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Nutrição4.

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Índice
Feminização da epidemia 4
Transmissão vertical 4
Tenho o vírus HIV e desejo engravidar, o que devo fazer? 5
Quais os cuidados que toda gestante deve ter? 6
É necessário tomar medicação anti-retroviral? 6
O que muda no organismo da gestante? 7
Qual é o ganho de peso ideal durante a gestação? 8
O que devo fazer no caso de: 10
Enjôos e vômitos
Azia
Prisão de ventre
Complicações na gravidez: 12
Anemia
Hipertensão arterial
Diabetes gestacional
Gravidez e imunidade 15
Doenças transmitidas por alimentos (DTA) 17
Alimentação na gestação: 18
Energia
Proteínas
Vitaminas: ácido fólico, vitamina A e vitamina C
Como fazer para preservar as vitaminas dos alimentos? 22
Minerais: ferro, cálcio e zinco
Recomendações gerais para as gestantes 25
Exemplo de cardápio 26
Receitas 28
Referências bibliográficas 38

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Gestantes

Uma boa nutrição é importante para todas as gestantes e con-


tribui para melhorar a imunidade, gerar crianças saudáveis e
reduzir as chances de transmissão do vírus HIV ao bebê.
A avaliação do estado nutricional e a orientação da alimen-
tação das grávidas devem ser feitas desde o início e em todo
o decorrer da gestação, e o profissional mais habilitado para
isso é o nutricionista.
Este fascículo traz orientações básicas para que você entenda
melhor as mudanças desta fase e os cuidados que você deve
ter com sua saúde e alimentação.

Boa Leitura!

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Feminização da epidemia

O vírus HIV tem atingido cada vez mais mulheres, muitas delas
em idade reprodutiva, que descobrem essa condição somente no
pré-natal.
No ano de 1985, a relação entre as pessoas infectadas pelo vírus era
de aproximadamente 15 homens para cada 1 mulher. Nos dias de
hoje, essa relação passou a ser de 1,5 homem para 1 mulher. Em
adolescentes de 13 a 19 anos, esta situação é ainda mais preocu-
pante, pois a infecção predomina no sexo feminino.
As mulheres se tornaram mais vulneráveis e, em conseqüência
disso, começaram a aparecer vários casos de crianças infectadas.
A este crescimento dos casos entre as mulheres foi dado o nome
de “feminização da epidemia”.

Transmissão vertical

A transmissão do HIV de mãe para filho, chamada de transmissão


vertical, pode ocorrer durante a gravidez, na hora do parto e após
o nascimento, pelo leite materno, durante a amamentação.
A cada 100 crianças nascidas de mães soropositivas para o HIV,
20 podem ser infectadas, porém, com ações de prevenção, a
transmissão vertical pode ser reduzida a apenas 1 caso para cada
100 nascimentos.
No Brasil, o Ministério da Saúde tornou obrigatória a realização do
teste do HIV logo no início da gravidez. Esta medida é necessária para

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que sejam adotadas, o mais cedo possível, as ações para a redução
da transmissão do vírus à criança.
Caso o HIV seja detectado na gestante, a mãe deverá receber a te-
rapia anti-retroviral no pré-natal e no momento do parto. Como
parte das ações, o medicamento também é dado ao recém-nascido,
de forma preventiva, nas primeiras seis semanas de vida.
Além disso, no Brasil, também é recomendado que se substitua
o aleitamento materno pelo leite artificial ou por leite humano
pasteurizado nos bancos de leite.
Outro cuidado importante é não permitir que seu bebê seja ama-
mentado ao seio de outra mulher (aleitamento cruzado).
O conjunto destas medidas tem reduzido significativamente a
transmissão vertical do vírus HIV às crianças em nosso país.

Tenho o vírus HIV e desejo engravidar.


O que devo fazer?

Uma mulher soropositiva para o HIV, como qualquer outra, tem


praticamente as mesmas possibilidades de que seu filho nasça
saudável, desde que programe com cuidado sua gravidez e siga
corretamente as orientações do pré-natal.
É muito importante que desde o diagnóstico você seja atendida
por um serviço especializado, onde os profissionais de saúde
estejam aptos a acompanhar sua gestação e esclarecer todas as
suas dúvidas do pré-natal.
Em primeiro lugar converse com seu médico, pois vários fatores

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devem ser considerados antes mesmo de você engravidar.
É importante saber como está sua imunidade e a carga viral, ou seja,
a contagem de células CD4 e a quantidade de vírus existentes no
sangue, e também quais os métodos de fecundação mais indicados
para o seu caso.
Se houver o profissional nutricionista na sua unidade, aproveite e
marque uma consulta para avaliar seu estado nutricional.

Quais os cuidados que toda gestante deve ter?

