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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira ATOS PROCESSUAIS ATOS DO JUIZ FATO JURÍDICO : todo acontecimento

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

ATOS PROCESSUAIS

ATOS DO JUIZ

FATO JURÍDICO: todo acontecimento capaz

de criar, modificar, conservar ou extinguir a relação jurídica. (Cristiano Sobral, Direito Civil Sistematizado). NATURAIS: decorrem da natureza. Ex: morte, parentesco. VOLUNTÁRIOS (atos jurídicos): nascem de uma participação voluntária do homem. lícitos: produzem efeitos legais, conforme a vontade de quem os pratica. ilícitos: produzem efeitos legais contrários à lei. Ex.: ato atentatório, litigância de má-fé.

Decisórios (contém pronunciamentos a respeito de questões do processo – sentença e decisão interlocutória); de movimentação (impulso oficial – despachos); instrutórios (aquisição do conhecimento das provas); de coação (de autoridade, de invasão da esfera de interesses ou da esfera patrimonial de uma das partes ou até de terceiros – penhora, alienação forçada);

de documentação (os atos precisam ficar registrados, e muitas vezes é o juiz quem faz isso
de documentação (os atos precisam ficar
registrados, e muitas vezes é o juiz quem faz
isso – documentação da audiência).
--------------------
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CPC, art. 162. Os atos do juiz consistirão em
ATOS JURÍDICOS LÍCITOS
ato jurídico stricto sensu: são atos voluntários
sentenças,
decisões
interlocutórias
e
despachos.
cujos efeitos estão pré-estabelecidos na lei,
não possuindo o agente meio de alterá-los. Ex.:
citação, penhora.
negócios jurídicos: declaração de vontade do
indivíduo tendente a um fim protegido pelo
ordenamento jurídico. Ex: convenção
processual de dilação de prazo, acordo para
suspensão do processo.
------------------
ATO PROCESSUAL
é
todo aquele
comportamento humano volitivo que,
considerado pelo Direito como relevante para o
processo, está apto a produzir efeitos jurídicos
na relação jurídica processual. (Didier, Curso).
§ 1º Sentença é o ato do juiz que implica
alguma das situações previstas nos arts. 267 e
269 desta Lei.
§ 2 o Decisão interlocutória é o ato pelo qual o
juiz, no curso do processo, resolve questão
incidente.
§ 3 o São despachos todos os demais atos do
juiz praticados no processo, de ofício ou a
requerimento da parte, a cujo respeito a lei não
estabelece outra forma.
§ 4 o Os atos meramente ordinatórios, como a
juntada e a vista obrigatória, independem de
despacho, devendo ser praticados de ofício
pelo servidor e revistos pelo juiz quando
necessários.
ATOS PROCESSUAIS são atos jurídicos que
exprimem manifestações de vontade ou de
------------------------
conhecimento,
praticados
pelos
diversos
O
que
distingue
sentença
de
decisão
sujeitos
processuais
(principais
ou
interlocutória
é
o
conteúdo
de
tais
secundários), através dos quais se forma, se
desenvolve e se extingue o processo.
pronunciamentos, e não o momento em que os
mesmos são proferidos, ao longo do
(Leonardo
Greco,
Instituições
de
Processo
Civil).
-----------------
procedimento (Medina, CPC).
No Código Reformado a sentença de mérito
não pode extinguir o processo quando não-
 

auto-suficiente,

isto

é,

quando

dependa

de

CLASSIFICAÇÃO

DOS

ATOS

cumprimento para prestar completamente

a

PROCESSUAIS

tutela jurisdicional à parte (Marinoni, CPC). É preciso compreender a sentença como o ato

De acordo com o sujeito que os pratica

 

que

encerra

o

procedimento

na

fase

de

Juiz – arts. 162 a 165

conhecimento/execução

e

em

primeira

Partes – arts. 158 a 161

instância.

Mas

a

sentença

nem

sempre

Auxiliares – arts. 166 a 171

encerrará

toda

 

a

fase

de

 

conhecimento/execução,

quer

porque

pode

-------------------

haver recurso,

a prolongar

a

vida da causa,

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira quer porque, sendo demanda de competência originária de tribunal, o

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

quer porque, sendo demanda de competência

originária de tribunal, o ato que porá fim ao processo será acórdão ou decisão monocrática de membro de tribunal.

