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12/03/2014

AÇOS FUNDIDOS DE ALTA LIGA GuidoWarmling guido@sociesc.org.br guido.w59@gmail.com Abril 2014
AÇOS FUNDIDOS
DE ALTA LIGA
GuidoWarmling
guido@sociesc.org.br
guido.w59@gmail.com
Abril 2014
AÇOS DE ALTA LIGA
AÇOS DE ALTA LIGA

12/03/2014

AÇOS FUNDIDOS DE ALTA LIGA PARTE 01 CARACTERIZAÇÃO
AÇOS FUNDIDOS DE ALTA LIGA
PARTE 01
CARACTERIZAÇÃO
AÇOS FUNDIDOS DE ALTA LIGA Somatório dos elementos de liga > 8%
AÇOS FUNDIDOS DE ALTA LIGA
Somatório dos elementos de liga > 8%

12/03/2014

AÇOS RESISTENTES: 1. À CORROSÃO (Inoxidáveis): • Ferríticos; • Martensíticos; • Duplex. 2. AO CALOR
AÇOS RESISTENTES:
1. À CORROSÃO (Inoxidáveis):
• Ferríticos;
• Martensíticos;
• Duplex.
2. AO CALOR (Refratários);
3. A BAIXATEMPERATURA (Criogênicos);
4. AO DESGASTE (Ferramenta).
São utilizados aços liga sempre que os materiais forem
expostos a condições extremas de meio (corrosivo, alta
temperatura, baixa temperatura, abrasão, erosão) e
normalmente a propriedade é assegurada pelo elemento de
liga que caracteriza o aço, por exemplo cromo, Cr-Mo, Mn
(Hadfield).
NOMENCLATURA -ASTM • Primeira letra: Indica para que tipo de trabalho é utilizado: • C
NOMENCLATURA -ASTM
• Primeira letra: Indica para que tipo
de trabalho é utilizado:
• C
Corrosão
• H
Alta temperatura
• Segunda letra: Indica o teor de
Cromo-Níquel (A – Z)
• O número que segue as duas letras indica o teor de CARBONO
da liga.
• Letras adicionais no final podem indicar a presença de
elementos de liga adicionados.
Ex.: CF-8M – Resistente à corrosão com 19Cr-9Ni 0,08%C + Mo

12/03/2014

12/03/2014 AÇOS INOXIDÁVEIS  São ligas ferrosas que contem um mínimo de 12% de Cromo para
AÇOS INOXIDÁVEIS  São ligas ferrosas que contem um mínimo de 12% de Cromo para
AÇOS INOXIDÁVEIS
 São ligas ferrosas que contem um mínimo de
12% de Cromo para conferir resistência a
corrosão.
 Outros elementos podem ser adicionados
para produzir uma microestrutura específica,
maior resistência a corrosão ou propriedades
mecânicas para trabalhos em serviços específicos.
 O Cromo favorece maior estabilidade estrutural,
pois evita formação de Carboneto de Ferro
(muito instável), além de formar óxidos estáveis
que aderem à Superfície.

12/03/2014

AÇOS INOXIDÁVEIS Passividade – Formação de óxido protetor (Cr 2 O 3 ). Quanto maior
AÇOS INOXIDÁVEIS
Passividade – Formação de óxido protetor (Cr 2 O 3 ).
Quanto maior o teor de Cromo mais estável é o óxido que se forma na
superfície do material.
AÇOS INOXIDÁVEIS Diagrama de SCHAEFFLER Aplicável à soldagem, mas dá uma ideia das estruturas formadas
AÇOS INOXIDÁVEIS
Diagrama de SCHAEFFLER
Aplicável à soldagem, mas dá uma ideia das estruturas formadas em função
dos teores de Cr eq e Ni eq . Permite separar os campos onde podem ser
formados defeitos.
Austenítico: Trincas a
quente;
Martensítico:
Trincas
a frio;
Ferrítico: Perda de
tenacidade (possível
formação de fase sigma).

12/03/2014

12/03/2014 AÇOS INOXIDÁVEIS 10,5% até 12 % de cromo Diagrama de fases binário Fe-Cr. 6
AÇOS INOXIDÁVEIS 10,5% até 12 % de cromo Diagrama de fases binário Fe-Cr.
AÇOS INOXIDÁVEIS
10,5% até 12 % de cromo
Diagrama de fases binário Fe-Cr.

