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Nome: Disciplina: Nº 7º ano Técnicas de Redação Atividade Data: /02/2015 Suplementar Interpretação e
Nome:
Disciplina:
7º ano
Técnicas de Redação
Atividade
Data:
/02/2015
Suplementar
Interpretação e
Produção de texto
Revisão I
ENSINO FUNDAMENTAL II
Professoras: Vanda e Lídia
“O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca
sabedoria”. Provérbios 18:15

Atividade Suplementar de Revisão (1º período)

Leia o texto.

Cada pergunta!

A menina brinca no tapete, parecendo nem ouvir o telejornal, mas, quando começa o

intervalo, levanta a cabeça:

Pai, que que é corrupção?

O

pai e a mãe se olham, o pai suspira e diz bem, corrupção

não é coisa pra gente da sua idade, né.

Claro que é, diz a mãe:

Responde direito, que se criança pergunta, é porque quer resposta.

Bem, pigarreia ele, corrupção é

é porque quer resposta. Bem, pigarreia ele, corrupção é – por exemplo roubar dinheiro do governo,

por exemplo roubar dinheiro do governo, que é dinheiro de todo mundo.

E como é que a corrupção rouba dinheiro do governo?

O

pai explica que quem rouba não é a corrupção, é o corrupto, é alguém, ou melhor, é

muita gente que rouba o governo:

Por exemplo o funcionário que desvia dinheiro do governo. Ou o deputado que vende

o voto dele lá no Congresso. Ou o juiz que emprega parentes nos gabinetes de outros juízes,

em troca de empregar parentes deles. Ou o empresário que paga para ganhar concorrência das obras do governo. Ih, filha, tem tanto jeito de roubar o governo, não é mulher?

É, e o seu pai também rouba o que pode quando faz a declaração de imposto de

renda.

Volta o telejornal e a menina volta a brincar, eles voltam a ver notícias. Novo intervalo, ela de novo ergue a cabeça:

Por que o dólar sempre sobe e o real sempre cai?

O

pai suspira fundo, e com voz monótona compara os Estados Unidos e o Brasil, as

diferenças de colonização, Inglaterra e Portugal, e as diferenças geográficas, climáticas, culturais, mas a mãe diz que não é por nada disso:

Acho que é porque eles são um povo menos corrupto, filha.

Então o povo também é corrupto, mãe?

E você acha que tinha tanta corrupção se o povo não fosse corrupto? Você vai fundir a cabeça da menina, diz o pai:

Isso não é conversa pra criança. E além disso, hem, cada pergunta!

Por isso mesmo é preciso responder.

Volta o telejornal, e depois no intervalo a menina volta a perguntar:

E o que é impunidade?

Essa eu mato fácil o pai esfrega as mãos. Impunidade é quando você comete um

crime e não é preso.

- E só tem tanta corrupção emenda a mãe porque tem muita impunidade, ninguém

denuncia, entendeu?

Ela de novo volta a brincar, mas antes de mais um intervalo vai até diante da mãe:

Então você acha que, pra acabar a corrupção, a gente tinha de contar que o pai rouba

no imposto?

O pai pula da poltrona:

Tá vendo?! Criança delatando pai só mesmo na Alemanha nazista! Eu falei que isso

não era conversa boa! Mas você e sua educação moderna!

Sai batendo a porta, a mãe solta longos suspiros.

Que que eu falei de errado, mãe?

Nada, filha, nada. Mas você faz cada pergunta!

PELLEGRINI, Domingos. In. Ladrão que rouba ladrão. Editora Ática.

As questões de 01 a 04 referem-se ao texto Cada pergunta!, de Domingo Pellegrini.

1. Discutimos, em sala de aula, com o auxílio do livro Português e Linguagens, as características da narrativa, reforçadas com exemplos de alguns contos e crônicas. Responda as questões abaixo, contextualizando com o que você aprendeu.

a) Em que trecho se inicia o conflito, ou seja, a narrativa começa criar expectativa no leitor?

b) Quanto ao espaço da crônica é reduzido ou amplo? Justifique.

2. Leia. O pai e a mãe se olham, o pai suspira e diz bem,
2. Leia.
O pai e a mãe se olham, o pai suspira e diz
bem, corrupção
– não é coisa pra gente da sua idade, né.
Claro que é, diz a mãe:
– Responde direito, que se criança pergunta,
é porque quer resposta.
direito, que se criança pergunta, é porque quer resposta. Compare a opinião dos pais expressa no

Compare a opinião dos pais expressa no trecho acima, e escreva V ( verdadeiro) e F (falso)

sobre as afirmações à seguir.

a) ( ) em relação ao tema abordado, os pais divergem quanto ao que é corrupção.

b) (

hesitação do pai.

