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O Mundo Mágico da Música

As Aventuras de Misolsirefá e Faladómi Curso Preparatório para o Ensino do Bona

Esta obra se encontra registrada sob nº 599.366, no Escritório de Direitos Autorais da Fundação BIBLIOTECA NACIONAL - Ministério da Cultura.

Nota da Edição

Este trabalho é voluntário e gratuito, mas aceitamos doações para cobrir os custos envolvendo o preparo e a divulgação do Projeto.

As doações são possíveis através de Depósitos na Caixa Econômica Federal, Agência 3922, Operação 013, Conta 93-3.

Contato: E-mail ( valdirfreitas@uol.com.br). Celular: (44) 9708-4888) (TIM).

ESTA APOSTILA ESTÁ DISPONÍVEL NO LINK:

Autor: Valdir Evangelista de Freitas

Supervisão de técnica e conteúdo: Nikita de Freitas.

Ilustração: Edisa Costa e Silva.

Fotógrafo da Capa: Adilson Delli Colli.

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O MUNDO MÁGICO DA MÚSICA AS AVENTURAS DE MISOLSIREFÁ E FALADOMI CURSO PREPARATÓRIO AO ESTUDO DO BONA

ÍNDICE

PÁGINAS

NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO SE APRENDE MÚSICA, ENQUANTO A

GALINHA COME MILHO

5

INTRODUÇÃO

7

DEFINIÇÃO DE BONA

9

APRESENTAÇÃO DOS AVENTUREIROS MISOLSIREFÁ e FALADÓMI

15

CAPÍTULO 1

17

APRENDENDO COM A MÃO

17

EXERCÍCIOS PARA FIXAÇÃO Nº 1

23

EXERCÍCIOS 1.A

23

EXERCÍCIOS 1.B

26

EXERCÍCIOS 1.C

26

TABELA PARA CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS Nº 1.C

33

LINHAS E ESPAÇOS SUPLEMENTARES SUPERIORES E LINHAS E

ESPAÇOS SUPLEMENTARES INFERIORES

36

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EXERCÍCIOS PARA FIXAÇÃO Nº 2

38

TABELA PARA CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS Nº 2

41

CAPÍTULO 2 - VALORES DAS NOTAS MUSICAIS

44

INTRODUÇÃO AO CAPÍTULO 2

44

O

QUE É O TEMPO, MUSICALMENTE FALANDO?

45

COMO MARCAR O TEMPO?

47

O

MOVIMENTO DE BATER E LEVANTAR A MÃO

47

FIGURAS ILUSTRATIVAS DOS TEMPOS MUSICAIS

50

COMPARANDO O VALOR DO DINHEIRO COM O VALOR DAS NOTAS

MUSICAIS

53

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Nº 3

57

NOTA DO AUTOR

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NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO SE APRENDE MÚSICA ENQUANTO A GALINHA COME MILHO

Põem assunto nessa conversa que teve o Professor de Música e um Caipira, lá no Sítio do Pica-Pau Amarelo.

O Galo cantava, ainda, quando teve início a conversa:

Caipira: - Hora déssa hôme! - Que vêi fazê aqui, tão cedo?

Professor: - Uai! Sô professô de música

- Vim dá aula prô seu fi.

Caipira: - Víchi! Assim tão madrugada, bem na hora que a galinha comi mi?

Professor: - Uai! Agora mêmo, na hora que a galinha comi mi, que quero a prosinha cum teu fi,

- Purquê depois do armoço, eu ia fala, e ele ia durmi.

Caipira: - Acorda, acorda logo Mimi! - Vem correndo, qui o professô já tá qui.

Apressadamente, Mimi aparece em pé no terreiro. Enquanto Mimi esfrega-que-esfrega, pra tirá do zóio a remela, o professor não perde tempo não, e vai logo falando:

Professor: - Óia lá Mimi! Veja só: a galinha cumendu mi!

- Mimi! Preste atenção nessa melodia:

- Aqui, a galinha comi mi todo dia.

- Então, o que não pode aqui, é mêmo faltá mi!

Continua o professor:

- Se todo dia a galinha comi mi,

- Mi aqui, num pódi faltá não!

- Temo que aprendê, que o mi, aqui, tem que se refazê intão!

- Pense que o mi só si refais, Mimi,

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- Se alguém fála do mi.

- Falando do mi, aqui sentadu na grama,

- Aprendemu as notas du pentagrama.

- Vamu ripiti: O mi só si refais, Mimi,

- Se alguém fála do mi.

- MI SOL SI , Mimi, - Se alguém MI.

As 5 linhas da pauta se chamam MI SOL SI .

Os 4 espaços da pauta se chamam MI.

Nome das Linhas

chamam FÁ – LÁ – DÓ – MI . Nome das Linhas MI SOL Nome dos

MI

SOL

Nome dos Espaços

SI

MI . Nome das Linhas MI SOL Nome dos Espaços SI RÉ FÁ FÁ LÁ DÓ

MI

Não se esqueça disso, leitor - meu grande Mimi! Você leu

e aprendeu. Tenha sua próxima aula nessa apostila gratuita, du

cumpadi Zebedeu.

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CURSO PREPARATÓRIO AO ESTUDO DO BONA INTRODUÇÃO

Onde está o seu tesouro, aí está o seu coração.

Ei, você!

Qual a coisa mais importante na sua vida? Qual a coisa mais valiosa pra mim e pra você?

Provavelmente você dirá que a coisa mais importante para você é Deus, é a sua alma gêmea. Ou você dirá que o mais importante são as grandes coisas que você deseja conquistar. Ou dirá, ainda, que a coisa mais importante seja a salvação da sua alma.

Qualquer dessas respostas estará certa para você e também para mim. Mas eu lhe digo que, na prática, o que é mesmo importante para mim e para você é o ar (o oxigênio) que respiramos. Sim, em qualquer lugar do Universo, não conseguimos viver se não tiver ar (oxigênio) para enchermos nossos pulmões. Depois de dois minutos sem respirar, a coisa já fica complicada e a nossa vida fica gravemente ameaçada.

Nesse

ponto,

todos

nós,

precisamos de ar para que tenhamos vida.

seres

humanos,

somos

iguais:

Fiz essa pequena introdução, apenas para dizer que nós, seres humanos, temos muita coisa em comum.

Na

realidade,

posso

até

afirmar

que

nunca

nos

vimos

pessoalmente, mas, no íntimo, no íntimo, claro que a gente se conhece.

Por isso, posso afirmar: onde está o seu tesouro, aí está o seu

coração.

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Não importa se você tem 5, 10, 15 ou 20 anos. Não importa se você tem 30, 40, 50 ou 80 anos. Você tem uma alma. Tem um coração dentro do peito. Você é uma alma que durante a vida inteira correrá ao encontro da felicidade.

Onde está o seu tesouro, aí está o seu coração.

Somos seres racionais, mas não isso apenas. Somos seres também emocionais. Nossa alma anseia por liberdade e, incessantemente, busca a felicidade.