• Compareça a todas consultas de pré-natal (ginecologista, infec-


tologista, nutricionista, psicólogo, assistente social, dentista) e
também aos grupos de gestantes, se houver.
• Tome somente a medicação
prescrita pelo médico. Não tome
nenhum remédio por conta
própria.
• Não fume e não use bebidas
alcoólicas ou qualquer tipo de
drogas.
• Procure ter uma vida saudável,
com alimentação equilibrada e
atividades físicas regulares.
• Continue mantendo relações
sexuais com preservativos.

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É necessário tomar medicação anti-retroviral?

Sim, o uso da medicação durante a gestação é fundamental, pois


reduzirá a chance de transmissão do HIV para o bebê.
Algumas medicações quando tomadas na gravidez são prejudiciais
à criança. Portanto, caso você tome anti-retrovirais, converse com
seu médico para que ele faça a troca se for necessário.
Se você não toma ARV, saiba que durante a gestação, independen-
te da contagem do CD4 e carga viral, a partir da 14ª semana será
necessário iniciar seu uso.
Também, durante o trabalho de parto e na hora do nascimento, é
indicado tomar a medicação ARV. A criança também deverá tomar
AZT em solução oral durante 42 dias.

O que muda no organismo da gestante?

Durante a gravidez ocorrem mudanças nos hormônios da mulher,


como o estrógeno e a progesterona, que interferem tanto no corpo
quanto nas emoções, de uma forma diferente para cada gestante.
A maior parte destes hormônios é secretada pela própria placenta
que tem também o papel de levar os nutrientes para o feto.
Além das mudanças físicas, acontece um aumento no volume de
sangue que se torna mais “diluído”, causando uma certa diminuição
das substâncias circulantes, que voltarão ao normal algum tempo
após o parto.
A alteração hormonal que ocorre neste período pode levar a sin-

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tomas como enjôo, azia, alteração do apetite, digestão mais lenta,
prisão de ventre, vontade de urinar com frequência, inchaço, au-
mento dos seios e sonolência. Alterações de humor, irritabilidade,
choro fácil e ansiedade também são sintomas comuns nesta fase.
A gravidez é um momento no qual ocorre diminuição da imunidade,
propiciando o aparecimento de infecções como corrimentos vaginais,
infecções urinárias e resfriados. A hipertensão arterial, o diabetes e
a hipoglicemia também podem aparecer na gestação, mesmo que
você nunca tenha apresentado estes problemas.

Qual é o ganho de peso ideal durante a gestação?

Antes de pensar em quantos quilos engordar na gestação, é preciso


conhecer o seu estado nutricional. Para isso, o médico e/ou nutri-
cionista irão acompanhá-la durante o pré-natal e fazer o cálculo
do índice de massa corporal (IMC) no
início e no decorrer da gestação.
Dividindo seu peso (em quilos) pela
sua altura ao quadrado (em metros),
você obtém o índice de massa corporal.
Compare com a tabela ao lado e saiba
em que categoria você se encontra.

IMC = Peso (Kg)


Altura (m) x Altura (m)

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Estado Nutricional Ganho de peso
Classificação
antes de total na
para mulher adulta
engravidar (IMC) gestação
Baixo Peso
Mulher magra 12,5 – 18,0
(IMC <19,9)

Peso adequado
Mulher de peso normal 11,5 – 16,0
(IMC 20-24,9)

Sobrepeso
Mulher com sobrepeso 7,0 – 11,5
(IMC 25-30)
Obesidade
Mulher obesa 7,0
(IMC > 30,1)
Fonte: Adaptação do Ministério da Saúde

O estado nutricional da mãe interfere diretamente no crescimento e de-


senvolvimento do bebê. Tanto as mulheres com baixo peso quanto as
obesas, têm maiores riscos de complicações na gestação e no parto.
O risco de diabetes gestacional e pressão alta na gravidez au-
menta nas mulheres obesas e nas que engordam muito durante
a gestação.
Mulheres desnutridas e com ganho de peso insuficiente têm maio-
res chances de gerar uma criança igualmente desnutrida e maior
risco de terem um parto prematuro. Nas soropositivas para o HIV,
a chance de transmissão do vírus para o bebê pode aumentar.
Para avaliação de gestantes adolescentes é necessário utilizar um
parâmetro diferente, pois seu organismo ainda está em fase de
desenvolvimento e suas necessidades nutricionais são maiores que
as da mulher adulta.

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Algumas complicações da gravidez na adolescência, como bebês
prematuros e com baixo peso ao nascer, podem estar relacionadas
com deficiências nutricionais como anemia, baixa ingestão de
cálcio e ácido fólico.
O Ministério da Saúde determina que toda gestante deve ter seu
estado nutricional avaliado durante a gestação como rotina do pré-
natal. Seu peso deve ser aferido em todas as consultas. No caso de
adolescentes, além do peso, a altura também deve ser aferida.