-------------------

1. O art. 475-M, § 3º, do CPC, incluído pelas inovações introduzidas pela Lei nº 11.232/2005, disciplina: "A decisão que resolver a impugnação é recorrível mediante agravo de instrumento, salvo quando importar extinção da execução, caso em que caberá apelação". 2. Com base no princípio do tempus regit

acolhimento da fungibilidade recursal. (STJ, REsp 1153074/GO, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 08/05/2012, DJe 21/05/2012). A Corte Especial pacificou entendimento de que, embora seja cabível apelação da sentença que homologa cálculos de liquidação, admite-se a interposição de agravo de instrumento em face do princípio da fungibilidade recursal. (STJ, REsp 1338399/MG, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/05/2013, DJe 15/05/2013).

E

---------------- DIFERENÇA ENTRE DECISÃO INTERLOCUTÓRIA gerar prejuízo às partes. processual. 16/05/2013, DJe 24/05/2013). ------------------ ATOS DAS
----------------
DIFERENÇA
ENTRE
DECISÃO INTERLOCUTÓRIA
gerar prejuízo às partes.
processual.
16/05/2013, DJe 24/05/2013).
------------------
ATOS DAS PARTES

actum, impugnada a execução de sentença quando já em vigor a Lei nº 11.232/05, o recurso cabível será o agravo de instrumento quando a decisão que resolver o incidente não extinguir a execução, hipótese dos autos. Havendo previsão expressa na lei, a utilização do recurso de apelação configura erro grosseiro, sendo inadmissível a aplicação do princípio da fungibilidade recursal. Precedentes. (STJ, EDcl no AREsp 319.343/SC, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/06/2013, DJe 28/06/2013).

DESPACHO

2. Independentemente do nome que se dê ao

provimento jurisdicional, é importante deixar

claro que, para que ele seja recorrível, basta

que possua algum conteúdo decisório capaz de

3. Na hipótese, o provimento judicial

impugnado por meio de agravo possui carga

decisória, não se tratando de mero impulso

-------------------

Segundo a jurisprudência desta Corte, é incabível recurso de Apelação em face de decisão que reconhece a ilegitimidade de alguma das partes, antes da prolatação da sentença. (STJ, AgRg nos EDcl no Ag

(STJ, REsp 1307481/MA, Rel. Ministra NANCY

ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em

1303939/SP, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 09/08/2011, DJe 22/08/2011). A decisão que exclui um dos co-executados da fase do cumprimento de sentença, com o prosseguimento da execução em face dos demais devedores, possui natureza interlocutória e, em razão disso, é impugnável mediante agravo de instrumento. (STJ, AgRg no AREsp 277.795/RS, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 09/04/2013, DJe 19/04/2013).

--------------

Contra o decisum que indefere o pedido de liquidação por cálculos e determina sua conversão na modalidade por artigos, o meio de impugnação adequado é o agravo, pois não há nem sequer o término do procedimento descrito no capítulo X do CPC, quanto mais do próprio feito executivo, o que evidencia o descabimento da apelação e impossibilita o

Postulatórios (são aqueles mediante os quais

se pleiteia algo do juízo), dispositivos (através

desses atos as partes dispõem de determinada

posição jurídica processual ativa ou mesmo da

tutela jurisdicional, como, por exemplo, a

renúncia ao direito sobre o qual se funda a

ação, a desistência da ação e o reconheci-

mento da procedência do pedido), instrutórios

(destinados a convencer o juiz, como a

produção de uma prova) e reais (aqueles que as partes praticam através de uma conduta processual concreta, tais como o compa- recimento a uma audiência, a entrega em cartório de alguma petição ou documento, o pagamento de custas, etc.).

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS CPC, Art. 154. Os atos

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DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS

CPC, Art. 154. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se válidos os que, realizados de

outro modo,

Ihe

preencham

a

finalidade

essencial.

FORMA é o conjunto de solenidades que se devem observar para que o ato jurídico seja plenamente eficaz. (Humberto Theodoro Jr., Curso).

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PRINCÍPIO DA INSTRUMENTALIDADE: mais importante que a forma do ato processual, em si mesma considerada, é o alcance do seu escopo. Significa dizer, neste caso, que interessa não apenas o intento do ato processual, em si mesmo considerado, mas a finalidade do processo como um todo. (Medina, CPC). 1. É firme a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça no sentido de que são válidos os atos praticados pelo mandatário após a morte do mandante, notadamente quando ausente má-fé. 2. A ausência de suspensão do processo, porém com a ulterior confirmação, pelos sucessores, dos atos praticados, nenhum prejuízo trouxe às partes, preencheu a

finalidade essencial do processo (CPC, arts. 154 e 249, § 1º) e, sobretudo, observou o princípio da instrumentalidade das formas. (STJ, REsp 772.597/RS, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, QUINTA TURMA, julgado em 16/04/2009, DJe 31/08/2009).

