%)

Blower (inércia do motor multiplicado por 10, torque de partida de 30%)

Grinder (inércia do motor multiplicado por 3, torque de partida de 30%)

Compressor (inércia do motor multiplicado por 2, torque de partida de 40%)

Fan (inércia do motor multiplicado por 10, torque de partida de 25%)

6.3.2 Modelo Gráfico de Carga

O Modelo Gráfico de Carga deriva da curva de pontos inserida no PTW – TMS. Quando se tem boa quantidade de informações, o modelo gráfico e de Carga torna-se mais próximo da curva real que se deseja modelar. A seguir segue a janela do Modelo Gráfico de Carga.

Este gráfico mostra a curva de Carga resultante Atualize a curva de carga clicando neste
Este gráfico mostra a curva de Carga resultante Atualize a curva de carga clicando neste
Este gráfico mostra a
curva de Carga
resultante
Atualize a curva de
carga clicando neste
botão.
Entrada de dados.
Entrada de dados.

Entrada dos pontos da curva dados fornecida

6.4 TIPOS DE PARTIDA

São definidos aqui os tipos de partida listados abaixo:

Full Voltage (Square)

Full Voltage (Square Transient)

Full Voltage (Curve)

Sold Stat Current Ramp

Sold Stat Voltage Ramp

Sold Stat Current Limit

Series Reatence

Series Resistence

Shut Capacitors

Star Delta

Part Winding

Auto transformer Clicando em Run> Transient Motor Starting (TMS) ou no icone caixa de dialogo

Auto transformer

Auto transformer Clicando em Run> Transient Motor Starting (TMS) ou no icone caixa de dialogo do

Clicando em Run> Transient Motor Starting (TMS) ou no icone caixa de dialogo do TMS.

Auto transformer Clicando em Run> Transient Motor Starting (TMS) ou no icone caixa de dialogo do

aparecerá a

Basta escolher o motor, ou motores desejados para área de motores selecionados. Da mesma forma
Basta escolher o motor, ou motores desejados para área de motores selecionados. Da mesma forma

Basta escolher o motor, ou motores desejados para área de motores selecionados. Da mesma forma faça o procedimento para as barras que deseja analisar selecionando a pasta “BUS”. Clique em close para finalizar.

o procedimento para as barras que deseja analisar selecionando a pasta “BUS”. Clique em close para
Na janela do “ TMS-Data Channel View ” abaixo, com a opção de eventos selecionada

Na janela do “TMS-Data Channel View” abaixo, com a opção de eventos selecionada (“Event”, circulado), marque as curvas desejadas para disponibilizá-las para a plotagem após rodar o estudo.

disponibilizá-las para a plotagem após rodar o estudo. Ainda há mais uma informação a ser inserida

Ainda há mais uma informação a ser inserida antes de rodar o estudo, que é a criação de pelo menos um evento.

6.5

EVENTOS

Para criar um evento de partida de motor, dê um duplo clique no motor desejado (1) e a janela de eventos dinâmicos aparecerá. Marque os status iniciais do motor (2), o tempo de início do evento (3), o tipo de evento (4) (partida de motor-start motor, mudança de carga-load change, trip no motor-trip motor, considerando corrente, ou de forma similar considerando tensão) e em seguida clique em (5) para criar o evento (aparece em Event List). Pode fechar a tela (botão close).

143
143
6.6 RODANDO TMS Após o evento ter sido criado clique em “Run” como indicado na

6.6 RODANDO TMS

Após o evento ter sido criado clique em “Run” como indicado na figura abaixo

criado clique em “Run” como indicado na figura abaixo Aparecerá a tela inicial de estudo. Na

Aparecerá a tela inicial de estudo. Na janela de estudo abaixo é possível modelar o caso a ser rodado acessando o “setup” antes de rodar (“Run”).

Abaixo, a janela do setup do estudo de TMS. São as mesmas opções o Setup
Abaixo, a janela do setup do estudo de TMS. São as mesmas opções o Setup

Abaixo, a janela do setup do estudo de TMS.

