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Assim não vão lá, Sociedade de Advogados, RL Tribunal Administrativo de Círculo de Capital Avenida

Assim não vão lá,

Sociedade de Advogados, RL

Tribunal Administrativo de Círculo de Capital Avenida D. Pedro II, nº 1.08.01 Edifício G 6º e 8º andares 1650-097 Capital

Exmos. Senhores Juízes de Direito, Do Tribunal de Círculo de Capital

A ASSOCIAÇÃO

coletiva 503.654.789, com sede na Avenida Julho 24, nº56 3º C, freguesia do Alto Bairro, concelho de Capital, 1650 --965 Capital,

DOS TAXISTAS DE CAPITAL, com o nº de pessoa

vem intentar contra

O MUNICÍPIO DE CAPITAL, pessoa coletiva territorial, representada pelo

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Capital e com sede na Av. Cão Diogo nº 16, concelho de Capital, 1650 --273 Capital,

e

Como contrainteressada, a ASSOCIAÇÃO DOS TUK TUK ECOLÓGICOS, associação sindical, com o nº de pessoa coletiva 503.726.320, com sede na Rua Melo Pereira Fontes nº 46 2º, Concelho de Capital, 1100 --045 Capital,

Um pedido reconvencional de impugnação de ato administrativo nos termos dos arts. 37º, nº1, alínea a) e 50º e seguintes do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, e dos arts. 266º/1, 2/a) e 4 do Código do Processo Civil, no âmbito do Proc. 0000/ZZZZ,

Com os seguintes fundamentos:

I Legitimidade ativa e interesse processual

1.º

A ASSOCIAÇÃO DOS TAXISTAS DE CAPITAL vem, em reconvenção, pedir a

impugnação da licença de atividade e circulação dos Tuk Tuk ecológicos emitida pelo Vereador Carlos Oliveira Lacerda.

2.º

A ré-reconvinte tem legitimidade ativa nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 55.º

do CPTA, não lhe sendo necessário, para poder ser parte em juízo, “interesse pessoal”, ao contrário do que exige a al. a) do mesmo n.º do art.º 55.º CPTA (cf. MÁRIO AROSO DE ALMEIDA, Manual de Processo Administrativo, 2015, pp. 240

e 241), uma vez que aje em defesa dos “direitos e interesses que lhe cumpre defender”, como se pode ver no art.º 3.º dos seus Estatutos (doc. 3).

3.º

A ré-reconvinte tem também interesse processual na ação, pressuposto

processual autónomo (cf. art.º 39.º CPTA), uma vez que, como comprovado pelo Relatório e Contas de 2014 anexado (doc. 4), os taxistas têm sofrido uma quebra de receitas considerável devido à recente atividade dos Tuk Tuk, quebra essa a que se pretende pôr cobro com a impugnação da licença.

4.º

O interesse na procedência deste pedido é independente da decisão quanto aos

pedidos dos autores; o despacho tem um âmbito geográfico inferior ao da

licença, ainda que subjetivamente mais extenso.

II Dos factos

O ato em causa é a licença de atividade e de circulação dos Tuk Tuk ecológicos

na cidade de Capital. Foi emitido a 8 de Novembro de 2011.

Carlos Oliveira Lacerda, então Vereador, foi quem emitiu o acto.

Os Tuk Tuk iniciaram a sua atividade no dia 2 de Fevereiro de 2012.

Segundo o site tuktuk-leaks.livejournal.com, vulgo Tuk Tuk Leaks, vários elementos da Câmara Municipal foram, no período de 2010 a 2013, objecto de estranhas liberalidades.

Este mesmo Vereador foi alvo da Administração Tributária, para efeitos de IRS, por manifestações de fortuna não compatíveis com os seus rendimentos enquanto Vereador da Câmara de Capital durante o ano de 2012, tendo chegado a constar inclusivamente da famosa “lista de devedores ao fisco” (doc.

2).

III Do Direito

10º

Uma licença é um ato administrativo pelo qual a administração pública permite ao seu destinatário uma atividade carente de permissão administrativa.

