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DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO:
DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015
PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015
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Nº 14.848
João Pessoa-PB • Disponibilização: quarta-feira, 08 de julho de 2015
Publicação: quinta-feira, 09 de julho de 2015 – (Lei nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006, art. 4)
ANO XLVI
ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA

PORTARIA GAPRE N.º 1.421, DE 06 DE JULHO DE 2015.O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o que consta do Processo Adminis-

trativo nº 362.594-0, RESOLVE: Designar o servidor Rodolfo Deodato da Silva, Técnico Judiciário, matrícula:

nº 477.628-3, lotado no Banco de Recursos Humanos da Comarca de Boqueirão, para exercer a função de

Confiança de Chefe de Central de Mandados, nível I, da mesma Comarca. Gabinete da Presidência do Tribunal

de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, segunda-feira, 06 de julho de 2015. Desembargador Marcos

Cavalcanti de Albuquerque - Presidente

PORTARIA GAPRE N.º 1429/2015, DE 06 DE JULHO DE 2015 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo

administrativo nº 359.703-2 RESOLVE exonerar, a pedido, ITAGIBA PRAXEDES DOS SANTOS, do cargo efetivo

de Técnico Judiciário, Símbolo PJ-SFJ-002, lotado no Banco de Recursos Humanos da Comarca de Catolé do

Rocha, com efeito retroativo ao dia 10.01.2015. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 06 de julho de 2015. Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquer- que - Presidente

PORTARIA GAPRE Nº 1450, DE 08 DE JULHO DE 2015. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo administra- tivo nº 366399-0, RESOLVE: designar LÍRIA FERNANDES DE MELO, ocupante do cargo efetivo de Técnico Judiciário, matrícula nº 469244-6, lotada no Banco de Recursos Humanos da Comarca da Capital, para atuar no cumprimento da Meta 6 de 2015 do Conselho Nacional de Justiça. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 08 de julho de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – Presidente.

PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 363.189-3 - TERMO DE RATIFICAÇÃO Nº 023/2015 - Em harmonia com o parecer da Diretoria de Processo Administrativo e com arrimo no art. 25, inciso I da Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores, autorizo a contratação direta, por inexigibilidade de licitação, em favor da empresa LEX EDITORA S/A, referente aos serviços de contratação da Revista online Magister.net – Lex editora, por um período de 12 (doze) meses, destinados aos Desembargadores, magistrados e assessores de gabinete deste

Tribunal de Justiça, no valor total de R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais). - Publique-se. - João Pessoa, 30

de junho de 2015. - DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

O Excelentíssimo Senhor Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba NÃO TOMOU

CONHECIMENTO dos seguintes processos de DIÁRIAS: Processos/Interessados: 2015.019.701 – Carlos Antônio Gonçalves Cruz; 2015.026.617 – Carlos Antônio Gonçalves Cruz; 2015.019.291 – José Carlos Florêncio Cavalcanti

ATOS DA DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS
ATOS DA DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

PORTARIA DIGEP Nº 34/2015 O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, conforme o Ato da Presidência nº005/2011, resolve: transferir o gozo das férias, já deferidas e publicadas, do(s) servidor(es) abaixo relacionado(s): PROCESSO / MATRÍCULA / SERVIDOR / NOVO PERÍODO / PERÍODO AQUISITIVO - 2015015516 - 470.011-2 - Cleonice Mendes B da Silva

- 06/04/2015 a 05/05/2015 - 2012/2013; 2015026166 - 469.544-5 - José Vieira da Silva - 25/06/2015 a 24/07/2015

- 2014/2015; 2015027605 - 476.645-8 - Luis Carlos Alonso de Andrade - 18/04/2016 a 17/05/2016 - 2014/2015; 2015027576 - 477.573-2 - Pollyanna de Sena Gonçalves - 13/10/2015 a 27/10/2015 - 2014/2015; 2015027283 -

473.474-2 - Priscila Capela C P. da Silva - 31/08/2015 a 29/09/2015 - 2014/2015 2015026422 - 471.347-8 - Rosângela Felício da Silva - 01/10/2015 a 30/10/2015 - 2013/2014. Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa,08 de julho de 2015. José Antônio Coelho Cavalcanti

- Diretor de Gestão de Pessoas

O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de

suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º15/2015, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados: PROCESSO / INTERESSADO / ASSUNTO - 2015023653 - Agapito Fernandes Pinheiro - Indica- ção de substituto; 366.649-2 - Anderley Ferreira Marques - Alteração de dados cadastrais; 2015026107 - Antônio Reginaldo Nunes e outros - Jetom; 2015026560 - Bartolomeu C Lima Filho e outros - Jetom; 366.379- 5 - Maria Mônica de Almeida - Anotação na ficha funcional; 2015023612 - Marleide de Farias F. F. Costa - Indicação de substituto; 2015026705 - Rosane Guedes Brito - Indicação de substituto; 2015025671 - Suzana Fernandes Santos - Indicação de substituto.

O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas

atribuições, conforme o Ato da Presidência n º15/2015, INDEFERIU os seguintes processos abaixo relaciona- dos: PROCESSO / INTERESSADO / ASSUNTO - 360.606-6 - Marília Sales de Vasconcelos - Pagamento de

retroativo de Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional. Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa,08 de julho de 2015. José Antônio Coelho Cavalcanti

- Diretor de Gestão de Pessoas

DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA
DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA

A PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

, FORMULADO PELA BRASTEX S/A. ATO CONTÍNUO, REMETAM-SE OS AUTOS AO GABINETE DO EMINENTE

RELATOR, EM CUMPRIMENTO A PARTE FINAL DO DESPACHO DE FL. 520.

INDEFIRO O PEDIDO CONTIDO NA PETIÇÃO DE FL. 523

CHO NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO: “

RECURSO ESPECIAL– Nº. 0101009-47.2008.2001. RECORRENTE: BRASTEX S/A – ADV.: RODRIGO NÓBRE- GA FARIAS E OUTROS. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTADO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA.

A PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

CHO NOS PROCESSOS ABAIXO IDENTIFICADOS: “

,

INADMITO O RECURSO ESPECIAL.

PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

MESA DIRETORA Órgãos Julgadores Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Des. José Ricardo Porto
MESA DIRETORA
Órgãos Julgadores
Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque
(Presidente)
Des. José Ricardo Porto
(Vice-Presidente)
Des. Arnóbio Alves Teodósio
(Corregedor-Geral de Justiça)
PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL
SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL
SESSÕES QUINZENAIS:
SESSÕES QUINZENAIS:
Quarta-feira, às 08:30h
Quarta-feira, às 09:00h
Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho
(Ouvidor)
Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira
(Ouvidor Substituto)
Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira
Des. José Ricardo Porto
Des. Leandro dos Santos (Presidente)
Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos
Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho
Desª Maria de Fátima Morais Bezerra Cavalcanti
Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides
Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira
Des. João Alves da Silva (Presidente)
Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho
Desª Maria das Graças Morais Guedes
Des. José Aurélio da Cruz
Bel. Robson de Lima Cananéa
(Diretor Especial)
PRIMEIRA CÂMARA
ESPECIALIZADA CÍVEL
TERCEIRA CÂMARA
ESPECIALIZADA CÍVEL
CÂMARA ESPECIALIZADA
CRIMINAL
CONSELHO DA MAGISTRATURA
SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h
SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h
SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h
SESSÕES: Terça-feira e
Quinta-Feira, a partir das 09:00h
Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque
(Presidente)
Des. José Ricardo Porto
Des. Arnóbio Alves Teodósio
Des. José Ricardo Porto (Presidente)
Des. Leandro dos Santos
Desª. Maria de Fátima M. Bezerra Cavalcanti
Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides
(Presidente)
Des. José Aurélio da Cruz
Desª Maria das Graças Morais Guedes
MEMBROS EFETIVOS
Des. João Alves da Silva
Des. Leandro dos Santos
Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira
SEGUNDA CÂMARA
ESPECIALIZADA CÍVEL
Des. Joás de Brito Pereira Filho
Des. João Benedito da Silva (Presidente)
Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior
Des. Carlos Martins Beltrão Filho
Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos
QUARTA CÂMARA
ESPECIALIZADA CÍVEL
SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h
TRIBUNAL PLENO
SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h
SESSÕES QUINZENAIS:
SUPLENTES
Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho
(1º suplente)
José Aurélio da Cruz (2º suplente)
Oswaldo Trigueiro do Valle Filho (3º suplente)
Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda
Ferreira (Presidente)
Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos
Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho
Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira
Des. João Alves da Silva
Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho
(Presidente)
Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h
e das 14:00h às 18:00h

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA – Praça João Pessoa, s/n - CEP 58.013-902 • João Pessoa-PB - Fone: (83) 3216-1400 • Internet: www.tjpb.jus.br • e-mail: tjpb@tj.pb.gov.br • twitter: @TJPBNoticias

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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RECURSO ESPECIAL N.º 0022977-52.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA- DO POR SEU PROCURADOR
RECURSO ESPECIAL N.º 0022977-52.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: FRANCISCO DE ASSIS
RAIMUNDO – ADV.: ÊNIO SILVA NASCIMENTO.
RECURSO ORDINÁRIO Nº. 2004621-27.2014.815.0000. RECORRENTE: NATÁLIA MARIA DE FREITAS BRITO
- ADV.: JOCÉLIO JAIRO VIEIRA. RECORRIDO: PRESIDENTE DA PBPREV – PARAÍBA PREVIDÊNCIA,
REPRESENTADO POR SEU PROCURADOR DANIEL GUEDES DE ARAÚJO.
RECURSO ESPECIAL N.º 0088682-31.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: SANDRO JOSÉ BRANDÃO
O
Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do
Estado da Paraíba, DEFERIU os seguintes processos PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: 364.357-3 –
ADV.: ÊNIO SILVA NASCIMENTO E OUTROS.
Solicitação – Roberto Claudino da Silva; 362.527-3 – Solicitação – Isabella Coutinho Marcelino Motta; 365.804-0
Solicitação – Adriana Barreto Lóssio de Sousa/outros; 365.089-8 – Frequencia – Tatyane Mendonça de Andrade;
RECURSO ESPECIAL N.º 0026673-96.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: CLÉCIO FÉLIX DE FARIAS
362.974-1 – Solicitação – Margarita Farias de Lima; 364.306-9 – Licença para tratamento de Saúde – Maria dos
Remédios Pordeus Pedrosa Veloso de França
ADV.: JOSINALDO LUCAS DE OLIVEIRA.
O
Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do
RECURSO ESPECIAL N.º 0049726-09.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: LEE ANDERSON DALIA DE
CASTRO – ADV.: PAMELA CAVALCANTI DE CASTRO.
Estado da Paraíba, DEFERIU PARCIALMENTE o seguinte processo PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO:
365.499-1 – Solicitação – Dejoces Ferreira Sales; 365.331-5 – Solicitação – José Gutemberg Meireles Viana;
365.414-1 – Solicitação – Ronaldo de Araújo Silva
RECURSO ESPECIAL N.º 0010658-52.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: PEDRO PAULO GOMES
SIMÃO – ADVS.: ÊNIO SILVA NASCIMENTO E GUSTAVO MAIA RESENDE LÚCIO.
O
Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do
Estado da Paraíba, INDEFERIU os seguintes processos PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: 362.770-5 –
Solicitação – Ney Robson Pereira de Medeiros
RECURSO ESPECIAL N.º 0113764-64.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDOS: ANTÔNIO LUIZ DE MEDEI-
ROS E OUTROS – ADVS.: ANA CRISTINA DE OLIVEIRA VILARIM E OUTRA.
O
Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal
RECURSO ESPECIAL N.º 0034628-81.2013.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: JOSINALDO PEREIRA DA
SILVA – ADVS.: UBIRATÃ FERNANDES DE SOUZA E OUTROS.
Justiça do Estado da Paraíba, determinou o ARQUIVAMENTO dos seguintes processos PROCESSO/
ASSUNTO/INTERESSADO: 362.560-5 – Solicitação – Inácio Jário Queiroz de Albuquerque; 348.978-7 –
Solicitação – Meales Medeiros de Melo; 363.367-5 – Solicitação – Leila Cristiani Correia de Freitas e Sousa/
outros; 359.412-2 – Solicitação - Maria das Dores Pereira Barros; 359.422-0 – Solicitação – Tribunal de
Justiça do Paraná
RECURSO ESPECIAL Nº. 0002318-31.2012.815.0231. RECORRENTE: MUNICÍPIO DE MATARACA – REPRESEN-
TADO NESTE ATO PRO SUA PROCURADORA KARLA SUIANY ALMEIDA M. GUEDES. RECORRIDO: LARISSA
MARIA QUEIROGA MELO PEREIRA ADV.: IRIO DANTAS DA NÓBREGA E NÍVEA DANTAS DA NÓBREGA.
DESPACHOS DOS(AS) DESEMBARGADORES(AS)
Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos
RECURSO ESPECIAL – Nº. 0109936-60.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESEN-
TADO POR SEU PROCURADOR: ROBERTO MIZUKI. RECORRIDO: LIND ROSECLER DE SOUSA E SILVA –
ADV.: ANDREA HENRIQUE DE SOUSA E SILVA.
RECURSO ESPECIAL - Nº 0028122-60.2011.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SUA PROCURADORA: FERNANDA BEZERRA BESSA GRANJA. RECORRIDO: RICARDO LUIZ DA
SILVA – ADV.: ENIO SILVA NASCIMENTO E OUTROS.
RECURSO ESPECIAL - Nº 0075148-20.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR: WLADIMIR ROMANIUC NETO. RECORRIDO: FRANCISCO ALVES DOS
SANTOS – ADV.: WILLAMACK JORGE DA SILVA MANGUEIRA.
AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2012133-61.2014.815.0000. ORIGEM: CAPITAL - 5A. VARA CIVEL.
RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Jose Camilo Macedo Marinho. ADVOGA-
DO: Jose Camilo Macedo Marinho. AGRAVADO: Unibanco S/a. ADVOGADO: Celso Marcon. PROCESSU-
AL CIVIL e CIVIL ¿ Agravo de instrumento ¿ Sentença prolatada ¿ Movimentação no site do Tribunal ¿
Informação revestida de fé pública ¿ Perda do objeto recursal ¿ Recurso prejudicado ¿ Seguimento
negado. - Uma vez prolatada sentença na ação principal, o agravo de instrumento perdeu seu objeto,
devendo ter seu seguimento negado, nos termos do art. 557, ¿caput¿, do CPC. - Segundo a dicção do art.
557 do CPC, o relator, por meio de decisão monocrática, negará seguimento ao recurso que estiver
manifestamente prejudicado ou em consonância com a jurisprudência do tribunal de segundo grau ou dos
tribunais superiores. Vistos etc. Por tais razões, NEGA-SE SEGUIMENTO ao recurso de agravo de
instrumento interposto por entender que o mesmo encontra-se prejudicado, o que se faz com fundamento
nos artigo 557 do CPC e precedentes do STJ.
RECURSO ESPECIAL Nº 0082708-13.2012.815.2001. RECORRENTE: ANTÔNIO FIGUEIREDO RAMOS JÚNI-
OR – ADV. HILDEBRANDO COSTA ANDRADE. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTADO POR
SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA.
AGRAVO REGIMENTAL N° 0081538-97.2012.815.2003. ORIGEM: CAPITAL - 4A. VARA REGIONAL DE MANGA-
BEIRA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Jose Cezar Bento. ADVOGADO:
RECURSO ESPECIAL N.º 0067735-53.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: ANTÔNIO MARCOS DE
ARAÚJO PRIMO – ADV.: WILLAMACK JORGE DA SILVA MANGUEIRA.
RECURSO ESPECIAL N.º 0079675-15.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR RENAN DE VASCONCELOS NEVES. RECORRIDO: DAMIÃO SOARES GOMES
ADV.: WILLAMACK JORGE DA SILVA MANGUEIRA.
RECURSO ESPECIAL N.º 0116385-34.2012.815.2001. RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTA-
DO POR SEU PROCURADOR GILBERTO CARNEIRO DA GAMA. RECORRIDO: ANTÔNIO GONÇALVES DE
ALMEIDA NETO – ADV.: PAMELA CAVALCANTI DE CASTRO.
Emerson Neves de Siqueira. AGRAVADO: Banco Bradesco Financiamentos S/a. ADVOGADO: Humberto Luiz
Teixeira. PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação Cível ¿ Ação revisional de financiamento c/c repetição de indébito ¿
Termo de transação extrajudicial ¿ Desistência implícita do recurso ¿ Seguimento negado. A transação é negócio
jurídico através do qual as partes põem fim ao litígio. O termo de transação extrajudicial firmado pelo recorrente
com o recorrido implica na desistência implícita do recurso. O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar
seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto
com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal
Superior. Vistos etc. Sendo assim, não conheço do presente recurso, negando-lhe seguimento, tendo em
vista o acordo judicial firmando entre as partes, devendo os presentes autos retornar ao juízo de origem
para fins de homologação e outras providências que entender cabíveis.
RECURSO ESPECIAL– Nº. 0000006-40.2011.815.0321. RECORRENTE: MARIA JOSÉ DE ASSIS – ADV.:
MARCOS ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE SANTA LUZIA/PB – ADV.: RONALDO
PAULO DA SILVA.
AGRAVO REGIMENTAL N° 0096383-37.2012.815.2003. ORIGEM: CAPITAL - 4A. VARA REGIONAL DE
MANGABEIRA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Santander Leasing S/a
Arrendamento Mercantil. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. AGRAVADO: Antonio de Almeida
Cardoso. ADVOGADO: Luciana Ribeiro Fernandes. PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação Cível ¿ Ação cautelar
de exibição de documento ¿ Termo de transação extrajudicial ¿ Desistência implícita do recurso ¿ Seguimen-
to
negado. A transação é negócio jurídico através do qual as partes põem fim ao litígio. O termo de transação
RECURSO ESPECIAL Nº. 0001151-16.2012.815.0251. RECORRENTE: SYNARA DE BRITO COSTA. – ADV.
DAMIÃO GUIMARÃES LEITE. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE QUIXABA-PB – ADV. ADALBERTO JOSÉ FER-
NANDES ALVES.
A PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA PROFERIU O SEGUINTE DESPA-
CHO NOS PROCESSOS ABAIXO IDENTIFICADOS: “
,
REMETER OS AUTOS AO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, COM AS CAUTELAS LEGAIS
ADMITO O RECURSO ORDINÁRIO, DEVENDO-SE
extrajudicial firmado pelo recorrente com o recorrido implica na desistência implícita do recurso. O art. 557,
caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível,
improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo
tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Vistos etc. Sendo assim, não conheço do
presente recurso, negando-lhe seguimento, tendo em vista o acordo judicial firmando entre as partes,
devendo os presentes autos retornar ao juízo de origem para fins de homologação e outras providên-
cias que entender cabíveis.
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, § 6º e art. 8º da Resolução nº 24, de 29 de junho
de 2011, com a redação dada pela Resolução nº 73 do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do
Tribunal de Justiça do dia 10 de julho de 2015, será exercido pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador e servidores abaixo nominados:
DIA
DESEMBARGADOR
JOÃO ALVES DA SILVA
SERVIDORES
GERÊNCIA DE
DIRETORIA
10/07
GERÊNCIA DE PROTOCOLO
E DISTRIBUIÇÃO
PROCESSAMENTO
JURÍDICA
DIRETORIA DE TECNOLOGIA
DA INFORMAÇÃO
DIRETORIAADMINISTRATIVA
(MOTORISTA)
3216-1475/1674
3216-1536/1659/1660
3216-1592/1416/1806
3216-1439/1404/1405
3216-1530/1473
Diana Cristina Santos
Ricardo Cavalcanti de Oliveira
Wallene Ribeiro Aranha – Oficial de Justiça
Ronaldo Rafael Gomes Filho
Gustavo de Queiroz Vilar Trigueiro
Gilson de
Souza Melo
Francisco de Assis
de Lima Araújo
Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 08 de julho de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA. Diretor Especial.
ENDEREÇO DE PLANTÃO
Praça João Pessoa s/n, CEP 58013-902 – João Pessoa (PB)
TELEFONES
TJ - 3216-1400; Portaria do TJ - 3216-1515; Diretoria Judiciária – 3216-1536; Gerência de Protocolo e
Distribuição – 3216-1475; Diretoria Jurídica – 3216-1592; Diretoria de Tecnologia da Informação - 3216-1439
DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL
Gerência de Comunicação
DIÁRIO DA JUSTIÇA
PODER
JUDICIÁRIO
Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio
TRIBUNAL
Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO “DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR”
DE JUSTIÇA
DA PARAÍBA
Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP 58011-020 • João Pessoa / PB • Contato: (83) 3216-1629 (Supervisão) 3216-1818 e 3216-1420 (Apoio)
site: www.tjpb.jus.br • e-mail: diajustica@tjpb.jus.br
DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0115464-75.2012.815.2001. ORIGEM: CAPITAL - 6A. VARA DA

REEXAME NECESSÁRIO N° 0000954-60.2014.815.0261. ORIGEM: PIANCO - 2A. VARA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. JUÍZO: Adriana Barbosa Albino. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. POLO

FAZENDA PUB

RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Andre Tavares Fernandes E

Pbprev- Paraiba Previdencia, Rep. P/sua Proc. Renata Franco Feitosa Mayer. ADVOGADO: Gustavo Maia Resende Lucio. APELADO: Os Mesmos. PROCESSUAL CIVIL ¿ Remessa oficial e apelações cíveis ¿ ¿ ação

PASSIVO: Municipio de Emas. ADVOGADO: Jose Marcilio Batista. PROCESSUAL CIVIL ¿ Ação de cobrança - Reexame necessário ¿ Inexistência ¿ Valor inferior a 60 (sessenta) salários mínimos - Inteligência do art. 475,

ordinária de revisão de proventos de reforma c/c pedido de cobrança¿ ¿ Militar - Adicional por tempo de serviço, Adicional de Inatividade e Auxílio por invalidez- Omissão quanto à apreciação da legalidade ou ilegalidade do congelamento do auxílio invalidez ¿ Sentença ¿citra petita¿ - Nulidade do ¿decisum¿ - Decretação ¿ex officio¿

§

2º, do CPC ¿ Aplicação do art. 557, caput, do CPC e da Súmula 253 do STJ - Não conhecimento. - Conforme

intelecção do § 2º do art. 475 do Código de Processo Civil, não está sujeita ao duplo grau de jurisdição obrigatório

a

sentença que o direito controvertido for de valor certo não excedente a 60 (sessenta) salários mínimos. -

-

Necessidade de prolação de nova decisão ¿ Retorno dos autos ao magistrado singular ¿ Provimento ao

Conquanto o ¿quantum¿ condenatório não conste da parte dispositiva da sentença, se, ainda que acrescido de

Reexame Necessário e recursos voluntários prejudicados. A sentença que se omite na apreciação de determi- nado pedido incorre em vício ¿citra petita¿, cuja consequência é a declaração de nulidade do decisório e dos atos processuais dele dependentes, bem como o retorno dos autos ao Juízo ¿a quo¿, para prolatação de novo veredicto. - Havendo julgamento aquém do pedido, correta é a decretação de nulidade da sentença ¿ex officio¿,

juros de mora e de correção monetária, por simples cálculo aritmético for possível constatar que não excede ele

60 (sessenta) salários mínimos, sendo, portanto, manifestamente líquido, não há que se falar em reexame

necessário, bem como em aplicação da Súmula nº 490 do STJ. ¿O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior¿ (art. 557 do CPC). - ¿Súmula 253, STJ: O art. 557, do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessá- rio.¿. Vistos, etc. Por tais razões, com fulcro no art. 557, ¿caput¿, do Código de Processo Civil, nego seguimento à remessa necessária.

a

e

o encaminhamento ao juiz de origem para que outra seja proferida. Vistos, etc. Pelo exposto, DOU PROVIMEN-

TO ao reexame necessário, para anular o ¿decisum a quo¿, determinando o retorno dos autos ao Juízo ¿a quo¿,

fim de que seja proferida nova decisão, enfrentando a integralidade dos pedidos deduzidos pelas demandantes. Recursos voluntários prejudicados.

a

APELAÇÃO N° 0020658-72.2010.815.0011. ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 2A. VARA DA FAZENDA PUB RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Maria da Conceicao Maranhao. ADVOGADO:

 

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides

 

Jose Washington Machado. APELADO: Pbprev- Paraiba Previdencia, Rep. P/sua Proc. Renata Franco

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0068962-78.2012.815.2001. ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Pbprev Representado Por Sua

Feitosa Mayer. PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação Cível¿ ¿Ação ordinária de cobrança¿ ¿ Pensão por Morte

¿

Sentença improcedente ¿ Irresignação ¿ Ausência de impugnação aos termos precisos da sentença ¿

Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer E Outros E Remetente : Juízo de Direito da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. APELADO: Wilson Antonio dos Santos. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. - REMESSA OFICIAL

Ofensa ao princípio da dialeticidade ¿ Precedentes do STJ ¿ Art. 557, ¿caput¿, do CPC ¿ Seguimento

E

APELAÇÃO CÍVEL ¿ SENTENÇA ILÍQUIDA ¿ CONHECIMENTO DA REMESSA ¿ AÇÃO ORDINÁRIA DE

negado. ¿ A ausência de ataque direto aos fundamentos da decisão recorrida, impossibilita a delimitação da atividade jurisdicional em segundo grau, e impõe o não conhecimento do recurso por não-observância ao

princípio da dialeticidade previsto no artigo 514, inciso II, do Código de Processo Civil. ¿ Segundo o preceito normativo delineado pelo art. 557 do Código de Processo Civil, o relator, por meio de decisão monocrática, negará seguimento a recurso que estiver manifestamente prejudicado ou em consonância com a jurisprudên- cia do Tribunal de segundo grau ou dos Tribunais Superiores. Vistos, etc. Isto posto, NEGO SEGUIMENTO

REVISÃO DE PROVENTOS ¿ PROCEDÊNCIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ CONGELAMENTO DE ANUÊNIOS DE MILITARES E ADICIONAL DE INATIVIDADE ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 ¿ IMPOSSIBILIDADE ¿ CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO ¿ MP Nº 185/12 ¿ ABRANGÊNCIA DOS MILITARES À MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS ¿ MATÉRIA DECIDIDA POR INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA NO TJPB ¿ PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA E SEGUI- MENTO NEGADO AO RECURSO APELATÓRIO. Os policiais militares, servidores de regime especial com estatuto próprio, não são abrangidos pelas normas direcionadas aos servidores públicos civis. ¿ A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº 2000728-62.2013.815.0000, de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual ¿julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares do Estado

apelação cível , nos termos do art. 557, ¿caput¿, do Código de Processo Civil1, mantendo, ¿in totum o decisum a quo¿.

