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SEST – SERVIÇO SOCIAL DO TRANSPORTE SENAT – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO TRANSPORTE

OUTUBRO/2015

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS AO SEST SENAT. NÃO É PERMITIDO COPIAR INTEGRAL OU PARCIALMENTE, DISTRIBUIR, CRIAR OBRAS DERIVADAS OU ALTERAR A OBRA ORIGINAL, NO TODO OU EM PARTE.

Curso para transportador autônomo de cargas (TAC). Módulo I. – introdução. – Brasília : SEST/SENAT, 2015.

38 p. : il.

1.Transporte de carga. 2. Transportador rodoviário. I. Serviço Social do Transporte. II. Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte.

CDU 656.135

SEDE:

SAUS QUADRA 1 – BLOCO “J” – ED. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE – 12º ANDAR, BRASÍLIA/DF – 70.070-944 0800.7282891 / WWW.SESTSENAT.ORG.BR

APRESENTAÇÃO Prezado aluno Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC).
APRESENTAÇÃO Prezado aluno Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC).
APRESENTAÇÃO Prezado aluno Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC).

APRESENTAÇÃO

Prezado aluno

Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC). Neste módulo – Introdução – estudaremos: o Transporte Rodoviário de Cargas e sua importância para o País, o Intercâmbio de cargas entre regiões, Tipos de Cargas e Veículos, Embalagens e símbolos de segurança, Noções de livre concorrência e mercado regulado. Entidades envolvidas na prestação do serviço de transporte rodoviário de cargas.

O curso foi elaborado conforme as Resoluções ANTT nº 3.056/09 e ANTT nº 4.799/15, e contém os conhecimentos necessários para que os transportadores autônomos possam exercer suas funções no transporte de cargas com a qualidade e a segurança exigidas pelo mercado.

Módulo I - Introdução - serão abordados os seguintes temas:

Unidade 1 – O Transporte Rodoviário de Cargas

Unidade 2 – Tipos de cargas, carrocerias e veículos

Unidade 3 – Embalagens e símbolos de segurança

Unidade 4 – Noções de livre concorrência e mercado regulado

Unidade 5 – Entidades envolvidas na prestação do serviço de transporte rodoviário de cargas

Ao final do módulo, você terá um conjunto de atividades direcionadas para os temas estudados e que vão ajudá-lo a se preparar para a avaliação final.

Bom estudo!

APRESENTAÇÃO Prezado aluno Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC).
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APRESENTAÇÃO Prezado aluno Seja bem-vindo ao Módulo I do Curso de Transportador Autônomo de Cargas (TAC).
UNIDADE 1 - O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

UNIDADE 1 - O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

UNIDADE 1 - O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
UNIDADE 1 - O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar
O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar
O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar

O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar a integração entre regiões e permite que pessoas e cargas possam ser transportadas de um país para outro. Nesta unidade, vamos conhecer mais sobre a importância do transporte e algumas de suas características.

1. IMPORTÂNCIA DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Você já parou para pensar na importância do transporte para o desenvolvimento de uma sociedade? Ele é o responsável direto pelo desenvolvimento.

O que isso quer dizer?

Isso significa que quanto melhor for o sistema de transporte de um país, maior será

o seu desenvolvimento.

Você sabe por quê?

Porque a agropecuária, a indústria, o comércio e outros serviços dependem diretamente do transporte de matérias-primas e de produtos, bem como do deslocamento das pessoas até o mercado de consumo. Além disso, ele permite o acesso das pessoas ao trabalho, ao lazer, à saúde, à educação, à cultura e à informação.

No Brasil, a movimentação dos produtos é realizada por todas as modalidades, mas, o modo rodoviário é o mais utilizado, sendo responsável por mais de 60 % de toda a carga movimentada no país (Figura 1).

O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar
O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar
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O transporte possibilita o deslocamento das pessoas e a movimentação de cargas. Ele ajuda a melhorar
O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é
O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é
O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é

O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua

característica principal é a flexibilidade para realizar o transporte “porta a porta”, ou

seja, tem a capacidade de coletar a mercadoria no local de produção e levá-la até

o destino final.

Na verdade, o transporte rodoviário deveria ser utilizado para movimentar mercadorias em pequenas e médias distâncias ou servir de transporte complementar aos modos ferroviário e aquaviário. Isso porque sua capacidade de carga é pequena. Assim sendo, cabe bem menos carga em um caminhão do que em um trem ou em um navio.

Segundo dados da ANTT (2015), o transporte rodoviário é realizado por mais de 1 milhão de transportadores no Brasil, aproximadamente:

900 mil autônomos; 180 mil empresas; 400 cooperativas.

Como podemos perceber, o transportador é um agente de grande importância no sistema de transporte brasileiro. Ele possibilita que as mercadorias sejam movimentadas entre as empresas e os consumidores.

Vamos conhecer as diferentes modalidades de transporte de cargas?

2. MODALIDADES DE TRANSPORTE

Cinco modalidades ou modos de transporte são utilizados para o deslocamento das pessoas e para a movimentação de cargas. São eles: rodoviário, ferroviário, aquaviário, aéreo e dutoviário.

Você já tinha ouvido falar de todos eles ?

O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é

2.1 MODO RODOVIÁRIO

Este modo é utilizado tanto para o transporte de passageiros quanto para a movimentação de cargas. A infraestrutura utilizada é composta por vias urbanas e rurais. Podemos destacar, também, o uso dos terminais rodoviários e pontos de parada no transporte de passageiros, e dos armazéns, depósitos e centros de distribuição no transporte de cargas.

Você sabia?

A infraestrutura rodoviária é composta por 1.691.522 km de rodovias: pavimentadas federais, estaduais e municipais (12 %), não pavimentadas (80,4 %) e planejadas (7,6 %). (CNT, 2014, p.10)

Existem equipamentos e instalações de apoio que ajudam a viabilizar as operações de transporte. Por exemplo: semáforos, centrais de monitoramento, postos

de pesagem, centros de fiscalização, postos de contagem e postos da Polícia

Rodoviária, dentre outros.

O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é
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O caminhão é o veículo mais utilizado no transporte rodoviário de cargas. Sua característica principal é
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)
tem bastante informação a respeito da infraestrutura de transporte. Você
pode acessar o sítio do DNIT no endereço: <http://www.dnit.gov.br/>.
O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
  • 2.2 MODO FERROVIÁRIO

Corresponde a todo transporte que é feito sobre trilhos. Exemplos: trem, metrô, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). No modo ferroviário, são transportados passageiros e cargas. A infraestrutura é composta basicamente pelas estradas de ferro, os trilhos e os equipamentos de apoio, além das estações, terminais e centros de controle e monitoramento das viagens.

Você sabia?

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o sistema ferroviário brasileiro tem mais de 29 mil quilômetros de trilhos. Ele está presente em todas as regiões, mas se concentra no Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil.

O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
  • 2.3 MODO AQUAVIÁRIO

Abrange o transporte que é feito por mar, rios e lagos. No modo aquaviário, podem ser transportados passageiros e cargas.

Este modo pode ser dividido em:

Transporte hidroviário — no qual as vias são os rios, lagos e lagoas. Transporte marítimo — no qual as vias são os oceanos e mares.