Abaixo, a janela do setup do estudo de TMS. São as mesmas opções o Setup do

São as mesmas opções o Setup do Load Flow – DAPPER.

No Setup há a possibilidade de alterarmos o tempo máximo de simulação (“Maximum Simulatium Time”)

No Setup há a possibilidade de alterarmos o tempo máximo de simulação (“Maximum Simulatium Time”) e determinar o intervalo de tempo entre as medições (“Simulation Time Step”), além de opções de Load Flow.

Para abrir o relatório do estudo clique em “Document> Report.

de Load Flow. Para abrir o relatório do estudo clique em “Document> Report. , ou no

, ou no

menu principal vá em

6.7 PLOTANDO GRÁFICOS Após rodar o estudo com sucesso podemos plotar as curvas. No menu

6.7 PLOTANDO GRÁFICOS

Após rodar o estudo com sucesso podemos plotar as curvas. No menu inferior da janela de estudo clique em “Plot”.

plotar as curvas. No menu inferior da janela de estudo clique em “Plot”. Então aparecerá a

Então aparecerá a janela a seguir.

Digite um nome para seu gráfico e clique em “New”. Será apresentada uma tela similar
Digite um nome para seu gráfico e clique em “New”. Será apresentada uma tela similar

Digite um nome para seu gráfico e clique em “New”. Será apresentada uma tela similar a está a seguir:

3 -GRÁFICOS 2 -EVENTOS 1 -ESTUDO DE CASO 5 –BOTÃO PLOT 4 –TIPOS DECURVAS 6
3 -GRÁFICOS
2
-EVENTOS
1 -ESTUDO DE CASO
5 –BOTÃO PLOT
4 –TIPOS DECURVAS
6 –BOTÃO GRAPH
7 –BOTÃO RUN
8
–BOTÃO EVENT
1. Janela dos casos (Cases) mostrando os casos e pastas com casos. Para criar novo

1. Janela dos casos (Cases) mostrando os casos e pastas com casos. Para criar novo caso clique com o botão direito do mouse na pasta “Study” e selecione “New Case”. Para criar nova pasta de estudo, clique em “Transient Motor Starting” como o botão direito do mouse e selecione “New Study”;

2. Janela onde ficam os eventos criados para cada motor;

3. Janela onde são plotadas as curvas. Nela é apresentada a ultima plotagem ativa;

4. Janelas das curvas disponíveis para serem secionadas e plotadas quando clicadas;

5. Botão Plot

6. Botão Gragico

7. Botão Rodar

8. Botão Evento

As curvas geradas podem ser editadas e também exportadas para Word e Excel, por exemplo. (vide reference TMS 1.16 -pg. 33)

Clique com o botão direito do mouse no gráfico no mouse e selecione “Export seguida aparecerá a tela abaixo.

”.

Em

com o botão direito do mouse no gráfico no mouse e selecione “ Export seguida aparecerá
Basta escolher o tipo de exportação, ou melhora de imagem e ok. 150

Basta escolher o tipo de exportação, ou melhora de imagem e ok.

7 ESTUDO DE AVALIAÇÃO DOS RISCOS POR ARCO O objetivo da indústria em termos de

7 ESTUDO DE AVALIAÇÃO DOS RISCOS POR ARCO

O objetivo da indústria em termos de segurança elétrica e queima devido a arcos tem conduzido à necessidade de proteger os trabalhadores de todos os riscos referentes aos arcos. As limitações na aplicação das “melhores” fórmulas disponíveis até o momento para calcular acidentes curáveis dos não curáveis tem sido sobrepujadas. Este relatório se fundamenta em novos modelos empíricos, derivados de análises estatísticas e ajuste de curvas extraídos de uma base de dados testados, disponíveis até o momento.

Este relatório é baseado em técnicas que podem ser usadas por projetistas e operadores para determinar a distância de risco do arco e da energia incidente as quais os trabalhadores podem ficar expostos durante o trabalho no equipamento ou próximo dele.

