Вы находитесь на странице: 1из 48

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC Treinamento Técnico Áudio: Elaborado por: - Manuel Costa - Mauricio

Áudio MHC

SBR – Technical Training Áudio MHC Treinamento Técnico Áudio: Elaborado por: - Manuel Costa - Mauricio

Treinamento Técnico Áudio:

SBR – Technical Training Áudio MHC Treinamento Técnico Áudio: Elaborado por: - Manuel Costa - Mauricio

Elaborado por:

-Manuel Costa -Mauricio Rizzi

SBR – Technical Training Áudio MHC Treinamento Técnico Áudio: Elaborado por: - Manuel Costa - Mauricio

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC Objetivos: Prover conhecimentos sobre o funcionamento do mecanismo CD e

Áudio MHC

Objetivos:

SBR – Technical Training Áudio MHC Objetivos: Prover conhecimentos sobre o funcionamento do mecanismo CD e

Prover conhecimentos sobre o funcionamento do mecanismo CD e analisar problemas relativos a unidade ótica, placa BD e circuitos de proteção.

a unidade ótica, placa BD e circuitos de proteção. Itens a serem Abordados: • Teoria sobre

Itens a serem Abordados:

• Teoria sobre o funcionamento do mecanismo CD

• Servo Motores

• Procedimento de limpeza/manutenção da Unidade Ótica

• Análise de circuitos da placa BD

• Análise dos circuitos de proteção

de limpeza/manutenção da Unidade Ótica • Análise de circuitos da placa BD • Análise dos circuitos

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Padrões do CD O disco compacto

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Padrões do CD O disco compacto (CD) permit e

Padrões do CD

O disco compacto (CD) permite gravar até 80 minutos de áudio, sua capacidade é de 700MB e com as novas tecnologias pode ser regravável.

é de 700MB e com as novas tecnologias pode ser regravável. Dentre as principais características do
é de 700MB e com as novas tecnologias pode ser regravável. Dentre as principais características do

Dentre as principais características do CD, são elas:

• Qualidade do dado armazenado;

• Durabilidade excepcional;

• Minimização de efeitos externos (pó e danos físicos);

Qualidade do dado armazenado; • Durabilidade excepcional; • Minimização de efeitos externos (pó e danos físicos);

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Processo de leitura do CD A

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Processo de leitura do CD

A melhor solução encontrada para leitura da informação contida em um CD foi a

para leitur a da informação contida em um CD foi a leitura por LASER, que é

leitura por LASER, que é um dispositivo que amplifica a energia luminosa obtida por emissão espontânea.

O LASER possui algumas propriedades que permitem condensar extremamente o feixe laser, tornando-o o meio de captação ideal para os CD`s.

laser, tornando-o o meio de captação ideal para os CD`s. Na leitura do disco possuímos duas
laser, tornando-o o meio de captação ideal para os CD`s. Na leitura do disco possuímos duas

Na leitura do disco possuímos duas condições, a

primeira quando o laser se condensa e não há protuberância onde toda a luz refletida pela superfície do disco retoma pela mesma rota.

A outra condição é quando existe protuberância , e a luz que incide sobre ela é em parte espalhada, não regressando pela mesma rota.

Podemos concluir que a quantidade de luz que regressa na segunda situação é menor, logo se detectamos a quantidade de luz que retorna obteremos a informação gravada no disco.

situ ação é menor, logo se detectamos a quantidade de luz que retorna obteremos a informação

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Ao conjunto formado pelo laser e

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Ao conjunto formado pelo laser e dispositivo ótico damos o nome de UNIDADE ÓTICA.

e disp ositivo ótico damos o nome de UNIDADE ÓTICA. Atualmente são empregados três tipos de
e disp ositivo ótico damos o nome de UNIDADE ÓTICA. Atualmente são empregados três tipos de

Atualmente são empregados três tipos de construções para as unidades óticas. Diferenciam-se principalmente quanto á estrutura, prisma separador e quantidade de feixe laser empregados para leitura.

Diferenciam-se principalmente quanto á estrutura, prisma separador e quantidade de feixe laser empregados para leitura.

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Em relação ao LASER, existem dois

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Em relação ao LASER, existem dois tipos de dispositivos utilizados para a sua geração, os de gás e os sólidos, estes últimos apresentando as seguintes vantagens:

• São menores; • •
São menores;

Como um LED, podem ser fabricados em série com grande confiabilidade;

podem ser fabricados em série com grande confiabilidade; Como utilizam uma junção PN, oferecem uma oscilação

Como utilizam uma junção PN, oferecem uma oscilação eficaz simplesmente fornecendo lhe corrente;

Grade de Difração

simplesmente fornecendo lhe corrente; Grade de Difração Na unidade ótica laser, utilizamos o feixe principal e

Na unidade ótica laser, utilizamos o feixe principal e o primeiro feixe, sendo desprezados os outros. O feixe principal será usado para a leitura do sinal e o primeiro feixe fará as projeções laterais, para se obter o sinal para o servo de trilhagem.

