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c. B. M. | Biblioteca ORIGINAIS E SOBRE TEMAS DE CANTIGAS POPULARES, PARA ENSINO DE CANTO ORFEONICOz 1° VOLUME ADOTADO NOS CURSOS DO SERVICO DE EDUCA- CAO MUSICAL E ARTISTICA DA PREFEITURA DO DISTRITO FEDERAL E NO EX TERNATO PEDRO I1 j Preco 108000 DISTRIBUIDOR: ) E. S. MANGIONE Praga da Liberdade, 134 Ouvidor, 160 1.0 Sao Paulo Rio A MELODIA Gongalves Dias, 85 Rio Copyright 1940 - by H. Villa-Lobos PREFACIO (Do “Programa do Ensino de Musica”) Quando, em 1932, a convite do Diretor Geral do Depar- lamento de Educacdo, fui investido nas funcdes de orientador de musica e canto orfeénico no Distrito Federal, tive, como primei- ro cuidado, a especializacdo e aperfeigoamento do magisterio, a propaganda, junto ao piblico, da importancia e utilidade do ensino da musica. Reunindo os professores, compreendendo-thes ‘a sensibilidade ¢ avaliando das possibilidades e recursos de cuda, ofereci-thes cursos de especializacdo, com acentuada fina- lidade pedagégica, dos quais, logo depois, ia surgir 0 Orfedo de Professores, onde, como nos cursos, ingressaram pessoas estra- nhas, atendendo & complexidade artistica das organizacdes. Proeurando esclarecer 0 publico, principalmente cerios pais de aiunos, sobre os objetivos dessa atividade educacional, moveu- me um duplo objetivo: retird-los do estado de incompreensdo em que se encontravam, ¢ desfazer, de vez, as prevencées que natriam e se refletiam sobre os escolares, ocasionando lamen- favel resistencia passiva aos esfocos renovadores da admini: taco. Num ou noutro aspecto, realizava-se uma acdo de in- discutivel alcance educativo. Nem por mais tempo se poderia retardar a verdadeira in- terpretacdo do papel da musica na formacdo das geracdes novas eda necessidade inadiavel do levantamento do nivel artistico de nosso povo. 0 canto orfednico é 0 elemento propulsor da ele- pedo do gosto e da cultura das artes; é um fator poderoso no dspertar dos sentimentos humanos, nao apenas os de ordem edetica, mas ainda os de ordem moral, sobretudo os de natu- rea civica. Infléi, junto aos educandos, no sentido de apontar- Iles, espontanea e voluntaria, a nocdo de disciplina, ndo mais imposta sob a rigidez de uma autoridade externa, mas nova- nente aceita, entendida e desejada. Da-thes a compreensdo da ‘sdidariedade entre os homens, da importancia da cooperacdo, ds anulacdo das vaidades individuais e dos propositos exclusi- vistas, de vez que o resultado s6 se encontra no esforco coorde- nudo de todos, sem o. deslise de qualquer, numa demonstracao vyorosa de coesdo de animos e sentimentos. O evito esta na canunhdo. O orfedo adotado nos paises de maior cultura, so- cisliza as eriancas, estreita os’ seus lacos afetivos, cr¢ia a nocao cdetiva do trabalho. S6 quando todas as vozes se integram num mesmo objetivo artistico, despidas de quaisquer predominan- soais, é que se encontrard a verdadeira demonstracao oednica. ae Nas escolas primdrias e mesmo nas secundirias, 0 que se pretende, sob 0 ponto de vista estetico, nao é a formacio inte. gral de um musico, mas despertar nos educandos, as aptidoes naturais, desenvolvé-las, abrindo-thes horizontes novos € apon- tando-lhes os institutos superiores de arte, onde é especializada a cultura. Oferecendo-thes as primeiras nocdes de arte, propor- cionando-thes