Вы находитесь на странице: 1из 42

EstruturaEstrutura isis aa ii gugu sticastica EurEur papa EUAEUA ee BrasiBrasi

is is a a i i gu gu stica stica Eur Eur pa pa EUA EUA

Profa. Dra. Gisele F. Loures

queque estruturaestrutura isis Teoria científica e não ciência ou campo de estudo Usado como base

queque estruturaestrutura isis

Teoria científica e não ciência ou campo de estudo

Usado como base teórica por ciências humanas como Antropologia, Sociologia e Psicologia

A relação das partes num determinado sistema.

E p r que essa te ria te esse e Primeiro, o que é sistema?

E p r que essa te ria te esse e

Primeiro, o que é sistema?

Aproximação e organização de unidades segundo princípios próprios

Cada uma dessas unidades têm seu valor definido pelo papel que desempenha dentro do sistema

Qual o papel de cada peça de um quebra cabeça?

Qual o papel de cada peça de um quebra cabeça?

Cada parte se reportareporta à outra e precisa dela.

Cada parte se reportareporta à outra

e precisa dela.

Estrutura is a i gu stica Para Saussure – estrutura, signo, langue Para Bloomfield –

Estrutura is a i gu stica

Para Saussure – estrutura, signo, langue Para Bloomfield – ditribuição dos termos no sistema Para Sapir – relação entre os conponentes da estrutura, como eles eram desenvolvidos Brasil – estudos descritivos

Estrutura is de Saussure u Eur peu A Língua é um sistema Não pode ser

Estrutura is de Saussure u Eur peu

A Língua é um sistema

Não pode ser analisada em partes isoladas. Cada parte só tem um papel em relação a outra. Sistema de valores Signos arbitrários

A parte em si não interessa; o que interessa é sua relação com as outras.

C assi

Se trocarmos o Bispo por uma pedra e dissermos

C assi Se trocarmos o Bispo por uma pedra e dissermos “esse é o Bispo” ,

“esse é o Bispo”, faz

diferença no jogo?

C assi Se trocarmos o Bispo por uma pedra e dissermos “esse é o Bispo” ,
C assi Se trocarmos o Bispo por uma pedra e dissermos “esse é o Bispo” ,

Estud da Estrutura x Estud da

Gra tica

r ativa

Estudar a Gramática Normativa é:

Estudar regras sobre como as coisas devem ser faladas

Em um dado momento De acordo com um grupo de pessoas

Estudar a estrutura é:

Entender como o sistema se estrutura – qual o “papel do bispo”.

De que f r a a gua % Siste a Para SAUSSURE: A língua é

De que f r a a gua % Siste a

Para SAUSSURE:

A língua é um sistema na medida em que:

O signo só existe na relação significado – significante

Unidades formam sílabas (fonologia)

Morfemas formam palavras (morfologia)

Palavras formam frases (sintáxe)

Estrutura Si cr ia e Diacr ia Como se pode estudar a estrutura melhor- sincrônica

Estrutura Si cr ia e Diacr ia

Como se pode estudar a estrutura melhor- sincrônica ou diacronicamente?

Diacronia – linear

Sincronia - sistêmica

C assi

C assi Estudo sincrônico – e portanto sistêmico – de uma era.

Estudo sincrônico – e portanto sistêmico – de uma era.

Esc a i gu stica de Praga (Atua Rep) Checa + per d e tre

Esc a i gu stica de Praga

(Atua Rep) Checa + per d e tre Guerras)

. Contribuições de Saussure e Bühler

.

O estrutural em prol da comunicação

.

PFS - Perspectiva Funcional da Sentença

C tribui./es 0 i) Desenvolvimento da Fonologia por Troubetzkoy ii) Dinamismo Comunicativo por Mathesius tema

C tribui./es 0

i) Desenvolvimento da Fonologia por Troubetzkoy

ii) Dinamismo Comunicativo por Mathesius tema x rema

iii) Funções da Linguagem por Jakobson

iv) Dupla articulação da Linguagem por Martinet

G sse tica (C pe hague) uis H2e s ev 3 Forma x Substância *

G sse tica (C pe hague)

uis H2e s ev

3 Forma x Substância

* Sintagma x Paradigma

Estrutura is

rte+A erica

Edward Sapir Leonard Bloomfield

Edward Sapir - Autor clássico da linguística norte-americana ao lado de Bloomfield - Nasceu na

Edward Sapir

- Autor clássico da linguística norte-americana ao lado de Bloomfield

- Nasceu na Alemanha, em 26/01/1884 e faleceu em 4/2/1939 em New Harven, EUA.