Segunda Ordem
Segunda Ordem
fará as projeções laterais, para se obter o sinal para o servo de trilhagem. Segunda Ordem

Primeira Ordem Ordem Zero

fará as projeções laterais, para se obter o sinal para o servo de trilhagem. Segunda Ordem

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo Motores No sistema CD são

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo Motores No sistema CD são requeridos quatro servos,

Servo Motores

No sistema CD são requeridos quatro servos, três para a unidade ótica e um para o motor do disco, são eles:

para a unidade ótica e um para o motor do disco, são eles: • Servo de

• Servo de foco

• Servo de trilhagem

• Servo motor CLV

• Servo do carrinho (SLED)

o motor do disco, são eles: • Servo de foco • Servo de trilhagem • Servo

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo de Foco Controla o movimento

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Servo de Foco

Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo de Foco Controla o movimento vertical da objetiva do

Controla o movimento vertical da objetiva do sistema ótico para que ocorra uma focalização correta sobre a superfície de sinal do disco.

focalização correta sobre a superfície de sinal do disco. “Controla o movimento vertical da objetiva do

“Controla o movimento vertical da objetiva do sistema ótico.”

O range de foco da objetiva, em que é possível a leitura, é de aproximadamente 2µm, e como o disco não é perfeitamente plano, a variação, quando ele gira, é superior a cem vezes a este valor logo, é necessário um sistema de servo-controle que mantenha a objetiva dentro da tolerância de leitura.

a este valor logo, é necessário um sistema de servo-controle que mantenha a objetiva dentro da
Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” A B D C O detector de sinal e

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

A B D C
A
B
D C

O detector de sinal e foco está dividido em quatro partes, e “sente” o estado do foco mediante a configuração das projeções do laser, como mostram as figuras.

das projeções do laser, como mostram as figuras. O sensor capta a projeção do laser e
das projeções do laser, como mostram as figuras. O sensor capta a projeção do laser e

O sensor capta a projeção do laser e a saída de cada parte (A, B, C e D) é proporcional á área de projeção do feixe. Portanto, através dos circuitos somadores operamos os sinais de saída da forma (A+C)-(B+D), onde obteremos o sinal para controlar o servo do dispositivo axial duplo, a fim de manter sempre a projeção circular sobre os sensores

(A+C)-(B+D)=0.

As setas vermelhas indicam que a projeção captada pelo PD não possui o formato circular,
As setas vermelhas indicam que a projeção
captada pelo PD não possui o formato circular,
resultando (A+C)-(B+D) diferente de zero.
Resultado fora de foco.
SBR – Technical Training
Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo de Trilhagem E F Controla a objetiva para

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Servo de Trilhagem

E F
E
F

Controla a objetiva para manter o feixe laser sobre a trilha de covas (linha de sinal), corrigindo o “jogo” provocado pela excentricidade do disco.

Primeiramente, modelos extras E e F devem ser providenciados em ambos os lados. Usando o efeito da difração, é possível produzir três fachos de um único diodo laser.

é possível produzir três fachos de um único diodo laser. Em resumo, o valor obtido subtraindo-se
Em resumo, o valor obtido subtraindo-se F de E representa o sinal de erro de
Em resumo, o valor obtido subtraindo-se F de
E representa o sinal de erro de trilhagem, e
quando esse valor for “zero”, significa que a
trilhagem está correta.
SBR – Technical Training

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Servo de Deslocamento da Unidade Ótica

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Servo de Deslocamento da Unidade Ótica (SLED)

CD” Servo de Deslocamento da Unidade Ótica (SLED) Move-se entre as circunferências interior e exterior do

Move-se entre as circunferências interior e exterior do disco. Aplicando este servo no sentido da leitura, o desvio da objetiva mantém-se nas cercanias do centro mecânico, acarretando o trabalho estável do servo de trilhagem.

acarretando o trabalho estável do servo de trilhagem. Servo Motor CLV A velocidade de rotação do
acarretando o trabalho estável do servo de trilhagem. Servo Motor CLV A velocidade de rotação do

Servo Motor CLV

A velocidade de rotação do disco não é constante, constante é a velocidade linear da superfície do disco em relação ao feixe laser.