à

APELAÇÃO N° 0046338-06.2010.815.2001. ORIGEM: CAPITAL - 15A. VARA CIVEL. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Bradesco Financiamentos S/a. ADVOGADO: Celso Marcon. APELADO:

Luciano Marinho de Medeiros. ADVOGADO: Bruno Maia Bastos. PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação Cível ¿

da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/2012, que

Ação revisional de contrato c/c repetição do indébito, danos morais e tutela antecipada ¿ Juntada de guia de depósito de valor referente à condenação ¿ Aquiescência com a decisão vergastada ¿ Desistência tácita do recurso ¿ Art. 503, do CPC ¿ Seguimento negado. A prática de atos incompatíveis com o interesse em recorrer

ocorreu em 25/01/2012, posteriormente convertida na lei nº 9.703/2012

¿.

Vistos etc. - Pelo exposto, NEGO

SEGUIMENTO AO RECURSO APELATÓRIO E DOU PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA OFICIAL, apenas para determinar o marco do congelamento com a MP nº 185/2012, mantendo a sentença em seus demais termos.

é

pressuposto negativo de admissibilidade recursal. ¿Art. 503. A parte, que aceitar expressa ou tacitamente

sentença ou a decisão, não poderá recorrer. Parágrafo único. Considera-se aceitação tácita a prática, sem reserva alguma, de um ato incompatível com a vontade de recorrer. O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Vistos etc. Sendo assim, NÃO CONHEÇO do presente recurso, NEGAN-

a

DO-LHE SEGUIMENTO, tendo em vista o depósito efetuado, devendo os presentes autos retornar ao juízo de origem para fins das providências de direito.

 

Dr. José Guedes Cavalcanti Neto

 

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0010195-52.2009.815.2001. ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Remetente : Juízo de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital E Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador, Bruno Gomes Benigno Sobral. APELADO: Tnl Pcs S/a. ADVOGADO:

Wilson Sales Belchior E Outros. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA ILÍQUIDA. CONHECI-

 
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

O

 

Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, escudado no art. 1º, I, do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, faz publicar abaixo, em estrito cumprimento ao disposto no art. 3º, III, da Resolução

 

34, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 18 de novembro de 2009, c/c o art. 3º, III, da Resolução 73, do Conselho Nacional de Justiça, de 28 de abril de 2009, a relação das diárias concedidas a servidores e

magistrados integrantes do Tribunal:

 
 

Diárias concedidas

 
 

NOME/INTERESSADO

PROCESSO Nº

CARGO/FUNÇÃO

 

DESTINO

PERÍODO DE AFASTAMENTO

 

ATIVIDADE

 

Ramonilson Alves Guedes

366.707-3

Juiz de Direito

 

João Pessoa

10

a 11/06/2015

Participar da 2ª reunião de avaliação da estratégia priorização do 1º Grau. Cumprir diligências referentes ao Plantão Judiciário

Airton Romeu Feitosa Bezerra

366.637-9

Oficial de Justiça

Sapé

25/06/2015

Gilberto de Medeiros Rodrigues

366.698-1

Juiz de Direito

João Pessoa

10

a 11/06/2015

Participar de reunião administrativa e reu- nião da RAE Em substituição

Hygina Josita Simões de A. Bezerra Agamenilde Dias Arruda V. Dantas Renan do Valle Melo Marques

366.690-5

Juiz de Direito Juiz de Direito Juiz de Direito

Pedras de Fogo Patos João Pessoa

16, 17 e 18/06/2015

366.704-9

17

a 18/06/2015

Proferir palestra, promovida pela ESMA Participar de reunião com a Presidência do TJPB Em substituição

366.676-0

25/06/2015

Renan do Valle Melo Marques Mirian Ferreira de Lima

366.677-8

Juiz de Direito Assistente Social

 

Brejo do Cruz e Catolé do Rocha Cuité

09, 11, 29 a 30/06/2015

366.640-9

27

a 29/06/2015

Ministrar curso para pretendentes à ado- ção Em substituição Cumprir diligências, por força da Portaria GAPRE nº 1.254/2013 Conduzir Juiz Auxiliar da Presidência

Philippe Guimarães Padilha Vilar Pablo Forlan de Souza Nóbrega

366.673-5

Juiz de Direito Oficial de Justiça

 

Catolé do Rocha Barra de Santa Rosa

30/06 a 01/07/2015 24/06 a 03/07/2015

366.616-6

Ailson Melo de Moraes Philippe Guimarães Padilha Vilar

366.664-6

Motorista Juiz de Direito

 

Campina Grande

 

07/07/2015

336.674-3

João Pessoa

02

a 03/07/2015

Participar de reunião convocada pela Pre-

sidência do TJPB Participar de reunião convocada pela Pre- sidência do TJPB Celebrar casamentos conforme determi- nação da Presidência do TJPB

Barbara Bortoluzzi Emmerich

366.672-7

Juiz de Direito

João Pessoa

02/07/2015

Gilberto de Medeiros Rodrigues

366.699-9

Juiz de Direito

Alagoa Grande

02/07/2015

José Humberto de Morais Bezerra

366.711-1

Motorista

Itaporanga e Piancó

01

a 02/07/2015

Conduzir servidores para realização de ati- vidades da Meta 04, do CNJ Conduzir equipamentos de informática para manutenção e magistrados para reunião Cumprir diligências referentes ao Plantão Judiciário Realizar atividades inerentes à Meta 04 do CNJ Atender determinação da Presidência do TJPB Participar de reunião na UEPB, para apri- moramento da prestação jurisdicional Realizar atribuições da Diretoria Jurídica Conduzir Diretor do Fórum Realizar atribuições da Diretoria Jurídica Atender solicitação da Diretoria do Fórum Realizar atividades atinentes ao Regime de Jurisdição Conjunta

José Maciel de Negreiros

366.679-4

Motorista

João Pessoa

01, 02 e 03/07/2015

Otávio Luiz de Araújo

366.709-0

Motorista

Umbuzeiro

 

01/07/2015

Liz Rogéria Morais Fernandes

366.713-8

Assessor de Gabinete

Itaporanga e Piancó

01/07/2015

Luiz Fabiano Alves

366.655-7

Supervisor

Campina Grande

06/07/2015

Eduardo José de Carvalho Soares

366.665-4

Juiz de Direito

Campina Grande

07/07/2015

Magda Lygia de Albuquerque Tateyama Gutemberg Ramos Barbosa Júnior George Baracuhy Cruz Viana Otávio Luiz de Franca Francisco de Assis Maximo Silva

366.656-5

Diretora Jurídica

Campina Grande João Pessoa Campina Grande Esperança Catolé do Rocha

06/07/2015

366.678-6

Motorista

02/07/2015

366.701-4

Assessor

06/07/2015

366.675-1

Motorista

26/06/2015

366.622-1

Assessor

30/06 e 01/07/2015

Maria de Fátima Fernandes Lacerda

366.542-9

Oficial de Justiça

 

São Bento

22

a 28/06/2015

Em cumprimento à Portaria GAPRE nº 1.343/2015 e diligência referente a plantão judiciário Conduzir Oficial de Justiça em diligência referente a plantão judiciário

Rosálio Gomes Sarmento

2015.028.704

Motorista

Cajazeiras

21/06/2015

Wallyson David Oliveira de Lima

2015.029.086

Técnico Judiciário

Mamanguape

17,

18, 19, 25 e 26/06; 01, 02, 03, 08, 09 e 10/07/2015

 

Em cumprimento à Portaria GA-

 

PRE nº 1.146/2015

 
 

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 08 de julho de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial.

   
DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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MENTO DA REMESSA. AÇÃO ANULATÓRIA. MULTA IMPOSTA PELO PROCON EM RAZÃO DE SUPOSTA PROPAGANDA ENGANOSA. TELEFONIA MÓVEL. PLANO EMPRESA. TARIFAÇÃO. SENTENÇA PROFERIDA NOS AUTOS DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA ENTENDENDO INEXISTIR PROPAGANDA ENGANOSA. COISA JULGA- DA ERGA OMNES. ANULAÇÃO DA DECISÃO ADMINISTRATIVA E INEXIGIBILIDADE DA MULTA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. PRECEDENTE NO TJPB. SEGUIMENTO NEGADO. ¿ ¿REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE ANULA- ÇÃO DE MULTAADMINISTRATIVAAPLICADA PELO PROCON. SERVIÇO DE TELEFONIA. AÇÃO CIVIL PÚBLICA JULGADA IMPROCEDENTE COM FUNDAMENTO NA INEXISTÊNCIA DE PROPAGANDA ENGANOSA. TARIFA- ÇÃO ZERO RESTRITAAPENAS ÀS LIGAÇÕES DENTRO DO MESMO GRUPO. COISA JULGADA ERGA OMNES. ANULAÇÃO DA DECISÃO PROFERIDA EM SEDE ADMINSTRATIVA. DESPROVIMENTO DA REMESSA OFICI- AL. A lei nº 7347/85 em seu art. 16 preleciona: A sentença civil fará coisa julgada erga omnes, nos limites da competência territorial do órgão prolator, exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas, hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova. (Redação dada pela Lei nº 9.494, de 10.9.1997) (REMESSA OFICIAL Nº 200.2009.002698-6/001 - Relator:

Ricardo Vital de Almeida (Juiz Convocado em substituição à Desa. Maria das Graças Morais Guedes)- Terceira Câmara Cível ¿ TJPB ¿ julgado em 1/05/2013)¿ Vistos, etc. - Por tais razões, aplicando o art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO aos recursos, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0020087-43.2013.815.2001. ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraíba Representado Por Seu Procurador Roberto Mizuri. APELADO:

Elmani Dias Novo. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento E Outro. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ SENTENÇA ILÍQUIDA ¿ CONHECIMENTO DA REMESSA ¿ AÇÃO DE REVISÃO DE REMUNERAÇÃO ¿ PROCEDÊNCIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ CONGELAMENTO DE ANUÊNIOS DE MILITARES ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 ¿ IMPOSSIBILIDADE ¿ CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO ¿ MP Nº 185/12 ¿ ABRANGÊNCIA DOS MILITARES À MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS ¿ MATÉRIA DECIDIDA POR INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA NO TJPB ¿ PROVIMENTO PARCIAL. Os policiais militares, servidores de regime especial com estatuto próprio, não são abrangidos pelas normas direcionadas aos servidores públicos civis. ¿ A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº 2000728-62.2013.815.0000, de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual ¿julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no

sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares do Estado da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/2012, que ocorreu em 25/01/

2012, posteriormente convertida na lei nº 9.703/2012

Vistos etc. - Pelo exposto, DOU PROVIMENTO

PARCIAL à remessa oficial e ao recurso apelatório, para determinar que o descongelamento seja efetuado até a entrada em vigor da MP nº 185/12, mantendo a sentença em seus demais termos.

¿.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0024656-63.2008.815.2001. ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador, Gustavo Nunes Mesquita E Remetente : Juízo de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. APELADO: Tnl Pcs S/a. ADVOGADO:

Wilson Sales Belchior E Outros. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA ILÍQUIDA. CONHECI- MENTO DA REMESSA. AÇÃO ANULATÓRIA. MULTA IMPOSTA PELO PROCON EM RAZÃO DE SUPOSTA PROPAGANDA ENGANOSA. TELEFONIA MÓVEL. PLANO EMPRESA. TARIFAÇÃO. SENTENÇA PROFERIDA NOS AUTOS DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA ENTENDENDO INEXISTIR PROPAGANDA ENGANOSA. COISA JULGA- DA ERGA OMNES. ANULAÇÃO DA DECISÃO ADMINISTRATIVA E INEXIGIBILIDADE DA MULTA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. PRECEDENTE NO TJPB. SEGUIMENTO NEGADO. ¿ ¿REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE ANULA- ÇÃO DE MULTAADMINISTRATIVAAPLICADA PELO PROCON. SERVIÇO DE TELEFONIA. AÇÃO CIVIL PÚBLICA JULGADA IMPROCEDENTE COM FUNDAMENTO NA INEXISTÊNCIA DE PROPAGANDA ENGANOSA. TARIFA- ÇÃO ZERO RESTRITAAPENAS ÀS LIGAÇÕES DENTRO DO MESMO GRUPO. COISA JULGADA ERGA OMNES. ANULAÇÃO DA DECISÃO PROFERIDA EM SEDE ADMINSTRATIVA. DESPROVIMENTO DA REMESSA OFICI- AL. A lei nº 7347/85 em seu art. 16 preleciona: A sentença civil fará coisa julgada erga omnes, nos limites da competência territorial do órgão prolator, exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas, hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova. (Redação dada pela Lei nº 9.494, de 10.9.1997) (REMESSA OFICIAL Nº 200.2009.002698-6/001 - Relator:

Ricardo Vital de Almeida (Juiz Convocado em substituição à Desa. Maria das Graças Morais Guedes)- Terceira Câmara Cível ¿ TJPB ¿ julgado em 1/05/2013)¿ Vistos, etc. - Por tais razões, aplicando o art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO aos recursos, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0098022-96.2012.815.2001. ORIGEM: 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Remetente : Juízo de Direito da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital E Estado da Paraíba Representado Por Sua Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Hermano Costa de Moura. ADVOGADO: Lucilene Araújo Andrade E Outro. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ SENTENÇA ILÍQUIDA ¿ CONHECIMENTO DA REMESSA ¿ AÇÃO DE REVISÃO DE ADICIONAL ¿ PROCEDÊNCIA PARCIAL ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ CONGELAMENTO DE ANUÊNIOS E ADICIONAL DE INATIVIDADE DE MILITA- RES ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 ¿ IMPOSSIBILIDADE ¿ CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO ¿ MP Nº 185/12 ¿ ABRANGÊNCIA DOS MILITARES À MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS ¿ MATÉRIA DECIDIDA POR INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE

JURISPRUDÊNCIA NO TJPB ¿ SEGUIMENTO NEGADO AOS RECURSOS APELATÓRIOS. ¿ Os policiais militares, servidores de regime especial com estatuto próprio, não são abrangidos pelas normas direcionadas aos servidores públicos civis. ¿ A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº 2000728-62.2013.815.0000, de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual ¿julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares do Estado da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/2012, que ocorreu em 25/01/2012, posteriormente convertida na lei nº

Vistos, etc. - Pelo exposto, aplicando o art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO AOS

RECURSOS, mantendo a sentença em todos os seus termos.

9.703/2012

¿.

APELAÇÃO N° 0000099-03.2013.815.0751. ORIGEM: 4ª Vara de Bayeux. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Itauleasing S/a. ADVOGADO: Nelson Paschoalotto E Outros. APELADO: Manoel Fernandes da Silva. ADVOGA- DO: Roberto Dimas Campos Junior E Outros. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE COBRANÇA ¿ VALOR RESIDU- AL GARANTIDO ¿ PROCEDÊNCIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ POSSIBILIDADE DE RESTITUIÇÃO ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA ¿ APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC ¿ SEGUIMENTO NEGADO. ¿ ¿Operada a rescisão do contrato e reintegrado o veículo na posse do arrendatário, afigura-se legítima a restituição dos valores pagos a titulo de VRG - Valor residual garantido, sobretudo em razão da vedação do enriquecimento sem causa no ordenamento jurídico pátrio.¿(TJDF; Rec 2012.01.1.149559-5; Ac. 769.991; Primeira Turma Cível; Rel. Des. Flavio Rostirola; DJDFTE 26/03/2014; Pág. 124) Vistos, etc. - Por tais razões, não conheço das contrarra- zões de fls. 99/105 e, nos moldes do art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso apelatório, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0000891-54.2013.815.0751. ORIGEM: 4ª Vara de Bayeux. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Caval- canti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Itauleasing S/ a. APELADO: Rildo Pereira Morais. ADVOGADO: Roberto Dimas Campos Junior E Outros. - VALOR RESIDUAL GARANTIDO ¿ PROCEDÊNCIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ POSSIBILIDADE DE RESTITUIÇÃO ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA ¿ APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC ¿ SEGUIMENTO NEGADO. ¿ ¿Operada a rescisão do contrato e reintegrado o veículo na posse do arrendatário, afigura-se legítima a restituição dos valores pagos a titulo de VRG - Valor residual garantido, sobretudo em razão da vedação do enriquecimento sem causa no ordenamento jurídico pátrio.¿(TJDF; Rec 2012.01.1.149559-5; Ac. 769.991; Primeira Turma Cível; Rel. Des. Flavio Rostirola; DJDFTE 26/03/2014; Pág. 124) Vistos, etc. - Por tais razões, nos moldes do art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso apelatório, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0001064-90.2013.815.0941. ORIGEM: Comarca de Água Branca. RELATOR: Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Juru. ADVOGADO: Joao Vanildo da Silva. APELADO: Jose Alves da Silva. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. - ORDINÁRIA DE COBRANÇA. SERVIDOR EFETIVO MUNICIPAL. VERBAS REMUNERATÓRIAS NÃO PAGAS. INEXISTÊNCIA DE PROVA DA EDILIDADE CAPAZ DE IMPEDIR, ALTERAR OU EXTINGUIR O DIREI- TO PLEITEADO. ÔNUS PROBATÓRIO DA MUNICIPALIDADE. PRECEDENTES DO TJPB. SEGUIMENTO NEGADO. Tratando-se de ação de cobrança de remuneração intentada por empregado ou funcionário público, opera a inversão do ônus probandi, cabendo à Administração Pública demonstrar o adimplemento dos salários dos seus servidores ou que estes não trabalharam no período reclamado, pois os autores, normalmente, não têm meios materiais para demonstrar a inadimplência do empregador, que, por sua vez, dispõe de todos os recursos para fazer prova do contrário. Precedentes.1 Vistos etc. - Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO À APELAÇÃO CÍVEL, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0003738-86.2011.815.0011. ORIGEM: 7ª Vara Cível de Campina Grande

Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE:

Aymoré Crédito, Financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva E Pablo Emmanuel Magalhães Nunes. APELADO: Saulo Renato Cabral da Silva. ADVOGADO: Maria Eliesse de Queiroz Agra. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE REVISÃO CONTRATUAL ¿ FINANCIAMENTO DE BENS E/OU SERVIÇOS ¿ ANATOCISMO ¿ EXISTÊNCIA DE PREVISÃO ¿ POSSIBILIDADE ¿ MP 1936-17 IMPÕE A PACTUAÇÃO PARA SUA OCORRÊNCIA ¿ COMISSÃO DE PERMANÊNCIA ¿ CUMULADA COM OUTROS ENCARGOS ¿ IMPOS- SIBILIDADE ¿ PROVIMENTO PARCIAL DA APELAÇÃO. Quanto à capitalização mensal de juros, o entendimento

RELATOR: Dr(a). Jose

prevalecente no STJ era no sentido de que esta somente seria admitida em casos específicos, previstos em lei (cédulas de crédito rural, comercial e industrial), conforme a Súmula n° 93/STJ. Com a edição da MP 1.963-17, de 30.03.2000 (atualmente reeditada sob o n° 2.170-36/2001), passou-se a admitir a capitalização mensal nos contratos firmados posteriormente à sua entrada em vigor, desde que haja previsão contratual. (Precedentes do STJ). A comissão de permanência não pode ser cumulada com a cobrança de juros remuneratórios, conforme entende o STJ. Não havendo prova acerca da cobrança de juros capitalizados mensalmente, em razão da ausência do contrato, não deve ser autorizado sua incidência. Em relação à repetição do indébito, o Superior Tribunal orienta-se no sentido de admiti-la na forma simples, em casos como o presente. A cobrança da tac e tec pela instituição financeira ofende aos princípios da boa fé e equidade, uma vez que o serviço é essencial e inerente a própria atividade bancária e já é remunerado pelos juros contratuais. (TJPB; AC 073.2010.004852-6/ 001; Quarta Câmara Cível; Rel. Des. João Alves da Silva; DJPB 20/01/2012; Pág. 9) Vistos etc., - Por tais razões, e em consonância com o art.557 do CPC, dou provimento parcial AO RECURSO, a fim de afastar apenas a cobrança da comissão de permanência, determinando a devolução das quantias indevidamente pagas, se houver, na forma simples, mantendo a sentença nos demais termos.