Por querer tanto a felicidade e a liberdade, você sempre sonhou cantar ou tocar um instrumento musical. Não importa se temos boa voz ou não: nós todos cantamos alguma coisa de algum jeito. Os pássaros nos alegram a alma. Por isso, todos nós somos tentados a imitar os pássaros, mesmo que seja assoviando no banheiro.

Onde está o seu tesouro, aí está o seu coração!

Você tem 10, 20, 50 ou 80 anos e sempre sonhou em tocar um

instrumento musical.

Quantas pessoas chegaram aos 80 anos vendo o brilho de um

sax, o soar do trompete ou o canto doce da flauta

uma oportunidade para aprender a tocar um instrumento musical, não é mesmo?

!

Viveram a vida toda aguardando

A sua alma grita e sonha encontrar a felicidade.

Onde está o seu tesouro, aí está a sua alma!

Hoje, então, chegou a sua vez.

Eu conheço você e você me conhece também, porque somos todos humanos e caminhamos rumo à felicidade.

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Nossa alma, querendo tanto a felicidade, sabe muito bem que podemos nos alegrar na música. Então, a música é o meu tesouro. A música é o seu tesouro.

É com muito prazer e muita honra que quero lhe apresentar a

chave do tesouro.

Para adentrarmos à casa do nosso tesouro, qual será o melhor

caminho?

São vários os caminhos que podemos buscar para chegar ao nosso almejado tesouro, mas apenas um pode facilitar a nossa caminhada.

A forma mais sábia de transpormos uma porta (a porta da casa

que leva ao tesouro) não é a marreta.

Claro que poderíamos nos utilizar de uma marreta. Mas a marreta destruiria a porta e poderia até estragar o tesouro.

Por isso, venho agora apresentar a chave do tesouro.

Eu diria que o método de divisão musical chamado BONA é a chave de ouro que nos leva ao tesouro. O Bona é um Método Completo de Ensino da Divisão Musical, de autoria de Pasquale Bona (1808 1878).

No BONA, que é a chave de ouro que nos leva ao tesouro, também temos um grande tesouro. Quero dizer que o Bona, na verdade, é um grande tesouro que abriga vários outros tesouros.

A flauta, o sax, o trompete, o clarinete, o piano, o violino, qualquer desses instrumentos com que você sempre sonhou tocar, já existem. Já existem, de fato, dentro do Bona. O Bona é o caminho maravilhoso que nos leva a tocar bem qualquer um desses instrumentos musicais.

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Muitos professores que hoje desprezam o ensino através do Bona, tenham certeza disso, estudaram, aprenderam e devem muito ao Bona. Por intermédio do Bona, vamos conhecer as notas musicais a fim de podermos tocar um instrumento musical.

Você quer tocar o instrumento e você pode! Você quer a sua

felicidade.

 

Lembre-se: onde está o seu tesouro, aí está o seu coração.

No estudo da música, você encontrará um mundo maravilhoso.

Pense que o que importa é a sua dedicação.

Vou mostrar para você como é fácil aprender a divisão musical

através do Bona.

Com certeza, você sempre se sentiu perdido e confuso ao olhar para uma partitura musical. Desde a sua infância você olhava para aquelas bolinhas pretas e para os risquinhosda escrita musical e sempre achava tudo muito parecido com letras japonesas, não é mesmo?

Fique muito tranquilo que vou lhe mostrar como é fácil.

Eu diria que é mais fácil você aprender a escrita musical no Bona do que aprender a cozinhar uma panela de arroz.

Ainda bebê, você aprendeu a sentar. Você aprendeu a engatinhar e depois aprendeu a andar. Quantas vezes você teve que tentar?

Depois, chegou a hora de aprender a falar. Sua mãezinha sabe o quanto você teve que se exercitar. Mas, afinal, você aprendeu muito bem a andar e a falar.

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Você aprendeu a ler e a escrever. Você aprendeu a andar de bicicleta. Você aprendeu a dirigir um veículo.

Sabe por que você aprendeu tudo isso? Porque a repetição leva à excelência! Isso mesmo: a repetição leva à perfeição.

O método Bona não é nada mais do que isso: é apenas um caderno que mostra exercícios onde você estará sempre repetindo uma série pequena de raciocínios, a fim de poder tocar bem o seu instrumento musical.

Não existe nada de grego, alemão ou japonês na escrita musical. O raciocínio da escrita musical é muito fácil. Quando eu digo que é fácil é porque é muito fácil mesmo!

Quando você aprendeu a ler e a escrever a língua portuguesa, teve que aprender 26 letras para depois formar com elas as sílabas, as palavras e as frases.

No Bona, você apenas tem que aprender a conhecer as 7 (sete) notas musicais e os valores delas.

Neste vídeo-aula, a partir de agora, estamos preparando você para o estudo do Bona. Meu objetivo é mostrar como é fácil aprender a escrita musical através desse maravilhoso livro que é o Bona.

No momento, você não precisa estar com o Bona na mão. Vamos aprender as notas musicais da forma mais natural possível.

Deus disse: faça-se a luz! E a luz se fez.

Do barro, Ele fez o homem e soprou suas narinas e o homem

viveu!

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Deus fez o homem com duas mãos (a mão esquerda e a mão

direita).

No meu entender, Deus queria que o homem aprendesse facilmente a escrita musical e, por isso, já o criou com duas mãos. Veja como é fácil e entenda o que quero dizer:

Com os dedos da mão esquerda esticados, vire a palma da mão para seus olhos e observe.

Deixe o polegar (o dedão) para cima e verá que você possui 5 (cinco) dedos na mão. Isso não é nada mais e nada menos do que uma pauta musical.

Então! Se você quer aprender música, já comece a agradecer a Deus por lhe ter dado uma pauta musical na mão direita e outra pauta musical na mão esquerda.

Olhe para sua mão esquerda com a palma virada para você e o polegar na posição superior. Cada dedo representa uma linha da pauta musical.

Você possui cinco dedos nessa mão. Cada dedo representa uma

linha.

Observe que existe um espaço entre cada dedo. São 4 (quatro)

espaços.

existe um espaço entre cada dedo. São 4 (quatro) espaços. 12 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA , mas doações

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Então, a pauta musical é isso aí: um conjunto de 5 linhas e 4 espaços para escrever as notas musicais.

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Na verdade, as notas musicais são aquelas bolinhas pretas (pintadinhas ou não), que aparecem escritas nas linhas ou nos espaços existentes entre as linhas.

Para lhe ensinar os nomes das notas, agora vou contar uma

historinha.

Venha comigo e vamos imaginar juntos.

No Brasil existem muitas duplas sertanejas famosas. Imagine agora o nome de uma dupla sertaneja. Pode ser a sua preferida ou não, mas que você saiba pronunciar muito bem o nome da que escolher.

Então: Pensou fixamente o nome da dupla?

Imagine que essa dupla sertaneja está na sua cidade para fazer um show num estádio de futebol. A dupla vai se apresentar no palco. Você vai comigo fazer um teste como apresentador da dupla.

Conheci um apresentador de show que fazia a plateia arrepiar de tanta emoção naqueles momentos que antecedem a entrada dos artistas no palco para a apresentação.

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Antes de as bailarinas entrarem, ele dizia repetidas vezes:

vai

- Daqui a pouco

- Isso aqui está uma beleza leza, leza!