Para mantermos a velocidade linear constante é detectado o sinal de sincronismo contido no disco, e o servo opera para manter constante.

a velocidade linear constante é detectado o sinal de sincronismo contido no disco, e o servo

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Funcionamento do mecanismo CD” Dispositivo Axial Duplo Como visto

Áudio MHC

“Funcionamento do mecanismo CD”

Dispositivo Axial Duplo

“Funcionamento do mecanismo CD” Dispositivo Axial Duplo Como visto anteriormente, para ler a informação gravada no

Como visto anteriormente, para ler a informação gravada no disco é necessário que o feixe laser esteja constantemente focalizado sobre a pista de covas, sem que dela saia em momento algum, com a lente objetiva movendo-se, servo controlada, para cima e para baixo (foco) e para os lados (trilhagem).

para cima e para baixo (foco) e para os lados (trilhagem). O dispositivo axial duplo é
para cima e para baixo (foco) e para os lados (trilhagem). O dispositivo axial duplo é

O dispositivo axial duplo é cilíndrico e tanto se move na direção perpendicular do eixo como também na direção de rotação do mesmo eixo. Nele existem dois tipos de bobina, uma está construída igual á bobina de um alto-falante e a outra é vertical (bobina pequena), e o movimento será controlado mediante a corrente que circula por ambas as bobinas.

a outra é vertical (bobina pequena), e o movimento será controlado mediante a corrente que circula

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento de limpeza da unidade ótica Este

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Procedimento de limpeza da unidade ótica

Áudio MHC Procedimento de limpeza da unidade ótica Este procedimento deve ser realizado nos casos em
Áudio MHC Procedimento de limpeza da unidade ótica Este procedimento deve ser realizado nos casos em

Este procedimento deve ser realizado nos casos em que os aparelhos apresentem irregularidades na leitura do CD.

os aparelhos apresentem irregularidades na leitura do CD. Ex: “Não faz leitura”, “Pula música”, “Alguns

Ex: “Não faz leitura”, “Pula música”, “Alguns CD`s não tocam”, etc

Procedimento Atual: normalmente é feito apenas a limpeza da lente da unidade ótica na parte superior.

Recomendação: executar também a limpeza do prisma localizado no interior da unidade ótica.

na parte superior. • Recomendação: executar também a limpeza do prisma localizado no interior da unidade

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpeza passo a passo 1) Separar o

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Limpeza passo a passo

“Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpeza passo a passo 1) Separar o bloco da lente do
“Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpeza passo a passo 1) Separar o bloco da lente do

1) Separar o bloco da lente do bloco do laser soltando os 3 parafusos indicados (ver fig 1).

Os blocos separados são mostrados na fig 2.

lente do bloco do laser soltando os 3 parafusos indicados (ver fig 1). Os blocos separados

Fig 2

lente do bloco do laser soltando os 3 parafusos indicados (ver fig 1). Os blocos separados

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete

2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete fino) o filtro.

Áudio MHC 2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete fino) o filtro. Limpeza da superfície do
Áudio MHC 2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete fino) o filtro. Limpeza da superfície do

Limpeza da superfície do filtro.

Áudio MHC 2) Limpar com algodão (pode-se utilizar cotonete fino) o filtro. Limpeza da superfície do

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Neste modelo sem o filtro pode-se limpar

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Neste modelo sem o filtro pode-se limpar
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Neste modelo sem o filtro pode-se limpar

Neste modelo sem o filtro pode-se limpar o prisma.

Referente ao bloco sem filtro, introduza o algodão no orifício.

MHC Neste modelo sem o filtro pode-se limpar o prisma. Referente ao bloco sem filtro, introduza
MHC Neste modelo sem o filtro pode-se limpar o prisma. Referente ao bloco sem filtro, introduza

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpe a lente da unidade ótica em

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpe a lente da unidade ótica em

Limpe a lente da unidade ótica em ambos os lados.

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpe a lente da unidade ótica em
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpe a lente da unidade ótica em
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Limpe a lente da unidade ótica em

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Monte novamente os blocos colocando os 3

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Monte novamente os blocos colocando os 3 parafusos e aperte-os moderadamente;

• •

Monte a unidade ótica no aparelho;

Verifique novamente o nível e a definição do sinal de RF indicado no manual de serviço de cada modelo.

no aparelho; Verifique novamente o nível e a definição do sinal de RF indicado no manual
no aparelho; Verifique novamente o nível e a definição do sinal de RF indicado no manual
“Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento de manutenção em unidade ótica Esta parte do treinamento

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Procedimento de manutenção em unidade ótica Esta parte do treinamento visa destacar alguns procedimentos básicos
Procedimento de manutenção em unidade ótica
Esta parte do treinamento visa destacar alguns procedimentos básicos a serem
verificados, quando os aparelhos apresentam problemas na reprodução de discos
(CDs), erros de leitura ou ruídos no áudio.
Sintoma:
• Aparelho com falhas de leitura no CD;
• Muita sensibilidade na leitura;
SBR – Technical Training

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento: 1. Verificar o sinal de RF

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Procedimento:

Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento: 1. Verificar o sinal de RF antes e após

1. Verificar o sinal de RF antes e após a limpeza da unidade ótica e comparar com a especificação do manual de serviço. Analise a amplitude e a nitidez da forma de onda na região central.

amplitude e a nitidez da forma de onda na região central. Normalmente o sinal ig ual
amplitude e a nitidez da forma de onda na região central. Normalmente o sinal ig ual

Normalmente o sinal igual ou superior a 0,9Vpp é suficiente para a leitura do disco.

