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ELEMENTOSELEMENTOS MECÂNICOSMECÂNICOS FLEXÍVEISFLEXÍVEIS -- CORREIASCORREIAS

Prof.Prof. AlexandreAlexandre AugustoAugusto PescadorPescador SardáSardá

INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO

ELEMENTOS FLEXÍVEIS - UTILIZAÇÃO

•Transmitem potência através de distâncias relativamente grandes.

•Substituem engrenagens, eixos, mancais ou dispositivos similares de transmissão de potência;

•Redução de custos (Economia);

•Importantes na absorção de cargas de choque e no amortecimento de vibrações.

CORREIASCORREIAS

•Devem ser utilizadas para grandes distâncias entre eixos;

•Devido ao deslizamento e à deformação das correias, a velocidade angular não é constante, nem é igual à razão dos diâmetros das polias (Exceto as correias de tempo);

•Isolam vibrações, diferentemente das engrenagens.

•Polia intermediária ou de tensão pode ser usada para evitar ajustes na distância de centro que são ordinariamente necessários pelo envelhecimento ou pela instalação de correias novas.

CORREIASCORREIAS

CORREIAS CORREIAS

CORREIASCORREIAS

CORREIAS CORREIAS •Reversão: Só correias chatas podem ser utilizadas, pois os dois lados contatam a polia.

•Reversão: Só correias chatas podem ser utilizadas, pois os dois lados contatam a polia.

Transmissão reversível e não-reversível de correias.

CORREIASCORREIAS

CORREIAS CORREIAS Elimina a necessidade de uma embreagem. A correia plana pode ser mudada de um

Elimina a necessidade de uma embreagem. A correia plana pode ser mudada de um lado para outro pelo uso de um garfo.

CORREIASCORREIAS

Garfo
Garfo

Transmissões de velocidade variável.

CORREIASCORREIAS

CORREIAS CORREIAS

MATERIAISMATERIAIS

Correias Planas: Uretano e tecido impregnado de borracha reforçado com cabo de aço ou cordas de náilon, para absorver a carga de tensão

Correia em V: tecido e corda – algodão, raiom ou náilon – e impregnada de borracha.

UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO

Correias Planas: Transmitem grandes quantidades de potência por longas distâncias de centro; extremidades unidas por apetrechos fornecidos pelo fabricante;

Correia em V: Um pouco menos eficientes que as planas, não tem juntas, tendo comprimentos padronizados.

Correias de tempo: feitas de tecido emborrachado e cabo de aço e tem dentes que se encaixam nos sulcos cortados na periferia da roda dentada; não sofrem esticamento ou escorregamento, transmitem potência com velocidade angular constante, utilizadas em qualquer velocidade. desvantagem: custo e necessidade de dentes na polia.

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Forte núcleo elástico rodeado por um elastômero;

• Apresentam vantagens sobre as transmissões de engrenagens ou de correia em V;

• Eficiência de 98% (próximo a uma engrenagem);

• Pouco

sistema;

ruído

e

absorção

de

vibração

torcional

do

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Para uma correia aberta, os ângulos de contato devem ser:

Para uma correia aberta, os ângulos de contato devem ser:  d    2

d

2 sen

1

D

2

C

d

D

2 sen

1

D

d

2

C

D = diâmetro da polia maior; d = diâmetro da polia menor; C = distância entre-centros;

= ângulo de contato.

L

2 2 4 C   D  d 
2
2
4
C
D  d

1
2

D

D

d

d

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Para uma correia fechada, o ângulo de contato deve ser:

• Para uma correia fechada, o ângulo de contato deve ser: D = diâmetro da polia

D = diâmetro da polia maior;

d = diâmetro da polia menor;

C = distância entre-centros;

= ângulo de contato.

2 sen

1

D

d

2

C

L

L  4 1 C   D  d    D  d

4

1

C D dDd

2

2

2

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Relação entre tensão do lado apertado e lado frouxo:

DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS • Relação entre tensão do lado apertado

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Somatório de forças na direção radial:

 d    d    F  2   2
 d 
 d 
 F
2
2

r



F

dF sen

 F sen

 dN

dS

0

 F sen   dN  dS  0 d  2 d  2

d

2

d

2

F

r



F

dF

F

dN

dS

0

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Ignorando-se os termos de ordem mais elevadas:

dN F ddS

Na direção tangencial:

F

t



f dN

F

F dF 0

dF f dN

dF f F ddSf F df dS

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

ou:

dF

d

2

2

f F



f mr

Solução da equação diferencial, linear, primeira ordem, não homogênea:

F

Aexp fm r

2

2

Assumindo = 0 no lado frouxo:

2 2 F  Aexp  f 0  2 2  m r 
2
2
F
 Aexp
f 0
2
2
 m r
 A  m r
2

A F

2

2

m r

2

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

 F 2 2  F   m r  exp f  
 F
2
2
F 
 m r
exp f
2
2
 m r
2

Para o lado mais apertado da correia (= ):

 F 2 2    m r  exp f   
 F
2
2
 m r
exp f 
2
2
 m r
F 1
2

Pode-se escrever:

2 2 F  mr  F  F 1 2 2 F  mr
2
2
F
 mr
F
 F
1
2
2
F
 mr
F
 F
2
2
c

1

c

exp f

F c

m r

2

2

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

De outra forma:

F  F   F   F c 1 2 1 exp f
F
F
F
F c
1
2
1
exp f
 

exp

f

1

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS F i = tensão inicial; F c

F i = tensão inicial; F c = tensão circunferencial decorrente da força centrífuga; F ´ = tensão decorrente do torque transmitido T; D = diâmetro da polia;

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Diferença entre F 1 e F 2 é proporcional ao torque (do slide anterior):

F F

1

2

2 T

D

T D 2
T
D 2

Soma de F 1 e F 2 (do slide anterior):

F

1

F

2

2F

i

2F

c

F

F

1

F

2

F

 

i

2

c

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Da seguinte divisão, obtém-se:

F i

 

F

1

F

2

/ 2

F

c

F

1

F

2

2

F

c

 
T D
T
D

F

1

F

2

/ 2

 

F

1

F

2

F

i

F

F

1

c

F

2

F

c

F

1



F

F

c

2

F

c

1

T D
T
D

F

F

1

c

F

2

F

c

F

1



F

F

c

2

F

c

1

F i

 

T

exp(

f

) 1

   

 
 

D

exp(

f

) 1

 

Torque é proporcional à tensão inicial.

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Para existir uma transmissão satisfatória de correia plana, a tensão inicial deve ser:

• Provida;

• Sustentada;

• Na quantidade apropriada;

• Mantida por inspeção rotineira.

T

D

F

i

exp(

f

)

1

exp(

f

)

1

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

F

F

F

T

F

F

F

exp

f

1

 

1

c

i

D

c

i

i

exp

f

1

F

F

F

T

F

F

i

exp

f

1

 

F

i

exp

f

1

1

c

i

D

c

exp

f

1

F

F

F

T

F

F

2exp f

   

1

c

i

D

c

i

exp

f

1

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

F

 

F

 

T

F

F

F

exp(

f

)

1

F

 

 
       

2

c

 

i

D

c

i

i

exp

f

1

F

F

F

i

exp

f

1

 

F

i

exp(

f

)

1

2

c

 

exp

f

1

F

 

F

 

F

T

F

F

 

2

 

 

 

 
 

2

c

 

i

D

c

i

exp

f

1

H

F

1

F

2

Dn

   
 

60000

 

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Tensão de correia, F 1 ou F 2
Tensão de correia, F 1 ou F 2

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Fabricantes especificam suas correias incluindo a tensão admissível F a , expressa em unidades de força por unidade de largura.

F 1

b F

a a

C

p

C

v

(F 1 ) a = máxima tensão admissível, lbf; b = largura da correia, in; C p = fator de correção de polia (relacionado com a intensidade de flexão na polia e seu efeito sobre a vida); C v = fator de correção de velocidade;

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Fator de velocidade
Fator de velocidade

Fator de correção da velocidade para correias de couro.

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

• Fator de serviço K s é utilizado para desvios da carga a partir da nominal.