audicdes_ musicais, cultivando e cultuando os grandes artistas, como figuras de relevo da humanidade em to- dos os tempos, ésse ensino, embora elementar, ha de contribuir, poderosamente, para a elevacdo moral civica e artistica do povo, FINALIDADES Assim, pois, a trés finalidades distintas obedece a orienta. ¢do tracada para as escolas de Distrito: a) disciplina; b) civismo; ©) educacéo artistica. Sob ésse triplice aspecte, é que a ex-Superintendéncia, atualmente Servico de Educacio Musical ¢ Artistica —em que se transformou o Servico de Musica e Canto Orfednico, institui- do em 1932 — desenvolve sua atuacdo sobre todos os setdres educacionais do Distrito Federal, baseando-se em: a) Disciplina ~~ Atitude dos orfeonistas, exercicios de res- piracdo, entoacéo de acordes com vogais e efeitos de timbre; manosolfa; saudacao orfednica; seleedo de “ouvintes”. Instituiu- se a saudagao orfednica nao com o intuito de exibicio, mas como exercicio especial de ginastica para dilatacdo dos orgdos respiratorios, e tambem para fazer com que 0 ambiente de dis- ciplina transcorra entre alegria ¢ entusiasmo. Conferiu-se a de- nominagao de “ouvintes” aos alunos que nao tém disposicéo para a musica Esses alunos, depois de exortacoes, de estimulos, ete., quasi sempre se torriam afinados, accessiveis e recebem 0 ensino de musica com boa vontade. Esta denominacdo dada em classe clasificados e selecionados por vozes, que assistem em silencio a um outro grupo de alunos que recebem a aplicacdo e apuzacdo das outras partes melodicas que constituem a musica em preparo. Manosolfa, solfejo_ mi- mico, oriundo do estrangeiro, aplicado com sinais simples cor. respondente aos grdos da escala modelo e alteragées, foi com completo desenvolvimento, implantado nas nossas escolas - b) Civismo (Educacio Civiea) — Exortacdo aos alunos, acentuando-thes a idéa de civismo e patriotismo; estudo dos hinos e cangées nacionais, selecionadas cuidadosamente de acérdo com a Comissdo Consuitiva do S.E.M. A. organizada por nossa iniciativa, para observar a atuacdo do Servico. Cultivar o respeito para com os artistus de renome, prineipalmente os brasileiros . se estende tambem aos alunos j easommycinepak: ¢) Educagao Artistiea — Selecdo, classificagdo ¢ colocagio de vézes; téenica orfednica; conhecimentos de teoria aplicada; audigées escolares parciais e em conjunto. A colocagio das vézs, adotada nas escolas, é bem diferente da maneira empre- gada em geral nos conjuntos corais classi{cos. Por ser a nossa direita 0 lado mais logico e natural para a atencdo e percepcdo de todos 0s movimentos, a parte melodica e 0 timbre de vozes mais importantes devem ser colocadas em destaque, isto é, do lado onde possa receber, imediatamente, os sinais do regente. Quando 0 eéro fér acompanhado por orquestra, as vézes deverdo obedecer a disposic¢ao classica e tradicional dos *instrumentos. SUGESTOES E INICIATIVAS : Para organizacéo e maior desenvolvimento do ensino do canto orfednico, que dia a dia, vai despertando mais sinceros enlusiasmos, foram apresentadas as seguintes sugestdes: a) formarem-se, em cada escola, dois orfedes: 0 artistico, constitnido dos melhores elementos, de sessenta a cem orfeonis- tas; e 0 geral com o restante dos alunos; b) instituir-se, em cada escola, uma sala especial para aula de musica, sob 0 