Nível: 1,4 a 2,1 Vpp

é suficiente para a leitura do disco. Nível: 1,4 a 2,1 Vpp 2. Verificar se o

2. Verificar se o disco gira com oscilação vertical. Em caso positivo, o eixo do motor de spindle pode estar empenado ou com a polia danificada.

gira com oscilação vertical. Em caso positivo, o eixo do motor de spindle pode estar empenado

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 3. Deslizar a unidade ótica manualmente checando

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 3. Deslizar a unidade ótica manualmente checando
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 3. Deslizar a unidade ótica manualmente checando

3. Deslizar a unidade ótica manualmente checando se não existe “atrito” no eixo. Faça uma limpeza no eixo, unidade e mecanismo ou, se não resolver, substitua as partes danificadas.

ou, se não resolver, substitua as partes danificadas. 4. Verifique se o gu ia de fixação

4. Verifique se o guia de fixação da

unidade ótica não está solto.

5. Verificar se a lâmina que pressiona o

eixo sem fim da unidade está atuando. Através de verificação visual, manualmente, atue sobre o eixo sem fim a fim de detectar folgas (este item só se

aplica a alguns mecanismos).

visual, manualmente, atue sobre o eixo sem fim a fim de detectar folgas (este item só

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 6. Verificar a CURVA S da busca

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 6. Verificar a CURVA S da busca
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 6. Verificar a CURVA S da busca

6. Verificar a CURVA S da busca de foco.

Áudio MHC 6. Verificar a CURVA S da busca de foco. 7. Verifique se os motores

7. Verifique se os motores não apresentam em seus enrolamentos algum ponto em curto circuito ou aberto. Para a verificação solte as conexões do motor e, girando a polia com o dedo lentamente,verifique no multiteste (analógico) a existência de curto circuito ou descontinuidade.

Outra forma de checagem é aplicar uma tensão dc de 5 volts e, com o motor girando, verifique a indicação de corrente na fonte de alimentação. Oscilações no consumo de corrente em determinados instantes indicam a existência de irregularidades com o motor.

Oscilações no consumo de corrente em determinados instantes indicam a existência de irregularidades com o motor.

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Sintoma: • Após algum tempo, o aparelho

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Sintoma:

• Após algum tempo, o aparelho apresenta falhas de leitura;

Após algum tempo, o aparelho apresenta falhas de leitura; • O aparelho apresenta ruídos junto com

• O aparelho apresenta ruídos junto com o sinal de áudio;

• Após algum tempo, apresenta erro e para de fazer leitura;

• As bobinas da unidade ótica apresentam ruídos elevados;

As bobinas da unidade ótica apresentam ruídos elevados; Procedimento: 1. Verificar o funciona mento do IC

Procedimento:

1. Verificar o funcionamento do IC driver. Após algum tempo de funcionamento, o mesmo pode estar muito “quente” indicando problemas de excesso de consumo de corrente.

algum tempo de funcionamento, o mesmo pode estar muito “quente” indicando problemas de excesso de consumo

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 2. Carregar o disco na posição original

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

2. Carregar o disco na posição original de leitura e verificar se gira livremente, sem pequenos atritos. O atrito provoca o aquecimento do ic driver que após algum tempo apresenta falhas de funcionamento. Ex.: polia do motor spindle muito alta pressionando o disco contra o apoio superior ou motor “travando".

o disco contra o apoio superior ou motor “travando". 3. Se a altura da polia esti

3. Se a altura da polia estiver abaixo do especificado, o disco girará meio “solto” podendo provocar ruídos no áudio ou erro de leitura.

podendo provocar ruídos no áudio ou erro de leitura. 4. Componentes da placa BD (geralmente capacitores)
podendo provocar ruídos no áudio ou erro de leitura. 4. Componentes da placa BD (geralmente capacitores)

4. Componentes da placa BD (geralmente capacitores) “encostando” na unidade ótica. Com a mão, deslize a unidade ótica de um lado para outro e verifique se algum componente está “tocando” na mesma.

Com a mão, deslize a unidade ótica de um lado para outro e verifique se algum

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC 5. Verifique as engr enagem do conjunto

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

5. Verifique as engrenagem do conjunto mecânico e da unidade. Sujeira, “dente” da engrenagem gasto ou quebrado, engrenagem “encavalada”, atrito, etc., podem provocar a paralisação de leitura e pular faixas da música.

a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga
a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga
a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga
a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga
a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga
a paralisação de leitura e pular faixas da música. 6. Verifique o cabo flat que liga

6. Verifique o cabo flat que liga a unidade ótica à placa BD. O problema pode ocorrer em um dos terminais ou na “dobra” do cabo que pode ter trilhas partidas provocando um defeito intermitente.

ocorrer em um dos terminais ou na “dobra” do cabo que pode ter trilhas partidas provocando

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Sintoma: • Aparelho não lê o CD.

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Sintoma:

Aparelho não lê o CD.