12/03/2014

AÇOS INOXIDÁVEIS Mn Mo Ti Cr
AÇOS INOXIDÁVEIS
Mn
Mo
Ti
Cr
AÇOS INOXIDÁVEIS 12%Cr 18%Cr 6%Cr
AÇOS INOXIDÁVEIS
12%Cr
18%Cr
6%Cr

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1. RESISTENTES A CORROSÃO (ASTM/ACI) Composição (%) Liga Liga Fundida Trabalhada Microestrutura Cr Ni Mo
1. RESISTENTES A CORROSÃO (ASTM/ACI)
Composição (%)
Liga
Liga
Fundida
Trabalhada
Microestrutura
Cr
Ni
Mo
Si
Mn
P
S
C
Outros
Aços ao Cromo
CA-15
410
Martensítica
11.5-14.0
1.00
0.50
1.50
1.00
0.04
0.04
0.15
CA-15M
----
Martensítica
11.5-14.0
1.00
0.15-1.00
0.65
1.00
0.04
0.04
0.15
CA-40
420
Martensítica
11.5-14.0
1.00
0.50
1.50
1.00
0.04
0.04
0.20-0.40
CB-30
431,442
Ferrita+Carbonetos
18.0-21.0
2.00
---
1.50
1.00
0.04
0.04
0.30
CC-50
446
Ferrita+Carbonetos
26.0-30.0
4.00
---
1.50
1.00
0.04
0.04
0.50
Aços Cromo-Níquel
CA-6NM
---
Martensítica
11.5-14.0
3.50-4.50
0.40-1.00
1.00
1.00
0.04
0.03
0.06
CB-7Cu
17-4PH
Martensítica-AH
15.5-17.0
3.60-4.60
---
1.50
1.00
0.04
0.04
0.07
2.30-3.30 Cu
CD-4MCu
---
Austenita em ferrita - AH
25.0-26.5
4.75-6.00
1.75-2.25
1.00
1.00
0.04
0.04
0.04
2.75-3.25 Cu
CE-30
---
Ferrita em Austenita
26.0-30.0
8.00-11.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.30
CF-3
304L
Ferrita em Austenita
17.0-21.0
8.00-12.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.03
CF-8
304
Ferrita em Austenita
18.0-21.0
8.00-11.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.08
CF-20
302
Austenita
18.0-21.0
8.00-11.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.20
CF-3M
316L
Ferrita em Austenita
17.0-21.0
9.00-13.0
2.00-3.00
1.50
1.50
0.04
0.04
0.03
CF-8M
316
Ferrita em Austenita
18.0-21.0
9.00-12.0
2.00-3.00
1.50
1.50
0.04
0.04
0.08
CF-12M
---
Ferrita em Austenitaou Austenítica
18.0-21.0
9.00-12.0
2.00-3.00
2.00
1.50
0.04
0.04
0.12
CF-8C
347
Ferrita em Austenita
18.0-21.0
9.00-12.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.08
Nb=8xC 1.0 máx.
CF-16F
303
Austenítica
18.0-21.0
9.00-12.0
1.50
2.00
1.50
0.17
0.04
0.16
0.20-0.35 Se
CG-8M
317
Ferrita em Austenita
18.0-21.0
9.00-13.0
3.00-4.00
1.50
1.50
0.04
0.04
0.08
CH-20
309
Austenítica
22.0-26.0
12.0-15.0
---
2.00
1.50
0.04
0.04
0.20
CK-20
310
Austenítica
23.0-27.0
19.0-22.0
---
1.75
1.50
0.04
0.04
0.20
Aços Níquel-Cromo
CN-7M
320
Austenítica
19.0-22.0
27.5-30.5
2.00-3.00
1.50
1.50
0.04
0.04
0.07
3.4-4.0 Cu
1. RESISTENTES A CORROSÃO
1. RESISTENTES A CORROSÃO

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1. RESISTENTES A CORROSÃO • MARTENSÍTICOS • Boa resistência a corrosão atmosférica e em meios
1. RESISTENTES A CORROSÃO
• MARTENSÍTICOS
• Boa resistência a corrosão atmosférica e em meios pouco
agressivos;
• Teor de Cromo necessário para evitar corrosão.
• AUSTENÍTICOS
• Excelente resistência a corrosão;
• Manipulação de ácido sulfúrico;
• Alto teor de Cromo e Carbono
• FERRÍTICOS
• Não endurecíveis por tratamento térmico;
• Boa resistência a corrosão localizada em vários meios.
• AUSTENÍTICOS-FERRÍTICOS
• 5 – 40% de Ferrita, depende da sua composição.
1. RESISTENTES A CORROSÃO
1. RESISTENTES A CORROSÃO