APELAÇÃO N° 0019849-19.2009.815.0011. ORIGEM: Vara de Feitos Especiais de Campina Grande. RELATOR:

Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Maria das Gracas Siqueira Bezerra. ADVOGADO: Tanio Abilio de Albuquerque Viana. APELADO:

Justica Publica. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ JUDICIAL ¿ EXTINÇÃO DO PROCESSO, SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ BENS A INVENTARIAR ¿ ART. 170, VI, DA LOJE ¿ JUÍZO DE FEITOS ESPECIAIS ¿ INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA ¿ DECLARAÇÃO, DE OFÍCIO, DA NULIDADE DA SEN- TENÇA ¿ DETERMINADAA REMESSA DOS AUTOS A UMA DAS VARAS CÍVEIS. A Lei de Organização Judiciária prevê em seu art. 166, III, que será da competência da Vara de Feitos Especiais os procedimentos de jurisdição voluntária, salvo quando hajam bens a inventariar. Nos termos do art. 170, VI da LOJE, a expedição de alvarás, quando há bens a inventariar, cabe às Varas de Sucessão, todavia, em razão destas ainda não terem sido instaladas, a competência recairá para uma das Varas Cíveis (4ª, 5ª, 6ª ou 7ª Vara Cível). Vistos, etc. - Por tais razões, de ofício, DECLARO A NULIDADE DA SENTENÇA, em razão da incompetência absoluta do Juízo de Feitos Especiais, com a consequente remessa dos autos a uma das Varas Cíveis da Comarca de Campina Grande.

MANDADO DE SEGURANÇA N° 0002998-25.2015.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Jose Guedes Cavalcanti Neto, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. IMPETRANTE: Sergio Murilo de Arruda. ADVOGADO: Andre Beltrao Gadelha de Sa. IMPETRADO: Comandante Geral da Policia Militar do Estado da Paraíba. - MANDADO DE SEGURANÇA ¿ POLICIAL MILITAR ¿ LICENCI- AMENTO ¿ REINGRESSO ¿ LIMINAR SATISFATIVA ¿ INDEFERIMENTO. (¿) A medida liminar postulada possui nítido caráter satisfativo e confunde-se com o próprio mérito da controvérsia, o que torna inviável seu deferi- mento. (¿) (STJ ¿ Edcl no MS 19549/DF ¿ Rel.Min. Herman Benjamin ¿ Primeira Seção - 15/03/2013) Vistos, etc. - Isto posto, indefiro a liminar requerida.

Desª. Maria das Neves do Egito D. Ferreira

DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N° 0003025-08.2015.815.0000. ORIGEM: COMPETÊNCIA ORIGINÁ- RIA DO TJPB. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AUTOR: Municipio de Itapororoca. ADVOGADO: Brunno Kleberson de Siqueira Ferreira. RÉU: Sindicato dos Servidores Publicos do. Vistos Ante o exposto, antecipo parcialmente os efeitos da tutela, determinando que o réu mantenha, ao menos, 70% (setenta por cento) da prestação do serviço de Educação Básica, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais). Cite-se a parte contrária, comunicando-lhe o teor da liminar, bem como lhe informando o prazo de quinze dias para contestar, sob pena de revelia. Após, remetam-se os autos à Procuradoria de Justiça. Intima- ções necessárias. Cumpra-se.

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

COMUNICADO – O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas à escala do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nos dias e nos Grupos abaixo:

GRUPO – 1 - BAYEUX, CABEDELO, JOÃO PESSOA, LUCENA e SANTA RITA

JULHO/2015

Dias

| Comarca/Vara

13/07/15

| 2ª VARA CÍVEL DA CAPITAL

GRUPO – 2 - ALHANDRA, CAAPORÃ, CRUZ DO ESPÍRITO SANTO, GURINHÉM, ITABAIANA, JACARAÚ, MAMANGUAPE, PEDRAS DE FOGO, PILAR, RIO TINTO e SAPÉ.

JULHO/2015

Dias

13/07/15

| Comarca/Vara

| PEDRAS DE FOGO

GRUPO – 3 - AROEIRAS, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, CAMPINA GRANDE, INGÁ, QUEIMADAS e UMBUZEIRO

JULHO/2015

Dias

13/07/15

| Comarca/Vara

| 3ª VARA DE FAMÍLIA DE CAMPINA GRANDE

GRUPO – 4 - JUAZEIRINHO, MONTEIRO, POCINHOS, PRATA, SÃO JOÃO DO CARIRI, SERRA BRANCA,SOLEDADE e SUMÉ.

JULHO/2015

Dias

13/07/15

| Comarca/Vara

| POCINHOS

GRUPO – 5 - ALAGOA GRANDE, ALAGOA NOVA, AREIA, BARRA DE SANTA ROSA, CUITÉ, ESPERANÇA, PICUÍ e REMÍGIO

JULHO/2015

Dias

| Comarca/Vara

13/07/15

| 1ª VARA MISTA DE ESPERANÇA

GRUPO – 6 - ÁGUA BRANCA, COREMAS, ITAPORANGA, MALTA, PATOS, PIANCÓ, PRINCESA ISABEL, SANTALUZIA, SANTANA DOS GARROTES, SÃO MAMEDE, TAPEROÁ e TEIXEIRA

JULHO/2015

Dias

| Comarca/Vara

13/07/15

| TAPEROÁ

GRUPO – 7 - BONITO DE SANTA FÉ, BREJO DO CRUZ, CAJAZEIRAS, CATOLÉ DO ROCHA, CONCEIÇÃO, PAULISTA, POMBAL, SÃO BENTO, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS, SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, SOUSA E UIRAÚNA.

JULHO/2015

Dias

| Comarca/Vara

13/07/15

| 2ª VARA MISTA DE CONCEIÇÃO

GRUPO – 8 - ALAGOINHA, ARARA, ARARUNA, ARAÇAGI, BANANEIRAS, BELÉM, CAIÇARA, CACIMBA DE DENTRO, GUARABIRA, MARI, PILÕES, PIRPIRITUBA, SERRARIA e SOLÂNEA.

JULHO/2015

Dias

| Comarca/Vara

13/07/15

| 3ª VARA MISTA DE GUARABIRA

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 08 de julho de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA – DIRETOR ESPECIAL.

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

5

DESPACHOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS
DESPACHOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições,

conforme o Ato da Presidência nº005/2011, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados:

CONCESSÃO DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

Aquisitivo

2015027929

476.138-3

Arion Silva de Pontes

15/07/2015 a 13/08/2015

2013/2014

2015028122

477.588-1

Antônio Carlos Sérgio Lopes

03/07/2015 a 01/08/2015

2014/2015

2015027664

469.408-2

Edilene Rodrigues de Melo

01/07/2015 a 30/07/2015

2014/2015

2015028139

477.586-4

Eduardo de Souza Barros

03/07/2015 a 01/08/2015

2014/2015

2015027200

477.535-0

Getúlio Bustorff F Quintão Filho

20/07/2015 a 18/08/2015

2014/2015

2015027451

473.601-0

Marcelle de Fatima R.L Moreira

01/07/2015 a 30/07/2015

2012/2013

2015027460

468.682-9

Maria da Luz Costa de Araújo

20/07/2015 a 18/08/2015

2011/2012

2015028368

475.834-0

Maria de Fátima de P Gomes

20/07/2015 a 18/08/2015

2012/2013

2015027912

477.567-8

Rodrigo Bronzeado Cahino

13/07/2015 a 11/08/2015

2014/2015

 

GOZO DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

Aquisitivo

2015027478

476.983-0

Ana Paula Campos R Garcia

06/07/2015 a 04/08/2015

2013/2014

2015027613

472.415-1

Andréa Batista L Mangabeira

31/08/2015 a 29/09/2015

2014/2015

2015016654

477.264-4

Annelise Ribeiro A de Queiroga

08/06/2015 a 27/06/2015

2013/2014

2015026246

460.583-7

Cicero Pereira da Silva

15/06/2015 a 14/07/2015

2008/2009

2015021153

477.387-0

Daniel de Lima Silva

25/06/2015 a 24/07/2015

2014/2015

2015025518

475.082-9

Daniella Nunes Carneiro Costa

13/07/2015 a 11/08/2015

2013/2014

2015025534

472.135-7

Denise de Sousa Leite

15/06/2015 a 14/07/2015

2014/2015

2015026609

470.180-1

Eduardo Faustino Diniz

06/07/2015 a 04/08/2015

2014/2015

2015027218

476.787-0

Flávia Ribeiro Mafra

16/07/2015 a 24/07/2015

2013/2014

2015026844

476.299-1

Francinaldo Vieira Batista

25/06/2015 a 09/07/2015

2011/2012

2015027816

471.368-1

Isalmar Soares Chaves

01/07/2015 a 15/07/2015

2011/2012

2015027689

472.695-2

Katiuscia de Oliveira Alves

14/07/2015 a 12/08/2015

2012/2013

2015027355

473.623-1

Karina Lígia Queiroz Ramalho

13/07/2015 a 11/08/2015

2014/2015

2015028067

477.770-1

Leandro H E V de Almeida

06/07/2015 a 25/07/2015

2013/2014

2015027111

470.488-6

Lenilton da Cunha Lisboa

03/08/2015 a 01/09/2015

2014/2015

2015027849

470.627-7

Mario Ângelo Cahino Júnior

14/08/2015 a 28/08/2015

2013/2014

2015026287

476.194-4

Priscilla Ribeiro C Ismael Uchôa

06/07/2015 a 04/08/2015

2011/2012

2015027195

477.611-9

Roberta Cirne Loureiro

13/07/2015 a 23/07/2015

2013/2014

2015025212

474.014-9

Rondinelly Alves de Lima

06/07/2015 a 04/08/2015

2014/2015

2015027953

477.354-3

Suenia Aureliano Barreto

13/07/2015 a 25/07/2015

2013/2014

2015025323

473.599-4

Suzana Furtado Viana

01/06/2015 a 18/06/2015

2013/2014

2015026625

470.260-3

Tarciana Vanessa Q da Nóbrega

06/07/2015 a 25/07/2015

2009/2010

O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições,

conforme o Ato da Presidência nº005/2011, DEFERIU PARCIALMENTE os seguintes processos abaixo

relacionados:

 

CONCESSÃO DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

 

Aquisitivo

2015027988

470.012-1

Aldaci Gonçalves da Silva

17/08/2015 a 15/09/2015

2014/2015

2015027672

468.688-8

Paulo Glycerio A Bandeira

06/07/2015 a 04/08/2015

2013/2014

 

GOZO DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

 

Aquisitivo

2015028286

95.013-1

Robinson Jorge de Souza

10/08/2015 a 08/09/2015

2014/2015

O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições,

conforme o Ato da Presidência nº005/2011, INDEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados:

GOZO DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

 

Aquisitivo

2015028278

470.358-8

Leandro José Feitosa da Costa

03/08/2015 a 01/09/2015

2014/2015

 

TRANSFERÊNCIA DE FÉRIAS

Processo

Matrícula

Servidor

Gozo

Período

 

Aquisitivo

2015015549

468.997-6

Letícia Gomes de Souza

09/03/2015 a 07/04/2015

2012/2013

Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 08

de julho de 2015. JOSÉ ANTÔNIO COELHO CAVALCANTI – Diretor de Gestão de Pessoas.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2007601-44.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Camila Frota Furlan E Representado P/ Sua Procuradora. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. AGRAVADO: Joao da Penha Lima. ADVOGADO: Gene Soares Peixoto. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCIN- DIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE

DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática.

Assim, dou provimento ao agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de

Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a

Vistos

consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2007652-55.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Joelma Araujo Saraiva de

Andrade E Representado P/ Sua Procuradora. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. AGRAVADO: Vera Lucia

B da Silva. ADVOGADO: Gene Soares Peixoto. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD.

PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO ME-

DIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhorá- veis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma

Assim, dou provimento ao agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do

Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

monocrática. Vistos

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2009810-83.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Seu Proc. Rafael de Lucena Falcao. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa, Repres. Por. AGRAVADO: Wellington da Silva. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍ- CULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio

esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a

serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática. Vistos

Assim, dou provimento ao agravo,

o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2010766-02.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Adelmar Azevedo Regis E Representado P/ Seu Procurador. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. AGRAVADO: Industrias Matarazzo de Oleos do Nordeste Sa. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNI- PESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática. Vistos Assim, dou provimento ao agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2010948-85.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Representado Por Seu Procurador E Adelmar Azevedo Regis. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. AGRAVADO: Wellington da Silva. ADVOGADO: Renival Albuquerque de Sena. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENA- JUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a

utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhorá- veis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma

Assim, dou provimento ao agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do

monocrática. Vistos

Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2012208-03.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Adelmar Azevedo Regis. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa, Por Seu Proc. AGRAVADO: Fernando Antonio Moura de Lima. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio

esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do credor, dos veículos a

serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática. Vistos

Assim, dou provimento ao agravo,

o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2012240-08.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Seu Proc. Adelmar Azevedo Regis. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa, Repres. Por. AGRAVADO: Ja Souza Maranhao Com Ltda.

AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDI- CAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do credor, dos

veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática. Vistos

Assim, dou provimento ao

agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar os

automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2012789-18.2014.815.0000. ORIGEM: 2ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS DA

CAPITAL. RELATOR: Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Julyana Perreli de Aylla Doria

E Representado Por Procurador. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. AGRAVADO: Construtora Rabelo Flor

Ltda. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. RENAJUD. PRESCINDIBILIDADE DE O CREDOR INDICAR OS VEÍCULOS PENHORÁVEIS. RECURSO PROVIDO MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. 1. Segundo tranquilo entendimento jurisprudencial, é impertinente, para a utilização do sistema RENAJUD, a

exigência de prévio esgotamento dos meios de localização de bens penhoráveis e a indicação, por parte do

credor, dos veículos a serem constritos. 2. Recurso provido de forma monocrática. Vistos

Assim, dou

provimento ao agravo, o que faço com base no artigo 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando por inteiro a decisão combatida, determinar que o Juízo de origem formalize a consulta do RENAJUD, bloqueando eventuais veículos vinculados ao CPF e/ou CNPJ do executado, sem que haja a necessidade de o credor indicar

os automóveis, tampouco comprovar a sua propriedade. Intimações necessárias. Cumpra-se.

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira

AGRAVO REGIMENTAL N° 0027545-14.2013.815.2001. ORIGEM: 12.ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Pollyana Karla Teixeira Almeida. ADVO- GADO: Luciana Ribeiro Fernandes. AGRAVADO: Banco Bv Financeira S/a - Crédito, Financiamento E Investi- mento. ADVOGADO: Celso David Antunes. EMENTA: AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO NÃO CONHECIDA POR DECISÃO COLEGIADA DA QUARTA CÂMARA CÍVEL DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA. DESCABIMENTO DO AGRAVO E DE RECONSIDERAÇÃO DO JULGAMENTO. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. SE- GUIMENTO NEGADO, NA FORMA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. 1. É manifestamente inadmissível agravo interno interposto contra acórdão que não conheceu de apelação. 2. Não pode o relator reconsiderar decisão do órgão colegiado que integra. Posto isso, considerando que o Agravo é manifestamente inadmissível, nego-lhe seguimento, com fundamento no art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Publique-se. Intimem-se.

APELAÇÃO N° 0000273-25.2014.815.0121. ORIGEM: Vara Única da Comarca de Caiçara. RELATOR: Des.

Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. APELANTE: Maria Jose Nunes da Silva. ADVOGADO: Marcos Antonio

ADVOGADO: Rostand

Inacio da Silva. APELADO: Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro Dpvat S/a

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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Inacio dos Santos. EMENTA: AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO DPVAT. PROCESSO EXTINTO SEM JULGA- MENTO DE MÉRITO. APELO AUTORAL. ACORDO CELEBRADO ENTRE AS PARTES. HOMOLOGAÇÃO JUDI- CIAL (MUTIRÃO DE DPVAT). PERDA DE OBJETO DO RECURSO. SEGUIMENTO NEGADO MONOCRATICA- MENTE. O acordo celebrado entre as partes, devidamente homologado, acarreta a perda superveniente do objeto do recurso, restando prejudicada sua análise. Posto isso, julgo prejudicado o recurso, pela sua perda superveni- ente de objeto, negando-lhe seguimento, determinando o retorno dos autos à origem para o consequente arquivamento. Publique-se. Intimem-se.

Dr. Marcos William de Oliveira

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0010183-62.2014.815.2001. ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Paulo Barbosa de Almeida Filho. APELADO: Jose Martiniano Vieira. ADVOGADO: Marcia de Lima Toscano Uchoa E Outro. REMES- SA OFICIAL E APELAÇÃO. PREJUDICIAL DE MÉRITO. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. MATÉRIA RELATIVA À OBRIGAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. RENOVAÇÃO PERIÓDICA DO DANO. REJEIÇÃO. - Sendo matéria de trato sucessivo, segundo o qual o dano se renova a cada mês, resta afastada a aplicação do instituto da prescrição sobre o fundo de direito da parte autora. MÉRITO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C COBRAN- ÇA. POLICIAL MILITAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBILIDADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA VIGÊNCIA DA MEDIDA PROVISÓRIA. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. ENTENDIMENTO SUMULADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. CORREÇÃO MONETÁRIA. APLICAÇÃO DO ÍNDICE ESTABELECIDO PELO IPCA. JUROS DE MORA. OBSER- VÂNCIA AO ART. 1º - F, DA LEI Nº 9.494/97, COM REDAÇÃO DETERMINADA PELA LEI Nº11.960/09. HONO- RÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. INOCORRÊNCIA. FIXAÇÃO DA VERBA. VALOR ADEQUADO. REFORMA, EM PARTE, DO DECISUM. PROVIMENTO PARCIAL AO APELO E À REMESSA OFICIAL. - Nos moldes da Súmula nº 51, do Tribunal de Justiça da Paraíba, editada em razão do julgamento do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, ¿Reveste-se de legalidade o pagamento do adicional por tempo de serviço, em seu valor nominal aos servidores militares do Estado da

Paraíba tão somente a partir da Medida Provisória nº 185, de 25.01.2012, convertida na Lei Ordinária nº 9.703, de 14.05.2012¿. - Nas condenações impostas à Fazenda Pública, de natureza não tributária, a correção monetária deverá ser arbitrada consoante o índice estabelecido pelo IPCA, em razão de melhor refletir a inflação acumulada no período; quanto aos juros de mora, estes devem ser fixados em conformidade com as disposições do art. 1º-

F, da Lei nº 9.494/97, com redação determinada pela Lei nº 11.960/09, no que se refere ao lapso temporal posterior

a sua vigência. - De acordo com os ditames do art. 20, § 4º, do Código de Processo Civil, nas causas de pequeno

valor e naquelas em que não houver condenação ou for vencida a Fazenda, os honorários serão fixados

consoante apreciação equitativa do juiz, atendidas as normas das alíneas a, b e c, do parágrafo 3º do mesmo dispositivo legal. - Conforme a Súmula nº 253, do Superior Tribunal de Justiça, o art. 557, do Código de Processo Civil, autoriza o relator a decidir o recurso por meio de decisão monocrática, alcança o reexame necessário. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, AFASTO A PREJUDICIAL E, NO MÉRITO, DOU PROVIMENTO PARCIAL À APELAÇÃO E À REMESSA OFICIAL, para reformar parcialmente a setença, a fim de reconhecer que o autor tem direito de perceber, até data da vigência da Medida Provisória nº 185/2012, os valores descongelados/atualizados das verbas relativas aos anuênios, nos moldes do art. 12 da Lei Estadual nº 5.701/93, bem ainda para determinar que os valores relativos às diferenças resultantes do pagamento a menor sejam acrescidos de juros de mora e correção monetária, devendo esta ser arbitrada consoante o índice estabelecido pelo IPCA, em razão de melhor refletir a inflação acumulada no período, e aqueles fixados de acordo com o índice oficial de remuneração básica

e juros aplicados à caderneta de poupança, nos moldes do art. 1º-F, da Lei nº 9.494/97, com redação dada pela Lei nº 11.960/09, mantendo-se os demais termos da sentença.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0066855-61.2012.815.2001. ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep. P/ Seu Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Wilson Marques Pereira Junior. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento E Outros. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO. POLICIAL MILITAR. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. PRETENSÃO. ATUALIZAÇÃO DA VERBA. INCOERÊNCIA ENTRE AS ASSER- TIVAS DA FUNDAMENTAÇÃO DO DECISUM. CONSTATAÇÃO. SENTENÇA SUICIDA. VÍCIO INSANÁVEL. NULIDADE. DECRETAÇÃO DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PROLAÇÃO DE NOVA DECISÃO. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO PREJUDICADAS. - Havendo constatação de que a sentença apresenta incoerências entre as assertivas da sua fundamentação, outra opção não resta senão decretar a sua nulidade e determinar o retorno dos autos à instância a quo, para que outra seja prolatada. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, ANULO A SENTENÇA, de ofício, ao tempo que determino o retorno dos autos ao Juízo de Origem, para que seja prolatada uma nova decisão. Por consequência, ficam prejudicados os exames da Remessa Oficial e da Apelação.

APELAÇÃO N° 0108752-69.2012.815.2001. ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.por Sua Procuradora : Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO:

Antonio Cavalcante da Silva. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento E Outros. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO. AÇÃO ORDINÁRIA DE REVISÃO DE REMUNERAÇÃO. POLICIAL MILITAR. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. PRETENSÃO. ATUALIZAÇÃO DAS VERBAS. INCOERÊNCIA ENTRE AS ASSERTIVAS DA FUNDAMENTAÇÃO DO DECISUM. CONSTATAÇÃO. SENTENÇA SUICIDA. VÍCIO INSANÁVEL. NULIDADE. DECRETAÇÃO DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PROLAÇÃO DE NOVA DECISÃO. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO PREJU- DICADAS. - Havendo constatação de que a sentença apresenta incoerências entre as assertivas da sua

fundamentação, outra opção não resta senão decretar a sua nulidade e determinar o retorno dos autos à instância

a quo, para que outra seja prolatada. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, ANULO A SENTENÇA, de ofício, ao

tempo que determino o retorno dos autos ao Juízo de Origem, para que seja prolatada uma nova decisão. Por

consequência, fica prejudicado exame da Remessa Oficial e da Apelação.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0069041-57.2012.815.2001. ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. JUÍZO: João da Penha Correia. ADVOGADO: Ênio Silva Nascimento. POLO PASSIVO:

Pbprev ¿ Paraíba Previdência. REMESSA OFICIAL. AÇÃO ORDINÁRIA DE REVISÃO DE PROVENTOS DE REFORMA C/C COBRANÇA. POLICIAL MILITAR. ANUÊNIOS E ADICIONAL DE INATIVIDADE. CONGELA- MENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. PRETENSÃO. ATUALIZAÇÃO DAS VERBAS. INCOERÊNCIA ENTRE AS ASSERTIVAS DA FUNDAMENTAÇÃO DO DECISUM. CONSTATAÇÃO. SENTENÇA SUICIDA. VÍCIO INSANÁVEL. NULIDADE. DECRETAÇÃO DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. RETOR- NO DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PROLAÇÃO DE NOVA DECISÃO. REMESSA OFICIAL PREJUDICA- DA. - Havendo constatação de que a sentença apresenta incoerências entre as assertivas da sua fundamenta- ção, outra opção não resta senão decretar a sua nulidade e determinar o retorno dos autos à instância a quo, para que outra seja prolatada. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, ANULO A SENTENÇA, de ofício, ao tempo que determino o retorno dos autos ao Juízo de Origem, para que seja prolatada uma nova decisão. Por consequência, fica prejudicado o exame da Remessa Oficial.

