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CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO CURSO DE DIREITO DISCIPLINA: LINGUAGEM JURÍDICA Professor Henrique K. Filho

Nome do Aluno: José Carlos N. de Souza Local/Data: São Paulo; 28 de maio de 2015.

RESENHA DE ARTIGO:

LINGUAGEM JURÍDICA: TERMOS TÉCNICOS E JURIDIQUÊS

As autoras - Nedriane Scaratti Moreira, Flavia Martelli, Alana Carina Stumpf (todas acadêmicas do Curso de Direito na Unoesc Campus de Joaçaba) e Rose Maria Makowski (Mestre em Liguística; professora da Unoesc); elaboraram o presente trabalho tendo como objetivo pesquisar acerca do uso da linguagem jurídica. O método de procedimento utilizado foi o histórico e descritivo, e a técnica de pesquisa foi a bibliográfica. O mesmo foi dividido em três partes: na primeira foi proposto o estudo a respeito da palavra na linguagem jurídica; na segunda, foi discutida a diferença de jargão e termo técnico, e, finalmente, na terceira parte, foi evidenciada a temática de uma possível simplificação da linguagem jurídica.

I.

IDENTIFICAÇÃO DA OBRA:

MOREIRA, Nedriane Scaratti et al. Linguagem jurídica: termos técnicos e juridiquês. UNESC&Ciência-ACSA, Joaçaba, v.1, n.2, p. 139-46, jul./dez. 2010. Disponível em:

<http://editora.unoesc.edu.br/index.php/acsa/article/view/193/pdf_89>. Acesso em:

27 maio de 2015.

II.

RESUMO DAS IDEIAS DAS AUTORAS No tópico relacionado à importância da clareza na linguagem jurídica e, partindo da premissa que a linguagem socializa e racionaliza o pensamento, afirmam as autoras que a linguagem é a pedra fundamental do Direito, pois é por meio dela que esta área em questão se origina e se desenvolve.

Destacam também que no desenvolvimento e elaboração de um processo jurídico, é estabelecida, pelo profissional do Direito, uma comunicação entre uma autoridade e seu cliente. Dessa maneira, tal processo deve ser claro e coerente em suas ideias e nos meios empregados, posto estarem voltados para a defesa do problema apresentado. Dessa feita,

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a linguagem atinge sua finalidade fim e torna-se o meio pelo qual o Direito se expressa e harmoniza-se ante a sociedade.

De outra parte, relacionam o Juridiquês ao arcaísmo de utilizá-lo como enfeites para ‘embelezar’ expressões usadas no processo, deixando de lado a inegável necessidade de o operador do Direito fazer-se entender por quem está lhe ouvindo.

Pontuam, outrossim, que deve-se abandonar o uso excessivo de jargões, que apenas poluem

a linguagem jurídica e que ofuscam os objetivos primordiais do intérprete e operador do direito.

Por fim, destacam que a ciência jurídica tornou-se fonte de preocupação da sociedade e aquela, em seu labor, deve fazer-se entender ao indivíduo que a busca - de uma forma precisa e clara.

III. OPINIÃO SOBRE O TEXTO LIDO. O trabalho discorre sobre a importância da clareza na linguagem jurídica, sendo esta o maior instrumento da comunicação entre os operadores do Direito. Não obstante defenderem a sua mitigação, também explicam o uso do ‘Juridiquês’ (e seus correspondentes termos técnicos e jargões afins) como uma espécie de ‘mal necessário’ para o mundo jurídico posto ser este, ainda, uma das maneiras pelas quais seus operadores se expressam, em razão de ser a mesma, a “língua” do Direito.

O que se depreende do texto é que, à parte da discussão sobre os temas versados e não obstante existirem locais e situações onde o exercício do Juridiquês pode ser desenvolvido, o ideal é deixarmos de lado a ‘vaidade linguística’ pela qual somos forçosamenteeducados (tanto academicamente, quanto profissionalmente) e, diante daqueles a quem devemos profissionalmente socorrer, humildemente utilizarmos o bom senso para que a comunicação e o entendimento se façam presentes. Se estivermos apenas entre os nossos, nada contra

Afinal, nos ensinou Aristóteles: “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade.”