12/03/2014

1. RESISTENTES A CORROSÃO RESISTENTES A CORROSÃO – AÇOS INOXIDÁVEIS
1. RESISTENTES A CORROSÃO
RESISTENTES A CORROSÃO – AÇOS INOXIDÁVEIS
1. RESISTENTES A CORROSÃO • DUPLEX • Excelente resistência a trincamento (corrosão sob tensão); •
1. RESISTENTES A CORROSÃO
• DUPLEX
• Excelente resistência a trincamento (corrosão sob tensão);
• 40 – 50% de Ferrita;
• Baixo teor de Níquel.
Segunda geração:
• Presença de 0,15 – 0,25% Nitrogênio;
• Produzidos por refino eletrônico, vácuo e argônio-oxigênio
decarburização ou fusão em forno indução a vácuo;
• Excelente resistência a corrosão localizada;
• Excelente resistência a corrosão galvânica;
• Boa resistência a cloretos;
• Boa Tenacidade.

12/03/2014

1. RESISTENTES A CORROSÃO
1. RESISTENTES A CORROSÃO
1. RESISTENTES A CORROSÃO • ENDURECIDOS POR PRECIPITAÇÃO • CB-7Cu e CD-4MCu. • Baixo Carbono
1. RESISTENTES A CORROSÃO
• ENDURECIDOS POR PRECIPITAÇÃO
• CB-7Cu e CD-4MCu.
• Baixo Carbono para menores percentuais de Austenita retida
ou Ferrita;
• O Cobre precipita na martensita quando sofre tratamento
térmico.

12/03/2014

2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA Devem resistir a temperaturas acima de 650ºC (1200 ºF) que
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
Devem resistir a temperaturas acima de
650ºC (1200 ºF) que envolvem a
aplicação de meios agressivos como: ar,
gases fluídos ou gases de processos
produtivos.
Aços carbono e baixa liga também tem
propriedades mecânicas e resistência a
corrosão a elevadas temperaturas mas,
somente os aços de alta liga, mantém
estas propriedades por longos períodos
sem excessiva ou imprevisível
degradação.
Tipos:
• Ligas de Ferro-Cromo
• Ligas de Ferro-Cromo-Níquel
• Ligas de Ferro-Níquel-Cromo
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA

12/03/2014

2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA Composições Básicas Composição (%) Liga Equivalência C Mn Si P
2.
RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
Composições Básicas
Composição (%)
Liga
Equivalência
C
Mn
Si
P
S
Cr
Ni
Mo
HA
----
0.20
0.35-0.65
1.00
0.04
0.04
8.0-10.0
---
0.90-1.20
HC
446
0.50
1.00
2.00
0.04
0.04
26.0-30.0
4.00
0.50
a
HD
327
0.50
1.50
2.00
0.04
0.04
26.0-30.0
4.0-7.0
0.50
a
HE
---
0.20-0.50
2.00
2.00
0.04
0.04
26.0-30.0
8.0-11.0
0.50
a
HF
302B
0.20-0.40
2.00
2.00
0.04
0.04
18.0-23.0
8.0-12.0
0.50
a
HH
309
0.20-0.50
2.00
2.00
0.04
0.04
24.0-28.0
11.0-14.0
0.50
a
HI
---
0.20-0.50
2.00
2.00
0.04
0.04
26.0-30.0
14.0-18.0
0.50
a
HK
310
0.20-0.60
2.00
2.00
0.04
0.04
24.0-28.0
18.0-22.0
0.50
a
HL
---
0.20-0.60
2.00
2.00
0.04
0.04
28.0-32.0
18.0-22.0
0.50
a
HN
---
0.20-0.50
2.00
2.00
0.04
0.04
19.0-23.0
23.0-27.0
0.50
a
HP
---
0.35-0.75
2.00
2.50
0.04
0.04
24.0-28.0
33.0-37.0
0.50
a
HT
330
0.35-0.75
2.00
2.50
0.04
0.04
15.0-19.0
33.0-37.0
0.50
a
HU
---
0.35-0.75
2.00
2.50
0.04
0.04
17.0-21.0
37.0-41.0
0.50
a
HW
---
0.35-0.75
2.00
2.50
0.04
0.04
10.0-14.0
58.0-62.0
0.50
a
HX
---
0.35-0.75
2.00
2.50
0.04
0.04
15.0-19.0
64.0-68.0
0.50
a
a) Molibdênio não foi adicionado intencionalmente
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA Ligas de Ferro-Cromo (HA, HC, HD) • Ferríticos; • Baixa
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
Ligas de Ferro-Cromo (HA, HC, HD)
• Ferríticos;
• Baixa ductilidade a temperatura ambiente;
• 8 – 30% Cromo; pouco ou nenhum Níquel.
Ligas de Ferro-Cromo-Níquel (HE, HF, HH, HI, HK, HL)
• Austeníticos e alguns contém um pouco de Ferrita;
• Melhor resistência e ductilidade a alta temperatura que o anterior;
• Moderada resistência a ciclos térmicos;
• 18% Cromo e 8% de Níquel.
Ligas de Ferro-Níquel-Cromo (HN, HP, HT, HU, HW, HX)
• Austenítico;
• Alta resistência a elevadas temperaturas;
• Considerável resistência a ciclos e gradientes térmicos;
• 10% Cromo e +23% de Níquel.