- Está uma Maravilha ilha, ilha!

chover mulher.

E continuava animando a plateia dizendo:

- Daqui a pouco vai pisar o palco: “Milionário e José Rico” ou “Chitãozinho e Xororó” ou, ainda: “Lio e Leo”!

Isso levava a galera ao delírio. Tinha moça que até começava a

querer tirar a roupa!

Depois de ter levado a galera ao delírio era chegada a hora e, então, ele soltava o vozeirão de locutor quebrando aquele silêncio absoluto, para dizer:

- Senhoras e senhores

a seus aplausos:

“Milionário e José Rico”! ou

- Senhoras e senhores

a seus aplausos:

Fernando e Sorocaba”!

Vamos agora a seu teste de apresentador da dupla.

Você pega o microfone na mão e solta esse seu vozeirão:

- Senhoras e senhores

a seus aplausos:

Pronuncie aqui o nome da dupla de sua preferência”.

Nesse teste, o importante é você não errar o nome da dupla. Caso erre o nome da dupla você estará reprovado. Além disso, os fãs que estão para

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assistir ao show jogariam ovo, muito ovo em você, porque o apresentador não pode errar o nome da dupla.

Se A dupla Sertaneja aqui de nosso estudo se chama: MI-SOL-SI-RÉ-FÁ e FA-LA-DÓ-MI.
Se
A dupla Sertaneja aqui de nosso estudo se chama:
MI-SOL-SI-RÉ-FÁ e FA-LA-DÓ-MI.

você já ensaiou a apresentação de sua dupla sertaneja, agora

vou lhe contar outra historinha, porque preciso lhe passar o nome de uma dupla sertaneja (a mais famosa do Brasil), porque o nome dessa dupla sertaneja nos interessa e interessa muito nesse momento.

O Misolsirefá era um sujeito muito bacana que tocava sanfona

lá no Nordeste (foi discípulo de Luiz Gonzaga).

O Faladómi era um tche, sujeito muito bacana também, que

veio lá do Rio Grande do Sul.

Os dois músicos eram famosos, cada qual em sua região. Daí, então, resolveram se juntar para formar uma dupla, com a intenção de serem os melhores músicos do Brasil. Foi, assim, que começaram as aventuras de Misolsirefá e Faladómi.

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A famosa dupla está hoje em sua cidade (aí onde você está assistindo a esse vídeo-aula). Aí, vai acontecer mais uma das Aventuras de MISOLSIREFÁ e FALADÓMI.

Os aventureiros vão apresentar um Show no maior estádio de

futebol de sua cidade. Há uma multidão de pessoas na plateia. Você foi contratado como locutor e vai ganhar um milhão de reais” para fazer a apresentação da famosa dupla, que está prestes a entrar no palco. Então, vamos lá! Respire fundo, conte até dez, acalme o seu coração e solte esse seu vozeirão, repetindo comigo:

- SENHORAS E SENHORES, DENTRO DE INSTANTES VAI PISAR O PALCO A DUPLA SERTANEJA MAIS OUVIDA NO BRASIL. DAQUI A POUCO, VAI CHOVER

LEZA-

LEZA! ISSO É UMA MARAVILHA!

A SEUS APLAUSOS: A DUPLA SERTANEJA MAIS

OUVIDA DO BRASIL:

MULHER. ISSO AQUI ESTÁ UMA BELEZA!

ILHA, ILHA!

“MISOLSIREFÁ e FALADÓMI”

ESTÁ UMA BELEZA! ILHA, ILHA! “MISOLSIREFÁ e FALADÓMI” Em meio aos aplausos calorosos da plateia, com

Em meio aos aplausos calorosos da plateia, com seu chapéu tipo

Luiz Gonzaga, na cabeça, MISOLSIREFÁ vai logo dizendo: “aqui vai um abraço do Misolsirefá para vocês. Em seguida, o FALADÓMI também manda um caloroso abraço dizendo: vai aqui o cordial abraço do Faladómi para vocês!

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CAPÍTULO 1 APRENDENDO COM A PRÓPRIA MÃO.

Agora, com a mão estendida na horizontal, com a palma virada para você, vamos começar um exercício para fixar os nomes das notas na pauta.

Veja como é fácil aprender os nomes das notas:

1.A- Os dedos das mãos receberão o nome de MISOLSIREFÁ.

Assim, cada dedo receberá um nome, a partir do primeiro dedo,

que será o dedo mínimo (o dedinho de sua mão), que aqui o chamaremos de

MI.

O

segundo dedo será o SOL.

O

terceiro dedo será o

SI.

O

quarto dedo será o

.

O

quinto dedo será o

.

Obs.: Não esquecer que essa contagem é de baixo para cima, onde o MI fica embaixo e o fica em cima.

Então, contando de baixo para cima teremos:

fica em cima. Então, contando de baixo para cima teremos: 17 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA , mas doações

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Contando-se de baixo para cima teremos:

FÁ--------------------------------------------

RÉ--------------------------------------------

SI---------------------------------------------

SOL------------------------------------------

MI--------------------------------------------

São os cinco dedos representando as cinco linhas da pauta, contando-se sempre de baixo para cima.

Vamos a um pequeno exercício: o nome do cara é Misolsirefá. Misolsirefá começa com Mi, e termina com . Misolsirefá começa com MI, e termina com .

Misolsirefá começa com Mi, termina com . A sílaba do meio é a SI.

SI é o terceiro dedo. Veja que tem dois dedos acima e dois dedos abaixo.

Costumo brincar com o dedo do meio apontado, que se caiu aqui (no dedo do meio), caiu em SI. Caiu aqui, caiu em SI (simples brincadeira para fixação, não fiquem pensando em besteiras!).

Agora, vamos apontar para cada dedo, à medida que vamos falando. Veja bem: Cada vez que você falar o nome de um dedo, você deverá tocar o dedo com o dedo indicador da mão direita: Assim:

Misolsirefá começa com

MI.

E

termina com

.

Se Misolsirefá começa com Mi e termina com :

A

sílaba do meio, ou o dedo do meio, então, é

SI.

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Obs.: Repetir esse exercício umas três vezes para fixar bem, antes de ir para o próximo passo.

Continuando: Se Misolsirefá começa com

Mi

e termina com

A do meio é

SI

A

quarta é

E

a segunda é

SOL

Se Misolsirefá começa com MI e termina com FÁ:

A segunda é SOL.

Se Misolsirefá termina com , a penúltima é

.

Então,

o

nome

das

linhas

contando-se de baixo para cima na vertical.

da

pauta

é

MISOLSIREFÁ,

Obs.: Repetir esses exercícios até aprender o nome de cada linha, tanto na sequência lógica, quanto alternadamente.

1.B - Assim, visto o nome de cada linha, representado pelos cinco dedos da mão, passaremos ao estudo do nome dos espaços.

No início deste estudo, dissemos que a pauta é um conjunto de cinco linhas e quatro espaços que serve para escrever as notas musicais, que são as bolinhas grafadas sobre a pauta.

Entre cada dedo temos um espaço. Contando de baixo para cima, dizemos que o nome do “aventureiro cara” é FALADÓMI.