H

d H

nom

K

s

n

d

n d é o fator de projeto;

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

Os seguintes passos devem ser tomados ao se analisar uma correia plana:

Encontrar exp(f) a partir da geometria da transmissão de correia e fricção;

A partir da geometria da correia e da velocidade, encontrar F c ;

Encontrar o Torque necessário;

A partir do torque T, encontrar F 1 -F 2 =2T/D;

Encontrar a tensão necessária F i ;

Verificar a fricção f;

f ´

1 ln

F

1

 

F

c

 

a

 

2

F

c

F

Encontrar o fator de segurança;

n

fs

H

a

H

nom

K

s

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

TRANSMISSÕES TRANSMISSÕES DE DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

TRANSMISSÕES TRANSMISSÕES DE DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

TRANSMISSÕES TRANSMISSÕES DE DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS

TRANSMISSÕESTRANSMISSÕES DEDE CORREIASCORREIAS PLANASPLANAS EE REDONDASREDONDAS

TRANSMISSÕES TRANSMISSÕES DE DE CORREIAS CORREIAS PLANAS PLANAS E E REDONDAS REDONDAS

EXEMPLOEXEMPLO 17.117.1 -- ShigleyShigley

Uma correia de poliamida A-3, com largura de 6 in, é usada para transmitir 15 hp sob

condições de choque leve, em que K s = 1,25, e um fator de segurança igual ou maior que 1,1 é apropriado. Os eixos de rotação da polia são paralelos e estão no plano horizontal. Eles estão 8 ft distantes. A polia motora de 6 in gira a 1750 rpm, de uma maneira tal que o lado folgado está em cima. A polia movida tem diâmetro de 18 in. O fator de segurança destina-se a exigências não qualificáveis.

a) Estime a tensão centrífuga F c e o torque T.

b) Estime as F 1 , F 2 e F i admissíveis, bem como a potência admissível H a ;

F c e o torque T. b) Estime as F 1 , F 2 e F

EXEMPLOEXEMPLO 17.117.1 -- ShigleyShigley

Da Tabela 17-2

f 0,8

D  d 18  6  1  1 2 C 2 96 
D
 d
18
 6
1
1
2 C
2 96

 

d

   d    2 sen    2 sen  3,0165

2 sen

2 sen

3,0165

rad

expfexp0,83,016511,17

6 1750

V

2748,9

ft

/ min

12

12

d n

Da Tabela 17-2

t 0,13

0,042lbf / in

3

w 12b t 120,04260,1300,393lbf / ft

EXEMPLOEXEMPLO 17.117.1 -- ShigleyShigley

F c

 

w V

 

2

0,393 2749

2

 

g

60

 

32,17

60

25,6 lbf

63025 H

T

nom

742,8

lbf in

.

 

n

1750

K n

s

d

63025 15

hp

1,25 1,1

K n s d   63025 15 hp   1,25 1,1 

b) Para correias de poliamida e uretano, C v =1:

Da Tabela 17-4, Cp = 0,70;

F

1

F

2

T

2 742,8

247,6 lbf

 

a 2

D

 

6

F

1

b F

a a

C

p

C

v

 

6 100 0,70 1

420

lbf

EXEMPLOEXEMPLO 17.117.1 -- ShigleyShigley

F F

1

a

2

247,6

lbf

420

F

2

247,6lbf

 

F 2

172,4lbf

 
 

F

1

a

F

2

 

420

172,4

 

F

i

F

c

 

2

 

2

25,6

F

i 270,6

lbf

Potência admissível:

H

d 15 1,25 1,1 20,6

hp

CONTROLECONTROLE DADA TENSÃOTENSÃO INICIALINICIAL

CONTROLE CONTROLE DA DA TENSÃO TENSÃO INICIAL INICIAL d  2 3 L w 2 F
CONTROLE CONTROLE DA DA TENSÃO TENSÃO INICIAL INICIAL d  2 3 L w 2 F
CONTROLE CONTROLE DA DA TENSÃO TENSÃO INICIAL INICIAL d  2 3 L w 2 F

d

2

3 L w

2 F

i

CORREIASCORREIAS EMEM VV

• As dimensões transversais são padronizadas pelos fabricantes, com cada secção designada por uma letra do alfabeto para tamanhos em dimensões de polegada (em metros por números)

com cada secção designada por uma letra do alfabeto para tamanhos em dimensões de polegada (em

CORREIASCORREIAS EMEM VV

• Para especificar uma correia em V, dê a letra da secção, seguida pela circunferência interna em polegadas (Ex: B75).

Para especificar uma correia em V, dê a letra da secção, seguida pela circunferência interna em

CORREIASCORREIAS EMEM VV

• Para qualquer secção de correia, o comprimento médio é obtido adicionando-se um determinado valor à circunferência interna (padrão).