Através desta ferramenta, roupas e placas de advertência podem ser especificadas de modo a prevenir danos aos trabalhadores e aos equipamentos.

Como pode ser observada, a realização deste tipo de análise requer que o engenheiro seja preparado adequadamente e que tenha sólidos conhecimentos de Análise de Sistema de Potência, com uma base muito boa de Proteção de Sistemas Elétricos, de forma a permitir que se delegue a ele esta grande responsabilidade.

O modulo ARC FLASH EVALUATION baseia-se nas normas IEEE-1584 e na NFPA-

70E.

7.1

DESCRIÇÃO

O módulo ARC FLASH EVALUATION calcula a energia incidente e as linhas limítrofes da área de risco durante a ocorrência de uma falta por arco, para cada painel do sistema elétrico. O programa lê automaticamente as correntes de curto-circuito de cada barra e os respectivos dispositivos de proteção de cada ramo. A corrente através do arco que circula em cada dispositivo de proteção é então calculada a partir do valor da

falta franca e é utilizada automaticamente para encontrar o tempo de atuação deste arco, baseado

falta franca e é utilizada automaticamente para encontrar o tempo de atuação deste arco, baseado nas curvas tempo x corrente dos dispositivos de proteção.

A energia incidente e a região limítrofe de risco são calculadas tomando como base o valor da corrente de curto-circuito trifásico e a duração do arco.

Os requisitos para as vestimentas (roupas) são especificados a partir de uma tabela de EPI´s definida pelo usuário.

a partir de uma tabela de EPI´s definida pelo usuário. Da tabela acima, lendo da esquerda

Da tabela acima, lendo da esquerda para a direita, as colunas têm as seguintes definições:

a) Bus Name (Nome da Barra)

Local da Falta sob análise no relatório. Existe a opção de escolher o relatório com os dados do lado da linha ou do lado da carga. A barra refere-se ao equipamento onde o dispositivo de proteção está conectado (lado da linha e lado da carga).

b) Protective Device Name (Nome do Dispositivo de Proteção)

Refere-se ao dispositivo de proteção que elimina a falta por arco ou parte da corrente

Refere-se ao dispositivo de proteção que elimina a falta por arco ou parte da corrente de falta por arco.

c) Bus kV (Tensão da Barra)

Indica a tensão da barra no local da falta.

d) Bus Bolted Fault Current (kA) (Corrente de Falta Franca na Barra em kA)

A corrente que flui para a barra sob falta que ocorre entre dois ou mais condutores

ou barras (fases), onde a impedância entre os condutores ou barras (fases), é nula.

e) Protective Device Bolted Fault Current (kA) – (Corrente de Falta Franca no Dispositivo

de Proteção em kA)

A parcela da corrente total de falta franca que circula por um dado dispositivo de

proteção.

f) Protective Device Arcing Fault Current (kA) – (Corrente de Falta por Arco pelo Dispositivo de Proteção em kA)

É a corrente que circula por cada dispositivo de proteção que alimenta a falta

elétrica através do arco. Note que a corrente de falta através do arco total pode circular

por vários circuitos paralelos até chegar ao ponto de falta.

g) Trip / Delay Time (Tempo de Desligamento / Trip)

É o tempo necessário para que o dispositivo de proteção opere para uma dada condição

É o tempo necessário para que o dispositivo de proteção opere para uma dada

condição (corrente). No caso de um relé, o tempo de abertura do disjuntor é introduzido

separadamente do tempo de trip do relé. Para disjuntores de baixa tensão e fusíveis o tempo de trip é assumido como sendo o da curva de tempo total de eliminação (total clearing time) ou o tempo mais elevado (que contempla a tolerância) das curvas de atuação dos fabricantes.

h) Breaker Opening Time (Tempo de Abertura do Disjuntor)