O Brasil possui mais de 40 mil quilômetros de rios que são vias navegáveis, além de mais de 7 mil quilômetros de costa (litoral) para a navegação de cabotagem (transporte ao longo da costa).

O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
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O site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tem bastante informação a respeito da
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem
bastante informação a respeito da malha hidroviária brasileira. Você pode
acessar o sítio da ANTAQ no endereço: <http://www.antaq.gov.br/>.

2.4 MODO AEROVIÁRIO (OU MODO AÉREO)

O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha

No modo aéreo, são os aviões que transportam passageiros e cargas. As rotas aéreas são as vias pelas quais as aeronaves trafegam, e são conhecidas como aerovias. A infraestrutura conta, ainda, com os aeroportos, que são terminais de decolagem e aterrissagem de aviões.

O site da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) tem bastante informação a respeito do transporte
O site da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) tem bastante informação
a respeito do transporte aéreo. Você pode acessar o sítio da ANAC no
endereço: <http://www.anac.gov.br/>.
O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha

2.5 MODO DUTOVIÁRIO

Este modo é utilizado exclusivamente para movimentar mercadorias. Ele é composto por dutos (uma espécie de tubulação), que são as vias por onde as cargas são movimentadas.

Os dutos utilizados neste modo podem ser classificados em:

Oleodutos: transportam petróleo, óleo combustível, gasolina, diesel, álcool, GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), querosene dentre outros.

Minerodutos: transportam minério de ferro, concentrado fosfático e outros minerais.

Gasodutos: transportam o gás natural e outros gases.

O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
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O site da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) tem bastante informação a respeito da malha
3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas
3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas
3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas

3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES

As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas e consumidas em todo o território nacional — isso é possível graças aos avanços tecnológicos aplicados ao transporte e à abrangência de suas diversas modalidades nos estados e regiões brasileiras. A essa troca de mercadorias entre produtores e consumidores chamamos intercâmbio de cargas.

3.1. A IMPORTÂNCIA DA INTEGRAÇÃO ENTRE AS REGIÕES BRASILEIRAS

O setor de transportes deve ser visto de forma global. Nesse sentido, não há como dissociar o planejamento de transportes do planejamento econômico e social do país, tema que envolve decisões quanto à localização das indústrias, ao suprimento de insumos e à distribuição de produtos, ou seja, aspectos relacionados ao planejamento logístico (SCHROEDER E CASTRO, 1996).

Como sabemos, o desenvolvimento dos diversos setores que compõem a economia

de um país requer a oferta de meios adequados e eficientes de transporte. No

3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas

entanto, Galvão (1996) ressalta que os transportes constituem apenas um fator de facilitação, e não necessariamente funcionam como causa ou pilar do crescimento econômico.

O lento processo de integração dos estados brasileiros e as profundas desigualdades inter-regionais de desenvolvimento podem ser corrigidos com o desenvolvimento

de sistemas eficientes de transporte que permitam melhor comunicação entre as

regiões e a redução das desigualdades regionais.

Um detalhe importante que deve ser considerado quando falamos em integração regional e intercâmbio de cargas pelo território nacional é a crescente interiorização da produção agroindustrial.

Você sabia?

Nas últimas décadas, a fronteira agrícola e pecuária vem se expandindo para as

regiões Centro-Oeste e Norte, enquanto a indústria de base e de bens de consumo cresce bastante na região Nordeste.

Segundo Vilaça (2013), essas mudanças fizeram com que a distância média

percorrida para a distribuição de cargas no Brasil aumentasse em 11 % nas ferrovias e em 16 % nas rodovias, entre 2006 e 2012. Ou seja, estamos indo mais longe em busca de mercadorias e transportando produtos por todo o território nacional.

3.2. O HISTÓRICO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL

A integração entre os estados e regiões sempre foi uma preocupação no Brasil. Por ser um país de grandes dimensões e de baixa densidade, os vazios territoriais

levaram ao isolamento econômico e geográfico, dificultando o intercâmbio entre

produtores e consumidores brasileiros. Como ressalta Galvão (1996), essa é uma preocupação antiga, presente desde os tempos coloniais.

3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas
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3. INTERCÂMBIO DE CARGAS ENTRE REGIÕES As mercadorias produzidas nos mais variados locais podem ser distribuídas
No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes
No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes
No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes

No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito

de interligar as distantes e isoladas províncias em busca da constituição de uma

nação verdadeiramente unificada. Galvão (1996) destaca que, décadas mais tarde,

no século XX, o Brasil ainda possuía regiões economicamente isoladas, fato que resultou na ideologia nacionalista de marcha para o Oeste. Na época, o Governo Federal buscou a integração nacional por meio de grandes obras rodoviárias e da construção de Brasília.

Você sabia?

Na primeira metade do século XX o Brasil sofria de relativo isolamento entre as economias regionais, e a produção industrial se encontrava bastante concentrada em pequena área do território nacional.

Você sabe como as cargas eram distribuídas pelo Brasil em tal período?

No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes

A cabotagem era o único sistema de transporte de caráter nacional e, em muitos casos, a única modalidade de comunicação entre as regiões. As ferrovias também

chegaram a exercer um papel relevante, embora em grau menor, na unificação dos

mercados de certas partes das economias de regiões diferentes (Galvão, 1999).

Já na segunda metade do século XX, foi possível notar uma intensificação das

ligações inter-regionais. Apesar de ainda haver grande concentração industrial, as trocas de mercadorias entre regiões iniciaram um crescente processo de integração. Galvão (1999) ressalta que, após a efetivação de um programa

nacional de construção de rodovias nas décadas de 1950 e 1960, o Brasil reduziu o isolamento das economias regionais. Assim, a expansão do comércio inter-regional foi resultado do avanço no processo da integração econômica do país, com a

formação de um mercado nacional unificado.

3.3. INTEGRAÇÃO ENTRE AS REGIÕES NOS DIAS DE HOJE

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria — CNI (2014) aponta que a baixa qualidade dos serviços logísticos no Brasil repercute diretamente na competitividade do produto nacional e na atração de novos investimentos. Dessa

forma, estradas de má qualidade, portos ineficientes, cabotagem pouco expressiva,

escassez de ferrovias e de áreas de armazenagem, entre outros fatores, afetam a

indústria e a sua capacidade de integração às cadeias globais de produção.

Ou seja, as ligações existem, mas elas poderiam estar muito melhores ...

A CNI (2014) destaca que a indústria brasileira precisa de redes integradas de

transportes e sistemas logísticos eficientes para possibilitar maior crescimento. Nesse sentido, Silveira (2013) afirma que as diversas cadeias de produção, de comércio e

de serviços são cada vez mais dependentes dos sistemas de transportes, pois uma boa conexão entre as redes de transporte e as atividades econômicas resulta em

diminuição significativa de custos. Essa ligação transparece na formação de eixos

territoriais de intenso adensamento de atividades econômicas e populacionais, como também em expressivas interações espaciais, frutos de movimentações

financeiras, de mercadorias, de pessoas e de informações entre as regiões.

No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes
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No século XIX, alguns planos de transporte foram elaborados com o propósito de interligar as distantes
Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição
Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição
Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição

Atenção

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a

distribuição espacial das redes de transportes no território brasileiro revela uma predominância do modo rodoviário, em especial na região Centro-Sul, com destaque para o estado de São Paulo.

Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição

O IBGE destaca que o estado de São Paulo é o que apresenta melhor infraestrutura de transportes entre as cidades do interior e a capital, incluindo rodovias duplicadas, ferrovias e a hidrovia do Tietê. Ademais, localizam-se nesse estado o maior aeroporto do país, Guarulhos, instalado na região metropolitana da capital, e o porto organizado com maior movimentação de cargas, o Porto de Santos.

Apesar de sua desigual distribuição pelo território brasileiro, a malha rodoviária possui vascularização e densidade muito superiores aos demais modos de transporte em praticamente todos os estados. Isso mostra a predominância dessa modalidade para a circulação de mercadorias e pessoas no país, à exceção da região

amazônica, onde a circulação por vias fluviais tem papel importante, uma vez que a densidade da rede fluvial é naturalmente propícia a esse tipo de transporte. Estudos

do IBGE (2014) destacam também a alta densidade de ligações de transporte nas Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Você sabe dizer porque essas regiões possuem uma malha de transportes mais adensada?

Um dos fatores para a concentração está relacionado à produção das mercadorias. São Paulo abriga a maior parte das indústrias do país. Por esse motivo, muitas rodovias federais ligam a capital paulista a outras capitais, como Rio de Janeiro,

Belo Horizonte e Curitiba. Tais rodovias reúnem os maiores fluxos de mercadorias

e pessoas, ligando também o Oeste paulista, o Triângulo Mineiro, o Noroeste paranaense e o estado de Mato Grosso do Sul, caracterizados pela elevada produção agropecuária associada ao agronegócio (IBGE, 2014).

Outro fator preponderante está ligado à produção agropecuária. A Região Sul, o

Centro-Oeste e o estado de São Paulo se destacam, o que pode ser confirmado

pela concentração espacial dos principais armazéns de grãos, uma vez que eles tendem a se localizar próximo às áreas produtoras.

Segundo o IBGE (2014), a ligação entre Recife e João Pessoa, entre Brasília e

Goiânia, o entorno de Salvador e o de São Luís também se destacam pela elevada

acessibilidade. Por outro lado, é interessante notar alguns “vazios logísticos” onde

a rede de transporte é mais escassa, como: o interior do Nordeste; a região do

Pantanal, excetuando-se a área de influência da hidrovia do Paraguai; e o interior da floresta amazônica, à exceção do entorno das hidrovias Solimões-Amazonas e

o do Madeira.

As áreas adensadas e os vazios logísticos são resultado da dinâmica de produção e

de distribuição de mercadorias no Brasil. Elas interferem nos fluxos de mercadorias

e no grau de integração entre as regiões.

Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição
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Atenção De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2014), a distribuição
E como podemos reduzir essas lacunas de integração? Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante
E como podemos reduzir essas lacunas de integração? Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante
E como podemos reduzir essas lacunas de integração? Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante

E como podemos reduzir essas lacunas de integração?

Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante investir na ampliação das infraestruturas, bem como no acesso às informações, pois a falta de infraestrutura eleva o valor dos produtos, fazendo com que eles se tornem menos competitivos no comércio nacional e internacional.

E como podemos reduzir essas lacunas de integração? Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante
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E como podemos reduzir essas lacunas de integração? Para ampliar o intercâmbio de mercadorias é importante
UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13

UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS

UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
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UNIDADE 2 – TIPOS DE CARGAS, CARROCERIAS E VEÍCULOS 13
O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o
O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o
O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o

O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o principal veículo é o caminhão, que pode apresentar diferentes composições. Nesta unidade, vamos conhecer os principais tipos e suas aplicações na movimentação de cargas.

1. CLASSIFICAÇÃO DOS CAMINHÕES

Você sabe que existem diversos modelos de caminhões e que cada um é utilizado

para um serviço de transporte específico. Existem algumas maneiras para classificar

os caminhões de carga. Uma delas consiste em dividi-los entre veículos rígidos e articulados.

O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o
O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o

Mas, o que são veículos rígidos?

São aqueles que trazem o motor e a unidade de transporte em um só veículo. São os caminhões chamados de “tocos ou trucks”.

E os articulados?

São aqueles que têm a cabine com o motor separada do reboque. Em geral, são formados por um cavalo mecânico e uma carreta.

Os veículos também podem ser classificados em função do peso máximo transmitido ao pavimento. Esta classificação é apresentada pela Associação

Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA):

TIPO DE VEÍCULO

PESO TRANSMITIDO

LEGENDA:

- PESO BRUTO TOTAL (PBT) Peso

SEMILEVES

3,5 t < PBT < 6 t

máximo que o veículo transmite ao pavimento, constituído da soma da tara mais a lotação.

LEVES

6 t < PBT < 10 t

PESO BRUTO TOTAL COMBINADO (PBTC)

Peso máximo transmitido ao

MÉDIOS

10 t < PBT < 15 t

pavimento pela combinação de um caminhão-trator mais seu semirreboque, ou do caminhão

   

mais o seu reboque ou reboques.

SEMIPESADOS

CAMINHÃO-CHASSI

PBT > 15 t e CMT < 45 t

CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO (CMT)

É o peso que a unidade de tração

  • - CAMINHÃO-TRATOR

PBT > 15 t e PBTC < 40 t

é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante, com base em condições

PESADOS

 

sobre suas limitações de geração e multiplicação de momento de força e resistência dos elementos que

  • - CAMINHÃO-CHASSI

PBT > 15 t e CMT > 45 t

compõem a transmissão. ___________________________

  • - CAMINHÃO-TRATOR

PBT > 15 t e PBTC > 40 t

Fonte: adaptado de ANFAVEA (2014) e Brasil (2007)

O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o
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O transporte de cargas pode ser efetuado por diferentes tipos de veículos. No transporte rodoviário, o
Você sabia? A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos
Você sabia? A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos
Você sabia? A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos

Você sabia?

A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos de transporte de carga e de passageiros, com seus respectivos limites de comprimento, peso bruto total – PBT e peso bruto total combinado – PBTC para circulação nas vias públicas (WWW.DENATRAN.gov.br ).

Outra classificação é a apresentada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) na qual os veículos são classificados de acordo com seus

eixos (DNIT, 2012). As variações são muitas, sendo que atualmente os caminhões podem ter entre dois e nove eixos!

Para conhecer os modelos em função da distribuição dos eixos, acesse a classificação proposta pelo DNIT
Para conhecer os modelos em função da distribuição dos eixos, acesse a
classificação proposta pelo DNIT no documento “Quadro de fabricantes
de veículos” no seguinte endereço: <http://www.dnit.gov.br/rodovias/
operacoes-rodoviarias/pesagem/qfv-2012-abril.pdf>.

2. TIPOS DE CARROCERIA

Os caminhões podem apresentar diferentes tipos de carroceria, sendo que cada

modelo é usado para transportar cargas específicas. A variedade é grande, mas

existem alguns que são mais utilizados.

Veja a seguir uma lista, com exemplos de caminhões, organizada em função do tipo de carroceria. Certamente você já dirigiu pelo menos um deles!