Secção de correia

A

B

C

D

E

Quantidade a ser adicionada [in]

1,3

1,8

2,9

3,3

4,5

• Ex: B75;

• Comprimento médio do passo primitivo de 76,8 pol

CORREIASCORREIAS EMEM VV

• Comprimento de passo primitivo L p e distância de centro a centro C:

2 L  2 C  D d   / 2  D d
2
L
2
C

D d 
/ 2
D d   C
/ 4
p
2
C
0,25
L
d
  L
2
D
  
D
d
2
D
d
p
p
2
  2

Onde D é o diâmetro de passo primitivo da maior polia e d é o diâmetro de passo primitivo da menor.

Recomendações:

CORREIASCORREIAS EMEM VV

Utilizar 300 < V < 1200 m/min. Não é recomendado longas distâncias entre centros para correias trapezoidais porque a excessiva vibração do ramo frouxo abrevia a duração da vida da correia.

C

D

d

C

D

H a

K K H

1

2

tab

H a = potência admissível por correia; K 1 = fator de correção de ângulo de envolvimento; K 2 = fator de correção de comprimento de correia.

CORREIASCORREIAS EMEM VV

CORREIAS CORREIAS EM EM V V

CORREIASCORREIAS EMEM VV

CORREIAS CORREIAS EM EM V V

CORREIASCORREIAS EMEM VV

CORREIAS CORREIAS EM EM V V

CORREIASCORREIAS EMEM VV

Potência de projeto:

H

d H

nom

K n

s

d

H nom = potência nominal; K s = fator de serviço; n d = fator de projeto.

d  H nom K n s d H n o m = potência nominal; K

EXEMPLOEXEMPLO

Um motor de 7,5 kW (9,87 hp), com velocidade de rotação de 1750 rpm deve ser usado para acionar uma bomba centrífuga que opera 24 horas por dia (1175 rpm) A distância entre centros não deve excefer 1117 mm. O espaço disponível limita o diâmetro da polia a 292 mm. Determinar o diâmetro das polias, as dimensões das correias e o número de correias.

Decisões:

1) K sobrecarga = 1,2 (choque leve);

2) 7,5 kW, correia com secção B;

3)

D < 292 mm

;

D = 280 mm como primeira tentativa;

4) C = 1060 mm (1 a tentativa)

EXEMPLOEXEMPLO

Potência de projeto:

H

d H

nom

K n

s

d



H d 9,87 1,2 1 11,84 hp

Diâmetro da polia menor:

d

2

D

1

n

n

1

2

280

1175

1750

188 mm

 

2 sen

1

 

D

d

  2 sen

1

280

188

3,055

rd

d

2

C

2 1060

2 sen

1

D

d

  2 sen

1

280

188

3,228

rd

D

2

C

2 1060

EXEMPLOEXEMPLO

Comprimento da correia:

L

 
L   4 C 2   D  d  2 1  2 D

4

C

2

D d

2

1
2

D

D

d

d

 

 

L

L   4 1060  2   280  188  2  1

4 1060

2

280

188

2

1 2803,2881883,055
2

L 2867,09 mm 112,87 in

Padronizada mais próxima:

 2  L  2867,09 mm  112,87 in Padronizada mais próxima: Comprimento nominal :

Comprimento nominal: 112+1,8=113,8 in

EXEMPLOEXEMPLO

Velocidade:

188 / 25,4 1750

d n

V

3391

ft

/ min

12

12

Da tabela 17-12, com d = 7,4 in e V = 3391 ft/min:

H

a 4,7

hp K K

1

2

4,7

hp

0,991,05

 

H

a 4,88

hp

 

N

H

d

11,84

2,42

3 correias

H

a 4,88

hp

 

CORREIASCORREIAS DEDE TEMPOTEMPO

Feitas de tecido emborrachado revestido de um tecido de náilon, com fio de aço no interior para suportar a tensão.

Não necessita tensão inicial;

Não estica nem desliza, transmitindo a uma razão de velocidade angular constante.

Não necessita tensão inicial; Não estica nem desliza, transmitindo a uma razão de velocidade angular constante.

CORREIASCORREIAS DEDE TEMPOTEMPO

Passos padronizados das correias de tempo

Serviço

Designação

Passo p, in

Extraleve

XL

 

1/5

Leve

L

 

3/8

Pesado

H

 

1/2

Extrapesado

XH

 

7/8

Duplamente extrapesado

XXH

1

1/4

REFERÊNCIASREFERÊNCIAS

SHIGLEY, J.E., MISCHKE, C.R., BUDYNAS, R.G., Projeto de Engenharia mecânica, 7 a edição, Bookman.