) somente a mãe tem conhecimento para responder à pergunta da filha, o que explica a

c) (

corrupção.

) para o pai explicar sobre impunidade

para filha é bem mais fácil que explicar sobre

d) (

contraposição à opinião da mãe, para quem as perguntas das crianças exigem respostas

exatas.

) para o pai, existem assuntos a serem discutidos com crianças e outros não, em

e) ( ) a corrupção é um tema tratado de forma tranquila pelos pais, que se sentem seguros em

suas convicções.

3. O emprego da palavra gente no lugar de nós é um uso próprio da linguagem coloquial. ‘’ a) Em qual das frases a seguir pode ser identificado esse uso?

I. ( ) “… não é coisa pra gente da sua idade, né.

II. ( ) “O pai explica que quem rouba não é a corrupção, é o corrupto, é alguém, ou melhor, é

III. (

muita gente que rouba o governo…”

)“— Então você acha que, pra acabar a corrupção, a gente tinha de contar que o pai

rouba no imposto?”.

b) Reescreva a frase escolhida substituindo a palavra gente por nós. Faça adequações necessárias para torná-la mais formal.

4. Leia os trechos que seguem.

4. Leia os trechos que seguem. “O pai e a mãe se olham, o pai suspira

“O pai e a mãe se olham, o pai suspira e diz bem, corrupção ”

“O pai suspira fundo, e com voz monótona compara os Estados Unidos e o Brasil, as diferenças de colonização, Inglaterra e Portugal, e as diferenças geográficas, climáticas, culturais, mas a mãe diz que não é por nada disso:”

“Sai batendo a porta, a mãe solta longos suspiros.”

Indique a alternativa que explica os diferentes suspiros destacados no

decorrer da narrativa.

a)

No primeiro trecho, início da narrativa, o pai sente-se embaraçado com a pergunta da filha e

tenta escapar; no segundo trecho, diante da insistência infantil e da constatação de que não escapará ao questionamento, concentra energia para a tarefa que o espera; já no terceiro trecho, o suspiro da mãe revela o seu próprio embaraço, por ter estimulado a análise crítica da filha.

b)

No primeiro trecho, início da narrativa, o pai sente-se incomodado com a pergunta da filha

por considerá-la uma bobagem; no segundo trecho, diante da insistência infantil e da constatação de que não escapará ao questionamento, mostra-se distraído e responde mecanicamente à pergunta da filha; já no terceiro trecho, o suspiro da mãe revela sua

concordância com a opinião do pai de que aquele não é assunto de criança.

c)

No primeiro trecho, início da narrativa, o pai sente-se empolgado com a pergunta da filha e

quer estimular sua curiosidade; no segundo trecho, diante da insistência infantil, considera-se

um pai realizado e moderno; já no terceiro trecho, o suspiro da mãe revela sua euforia por contribuir para a formação do espírito crítico da filha.

d)

No primeiro trecho, início da narrativa, o pai, mostra-se zangado com a pergunta da filha,

que o atrapalha enquanto assiste ao telejornal; no segundo trecho, diante da insistência infantil, perde a paciência e tenta por fim à série de perguntas; já no terceiro trecho, o suspiro da mãe revela o seu próprio embaraço, por ter estimulado a análise crítica da filha.

e)

No primeiro trecho, início da narrativa, o pai sente-se envergonhado com a pergunta da

filha, por não saber responder; no segundo trecho, diante da insistência infantil e da constatação de que não escapará ao questionamento, elabora uma resposta sem muita convicção; já no terceiro trecho, o suspiro da mãe revela sua falta de paciência com o fato de o pai não responder de forma exata aos questionamentos da filha.

5. Caros alunos, vocês aprenderam sobre como distinguir os três conceitos de redação. Nos trechos do livro Ladrão que rouba ladrão abaixo identifique os conceitos classificando-os em:

NA narração

DE - descrição

DI- dissertação

a) (

)

Eu também já tive turma, ou melhor, fiz parte de turma e sei como é importante

 

em certa idade essa entidade, a turma.”

( A turma p. 46)

b) (

)

O homem se olhava no espelho, meio curvado para cabeça não bater no teto do cubículo, alto e magro, um varapau, como diziam antigamente.”

 

(Natal magro p.54)

c) (

)

“Lá na esquina, outro carro para rangendo para passar Pedro Nogueira de Queiroz, cidadão brasileiro com direito de ir e vir e também direito à saúde,

conforme a mesma Constituição, mas

( Deus, ajude p.40)

d) (

)

“Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola quando peguei o gosto de ler.(Pobres palavras p.87)

e) (

)

Gosto de dar é gorjeta merecida. Em hotel, não dou nada porque já

botam

 

10% na conta, para todo o pessoal o que é justo, ou o lavador de privadas

nunca ganharia nada.”