Des. José Ricardo Porto

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 0002044-76.2015.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Nilton Paulo da Costa Monteiro. ADVOGADO: Paulo Sergio Cunha de Azevedo. AGRAVADO: Severino Flor de Souza. ADVOGADO: Arilma Martins da Costa Brito E Outro. PRELI- MINAR SUSCITADA PELO RECORRENTE. CERCEAMENTO DE DEFESA. NÃO CONCESSÃO DE PRAZO PARA IMPUGNAR A CONTESTAÇÃO APRESENTADA PELO RECORRIDO. PONTO NÃO DEBATIDO NO DECRETO VERGASTADO. POSTERIOR PETICIONAMENTO DO SUSCITANTE NA ORIGEM, REQUERENDO

A OPORTUNIDADE DE APRESENTAR A IMPUGNAÇÃO. PRETENSÃO PENDENTE DE DECISÃO. PREJUÍ-

ZO NÃO DEMONSTRADO. REJEIÇÃO DA PREFACIAL. - Não há que se falar em cerceamento de defesa do suscitante quanto a não concessão de prazo para impugnar a contestação do ora agravado quando, além da questão não ter sido debatida pelas partes na interlocutória recorrida, há petição posteriormente apresentada na origem, requerendo a oportunidade de apresentar a impugnação. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA. REJEIÇÃO DE PEDIDO LIMINAR DE EMBARGO. SUPOSTA CONSTRUÇÃO IRREGULAR DE VÃOS E JANELAS. ABERTURAS REALIZADAS PELO AGRAVADO PARA A COLOCAÇÃO DE VIDROS TRANSLÚCIDOS. POSSIBILIDADE RESPALDADA POR ENTENDIMENTO CONSAGRADO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. RECURSO QUE CONFRONTA A SÚMULA Nº 120 DA MÁXIMA CORTE CONSTITUCIONAL. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO. - Inexiste respaldo na pretensão do recorrente em ver embargada liminar- mente, no processo originário, a obra do recorrido, em razão dos elementos probatórios constantes nos autos demonstrarem a regularidade da edificação. - ¿Parede de tijolos de vidro translúcido pode ser levantada a menos de metro e meio do prédio vizinho, não importando servidão sobre ele.¿ (Súmula nº 120 do Supremo Tribunal Federal). - ¿O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior¿. (art. 557, caput, do código de processo civil). Diante das razões delineadas, e com apoio no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, rejeito a preliminar suscitada e NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0097998-68.2012.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Juizo da 4a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Felipe de Morais Andrade. AGRAVADO: Gladstone Nogueira da Silva. ADVOGADO:

Denyson Fabiao de Araujo Braga. IRRESIGNAÇÃO REGIMENTAL. DECISÃO AGRAVADA. ACÓRDÃO. RE- CURSO CABÍVEL APENAS EM FACE DE DECISUM MONOCRÁTICO. INTELIGÊNCIA DO §1º, DO ART. 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE. INAPLICABILIDADE. CONFIGURA- ÇÃO DE ERRO GROSSEIRO. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DESTA CORTE. SÚPLICA MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO AGRAVO INTERNO. - Nos

termos do §1º, do art. 557, do Código de Processo Civil, o agravo interno apenas é cabível contra decisão monocrática, e não em face de decisum colegiado. Precedentes do Superior Tribunal de Justiça. - ¿Pacífica a jurisprudência desta Corte Superior no sentido de que não cabe agravo regimental contra decisão de órgão colegiado.¿ (STJ. AgRg nos EDclno REsp 1253759 / SC. Rel. Min. Mauro Campbell Marques. J. em 06/12/2011).

- A interposição de agravo interno em face de decisão Colegiada constitui erro grosseiro, razão pela qual é

inaplicável o princípio da fungibilidade. Precedentes do STJ. - ¿Constitui erro grosseiro a interposição de agravo regimental contra acórdão, sendo vedada a aplicação do princípio da fungibilidade recursal.¿ (STJ. AgRg no AgRg no AREsp 673140 / SC. Rel. Min. Luis Felipe Salomão. J. em 12/05/2015). ¿Nos termos dos artigos 557,

§ 1º, do CPC e 258 do RISTJ, somente é cabível agravo regimental em face de decisão monocrática. Não há

previsão legal quanto à sua utilização para impugnar acórdão, sendo, portanto, erro grosseiro a interposição do referido recurso na presente hipótese.¿ (STJ. AgRg no REsp 1289728/DF. Rel. Min Luis Felipe Salomão. J. em 15/05/2012) Ante o exposto, e com base no caput e §1º, ambos do art. 557, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO PRESENTE AGRAVO INTERNO.

APELAÇÃO N° 0000571-64.2014.815.0461. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Maria Leda de Brito. ADVOGADO: Cleidisio Henrique da Cruz. APELADO: Tim Celular S/a. ADVOGADO: Christianne Gomes da Rocha. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MO- RAIS E MATERIAIS. CONTEMPLAÇÃO EM SORTEIO PROMOVIDO PELA DEMANDADA POSTERIOR INFOR- MAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE ERRO NO SISTEMA. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. FALTA DE COMPROVA- ÇÃO DOS FATOS ALEGADOS. IRRESIGNAÇÃO. INVERSÃO DO ÔNUS PROBANDI. FACULDADE DO JUIZ. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS AUTORIZADORES PARA APLICAÇÃO DO REFERIDO REGRAMENTO. INE- XISTÊNCIA DE PROVA CONSTITUTIVA DO DIREITO DA AUTORA. ARTIGO 333, I, DO CÓDIGO DE PROCES- SO CIVIL. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. AUTORIZAÇÃO EMANADA DO ART. 557, CAPUT, DA LEI ADJETIVA CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DA SÚPLICA. ¿ Para a configuração da responsabilização civil, bem como para o reconhecimento do dever de indenizar, é imprescindível a comprovação do ato ilícito, do dano, bem como do nexo de causalidade entre ambos. ¿ A inversão do ônus da prova é uma faculdade conferida ao Magistrado, não um dever, e fica a critério da autoridade judicial aplicar tal instituto quando for verossímil a alegação do consumidor ou do hipossuficiente, nos termos do inciso VIII, do art. 6º, do Código de Defesa do Consumidor (Precedente do Superior Tribunal de Justiça). ¿ Se a autora reclama um direito ¿ inversão do ônus da prova, com base no art. 6º, VIII, do CDC ¿ tem o dever de provar o seu fato constitutivo. ¿ Não tendo a promovente logrado êxito em se desincumbir do encargo de comprovar o fato constitutivo do seu direito, alegado na inicial, deixa de atender ao imposto pelo art. 333, I, do Código de Processo Civil, restando imperativa a improcedência dos pedidos formulados em ação indenizatória. Deste modo, por tudo que foi exposto, nego seguimento à apelação, mantendo integralmente o julgamento proferido pelo juízo ¿a quo¿.

APELAÇÃO N° 0002159-79.2013.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Adalberto de Sousa Pereira. ADVOGADO: Wanyne Lucas Meira. APELADO: Banco Itau S/ a. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes de Araujo. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. CONTRATO DE FINAN- CIAMENTO. IMPROCEDÊNCIA. IRRESIGNAÇÃO APELATÓRIA. CAPITALIZAÇÃO MENSAL. PREVISÃO NA AVENÇA. PRÁTICA LEGÍTIMA. LIMITAÇÃO DA TAXA DE JUROS. IMPOSSIBILIDADE. APLICAÇÃO DO PER- CENTUAL PREVISTO NO PACTO. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. UTILIZAÇÃO DO CAPUT DO ART. 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À SÚPLICA APELA- TÓRIA. - Demonstrada a pactuação acerca da capitalização mensal dos juros, legitimada está a incidência de tal encargo. - ¿É permitida a capitalização anual dos juros, desde que expressamente convencionada, nos contratos bancários celebrados com instituições financeiras. (¿)¿ (STJ ¿ 4ª Turma. AgRg nos EDcl nos EDcl no Ag 833669 / RJ. Relator: Min. João Otávio de Noronha. J. Em 03/12/2009). ¿Nos contratos bancários firmados posterior- mente à entrada em vigor da MP n. 1.963-17/2000, reeditada sob o n. 2.170-36/2001, é lícita a capitalização mensal dos juros, desde que expressamente prevista no ajuste. A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal é suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada (recurso especial repetitivo n. 973.827/RS).¿ (STJ; AgRg-AREsp 217.367; Proc. 2012/0170574-7; DF; Terceira Turma; Rel. Min. João Otávio de Noronha; DJE 01/07/2013; Pág. 1576). - ¿A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal é suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada.¿ (Súmula nº 341 do STJ) - É entendimento pacificado no Superior Tribunal de Justiça a possibilidade de aplicação de juros em patamares superiores a 1% (um por cento) ao mês, quando se tratar de instituição

financeira, afastando-se a limitação prevista na Lei da Usura. - Não se consideram abusivos os juros contratuais estipulados dentro da taxa média de mercado, devendo ser obedecido o índice previsto na avença pactuada entre as partes. - ¿2. As instituições financeiras não se sujeitam à limitação estipulada na Lei de Usura (Súmula 596/STF), sendo certo que, na esteira dos precedentes desta Corte, a estipulação de juros remuneratórios superiores a 12% ao ano, por si só, não indica abusividade apta a possibilitar a revisão das taxas contratadas,

a qual só se admite em situações excepcionais, desde que caracterizada a relação de consumo e que a

abusividade fique cabalmente demonstrada, no caso concreto. (AgRg no REsp 886.220/RS, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO, TERCEIRA TURMA, julgado em 15/03/2011, DJe 24/03/2011). Com essas conside-

rações, e nos termos do caput do art. 557 do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO APELO, mantendo-se a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0004213-08.2012.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Municipio de Campina Grande. ADVOGADO: Erika Gomes da Nobrega Fragoso. APELADO:

Inez Serafim de Lima Pinto. ADVOGADO: Antonio Jose Ramos Xavier. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO PAGO COM BASE NA REMUNERAÇÃO BASE DO SERVI- DOR. DIFERENÇA DEVIDA ENTRE O VALOR E A REMUNERAÇÃO INTEGRAL. EXISTÊNCIA DE PREVISÃO CONSTITUCIONAL. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. ENTENDIMENTO PACIFICADO NESTA CORTE DE JUSTI- ÇA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. AUTORIZAÇÃO EMANADA DO CAPUT DO ARTIGO 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. - A Constituição Federal, art. 7º, VIII e XVII, assegura ao trabalhador o ¿décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposenta- doria¿, direito esse estendidos aos servidores públicos pela art. 39, § 2º (redação original) ou §3º (redação EC nº19/98). - O décimo terceiro salário deve ser pago com base no valor mensal do servidor, o que inclui, por óbvio, as gratificações eventualmente percebidas. Diante das razões aqui expostas, NEGO SEGUIMENTO AO RE- CURSO, mantendo-se a decisão de primeiro grau em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0040601-85.2011.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Banco Santander (brasil) S/a. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Edivandro Francisco da Cruz. ADVOGADO: Libni Diego Pereira de Sousa. PRELIMINAR. IMPOS- SIBILIDADE DE CUMULAÇÃO DE PEDIDOS DE REVISÃO CONTRATUAL E CONSIGNAÇÃO EM PAGA- MENTO. RITOS DIFERENTES. AUSÊNCIA DE REQUERIMENTO QUANTO AO SEGUNDO PLEITO. REJEI- ÇÃO DA MATÉRIA PRECEDENTE. - Em que pesem as alegações do apelante, verifico a inexistência do pedido de realização de adimplemento em consignação, porquanto não consta nos pleitos elencados na exordia às fls. 14V/15, não havendo que se falar em demandas incompatíveis. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA C/C REVISIONAL. CONTRATO DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. PROCEDÊNCIA PAR- CIAL. CAPITALIZAÇÃO INDEVIDA DE JUROS. AUSÊNCIA DOS INSTRUMENTOS DA AVENÇA QUESTIO- NADA NA IRRESIGNAÇÃO. INTIMAÇÃO DA EMPRESA PROMOVIDA PARA APRESENTAÇÃO. OMISSÃO. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DAS ALEGAÇÕES AUTORAIS. APLICAÇÃO DO ARTIGO 359 DO CÓDIGO

DE PROCESSO CIVIL. RESTITUIÇÃO SIMPLIFICADA DE VALORES. RECURSO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA PACIFICADA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DESTA CORTE. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO. - ¿É pacífico o entendimento do Superior Tribunal de Justiça de que, em caso de recusa à exibição do documento determinada em medida incidental de exibição de documento,

é cabível a admissão de veracidade dos fatos alegados (art. 359 do CPC). (

(STJ - AgRg no Resp

1269486/MG, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, TERCEIRA TURMA, julgado em 13/08/2013, DJe 23/08/2013). - Demonstrando o promovente que paga por valores que não poderiam lhe ser cobrados, deve haver repetição de indébito, na forma simplificada, do que lhe foi exigido desmedidamente. - ¿O relator

negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior.¿ (Art. 557, caput, do Código de Processo Civil). Com essas considerações, REJEITO A PRELIMINAR suscitada e CONHEÇO PARCIALMENTE O RECURSO APELATÓRIO E, NESTA PARTE, nos termos do caput do art. 557 do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO, mantendo-se a sentença em todos os seus termos.

).¿

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N° 0017712-40.2011.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Jose Ricardo Porto. EMBARGANTE: Ubaldo Cruz Pequeno. ADVOGADO: Bruno Augusto Albuquerque da Nóbrega. EMBARGADO: Claudia Cristina Hardman Pequeno. ADVOGADO: Alexandre Gomes Bronzeado. EM- BARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. OBSCURIDADE. CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO. NOVO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO QUE ENFOCOU MATÉRIA SUFICIENTE PARA DIRI- MIR A CONTROVÉRSIA TRAZIDA AOS AUTOS. DESNECESSIDADE DE DELIBERAÇÃO ACERCA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DEVOLVIDOS PELAS PARTES. REJEIÇÃO DA SÚPLICAACLARATÓRIA. - Rejeitam-se os embargos declaratórios quando o embargante não logra êxito em apontar qualquer omissão, obscuridade ou contradição na decisão embargada. - De forma a valorizar os princípios da celeridade e economia processuais,

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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bem como a sistemática trazida pelo Código de Processo Civil, devem os Embargos Declaratórios opostos contra decisão monocrática do Relator serem julgados também de forma isolada, porquanto se mostra despici- endo o conhecimento da questão pelo órgão colegiado. Com estas considerações, REJEITO, DE PLANO, OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N° 0050950-50.2011.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Jose Ricardo Porto. EMBARGANTE: Ubaldo Cruz Pequeno. EMBARGADO: Cláudia Cristina Hardman Pequeno. ADVOGADO: Alexandre Gomes Bronzeado. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. OBSCURI- DADE. CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO. NOVO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. ACÓR- DÃO QUE ENFOCOU MATÉRIA SUFICIENTE PARA DIRIMIR A CONTROVÉRSIA TRAZIDA AOS AUTOS. DESNECESSIDADE DE DELIBERAÇÃO ACERCA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DEVOLVIDOS PELAS PARTES. REJEIÇÃO DA SÚPLICA ACLARATÓRIA. - Rejeitam-se os embargos declaratórios quando o embar- gante não logra êxito em apontar qualquer omissão, obscuridade ou contradição na decisão embargada. - De forma a valorizar os princípios da celeridade e economia processuais, bem como a sistemática trazida pelo Código de Processo Civil, devem os Embargos Declaratórios opostos contra decisão monocrática do Relator serem julgados também de forma isolada, porquanto se mostra despiciendo o conhecimento da questão pelo órgão colegiado. Com estas considerações, REJEITO, DE PLANO, OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N° 0082530-64.2012.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Jose Ricardo Porto. EMBARGANTE: Ubaldo da Cruz Pequeno. ADVOGADO: Bruno Augusto Albuquerque Nobrega. EMBARGADO: Claudia Cristina Hardman Pequeno. ADVOGADO: Alexandre Gomes Bronzeado. EM- BARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. OBSCURIDADE. CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO. NOVO JULGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO QUE ENFOCOU MATÉRIA SUFICIENTE PARA DIRI- MIR A CONTROVÉRSIA TRAZIDA AOS AUTOS. DESNECESSIDADE DE DELIBERAÇÃO ACERCA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DEVOLVIDOS PELAS PARTES. REJEIÇÃO DA SÚPLICAACLARATÓRIA. - Rejeitam-se os embargos declaratórios quando o embargante não logra êxito em apontar qualquer omissão, obscuridade ou contradição na decisão embargada. - De forma a valorizar os princípios da celeridade e economia processuais, bem como a sistemática trazida pelo Código de Processo Civil, devem os Embargos Declaratórios opostos contra decisão monocrática do Relator serem julgados também de forma isolada, porquanto se mostra despici- endo o conhecimento da questão pelo órgão colegiado. Com estas considerações, REJEITO, DE PLANO, OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.

Desª. Maria das Graças Morais Guedes

AÇÃO RESCISÓRIA N° 2013747-04.2014.815.0000. ORIGEM: SETOR DE MS, ARESCISóRIA E ADI. RELATOR:

Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AUTOR: Lucivaldo Vaz Henrique. ADVOGADO: Jose Joseva Leite

Junior. RÉU: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. Sendo assim, a fim de evitar eventual nulidade por cerceamento de defesa, defiro o pedido, para que seja devolvido o prazo da intimação do acórdão de fls. 87/92

a contar da publicação deste despacho.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 0002379-95.2015.815.0000. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Joana Maria Ferreira de Morais. ADVOGA- DO: Marcos Antonio Inacio da Silva. AGRAVADO: Pbprev-paraiba Previdencia. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DE APOSENTADORIA. PEDIDO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUI- TA. DETERMINAÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CAPAZES DE COMPROVAR A SITUAÇÃO FINANCEIRA. INÉRCIA DA AUTORA. INDEFERIMENTO DA BENESSE. IRRESIGNAÇÃO. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA. DILIGÊNCIA FACULTADA PARA FORMAÇÃO DO LIVRE CONVENCIMENTO DO MAGIS- TRADO. AUSÊNCIA, ADEMAIS, DE ELEMENTOS CAPAZES DE DEMONSTRAR A CONDIÇÃO DE POBREZA NA FORMA DA LEI. SEGUIMENTO NEGADO (ART. 557 DO CPC). - Pode o Magistrado, para fins de concessão dos benefícios da gratuidade de justiça e a despeito da declaração de hipossuficiência jurídica, investigar sobre a real situação financeira do requerente, haja vista a presunção relativa de veracidade que ostenta a alegação. - Oportunizada a prova sobre a alegada hipossuficiência, a omissão do interessado em produzi-la justifica o indeferimento da gratuidade judiciária, ante a ausência de elementos capazes de lhe servir de lastro. Diante de tais considerações, NEGO SEGUIMENTO ao presente agravo de instrumento, em razão da sua manifesta improcedência.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2010918-50.2014.815.0000. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Município de João Pessoa, Representado Por Seu Procurador, Rafael de Lucena Falcão. AGRAVADO: Educandario Stella Maris,. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. EXECUÇÃO FISCAL. SISTEMA RENAJUD. CONSTRIÇÃO DE VEÍCULOS. CONSULTA. DILIGÊNCIA PRÉVIA. LOCALIZAÇÃO DE BENS PENHORÁVEIS. DESNECESSIDADE. APLICAÇÃO DO ART. 557, § 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVIMENTO MONOCRÁTICO. - A penhora de veículos pelo sistema RENAJUD independe da realização de prévias diligências pelo credor para identificação dos veículos penhorá- veis. Art. 6º, § 1º, do Regulamento do Sistema RENAJUD. - De acordo com o art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil, se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. Com essas considerações, com fulcro no art. 557, §1º-A, do CPC, DOU PROVIMENTO MONOCRÁTICO ao presente recurso de Agravo de Instrumento, a fim de que seja realizada a consulta de veículos em nome dos agravados pelo sistema RENAJUD, como forma de garantir a fomentada execução fiscal.

APELAÇÃO N° 0067105-94.2012.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraiba,representado Por Seu Procurador Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Carlos Antonio Batista da Costa. ADVOGADO: Jose Francisco Xavier. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA REVISIONAL DE VENCIMENTOS DE MILITAR DA ATIVA. PRELIMINAR. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO. MÉRITO. POLICIAL MILITAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AU- SÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBI- LIDADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA, 25 DE JANEIRO DE 2012. ENTENDIMENTO SEDIMENTADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DECISÃO MONOCRÁTICA. DESPROVIMENTO. - Sendo a matéria aventada nos autos de trato sucessivo, segundo o qual, o dano se renova a cada mês, afasta-se a aplicação do instituto da prescrição sobre o fundo de direito do autor. - Segundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça, quando do julgamento do Incidente de Uniformização Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicionais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares, a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Com essas considerações, monocraticamente, REJEITO A PRELIMINAR SUSCITADA E, NO MÉRITO, NEGO PROVIMENTO AO APELO E À REMESSA NECESSÁRIA, mantendo todos os termos da decisão vergastada.