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DO TEMPO DOS ATOS PROCESSUAIS

Art. 172. Os atos processuais realizar-se-ão em dias úteis, das 6 (seis) às 20 (vinte) horas. § 1 o Serão, todavia, concluídos depois das 20 (vinte) horas os atos iniciados antes, quando o adiamento prejudicar a diligência ou causar grave dano. § 2 o A citação e a penhora poderão, em casos excepcionais, e mediante autorização expressa do juiz, realizar-se em domingos e feriados, ou nos dias úteis, fora do horário estabelecido neste artigo, observado o disposto no art. 5 o , inciso Xl, da Constituição Federal.

§ 3 o Quando o ato tiver que ser praticado em determinado prazo, por meio de petição, esta deverá ser apresentada no protocolo, dentro do horário de expediente, nos termos da lei de organização judiciária local.

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É intempestivo o recurso especial interposto no último dia do prazo após o encerramento do expediente forense, estando o plantão judiciário reservado para medidas urgentes, o que não é o caso dos recursos, cujos prazos são fixados em lei. Precedentes. (STJ, AgRg no Ag 743.246/RJ, Rel. Ministra MARIA

ISABEL GALLOTTI, QUARTA TURMA, julgado em 05/03/2013, DJe 11/03/2013).

A protocolização de petições e recursos deve

ser efetuada dentro do horário de expediente

regulado pela lei local, ao teor do art. 172, § 3º,

do CPC. Na hipótese, protocolada a apelação

após o encerramento do expediente, no último

dia do prazo recursal, no regime do plantão

judiciário, é intempestivo o recurso interposto

agravado. (STJ, AgRg no AREsp 96.048/PI,

Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA

TURMA, julgado em 16/08/2012, DJe

DOS PRAZOS DOS ATOS PROCESSUAIS

PRAZO é o período de tempo dentro do qual o

ato processual deve ser praticado. Os prazos

são necessários para que o processo possa

desenvolver-se, chegar até o final, pois caso

não existissem, poderiam as partes perpetuar o

feito simplesmente deixando de praticar um ato

processual que lhes competisse. Assim, caso o

ato processual não seja praticado dentro do

prazo, o processo prossegue sem o referido

ato, ocorrendo a preclusão temporal, que nada

mais é do que a perda do direito de praticar o

ato processual pelo decurso do tempo.

22/08/2012). --------------- ------------------------
22/08/2012).
---------------
------------------------

CLASSIFICAÇÃO

Legais, judiciais e convencionais.

Dilatórios e peremptórios. Próprios e impróprios.

------------

"O processo é um caminhar para frente, daí existindo o sistema da preclusão (lógica, consumativa e temporal), às vezes até mesmo dirigida ao magistrado (pro judicato), a fim de

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira que a marcha processual não reste Ato processual existente e

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

que

a

marcha

processual

não

reste

Ato processual existente e válido, porém

tumultuada"

(REsp

802.416/SP,

Rel.

Min.

ineficaz: sentença impugnada por apelação

HUMBERTO MARTINS, Segunda Turma, DJ

com efeito suspensivo.

12/3/07).

 

Ato processual existente e nulo, porém eficaz:

----------------

 

o ato processual é eficaz até ser declarada a

PRECLUSÃO é a perda do direito de praticar o

sua nulidade. Até mesmo os atos processuais juridicamente inexistentes podem ser eficazes

ato

processual,

sendo

temporal

quando

o

até o seu reconhecimento.