Agora, continuando com a mão estendida na horizontal, com a palma virada para você, vamos começar um exercício para fixar os nomes das notas nos espaços existentes entre cada dedo como se fosse na pauta.

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Veja como é fácil aprender os nomes das notas escritas nos

espaços.

 

Os quatro espaços entre os dedos da mão receberão o nome de

FALADÓMI.

 

Assim, cada espaço entre os dedos receberá um nome.

Logo

após o primeiro dedo (que será o dedo mínimo o dedinho de sua mão) inicia a

contagem do primeiro espaço.

O

primeiro espaço será o .

O

segundo espaço será o .

O

terceiro espaço será o .

O

quarto espaço

será o MI.

Obs.: Não esquecer que essa contagem é de baixo para cima, onde o fica embaixo e o MI fica em cima, no último espaço.

Então, contando-se os espaços de baixo para cima teremos:

Então, contando-se os espaços de baixo para cima teremos: 20 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA , mas doações para

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MI

Então, contando-se os espaços de baixo para cima:

quatro espaços entre os dedos,

representando os quatro espaços entre as linhas da pauta, contando-se sempre de baixo para cima.

São,

na

verdade,

os

Vamos a um pequeno exercício:

O nome do aventureiro cara é Faladómi.

Faladómi começa com , e termina com

MI.

Faladómi começa com , e termina com

MI.

Faladómi começa com , e termina com

MI.

Faladómi: Se a última sílaba é MI, a penúltima é

.

Faladómi começa com , e termina com

MI.

A

penúltima sílaba é .

Se Faladómi começa com FÁ, o segundo espaço é

LÁ.

Agora, vamos apontar para cada espaço entre os dedos, à medida que vamos falando: Assim:

Faladómi começa com

.

E

termina com

MI.

Se Faladómi começa com e termina com MI:

A

penúltima sílaba é

.

Obs.: Repetir esse exercício umas três vezes para fixar bem, antes de ir para o próximo passo.

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Continuando:

Se Faladómi começa com

e termina com

MI,

A

penúltima é

,

Se a primeira é

,

A

segunda é

.

Se Faladómi começa com e termina com MI,

A

segunda é

.

Se Faladómi termina com

 

MI,

A

penúltima é

 

.

Então,

os

nomes

dos

espaços

entre

as

linhas

da

pauta

é

FALADÓMI, contando-se sempre de baixo para cima na vertical.

Obs.: Repetir esses exercícios até aprender o nome de cada espaço, tanto na sequência lógica, quanto alternadamente.

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EXERCÍCIOS PARA FIXAÇÃO Nº 1

Agora, com um lápis na mão, vamos exercitar tudo o que acabamos de aprender. Lembre-se de que, se você recebeu esta apostila via e-mail, você recebeu um arquivo anexo, contendo apenas os exercícios. A sugestão é que você imprima só os exercícios (caso queira economizar dinheiro com impressão). Mas ainda que tenha imprimido toda a apostila, você poderá imprimir os exercícios do anexo para preenchê-los à mão, a fim de manter sua Apostila intacta (novíssima), pronta para ser utilizada por outros estudantes.

Preencha os espaços vazios com os nomes das notas correspondentes. Depois de preencher todas as lacunas vamos (cada um de nós) avaliar a quantidade de erros e de acertos nos exercícios feitos. Todas as respostas poderão ser conferidas de acordo com as explicações contidas no Capítulo 1 deste estudo.

Primeiro

preencha as

lacunas

Capítulo 1 para fazer sua avaliação. Boa Sorte!

Mãos à obra:

EXERCÍCIOS Nº 1. A

e depois

volte

ao

início

do

Os dedos das mãos receberão o nome de

Assim, cada dedo receberá um nome, a partir do primeiro dedo, que será o dedo mínimo (o dedinho de sua mão), que aqui o chamaremos de

O

segundo dedo será o

O

terceiro dedo será o

O

quarto dedo será o

O

quinto dedo será o

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Obs.: Não esquecer que essa contagem é de baixo para cima,

onde o

fica embaixo e o

fica em cima.

Contando-se de baixo para cima teremos:

São os cinco dedos representando as cinco linhas da pauta, contando-se sempre de baixo para cima.

Vamos a mais um pouco de exercícios:

O nome do aventureiro cara é Misolsirefá.

Misolsirefá começa com

,

e termina com

Misolsirefá começa com

,

e termina com

Misolsirefá começa com

,

termina com

A sílaba do

meio é a

SI é o terceiro dedo. Veja que tem dois dedos acima dele e dois

dedos abaixo dele.

Costumo brincar com o dedo do meio apontado, que “se caiu

(simples brincadeira

aqui ( no dedo do meio), caiu em

Caiu aqui, caiu em

para fixação, não fiquem pensando em besteiras!).

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Agora vamos apontar para cada dedo, à medida que vamos

falando.

Assim:

Misolsirefá começa com

E termina com

Se Misolsirefá começa com

A sílaba do meio, ou o dedo do meio, então, é:

e

termina com

:

Obs.: Repetir esse exercício umas três vezes para fixar bem, antes de ir para o próximo passo.

Continuando: Se Misolsirefá começa com

e termina com

,

A do meio é

,

A quarta é

,

E a segunda é

Se Misolsirefá começa com

e termina com

:

A segunda é

Se Misolsirefá termina com

, a penúltima é

Então, o nome das linhas da pauta é contando-se de baixo para cima, na vertical.

,

Obs.: Repetir esses exercícios até aprender o nome de cada linha, tanto na sequência lógica, quanto alternadamente.

Como já dito, você deve conferir os acertos desses exercícios no

início do Capítulo 1.

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EXERCÍCIOS Nº 1. B

Assim, visto o nome de cada linha, representado pelos cinco dedos da mão (e já feitos os exercícios respectivos), passaremos aos exercícios do nome dos espaços.

No início deste estudo, dissemos que a pauta é um conjunto de cinco linhas e quatro espaços que serve para escrever as notas musicais, que são as bolinhas grafadas sobre a pauta. Entre cada dedo temos um espaço.

Contando-se de baixo para cima, dizemos que o nome do famoso cara” referindo a todos os espaços é

Agora, continuando com a mão estendida na horizontal, com a palma virada para você, vamos começar um exercício para fixar os nomes das notas nos espaços existentes entre cada dedo, como se fosse a pauta.

Veja como é fácil aprender os nomes das notas escritas nos

espaços:

Os quatro espaços entre os dedos da mão receberão o nome de

Assim, cada espaço entre os dedos receberá um nome, a partir do espaço logo após o primeiro dedo, que será o dedo mínimo (o dedinho de sua mão).

O

primeiro espaço será o

O

segundo espaço será o

O

terceiro espaço será o

O

quarto espaço será o

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Obs.: Não esquecer que essa contagem é de baixo para cima,

onde o

fica embaixo e o

fica em cima, no último espaço.

_4

_3

2

Então, contando-se os espaços de baixo para cima teremos: 1 São na verdade, os quatro espaços entre os dedos, representando os quatro espaços entre as linhas da pauta, sempre contando de baixo para cima.