Dr. Ricardo Vital de Almeida

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0002402-57.2012.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Roberto Mizuki. APELADO: Guaracy de Lima Tavares. ADVOGADO: Wallace Alencar Gomes E Outro. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORIDNÁRIA DE COBRANÇA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. PREJUDICIAL. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO DA QUESTÃO PRÉVIA. MÉRITO. POLICIAL MILI- TAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBILIDADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA PUBLI-

CAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA, 25 DE JANEIRO DE 2012. ENTENDIMENTO SEDIMENTADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. REFORMA DE PARTE DO DECISUM. DECISÃO MONOCRÁTICA. PROVIMENTO PARCIAL. - Sendo a matéria aventada nos autos de trato sucessivo, segundo o qual, o dano se renova a cada mês, afasta-se a aplicação do instituto da prescrição sobre

o fundo de direito do autor. - Segundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça, quando do

julgamento do Incidente de Uniformização Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, a imposição de conge- lamento das gratificações e adicionais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares, a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Com essas considerações, monocraticamente, REJEITO A PREJUDICIAL DE MÉRITO E DOU PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA OFICIAL E À APELAÇÃO CÍVEL para determinar que o descongelamento seja efetuado até o quinquênio anterior à data da publicação da Medida Provisória Nº 185/2012, de 25 de janeiro de 2012, mantendo os demais termos da decisão vergastada.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0003395-09.2013.815.0371. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Maria de Fatima da Silva. ADVOGADO: Robevaldo Queiroga da Silva. APELADO: Munici- pio Nazarezinho. ADVOGADO: Adelia Marques Formiga. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDO- RA PÚBLICA MUNICIPAL. FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. POSICIONAMENTO DO STF DADO EM REPERCUSSÃO GERAL. SEGUIMENTO NEGADO. A cobrança dos valores relativos ao Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço submete-se à prescrição quinquenal. REMESSA

NECESSÁRIA. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDORA PÚBLICA MUNICIPAL. DOIS VÍNCULOS SEGUIDOS COM A MESMA EDILIDADE. NATUREZAS DISTINTAS. VERBAS RETIDAS. PRIMEIRO VÍNCULO. PROFES- SORA CONTRATADA SEM CONCURSO. VIOLAÇÃO AO ART. 37 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. NULIDADE DA CONTRATAÇÃO. DIREITO À PERCEPÇÃO TÃO SOMENTE DO SALDO DE SALÁRIOS PELOS SERVIÇOS PRESTADOS E DO FGTS. SEGUNDO VÍNCULO. CARGO COMISSIONADO. DIREITOS PREVISTOS NO ART. 39, §3.º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. PROVIMENTO PARCIAL. Qualquer exercício de força de trabalho empregado por trabalhador urbano ou rural, celetista ou estatutário, deve ser remunerado, sob pena de enrique- cimento sem causa da Administração Pública. Consoante entendimento do Plenário do Supremo Tribunal Federal, dado em repercussão geral (RE 705.140 ¿ RS), são nulas as contratações sem a observância das normas referentes à indispensabilidade da prévia aprovação em concurso público, não ensejando quaisquer efeitos jurídicos válidos, a não ser o direito à percepção dos salários referentes ao período trabalhado e ao levantamento dos depósitos efetuados no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ¿ FGTS. Como é cediço, aos comissiona- dos aplicam-se as regras contidas no art. 39, §3º, da Constituição Federal, que reconhece aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. 7º, incisos IV (salário mínimo), VIII (décimo terceiro salário), XVII (férias), entre outros. Diante do exposto, NEGO SEGUIMENTO À APELAÇÃO E DOU PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA NECESSÁRIA, reformando a sentença nos sobreditos termos.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0003467-53.2013.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Jacildo Martins Jorge. ADVOGADO: Reinaldo Peixoto de Melo Filho E Outros. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECES- SÁRIA. Ação Ordinária Revisional de VENCIMENTOS. ANUÊNIOs. MILITAR DA ATIVA. PREJUDICIAL DE PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLE- MENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. POSSIBILI- DADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA, CONFORME JULGA- MENTO PROFERIDO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. SUCUMBÊNCIA RECÍ- PROCA INEXISTENTE. AUTOR QUE DECAIU DE PARTE MÍNIMA. HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA. FIXA- ÇÃO ADEQUADA. MANUTENÇÃO DO DECISUM. DECISÃO MONOCRÁTICA. DESPROVIMENTO. - Segundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça, quando do julgamento do Incidente de Uniformização Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicionais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares, a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012 (25/02/2012), posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. - O autor tem o direito de receber, até o dia 25 de janeiro de 2012, data da publicação da Medida Provisória nº 185, o valor descongelado das verbas relativas ao anuênio e adicional de inatividade, e também os valores pagos a menor, referente ao período não prescrito. - Decaindo, o autor, de parte mínima da sua pretensão, impossível o reconhecimento da sucumbência recíproca. Com essas considerações, monocraticamente, NEGO PROVIMEN- TO À REMESSA NECESSÁRIA E AO RECURSO APELATÓRIO, mantendo integralmente a sentença de 1º grau.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0013334-70.2013.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Roberto Mizuki. APELADO: Edson Costa da Silva. ADVOGADO: Danielly Moreira Pires Ferreira. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORIDNÁRIA DE COBRANÇA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. PREJUDICIAL. PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO DA QUESTÃO PRÉVIA. MÉRITO. POLICIAL MILITAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ANUÊNIOS. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBILIDADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVI- SÓRIA, 25 DE JANEIRO DE 2012. ENTENDIMENTO SEDIMENTADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. INCI- DENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. REFORMA DE PARTE DO DECISUM. PROVIMENTO PARCIAL. - Sendo a matéria aventada nos autos de trato sucessivo, segundo o qual, o dano se renova a cada mês, afasta-se a aplicação do instituto da prescrição sobre o fundo de direito do autor. - Segundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça, quando do julgamento do Incidente de Uniformização Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicionais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares, a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/ 2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Com essas considerações, REJEITO A PREJUDICIAL E, NO MÉRITO, DOU PROVIMENTO PARCIAL AO APELO E À REMESSA NECESSÁRIA para determinar que o descongelamento seja efetuado até o quinquênio anterior à data da publicação da Medida Provisória Nº 185/2012, de 25 de janeiro de 2012, mantendo os demais termos da decisão vergastada.

APELAÇÃO N° 0000383-78.2012.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Ivonaldo Ferreira da Silva. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. APELADO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan. APELAÇÃO. PREJUDICIAL DE MÉRITO. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. MATÉRIA RELATIVA À OBRIGAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. RENOVAÇÃO PERIÓDICA DO DANO. AFASTADA. SEN- TENÇA CASSADA. CAUSA MADURA PARA JULGAMENTO. APLICAÇÃO DO ART. 515, § 3º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DA CELERIDADE E EFETIVIDADE PROCESSUAL. - Sendo matéria de trato sucessivo, segundo o qual o dano se renova a cada mês, resta afastada a aplicação do instituto da prescrição sobre o fundo de direito do autor. - Afastada a prejudicial de prescrição e estando a causa madura para julgamento, perfeitamente possível ao Tribunal ad quem analisar o mérito do feito, conforme enunciado no art. 515, § 3º, do Código de Processo Civil. MÉRITO. AÇÃO DE REVISÃO DE REMUNERAÇÃO. POLICIAL MILITAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ANUÊNIOS. CON- GELAMENTO COM BASE NO ART. 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBILIDADE DE CONGELAMENTO A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRU- DÊNCIA. ENTENDIMENTO SEDIMENTADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. PROVIMENTO PARCIAL. - Se- gundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça quando do julgamento do Incidente de Uniformiza- ção de Jurisprudência nº 2000728- 62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicio- nais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Ante o exposto, monocraticamente, DOU PROVIMENTO PARCIAL AO RECURSO, PARA AFASTAR A PRESCRIÇÃO E CAS- SAR A SENTENÇA e, na mesma oportunidade, com amparo no § 3º, do art. 515, do Código de Processo Civil, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE O PEDIDO INICIAL, reconhecendo que o autor tem o direito de receber, até a data publicação da Medida Provisória nº 185/2012, o valor descongelado das verbas relativas aos anuênios, na forma prevista nos arts. 12, da Lei nº 5.701/93, bem ainda os valores pagos a menor, referente ao período não prescrito, nos termos do Decreto nº 20.190/32, devendo o montante apurado ser acrescido de juros moratórios no percentual de 0,5% ao mês, a partir da MP n.º 2.180-35/2001 até o advento da Lei n.º 11.960, de 30/06/2009, que deu nova redação ao art. 1.º-F da Lei n.º 9.494/97, passando, doravante, a corresponder os juros aplicados à caderneta de poupança; e que a correção monetária seja calculada com base no IPCA, índice que melhor reflete a inflação acumulada do período, conforme estipulado no REsp 1.270.439/PR, julgado sob o rito do art. 543-C do CPC. Tendo a parte autora decaído em parte mínima do pedido, nos moldes do art. 21, parágrafo único, do Código de Processo Civil, fixo os honorários advocatícios em R$ 1.000,00, conforme dispõe o enunciado do art. 20, § 4º, do mesmo comando legal. Sem custas, ante a isenção prevista no art. 29, da Lei nº 5.672/92 (Regime de Custas e Emolumentos do Estado da Paraíba).

APELAÇÃO N° 0001287-58.2013.815.2003. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Patricia de Carvalho Cavalcanti. APELADO: Severina da Silva Fonseca. ADVOGA- DO: Marcel Vasconcelos Lima. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CAUTELAR DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. PRETENSÃO RESISTIDA POR PARTE DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. FIXA- ÇÃO DE HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS PARA O ESTABELECIMENTO BANCÁRIO. MINORAÇÃO DA VER- BA. DESCABIMENTO. ADEQUAÇÃO. DESPROVIMENTO MONOCRÁTICO. Nas ações de exibição de docu- mento, a instituição financeira é condenada em honorários advocatícios quando houver pretensão resistida em fornecer os documentos pleiteados, aplicando-se os princípios da sucumbência e da causalidade. A verba honorária é adequadamente fixada, dentro dos limites do art. 20 do CPC, quando a causa não é considerada complexa, mas a minoração representará desprestígio ao profissional. Com essas considerações, monocratica- mente, NEGO PROVIMENTO À APELAÇÃO.

APELAÇÃO N° 0004748-38.2013.815.2003. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE:

Santander Leasing S/a E Joseildo Rangel de Pontes. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini e ADVOGADO:

Lucas Leite Rangel de Pontes. APELADO: Joseildo Rangel de Pontes E Santander Leasing S/a. ADVOGADO:

Lucas Leite Rangel de Pontes e ADVOGADO: Elísia Helena de Melo Martini. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ADESIVO. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE. AUSÊNCIA. SEGUIMENTO NEGADO. O artigo 500 do Código de Processo Civil é claro no sentido de que só se pode cogitar da admissibi- lidade do recurso adesivo quando verificada a sucumbência recíproca entre as partes. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CAUTELAR DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. PRELIMINAR. AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL. PROVA DE QUE HOUVE RESISTÊNCIA POR PARTE DO BANCO. DESCABI- MENTO DA ALEGAÇÃO. REJEIÇÃO. Não há de se falar em ausência de interesse de agir na ação cautelar de exibição de documentos quando restar provada a resistência por parte da instituição financeira, na esfera

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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administrativa. MÉRITO. INTERESSE DE AGIR CARACTERIZADO. RESISTÊNCIA DA INSTITUIÇÃO BANCÁ- RIA. HIPOSSUFICIÊNCIA PRESUMIDA DO CONSUMIDOR. APLICAÇÃO DO CDC. CONDENAÇÃO AO PA- GAMENTO DE HONORÁRIOS. NATUREZA CONTENCIOSA DA AÇÃO. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE. MA- NUTENÇÃO DA SENTENÇA. SEGUIMENTO NEGADO. Comprovada a existência de relação jurídica entre as partes e a resistência da instituição bancária, é dever desta exibir o contrato firmado com o seu cliente. O consumidor tem direito de informação, podendo examinar os documentos comuns às partes, sempre que

entender necessário, nos termos do artigo 844, II, e 335 do Código de Processo Civil e art. 6º, III, do CDC. Ante

a natureza contenciosa da ação cautelar de exibição de documentos, aplica-se o princípio da causalidade, no qual quem deu causa ao aforamento da demanda é que deverá responder pelo pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. Com essas considerações, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO ADESIVO. Quanto

ao apelo, rejeito a preliminar de ausência de interesse processual e, NEGO-LHE SEGUIMENTO.

APELAÇÃO N° 0035352-56.2011.815.2001. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE:

Laete da Silva Souza Filho. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. APELADO: Estado da Paraiba. ADVOGADO:

Alexandre Magnus F. Freire. APELAÇÃO. PREJUDICIAL DE MÉRITO. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. MATÉRIA RELATIVA À OBRIGAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. RENOVAÇÃO PERIÓDICA DO DANO. AFASTADA. SEN- TENÇA CASSADA. CAUSA MADURA PARA JULGAMENTO. APLICAÇÃO DO ART. 515, § 3º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DA CELERIDADE E EFETIVIDADE PROCESSUAL.

Sendo matéria de trato sucessivo, segundo o qual o dano se renova a cada mês, resta afastada a aplicação do instituto da prescrição sobre o fundo de direito do autor. Afastada a prejudicial de prescrição e estando a causa madura para julgamento, perfeitamente possível ao Tribunal ad quem analisar o mérito do feito, conforme enunciado no art. 515, § 3º, do Código de Processo Civil. MÉRITO. AÇÃO DE REVISÃO DE REMUNERAÇÃO. POLICIAL MILITAR. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. ANUÊNIOS. CON- GELAMENTO COM BASE NO ART. 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. LACUNA SUPRIDA. POSSIBILIDADE DE CONGELAMENTO

A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRU-

DÊNCIA. ENTENDIMENTO SEDIMENTADO NO ÂMBITO DESTE SODALÍCIO. PROVIMENTO PARCIAL. Segun-

do

o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça quando do julgamento do Incidente de Uniformização

de

Jurisprudência nº 2000728- 62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicionais

prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Ante o exposto, DOU PROVIMENTO PARCIAL AO RECURSO, PARA AFASTAR A PRESCRIÇÃO E CASSAR A SENTENÇA e, na mesma oportunidade, com amparo no § 3º, do art. 515, do Código de Processo Civil, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE O PEDIDO INICIAL, reconhecendo que o autor tem o direito de receber, até a data publicação da

Medida Provisória nº 185/2012, o valor descongelado das verbas relativas aos anuênios, na forma prevista nos arts. 12, da Lei nº 5.701/93, bem ainda os valores pagos a menor, referente ao período não prescrito, nos termos

do

Decreto nº 20.190/32, devendo o montante apurado ser acrescido de juros moratórios no percentual de 0,5%

ao

mês, a partir da MP n.º 2.180-35/2001 até o advento da Lei n.º 11.960, de 30/06/2009, que deu nova redação

ao

art. 1.º-F da Lei n.º 9.494/97, passando, doravante, a corresponder os juros aplicados à caderneta de

poupança; e que a correção monetária seja calculada com base no IPCA, índice que melhor reflete a inflação acumulada do período, conforme estipulado no REsp 1.270.439/PR, julgado sob o rito do art. 543-C do CPC.

APELAÇÃO N° 0044933-95.2011.815.2001. ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraiba Representado Por Seu Procurador Ricardo Ruiz Arias Nunes. APELADO: Pedro Marques Pereira. ADVOGA- DO: Jose Francisco Xavier. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA. Ação Ordinária Revisional de PRO- VENTOS DE REFORMA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA. ANUÊNIOs E ADICIO- NAL DE INATIVDADE. Sentença que condenou parte legítima para figurar na demanda, MAS NÃO EXCLUIU A PARTE ILEGÍTIMA. ILEGITIMIDADE DO ESTADO DA PARAÍBA. REGIME JURÍDICO DIFERENCIADO DO SER- VIDOR PÚBLICO CIVIL. CONGELAMENTO COM BASE NO ART. 2º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE PREVISÃO EXPRESSA. REGRA NÃO ESTENDIDA AOS MILITARES. EDIÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012. CONVERSÃO NA LEI ESTADUAL Nº 9.703/2012. POSSIBILIDADE DE CONGELA- MENTO A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA, CONFORME JULGAMENTO PROFERIDO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA. PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA E DA APE- LAÇÃO. DECISÃO MONOCRÁTICA. - Em sede de revisional de proventos, tratando-se de Militar Reformado, apenas a PBPREV é a responsável por gerir aposentadorias e pensões, detendo a competência para figurar no feito. - Segundo o entendimento sedimentado por esta Corte de Justiça, quando do julgamento do Incidente de Uniformização Jurisprudência nº 2000728-62.2013.815.0000, a imposição de congelamento das gratificações e adicionais prevista no art. 2º da Lei Complementar Estadual nº 50/2003 somente atinge os militares, a partir da publicação da Medida Provisória nº 185/2012 (25/02/2012), posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012. Com essas considerações, monocraticamente, DOU PARCIAL PROVIMENTO À REMESSA NECESÁRIA E À APELA- ÇÃO CÍVEL, para excluir o Estado da Paraíba da lide, mantendo a sentença nos demais termos.

Des. José Aurélio da Cruz

APELAÇÃO N° 0000750-31.2012.815.0311. ORIGEM: Princesa Isabel - 3ª Vara. RELATOR: Des. Jose Aurelio da

Cruz. APELANTE: Creusa Rosa da Silva. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. APELADO: Municipio de Tavares. ADVOGADO: Manoel Arnobio de Sousa. processual civil. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER c/c cobrança ¿ professora ¿ implantação do piso salarial integral e ADEQUAÇÃO AO terço reservado para atividade extraclasse ¿ pedidos parcialmente procedentes - APELAÇÃO CÍVEL ¿ CARÊNCIA DE DILAÇÃO PROBATÓRIA

¿ POSSIBILIDADE DE DETERMINAÇÃO, INCLUSIVE, DE OFÍCIO, PELO JULGADOR ¿ APLICAÇÃO DO ART.

130, DO CPC ¿ PREVALÊNCIA DO PRINCÍPIO DA VERDADE REAL - MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA ¿ DECLARAÇÃO DE NULIDADE ¿ RECURSO PREJUDICADO ¿ INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC

¿ SEGUIMENTO NEGADO.- Restando imprescindível a dilação probatória, não há como proceder ao julgamento

da

lide, razão pela qual deve ser decretada, de ofício, a nulidade da sentença (matéria de ordem pública), a fim

de

que se realize a devida fase instrutória em busca da verdade real.- Nos termos do art. 130, do CPC, caberá

ao

juiz, de ofício, determinar as provas necessárias à instrução do processo. Com essas considerações,

DECLARO, DE OFÍCIO, A NULIDADE DA SENTENÇA, determinando o retorno dos autos ao Juízo a quo, a fim

de assegurar a produção da prova necessária. Recurso prejudicado, razão pela qual nego-lhe seguimento, nos

termos do art. 557, caput, do CPC.

APELAÇÃO N° 0016121-91.2014.815.0011. ORIGEM: Campina Grande - 1ª Vara da Fazenda Pública. RELA-

TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Proc.ana Rita Feitosa Torreao Braz Almeida E Dulce Almeida de Andrade. APELADO: Jose Gomes Neto. ADVOGADO: Dulce Almeida de Andrade. CONSTITUCIONAL ¿ APELAÇÃO CÍVEL ¿ TEMPESTIVIDADE ¿ QUESTIONAMENTOS: I ¿ INDU- VIDOSA CARACTERIZAÇÃO DO PREQUESTIONAMENTO E IMPERIOSA NECESSIDADE DE MANIFESTA- ÇÃO DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA ACERCA DOS PRECEPTIVOS LEGAIS. II - ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO ENTE ESTATAL. III ¿ INEXISTÊNCIA DO MEDICA- MENTO SOLICITADO NO ROL DE CONPETÊNCIA DO ESTADO E LISTADO PELO MINISTÉRIO DE SAÚDE.

IV ¿ VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA E HARMONIA ENTRE OS PODERES. V ¿ VEDAÇÃO

DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO ANUAL ¿ REJEIÇÃO. MÉRITO ¿ MEDICAMEN- TOS - PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE CUSTEÁ-LOS. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. DEVER DO ESTADO. GARANTIA CONSTITUCIONAL ¿ JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB ¿ APLICAÇÃO ANALÓGICA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC ¿ PRINCÍPIO DA JURISDIÇÃO EQUIVALENTE ¿ SEGUIMENTO NEGADO. - É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto

às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE 627411 AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira

Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em 01-10-2012, publicado em 02-10- 2012).- Nos termos do art. 196, da Constituição Federal, o Estado deve, efetivamente, proporcionar a prevenção de doenças, bem como oferecer os meios necessários para que os cidadãos possam restabelecer sua saúde, incluindo aí o fornecimento de tratamento necessário à cura e abrandamento das enfermidades.- Uma Portaria do Ministério da Saúde, que estabelece a listagem de medicamentos excepcionais a serem fornecidos gratuitamente pelo Poder Público, não tem o condão de restringir uma norma de cunho constituci- onal que, por ser veiculadora de direito fundamental, deve ser interpretada com a amplitude necessária a dar

eficácia aos preceitos constitucionais.- Seria uma distorção pensar que o princípio da separação dos poderes, originalmente concebido com o escopo de garantia dos direitos fundamentais, pudesse ser utilizado justamente como óbice à realização dos direitos sociais, igualmente fundamentais.- Conforme entendimento sedimentado

no Tribunal de Justiça da Paraíba, a falta de previsão orçamentária não pode servir como escudo para eximir

o Estado de cumprir com o seu dever de prestar o serviço de saúde adequado à população.- ¿O Relator negará seguimento ao recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula

ou Jurisprudência dominante do respectivo Tribunal, do Supremo tribunal Federal, ou de Tribunal Superior¿.

(CPC - Artigo 557, Caput). Diante do exposto, em analogia ao disposto o Artigo 557, caput, do CPC, de forma

MONOCRÁTICA, nego seguimento a remessa e ao apelo, por serem os recursos manifestamente improceden- tes, mantendo a sentença vergastada em todos os seus termos.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0021713-05.2010.815.2001. ORIGEM: Capital - 1ª Vara da Fazenda Publica. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. JUÍZO: Aspocep - Associacao dos Servidores da Policia Cientificia do Estado da Paraiba. ADVOGADO: Jose Claudemy Tavares Soares. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Proc.paulo Barbosa de Almeida Filho. processo civil ¿ ação de COBRANÇA ¿ diferença do décimo terceiro salário ¿ referente ao ano de 2008 ¿ direito controvertido inferior a sessenta salários mínimos ¿ art. 475, §2º, do cpc ¿ manifesta inadmissibilidade do reexame ¿ negativa de seguimento ¿ art. 557, CAPUT, DO CPC C/C SÚMULA Nº 253 DO STJ. Não é cabível o reexame necessário quando a condenação, ou o direito controvertido,

for de valor não excedente a 60 (sessenta) salários-mínimos Aplicabilidade do disposto no §2º do art. 475 do CPC. Inadmissibilidade do reexame. Negativa de seguimento. Art. 557, caput, do CPC c/c Súmula nº 253 do STJ. Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA por ser manifestamente inadmissível, o que faço monocraticamente, com respaldo no art. 557, caput, do CPC, c/c Súmula nº 253 do STJ.

INTIMAÇÃO ÀS PARTES
INTIMAÇÃO ÀS PARTES

RECURSO ESPECIAL – 3ªC – PROCESSO Nº.0030138-84.2011.815.2001 – Recorrente(s): CONDOMINIO RESIDENCIAL BOSQUE DAS ORQUIDEAS. Recorrido(s): ECOMAX EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS - LTDA. Intimação ao(s) bel(is). LUCIANA CARMELO SILVA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO – 3ªC – PROCESSO Nº.0020310-93.2013.815.2001 – Recorrente(s): ESTADO DA PARAIBA. Recorrido(s): ESTER DA SILVA, REPRESENTADA PELA SUA GENITORA ANGELA MARIA DA SILVA GOUVEIA. Intimação ao(s) bel(is). ANTONIO MICHELE ALVES LUCENA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO – 3ªC – PROCESSO Nº.0017997-62.2013.815.2001 – Recorrente(s): ESTADO DA PARAIBA. Recorrido(s): SEVERINA LOPES DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). RODRIGO LOPES DA SILVA,

a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO ESPECIAL – 3ªC – PROCESSO Nº.0009922-34.2013.815.2001 – Recorrente(s): ESTADO DA PARAI- BA. Recorrido(s): ATENILSON DA SILVA RAMOS. Intimação ao(s) bel(is). DENYSON FABIAO DE ARAUJO BRAGA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO ESPECIAL – 3ªC – PROCESSO Nº.0006732-53.2012.815.0011 – Recorrente(s): BV FINANCEIRA S/ A. Recorrido(s): ANTONIO DE SOUSA OLIVEIRA. Intimação ao(s) bel(is). JOAO CARLOS PEREIRA SANTOS,

a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO ESPECIAL – 3ªC – PROCESSO Nº.0000071-20.1996.815.0981 – Recorrente(s): ESTADO DA PARAI- BA. Recorrido(s): IND E COM GONGALÇVES MONTEIRO S/A. Intimação ao(s) bel(is). JOSE DE ARIMATEIA R. MENEZES, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarra- zões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO ESPECIAL – 3ªC – PROCESSO Nº.0000394-97.2011.815.0011 – Recorrente(s): BANCO DO BRASIL S/A. Recorrido(s): TATIANA RIBEIRO DE LIMA. Intimação ao(s) bel(is). PAULO JOSE DE MENDONÇA SILVA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso em referência (Art. 542, do CPC).