motivo

dessa

perda

é

o

decurso do tempo,

-----------------

porém

ainda

outras

duas

espécies de

preclusão, quais sejam, a lógica e a TEORIAS DAS NULIDADES consumativa. Ocorre preclusão lógica quando a
preclusão, quais
sejam,
a
lógica
e
a
TEORIAS DAS NULIDADES
consumativa. Ocorre preclusão lógica quando a
parte perde o direito de praticar o ato
processual em razão da prática anterior de um
ato
incompatível
com
outro
que
se
queira
praticar.
É
o
que
ocorre
quando
a
parte
transige, entra em acordo com o adversário, e
depois pretende recorrer contra a decisão que
homologa o acordo. Já a preclusão
consumativa ocorre porque a parte já praticou
o
ato
processual,
não
podendo
praticá-lo
novamente. Assim, se o réu é citado para ofe-
recer resposta em 15 (quinze) dias, não pode
ele contestar
no terceiro dia e reconvir
no
quinto, por força da preclusão consumativa.
---------------------
DAS
COMUNICAÇÕES
DOS
ATOS
PROCESSUAIS
da anulabilidade.
--------------------
Cartas: de ordem, precatória e rogatória – arts.
202 a 212
Citação – arts. 213 a 233
Intimação – arts. 234 a 242
ao CPC),
-----------------
Nulidade relativa
----------------
NULIDADES
NULIDADES RELATIVAS
+ dependem de prejuízo;
+ precluem;
---------------

Nulidade é ofensa à lei (o ato inválido é o que contém um ato ilícito, cuja sanção é a nulificação. A invalidação é a sanção cominada para as hipóteses em que se reconheça que o ato foi praticado sem o preenchimento de algum requisito havido como relevante. Fredie Didier, Curso de Direito Processual Civil, vol.

NULIDADES ABSOLUTAS

Galeno Lacerda (Despacho Saneador) e Egas Moniz de Aragão (Comentários ao CPC, vol. II). Inexistência jurídica Nulidade absoluta Nulidade relativa Anulabilidade Mera irregularidade

Galeno Lacerda: o que caracteriza o sistema

das nulidades processuais é que elas se

distinguem em razão da natureza da norma

violada, em seu aspecto teleológico. Se nela

prevalecerem fins ditados pelo interesse

público, a violação provoca a nulidade

absoluta, insanável, do ato. Vício dessa ordem

deve ser declarado de ofício, e qualquer das

partes o pode invocar. Quando, porém, a

norma desrespeitada tutelar, de preferência, o

interesse da parte, o vício do ato é sanável.

Surgem aqui as figuras da nulidade relativa e

Humberto Theodoro Jr. (Curso de Direito

Processual Civil), Fábio Gomes (Comentários

Inexistência jurídica Nulidade absoluta

+ não podem ser conhecidas de ofício.

1).

Nulidade processual é ofensa à lei processual.

------------------

Planos Existência Validade Eficácia Inexistência Nulidade Ineficácia

+ o prejuízo é presumido; + não precluem; + devem/podem ser conhecidas de ofício pelo Juízo; + sobrevivem à coisa julgada (cabe AR).

-------------------

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira EFICÁCIA SANEADORA DA COISA JULGADA Vícios, ainda que de ordem

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EFICÁCIA SANEADORA DA COISA JULGADA

Vícios, ainda que de ordem pública, ocorridos no processo de conhecimento, não têm o condão de transpor a autoridade da coisa julgada e irradiar efeitos na fase de execução. Precedentes. (STJ, REsp 695.445/SP, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, QUINTA TURMA, julgado em 27/03/2008, DJe

----------------------

Dessa forma, as sentenças tidas como nulas de pleno direito e ainda as consideradas inexistentes, a exemplo do que ocorre quando proferidas sem assinatura ou sem dispositivo, ou ainda quando prolatadas em processo em que ausente citação válida ou quando o litisconsorte necessário não integrou o polo

passivo, não se enquadram nas hipóteses de admissão da ação rescisória, face a inexistência jurídica da própria sentença porque inquinada de vício insanável.

12/05/2008).

------------------ JURÍDICA (NULIDADE 7. excepcionais de Junior DJ 26/02/2007. --------------- 8. 9.
------------------
JURÍDICA
(NULIDADE
7.
excepcionais
de
Junior DJ 26/02/2007.
---------------
8.
9.