É o tempo necessário para um disjuntor abrir após receber o sinal de trip. A

combinação do tempo de desligamento/trip e do tempo de abertura do disjuntor determina o tempo total necessário para eliminação da falta. Para disjuntores de baixa tensão assume-se que o tempo total de eliminação da falta indicado nas curvas dos fabricantes já inclui o tempo de abertura do disjuntor.

i) Ground (Terra)

Indica se o local da falta permite ou não caminho para terra. Sistemas aterrados por resistência de alto valor são assumidos como sendo não aterrados nos cálculos de ARC FLASH.

j) Equipment Type (Tipo de Equipamento)

Indica se o equipamento é um switchgear, painel, cabo ou aberto. O tipo do equipamento fornece um valor de espaçamento (Gap) padrão e um expoente relativo à distância usado nas equações para o cálculo da energia incidente do IEEE.

k) Gap Define o espaçamento entre a barra ou condutor no local do arco. l)

k) Gap

Define o espaçamento entre a barra ou condutor no local do arco.

l) Arc Flash Boundary (Região Limítrofe do Arco)

A distância das partes vivas expostas dentro da qual uma pessoa poderia receber

uma queimadura de segundo grau.

m) Working Distance (Distância de Trabalho)

A distância entre a fonte geradora do arco e a face ou peito do trabalhador.

n) Incident Energy (Energia Incidente)

A quantidade de energia sobre uma superfície a uma distância específica de um

arco.

o) Required Protective FR Clothing Class (PPE) - Classe de Roupa de Proteção Retardante

de Chama Necessária (EPI)

Indica o EPI necessário para prevenir uma queimadura incurável a uma distância de trabalho durante uma falta por arco.

p) Detail View versus Summary View (Visualização Detalhada x Visualização Resumida) as contribuições em paralelo

p) Detail View versus Summary View (Visualização Detalhada x Visualização Resumida)

as

contribuições em paralelo e a energia acumulada quando cada contribuição é desligada. A visualização resumida lista somente o último ramo que elimina a contribuição significante como definida pelo Limite de Eliminação de Falta, no percentual especificado.

A visualização

detalhada

num

relatório

de

falta

por

arco

lista

todas

m) Important Assumptions (Premissas Importantes):

O software do Arc Flash Evaluation “varre” todo o sistema, conforme a sua

topologia, partindo da barra sob falta e caminhando a montante, para identificar o primeiro dispositivo de proteção que possua uma unidade de sobrecorrente. Quando o primeiro dispositivo é localizado, a procura se encerra (isto é, assume-se que exista coordenação com os dispositivos a montante). O próximo dispositivo de proteção à montante pode ser incluído na pesquisa pela seleção da opção “Check Upstream Devices for Mis-Coordination” (Verifique dispositivos de Proteção à Montante para Falta de Coordenação). Se existem contribuições múltiplas para a falta na barra, o processo irá se repetir até que todas as contribuições sejam desligadas (eliminadas) pelos respectivos dispositivos de proteção, ou a procura chega ao fim da topologia. As funções de proteção com os nomes de “Ground”, “Earth”, ou “AF_EX” serão excluídas da procura e um dispositivo a montante será utilizado alternativamente. A montante refere-se ao fluxo de potência das fontes primárias de potência para o local da falta, da perspectiva de uma

pessoa em pé no local da falta.

O tempo de eliminação da falta é determinado para todos os dispositivos de proteção localizados no ramo que contém o primeiro dispositivo de proteção por sobrecorrente e é utilizado o dispositivo com o tempo de eliminação mais rápido para uma dada falta por arco.

O trabalhador fica parado durante todo o tempo de energia incidente (distância de trabalho constante)

O trabalhador fica parado durante todo o tempo de energia incidente (distância de trabalho constante)

Os motores de indução contribuem com corrente subtransitória permanente até que seja removido pelo usuário num tempo “x” especificado, a menos que sejam especificados para serem excluídos do estudo de ARC FLASH.

Quando se utiliza fusíveis limitadores genéricos, a faixa de limitação é assumida. Iniciar quando a curva de tempo máximo de fusão cai abaixo de 0,01 segundos.