ILUSTRAÇÃO

TIPO DE CARROCERIA

DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS

CAMINHÕES ABERTOS Usados para mercadorias que não estragam nem perdem a qua- lidade quando transportadas ao

CAMINHÕES ABERTOS

Usados para mercadorias que não estragam nem perdem a qua- lidade quando transportadas ao ar livre. Em caso de chuva, são usadas lonas para proteger a carga.

CAMINHÕES COBERTOS Em geral apresentam o formato de um vagão para proteger as cargas das condições

CAMINHÕES COBERTOS

Em geral apresentam o formato de um vagão para proteger as cargas das condições climáticas adversas.

CAMINHÕES REFRIGERADOS A carroceria possui um refrigerador para conservar a tempe- ratura interior. Utilizados no transporte

CAMINHÕES REFRIGERADOS

A carroceria possui um refrigerador para conservar a tempe- ratura interior. Utilizados no transporte de carne, derivados do leite, medicamentos, dentre outros.

Você sabia? A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos
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Você sabia? A Portaria do Denatran nº 63/09 homologa os veículos e as combinações de veículos
ILUSTRAÇÃO TIPO DE CARROCERIA DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato
ILUSTRAÇÃO TIPO DE CARROCERIA DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato
ILUSTRAÇÃO TIPO DE CARROCERIA DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato

ILUSTRAÇÃO

TIPO DE CARROCERIA

DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS

CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato de um tanque. Utilizados para o transporte de produtos líquidos,

CAMINHÕES-TANQUES

A carroceria tem o formato de um tanque. Utilizados para o transporte de produtos líquidos, como combustível.

CAMINHÕES-TANQUES PARA GÁS A GRANEL A carroceria cilíndrica tem estrutura reforçada para suportar a pressão dos

CAMINHÕES-TANQUES PARA GÁS A GRANEL

A carroceria cilíndrica tem estrutura reforçada para suportar a pressão dos gases transportados, como GLP e amônia.

CAMINHÕES DE PLATAFORMA OU ESTRADO Usados para transportar contêineres, engradados amarrados com cordas ou correntes, entre

CAMINHÕES DE PLATAFORMA OU ESTRADO

Usados para transportar contêineres, engradados amarrados com cordas ou correntes, entre outros produtos.

CAMINHÕES-CEGONHEIROS Utilizados para o transporte de diversos tipos de veículos.

CAMINHÕES-CEGONHEIROS

Utilizados para o transporte de diversos tipos de veículos.

CAMINHÕES DE CAÇAMBA São caminhões basculantes, utilizados no transporte de en- tulhos, terra, cascalho.

CAMINHÕES DE CAÇAMBA

São caminhões basculantes, utilizados no transporte de en- tulhos, terra, cascalho.

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE BOTIJÕES DE GÁS Usados no transporte de botijões de gás.

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE BOTIJÕES DE GÁS

Usados no transporte de botijões de gás.

CAMINHÕES CANAVIEIROS Usados para o transporte de cana-de-açúcar.

CAMINHÕES CANAVIEIROS

Usados para o transporte de cana-de-açúcar.

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE ANIMAIS VIVOS Usados para o transporte de bovinos, equinos e outros

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE ANIMAIS VIVOS

Usados para o transporte de bovinos, equinos e outros ani- mais.

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE BEBIDAS Usados para o transporte de bebidas, geralmente acondicio- nadas em

CAMINHÕES PARA TRANS- PORTE DE BEBIDAS

Usados para o transporte de bebidas, geralmente acondicio- nadas em engradados.

ILUSTRAÇÃO TIPO DE CARROCERIA DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato
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ILUSTRAÇÃO TIPO DE CARROCERIA DEFINIÇÃO E TIPOS DE CARGAS TRANSPORTADAS CAMINHÕES-TANQUES A carroceria tem o formato
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,

3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS

Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias.

Carga Geral

Carga embarcada, com marca de identificação e contagem de unidades, podendo

ser soltas ou unitizadas:

Soltas (não unitizadas) - itens avulsos, embarcados separadamente em embrulhos, fardos, pacotes, sacas, caixas, tambores etc.

Unitizadas - agrupamento de vários itens em unidades de transporte. Carga a Granel

3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,

Carga líquida ou seca (sólida) embarcada e transportada sem acondicionamento,

sem marca de identificação e sem contagem de unidades. Exemplos: petróleo,

minérios, trigo, farelos, grãos etc.

Carga Frigorificada

Carga que necessita ser refrigerada ou congelada para conservar as qualidades essenciais do produto durante seu transporte e sua armazenagem. Exemplos:

frutas frescas, laticínios, pescados, carnes etc.

Neo-granel

Carregamento formado por conglomerados homogêneos de mercadorias de carga

geral sem acondicionamento específico, cujo volume ou quantidade possibilita o

transporte em lotes, em um único embarque. Exemplo: transporte de veículos.

Produto Perigoso

Carga composta por produtos que, por sua natureza físico-química, podem

provocar acidentes, danificar outras cargas ou os meios de transporte ou, ainda,

gerar riscos para as pessoas.

3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
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3. CLASSIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Veja algumas formas de agrupar conceitualmente as mercadorias. Carga Geral Carga embarcada,
UNIDADE 3 – EMBALAGENS E SÍMBOLOS DE SEGURANÇA

UNIDADE 3 – EMBALAGENS E SÍMBOLOS DE SEGURANÇA

UNIDADE 3 – EMBALAGENS E SÍMBOLOS DE SEGURANÇA
UNIDADE 3 – EMBALAGENS E SÍMBOLOS DE SEGURANÇA
Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a
Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a
Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a

Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a maneira como o produto será transportado e os danos que podem ocorrer. A seguir vamos compreender melhor o papel da embalagem.

1. IMPORTÂNCIA DA EMBALAGEM

A principal função da embalagem é proteger contra danos. Mas ela tem outras funções, como: conter o produto para ele não vazar; facilitar o transporte e o consumo; tornar o produto mais atraente.

Para a maioria dos produtos, a embalagem deve funcionar como uma barreira contra fatores como: temperatura, odores, animais, luz, oxigênio e umidade. Se a embalagem não for corretamente projetada, podemos ter a qualidade do produto comprometida, principalmente se ele for perecível.

Além da função de proteção ao produto, as embalagens permitem a inclusão de tecnologias de rastreamento do produto.

Você sabe o que é rastreamento?

É um serviço que permite acompanhar o histórico do produto ao longo da cadeia logística. É possível conhecer suas características, saber por onde ele passou e qual sua localização exata no momento da consulta.

Você sabia?

O rastreamento é um serviço que disponibiliza as informações necessárias para

o acompanhamento completo do processo de fabricação, desde a aquisição e

análise das matérias-primas, até o processamento e destino final de cada item.

2. CLASSIFICAÇÃO DAS EMBALAGENS

FIGURAS

TIPO

DESCRIÇÃO

Embalagem de contenção ou primária Embalagem que entra em contato direto com o produto. Deve haver

Embalagem de contenção ou primária

Embalagem que entra em contato direto com o produto. Deve haver compatibilidade entre os materiais do produto e os da embalagem, para que o produto não seja comprometido.

Embalagem de apresentação ou secundária Embalagem utilizada para apresentar o produto ao usuário, no ponto de

Embalagem de apresentação ou secundária

Embalagem utilizada para apresentar o produto ao usuário, no ponto de venda.

Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a
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Cada produto deve ter a embalagem que se adapte melhor a ele. É preciso observar a
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger

FIGURAS

TIPO

DESCRIÇÃO

Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger várias unidades de

Embalagem de comercializa- ção ou terciária

Embalagem que tem a função de proteger várias unidades de produtos. As embalagens de comercialização, agrupadas em quantidades predefinidas, formam uma unidade de movimen- tação.

Embalagem de movimenta- ção ou quaternária Formada por um conjunto de embalagens de comercialização, para que

Embalagem de movimenta- ção ou quaternária

Formada por um conjunto de embalagens de comercialização, para que possa ser movimentada por equipamentos mecânicos, como paleteiras e empilhadeiras.

Embalagem para o transporte ou quintenária Embalagem utilizada para dar maior agilidade à carga, descar- ga

Embalagem para o transporte ou quintenária

Embalagem utilizada para dar maior agilidade à carga, descar- ga e transporte de longa distância. Importantes na arrumação das cargas em armazéns e veículos, pois oferecem segurança na movimentação, proteção contra avarias e melhor ocupação dos espaços de armazenagem.

Fonte: adaptado de Moura e Banzato (1990).

As embalagens quaternárias e quintenárias são muito utilizadas para a unitização de cargas.

Você sabe o que é a unitização?

FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger

A unitização é o processo de agrupamento de embalagens ou volumes em uma carga maior, ou seja, é a arrumação de pequenos volumes de mercadorias em unidades maiores e padronizadas, para que possam ser movimentadas mecanicamente.

FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
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FIGURAS TIPO DESCRIÇÃO Embalagem de comercializa- ção ou terciária Embalagem que tem a função de proteger
Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres. O palete pode ser
Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres. O palete pode ser
Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres. O palete pode ser

Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres.

O palete pode ser feito de madeira, aço, alumínio, plástico ou papelão.

O palete pode ser feito de madeira, aço, alumínio, plástico ou papelão.

Já o contêiner é uma estrutura sempre metálica, muito utilizada para o transporte rodoviário, ferroviário e

Já o contêiner é uma estrutura sempre metálica, muito utilizada para o transporte rodoviário, ferroviário e aquaviário.

O processo de unitizar cargas traz muitas vantagens para o transporte:

Permite a movimentação de cargas maiores; Reduz o tempo de carga e descarga; Permite melhor ocupação dos armazéns e veículos; Reduz a probabilidade de danos nos materiais estocados.

3. TIPOS DE EMBALAGEM

Existe grande variedade de tipos, formas e modelos de embalagem que podem ser utilizadas para envolver, conter ou proteger produtos.

Para cada tipo de produto são indicadas embalagens específicas, que devem ser

projetadas e fabricadas da maneira mais compatível possível com as características das mercadorias: forma, peso, dimensões, material, perecibilidade, fragilidade, dentre outras.

Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres. O palete pode ser
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Os equipamentos de unitização mais utilizados são os paletes e os contêineres. O palete pode ser
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos

EMBALAGEM

TIPO

DESCRIÇÃO

Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos líquidos.
Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos líquidos.

Barril

Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos líquidos.

Botijão Recipiente cilíndrico usado para armazenagem de gás.

Botijão

Recipiente cilíndrico usado para armazenagem de gás.

Caixa de madeira Recipiente normalmente utilizado para produtos maiores e mais pesados, que não podem ser

Caixa de madeira

Recipiente normalmente utilizado para produtos maiores e mais pesados, que não podem ser transportados em caixas de papelão ou plástico.

Caixa de pape- lão ondulado Embalagem não retornável com laterais coladas, grampeadas ou fixadas. Utili -

Caixa de pape- lão ondulado

Embalagem não retornável com laterais coladas, grampeadas ou fixadas. Utili- zada para mercadorias de consumo e bens industriais variados, para estocagem, movimentação e transporte.

Caixa plástica Geralmente reutilizável, encaixável e confeccionada em polietileno de alta re- sistência. Seu uso mais

Caixa plástica

Geralmente reutilizável, encaixável e confeccionada em polietileno de alta re- sistência. Seu uso mais frequente é para produtos agrícolas, pesca e avicultura.

Frasco Recipiente geralmente fabricado em vidro, com boca estreita, destinado a aco- modar líquidos (medicamentos, perfumes).

Frasco

Recipiente geralmente fabricado em vidro, com boca estreita, destinado a aco- modar líquidos (medicamentos, perfumes).

Garrafeira Engradado de madeira ou material plástico destinado a conter garrafas.

Garrafeira

Engradado de madeira ou material plástico destinado a conter garrafas.

Latas Normalmente possuem corpo cilíndrico, com tampa e fundo. Utilizadas para aco- modar líquidos, pastas ou

Latas

Normalmente possuem corpo cilíndrico, com tampa e fundo. Utilizadas para aco- modar líquidos, pastas ou sólidos em conserva.

Potes plásticos Moldados em diferentes formas e tamanhos, utilizados principalmente para arma- zenar alimentos, tais como

Potes plásticos

Moldados em diferentes formas e tamanhos, utilizados principalmente para arma- zenar alimentos, tais como iogurtes e margarinas.

EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos
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EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Barril Recipiente geralmente fabricado em madeira, alumínio ou plástico, destinado a conter produtos
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar,
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar,
EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar,

EMBALAGEM

TIPO

DESCRIÇÃO

Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar, café, farelos, cacau,

Sacos de papel multifolhados

Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar, café, farelos, cacau, sal.

Sacos têxteis Utilizados para embalar produtos agrícolas que necessitam de ventilação. Emba- lam também produtos industrializados

Sacos têxteis

Utilizados para embalar produtos agrícolas que necessitam de ventilação. Emba- lam também produtos industrializados como açúcar e farinha.

Sacos plásticos Utilizados para embalar principalmente cereais. Fabricados de polipropileno em diversos tamanhos, possuem resistência superior

Sacos plásticos

Utilizados para embalar principalmente cereais. Fabricados de polipropileno em diversos tamanhos, possuem resistência superior à de outros sacos. Muito utiliza- dos para acondicionar fertilizantes, rações e produtos granulados, dentre outros.

Tambor Utilizado para acondicionar materiais líquidos ou sólidos, em grãos ou em pó. Adequado para acondicionar

Tambor

Utilizado para acondicionar materiais líquidos ou sólidos, em grãos ou em pó. Adequado para acondicionar tintas, sólidos, pastas, pós e produtos químicos.

Fonte: adaptado de Moura e Banzato (1990).

EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar,
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EMBALAGEM TIPO DESCRIÇÃO Sacos de papel multifolhados Embalam materiais de construção (cimento, cal), produtos químicos, açúcar,
UNIDADE 4 – NOÇÕES DE LIVRE CONCORRÊNCIA E MERCADO REGULADO

UNIDADE 4 – NOÇÕES DE LIVRE CONCORRÊNCIA E MERCADO REGULADO

UNIDADE 4 – NOÇÕES DE LIVRE CONCORRÊNCIA E MERCADO REGULADO
UNIDADE 4 – NOÇÕES DE LIVRE CONCORRÊNCIA E MERCADO REGULADO
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está

Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e

pelas empresas de transporte está relacionado ao funcionamento do mercado em que atuam. É necessário compreender as diferenças entre mercados de livre concorrência e mercados regulados, além de compreender as dinâmicas dos mercados de transporte de cargas.