11º

A remoção da licença levará à proibição do exercício da atividade e circulação aos Tuk Tuk ecológicos.

12º

Apesar da legitimidade passiva ser prima facie do Município (art. 10º/2 CPTA), nos termos do art. 57º do CPTA, os reconvintes demandam também, e na qualidade de contrainteressada, a Associação dos Tuk Tuk Ecológicos. Estamos, portanto, perante um litisconsórcio necessário passivo.

13º

Resulta do 266º/2 CPC que a reconvenção exige uma conexão objectiva que in casu se encontra preenchida nos termos da alínea a) do mesmo artigo.

14º

Nos termos do art. 33º/1/x) do Regime Jurídico das Autarquias Locais compete à Câmara Municipal emitir licenças, registos e fixação de contingentes relativamente a veículos, nos casos legalmente previstos.

15º

A delegação e subdelegação de competências encontram-se previstas nos arts. 34º e 36º/2 do mesmo Regime Jurídico das Autarquias Locais.

16º

O contrainteressado reconvidado admite a competência da Câmara Municipal

entenda-se, a ausência de subdelegação no Vereador pois na sua petição inicial afirma que a licença foi “emitida pela Câmara Municipal” (factos, 20º).

17º

Ainda assim, na licença impugnada (doc. 1), Carlos Oliveira Lacerda afirma que lhe “cumpre emitir uma licença de operação aos Tuk Tuk Ecológicos”. Não se trata de um mero parecer, mas sim da própria emissão. Devemos atentar ao conteúdo e não à qualificação. Trata-se de um ato autorizativo.

18º

O ato carece de competência por parte do Vereador, não tendo sido

demonstrada qualquer delegação e subdelegação de competências.

19º

Da subdelegação de competências depende a validade do acto que atribuiu a licença, sendo que quem “ invocar um direito cabe fazer a prova dos factos constitutivos do direito alegado”, art. 342º/1 CC e sendo, na dúvida, os factos considerados constitutivos, como resulta do nº3.

20º

Assim, não provando o autor a existência de uma subdelegação, deve o tribunal decidir-se pela ausência de subdelegação e incompetência relativa do Vereador, pois a existência de subdelegação é um facto constitutivo do seu direito, art.º 414º CPC.

21º

À incompetência relativa acresce a fundamentação artificial.

22º

Com efeito, Carlos Oliveira Lacerda afirma que “os mesmos [Tuk Tuk] têm constituído uma mais-valia para a atractividade turística da cidade e (…) em muito têm contribuído para a divulgação do património natural e histórico da cidade”.

23º

Sob a designação de “factos”, 20º, escreve o autor que a licença foi concedida no dia 8 de Novembro de 2011 e os Tuk Tuk iniciaram a sua atividade a 2 de Fevereiro de 2012.

24º

Afinal, o “têm constituído” e o “têm contribuído” reportam-se ao passado. Mas

a atividade só se iniciou três meses mais tarde.

25º

A tudo isto somam-se naturais reservas quanto à fundamentação de cariz ambiental do ato-licença.

26º

Apenas a 1 de Março de 2012, quatro meses após a emissão da licença, a Agência Portuguesa do Ambiente emitiu certificado de sustentabilidade ambiental aos veículos conduzidos pelos membros da Associação.

27º

Assim, não sabemos quais os testes e controlos que estão na base da licença e a fundamentam. Uma vez mais.

28º

Estamos perante uma falta de fundamentação, na medida em que é não apenas desadequada mas também incongruente.

29º

Havendo um dever de fundamentação dos atos administrativos que” afectem por qualquer modo direitos ou interesses legalmente protegidos”, 152º/1/a) CPA.

30º

E equivalendo a falta de fundamentação “os fundamentos que, por obscuridade, contradição ou insuficiência, não esclareçam concretamente a motivação do ato”, 153º/2 CPA.