Quando se utiliza fusíveis limitadores genéricos, a operação do fusível na faixa de limitação de corrente é assumida eliminar a falta em ½ ciclo para correntes de 1 a 2 vezes a corrente onde a limitação de corrente se inicia e de ¼ de ciclo para correntes maiores do que 2 vezes o valor onde a limitação de corrente se inicia.

Os dispositivos de interrupção apresentam capacidade de interrupção adequada para a corrente de curto-circuito presumida (nenhum dano no equipamento é considerado).

Os dispositivos do ramo, à montante coordenam adequadamente com os dispositivos situados a jusante. O dispositivo de proteção à montante pode ser incluído na busca através da opção “Check upstream for mis-coordination”. O dispositivo que elimina a falta por arco mais rápida é usado.

Dispositivos de falta a terra e de sobrecarga de motor não são incluídos.

Para dispositivos de proteção multi-função, somente a primeira função é usada para determinar o tempo de eliminação.

Relata somente a maior energia incidente baseado nas tolerâncias máximas e mínimas aplicadas ao cálculo da corrente de falta por arco.

Quando a corrente de falta total eliminada é menor do que o limite percentual especificado no SETUP do estudo, ou nenhum dispositivo de proteção é encontrado a barra é rotulada como “DANGEROUS” (perigosa) e a energia incidente e a região limítrofe de arco não são indicadas no relatório.

Se o tempo de eliminação de falta obtido da curva tempo x corrente é maior do que o tempo máximo de eliminação definido no SETUP do estudo, o tempo de eliminação máximo é utilizado como default.

158
7.2 Study Options (Opções do Estudo) O software permite a escolha do método utilizado, pela

7.2 Study Options (Opções do Estudo)

7.2 Study Options (Opções do Estudo) O software permite a escolha do método utilizado, pela norma

O software permite a escolha do método utilizado, pela norma NFPA 70E ou IEEE 1584. O método IEEE 1584 é baseado em dados de teste mais amplos e mais recentes e é o método preferido, porém o método mais antigo, NFPA 70E é incluído para comparação.

Em ambas as normas são permitidas a escolha das unidades, entre unidade métrica ou inglesa.

Para unidades inglesas, as distâncias são expressas em polegadas e os valores de energia são expressos em calorias / cm2. Quando a unidade métrica é escolhida a unidade de distância é milímetros e os valores de energia escolhidos são expressos em

Joule/cm2.

A definição do porcentual de falta monofásica/trifásica para Aterramento, da Norma IEEE 1584 permite ao

A definição do porcentual de falta monofásica/trifásica para Aterramento, da Norma IEEE 1584 permite ao usuário especificar qual o maior porcentual de falta monofásica em relação à trifásica para correntes de falta a terra, para ser considerado aterrado. O programa irá calcular automaticamente a corrente trifásica e monofásica em cada barra e comparar com o porcentual utilizado como referência, para determinar se a barra é ou não aterrada. A norma IEEE 1584 utiliza equações diferentes para sistemas aterrados e não aterrados.

O tempo de trip máximo da proteção permite especificar o tempo de trip máximo para o cálculo da energia incidente e a região limitrofe de arco. Para correntes de falta por arco menores o tempo de trip pode estar abaixo da região instantânea do dispositivo de proteção resultando em tempos de trip elevados na região térmica. Visto que a as equações para o cálculo da energia incidente e da região limítrofe assumem distância constante, é razoável considerar que se os EPI´s conseguem suportar a energia incidente para os primeiros segundos em que o trabalhador para ele se afastar da fonte do arco se o arco é mantido para o tempo de trip apresentado no relatório. Por exemplo, se o tempo de trip máximo da proteção for ajustado para 2 segundos, os cálculos serão baseados no tempo de trip ou em 2 segundos, aquele que for menor. Um bom julgamento é sempre necessário ao serem feitas estimativas razoáveis de energia incidente.