O que devo fazer no caso de:

Enjôos e vômitos
Estes sintomas são freqüentes no início da gravidez, principalmente
de manhã, e costumam terminar ao final do terceiro mês.
Dicas:
• Coma alimentos secos, como uma torrada ou biscoito tipo cracker,
antes de levantar da cama.
• Faça pequenas refeições a cada 2 ou 3 horas.
• Prefira temperos naturais e suaves em substituição aos muito
condimentados e apimentados.
• Tome líquido nos intervalos e não durante as refeições.
• Evite frituras e alimentos ricos em gorduras.

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Azia
Em geral, azia ou queimação ocorrem nos últimos três meses da
gestação.
Devido ao aumento de tamanho do bebê, o útero empurra o estô-
mago podendo causar estes sintomas.
Dicas:
• Coma devagar, porções pequenas, mastigando bem os alimentos.
• Evite deitar logo após as refeições principais (almoço e jantar).
• Não pratique atividades físicas vigorosas após as refeições.
• Mantenha a cabeceira da cama mais elevada.
• Evite café, chá preto ou mate, álcool e fumo.
• Não use roupas apertadas na cintura.

Prisão de ventre (obstipação intestinal)


Este sintoma é bem freqüente e pode aparecer em qualquer momen-
to da gravidez ou piorar caso você já tenha este problema. Vários
fatores podem levar a isto, como a compressão do útero sobre os
intestinos, a ação do hormônio progesterona e a falta de atividade
física. A prisão de ventre pode agravar e causar o aparecimento de
hemorróidas.
Dicas:
• Aumente o consumo de líquidos nos intervalos das refeições.
• Coma mais alimentos ricos em fibras (frutas com casca e bagaço, ver-
duras cruas, alimentos integrais, como aveia, arroz e pão integral).
• Faça atividade física de acordo com a recomendação de seu
médico.

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Complicações na gravidez

Anemia
A anemia é um problema de saúde pública mundial, especialmente
nos países em desenvolvimento.
Na gravidez as necessidades de ferro estão aumentadas e muitas
vezes somente a alimentação não atende a esta demanda.
Por esta razão, o Ministério da Saúde recomenda a suplementação
de ferro a partir da 20ª semana de gravidez, mesmo para as mulheres
que não têm anemia.
É considerada gestante anêmica quando a hemoglobina está abaixo
de 11mg/dL.
Como as gestantes soropositivas devem sempre tomar os medica-
mentos ARV para evitar a transmissão do vírus ao bebê, existe um
risco maior de que desenvolvam anemia, provocada especialmente
pelo uso do AZT (zidovudina).
Quais são as conseqüências da carência de ferro na gestação?
• Aumenta o risco da criança nascer prematura.
• Aumenta o risco da criança nascer com baixo peso.
• Diminui as reservas de ferro da mãe.
• Aumenta o risco de mortalidade materna.
• Aumenta o risco de morte do feto.
• Fraqueza geral.
Dicas:
• Consuma diariamente alimentos ricos em ferro, como carne bovina,
vísceras, frango, feijão, ervilha, verduras de cor verde-escuro.

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• Para melhorar o aproveitamento do ferro contido nos vegetais,
consuma na refeição alimentos ricos em vitamina C, como toma-
te, pimentão, laranja, mexerica, goiaba, caju, acerola e abacaxi.
• Evite beber leite, chocolate, chá, café e refrigerantes tipo cola,
durante ou logo após as refeições, para não prejudicar a absorção
do ferro dos alimentos.

Hipertensão arterial
É bastante comum a ocorrência da hipertensão na gravidez, tanto
nas mulheres que já tinham alguma alteração de pressão, quanto
naquelas onde nunca houve variações. Este problema pode ser
transitório, isto é, terminar logo após o parto.
Em certos casos pode ocorrer a pré-eclâmpsia, que é um problema
sério e exige cuidados médicos imediatos, pois os riscos para a
mulher e o bebê são muito grandes.
Dicas:
• Faça uma alimentação balanceada, com variedade de frutas, ver-
duras e legumes.
• Controle o sal colocado nos alimentos.
• Evite alimentos industrializados, como temperos e molhos prontos,
enlatados, salgadinhos, frios e embutidos, como salsicha e lingüiça.

Diabetes gestacional
Este tipo de doença pode acontecer temporariamente durante a
gravidez. O risco é maior em mulheres com excesso de peso ou
que tenham história familiar de diabetes.

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Gestantes diabéticas podem ficar hipertensas, gerar crianças muito
grandes, com problemas respiratórios ou hipoglicemia. Em alguns
casos será necessário fazer uso de insulina durante a gestação, para
controlar o açúcar do sangue.
Se você for usar adoçantes artificiais, use-os com moderação,
pois o excesso poderá prejudicar o seu bebê. Dê preferência aos
que contenham sucralose, aspartame, acesulfame-K e estévia.