31º

O Vereador que tão bondosamente concedeu a licença sem competência para tal

e não a fundamentando devidamente foi alvo do fisco por manifestações de

fortuna e outros acréscimos patrimoniais não justificados, art. 89º-A da Lei

Geral Tributária.

32º

Sabendo-se que uma das formas de ultrapassar as limitações que existem relativamente aos meios de prova, nos casos de suspeita de rendimentos de proveniência ilícita, são estes métodos de avaliação indireta.

33º

Por tudo isto, requeremos o testemunho do antigo Vereador Carlos Oliveira Lacerda no julgamento, com vista a esclarecer todo este processo de emissão da licença camarária.

34º

Não estando o pedido de declaração de nulidade de atos administrativos sujeito

a

prazo, art.º 58º/1 CPTA.

35º

E

CPA, alínea que deve ser interpretada extensivamente, incluindo-se aqui as situações de participação económica em negócio, abuso de poder e todas as outras em que o ato administrativo envolva, na sua preparação ou execução, a prática de um crime.

sendo nulos os atos determinados pela prática de um crime, art. 161º/2/c)

36º

Nestes termos e nos demais de Direito, o reconvinte pede aos Exmos. Senhores Juízes de Direito, além da já separadamente solicitada improcedência dos pedidos dos autores:

- que declarem a nulidade do ato-licença de atividade e de circulação.

Valor da causa: 5.500.000 (cinco milhões e quinhentos mil euros) a estimativa do valor correspondente à perda de receitas acumulada de todos os associados, tendo por base a perda acumulada de mais 4.000.000 da sociedade de táxis cujo Relatório e Contas se anexou.

Junta:

- Procuração forense, de acordo com o artigo 11º do CPTA e com os artigos 40º e 41º do

CPC.;

- Comprovativo de pagamento da taxa de justiça, nos termos dos artigos 5.º e 6.º do Regulamento das Custas Processuais;

- 4 Documentos

Prova testemunhal:

São arroladas as seguintes testemunhas, nos termos do art.º 498.º/1 CPC:

- Carlos Oliveira Lacerda, Vereador da Câmara Municipal de Capital, Portador C.C. n.º

10000000, com NIF 186839201, residente na Rua da Amargura, n.º 3, R.C. Dt.º, Capital

- José Bigodes, Taxista, Portador C.C. n.º 10100100, com NIF 333222444, residente na rua da piolheira, n.º 8, 4.º Esq., Capital;

- Afonso Capote, Proprietário de empresa de táxis, Portador C.C. n.º 98765432, com NIF 136689147, residente na rua da pobreza, n.º 45, 2.º, Capital

Os Advogados

Procuração forense

Procuração forense

Comprovativo de pagamento da taxa de justiça (1 de 2)

Para além de 275.000 € 22.950 €
Para além de 275.000 €
22.950 €

Comprovativo de pagamento de taxa de justiça (2 de 2)

22950 EUR
22950 EUR

Documento 1 (ato impugnado)

Documento 1 (ato impugnado)

Documento 2 (lista de devedores do Fisco)

Documento 2 (lista de devedores do Fisco)

Documento 3 (Estatutos ASSOCIAÇÃO DOS TAXISTAS DE CAPITAL)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DOS TAXISTAS DE CAPITAL

Artigo 1.º

Denominação, sede e duração

1. A associação, sem fins lucrativos, adota a denominação de “Associação de Taxistas de Capital”, e tem a sede na Avenida Julho 24, nº 56 – 3º andar C, 1650-965 Capital.

2. A associação tem o número de pessoa colectiva n.º 543220721 e o número de identificação na segurança social 28021904.

Artigo 2.º

Fim

A associação tem como fim a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos seus associados, norteando a sua ação sob os valores de justiça, igualdade e transparência concretizada no lema Et Pluribus Unum.