---------------

INEXISTÊNCIA

Apreciando questão análoga, atinente ao

PLENO IURE)

cabimento ou não de ação rescisória por

violação literal a dispositivo de lei no caso de

+ se assemelham às nulidades absolutas; + não há coisa julgada em processos contaminados por esse vício; + não cabe AR (querella nullitatis).

ausência de citação válida, o Supremo Tribunal

Federal e o Superior Tribunal de Justiça já se

posicionaram no sentido de que o vício

apontado como ensejador da rescisória é, em

-------------------

verdade, autorizador da querela nullitatis

insanabilis. Precedentes: do STF - RE

JULGADO PARADIGMA – AR 569/PE

96.374/GO, rel. Ministro Moreira Alves, DJ de

30.8.83; do STJ - REsp n. 62.853/GO, Quarta

  • 4. As hipóteses

Turma, rel. Min. Fernando Gonçalves,

desconstituição de acórdão transitado em julgado por meio da ação rescisória estão arroladas de forma taxativa no art. 485 do Código de Processo civil.

unânime, DJU de 01.08.2005; AR .771/PA,

Segunda Seção, Rel. Ministro Aldir Passarinho

  • 5. Pelo caput do referido dispositivo legal,

No caso específico dos autos, em que a

evidencia-se que esta ação possui natureza constitutiva negativa, que produz sentença desconstitutiva, quando julgada procedente. Tal ação tem como pressupostos (i) a existência de decisão de mérito com trânsito em julgado; (ii) enquadramento nas hipóteses taxativamente previstas; e (iii) o exercício antes

ação principal tramitou sem que houvesse

citação válida do litisconsórcio passivo

necessário, não se formou a relação

processual em ângulo. Há, assim, vício que

atinge a eficácia do processo em relação ao

réu e a validade dos atos processuais

subsequentes, por afrontar o princípio do

do decurso do prazo decadencial de dois anos (CPC, art. 495).

contraditório. Em virtude disto, aquela decisão

que transitou em julgado não atinge aquele réu

----------------

que não integrou o polo passivo da ação. Por

  • 6. O art. 485 em comento não cogita,

tal razão, a nulidade por falta de citação poderá

expressamente, da admissão da ação rescisória para declaração de nulidade por ausência de citação, pois não há que se falar em coisa julgada na sentença proferida em processo em que não se formou a relação jurídica apta ao seu desenvolvimento. É que nessa hipótese estamos diante de uma sentença juridicamente inexistente, que nunca adquire a autoridade da coisa julgada. Falta- lhe, portanto, elemento essencial ao cabimento da rescisória, qual seja, a decisão de mérito acobertada pelo manto da coisa julgada.

ser suscitada por meio de ação declaratória de

inexistência por falta de citação, denominada

querela nullitatis, que, vale ressaltar, não está sujeita a prazo para propositura, e não por meio de ação rescisória, que tem como pressuposto a existência de decisão de mérito com trânsito em julgado.

Ação rescisória extinta sem julgamento do

mérito. (STJ, AR 569/PE, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 22/09/2010, DJe 18/02/2011).

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira OFERECIMENTO DE ED NA AR 569/PE – omissão na aplicação

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OFERECIMENTO DE ED NA AR 569/PE – omissão na aplicação dos princípios da instrumentalidade, celeridade e economia:

pode a AR ser convertida em querella?

Não está autorizada a aplicação dos princípios que norteiam o sistema de nulidades no direito brasileiro, em especial os da fungibilidade, da instrumentalidade das formas e do aproveitamento racional dos atos processuais,

para que a rescisória seja convertida em ação declaratória de inexistência de citação, máxime quando inexiste competência originária do Superior Tribunal de Justiça para apreciar aquela ação cognominada querela nullitatis. Isto porque a Constituição Federal apenas autoriza o processamento da inicial diretamente perante esta Corte Superior nas hipótese expressamente delineadas em seu art. 105, inciso I.

adversa para ofertar contestação, oportunidade na qual a ré, além de suscitar questões preliminares referentes ao cabimento da ação rescisória, apresentou defesa das questões de mérito, postulando a manutenção do acórdão que a autora intentou rescindir. Oportunizou-se, ainda, às partes a produção de prova, e, após o saneamento do feito, abriu-se prazo para apresentação de razões finais, seguindo-se a intervenção do Ministério Público Federal, que opinou pela procedência do pedido.

---------------- 2º, do CPC. -------------- 1997. --------------
----------------
2º, do CPC.
--------------
1997.
--------------

4. Com esse panorama de desenvolvimento do processo, tendo a finalidade dos referidos atos aqui praticados sido alcançada, o aproveitamento desses atos na eventual ação

declaratória de inexistência de citação não

apresenta prejuízo para qualquer das partes.