2.

Caso 1: CD não gira

Procedimento:

não lê o CD. 2. Caso 1: CD não gira Procedimento: 1. Verificar a alimentação para

1. Verificar a alimentação para a placa BD. Na maioria dos modelos teremos alimentações de 7 e 5 volts.

Verificar se existe comunicação principalmente de SDATA e SCLK (data e clock) da

placa principal com a BD. Outros sinais também são necessários para o funcionamento da mesma e devem ser verificados o que varia de modelo para modelo.

3. Verificar o cabo flat que liga a placa principal à BD board.

4. Observar se o motor sled atua deslocando a unidade ótica para a parte mais interna.

5. Observar se a unidade ótica aciona a chave limite da placa BD e se a mesma não está

com mau contato.

6. Verifique se o laser da unidade ótica acende.

7. Verifique se a lente da unidade se move efetuando a busca de

foco.

6. Verifique se o laser da unidade ótica acende. 7. Verifique se a lent e da

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Sintoma: 1. • Aparelho não lê o

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Sintoma:

1.

Aparelho não lê o CD.

Caso 1: CD gira

Sintoma: 1. • Aparelho não lê o CD. Caso 1: CD gira Procedimento: Verifique o nível

Procedimento:

Verifique o nível do sinal de RF mesmo que não esteja lendo, e tendo a amplitude

abaixo do especificado no manual, substitua a unidade e verifique o IC amplificador de

RF.

2. Para saber se está focalizada monitore o pino de FOK que deve estar em nível alto.

3. Monitore se o sinal de RF chega ao IC processador de sinais, após ser amplificado

pelo IC amplificador.

nível alto. 3. Monitore se o sinal de RF chega ao IC processador de sinais, após

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento de Testes Procedimento para teste de

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento de Testes Procedimento para teste de

Procedimento de Testes

“Dicas de Conserto” Áudio MHC Procedimento de Testes Procedimento para teste de CD – “Aging Mode”.

Procedimento para teste de CD – “Aging Mode”.

Testes Procedimento para teste de CD – “Aging Mode”. Este procedimento tem como objetivo fazer com

Este procedimento tem como objetivo fazer com que o aparelho execute SOZINHO, testes mecânicos e elétricos tanto na função CD como em TAPE.

Esta função chamada “AGING MODE” pode ser determinante e fundamental para evitar possíveis “falhas” no funcionamento do aparelho que não foram detectados no momento do conserto ou em defeitos “intermitentes”.

No modo Aging o aparelho “conta” quantas vezes a operação foi efetuada pelo aparelho

indicando no visor ( AGING ***** ). Aconselhamos que esta operação seja feita no mínimo 20 vezes.

Se a operação de Aging detectar problemas no CD ou TAPE, o aparelho interrompe os testes e o visor indicará o erro ocorrido.

Após efetuar os testes ou qualquer reparo de qualquer natureza, recomenda-se efetuar o reset do aparelho ( “COLD RESET” ) antes de devolvê-lo ao consumidor. Isto garante que os erros anteriores foram apagados e que, se por qualquer motivo o aparelho retornar, os erros que estiverem gravados serão os atuais.

foram apagados e que, se por qualq uer motivo o aparelho retornar, os erros que estiverem
“Dicas de Conserto” Áudio MHC Cold Reset • O "cold reset" apaga todos os dados

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

“Dicas de Conserto” Áudio MHC Cold Reset • O "cold reset" apaga todos os dados guardados
“Dicas de Conserto” Áudio MHC Cold Reset • O "cold reset" apaga todos os dados guardados

Cold Reset

“Dicas de Conserto” Áudio MHC Cold Reset • O "cold reset" apaga todos os dados guardados

• O "cold reset" apaga todos os dados guardados na memória RAM.

Procedimento:

todos os dados guardados na memória RAM. Procedimento: , GROO VE , e 1. Aperte os
todos os dados guardados na memória RAM. Procedimento: , GROO VE , e 1. Aperte os

, GROOVE , e

1. Aperte os botões

2. O display exibirá “COLD RESET” e o aparelho é "resetado".

“COLD RESET” e o aparelho é "resetado". simultaneamente. Execute este modo antes de retornar o

simultaneamente.

Execute este modo antes de retornar o aparelho ao consumidor. SBR – Technical Training
Execute este modo antes de retornar o aparelho ao
consumidor.
SBR – Technical Training

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Análise do circuito Seção CD Caso exista

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Análise do circuito Seção CD

de Conserto” Áudio MHC Análise do circuito Seção CD Caso exista atrito no girar dos motores

Caso exista atrito no girar dos motores por motivo de falta de lubrificação ou eixo empenado é comum que o IC781 se aqueça demasiadamente e queime.

motores por motivo de falta de lubrificação ou eixo empenado é comum que o IC781 se

Constatado este problema, deve-se reparar os problemas nos motores caso existam e realizar a substituição do IC.