patrocinio de um grande artista, decoradas as paredes com retratos das principais figuras da arte, bem como reprodacdo de instrumentos de musica, afim de que o simples ambiente material seja um fator de influéncia na propria edu- cactio artistica. ©) organizar-se um Concilio Civico e Intelectual dos Pro- fetores is Artes no ensino municipal, formado por um grupo de 40 membros, Senhoras e Senhores pertencentes ao Magisterio Municipal, afim de intensificar 0 gosto pelas artes elevadas, principalmente a Musica, de maneira que, tanto professores, di- retozes, alunos, como funcionarios da Prefeitura do Distrito Fe- deral, se interessem por todas as iniciativas de arte que a muni-~ cipatidade organize com fim educacional. OUTRAS INICIATIVAS E SUGESTOES a) Foi estabelecido um plano de classificagdo de discos, selecdo e ordem de aplicacao, plano que possa servir de orienta. ¢do & educacdo do bom gosto artistico, feita por meio de con- fronto entre a musica popular e a elevada. A primeira aparece apenas para despertar a atencéo do publico, que de outra ma- neira, ndo chegaria a ouvir musica pura, pela qual o interesse iniciul seria diminuto. Futuramente, quando observados os re- sultados colhidos por-ésse proceso de educacdo, outro criterio serd estabelecido, organizando-se andigées progressivas, quanto ao estilo dos diversos generos. b) Em 1933, foi tratado, com bastante interesse, 0 assunto de organizagdo das Bandas Recreativas das Escolas Municipais, ¢ formacdo da Banda Sinfonica Municipal, de cardter popular, ar. tistico, educacional, diferente de todas as outras Bandas oficia do estrangeiro. ©) Para melhor orientagio, considerou-se mais conveniente seguro que o ensino de Musica Instrumental fosse aplicado, de um modo geral, com unidade de autores, fabricacdo de instru- mentos e uma sé escola de técnica dos instruments de sopro, para melhor homogeneidade nas exeeucées de quaisquer Bandas ofi- ciais, quer nas capitus, quer nas demais cidades dos Estados do Brasil. d) Na Escola Pré-Vocacional Ferreira Vianna, onde existe um Orfedo Artistico com pequenos regentes, desde a idade de 7 anos, instituin-se a Banda Recreativa, afim de preparar voca- codes e encaminhar os alunos para o estudo profissional nas esco- las secundirias técnicas. Nessa escola, os alunos gosam de plena diberdade, para a fabricacdo de instrumentos mnsicais, com eatxas de charutos, e etc., por éles mesmo inventados ©) Estioem estuuo as bases de um projéto para creacao de um Instituto de Educacdo Poputar Musical, que dara aos compo- sitores populares as luzes para se orientarem atrivés da invasdo constante do folelore estrangeiro. Com a organizacdo désse Ins~ tituto, o S20 > ae: ae lancara a principal base da educacdo do povo, dando-lhe habilitacdo. segura para discernir e julgar em materia de Arte. f) Compreendendo 0 programa de educacéo artistica, ndo 6 a educacéo musical como a artistica em geral, estendendo-se ds principais artes que tém ligacdo com a musica, e sendo a dansa (genero Diaghilew) a que melhor se aprezenta para essa conjugacdo, este Servico organizon um flano para bai- lados, com caracteristicas. Nessa nova seccdo, poderdo ser apro- veitados os bailarinos que o ensino de educacdo fisica ¢ recrea- tiva haja revelado; as vocagées excepcionais dos estudantes de desenho com tendéncias & cenografia; ¢ 0s que mostrarem apti- dées para modelagem, — realizando, assim, ésse Servico de bailados uma obra coletiva de aproveitamento de todos os elementos que revelarem possibilidades artisticas, e contribuindo para a constitui¢do da arte nacional. CONCLUSAO; O objetivo que temos em vista, ao realizar ésse trabalho, é permitir que as novas geracdes se formem dentrc dos bons sen timentos estéticos e civicos e que a nossa patria, como sucede ds nacionalidades vigorosas, possa ter uma arte digna da grandeza ¢ vitalidade do seu povo H. Vita Losos INTRODUCAO Para néo retardar a verdadeira interpretacdo do papel da nusica na formacdo das geracdes novas ¢ da necessidade ina- Jiavel do levantamento do nivel artistico do nosso povo, fot im- Jantado nas escolas municipais do Distrito Federal 0 ensino jo canto orfednico. Baseado no decreto n® 19.890 de 18 de Abril de 1931 da geforma do Ensino, referendado por S. Excia. Dr. Getulio Var- fas, torna-se obrigatorio 0 ensino do canto orfednico, em cujo gulamento de ensino geral encontra-se elaborado 0 programa essa disciplina, 0 qual se refére sobre a Musica do seguinte odo: “O ensino do canto orfednico destina-se a desenvolver no uno a capacidade de aproveitar a mitsica como meio de reno- jacao ¢ de formacao moral, intelectual ¢ civica. ye No inicio predominard o estudo prdtico, ensinando-se da poria e do solfejo 0 que for indispensavel ao desenvolvimento jnediato dos alunos. E? indispensavel escolherem-se compbsicdes ral merito, preferindo-se as que jé se tenham ine trimonio artistico nacional. Os cantos deverdo ajustar-se @ idade dos alunos, proporcto- ndo-lhes 0 necessario meio de adestramento dos drgdos audi- da fonacéo e despertar-lhes 0 sentido do ritmo. E” re- pmendavel a prévia leitura da letra dos canticos, para que st res {acilite a compreensdo do sentido eda expressio musica: 5 depois de sabido o canto haverd comentarios tedricos ¢ must Mis, corrigindo-se, entdo, 03 defeitos notados na execucao do frecho, tendo-se particularmente em vista, o ritmo, a entoacdo a dicéo. Nao se deve omitir a caracterizacao tipica, quando 0 Cnigir a natureza da cancdo, como por exemplo nas cancocs jonais baseadas em motivos de folclore”. reg conjuntamente com o regulamento decretos le-autores de ‘orporado ao Hivos © O decreto em questio, pigor nas escolas da Prefeitura, baseado nos 3.281 de 23 de Janeiro de 1928 ¢ 2.940 de 22 de Novem- dle 1928, irdo completar a obra de educacdo artistica do mo, «exemplo das grandes nacdes como a Franca, Alemanha, prglaterra, Belgica, Espanha, Russia, Estados Unidos da Ame- dp do Norle, etc. A principal finalidade dos cursos de Formacdo de Profes- ares Especializados em Musica ¢ Canto Orfednico, para» en- sno primario, secundario e profissionat, orientadores ¢ Regen- ent nos bro NOS de “Contetido” e mais 1 ANO de “Integracéo”, do §. E. M. A. da Secretaria Geral de Educacao e Cultura, é a de construir os principais fatores da consciencia musical, numa pedagogia ativa e diréta. Estes cursos séo distribuidos em 20 disciplinas especiali- zadas, pertencentes a 4 cadeiras principais, que sdo as seguintes: CANTO ORFEONICO, MUSICOLOGIA, FOLCLORE ¢ INTE- GRAGAO PROFISSIONAL: (Orientagio pratica especialisada, folelére corografico, historia da e- ducagdio musical, biologia e pscicologia educacional.) A