Por tal razão, permite-se a aplicação ao caso

dos princípios da instrumentalidade das formas

-------------

e do aproveitamento racional dos atos

processuais, que norteiam o sistema das

4. Por outro lado, é assente a orientação do Superior Tribunal de Justiça no sentido de que a competência para apreciar e julgar a denominada querela nullitatis Insanabilis pertence ao juízo de primeira instância, pois o que se postula não é a desconstituição da coisa julgada, mas apenas o reconhecimento de inexistência da relação processual. Neste sentido, são os seguintes julgados: AgRg no REsp 1199335 / RJ, Primeira Turma, rel. Benedito Gonçalves, DJe 22/03/2011; REsp 1015133/MT, Segunda Turma, Rel. Ministra Eliana Calmon, Rel. p/ Acórdão Ministro Castro Meira, DJe 23/04/2010; REsp 710.599/SP, Primeira Turma, Rel. Ministra Denise Arruda, DJ 14/02/2008. (STJ, EDcl na AR 569/PE, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 22/06/2011, DJe 05/08/2011).

nulidades no direito brasileiro, incidindo as

normas insertas nos arts. 244 e 249, § § 1º e

5. Impende considerar, ainda, que a simples

extinção do processo sem resolução do mérito

fundada na inadmissão da ação rescisória, com

o arquivamento dos presentes autos,

configura, como bem exposto nos presentes

embargos de declaração, desrespeito aos

princípios da celeridade e economias

processuais, pois o não aproveitamento dos

atos processuais validamente praticados na

nova ação a ser iniciada no juízo competente

demandará maior dispêndio de tempo e

atividade jurisdicional, ainda mais em se

tratando de ação rescisória iniciada em abril de

----------------------

6. Demonstra-se, portanto, oportuna a

mitigação do rigor formal, a fim de se autorizar

OFERECIMENTO DE ED NOS ED NA AR 569/PE – omissão quanto quanto à possibilidade de remessa dos autos ao juízo competente para julgamento da ação declaratória de inexistência de citação.

3.

Apesar de imprópria a ação rescisória

intentada e da incompetência desta Corte para apreciar e julgar a matéria, verifica-se que foi instalado o litígio, com a citação da parte ex

o aproveitamento dos atos processuais aqui praticados. Sendo assim, cabível o envio dos presentes autos ao Juízo Federal da Seção Judiciária em Recife, no Estado de Pernambuco, a fim de que a presente ação seja reautuada como ação declaratória de inexistência de citação. (STJ, EDcl nos EDcl na AR 569/PE, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 24/08/2011, DJe 30/08/2011).

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira AgRg(Ag) PROCESSUAL. UNIÃO. INTIMAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS. MANIFESTAÇÃO EXPRESSA DO

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

AgRg(Ag) PROCESSUAL. UNIÃO. INTIMAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS. MANIFESTAÇÃO EXPRESSA DO DESINTERESSE NA CONSECUÇÃO DO FEITO. ART. 243 DO CPC. ARGÜIÇÃO DE NULIDADE. IMPOSSIBILIDADE. 1- Havendo prova insofismável do desinteresse da União em figurar na lide, conjuntamente

com o inventariante do extinto INAMPS, por intermédio de petição protocolizada junto ao Juízo Federal competente, não há que se falar em nulidade processual, pois a teor do art. 243 do CPC, nenhuma nulidade pode ser argüida por quem lhe deu causa. (STJ, AgRg no Ag 168.632/PE, Rel. Ministro GILSON DIPP, QUINTA TURMA, julgado em

-----------------

PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE

Art. 243. Quando a lei prescrever determinada forma, sob pena de nulidade, a decretação desta não pode ser requerida pela parte que Ihe deu causa. Vige a regra que proíbe o comportamento contraditório (vedação ao venire contra factum proprium). Considera-se ilícito o comportamento contraditório, por ofender os princípios da lealdade processual (princípio da confiança ou proteção) e da boa-fé objetiva. (Fredie Didier, Curso).

10/10/2000, DJ 30/10/2000, p. 172). ----------- FORMAS modo, Ihe alcançar a finalidade. Curso). ---------------- 1. vista
10/10/2000, DJ 30/10/2000, p. 172).
-----------
FORMAS
modo, Ihe alcançar a finalidade.
Curso).
----------------
1.
vista dos autos.
2.
3.