12/03/2014

FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS: - Não pode ser endurecido por tratamento térmico; - São magnéticos;
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS:
- Não pode ser endurecido por tratamento térmico;
- São magnéticos;
- Excelente ductilidade e resistência a corrosão e oxidação;
- Nível de Cromo entre 10,5% e 40% (Típico 12% ou mais);
- Carbono em percentuais menores que 0,20%.
03 MOTIVOS PRINCIPAIS:
- Aumentar a resistência mecânica,
- Melhorar a soldabilidade e
- Maximizar a resistência a corrosão

12/03/2014

FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS Característica e Efeito da Ferrita Delta As características da ferrita delta
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
Característica e Efeito da Ferrita Delta
As características da ferrita delta é principalmente magnética e
resistente a corrosão; geralmente é indesejável em aços
inoxidáveis austeníticos. Sua presença na zona de fusão em
peça soldadas tem ponto positivo. Teores de min. 4% e máx
6% em volume apresenta como partículas isoladas; valores
maiores que 10% em volume forma rede contínua.
O seu efeito positivo em peças soldadas, é que tem maior
capacidade, comparado com a austenita, de dissolver
elementos formadores de eutéticos de baixo ponto de fusão,
tais como Nb, Si, P e S, tendo assim maior capacidade de
acomodar tensões térmicas provenientes do resfriamento.
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS Característica e efeito da ferrita delta Minimiza o surgimento de trincas
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
Característica e efeito da ferrita delta
Minimiza o surgimento de trincas a quente:
 Se deve à menor segregação de P, S e outros elementos
de
baixo ponto de fusão;
 Maior tendência a homogeneização da composição química
durante a solidificação comparando-se à austenita.

12/03/2014

FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS Importante: Balanceamento Ferrita x Austenita (Duplex) Austenítico : problemas de
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
Importante:
Balanceamento Ferrita x
Austenita (Duplex)
Austenítico : problemas de
soldabilidade (microfissuras
e trincas a quente).
Duplex:
- Melhora resistência das
ligas CF a corrosão por
Cloretos.
- Melhora resistência ao
ataque intergranular.
- Melhora resistência das ligas CF a corrosão por Cloretos. - Melhora resistência ao ataque intergranular.

12/03/2014

FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS CONTROLE DA FERRITA Ferrita Austenita Cromo Níquel Silício Carbono Molibdênio
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
CONTROLE DA FERRITA
Ferrita
Austenita
Cromo
Níquel
Silício
Carbono
Molibdênio
Nitrogênio
Nióbio
Manganês
Depende de:
- Variação da Composição Química;
- Histórico de fundiçao da liga;
- Tamanho da peça, orientação da ferrita,
segregação de elementos e outros fatores.
de fundiçao da liga; - Tamanho da peça, orientação da ferrita, segregação de elementos e outros

12/03/2014

FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS ESQUEMA DE UM CORTE VERTICAL DO DIAGRAMA Fe-Cr-Ni PARA UM TEOR
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS
ESQUEMA DE UM CORTE VERTICAL
DO DIAGRAMA Fe-Cr-Ni PARA UM
TEOR DE CROMO CONSTANTE.
FERRITA EM AÇOS INOXIDÁVEIS ESQUEMA DE UM CORTE VERTICAL DO DIAGRAMA Fe-Cr-Ni PARA UM TEOR DE