Basicamente, o sintoma deste defeito é a leitura do CD falhando sempre na mesma faixa do disco ou quando apresenta falhas de leitura após algum tempo de uso.

Verificar manualmente se a chave limite está atuando, o mau funcionamento desta chave pode provocar erros na leitura do

CD.

manualmente se a chave limite está atuando, o mau funcionamento desta chave pode provocar erros na
manualmente se a chave limite está atuando, o mau funcionamento desta chave pode provocar erros na

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Quando a unidade ótica realiza a busca
SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Quando a unidade ótica realiza a busca

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Quando a unidade ótica realiza a busca do foco, o laser chega a acender?

ótica realiza a busca do foco, o laser chega a acender? No caso do laser não

No caso do laser não estar acendendo, antes de trocar a unidade ótica deve-se verificar a polarização do transistor Q731.

caso do laser não estar acendendo, antes de trocar a unidade ótica deve-se verificar a polarização

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC Quando o mecanismo CD não gira o

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

Quando o mecanismo CD não gira o disco, ou seja, não chega a realizar a busca do foco, deve-se primeiro:

não chega a realizar a busca do foco, deve-se primeiro: -No IC731 verificar os pinos de

-No IC731 verificar os pinos de Data e CLK. Na ausência destes pulsos verificar se não existem trilhas com fulga ou placa quebrada, além de averiguar se os pinos 56 e 61 do IC751 fornecem o sinal.

-Em caso necessário realizar a substituição do IC731.

além de averiguar se os pinos 56 e 61 do IC751 fornecem o sinal. -Em caso
além de averiguar se os pinos 56 e 61 do IC751 fornecem o sinal. -Em caso

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training “Dicas de Conserto” Áudio MHC No caso do disco estar girando verificar

“Dicas de Conserto”

Áudio MHC

No caso do disco estar girando verificar o sinal de RF. Analisar com o auxílio de um osciloscópio o nível do sinal medido assim como a sua claridade.

o nível do sinal medido assim como a sua claridade. Obs. No início da leitura do
o nível do sinal medido assim como a sua claridade. Obs. No início da leitura do

Obs. No início da leitura do disco, o motor Spindle gira o disco a uma velocidade acima da utilizada na leitura onde a unidade ótica faz a leitura do TOC e localiza a freqüência de sincronismo do disco. Caso a unidade ótica esteja suja ou com nível de RF baixo o disco ficará girando sem sincronismo e a leitura do TOC não é possível.

esteja suja ou com nível de RF baixo o disco ficará girando sem sincronismo e a

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Análise dos circuitos de proteção

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Análise dos circuitos de proteção de saída de áudio

Mute
Mute
Detecção de proteção
Detecção de
proteção

Nesta parte do treinamento iremos identificar e explicar o funcionamento das proteções relacionadas ao circuito de áudio dos aparelhos MHC-RG22/RG33.

Proteção contra Sobre Carga

Controle, Chaveamento de proteção
Controle,
Chaveamento
de proteção
Proteção contra Excesso de temperatura
Proteção contra
Excesso de
temperatura
Proteção contra Sobre Carga Controle, Chaveamento de proteção Proteção contra Excesso de temperatura

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Defeitos característicos do IC501

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Defeitos característicos do IC501 “Power Amp”

Defeitos característicos do IC501 “Power Amp” Alguns defeitos são característicos dos co mponentes

Alguns defeitos são característicos dos componentes ligados ao IC amplificador de potência (IC501), destacaremos alguns pontos a serem verificados antes de ser realizada a troca do próprio IC.

verificados antes de ser realizada a troca do próprio IC. Caso o resistor R512 esteja “aberto”,
verificados antes de ser realizada a troca do próprio IC. Caso o resistor R512 esteja “aberto”,

Caso o resistor R512 esteja “aberto”, o IC 501 não possuirá mais a referência do terra em seu pino 13.

A falta de terra no pino 13 provoca a flutuação das tensões no IC onde sinais de amplitude mais elevada podem levar ao mau funcionamento ou até mesmo a queima do IC amplificador de potência.

Este defeito muitas vezes é gerado por curto-circuito no amplificador de potência.

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Outro ponto muito importante a

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Outro ponto muito importante a ser verificado são os
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Outro ponto muito importante a ser verificado são os

Outro ponto muito importante a ser verificado são os filtros formados pelo resistor R503,C504 (canal L) e R553, C554 (canal R).

Este filtro está ligado diretamente a entrada do IC amplificador de potência, onde alteração nos valores destes componentes pode introduzir ruído que será amplificado pelo IC e realimentado á sua entrada dada a realimentação existente no circuito.