RECURSO ESPECIAL NOS AUTOS DA APELAÇÃO CRIMINAL nº 0010902-46.2011.815.2002. Recorrente:

Ministério Público Estadual. 1º. Recorrido: Leonardo Ferreira da Silva. 2º. Recorrido: Jonathan Ricardo de Lima Medeiros. Intimação ao Bel. SAULO DE TARSO DE ARAUJO PEREIRA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono do 2º. recorrido, apresentar as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542 do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

RECURSO ESPECIAL - 2ªC – PROCESSO Nº. 0092051-33.2012.815.2001 – Recorrente (s): ESTADO DA PARAÍBA. Recorrido (s): JOSÉ CARLOS DOS SANTOS MELO. Intimação ao(s) bel(is). DENYSON FABIÃO DE ARAÚJO BRAGA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) dos recorridos, apresentar(em) as contrar- razões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC).

PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO - RECURSO DE AGRAVO Nº 0800871-81.2015.8.15.0000 Relator: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. Agravante: Estado da Paraíba. Agravados: Peter George Wilson e Jaime Jacopucci. Intimação ao Bel. Jaime Jacopucci, na qualidade de advogado dos Agravados, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, apresentar contrarrazões ao Agravo em referência, por meio eletrônico.

PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO - RECURSO DE AGRAVO Nº 08001052-82.2015.8.15.0000 Relator: Des. João Alves da Silva. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: I. M. S. A. assistida por Lúcia Maria Sousa da Silva. Intimação ao Bel. Tadeu Mendes Villarin na qualidade de advogado do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, apresentar contrarrazões ao Agravo em referência, por meio eletrônico.

RECURSO DE AGRAVO Nº 2014270-16.2014.815.0000 Relator: Des. João Alves da Silva. Agravante: Walde- rez Ferreira de Menezes Neto. Agravado: Estado da Paraíba. Intimação ao Procurador Geral do Estado, Bel. Gilberto Carneiro da Gama, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0043678-

39.2010.815.2001. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: ADEMILDE

SIMÕES ALVES DA COSTA. Embargado: ESTADO DA PARAÍBA. ADV: GUSTAVO NUNES MESQUITA. Despa- cho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modificativos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar conforme o art. 536 do CPC.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0000535-

55.2013.815.0041. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: SUGURADORA

Embargado: JOSEFA GOMES DE OLIVEIRA. ADV:

ÁLISSON BESERRA FRAGÔSO. Despacho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modificativos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar

conforme o art. 536 do CPC.

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EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0109262-

76.2012.815.2003. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: ANTÔNIO BE-

ZERRA DE SOUSA. Embargado: ANTONIO BEZERRA DE SOUSA. ADV: MARCUS TÚLIO MACÊDO DE LIMA CAMPOS. Despacho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modificativos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar conforme o art. 536 do CPC.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0002508-

80.2012.815.0461. Relator: Des. FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO. Embargante: ESTADO

DA PARAÍBA – FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL. Embargado: ANTONIO COSTA DOS SANTOS. ADV: ANTONIO TEOTONIO DE ASSUNÇÃO. Despacho: Intime-se a parte embargada para, querendo, se pronunciar no prazo legal, em observância ao contraditório e à ampla defesa, insculpidos no art. 5º, LV, da Constituição Federal.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0068264-

72.2012.815.2001. Relator: Des. FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO. Embargante: ESTADO

DA PARAÍBA. Embargado: ELISABETE PEREIRA LINS DE ALBUQUERQUE E OUTROS. ADV: MÁRCIO HENRIQUE CARVALHO GARCIA. Despacho: Intime-se a parte embargada para, querendo, se pronunciar no prazo legal, em observância ao contraditório e à ampla defesa, insculpidos no art. 5º, LV, da Constituição Federal.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0002098- 86.2012.815.0181. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: SEVERI- NO BATISTA. Embargado: CAGEPA COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DA PARAÍBA. ADV: JOSÉ MAR- COS O. DOS SANTOS. Despacho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modificativos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifes- tar conforme o art. 536 do CPC.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0002112-

70.2012.815.0181. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: SOLONILDO

BATISTA DOS SANTOS. Embargado: CAGEPA COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DA PARAÍBA. ADV: FER- NANDA ALVES RABELO. Despacho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modifica- tivos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar conforme o art. 536 do CPC.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0000138-

05.2013.815.0911. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: ITAÚ SEGUROS

S/A

razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modificativos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar conforme o art. 536 do CPC.

Embargado: ELENO RIBEIRO DE BARROS. ADV: MARCOS ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA. Despacho: Em

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0035221-

81.2011.815.2001. Relator: Des. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA. Embargante: AMIL – ASSIS-

Embargado: ALDO MAKOTO GOMES SUDO INÁCIO. ADV: RAFA-

EL DANTAS VALENGO. Despacho: Em razão de terem os presentes embargos declaratórios efeitos modifica- tivos, ouça-se o embargado, através de seu patrono, no prazo de 5 (cinco) dias, para se manifestar conforme o art. 536 do CPC.

TÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL S/A

PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO - RECURSO DE AGRAVO Nº 0800749-68.2015.8.15.0000. Rela- tor: Juiz convocado Marcos Coelho de Salles. Agravante:George Davis Rodrigues de Souza Cerqueira. Agravado: Elaine Lopes de Paiva. Intimando o Bel. Valter Lúcio Lelis Fonseca, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei 10.352, de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões, por meio eletrônico, do agravo em referência.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS À DECISÃO PROFERIDA NO RECURSO DE AGRAVO Nº 2011907-

56.2014.815.0000. Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Embargante: Flávio Guilherme Para-

ense de Almeida. Embargado: João Ronaldo da Silva. Intimação ao Bel. Alexei Ramos de Amorim, na condição de Patrono do Embargado, a fim de, no prazo de 05 (cinco) dias, apresentar as contrarrazões aos Embargos em referência.

RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0002376-43.2015.815.0000. Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Agravante: Cláudio Roberto Rodrigues da Nóbrega e Ana Carolina de Abreu Viana. Agravado:

Cristovão Amaro da Silva Filho. Intimação ao Bel. Djânio Antônio Oliveira Dias, na condição de patrono do Agravante, a fim de, no prazo de 05 (cinco) dias, tomar ciência do despacho de fls.81/85, no sentido de complementar o instrumento, juntando aos autos, sob pena de inadmissão do agravo, a cópia do processo de origem, a partir da decisão (sentença ou acórdão) que transitou em julgado e ora se encontra em fase de cumprimento de sentença.

JULGADOS DO TRIBUNAL PLENO
JULGADOS DO TRIBUNAL PLENO

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque

AGRAVO INTERNO Nº. 0043909-66.2010.815.2001. RELATOR: DESEMBARGADOR MARCOS CAVAL- CANTI DE ALBUQUERQUE – PRESIDENTE. AGRAVANTE: - ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTADO POR SEU PROCURADOR GERAL GIBERTO CARNEIRO DA GAMA. AGRAVADO: LUIZ CARLOS DA SILVA – ADV. FRANCISCO DE ANDRADE CARNEIRO NETO.EMENTA: AGRAVO INTERNO. DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO A RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRANSCURSO DO PRAZO RECURSAL SEM IRRESIGNAÇÃO. PEDIDO DE REABERTURA DE PRAZO RECURSAL. INDEFERIMENTO. MANU- TENÇÃO DO DECISUM. DESPROVIMENTO DO RECURSO. À LUZ DE ENTENDIMENTO PACIFICADO NO ÂMBITO DO STF E DO STJ, O AGRAVO INTERNO É O MEIO CABÍVEL PARA IMPUGNAR DECISÃO DO TRIBUNAL DE ORIGEM QUE NEGA SEGUIMENTO OU DECLARA A PREJUDICIALIDADE DE RE- CURSO (ESPECIAL OU EXTRAORDINÁRIO) POR APLICAÇÃO DA SISTEMÁTICA ATINENTE AOS RE- CURSOS REPETITIVOS OU REPRESENTATIVOS DE CONTROVÉRSIA (ARTIGOS 543-B E 543-C DO CPC). VISTOS E RELATADOS OS PRESENTES AUTOS ACIMA IDENTIFICADOS. ACORDAM OS DESEM- BARGADORES DO EGRÉGIO TRIBUNAL PLENO, POR UNANIMIDADE, EM NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR.

CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA Nº. 2012684-41.2014.815.0000. RELATOR: DESEMBARGA- DOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – PRESIDENTE. SUSCITANTE: JUIZ DE DIREITO MARCOS WILLIAM DE OLIVEIRA, CONVOCADO PARA SUBSTITUIR A DESEMBARGADORA MARIA DAS NEVES DO EGITO DE A. D. FERREIRA. SUSCITADO: DESEMBARGADOR JOSÉ RICARDO PORTO. AGRAVANTE: CONSTRUTORA HEMA LTDA E OUTRO – ADV.: DANILO DE SOUSA MOTA. AGRAVADO: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO DA PARAÍBA – ADV.: WERTON SOARES DA COSTA JÚNIOR. EMENTA: CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA RECURSAL. AÇÕES CIVIS PÚBLICAS CONEXAS. REMESSA OFICIAL NA PRIMEIRA AÇÃO. ANÁLISE PELA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL DESTE TRIBUNAL. INTERPOSIÇÃO DE RECURSO NA SEGUNDA AÇÃO CIVIL PÚBLICA. DISTRIBUIÇÃO APÓS JULGAMENTO DA REMESSA NA PRIMEIRA AÇÃO. INEXISTÊNCIA DE PREVENÇÃO. SÚMULA N.º 235 DO STJ. COMPETÊNCIA FIRMADA PELA DISTRI- BUIÇÃO PARA A PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL. PROCEDÊNCIA DO CONFLITO. SÚMULA N.º 235 - A CONEXÃO NÃO DETERMINA A REUNIÃO DE PROCESSOS, SE UM DELES JÁ FOI JULGADO. VIS- TOS, RELATADOS E DISCUTIDOS OS PRESENTES AUTOS ACIMA IDENTIFICADOS. ACORDAM OS DESEMBARGADORES DO EGRÉGIO TRIBUNAL PLENO, POR UNANIMIDADE, EM JULGAR PROCE- DENTE O CONFLITO PARA DECLARAR COMPETENTE O DES. JOSÉ RICARDO PORTO, NOS TER- MOS DO VOTO DO RELATOR.

CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA Nº 0901640-88.2001.815.0000. RELATOR: DESEMBARGA- DOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – PRESIDENTE. SUSCITANTE: DES. LEANDRO DOS SANTOS. SUSCITADO: DR. MARCOS WILLIAM DE OLIVEIRA, JUIZ CONVOCADO EM SUBSTITUIÇÃO AO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. AGRAVANTE: ZÉLIA MARIA DANTAS BATISTA – ADV.: ROGÉRIO MAGNUS VARELA GONÇALVES E OUTRO. AGRAVADO: SIEMENS AKTIENGESELLSCHAFT BEREICH MEDIZINISCHE TECHNIK E OUTRA – ADV.: HUMBERTO MADRUGA B. CAVALCANTE E OUTROS. EMENTA: CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. EMBARGOS DECLARATÓRIOS. APOSENTADORIA DO DESEMBARGADOR RELATOR. REMESSA DO ACERVO PROCESSUAL AO SEU SUCESSOR. INTE- LIGÊNCIA DO ART. 148, CAPUT, DO RITJ/PB. COMPETÊNCIA DO DESEMBARGADOR SUSCITANTE. IMPROCEDÊNCIA DO CONFLITO. À LUZ DO CAPUT DO ART. 148, RITJ/PB, O SUCESSOR DO DESEM- BARGADOR QUE HOUVER DEIXADO O TRIBUNAL, RECEBE OS PROCESSOS A CARGO DAQUELE QUE ESTÁ SAINDO, INDEPENDENTEMENTE DE DISTRIBUIÇÃO. SE OS EMBARGOS DECLARATÓRI- OS OBJETO DO CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA JÁ HAVIAM SIDO PROTOCOLADOS E, PORTANTO, JÁ ESTAVAM A CARGO DO DESEMBARGADOR QUE DEIXOU O TRIBUNAL, POR CONTA DE APOSENTADORIA, A COMPETÊNCIA PARA RELATORIA DO RECURSO É DO DESEMBARGADOR QUE O SUCEDEU, ASSUMINDO, ASSIM, O ACERVO PROCESSUAL DO ENTÃO RELATOR, POR FOR- ÇA DA REGRA ESPECÍFICA DO ART. 148, CAPUT, DO RITJPB. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS OS PRESENTES AUTOS ACIMA IDENTIFICADOS. ACORDAM OS DESEMBARGADORES DO EGRÉGIO TRIBUNAL PLENO, POR UNANIMIDADE, EM JULGAR IMPROCEDENTE O CONFLITO PARA DECLA- RAR COMPETENTE O DES. LEANDRO DOS SANTOS PARA RELATORIA DO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR.

Dr. Marcos William de Oliveira

PROCEDIMENTO COMUM N° 0002423-32.2006.815.0000. RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. POLO ATIVO: Ministério Público Estadual. RÉU:

Rosinaldo Lucena Mendes, Prefeito do Município de Pilõezinhos. ADVOGADO: Elaine Maria Gonçalves. FALSI- DADE IDEOLÓGICA (ART. 299, DO CP). DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE BALANCETES EM DOCU- MENTO PÚBLICO. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS PARA ENSEJAR A CONDENAÇÃO. IN DUBIO PRO REO. IMPROCEDÊNCIA. Se as provas constantes dos autos deixam dúvida quanto à existência da falsificação de documento público imputado ao acusado, sua absolvição é medida que se impõe, por força do princípio in dubio pro reo. ACORDA o Egrégio Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em julgar improcedente a denúncia.

JULGADOS DO CONSELHO DA MAGISTRATURA
JULGADOS DO CONSELHO DA MAGISTRATURA

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira

RECURSO ADMINISTRATIVO N° 2014278-90.2014.815.0000. ORIGEM: CONSELHO SUPERIOR DA MA- GISTRATURA. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. RECORRENTE: Julio Cezar Bezer- ra Cavalcanti. ADVOGADO: Joao Paulo de Justino E Figueiredo. RECORRIDO: Corregedor Geral da Justica. EMENTA: PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. SERVIDOR PÚBLICO. NÃO COMPARE- CIMENTO A AUDIÊNCIA PARA DEPOR EM PROCEDIMENTO DE SINDICÂNCIA. AUSÊNCIA DE JUSTIFI- CATIVA. ALEGADO ESTADO GRAVE DE DEPRESSÃO. COMPROVAÇÃO. INFRAÇÃO DO ART. 106, III E IV, C/C O ART. 107, XV, DA LCE n.º 58/2003. APLICAÇÃO DA PENA DISCIPLINAR DE ADVERTÊNCIA. RECURSO. PROVA DE ESTAR O SERVIDOR EM TRATATAMENTO DE GRAVE DEPRESSÃO. INADEQUA- ÇÃO DAS NORMAS DISCIPLINARES À CONDUTA, PARA OS EFEITOS DE ENQUADRAMENTO. PROVI- MENTO. Não se amoldando a conduta a quaisquer dos dispositivos legais apontados como infringidos, é de ser determinado o arquivamento do processo. Visto, relatado e discutido o presente Recurso Inominado interposto perante este e. Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por Júlio César Bezerra Cavalcanti, contra a Decisão de f. 34/35, de S. Exª o Sr. Corregedor Geral da Justiça neste Estado, que julgando o Procedimento Administrativo Disciplinar n.º 2014278-90.2014.815.0000, contra ele instaurado, aplicou-lhe a pena disciplinar de advertência, ACORDAM os Eminentes Desembargadores que integram o referido Conselho, à unanimidade, seguindo o voto do Relator, dar provimento ao Recurso para determinar o arquivamento do processo.

JULGADOS DA SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL
JULGADOS DA SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

Desª. Maria das Neves do Egito D Ferreira

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 0411115-39.2001.815.2001. ORIGEM: 3ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. RELATOR:

Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. EMBARGANTE: Eduardo Lucena da Cunha Lima. ADVOGADO:

Daniel Henrique Antunes Santos. EMBARGADO: Hsbc Bank Brasil S/a Banco Multiplo. ADVOGADO: Marina Bastos da Porciuncula Benghi. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGAÇÃO

DE VIOLAÇÃO DE NORMAS. NÃO OCORRÊNCIA. CONTRADIÇÃO, OMISSÃO E OBSCURIDADE. VÍCIOS

INEXISTENTES. REJEIÇÃO. - Como já decidiram os Tribunais Superiores, ¿os embargos se prestam a sanar

omissão, contradição ou obscuridade, não a adequar a decisão ao entendimento do embargante.¿ (STJ - EDcl na

MC 7332/SP - Rel. Min. Antônio de Pádua Ribeiro - 3ª Turma - jul. 17.02.2004 - DJU 22.03.2004 p. 291). VISTOS,

relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, rejeitar os embargos declaratórios.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0002895-32.2010.815.0731. ORIGEM: 3ª VARA MISTA DE CABEDELO. RELATOR:

Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Aymore Credito Financiamento E Investimento S/ a. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva. AGRAVADO: Ednaldo Cruz da Silva. ADVOGADO: Danilo Caze Braga da Costa Silva. AGRAVO INTERNO EM APELAÇÃO CÍVEL. DECISÃO UNIPESSOAL QUE NEGOU SEGUIMENTO

AO

APELO. HIPÓTESE AUTORIZADORA DO JULGAMENTO MONOCRÁTICO NÃO AFASTADA. PRINCÍPIO

DA

DIALETICIDADE. DESATENDIMENTO. RECURSO NÃO CONHECIDO. 1. O agravo interno é recurso de

fundamentação vinculada, pois se cinge estritamente a explicitar o desencontro entre a decisão monocrática e as hipóteses do CPC que autorizam a lavratura de provimentos unipessoais. Em suma, no agravo interno, a parte

tem o dever, o ônus de, ao manejá-lo, desenvolver raciocínio claro, preciso e cartesiano, tendente a demonstrar

que o provimento vergastado não poderia ter sido lavrado de forma monocrática, por não se encaixar nas previsões do art. 557, caput, e § 1º-A, do Código de Processo Civil. 2. Não é propriamente o mérito da decisão monocrática que é desafiado pelo agravo interno, mas a subsunção, o encaixe, o ajuste do conteúdo às disposições do art. 557, caput, e § 1º-A, do Código de Processo Civil, razão pela qual não deve ser conhecido o recurso quando o agravante se desgarra desse aspecto formal, descumprindo flagrantemente o disposto no art. 514, iniciso II, do Código de Processo Civil. 3. Agravo interno não conhecido. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, não conhecer do agravo interno.

APELAÇÃO N° 0000703-86.2014.815.0311. ORIGEM: 3ª VARA MISTA DE PRINCESA ISABEL. RELATOR:

Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Paulo Fernandes dos Santos. ADVOGADO:

Leidjanny Rodrigues de Almeida Pires. APELADO: Banco Bradesco S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELAÇÃO CÍVEL. CIVIL, PROCESSUAL CIVIL E CONSUMIDOR. 1. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE

DE CONTRATO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. EMPRÉSTIMO

BANCÁRIO REALIZADO POR PESSOA IDOSA E ANALFABETA. PRETENSÃO DE NULIDADE CONTRATUAL PAUTADA NA FALTA DE INSTRUMENTO PÚBLICO. AFASTAMENTO. DEPOIMENTO EM AUDIÊNCIA COM- PROVANDO QUE O AUTOR CONTRAIU O EMPRÉSTIMO DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE E QUE RECEBEU O VALOR PACTUADO. AUSÊNCIA DE VÍCIO DE CONSENTIMENTO E DE EFETIVO PREJUÍZO CAPAZES DE ENSEJAR A NULIDADE DO ATO. DESCONTOS DEVIDOS. DANO MORAL INEXISTENTE. IMPROCEDÊNCIA MANTIDA. 2. LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ POR PARTE DO AUTOR. NÃO OCORRÊNCIA. CIRCUNSTÂNCIAS DO ART. 17 DO CPC NÃO CONFIGURADAS. 3. PROVIMENTO PARCIAL. 1. Salvo exceções, deve prevalecer o que foi pactuado entre as partes, em função do Princípio Pacta Sunt Servanda. Uma vez não comprovada a existência de vício de consentimento, a ensejar a nulidade do instrumento contratual em estudo, é imperioso o reconhecimento de sua validade. Outrossim, não há que se falar em nulidade do contrato entabulado de livre e espontânea vontade pelas partes, em razão da falta de instrumento público, quando não se verifica a ocorrência de prejuízo em desfavor de uma delas, capaz de justificar a nulidade do ato, sendo devidos, assim, os descontos relativos às parcelas pactuadas, não se configurando necessidade de reparação a título de danos morais. 2. Improcede a condenação em litigância de má-fé imposta ao autor, porquanto a improcedência do pedido não importa, por si só, na caracterização das circunstâncias do art. 17 do CPC, devendo o Juiz motivar tal condenação. 3. Provimento parcial do recurso. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, dar provimento parcial à apelação.

Dr. Miguel de Britto Lyra Filho

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0000515-47.2011.815.1201. ORIGEM: VARA ÚNICA DA COMARCA

DE ARAÇAGI. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves

do Egito D Ferreira. APELANTE: Juizo de Direito de Aracagi. APELANTE: Rosicleide Nunes Nobrega. ADVOGADO: Anna Karina Martins S. Reis. APELADO: Municipio de Aracagi. ADVOGADO: Antonio Teotonio de Assuncao. REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA. EMPREGA-

DA PÚBLICA. VÍNCULO CELETISTA. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. CONFLITO NEGATIVO DE

COMPETÊNCIA. REMESSA DOS AUTOS AO STJ. NULIDADE DA SENTENÇA. 1. STJ: ¿Cabe à Justiça comum, estadual ou federal, processar e julgar as questões relativas à existência, à validade e à eficácia das relações de trabalho entre a Administração Pública e seus agentes, salvo nas hipóteses em que se discuta a eficácia das normas celetistas incidentes sobre o vínculo entre a administração e os empregados públicos, regularmente admitidos.¿ (AgRg no CC 134.960/PB, Rel. Ministro Sérgio Kukina, Primeira Seção, julgado em 22/10/2014, DJe 29/10/2014). 2. Conflito negativo de competência caracterizado. Autos remetidos ao Superior Tribunal de Justiça, por força do disposto no art. 105, I, ¿d¿, da Constituição Federal. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, decretar a nulidade da sentença, reconhecer o conflito negativo de competência e determinar a remessa dos autos ao STJ.