Artigo 3.º

Receitas

Constituem receitas da associação, designadamente:

a) A jóia inicial paga pelos sócios;

b) O produto das quotizações fixadas pela assembleia geral

c) Os rendimentos dos bens próprios da associação e as receitas das atividades sociais;

d) As liberalidades aceites pela associação, designadamente as referentes a agradecimentos

por conselhos estratégicos sobre o funcionamento dos mercados provenientes de quaisquer empresários da construção civil, desde que representem valores não inferiores a 14 milhões de euros;

e) Os subsídios que lhe sejam atribuídos.

Artigo 4.º

Órgãos

1.

São órgãos da associação a assembleia geral, a direção e o conselho fiscal.

2. O mandato dos titulares dos órgãos sociais é de 4 anos.

Artigo 5.º

Assembleia geral

1. A assembleia geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos seus direitos.

2. A competência da assembleia geral e a forma do seu funcionamento são os estabelecidos no

Código Civil, designadamente no artigo 170º, e nos artigos 172º a 179º.

3. A mesa da assembleia geral é composta por três associados, um presidente e dois

secretários, competindo-lhes dirigir as reuniões da assembleia e lavrar as respetivas atas.

Artigo 6.º

Direção

1. A direção, eleita em assembleia geral, é composta por 3 associados.

2.Á direção compete a gerência social, administrativa e financeira da associação, e representar a associação e os seus associados em juízo e fora dele.

3. A forma do seu funcionamento é estabelecida no artigo 171º do Código Civil, sendo

subsidiariamente aplicável o Código Canónico.

4. A associação obriga-se com a intervenção de 3 associados e, caso seja possível mediante o

seu estado clínico, com a assinatura de Ronda Rousey.

Artigo 7º

Conselho Fiscal

1. O conselho fiscal, eleito em assembleia geral, é composto por 4 associados.

2. Ao conselho fiscal compete fiscalizar os atos administrativos e financeiros da direção,

fiscalizar as suas contas e relatórios, dar parecer sobre os atos que impliquem aumento das despesas ou diminuição de receitas e emitir um relatório mensal que informe sobre atualizações da classificação do filme My Fair Lady no IMDB.

3. A forma do seu funcionamento é a estabelecida no artigo 171º do Código Civil.

Admissão e exclusão

As condições de admissão e exclusão dos associados, suas categorias, direitos e obrigações, constarão de regulamento a aprovar pela assembleia geral, sendo a qualidade de sócio do Sport Lisboa e Benfica devidamente considerada nas condições de admissão aquando da elaboração do regulamento.

Artigo 9º

Extinção. Destino dos bens.

Extinta a associação, o destino dos bens que integrarem o património social, que não estejam afectados a fim determinado, serão objeto de deliberação social, sendo que metade dos bens da associação serão necessariamente doados à Associação para a defesa dos direitos animais dos Burros e Mulas de Miranda do Douro, número de pessoa coletiva n.º 22051986 e o número de identificação na segurança social 28728904.

Artigo 10.º

Disposição transitória.

Ficam desde já nomeados:

Mesa da Assembleia Geral:

Presidente: João Capela

Secretários: Miguelina Serrão e Marco Jenner

Direção:

Presidente: Henrique Sopa

Vice-presidente: João Corrupção

Conselho Fiscal:

Presidente: Luís Vale e Tira

Aos 25 do mês de Maio de 2011

Documento 4 (Relatório e Contas: 2011 e 2014)

Relatório & Contas

2011

Documento 4 (Relatório e Contas: 2011 e 2014) Relatório & Contas 2011

Mensagem do Presidente

Recordar 2011 é colocar em perspectiva um ano de grande superação por parte de todos os trabalhadores desta empresa. À intensidade da crise que atingiu a economia europeia superior à que esperávamos soubemos responder com um serviço de qualidade que manteve os nossos serviços estáveis e competitivos no mercado nacional, lusófono e global. Em 2011 continuámos uma tendência de crescimento que temos sabido manter, com a multiplicação do número de viaturas colocadas à disposição e um aumento do número de viagens realizadas em relação ao ano transacto. A sólida dimensão que atingimos permite-nos, por isso e desde já, colocar o nosso foco sobretudo no crescimento internacional, mais do que nacional, onde já dominamos e somos vistos como o meio de transporte por excelência de todos aqueles que pretendem disfrutar uma viagem tranquila e segura.