Tolerância da falta por arco: permite especificar uma tolerância para os cálculos das correntes de falta por arco. A magnitude da corrente de falta por arco é uma função da tensão e da impedância do arco. Como uma pequena mudança na corrente de falta por arco pode levar a tempos de trip e energia incidente significativamente diferente, é prudente levar em consideração tolerâncias razoáveis para a corrente de falta por arco. A norma IEEE 1584 utiliza uma tolerância inferior de 15% para os cálculos de corrente de falta por arco. A energia incidente é calculada para a tolerância inferior e superior especificada é a maior energia incidente obtida é indicada no relatório. Para os casos nos quais ambos os valores de tolerância resultarem no mesmo tempo de trip, a tolerância superior sempre produzirá a energia incidente mais elevada.

Para os casos nos quais a tolerância inferior resultar em tempos de trip mais longos, que é o caso mais comum, a energia incidente é tipicamente maior no tempo de

trip mais longo. Na tabela do Arc Flash, o valor é rotulado com (*3) quando

trip mais longo. Na tabela do Arc Flash, o valor é rotulado com (*3) quando for utilizada a tolerância inferior do valor da falta por arco.

Todos os fusíveis como limitadores de corrente, fusíveis padrão ou especificados na biblioteca (All Fuses As Current Limiting, Standard Fuses, or Specified in Library):

Quando fusíveis padrão forem selecionados, a duração do arco é lida da curva do tempo total de eliminação na corrente de falta por arco. Se forem assumidos fusíveis limitadores de corrente a duração do arco é reduzida quando a corrente do arco estiver dentro da faixa de limitação de corrente. O usuário pode alternadamente especificar fusíveis ou disjuntores de baixa tensão como limitadores de corrente na biblioteca de dispositivos de proteção e selecionar “Especificado na Biblioteca” (Specified in Library).

Para todos os fusíveis limitadores de corrente e disjuntores, se o tempo de trip da curva de tempo x corrente dos dispositivos de proteção na corrente de falta por arco no ramo for menor do que ½ ciclo e a curva estiver definida abaixo de 0.01 segundos, é utilizado o tempo de abertura total. De outra forma, a corrente de falta por arco (Ia) é comparada à corrente (IL) onde a corrente de abertura total cair abaixo de 0.01 segundos e o tempo de trip é baseado na seguinte tabela:

Trip/Delay Time

Condition

Read

from

clearing

 

curve

Ia < IL

1/2 cycle

 

IL < Ia < 2 IL

1/4 cycle

 

Ia > 2 IL

A biblioteca de dispositivos de proteção alternativamente permite que sejam modeladas equações de limitação de corrente para fusíveis e disjuntores para cada faixa

de corrente de falta franca. O módulo Arc Flash utiliza estas equações para calcular a

de corrente de falta franca. O módulo Arc Flash utiliza estas equações para calcular a energia incidente e a região limítrofe, ao invés das equações da norma IEEE 1584.

Induction Motor Fault Contribution (Contribuição dos motores de Indução): se esta opção for escolhida, pode-se incluir a contribuição dos motores para a duração total do arco, ou incluir a contribuição dos motores nos primeiros “x” ciclos. Pode também escolher a exclusão de motores com potência inferior a 75 HP. A opção “Excluded” ignora todas as contribuições de falta dos motores de indução dos cálculos de corrente de falta por arco e de energia incidente. A exclusão das contribuições dos motores reduz o valor da corrente de falta, mas aumenta o tempo do trip e, portanto resulta em uma energia incidente mais elevada.