APELAÇÃO N° 0004263-68.2011.815.0011. ORIGEM: 3ª VARA DA FAZ. PUB. DE CAMPINA GRANDE. RELA- TOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Fernando Antonio de Lima Barros. ADVOGADO: Jose Evanildo P. Lima. APELADO: Diva Alves Paulino. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE NUNCIAÇÃO DE OBRA NOVA C/C DEMOLITÓRIA. PRELIMINAR DE CERCEAMENTO DE DEFESA. REJEIÇÃO. CONCLUSÃO DA OBRA. PERDA DO OBJETO. DESPROVIMEN- TO. - A obra apontada como irregular fora concluída antes mesmo da prolação da sentença de mérito, ora recorrida. Dessa forma, é irrefutável a perda do objeto da presente demanda. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, rejeitar a preliminar e, no mérito, negar provimento ao recurso apelatório.

Dr. Onaldo Rocha de Queiroga

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0015486-96.2010.815.2001. ORIGEM: 3ª VARA DA FAZ. PUB. DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Gustavo Nunes Mesquita. APELANTE: Raquel Duarte das Neves, APELANTE:

Pbprev-paraiba Previdencia, APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Franciney Jose Lucena Bezerra e ADVOGADO: Daniel Guedes de Araujo. APELADO: Os Mesmos. PRELIMINAR EX OFFICIO. AÇÃO DE SUSPENSÃO E RESTITUIÇÃO DE DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS. UNIFORMIZAÇÃO DE JU- RISPRUDÊNCIA. SÚMULA 49 DESTA CORTE DE JUSTIÇA. SERVIDOR DA ATIVA. LEGITIMIDADE EXCLUSI- VA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA CESSAR A EXAÇÃO. ILEGITIMIDADE PASSIVA DA PBPREV NO TOCANTE

AO PEDIDO DE SUSPENSÃO DO RECOLHIMENTO PREVIDENCIÁRIO. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA.

CONHECIMENTO DE OFÍCIO. - Segundo os enunciados oriundos de Incidente de Uniformização de Jurisprudên-

cia deste Tribunal de Justiça (2000730-32.2013.815.0000), atinentes à matéria, bem ainda levando em conta o

caso concreto, a Autarquia Previdenciária é parte ilegítima passiva no tocante à abstenção dos descontos que forem declarados ilegais, uma vez que o autor é servidor da ativa. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO ESTADO DA PARAÍBA. MATÉRIA SUMULADA PELO PLENO DESTA CORTE DE JUSTIÇA. REJEIÇÃO. - O Tribunal Pleno, ao julgar o Incidente de Uniformização de Jurisprudência n. 2000730- 32.2013.815.0000, no dia 19 de maio de 2014, decidiu que o Estado da Paraíba é parte legítima para figurar no

polo passivo de demandas em que se discute contribuição previdenciária, seja quanto à restituição ou quanto à abstenção de futuros descontos. REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. INCIDÊNCIA SOBRE O TERÇO DE FÉRIAS. IMPOSSIBILIDADE. VER-

BA DE NATUREZA INDENIZATÓRIA. MATÉRIA PACÍFICA NO STF. ALEGAÇÃO DA TERCEIRA APELANTE DE

QUE A COBRANÇA DEU-SE EM PERÍODO ANTERIOR AO EXERCÍCIO DE 2010. INOVAÇÃO RECURSAL. DOCUMENTO (OFÍCIO) JUNTADO SOMENTE COM O RECURSO. MATÉRIA NÃO CONHECIDA. IMPOSSIBI-

LIDADE DO DESCONTO PREVIDENCIÁRIO SOBRE AS VERBAS CONSTANTES DO ROL TAXATIVO PREVIS-

TO

NO ART. 4º, § 1º, DA LEI N. 10.887/2004. GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADE JUDICIÁRIA - GAJ. EDIÇÃO DA

LEI

ESTADUAL N. 8.923/2009. INCORPORAÇÃO AOS VENCIMENTOS DOS SERVIDORES. POSTERIOR

INCIDÊNCIA DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. LEGALIDADE. DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS ANTERIORES À LEI N. 8.923/2009. ILEGALIDADE. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. ADEQUAÇÃO DE OFÍCIO. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. NÃO CONFIGURAÇÃO DA REFORMATIO IN PEJUS. INAPLICABI-

LIDADE DA LEI N. 9.494/97. POSIÇÃO DO STJ. APLICAÇÃO DO ART. 2º DA LEI ESTADUAL N. 9.242/2010. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA PELO INPC A PARTIR DO PAGAMENTO INDEVIDO. SÚMULA 162/STJ. JUROS

DE 1% (UM POR CENTO) AO MÊS, APÓS O TRÂNSITO EM JULGADO DA DECISÃO. SÚMULA 188/STJ.

HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. FIXAÇÃO DE VALOR NOMINAL. ART. 20, § 4º, DO CPC. PROVIMENTO

PARCIAL DO PRIMEIRO APELO (AUTORA) E DA REMESSA NECESSÁRIA. DESPROVIMENTO DO SEGUN-

DO APELO. CONHECIMENTO PARCIAL DO TERCEIRO APELO, AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO, NA

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

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PARTE CONHECIDA. 1. O terço constitucional de férias não sofre a incidência da contribuição previdenciária,

por ser verba de natureza indenizatória. 2. A matéria arguida no recurso, que não foi objeto de alegação no Juízo

a quo, constitui inovação recursal, não podendo o tribunal proferir manifestação meritória, sob pena de supressão

de instância. 3. Tendo em vista a inexistência de lei estadual específica disciplinando as contribuições previden-

ciárias dos servidores estaduais, aplica-se o art. 4º da Lei n. 10.887/2004, o qual dispõe sobre o cálculo dos proventos dos funcionários de qualquer dos Poderes da República. O § 1º do referido artigo aponta, por meio de um rol taxativo, as vantagens, as gratificações e os adicionais que não integrarão a base de contribuição, e que, por conseguinte, não poderão sofrer incidência de desconto previdenciário. 4. Incorporando-se a Gratificação de Atividade Judiciária aos vencimentos do servidor, pela Lei 8.923/2009, não há qualquer ilegalidade na incidência de contribuição previdenciária após a edição dessa lei. No entanto, antes do referido diploma legal, os descontos previdenciários incidentes sobre a verba discutida devem ser considerados ilegais, de modo que é devida sua restituição, respeitada a prescrição quinquenal. 5. Juros de mora e correção monetária, conforme entendimento que vem sendo adotado pelo Superior Tribunal de Justiça (Informativo n. 0535 ¿ Período: 12 de março de 2014. AgRg no AREsp 18.272-SP, Rel. Min. Humberto Martins, julgado em 04/02/2014), são consectários legais da condenação principal e ostentam natureza de ordem pública, o que autoriza sua análise de ofício, não configuran-

do reformatio in pejus. 6. Os juros de mora, na repetição de indébito tributário, são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença, nos termos da Súmula 188 do STJ, e, consoante entendimento jurisprudencial desse mesmo tribunal, tratando-se de contribuição previdenciária, são devidos à razão de 1% ao mês, segundo o art. 161, 1º, do CTN, não se aplicando o art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, acrescentado pela MP n. 2.180-35/2001. Precedente:

REsp 1.111.189/SP, Ministro Teori Albino Zavascki, DJe de 26.5.2009, submetido ao rito dos recursos repetitivos. (STJ - AgRg no AREsp 48.939/SP, 2ª T., Min. Humberto Martins, DJe de 23/11/2011). 7. Com relação à correção monetária, em atenção ao princípio da isonomia, e nos termos do art. 2º da Lei Estadual n. 9.242/2010, o valor da restituição do indébito tributário estadual deve ser atualizado, monetariamente, de acordo com o INPC, desde

a data do pagamento indevido (Súmula 162/STJ). 8. Nos termos do art. 20, § 4º do CPC, ¿nas causas de pequeno

valor, naquelas em que não houver condenação ou for vencida a Fazenda Pública, e nas execuções, embarga- das ou não, os honorários serão fixados consoante apreciação equitativa do juiz, atendidas as normas das alíneas ‘a’, ‘b’ e ‘c’ do parágrafo anterior.¿ VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, dar provimento parcial ao primeiro apelo (autora) e à remessa necessária; desprover o segundo apelo; conhecer parcialmente da terceira apelação e, na parte conhecida, negar-lhe provimento.

APELAÇÃO N° 0015908-90.2011.815.0011. ORIGEM: 1ª VARA DA FAZ. PUB. DE CAMPINA GRANDE. RELA- TOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Maria da Penha da Silva Anselmo. ADVOGADO: Victor Bruno Rocha Araujo. APELADO: Municipio de Campina Grande. ADVOGADO: Fábio Henriques Thoma. APELAÇÃO CÍVEL. RECOMPOSIÇÃO E REAJUSTA- MENTO DE NÍVEIS C/C COBRANÇA DE DIFERENÇA DE VENCIMENTOS E REPETIÇÃO DE INDÉBITO. SERVIDORA PÚBLICA MUNICIPAL. PROGRESSÃO FUNCIONAL HORIZONTAL. DISCIPLINAMENTO PELA LEI COMPLEMENTAR N. 036/2008. COMPROVAÇÃO PARCIAL DOS REQUISITOS. SERVIDORA QUE FAZ JUS AO REENQUADRAMENTO PARCIAL. DISPOSIÇÕES QUE ALTERARAM REFERÊNCIAS E NÍVEIS. RE- TROATIVO E REFLEXOS DEVIDOS. REFORMA DA SENTENÇA. PROVIMENTO PARCIAL. - Demonstrado o preenchimento dos requisitos previstos na Lei Complementar n. 36/2008, a autora tem direito à progressão funcional horizontal requerida, bem como faz jus ao recebimento das diferenças atrasadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, dar provimento parcial à apelação cível.

APELAÇÃO N° 0024612-29.2010.815.0011. ORIGEM: 8ª VARA CÍVEL DE CAMPINA GRANDE. RELATOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE:

Magazine Luiza S/a. ADVOGADO: Daniel Sebadelhe Aranha. APELADO: Banco do Brasil S/a, APELADO: Ligianne Santos Cabral Medeiros. ADVOGADO: Louise Rainer Pereira Gionedis e ADVOGADO: Thelio Farias. APELAÇÃO CÍVEL. PROCESSUAL CIVIL E CONSUMIDOR. DESCONSTITUTIVA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. INSCRIÇÃO EM CADASTRO RESTRITIVO DE CRÉDITO. DÍVIDA ORIUNDA DE ENCARGOS FINANCEIROS RELATIVOS A CARTÃO DE CRÉDITO ADMINISTRADO PELO BANCO DO BRASIL E SOLICITADO ATRAVÉS DA LOJA APELANTE. ILEGITIMIDADE PASSIVA. PRELIMI- NAR QUE SE CONFUNDE COM O MÉRITO. COMPROVAÇÃO NOS AUTOS DA SOLICITAÇÃO DO RESPECTIVO CARTÃO POR PARTE DO ESTABELECIMENTO COMERCIAL E DE SUA PARTICIPAÇÃO NA EMISSÃO DO PLÁSTICO E NA CADEIA DE NEGOCIAÇÃO DO PRODUTO. RESPONSABILIDADE CONFIGURADA. INSCRI- ÇÃO INDEVIDA EM CADASTRO DE INADIMPLENTES. CARACTERIZAÇÃO DO ATO ILÍCITO. DANO MORAL IN RE IPSA. DEVER DE INDENIZAR CONFIGURADO. MINORAÇÃO DO QUANTUM. IMPOSSIBILIDADE. VALOR FIXADO DE ACORDO COM A EXTENSÃO DO DANO. JUROS DE MORA. CONSECTÁRIOS DA CONDENAÇÃO. ADEQUAÇÃO DE OFÍCIO. DESPROVIMENTO. - Existindo acordo comercial entre o Banco do Brasil e as Lojas Maia para a emissão de cartões de crédito, apesar de ser o banco o administrador do cartão, ambos devem responder por eventuais danos advindos de negativação indevida, referente a dívidas provenientes do cartão, quando fica comprovado que a loja o solicitou à instituição financeira, e que participou, de qualquer forma, do processo de emissão do plástico, motivo pelo qual o estabelecimento comercial é parte legítima para figurar nas ações em que se postula a reparação de danos decorrentes de inscrição indevida, quando fica evidenciado que participou da cadeia de negociação do produto. - Segundo o entendimento jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça, a inscrição indevida do nome consumidor em órgão de restrição ao crédito caracteriza, por si só, dano moral, cuja ocorrência prescinde de comprovação, uma vez que decorre do próprio fato, operando-se in re ipsa. - Nos termos da jurisprudência da Corte Cidadã, o valor estabelecido pelas instâncias ordinárias a título de indenização por danos morais pode ser revisto tão-somente nas hipóteses em que a condenação revelar-se irrisória ou exorbitante, distanciando-se dos padrões de razoabilidade, o que não se evidencia no presente caso. - Os juros de mora, por serem consectários da condenação principal, podem ser revistos e adequados de ofício. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, negar provimento à apelação.

JULGADOS DA TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL
JULGADOS DA TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2004281-83.2014.815.0000. ORIGEM: Comarca de Arara. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Andrade Lopes de Medeiros. ADVOGADO: Edmundo dos Santos Costa. AGRAVADO: Ministerio Publico Estadual. - AGRAVO DE INSTRUMENTO ¿ IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA ¿ BLOQUEIO DE BENS ¿ GARANTIA DE RESSARCIMENTO AO ERÁRIO ¿ POSSIBILIADA- DE ¿ AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DO REFERIDO BLOQUEIO ¿ MANUTENÇÃO DO DECISUM ¿ DES- PROVIMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO. ¿ In casu, não há como prosseguir a tese defendida pelo agravante, uma vez que restou indemonstrado nos autos o alegado bloqueio, ou mesmo indícios da existência da conta supostamente bloqueada, seja poupança ou corrente. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS, os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto relator.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2007569-39.2014.815.0000. ORIGEM: Comarca de Jacaraú. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Energisa Paraiba-distribuidora de Energia S/a. ADVOGA- DO: Diego Wallace da Silva Nascimento. AGRAVADO: Municipio de Curral de Cima. - AGRAVO DE INSTRUMEN- TO ¿ AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER ¿ INTERPOSIÇÃO DE RECURSO VIA POSTAL ¿ INTEMPESTIVIDA- DE ¿ PROTOCOLO DOS EMBARGOS NO ÚLTIMO DIA E APÓS O HORÁRIO DO EXPEDIENTE FORENSE ¿ MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA ¿ DESPROVIMENTO DO RECURSO. - Segundo entendimento desta Corte, o protocolo de petições e recursos deve ser efetuado dentro do horário do expediente forense regulado pela lei de organização judiciária local. 2. Agravo regimental não provido. (AgRg no AREsp 667.918/PI, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 05/05/2015, DJe 12/05/2015) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, a unanimidade, negar provimento ao recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2009018-32.2014.815.0000. ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Alexandre Magnus F.freire. AGRAVADO: Lais Lorena Alves Ferreira. ADVOGADO: Thiago Xavier de Andrade. - AGRAVO DE INSTRUMENTO ¿ DECLARATÓRIA ¿ EQUIPARAÇÃO SALARIAL¿ ANTECIPAÇÃO DA TUTELA ¿ DEFERIMENTO ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ AUMENTO DA REMUNERAÇÃO DE SERVIDOR EM SEDE DE TUTELA ANTECIPADA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA ¿ VEDAÇÃO IMPOSTA PELO ART. 1º DA LEI Nº 9.494/97 ¿ MODIFICAÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA ¿ PROVIMENTO DO AGRAVO. ¿ PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. TRIBUTÁRIO. AÇÃO ANULATÓRIA DE DÉBITO FISCAL. POSSIBILIDADE DE ANTECIPAÇÃO DOS

EFEITOS DA TUTELA EM FACE DA FAZENDA PÚBLICA. 1. Não é possível a antecipação dos efeitos da tutela em face da Fazenda Pública, nas hipóteses em que a concessão do pedido liminar implique a reclassificação ou

a equiparação de servidores públicos, bem como a concessão de aumento ou a extensão de vantagens, o

pagamento de vencimentos e vantagens pecuniárias e, ainda, quando esgote, no todo ou em parte, o objeto da ação. 2. Contudo, no caso concreto, o deferimento do pedido liminar implicou a suspensão da exigibilidade do crédito tributário, que teve origem na lavratura de um auto de infração. A concessão da medida liminar, na hipótese, além de ser autorizada pelo art. 151, V, do CTN, não é obstada pelas limitações legais invocadas pela Fazenda Estadual (art. 1º, § 3º, da Lei 8.437/92, c/c o art. 1º da Lei 9.494/97). 3. Admitida, na espécie, a concessão do pedido liminar, mostra-se inviável o exame da questão relativa à não-ocorrência de dano grave de difícil reparação, pois tal verificação demanda necessariamente o revolvimento das circunstâncias fáticas da causa, o que é inviável em sede de recurso especial, tendo em vista o óbice contido na Súmula 7 desta Corte. 4. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, desprovido.(REsp 900.672/RN, Rel. Ministra DENI-

SE ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 09/09/2008, DJe 24/09/2008) VISTOS, RELATADOS E DISCUTI- DOS os presentes autos em que figuram como partes as acima nominadas. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, a unanimidade, em dar provimento ao recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2009143-97.2014.815.0000. ORIGEM: 9ª Vara Cível de Campina Grande RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Sindicato dos Engenheiros No Estado da Paraíba. ADVOGADO: Antonio Barbosa de Araujo. AGRAVADO: Chapa ¿o Senge de Todos¿, Representada Pelo

Membro E Candidato Sebastião Pereira Urtiga

TRUMENTO ¿ AÇÃO DE IMPUGNAÇÃO AO REGISTRO DE CANDIDATURA C/C PEDIDO LIMINAR ¿ DEFE- RIMENTO DA MEDIDA ¿ SUSPENSÃO DO REGISTRO ¿ PODER GERAL DE CAUTELA DO MAGISTRADO ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ ALEGAÇÃO DE POSSUIR MAIS DE 04 (QUATRO) MESES DE ASSOCIADO ¿ MANUTEN- ÇÃO ¿ DESPROVIMENTO. O poder geral de cautela, regrado pelo art. 798 do CPC, autoriza o magistrado determinar as medidas provisórias que julgar adequadas, quando houver fundado receio de que uma parte, antes do julgamento da lide, cause ao direito da outra lesão grave e de difícil reparação. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, negar provimento ao recurso.

- AGRAVO DE INS-

ADVOGADO: Fernando Fernades Mano

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2010253-34.2014.815.0000. ORIGEM: 4ª Vara de Bayeux. RELATOR: Des.

Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Jose Marques Sales. ADVOGADO: Inaldo de Souza Morais

Filho. AGRAVADO: Acucar Mel Industria E Comercio Ltda

SUSPENSIVO. EXECUÇÃO FISCAL. BLOQUEIO DE BEM. AUSÊNCIA DE REQUISITO PARA CONCESSÃO DA LIMINAR. INDEFERIMENTO. MÉRITO. MANUTENÇÃO. DESPROVIMENTO. ¿ Em se verificando a ausên- cia de um dos requisitos necessários para a concessão da medida liminar ¿ fumus boni juris e periculum in mora

¿, impõe-se-lhe o indeferimento. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos antes identificados.

- AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO DE EFEITO

- ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em negar provimento ao agravo.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2011101-21.2014.815.0000. ORIGEM: 1ª Vara de Família de Campina Grande RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Ítalo Silveira de Castro Guerreiro

AGRAVADO: Kalinka de Castro Langbehn Gondim. - AGRAVO

DE INSTRUMENTO ¿ AÇÃO DE MODIFICAÇÃO DE CLÁUSULA DE GUARDA C/C PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA E PEDIDO DE EXONERAÇÃO DE ALIMENTOS E REGULAMENTAÇÃO DE VISITAS ¿ INDEFERI- MENTO DA TUTELAANTECIPATÓRIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿¿ MANUTENÇÃO DO DECISUM ¿ DESPROVIMEN- TO DO RECURSO. ¿ Para que se possa deferir a antecipação da tutela recursal (efeito suspensivo ativo), nos termos do art. 273 do Código de Processo Civil, necessária se faz a co-existência dos requisitos legais que autorizam a concessão do referido provimento de cognição sumária, quais sejam: a) a prova inequívoca conducente à verossimilhança da alegação; b) a ausência de irreversibilidade dos efeitos do provimento; c) o fundado receio da ocorrência de dano irreparável ou de difícil reparação (provimento assecuratório) e, por fim; d) o abuso de direito ou manifesto intuito protelatório do réu (provimento punitivo). Inteligência do art. 273 do Código de Processo Civil. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, a unanimidade, negar provimento ao recurso.