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AÇOS DE ALTA LIGA PARTE 02 PROPRIEDADES MECÂNICAS
AÇOS DE ALTA LIGA
PARTE 02
PROPRIEDADES
MECÂNICAS
1. RESISTENTES A CORROSÃO Martensítico Austenítico Ferrítco – Ferrítco – Austenítico Austenítico
1. RESISTENTES A CORROSÃO
Martensítico
Austenítico
Ferrítco –
Ferrítco –
Austenítico
Austenítico
Austenítico
Martensítico

12/03/2014

2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA Liga Temperatura: 650°C Temperatura: 870°C Temperatura: 1095°C Tração
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
Liga
Temperatura:
650°C
Temperatura:
870°C
Temperatura:
1095°C
Tração
Escoam.
Along.
Tração
Escoam.
Along
Tração
Escoam.
Along
.
.
MPa
MPa
%
MPa
MPa
%
MPa
MPa
%
HD
---
---
---
159
---
18
---
---
---
HF
414
217
10
145
107
16
---
---
---
HH I
---
---
---
127
93
30
---
---
---
HHII
417
222
14
148
110
18
38
---
---
HI
---
---
---
179
---
12
---
---
---
HK
---
---
---
161
101
16
39
34
55
HL
---
---
---
210
---
---
---
---
---
HN
---
---
---
140
100
37
43
34
55
HP
--- ---
--- 179
121 27
52 43
69
HT
292
193
5
130
103
24
41
---
---
HU
---
---
---
135
---
20
---
---
---
HW
---
---
---
131
103
---
---
---
---
HX
303
138
8
141
121
48
---
---
---
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA Resistência a Fadiga Térmica - Fluência do material aumenta com
2. RESISTENTES EM ALTA TEMPERATURA
Resistência a Fadiga Térmica
- Fluência do material aumenta com a temperatura
- Projeto da peça ajuda a diminuir o efeito
- Níquel promove maior resistência a fadiga a quente – Ligas HH
Resistência ao choque térmico
- Mudanças de temperaturas em ciclos térmicos ou rápida.
- Ligas com Níquel são mais resistentes
Resistência a corrosão por gás aquecido
- Variáveis como tipo, velocidade, temperatura e natureza da
exposição.
- A melhor liga deve ser escolhida de acordo com a necessidade.

12/03/2014

AÇOS DE ALTA LIGA PARTE 03 TRATAMENTO TÉRMICO
AÇOS DE ALTA LIGA
PARTE 03
TRATAMENTO TÉRMICO
TRATAMENTO TÉRMICO AÇOS FUNDIDOS (REGRA GERAL) - HOMOGENEIZAÇÃO EM TEMPERATURAS ACIMA DE 1095°C PARA PROMOVER
TRATAMENTO TÉRMICO
AÇOS FUNDIDOS (REGRA GERAL)
- HOMOGENEIZAÇÃO EM TEMPERATURAS ACIMA DE 1095°C PARA
PROMOVER UNIFORMIDADE QUÍMICA E MICROESTRUTURAL.
- MATENSÍTICOS – RECOZIMENTO PLENO RESULTA EM
RECRISTALIZAÇÃO E MÍNIMA DUREZA, MAS É MENOS EFETIVO
PARA ELIMINAÇÃO DE SEGREGAÇÃO QUE A HOMOGENEIZAÇÃO.
- HOMOGENEIZAÇÃO É PROCEDIMENTO COMUM PARA
TRATAMENTOS DE ENDURECIMENTO POR PRECIPITAÇÃO.
- IDÊNTICO AOS MÉTODOS DE TRATAMENTO DE AÇOS INOXIDÁVEIS
DE USINA.
- ATMOSFERA DO FORNO DEVE SER CONTROLADA PARA EVITAR
OXIDAÇÃO DO CROMO E COM ISSO DIMINUIR A RESISTÊNCIA A
CORROSÃO.