1. O PRINCÍPIO DA LIVRE CONCORRÊNCIA

Você sabe o que significa dizer que existe livre concorrência?

A livre concorrência é imprescindível para o funcionamento do sistema capitalista.

Ela existe quando se pode verificar a presença de diversos produtores ou

fornecedores de um mesmo produto ou serviço concorrendo entre si (Pantoni,

2011).

E por que a livre concorrência pode ser benéfica?

Quando duas ou mais empresas concorrem entre si, elas são forçadas a aprimorar seus métodos e técnicas, impactando positivamente nos custos e nos preços cobrados dos consumidores. Em situações assim como esta, em geral os

consumidores são beneficiados e a economia de mercado alcança maior êxito.

A concorrência é um dos alicerces da economia liberal e tem por finalidade

assegurar o regime de economia de mercado. Segundo Pantoni (2011), um dos pressupostos da concorrência é a não existência de monopólio ou qualquer outra forma de distorção do mercado livre, como os oligopólios ou monopsônios. A livre concorrência traz consigo a ideia de competição entre pessoas e empresas na busca de um do mesmo objetivo ou vantagem, desde que estejam atuando em condições de igualdade.

Para Pantoni (2011), na área econômica, este conceito representa a disputa entre as empresas para atender a uma maior quantidade de consumidores, e assim fazer

crescer e obter maior e melhor espaço no mercado. Bagnoli (2005, p. 61) esclarece que o mercado com livre concorrência é aquele que apresenta condições para que os agentes econômicos (empresas, fornecedores, vendedores) tenham oportunidade de competir de forma justa no mercado, destacando-se por sua

qualidade e eficiência.

No entanto, nem sempre o fato de ter um mercado com muitos competidores faz dele um mercado livre. Nesse sentido, devemos diferenciar a livre concorrência da livre iniciativa.

Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está

A livre iniciativa significa a possibilidade de os agentes econômicos entrarem

no mercado sem que o Estado crie obstáculos. Já a livre concorrência

significa que os agentes econômicos competem entre si em condições de

igualdade.

Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
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Um dos importantes aspectos que devem ser conhecidos pelos profissionais e pelas empresas de transporte está
Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)
Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)
Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)
Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)

Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência!

Pantoni (2011) ressalta que, apesar de distintos, a livre iniciativa e a livre concorrência são conceitos complementares. Só há livre concorrência quando existe livre iniciativa (BASTOS, 2004, p. 144). Segundo esta autora, a livre iniciativa

caracteriza-se pela liberdade individual de ação no plano da economia. Já́ a livre

concorrência se apresenta como o “princípio econômico” pelo qual o livre jogo das

forças determina os preços praticados.

Como assim?

Ora, em um mercado de livre concorrência os preços são estabelecidos de acordo com uma concorrência entre as empresas. Quanto maior a concorrência, menores tendem a ser os preços.

Segundo Andrade (2003, p. 131-151), em um mercado ideal, ou seja, onde ocorre concorrência, as empresas têm dimensão pequena em relação ao tamanho do mercado em que atuam. Por este motivo, nenhuma empresa tem condições de

definir isoladamente os preços no mercado.

2. CONCENTRAÇÃO NA OFERTA OU NA DEMANDA

Nem todos os mercados funcionam em ambientes de concorrência perfeita, sendo, alguns, imperfeitos (monopólios, oligopólios, monopsônios, oligopsônios). Nesses casos, existe apenas uma ou poucas empresas que abastecem o mercado ou apenas um ou poucos consumidores para um mesmo produto.

2.1 MONOPÓLIOS E OLIGOPÓLIOS

No monopólio, existe apenas uma empresa que vende determinado produto ou serviço. Ela atua sem qualquer tipo de concorrência, ou seja, ela tem maior poder

de estabelecer seus preços, pois os consumidores só possuem uma alternativa para a compra. Por esta razão, o preço será em geral mais alto, e a produção,

menor, o que resulta em situação de ineficiência. Nesses casos, o monopolista

pode optar por diminuir sua produção para elevar os preços até atingir o ponto

em que a quantidade produzida gere à empresa o lucro máximo (CADE, 2015).

Atenção

Apesar de trabalhar sem concorrentes, não é incorreto dizer que a empresa pode colocar qualquer preço. Segundo Varian (2006), mesmo em situação de monopólio, ela sempre dependerá da existência de consumidores dispostos a pagar o preço desejado pela empresa.

Além dos preços mais elevados, o monopólio tem outros efeitos negativos. Mayer (2009) ressalta que, por dominar o mercado, o monopolista não possui interesse em buscar ou implementar inovações tecnológicas, seja para reduzir seus custos, seja para melhorar o serviço que oferece ou o produto vendido a seus consumidores.

Mas não é apenas o consumidor que sai perdendo ...

Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)
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Portanto, é muito mais simples garantir a livre iniciativa do que a livre concorrência! Pantoni (2011)
No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não
No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não
No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não

No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não acompanhar as constantes evoluções na produção, ele abre espaço para que empresas mais modernas entrem no mercado e acabem com o monopólio.

Talvez você já tenha ouvido falar, também, dos monopólios naturais. Neste tipo de mercado, os investimentos iniciais necessários são muito elevados e os custos marginais são muito baixos. Este alto valor do investimento inicial faz com que apenas uma ou poucas empresas tenham força e capacidade para implementar a infraestrutura mínima necessária. Uma vez construída a rede de fornecimento, que representa o maior investimento, os custos de uma unidade adicional (uma expansão, por exemplo) são proporcionalmente baixos.

Os monopólios naturais são caracterizados, por serem bens exclusivos, e com muito pouca ou nenhuma rivalidade. Esses mercados são geralmente regulamentados pelos governos e possuem prazos de retorno muito grandes, por isso funcionam melhor quando são protegidos, ou seja, quando o governo concede exclusividade

na exploração de determinado serviço durante um longo tempo, com a finalidade

de garantir o retorno dos investimentos. Geração e distribuição de energia elétrica e fornecimento de água são exemplos clássicos de monopólios naturais.

Em geral, o monopólio natural é a forma mais eficiente de se produzir um bem ou

serviço. Essa situação é geralmente observada quando existem elevadas economias de escala ou de escopo em relação ao tamanho do mercado (CADE, 2015).

Nos mercados do tipo oligopólio não há exclusividade. Nesses casos, existem poucas empresas relativamente grandes, sendo que cada uma delas representa um percentual elevado do mercado. No entanto, mesmo que não exista exclusividade, essas poucas empresas possuem grande poder de mercado e uma grande fatia de consumidores garantida.

Atenção

É importante ressaltar que existem diferenças entre o oligopólio e o cartel. Ambas

as formas são combatidas, pois o oligopólio tende a levar o mercado a uma situação

de ineficiência e preços mais elevados. Mas, o Cartel é crime!

O oligopólio é algo espontâneo e se caracteriza pela junção de alguns produtores que têm a percepção de que é mais lucrativo agir de maneira interdependente do que de forma solitária. Ele prejudica os consumidores por não terem muitas alternativas de escolha e deve ser evitado.