Dicas:
• Fracione a alimentação em 5 a 6 refeições diárias.
• Faça uma alimentação saudável consumindo frutas e vegetais
frescos diariamente.
• Controle o ganho de peso.
• Pratique exercícios físicos leves como, por exemplo, caminhadas.
• Evite alimentos muito gordurosos.
• Evite o consumo de açúcares em geral (mel, melado, doces, re-
frigerantes e refrescos).
• Fique atenta aos sintomas da doença como a hipoglicemia ou
hiperglicemia.
• Não abuse de alimentos dietéticos (diet e light) e de indus-
trializados em geral. Siga sempre a orientação do médico ou
nutricionista.

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Gravidez e imunidade

A gravidez leva a uma queda natural da imunidade e, por isso, o


cuidado na prevenção de qualquer tipo de doença transmissível
deve ser redobrado neste período.
Algumas doenças podem ser transmitidas pela água ou alimentos e
também pelas fezes de animais domésticos como cachorro e gato.
Uma medida importante para prevenir muitas dessas doenças é o
cuidado com a higiene de uma forma geral.

Doenças transmitidas por alimentos (DTA)


As DTA acontecem quando micróbios (bactérias, parasitas e vírus)
ou substâncias tóxicas estão presentes nos alimentos.

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Os vômitos e diarréias são os sintomas mais comuns, mas também
podem acontecer dores abdominais, dores de cabeça e febre. Para
adultos sadios, estes sintomas são superados rapidamente, mas as
conseqüências podem ser mais graves para as crianças, as grávidas,
os idosos e as pessoas com baixa imunidade.
Você sabia que além dos alimentos, os micróbios também estão
presentes na água, no solo, nas pessoas e nos animais?
Eles são organismos vivos tão pequenos que não conseguimos
enxergar e, quando damos condições ideais, eles se multiplicam
rapidamente sem que se perceba, pois nem sempre ocorre alteração
do cheiro ou sabor dos alimentos.

Você sabia que tem mais micróbios em uma mão suja


do que pessoas em todo o planeta?

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Algumas medidas simples,
como lavar as mãos, cozi-
nhar bem os alimentos e
conservá-los em tempera-
turas adequadas evitam ou
controlam a contaminação
dos alimentos.

Cuidados para evitar a


transmissão de algumas DTA:

• Lave bem as mãos com água e sabão antes de preparar a comida e


antes das refeições, após usar o banheiro ou tocar em animais.
• Use somente água tratada filtrada, fervida ou mineral, e limpe a
caixa de água a cada 6 meses.
• Lave bem as verduras e frutas que serão ingeridas cruas. Utilize
água sanitária, 1 colher de sopa para 1 litro de água, deixando de
molho por 20 minutos e enxaguando com água tratada.
• Não coma ovos crus e maionese caseira, carnes e peixes crus.
Cozinhe bem esses alimentos.
• Guarde em geladeira os alimentos perecíveis (carnes em geral,
leite, queijo, ovos) e alimentos já preparados.

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• Não use a mesma faca ou a tábua para manipular alimentos crus e co-
zidos sem antes lavá-las muito bem. (Exemplo: cortar o frango cozido
com a mesma faca ou tábua que você manipulou o frango cru).
• Não use tábua de madeira em sua cozinha.
• Não use alimentos com data de validade vencida, embalagens
estufadas, amassadas ou enferrujadas.
• Cuidado ao se alimentar em bares, lanchonetes e restaurantes,
observe a higiene do local e dos funcionários.
• Mantenha a higiene da cozinha e o lixo tampado.

Alimentação na gestação

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Você já deve ter ouvido falar que quando a mulher engravida deve
comer por dois? Isto não é verdade. O que acontece é que durante
a gravidez o nosso corpo necessita de um pouco mais de energia,
proteínas, vitaminas e minerais para um bom crescimento e de-
senvolvimento do bebê.
Para você conseguir isto, basta ter mais cuidado com a sua nutrição
e fazer diariamente uma alimentação balanceada e variada.
Lembre-se que assim você também fortalece sua imunidade.

Energia
Você precisará adicionar por volta de 300 calorias em sua dieta,
principalmente no segundo e terceiro trimestre da gestação. Isto,
se o seu peso antes de engravidar estiver adequado. Caso você
esteja com peso insuficiente, há necessidade de adicionar estas
calorias já no primeiro trimestre da gestação.
Esta energia extra pode ser conseguida acrescentando um lanche
a mais no dia como por exemplo: uma vitamina de frutas com
aveia e mel, ou um bolo caseiro e um copo de leite. Se preferir,
pode adicionar mais duas colheres de arroz e feijão e aumentar um
pouco a porção de carne do seu almoço ou do seu jantar, que você
já atingirá essa necessidade aumentada de calorias.
Agora, se você estiver com obesidade, a sua alimentação deve ser
mais controlada.
Fique tranqüila, pois tudo isto será conversado e explicado em suas
consultas do pré-natal.