disciplina de “Solfejo e Ditado” é a que mais se pratica, no curriculo do §. E. M. A. pela absoluta neces- sidade de apuracdo dos fendmenos de percepcdo do ritmo, altura do som e meméria auditiva, fatéres indispensaveis a um professor de Canto Orfednico. O presente livro é constituido de uma relacdo de Solfejos e Ditados escolhidos e selecionados, que serviram para estudos e exercicios, aplicados em provas parciais e aulas do 8. E. M. A. Embora, na aplicagdo desta matéria seja exigido 0 mais perfeito conhecimento das regras da melodia classica, estes solfejos obedecem a uma relativa liberdade de desenho mel6- dico, para néo sé, melhor orientar 0 aluno na compreensdo das melodias populares e irregulares, como para habituar conscien- temente a se preocuparem com os elementos das manifestacdes populares, nativos ¢ eultivados, que se encontram na atmosféra musical do nosso Pais, ¢ assim sentirem a razdo psicolégica da tes de Banda, emg A Musica Nacional. 4g? SGuittire ata dg, Rormacio, lekralessonas Reneia lo dos Oursog Ao e curricu’ ° 3 a 2 = ° oO Terceiro ano Segundo ano Periodo Periodo 2 a 2 Periodo cal | ae daca la ters Be 2 § ae 8 2 3 3 5 geitl 3 Sake 2 ios é g on Be EEEEEE | wEE | SE Be B55555 | 255 | 35 2¢ 682232 | ses | £3 Es — —}+—_} | | | | | | | 3 | j 3 = S } E a 3 | ee s 3 ee re 7s | 3 | = epee freee [oe ened) Beles ar s 3: 3g 2 $6] g:8 | es | | eee os [oom | se aig | ae oO |} Shae ee Be o | Boe eae |e ee ee 285 | 2) Sh] 2 | Z lse & | €o TABELA DA MANEIRA DE CLASSIFICAR OS PRINCI- PAIS RITMOS QUE ATUAM NA MUSICA BRASILEIRA. % SOLFEJO DITADO (PLANO DE APLICACAO) 3 AULAS POR SEMANA 1.2 ANO (Solfejos « uma voz e Cantigas) Unitario = d d a ie a zi ete. formacdo de consc.! genero | virtuosi-| ditado memoria] memoria dos principais fa- : fores da miisica |elevado| dade |a 1 voz}auditiva| visual 1 aula 2 Cantigas 1 1 1 | 2 aula 1 Cantiga 1 1 col | d J J J J m J A 3 aula | 2 Camtigas I a 1 | Sincopado = 2.0 ANO (Solfejo, ditado a 2 e 3 vores e Cantigas) (a sacar spe basket Gutanowd did dd dd ‘on’ eo Soy eee ee ase eet 2 aula 1 Cantiga 1 1 | 1 + 3 aula 2 Cantigas 1 1 1 3.2 ANO I ra J a Ja Golfejo, ditado a 3-¢ 4 vores e Cantigas) Vago = 4. JA. oO es = 1 aula 2 Cantigas 1 1 belle i 24 aula 1 Cantiga 1 1 1 2 aula 3 Cantigas 1 1 1 Sincopado, - el | al a 2] a A cb Cont sariado = — a See Saree Pa PONTOS ORIGINAIS DO PROGRAMA OFICIAL DO ENSINO DA MUSICA E- CANTO ORFEONICO’ ADOTADOS EXCLUSL- VAMENTE PELA ORIENTAGAO DO g- E.M. A. QUE NAO EXISTIAM EM NENHUMA OBRA DIDATICA DE CANTO 10°s 2.0 3.0 4° 5.0 6.0 79 8.0 9.9 10.° 11,° 12.° 13.0 15.° 16.° 47.0 18.9 19.0 20.° CORAL OU CANTO ORFEONICO ANTES DA SUA IMPLANTACAO © canto orfeénico como finalidade civica. — Califasia, Califonia e Caliritmia — Declamacio ritmica. — Exortacéo. — Modo de classificucdo, Seleedo e Colocacdo de Vozes. — Afinacdo Orfednica — Efeitos Orfednicos — Manosolfa desenvolvido. — Canto Orfednico - Efeitos de timbres diversos no Orfedo — Ditado cantado e ritmico — Pesquizas, arranjos e adaptacdo do Ensino Folelérico ras Escolas, para educagao e formacto do gosto artistico, Aplicacdo da “Melodia dasMontanhas” (Processo que fa- cilita aos alunos credr melodias; despertando 0 gosto des musicais). — Divisdo da classe em quatro grupos, (para facilitar a disciplina orfednica e a distribuicdo das’ vozes). — “Ouvintes”. para