A Constituição Federal protege a livre iniciativa, os direitos dos consumidores e a liberdade de trabalho, combatendo o monopólio e o oligopólio por serem prejudiciais para os consumidores, mas entende que estas não são situações ilegais. Por outro lado, a Constituição Federal (CF) criminaliza práticas de dumping, e cartéis, entre outras, que incidem de forma negativa sobre a ordem econômica, — situações previstas no artigo 4 da Lei 8.137/90 (Brasil, 1990).

No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não
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No longo prazo, o monopolista permanece estagnado e afeta sua própria capacidade de monopólio. Por não
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
  • O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor que o de mercado e o de custo, de forma a eliminar a concorrência. O cartel é uma união de empresas que tem como objetivo aumentar o preço dos produtos ou restringir a oferta para os consumidores, dominando assim o mercado e suprimindo a livre iniciativa.

O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor

2.2 MONOPSÔNIOS E OLIGOPSÔNIOS

Uma quantidade pequena de empresas e a falta de concorrência afetam o funcionamento do mercado. Além disso, são ainda consideradas estruturas de concorrência imperfeita os casos em que a quantidade de consumidores é

pequena e capaz de influenciar fortemente os preços de mercado. Essas estruturas

são chamadas monopsônios e oligopsônios e foram explicadas pela primeira vez por Robinson (1960).

  • Monopsônios são as estruturas de mercado que possuem inúmeros

O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor

vendedores, mas apenas um comprador, chamado de monopsonista.

O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor

O monopsônio é inverso ao caso do monopólio, no qual existe apenas um vendedor e vários compradores. Um comprador monopsonista tem grande poder

de mercado e pode influenciar os preços de um determinado bem, variando apenas

O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor

a quantidade comprada.

Esta tal situação ocorre, por exemplo, quando uma grande empresa de molho de tomate compra sozinha toda a produção de tomates de uma localidade. Se ela for a única empresa de molho da região, os produtores são praticamente obrigados a vender toda a sua produção pelo preço que a empresa oferece. Eles até poderiam vender para outra empresa, localizada mais distante, mas, os custos da operação e do transporte acabariam inviabilizando o negócio e trazendo riscos de perda da safra.

Condição semelhante também pode ser encontrada em mercados com mais de

um comprador (mais de uma empresa que compre os mesmos produtos), mas

cuja quantidade de compradores seja suficientemente pequena o suficiente para

lhes garantir o poder de compra. O conjunto de poucas empresas compradoras acaba sendo mais forte do que o conjunto de muitos produtores. Nesse caso, o mercado é chamado de oligopsônio.

O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
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O dumping se caracteriza por ser a venda de um produto por um valor menor
O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores
O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores
O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores

O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores e vários compradores. Os oligopsonistas têm poder

de mercado e podem influenciar os preços de determinado bem, variando apenas

a quantidade comprada. Essa estrutura é intermediária entre a de monopsônio e a de mercado plenamente competitivo.

3. MERCADO REGULADO

O princípio da livre concorrência está previsto no artigo 170, inciso IV da Constituição Federal (CF) e baseia-se no pressuposto de que a concorrência não pode ser restringida por agentes econômicos com poder de mercado (CADE, 2015). Nesse sentido, a Regulação dos mercados tem como principal intuito garantir a livre concorrência, ou seja, garantir que todos os agentes econômicos possam atuar em condições de igualdade.

É importante esclarecer que a Constituição não condena o exercício do poder econômico. Ela busca evitar situações de abuso, as quais devem ser alvo de intervenção estatal, coibindo excessos, tais como os cartéis e monopólios de fato, que possam atrapalhar o livre funcionamento das estruturas do mercado.

Na década de 1990, o Brasil passou por uma Reforma Administrativa que alterou algumas relações do Estado com a sociedade. Um dos aspectos principais foi a

criação de Agências Reguladoras, que têm a atribuição de fiscalizar e regularizar

setores da economia no Brasil. Com a criação das agências, a prestação direta de

alguns serviços públicos foi repassada à iniciativa privada, ficando estas a tarefa de

monitorar o funcionamento dos serviços, e de regular o setor quando necessário (FERNANDES, 2003).

O Estado preservou a atuação direta em algumas atividades, como o poder de polícia e a regulação econômica. Nas demais atividades, o Estado transferiu a tarefa de prestar o serviço para a iniciativa privada e passou a aprimorar a regulação em diversos setores por meio da atuação das Agências Reguladoras (SILVA, 2002).

O CADE (2015) pontua algumas vantagens do mercado regulado. Segundo o Conselho, em um mercado em que há concorrência entre os produtores de um bem ou serviço, os preços praticados tendem a manter-se nos menores níveis possíveis. Portanto, para conseguirem permanecer no mercado, as empresas precisam buscar

constantemente formas de se tornarem mais eficientes, e assim aumentar os seus lucros. À medida que tais ganhos de eficiência são conquistados e difundidos entre os produtores, ocorre uma readequação dos preços, que beneficia o consumidor.

Atenção

A livre concorrência não garante apenas que os consumidores sejam beneficiados

com preços menores. Mercados nos quais as empresas são obrigadas a competir estimulam a criatividade e a inovação das empresas.

O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores
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O oligopsônio é inverso ao caso do oligopólio, este caracterizado pela existência de apenas alguns vendedores
No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada uma atividade regulatória. As
No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada uma atividade regulatória. As
No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada uma atividade regulatória. As

No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada

uma atividade regulatória. As Agências precisam assegurar a prestação de serviços adequados, de qualidade, não se limitando a normas negatórias, e devendo ser

prescritivas, identificando especificamente o que a empresa regulada pode e deve

fazer (SILVA, 2002).

Fernandes (2003) ressalta que a atividade econômica não precisa apenas ser regulada. É necessário que existam mecanismos regulatórios que garantam a adequada prestação de serviços públicos. Assim, percebe-se a nítida intervenção estatal regulatória a partir das prescrições de normas, processos técnicos, e padrões mínimos a que os agentes econômicos, que desejem atuar no respectivo setor econômico regulado, devem obedecer (SILVA, 2002).

No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada uma atividade regulatória. As
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No entanto, nem toda norma dirigida aos agentes econômicos pode ser considerada uma atividade regulatória. As
UNIDADE 5 – ENTIDADES ENVOLVIDAS NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE

UNIDADE 5 – ENTIDADES ENVOLVIDAS NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE

UNIDADE 5 – ENTIDADES ENVOLVIDAS NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE
UNIDADE 5 – ENTIDADES ENVOLVIDAS NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE
No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a
No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a
No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a

No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a regulação dos diferentes modos de transporte disponíveis para mercadorias. A seguir, vamos conhecer as principais entidades, suas características e sua participação nas operações de transporte rodoviário de mercadorias.

1. ENTIDADES E AGENTES PÚBLICOS

Vamos começar esta unidade falando dos diversos agentes públicos que estão envolvidos com a prestação dos serviços de transporte de cargas, tanto no planejamento de sistemas e da infraestrutura, quanto na regulamentação,

fiscalização e normatização dos variados fatores que regem a atividade.