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Proteínas
As proteínas são importantes para a formação do bebê e para a sua
saúde. Na gravidez há um aumento das necessidades pelo nosso
organismo. Procure comer diariamente alimentos ricos em pro-
teínas como as carnes em geral, ovos, feijão, lentilha, leite, queijo
e iogurte.

Vitaminas e Minerais
As vitaminas e os minerais regulam o funcionamento do nosso
organismo e, mesmo sendo necessários em pequenas quantidades,
devem estar presentes diariamente no seu cardápio.
Uma alimentação variada e colorida, contendo cereais integrais, frutas,
verduras, legumes, carnes, laticínios e castanhas nas quantidades reco-
mendadas, garante sua saúde e o bom desenvolvimento do bebê.

Ácido Fólico
O ácido fólico é uma vitamina do complexo B importantíssima na
gravidez. Ele é necessário principalmente nas primeiras semanas
de gestação, quando está se formando o tubo neural do bebê que,
posteriormente, se transformará no cérebro e na medula espinhal.
Também é essencial para a formação dos glóbulos vermelhos do
sangue e para a prevenção de um tipo de anemia.
As necessidades de ácido fólico aumentam muito na gravidez e
muitas vezes é difícil alcançar as recomendações pela dieta, por
isso, todas as gestantes devem receber suplementos desta vitamina
antes ou logo no início da gravidez.

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É fundamental que as mulheres em idade fértil tenham o hábito
de ingerir diariamente vegetais frescos e feijões para atender às
necessidades de ácido fólico.
A deficiência de ácido fólico pode levar ao aborto espontâneo,
hemorragias, anemia e má-formação do bebê.
O Ministério da Saúde do Brasil tornou obrigatória a adição de
ácido fólico em alguns alimentos como as farinhas de trigo e de
milho a partir do ano de 2004.
Encontramos o ácido fólico nos seguintes alimentos:
Carne bovina, fígado, rim, vegetais de folha verde-escuro (agrião,
couve, espinafre, brócolis), cereais integrais, feijão, ervilha, len-
tilha e castanhas.

Vitamina A
Durante a gestação há uma maior necessidade de vitamina A. O feto
utiliza as reservas do corpo da mãe e, caso você não se alimente di-
reito, poderá ocorrer a falta desta substância em seu organismo.
Tanto a gestação quanto a infecção pelo HIV aumentam o risco de
deficiência dessa vitamina.
Porém, você deve ter cuidado, pois tanto a falta como o consumo
de altas doses de vitamina A, sob a forma de suplementos, poderá
causar problemas a você e ao seu bebê. Siga sempre as recomen-
dações de seu médico e nutricionista.
Quais as funções desta vitamina?
Ela estimula a imunidade e ajuda no controle das infecções, par-
ticipa da formação dos tecidos do seu corpo e é importante para
a integridade da placenta, também ajuda no crescimento e desen-
volvimento do feto e é essencial para a visão.

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Encontramos a vitamina A nos seguintes alimentos:
Fígado, rim, leite integral, manteiga, gema de ovo, vegetais de folha
verde-escuro (couve, brócolis, agrião), vegetais e frutas amarelo-
alaranjadas (mamão, manga, cenoura, abóbora).

Vitamina C
A Vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico, é fun-
damental para a formação de uma proteína chamada colágeno
presente nos ossos, dentes, pele e tendões. Além disso, essa vita-
mina ajuda no aproveitamento do ferro presente nos vegetais, na
cicatrização e no combate às infecções.
A grávida necessita diariamente de uma quantidade maior desta
vitamina.
Uma característica da vitamina C é a de ser facilmente destruída
com o calor, com a exposição à luz e ao ar (oxigênio), por isso os
alimentos que são fontes importantes dessa vitamina devem ser
ingeridos preferencialmente frescos.
Encontramos a vitamina C principalmente
nos seguintes alimentos:
Frutas como laranja, limão, acerola, goiaba, caju, mexerica, abacaxi
e morango e vegetais como tomate, repolho, pimentão e salsa.

Como fazer para preservar as vitaminas


dos alimentos?
• Cozinhe os legumes inteiros em pouca água fervente, em panela
tampada, e de preferência com a casca, ou cozinhe no vapor.

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• Não coloque bicarbonato de sódio na água do cozimento dos
legumes e verduras.
• Use as folhas e talos dos vegetais como brócolis e couve-flor, pois
são ricos em nutrientes. Aproveite a água de cozimento destes
legumes para o preparo do arroz, feijão ou sopa.
• Prepare os sucos de frutas próximo à hora de servir, evitando
deixá-los guardados de uma refeição para a outra.