- Fez pesquisas de campo e trabalhou no museu do Índio, em Ottawa, Canadá.

Edward Sapir - Aluno de Franz Boas - Professor de Benjamin Whorf, dando origem à

Edward Sapir

- Aluno de Franz Boas

- Professor de Benjamin Whorf, dando origem à hipótese Sapir-Whorf

- Considerado pioneiro na linguística norte- americana

Alemanha, 26 de Janeiro de 1884 Franz Boas X Sapir Canadá Museu do Índio -

Alemanha, 26 de Janeiro de 1884

Franz Boas X Sapir

Canadá Museu do Índio - Ottawa Pesquisa de Campo

+ EUA,4 de Fevereiro de 1939 Benjamin Whorf
+ EUA,4 de Fevereiro de 1939
Benjamin Whorf

Edwar

d Sapir

Hipótese Sapir-Whorf

Welhelm Von Humboldt
Welhelm Von Humboldt

Sapir X Edward Nessure

estrutura is sapiria Rompe com Saussure ao Defender o confronto entre resultados da análise estrututural

estrutura is sapiria

Rompe com Saussure ao

Defender o confronto entre resultados da análise estrututural da

Língua Cultura dos falantes de tal língua

Estrutura is sapiria Sapir nos diz em Linguagem: Uma introdução ao estudo da fala (1920)

Estrutura is sapiria

Sapir nos diz em Linguagem: Uma introdução ao estudo da fala (1920)

[As pessoas, ao pensar] “deslizam para um fluxo silencioso de palavras”, que servem como “cápsulas de pensamento que contêm milhares de experiências distintas”

estrutura is sapiria Hipótese Sapir-Whorf Cada língua segmenta a realidade à sua maneira A língua

estrutura is sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Cada língua segmenta a realidade à sua maneira

A língua configura como pensamos

Modelo linguístico <-> modelo sociocultural

Distinções gramático-lexicais correspondem a distinções de comportamento na sociedade

Estrutura is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf

Estrutura is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Estrutura is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf
Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Os Esquimós vivem na neve Consequência: desenvolvem várias palavras

Estrututa is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Os Esquimós vivem na neve Consequência: desenvolvem várias palavras
Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Os Esquimós vivem na neve Consequência: desenvolvem várias palavras

Os Esquimós vivem na neve

Consequência: desenvolvem várias palavras para neve (senso comum

Hipótese Sapir-Whorf Os Esquimós vivem na neve Consequência: desenvolvem várias palavras para neve (senso comum
Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Portugueses foram pioneiros nas navegações Consequência: desenvolvem a

Estrututa is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Portugueses foram pioneiros nas navegações Consequência: desenvolvem a
Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Portugueses foram pioneiros nas navegações Consequência: desenvolvem a

Portugueses foram pioneiros nas navegações

Consequência: desenvolvem a palavra saudade para falar dos que estavam longe

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf A tribo Pirahã não precisa contar no seu dia-a-dia Consequência:

Estrututa is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf A tribo Pirahã não precisa contar no seu dia-a-dia Consequência:
Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf A tribo Pirahã não precisa contar no seu dia-a-dia Consequência:

A tribo Pirahã não precisa contar no seu dia-a-dia

Consequência: desenvolvem numeração até 3

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Realidade influencia fala. Língua mãe influencia pensamento. Como

Estrututa is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Realidade influencia fala.

Língua mãe influencia pensamento.

Como falamos influencia como vemos o mundo.

Estrututa is Sapiria Hipótese Sapir-Whorf Críticas - Nem sempre não ter um VOCÁBULO acarreta não

Estrututa is Sapiria

Hipótese Sapir-Whorf

Críticas

- Nem sempre não ter um VOCÁBULO acarreta não entender o referente – um alemão pode sentir SAUDADE, e um brasileiro SCHADENFRAUDE (para Steven Pinker)

- Mesmo com variações em como nomeiam as cores, a maioria das línguas têm as mesmas cores como básicas (Brent Berlin e Paul Kay,

1969)

e ard B fie d

Considerado o consolidador da linguística estrutural norte-americana

Em 1924 foi responsável pela a fundação da Sociedade Linguística da América

Pesquisou vários idiomas

Language (1933) – introduziu o distributacionalismo

e ard B fie d – vis6 gera Privilegiou o estudo da fala Se opôs

e ard B fie d – vis6 gera

Privilegiou o estudo da fala

Se opôs ao mentalismo – fala não é efeito do pensamento mas do condicionamento (influência behaviorista – Skinner)

Descritivismo Absoluta objetividade na análise Sem levar semântica em consideração