Gondim

ADVOGADO: Gustavo Moreira E Outro

AGRAVO REGIMENTAL N° 0002446-37.2012.815.0171. ORIGEM: 1ª Vara de Esperança. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Municipio de Esperanca. ADVOGADO: Luciano Pires Lisboa, Abelardo Jurema Neto E Fábio Trindade. AGRAVADO: Sandra Cristina Melo. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. - AGRAVO INTERNO EM APELAÇÃO CÍVEL ¿ APELAÇÃO CÍVEL ¿ INTERPOSIÇÃO A DESTEMPO ¿ INADMISSIBILIDADE ¿ APLICAÇÃO DO ART. 557 DO CPC ¿ DESPROVIMENTO ¿ É de se negar seguimento

a recurso intempestivo, eis que a tempestividade é matéria de ordem pública, cabendo ao relator apreciá-la de ofício. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0009471-82.2001.815.0011. ORIGEM: 4ª Vara Cível de Campina Grande. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Capef ¿ Caixa da Previdência dos Funcio- nários do Banco do Nordeste do Brasil. ADVOGADO: Nelson Wilians Fratoni Rodrigues. AGRAVADO: Francis- co Barbosa da Silva. ADVOGADO: Thelio Farias. - AGRAVO INTERNO ¿ EXTINÇÃO DA EXECUÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS ¿ ALEGAÇÃO DE INCORREÇÃO NA QUANTIA PRINCIPAL DECORRENTE DA ERRÔNEA INCIDÊNCIA DA CORREÇÃO MONETÁRIA ¿ MATÉRIA PRECLUSA ¿ DEPÓSITO DO VALOR ENTEDIDO COMO DEVIDO ¿ ACEITAÇÃO DA QUANTIA PELA PARTE EXEQUENTE ¿ MANUTENÇÃO DA DECISÃO MONOCRÁTICA ¿ DESPROVIMENTO. ¿AGRAVO DE INSTRUMENTO. Ação monitória em fase de cumprimento de sentença. Decisão que acolhe os cálculos apresentados pelo exequente e confirmados pelo contador judicial. Insurgência do executado quanto ao valor indicado na sentença de improcedência dos embargos monitórios, com relação à incidência de juros e correção monetária, bem como quanto ao seu termo inicial. Impossibilidade de rediscussão dessa questão, por se tratar de matéria preclusa. Decisão agravada proferida de acordo com a sentença proferida na fase de conhecimento, a qual transitou em julgado. Recurso desprovido.¿(TJPR; Ag Instr 0980512-7; Marilândia do Sul; Décima Segunda Câmara Cível; Rel. Juiz Conv. Everton Luiz Penter Correa; DJPR 31/07/2013; Pág. 204) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0058334-30.2012.815.2001. ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Segundo Agravante : Estado da Paraíba E Primeiro Agravante : Antônio Pinto de Lacerda. ADVOGADO: Advogados : Igor Rosalmeida Dantas. AGRAVADO:

Agravados : Ambos. - AGRAVO INTERNO ¿ REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER ¿ SERVIDOR PÚBLICO ¿ DESVIO DE FUNÇÃO C/C DIFERENÇA SALARIAL ¿ RESTITUIÇÃO APENAS DA DIFERENÇA PRETÉRITA ¿ IMPOSSIBILIDADE DE IMPLANTAÇÃO NO CONTRACHEQUE ¿ Modo indireto de reenquadramento ¿ Incorporação inadmissível ¿ Pagamento das diferenças dos últimos cinco anos ¿ENTENDIMENTO FIRMADO NOS TRIBUNAIS SUPERIORES . ¿ DESPROVIMENTO DE AMBOS OS AGRA- VOS INTERNOS. A jurisprudência dos Tribunais Superiores já está sedimentada no sentido de ser admissível o pagamento das diferenças salariais ao servidor público desviado da função para a qual foi originariamente designado. O exercício de cargo em desvio de função não gera direito além daqueles inerentes ao cargo para qual foi nomeado, não podendo tais diferenças serem implantadas no contracheque do servidor, constituindo forma indireta de reenquadramento. No caso, cabe ao servidor tão-somente o pagamento das diferenças salariais correspondentes aos últimos 5 (cinco) anos, a título de indenização. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento a ambos os recursos.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0074374-87.2012.815.2001. ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital

TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Amarildo Lima Gomes. ADVOGADO: Ricardo

Nascimento Fernandes. AGRAVADO: Estado da Paraíba, Representado Por Sua Procuradora Maria Clara Carva-

- AGRAVO INTERNO. POLICIAL MILITAR. LICENCIAMENTO A PEDIDO. PRESCRIÇÃO. OBSER-

VÂNCIA DO PRAZO PREVISTO NO ART.1º DO DECRETO 20.910/32. PRECEDENTES. MANUTENÇÃO DA DECISÃO MONOCRÁTICA. DESPROVIMENTO. (¿) Decorridos mais de cinco anos, entre o ato que licenciou, a pedido, o soldado da polícia militar e o ajuizamento da demanda para anulação e reintegração no cargo, impõe- se o reconhecimento da prescrição, com fundamento no art. 1º, do Decreto nº 20.910/32. Não prospera a afirmação de que o prazo prescricional não teve seu marco inicial, em razão de não ter sido o ato de licenciamento/ exoneração publicado em diário oficial, porquanto é entendimento assente na jurisprudência pátria, notadamente no Superior Tribunal de justiça, que a publicação em boletim de serviços não constitui qualquer ilegalidade.(TJPB; APL 0074409-47.2012.815.2001; Quarta Câmara Especializada Cível; Rel. Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho; DJPB 03/03/2015; Pág. 17 ) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos antes identi- ficados. - ACORDA a Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator.

lho Lujan

RELA-

AGRAVO REGIMENTAL N° 2011757-75.2014.815.0000. ORIGEM: 15ª Vara Cível da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. AGRAVADO: Orlando Gomes Ramos. ADVOGADO: Fabio Firmino de Araujo E Outros. - AGRAVO INTERNO NO AGRAVO DE INSTRUMENTO ¿ CUMPRIMENTO DE SENTENÇA ¿ SERVIÇO DE TELEFONIA ¿ ASSINATURA BÁSICA MENSAL ¿ TRÂNSITO EM JULGADO ¿ INAPLICABILIDADE DE ENTENDIMENTO POSTERIORMENTE SUMULADO PELA CORTE SUPERIOR ¿ DECISÃO AGRAVADA ¿ SUSPENSÃO DE COBRANÇA DA TAXA E LEVANTAMENTO DOS VALORES INDEVIDAMENTE COBRADOS ¿ MANUTENÇÃO DA DECISÃO MONOCRÁTICA ¿ DESPROVIMENTO. ¿ ¿A execução de título judicial deve ser realizada nos exatos termos da condenação exposta na sentença transitada em julgado, sendo defeso ao juízo da execução rediscutir os critérios claramente fixados do título executivo, sob pena de violação à garantia da coisa julgada.¿ AgRg no Ag 964.836/SP, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, QUINTA TURMA, julgado em 20/05/2010, DJe 21/06/2010) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0002616-41.2013.815.0731. ORIGEM: 4ª Vara de Cabedelo. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Município de Cabedelo, Representado Por Seu Procurador Antônio B. do Vale Filho E Remetente : Juízo de Direito da 4ª Vara da Comarca de Cabedelo. APELADO: Aristoteles Mendes de Lima. ADVOGADO: Jose Guilherme Souza da Silva. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ MANDADO DE SEGURANÇA ¿ LEI MUNICIPAL REDUZINDO VENCIMENTOS ¿ DIREITO LÍQUIDO E CERTO ¿ IRREDUTIBILIDADE DE VENCIMENTO ¿ CONCESSÃO DA ORDEM ¿ IRRESIGNAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : QUARTA -

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 08 DE JULHO DE 2015 PUBLICAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2015

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¿

PRELIMINAR ¿ REJEIÇÃO ¿ MÉRITO ¿ MANUTENÇÃO ¿ DESPROVIMENTO DO RECURSO APELATÓRIO

RESOLUÇÃO 456/2000 DA ANEEL. INSCRIÇÃO NA SERASA. DANO MORAL CONFIGURADO. PROCEDÊN- CIA. IRRESIGNAÇÃO ¿ PROCEDIMENTO INDEVIDO. DÉBITO INJUSTIFICADO. QUANTUM INDENIZATÓ- RIO. VALOR EXCESSIVO. NECESSIDADE DE REDUÇÃO. PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO. ¿ É defeso à concessionária de serviço público realizar cobrança de valores supostamente devidos a título de recuperação de consumo, em face de suspeita de fraude, sem oferecer oportunidade ao consumidor, por intermédio do devido processo legal, para se contrapor ao fato imputado, caracterizando-se tal feito como

verdadeiro arbítrio e abuso de poder, com os quais o Poder Judiciário não pode compactuar. A constatação unilateral de possível desvio de consumo não autoriza, por si só, corte do fornecimento de energia elétrica e, muito menos, importa que se reconheça a existência de obrigação inadimplida pelo consumidor, impondo-lhe o

DA REMESSA OFICIAL. ¿ A proteção constitucional ao salário supera o limite patrimonial almejado, pois é

matéria concernente ao principio da dignidade da pessoa humana. Sendo, portanto, a irredutibilidade de venci- mento uma proteção constitucional, conferindo ao trabalhador o direito líquido e certo à sua manutenção. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS estes autos antes identificados, - ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, rejeitar a preliminar e, no mérito, negar provimento ao apelo e à remessa necessária.

E

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0017415-33.2011.815.2001. ORIGEM: 1ª Vara da Fazenda Pública da RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraíba E Remetente

dever de pagar recuperação de suposto consumo. (

)

(TJPB ¿ 02520070022782001 ¿ Rel. Des. Manoel Soares

:

Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital. ADVOGADO: Deraldino Alves de Araujo Filho. APELADO:

 

Haisllan Alves Marques de Oliveira. ADVOGADO: Luciano Gomes Felix de Medeiros. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ MANDADO DE SEGURANÇA ¿ PARTICIPAÇÃO NO CURSO FORMAÇÃO DE CABOS DA POLÍCIA MILITAR ¿ CONSIDERADO INAPTO ¿ CANDIDATO RESPONDENDO A INQUÉRITO POLICIAL ¿ PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA ¿ INAPLICABILIDADE ¿ SÚMULA 47 TJ/PB ¿ PREVISÃO DE RESSARCIMENTO DA PRETERIÇÃO NO DECRETO ESTADUAL Nº 8.463/1980 ¿ PRECEDENTES ¿ PROVI- MENTO DO APELO E DA REMESSA OFICICAL. — Este E. Tribunal editou a Súmula nº 47, enunciando que ¿Não viola o princípio constitucional da presunção de inocência, a recusa administrativa ao policial ou bombeiro militar do Estado da Paraíba, sub judice a concorrer à promoção, tendo em vista a previsão legal do ressarcimento de preterição.¿ VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos antes identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em dar provimento a ambos os recursos, nos termos do voto relator.

Monteiro ¿ 1ª Câmara Cível ¿ 22/01/2009). VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em dar provimento parcial ao recurso, nos termos do voto relator.

APELAÇÃO N° 0018767-26.2011.815.2001. ORIGEM: 5ª Vara Cível da Capital . RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Fiat S/a. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes de Araujo. APELADO: Raissa Dalia Paulino. ADVOGADO: Alexander Thyago G. N. de Castro. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE REVISÃO CONTRATUAL C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO ¿ FINANCIAMENTO ¿ PROCEDÊNCIA DO PEDIDO ¿ IRRESIG- NAÇÃO ¿ NÃO EXIBIÇÃO DO CONTRATO ¿ COMISSÃO DE PERMANÊNCIA ¿ IMPOSSIBILIDADE DE CUMU- LAÇÃO ¿ ILEGALIDADE DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS ¿ CAPITALIZAÇÃO DE JUROS ¿ NÃO DEMONSTRA- ÇÃO DE PREVISÃO CONTRATUAL EXPRESSA ¿ ART. 51, IV, DO CDC ¿ PRECEDENTES DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA ¿ REPETIÇÃO DO INDÉBITO ¿ AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE MÁ-FÉ DA INSTITUIÇÃO FINAN- CEIRA ¿ DEVOLUÇÃO DE FORMA SIMPLES ¿ PRECEDENTES DO STJ ¿ PROVIMENTO PARCIAL. ¿Se não

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0102939-61.2012.815.2001. ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Pbprev ¿ Paraíba Previdência,

obstante a instituição bancária tenha sido intimada para trazer aos autos o contrato celebrado entre as partes, não

fez, deve ser aplicada a regra do art. 359 do CPC, a dizer, reputar como verdadeiros os fatos que pelo documento pretendia comprovar. Assim, presumem-se verdadeiros a ausência de pactuação da capitalização de juros ¿(TJMT; APL 8078/2013; Comodoro; Primeira Câmara Cível; Rel. Des. Sebastião Barbosa Farias; Julg. 04/02/2014; DJMT 12/02/2014; Pág. 14) ¿ É perfeitamente cabível a decretação da nulidade de tais cláusulas, com amparo no art. 51 do CDC, uma vez que beneficiam apenas ao credor (apelante). No entanto, não se visualiza nos autos que o encargo decorreu da má-fé, mas de prática corrente da instituição financeira que acreditava ser devida tal cobrança. Portanto, indevido a repetição em dobro. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, dar provimento parcial ao recurso apelatório.

o

APELAÇÃO N° 0024745-37.2011.815.0011. ORIGEM: 3ª Vara de Família de Campina. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Paulo Roberto de Vasconcelos. ADVOGADO: José Paulo Raposo

Representada Por Seu Presidente E Remetente : Juízo de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. ADVOGADO: Renata Franco Feitosa Mayer E Outros. APELADO: Ildemar Freire da Silva. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL ¿ SENTENÇA ILÍQUIDA ¿ CONHECIMENTO ¿ AÇÃO DE REVISÃO DE REMUNERAÇÃO ¿ PROCEDÊNCIA PARCIAL ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ CONGELAMENTO DE ANU- ÊNIOS DE MILITARES E ADICIONAL DE INATIVIDADE ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 ¿ IMPOSSIBILIDADE ¿ CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO ¿ MP Nº 185/12 ¿ ABRANGÊNCIA DOS MILITARES

À

MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS ¿ MATÉRIA DECIDIDAATRAVÉS

DE INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA NO TJPB ¿ DESPROVIMENTO DO RECURSO APELATÓRIO E PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA OFICIAL. ¿ Os policiais militares, servidores de regime especial com estatuto próprio, não são abrangidos pelas normas direcionadas aos servidores públicos civis. ¿ A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº 2000728-62.2013.815.0000, de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual ¿julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares

do Estado da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/

de Aguiar. APELADO: Cristiane Santos Araújo. ADVOGADO: Alexei Ramos de Amorim. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE DESTITUIÇÃO DO PÁTRIO PODER ¿ ALEGAÇÃO DE VIOLÊNCIA CONTRA O FILHO ¿ MENOR SOB OS CUIDADOS DA GENITORA ¿ OBSERVÂNCIA AO MELHOR INTERESSE DO MENOR ¿ RECONVENÇÃO

2012, que ocorreu em 25/01/2012, posteriormente convertida na lei nº 9.703/2012

¿.

VISTOS, RELATADOS E

¿

ALEGAÇÃO DE ALIENAÇÃO PARENTAL ¿ PROVAS INSUFICIENTES ¿ IMPROCEDÊNCIA DOS PEDIDOS ¿

DISCUTIDOS estes autos antes identificados, - ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao apelo e dar provimento parcial à remessa.

APELAÇÃO N° 0000445-43.2005.815.0521. ORIGEM: Vara Única da Comarca de Alagoinha RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Alagoinha. ADVOGADO: Marinaldo Bezerra Pontes. APELADO: Cicero Souza dos Santos. ADVOGADO: Eginaldes Andrade Filho. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ EXECUÇÃO ¿ JUROS ¿ PERCENTUAL APLICÁVEL À HIPÓTESE E TERMO INICIAL ¿ MATÉRIA JÁ DEBATIDA PELO JUÍZO A QUO ¿ SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA ¿ MANUTENÇÃO DO DECISUM ¿ DESPROVIMENTO DO RECURSO. ¿ Descabe a pretensão do recorrente no tocante a modificação do percentual de juros aplicados e termo inicial de sua incidência, uma vez que a matéria já foi objeto de apreciação pelo juízo a quo em momento oportuno, tendo sido acolhido, inclusive, o seu pedido em relação ao percentual de 0,5% ao mês. ¿ No que se refere ao termo inicial para

IRRESIGNAÇÃO DO RECONVINTE ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA ¿ HARMONIA COM PARECER MINISTE- RIAL ¿ PROVIMENTO NEGADO. Os interesses da criança sempre devem suplantar aqueles dos próprios pais, de modo que submetê-la à instabilidade provocada por sucessivas modificações em sua guarda poderá compro- meter seu desenvolvimento psicológico. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS estes autos acima identifica- dos. - ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0028075-76.2010.815.0011. ORIGEM: 3ª Vara Cível de Campina

Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Santander (brasil) S/a E Eucelio Sousa E Sousa. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva e ADVOGADO: Herlon Max Lucena Barbosa. APELADO: Os Mesmos. - APELAÇÕES CÍVEIS ¿ REPETIÇÃO DE INDÉBITO ¿ COBRANÇA INDEVIDA ¿ DEVOLUÇÃO DOS VALORES DE FORMA SIMPLES ¿ AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ ¿ INEXISTÊNCIA DE DANO MORAL ¿ PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS ¿ DESPRO- VIMENTO DOS RECURSOS. ¿ Além do engano justificável, a jurisprudência do colendo STJ passou a exigir um

segundo requisito para a repetição em dobro do indébito, qual seja, a má-fé de quem realiza a cobrança indevida,

RELATOR: Des.

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incidência de juros, onde o apelante pretende fazer incidi-los a partir da citação ocorrida em 20/06/2005, entendemos

que o acolhimento do pedido traduziria situação mais gravosa para o próprio recorrente, já que os juros foram aplicados aos cálculos a partir de 01/09/2007, ou seja, em momento posterior, mais favorável ao recorrente. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto relator.

que, in casu, não ocorreu. Precedentes deste Tribunal. ¿ O mero dissabor não pode ser alçado ao patamar do dano moral, mas somente aquela agressão que exacerba a naturalidade dos fatos da vida, causando fundadas

o

APELAÇÃO N° 0001526-24.2013.815.0011. ORIGEM: 4ª Vara Cível de Campina Grande. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Seguradora Lider dos Consorcios do Seguro Dpvat S/a. ADVOGA- DO: Samuel Marques Custodio de Albuquerque. APELADO: Marcelino Ramos Goncalves. ADVOGADO: Patricio Candido Pereira. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE COBRANÇA ¿ SEGURO OBRIGATÓRIO (DPVAT) ¿ ACIDEN- TE DE TRÂNSITO ¿ PROCEDÊNCIA ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ PRELIMINAR ¿ REJEITADA ¿ MÉRITO ¿ MINORA- ÇÃO DO VALOR ARBITRADO ¿ APLICAÇÃO DO PERCENTUAL DEFINIDO NA TABELA ¿ LEI 6.194/74 ¿

REFORMA ¿ PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO. ¿ Em situações de invalidez parcial, é correta a utilização

aflições ou angústias no espírito de quem ela se dirige (STJ ¿ Resp 898005/RN ¿ Rel. Min. Cesar Asfor Rocha

¿

Quarta Turma ¿ DJ 06.07.2007). VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identifica-

dos. - ACORDA a Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em rejeitar a preliminar suscitada, e negar provimento a ambos os recursos, nos termos do voto relator.

APELAÇÃO N° 0028075-76.2010.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henri- ques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Santander (brasil) S/a E Eucelio Sousa E Sousa. ADVOGADO:

 

de

tabela para redução proporcional da indenização a ser paga por seguro DPVAT. Interpretação do art. 3º, “b”, da

Antonio Braz da Silva e ADVOGADO: Herlon Max Lucena Barbosa. APELADO: Os Mesmos. - APELAÇÕES CÍVEIS ¿ REPETIÇÃO DE INDÉBITO ¿ COBRANÇA INDEVIDA ¿ DEVOLUÇÃO DOS VALORES DE FORMA

lei

6.194/74. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. - ACORDA a Egrégia

Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, rejeitar a preliminar e, no mérito, dar provimento parcial ao recurso apelatório.

APELAÇÃO N° 0003584-97.2013.815.0011. ORIGEM: 2ª Vara Cível de Campina Grande. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Santander S/a. ADVOGADO: Henrique Jose Parada Simao. APELADO: Maria das Gracas Avelino Oliveira. ADVOGADO: Maria Geane Araujo. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE REVISÃO E ANULAÇÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS ¿ FINANCIAMENTO DE VEÍCULO ¿ PROCE- DÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO ¿ CONDENAÇÃO PARA DEVOLUÇÃO APENAS DA TAXA DE TARIFA DE CADASTRO ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ PREVISÃO CONTRATUAL E QUE SEJA COBRADA APENAS NO PRIMEIRO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ¿ INÍCIO DO RELACIONAMENTO DESDE 1995 ¿ ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL ¿ DESPROVIMENTO DO RECURSO. “a tarifa de cadastro é expressamente autorizada, podendo ser cobrada apenas no início do relacionamento com o cliente”. (TJPB; APL 0005416-61.2012.815.0251; Quarta Câmara Especializada Cível; Rei. Des. JoãoAlves da Silva; DJPB 27/05/2014; Pág. 10) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em negar provimento ao recurso apelatório.

APELAÇÃO N° 0004327-15.2010.815.0011. ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda de Campina Grande. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradoraana Rita Feitosa Torreao Braz Almeida. APELADO: Palmira Debora Santana da Silva. ADVOGADO: Manoel Felix Neto. - APELA- ÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE COBRANÇA ¿ SERVIDOR ESTADUAL ¿ PROCEDÊNCIA EM PARTE DO PEDIDO EXORDIAL ¿ AFASTADAS AS VERBAS DE CARÁTER TRABALHISTA ¿ IRRESIGNAÇÃO DO ESTADO ¿ ALEGAÇÃO DE NULIDADE DA CONTRATAÇÃO DA SERVIDORA ¿ CONTRATAÇÃO SEM CONCURSO ¿ DIREITO AO RECEBIMENTO DOS VALORES CORRESPONDENTES À CONTRAPRESTAÇÃO PELO SERVIÇO PRESTADO ¿ JUROS DE MORA ¿ ART. 1º- F DA LEI 9.494/97 ¿CADERNETA DE POUPANÇA ¿ CORREÇÃO MONETÁRIA PELO IPCA ¿ ENTENDIMENTO DO STJ SOBRE A INCONSTITUCIONALIDADE PARCIAL DO ART.5º DA LEI 11.960/09 DECLARADA PELO STF ¿ PROVIMENTO PARCIAL DO APELO. Em consonância com os princípios da dignidade humana e do valor social do trabalho, devem ser garantidos ao trabalhador direitos mínimos, correspondendo à remuneração por todo o período laborado uma contraprestação mínima. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em dar provimento parcial ao apelo.

SIMPLES ¿ AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ ¿ INEXISTÊNCIA DE DANO MORAL ¿ PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS ¿ DESPROVIMENTO DOS RECURSOS. ¿ Além do engano justificável, a jurisprudência do colendo STJ passou a exigir um segundo requisito para a repetição em dobro do indébito, qual seja, a má-fé de quem realiza a cobrança indevida, o que, in casu, não ocorreu. Precedentes deste Tribunal. ¿ O mero dissabor não pode ser alçado ao patamar do dano moral, mas somente aquela agressão que exacerba a naturalidade dos fatos da vida, causando fundadas aflições ou angústias no espírito de quem ela se dirige (STJ ¿ Resp 898005/RN ¿ Rel. Min. Cesar Asfor Rocha

¿

Quarta Turma ¿ DJ 06.07.2007). VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identifica-

dos. - ACORDA a Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em rejeitar a preliminar suscitada, e negar provimento a ambos os recursos, nos termos do voto relator.

APELAÇÃO N° 0030745-91.2011.815.2003. ORIGEM: 4ª Vara Regional de Mangabeira. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Unidas Transporte E Turismo Ltda. ADVOGADO: Humberto Malheiros Gouvea. APELADO: Maria Helena Rodrigues de Medeiros. ADVOGADO: Carlos Jose de Queiroz Marinho. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ ACIDENTE DE TRÂNSITO ¿ EMPRESA DE ÔNIBUS ¿ EXCESSO DE VELOCI- DADE ¿ VÍTIMA COM VÁRIAS ESCORIAÇÕES ¿ FRATURA DA COLUNA ¿ AÇÃO INDENIZATÓRIA JULGADA PROCEDENTE ¿ PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM ¿ REJEITADA ¿ DESRESPEITO AS NORMAS DE TRÂNSITO ¿ MANUTENÇÃO DA SENTENÇA ¿ DESPROVIMENTO DO APELO. ¿ “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. (Art. 186 do CC) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em negar provimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0037587-93.2011.815.2001. ORIGEM: 16ª Vara Cível da Capital . RELATOR: Des. Saulo Henri- ques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Bfb Leasing S/a Arrendamento Mercantil. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes de Araujo. APELADO: Mario Geminiano de Medeiros. ADVOGADO: Americo Gomes de Almeida. - APELAÇÃO CÍVEL ¿ AÇÃO DE REVISÃO CONTRATUAL C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO ¿ FINANCIAMENTO

¿

PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO ¿ IRRESIGNAÇÃO ¿ NÃO EXIBIÇÃO DO CONTRATO ¿ COMISSÃO

DE PERMANÊNCIA ¿ IMPOSSIBILIDADE DE CUMULAÇÃO ¿ ILEGALIDADE DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS

¿

TARIFA DE AVALIAÇÃO DE BEM ¿ COBRANÇA ABUSIVA ¿ ART. 51, IV, DO CDC ¿ PRECEDENTES DESTE

APELAÇÃO N° 0005306-74.2010.815.0011. ORIGEM: 9ª Vara de Cível de Campina Grande

RELATOR: Des.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA ¿. REPETIÇÃO DO INDÉBITO ¿ AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE MÁ-FÉ DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA ¿ DEVOLUÇÃO DE FORMA SIMPLES ¿ PRECEDENTES DO STJ ¿DESPROVI- MENTO. ¿Se não obstante a instituição bancária tenha sido intimada para trazer aos autos o contrato celebrado