Vamos a um pequeno exercício: o nome do cara é Faladómi.

Faladómi começa com Faladómi começa com

, e termina com

, e termina com

Faladómi começa com

,

e termina com

Faladómi: Se a última sílaba é

 

:

A

penúltima é

Faladómi começa com

,

e termina com

A

penúltima sílaba é

Se Faladómi começa com

 

,

O segundo espaço é

Agora, vamos apontar para cada espaço entre os dedos, à medida que vamos falando.

Assim:

Faladómi começa com

E termina com

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Se Faladómi começa com

A penúltima sílaba é

e

termina com

:

Obs.: Repetir esse exercício umas três vezes para fixar bem, antes de ir para o próximo passo.

Na continuação dos exercícios:

Se Faladómi começa com

 

,

E termina com

 

,

A penúltima é

 

,

Se a primeira é

,

A

segunda é

 

Se Faladómi começa com

 

,

E termina com

 

A segunda é

Se Faladómi termina com

 

,

A

penúltima é

 

Então,

o

nome

dos

espaços

entre

as

linhas

da

pauta

é

, contando-se de baixo para cima na vertical.

Muito bem!

Agora, para corrigir esses exercícios que acabamos de fazer, confira seus erros e acertos nas páginas 17 a 22 no início do Capítulo 1.

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Se você resolveu todos os exercícios anteriores, acredito que já adquiriu o domínio sobre o nome das linhas e dos espaços.

Sabemos que a nota é a bolinha grafada sobre a linha ou sobre um espaço: Essas bolinhas serão MISOLSIREFÁ se estiverem nas linhas e serão FALADÓMI se estiverem nos espaços.

Vamos exercitar um pouco mais, porque a repetição leva à

excelência.

ESCREVA

OS

NOMES

DAS

NOTAS

NOS

EXERCÍCIOS DAS PÁGINAS SEGUINTES.

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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Nº 1. C

a) b) c) d) e) f)
a)
b)
c)
d)
e)
f)

30

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g)

h)

i)

j)

k)

l)

g) h) i) j) k) l) 31 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA , mas doações para cobrir custos são

31

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m)

m)
m)
m)
m)
n)
n)

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TABELA PARA CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS Nº 1. C

a)

a)
 
 
 
 
 
 
 
 

MI

SOL

SI

b)

 
 
 
 
 
 
 
 

MI

c)

c)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

MI

SOL

MI

SI

MI

MI

d)

d)
d)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

MI

MI

SI

MI

MI

MI

SOL

e)

e)
e)
MI SI MI FÁ MI RÉ MI SOL e) MI LÁ FÁ MI SOL DÓ FÁ

MI

MI

SOL

MI

33

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f)

f)
f)
 
 
 
 
 
 
 
 
 

MI

SI

g)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SI

MI

MI

h)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

MI

SI

MI

SI

SOL

MI

i)

i)
i)
i)
i)
i)
i)
i)
 
 
 
 

SI

MI

SOL

j)

j)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

FÁ FÁ

SOL

SI

SOL

34

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k)

k)
k)
k)
k)
 
 
 
 
 
 
 

SI

MI

MI

l)

l)
 
 
 
 
 
 
 
 

SI

SOL

MI

m)

m)
m)
m)
m)
 
 
 
 
 
 
 
 

SI

SI

MI

RÉ

n)

n)
n)
n)
n)
n)
n)
 
 
 
 
 

MI

MI

SI

SOL

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LINHAS E ESPAÇOS SUPLEMENTARES SUPERIORES.

LINHAS E ESPAÇOS SUPLEMENTARES INFERIORES.

Prosseguindo nos estudos, aprenderemos agora que, além das notas grafadas na pauta, existem notas grafadas também fora da pauta, na sua parte superior e na sua parte inferior.

Por isso, existem as linhas e espaços chamados suplementares superiores e as linhas e espaços chamados suplementares inferiores.

Inicialmente, aprenderemos apenas duas notas suplementares inferiores, que são a nota grave e a nota grave. Por exemplo:

são a nota DÓ grave e a nota RÉ grave. Por exemplo: DÓ RÉ A primeira

A

primeira bolinha que aparece à esquerda, com um traço ao

meio, é a nota grave. Ela está escrita fora da pauta, na primeira linha suplementar inferior. Por isso, essa bolinha é traçada ao meio com uma linha imaginária.

A outra nota apresentada ao lado da nota DÓ grave é a nota .

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Essa bolinha preta que é a nota , também está fora da pauta. Ela está escrita no primeiro espaço suplementar inferior. Isto é: ela está escrita entre a linha imaginária do grave e a primeira linha da Pauta, a que chamamos de MI.

Além dessas duas notas suplementares inferiores, inicialmente aprenderemos também uma nota suplementar superior. Ela aparece no primeiro espaço que surge logo acima da pauta, isto é, acima da última linha. Esta nota suplementar superior chamar-se-á SOL agudo.

Para gravar que o nome dela é SOL, basta lembrar que, quando é meio-dia, o Sol que aquece a terra bate no meio de nossa cabeça, fazendo com que pisemos em nossa própria sombra. Então, não tenha dúvida: a primeira nota que aparece em cima da pauta, depois do , é a nota SOL. É como se o Sol do meio dia estivesse exatamente em cima de nossa cabeça.

do meio dia estivesse exatamente em cima de nossa cabeça. Veja o exemplo abaixo: SOL Agora

Veja o exemplo abaixo:

exatamente em cima de nossa cabeça. Veja o exemplo abaixo: SOL Agora que aprendemos as primeiras

SOL

Agora que aprendemos as primeiras notas suplementares superiores e suplementares inferiores, que vão aparecer nas primeiras lições do Bona, faremos, nas páginas seguintes, mais alguns exercícios para fixação, dando nome às notas:

37

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EXERCÍCIOS Nº 2 ESCREVAM OS NOMES DAS NOTAS

a)

b)

c)

d)

e)

Nº 2 – ESCREVAM OS NOMES DAS NOTAS a) b) c) d) e) 38 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

38

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f) g) h) i) j) k)
f)
g)
h)
i)
j)
k)

39

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l) m) n)
l)
m)
n)

40

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TABELA PARA CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS Nº 2

a)

a)
a)
a)
 
 
 
 
 

MI

SI

  FÁ RÉ MI SI LÁ
  FÁ RÉ MI SI LÁ
 

SI

b)

b)
b)
b)
b)
b)
b)
b)
 
 
 

SOL

MI

  SOL FÁ RÉ MI RÉ SOL SOL FÁ

SOL

SOL

 

c)

c)
c)
c)
c)
c)
c)
 
 
 

MI

SI

SOL

  MI DÓ SI SOL SI RÉ FÁ

SI

  MI DÓ SI SOL SI RÉ FÁ

 

d)

d)
d)
d)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SOL

MI

SI

SOL

SOL

e)

e)
e)
e)
e)
e)
e)
 
 
 
 
 

SOL

MI

MI

41

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f)

f)
f)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SOL

SOL

MI

SI

SOL

MI

g)

g)
g)
g)
g)
g)
g)