as compos: Alunos Regentes, Composilores e Solistas. — Sala-ambiente. — Prova de memoria visual ¢ auditiva. — Prova de discernimento do genero ¢ estilo da Misica. — Prova de corhecimento dos Instrumentos de Banda ¢ Orquestra - “Quadro Sinético” para o Estudo Geral da Masica Po- pular Brasileira. é — “Grafico Planisférico Etnologico da Origem da Musica no Brasil.” Aplicacdo dos ‘prineipais fatéres para formagdo da con- ciéneia musical © compreensco da utilidade do Canto Orfednico na formacdo civico-social do aluno. et BM: Biblioteca Eugénia de Almeida Canha . 2 o 7 is a 3 Ze gf ALLEGRETTO(m. af. 152-4) ANDANTINO (far. 80 = d) ae : ALLEGRO a a — 42 2.. f- Yi Fi ALLEGRETTO i. ENG f; oo nf € 4 N\ _ Coe “ 4 si ALLEGRETTO (47.7. 132€ dy ANDANTINO ALLEGRETTO( aw... 92 = d ) MODERATO 5 _ ic senators ANDANTINO QUASI ALLEGRETTO. Sia 5 19 SS rae HE 2 §& 32 como Fim: ANDANTINO QUASI ANDANTE = 13 P ad ! ea = ; aa ANDANTINO QUASI ALLEGRETTO (atixuerto) ANDANTE (ar. a.ga-d auLegRetto (ar, a.72= 4) yp . ee Toe 2% {ge EE Ce Pe CLL Se. ee ee . ee aa 10 a ALLEGRETTO (afar. 84= d) ALLEGRO as + 12 : LG V4 ILC y leg ANDANTINO ANIMATO (af.a1.76 = / ) Valsa eS re + ; 2 2 = Varionte- - -, ANDANTINO 4 ANDANTINO (ara. 88= 4) PIU MOSSO POCO ALLEGRETTO (nm. 13g=d ) ANDANTINO (ar.ar. 84 = d ) TEMPO de MARCHA (Moderato) ANDANTINO QUASI MOVIMENTO de MARCHA A 54 ot ANDANTINO 32 Vartante 19 ANDANTINO ( a1.ar. 84> 4) whose 20 c. BLM. Aah viel = Biblioteca | ea as : Eugdnia de Almalé =) ~ . ALLEGRETTO (a.m. 112= 4) MODERATO | Cunha i : % . be 36 Zs I 22 ue. 3% ves. = 37 ALLEGRETTO 38 QP ae E 34 BE a <== aro 23 nae a vii a a ANDANTINO 23 24 Mov!? de GAVOTTE Mov!? de BARCAROLE ioe 27 mt ( Embolada) DOLENTE mov'? de MAZURKA Poco mi? feel Mov? de QUADRILHA Mt? de MAZURKA 28 we & ANDANTE ANDANTINO ALLEGRO 68 } =: 5 = = ++ 2 ¢ | t I 4 : ea eee + 25 = == : 42 MODERATO a3. at ${ Mov'? de VALSA LENTA ANDANTE ALLEGRETTO PRESTO e DECISO E PASTORIL 6 AGRESTE MODERATO ° ALL ANDANTINO aoe 16 ALLEG&ETIO ANDANTINO : plete 2 nl 86 MODERATO eae > —— 87 5 MOV. de GAVOTTE ANDANTE SS 88 ALL? MODERATO ALLEGRETTO 92 f ALLEGRETTO TEMPO de MAZURKA MODERATO =e SSs SS ALLEGRETTO 91 ANDANTINO ANDANTINO 95 98 = F ANDANTINO N ANDANTINO } 3+ 96 + oF = ALLEGRETTO ANDANTE 40 VAGAROSO BEM LENTO 101 104 > MOLTO MODERATO a + seveessede 105|) RS. 3 3 109 MOLTO MODERATO ANDANTINO LENTAMENTE ANIMADO (bem rythmado) Em forma de Sardanas. poz 110 ALL® DECISO 108 ANDANTINO TEMPO de MARCHA E109 | ALLEGRETTO #5 49 ANDANTE MODERATO rot +4 — | eae eee L —, | 115 eS sere ANDANTINO 5 114 46 47 VAGAROSO > TEMPO de GAVOTTE 117 191 ANDANTE MODERATO 118 419 120 Mov! de Marcha de Rancho. ee ea 2 ANDANTE fre. we 123 (Bem ritmadd) 125 , MODERATO 196 MODERATO 124 ANDANTINO MODERATO 52 MODERATO MARCIAL 154 { peoei= 5 LENTO (Dengoso) 158 | ; = fe ALLO 135 ati? 139 TEMPO de VALSA Se ALLEGRETTO ANDANTINO ANDANTE GRAVE RELIGIOSO 145 nS fee = = = a $ MODFRATO ANDANTINO e 459 EE pee tes == iste =5 ANDANTE Calmo ANDANTE ALL? g8 gt =~ —Settetes = ALLY? es =e 58 ALLEGRETTO (6ENERO POPULAR) " Sanath NDANTE ) 155 MODERATO YALSA BRASILEIRA zz e h- — fa — ALL‘? MODERATO ANDANTINO (BARcAROLA) — 157 RELIGIOSO (404610) 158 58 ALLEGRETTO (GENERO POPULAR) 155 VALSA BRASILEIRA ANDANTINO (BaRcaAnoLA) a 157 RELIGIOSO (4D4GI0) 158 60 ALLEGRETTO 162 ANDANTINO 1019