A nossa quota de mercado continuará a aumentar naturalmente à medida que nos

aproximamos do nosso objectivo dos 3000 táxis (entre 2012 e 2014 disponibilizaremos, pelo menos, mais 200). Queremos tirar o máximo partido do actual momento, o que implica investir na melhoria global da oferta ao mesmo tempo que investimos no reforço

da liderança dentro do nosso mercado de excelência, o cidadão comum. Sabemos muito bem que nunca poderemos comprometer o posicionamento de preço da nossa empresa, mas também sabemos que o preço, por si só, já não é suficiente para conquistar a preferência e a lealdade dos consumidores.

Com isso em mente, pretendemos introduzir mais inovação e garantir que nos mantemos relevantes e atractivos para os milhares de turistas que todas as semanas chegam a Portugal, com particular enfâse no Verão. Por forma a assegurar que continuaremos, no futuro, como em 2011, a liderar a quota de mercado em Portugal. Não faremos disrupções ao nosso formato actual nem ao nosso modelo de negócio, que se mantém absolutamente válido. Desde 2000, investimos vários milhões de euros a construir uma frota de elevada qualidade e uma presença forte e muito capilar a nível nacional, que continuaremos a reforçar com novas viaturas, cada vez mais focadas nas grandes cidades, onde temos ainda muitas oportunidades de crescimento. Para isso, precisamos de reforçar a presença nas melhores localizações, reforçar a presença nos pontos de interesse turísticos e fazer um upgrade geral à nossa proposta de valor, enquanto reforçamos a disciplina de custos que nos permite mantermo-nos na linha da frente da liderança ao nível dos preços.

Em Portugal, 2011 foi um ano em que o desemprego de longo prazo pouco se alterou, seja no primeiro, segundo ou terceiro trimestres. Esta variável tornou ainda mais complexo o desafio da Yellow Cab, que teve desempenhos robustos e acima dos respectivos mercados. Em resultado desta estratégia comercial, aumentámos as nossas viagens e satisfação de clientela, o que é muito positivo. Além disso, a Yellow Cab somou dois novos centros de reparação e manutenção à sua rede (um dos quais gerido por terceiro) e, no âmbito da implementação do seu plano de fixação em zonas estratégicas, inaugurou uma base de

operações no centro de Portugal, que lhe permitirá ganhar eficiência e qualidade no serviço

às necessidades de quem aí reside.

A entrada, já no segundo semestre, de um novo Administrador, com elevada expertise no

negócio da promoção da marca promete novidades que anunciaremos em 2012. Teremos de ser capazes de fazer melhor em 2012, principalmente no Norte. Aos sócios agradeço a confiança demonstrada na gestão e na minha liderança. Às demais partes interessadas, reafirmo o nosso compromisso de continuarmos a crescer de forma responsável e a criar valor para todos aqueles com quem contactamos diariamente. Mantendo o foco onde ele

nunca poderá deixar de estar: no melhor serviço possível, chegando sempre primeiro, sendo sempre o serviço mais seguro.

O Presidente,

Manuel Rapidinho

Apresentação sumária da Yellow Cab

É uma Sociedade por Quotas;

É a maior empresa de táxis a operar em Capital, com uma quota de mercado superior a 80%;

Serve cerca de um milhão de habitantes portugueses anualmente;

Em 31 de Dezembro de 2011, conta com uma frota de 2892 viaturas disponíveis em turnos rotativos;

A que se juntam mais de dois mil taxistas, em constante actividade;

Por tudo isto, somos líderes de mercado.