Ferro
O ferro é um mineral essencial para a formação da hemoglobina
(substância presente nas células vermelhas do sangue), que tem
como função principal o transporte de oxigênio para todo o corpo.
A carência severa provoca a anemia por deficiência de ferro.
O ferro presente em carnes é melhor absorvido pelo organismo do
que o ferro presente nos vegetais.
Encontramos o ferro nos seguintes alimentos:
Carne bovina, miúdos, frango, feijão, ervilha, lentilha, soja, couve,
brócolis, espinafre cozido e rúcula.
Obs: Leia mais no item anemia.

Cálcio
O cálcio é o mineral existente em maior quantidade no corpo
humano. A maior parte dele é encontrada nos ossos e dentes.
Esse mineral tem várias funções no organismo, participa da
coagulação do sangue, contração muscular e da transmissão dos
impulsos nervosos.

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Durante a gravidez, o consumo de alimentos ricos em cálcio é de
suma importância na formação do esqueleto e dentes do bebê.
Neste período existe uma adaptação do organismo, promovendo
uma maior absorção deste mineral.
Nas gestantes adolescentes é recomendado aumentar a ingestão
de alimentos ricos nesse mineral, para garantir também o cálcio
necessário para o seu próprio crescimento.
Encontramos o cálcio nos seguintes alimentos:
Leite, queijo, iogurte, sardinha com espinha, vegetais de folhas
verdes como folha de mostarda, brócolis, couve, agrião e rúcula.

Zinco
O zinco é um mineral imprescindível para as defesas do organismo,
pois mantém o funcionamento adequado dos linfócitos CD4 e
CD8. Ele participa também da síntese das proteínas, da fabricação
da insulina, dos hormônios da tireóide e supra-renal, entre outras
funções.
A carência de zinco na gestação causa sérios problemas à mãe e
ao bebê, como aborto espontâneo, nascimento prematuro, pré-
eclâmpsia, anormalidades congênitas e prejuízo à imunidade da
mãe e do bebê. O abuso do álcool, fumo e o estresse, causado por
infecções, diminuem o zinco disponível para o bebê.
Encontramos o zinco nos seguintes alimentos:
Carnes, frango, peixes, fígado, gérmen de trigo, castanhas, feijão,
lentilha e ervilha.

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Recomendações gerais para as gestantes

• Divida ao máximo suas refeições, comendo em horários regulares


e evitando ficar muitas horas em jejum.
• Coma devagar e mastigue bem os alimentos.
• Consuma pelo menos 3 frutas por dia, variando os tipos e, de
preferência, com a casca.
• Coma no almoço e jantar pelo menos 2 tipos de vegetais diferentes
(ex: couve e cenoura; escarola e abóbora).
• Dê preferência aos grãos integrais (aveia, linhaça, gérmen de trigo
e arroz integral), pois são ricos em nutrientes e fibras.
• Tome bastante líquido durante o dia, evitando beber junto às
refeições.
• Evite excessos de gorduras, açúcares, sal e alimentos industria-
lizados.
• Não fume e não tome bebidas alcoólicas.
• Evite o excesso de café e de refrigerantes.
• Faça exercícios leves, como caminhadas.

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Exemplo de cardápio

CAFÉ DA MANHÃ

Leite com mamão e mistura nutritiva


Açúcar
Pão integral com margarina light

LANCHE DA MANHÃ

Maçã com casca


Chá de gengibre com abacaxi

ALMOÇO

Arroz
Feijão
Peixe assado
Salada de tabule com alface
Azeite de oliva
Abacaxi

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LANCHE DA TARDE

Leite com banana


Açúcar
Bolo de aveia

JANTAR

Arroz integral
Lentilha
Carne moída com abóbora
Salada de agrião e tomate
Azeite de oliva
Laranja

LANCHE DA NOITE

Iogurte natural com mel


Castanha do Pará

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ÍNDICE DE RECEITAS

Tabule 29
Peixe embrulhado 30
Mistura nutritiva 31
Molho de mostarda e gengibre 32
Molho de hortelã 33
Bolo de aveia 34
Bolo de caneca 35
Barrinha de cereal 36
Chá de gengibre com abacaxi 37

RECEITAS

Tabule - Uma salada leve


e refrescante!
Tabule é uma salada muito
nutritiva de origem árabe, que
pode combinar muito bem com
a comida brasileira. É rica em
fibras, vitaminas e minerais, por
conter trigo integral, vegetais e temperos naturais.
A folha de hortelã fresca, que é muito digestiva, associada à mis-
tura dos ingredientes, dá uma aparência e um aroma especial a
este prato.
Que tal experimentar esta receita típica da culinária árabe variando
um pouco mais o seu cardápio?