SI

SI RÉ SI DÓ LÁ MI

SI

MI

SI RÉ SI DÓ LÁ MI
 

h)

h)
h)
h)
h)
h)
 
 
 
 

MI

SI

  MI SI FÁ FÁ DÓ SOL RÉ

SOL

 

i)

i)
i)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SOL

MI

SOL

SI

j)

j)
j)
DÓ SOL RÉ FÁ MI RÉ SOL SI j) RÉ SOL SI LÁ DÓ FÁ 42
DÓ SOL RÉ FÁ MI RÉ SOL SI j) RÉ SOL SI LÁ DÓ FÁ 42

SOL

SI

RÉ FÁ MI RÉ SOL SI j) RÉ SOL SI LÁ DÓ FÁ 42 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

42

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k)

k)
k)
k)
 
 
 
 
 
 
 

SOL

SOL

MI

MI

SI

l)

l)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SOL

SI

SOL

SOL

m)

RÉ RÉ LÁ SI DÓ SOL RÉ SOL m) n) SI MI SI MI LÁ RÉ

n)

SI

MI

SI

MI

DÓ SOL RÉ SOL m) n) SI MI SI MI LÁ RÉ DÓ DÓ RÉ MI

MI

SOL

SI

n) SI MI SI MI LÁ RÉ DÓ DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI DÓ

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CAPÍTULO Nº 2 VALORES DAS NOTAS MUSICAIS.

INTRODUÇÃO AO CAPÍTULO

No primeiro Capítulo aprendemos apenas a conhecer as notas na

pauta.

Este Capítulo nº 2 vai nos ensinar como conhecer os valores das notas musicais para podermos solfejá-las ou pronunciá-las no tempo certo.

É fundamental conhecer o valor de cada nota e pronunciá-las no

tempo certo e da forma correta.

Assim, iniciamos agora nosso aprendizado sobre a divisão musical, antes de adentrarmos no estudo do método Bona, propriamente dito.

O que é a música?

Cada um responde a seu modo. Eu não vou responder, porque as respostas já estão escritas nos bons livros.

Pra mim, a música é o vento, o balanço das árvores, o canto dos pássaros, o assovio do macaco, o soar das buzinas.

Música é vida. É o movimento das coisas a harmonia e o

balanço da vida.

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De qualquer forma, através do canto ou do soar da trombeta, produzimos ondas sonoras e, assim, imitamos o balanço da vida, o pulsar do nosso coração.

Assim, a música é a melodia, o ritmo e a harmonia, unidos num relacionamento constante.

tempo de cantarolar.

E agora?

Agora é tempo de viver.

É tempo de cantar. É

É tempo de tocar um instrumento musical.

Para os americanos, o tempo é dinheiro.

Para mim, o tempo é vida.

Mas, afinal: o que é o tempo, musicalmente falando?

No calendário temos que o tempo é dividido em ano, mês,

semanas e dias.

 

O

ano é um conjunto de 360 dias, divididos em 12 meses.

Cada mês tem, em regra, 30 ou 31 dias, divididos em 04

semanas.

45

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Cada semana é formada de 07 dias: Domingo, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado.

Em cada dia da semana podemos realizar as diversas coisas da

nossa vida.

instrumento musical.

Hoje, é dia de cantar e cantarolar.

É dia

de tocar

o

seu

Uma peça musical, por exemplo, o Hino Nacional Brasileiro, é formada de muitos tempos, assim como o ano é formado de 360 dias.

Como os dias são distribuídos de sete em sete, formando as semanas, os tempos da peça musical são, comparativamente, distribuídos em compassos.

Como as semanas, os compassos são pequenos conjuntos de

tempos musicais.

No cotidiano, medimos o tempo em dias (pelo calendário) e em horas (pelo relógio).

tempo em dias (pelo calendário) e em horas (pelo relógio). 46 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA , mas doações

46

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Na música, medimos o tempo pela batida do tambor, ou pelo bater e levantar a mão (pela pulsação do coração, ou pelo “balanço do buzão").

No estudo do Bona, inicialmente vamos medir o nosso tempo musical, batendo e levantando a mão. Você deve fazer como se estivesse acelerando o seu carro com a mão a mão desce, bate levemente na mesa onde você está estudando, e sobe à posição inicial. Quem já brincou com o brinquedo chamado ioiô, ou já bateu balão com a bola, como faz o jogador de basquete, não terá nenhuma dificuldade para imaginar isso.

Certa ocasião, quando eu estava ensinando música a um garoto (meu sobrinho Éder Capóia, que tinha apenas 11 anos), ele disse que na marcação do tempo musical, ao bater a mão, ela deve subir em seguida, como se tivesse uma borrachinha ou uma mola puxando-a de volta para cima. Concordei com essa ideia da borrachinha ou mola do garoto, porque realmente é essa a sensação que a gente sente.

Antes de marcar o tempo, sempre imagino o regente de um coral ou de uma orquestra: sempre ele está com as mãos um tanto levantadas para, em seguida, baixar (batendo) para iniciar a marcação. Assim, após cada batida e levantada da mão, ela se posiciona exatamente no lugar (no alto) para executar a nova batida, que se repete (sucessivas vezes), até terminar a peça musical.

Nesse aprendizado, vamos sempre fazer uma regência simples de bater e levantar a mão numa mesma direção. Costumo deixar de lado aquela forma tradicional de regência que se usa na divisão rítmica levando-se a mão em direções diferentes em movimentos parecidos com aqueles feitos para indicar o sinal da cruz. Deixemos de lado, então, a forma tradicional a fim de não complicar a vida do estudante.

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Para ficar mais ou menos padrão, vamos estabelecer que cada batida e levantada durará em torno de um segundo.

Assim, se eu fizer uma contagem tentando imitar os segundos do relógio, estarei acertando sim, da seguinte forma: 1, 2, 3, 4 1, 2, 3, 4, etc. Ou, se eu fizer o exercício com as notas musicais, direi: DÓ, RÉ, MI, FÁ.

Devo sustentar o nome da nota desde o início da batida até a levantada total da mão, como se estivesse batendo num tambor. Observe que, quando batemos num tambor, o som inicia exatamente no momento em que acertamos na pelica de couro, mas ele (o som) tem certa duração, que repercute cerca de um segundo.

bum, BUM, bum. fraco.

O som que o tambor emite é mais ou menos assim: BUM, São quatro batidas que você alterna: FORTE, fraco; FORTE,

Então, sua mão bate e sobe automaticamente. A mão vai subir

e frear em cima, exatamente no momento em que termina o soar de cada batida no

tambor. Na prática, é um movimento de bater e levantar a mão, que você deve fazer

consciente, imaginando que está ouvindo o som emitido por um tambor. Obviamente, estou me referindo a um som de faz de conta, já que você não estará batendo em um tambor de verdade.

Um detalhe importante é alternar a intensidade de cada batida,

a fim de produzir uma cadência que fica legal de ser ouvida e que faz com que você não se perca na quantidade das batidas.

48

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Para alternar a intensidade das batidas, faremos uma batida forte e a outra fraca, uma batida forte e a outra fraca, sucessivamente. Como já visto acima, vale à pena repetir o exemplo:

BUM, bum, BUM, bum.