Evolução da actividade

Procura e Oferta

Ano

Número de

Expresso

Números

Taxistas

Velocidade

Taxa de

viagens

em km

da frota

de

Média (em

ocupação

 

serviço

km/h)

2007

<9.000.000

<59.000.000

2740

1955

43

58%

2008

<9.500.000

<62.000.000

2789

1970

41

63%

2009

<9.500.000

<60.000.000

2820

1990

45

60%

2010

<10.000.000

<67.000.000

2843

1998

43

66%

2011

>10.000.000

>70.000.000

2892

2013

44

70%

Desempenho Operacional (em €)

Ano

Receita /

Receita /

Custo /

Custo /

passageiro

passageiro km

passageiro

passageiro km

2007

3,90

0.67

2.05

0.32

2008

3.75

0.61

1.90

0.30

2009

3.82

0.67

2.03

0.34

2010

4.30

0.71

2.22

0.37

2011

4.37

0.72

2.10

0.36

Margem de Lucro (em €)

Ano

Por passageiro

Por km

2007

1.85

0.35

2008

1.85

0.31

2009

1.79

0.33

2010

2.08

0.34

2011

2.27

0.36

Relatório & Contas

2014

Relatório & Contas 2014

Mensagem do Administrador

2014 foi um ano difícil. Foi com enorme pesar que fomos forçados a realizar uma substancial redução do número de taxistas efetivos da empresa, dispensando trabalhadores que há tanto anos nos ofereciam a sua enorme capacidade de trabalho e dedicação. No ano anterior, em 2013, já tínhamos procedido a pequenos reajustamentos do número de trabalhadores e da frota automóvel, devido à quebra de receitas sofrida desde que os Tuk Tuk começaram a atuar no mercado e, mais concretamente, desde que, em Novembro de 2011, os Tuk Tuk ecológicos beneficiaram de uma licença de atividade e circulação, iniciando a sua atividade no início de 2012, algo com que não contávamos. Contudo, 2014 foi um ano ainda pior face ao transacto, em que a diminuição das nossas receitas no valor aproximado de 3.000.000 nos obrigou a despedir 420 trabalhadores e a vender 510 viaturas.

Talvez a população de Capital e os turistas que a visitam estejam, agora, mais habituados do que nos anos anteriores a novas formas de prestação de serviços de circulação rodoviária

na cidade. Cumpre-nos mostrar-lhes no ano que aí vem que continua a não haver nada

como um táxi: temos de reforçar a publicidade, passar a mensagem de que somos os que oferecemos mais segurança, mais disponibilidade e flexibilidade de percursos, os que oferecemos melhores atendimentos e os únicos com um serviço personalizado. Nessa ótica, reforçaremos as ações de formação de atendimento ao cliente, para que os nossos trabalhadores estejam a par das mais recentes e inovadoras formas de tratamento de quem continua, lealmente, a escolher os nossos táxis. É um investimento pesado, numa altura de constrições, mas o mercado está ferozmente competitivo e não podemos deixar que a concorrência desleal de alguns nos desvie do nosso potencial de crescimento.

O Administrador,

Tiago Fonseca

Evolução da atividade

Procura e Oferta

Ano

Número de

Expresso

Números

Taxistas

Velocidade

Taxa de

viagens

em km

da frota

de

Média (em

ocupação

 

serviço

km/h)

2010

<10.000.000

<67.000.000

2843

1998

43

66%

2011

>10.000.000

>70.000.000

2892

2013

44

70%

2012

<10.000.000

<66.000.000

2905

2017

44

64%

2013

<9.000.000

<58.000.000

2750

1955

45

57%

2014

<8.000.000

<50.000.000

2240

1535

42

53%

Desempenho Operacional (em €)

Ano

Receita /

Receita /

Custo /

Custo /

passageiro

passageiro km

passageiro

passageiro km

2010

4.30

0.71

2.22

0.37

2011

4.37

0.72

2.10

0.36

2012

4.25

0.70

2.23

0.38

2013

3,87

0.65

2.08

0.34

2014

3,60

0.63

2.10

0.34

Margem de Lucro (em €)

Ano

Por passageiro

Por km

2010

2.08

0.34

2011

2.27

0.36

2012

2.02

0.32

2013

1.79

0.31

2014

1.50

0.29