Devemos nos assegurar que não existam capacitores com fuga ou resistores com seus valores alterados.

no circuito. Devemos nos assegurar que não existam capacitores com fuga ou resistores com seus valores

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Proteção “Over Load” Este item

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Proteção “Over Load”

dos Circuitos de Proteção” Proteção “Over Load” Este item aborda o funciona mento da proteção por

Este item aborda o funcionamento da proteção por “excesso de carga”. Se torna importante saber analisar o funcionamento do circuito de modo a localizar estágios que possam apresentar falha.

de modo a localizar estágios que possam apresentar falha. Nota: o circuito de áudio é composto

Nota: o circuito de áudio é composto pelos canais L e R, onde qualquer medida ou lógica de funcionamento é válida para ambos os canais.

A análise deve ser feita em cima do fluxo dos sinais de controle gerenciados pelo Microprocessador e também sobre a polarização dos transistores que atuam como chaves de controle.

gerenciados pelo Microprocessador e também sobre a polarização dos transistores que atuam como chaves de controle.

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Os transistores que detectam o

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Os transistores que detectam o “Over Load” são Q501 (canal L) e Q551 (canal R). Ambos coletores destes transistores são polarizados através do diodo D502 com tensão de 11,6V.

Através da figura posso verificar que o nível de sinal DC nos pinos 6 e 7 do IC 501 deve ser zero volts. No caso de sobrecarga o transistor Q501/Q551 detecta um nível DC positivo em sua base e passa a conduzir (coletor para emissor).

de sobrecarga o transistor Q501/Q551 detecta um nível DC positivo em sua base e passa a
de sobrecarga o transistor Q501/Q551 detecta um nível DC positivo em sua base e passa a
de sobrecarga o transistor Q501/Q551 detecta um nível DC positivo em sua base e passa a

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Seguindo o sinal de áudio

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Seguindo o sinal de áudio L e R rumo ao Relay RY2 verifica-se os transistores Q809 e Q810. As duas saídas de áudio estão interligadas pelos resistores R808 e R809 que por sua vez estão conectados na base de Q810. Quando os transistores Q501/Q551 estão conduzindo a tensão de 11,6V polarizará a base de Q810 fazendo-o conduzir.

de 11,6V polarizará a base de Q810 fazendo-o conduzir. Este provocará a condução de Q809 que
de 11,6V polarizará a base de Q810 fazendo-o conduzir. Este provocará a condução de Q809 que

Este provocará a condução de Q809 que ao conduzir satura novamente Q810.

Note que um transistor provoca a condução do outro deixando o aparelho “memorizado”.

conduzir satura novamente Q810. Note que um transistor provoca a condução do outro deixando o aparelho

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Seguindo o sinal dos coletores

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Seguindo o sinal dos coletores de Q809 e Q810
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Seguindo o sinal dos coletores de Q809 e Q810

Seguindo o sinal dos coletores de Q809 e Q810 verifica-se que os mesmos estão aterrados e conectados a base de Q805.

A tensão na base de Q805 diminui e o mesmo começa a conduzir. Com a condução de Q805, polariza-se a base de Q 806 e Q813.

Com Q813 conduzindo a tensão em seu coletor que era de 4,3V passa a ser 0V.

O coletor deste transistor está conectado no pino 84 do IC601 (System Control). Este pino tem a função “Protector Sensor” e na ausência da tensão de 4,3V indicará “PROTECTOR” no display do aparelho.

a função “Protector Sensor” e na ausência da tens ão de 4,3V indicará “PROTECTOR” no display
a função “Protector Sensor” e na ausência da tens ão de 4,3V indicará “PROTECTOR” no display

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Com Q806 conduzindo ocorrerá o

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Com Q806 conduzindo ocorrerá o corte de Q807. Com
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Com Q806 conduzindo ocorrerá o corte de Q807. Com

Com Q806 conduzindo ocorrerá o corte de Q807. Com o corte de Q807 o emissor de Q808 deixa de estar ligado ao terra o que leva o seu coletor a um estado de “alta impedância”.

leva o seu coletor a um estado de “alta impedância”. Nesta situação o Relay RY2 no

Nesta situação o Relay RY2 no pino 5 deixa de estar aterrado e o relay abre.

a um estado de “alta impedância”. Nesta situação o Relay RY2 no pino 5 deixa de
a um estado de “alta impedância”. Nesta situação o Relay RY2 no pino 5 deixa de

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” A base do transistor Q808

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

A base do transistor Q808 está conectada ao pino 17 do IC202. Este pino é o SPK relay. Quando houver 4,7V neste pino o relay deve ser acionado. Na falta do nível de 4,7V o relay será desarmado.