Nesse exemplo, você tem quatro tempos 1, 2, 3, 4, onde o 1 é forte, o 2 é fraco, o 3 é forte, e o 4 é fraco.

Lembre-se sempre de que a mão bate e volta, e sua voz deve sustentar o nome da nota ou o som da batida, até a mão chegar em cima, de onde se retoma nova batida para executar um novo tempo musical.

Recorde-se de que você já faz um movimento parecido com esse quando descobre que tem um pernilongo (daqueles que provoca a dengue) assentado em sua coxa!

O que acontece? Você bate, mata o pernilongo, e a mão já sobe automaticamente, pronta para matar o outro pernilongo que esteja por perto.

Outro movimento parecido é quando você está pregando um prego com o martelo. Após cada batida, o martelo já sobe automaticamente preparando para uma nova batida, porque você bate até que o prego seja fincado completamente.

Você sobe a mão ao mesmo tempo em que o som da martelada repercute nos seus ouvidos. Provavelmente, isso deve durar cerca de um segundo.

49

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Para facilitar esse ponto do aprendizado, de como se faz esse movimento de marcação do tempo (com a mão), neste livro nós criamos várias comparações para usar bastante a imaginação, a fim de que os movimentos se tornem uma coisa mais concreta na mente de quem está estudando.

algumas figuras.

Veja,

abaixo,

alguns

exemplos

disso,

representados

por

Imagino à minha frente, o poste da Copel (Companhia de Energia Elétrica). Vou pintá-lo de preto. Com o pincel embebido de tinta, vou tangê- lo na base (rente ao chão) e subir deslizando, até tocar o seu topo. Fig.1

ao chão) e subir deslizando, até tocar o seu topo. Fig.1 Ao tanger a base do

Ao tanger a base do poste, tenho a medida de meio tempo.

Ao tocar o topo do poste, tenho o tempo completado.

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Assim, necessito de uma figura para representar o meu tempo

musical (ou o meu poste): Fig. 2

representar o meu tempo musical (ou o meu poste): Fig. 2 Obs.: Costumo dizer que essa
representar o meu tempo musical (ou o meu poste): Fig. 2 Obs.: Costumo dizer que essa
representar o meu tempo musical (ou o meu poste): Fig. 2 Obs.: Costumo dizer que essa

Obs.: Costumo dizer que essa nota que vale um tempo ( parecida com um martelinho.

essa nota que vale um tempo ( parecida com um martelinho. ) é muito Assim, se

) é muito

Assim, se o Hino Nacional Brasileiro tivesse 360 batidas, o

maestro teria que dar 360 batidas, como se cada batida com a mão representasse uma

martelada no prego.

51

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A luz do sol desliza sobre a terra marcando as manhãs e as tardes. Por isso, quando encontro você pela manhã, digo bom dia! Quando encontro você pela tarde, digo boa tarde!

Tarde

- Boa Tarde!

Manhã -

Bom dia!

É como se a luz do sol estivesse deslizando de baixo para cima, conforme indica o sentido da seta, no desenho acima.

Assim, comparo o tempo musical com o dia e com o poste da Copel. Primeiro, quando a luz do sol desliza pela terra. Depois, quando o pincel desliza sobre o poste, da base até seu topo.

o pincel desliza sobre o poste, da base até seu topo. Ainda vou comparar o tempo

Ainda vou comparar o tempo musical com o copo, ao enchê-lo d’água, do fundo até a boca. Fig. 3:

52

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O desenho da torneira, na página anterior, mostra o copo se enchendo de água. Ao acumular da água, que começa no fundo, o copo vai enchendo, enchendo, até chegar à boca.

Ao comparar o tempo musical com o dinheiro, digo que um tempo musical é uma moeda de um real. Fig.4:

digo que um tempo musical é uma moeda de um real. Fig.4: 1 TEMPO = =

1 TEMPO =

=

um tempo musical é uma moeda de um real. Fig.4: 1 TEMPO = = Além da

Além da figura representativa de 01 (um) tempo musical, existem outras para representar outros valores. Assim, temos uma figura que representará o valor de 02 (dois) tempos musicais. Tal figura eu comparo com a nota (moeda) de dois reais. Fig. 5:

2 TEMPOS =

comparo com a nota (moeda) de dois reais. Fig. 5: 2 TEMPOS = = É como

=

com a nota (moeda) de dois reais. Fig. 5: 2 TEMPOS = = É como se

É como se essa nota merecesse duas marteladas.

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Outra figura representará o valor de 04(quatro) tempos musicais. Tal figura eu comparo com a nota (moeda) de quatro reais criação imaginária. Fig. 6:

4 TEMPOS =

quatro reais – criação imaginária. Fig. 6: 4 TEMPOS = = É como se essa nota

=

reais – criação imaginária. Fig. 6: 4 TEMPOS = = É como se essa nota merecesse

É como se essa nota merecesse 4 marteladas.

Outra figura representa o valor musical de metade, ou meio tempo, que comparo com a moeda de R$ 0,50 (cinquenta centavos). Fig. 7:

MEIO TEMPO =

moeda de R$ 0,50 (cinquenta centavos). Fig. 7: MEIO TEMPO = = Obs.: A figura de

=

de R$ 0,50 (cinquenta centavos). Fig. 7: MEIO TEMPO = = Obs.: A figura de meio

Obs.: A figura de meio tempo é também representada em grupo de duas bolinhas, ligadas por um fio. Cada bolinha representa o valor musical de meio tempo. Fig. 8:

bolinha representa o valor musical de meio tempo. Fig. 8: Cada bolinha aqui vale meio tempo.

Cada bolinha aqui vale meio tempo. Se somarmos os valores das duas notas, teremos 1 tempo inteiro. É como se cada nota recebesse apenas meia- martelada: a primeira nota recebe a batida do martelo; a segunda nota recebe a levantada do martelo.

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Outra figura representa o valor musical de um quarto de tempo, que comparo com um quarto de real - a moeda de 0,25 (vinte e cinco) centavos. Fig. 9:

UM QUARTO DE TEMPO =

0,25 (vinte e cinco) centavos. Fig. 9: UM QUARTO DE TEMPO = = Obs.: A figura

=

(vinte e cinco) centavos. Fig. 9: UM QUARTO DE TEMPO = = Obs.: A figura de

Obs.: A figura de um quarto de tempo é também apresentada em grupo de quatro bolinhas, ligadas por dois fios. Cada bolinha representa o valor musical de um quarto de tempo. Fig. 10:

representa o valor musical de um quarto de tempo. Fig. 10: Nesse caso, a batida do

Nesse caso, a batida do martelo acerta as duas primeiras notas. A levantada do martelo acerta as duas últimas notas do grupo. Se somarmos as quatro moedas de 25 centavos, teremos um real. Assim, também, se somarmos as quatro notas de um quarto de tempo, teremos um tempo inteiro.

E agora?

Na página seguinte, agora, apresento um breve resumo para a fixação do aprendizado:

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1) Se faço uma bola (

1) Se faço uma bola ( ), esta bola vale quatro tempos. 2) Se faço um

), esta bola vale quatro tempos.