Distributacionalismo Princípios que regem o sistema estão distribuídos pelas unidades que o compõe

e ard B fie d e S7i er

Influência do Behaviorismo/Comportamentalismo

- Visão mecanicista da linguagem

- Indivíduo diz “cadeira” ao ver a cadeira porque foi condicionado para tal

e ard B fie d + Descritivis

Para uma abordagem Descritivista:

Corpus variado para compreensão da época e local Inventário a partir desse corpus Verificaçao das leis de combinação dos elementos Semântica fica de fora

e ard B fie d + Descritivis

Para uma abordagem descritivista

Direção da análise sintáxe morfemas fonemas
Direção da análise
sintáxe
morfemas
fonemas

Unidades

constituintes

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a Para uma abordagem distributacional

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a

Para uma abordagem distributacional

“Um fonema é um grupo de alofonias em distribuição complementar ou livre variação.”

“Um morfema e um grupo de alomorfos em distribuição complementar ou livre variação.”.

Etc.

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a Uma análise distributacional: “O

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a

Uma análise distributacional:

“O aluno comprou um livro”

Constituintes imediatos

Sintagma nominal

O aluno

+

Sintagma Verbal

“comprou um livro”

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a Sintagma nominal Determinante o

e ard B fie d – i gu stica Distributaci a

Sintagma nominal

d – i gu stica Distributaci a Sintagma nominal Determinante o + Substantivo aluno Sintagma verbal

Determinante o

+

Substantivo aluno

Sintagma verbal

nominal Determinante o + Substantivo aluno Sintagma verbal Verbo comprou Sintagma nominal um livro Sintagma nominal
nominal Determinante o + Substantivo aluno Sintagma verbal Verbo comprou Sintagma nominal um livro Sintagma nominal
nominal Determinante o + Substantivo aluno Sintagma verbal Verbo comprou Sintagma nominal um livro Sintagma nominal

Verbo comprou

Sintagma nominal um livro

Sintagma nominal

aluno Sintagma verbal Verbo comprou Sintagma nominal um livro Sintagma nominal Indeterminante um Substantivo livro

Indeterminante um

Substantivo livro

Saussure x B fie d

Saussure x B fie d S a u s s u r e Bloomfield Estudo sincrônico

Saussure

Saussure x B fie d S a u s s u r e Bloomfield Estudo sincrônico

Bloomfield

Saussure x B fie d S a u s s u r e Bloomfield Estudo sincrônico
Estudo sincrônico
Estudo sincrônico
d S a u s s u r e Bloomfield Estudo sincrônico T r ê s

Três níveis:

Fonlógico, morfológico,

sinático

n í v e i s : Fonlógico, morfológico, sinático Descrição sincrônica Compreensão da estruturação
n í v e i s : Fonlógico, morfológico, sinático Descrição sincrônica Compreensão da estruturação
n í v e i s : Fonlógico, morfológico, sinático Descrição sincrônica Compreensão da estruturação

Descrição sincrônica

Compreensão da estruturação

Distributacionalismo ou linguística distributacional

Distributacionalismo ou linguística distributacional dos sistemas linguísticos Sintagma e paradigma Mecanicismo

dos sistemas linguísticos

Sintagma e paradigma

Mecanicismo linguístico baseado no comportamentalismo de Skinner

linguístico baseado no comportamentalismo de Skinner Posição estrutural define unidade Significado/
Posição estrutural define unidade
Posição estrutural
define unidade

Significado/ significante

de Skinner Posição estrutural define unidade Significado/ significante Referente/ significado não é estudado

Referente/ significado não é

estudado

de Skinner Posição estrutural define unidade Significado/ significante Referente/ significado não é estudado
de Skinner Posição estrutural define unidade Significado/ significante Referente/ significado não é estudado

e ard B fie d + Cr ticas

Críticas a Bloomfield

Excessivamente formal.

Não leva contexto em consideração.

Restringe a tarefa do pesquisador a

Classificar segmentos; Identificar leis segundo as quais eles se combinam.

Brasi (dec) 60:70) Linguística como disciplina autônoma i) Descrição . descrição da língua portuguesa do

Brasi (dec) 60:70)

Linguística como disciplina autônoma

i) Descrição

. descrição da língua portuguesa do Brasil

. descrição das influências indígenas, africanas e européias

. análise das variedades não-padrão

sistemas

. fonológicos e morfológicos

representações

confiáveis

dos

ii) < aqui =att s C> ara <r) (Pri c pi da i gu stica

ii) < aqui =att s C> ara <r)

(Pri c pi da i gu stica gera – 1941)

.

Sistematização da Fonologia

.

Variedades não-padrão (erros escolares)

.

Línguas indígenas brasileiras