( Gorjetas e esmolas p.49)

Leia a tira a seguir para responder às questões 1 e 2:

Leia a tira a seguir para responder às questões 1 e 2: Vocabulário : Láctea, lacticinosa:

Vocabulário:

Láctea, lacticinosa: que contém leite ou é feito à base de leite

O humor da tira está relacionado à variedade linguística empregada pelo locutor em cada um dos quadrinhos e a falta de entendimento do seu locutário. Pode-se afirmar que:

I- O locutor emprega em todos os quadrinhos a norma padrão, formal. II- O estranhamento do locutário nos dois primeiros quadrinhos mostra que ele deve ter, provavelmente, pouca escolaridade e dificuldade de compreensão da norma-padrão ou da variedade urbana de prestígio.

III- Variamos o emprego da língua de acordo com a situação. Nesse caso, a variedade linguística informal, sem a rigidez das regras da norma-padrão, seria mais adequada. IV- O último quadrinho é marcado pela variedade linguística sem monitoramento, com expressões que demonstram intimidade com o interlocutor. Está CORRETA a opção:

a) Todos os itens.

b) Apenas o item IV

d) Apenas os itens I, II e III.

e) Apenas o item I.

Texto II. O caso do espelho

Texto II. O caso do espelho
Compreensão do texto (O caso do espelho) A leitura oral feita com bastante expressividade é

Compreensão do texto

(O caso do espelho)

A leitura oral feita com bastante expressividade é uma forma de interpretar o texto. Este história é uma versão escrita por Ricardo Azevedo de um conto popular em prosa e para conhecer esse gênero de texto, analisaremos a forma como foi construído, sua organização, sua linguagem. Uma das características do conto popular é o humor. Por se tratar de um texto humorístico, a dramatização propiciará um momento de descontração e leveza. A dramatização

do texto estruturado em diálogos toma possível destacar alguns vestígios da oralidade: linguagem

espontânea, interjeições, expressões próprias da fala.

1.

Narrativa em prosa

 

O

conto lido é uma narrativa em prosa. Dizemos que um texto está em prosa quando é

organizado em frases contínuas formando parágrafos.

2.

Momentos da narrativa

 

Os momentos de uma narrativa tradicional podem ser organizados da seguinte maneira:

Situação inicial: situação de equilíbrio Conflito: motivos que desencadeiam a ação da história Clímax do conflito: momento de maior tensão na história Desfecho: final e resolução do conflito

3.

Personagens

 

As histórias de tradição oral passam de boca em boca. Tanto o contador como o ouvinte irão dar

mais atenção aos fatos que ao nome das personagens. Assim, as personagens geralmente são identificadas por meio de uma característica e não pelo nome próprio.

4.

Tempo
Tempo

As histórias de tradição oral passam de uma geração para outra e assim acabam não sendo localizadas num tempo determinado.

5.

Espaço
Espaço

As histórias contadas oralmente se espalham com muita facilidade de um lugar para outro. Por isso, além da indeterminação do tempo, outra característica das histórias de tradição oral é que os fatos ocorrem em espaços, lugares também indeterminados, indefinidos.

1. Identifique no conto O caso do espelho os parágrafos correspondentes aos momentos da

narrativa:

a) Situação inicial:

b) Conflito (Complicação):

c) Clímax do conflito:

d) Desfecho:

2. Como são identificadas as personagens do conto lido?

a. (

,menina, mãe da moça/ boa senhora.

)

Homem que não sabia quase nada /marido/ homem, dono de loja/ comerciante, mulher

b. (

velho/garotada/agricultor.

)

Homem que não sabia quase nada /marido/ homem, dono de loja/ viajante/ cantor/

3. Marque as duas expressões que indicam que o tempo em que os fatos acontecem é

indeterminado:

a.

( ) “Era um homem

”,

“Um dia

“Fez dever de casa

 

.

b.

( ) “Era um homem

”,

“Um dia

“Cantou baixinho

”.

c.

( ) “Era um homem

”,

“Um dia

” Naquele dia

”,

“No outro dia

”.

4. Marque a alternativa em que aparece uma expressão que mostra que os fatos se passam em

lugar indeterminado.

a. casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata.”

(

) “

numa

b. (

) “

numa

casinha de sapé esquecida nos cafundós do sertão .”

c. (

) “

numa

casinha de sapé esquecida nos cafundós da cidade.”

5.

Qual o sentido das seguintes expressões do texto?

1.lazarento

a. ( ) Manca/perneta

2.jabiraca

b. ( ) Que perdeu o juízo por ser muito velha.

3.caduca

c. ( ) Mulher feia e/ou de mau gênio, jararaca.