2) Se faço um cabo na bola ( tempos.

vale quatro tempos. 2) Se faço um cabo na bola ( tempos. ), esta bola vale

), esta bola vale 2

3)

4)

Se faço um cabo na bola ( tempos. ), esta bola vale 2 3) 4) Se

Se pinto a bola em que pus o traço ( vale um tempo.

), esta bola

),
),

Se ponho um laço na bola que já foi pintada ( esta bola vale meio tempo.

5)

Se ponho outro laço na bola que já tinha um laço,

esta bola fica com dois laços ( um quarto de tempo.

laço, esta bola fica com dois laços ( um quarto de tempo. ), e passa a

), e passa a valer

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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Nº 3

Para fixar bem o que você acabou de aprender, preencha as

lacunas abaixo.

Obs.: Se você imprimiu os exercícios do anexo desta Apostila, poderá preencher as lacunas diretamente no anexo impresso, a fim de manter sua Apostila intacta (novíssima), pronta para ser utilizada por outros estudantes.

1) Se

eu

faço uma bola

tempos.

2) Se eu faço um cabo na bola tempos.

, esta bola vale quatro

, esta bola vale 2

3) Se eu pinto a bola em que pus o traço bola vale um tempo.

, esta

4) Se

eu

ponho um

laço na bola que já foi pintada

, esta bola vale meio tempo.

5) Se eu ponho outro laço na bola que já tinha um laço,

, e passa

esta bola fica com dois laços a valer um quarto de tempo.

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Para tornar mais concreto o que vem a ser o tempo musical, imagino o martelo batendo; um copo enchendo; um poste, ou uma barra de chocolate em pé. Em seguida, apresento cada uma das figuras, com seu valor representado em barras de chocolate. Quando se fala em chocolate, dá até água na boca, não é mesmo? É isso aí: chocolate é gostoso em qualquer tempo!

Vou pintar cada barra de chocolate, partindo da base.

1) Se a nota vale 4 tempos, temos 4 barras de chocolate ligadas entre si:

vale 4 tempos, temos 4 barras de chocolate ligadas entre si: = 4 TEMPOS = 2)

= 4 TEMPOS

=

2) Se a nota vale 2 tempos, temos 2 barras de chocolate ligadas entre si:

vale 2 tempos, temos 2 barras de chocolate ligadas entre si: = 2 TEMPOS = 3)

= 2 TEMPOS =

3) Se

a nota

vale

chocolate apenas:

1 tempo, temos 1(uma) barra de

a nota vale chocolate apenas: 1 tempo, temos 1(uma) barra de = 1 TEMPO = 58

= 1 TEMPO =

58

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4) Se a nota vale meio tempo, temos meia barra de chocolate:

=
=

1/2 TEMPO

=

No exemplo abaixo, duas notas de meio tempo são duas metades de uma barra de chocolate.

=
=

DUAS NOTAS DE ½ TEMPO

=
=

5) Se a nota vale um quarto de tempo, temos a quarta parte de uma barra de chocolate:

de tempo, temos a quarta parte de uma barra de chocolate: = 1/4 TEMPO = No

=

1/4 TEMPO

=

No exemplo abaixo, quatro notas de um quarto de tempo são quatro pedaços de uma barra de chocolate.

=
=

4 NOTAS DE 1/4 TEMPO =

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Nota do Autor

Este material é fruto da experiência que tive ao longo de

muitos anos, como aluno e também como professor.

Tenho o prazer de distribuir gratuitamente este conhecimento

ao maior número de pessoas possível.

Parabéns por sua perseverança nesse estudo. Se você gostou

do conteúdo e da forma simples que utilizo para o ensino da música, sinta-se a

vontade para distribuí-lo a todos quantos se interessarem em aprender a música. Este

material pode ser fotocopiado ou enviado por e-mail para ser utilizado por alunos e

professores de música, tanto nas escolas quanto nas igrejas de qualquer credo

religioso.

Desenvolvi um método prático para ensinar o Bona de forma

simples para que qualquer pessoa possa, com dedicação, aprender com facilidade.

Ensino

as

lições

do

Bona

e

também

a

execução

dos

instrumentos, principalmente os de sopro, com toda paciência, num ritmo tranquilo

para que o principiante do estudo da música possa aprender sem atropelos ou

correrias.

Nosso próximo passo será a gravação deste curso em DVD,

pois

os

recursos

áudio-visuais

permitem

melhor

interação

Professor-Estudante,

tornando bem mais fácil este aprendizado musical.

O DVD permite que você tenha o professor em casa para

repetir a aula quantas vezes se fizer necessário ao seu aprendizado, ou a seu

aperfeiçoamento na execução do instrumento que escolheu para tocar.

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Como estudante ou como professor você pode contribuir para

a continuidade e aperfeiçoamento deste precioso trabalho que presto voluntariamente.

Você me pergunta: - De que forma posso contribuir para o

sucesso deste seu trabalho, Valdir?

Você pode ajudar, sim, com pequena contribuição, nas formas

seguintes:

a) pode promover a distribuição deste material para os estudantes, em geral, nas igrejas e nas escolas (por fotocópias ou via e-mail), lembrando-se que ESTA

APOSTILA ESTÁ DISPONÍVEL PARA SER BAIXADA E

IMPRESSA NO LINK:

b) pode enviar suas críticas ou elogios para o autor deste

projeto. Receberei com o maior prazer, pelo e-mail:

c) poderá, em breve, adquirir as aulas de ensino do

Bona, lição a lição, que serão gravadas em DVD. Os

pedidos

poderão

ser

feitos

pelo

e-mail:

d) pode enviar uma contribuição, em dinheiro, para

ajudar no custo e divulgação deste trabalho. Não

importa o valor: “O pouco com Deus é muito e o

muito sem Deus é nada”. Ainda que seja o valor de

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um

real, você pode ajudar, e sua ajuda

é muito

importante para todos os beneficiários deste estudo

que, com certeza, leva felicidade à comunidade, em

geral, de nosso País que necessita da música como

recurso

terapêutico.

foi

comprovado

que

a

depressão é a doença do século, mas também já existe

comprovação científica de que a música combate o

estresse e devolve a saúde à alma. Sua contribuição

poderá

ser

feita

através

de

depósito

na

Caixa

Econômica Federal, agência 3922, operação 013,

na Conta 93-3. Valdir Evangelista de Freitas.

Este é o convite que lhe faço: venha participar deste precioso

trabalho! Sempre deve ser semeada a boa semente para que tenhamos bons

frutos. Dúvidas serão esclarecidas pelo e-mail (valdirfreitas@uol.com.br). Nesse

endereço você pode me adicionar no Facebook. Celular: (44) 9708-4888) (TIM).

Muito obrigado, por sua atenção.

Que Deus o abençoe.

Até nosso próximo encontro, com a graça de Deus.

ARQUIVO EM PDF, DISPONÍVEL PARA LEITURA E

IMPRESSÃO, NO LINK: (omundomagicodamusica.com.br). Caso não consigam

baixar de forma clara o arquivo, podem contatar pelo e-mail, que envio a Apostila

com o maior prazer.

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