12/03/2014

TRATAMENTO TÉRMICO
TRATAMENTO TÉRMICO
TRATAMENTO TÉRMICO AUSTENÍTICOS - - NÃO PODEM SER ENDURECIDOS POR TRATAMENTO TÉRMICO; - PODEM SER
TRATAMENTO TÉRMICO
AUSTENÍTICOS
-
- NÃO PODEM SER ENDURECIDOS POR TRATAMENTO TÉRMICO;
- PODEM SER ENDURECIDOS POR TRABALHO A FRIO;
- APÓS SOLDA OU PROCESSAMENTO EM TEMPERATURA DEVEM SER
RECOZIDOS PARA OBTER RESISTÊNCIA A CORROSÃO E
DUCTILIDADE;
- DURANTE O RECOZIMENTO OS CARBONETOS DE CROMO
INTERGRANULARES, QUE DIMINUEM A RESISTÊNCA A
CORROSÃO, SÃO DISSOLVIDOS;
- CUIDAR COM ALÍVIO DE TENSÕES POIS PODE DIMINUIR A
RESISTÊNCIA A CORROSÃO.

12/03/2014

TRATAMENTO TÉRMICO - FERRÍTICOS/AUSTENÍTICOS - NÃO SÃO ENDURECÍVEIS POR TRATAMENTO TÉRMICO; - PODEM SER USADOS
TRATAMENTO TÉRMICO
-
FERRÍTICOS/AUSTENÍTICOS
- NÃO SÃO ENDURECÍVEIS POR TRATAMENTO TÉRMICO;
- PODEM SER USADOS “AS-CAST” SEM A MÁXIMA RESISTÊNCIA A CORROSÃO;
- RECOZIMENTO E ALÍVIO DE TENSÕES: AUMENTA A RESISTÊNCIA A CORROSÃO E
USINABILIDADE;
- ALTAS TEMPERATURAS DE AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO ADEQUADO EVITAM
A CORROSÃO INTERGRANULAR PROVOCADOS PELA PRESENÇA DE CARBONETOS
DE CROMO;
- NOS PARCIALMENTE FERRÍTICOS ESTES CARBONETOS TENDEM A PRECIPITAR EM
SUAS DESCONTINUIDADES, FRAGILIZANDO AOS ATAQUES;
- IDEAL É SOLUBILIZAR ESTES CARBONETOS NA MATRIZ DURANTE O
RECOZIMENTO E MANTÊ-LOS EM SOLUÇÃO SÓLIDA.
ATAQUES; - IDEAL É SOLUBILIZAR ESTES CARBONETOS NA MATRIZ DURANTE O RECOZIMENTO E MANTÊ-LOS EM SOLUÇÃO

12/03/2014

TRATAMENTO TÉRMICO RECOZIMENTO DE AÇOS FUNDIDOS FERRÍTICOS E AUSTENÍTICOS AÇO TEMPERATURA TRATAMENTO
TRATAMENTO TÉRMICO
RECOZIMENTO DE AÇOS FUNDIDOS FERRÍTICOS E AUSTENÍTICOS
AÇO
TEMPERATURA
TRATAMENTO
RESISTÊNCIA A
MÍNIMA (°C)
TRAÇÃO (MPa)
FULL SOFTNESS
CB-30
790
RESFRIAMENTO NO
FORNO + AR
660
CC-50
790
AR
670
MAXIMUM CORROSION RESISTENCE
CE-30
1095
ÁGUA, ÓLEO, AR
670
CF-3
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CF-3M
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CF-8
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CF-8C
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CF-8M
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
550
CF-12M
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
550
CF-16F
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CF-20
1040
ÁGUA, ÓLEO, AR
530
CH-20
1095
ÁGUA, ÓLEO, AR
610
CK-20
1095
ÁGUA, ÓLEO, AR
520
CN-7M
1120
ÁGUA, ÓLEO, AR
480
TRATAMENTOTÉRMICO - MARTENSÍTICO Recozimento Subcrítico ( 650 a 760 ºC) - Atmosfera controlada ou banho
TRATAMENTOTÉRMICO
-
MARTENSÍTICO
Recozimento Subcrítico ( 650 a 760 ºC)
- Atmosfera controlada ou banho de sal ou qualquer outra
compatível com esta faixa de temperaturas.
- O encharque e tempo para amaciamento do aço dependem da
espessura do componente.
- O resfriamento pode ser realizado ao ar.
- Dureza: 170 à 195 HB.
Recozimento Isotérmico ( 830 a 885ºC)
- Resfriamento lento no forno em temperaturas de 705 a 720ºC,
mantendo-se o nesta faixa de temperaturas por um tempo
mínimo de 3 horas.
- O resfriamento subsequente é ao ar
- Dureza: 146 à 167 HB.