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Tabule

Ingredientes:
 ½ cebola pequena picada
 1 dente de alho espremido
 10 ramos de salsa picados
 2 tomates sem sementes cortado em cubos pequenos
 ½ xícara (chá) de trigo para quibe
 3 xícaras de (chá) de água
 1 pepino médio cortado em cubos pequenos
 1 colher (chá) de sal
 1 maço pequeno de folhas de hortelã picadas
 2 colheres (chá) de azeite de oliva
 Folhas de alface lavadas
 Gotas de limão

Modo de Preparo:
Coloque o trigo de molho em 3 xícaras (chá) de água por meia hora.
Polvilhe o pepino com o sal. Reserve.
Escorra bem o trigo, utilizando uma peneira para retirar toda a água.
Em uma tigela coloque o pepino, o trigo escorrido, os tomates, as
folhas de hortelã, a salsa, o alho, a cebola e o azeite.
Misture delicadamente e leve à geladeira, por 15 minutos.
Sirva o tabule acomodado em folhas de alface e pingue algumas
gotas de limão na hora de servir.
Rendimento: 6 porções.

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Peixe embrulhado

Ingredientes
 4 filés de peixe de sua preferência
 2 batatas cozidas
 1 cenoura cozida
 4 flores de brócolis semi-cozido
 1 tomate
 1 cebola em rodelas
 5 fatias de pimentão
 Sal a gosto
 Azeite a gosto
 1 colher de sopa de salsa picada

Modo de Preparo:
Coloque os filés em um pedaço de papel alumínio, junto com as
batatas, cenoura, brócolis, fatias de pimentão, tomate, cebola, sal
e regue com o azeite.
Feche bem o alumínio para que o molho dos temperos não es-
corra.
Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 35 minutos.

Rendimento: 4 porções.

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Mistura nutritiva
Esta farinha é bastante concentrada em nutrientes e fibras, podendo
ser usada para enriquecer a sua alimentação diária.

Ingredientes:
 5 colheres (sopa) de semente de linhaça
 5 colheres (sopa) de farelo de aveia
 5 colheres (sopa) de gérmen de trigo

Modo de Preparo:
Bata bem a semente de linhaça no liqüidificador até formar uma
farinha. Acrescente os outros ingredientes e bata mais um pouco.
Guarde esta mistura na geladeira, em recipiente bem tampado, por
um período não superior a 7 dias.
Polvilhe sobre frutas, misture em sucos, leite ou iogurte. Esta fa-
rinha também pode ser usada para enriquecer receitas de bolos,
tortas ou sopas.
Rendimento: 15 colheres de sopa.

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Molho de mostarda e gengibre

Ingredientes:
 ¼ de xícara (chá) de óleo ou azeite de oliva
 1 cebola pequena picada
 4 colheres (sopa) de molho de mostarda
 2 colheres (sopa) de mel
 1 colher (sopa) de gengibre picado

Modo de Preparo:
Coloque todos os ingredientes no liqüidificador e bata até ficar
homogêneo. Sirva com carne ou frango.

Rendimento: 12 colheres de sopa.

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Molho de hortelã

Ingredientes:
 1 maço de folhas de hortelã
 1 pote de iogurte natural
 3 colheres (sopa) de suco de limão
 Sal a gosto
 4 colheres (sopa) de óleo ou azeite de oliva

Modo de Preparo:
Coloque todos os ingredientes, menos o óleo, no liqüidificador e
bata por 2 minutos. Sem parar de bater, despeje o óleo ou azeite
aos poucos e bata por mais 1 minuto até obter um molho cremoso.
Sirva com saladas. Guarde em geladeira, em recipiente tampado,
por um período não superior a 7 dias.

Rendimento: 20 colheres de sopa.

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Bolo de aveia

Ingredientes:
 2 xícaras de açúcar mascavo
 2 xícaras de aveia em flocos finos
 4 ovos
 ½ xícara de óleo
 1/2 colher (chá) de canela em pó
 1 colher (sobremesa) de fermento

Modo de preparo:
Bata as claras em neve e reserve.
Bata bem as gemas com o açúcar e a canela, acrescente o óleo e
continue batendo.
Acrescente a aveia e bata mais um pouco.
Por último adicione o fermento e as claras em neve, mexa com a
colher.
Asse em assadeira retangular, pequena e untada, em forno médio
(200°), por aproximadamente 25 a 35 minutos.

Rendimento: 20 porções (aproximadamente 50g cada).

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Bolo de caneca
Antes de fazer esta receita leia estas dicas importantes.
Esta é uma receita diferente, para ser preparada no forno de
microondas.
A caneca deve ter capacidade de 300ml = 1 caneca com + ou - 9 cm
de altura por 8 cm de diâmetro e capacidade para 300 ml.
A medida de colher é sempre rasada com a faca.
A massa crua é mais mole que a de um bolo normal, não aumente
a farinha, ou o bolo ficará duro.
A porção de um bolo é para ser dividida por 2 pessoas.

Ingredientes:
 4 colheres (sopa) de leite
 3 colheres (sopa) de óleo
 2 colheres (sopa rasadas) de chocolate em pó
 4 colheres (sopa rasadas) de açúcar
 4 colheres (sopa rasadas) de farinha de trigo
 1 colher (café) de fermento em pó

Modo de Preparo:
Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo.
Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.
Rendimento: 2 porções.