--------------

O artigo 243 da Lei Processual Civil não tem

aplicação quanto às nulidades absolutas, como a competência em razão da matéria. (STJ, REsp 961.407/SP, Rel. Ministro PAULO GALLOTTI, Rel. p/ Acórdão Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA, SEXTA TURMA, julgado em 19/08/2008, DJe

PRINCÍPIO DA INSTRUMENTALIDADE DAS

Art. 244. Quando a lei prescrever determinada

06/10/2008).

forma, sem cominação de nulidade, o juiz

O Art. 243 do CPC impede que o responsável pela nulidade do processo postule sua decretação. Por isso, não é lícita - mas condenável - a atitude da parte que argúi a nulidade do processo com base em vício na própria representação processual. (STJ, REsp 685.744/BA, Rel. Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS, TERCEIRA TURMA, julgado em 21/09/2006, DJ 29/06/2007, p. 580).

considerará válido o ato se, realizado de outro

A invalidade processual é sanção que somente

pode ser aplicada se houver a conjugação do

defeito do ato processual (pouco importa a

gravidade do defeito) com a existência de

prejuízo. Não há nulidade processual sem

prejuízo (pás de nullité sans grief). A invalidade

processual é sanção que decorre da incidência

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de regra jurídica sobre um suporte fático

- A ausência de homologação judicial do acordo não retira ao documento o caráter de título executivo (art. 585, inc. II do CPC). - A invocação de nulidade da execução à qual o devedor deu causa ao não homologar o acordo de alimentos, não pode ter a anuência do Poder Judiciário, porque a ninguém é dado se beneficiar de sua própria torpeza (art. 243

composto: defeito + prejuízo. (Fredie Didier Jr.,

Conforme dispõe o art. 128, inciso I, da LC

80/95 (redação dada pela LC 132/09), os

membros da Defensoria Pública têm à

prerrogativa de receber intimação pessoal com

do CPC). - Adentra a senda da má-fé, o devedor de alimentos ao empregar ardis e artifícios de cunho técnico-processual com o objetivo de se esquivar de execução por meio de subterfúgios que ladeiam ato atentatória à dignidade da Justiça (art. 600, II do CPC). (STJ, REsp 593.714/RS, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04/08/2005, DJ 22/08/2005, p. 261).

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Validade da intimação por mandado, se não

há oposição do defensor público no ato da

intimação. Princípio da instrumentalidade das formas (art. 244 do CPC).

Preclusão da alegação de nulidade da

intimação via Diário de Justiça, por ausência de impugnação oportuna (cf. art. 245 do CPC). (STJ, EDcl nos EDcl no AgRg no REsp 895.227/RS, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO, TERCEIRA TURMA, julgado em 02/05/2013, DJe 09/05/2013).

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira AgRg(Ag) PROCESSUAL. UNIÃO. INTIMAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS. MANIFESTAÇÃO EXPRESSA DO

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CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira PRECLUSÃO (PRINCÍPIO DA LEALDADE – GRECO) Art. 245. A nulidade

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

PRECLUSÃO (PRINCÍPIO DA LEALDADE – GRECO)

Art. 245. A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Eventual vício existente na capacidade postulatória deve ser articulado e provado no

devido tempo, isto é, na primeira oportunidade que a parte teve acesso aos autos (art. 245 do Código de Processo Civil). (STJ, AgRg no REsp 1260463/RS, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em 11/06/2013, DJe 14/06/2013).

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PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - INVENTÁRIO - RESTABELECIMENTO DAS PRIMEIRAS DECLARAÇÕES - AUSÊNCIA DE CITAÇÃO VÁLIDA - APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INSTRUMENTALIDADE DAS FORMAS - IMPOSSIBILIDADE - RECURSO IMPROVIDO. 1.- Em se tratando de nulidade absoluta, não tem aplicação o principio da finalidade do ato processual. Artigos 154 e 244 do CPC. Ofensa não caracterizada. (STJ, AgRg no AREsp 5.936/MG, Rel. Ministro

---------------- legítimo impedimento. -------------- MINISTÉRIO PÚBLICO devia ter sido intimado. ------------------ DEMONSTRADO.
----------------
legítimo impedimento.
--------------
MINISTÉRIO PÚBLICO
devia ter sido intimado.
------------------
DEMONSTRADO.

SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 17/04/2012, DJe 04/05/2012).

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Parágrafo único. Não se aplica esta disposição

  • 2. A existência de irregularidades na intimação

às nulidades que o juiz deva decretar de ofício,

implica nulidade relativa, que deve ser

nem prevalece a preclusão, provando a parte

suscitada na primeira oportunidade em que a parte prejudicada se manifestar nos autos, sob pena de preclusão.