12/03/2014

TRATAMENTO TÉRMICO MARTENSÍTICO - Recozimento Pleno ou de Esferoidização - Obtenção de dureza mínima. -
TRATAMENTO TÉRMICO
MARTENSÍTICO
-
Recozimento Pleno ou de Esferoidização
- Obtenção de dureza mínima.
- Temperatura de 750 a 830ºC por 3 a 6 horas, na relação de 1pol/1h.
- Resfriamento posterior é realizado no forno até 600ºC numa taxa
bastante lenta, menor ou igual 27ºC/hora. num total de 9 horas.
- A partir dos 600ºC o resfriamento é ao ar.
- Dureza: 80 a 95 HRB.
- Peças grandes ou de formas complexas devem ser pré-aquecidas até
650 - 750ºC.
- Esse processo é muito utilizado nas usinas produtoras de aço para
recozer as bobinas laminadas a quente, que podem atender
diretamento o mercado ou serem laminadas a frio para obteção de
espessuras menores.
TRATAMENTO TÉRMICO MARTENSÍTICO - Têmpera: Dureza em Função da Temperatura de - Obtenção da estrutura
TRATAMENTO TÉRMICO
MARTENSÍTICO
-
Têmpera:
Dureza em Função da Temperatura de
- Obtenção da estrutura martensítica
com alta dureza.
Austenitização para Aços com 13%Cr e Diferentes
Teores de C
- Os
principais
parâmetros
que
70
determinam o tipo da estrutura e a
60
dureza
são:
composição
química,
50
temperatura
e
tempo
de
40
austenitização
e
taxa
de
30
resfriamento.
20
- Como regra a dureza aumenta com
o conteúdo de carbono e passa por
um máximo para temperaturas de
austenitização entre 1000 e 1100ºC.
10
0
700
800
900
1000
1100
1200
1300
1400
Temperatura (ºC)
0,07%C
0,15%C
0,25%C
0,38%C
- Atmosfera controlada.
HRC

12/03/2014

TRATAMENTO TÉRMICO - MARTENSÍTICO Revenimento: - É obrigatório fazer um revenimento para aliviar as tensão
TRATAMENTO TÉRMICO
-
MARTENSÍTICO
Revenimento:
- É obrigatório fazer um revenimento para aliviar as tensão internas e e evitar
a “fragilização por martensita não revenida” nas peças.
- As temperaturas de revenimento ficam entre 180 e 750ºC, de acordo com a
dureza final desejada na peça; mas temperaturas superiores a 450 ºC devem
ser evitadas pois ocorrem precipitações de carbonetos de cromo e
diminuição da resistência a corrosão.
Martêmpera:
- Um meio de evitar o trincamento de peças mais complexas devido à tensões
térmicas.
Estabilização (ou tratamento sub-zero):
- Transformar a austenita retida proveniente da têmpera em martensita através
de resfriamento em temperaturas da ordem de -76 a -195 ºC.
- O revenido deve ser executado imediatamente após o tratamento subzero
para revenir a martensita formada a partir da austenita retida, evitando o
trincamento.
TRATAMENTO TÉRMICO MARTENSÍTICO Cr Ni Mo Si Mn P S C 11,5-14,0 3,50-4,50 0,40-1,00 1,00
TRATAMENTO TÉRMICO
MARTENSÍTICO
Cr
Ni
Mo
Si
Mn
P
S
C
11,5-14,0
3,50-4,50
0,40-1,00
1,00
1,00
0,04
0,03
0,06

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AÇOS DE ALTA LIGA PARTE 04 APLICAÇÃO
AÇOS DE ALTA LIGA
PARTE 04
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO •Austenítico (resistente à corrosão) • equipamentos para indústria química e petroquímica •
APLICAÇÃO
•Austenítico (resistente à corrosão)
• equipamentos para indústria química e petroquímica
• equipamentos para indústria alimentícia e farmacêutica
• construção civil
• baixelas e utensílios domésticos.
•Ferrítico (resistente à corrosão, mais barato por não conter níquel)
electrodomésticos (fogões, geladeiras, etc)
balcões frigoríficos
moedas
indústria automobilística
talheres
sinalização visual - Placas de sinalização e fachadas
•Martensítico (dureza elevada)
• cutelaria
• instrumentos cirúrgicos como bisturi e pinças
• facas de corte
• discos de freio especiais

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