4.capenga

d. ( ) Asqueroso/repugnante.

6. Você já ouviu alguém utilizando alguma das expressões listadas na questão anterior? Quem a

utilizou? Em que situação?

7. Na situação inicial do conto, há um homem do campo que vai à cidade. Ao passar diante de

uma loja, ele comete um engano. Qual foi o engano cometido?

8. Ao referir-se à personagem como “um homem que não sabia quase nada” e que “morava

longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata”, o narrador dessa história dá pistas, indícios sobre a personagens antes mesmo de o leitor saber o que vai acontecer. Como seria uma pessoa que vivesse como essa personagem, tivesse as mesmas características e habitasse o mesmo ambiente?

9. Por que ao olhar o espelho o “homem que não sabia quase nada” achou que estava vendo o retrato do pai?

10. Qual o motivo que levou o “homem que não sabia quase nada” a continuar teimando que

estava olhando para o retrato de seu pai mesmo com a explicação do dono da loja?

11. O engano cometido pelo homem também foi cometido pela mulher: pensar que o espelho

fosse um retrato. Entretanto, a reação dela foi muito diferente:

“ gritava ela desnorteada”.

“ chorando sentada no chão, não tinha feito nem comida.” ”

Responda: por que motivo a mulher descontrolou-se tanto?

“Indignada, a mulher colocou as mãos no peito

12.

Para tentar ajudar na difícil situação, a mãe da moça foi verificar o retrato. Transcreva do

texto as características que ela atribuiu à imagem que viu.

13. Releia:

“ Arregalou

os olhos. Olhou de novo. Soltou uma sonora gargalhada.”

Na sua opinião, o que esse trecho revela: a mãe percebeu o engano ou também julgou estar vendo um retrato? Justifique a sua resposta.

14. Após a leitura do conto. Dar para se referir para aquelas pessoas como:

“Homem que não sabia quase nada”. (marido) “Que não sabia quase nada”. (esposa). (Escreva um parágrafo com no mínimo quatro linhas e no máximo cinco, expondo a sua opinião)

15. Retire do trecho os pronomes, indique a quem eles se referem, e classifique-os.

“― O Senhor

O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo era só um espelho comum,

desses de vidro e moldura de madeira.”

conheceu

o meu pai? – perguntou ao comerciante.

16. Leia o trecho abaixo:

a) Que numeral foi usado no trecho? Classifique-o:

b) O adjetivo “bruaca” usado no trecho, refere-se a qual substantivo? Identifique e classifique-o.

.

Foco Narrativo Ponto de Vista

usado no trecho, refere -se a qual substantivo? Identifique e classifique-o. . Foco Narrativo – Ponto

1.

2.

3.

4.

5.

Tipos de discurso

6.

um narrador que utiliza verbos introdutórios (responder, dizer, perguntar estruturais serão necessárias.

Transforme “a fala” abaixo em um discurso indireto. Para tal, imagine que há, na cena,

); modificações

O aparelho de som foi a única coisa que eu salvei, respondeu o pobre homem.

7. Passe para o discurso indireto:

"O tamanho deles dá uma ideia do que esses homens fizeram na busca do ouro", disse o arqueólogo à SUPERINTERESSANTE.

8. O primeiro parágrafo de O Atheneu ( obra de o famoso escritor Aluísio Azevedo) é um

discurso direto, perceba: "Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta”. Passe-o para o indireto.

9. Observe este anúncio ─ com foto ─ que retrata um depósito de lixo.

"FILHO, UM DIA ISSO TUDO SERÁ SEU".

de lixo. "FILHO, UM DIA ISSO TUDO SERÁ SEU". - Adotar uma cadeia produtiva amiga do

- Adotar uma cadeia produtiva amiga do

meio ambiente pode fazer muito bem tanto

sua pessoa física

a

quanto a sua pessoa jurídica.

(Adaptado de campanha publicitária - Instituto Ethos)

Meio

Ambiente

Passe para o discurso indireto a frase "FILHO, UM DIA ISSO TUDO SERÁ SEU".

10.

a frase "FILHO, UM DIA ISSO TUDO SERÁ SEU". 10. Assinale a alternativa em que o

Assinale a alternativa em que o diálogo do primeiro quadrinho tem expressão adequada em discurso indireto, dando sequência à frase abaixo. Questionada sobre o segredo de um casamento duradouro, a senhora respondeu à jovem secretária.

a) isso: fosse você mesma, tivesse seus próprios interesses, desse espaço ao outro e ficando

fora do caminho.

b) o seguinte: seja você mesma, tivesse seus próprios interesses, desse espaço ao outro e

fique fora do caminho.

c) que fosse ela mesma, tivesse seus próprios interesses, desse espaço ao outro e ficasse

fora do caminho.