Na falta do nível de 4,7V o relay será desarmado. Sempre que a proteção for acionada
Na falta do nível de 4,7V o relay será desarmado. Sempre que a proteção for acionada

Sempre que a proteção for acionada o aparelho memoriza esta situação e só voltará a funcionar quando for efetuado o reset, ou seja, desligar e ligar o aparelho após detectada e solucionada a falha do aparelho.

quando for efetuado o reset, ou seja, desligar e ligar o aparelho após detectada e solu
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Proteção por “Excesso de Temperatura” Este item é

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Proteção por “Excesso de Temperatura”

Este item é válido somente para o MHC-RG33. No circuito de proteção por excesso de
Este item é válido somente para o MHC-RG33.
No circuito de proteção por excesso de temperatura
a base do Q582 é polarizada com +B onde o mesmo
passa a conduzir e provoca o corte do transistor
Q583.
Esta é a condição normal de funcionamento, pois o
coletor do transistor Q583 está conectado nos
coletores de Q501 e Q551.
Com o aumento excessivo da temperatura na Sensor
Board a resistência do TH501 (PTC) diminui, fazendo
com que Q582 corte. A partir deste ponto a base do
Q583 passa a estar polarizada onde o mesmo passa a
conduzir drenando corrente dos coletores de Q501 e
Q551.
Nesta situação a proteção é acionada.
SBR – Technical Training

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Este item é válido somente

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Este item é válido somente para o MHC-RG33. Na
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” Este item é válido somente para o MHC-RG33. Na

Este item é válido somente para o MHC-RG33.

Na condição normal de funcionamento o

transistor Q584 está conduzindo, pois sua base

está polarizada com +B.

Com a condução de Q584, seu coletor está aterrado fazendo com que o FAN não acione.

Para acionamento do FAN o transistor Q803 tem

de estar polarizado, ou seja, tenho de ter nível

DC no coletor do Q584.

Com o aumento da temperatura a resistência do TH501 (PTC) diminui fazendo com que Q584 corte. Nesta condição o coletor do Q584 polarizará a base de Q803 que começa a conduzir levando o seu coletor a terra e aciona o FAN.

o coletor do Q584 polarizará a base de Q803 que começa a conduzir levando o seu
o coletor do Q584 polarizará a base de Q803 que começa a conduzir levando o seu

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” SPK Mute e SYS Mute

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

SPK Mute e SYS Mute

dos Circuitos de Proteção” SPK Mute e SYS Mute SPK MUTE (Seção Headphone) Na condição inicial
dos Circuitos de Proteção” SPK Mute e SYS Mute SPK MUTE (Seção Headphone) Na condição inicial

SPK MUTE (Seção Headphone)

Na condição inicial de funcionamento, o pino 19 do IC 202 fornece a base do Q330

4,8V.

O mesmo se mantém polarizado (PNP) até que o pino 19 cesse o fornecimento da tensão de 4,8V.

Com o transistor Q330 polarizado o circuito fornece tensão positiva suficiente para a polarização dos transistores Q331 e Q332, nesta condição estou levando meu sinal de áudio para terra.

Após a inicialização do aparelho, a tensão de 4,8V fornecido pelo IC 202 é cortado fazendo com que o transistor Q330 corte. Com Q330 em corte o circuito não fornece tensão positiva suficiente para polarização dos transistores Q331 e Q332.

Nesta condição o sinal de áudio é liberado para o headphone.

para polarização dos tr ansistores Q331 e Q332. Nesta condição o sinal de áudio é liberado

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” STK MUTE (Mute IC 501)

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” STK MUTE (Mute IC 501) A base do transistor
Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” STK MUTE (Mute IC 501) A base do transistor

STK MUTE (Mute IC 501)

A base do transistor Q504 está polarizada com a tensão de 4,8V fornecido pelo pino 19 do IC202.

A polarização do Q504 promove a condução de Q503 que polariza com +B a base do transistor Q581 que conduz e fornece –36V ao pino 12 do IC501.

a condução de Q503 que polariza com +B a base do transistor Q581 que conduz e

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” SYS Mute O pino 3

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

SYS Mute

MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” SYS Mute O pino 3 do IC601 está conectado a
MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” SYS Mute O pino 3 do IC601 está conectado a

O pino 3 do IC601 está conectado a base do Q314 que aterra a base do Q313 fazendo-o conduzir polarizando com 12V as bases dos transistores Q315 e Q316.

Esta é a condição inicial do aparelho onde o mesmo inicia em MUTE. Após o aparelho ser inicializado o IC601 não fornece mais a tensão de 4,9V e os transistores Q315 e Q316 entram em estado de corte, nesta condição o sinal de áudio não é levado a terra.

Para garantir o corte de Q315 e Q316 utiliza-se tensão negativa afim de garantir que o nível de tensão em suas bases não provoquem a condução.

e Q316 util iza-se tensão negativa afim de garantir que o nível de tensão em suas

SBR – Technical Training

SBR – Technical Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” OBRIGADO!!! Sony Academy – Treinamento

Áudio MHC

“Análise dos Circuitos de Proteção”

Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” OBRIGADO!!! Sony Academy – Treinamento Técnico 2004
Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” OBRIGADO!!! Sony Academy – Treinamento Técnico 2004

OBRIGADO!!!

Sony Academy – Treinamento Técnico

2004

Training Áudio MHC “Análise dos Circuitos de Proteção” OBRIGADO!!! Sony Academy – Treinamento Técnico 2004