  • 3. O comparecimento do réu aos autos, que

apresentou extemporaneamente as contas exigidas pelo juízo, demonstra que a intimação, realizada em nome do procurador, cumpriu sua finalidade de dar-lhe ciência acerca da determinação judicial. Deve incidir, por conseguinte, o princípio da instrumentalidade

Art. 246. É nulo o processo, quando o

Ministério Público não for intimado a

acompanhar o feito em que deva intervir.

Parágrafo único. Se o processo tiver corrido,

sem conhecimento do Ministério Público, o juiz

das formas, previsto no art. 244 do CPC.

o anulará a partir do momento em que o órgão

  • 4. Não é necessária a intimação pessoal da ré,

na segunda fase do procedimento de prestação de contas, ante a ausência de amparo legal, devendo igualmente ser aceita a intimação de seu causídico, desde que devidamente representado no feito. (STJ, REsp 961.439/CE, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 16/04/2009, DJe 27/04/2009).

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO DE PRESTAÇÃO

DE CONTAS CONTRA ESPÓLIO. HERDEIRO

INCAPAZ. AUSÊNCIA DE INTERVENÇÃO DO

MINISTÉRIO PÚBLICO EM 1ª INSTÂNCIA.

MANIFESTAÇÃO DA PROCURADORIA DE

JUSTIÇA ARGÜINDO A NULIDADE DO

PROCESSO. PREJUÍZO NÃO

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O Código de Processo Civil (artigos 243 e 244)

1.- Segundo precedentes desta Corte, até

privilegia ao máximo a validade dos atos processuais, desde que os fins de justiça do processo e a finalidade do ato sejam alcançados (princípio da instrumentalidade das formas). Além disso, a declaração da nulidade dos atos processuais depende da demonstração da existência de prejuízo à parte interessada (pas de nullité sans grief). (STJ, REsp 1014705/MS, Rel. Ministro MASSAMI UYEDA, TERCEIRA TURMA, julgado em 24/08/2010, DJe 14/09/2010).

mesmo nas causas em que a intervenção do

Parquet é obrigatória em face a interesse de

menor, é necessária a demonstração de

prejuízo deste para que se reconheça a referida nulidade. (STJ, AgRg no REsp 1196311/DF, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 26/06/2012, DJe 29/06/2012).

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PRINCÍPIO DA ECONOMIA

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Art. 248. Anulado o ato, reputam-se de nenhum

efeito todos os subseqüentes, que dele

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira PRECLUSÃO (PRINCÍPIO DA LEALDADE – GRECO) Art. 245. A nulidade

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dependam; todavia, a nulidade de uma parte do ato não prejudicará as sejam independentes. -------------- outras,

dependam; todavia, a nulidade de uma parte

do ato não prejudicará as sejam independentes.

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outras, que dela

PRINCÍPIO DA ECONOMIA

Art. 249. O juiz, ao pronunciar a nulidade, declarará que atos são atingidos, ordenando as providências necessárias, a fim de que sejam repetidos, ou retificados.

CARREIRAS JURÍDICAS Processo Civil Gustavo Nogueira

PRINCÍPIO DO PREJUÍZO § 1 o O ato não se repetirá nem se Ihe suprirá a
PRINCÍPIO DO PREJUÍZO
§ 1 o O ato não se repetirá nem se Ihe suprirá a
falta quando não prejudicar a parte.
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JULGAMENTO DO MÉRITO
§ 2 o Quando puder decidir do mérito a favor da
parte a quem aproveite a declaração da
nulidade, o juiz não a pronunciará nem
mandará repetir o ato, ou suprir-lhe a falta.
Sendo possível dar-se ao processo seu devido
rendimento, deve-se evitar a decretação da
nulidade. (Medina, CPC).
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PRINCÍPIO
DA
CONSERVAÇÃO
OU
APROVEITAMENTO
DOS
ATOS
PROCESSUAIS
Art. 250. O erro de forma do processo acarreta
unicamente a anulação dos atos que não
possam ser aproveitados, devendo praticar-se
os que forem necessários, a fim de se
observarem, quanto possível, as prescrições
legais.
Parágrafo único. Dar-se-á o aproveitamento
dos atos praticados, desde que não resulte
prejuízo à defesa.
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dependam; todavia, a nulidade de uma parte do ato não prejudicará as sejam independentes. -------------- outras,

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