7.3 Report Options (Opções do relatório)

Estão disponíveis três diferentes opções de relatório. As opções do relatório recebem o nome de Barra (Bus), Proteção do lado da carga (Protective Load Side) e Proteção do lado da linha (Protective Line Side). O relatório “Barra” é o padrão, entretanto os relatórios para o lado da carga e para o lado da linha podem ser úteis em situações específicas. Observe o seguinte diagrama e suas descrições.

a) Opção Bus (Barra) O relatório Barra assume que a falta ocorre na barra do
a) Opção Bus (Barra) O relatório Barra assume que a falta ocorre na barra do

a) Opção Bus (Barra)

O relatório Barra assume que a falta ocorre na barra do equipamento. Se a barra

tiver contribuições múltiplas, os dispositivos que atuam em cada contribuição e em cada

ramo serão listados na ordem em que atuam, e a energia incidente será acumulada até

que o percentual significativo da falta seja eliminado. A porção significante é definida pelo percentual limite de eliminação da falta (Cleared Fault Threshold) que for especificado.

b) Opção Protective Device Load Side (Dispositivos de Proteção do Lado da Carga)

O relatório do lado da carga aplica uma falta no lado da carga de cada dispositivo

de proteção e, portanto o dispositivo de proteção listado elimina a falta. A corrente de

falta através do dispositivo será utilizada para calcular a corrente de falta por arco e

obter o tempo de trip da curva tempo x corrente. O acúmulo de energia não

obter o tempo de trip da curva tempo x corrente. O acúmulo de energia não é aplicável para esta opção.

c) Opção Protective Device Line Side (Dispositivos de Proteção do Lado da Linha)

O relatório do lado da linha assume que a falta ocorre no lado da linha de cada dispositivo de proteção. Isto pode ocorrer se o disjuntor principal estiver sendo substituído por exemplo. Para este caso, o dispositivo de proteção acima é o que deve eliminar a falta. Se houver mais do que uma contribuição quando houver uma falta no lado da linha, a energia incidente será acumulada até o porcentual de contribuição da falta especificado.

d) Opção Bus + Side Line (Barra + Lado da Linha)

calcula

comparando do pior cenário possível. Uma etiqueta especial personalizada é fornecida pela PTW para colocar em ambos as barras e linhas resultando em um único rótulo.

O relatório

combina a barra

e

o

lado da

linha em um relatório

e

7.3.1 Check Upstream devices for mis-coordination (Checar descoordenação de dispositivos à montante)

Avalia os tempos de trip para dispositivos de proteção de retaguarda além do ramo contendo o primeiro dispositivo de proteção. A descoordenação é verificada somente em dispositivos que são submetidos ao valor de 50% do limite de eliminação da

falta. Somente em dispositivos de proteção de retaguarda à montante que são submetidos a uma

falta. Somente em dispositivos de proteção de retaguarda à montante que são submetidos a uma porção significativa da corrente de falta do dispositivo de proteção primária são checados. Significativo é definido pelo valor do limite de eliminação da falta, no qual a corrente de falta através da proteção de retaguarda à montante deve ser maior ou igual ao porcentual do limite de eliminação da falta vezes a corrente de falta que flui através da proteção primária

7.4 Cleared Fault Threshold (Limite de eliminação da falta)

Define a contribuição de falta significativa como um porcentual do total. O valor padrão é 80%, o que significa que o tempo de trip total de falta por arco é baseado no momento em que 80% ou mais da corrente de falta total na barra for eliminada. Na visualização resumida, o último dispositivo a atuar que atinge o limite de eliminação da falta é o único dispositivo de proteção que será listado sob a barra, e os dados do dispositivo serão utilizados no relatório de detalhamento da barra (Bus Detail) e na etiqueta da barra (Bus Label). Se um percentual menor do que o especificado para o limite de eliminação da falta atuar em uma barra, a classe de EPI é indicada no relatório como Perigosa (Dangerous) e a energia incidente e a região limítrofe não são indicadas. O valor de limite de eliminação da falta também é utilizado para determinar quais ramos serão verificados com relação à descoordenação.