1.1 AGENTE PÚBLICO RESPONSÁVEL PELO PLANEJAMENTO DOS TRANSPORTES

O Ministério dos Transportes – MT, o Ministério da Defesa – MD e o Ministério do Orçamento Planejamento e Gestão – MPOG são as entidades públicas envolvidas no planejamento dos transportes brasileiros.

O MT ocupa o mais alto nível da organização da área de transporte, sendo responsável por determinar a política nacional de transporte. A preocupação maior do Ministério centra-se na formulação, coordenação e supervisão de políticas e participação no planejamento estratégico (ANTT, 2011).

1.2 AGENTE PÚBLICO RESPONSÁVEL PELA INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES

Você sabia?

No transporte rodoviário, a responsabilidade pela infraestrutura de transportes, de acordo com a legislação vigente, está sob a custódia do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a

O DNIT foi criado com o objetivo de implementar, em sua esfera de atuação, a política formulada para a administração da infraestrutura do Sistema Federal de Viação, compreendendo sua operação, manutenção, restauração ou reposição, adequação de capacidade, e ampliação mediante construção de novas vias e terminais (ANTT, 2011).

1.3 AGENTE PÚBLICO RESPONSÁVEL PELA REGULAÇÃO

As Agências Reguladoras distinguem-se pela independência administrativa, autonomia financeira e funcional e mandato fixo de seus dirigentes. A ANTT é o órgão responsável pela regulação e fiscalização dos transportes terrestres em território nacional. Suas atribuições estão relacionadas à concessão, permissão e autorização. A ANTT possui competências para atuar nos seguintes seguimentos de transporte (ANTT, 2011):

Ferroviário: exploração da infraestrutura ferroviária concedida; prestação do serviço público de transporte ferroviário de cargas e de passageiros.

No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a
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No Brasil, diversas instituições estão envolvidas direta ou indiretamente com a operação, o uso ou a
• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas
• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas
• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas

Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas e de passageiros.

Dutoviário: cadastro de dutovias.

Multimodal: promoção do transporte multimodal e habilitação do Operador de Transportes Multimodal – OTM.

Terminais e vias: concessão da exploração.

1.4

AGENTE

PÚBLICO

RESPONSÁVEL

PELA

NORMAS AGROPECUÁRIAS

FISCALIZAÇÃO

DE

A missão conferida ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA é a formulação e a implementação de políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando os aspectos de mercado tecnológicos, organizacionais e ambientais com o atendimento dos consumidores do País.

Você sabia?

No contexto do sistema de transporte de cargas, o Ministério determina a exigência

de diversos documentos específicos, a depender da carga a ser transportada.

São exemplos de documentos exigidos: o documento para o controle do trânsito de animais — Guia de Trânsito Animal (GTA) e o controle do trânsito de produtos

de origem animal, que pode ser o Certificado de Inspeção de Produtos, a Guia de Trânsito de Produtos ou o Certificado de Inspeção Sanitária (CIS).

2. ENTIDADES E AGENTES PRIVADOS

Vamos conhecer agora quais são as principais entidades privadas envolvidas com a prestação dos serviços de transporte rodoviário de mercadorias.

2.1 EMBARCADOR OU EXPEDIDOR

O embarcador é normalmente o dono das mercadorias. Em geral, ele representa a empresa que necessita do deslocamento de produtos entre dois pontos em uma cadeia de suprimentos. Também conhecido como expedidor ou remetente

de cargas, é ele quem está despachando a carga, ou seja, quem está expedindo a

• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas

nota fiscal.

Podemos dizer que o expedidor é o responsável pela entrega da carga ao transportador, a qual deverá estar devidamente acondicionada/embalada, acompanhada dos documentos necessários ao cumprimento das formalidades

legais perante a fiscalização tributária, alfandegária, de polícia e de saúde, nos

âmbitos Federal, Estadual ou Municipal. Portanto, o expedidor é a pessoa física ou jurídica que celebra o contrato de transporte com o transportador.

• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas
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• Rodoviário: exploração da infraestrutura rodoviária concedida; prestação do serviço público de transporte rodoviário de cargas
Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à
Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à
Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à

Atenção

O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes

nos documentos necessários à emissão do Conhecimento de Carga, bem como pelos danos resultantes de declarações ou indicações inexatas, irregulares e/ou incompletas.

  • 2.2 TRANSPORTADOR

O transportador é aquele responsável pelo transporte da carga, ou seja, empresas ou autônomos que possuem transporte a oferecer. Portanto, os transportadores rodoviários são aqueles que realizam movimentação de cargas por meio do modo rodoviário, seja a carga a transportar própria ou não (ANTT, 2011).

De acordo com a legislação brasileira, o exercício da atividade de transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros é efetuada mediante remuneração e o transportador deve estar previamente inscrito e habilitado no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).

Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à
  • 2.3 OPERADORES LOGÍSTICOS

Segundo a ANTT (2011), os operadores logísticos são empresas especializadas que prestam serviços que integram atividades de armazenagem, processamento de pedidos, movimentação de cargas, gerenciamento de estoques, sistemas de distribuição e de gerenciamento de transporte, entre outras atividades.

Para facilitar a vida das empresas, os operadores são contratados para realizar funções de gestão e distribuição dos materiais e, em alguns casos, também fornecem suporte físico e a infraestrutura necessária para a realização das operações.

  • 2.4 ESTAÇÕES ADUANEIRAS DE INTERIOR (EADI)

Os Portos Secos, como são conhecidas as EADI, são recintos alfandegados de uso público, nos quais são executadas as operações de movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias e de bagagem. Como ressalta a ANTT (2011), alguns portos secos apresentam maior importância para o transporte intermodal, já que servem de plataformas de integração dos modos de transporte. As características inerentes dos portos secos que agregam também serviços como armazéns, pátios para contêineres, sistemas informatizados, agilidade nas operações, trâmites alfandegários e outros, representam um atrativo para os usuários de transporte, bem como para os operadores.

  • 2.5 DESPACHANTE ADUANEIRO

É o profissional que representa o importador ou exportador na intermediação dos

serviços aduaneiros. Deve estar credenciado pela Secretaria da Receita Federal para o exercício das atividades, órgão que dispõe sobre a forma de investidura nas funções de despachante aduaneiro e de ajudante de despachante aduaneiro.

Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à
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Atenção O expedidor é responsável pela exatidão das indicações ou declarações constantes nos documentos necessários à
2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM) A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611,
2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM) A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611,
2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM) A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611,

2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM)

A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611, de 19 de fevereiro de 1998. Este operador

é a pessoa jurídica contratada como principal para a realização do Transporte Multimodal de Cargas da origem até o destino, por meios próprios ou por intermédio de terceiros. O Operador de Transporte Multimodal poderá ser transportador ou não transportador, sendo que o exercício de suas atividades depende de prévia habilitação na ANTT. Cabe a ele emitir o Conhecimento de Transporte Multimodal de Carga.

Quando o OTM puder habilitar-se para operar em outros países, ele deverá atender, além das normas estabelecidas pela ANTT, todos os requisitos que forem exigidos

em tratados, acordos ou convenções firmadas pelo Brasil com o país de destino

da mercadoria.

2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM) A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611,
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2.6 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL (OTM) A figura do OTM foi definida na Lei n° 9.611,
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