Calda (opcional)
 2 colheres (sopa) de leite
 1 colher (chá) de margarina light
 2 colheres (sopa rasadas) de açúcar
 3 colheres (sopa rasadas) de chocolate em pó

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Modo de Preparo:
Numa panela, em fogo médio, coloque todos os ingredientes, mis-
ture bem e deixe ferver por 2 minutos. Faça furos com o garfo no
bolo já assado e coloque a calda sobre o bolo ainda quente.

Barrinha de cereal

Ingredientes:
 3 xícaras (chá) de aveia
 1 ½ xícara (chá) de amido de milho
 2 ½ xícara (chá) de farinha de trigo integral
 1 xícara (chá) de açúcar
 1 colher (sopa) de fermento em pó
 1 pitada de sal
 1 lata de goiabada
 3 colheres (sopa) de água
 Margarina para untar

Modo de preparo:
Misture bem todos os ingredientes, exceto a goiabada. Reserve.
Leve ao fogo a goiabada com as 3 colheres (sopa) de água, mexendo
bem até derreter.
Unte uma assadeira com margarina e polvilhe com a farinha de
trigo. Coloque metade da mistura de aveia, pressionando levemente
com as mãos. Espalhe a goiabada sobre a mistura e cubra com o
restante da mistura.
Leve ao forno pré-aquecido à temperatura alta (200º) por aproxi-
madamente 30 a 35 minutos, ou até que a superfície esteja dourada.

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Espere esfriar e corte em quadradinhos.
Variação: se desejar, substitua a goiabada por doce de banana com
canela. Para 12 bananas, use 1 xícara de açúcar e 1 colher (chá)
rasa de canela.
Rendimento: 40 unidades.

Chá de gengibre com abacaxi

Ingredientes:
 1 pedaço (aproximadamente 5cm) de gengibre descascado e
fatiado.
 Cascas de um abacaxi pequeno
 Casca de uma laranja
 1 canela em pau
 1 colher (sopa) de açúcar
 2 litros de água

Modo de preparo:
Lave bem as cascas da laranja e do abacaxi e pique-as grosseira-
mente. Lave e descasque o gengibre e corte em fatias finas. Colo-
que em uma panela o açúcar e o gengibre. Leve ao fogo e cozinhe
lentamente para que o açúcar dissolva e comece a adquirir um
tom de caramelo claro. Acrescente as cascas de laranja e abacaxi e
a canela em pau, misture bem e despeje a água. Cozinhe por cerca
de 20 minutos em fogo bem baixo. Apague o fogo.
Pode ser servido quente ou frio, como refresco, de preferência sem
adoçar.

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Referências bibliográficas

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Cartilha Sobre Boas Prá-


ticas para Serviços de Alimentação. Brasília, 2004. Disponível em: http://www.
anvisa.gov.br/divulga/public/alimentos/cartilha_gicra_final.pdf. Acesso em 07
de junho de 2008.

Food and Nutrition Technical Assistance (FANTA) Project. HIV/AIDS: A


Guide for Nutritional Care and Support 2nd Edition. Academy for Educational
development, Washington DC, 2004. Disponível em: http:// www.fantaproject.
org Acesso em 11/06/2008.

Mahan, L.K.; Escott-Stump, S. Alimentos Nutrição e Dietoterapia. 11 ed. São


Paulo: Roca, 2005.

Ministério da Saúde. Programa Nacional de DST/Aids. Disponível em: http://


www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS13F4BF21PTBRIE.htm Acessado em
25/05/2008.

Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de


DST/AIDS. Recomendações para Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV
e Terapia Anti- Retroviral em Gestantes. Brasília, 2004. Disponível em:http://
www.aids.gov.br/final/biblioteca/gestante_2004/ ConsensoGestante2004.doc
Acesso em 05/06/2008.

Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção


Básica. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Vigilância
Alimentar e Nutricional – SISVAN . Orientações Básicas para a Coleta, o Pro-
cessamento, a Análise de dados e a Informação em Serviços de Saúde. Brasília,
2004. Disponível em: www.saude.gov.br.

Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Assistência Pré- Natal –


Manual Técnico, 3 ed., Brasília, 2000.

Torloni, M.T.; Nakamura, M.U.; Megale, A.; et al. O uso de adoçantes na gravi-
dez: uma análise dos produtos disponíveis no Brasil. Rev. Brás. Ginecol. Obstet,
v.29, n.5, p.267-275, 2007.

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Chegamos ao final destas publicações com a
certeza de que o tema “Nutrição e Saúde” não se
esgota aqui. O cuidado com a alimentação deve
ser uma constante em todas as fases da vida.

A gestação é um momento biológico que requer


um carinho especial com relação à nutrição.

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