7.5 ARC FLASH EVALUATION UTILIZANDO NFPA 70E

A avaliação do arco utilizando NFPA 70E inclui os seguintes passos:

a) Aplica-se uma falta trifásica para cada barra do sistema, e calcula-se a corrente de falta franca na barra (FB) e a corrente de falta franca através de cada dispositivo de proteção (FBr)

b) Calcula-se a corrente de falta por arco na barra (FA) e através de cada

b) Calcula-se a corrente de falta por arco na barra (FA) e através de cada dispositivo de

proteção (FA Br)

FA Br = FA * FBr / FB

FA Br = FBr

O módulo Arc Flash automaticamente lê este valor do resultado da análise de faltas obtidas do módulo DAPPER. FA Br é a corrente de falta por arco através de cada dispositivo de proteção.

Esta equação empírica foi desenvolvida a partir de dados de testes e está publicada no IEEE PCIC 2001 Tutorial B por H Landis Floyd, etc.

c) Determina-se o tempo de trip/delay do dispositivo de proteção através da curva tempo

x corrente.

O tempo de trip/delay é baseado na corrente de falta por arco, FA Br e dos ajustes do dispositivo de proteção do ramo. O módulo Arc Flash automaticamente lê este valor das curvas de tempo x corrente. Como os tempos de trip são lidos dos ajustes dos dispositivos de proteção, é preciso que estes ajustes estejam precisos. Ajustes imprecisos resultarão em tempos de atuação imprecisos.

d) Determina-se a duração do arco adicionando-se o tempo de trip/delay e o tempo de

abertura do disjuntor.

e) Determina-se o tipo do arco (fechado ou aberto)

O invólucro que envolve o arco apresenta uma energia incidente maior se comparada ao valor

O invólucro que envolve o arco apresenta uma energia incidente maior se comparada ao valor aberto e será necessário uma classe de EPI mais elevada para proteger os trabalhadores expostos.

f) Calcula-se a região limítrofe do arco

A região limítrofe do arco é definida como a distância limite para níveis de energia incidente de EMB = 1.2 cal/cm²

1.2 cal/cm² é o limite para uma queimadura de segundo grau.

g) Determina-se a distância de trabalho

A distância padrão é de 18 polegadas (45.72 cm). Os testes utilizados para desenvolver as equações empíricas foram realizados para distâncias maiores ou iguais a 18 polegadas.

h) Calcula-se a energia incidente para uma dada distância de trabalho.

Para Tensão da Barra > 1 kV

de trabalho. ∑ Para Tensão da Barra > 1 kV E energia incidente (cal/cm2) V tensão

E

energia incidente (cal/cm2)

V

tensão do sistema (kV)

T

tempo do arco(segundos)

D distância de trabalho do arco(polegadas) IBF corrente de falta franca (kA) O valor da

D distância de trabalho do arco(polegadas)

IBF corrente de falta franca (kA)

O valor da região limítrofe pode ser solucionado assumindo-se E = 1.2 cal/cm² e calculando-se D através da equação acima.

Para tensão da barra < 1kV and 16kA < FB < 50kA

Para tensão da barra < 1kV and 16kA < FB < 50kA i) Determina-se a região

i) Determina-se a região limítrofe do arco

É definido como a distância limite para os níveis de energia incidente EMB = 1,2 cal/cm2, 1,2 cal/cm2 é o limite para uma queimadura de segundo-grau. A região pode ser resolvida através da fixação de E = 1,2 D cal/cm2 e calculada a partir da energia incidente das equações.

NFPA 70E-2004 130.3 recomenda a utilização de 1,5 cal/cm2 como o incidente para o cálculo do nível de energia quando a duração da região limítrofe do arco (TRIP TIME + breaker opening time) é inferior ou igual a 0,1 segundos. A escolha da utilização de 1,2 ou 1,5 cal/cm2 é fornecida como uma opção no estudo e é aplicada a níveis tensão superior a 1 kV.

NFPA 70E-2004 130.3 recomenda também utilizando a seguinte equação para calcular a região limítrofe do arco para sistemas que são igual ou inferior a 600V:

A região limítrofe do arco (em polegadas) = 12.0 * sqrt (2.65 * 1.732 * Curto Franco

visto pela Barra * Tensão Barra kV * duração do arco em segundos)